retomando então o nosso tema psicodiagnóstico a partir do livro do Cláudio Roots Vamos iniciar o nosso segundo capítulo cujo título é psicodiagnóstico formação cuidados éticos avaliação de demanda e estabelecimento de objetivo então segundo os autores desse Capítulo para fazer um psico diagnóstico um profissional deve saber avaliar com cuidado a demanda trazida pelo paciente ou pela fonte de encaminhamento para a partir disso realizar considerações éticas sobre o pedido e quando essas forem favoráveis terceiros objetivos de sua realização a realização do psicodiagnóstico pressupõe um preparo pessoal e técnico que inclui o domínio de diferentes saberes psicológicos e
diárias afins além da capacidade de reflexão quanto aos aspectos éticos inerentes à realização da atividade o psicólogo é o profissional que pode desenvolver durante sua formação a competência para realizar um psicodiagnóstico possibilidade de um profissional seguir supervisionando seus casos e buscando conhecimento que não pode se desenvolver Na graduação em cursos de pós-graduação além do tratamento pessoal então os autores começam esse capítulo né primeiro aí definindo que o principal para iniciar um processo de psicodiagnóstico é análise da demanda ou seja aqui veio esse paciente Quem foi a fonte encaminhadora né o que que se pretende Por
que que foi solicitado um processo de psicodiagnóstico E aí vai estar sempre envolvido não só a questão é da formação do profissional para atender esse pedido como as questões éticas que estão aí inerentes a gente se perguntar se esse pedido pode ser atendido e principalmente se ele vai ter uma utilidade para aquele paciente envolvido eles colocam inclusive falando aí da importância do preparo do profissional que vem a trabalhar com psicodiagnóstico então ele tende entende que esse trabalho é restrito ou psicólogo mais que a formação normal acadêmica e mesmo de pós-graduação do psicólogo não é suficiente
para ele iniciar esse trabalho de avaliação psicológica de psicodiagnóstico Então o que ele sugere a super a supervisão né você poder contar com profissionais mais experientes para supervisionar os seus primeiros casos de atendimento além do tratamento pessoal da análise pessoal do profissional então ele vai estar trabalhando com essas quer dizer com esses dois polos né A análise da demanda de quem encaminhou e a própria análise pessoal né do psicólogo para saber se ele tem embasamento suficiente para atender essa demanda e ser o profissional que vai fazer o psicodiagnóstico então pensando na demanda um psicodiagnóstico tem
mais chances de ser bem sucedido quando há uma boa pergunta a ser respondida boas perguntas são aquelas que auxiliam o profissional a confirmar ou a refutar determinadas hipóteses então a gente já sabe que quando a gente fala de um psico diagnóstico a gente está falando de um processo científico e ele então vai partir de hipóteses e essas hipóteses já começam a aparecer nesse primeiro contato é nessa fonte encaminhador encaminhadora que traz esse paciente para uma análise de psicodiagnóstico Então os autores Vão colocar aqui que quanto melhor for a pergunta feita melhor vai ser o processo
em si então a gente precisa ter uma boa base que fundamente que justifique hipóteses que favoreçam a um processo ser realizado a gente nós não tendo isso embasado não faz sentido aquele paciente aquela família passar por um processo de avaliação psicológica sem necessidade Então isso é o primeiro ponto a ser destacado quando o paciente já chega com um diagnóstico deve-se refletir sobre o que está sendo solicitado podendo caber é o psicólogo entre outros a realizar uma avaliação da pertinência do diagnóstico B realizar um diagnóstico diferencial C identificar forças e fraquezas do paciente e de sua
rede de atenção visando subsidiário um projeto terapêutico de ampliar a compreensão do caso por meio da elaboração de entendimento dinâmico alicerçado é uma teoria psicológica e é refletir sobre encaminhamentos necessários ao caso então eles estão trazendo aqui já uma especificidade quando essa demanda já parte de um diagnóstico pronto e aí vai caber o psicólogo questionar Então qual será o seu papel o que já que se já existe um diagnóstico ali colocado o que que se espera a partir disso E qual vai ser então o objetivo desse psicodiagnóstico que vai ser realizado avaliação da demanda indicará
