Oi sou a professora Vanessa Méier E hoje vamos falar sobre a avaliação do membro superior [Música] Oi Hoje vamos falar sobre avaliação do membro superior então na aula anterior já falamos sobre a parte de avaliação geral então quando realizamos retomando um pouquinho uma avaliação do paciente nós temos aquela etapa que ela ela é direcionada para qualquer tipo de paciente o nosso fazemos aquela etapa da anamnese questionamos e aí nós chegamos naquela parte do exame físico então agora nós direcionamos ao problema exato do nosso paciente então depois do himato hmp né da queixa principal que foi
falado primeiro dos hábitos de vida aí nós começamos então a dar um direcionamento Então nesse momento vamos falar sobre o membro superior e os direcionamentos necessários para avaliação desse membro retomando um pouquinho então né é o conhecimento sobre as estruturas do membro superior então a função normal do membro superior ela inclui a capacidade de alcance direcionado preensão e manipulação de objetos então mesmo superior é extremamente funcional nós dependemos muito da amplitude dessas articulações para executar as nossas atividades do dia a dia atividades de higiene atividades de manipulação de objetos então nós temos uma interligação da
função dessas articulações para chegar justamente nessa funcionalidade Tais componentes formam a base da capacidade motora requerida para a realização das atividades de vida diária então como eu comentei agora eu preciso ter um bom funcionamento das três articulações né com seus músculos suas estruturas para que eu tenha uma boa atividade de vida diária então membro superior ele executa né Ele é necessário as funções do membro superior justamente para que nós consigamos realizar as nossas atividades do dia a dia retomando um pouquinho a anatomia do membro superior então quando a gente fala no membro superior ele é
formado Então por um conjunto de ossos articulações e músculos Então essa região dos esqueleto humano ela é dividida em cinco segmentos nós vamos começar lá na região então do ombro né Então faz parte do membro superior o braço articulação do cotovelo que divide o braço do antebraço o antebraço articulação do Punho que vai dividir o antebraço da mão e a mão então na mão também vamos ter os dedos das articulações dos dedos né então nós temos compondo o meu membro superior nós temos três articulações principais ombro cotovelo punho e temos as articulações dos dedos vamos
começar falando então lá de cima vamos começar falando do ombro então a função normal do ombro ele vai depender de quatro articulações então só o ombro em si já depender de quatro nós vamos ter articulação glenumeral que é mais importante né então na articulação glenomenal olhem ali próximo à região da escápula é onde o úmero né vai justamente se encaixar ali na região da glenoide então ele não chega a ser um encaixe verdadeiro né quem dá estabilidade para esse ombro vão ser o que os ligamentos a cápsula e os músculos então ali vocês observam ela
é o quê Ela é um formato arredondado Então ela permite todos os movimentos articulação glenumeral ela permite os movimentos de flexão extensão abdução adução rotação medial rotação lateral e o movimento de circuncisão Então como eles feroide ela permite essa Ampla mobilização da articulação aí nós temos a cromio clavicular a Cromo clavicular então a articulação da estrutura do acrônimo com a clavícula ela permite um movimento entre essas duas estruturas somados ao movimento da glenoide né da articulação glenoumeral a esterno clavicular que é do osso externo com a clavícula Então ela permite esse movimento entre essas duas
estruturas e a escápula torácica a escápula torácica alguns autores não consideram ela como uma articulação Então a gente vai colocar aqui como uma articulação não verdadeira né porque porque é um deslizamento da escápula nas costelas na região posterior não existe nenhum tipo de encaixe ela desliza sobre as costelas essas quatro articulações juntas elas funcionam uma forma sincrônica então quando eu vou realizar um movimento de abdução a partir de 30 graus todas as articulações se movimentam então elas são quasependentes então a principal é a maior é agronomia numeral Mas elas são com a dependentes se eu
tiver alteração em alguma delas eu posso ter uma alteração de movimento os principais músculos do ombro Então nós vamos ter aqui cobrindo o ombro nós temos o deltóide na imagem ao lado então o deltóide ele é responsável pelo movimento de abdução do ombro junto com o deltoide né Nós vamos ter o super espinhoso que também auxilia nesse movimento de abdução só que o Del toge ele é muito mais potente Ela é maior né ele também auxilia no movimento de flexão do ombro extensão mas ele é um potente abdutor o cora cobrarquial que ele também auxilia
