Começando mais um Games Investing Podcast. Dessa vez para falar de um assunto um pouco diferente aí do podcast, vamos falar sobre o mundo automotivo, carros, tunagem. Tô aqui com Mateus também, meu cohost. Exato. E por mais que aqui seja um canal de investimento, dinheiro, quando fala de carro, o pessoal aqui costuma querer saber, né, Renan? >> Exatamente. >> Estamos aqui com o Ricardinho. Um prazer ter você aqui conosco. >> Prazer é todo meu, galera. Obrigado aqui. Sou um um fã aqui, inscrito no canal aqui dos Gêmeos Investas e acompanho diversas sagas e para mim é
um prazerzão estar aqui nessa mesa. Talvez eu não sou assim a pessoa mais adequada para falar de investimentos, mas certamente que com a minha visão leiga de investimento, talvez possa ser a a mesma de muitos de vocês que estão aí do Outro lado. Então hoje eu acho que também vai dar para tirar umas dúvidas aqui sobre investimentos e tentar ver o que que a gente consegue juntar ali. Será que carros e investimentos >> pode combinar aí? Podem combinar. >> Aham. E com certeza as nossas dúvidas de carros também vão ser tiradas aí, né, Mateus? >>
Exato. A gente, o Ricardo tá até comentando conosco aqui que viu aquele vídeo do PicPay que a gente emprestou Dinheiro para as pessoas físicas lá. É isso aí. E como que surgiu essa sua paixão por carros? Quando você começou a gostar? Era desde criança mesmo ou não? Foi depois de certo tempo? >> Cara, carro para mim é desde criança mesmo. Nasci gostando disso aí. Então, na verdade, eu acho que assim, eu gosto de máquinas, né? Eu vi esses dias assim alguém dando uma explicação nesse sentido e aí para mim acho que nem eu tinha pensado
dessa maneira, mas eu Gosto de máquinas, então desde muito criança, assim, óbvio, talvez a mais popular das máquinas pra gente seja um carro mesmo, que a gente vê na rua funcionando, uma moto, enfim. >> Mas eu ganhava os presentes de de Natal, assim, antes do ano novo, já tinha desmontado para ver como é que funcionava. Então, sempre fui muito curioso com as coisas. Naturalmente que a evolução e você vai tendo que escolher uma profissão, alguma coisa assim. Fiquei entre engenharia e piloto de avião comercial. >> Olha lá, >> que querendo ou não, a gente lida
com as máquinas também. O piloto, [ __ ] o avião é uma máquina muito mais complexa do que um carro, né? E e aí acabei indo pra parte da engenharia, foi o que eu acabei indo estudar e naturalmente acabou migrando. Naturalmente não vai, mas a vida vai Automaticamente, algumas coisas a gente vai mexendo ali os pauzinhos e outras você tem que dançar conforme a música, né? Então a minha canção acabou me levando pro mundo dos carros e a preparação hoje, que é o que eu faço, né? Customização, vamos botar assim, porque, né? Hoje já não
é só potência. Tem >> hoje dá para eletronicamente você fazer >> um pouco de tudo, né? Porque os carros hoje estão cada vez mais eletrônicos e Menos mecânicos. >> Então a gente consegue hoje ter uma gama de customização num carro sem ter que trocar uma peça assim absurda. >> Bacana. E como que surgiu essa parte de você empreendendo no meio automotivo para ter a tua empresa, para fazer a modificação nos carros? Como que foi esse processo? Para mim, o empreendedorismo entrou eh basicamente como uma forma de conseguir sustentar esse hobby que eu tinha dos carros
Customizados, dos carros mexidos. Então, eu trabalhava com engenharia mesmo, eu era eh projetista dentro da montadora e, pô, ganhava o meu salarinho, trabalhava lá, entrava às 8, saía às vezes no horário, às vezes ficava até mais tarde, porque sempre gostei para caramba de de trabalhar com isso. Então, natural que >> igual vocês, pô, quantas vezes vocês ficam aqui até mais tarde, porque vocês gostam disso que vocês fazem, disso que vocês produzem. Então, só que ainda assim não sustentava, não fechava a conta. Cada vez mais eu queria fazer as coisas, queria ter um carro mais customizado.
Mas, óbvio, ã, para um adolescente ali, no começo da vida, eu tinha na época 19, 20 anos assim, e eu queria, apesar do carro ser barato de comprar na época, que era o carro que eu tinha, era um Mitsubishi Eclipse antigo, 95. Mas, pô, é um carro pouco confiável, peças importadas e não suficiente em ter o carro. Eu queria ter >> do meu jeito e aí mexer no carro, trocar uma roda, botar um pneu melhor, botar um freio melhor. Eh, isso tudo ã vai ali custando uma graninha, evidentemente que não com salário ali de quem
tava começando, embora que eu já fosse funcionário, não era mais estagiário, mas ainda assim ficava não dava para mexer, colocar tudo que você queria Colocar lá dentro do carro, né? >> É. E aí você começa aí >> os problemas que dá no meio também, né? Você vai mexendo, às vezes vai dando um problema ou outro e que vai sendo mais dinheiro, né, para gastar. >> É. Aí você começa a recorrer as linhas de crédito, aí você compra parceladinho no cartão, aí nesse meio texto fala: "Não, vou comprar a turbina nova no cartão que aí eu
vou pagando divide lá em 10 vezes esse negócio e aí beleza. Aí Só que daí no meio do caminho o carro também estraga outra coisa, então aí já não tem mais dinheiro. E aí, cara? Isso acabou me forçando a tentar buscar mais maneiras de conseguir aumentar as minhas receitas. E as minhas dores como cliente de oficinas ali eram as dores de diversas outras pessoas que tinham na época oficinas que estavam mais preocupadas em ã reparar o carro e não de talvez te educar para que o carro não viesse a quebrar. >> Uhum. Isso para mim
foi algo que eu senti muito assim, ã, no princípio, tipo, vou dar um exemplo bem prático assim, a turbina >> Uhum. >> O meu carro tava com a turbina tinha uma pequena folga, ele já tava dando uma uma fumacinha bem de leve quando o carro tava frio, mas depois que esquentava tudo dilatava lá e ele não consumia mais óleo, não não fazia mais fumaça. >> Entendi. >> Naturalmente que, pô, ah, turbina tá ruim, troca. Na época o mecânico não tinha essa, ou melhor, ele falava assim: "Ah, sua turbina não tá legal, hein". Eu entendia, mas
não entendia muito do tipo assim, tá? >> Tem várias nuances ali que >> Obrigado por me avisar. Quando eu puder eu troco, né? Quando estragar eu troco, na verdade, que é a mentalidade que eu Tinha na época. E é uma mentalidade errônea, porque daí o dia que a turbina estragou, ela não foi só trocar a turbina, pela quebra da turbina entrou ali malha de metal no óleo e aí subiu lá pro resto do motor. E aí eu tive um problema que antes era uma grana só da turbina e acabou virando uma grana para fazer o
motor inteiro do carro. Então eu sentia a falta dessa instrução, porque também não é obrigação do cliente saber dessas coisas. >> Uhum. >> Né? Eh, mas eu acho que um bom profissional tem a tem a função de educar >> Uhum. >> Além, lógico, de fazer aquilo ali. Então, o médico, poxa, você vai lá num cardiologista, pô, você vai pagar ele lá para fazer um estente, uma ponte de safena, sei lá, qualquer tipo de procedimento, OK, mas, pô, o que que eu Posso fazer para que isso não volte a acontecer? Eu acho que um bom médico,
ele cuida de toda essa questão macro. Na área dos investimentos é a mesma coisa. Você pode chegar e falar assim: "Pô, quero investir aqui, tem um, meu primeiro milhão de reais, eu quero investir agora com os gêmeos". Vocês podem simplesmente falar aquela aplicação ali, mas, pô, Ricardinho, além dessa aplicação, por que que você não faz bons hábitos disso, disso, disso, Daquilo? Exato. É, tem que direcionar, ver qual que é o objetivo que ele tem para esse dinheiro a médio, a curto prazo, porque aí isso vai determinar qual que vai ser a locação do dinheiro, né?
Então, com certeza, >> sem sombra de dúvidas. Então, nessa época foi o que me motivou, lógico, a necessidade de ter que ter uma entrada maior e a dor que eu tinha como cliente me motivou. Olha, eu quero fazer algo diferente, eu quero educar as pessoas Para evitar que aconteça com elas o que acontecia comigo. >> Uhum. onde eu não tinha uma condição financeira, eh, até factível mesmo, de fazer aquilo que eu tava fazendo, não era era zero% sensato >> eh frente assim a a à receita que eu tinha, >> mas é uma paixão, cara. era
um hobby e certamente que se eu não tivesse ã esse hobby, talvez não me motivasse a buscar O resultado positivo do meu trabalho com tanto afinco, com tanta garra quanto eu fui, porque eu queria aquilo, sabe? >> É, eu desejava aquilo. >> E até para identificar o problema que as pessoas costumam ter. Se não fosse teu hobby, você não identificar as pessoas têm esse problema, porque elas vão na oficina e elas não são instruídas a nada, né? Então, >> sem sombra de dúvidas, né? Então você Quer abrir uma oficina, mas você nunca botou o pé
num num e eu acredito que grande parte dos negócios, né, >> você nunca botou o pé dentro de uma oficina, você não entende desse mercado, como é que você vai fazer um negócio de algo que você não faz parte? >> Uhum. >> Né? Ah, vou montar aqui uma franquia de açaí, mas você nem gosta de açaí, velho. A chance de isso aí dar errado, eu acho que é muito alta. Então você tem que Gostar daquilo, você tem que ser parte disso ou pelo menos estudar muito. Uhum. >> Né? E aí é um outro caminho, né?
Mas no meu caso foi tudo muito empírico com a minha própria experiência como cliente. E eu acho que isso aí foi um belo norte para conseguir chegar onde a gente chegou hoje. >> E o teu primeiro carro já foi Eclipse? Como é que foi? Como foi essa jornada aí? Primeiro carro, modificações você fez nele? Que que você faz? >> Legalmente falando foi esse eclipse, né? que era um carro eh bom, mudei para São Paulo, tava fazendo faculdade bolsista e tal, nerdola, né? Então assim, ã, e aí acabou que em 2009, no primeiro ano que eu
tava aqui em São Paulo, meu pai, que eu eu mudei sozinho aqui para São Paulo, meu pai faleceu e daí, enfim, eu venho de uma família de classe média, né? Meu pai era gerente de banco, minha mãe dona de casa. >> Uhum. Eh, e aí recebemos um seguro de vida do meu pai, que não era tipo assim, cara, sei lá, acho que a gente recebeu os R$ 50.000, 60.000, não era muita grana assim, na época valia muito mais do que hoje, evidentemente, 2009, né? Tipo, sei lá, é, é, >> trazendo pelo pro 25 de dólar.
>> Uhum. >> Tipo, >> é dólar, acho que o dólar ainda tava um e pouco ainda, que acabou de passar Aquele de 2008. Então, >> era isso aí. E então, beleza, mas é a grana da faculdade, né? Tipo assim, você fica imaginando ainda mais. Eu, [ __ ] eu era muito, muito, muito parceiro do meu pai. Então, até hoje às vezes eu eu vou fazer uma cagada, sabe? Daquelas que você sabe que você está fazendo a cagada. Meio que eu fecho o olho assim, eu olho para cima, eu falei: "Eu tô ligado, velho". Mas calma,
cara. A gente tem que fazer Umas merdas na vida de vez em quando, porque você escuta a voz assim, tipo, você vai se [ __ ] não faz essa [ __ ] >> Uhum. >> E mas na época eu contrariei o meu pai que tava lá em cima. Ou talvez hoje ele dê risada lá de cima, olhando. >> É, hoje vendo depois foi bom, né? >> Vendo depois acabou sendo bom. Mas cara, como diversas coisas na nossa vida, assim, nem tudo eu acho que dá pra gente Levar ferro e fogo, né? Uhum. >> Eh, então
nesse caso eu acabei pegando essa grana e comprando esse Mitsubish Eclipse. Foi o primeiro carro assim, tipo, no meu nome, sabe? >> Aham. >> Tinha uns carros meio que a gente comprava lá, juntava três, quatro amigos, dava quentão, comprava um pau velho pra gente conseguir ficar andando. >> Por isso que foi legalmente, né? Esse aí foi o primeiro >> Exato, exato, exato. Esse aí o IPVA era no meu nome, tudo lá. >> Os outros quando passavam na blit tinha que ver a rua do lado aí pró. >> É. Rapaz, [ __ ] passei em blitz
empurrando o carro já, meu. [ __ ] >> E de modificação, você já era, já gostava bastante disso? O que que você pensou? Não, eu comprei esse carro já pensando o que que eu vou fazer aí nele. >> Cara, foi muito engraçado, né? Porque eu não conhecia muito de modificação na Época. O Eclipse veio porque era um carro que na minha infância tinham dois desses em João Pessoa só. Era uma cidade pequenininha, né, onde eu cresci lá na Paraíba. H, e aí, cara, eu passava por aquele carro e eu já entendia o suficiente para saber
que aquilo não era uma Ferrari, mas eu não entendia tão bem a ponto de saber o que que era aquele carro. Mas a o visual dele, tipo, até hoje você olham na rua assim, você fala: "Nossa, legal Aquela bolha no capô, a lanterna interiça assim atrás, >> é diferente mesmo." Uhum. E aí eu falei, cara, um dia e aí quando eu fui crescendo, eu fui vendo que aquele carro não era muito caro, tipo, ele era quando ele era zero, lógico, em 90 e pouco, quem tinha era jogador de futebol, >> cantor, essa galera, né? >>
É igual a EV de hoje em dia, Evok, de 10 anos atrás, que o cara sabe, ah, um carro bacana que chama atenção, que ele Via lá atrás e hoje ele acha uma EVO por o preço, sei lá, de um de um Quid. É, exatamente. Então, nesse caso, foi o o foi a estética do carro, o design do carro que me atraiu, né? E depois que eu comprei o carro, eu comecei, aí eu entrei nos fóruns, fui pesquisar, até porque eu tinha que saber aonde eu tava me metendo minimamente, né? E aí que eu comecei
a ver do tal do motor, o o código do motor chama 4G63. é um dos motores mais premiados da Mitsubishi. Foi o motor que a transformou a Mitsubishi no no ícone que ela é no WRC, né, no Campeonato Mundial de Rally. Ã, e é um motor que equipou o Eclipse e equipa o Lancer Evolution. Alguns outros carros ali, mas >> em grandes tiragens, >> foram esses dois carros. E aí que eu comecei a descobrir mais sobre a preparação e tudo isso, mas eu peguei o eclipse pelo design mesmo, não foi, eu não entendia nada de
preparação na Época. E depois é que eu comecei a olhar, eu falei: "Nossa, ainda mais depois que eu vi que tu tinha que trocar uma turbina ou tu tinha que trocar um pistão, sei lá, tu tinha que trocar uma peça." Só que depois que eu descobri que eu podia conectar um laptop e aí o meu carro andava mais que o do coleguinha, assim, como assim? E eu era nerdão, eu jogava no computador, eu sempre fui >> vidrado assim em programação, informática, >> fazia meus case mods assim, sabe? Tipo, gostava de mexer no porque eu não
tinha grana de novo, não tinha grana para ter um baita de um computadorzão. >> Então eu fazia overclock, >> aí você botava um cooler mais forte, aumentava a tensão de entrada no processador ou multiplicador para justamente conseguir fazer >> para rodar aquele jogo que você queria Jogar. a gente no meio do mapa e o mapa carregar depois assim, sabe? >> Então quando eu descobri que isso funcionava para carro, falei assim: "Meu Deus, cara, tô tô em casa, gostei disso aí. >> Uhum. E vou poder usar assim a minha nerdolagem para para >> Já vi isso
aí antes, só trocou agora o objeto mesmo. >> Examente. E aí foi onde eu comecei a Fazer isso, eh, no meu carro inicialmente, depois fui fazendo para amigos. E aí, num dado momento eu tinha saído de dentro da montadora, que era o que eu trabalhava, e acabei escolhendo ir para ã fui pilot test, acabei sofrendo um acidente e grave não aconteceu nada comigo, mas o acidente foi muito feio assim. H, e aí eu você dá aquela repensada, né? Tipo, >> como é que é ser piloto de teste assim No dia a dia, que que você
tem que fazer? >> Cara, era muito legal porque no meu caso, eu não era um piloto de teste de uma montadora. Eu era contratado para fazer testes, tá? Então, desde testes para uma montadora, ou seja, a montadora contratava lá o Instituto Mauá de Tecnologia para fornecer os pilotos de teste e os equipamentos para fazer um determinado teste. Podia ser de consumo, podia ser De performance, de frenagem, >> de >> qualquer coisa que eles quisessem testar. tinham tinham testes que era só amaciar o motor. Então o para eles era mais barato pagar para nós pegarmos o
carro numa pista e rodar ali 2000 km amaciando o motor para entregar isso para um engenheiro deles fazer o teste. >> Aham. Pô, pior que 2000 km tem que tem que rodar na pista. >> Pô, roda muito, velho. Ou seja, eram testes muito chatos assim, >> porque tu não pode nem acelerar, tipo, pô, 2000 km a 190/h ali numa pista fechada ali. É legal para caramba, pô. Mas imagina de pneu que vai gastar também 2000 km, né? >> É, mas nem podia. A gente tinha que vir na velocidade certinha e aí depois desce a velocidade,
daí depois impõe carga, depois volta. Tinha uma série de procedimentos ali a serem seguidos, né? Mas tinham os testes mais legais. Então, eventualmente a gente chegou a, eu cheguei a testar assim alguns carros, sei lá, Audi R8, Corvette, na época, pô, 20 e poucos anos era, vivia o sonho e eu não tava nem me importando que o carro não era meu, assim, sabe? Porque eram carros que da realidade da onde eu vim, >> onde que vai ver um carro desse, né? Difícil. >> Onde que eu Onde que eu Primeiro você Falou certo, onde que eu
vou ver? Porque a gente não via tanto esses carros em João Pessoa, porque não tinha uma oficina especializada para tratar desses carros. Hoje já mudou muito, né? Uhum. >> Acho que o mercado brasileiro evoluiu em diversas frentes, nessa de manutenção, por exemplo, bastante. Então, onde é que eu vou ver um carro desses? E, cara, eu tava dirigindo um carro desses e para mim aquilo ali era, pô, literalmente vivendo Sonho, né? >> Uhum. E ainda por cima eu era pago eventualmente para sentar-lhe o Sabugo num carro daqueles e ver quanto fazia nos 100, nos 200, enfim.