qual aspecto aliviativo deverá ser priorizado em cada caso situando-se o objetivo do psicodiagnóstico A partir dessa reflexão Inicial E aí eles vão trazer da Cunha aqueles objetivos que um processo de psicodiagnóstico pode cumprir então entre eles a gente tem a classificação simples a descrição a classificação no zoológica o diagnóstico diferencial avaliação compreensiva o entendimento dinâmico a prevenção o prognóstico e a perícia forense e aqui um destaque novamente como a gente viu lá no capítulo 1 aí então uma divergência ao realizar uma perícia forense não necessariamente está se fazendo um psicodiagnóstico já que nesta o objetivo
na maioria das vezes é responder a quesitos legais solicitados pelo juiz e lembrando ainda que simulação e dissimulação consciente acontece nesse nesse processo é indicando então cuidados técnicos específicos daí fugir a um psicodiagnóstico Então nesse nesse segundo capítulo a gente viu é um capítulo bem objetivo que vai fazer muita ênfase em relação à demanda por um lado e a formação do profissional psicólogo que vai fazer o psicodiagnóstico por outro então a partir de um encaminhamento o primeiro passo é o profissional está avaliando se a necessidade daquele processo E se ele como profissional está apto a
atendê-lo Então esse aí é o ponto principal desse segundo capítulo então partindo para o seguinte a gente tem o capítulo 3 intitulado o processo psicodiagnóstico então o psicodiagnóstico é um dos tipos de avaliação psicológica realizada com o objetivo clínicos portanto não abrange todas as formas de avaliação psicológica então aqui a gente mantém esse recorte do psicodiagnóstico como uma avaliação clínica e aí ela vai definir especificamente as duas os dois processos então avaliação psicológica processo que permite descrever e compreender a pessoa em suas diferentes características investigando tanto aspectos da personalidade quanto aspectos cognitivos abordando possíveis sintomas
questões de desenvolvimento questões neuropsicológicas características adaptativas e desadaptativas entre outros permitindo assim que se chegue a um prognóstico e a melhor estratégia e ou abordagem terapêutica necessária então a gente percebe aí que a avaliação psicológica ela tem uma definição bem Ampla né Desse caráter investigativo da organização da personalidade daquele sujeito já o psicodiagnóstico vai ser conceituado como um processo bipe pessoal de duração limitada no tempo com o número aproximadamente definido de encontros que procura descrever e compreender as forças e fraquezas do funcionamento psicológico de um indivíduo tendo foco na existência ou não de uma psicopatologia
E aí a gente tem a referência da Cunha cunhada dentro dessa definição então para ser entendido como um processo com o início meio e fim que utiliza entrevistas técnicas e ou testes psicológicos para compreender as potencialidades e as dificuldades apresentadas pelo avaliando tendo por base uma teoria psicológica e buscando assim coletar dados mais substanciais para realização de encaminhamento mais apropriado então destacando aqui que ela as autoras desse artigo mantenha essa ideia de que o psicodiagnóstico você possa utilizar técnica e ou testes psicológicos então novamente se retira aqui exclusividade do uso de testagem psicológica no processo
possibilita descrever o funcionamento atual confirmar refutar ou modificar impressões realizar diagnóstico diferencial de transtornos mentais comportamentais e cognitivos e identificar necessidade terapêuticas e recomendar a intervenção mais adequada levando enquanto prognóstico então quando a gente faz esse recorte do psicodiagnóstico para uma avaliação clínica a gente vai estar fundamentando esse conceito com o objetivo de uma classificação no zoológica de um que seria a hipótese diagnóstica daquele caso e ainda da intervenção mais adequada que seria as indicações terapêuticas Então o que a gente vai perceber ao longo do livro não é um diferente uma diferença de concentração mas
uma diferença de que forma esse processo vai acontecer então saindo de um polo absolutamente investigativo para um outro Polo mais dinâmico mas compreensivo e mais interventivo do psicodiagnóstico E aí continuando nessa conceituação do psicodiagnóstico eles vão colocar né que ele é derivado da Psicologia clínica em torno de 1896 surgimento dos primeiros testes mentais quer dizer a gente já viu isso né em outras aulas foi a partir daqueles primeiros testes é específicos psicométricos mesmo de inteligência Principalmente as escalas de Benê foi a partir daí que se começou a pensar num processo de avaliação de psicodiagnóstico do
