[Música] Olá caros estudantes do curso de especialização em neurociências meu nome é Gláucia de Castro Champions e a nossa aula de hoje é sobre neuropatias periféricas os tópicos que nós abordaremos na aula de hoje serão a revisão da histologia potencial de ação tipos de fibras nervosas neuropatias periféricas a definição dessas neuropatias tipos de neuropatias fisiopatologia axonopatias primárias degeneração valeriana mielinopatias primárias etiologia das neuropatias histopatologia neuropatias hereditárias neuropatias tóxicas neuropatias imunomediadas o diagnóstico das neuropatias e novas terapias essas aulas serão então divididas em duas aulas bom então o título de recordação nós devemos lembrar que o
sistema nervoso né na sua anatomia ele é dividido e sistema nervoso central e sistema nervoso periférico sendo que o sistema nervoso central ele é composto de encéfalo encéfalo e medula espinal e o sistema nervoso periférico será composto por nervos gânglios e receptores sensoriais bom o que nos interessa é a constituição histológica dos nervos porque afinal de contas está dentro do tópico que nós estamos abordando hoje então ele é formado por axônios células de Van e tecido conjuntivo a organização dos nervos periféricos ela compreende Então as fibras nervosas que são os axônios e os seus revestimentos
de mielina que o invoque os envolvem organizados então em feixes esses feixes são entremeados por um tecido conjuntivo bem delicado denominado endoneuro reunindo Então as fibras nervosas em feixes nós temos um tecido conjuntivo de morfologia epitelioide que vai delimitar cada um dos feixes denominado pele neutro aqui é importante ressaltar que é esta camada de tecido conjuntivo que vai formar a barreira hemato nervosa e também delimitando todo o nervo ou seja uma cápsula protetora do nervo nós temos o epineuro um outro aspecto importante de ser relembrado é a estrutura e a minimização como ocorre no sistema
nervoso periférico aqui nesse slide nós podemos ver então que nós temos o axônio esse axônio ele é abraçado por uma célula de xivan que posteriormente vai envolver vai se enrolar em torno do axônio formando então a bainha de mielina do sistema nervoso periférico então é importante entender que nós temos regiões mielinizadas e regiões desprovidas de mielina que são denominadas nódulos de Ravier que são responsáveis pelo impulso satatório nós temos a região de mielina denominada de internados e nós temos que entender também que uma célula de shivan ela vai me eliminar um único internodo bom e
como é a estrutura da bainha de mielina no sistema nervoso periférico no caso do sistema nervoso periférico nós temos uma mielina com maior proporção de esfingomielinas e glicoproteínas dentro da Porção proteica que constitui aproximadamente 25% dessa menina nós temos a proteína mielínica zero que corresponde a 50% das proteínas da bainha de mielina a proteína básica de mielina E a proteína mielínica para periférica então para essas proteínas o que elas vão fazer é organizar a bainha de mielina então nós temos várias camadas que se enrolam em torno do axônio e nós temos as proteínas que garantem
que essa que essa minha estrutura da mielina dessa forma nós vemos que as células de shivan vão se organizar da seguinte maneira no sistema nervoso periférico Aqui nós temos um neurônio em sua parte periférica no sistema nervoso periférico nós temos então seu prolongamento ou axônio então nós temos as células de shivan que fazem amenização no sistema nervoso periférico e quando nós observamos essa célula enrolada em torno do axônio nós vemos então que ela delimita a região internodal Justa paranodal e a região nodal qual a importância disso nós temos os canais iônicos concentrados na porção do
nódulo de Ravier então isso representa uma economia para célula assim fazendo com que os canais não estejam distribuídos ao longo de todo o axônio mas sim concentrados nos nódulos de Ravier bom essa minimização do sistema nervoso periférico ela vai dar origem alguns tipos de fibras nervosas Então as fibras nervosas em que nós temos as células de stevan que são enroladas em torno do axônio formando várias camadas nós chamamos de fibras minimizadas mas também nós temos as fibras amielíneas essas fibras amielíneas então elas podem compreender Várias Vários axônios que são envolvidos por uma única célula de
ou sendo que não há mielina entre elas né um conjunto de axônios envoltos ou então a célula de shivan ela envolve individualmente vários vários axônios bom E qual seria a importância dessa bainha de menina como você já viram anteriormente a bainha de mielina ela vai promover ela vai modular a velocidade do potencial de ação esse potencial de ação né ele vai ocorrer em um conjunto de tá mais voltagem Independente de sódio que estão presentes nos novos ou nódulos de então nós temos uma região Desprovida de mielina Onde estão concentrados esses canais a bainha de mielina