>> É. Aí um dia tá lá fazendo teste 2000 km no carro que você não pode nem acelerar. No outro tá lá com R8 já. >> É, é exato. Então era eram altos e baixos, mas era certamente foi uma fase muito legal. Assim, eu fui muito feliz enquanto fui pilad teste. Eventualmente Acabei descobrindo rapidamente a função de ser pilot de teste, porque você tá lá para testar, inclusive os testes dão certo e às vezes dão errado. E na verdade você tá lá justamente para evitar que dê errado com um consumidor da marca. >> Uhum. >>
Então tem que dar errado durante o desenvolvimento. Você tem que fazer validação de produto e isso dá errado mesmo, né? Assim, >> que carro que já deu errado lá o teste que você viu. Vixe, esso aqui e e tem alguns momentos que tem um risco muito grande de quem tá testando de sofrer um acidente grave ou não. Eles tentam evitar o máximo. >> Eu perdi uma roda. >> Aham. >> Tava andando, a roda, quebrou o cubo. >> E foi esse o acidente que você teve que >> foi esse um acidente grave. Mas assim, >> tem
desde testes de ah, o coxim do motor Quebrou e e OK. >> Uhum. Aí ele só fica fazendo barulho, batendo ali, >> mas obviamente que você tá lá testando, pode um pneu estourar, pode acontecer uma série de coisas. Lógico, por essa razão nós fazemos os testes. Não, o o de consumo não é dentro da pista, o de consumo realmente é de mundo real, mas é consumo, você não acelera, pelo contrário, você tem que andar ali Cadenciado. >> Mas os testes de performance sempre são dentro de pista, com toda a estrutura lá para conseguir eh prestar
um pronto atendimento, né? Mas cara, numa dessas você pode se machucar, né? >> Então tá dentro do previsto, é uma profissão de risco >> e ganha bem, ganha salubridade. Como é que é, >> cara? Você ganha em salubridade porque Evidentemente é uma profissão de risco, mas não é que ganha tipo rios de dinheiro assim num, né? Tudo logicamente vai depender um pouco do que que você é, porque eu ali tava ainda cursando engenharia na época, né? Então >> eu não tinha nem ainda o meu diploma, mas óbvio que um engenheiro que é piloto de testes
tem ali já um outro patamar. Seguramente que era para eles que eu amaciava o carro, entendeu? Porque a hora dos caras era muito mais cara que a Minha. Mas beleza. Então eu tava ali galgando essa essa caminhada. E aí aquele foi um momento quando eu sofri o acidente. Na verdade não quando eu sofri, mas depois que eu saí, eh, eu foi no meu, cara, foi no meu, ã, dia de trabalho, então eu faltava um dia >> Uhum. >> para vencer o meu período de experiência, >> [ __ ] E aí foi muito doido, porque como
eu me acidentei, eh, eu tive que fazer uma avaliação médica e se eu falasse que eu tava com uma dorzinha no meu dedão, eu teria sido efetivado como funcionário. Teria ganho uma uma porção de de de de, né, enfim, benefícios ali de CLT. >> Uhum. Mas, mas logo depois do acidente eu já tava meio que assim, cara, juro Por Deus, eu vendo o carro capotado assim, sem roda para cima, fumaçando ali, e eu sentado assim, tipo, sabe? Falei: "Cara, não me aconteceu literalmente nada, cara, nada, nada". Eu olhei, eu falei assim: "Cara, [ __ ]
é, é animal, é muito legal". Mas todos os dias eu praticamente eu pegava um carro, rodava 400 km por dia. Cara, o trânsito por si, ou seja, 400 km para ir pra pista, fora o teste que eu fazia lá, porque a pista ficava em Limeira. >> Entendi. Uhum. >> Então assim, eu ia pra Limeira, fazia o teste e depois voltava para cá. Cara, o risco que você tá exposto nisso é muito alto, porque o trânsito é >> Sim. E é uma frequência diária ainda. >> Uma frequência diária. Então você vira estatística fatidicamente. Uhum. >> Né?
Não dá. Contra os números. Não tem o que a gente possa fazer, né? >> É só botar a lei dos grandes números aí que você vai fazer um ano, dois anos, Uma hora ou outra coisa. Sim, seguramente. E não é porque eu tô acima da velocidade. É um carro que solta uma peça, voar no meu para-brisa. Se aquilo ali acertar meu, [ __ ] pegar na testa lá, tô lascado. >> Uhum. Então, ã, obviamente que naquele momento eu olhei, eu falei: "Cara, eu já ganhava mais dinheiro cobrando, tipo, R$ 1.000 por cada carro que eu
acertava para amigos dos amigos, porque daí os Amigos já tinham o mapa. E aí esses amigos recomendava pros amigos deles." >> E aí eu fala: "Ah, >> dá R$ 1.000 lá, vai". E na época era, pô, o pessoal cobrava tr c para fazer isso. Comercialmente falando, tipo, o pessoal que já tinha loja, né? Hum. >> E aí foi o momento que eu falei, cara, eu já tava ganhando mais assim, pegava um final de semana, fazia um pro final de semana e já tava ganhando R$ 4.000. >> Uhum. >> Ah, >> acho que não tá valendo
a pena esse daqui. Vou focar mais no outro, né? >> É, na época eu era piloto de teste, ganhava três. >> Uhum. >> Mas vale refizar, né? aquelas coisas tod falar: "Cara, talvez isso aí seja um um algo que que sabe aquele aquele cheirinho de sangue na água que o tubarão sente." Eu falei: "Cara, >> talvez tenha algo ali para conseguir diferenciar". Eu já era cliente, eu já tinha essas dores. Na época eu já tava conseguindo manter o meu carro, mas eu já tinha tomado, pelo menos na parte de decisões, eu já era muito mais
educado por pesquisar, por por ler, por, né, para saber como cuidar e como fazer manutenção num carro antigo, muito mais do que quando eu tinha começado ali. Então, meu carro já não dava mais problema. Eu já gostava muito De de comentar nos fóruns sobre as minhas experiências e aquilo ali também motivava as pessoas a seguir aquelas boas práticas. >> Uhum. >> E aí foi o momento em que eu fiz a transição e abri o CNPJ. >> Isso antes de você ser conhecido na internet. >> Bem antes. Bem antes disso. Depois então, >> cara, o meu
CNPJ é de 2013. >> Ah, é tempo, então, hein? >> Faz, faz um tempinho. >> Uhum. E a internet ajudou muito a conseguir escalar, conseguir crescer muito mais a tua empresa? >> Sem sombra de dúvidas, né? Porque eu passei por algumas nuances e aí talvez a gente possa até passar alguns paralelos ali frente ao que vocês também enfrentam aqui no mercado ã de investimentos. >> Uhum. Porque à eu acabei vindo ali de um produto extremamente nichado, digamos assim. Ã, é um remap, é um, né, uma calibração de um carro antigo, pouco confiável. >> É um
mercado, não, você não vê muitos eclipses rodando na rua assim da Mitsubishi. É, >> então assim, era um mercado muito pequeno. Então na época era uma mão de obra extremamente valorizada, alta e um serviço extremamente customizado para o cliente, né? Ã, e escalar isso vai exatamente na contramão de tudo, né? Porque, pô, o cliente que paga um pouco mais, ele quer uma experiência mais ã >> mais prêmium, mais próxima, né? para aquela necessidade dele. >> Então o desafio foi como conseguir escalar algo que é tão pessoal quanto uma Reprogramação. Porque assim, eu posso pegar e
fazer uma reprogramação e vender. Olha, essa é a reprogramação do ACF, tá aqui, pá. É isso aqui que eu vou te entregar. Você gostou disso? Joia. Se você não gostou, você pode ir em outro lugar, mas não. Assim como você pode ir lá comprar um Big Mac, você pode pegar o seu Big Mac, tirar o Picles, tirar queijo, tirar o alface sem molho Especial, você pode fazer isso. Então, a ideia foi implementar isso dentro da receita que nós tínhamos. A base ela não muda porque a base ela é o quanto literalmente aquele motor consegue tolerar
dentro das margens que a gente tem dentro da fábrica que eu consigo trabalhar, que até é um outro ponto que depois provavelmente é a dúvida de muitas pessoas que não entendem muito a fundo, tipo assim, pô, se você vai lá reprograma e deixa com tantos cavalos a Mais, por que que já não vem assim de fábrica, né? >> Uhum. Então, a gente tem alguns limites onde a gente consegue trabalhar e isso para nós é inegociável hoje, tá? No passado a gente, eu particularmente gostava muito de desenvolver, de pegar o carro do cara e tirar, sabe?
Espremer 100% >> do que ele deixa espremer. >> Só que daí imagina que o cara vai lá, vai viajar, bota uma gasolina de má Qualidade, dava problema. >> Uhum. ou sei lá, o carro dele mesmo tinha um problema, um bico entupia, dava problema. Além do problema do bico, causava problemas no motor mesmo, porque ele não tinha mais da onde tirar margens de segurança, porque eu já tinha tirado tudo. >> Uhum. >> Né? Entendi. Deixa muito mais suscetível a qualquer erro já interferir no >> Sem sombra de dúvidas. É um investimento De alto risco. Ele te
remunera mais, mas você corre o risco de ter um prejuízo muito maior se aquilo ali sair fora daquilo que você tava prevendo como curva padrão. >> Uhum. Na preparação de carros, a gente consegue ter a mesma coisa para quem vai competir. Pô, se vocês estão numa competição de qual é o o melhor investimento ou vocês estão competindo dentro das empresas que fazem isso aí, quem consegue realmente ter o melhor Lucro, a melhor lucratividade, na verdade, beleza. Tem coisas que são válidas, porque você tá lá para ganhar. >> Uhum. >> Não para ficar em segundo. Você
tá lá para ganhar. >> E é um uso específico, né? Você vai estar na pista onde não vai est no meio de uma estrada e vai dar algum problema. Você >> exatamente é um uso muito específico. >> Você tá literalmente, digamos assim, Quase num, a gente chama na programação ali, num sandbox, >> porque você vai testar aquilo ali, você não vai pegar todo o seu patrimônio e fazer uma loucura dessas, porque >> é loucura. Mas, por exemplo, nós conseguimos ali, por exemplo, nós conseguimos ali, eh, atingir um mercado muito maior, por exemplo, fazendo o paralelo
de pessoas que querem ter um investimento com uma boa rentabilidade, mas com um Risco muito baixo. E é essa galera que a gente procurou atender. E essa galera dá para escalar. >> Uhum. a galera do investimento do macaco louco, essa não escala mesmo. >> Isso isso é loucura, é os day trading, aquelas, sabe, essas altíssima rentabilidade, mas altíssimo risco. Então nós fizemos novamente, voltando, então a gente deixou de atender esses clientes extremamente específicos de Competição, de carros de altíssima performance, do cara que quer ir para uma arrancada, que quer ganhar a qualquer custo para atender
um público que quer uma performance melhor do carro do que ela vem original de fábrica, sem ter que abrir mão, por exemplo, de uma de uma manutenção mais ã agressiva. >> Uhum. Então a gente consegue ali hoje dentro do que os carros, principalmente, porque hoje quase todos os carros eh de fábrica são turbo, >> né? >> Então isso nos possibilita ganhos expressivos de de performance, assim, lógico, ah, não existe nenhum almoço grátis. E não existe mesmo assim como não existe nenhum investimento sem risco, existe investimento de baixíssimo risco, mas sem risco daí, sei lá, aí
eu, na minha humilde ignorância é poupança. E poupança eu já entendi que nem investimento é, né? >> É, e mesmo assim deve ter o risco da Instituição financeira que você tem quebrar. Então, o mesmo risco do CDB. Então, >> então no fim do dia, mas né, então para nós ali hoje você consegue tirar mais potência de um carro turbo. Obviamente se você tiver algumas peças para conseguir me ajudar, te ajudar, você consegue fazer essas alterações sem nenhum tipo de contrapartida de durabilidade, >> né? Óbvio, cuidado com combustível, Cuidado com a manutenção. Poxa, um carro original
te pede que você troque óleo a cada 10.000 1000 km, às vezes cinco, depende da montadora, depende do lubrificante, depende do uso ali, né, do motor. Se você trocar com 12, não vai estragar seu carro, não vai ser 2000 km a mais que vai desceu tudo no chão lá. Não é assim que funciona, mas obviamente que existe a previsão da engenharia de algo que a gente chama de fator de segurança e a gente se aproveita desse Fator de segurança deixado pela fábrica para que a gente consiga ter esses ganhos, logicamente prevendo que você vai ser
ali um dono ã mais cauteloso, mais cuidadoso, vai realmente se preocupar com uma um bom estado de conservação do seu carro até para que você consiga ter aquele carro >> mexido, preparado, com performance extra. Depois, sei lá, por um, 2, 3, 4, 5 anos, depois você vai lá, vende esse carro, compra outro e traz de volta para Nós. Então, entende que tudo isso que eu tô falando enquadra nesse modelo de um negócio escalável? >> Sim. Uhum. E que carro mais aparece hoje lá para fazer mapa? >> Olha, dentro do nosso posicionamento de negócio, a gente
acabou reduzindo muito o ticket, tá? Eh, então hoje carros de curva A pra gente, que são os que mais aparecem, são os 1.0, 1.4, 2.0 turbo, seja ali linha TSI Volkswagen, seja as BMWs de entrada ali Até uma 320i. Não que a gente não faça ou a gente não tenha muitos, mas, né, na verdade são os que mais vendem ali, né? Então, ah, na verdade é muito do tipo, a gente desenvolve hoje e a gente explora mercado dentro dos carros que são mais vendidos do Brasil. E por que que teve essa popularização de carro turbo?
Porque eu vejo que antes não era tão comum assim, então tinha um motor maior e não era turbo e agora tem um monte que o motor é menor e é turbo. Cara, eu não Sei se você manja disso, mas a resposta tá exatamente na colocação que você fez, porque existe uma tendência de engenharia chamada downsizing, por quando você tem um motor, vamos botar ali um 2.0, vamos botar ali um paralelo >> na Chevrolet, tá? Então você tinha ali um 2.0 de um Astra que tinha 140 cavalos de potência, certo? >> Uhum. >> Ele é um
motor 2.0 que quando você tá no trânsito com carro parado, porém com Motor ligado, ele tá bombeando ali 2 L de ar dentro do motor. Uhum. Se ele tá bombeando esses 2 L de ar lá dentro do motor, ele vai ter que jogar combustível para queimar esses 2 L de ar, só para manter o motor funcionando. Quando você acelera, ele vai, né, abrir a borboleta, vai entrar mais ar lá dentro, vai mais combustível e ele vai produzir os tais 140 cavalos declarados por ele. Quando você tem um motor turbo, você não é que você vai
pegar, ah, então agora eu vou Turbinar o motor 2.0 zero para ganhar, não. Você vai substituir o que era um motor 2.0 por um motor 1.0, como a gente vê hoje no Ôix, por exemplo, ou na Tracker, um 1.2 turbo, >> que na marcha lenta bombeia muito menos ar, consequentemente >> consome muito menos combustível. >> E quando você precisa dos cavalos, eles estão lá. E para fazer uma mesma map tem que ser turbo. Não é que tem que ser turbo, mas O fato de ter uma turbina significa que aquele motor ele tem um dentro do
projeto dele tem que ter materiais mais nobres, tem que ter uma preocupação em aguentar um esforço mais elevado, porque uma turbina, a combustão de um motor turbo alimentado, ela é uma combustão muito mais potente, muito mais forte e consequentemente causa muito mais esforço pro motor. Então aquelas peças tem que ser mais robustas, >> entendi. Aí aguenta mais essa >> ela tem, lembra da margem que a engenharia deixa pra gente? Então nós temos muito mais margem para conseguir fazer isso. E com, por exemplo, downsizing, as próprias montadoras tomaram proveito disso. Vou dar um exemplo prático muito
bacana. Nós temos ali ã ã vamos dar um exemplo de um motor EA88 da Volkswagen, tá? Ele era equipado no Golf GTI, tá? >> Uhum. >> Originalmente tinha 220 cavalos de potência, mas a própria Volks, ah, então esse motor ele foi projetado para T2, não. Na linha da Volkswagen tem um outro carro que era o Golf R que nunca veio pro Brasil. >> Eu sei qual que é. >> Ou o Audi TTS ou Audi S3. Todos eles têm o mesmo motor, porém com mais de 300 cavalos originais de fábrica. Então é um motor que a
Volks projetou para ter Aquela potência mais alta, mas para eles tomarem proveito de uma produção em larga escala, eles pegam aquele mesmo motor com alterações eletrônicas. Às vezes algumas peças mudam de periféricos, mas BMW, por exemplo, é só eletrônica. Uhum. >> Você pega uma 330i, uma 320i, é o mesmo motor. >> Entendi. >> Só que com eletrônica capada, porque daí em vez de produzir um motor para 330 e Um motor para 320 ou um motor pro GTI e um motor pro S3, eles produzem o mesmo motor, o que sai muito mais barato. Eles conseguem brigar
por preço nos nos fornecedores. E isso só foi possível graças ao turbo, porque não tinha como você pegar e acrescentar 100 cavalos no motor, sendo ele um motor aspirado. >> Uhum. >> Né? E aí agora realmente a gente consegue ter essa >> aíbidade eu que sou mais nerdão. É a Mesma coisa que processador também que a Intel vai lá, tem o i5 e tem o i7. Aí o que vai mudar a estrutura é a mesma, só que é o núcleo que que tem lá, o chip que tem lá dentro. >> Sim, sim, sim. A ideia
é, a ideia é essa. Ou na verdade seria o mesmo chip, o mesmo núcleo, mas eles sabem que dá para dar um multiplicador, um overclock. >> E aí, inclusive, é o que a gente vê, né? Porque às vezes a gente tá vendo os processadores mais potentes assim no Mercado, são meio esquentadinhos porque eles mesmos sabem disso. Então, já são processadores que eles já puxam mais >> de fábrica para ter aquele aquele rendimento lá, né? >> Mas o paralelo é esse. >> Bacana. Sempre o cara que é mais entusiasta, ele quer ter um carro com mais
potência, não quer gastar muito. O que que você vê que acaba saindo mais lá na na tua oficina que o pessoal que gosta mais? Ah, vou pegar um carro mais Barato aqui, mas vou gastar mais para para modificar. >> Olha, eh uma tendência, inclusive, principalmente agora quando a gente teve ã um boom de de preços dos carros eh de de de aumento, né, dos preços. Então os carros ficaram muito mais caros, 0 km usados também, né? Porque é um, se user o usado vai subir para todo mundo. >> É, >> mas existe uma tendência que
as pessoas Começaram, quem comprou carro antes da pandemia e quis trocar depois, com esses valores já mais altos, às vezes ele acaba preferindo, olha, em vez de trocar de carro, por que que eu não dou aqui um uma incrementada nesse meu carro e fico mais algum tempo até o preço dos carros acabarem se normalizando? Então hoje esse esse público acabou indo para para pra parte de customização, porque o cara vai lá, Troca um escapamento, já tem um ronquinho um pouco mais esportivo, ele já se sente num carro diferente, reprograma e um filtro de ar ali
com uma vazão maior ali, né? A gente a gente consegue ali usar elementos filtrantes mais eficientes para ajudar a admitir mais ar. Isso aí, dependendo do carro, vai te gerar ganhos ali de 30% de de de potência, torque. É uma é uma média legal nesses carros turbo ali da gente Botar de ganhos. >> Eh, a um custo de uma fração do que custa o próprio valor do carro, dando números aos bois, assim, tipo, com menos de entre 5 e R$ 10.000, R$ 1000, depende do modelo do carro, claro, você já consegue melhorar 30% da potência
do que o carro tinha antes. >> E aí você olha lá, pô, você vai sair de um carro ali de entre R$ 50 e R$ 100.000, estamos falando ali de entre 10, 15% do valor do carro, você já Consegue atingir uma potência tipo de um carro que seria um vários patamares acima, né? Você não. Recentemente eu fiz ali um eh >> o Rubinho me convidou para ir fazer o Volta Rápida lá no Acelerados e eu levei o meu polinho 1.0 e a gente conseguiu fazer com que o meu Polo 1.0, que é o polo mais
de entrada que tem, performasse em volta rápida. ali botou 2 segundos no Polo GTS 1.4, que era o Polo topo de linha ali, né, da da própria Volkswagen. >> Então, com e é um carro que dá diferença em valores ali são mais de são uns R$ 40.000 a mais, R$ 40, R$ 50.000 a mais a diferença de preço dos dois. >> Com uma fração disso eu consegui >> fazer o meu carro performar até melhor, né, do que 1.4. Óbvio, no momento de vender, a gente se depara que ainda continua sendo aquele polinho de entrada pé
de boi, né? Nem tudo são flores, mas para quem busca só uma performance, só Um fôlego a mais, >> mas no uso do dia a dia ele vai aproveitar muito mais, né? Então, >> e o meu carro era muito mais econômico do que 1.4. >> Entendi. Motor é menor. Motor é menor. >> Entendi. É, >> até para outros carros também, né? Que uma vez eu tinha visto, por exemplo, um colega nosso tinha comprado uma carreira S, só que comparado com a carreira normal, se o cara fizer remap lá, pode Chegar próximo da S também, né?
