Olá, amigo mecânico. Hoje o nosso assunto é freios. Aqui no canal oficial da revista Mecânico, a gente vai falar sobre um tema que você já viu muitos conteúdos na internet a respeito de freios, mas hoje a gente vai falar de novas tecnologias aplicadas aos freios, às peças ali, aos componentes e a gente vai fazer um procedimento de troca de disco e pastilha.
Então, para você que procura conteúdo especializado, você está no maior canal de mecânica aqui do Brasil, do nosso YouTube, no canal da revista O Mecânico. Muito bem, então nós estamos aqui com um Golf ano 2014, um carro que você provavelmente vai ver muito na sua oficina e a gente vai fazer hoje o passo a passo de troca do disco e da pastilha, mas a gente vai falar um pouco mais sobre as novas tecnologias, porque disco e pastilha não é tudo a mesma coisa. já existem muitas coisas novas, né?
Muitos componentes novos, tecnologias novas até de embalagem. E então, para isso, eu vou chamar aqui o nosso entrevistado de hoje, o nosso técnico, que vai fazer esse passo a passo com a gente. Então, desde já você se inscreve, compartilha esse nosso conteúdo aí nas suas redes sociais e se você gostar do conteúdo também deixa aquele like e o seu comentário.
Então, pra nossa pauta de hoje, eu quero chamar o nosso consultor técnico Guimarães da Fremax. Tudo bem, Guimarães? Tudo bom.
Tudo joia. Tudo bom? Fica aí do ladinho do nosso carro.
Beleza? Obrigado por ter vindo aqui aos estúdios da revista Mecânico. Você já tem bastante experiência com freios e com com a área técnica em geral.
Fala um pouquinho pra gente aí. Ah, sim. Bom, só na cata são 32 anos, né?
Trabalhei no concorrente mais 3 anos. Dei aula no cenário por um período também. Legal.
E trabalhei também em escola de pilotagem, fui instrutor de pilotagem e tudo mais. Legal. Muito bom.
Agora muita gente fala aí, é, ah, freio é sempre igual, disco e pastilha é tudo igual. Que que você já viu de evolução aí nos últimos anos? Fala pra gente aí.
Ah, tem muita coisa, né? Bom, como você falou, né? Desde a embalagem, a forma de embalar os discos, né?
É uma forma bem hermética, né? De fechamento do conjunto e até o lubrificante, porque ele é um ferro fundido, né? Então, se ele ficar exposto, ele vai oxidar.
Então, ele tem um óleo protetivo à base de água, onde você só remove da embalagem, já instala, não tem necessidade de lavar o disco. Legal. Mas na peça em si, o que que você vê no mercado que que surgiu de novidade?
Atualiza aí o o mecânico pra gente. Eu tenho lá as ranhuras concêntricas, né, na face de de contato do disco. São ranhuras que faz lembrar um LP, né?
Então essas ranhuras elas fazem com que exista uma estabilização no trabalho da pastilha para que ela não fique oscilando, né? Para que ela tenha o contato, né? E que não fique jogando.
Isso é muito importante, principalmente no período inicial de assentamento da pastilha. É recente, essa tecnologia é recente, é, ela não é muito antiga, né? Uhum.
Mas vem outras coisas mais também, como a forma de pintura que é feita no interno do disco, para que exista uma isolação perfeita, né, entre o disco e o cubo de roda para que não haja oxidação naquela região que é exposta à umidade e tudo mais, né? E tem mais coisas aí também, né? Legal.
Então, tá bom. Bom, vamos passar pro nosso passo a passo aqui no vídeo. Então, lembrando a você, amigo mecânico, não deixa de se inscrever no canal e deixar aquele like se você gostar desse vídeo.
Muito bem, pessoal, estamos aqui agora com o Guimarães pra gente falar sobre esse disco especificamente e essa tecnologia que existe nos discos da Fremax. Discos, né? Beleza.
Bom, eu tenho aqui começando com a embalagem, né, que ela tem uma isolação, como eu falei para vocês, para evitar contaminações externas e umidade e tudo mais, né? Aqui existe uma uma um furo estrategicamente colocado para você aplicar a pressão de ar aqui, né? Com bico de ar.
