Olá, tudo bem? Sou a tutora Tânia e estarei com você neste vídeo, conversando sobre o marketing corporativo. Você sabe a importância da implantação da área de comunicação?
A implantação de um sistema de comunicação interna precisa valorizar os colaboradores das diversas áreas que fazem parte do todo da organização. Antes da implantação, canais de comunicação entre os diversos setores e suas respectivas lideranças devem ser criados. Isso pode ser realizado através de entrevistas e conversas informais, reuniões como cafés da manhã, caixas de sugestões, estruturas on-line de interação.
Com isso, é possível detectar quais são os temas de interesse e demais propostas que possam vir por parte do corpo funcional. Mas e quanto à implantação? Quanto à implantação, embora o envolvimento de todos os setores seja requerido, o marketing e os recursos humanos terão um papel de liderança durante essa etapa do processo.
Cabe a esses setores convocar outras áreas da empresa para a coleta de conteúdo. Se a comunicação necessitar realizar chamadas a respeito de normas de segurança, o setor deve ser consultado e assim sucessivamente. Deve haver uma sinergia no processo de comunicação, de modo que o conteúdo gerado seja de interesse tanto dos colaboradores quanto da administração da empresa.
O planejamento deve contar com um período mínimo de seis meses para sua efetividade. As ferramentas de comunicação interna podem ser desde os analógicos quadros de avisos até fóruns dentro de uma intranet ou, ainda, grupos em aplicativos de mensagens. É muito importante que a organização encontre a maneira mais simples e rápida de prover informações.
Muito ocorre no mercado que empresas queiram utilizar uma enorme gama de aplicativos para funções simples de comunicação, o que é um erro. É preciso que se realizem testes e a solução mais rápida deve ser adotada. Deve-se utilizar as ferramentas mais fáceis e cada setor, a depender da política da organização, pode fazer uso de sua própria maneira de se comunicar internamente.
O importante é que essa forma funcione e que não perca sua ligação com outros setores da empresa. Vamos conversar especificamente sobre o endomarketing? No panorama empresarial, o endomarketing representa os esforços para a criação de estratégias internas que visam engajar, unificar e transformar os colaboradores de uma instituição em verdadeiros embaixadores da marca.
Ações dessa natureza necessitam de parcerias estratégicas entre setores, principalmente entre os já citados setores de marketing e setor de recursos humanos. O setor de marketing será responsável por planejar ações de comunicação que visem à integração cada vez maior do ambiente empresarial, garantindo que essa comunicação esteja alinhada ao posicionamento da marca. O setor de recursos humanos, por sua vez, terá como função fornecer dados de mapeamento das necessidades dos colaboradores, motivando-os, engajando-os e fazendo-os se sentir parte do todo da empresa.
Dito isso, você sabe a diferença entre comunicação interna e endomarketing? No primeiro caso, nós nos referimos às normativas que regem as regras e processos de informação, sendo, então, parte do endomarketing, que trabalhará junto a essa comunicação com o fortalecimento de relacionamento, integração e engajamento. Outra distinção que deve ser feita é que o endomarketing é uma ferramenta de integração que também mira processos internos de marketing junto ao consumidor.
Sendo assim, uma vez atraído pela empresa para realizar uma compra, toda uma estratégia de relacionamento interno cliente e empresa deve ser planejada e executada. Pois bem, vamos conversar sobre o ambiente de marketing. Pois bem, vamos conversar sobre o ambiente de marketing.
Devido à grande dinamicidade do cenário atual, é importante um constante trabalho de análise de ambiente de marketing, verificando e trabalhando com dados e projeções apresentadas pelo mercado. Os resultados dirão como uma organização está posicionada em seu mercado de atuação. Devem ser observados concorrentes da organização, oportunidades, ameaças, forças e fraquezas.