Sim, é a mesma coisa, né? A gente vê isso repetindo e as fábricas têm usado muito isso justamente para baratear o custo de produção dos carros, né? >> Uhum. >> Porque daí ele produz o mesmo motor, mesma turbina, mesmo tudo, só dá uma segurada na eletrônica. >> Aham. Que aí no outro ele já cobra bem a mais aí pro cara pagar já. >> Exatamente. Exatamente. Na verdade, a de Entrada não dá muito lucro pra montadora, mas aquela topo de linha dá. Aí dá, lógico, né? Uhum. >> Né? >> Com certeza. Em relação à Porsche aqui
no Brasil, que eu vejo que no passado, tanto que, sei lá, eu fui ouvir falar o que que era uma Porsche, como eu não era muito ligado em carro em 2016, 17 por aí, né, que quando os youtubers de games começavam a comprar os porches, >> eu lembro que o E do Cof comprou uma Panameira V, acho que era V8 a dele ou V6, sei lá, e eu falei: "Não, eu sei que é uma Porche agora, eu nem nem me ligava". Tanto que foi a época que a gente começou a querer ter um carro desses
e eu vejo que recentemente se popularizou muito no Brasil, que muita gente passou a comprar, né? Você vê que o cara que era entusiasta mesmo de porte, que gostava, não gostou, tipo que agora tem salam muito influenciador, funqueiro, cantor que tá comprando Carro. >> É, rolou essa tendência, essa popularização da Porsche sempre foi uma marca muito muito influente no meio dos carros, né? É, realmente era ali um paralelo de alguém que entendia de carro. >> Uhum. >> Né? Até é interessante isso, porque na teoria um 911 é um carro que tem tudo para dar errado.
O motor tá no lugar Nada a ver porque ele tá atrás do eixo traseiro. >> Uhum. Só a Porsche e o Fusca tem isso. Pouquíssimos outros carros na história dos carros tinham esse arranjo de motor, porque todo o peso do carro fica na parte traseira, ou seja, o que direciona o carro, que são as rodas dianteiras, praticamente não tem peso em cima delas. Então você fazer um carro desses ter uma boa dinâmica e performar de uma Maneira satisfatória foi um desafio de engenharia desde quando nasceu o 911. Então, tanto que os primeiros 911 turbo lá
atrás tinha um apelido de viúva negra. >> Uhum. >> Era Black Widow. >> Aham. >> Porque era um carro que a hora que a turbina enchia, ele levantava a roda da frente, você não conseguia fazer curva. Então, sempre foi um carro de quem entendia de carro, porque era um era um sinônimo de um monumento à engenharia, porque os engenheiros conseguiam pegar algo que tinha tudo, todas as características negativas e através de muito estudo e desenvolvimento conseguiram implementar tecnologias que faziam aquilo ali performar como nenhum outro carro da mesma categoria. Evidentemente, né? >> Aham. >> Então,
com o passar do tempo, Porsche começou a sempre foi caro, mas era poucas pessoas tinham acesso à aquilo ali. E aí a Porsche depois da Cayene, que foi o carro que salvou a Porsche da falência, >> não sei se vocês chegaram a ver essa história da Porche, a ver. Uhum. Eh, eles começaram a fazer, por exemplo, a linha Cman e Boxter. >> Uhum. para conseguir seus porches mais acessíveis, mas sempre foram carros que não tiveram muito sucesso a princípio, com a chegada ali da galera que veio ã da ascensão de classes agora frente desse bound
internet, aonde muita gente ã conseguiu rapidamente fazer grana, porque antes você o pouca gente com menos de 30 anos assim, pouquíssima mesmo, conseguia ia romper uma certa barreira financeira, >> né? Até porque, pô, a gente trabalhava, Estudava, começava uma carreira e lá pros 40 e tantos, 50 você tava no seu prime >> profissional. >> Uhum. >> A internet possibilitou encurtar esses caminhos para uma série de pessoas que começaram a ter acesso a de poder aquisitivo a esses carros. E esses carros também começaram a a Porte começou a entender que, ó, o 911 é para aquele
público lá de uma faixa etária Maior, de um poder aquisitivo, né, extremamente incomum, mas nós vamos produzir aqui os de entrada que são um pouco mais econômicos e por um pouco mais econômicos não me entendam barato, né? Mas assim, >> é que pra sua faixa de da pra sua categoria é um carro que é mais acessível, né, do que falando que uma Turbo S 2 milhões e pouco de reais. >> Hum. >> Zero, né? Hoje você consegue pegar uma Carreira por menos de 1 milhão. >> Uhum. >> Então é menos da metade do valor. E
para quem não entende, tu olha as duas e fala assim: "É o mesmo carro, é uma 911, é o mesmo modelo de carro. Sim, só mudou uma coisa no aerofólio. O cara não não percebe, é outro motor, outra turba, não tem nada a ver um carro com outro, mas para quem olha só paraa parte estética, cara. E aí isso junto com a ascensão dessa da internet, criar muita riqueza Com pessoas que não têm tanto, tanta idade, começou a gerar esse movimento de cara, a Porsche, a Evoke, sabe, carros joviais. E a montadora que mais surfou
essa onda foi a Porsche. >> Uhum. >> A Ferrari não tem um produto de entrada. A Lamborghini não tem um produto de entrada. A Audi foi outra que surfou porque daí ele tem o R8, mas tem o TT. E se você olha o TT, você fala assim: "Nossa, >> é quase um Mini R8 ainda. >> É um Mini R8, né?". >> Então assim, você vê que essas montadoras que tinham produto para oferecer para esse público voaram. Tanto que hoje, se eu não me engano, ano passado, né, vendeu mais 911 do que o Civic, né, que
saiu agora. Então, é absurdo isso. >> E aí a escassez também, porque nós vivemos agora, a gente tá se recuperando de um período de escassez de componentes Eletrônicos, né, a crise dos chips ali. >> Uhum. >> Então isso afetou muito a cadeia de produção automotiva e isso gerou ali uma escassez de produto. >> Sim. >> E juntou ali com todo mundo achar que isso aqui ia se acabar. E então quem tinha grana falou: "Ó, a hora é agora, meu irmão. Eu >> sim, tanto que a gente encomendou duas Macã e duas 718 na porte em
2021". A Macã foi 1 ano e meio depois, a 718 foi 2 anos e pouco depois que a gente conseguiu pegar mesmo. >> Uma baita de uma espera. E isso fez também com que nascesse um outro mercado que não existia, que era o mercado da revenda desses carros. Porque se você tem a grana e você já tá entrando nesse negócio, cara, eu não sei se eu vou estar aqui daqui a pouco, eu eu trabalhei aqui duro e o momento de aproveitar é agora. Você não sabe se Você vai ter um ano e meio para esperar
chegar. >> Uhum. >> Exato. Que esse pós pandemia fez a galera pensar, não, e se eu morrer agora, não aproveitei, não comprei, eu tenho que comprar agora. >> E o pessoal não podia viajar também. Acho que tem essa també, >> ficou todo mundo e e aquilo potencializava aquele loop na nossa cabeça, né? Muita gente sofreu, Inclusive >> tá tratando até hoje desses resquícios. Eu acho que essa talvez foi a maior ã é é o pior tratamento que a gente vai ter ali para para o que a gente passou, é recuperar o a cabeça para voltar
ali a produzir legal e tal, porque muita gente f acabou sofrendo muito >> com isso. >> E a esse mercado acabou se aproveitando porque o pessoal comprava os carros, digamos, você esperou um ano e meio, né? >> Esperei. >> Uhum. A hora que chegou, você podia simplesmente ter vendido o seu carro por 30% a mais do que o que você pagou um ano e meio atrás. >> Sim. >> E aí eu te pergunto, foi ou não foi um investimento que vocês fizeram em carros? >> Então, a gente não conseguiu vender com ágil porque a gente
ficou um tempo com carro. A Macante ficou um ano e pouco e A 718 também ficou um ano e pouco. >> Vocês usaram o carro? Usei, usei bastante. Então não foi um investimento positivo porque a gente não ganhou dinheiro, mas eu comprei para usar mesmo quando eu vi que não tava mais me divertindo tanto, aí eu resolvi vender. Mas realmente >> ainda que ainda que a Macan vendeu praticamente o mesmo preço que pagou, né? Só de você comprar e não perder dinheiro no carro para mim já foi Positivo. Já foi mesmo o preço. É. Sim,
sim, sim. >> A 718 foi um pouco menos, mas foi foi bom ainda, né? Comparado à média de qualquer carro que você vai perder uns 30% e ser sei lá ser uns 7% a menos, foi bom. É uma aberração se a gente for parar para pensar, porque carro nunca foi nem nunca vai, assim, não digo que nunca vai ser investimento, >> mas existem nichos de carros que de fato são investimento. >> Uhum. >> Né? >> Você vê que é normalmente quando o carro fica muito antigo, porque aí você não consegue encontrar mais. Eh, novamente, a
escassez é o que faz realmente fazer isso acontecer, porque vamos lá, obviamente o fato dele ficar antigo ajuda na escassez, porque cada dia tem menos, >> porque os carros acabam se envolvendo em acidente. Às vezes é um acidente que vai Além do que é recuperável, então o valor dos carros tende a subir. Então, por exemplo, hoje eu tenho um Lancer Evolution que foram trazidos apenas 10 pro Brasil na época. Foram produzidos somente 6.000 unidades no mundo todo. No Brasil vieram 10 em 1998. E nós só sabemos o paradeiro de quatro desses 10. >> Uhum. >>
Então certeza já vai valorizando ao longo do tempo, porque não tem, né? Certamente que é um carro que eu o que Eu paguei nele hoje. Se eu quiser vender hoje mesmo, para quem quiser ter este carro vai ter que me ou na verdade, no meu caso, nem teria ou espero não ter que vender o carro. Essa é a grande questão, né? Ã, mas seguramente se um dia eu precisar vender esse carro, vai ser por um valor muito maior do que o que eu paguei. >> Aham. Teve um amigo nosso que nessa época, no pico de
preço dos carros, ele comprou uma carreira S, né? Uma 900 Carreira carreira S. Pagou 1,200, eu acho. Não era? >> É totalmente fora do >> totalmente fora, né? Hoje tem turbo S por 1 700. Tem >> carreira não. Turbo S normal, né? Não, a turbo S ou a carreira S? >> Turbo S. Não, a turbo S não. Não tem não. >> Turbo S por por quanto? >> Por um 1,700, 1 800. Umas mais antigas tem, né? >> Tem, tem 1,5. Já vi. >> Exato. E aí ele pagou 1,200 numa carreira S, né? Porque realmente quem
tinha não queria vender e quem queria queria muito, né? Então, >> exato. Então, mas isso é uma anomalia. Normalmente isso não acontece e isso aí foi ocasionado por causa da crise dos chips. E aí não tinha >> a a Porsche não deu vazão de produzir o que o mercado tava querendo comprar, né, justamente por essa quebra ã na cadeia De produção. Mas os carros mais antigos, independente de qual carro seja, vão ter essa tendência de que você tem uma depreciação conforme o tempo vai passando. você chega lá naquele platozão lá embaixo onde foi a máxima
depreciação e dali em diante, cara, só vai só vai valorizando, >> né? Então, nesse caso, eh, cara, qualquer carro um pouco mais antigo e que foi produzido em pequenas quantidades, tem ali uma tendência de Que vai acabar se valorizando. >> Uhum. E cara, >> até carros que eu vejo que tinha uma quantidade de produção muito grande, mas por conta dessa de não ter tantos hoje, igual o Fusca, teve um amigo nosso que comprou um Fusca por acho que R$ 90.000, não era? Acho que era por aí, uns R$ 80, R$ 90.000. >> Mas isso aí
é uma escassez. >> Uhum. >> É, foi produzindo Fusca para caramba. Acho 24 milhões de Fuscas produzidos ao longo da história. >> Só que hoje não tem mais, né? >> Vê, vê se você encontra na rua andando. >> Uhum. Não, >> a gente não encontra. E quando a gente encontra, às vezes são em condições de conservação terríveis. >> Uhum. Então, eh, isso acaba gerando, né, um esse esse movimento. Eh, e olha que que coisa interessante, porque, ã, o UPTSI, Né, o que é um carrinho simpático, a galera gosta dele, principalmente pra preparação, pequenininho, compacto. >>
É um carro que chegou a tá a ser vendido ali por R$ 35, R$ 33.000, você conseguia pegar um. Hoje é um carro que já vale e dificilmente você encontra menos de 50 porque é um carro muito bom, foi discontinuado pela Volkswagen, uma manutenção extremamente barata assim de você conseguir manter, tem uma boa disponibilidade de peças, mas o carro Não é mais fabricado. >> Uhum. E o pessoal quer para preparar o carro, né? >> É. É. Veja, é um carro de seguro barato, às vezes, às vezes para preparar, mas mesmo para você ter. É um
bom carro para você ter ali, né, de de de deslocamento, de a dia. Pô, a performance massa do carro original mesmo, tem, sei lá, 105 cavalos original, >> né? E é um carro que anda super bem, consome pouquíssimo, eh, E o custo de de inerente de você ter o carro é baixíssimo. Então, a gente tem poucas opções que tem essas qualidades e aí o preço deles cada vez sobe mais, né? E tem diversos outros carros ali que a gente pode olhar, mas olhar carro como um investimento, cara, exceto se você realmente sabe, faz parte do
meio, >> é investimento quando o cara tem loja de carro que aí ele vai fazer a mercadoria girar, enfim, vai comprar mais barato, vender mais caro. >> É para mercado, sim, mas se você quer colecionar carros, aí eu entendo que você vai ter como investimento mesmo. >> Uhum. eh você consegue ali realmente pegar carros colecionáveis e você consegue fazer sempre aquele patrimônio cada dia crescer mais. Então, hoje dentro da minha garagem, por exemplo, eh, cara, se a gente fizer isso aí, depois é até um tópico por um vídeo >> aí, quanto que você pagou, quanto
que vale >> exato? Será que a minha garagem frente o de tudo que eu paguei frente ao valor de mercado, vamos botar valor venal, esquece que eu sou, eu tenho canal no YouTube que, >> né, >> mas pegar o valor venal de todos os carros da minha garagem, se eu valorizei mais ou menos do que um investimento de baixo risco. >> Aí, e acho que outro ponto interessante é que prova, boa parte do que você consegue ganhar tá na compra e acredito que você não compra mal os carros também, né? Como você tá nesse meio,
você sempre busca comprar bem ou não? Ah, >> não é uma desgraça, cara. >> Você é pego pela emoção, às vezes não. Só tem esse pelo fogo, >> cara. Ô, se eu se eu fosse tipo o Tecar, que é um cara que ele é business, Beleza, mas eu sou apaixonado por esse negócio de carro, cara. Então, ã, >> você tá disposto às vezes a pagar um prêmio porque não tem em qualquer lugar. >> Cara, sabe o que que eu encasquetei esses dias? Eu tenho três carros na minha garagem que tem uma grandissíssima peculiaridade. Três. A
placa é ACF. >> E você comprou porque que era ACF? >> Óbvio que eu comprei porque a placa é ACF. As três letras é ACF, velho. Então >> como você fez para achar esse carro? Você procurou lá no web. >> Internet me ajuda muito, velho. Não, cara, direto eu tô aqui e tal, pinga lá no no inbox. Ô, olha esse carro aí. O cara me manda o link do Facebook Marketplace ou de qualquer outro. Ã, e aí o cara vai lá, [ __ ] pau, velho, caindo aos pedaços, mas aí você olha, fala: "Porra, mas
a placa é AC?" Então eu tenho, eu paguei às vezes mais Do que valeria por causa da placa. Um dos carros eu paguei, o primeiro que eu comprei com a placa CF eu paguei, paguei a mais. Aí você pagou mais na hora de ver o quanto custa agora para ter ganhado tem que ter valorizado mais também, né? Senão >> é exato. Então assim, ã, >> já tá aí, ó. A que o que a gente pode fazer, o próximo carro zero que a gente comprar, coloca a CF que depois a gente Oferece pro Ricardo. >> Ol,
que miserável, velho. Não vai querer. >> E o bom também é que carros mais antigos que tem aqui em São Paulo, acho que é 20 anos, não paga mais o IPVA também, né? Então, >> sim, sim, sim, sim. >> Aí já não tem esse custo anual ali que vai vai >> custo de manutenção. >> Uhum. Efetivamente. >> E sobre o carro elétrico, você que obviamente acredito que goste do carro a combustão, né, que não não sei se gosta tanto do do elétrico, o que que você vê aqui no Brasil que, por exemplo, a Bid chegou
com tudo. O o que eu mais vejo é aquele Dolph Mini. Tem bastante daquele que é híbrido, esqueci o nome agora, tem uns quatro aqui que eu vi. Song Plus, eu acho. >> Song Plus, eu acho que é o nome. Mas se tiver o Song e agora eles têm o Sedan King, >> que também é um híbrido legal >> para concorrer com Corolla e talent nesse nicho. >> Que que você vê no Brasil do carro elétrico? Você acredita que vai ser o futuro? Que no futuro só vai ter elétrico ou não? Que isso é algo
que vai ter o seu nicho, mas cada um vai ter o seu espaço? >> Olha, vamos lá. No futuro os carros serão Elétricos, não com bateria, tá? Isso é muito é muito nítido para quem está dentro de desenvolvimento de engenharia, tá? Não sou eu que tô falando isso. São todos os estudos e todos os eh expertes na área compreendem isso. Ah, só dando um spoiler pra galera ali, existe uma tecnologia que chama ã fiel cell, né? a célula de combustível, que basicamente é uma usina de produção de eletricidade minúscula dentro do seu Carro. >> Uhum.