Se não tiver o bico de ar, vai no sopro, né? Vai você mesmo. Vamos fazer aqui.
E ele vai explicar o motivo, né? Do por que fica hermeticamente fechado. Assim, ó.
Que legal. Fica super vedado, né? Justamente para não ter contaminações externas nem umidade, tá?
Ela tem uma um lubrificante, a base de água, né? que faz eh instalar a peça sem necessidade de lavar a peça, porque isso aqui, como é ferro fundido tem que est protegido, né? Sim.
E normalmente e com lubrificante é melhor para evitar a própria corrosão. Já exatamente. Antigamente nos cursos de mecânica, quando se falava em disco, se falava em lavagem do disco antes da instalação para não contaminar a pastilha, né?
E não existe essa necessidade porque esse óleo protetivo é a base de água, tá? Mas uma dúvida assim, só nesse que é assim, as outras marcas também aplicam isso, você sabe? Olha, na verdade assim, eu falo pela minha marca, né?
Eu conheço poucas marcas que tem isso aqui, tá? Então vale a pena o mecânico até saber disso, né? Analisar isso, né?
Sim. O que recomendo o fabricante. Aqui existe também uma pintura especial, né?
Onde é aplicado aqui uma isso, para uma proteção anticorrosão, né? Eu tenho também as ranhuras concêntricas na pista de trabalho, onde vai trabalhar as pastilhas, justamente para que essa pastilha não fique jogando, para que ela tenha uma estabilização no contato, tá? E facilite o assentamento, né?
Eh, eu tenho também um detalhe importante que é a quantidade de carbono que vai no disco de freio. Quando você tem um disco de freio, ele é ferro fundido cinzento, né? Ferro fundido cinzento, ele tem veios de grafita.
Se você tem maior quantidade de vez de grafita, ou seja, mais carbono, você tem um um disco de freio mais resistente, tá? Que vai durar mais. Sim, vai durar mais.
E outra coisa, ele tem uma melhor dissipação de calor, ele tem uma menor concentração de caloria, melhor dissipação de calor e uma resistência mecânica maior. Então a gente fala carbon mais, ou seja, tem mais carbono, né? Então é muito comum, né?
Às vezes em palestra o pessoal fala assim: "Poxa, às vezes eu compro um carro zero, ele tem uma durabilidade de disco, né? Aí quando eu compro um disco da reposição no marcas aqui, é menor". Menor.
Por quê? Por justamente a quantidade de carbono que vai no componente ferro fundido. Legal.
Então é bom você saber aí, né? O carro original, primeiro dono, vai ter uma durabilidade, depois vai ter menos. É por essa razão.
Então, sim. Existe um outro detalhe também, a gente tá lançando em algumas linhas premium, chama-se Safety Check. Uhum.
O safetque ele vai ser uma marcação no disco, uns pequeno como se fosse uma um pequeno furo aqui que não é passante, tá? Uhum. E na verdade ele seria para controle do desgaste, tá?
Do disco de freio, porque ele vem marcado o quanto ele pode ter de espessura mínima, né? Vem gravado na peça, o código da peça, a espessura mínima. Porém, essa tecnologia seria uma marcação que ela vai sumindo ao longo do tempo.
Quando ela some, é sinal de que ela chegou numa espessura mínima admissível. Entendi. Então, na hora da verificação facilita muito que já no visual você já Isso bater os olhos ali, você já sabe que já tá na hora de trocar, entendeu?
Legal. Ah, isso aí ainda é uma novidade. Tá saindo nos carros premium, mas progressivamente vai saindo em outras linhas, né?
Incorporando em outras linhas. Muito bem. Qual que você poderia me dizer assim, o que que o mecânico poderia cometer de de erros mais comuns na hora de instalar?
A gente fez o passo a passo, mostrou, mas quais são os erros comuns que o mecânico é, na verdade, a gente percebe o seguinte, principalmente em assistência técnica, né? Eh, hoje na correria do dia a dia, da oficina, do auto center, eh, o freio às vezes ele é verificado somente o freio dianteiro, né? Então, ah, eu preciso fazer uma revisão de freio, cara disco pastilha e esquece do fluído de freio, esquece do cilindro mestre, esquece do servio.