sujeito Então a gente tem essa tradição psicométrica né ele inicia a base dele foi a partir de testagem de você poder quantificar alguns traços da personalidade do sujeito e ele teve um cenário modificado que a partir da do surgimento da psicanálise principalmente com a Interpretação dos Sonhos de Freud e do Advento das técnicas projetivas que trazem uma forma diferenciada muito mais ambígua mais aberta de avaliação da personalidade então uma das atividades do psicólogo clínico é identificar e compreender na singularidade do indivíduo suas características seus sintomas e seu funcionamento psíquico e assim explicitar diagnósticos E aí
a gente tem aí uma demonstração da formação da palavra né psicodiagnóstico como tendo psiquêmente dia através ignozes conhecimento então conhecimento através da mente de uma forma de você conseguir o diagnóstico a partir do estudo daquele sujeito então inicialmente né esse enfoque diagnóstico ele era estritamente classificatório ou seja alguns psicólogos aí rechaçam esse termo e defendem a substituição Pela expressão avaliação psicológica então aqui ela retoma aquele apontamento do primeiro capítulo né colocando que o psicodiagnóstico ao longo dos anos acabou tendo muito esse peso né ligado a uma avaliação é muito classificatória no zoológica né de testagem
e hoje então se entende alguns profissionais rechaçam esse conceito esse termo justamente para não se verem nesse lugar né preferindo então que seja uma única conceituação de avaliação psicológica inclusive para o psicodiagnóstico quer dizer a cunha ela vai deixar muito claro que o psicodiagnóstico é uma avaliação psicológica Clínica né E que a testagem se refere a um tipo de recurso da avaliação psicológica enquanto que o psicodiagnóstico pressupõe a utilização de outros instrumentos e procedimentos que vão além do emprego de testes a fim de elaborar os dados psicológicos de forma mais sistemática científica e orientada para
a resolução dos problemas então aqui eles retomam a Cunha de uma forma a explicitar que mesmo quando ela definiu o psicodiagnóstico com o uso de testes Ela jamais quis encerrar né e quis apontar uma maior importância na testagem dentro do processo né Muito pelo contrário né como eu já falei a testagem sempre foi vista como um recurso do profissional mas que não é único não é excludente tá inserida dentro de um contexto de entrevistas e são entrevistas que a gente sabe bastante minuciosos de toda a história né pessoal da Saúde familiar social daquele sujeito e
outras técnicas muitas vezes não estritamente é de testes psicológicos dependendo de cada caso quer dizer cada bateria sendo montada especificamente para aquele caso específico então segundo arzendo 95 o psicodiagnóstico com o templo algumas finalidades então entre elas a gente tem a investigação diagnóstica que tem como objetivo explicar o que acontece além do que o avaliando consegue expressar de forma Consciente e isso não significa rotula-lo 2 avaliação do tratamento ou seja Visa avaliar o andamento do tratamento seria o reteste na qual se aplica novamente a mesma bateria de testes usados na primeira ocasião ou uma bateria
equivalente quer dizer aqui seria uma algo bem específico uma finalidade bem específica quando um psico diagnóstico já foi realizado as indicações terapêuticas foram colocadas e tempos depois com o acompanhamento terapêutico com aquelas instruções que foram dadas o tratamento que foi dado você faz um reteste Ou seja você aplica a mesma bateria ou bem semelhante para avaliar o decorrer né se aquele se aquela atitude do paciente em buscar o tratamento teve melhoria teve mudança Então essa é uma finalidade bastante específica que a razão chama de avaliação tratamento outra finalidade do psicodiagnóstico seria como meio de comunicação
procurando facilitar a comunicação e em consequência a tomada do Insight principalmente em casos de que o sujeito seja mais resistente né a uma assistência psicológica um processo terapêutico então o psicodiagnóstico teria essa quebra essa possibilidade é de facilitar a comunicação e proporcionar algum Insight daquele sujeito sobre a sua problemática e a partir daí sim ele poder se responsabilizar por um tratamento e ainda uma finalidade na investigação com o intuito de criar novos instrumentos de exploração da personalidade e também de planejar a investigação para o estudo de uma determinada patologia ou seja o uso de psicodiagnóstico