>> Então, não vai fazer sentido você carregar uma tonelada de bateria, sendo que você pode gerar a eletricidade na hora com uma célula de combustível. >> Entendi. Uhum. Então, faz muito mais sentido do ponto de vista de engenharia, eh, para que você consiga fazer isso. E aí, óbvio, eh, você pode extrair a energia elétrica da água, ã, da própria combustão, que é uma forma muito Ineficiente de gerar, mas é, é possível do hidrogênio, de, enfim, tem n alternativas para você fazer isso. E aí a corrida de desenvolvimento é justamente para ver quem vai conseguir fazer
a melhor >> Uhum. tecnologia para viabilizar isso. Já existem alguns carros que rodam com essa tecnologia, mas tudo muito experimental, baixo alcance e tudo mais. A tecnologia das baterias pode evoluir o quanto elas quiserem, mas ainda vai ser O mesmo mecanismo, né, que vai ter que carregar, >> sempre vai ser um pênalti ter que carregar um peso extra dentro do carro que joga extremamente contra >> a parte de eficiência. >> Então o futuro seguramente vai ser elétrico, mas sem baterias. vai ser com células de combustível. Estamos falando não no Brasil, principalmente, não de anos, não
de 20, nem de 30, quçar 50 anos assim. >> Uhum. >> Sabe? >> Eh, acredito que assim, o híbrido vai ser o que vai dominar o mercado nacional durante assim, talvez uns 10, 15 anos. >> Uhum. >> De hoje, >> que é aquilo, né? A gente não tem infraestrutura para isso, mas o híbrido vai ter mais autonomia e você consegue Ir lá e abastecer no bolso, né? Então, >> sim, mesmo nos Estados Unidos, que é um país extremamente desenvolvido na estrutura de carregamento de baterias, ainda assim você tá vendo uma retração do mercado de carros
elétricos, né? durante um determinado momento, houve esse boom com o governo fazendo largos, poludos, opulentos eh subsídios para compra de carros elétricos em função ali daquela eh aí é onde vem a minha única crítica a isso, Tá? Eh, ao carro elétrico no modelo de baterias, eh, o viés ecológico. Uhum. >> Tá? Isso é algo que eu, na minha visão e de diversas outras pessoas especialistas na área, tá? Eu não me enquadro como especialista na área, mas acompanho eh porque me interesso a respeito. Ã, o carro elétrico, ele tem uma pegada de carbono tão pesada quanto
um um carro hoje a combustão. >> Uhum. >> Né? Hã, porque toda a cadeia de produção de energia elétrica, ela é extremamente ainda ã danosa pro meio ambiente. Aqui no Brasil a gente tem uma outra usina hidroelétrica que tem realmente ali um impacto gigantesco, mas ao redor do mundo a gente tem poucas usinas nucleares frente à eletricidade que se necessita produzir na Europa, principalmente a gente tem visto isso acontecer com mais frequência agora, até Com a crise que a gente tá enfrentando lá de eletricidade via gás. via fontes não tão limpas assim de geração de
de energia. Então, essa visão de incentivo para beneficiar talvez uma iniciativa limpa não cola muito mais. já colou no passado e a gente viu isso aí, ã, dominando. Mas voltando ao tema aqui e já caindo por terra, ou pelo menos expondo ali o que é o meu posicionamento ali e a minha visão sobre o carro elétrico, eu acredito que Tirando subsídios, ele acaba virando um carro que necessita de uma estrutura de abastecimento forte para que se popularize. ou a gente tem um pequeno nicho que tem aumentado, mas ainda não é expressivo, de pessoas que conseguem
ter células fotovoltaicas, ã, os power walls ali para você conseguir ter a captação de energia solar e que abasteça o carro dentro da da, né, utilizando energia solar. E esse uso é animal, esse uso assim é muito Legal. o pessoal consegue economizar demais em mobilidade e tudo mais. Então isso aí viabiliza, >> mas é uma é é um percentual ainda muito pequeno da população que consegue ter acesso a esse combo. >> Sim. Então o investimento inicial alto já da da placa solar e ao mesmo tempo do carro elétrico, que a gente sabe que aqui no
Brasil, principalmente você compra hoje a revenda é muito ruim, né? Então >> Uhum. >> Então ah, você tá economizando combustível, mas você vai vender, sei lá, por meia FIP depois. Aí não não adiantou essa economia de combustível, né? pensando na questão somente do dinheiro >> e acho que essa questão também que você comentou sobre a energia que vai abastecer esse carro elétrico, muitas vezes não é uma energia limpa. Então essa questão de sustentabilidade não faz Sentido se a energia que tá sendo gerada para pr para abastecer esse carro vai ser mais poluente às vezes do
que até o carro a combustão, né? >> Sim, cara. O própria reciclagem da bateria é algo que tá sendo muito discutido, né? eh, da maneira como é, porque as baterias depois que elas cumprem aqueles ciclos ali, a gente não tem ainda uma tecnologia legal para reciclagem delas. Reciclagem para que ela volte a funcionar, por exemplo, com Uma bateria. Ah, agora a gente vai pegar e vamos trocar aqui o o compost e tal, mas você vai descartar isso aí aonde? >> Exato. Uma tonelada, né? Tem baterias até que são um pouco maiores, então é absurdo o
tamanho, né? >> E eu fico imaginando como é que vai ser daqui 10, 15 anos com esse carro elétrico com uma bateria gigantesca, né? Você compra o iPhone, dá 2 anos, a carga que você dá no começo do dia já não dá nem para chegar até oo final do dia. Imagina um carro elétrico com a bateria gigantesca, né? Eh, tem melhorado muito, assim, a gente tem visto bons avanços, né, nessa tecnologia, mas a gente não tem como realmente resolver esse problema, ã, estrutural mesmo da implementação ali. A gente tem visto bons movimentos aqui no Brasil
de implementar mais eletropostos, mas não está crescendo ao ritmo das vendas dos carros elétricos. E isso aí acaba jogando contra, né? Uh, >> pô, você vai lá e compra um carro elétrico. >> Eh, eu tenho muita vontade, já falei isso diversas vezes, de ter um carro elétrico meu mesmo, assim mesmo, sabe, pro meu uso diário e meu deslocamento. >> Mas eu não posso nem colocar ar condicionado no meu apartamento. E olha que o meu, oonde eu moro lá não é muito antigo, mas não se permite. Talvez pela instalação, pela previsão elétrica, >> quanto mais um
carregador dentro da Garagem. Então, isso é um impeditivo para mim. Hoje eu tenho o galpão, aonde a gente tem o estúdio de gravação. Depois vocês precisam lá conhecer e tal, dar um cerza >> levar vocês para dar umas voltas lá num nums carrinhos diferentes. >> Mas hoje eu consigo colocar, por exemplo, uma estação de carga um pouco mais rápida lá e talvez viabilize para que eu use o meu deslocamento de casa pro Trabalho ou pelo menos pro estúdio num carro elétrico. Mas ainda assim eu prevejo que eu vou ser eu vou ter um uso muito
ruim do carro elétrico, porque eu usaria ele basicamente como um carro a combustão, o que não faz o menor sentido. Se eu tiver que usar o meu carro elétrico, eh, não faz sentido, financeiramente falando, porque o preço do kilw num eletroposto de carga rápida é muito caro, muito mais caro do que, Por exemplo, se eu carregar na minha empresa ou se eu carregar na minha casa, dependendo dos horários, das bandeiras e e aquela coisa toda. >> Então, acaba ficando muito semelhante a um carro combustão, >> fora a desvalorização depois, né, da rev. desvalorização depois, mas
ainda assim entra aquelas decisões ruins que a gente faz na vida, porque o carro elétrico tem uma série de outras ã facilidades ou Comodidades. Cara, o até pela característica de como é a potência é entregue num carro elétrico, os sistemas de piloto automático dos carros elétricos são mais avançados do que os de carro combustão. Ah, essa não, não sabia não, >> porque todo o carro é gerido por uma unidade de controle >> pensante. >> Você não tem componentes eletrônicos, ã, perdão, mecânicos. >> Mecânicosicos. Faz sentido. É. >> Uhum. >> Que por exemplo lá, o carro
tem que acelerar aqui para evitar um acidente até dar o torque no motor. Não é que nem a bateria que apertou já foi também, né? >> Sim, cara. Para você parar para pensar, o carro elétrico hoje, talvez a base de de eficiência dele é o que a gente chama de frenagem regenerativa. >> Uhum. >> Aonde ele usa o motor para frear o carro, recuperando e transformando aquilo ali em energia elétrica. >> Uhum. >> Então ele devolve essa energia cinética do movimento do carro em energia elétrica e ao ao mesmo tempo ele freia o carro. >>
Uhum. Só pelo fato dele ter o controle sobre o freio e isso regenerar, já faz com que ele consiga fazer um piloto adaptativo De trânsito espetacular, >> porque ele acelera e ele freia no mesmo subsistema, >> porque é só o motor elétrico que tá fazendo isso. >> Realmente é >> um carro a combustão, você tinha que ter o freio, ele tem que pisar o pedal para você, tem que ter um um >> acionar o mecanismo mesmo. Ele tem um outro mecanismo, acrescenta muita complexidade no carro para pisar, Simplesmente pisar no pedal do freio e alicatar
aquilo ali. >> Uhum. >> Então, um carro elétrico já tem, pela característica dele, já faz com que você consiga implementar essas funções de uma maneira muito mais fácil, né? Então isso eu acho fantástico e tem sido um movimento benéfico, por exemplo, de termos acesso a esses carros num valor mais convidativo para forçar as outras montadoras a tentarem implementar Tecnologias semelhantes, principalmente nos carros que competem nessa margem de valor. Sei lá, um Biad, um Dolphin, um Dolphin Mini, ele é 115.000, eu acho, uma coisa. Acho que é por aí. >> 110 100.000 você não vê assim.
O meu polinho custava 100.000. Meu Polo TSI da Volkswagen não tinha nem piloto automático. >> Uhum. >> E vem muito mais tecnologia mesmo nesses carros. >> Vem muito mais tecnologia. >> Mas acabamento também comparado aos pares. Eu já tinha visto. Acho que era esse Song Plus mesmo que custa na faixa de 200, eu acho, 150, 200.000. E em relação à tecnologia dentro, acabamento, se tá mais ou menos nessa faixa do Corolla, é bem bem mais interessante, né? Exato. É, mas é que por ser algo novo, a galera não tá habituada, tem que entregar mais, senão
a galera não compra também, né? >> Sim, sem sombra de dúvidas, né? Para entrar num carro desses e aí arriscar, eh, tem que ser algo assim muito melhor. E a BID tem feito um bom trabalho aqui. Acho que a GWM também tem feito um bom trabalho aqui no Brasil, >> que tem aquele aval. É >> o aval. >> É isso aí. >> S o vezinho. Eu vi aquele carro, já viu o GT? >> Já, >> você olha ele assim, já fala: "Nossa, é bonito esse troço, né? Sim, >> será que é ordinário? Mas olha, >>
será que vai dar algum problema depois? Será que a revenda é ruim? Eu sempre penso em tudo disso tudo. >> Mas o carro me me agradou aos olhos assim. E aí a gente vê algumas outras iniciativas e isso aí é o que a gente tem na área de tecnologia, o que a gente Chama de vaporware, né? Não sei se você já chegou a a ver isso, que é umas tecnologias que você vê que é só para tirar dinheiro da galera. Recentemente a gente teve a neta, uma montadora chinesa, bons carros assim, bonitos, agressivos, esportivos, SUVs,
de tudo. Cara, ficou aqui no Brasil, não deu um ano, saiu, foi embora. >> E aí quem vendeu, sei lá, eu fico eu acho que vendeu acho que 60 carros, 80 carros, foi muito pouco. >> Imagina, >> imagina se é um dos 80 compra essa merda. >> Aí você compra aqui no Brasil, né? Você não tá importando, você não tá pegando um Tesla e trazendo, sabendo já que não tem, você tá comprando esperando, né? Onde para fazer revisão dessa [ __ ] >> Não, se o elétrico normal já é meia FIP, imagina esse aí que
não tem mais. Aí é 1/4 de FIP, né? Só se for 1 terç de FIP. Aí eu falo, cara, por isso que assim, GM E Bid eu acho que são as duas onde eu consideraria ali. Até o Tesla, que para mim é um carro extremamente consolidado no mercado, aqui no Brasil a gente tem visto que tem sido um pouco de problema ali, justamente por não termos uma presença da da montadora aqui, né? >> Quem foi o foi o Breno, né? O McMaz trouxe para cá um Cybertuck, deu problema, ele teve que mandar embora de volta.
>> Pois é. >> Aí é aí fica triste, né? Imagina >> aí é chato, né? Aí, aí >> trazer de volta imagina meses para ir para voltar. Frete, >> o custo, meu irmão, porque para ele pegar, eu eu acompanhei lá a saga dele da da Cybertuck e ele pagou o imposto de importação para esse carro vir para cá. >> Pô, será que vão devolver o imposto dele? >> É, eu me pergunto isso. Será que quando ele mandou de volta lá eles fazem uma Restituição disso aí ou não? Pagou, perdeu, pagou porque quis, não tem garantia
do do do imposto. >> Do jeito que eu conheço o estado, eu acho que não vai ter nada de volta não, viu? >> Tem nada, viu, velho. Eu também. >> Vai ficar nessa e já era mesmo. Mas essa questão do carro elétrico de ser meia FIP, eu é muito convidativo, né? Por exemplo, recentemente eu vi uma Tayan que tava meia FIP, >> aí você pensa, será que não não vale a pena? O o preço cheio é uma coisa, agora pagar metade, >> lógico, metadinha, [ __ ] >> se eu tivesse a possibilidade de ter carregador
no prédio que eu moro, talvez eu comprasse, mas como não tenho, eu sei, eu vi uma que era blindadinha ainda já. Aí já pode andar ali, segur segurança que vai tomar um tiro. É verdade. Aí, ó, aí dá vontade, né? Aí quando é assim dá vontade. Agora pagar Preço preço cheio eu não pagaria, mas metade, né? Tudo tudo é preço. >> É, eu confesso que eu tô observando ali o valor dos BID lá. E eu acho que ainda pro meu uso, talvez um Dolfin seria o, eu não gosto muito do carro assim visualmente não, não,
não é o que me agrada. O Se talvez seria o carro que que me agradaria mais, mas dessa linha. Mas cara, ainda é um mercado muito incerto, assim, a gente vê esses carros 0 km sendo vendidos ali por 330.000 e eu Sei que teve uma galera que pagou 400 quando lançou o carro, né? >> O Se, né? >> É o SE. Ah, >> e depois logo abaixaram. É. >> E aí, [ __ ] como é que os caras tiram R$ 70.000 R$ 1000 do preço do carro. Assim, eu se tivesse pagado 40, 400 ali ia
ter ficado pistol pistolito assim. >> E sem procurar muito, eu já vi por uns 220. Deve ter menos até se procurar. >> Tem é 220 é bem o cara quer vender mesmo, >> entendeu? Eh, mas assim, 280 você encontra ali no mercado já com alguma com alguma frequência ali. >> E o se, acho que eu vi um corte teu falando de de outro cara que falou que tinha um SE que nada vai entregar mais que o que o SEO, que é absurdo. É tudo isso mesmo. Eu nunca nunca andei. >> Olha, eu eu tive a
chance de de não não andei assim, mas testei no Meu dinamômetro um CEO do Rato Borrachudo, inclusive um camarada bacana de trocar uma ideia aqui. >> Acompanhava quando era adolescente. Ah, sei. E ele ele tem agora trocou, ele tinha um, acabou de pegar um outro. Eh, e o carro, assim como grande parte dos carros elétricos, tem uma potência muito satisfatória, 500 poucos cavalos, tração integral, ou seja, ele arranca com todos os cavalos >> sem perder tração. >> Eh, e a performance é muito satisfatória, mas pouca coisa combustão vai arrancar perto. >> Pior que não arranca
mesmo, que eu tava na estrada uma vez, tava o se do lado, tava de boxter, aí ele foi, eu fiquei para trás. É, mas vai mesmo. O carro é muito rápido, óbvio. Tá limitado ali em 180 km/h, que para mim já é mais do que o suficiente. >> Ah, não passa de 180 >> não? >> É como elétrico, ele não vai deixar passar porque ele vai começar. >> Olha, olha o sorrisinho dele assim, de tipo, pô, se eu soubesse, eu tinha até ido buscar. >> É que tava lá, sei lá, tava a 90 que tinha
acabado de passar do pedágio. Eu pensei: "Ah, o cara vai embora aí". Mas eu pensei: "Não, você não passa de 180, eu passo aí 180." É isso. A arrancada dele é mais pode ser mais rápida, mas Depois o combustão passa. Então, >> é isso aí. >> Uhum. >> É isso aí. E assim, a pilha vai embora rapidinho se o cara começa a usar os cavalos desse negócio. Então é outra coisa usar esses carros para carregar, sem ter uma infraestrutura bacana assim de de te dar segurança mesmo. Você falou: "Ah, vou comprar TAN >> blindada porque
tô seguro, irmão." >> A hora que você começa a ver a autonomia Baixando, >> eu vou ficar no meio do caminho, acho, hein? Acho que eu vou pensar. Você olha, você fala: "Pô, beleza aí, qual é o sentido de ter uma TAN blindada? Você vai ter que pegar e parar num eletroposto, descer do carro, ficar esperando >> ou ainda, né? Você pensa, não, que vai dar, tá, autonomia aqui, aí você começa a dar aquela pisada, mas o carro já é blindado, então ele já tem um peso, o a Já vai ter um peso a mais,
aí você vai ter que chamar o guincho dependendo do caso, né, que você não consegue nem chegar. >> É, acontece isso, né? Mas eu por isso que eu acredito que o híbrido ele vai acabar sendo ali a tecnologia que vai dominar o mercado durante os próximos anos. Ali grande parte das pessoas ã também tem convergido ali, as montadoras também aparentemente t convergido ali para essa para essa faixa, justamente Por você conseguir ter ali os benefícios de um carro elétrico, né, onde ele funciona muito bem para tirar o carro da inércia, porque os motores elétricos têm
muito torque, né? Então você arranca no elétrico e aí em altas velocidades mais altas ali, em velocidade de cruzeiro mais mais alta, os motores a combustão acabam tomando frente ali e e e mantendo o carro ali. Deu alguma cagada? Você sabe que você vai chegar em casa com o motor a combustão, mesmo tendo ficado Sem bateria no meio do caminho. >> Uhum. >> Então é o acredito que hoje é o caminho mais seguro para quem procura. Tanto que eu acho que tem sido ali os recordes de venda, eu acho, da GWM, a grande maioria são
híbridos ali, né? A própria Bid ali, o Song, ele é um híbrido, né? Ele não é full elétrico >> e tá saindo bastante mesmo, que eu vejo bastante na rua. >> Bastante, cara. Bastante. São carros Bons, né? >> E essa questão da do limite de velocidade máxima do elétrico, tem como mexer e tirar aí, colocar um pen drivezinho e desabilitar esses 180? >> Tem, tem, tem. a gente tem visto, inclusive é a tendência do mercado de customização, é evoluir, não tem jeito. >> Então, hoje a gente tem visto que alguns carros elétricos, o exemplo do
CEO, ele vem limitado ali a 180 km/h, tanto a BioID sabe disso, eh, que existem existe Um potencial ali, evidentemente. E aí, vamos lá, o próximo SE já vai vir com limitador de velocidade já acima de 200 km/h, >> tá? Então eles estão esperando queimar esse lote dos, tanto por isso que eles baixaram bastante o preço ali para já começar a venda dos novos BID que vão ter um limitador de velocidade maior, vão ter outras novas funções. >> Dá para tirar esse de 200 aí também ou não? >> Olha, nos carros elétricos e aí assim
eu não não tenho as informações oficialmente falando, mas seguramente que eles mudaram alguns componentes elétricos. Vou falar do que eu já sei, tá? Uhum. >> Preparação de Tesla tem sido ali realmente um um uma coisa muito interessante de acompanhar. Nos Estados Unidos, inclusive tem categorias de arrancada só com power trains de Tesla. Então, o cara vai lá, eh, pega o motor Do Tesla, pega a bateria, que pode ser do Tesla, pode ser do Volt, pode ser qualquer bateria, pegam os controladores, botam nos carros, que pode ser o próprio Tesla ou pode ser qualquer outro carro.