Traseira, por exemplo, né? Normalmente, na maioria dos carros, eu tenho 70% da frenagem na roda dianteira e 30% na roda traseira, né? Com algumas exceções, mas esses 30% da roda traseira não pode ser esquecido, né?
Porque senão você sobrecarrega o freio dianteiro, tá? Então você prejudica inclusive no processo de assentamento, né? você vai ter um disco azulado por temperatura excessiva, por uma sobrecarga, né, devido a não ter o freio traseiro, né, e por aí vai.
Eu posso ter um disco vibrando, empenado por superaquecimento e justamente porque não existia o freio traseiro eficiente. Entendi. Tá?
Então é muito importante a checagem da sistema de freio traseiro, a checagem do sistema hidráulico, a checagem do servo freio, fluído de freio também é um detalhe muito importante, né? E outra coisa que a gente percebe também como eh garantir assistência técnica é vibração. Uhum.
Pessoal fala: "Ah, eu piso no freio, sinto vibração". Às vezes a origem da vibração não é o disco de freio, às vezes é o cubo de roda, tá? Então existe limites, né, que depois a gente vai mostrar e no cubo de roda que deve ser verificado com o relógio comparador e base magnética, né, como em peno máximo e o disco também deve ser verificado, né, com relógio de base.
Legal. Então, ó, preciosas dicas aí pro nosso amigo da oficina. Vamos dar continuidade então aqui no processo, no vídeo e não deixa de se inscrever no nosso canal, de deixar o seu comentário.
Pode até deixar sua dúvida técnica que a gente na medida do possível responde também. [Música] [Música] Bom, nós vamos usar um Torx T27 para soltar o parafuso de conexão entre o disco e o cubo de roda. Bom, pessoal, vamos soltar agora com a chave 13 mm os parafusos de fixação aqui da pinça, né?
[Música] remover o parafuso. Vamos deixar essa pinça pendurada. A gente vai usar esse recurso aqui para prender, porque a pinça pendurada ela força o flexível, né?
E o flexível ele é multicamadas. Então se ele romper uma dessas tramas, uma dessas camadas, ela você perde o flexível, né? Ele começa a inchar, ele começa a deformar e perder a pressão, né?
de de alimentação da pinça. Bom, nós já isolamos aqui a pinça, ela tá em bom estado, né? A gente vai ver os pinos deslizante, né?
São importantes também. Ele tem que tá sempre lubrificado, em boas condições, porque isso aqui é uma pinça flutuante. Se ela não tiver o deslocamento dela, ou seja, sua flutuação, ela prende, né?
Por oxidação, má proteção, que tem que ter um guarda-pó, né? Aqui tem que ter uma lubrificação com uma gracha especial. E aí se ela prender, né, para uma mal lubrificação, tá trabalhando sem coifa e tudo mais, ela trava, ela começa a ter um desgaste irregular das pastilhas, né?
Então é importante o estado geral da pinça, o reparo da pinça, né, que é o anel de exessão retangular e guarda-pó e os pinos desisante tá em boas condições, né? Aqui é sempre aconselhado, né? lavar, limpar direitinho, fazer uma nova lubrificação e, se necessário, trocar os guardas, o guarda-polo.
Então, o estádio geral aqui do cavalete é bom, mas você vê que as pastilhas já tá com tá mais de meia vida, né? Aqui a pastilha, suas presilhas, né? pastilha, suas presilhas.
O cavalete, é, o cavalete ele tem que ter os apoios da pastilha em boas condições, né? Senão ela oferece uma condição aí de flutuação, mesmo sendo uma pastilha que tem as presilhas especiais aqui para isolação de ruído e pré-carga, né? É, ela tem que ter um apoio perfeito.
Nós vamos lavar, limpar todo o conjunto, né? examinar a pinça para depois fazer a substituição do disco. Antes da substituição do disco, a gente vai verificar o empeno do cubo de roda e a limpeza do cubo de roda.