para pesquisas mesmo tanto de patologias como de instrumentos avaliativos E aí os autores vão incluir ainda além dessas finalidades mais duas embora não seja sua principal finalidade o psicodiagnóstico também pode ser terapêutico uma vez que o vínculo estabelecido entre avaliador e avaliado assim como os resultados obtidos e comunicados pode contribuir para uma decisão mais assertiva por parte do avaliado quanto A Escolha entre um ou outro tratamento a mudança de um estilo de vida ou mesmo quanto ao rumo que dará as recomendações do avaliador e um segundo é uma segunda finalidade os testes psicológicos e as
técnicas são recursos disponíveis mas que em nenhum momento substituem ou são mais importantes do que a escuta e o olhar clínico do avaliador pois nem sempre será necessária a utilização dessas ferramentas então aqui a gente tem o que que de diferente esses autores propõe do que a gente já tinha até então e aí mais uma vez esse reforço de uma ideia de que o processo psicodiagnóstico ele não pode ser meramente é investigativo e o que que a gente tem no início o psico diagnóstico ele tem um objetivo de se chegar é um diagnóstico psicológico Então
todo o processo ele é feito com esse propósito então a gente tenta tentaria né não dar muito espaço para interpretações para apontamentos durante o processo isso ficaria é guardado para uma devolução e objetivando que o paciente pudesse a partir da compreensão do seu quadro seguir a proposta de encaminhamento terapêutico posterior E aí sim no processo de terapia de análise e esses pontos poderiam ser trabalhados de forma interpretativa como um processo terapêutico Então o que se coloca aqui de diferente é justamente dizendo que nessa dinâmica a partir do momento que já existe a inserção do profissional
que você coloca aquele sujeito para falar de si da sua problemática não tem como segundo esses autores você excluir essa questão aí terapêutica do processo então é esse olhar essa escuta que vai ser um pouco diferenciado do que a gente vê até então a partir dos textos da Jurema Cunha E mais uma vez a exclusão né de dos Testes psicológicos como sendo obrigatórios no processo psicodiagnóstico a partir do momento que você enfatiza essa escuta e esse vínculo terapêutico você pode ou não fazer o uso de testagem psicológica para atender o objetivo daquele processo então quando
se opta pelo uso de teste psicológicos ou campo ardendo Picolo ardendo novamente trinca infere em que a escolha das estratégias e dos instrumentos a serem empregados é feita sempre de acordo com referencial teórico com a finalidade e com o objetivo do psicodiagnóstico então eles tentam também amarrar aqui que utilizar testes psicológico não é simplesmente Ler o manual aplicar e fazer o uso do mesmo mas ele tem que ter um porquê você tem uma gama enorme de teste psicológicos aprovados pelo conselho E por que fazer o uso de um ou de outro primeiro você vai atender
ao seu referencial teórico a sua formação que testes você é capaz de você conhece você estudou e pode estar aplicando e para Além disso né qual é a finalidade do psicodiagnóstico Qual é o objetivo desse psicodiagnóstico porque eleger um teste em detrimento do outro quem é o seu paciente né a nível de faixa etária se tem alguma deficiência alguma complicação então a escolha de teste psicológico ela não é aleatória né Ela é de responsabilidade do profissional psicólogo e é importante que se tenha esse olhar cuidadoso na hora de escolher uma bateria de teste a entrevista
de devolução Visa informar os resultados mas nela também pode surgir de maneira involuntária efeitos terapêuticos denominados de psicodiagnóstico interventivo que equivale a uma avaliação terapêutica caracterizada pela realização de intervenções como assinalamentos interpretações entre outros durante as entrevistas e as aplicações de técnicas projetivas resistência aí de estudos que consideram psicodiagnóstico uma possibilidade de intervenção terapêutica e não apenas diagnóstica então aqui ela já vai trazer uma fundamentação mostrando que você tem sim esse caráter terapêutico interventivo no processo de psicodiagnóstico e que a entrevista de devolução principalmente ela pode funcionar nesse lugar não só de devolver os dados
do que foi coletado mas também de já tá fazendo alguns assinalamentos algumas interpretações para melhor elucidação do caso então para os autores diagnosticar alguém é algo secundário mesmo quando é detectada a presença de algum transtorno mental o objetivo maior do psicodiagnóstico é encaminhar o indivíduo para o tratamento mais adequado então toda a ideia né de a gente poder trabalhar o vínculo né permitir um vínculo de confiança para que aquele sujeito possa ser mais colaborativo a ideia é exatamente essa que ele possa compreender o que se passa com ele para então poder se responsabilizar pelo tratamento