Pessoal tá adorando pegar o Miata, o Honda S2000, que são carros pequenininhos, e botar esses motores bisonhos assim de potentes e de torque nesses carros pequenos. >> Aham. >> E tem tirado potências assim absurdas. o Carro em si, um Tesla, vamos pegar lá, você consegue trocar os componentes, você consegue reprogramar, ã, para ter mais, eu posso reprogramar para ter mais entrega de de de corrente. >> Uhum. e e mais frequência ali nos motores, mas isso gera mais calor. Então eu preciso ter peças igual, por exemplo, num combustão, a gente precisa ter um intercooler melhor, a
gente precisa ter Um escape melhor, um filtro melhor. A gente também vai precisar trocar algumas peças num carro elétrico para que ele consiga render mais do que aquilo que ele foi projetado para render originalmente. Isso pra gente conseguir ter esse rendimento sem ter nenhuma contrapartida, porque é óbvio, se eu não me preocupar, eu deixo o motor esquentar um pouquinho mais ali e ele vai durar muito menos, a bateria vai durar muito menos. Só que aí eu já não acho que é Uma maneira >> sensata ali para aquela galera que é os cracudos de competição, recorde
mundial, talvez o cara vai fazer porque é o hobby do cara. Sim, >> mas eu não vejo isso comercialmente escalável, fazer uma preparação onde a bateria dure metade dos ciclos do que ela foi originalmente pensada ã para durar, né? Então, teria que trocar componentes. É diferente, por exemplo, hoje de um carro turbinho 1.0 TSI, que Somente reprogramando você consegue bons cavalos sem ter nenhum tipo de contrapartida. >> Uhum. Em relação ao carro blindado, que aqui no Brasil acaba sendo um grande consumidor, né, de carro blindado. Tanto que quando a gente foi pros Estados Unidos, a
gente foi falar com um patrocinador que nós temos e aí nós falamos: "Ah, a gente tem um carro blindado". Aí eles pensaram: "Ué, isso aí não é só para presidente, não é só Para quem é do alto escalão que tá na política". Enfim, aqui no Brasil o pessoal acaba comprando muito. Realmente estraga o carro blindar ele hoje ou a tecnologia mudou um pouco? A tecnologia mudou bastante. Ã, nós tínhamos ali, o Brasil inclusive é benchmark de blindagem no mundo. Sabia disso? >> Não sabia. Eu sabia que era um grande consumidor. Agora que era benchmark não
sabia não. >> Cara, hoje nós temos três grandes Centros de blindagem, né? O Brasil é um deles, Israel é outro, né? H, e aí a gente tem ali o mercado colombiano, por razões óbvias, também é um mercado de carros blindados, >> onde é que o Brasil tá equiparado, né, pra gente ver. >> Então ali é, é só um que tá em guerra faz 80 anos, o outro que tá em guerrilha e o Brasil. >> E o Brasil >> é, então assim, estamos bem na fita. Ã, E os carros blindados evoluíram bastante, né? A gente tem
hoje a tecnologia de vidros, tá? Para quem não entende muito de blindagem, a gente tem os níveis de blindagem, né? é o mais popular sendo o 3A, que é aquele que para ali balas até 9 mm e tal. A maioria dos calibres ali de pistola você consegue segurar, mas você não vai segurar ali uma munição ali de fuzil nem nada mais pesado. >> Esse aí você abre o carro, você abre o Vidro e entrega isso, entrega. >> Até tem blindagens dessas, mas aí no Brasil, por exemplo, a gente já não é mais permitido, pelo menos
a um cidadão civil, ter blindagens superiores a a 3A. >> Aham. Você tem que justificar o por que você vai ter essa blindagem. blindagem de presidente e tal, aquela coisa toda. >> Até no 3A lembro que eu tive que assinar alguma coisa lá de É, acho que foi isso aí mesmo. E nesse caso, as blindagens 3A antes elas tinham O vidro até melhorou, mas a tecnologia de vidro continua sendo um policarbonato ali ou, né, algum polímero que eles usam ali e fazem aquele sanduíche do vidro com polímero e e com normalmente uma outra película interna
ali para conferir proteção e lubrificação. Já as portas é onde o negócio mudou muito, porque antes nós tínhamos literalmente chapas de aço. >> Uhum. que protegiam contra a penetração de projéteis ali através de toda a parte Da lataria do carro. Como não era algo que era visível, então podia ser um chapão de aço mesmo ali. O cara dava meio que uma dobrada, dá uma soldada ali por dentro e deixava aquilo ali. Isso conferia muito peso porque era literalmente aço >> que você tava colocando dentro das portas, no porta-mala, no capô, atrás dos para-choques. >> Acho
que o cara que começou a fazer as primeiras blindagens pensou: "Ué, Ninguém vai ver isso daí, vai pesar mais, eu não tô nem aí. Tem que ser o máximo, o mais barato possível para eu aumentar a margem, né? Exatamente isso. E aí com o passar do tempo nós tivemos ali o uso de kevlar, tá? Que é uma fibra ali, né? Uma fibra de de trançada de kevler, mesmo material que faz o próprio colete a prova de balas, né? E aí conseguiu ali reduzir muito o peso. Botando em números, a gente sabe que uma blindagem antiga
que usava chapas de Aço, tranquilamente ela tinha no mínimo para um carro pequeno 500 kg, no mínimo. Então você pega ali, sei lá, um sedan médio que já tinha seus 100 kg, ele ia para 2 toneladas e poucos carros conseguem suportar uma blindagem ou melhor um peso extra de 500 kg sem ter nenhum tipo de ã problema gerado por esse peso. >> Aham. Ainda mais que o tempo todo, né? Não é cinco passageiros que entraram que vão ficar lá um tempo, depois vão sair e Vão liberar esse esse peso, né? >> Ex. Sistema de freios
do carro sofre muito, o sistema de suspensão do carro sofre para caramba com esse esforço extra. Então, basicamente, esses dois ali são os que mais sofrem câmbio em alguns carros aonde não tinha ali realmente muito limite ali naquele projeto inicial a gente via bastante problema disso, mas eram carros pontuais. A grande maioria sempre tolerou bem isso, mas não tem jeito, Cara. suspensão, bucha, amortecedor, tudo isso se desgasta muito mais rapidamente num carro blindado. As blindagens atuais que usam Kevlar e principalmente as que agora não são mais 3A, porque a gente tem agora blindagens abaixo do
3A que conseguem segurar calibres pequenos 22, 9, dependendo do do do projétil de 9 mm, você tem ali blindagens que o vidro inclusive é mais fino do que ele era antes. >> Uhum. >> Né? E consequentemente perdeu muito peso, né? E aí você consegue ter blindagens ali que pesam menos de 200 kg. >> É, aí fica >> 200 kg ali são dois passageiros. >> Dois passageiros, né? >> Dois passageiros o tempo todo ali não vão fazer o carro se estragar, né, ou mudar da água pro vinho, né? Então acabou possibilitando isso aí. E o próprio
fato do vidro ser um pouco mais Fino, um pouco mais leve, uma um outro uma outra questão ali de desgaste do do carro blindado eram os próprios acabamentos internos ali do carro, né? Porque, pô, para blindar ali, você tinha que cortar bastante ali aquela parte dos >> dos ã dos forros de porta para caber aquele vidro grandão, máquina do vidro. Normalmente é aquele vidro vem subindo devagarinho, aquela máquina sofrendo para levantar aquele vidro Pesado. >> Agora o vidro ficou muito mais leve, então você consegue ter ali um uma uso bem menos severo ali nesses carros
blindados, né? E eu tava vendo que até hoje é uma gambiarra, né? Então acho algum vídeo ouvi falando o seguinte: "Não, se tu vai comprar um carro blindado, você vê como que é a blindagem você desiste". Ou você vai querer comprar um carro mais barato porque realmente montam todo o carro, Né? Vão desmontar tudo para colocar os trocar os vidros, colocar todo toda a parte para proteger as portas, todo o carro, né? Então, >> absolutamente, né? Por isso que a gente tem que sempre procurar ali. E uma das coisas, quem vai procurar um carro blindado
usado, é ver qual é a blindadora que fez aquilo ali, né? e você vai mandar o seu carro pra pr pra blindagem, procure saber ali como que é a revenda dos carros, ã, daquela Blindadora ali, porque justamente você tem ali muitos problemas colocados em carros blindados por causa às vezes, ã, do manuseio do carro no momento de de de fazer a blindagem. Você nem pega alguém que compra um carro usado e blinda. Normalmente o cara pega 0 km, já manda direto paraa blindagem, porque se deu algum pepino ali, >> a culpa é da blindagem, porque
o carro era zero. >> Uhum. É, a gente fez isso daí, a gente Comprou zero, nem fomos buscar o carro, já foi direto pra blindadora. >> Já foi direto pra blindadora. >> É isso aí. Então, no fim do dia acaba sendo ali um processo ã bem trivial ali pra galera, né? E e obviamente se você tem um carro que blindou em alguma blindadora que já tá há muitos anos no mercado, que já tem um knowwow e profissionais que já fazem aquilo ali com maestria, a chance de você ter problemas ali a médio prazo é é
muito Baixa. >> E sobre o vidro ter que trocar depois de 5 anos que dá bolha, isso é mito ou é verdade mesmo que dá para dar ruim? Tem esse prazo de validade, né? >> Uhum. É, na real a o prazo de validade é da blindagem, tá? Então vamos lá. Depois de 5 anos, obviamente que eles não garantem que aquele vidro tem a mesma efetividade que ele tinha anteriormente, até porque, como eu falei, o vidro blindado ele é um sanduíche de três, Pelo menos três componentes diferentes ali, tá? Então eles usam um uma cola para
fazer a aderência dessas três superfícies e fazem esse sanduichão. Com o calor, esfria, esquenta, esfria, eles dilatam em proporções diferentes e ele descola. Isso é o que a gente vê lá na na tem o nome lá do delaminação, >> a delaminação do vidro. E isso aí ele pode influenciar na efetividade de você conseguir ali ã freiar, tá? O projétil e aí tem carro blindado que não para uma Bala, então não faz muito sentido. >> O complicado é que senora descobre se parou ou não depois de tomar o tiro, né? que é complicado. >> É, então
assim, eu hoje vejo que ã os 5 anos é meio tem blindagens de mais de 5 anos, tá? Tem blindagem hoje já de até 10 anos de de garantia. >> Uhum. >> Mas mesmo depois desse período você ainda consegue ter ali uma efetividade, porém varia muito de como foi o uso do Carro. Se você estacionava o carro na sombra, se não tinha variações bruscas de temperatura, você dá mais longevidade para uma blindagem. Se no momento de fechar a porta, o vidro tava lá em cima, porque daí ele todo, você vai bater a porta, puf, se
você desce o vidro, aquela parte de cima ela não tem apoio, >> ela não tá presa, né? Uh, >> ela não tá presa. >> Então você tem n características ali que vão acabar eh beneficiando para que você Consiga ter ali a blindagem intacta, sem delaminações e tal, eh, por muito mais tempo, né? Mas >> você tá sem a garantia da blindagem. >> O bom depois que acaba a garantia e acontece alguma coisa e dá certo é que foi lá, segurou, né? Agora, se não segurar a blindagem também é tranquilo, que pelo menos o cara nem
vai conseguir ficar puto, né? que já vai morrer, já vai partir dessa melhor e não dá para ficar puto. >> Ele não volta lá para pedir garantia, >> ele vai chegar não, que essa blindagem não segurou. Vai, o que vai acontecer é a família aí, né? O próprio cara não vai conseguir nem ir. Então, >> é, >> mas eu vou te dizer, eu tenho eu tenho um carro lá que talvez até você deu uma ideia legal de pauta, porque eu comprei um carro blindado. >> Uhum. >> Todo escuro, na verdade, eu comprei o Carro para
tirar o motor. Eh, e comprei um acorde. >> Uhum. que eu arranquei o motor que eu tô montando num outro projeto que a gente tá montando. Ã, >> então a carcaça vai ficar lá, né? >> Olha, você acabou de me dar uma ideia legal, porque o vidro tem vidro que tá inteiro e tem vidro que tá delaminado. Será que isso vai influenciar na na penetração do projétil? >> Eu vi um vídeo, acho que era do Baroni, Que ele tinha um Golf antigo, ele foi lá, tirou no Golf e segurou. O Golf era antigo, acho que
era, sei lá, nos anos 2000 e deu certo, >> cara. >> Mas foi um tiro só ou ele deu vários vários mesmo lugar? >> Deu vários. Deu vários. Ele ele me mandou mensagem, Baroni esses dias lá e justamente desse golf. >> Uhum. >> Porque aí ele se empolgou nos tiros E aí um dos projéteis >> Uhum. >> atingiu o painel. [Risadas] Ele só não imaginava que o carro para ligar precisa que o painel esteja funcionando, porque tem um código do imobilizador que ele se comunica. a chave, o painel e o motor >> e a central
do motor tem que tem que fazer comunicação ele. Ô, velho, não dá para desligar isso e tal. >> E dá para desligar ou não? Dá, dá dá, dá. Aí consegue ligar mesmo sem a comunicação do painel. >> É, exatamente. Aí você liga qualquer chave ligaria o carro, por exemplo, para para ele continuar produzindo conteúdo, daria para fazer isso, né? >> Entendi. Eu tinha visto outro vídeo, acho que eu esqueci o nome do cara, que ele é um meio louco que ele pula da ponteura, >> cara. Oi, meu Deus do céu. >> Tadala alguma coisa. >>
Tadala. O Tadala Felas. Tadala >> felas. Isso que ele pegou o vidro do blindado, segurou e falou assim: "Agora tira". >> E o cara atirou, velho. Você acredita? Deu maó merda isso aí. >> E não, não passou pelo menos, né? >> Não, não passou. Passou. Não passou. Esse daí, esse daí não foi lá pedir a garantia do vidro. Não >> eu falei que você é louco, velho. >> E no passado era muito mais comum ter carro manual. Tanto que na época que a gente pegou para tirar a carteira de motorista era carro manual. Nem sei
como que é hoje. Acho que tem carro automático também. Mas depois que eu tirei a carteira de motorista nunca mais que eu peguei um carro manual. >> Uhum. >> É, acaba sendo mais um carro de nicho, né? Tem porche que é manual até hoje, enfim, o carro quando é muito mais Barato, mas na média as pessoas vão pegar o o automático. Eh, quais são os problemas que dá para dar no carro automático que as pessoas não se atentam e que às vezes pode acabar com o câmbio e ela não tá nem sabendo, >> cara. Ã,
num carro automático, isso é uma tecnologia que melhorou muito com o passar do tempo, tá? Eh, nós não tínhamos tanto tantos carros automáticos no Brasil. Primeiro porque é um pouco mais caro de Se produzir, né? É um pouco mais complexo. Ã, manutenção no passado era um pouco mais eh complexa também. E o carro ele, o próprio câmbio automático, ele era menos eficiente. Tipo assim, se você pegasse o mesmo carro com o mesmo motor, mas um com câmbio automático e um com câmbio manual e botasse no dinamômetro, o câmbio manual tinha mais cavalaria. >> Uhum. >>
O câmbio o câmbio automático roubava mais potência do motor pelo próprio funcionamento inerente dele ali, né, para carregar o conversor de torque e tudo mais. Com o passar com o passar dos anos, isso acabou invertendo. Então a gente vê ali hoje, número um, a gente tem a entrada dos câmbios automatizados, tipo os DSG, dupla embreagem, PDK, enfim, cada montadora tem uma sigla diferente, mas que ele, na verdade, é um câmbio manual, só que com um robô que Faz o acionamento da embreagem, né? E aí no caso do DSG são duas, >> então ele fica alternando
ali entre a embreagem das marchas pares e das marchas ímpares. Isso fez com que você tenha o melhor dos dois mundos. Você tem um câmbio manual tão eficiente quanto pode ser um câmbio manual e você tem um câmbio automático que é extremamente rápido e preciso para fazer as trocas de marcha. Ele não erra a marcha. >> Agora que faz sentido, que eu já tinha Ouvido falar nisso, que o os carros que tinham câmbio automático muito antigos não eram tão eficientes e não conseguiam ter >> não, cara. O consumo era horrível, cara. O consumo era realmente
o que mais >> ã ã prejudicava. E você tinha tipo um câmbio automático de três marchas, sabe? Então, cara, era primeira marcha longa para caramba. Então, para arrancar era um, ele começava embalar assim lá depois de 50 por hora. >> Dava quase 100 por hora de primeira marcha, cara. O carro dele >> tem gente que vai ficar na cidade, só vai ficar na primeira sempre, né? >> Mas é, aí depois botava segunda, terceira e ferrou, porque a terceira era literalmente ele mantinha a velocidade só. E hoje você tem carros com câmbio automáticos de 10 marchas,
então sempre vai ter uma marcha boa para aquela situação, >> né? Ã, e os conversores de torque obviamente melhoraram muito, então os carros automáticos hoje conseguem ser mais econômicos, mais rápidos e mais confiáveis do que os carros manuais. >> Que pra cidade realmente o cara vai colocar a primeira, a segunda e tem que ficar pisando na embreagem. É complicado. Agora os cara vai pegar uma estrada, uma pista, ele pode ter aquele aquela vontade de trocar marcha mesmo, Né? >> E o próprio carro automático hoje você tem, você pega a alavanca ali, bota pro ladinho ali,
tem borboleta, tem tudo. Então você pode escolher a marcha. >> E eu acredito que uma tecnologia que vai já existe, tá? Eh, comercialmente falando, a Queen Seg, eu acho que é a única que fez isso no mundo, mas dentro do mercado de customização, eu, por exemplo, agora tô com ã ten um dos carros que a gente tem essa Funcionalidade. Ele é um câmbio automático, mas eu tenho um pedal da embreagem se eu quiser usar. Então, eu posso ter um câmbio automático >> aonde eu posso botar primeira, segunda, terceira, quarta, quinta, sexta, sétima e oitava. Eu
tenho oito marchas aqui >> no mesmo lugar. ou tem que fazer uma modificação e tirar um e colocar o outro. Não, eu tenho, eu tenho literalmente as oito marchas. Inclusive o controlador que eu uso para fazer isso É um é um shifter, é um é um é uma alavanca de marcha de videogame. >> Entendi. Entendi. >> Que tem oito marchas. E aí eu posso flipar uma chave e ele ele vem alavanca pro centro e ele vira tipo um sequencialonde para trás eu boto marcha para cima, para frente eu boto marcha para baixo >> ou eu
posso apertar um botão e eu boto no Donde eu não preciso trocar nenhuma marcha. Então eu posso dirigir como se Fosse um carro manual, pisando no pedal da embreagem e eu consigo fazer o motor apagar se eu quiser. Tipo, boto primeira, se eu tirar o pé muito rápido, apaga o motor. Ou eu posso simplesmente, ah, tô cansado, dirijo só com com freio e com acelerador. E ele faz a parte da embreagem do conversor de torque, na verdade, nesse caso, automaticamente. >> Legal. Nunca tinha visto isso daí. >> É. E você é aquele cara que tem
que gosta do manual, gosta de passar a Marcha ou não? Você não liga tanto. >> Ah, cara, eu tenho 12 carros em casa e só um é automático hoje. >> Ah, então você você realmente gosta, né? >> Eu eu eu gosto de de ter a experiência ali de trocar de marcha num carro. >> Uhum. >> Mesmo no trânsito, você você não liga assim ou não? Aí aceita só. >> Ah, eu eu hoje não ligo muito, mas vale salientar, né? [ __ ] sabe? Eh, a minha realidade é muito Diferente da realidade da maioria das pessoas.