Bom, após a remoção do parafuso de fixação do disco ao cubo, nós vamos remover aqui o disco usado, né? E vamos fazer uma limpeza e medição do cubo de roda para fazer a montagem do disco novo. [Música] [Música] เฮ เฮ [Música] Bom, após essa limpeza do cubo, né, nós já verificamos se ele tem folga, o rolamento tá em bom estado, limpamos bem a superfície, né, a gente vai verificar agora se tá plano, né?
Ou seja, essa planicidade tá perfeita, se ele não tá empenado com a base magnética, lógica comparador, tá? A gente deixa bem aqui na extremidade, com cuidado para não pegar no furo do parafuso de roda, né? Damos uma pré-carga no relógio, uns 2 mm, zero relógio e dá uma volta completa.
O empeno máximo admissível no cubo de roda é por volta de 5 cent de milímetro. [Música] Bom, pessoal, nós já verificamos o cubo de roda, né? Com base magnética, relógio comparador, deu abaixo lá dos dos 4 centos, né?
É, o máximo do cubo de roda é 5 centos. E aqui no disco a gente pode fazer uma verificação do empeno, né? 360º, girando, né?
Com o relógio apoiado aqui, com a pré-carga prédeterminada uns 2 mm, você zera o relógio. E o empeno máximo do disco em 360º é no máximo 10 cm de milím. Montagem do cavalete.
Vamos colocar os dois parafusos de [Música] fixação. Um soquete 21 mm, né? Dado o torque e com torquímetro é dado o torque final.
[Música] M. Agora nós vamos instalar a pastilha. Lembrando que as presilhas, né, eh, elas vão encaixadas ali no cavalete.
Ele tem que estar em perfeitas condições, sem desgaste excessivo, para que não permita a flutuação da pastilha no seu alojamento, né? As presilhas a gente vai colocar posicionando encaixe em cima, encaixe embaixo, OK? E depois nós vamos fazer a instalação da pinça.
Eh, o sensor e de desgaste da pastilha é somente do lado direito, que é o lado do passageiro, né? Então você tem que fazer a conexão do chicote, né? para fazer a ligação da da parte de corrente elétrica que é ligada à pastilha, mas é somente de um [Música] [Música] lado.
Bom, detalhe importante antes de encaixar no cavaletear a pinça, né? É a verificação dos pinos deslizantes, né? A limpeza, lubrificação é muito importante porque tem que deslizar e tem que ter um guarda-papó para proteger, para não entrar sujeira e fazer ali um bloqueio, né?
O seu deslocamento. Tá bem lubrificado, né? Você vai encaixar isso.
Já recuamos o embo, usamos a pastilha nova. [Música] Bom, pessoal, após a instalação dos parafusos, fixação do cavalete, né, e da pinça, dando os torques recomendados pelo fabricante, a gente vai partir agora para sangria do sistema de freio. Agora é muito importante não só sangrar o sistema de freio, mas como substituir o fluído velho por um fluído novo.
Então, verifique qual é o fluído indicado pro veículo, né, você dot 3,4, dotsa substituição com pressurizador. Então você vai aplicar o fluido novo lá no sinilestre e vai fazer a sangria das rodas, né? E no caso de veículos que têm sistema ABS, a gente indica a utilização de um scanner também.
Por quê? Porque nas eletroválvulas do sistema ABS pode ficar e bolhas de ar, né? Então você fazendo a sangria completa, utilizando o scanner, inclusive o scanner ele já te manda roda por roda, né?
normalmente começa da a roda mais próxima do cind do mestre até a roda mais distante do cinind do mestre e aí sim você consegue realmente fazer eliminação de toda possível bolha de ar no sistema e aí consegue deixar a contento o sistema, né? E o fluído de freio é muito importante a gente repetir que é necessário não só completar lá o fluído no processo de sangria, mas fazer a substituição do fluído, né? que muitos fazem a sangria e fica parcialmente fluído novo, parcialmente fluído velho.