envolvendo então axônio regiões desprovidas de mielina e novamente bainha a bainha de regiões com a bainha de mielina bom o que ocorre né é após o disparo do potencial de ação a gente vai observar a abertura dos canais e o influxo de sódio e posterior à disponibilização da membrana com isso a gente observa que há um aumento na velocidade de transmissão do impulso né que vai depender da interação entre sonho e bainha de mielina então quando a gente fala de neuropatias periféricas nós estamos falando do que ocorrerá nessas fibras que podem ser motoras ou sensitivas
sensoriais que vão fazer então a comunicação entre sistema nervoso periférico e sistema nervoso central bom então nas fibras também serão classificadas de acordo com o seu diâmetro então nós temos fibras do tipo a ou minimizadas com um diâmetro que varia entre 1 e 20 micrômetros e uma velocidade de condução considerada alta que vai de 15 a 120 milissegundos nesses casos os tipos né de transmissão nessas fibras são a dor aguda a temperatura Tato pressão própria percepção fibras e são as fibras somáticas e diferentes as fibras do tipo B também me elimizadas elas possuem de 1
a 3 micrômetros de diâmetro como a velocidade entre 3 e 15 milissegundos considerada moderada e vão né ser responsáveis pela condução de impulsos aferentes viscerais neurônios peganglionares ao Toy e autônomos e as fibras do Tipo C que são as fibras não minimizadas com diâmetro de 0,5 A2 micrômetros com 05 A2 que com condição na velocidade de 05 A2 mini segundos considerado baixo nesse caso são são responsáveis pela condução de impulsos pós-grandes autônomos e dor crônica queria chamar a atenção aqui na relação entre o diâmetro da fibra nervosa e a velocidade de condução bom ainda dentro
desse diâmetro das fibras nervosas nós temos também né como nós vimos anteriormente esse diâmetro ele pode determinar a velocidade de condução do impulso nervoso então né as fibras são também classificadas em subtipos então nós temos né Essa classificação baseada em tamanho e velocidade das fibras do tipo A alfa beta Gama e delta como nós podemos observar aqui as fibras do tipo A alfa com diâmetro maior vão fazer a inervação de músculo esquelético ou seja movimento voluntário as fibras do tipo Beta farão então a Inovação ação são responsáveis pela percepção de vibração pressão e sensação tátil
as fibras do tipo gama serão responsáveis pelas vias própriosceptivas e as deltas das Sensações táteis e térmicas e percepção de dor localizada então isso ajuda como né assim a percepção da dor auxilia no reflexo já as fibras do tipo B como nós falamos anteriormente são nas vias autonômicas pré-ganglionares e as fibras do Tipo C dor visceral impulsos térmicos e dor crônica bom E aqui então nós temos a ilustração né dessas fibras para vocês entenderem a relação do diâmetro dessas fibras com a relação dessas fibras no diâmetro com a sua velocidade de condução bom então quando
a gente olha essas fibras e faz uma relação das suas funções a gente vai entender né como a evolução Mudou as suas funções de acordo com a necessidade de manutenção da do trabalho da funcionalidade de cada órgão Então a gente tem aqui as fibras minimizadas maiores controlando os músculos quando elas são muscular voluntária toque vibração posição e percepção já as pequenas controlam frio percepção de a percepção dor finalmente as fibras desmielizadas são responsáveis pela pela taxa de batimento cardíaco pela pressão sanguínea transpiração e função de vísceras né então todas essas fibras né todos esses nervos
são a comunicação entre sistema nervoso central e sistema nervoso periférico essas fibras são então serão responsáveis pela percepção de estímulos externos e também internos fazendo o com todo o controle das funções do nosso organismo então para concluir nossa primeira parte dessa aula Resumindo as neuropatias periféricas compreendem afecções que afetam os nervos periféricos os nervos periféricos são formados por axônios as células de chivan e revestidos por um tecido conjuntivo denso o epineuro organizados em feixes que são revestidos por um tecido conjuntivo de formato epiteliaide o perineuro e entremeados por um tecido conjuntivo frouxo denominado as fibras
nervosas podem ser classificadas de acordo com seu diâmetro e função que também será responsável pela velocidade de condução as neuropatias periféricas podem acometer axônios ou sua bainha de mielina o material as referências bibliográficas serão disponibilizados para vocês no Clécio Obrigada disponibilizo meu e-mail para que possamos nos comunicar [Música]