Então eu hoje pra minha rotina eu consigo evitar, não sempre, óbvio, mas eu consigo evitar sair de casa em horários de muito trânsito. >> Isso normalmente significa que ou eu vou trabalhar umas 9 da manhã, a hora que eu saio assim, ou eu saio extremamente cedo e aí sempre aí não adianta voltar mais cedo eu nunca volto, sempre volto muito mais tarde e aí não pego tanto >> ou é tarde ou é muito tarde, né? >> É exato. Cedo não tem essa opção pra gente normalmente. >> Aham. Isso aí. Mas realmente, né, que eu só
depois que eu fiz a autoescola e dirigi um pouco o carro do nosso avô na época que era um Fiestinha 2006, depois eu nunca mais peguei o manual, nem sei se eu sei dirigir isso daí ainda. >> É, eu ach que muita gente no futuro vai ser isso mesmo, não vai nem saber dirigir, talvez o manual >> é igual andar de bicicleta, você não Esquece, mas é, mas a primeiro primeiro dia ali, o primeiro momento, você vai ficar ali um um uns minutos ali batendo cabeça ali até entender o funcionamento da embreagem e tudo mais.
Acho que eu lembro, parando para a memória muscular. Acho que não, não erra mesmo, né? Não erra mesmo. É que eu já comecei a imaginar, eu tô já tô lembrando como como que era >> aí vai, aí você escuta. Nossa, tá gritando ah é, eu tenho que trocar de Marcha. >> Verdade. Em relação aos carros SUV, que eu vejo que no Brasil o carro da família, o carro que todo mundo tinha era o Sedan, né? E acabou substituindo pro SUV, mas a gente tá até tava falando com um amigo nosso esse final de semana que
ele tem um Nivos, né, que era para ser um mini SUV, né? E o carro é, ele falou: "Não, que o carro é baixo para caramba, que eu tenho que ficar virando o eixo do carro para passar, porque Senão, eh, eu vou raspar o carro todo". Que que você vê que aconteceu? Foi uma estratégia das montadoras de fazer essa narrativa pro brasileiro em si comprar o SUV, não que tem que ser SUV, mas no final das contas nem é isso. Pois é, SUV a sigla é Sport Utilitary Vicle, então é um veículo utilitário esportivo. Isso
iniciou, se a gente for olhar ali, Cayen, Land Rover, é Q7, >> que aí era o carro bacana mesmo, >> que eram esporte, eram utilitary Vehicles. Então assim, ele tinha esportividade e e eram veículos utilitários, porque você conseguia botar bagagem, mala, família, gato, cachorro, papagaio, um fogãozinho elétrico ali no no porta-malas e ia embora e você transpassava qualquer desafio com carro desses. Normalmente veículos com tração integral, boa altura do solo e eram carros obviamente muito pesados. Uhum. >> E para levar um carro muito pesado, mantendo a parte do esporte, você tinha Que ter motores gigantescos.
>> Uhum. >> Daí, obviamente que era o sonho de consumo da galera ter um [ __ ] uma Range Rover, ter uma Cayen, ter um carrão desses, só que não dá para pagar o que esses carros hoje a a grande maioria do mercado consumidor não consegue pagar. Então, as montadoras começaram a dar o Migué. >> Aham. E aí é é literalmente o Miguel, porque daí tá, então vamos pegar e vamos Trazer isso um pouco mais para baixo. Daí você começa a ter, por exemplo, as picaps que foram virando SUVs, tipo uma SW4. >> Uhum. >>
Mas aquilo ali é uma Hilux. >> É realmente só não tem a caçamba, mas o resto. >> Exato. Exato. >> Sim. eh, que é um nicho que ainda mantém a parte de utilitário, porque, pô, é uma picap, só que você perde bastante em Conforto. >> Uhum. >> Porque é uma suspensão voltada para um veículo de carga. E aí você tem a galera que realmente só deu o Migué da estética, porque daí eles arrancaram até a tração integral, que são os SUVs de shopping que a gente fica zoando lá, tipo Jeep Compas de entrada, né, onde
a gente tem um carro tração dianteira >> que tem ali talvez um um um volume Interno que relembra o que eram esses SUVs, onde começou essa teoria. tem alguma altura do solo, só que você vê que os designers começaram a dar migué até na altura do solo, >> porque daí que que o cara faz? O chassi do carro, ele tem praticamente a mesma altura do solo, pô. Mas o carro parece alto. O carro não parece alto. A caixa de roda subiu. >> Uhum. >> A altura do piso do carro pro solo manteve-se a mesma. E
aí o cara ainda pega e bota aquele aplique de plástico preto. >> Uhum. >> Que é plástico cru e dá impressão de mais alto ainda. Porque a lata do carro começa uns quatro dedos depois dele assim, sabe? Daí você olha, você fala assim: "Nossa, maior caixona de roda". Olha só. Aí você pega o para-choque, não tem um palmo assim da do bico do Para-choque pro chão. >> Tanto que eu tinha visto que eu tinha parado atrás desse desse nível. Eu olhei, não, realmente se for ver da altura do chão, Corolla é um pouco mais baixo,
mas não tá tão mais baixo assim. >> Não é muito mais baixo >> e aí o cara sobe a linha do teto e aí você tem aquela, nossa, espaçoso e tal, mas na verdade aquilo ali é meio quase uma aberração, mas pelo bom trabalho dos designers, pouca gente percebe isso. >> Uhum. Mas ele nem é mais esporte, nem é lá tão utilitary, porque com tração dianteira, qualquer chuvinha mais forte lá, você atola, é um laminha ali, você já fica atolado. >> E beleza, mas ele ainda consegue ser ali um veículo muito confortável. E aí, de
fato, eles pegam essa calibração de suspensão e tudo mais. são veículos ali, ã, que têm algum tipo de conforto. Normalmente, ã, eles acabam tendo uma roda pequena e um pneu um pouco maior. Então, isso aí, né, para o trânsito que a gente tem nas cidades hoje, acaba sendo realmente mais cômodo. Eu hoje confesso que, ó, vendi o meu Polo, né, TSI, que era o meu carro de uso diário ali, ã, e cogito ali ter de repente uma Tcross, não o Nivus, porque justamente o Nivos é >> cansado mesmo, >> cara. É que o Nivos é
muita força de barra assim, sabe? Eh, apesar de visualmente me agradar, mas ele Literalmente nem a molinha mais alta tem essa desgraça. É a molinha do Polo. É um Polo inteiro ali, só que com a cintura um pouco mais elevada ali, né? É igual eu pegar minha pegar minha bermuda, ó. É tipo isso aqui, ó. O cara pega aqui a a calça e fala assim, ó. Isso aqui é um SUV. É um é um é um NVOS. Não, pior que é isso mesmo. Tanto que eu fui alugar alguns meses que eu fui paraa Florianópolis, aí
eu tinha pego o carro mais barato automático que tinha, porque Eu ia ficar lá rodar um pouco. E lá você não queria pagar, acho que era sei lá, R$ 20 a mais no dia para trocar por um nível. Aí eu pensei, aí eu pensei assim, falei: "Ah, pode ser, vai, vai se daí mesmo, tá? Tá na promoção". E [ __ ] é não, não é um carro que que parece o que é mesmo. >> Exato, exato, exato. Você dirige ali, você fala: "Pô, não tô dirigindo um carro alto porque ele não é efetivamente o carro
alto." O TCS já é um carro que Tem realmente mais um pouquinho mais de de de espaço ali para solo e tal. Daí é, mas ainda assim não é 4x4, então vai atolar. Então >> é, não, não vai ser o utilitário mesmo. >> É exato. Talvez ali eu reneguei completo lá que é 4x4 diesel. >> Pode funcionar, né? Aí ele me convence que é um SUV ainda. >> Uhum. >> E algumas lendas sobre carros. Então tem gente que fala que não pode lavar o Motor que estraga ou que se você ficar andando com o combustível
sempre lá embaixo próximo da reserva também dá ruim. O que que é verdade? O que que é mentira que você ouve por aí? >> Cara, vamos lá. Ã, normalmente isso sempre tem um fundo de verdade, tá? Então, quando a gente pega, por exemplo, a lavagem dos carros, hoje nós temos ali grande parte dos componentes que estão ali dentro do compartimento do motor, do cofre, que a Gente chama ali o compartimento do motor de cofre. Eles são componentes blindados a água, umidade e tudo mais. Os conectores, os plugs, todos eles têm uma borrachinha lá dentro para
evitar que a água acabe entrando e fazendo um curto circuito dentro dos contatos elétricos, tá? Mas ainda assim você tem componentes que são mais sensíveis à água. Por exemplo, a parte onde fica ali a caixa do filtro de ar. Não é bom você jogar água naquela região ali, ou pelo menos Você joga com bastante cuidado, não é uma água sob pressão, ã, para você conseguir fazer a limpeza daquilo ali. Embora que limpar aquela região não vai te trazer absolutamente nenhum benefício. >> Uhum. >> Tá. literalmente nenhum benefício. Eh, >> a eu não sabia não. Já
vi no TikTok um monte de vídeo, não. O cara falando, tem que lavar o motor porque senão vai estragar o carro. Não, negativo. Inclusive, a própria, se você pegar ali a própria, obviamente o motor não é feito para que o óleo ou o lubrificante, a graxa acabe saindo ali de dentro do motor. Mas com o passar do tempo você vê que as juntas ã retentores e tudo mais acabam se desgastando e ele acaba deixando ali sair um pouco daquele vapor de óleo ou um pouco do próprio óleo cru mesmo. Só que daí você tem que
arrumar, evidentemente, né? >> Uhum. Eh, mas aquela camada que fica Ali, inclusive, evita que, por exemplo, você tenha formação de oxidação em contato do metal cru >> com o ar atmosférico em motores, por exemplo, que são >> ã de alumínio, >> né? Então, po até ajudar. Então, essa essa >> você consegue você consegue até ajudar se for se for olhar por um por um ponto de vista óbvio, porque se você tem óleo do lado de fora do motor, isso já é um Problema por si só. Mas assim, ficar lavando ali não faz o menor sentido.
Existe a lavagem do motor, por exemplo, quando a gente tá, vamos lá, estamos com vazamento de óleo no motor, só que esse vazamento já está há tanto tempo que o motor inteiro tá emporcalhado de óleo. Aí a gente tem que fazer uma lavagem para que a gente teste o carro, liga o carro, dá uma volta, faz um ciclo, porque aí a gente consegue saber que se escorrer o óleo é óleo novo e aí a gente Consegue mapear da onde que ele saiu, né? Mas um problema interno, né? Não é que isso tá gerando outra coisa,
que já teve o problema e descadou, >> a gente precisa usar lavagem para diagnosticar e conseguir fazer ali a reparação adequada daquilo que a gente tá fazendo. Mas a lavagem em si em excesso, assim, na verdade, mesmo sem ser em excesso, não é algo que é e recomendável, embora que hoje todos os sistemas elétricos ali estão protegidos, Ã, por não não é porque vai dar um curto circuito, mas é porque vai literalmente entrar água e umidade dentro do motor e o motor não é feito para funcionar com água e umidade, né? Quando o engenheiro projeta
aquela caixa do filtro de ar, é justamente para que ele consiga pegar as gotículas de água da chuva e consiga fazer ali. Você vê que nunca a caixa fica virada pra frente do carro. Você sempre tem um duto que faz uma revira a volta para justamente essa água não Adentrar dentro do motor. Isso aí pode te gerar um problema >> muito grave, né? Ã, daí beleza. Lavar motor não lavem. Mas é é verdade, lavar motor ali pode te causar problemas, então não façam isso, tá? >> Então se o cara lá do do lava rápido não
tem que lavar, tem que lavar, não, não é. >> E se forem fazer, leva numa galera que já tem ali os equipamentos adequados, Como eu te falei, tem hoje máquinas, por exemplo, de gelo seco que conseguem lavar sem nenhuma pressão, né, e sem gerar resíduos líquidos. Então isso aí é muito legal para você conseguir fazer. Tem diversas outras técnicas ali, produtos adequados, tá? Eh, se você realmente quiser lavar o motor, mas não é muito recomendável. Combustível, tá? Eh, como que rola? Vamos lá. Digamos que esse copo aqui seja o meu ã esse copo aqui é
onde tá a minha bomba De combustível, certo? Então, eu tenho uma bomba de combustível que tá aqui dentro, beleza? E ela tá consumindo o combustível deste copo. Só que esse copo ele está dentro do tanque, que é um tanque desse tamanhão aqui. Que que rola? A bomba de combustível, ela pega esse combustível, pressuriza ele e joga pro motor. >> Ele tem que ser pressurizado, >> certo? Antes não era assim. Antes a Gente tinha o carburador e tal, mas hoje todos os sistemas injetados são pressurizados. Quando você pressuriza algo, você esquenta, você leva ele de um
estado de pressão baixo para um estado de pressão alta, gera calor. Qual é a treta? Esse combustível vai para motor, é normal, só que o seu motor tá funcionando ali na marcha lenta, tá de boinha, você tá no trânsito, tá devagar, você não tá acelerando, consumindo Combustível, então esse combustível retorna >> pro tanque. >> Uhum. Lembra que quando você pressurizou, você esquentou, ele vai voltar quente. Se você tem um tanque de combustível enorme, é tipo tentar fazer miojo com a panela cheia d'água. Você vai esperar para comer seu miojo, meu amigo, >> né? >> Então,
quando você quer fazer o miojo Mais rápido, você bota só um pouquinho de água dentro da panela e ele esquenta muito mais rápido. A mesma coisa acontece com o tanque de combustível do carro. Mesma coisa do contrário. Tem uma piscina cheia da água e você vai jogar um copo de água quente. Não vai fazer nada, >> não vai mudar nada. Exatamente esse mesmo conceito. Então, quando tu tem uma bomba de combustível que tá dentro disso aqui, só que o teu tanque de combustível Tá baixinho, >> Uhum. >> tu tem pouquíssimo volume para dissipar aquele calor
e aí a bomba de combustível acaba trabalhando numa temperatura muito mais elevada. E é normal então andar com o carro nessa condição, embora que o copo a que a bomba fica imersa sempre vai tá cheio, tá? Faz com que um ela trabalhe numa temperatura muito mais elevada. Dois a chance dele conseguir puxar a Sujeira que tá decantada no fundo do tanque é muito mais alta. >> Uhum. Porque a sujeira fica ali, em teoria se abastece, a sujeira levanta, ela fica suspensa dentro do tanque, depois de um tempo o carro parado, ela decanta e fica lá
embaixo. Se você tá só na ramelinha ali, a chance de você puxar essa sujeira é muito mais alta. Então, >> evitem andar com o carro na reserva ali, né? Sempre abasteçam ali com um pouco mais de frequência. Isso vai ajudar a Manter a sua bomba de combustível mais refrigerada e vai aumentar a vida útil dela. >> Então, camarada que tá duro, sempre colocando 25, R$ 30. Se for pensado o ponto de vista ali de de investimento, você pode continuar botando vintão, mas encha o tanque e aí baixa um quarto, você bota vintão, baixa um quarto,
bota vintão de novo. Você vai ser mais feliz de vintão em vintão do que se você ficar Só no último quarto do tanque. >> O problema para esse cara é o investimento inicial, né, que já é alto. Aí >> é, mas aí ficam ficam umas quro semanas sem andar de carro, né, que aí você fica juntando o vintão por quro semanas. Bora que agora vai dar R$ 80. R$ 80 não dá nem quase um quarto de tanque n di hoje, né, cara? >> Que acho que no passado eu já ouvi o pessoal falando de 20,
de 20, mas acho Que 20 já não dá mais. Acho que tem que colocar uns 30 para ser alguma coisa. >> Agora é cenzão de 100zão, velho. >> Tenho aqui eu tenho que abastecer mais o carro aqui. Toda vez que eu paro eu vou lá e encho o tanque, mas eu só vou abastecer quando tá próximo da reserva já. Melhor >> eu também só só tô abastecendo quando tá na reserva. >> É, eu eu acabo me programando. Então o último quarto lá eu >> aí, ó, já se já se preocupa mais como agora que eu
tô sabendo disso, eu vou vou me programar também para fazer. Em relação a combustível ruim, acaba ferrando muito carro mesmo. Tem carro que ele vai ferrar mais do que outro, que na macan era na Macã que eu tava abastecendo sempre num posto que não era o que eu tava acostumado a abastecer e toda hora tava aparecendo uma luz lá na Macã e eu não sabia o que era >> e às vezes desaparecia e do nada saía Porque eu ia basto, depois eu ia em outro, né? Acabava o combustível >> e era só pódium ainda. >>
E era e eu só colocava pódium ainda, não colocava >> e ainda assim dava diferença. >> Tava dando porque o posto devia ser uma merda, né? Aí eu fui na concessionária falar o que tá acontecendo e tal. Para você ver, né? O cara da concessionária não falou nada, não falou que poderia ter sido. Falou assim: "Ah, não, não tem Nada no teu carro, não." Apagou a luz e mandou embora. Então, >> é combustível. >> E aí depois que eu foi até num corte teu que eu vi que poderia ser o combustível. E aí agora vendo
assim com certeza era, né? Então, cara, essa questão do combustível é até interessante porque recentemente a gente teve uma mudança na na legislação aqui no Brasil, onde a gente teve o acréscimo de mais um percentualzinho ali de etanol na nossa Gasolina, né? Então, nossa gasolina agora, por legislação, a partir de agosto, teve agora 30% de tem 30% de etanol na composição química dela. Isso faz com que alguns carros naturalmente que não tem tanta adaptação pro para pro nosso combustível aqui, acabem ã sofrendo por é justamente assim, vamos lá, eh, vamos supor um carro que seja
flex, >> tá? Quando você abastece ele com álcool, ele consome mais em volume, né? Então Você enche o tanque lá, sei lá, 50 L, aqueles 50 L rodam muito menos quilômetros. >> Isso porque o etanol, pela razão estequiométrica, ou melhor, >> é a pela razão estequiométrica, ele acaba consumindo muito mais volume do que a gasolina. Então quanto mais etanol a gente coloca, naturalmente que mais volume ele vai acabar consumindo. O nosso combustível vai render menos. Uhum. >> Tá. Quando você vai, >> você vai pagar a mesma coisa, né? Que não vai, >> você vai pagar
a mesma coisa. Isso aí é o que chateia a gente, né? Eh, então nesse caso, eh, os carros que não têm uma adaptação para o nosso combustível, que vem de repente com a calibração do motor genérica para qualquer lugar do mundo, aqui no Brasil eles acabam sofrendo porque eles deveriam ter feito Uma adaptação para aumentar a quantidade de combustível que o bico injetor tá jogando dentro do motor para compensar esses 30%. Então, normalmente, o que eles vão te dizer é: "Ah, talvez eu cheguei ali, quando ele acende a luz, é, cheguei no limite do que
eu deveria ter que alimentar pro motor rodar normalmente e ainda não tô chegando no na mistura ideal, então tem algum problema." >> E aí que que tava acendendo lá no Painel? >> E aí ele acende aquela luzinha e tal, leve pra oficina e tudo mais. Então, a tendência é que com o passar do tempo isso fique cada vez mais constante. E não necessariamente é que aquele combustível era ruim, mas aí entra, infelizmente, aquela a realidade brasileira, né? Eh, o nosso combustível já tem 30% por lei. >> Uhum. Aí o cara do posto vai lá e