em movimento de flexão e abdução do ombro o músculo bíceps que faz uma flexão do ombro e uma flexão do cotovelo então o bíceps nós vamos ter a porção curta e a porção longa né o músculo peitoral maior que ele faz adução do ombro temos os músculos extremamente importante gente os músculos do manguito rotador por quê Porque onde mais temos lesão é no manguito rotador falou em ombro gente lesão de ombro nós estamos falando das estruturas do manguito Puxa mas por quê que nós temos tanta lesão no manguito Olha a posição anatômica desses músculos e
vamos ver se vocês identificam qual vai ser o mais lesionado pela posição anatômica Olhe na imagem ao lado vocês estão enxergando os músculos do manguito rotador primeira imagem nós temos o subescapular né que auxilia ali no movimento de rotação medial Olha a posição anatômica dele rotação mediana nós temos embaixo o redondo menor o redondo menor ele já vai auxiliar na rotação lateral então Olhem a posição anatômica E Agora Nós temos o infra espinhal ali né Olha lá a posição anatômica rotação lateral e agora prestem muita atenção no Supra espinhal o super espinhal Ele está entre
a cabeça do úmero e o acrômio então pelo posicionamento anatômico ele é o mais afetado é onde acontece o impacto a síndrome do impacto né Então as lesões elas acabam atingindo diretamente o suco espinhoso então é uma tendência muito grande dessa estrutura ser lesionada tanto através dos processos inflamatórios como as tendinites né como a que tem uma busca que fica sobre esse tendão é e as rupturas desde parcial até a ruptura total Então os componentes do manguito rotador são super espinhoso o infra o redondo menor e o subscapular todos eles têm a mesma origem a
região da escápula e vão se inserir na tuberosidade da cabeça do úmero exame físico a inspeção então observando a imagem ao lado já fica claro para gente que existem alterações visíveis né É isso que a gente busca numa inspeção desde que o nosso paciente entra no nosso consultório nós estamos observando posicionamento como que ele se movimenta como que ele retira parte da sua roupa da sua camisa se está com o braço fixo se ele faz um movimento simétrico nós vamos ver se existe algum tipo de ferimento alguma descoloração de pele hiperemia cutânea então é aquela
vermelhidão né na pele em alguma região a normalidades no contorno dos ombros Então se tem edemas tem deformidade amplitude de movimento que ADM se ele consegue realizar o movimento visivelmente sim ou não porque aqui se tiver alteração nessa ADM nós vamos verificar essa essa medida lá vamos observar os movimentos ativos que o paciente executa né quando e onde durante cada um dos movimentos então quando que acontece a dor a partir de que momento ela acontece no movimento de abdução de flexão de extensão se o movimento aumenta a intensidade E a qualidade dessa dor a quantidade
de restrição que é observável o padrão de movimento Então você tá fazendo movimento compensatório é ser um movimento que o paciente tá fazendo um esforço muito grande para tentar realizar o ritmo e a qualidade desse movimento o movimento das articulações associadas e qualquer limitação que seja visível durante a execução desse movimento vamos para a parte palpatória vamos fazer a palpação dessas estruturas mais superficiais buscando o que buscando dor alteração de tônus crepitações que são aqueles barulhos articulares como se fosse uma areia na dobradiça de uma cadeira né de praia dentro do ombro depressões instabilidade da
articulação Então você sente que parece que faz um deslocamento nessa articulação quando você palpa nódulos e deformidades ósseas como eu comentei com vocês Vimos que existe alteração na amplitude de movimento que é ADM nós vamos para audiometria Então nós vamos utilizar o goniômetro que está na imagem a direita e nós vamos fazer a verificação dessa medida da ganimetria vamos medir os movimentos de flexão de 0 a 180 graus que é o valor de normalidade extensão que vai de 0 a 45 graus ábidos são de 0 a 180 graus adoção que vai dizer a 40 rotação
medial de 0 a 90 e rotação lateral também de 0 a 90 Existem os testes específicos então esses testes específicos são testes ortopédicos que utilizamos para diagnóstico diferencial então quando a gente falar eu tô com tendinite de ombro e só abre uma dúvida tendinite de ombro mas do que né então de qual tendão de Qual estrutura nós temos aqui o teste de speed nesse teste ele vai tentar testar o lábro da glenoide e o tendão precipital então é quando nós suspeitamos de alguma ruptura desse bordo do labro ou de uma tendinite do bíceps teste de