E o fluído velho todo mundo sabe, né, que ele é prejudicial o sistema, né, ele vai prejudicar todo o sistema hidráulico, né, eh, o fluído depois de um determinado tempo, existe um efeito igroscópico de absorção de água, né, da atmosfera e isso faz com que o ponto de ebulição se torne esse fluído velho. Então, já que você tá fazendo toda uma revisão do sistema de freio, faça sangria por completo, trocando totalmente fluído, eliminando toda e possível bolhas de ar do sistema, né? Aí você vai ter um conjunto, né, seguro, né?
Ou seja, vai trabalhar por muito tempo, sem prejudicar cilindro mestre, pinça, cilindro de roda, etc. Bom, pessoal, também é muito importante, né? Antes de liberar esse veículo, já foi feito sangria do sistema, foi trocado fluído, né?
Você dá uma volta, fazer uma ferição, né? se não tem desvio de trajetória, se o pedal ficou duro, se ficou eh a contento, né? O freio ficou eh funcionando corretamente.
Existe o que a gente chama de pré-assentamento. Então, é importante que o mecânico saia com esse veículo, né, e rode com ele numa via sem muitos outros veículos que não possa ali gerar um acidente, algum problema e fazer uma alteração de velocidade de 80 para 60 km/h, né? É uma redução de velocidade pisando no freio de 80 para 60, pelo menos umas cinco, seis vezes.
Depois de 60 para 40, né? Depois de 40 a zero, tá? Nunca freando assim de uma forma muito brusca, sempre com progressividade, né?
Você fez essa etapa aí de frenagem inicial, já teve a percepção, ah, se tem alguma vibração no sistema, né? Se o pedal ficou legal, se não tá puxando para um lado, pro outro, beleza? E aí especificar pro cliente, né, a importância do pré-assentamento, ou seja, os primeiros 300 km ele rodar com esse veículo, tá obedecendo sempre e o critério de não utilizar esse freio, né, sem progressividade, a não ser uma situação de emergência, né, mas usar sempre com progressividade os primeiros 300 km.
Por quê? Porque é a fase inicial de assentamento de uma nova pastilha, de um novo disco, né? Então, as partes que se encontram ali vão exercer um atrito e vão ter progressivamente o que a gente chama de zona de transferência, ou seja, eu vou ter eh um perfeito assentamento da superfície da pastilha com a superfície do disco, tá?
Então, existindo ali esse contato perfeito entre ambas as partes, né? existindo progressividade, né, tempo depação de calor e tudo mais, né, existe ali uma zona de transferência onde o material do disco já fica protegido e da pastilha também. Evitando o quê?
evitando com que a pastilha fique envidrada, né, por excesso de temperatura e evitando também com que o disco tenha um excesso de temperatura que vai gerar pontos azulados, pode gerar até deformações se você sobrecarregar o sistema no início do seu assentamento. Então é muito importante nessa fase dos primeiros 300 km frear com progressividade, tá? E utilizar o freio com muito cuidado.
Então pessoal, eh a pastilha no caso aqui do Golf, né? Ela vai ter um sensor de desgaste. Esse sensor de desgaste, ele tem uma conexão que é encaixada na própria pastilha.
Aqui ela tem um posicionamento, ela tem um rasgo especial aqui. E esse chicotinho aqui acompanha o conjunto novo, né? Então você vem, encaixa nessa posição e na instalação lá da pastilha é feita a conexão no sistema ligado ao chicote do veículo, né?
Muito bem. Então, agradecemos muito por você tá aqui com a gente, Guimarães. Agradecemos muito também agradecemos a Fremax por ter cedido você aqui para participar desse dessa matéria com a gente.
Eh, a gente sabe que existem muitos eh vídeos na internet sobre freio, sobre disco, pastilha, mas a gente tá refazendo esses conteúdos mais básicos e técnicos aqui no canal da revista Mecânico. Então, espero que você tenha gostado aí, que você deixe o seu like, se inscreva no canal e deixe seu comentário. Alguma consideração?
Ah, só tem agradecer, né, ao mecânico pela participação, né, uma oportunidade que a gente tem de falar de algo assim que é simples, porém envolve alguns detalhes técnicos são importantções, né, importante também. Então, tá bom, agradecemos a Fremax, revista Mecânico sempre aqui, então não deixa de acompanhar a gente também na revista Impressa nas redes sociais. Eu vou ficando por aqui.