que for indicado no final do processo E aí as autoras vão falar em oito passos do processo que psicodiagnóstico que não tem aí nenhuma diferença dos espaços que a própria Jurema Cunha né coloca como processo Então a gente vai estar aqui revendo para novamente tornar claro e relembrar Então a gente tem aí o primeiro passo determinar os motivos latente Manifesto da consulta e do encaminhamento e levantar dados sobre a história pessoal o segundo passo definir as hipóteses objetivos do processo de avaliação estabelecer o contrato do trabalho que aí Dependendo de quem for o paciente ou
se contrato vai ser realizado com o próprio ou com os seus responsáveis também no caso de crianças e adolescentes ou indivíduos adultos que tem algum comprometimento maior o terceiro passo estruturar um plano de avaliação selecionar instrumentos e ou técnicas psicológicas o planejamento deve levar em consideração as características do caso a sequência e o ritmo o quarto passo administrar essas estratégias e os instrumentos de avaliação o quinto passo corrigir ou levantar quantitativo e qualitativamente as estratégias e os instrumentos de avaliação né ou seja o trabalho aí mais isolado do terapeuta né não é mais com o
paciente a partir do momento que ele já aplicou as técnicas e testes é fazer o levantamento a correção o levantamento e a Interpretação dos Testes aqui ela coloca Então como um passo diferenciado o sexto passo é integrar esses dados colhidos relacionados com as hipóteses iniciais e como os objetivos da avaliação o sétimo passo formular as conclusões definindo potencialidade e vulnerabilidade e por último comunicar os resultados entrevistas de devolução né para o paciente responsáveis e o laudo ou relatório psicológico que é encaminhado a quem solicitou o processo então a gente percebe que esse espaço são exatamente
os mesmos né que a Jurema Cunha propõe Ele só tá um pouco mais desmiuçado né um pouco mais quando ela falava é de você analisar aplicar e analisar os testes eram um passo só então aqui já tá diferenciado como um passo a aplicação o outro passo a análise mas no corpo geral a gente não tem aí nenhuma novidade nenhuma diferença de como o processo de psicodiagnóstico se estabelece desde o início da demanda de quem formulou até o fechamento com entrevista de devolução e o laudo os autores acreditam que o uso de testes é extremamente útil
para que se tenha mais objetividade e para não que não se tenha um olhar subjetivo em relação a história e as reações do avaliando eficiência e objetividade ressaltam que antes de aplicar qualquer teste cabe o profissional está habilitado para usá-lo isto é o psicólogo deve ter domínio quanto a aplicação ao levantamento e a Interpretação dos Testes por ele escolhidos consulta ao satélite saber se os testes escolhidos apresentam parecer favorável para o uso profissional e finalizam destacando a importância do processo de psicodiagnóstico uma vez que esse tipo de avaliação é exclusivo e privativo da profissão do
psicólogo então o que que a gente percebe nesse capítulo né não há uma posição contrária ao uso dos Testes não só aqui uma posição no sentido de uma ênfase maior a escuta ao vínculo terapêutico estabelecido no processo e a utilidade a utilização ou não dos Testes a partir do referencial teórico do profissional que vai fazer o psicodiagnóstico E aí eles apontam todo esse cuidado né no caso de você optar e utilizar os testes psicológicos que isso seja feito de forma Clara consciente né que o profissional tem o domínio sobre essa testagem que ele tá escolhendo
e a referência aqui que é feita ao satélite né Para a gente relembrar é o sistema de avaliação dos Testes psicológicos tá lá o site onde a gente pode fazer a consulta pode e deve porque a gente só pode fazer escolhas de testes que estejam favoráveis ao uso clínico e isso é de tempos em tempos isso é avaliado reavaliado então a gente precisa fazer consultas toda vez que a gente for montar uma bateria de teste para a gente ter certeza que aquele teste que a gente pensou escolheu ele esteja naquele momento favorável para o uso
Então ela eles apontam e colocando enfatizando a importância desse trabalho que Afinal é um trabalho exclusivo do profissional psicólogo então com isso a gente encerra mais um capítulo do nosso livro psicodiagnóstico do Cláudio Roots