ir simples e famoso o teste de neer ele tem uma sensibilidade de 93% quer dizer eu tenho uma chance de acerto de 93% na confirmação do impacto sobre acromial vamos lembrar Impacto subiacromial aquilo que eu mostrei para vocês ali no slide anterior o tendão do supra espinhoso que fica entre a o acrômio e a cabeça ele identifica então a tendinite no supra espinhoso o teste de impacto de halkins Kennedy vocês podem encontrar só como hawkings também que ele avalia a presença de tendinite do supra espinhoso o teste de job ele identifica a presença de ruptura
do supra espinhoso teste de Ogum atende Nite do supra espinhoso teste de Gerber uma lesão do tendão do subescapular aqui porque lesão eu posso identificar uma tendinite o paciente só apresentador ou ele pode apresentar uma impossibilidade de execução no teste onde pode haver uma ruptura desse tendão do subscapular o teste de patê que apresenta também uma lesão do infraespinhoso mesma coisa posso ter uma tendinite no infraespenhoso Presença de dor ou impossibilidade de execução o teste de Apple que apresenta tendinite do manguito rotador e o teste de cada queda de braço que é uma ruptura maciça
do manguito quer dizer rompeu todo o manguito rotador Aí vamos então para a avaliação do cotovelo vencendo um pouco nós vamos chegar no cotovelo Então existe uma importante função de ligação que capacito posicionamento apropriado da mão então se tivermos uma artrodese de cotovelo uma fixação do cotovelo isso gera uma dificuldade muito grande algumas atividades que nós temos que gerar com as mãos se eu tiver uma fixação e extensão de cotovelo eu não consigo levar por exemplo uma colher a boca não consigo pentear o cabelo não consigo fazer higiene de uma forma adequada Então ela é
importante essa mobilidade também para as atividades da vida diária ela também aumenta a versatilidade e Agilidade de extremidades exterior então muitas vezes não nos percebemos o quão rápido e preciso nós executamos os movimentos então vocês sentados assistindo a aula vocês visualizam um objeto próximo a vocês e vocês rapidamente observam calculam a velocidade a distância e a força de forma perceptível e pegam esse objeto para vocês então vejam como a gente executa de tanto executar Nós já somos habilidosos a execução agora quando a gente perde essa função é que a maior dificuldade vem na avaliação do
cotovelo então a principal função Então olha observem a articulação do cotovelo ali é facilitar o que o posicionamento da mão no espaço então elevar a mão aonde a gente quer chegar né e ele tem três ossos ele é composta essa articulação por três estruturas ósseas nós observamos ali a imagem ao lado nós temos um osso que vem do braço que é o úmero que é a parte superior nós temos ali encaixado né Número nós vamos ter ali A UNA que ela faz tipo uma chave de boca e ela se encaixa número e nós temos ao
lado então da ulna nós temos ali com formato achatado e arredondado o rádio que ele faz os movimentos rotacionais e ele é composto por três articulações a rádio umeral e a rádio ulnar então são três articulações que também funcionam juntas os principais músculos que atravessam a articulação do cotovelo então nós temos ali vários músculos né tanto relacionados ao braço como antebraço que estão então atravessando a articulação do cotovelo nós temos ali o braquial o bíceps o braquel Radial pronador redondo e flexo ouro no lar do carpo que são flexores do cotovelo o tríceps braquial e
o Antônio que são responsáveis pela extensão do cotovelo o supinador e o bíceps que fazem a supinação do antebraço o pronador quadrado pronador redondo e flexor Radial do carpo que fazem a pronação do antebraço então aqui músculos que se originam no epicondilomedial e no epicondilo lateral que é bem no cotovelo Então nós vamos ter os músculos que vão ser originais que congelo Medial que vai ser o flexo Radial do carpo ulnar Palmar longo flexor superficial dos dedos profundo dos dedos e o pronador redondo os que se originam epicondilo lateral o extensor Radial do carpo extensor
Radial ao longo do carpo um lar do carpo esse sensor comum dos dedos supinador e António então elas custam um costumamos falar o seguinte que os que se originam são flexores e os que se originam na epicondilateral são os extensores Então observem até na imagem isso dá diferença até pelas epicondilites que são os processos inflamatórios nesses tendões isso tem uma ligação muitas vezes com os movimentos que são executados de forma repetitiva na inspeção na inspeção observar a atitude do paciente a partir do momento em que ele entra para avaliação então sempre gente em tudo vou