dá aquela roubadinha E aí a gente tá mais lascado ainda, porque a maior parte da da nossa frota de veículos, ela já é flex hoje, né? Mais da metade já é flex dos carros de de passeio, né? Então você botou mais álcool na gasolina, não vai te causar problema nenhum. O carro vai funcionar normalmente porque ele é flex, >> só vai durar menos. Mas a os carros, por exemplo, como a Macan que você falou, ele não é flex. >> Uhum. >> Então aumentou o percentual de etanol que já tava próximo do limite, acende a luz
na hora porque ele fala: "Ó, tem alguma coisa de errado aqui." Então, ou a gente teria que ter uma calibração voltada para o combustível brasileiro, isso por parte da fábrica. E eu acredito que grande parte das montadoras que vendem oficialmente os carros aqui já estão trabalhando nisso, né? H, ou o pessoal vai ter que recorrer a Caras tipo eu, que vão fazer esse tipo de coisa para conseguir ajustar ali para um combustível, ã, tão diferenciado que é esse combustível brasileiro. Pr você ter noção, a grande maioria dos combustíveis no ao redor do mundo tem etanol
misturado, tá? >> Uhum. Isso veio na década de 90 para combater o chumbo. As gasolinas que nós utilizávamos na época utilizavam chumbo como agente antidetonante. Então ele ele dava a gasolina um poder de combustão mais forte, dava para você extrair mais potência dos motores, >> né? Eh, com segurança, na verdade. Não, não é que eu vou extrair mais potência, ah, porque eu vou tirar mais cavalo, não. É para você ter a segurança de gerar aquela potência. sem ter nenhuma combustão anormal. Eles usavam chumbo. Chumbo é extremamente danoso, tanto pros para os seres humanos quanto para
meio ambiente ali. Eh, E aí eles substituíram o chumbo pelo etanol. A diferença é que ao redor do mundo, o máximo que a gente vê nos outros países é 10%. >> E 10 ainda é o máximo, né? Aqui >> é o máximo. E aqui já ultrapassou três vezes mais o máximo dos outros. >> A gente tá com mais do que três vezes o máximo dos outros, né? E nessa parte de gasolina, né, que eu vou no posto, ele fala: "Ah, tem comum, mas tem aditivada". Aí eu lembro que na época do TT eu só botava
ou comum ou pódium. Aí na da porta era pódium. Aí hoje em dia na no Corolla eu só boto comum mesmo. >> Essa aditivada tem alguma diferença? É interessante que você coloque de tempos em tempos ou não? >> Vamos lá. Isso lógico. Ah, eu vou generalizar aqui. Cada distribuidor pode ter ali características diferentes pra sua gasolina aditivada. a gente vê que tem vários nomes diferentes, mas em linhas Gerais, uma gasolina aditivada, ela é uma gasolina que tem detergentes, >> tá? Detergentes aditivos. Ela não é uma gasolina mais forte, ela não tem mais octanagem, ela não
é uma gasolina que te gera mais potência, tampouco mais economia de combustível, tá? Isso não são eh qualidades inerentes de uma gasolina aditivada frente a uma gasolina comum. A maior vantagem de uma gasolina aditivada, por causa dos aditivos e Detergentes que ele tem, é a limpeza do motor. E por que a limpeza? Vamos lá. Não sei se vocês já chegaram a ver, mas os mecânicos quando precisam ali desmontam o motor e tudo mais, eles vão montar o motor de novo. Eles lavam as peças, eles lavam as peças do motor com gasolina. >> Entendi. >> Porque
a gasolina aditivada, ela consegue pegar toda aquela crosta de carbonização, seja por óleo, seja por Algum componente que ficou ali acumulando com o passar do tempo e ela consegue dissolver aquilo ali. >> Uhum. Certo? Eh, a gasolina ela tem ali muitos solventes ali na mistura química dela, né? Ã, então a gasolina aditivada serve justamente para promover essa limpeza internamente no motor. Porque lembra que eu falei lá que tem vapores de óleo que eventualmente saem para fora? Normalmente esses vapores de óleo ficam enclausurados dentro do próprio Motor e com o tempo gera o que a gente
chama de carbonização. Já ouviu falar nisso? >> Uhum. >> Já ouvi. Uhum. Então, a carbonização é justamente esses vapores que ficam sempre por ali, formam uma crosta. Essa crosta ali você ao utilizar como com um combustível aditivado, você consegue combater essa formação de crosta e manter ali o interno do seu motor sempre limpo. E isso é bom a longo prazo, Porque evita que você tenha ali um desgaste do interno ali do motor, né? Porque essa crosta, tipo assim, tem peças do motor que precisam vedar e essa crosta ela acaba impedindo a vedação. >> E aí
a gente tem aí prejudica consumo, potência do motor, motor perde, uma série de outras lados negativos. Então, a médio e longo prazo, usar a gasolina aditivada, ela vai te dar ali certas vantagens, principalmente de você conseguir combater a Carbonização e todas as os malefícios que a carbonização traz dentro do motor. Pô, Ricardinho, então fiz cagada, tô fazendo cagada em utilizar ali o meu Corolinha com gasolina comum médio. >> Uhum. Você pegou esse Corolinha zero. >> Zero. É, >> ele era zero. Então, beleza. Você sempre usou o gasolina comum no seu corolinha desde que você pegou
ele 0 km. >> Comum. >> Beleza? Ou seja, existe uma formação de Carbonização já dentro do seu Corolla. Pode existir. >> Uhum. >> Se você pegar e abastecer seu carro com gasolina aditivada agora, aquela craca inteira vai soltar tipo de uma vez. E aí >> ela em ela vai parar em algum lugar. Concorda comigo? Concordo. >> Então, se você pega um carro usado que você não sabe como foi ou no seu caso que você sabe que sempre utilizou gasolina comum, continua utilizando Gasolina comum. E aí, [ __ ] provavelmente esse problema de carbonização, no caso
do seu Corolla, vai ficar tipo pro oitavo, 12º dono. Não é um, não é algo que acontece assim, >> cara, rapidamente. A gente vai ver motores cansados com mais de 150.000 km. Eu já vi gente falando desse aditivo que você pode pôr a parte. Você põe a gasolina comum, você compra lá o frasquinho e põe depois. Tem alguma diferença ou não? >> Não, eu assim deve tem diversos frasquinhos miraculosos por aí, né? >> Pode que tá prometendo alguma coisa mais. >> Exato. Tem alguns que funcionam ali para limpeza de bicos, para descarbonização, para uma série
de de de coisas diferentes ali. Ã, alguns realmente funcionam ali, né? Mas eh da gasolina em si, eh a gasolina aditivada tem ali um, né, um diversos detergentes que vão conseguir fazer ali diversas funções Diferentes. A gente tem até a mesma marca tendo de dois tipos de gasolina aditivada diferentes. >> Entendi. >> Né? Um para cada aplicação ali e tal. Então essa é a moral da história. Sempre usou gasolina comum, continua de gasolina comum. Você fez o motor, aí você abriu, você desmontou, você fez retífica, fez tudo, o motor voltou pro zero, tenta abastecer sempre
com gasolina aditivada e assim Sucessivamente você vai, >> você pegar um carro usado comum para garantir também, né? comum é garantido, você não vai ter nenhum tipo de coisa, porque daí aquela sujeira que de repente não dentro da câmara de combustão, porque aquilo ali vai entrar, aquela carbonização, vai sair pelo escapamento e beleza, ou vai ficar no máximo presa ali no catalisador. Mas digamos que você vai lá e tem uma formação já de sujeira na linha de combustível, dentro do Tanque, >> nos filtros de combustível. Tudo isso vai soltar e vai parar lá no seu
bico injetor. Aí entope o bico. >> Entendi. E a gasolina premium, a gasolina pódium aí é diferente a octanagem, né? >> Isso aí quando a gente tem uma gasolina de alta octanagem. E aí no Brasil nós temos Petrobras Podium, nós temos a Shellã V Power Hacing e nós temos a da Ipiranga é a octa. >> Uhum. Eu acho que são as três que eu tenha conhecimento ali de alta octanagem no Brasil. Essas aí, sabe aquele poder de antidetonação que a gente tinha no chumbo? Ela tem um poder de detonação muito maior, um antidetonante muito maior.
Então, para motores que usam temperaturas muito elevadas de de câmara de combustão, vi a maior parte dos motores turbo hoje, eh motores de altíssima performance, esses combustíveis acabam sendo muito mais ã Efetivos nesses motores do que a nossa própria gasolina comum, porque é como se fosse eh um como se fosse uma super gasolina que tolera muito mais esforço. sem que ele tenha combustões anômalas. A central eletrônica dos carros mais modernos reconhece isso e te gratifica com mais potência. >> Entendi. >> Além de te gratificar com mais potência, o que esfria a câmara de combustão é
o próprio combustível que tá sendo jogado Lá dentro. E se você coloca uma gasolina de melhor octanagem, você consegue trabalhar com uma temperatura de câmara mais elevada. E ao elevar a temperatura da câmara de combustão, eh, se você tem uma um combustível de boa octanagem, você não precisa esfriar tanto ela, logo você injeta menos combustível. Por isso que quando você bota às vezes uma gasolina de alta octanagem, o carro fica mais econômico. >> Eu falei pro Renan que ele tá reclamando que o Corolla não anda, que não dura gasolina. Eu falei não, que a Macan
durava mais, a boxer durava mais porque era pódium. É, >> mas é verdade. É na na Macan principalmente que eu tava compando que a Boxter o durava menos ainda do que o Corolla, mas na Macan durava mais o combustível do que no Corolla blindado. Aí eu tava me revoltando. Mas é porque se você Aham. Mas realmente eu só usava Pódium e agora eu só uso comum. Porque isso é verdade que no carro que a injeção é direta, tem que usar o combustível premium ou não necessariamente? >> Ã, não necessariamente, tá? Eh, o combustível ele tá
o combustível premium ele tá mais ligado realmente com essas questões da temperatura, potência gerada, pressão dentro do cilindro. Quanto mais pressão dentro do cilindro, naturalmente que você tem uma tendência De precisar de mais octanagem para que a combustão aconteça normalmente. Mas, eh, a injeção direta, uma das grandes vantagens da injeção direta é que como o bico injetor ele tá diretamente dentro da câmara de combustão, ele comprime somente ar. Ele não comprime ar e combustível. Se não tem combustível dentro da câmara de combustão, ele vai explodir? Não. Só tem ar lá dentro. Então você Evita que
aconteçam as combustões anômalas. >> Uhum. >> Né? Essas anomalias de combustão, você não evita totalmente, mas você consegue mitigar muito isso. Então, os motores de injeção direta rodam. Lembra que eu falei que a mistura precisa, a câmara precisa est fria ou precisa estar na temperatura adequada para que não aconteça essas combustões anormais? Uma injeção direta não precisa da câmara Fria. >> Entendi. >> E aí ele não precisa ter excesso de combustível. os motores de injeção direta são mais econômicos do que os motores de injeção indireta por causa dessa queima mais limpa deles. Porque para nós
consumidores a gente tá preocupado com consumo, mas pra fábrica a tendência de ter os carros de injeção direta é justamente porque se você consome menos combustível Você emite menos carbono, porque né, pela, né, a tem até incentivos aí por por conta disso, né? Claro, o grande lance disso que a gente falou das gasolinas de alta octanagem é que a gente tem algo no Brasil que não existe em nenhum outro país do mundo. Nós temos ali a oferta de um supercbustível ultra octanado com uma resistência a detonação bizarra e que só existe na maneira como ele
existe aqui no Brasil, que é o etanol. >> Uhum. Então o etanol para a qualidade da combustão é um supercbustível muito superior, por exemplo, a octanagem da gasolina premium, mas muito superior. Então aqui no Brasil algo que a gente tem que explorar mais e as montadoras estão realmente voltando um pouco para essas questões é o uso dos, na verdade é o desenvolvimento de motores para uso específico de etanol. Uhum. >> Aonde a gente consegue ter motores que São, porque quando você tem o motor flex, ele não é nem um motor bom para um e nem
é um motor bom pro outro, entendeu? Ele fica no meio do caminho, >> mas quando você desenvolve um motor paraetanol, dá para você ter um motor muito melhor. Contrapartida é que ele não vai poder rodar a gasolina. Mas a gente já passou por isso na década de 90 e ninguém perdeu uma mão, uma perna, porque o Monza era só álcool, >> né? Então, >> será que não é interesse econômico, porque vão querer usar aquilo que outros países grandes acabam produzindo, que é o petróleo, e não o etanol? >> Olha, não sei se existe esse viés
econômico, político ali de de de movimentação, mas eu acredito que assim, infelizmente no Brasil a gente tem visto um um um enxugamento dos setores de engenharia dentro das montadoras. Então, A gente tem cada vez mais ah o desenvolvimento sendo feito no exterior, nas matrizes, e aí a tecnologia vem importada para cá, né? Nós vimos a fábrica da Ford fechando aqui, nós temos visto ali a grande maioria das montadoras, a General Motors, mandou grande parte do setor de engenharia há 10 anos atrás lá para Detroit e fechou muitas dos setores que a gente tinha lá na
fábrica de São Caetano do Sul. Então, a gente tem visto as motorizações vindo Dos Estados Unidos e somente sendo tropicalizadas para serem vendidas aqui no Brasil. >> Uhum. >> Mas uma iniciativa, eu posso, se eu não me engano, chamar Lecar. Já viram esse carrinho? >> É um carro >> é um camarada que tá fazendo um carro brasileiro, >> tá? Eh, utiliza um motor ã um motor comercial, só que otimizado para Funcionar no etanol, apenas no etanol. Então é uma iniciativa tipo, então, lógico, todo mundo faz o paralelo do Amaral Gurgel, né? Então dizem que é
um novo Amaral Gorgel ali. É um carrinho popular, econômico, assim, ã, híbrido, se eu não tô enganado, ã, que o pessoal tá ali esperando para fazer o lançamento oficial dele no mercado, mas acredito que a gente vai ter sim ainda bons avanços ali, ã, nos desenvolvimentos de motores que rodam ali com o etanol, né? E tem contrapartidas também, né? Nem tudo são flores ali. O etanol também agride muito mais ali eh metais, oxidação, tem ali um um uma deterioração mais rápida dos componentes do sistema de injeção, principalmente nas no injeção direta. Por isso que você
não vê as porches rodando no etanol, você não vê esses carros assim, porque ele realmente deteriora muito mais rápido. >> Mas eh assim, né, acho que isso tudo é só uma questão da gente ter tecnologia suficiente e estudos nessa área para conseguir desenvolver cada vez componentes que toleram ali um percentual de etanol maior. Aconteceu a mesma coisa com o carburador, né? O pessoal começou a usar álcool, o carburador deteriorava lá na década de 90, niquelava, fazziam tratamentos superficiais e aí até que conseguiu utilizar o etanol ali. >> Uhum. >> Nos carburados. >> E na na
tua oficina, o que que você viu que foi a maior loucura que pediram para você fazer? Enfim, quando o maior dinheiro que foi gasto aí? O que que teve nesses anos todos que você não quando você foi fazer ou enfim, a pessoa pediu, você não acreditou? >> Cara, é, vamos lá. sempre tem um outro pedido um pouco mais esdrúchulo assim, né? >> Uhum. >> Eh, fatidicamente que muita gente gosta de carro. Eh, e as pessoas que gostam de carro se interessam pela customização, mas às vezes o carro não é exatamente o carro adequado para você
customizar. >> Uhum. >> E, e adequado, quando eu digo, é, dá para mexer em qualquer carro, dá para mexer em qualquer carro, mas nem todo carro vale a pena. O custo que você vai gastar ali é muito maior para o ganho do que outros carros que são mais comerciais. Por isso que a gente vê que certos carros ali o pessoal já compra para mexer, >> né? Porque é tão comercial que tudo facilita, as peças que você vai comprar são mais baratas, tudo os ganhos são mais expressivos. Então, os pedidos normalmente giram em torno de carros
que são pouco Customizáveis, digamos assim. >> Uhum. >> Eu particularmente tenho um carro que eu desconheço alguém que mexeu nesse carro que turbinou, que é um Kia Picant. Tenho até hoje esse carro, aquele pequenininho da Kia, sabe? >> Sei qual que é. Uhum. Então eu turbinei, ele é todo mexido, tem coilover, tem pneu semisleque, o motor é turbinado, tem um pouquinho de tudo. Então os pedidos acabam gerando mais de carros Assim que são pouco triviais, né? >> Nesse nesse carro teu, quanto que você gastou para mexer? Quanto você pagou e quanto você gastou? Foi você
gastou mais para mexer do que você pagou no carro? >> Ah, esse sim, porque o carro também eu paguei baratinho, né? Então era um carro de R$ 30 e poucos milais, que com certeza tem mais de R$ 30 e poucos milis, mas porque eu sou um grandissíssimo idiota, né? >> E tem mais carros desse que você gastou mais modificando do que o preço do próprio carro? >> Tem, tem. E assim, esse é um carro de R$ 30.000 que eu gastei R$ 30.000 há 3 anos atrás, três, acho quatro, 4 anos atrás, eh, eu comprei um
Subaro STI 0 km, R$ 270.000 e coloquei mais R$ 330.000 R$ 1000 de peça nele. >> Aí deve ter ficado bacana o projeto mesmo. >> Mas fica muito bom, né? Que é o que eu falo para todo mundo, cara. Com dinheiro qualquer carro vai ficar um canhão, rojão. Lógico, o carro melhorou muito a performance. Eu gravei, foi uma web série que eu fiz com esse carro. >> Uhum. >> Então foi muito, muito, muito legal. Tanto que até hoje o carro tá montado exatamente do jeito que tá. Não tá mais com a plotagem, mas a mecânica
ainda é a mesma da época. E a potência, ele tem Mais do que o dobro da potência do que ele tinha original. E para repassar um carro desse, quanto que você consegue repassar mais? Óbvio que o investimento não vai não vai voltar, né? Mas >> óbvio, na verdade que não é um investimento. Então assim, >> ou quando você aportou no carro não vai voltar na hora de vender, né? >> Não vai. Para você ter noção, foi um carro que eu ã vamos botar que o valor total imobilizado do carro mais as peças Superava o Rio