falar isso a gente tenta observar da forma mais natural possível então a gente não perde nosso paciente entrando onde ele está mais relaxado ele ainda não se considera sendo avaliado né então como você tá Protegendo o braço a postura a forma como ele vai tirar blusa vamos fazer observação do alinhamento da superfícies articulares observem na imagem quando nós estamos com o cotovelo estendido com braço estendido né Nós vamos ter um alinhamento da estrutura dos epicôndilos com olécrano quando nós realizamos o movimento de flexão do cotovelo nós temos uma formação de um triângulo né que é
o triângulo isósceles vamos observar também presença de cicatriz a redução da amplitude de movimento se tem utilização de drogas essa região da fossa cubital que a região anterior do cotovelo então pessoas que durante a avaliação você Observe que tem muitas cicatrizes nessa região não estava internada não tirou sangue recentemente então que nós questionamos e tem muitas cicatriz até cicatriz de hipertróficas nós questionamos e até analisamos se não tem justamente né uma utilização de drogas injetáveis presença de edema importantes visualizasse esse tema Ele é bem localizado ou ele é difuso difuso pega articulação inteira então todo
cotovelo tá inchado é localizada a ponta do cotovelo tá com edema tem uma bolsa né então isso nos dá também um caminho o ângulo de transporte esse ângulo de transporte é angulação do braço antebraço então observem que quando nós estendemos o cotovelo nós não temos um braço reto nós temos uma angulação né e isso essa angulação valga ela é normal Então existe um limite né para os homens até 10 graus de 5 a 10 graus é considerado normal não anormal né e de 10 a 15 graus nas mulheres é normal acima de 20 graus a
gente consegue considerar a normalidade agoniometria na goiometria temos que selecionar se nós vamos podemos fazer os movimentos ativos onde o paciente consegue executar o movimento sem nenhum auxílio né ou de forma passiva então o objetivo do movimento ativo é ter informações exata sobre capacidade coordenação força e amplitude de movimento onde ele vai executar o movimento movimentos que nós vamos observar os movimentos então de flexão e extensão do cotovelo e os movimentos de pronação e supinação na flexão nós temos ali um movimento de até 145 graus de flexão né segundo Marx principalmente palma e uma variaçãozinha
de 5 graus segundo uma guia supinação e pronação de 0 a 90 graus então onde nós vamos fazer os movimentos de 90 e 90 palma da mão para baixo palma da mão para cima alguns testes especiais de cotovelo teste de estabilidade ligamentar que é a gente consegue visualizar a estabilidade dos ligamentos colaterais tanto lateral como Medial o sinal de tíneo que verifica a existência a presença de um neuroma um neuroma um tumorzinho nas fibras nervosas então principalmente nervon na área um dos nervos mais superficiais ele fica entre o epicondilo Medial e olécrano e acho que
todo mundo já deu uma cotovelada né quando a gente bate o cotovelo ele senta aquele choque se Bateu bem no nervonar Então nesse teste nós fazemos uma percussão sobre o nervo e quando é positivo o paciente apresenta um formigamento pelo antebraço amortecimento como se fosse aquele amortecimento quando a gente senta sobre a perna Essa é a sensação teste de cotovelo de tenista ou de cosen que ele vai verificar a presença da epicondilite lateral que é uma epicão de leite dos extensores E aí chegamos na extremidade superior então nessa extremidade superior nós vamos ter a mão
então temos articulação do Punho mão e dedos podemos ter problemas tanto na articulação como nas estruturas então né da própria mão e dos dedos né então de todos os componentes dos membros superiores a mão sem dúvida uma ferramenta mais Polivalente então nós somos capazes de executar tarefas muito simples como uma só uma folha de papel ou trabalhos minuciosos como trabalhar né pintar um quadro digitar um artigo então nós temos muito muita sensibilidade nós temos aquele a sensibilidade ele é muito grande na ponta dos dedos tanto que a gente usa como sensibilidade discriminativa o que que
a sensibilidade terminativa é nós identificarmos texturas superfícies objetos então quanto maior detalhe mais a gente utiliza pontos dos dedos então nós trabalhamos muito com a coordenação motora avaliação então do Punho da mão a articulação do Punho Ela é formada pela parte distal do rádio e o disco articular da Una e pelos ossos carpaes tanto escafoides a cápsula articular ela vai se prender nas extremidades distintas do osso rádio e da una e os ossos profissionais do carpo então na articulação da mão nós vamos ter os ossos do carpo que são formados pelos cafoide o semi lunar
piramidal pisiforme trapézio trapezóide o captato e o Amato notem Aline lilás que essa estrutura dos ossos do carpo que está próxima a região do rádio da ulna são ossos pequenos então quando há uma lesão nessas estruturas ósseas normalmente é por esmagamento tão dificilmente o médico consegue fazer uma boa fixação dessa estrutura e por vezes inclusive retira o osso que está fraturado comum também quando ocorre em fraturas nessa região a verem alguns fios atravessando para o meio externo chamado fios de Kirchner para tentar fazer essa fixação aí nós temos em verde os metacarpos e vamos ter
as falanges tanto proximal Medial distal então o Polegar é o único que só vai ter proximal de articulações k carbo metacarpas Então essas articulações no polegar a articulação carbônica carpal ela é selar Então ela tem três graus de liberdade e no segundo ao quinto articulações carta muita carpaes elas são planas ela contribui para a formação dos Arcos palmares para curvatura dos ossos do carpo permite a mão se adequar o objeto né aumenta a superfície de contato e dá uma maior estabilidade um feedback sensorial sensação então aqui a articulação metacarpica metacarpo-falangiana e as interfalangeanas as amplitudes
de movimento então de punho nós vamos ter um movimento de flexão de punho que é considerado normal até 90 graus o movimento de extensão do Punho em 80 graus abdução do Punho 20 graus adoção 30 pronação e supinação que também nós vimos já no cotovelo que são de 90 graus os músculos do Punho então a função principal é justamente promover uma base estável para a mão permite-se os ajustes posicionais E com isso tem uma boa relação dessa tensão e comprimento né é para os músculos dos dedos então é uma influência direta devido aos encurtamentos e
flexibilidade desses músculos para execução dos movimentos nós temos aqui os extensores Então temos o extensor Radial longo do carpo o Radial curto do carpo que ele é mais ativo caso do posicionamento dele observem ali na imagem ao lado nós temos o extensor comum dos dedos extensor do dedo mínimo extensor ulnar do carpo que ele tem uma efetividade maior quando o braço está pronado flexores que é o flexor Radial do carpo superficial dos dedos Palmar longo e um lar do carpo movimento de desvio Radial nós vamos ter o extensor Radial tanto longo como curto do carpo
abdutor longo do polegar extensor longo e curto do polegar flexor Radial do carpo desviou um mar extensor lunar do carpo e flexor e na inspeção mesma coisa eu vou falar em todos isso que a gente vai observar desde que o paciente entra no consultório então isso sempre vou repetir tanto em membro superior como em membro inferior então tipo de movimento como que ele retira o vestuário E aí a investigação mais específica em relação ferimentos é descoloração da pele alguma alteração de coloração nessa descoloração tanta descoloração como a hiperemia que a gente observa uma vermelhidão no
local algumas anormalidades no contorno tanto do Punho como dos dedos edema deformidades e amplitude de movimento vamos observar a face da Palma e do dorso da mão os contornos das estruturas ósseas e dos tecidos moles então sempre a gente compara um lado com o outro sempre vocês vão fazer a inspeção observando as duas mãos o paciente as pregas normais na região da Pele na palma da mão se tem todas as pregas na região da Palma da Mão observar qualquer atrofia muscular alguma tumoração localizada alterações vasomotoras sudomotoras pelo motoras e tróficas então tem gente que tem
uma sudorese aumentada na mão aquelas e fria tem alterações faz vaso com sua ação periférica as mãos os dedos sempre arroxeados então Observar isso a região tenária e hipotenar que tão na palma da mão às vezes tem regiões uma das duas ou as duas com hipertrofia ou hipo então observar bem nos dedos se existem nódulos como ao lado nódulos de reverden ou debochar comuns na Artrite reumatoide na artrose alguns testes específicos ou testes especiais né o teste de Fallen ou de falha invertido que vai fazer um diagnóstico da síndrome do túnel do carpo e lesão
do nervo mediano o defilkenstein que ele é mais utilizado para fazer o diagnóstico de tenossinovita stanozon o teste de tyneo avalia a presença da síndrome do túnel do carpo o teste de Watson a presença de instabilidade do osso escafoide teste de from Man em caso de paralisia do nervo ulnar o Polegar irá realizar uma flexão distal da sua Falange se realizar algumas referências para você se aprofundarem obrigada agradeço a atenção de todos não esqueçam de acessar na página e dar uma lida no artigo que deixei para vocês como material complementar [Música]