milhão deais e na época eu acho que eu vendi por R$ 320.000. >> Uhum. Então, dos 300 de peça, eu recuperei 50.000 a mais do que ele valia 0 km original. Só que daí, óbvio, tem a depreciação do carro, então ele já não valia mais os 270.000, mas considera que comprou zero. Sim. >> É, considera que um usado que era 270 você comprava por 240, 230. Então eu ganhei 100.000. Ganhei eu, dos 300 de Peça eu recuperei 100. >> Uhum. Bom, pro cara que comprou, né, que já tá pronto, já tá bom. O cara que
comprou foi um baita de um bom negócio. Foi um baita do bom negão de obra, o perrengue no meio do caminho para ficar desse jeito. >> O tempo para fazer mão de obra e tudo mais, mas não é uma realidade assim. Quem realmente customiza o carro, customiza porque é um hobby, customiza porque a gente gosta disso. >> Uhum. >> Igual, poxa, tem gente que gosta de relógio, tem gente que gosta, as mulheres gostam de joia, de bolsa. Sim. É algo que não faz o menor sentido, mas é um hobby, é algo que a gente trabalha
tão duro e lógico, tem relógios que são muito caros e tem relógios que são mais econômicos. Quem gosta de relógio vai querer fazer no relógio. Carro é a mesma coisa. Às vezes a gente não tem grana para, tipo, ter esse carro de R$ 300.000 E gastar mais R$ 300.000, R$ 1.000, mas eu posso comprar um carrinho de 50 e botar uma rodinha mais esportiva, ã, botar um pneu de melhor qualidade, posso tentar melhorar um pouco a performance dele, botar um ronco que fique mais agradável ali. Então, eu acho que a customização ela >> não é
algo ã que tem classe social. >> Sim, com certeza. E eu vejo que é sempre um alinhamento de expectativa, que tem gente que vai lá, quer mexer no carro, Quer gastar e quer falar que é um investimento. Aí não faz sentido porque a pessoa tá se enganando no caso, né? >> É isso aí. Mesma coisa de quem, eu tenho relógio, por exemplo, tenho alguns gosto de relógio, eu compro sabendo que até pode repassar um pouco a inflação porque é dolarizado, enfim, se o dólar estourar, querem ou não é um é um item que é dolarizado,
mas ao mesmo tempo eu sei que a segurança do Brasil não é das melhores que pode acontecer de eu ser Roubado. E eu tenho que estar preparado para isso. E além disso, a maioria dos relógios que você vai comprar, até mesmo na própria boutique, você vai perder dinheiro. São poucos os modelos que você tem um ágil quando você compra. E para você conseguir comprar esses modelos, você tem que comprar vários outros que não valem a pena até o cara te oferecer esse. Então, quando você tem esse alinhamento de expectativa, tô comprando porque eu gosto, tô
tô colocando meu Dinheiro nisso, porque é pela minha satisfação e não ficar pensando que o investimento, tá certíssimo mesmo. >> Sem sombra de dúvida, acho que é isso, né? Igual vocês provaram e comprovaram lá. Você quer jogar no tigrinho porque você é viciado no jogo, você vai lá e joga porque você é um viciado no jogo. Mas que dá lucro, não dá. Exatamente. Até quando a gente comprou o Porsche, eu comprei sabendo que se eu vendesse rapidamente eu poderia ganhar, Mas se eu ficasse com carro, a tendência que eu não fosse ganhar mais e tá
certo também. Então acho que para tudo é entender o que é separar, o que é investimento do que é hobby, do que é prazer, do que vai ter uma satisfação pessoal em modificar, né? >> Sem sombra de dúvidas. Sem sombra de dúvidas isso aí. Se a gente tem isso aí muito claro, dificilmente que a gente vai acabar eh tendo ali dá dá para fazer isso de uma maneira saudável. E isso aí Realmente é o eh dos pedidos esdrúchulos. Aí cabia a mim na época falar: "Olha, não é saudável para por mais dinheiro que você tenha
você fazer isso nesse carro. Às vezes vale a pena você vender esse carro e pegar um outro carro que vai ter peça, vai ter tecnologia, vai ter tudo para você conseguir curtir a customização do carro. Até um histórico, né, de saber o que funciona, sem sombra de dúvidas, né? Sem sombra de dúvidas. >> Porque acho que é muito mais fácil vocês mexerem num carro que vocês já fizeram centenas de carros do que um que você nunca fez. Vai ter que aprender, né? >> É lógico. Ou seja, existe um custo, né? Então, poxa, eu fico horas
e horas e horas desenvolvendo uma nova calibração para um carro que eu sei que eu vou vender centenas daquela calibração. Aquilo ali vai me replicar em centenas de outros veículos, aquela base, evidentemente, porque cada um, o cliente Chega lá e pede de um jeito diferente, que é o que ele quer dentro daquela calibração. Mas a base nasceu de um desenvolvimento de alguns dias em cima do dinamômetro e depois semanas de teste com carro em mundo real para validar que aquilo ali realmente funcionou. Eh, daí você vai pegar e vai fazer tudo isso para fazer um
único carro, tipo, eu tenho um amigo que acabou de comprar um Rolls-Royce Ghost, ele vai querer mexer no Rolls-Royce Ghost dele. Então, olha a trabalheira que eu vou ter para desenvolver, para fazer aquilo ali. Por sorte, ele usa o mesmo V12 BMW biturbo da 760, ou seja, são carros já desenvolvidos, >> né? Mas por casualidade esse Rose tem essa motorização, mas se não seria um carro que eu teria que fazer todo o desenvolvimento, ainda por cima com agravante, que é o risco gigante de eu causar algum problema durante esse Desenvolvimento num carro desse. Eu tô
lascado porque eu vou ter que responder por isso, >> né? >> Para não conseguir replicar em mais nenhum, porque quantos desse o cara vai querer mexer aqui no Brasil, né? >> Exato. E aí tem esses casos que eu pego pelo esporte, tipo, esse aí vai ser um que eu vou pegar porque eu falei: "Tá, vai". Quant, >> quantas pessoas na vida vão poder dizer Que botaram as mãozinhas na central ou num motor de um Rolls-Royce? >> Pouquíssimas. >> Eu posso dizer que assim, hoje daí, né, dentro desses carros fantásticos que eu consegui fazer, tão existem
uma lista de carros ali que eu falo, cara, são carros que muitas pessoas nunca viram na rua. >> É que nem Róis na rua nunca. Lá fora não, acho que lá fora eu já vi, mas aqui no Brasil eu nunca vi, não. >> É, >> também não. Qual que é o top três de carros que você mais gostou de mexer que não não se vê todo dia? >> Ah, cara, eu acho que assim, ã, >> já tô vendo que eu tô complicando, né? Que aí eu >> não não é é que a questão do top
três não, para mim não tá pelo carro em si, mas vamos lá. Um dos carros que para mim foi icônico de ter mexido foi um Honda/Aura NSX. que é um carro que o Aton Sena participou do desenvolvimento. Eu tive a chance de andar, dirigir e trabalhar num carro desses. >> Uhum. >> Então, para quem gosta de carro, com certeza é algo icônico. Eh, o primeiro carro que eu fiz remap diretamente abrindo a central. Eu nunca tinha aberto uma central na minha vida de um carro assim, sabe? Tipo, tira a Tampa, abre, pega a placa. >>
Uhum. Foi uma Ferrari 458 Itália. Foi o primeiro. Eu não fiz tipo num gol, eu fiz numa Ferrari 458 Itália. Então assim, não podia dar errado. >> E a pressão, imagina só, né, >> mano? O primeiro ainda não tá dinheiro com isso. Meu apartamento tava financiado, rapaz. Era entregar a escritura e parcelar o resto no cartão. Falar, ó, divide o resto para mim no Cartão aí e compra outra central para você. Eh, eu tava lascado, mas foi muito legal, justamente pela pressão ali de de fazer, pelo desafio que foi, obviamente deu certo. Eh, mas foi
muito legal. E ah, eu vou te dizer que o terceiro carro não é um carro em específico, mas os carros, As situações, não é pelo carro, é pela expectativa que as pessoas criam naquilo. >> Uhum. principalmente depois que ã veio a questão do YouTube, eh vem também, obviamente o alcance, as pessoas que a gente acaba conseguindo chegar, os lugares aonde eu consigo chegar para falar sobre carros, que é algo que eu amo, mas também me coloca em contato com diversas outras pessoas que Eu nunca conheci, que eles me conhecem, mas eu nunca conheci. E eu
acho que o terceiro carro seriam ali as pessoas que acabam assistindo, que gostam da gente. E isso acho que também deve acontecer com vocês nos investimentos, que o cara junta aquela graninha, sonha com aquilo porque ele acompanha, porque ele quer um dia ver o carro dele no mesmo lugar onde ele viu inúmeras, inúmeras, inúmeras, inúmeras vezes. E ele vai lá e leva o carro >> e ele faz a modificação e ele vem, pô, posso tirar uma foto, posso apertar som, posso te dar um abraço? e o cara sai de lá. Então essa sensação de inúmeras
pessoas que eu atendo hoje e a minoria eu consigo estar lá hoje presente porque eu tô muito mais gravando conteúdo, tô dentro do estúdio produzindo conteúdo. Então no meu dia a dia tem sempre um ou dois dias na semana que eu vou lá na oficina ou eu pego o carro para fazer pessoalmente. >> Uhum. Mas essa sensação faz todo o resto, os pepinos, as noites mal dormidas, sair tarde, muito tarde do trabalho. Com certeza isso é o que movimenta continuar fazendo e me motiva a continuar fazendo e e me motivou a não ter desistido lá
atrás. >> Uhum. Que acaba sendo o elogio mais sincero mesmo, né? Que ele pegou basicamente o dinheiro que ele demandou do tempo dele para ir lá fazer na contigo na tua empresa, né? Sim, eu Acredito que para vocês nos investimentos seja semelhante assim, porque vocês podem ter famílias e patrimônios ali grandes que tão debaixo da gestão ali financeira, ã, da consultoria de vocês. >> Mas às vezes o cara nem tem tanta grana assim, mas percentualmente é a grana inteira das economias do cara que ele deposita ali. e a confiança que a gente consegue ganhar das
pessoas de uma maneira genuína na internet, dando a Cara tapa, falando verdades, tomando porrada muitas vezes por falar as verdades. E das pessoas valorizarem esse nosso trabalho, eu acho que é o que faz aquilo ali valer muito mais a pena às vezes do que um cara que manda um um Rolls-Royce, não é o caso porque o Rolls-Royce é de um amigão meu, mas sei lá, que manda um Rolls-Royce e um Pix grande e nem vai lá para ver o carro ser feito, sabe? >> Aham. >> E nunca nem sabe quem que eu sou. >> Sim.
Então, >> realmente, né, quando tem esse carinho que ele vai lá, >> é muito louco. Eu acho isso é é sem soma de dúvidas, é um baita de um combustível para acordar cedo de manhã e continuar fazendo aquente mesmo. Com certeza. E agora para finalizar, alguns valores aqui de carro e não é para ser o carro custo benefício, aquele carro que não que esse aqui vai ser econômico, não, Aquilo que você acha que é interessante aí vai começar com 100.000 até um infinito. Então, carro de até R$ 100.000 hoje que você ia pegar. >> Carro
de até R$ 100.000. Hum. Um, talvez um um polo. >> Um Polo até >> eu compraria, repetiria a minha compra do Polo, inclusive, provavelmente. >> Aham. Já ia dar aquela mexida depois já Para >> Existe o risco de eu comprar outro polo, inclusive. >> Até 200.000. >> Até 200.000 pode ser usado ou tem que ser novo? >> Não, pode ser usado. >> H, >> às vezes pode ter aquelas lasanhas lá, enfim, que >> eu pegaria uma BMW 320i. >> Uhum. Até 500.000. >> Pô, 500.000 1000 começa a entrar nuns carros que eu não nem sei
que carro tem de 500. Não tô brincando. É que é tão longe assim, mas 500.000 ã 500.000 eu pegaria uma boa. Eu pegaria uma X3M Competition. >> Bom carro, hein? >> É, eu gosto desse carro. >> 1 milhão. >> 1 milhão. Pô, 1 milhão já dá para pegar uns sonhos já, né, sobre quatro rodas. E aí eu fico me pensando, se eu não compraria uma cegonha de carro de 100.000. Eu compraria um carro de, né? Eu compraria 10 carros de 100.000 para ficar chamando os amigos pra gente ir para uma pista e ficar correndo com
os carros de 100.000 do que o carro de 1 milhão. Mas considerando um carro de R 1 milhãoais, hum, um R8 V10. >> R8. Dá para pegar que ano? R8 até 1 Milhão. >> Ah, dá para você pegar uns mais novos assim, 16, 16 em diante. Eu acho que dá para pegar. Dá para pegar novíssimo. >> Mas já era V10 o 2016 >> já. O, na real a do 2010, na verdade, o R8 sempre teve V8 e V10. A diferença é que os primeiros eles tinham um câmbio que era tipo motion, que era uma embreagem
só. Era bem lento esse câmbio. É ruim. E aí virou dupla embreagem. Dá para pegar os dupla embreagem. Já se Duvidar dá até para pegar o spider >> para tirar uma ondinha ali convencível. Opa. >> Legal. Indo para 2 milhões agora. >> Hum. 2 milhões. Acho que dá para pegar uma McLaren já. >> Acho que dá. Dá para pegar. Dá para pegar. >> Dá para pegar uma McLaren. >> 5 milhões. 5 milhões. 5 milhões. Acho que dá para pegar o meu carro dos sonhos assim que é um Ford GT. Ford VT >> antigo, não o
antigo de Lemans assim, mas o 2010 eu acho, que é o V8 Super Charger lá, que é a estética do Dilemans antigo da década de 60 lá, do Ford versus Ferrari. >> Entendi. Aham. >> E mas com uma motorização mais nova, que esse novo agora virou V6 ali, é meio >> não é mais aquilo tudo, >> não é o mesmo carro. É um é um carro animal, mas para mim não é muito carro. >> Infinito agora não tem mais mais preço, >> pô. Infinito. Ah, infinito. Infinito. Depois de já ter o meu Ford GT, que
seria o meu infinito. >> Aham. >> Seria, é mais caro que o Ford GT. Seria umenixag. >> Esse é conhe. >> É um carro sueco. É, é uma é uma fabricante sueca. E eles têm as tecnologias. Talvez o único que brigue próximo é o Himats, que é, enfim, agora eles juntaram com a Bugatti, né? Eles, a, na verdade, é, juntaram, né? Porque um comprou o outro, mas eles fundiram ali as duas empresas. Mas são as soluções de engenharia mais bizarras que você vê assim de extremos vem da Queenig. Então assim, desde transmissões, tipo, tudo tudo
desses Carros é feito por eles. >> Entendi. >> Tudo. Tipo, não é que eles vão lá e falem, falam para uma, ah, ZF, faz câmbio, faz para mim, por favor, esse câmbio aqui, assim, assim, assim, assim, assim. Não, >> tudo é 100% desenvolvido na casa. >> Tudo é 100% desenvolvido e fabricado dentro da empresa, desde o software que roda no no no infotainment do do carro ali na tela, Até os displays, tudo é feito lá. E eles têm desde um carro que só tem uma marcha, só uma. >> [ __ ] >> E o troço
é um bizarro de de de que é o o regueira. Eh, até transmissões que t sete embreagens, uma para cada marcha. >> Caramba, isso aí. E >> quanto é que é um carro desse? Acho que 3 milhões de euros. >> É, aí passa do do cinco mesmo. >> Aí passa aí do cinco, real. Passa do cinco, passa do cinco, passa do cinco. >> Esse aí não, vou até dar uma pada que não conhecia. >> É, >> mas é isso aí. Foi um prazer ter você conosco aqui. Bater esse papo, >> prazer meu, pô. >> Tuas
redes sociais aí, manda pro pessoal para quem não te conhece ainda, para quem quer fazer um remap aí, quer quer pegar o carro e levar lá também. >> Bom, quem quiser ali saber um pouco mais sobre o mundo de reprogramação, primeiro pode entrar lá no nosso canal do YouTube. Tem bastante vídeo, conteúdo, tanto educacional quanto fazendo os remaps, quanto também algumas webséries que a gente faz para quem gosta de carro. Eh, então vocês vão poder ver inclusive que dia que deve sair é o ar. >> Sai sem ser a próxima semana a outra ainda. >>
Então eu vou dar aqui um spoiler para Vocês dois. Ninguém sabe disso. Eh, esse ano, todo ano, a gente faz uma web série, tá? Uma, um dos anos foi esse Subaro lá, o STI que eu comprei, gastei outro STI em cima. E esse ano eu tô fazendo um projeto onde nós estamos construindo um carro que vai competir em Las Vegas no Sema em novembro agora nesse ano. O lance é que eu vou ir andando com o carro até lá. >> Caramba, >> [ __ ] Aí >> então eu tô construindo a Caravan, uma Caravan 1979.
A gente restaurou o carro inteiro e eu tô colocando o motor do acorde blindado. Eu comprei o acorde blindado para tirar o motor dele com câmbio de BMW, uma salada de frutas que a gente vai fazer tudo eletronicamente, conversar um com outro, desenvolver um motor ali na casa dos 1000 cavalos. E esse é o carro que a gente vai levar para competir, né, na maior feira de Customização de carros do mundo, né? Poucos brasileiros conseguiram ir. Ã, né? Na verdade, nenhum brasileiro competiu. >> Hum. Já houveram brasileiros que deixaram em exposição na feira. Nós vamos
competir nessa feira tentando batalhar ali pelo melhor projeto. Talvez a gente não tenha tanto potencial ali porque é tudo muito caro aqui, mas sem sombra de dúvidas o fato do carro andar, ser um carro totalmente construído e e Andar 15.000 km para chegar lá no lugar, >> perguntar quantos quilômetros seriam? 15.000. >> Então 15.000 km. É é o que a gente vai fazer. Então, esse segundo semestre, provavelmente, eu vou ficar viajando, pelo menos o mês de setembro, é um mês que a gente tá ali focado para isso, né? E o anúncio oficial disso vai acontecer
agora, dia 9 de agosto, quer dizer, alguns dias depois que a gente tá gravando esse episódio. >> Spoiler aí, bacana demais esse projeto, hein? Acompanhar lá. Parab. >> Então, vocês podem acompanhar esse tipo de loucura, além de diversos outros conteúdos. Se você quer ver as minhas redes sociais pessoais, eh, o Cariane me deu uma dica, ele entende uma coisa, outra dessas coisas. O o meu Instagram era @mytunerlife, que era a minha vida de tuner, né? De achar, né? >> E aí ele falou: "Pô, por que que o seu Instagram não é Ricardinho ACF?" Aí eu
olhei, eu falei: "Pô, tem, eu eu não tive uma boa resposta para dar para ele, então eu mudei agora. É @Ricardinhoacf. E se você já tá convicto de que você quer tentar dar ali uma envenenada no seu carro, quer customizar, quer fazer um mapinha, você pode mandar ali no @cfperformance, que é a minha empresa de customização. E aí o pessoal vai te atender ali, manda um direct, manda um WhatsApp que vocês conseguem ter acesso Ali a todas as informações do que a gente consegue fazer pelos carros de vocês. >> É isso aí, então, valeu demais
aí pela conversa. Realmente deu para aprender bastante também, né, Mateus? >> É, já fiquei sabendo que devia ter botado aditivada aí no Corolla, mas vai ficar pro próximo carro aí. Fica, fica pro próximo aí. >> É, ô, e a gente precisa ir lá gravar o conteúdo de o que será que rendeu mais, A taxa Selic ou os carros da minha garagem? >> Aí, ó, vamos gravar. >> Esse esse esse é uma colab legal pra gente ir lá no galpão fazer esse estudo, hein? >> Pode ajudar esse cálculo aí. >> Conto com a ajuda de vocês.
Junto aí, >> então. Fechou. Valeu, gente. Obrigado. Até a próxima. >> Valeu que ficou até agora. Até o próximo podcast.