Como já mencionei, os próprios ambientes internos das empresas fornecem dados sobre forças e fraquezas dela. Ambiente de marketing: análises ambientais devem partir do modelo de negócio, objetivos e missão, como aponta Tavares. Tais análises possibilitam que as organizações se posicionem de maneira muito mais assertiva frente às oportunidades e ameaças proporcionadas por ambientes mais externos, podendo revelar também eventuais inadequações existentes em seu modelo de negócio ou, ainda, em sua missão ou valores, ou seja, internamente.
A propósito, é crucial para as organizações o monitoramento, mesmo que apenas parcial, de seus rivais, para que ela entenda em quais pontos está ganhando ou perdendo oportunidade de negócios para a concorrência e, com isso, buscar estratégias pertinentes na exploração de novos caminhos e oportunidades. E o macroambiente? De acordo com Moraes, o macroambiente refere-se a uma ampla gama de fatores complexos e bastante difusos que exercem forte influência no cotidiano organizacional.
Não se trata de algo estritamente palpável ou que interage diretamente na organização cotidiana das empresas, mas tem forte influência em decisões estratégicas que são ou serão adotadas. Tratamos aqui de fatores externos que não são controláveis e provenientes de processos advindos de questões históricas, culturais, políticas e econômicas que propiciam transformações que atingem o mercado e obrigatoriamente reordenam políticas empresariais. Podemos pensar no ambiente demográfico.
A demografia de uma determinada região é extremamente interessante e vital no desenvolvimento de estratégias de marketing, uma vez que os consumidores potenciais da localidade em questão já carregam determinados valores e características, o que pode tornar mais fácil ou mais difícil a inserção de determinados produtos ou serviços. O ambiente econômico diz respeito ao poder de compra de uma localidade ou comunidade qualquer, influenciado por questões de renda, políticas de preços, variações cambiais, taxas inflacionárias e disponibilidade de crédito. Essa variável está atrelada a contextos econômicos em geral, ajudando a entender se deve investir mais recursos e de qual forma, assim como entender os comportamentos de consumo.
O ambiente natural ou ambiente ecológico: variações climáticas ou potenciais acidentes naturais podem interferir nas atividades organizacionais e de marketing. Fatores como sustentabilidade, temperatura global e preservação de recursos naturais estão nas discussões mercadológicas e mesas de negociação e podem ser um diferencial. Ambiente tecnológico: o ambiente tecnológico é um dos aspectos mais relevantes.
Devemos aqui pensar em tecnologia como o conhecimento utilizado pelas organizações em tarefas organizacionais para otimizar recursos e maximizar resultados. Ambiente político e legal: decisões tomadas nas esferas de âmbito municipal, estadual e federal, que compõem o ambiente político, podem alavancar ou restringir ações organizacionais. Ambiente sociocultural: cabe às organizações observar os valores de determinados grupos sociais, pois o ambiente sociocultural afetará determinantemente a forma como a organização irá se relacionar com o consumidor.
Microambiente: microambiente significa a própria empresa e ambientes externos que estejam muito próximos a ela, como outras instituições, outras organizações, agrupamentos de indivíduos com os quais uma organização interage ou coopera, fornecedores, órgãos governamentais etc. O microambiente está inserido no contexto mais próximo, por onde circulam insumos de entrada e produtos ou serviços de saída no dia a dia organizacional. Por isso, mudanças em negociações ou na produção ou execução de um serviço alteram mudanças no microambiente.
Vamos conhecer um pouco mais as modalidades que fazem parte do microambiente de marketing? A própria empresa: nela consideram-se todos os setores que a compõem, desde a alta administração, passando por departamentos como recursos humanos, finanças, compras, contabilidade, operações, logística e todos os demais departamentos. Os fornecedores: boas negociações com fornecedores influem diretamente no preço final daquilo que está sendo ofertado pela organização, bem como questões de prazo de entrega e eventuais garantias e manutenções.
Os nossos clientes: é com os clientes que se estabelecem relacionamentos e trocas. Clientes podem ser de natureza física ou jurídica. Temos ainda os intermediários de mercado, que são os mercados e representantes, atacadistas, varejistas, revendedores, consultores, agentes e transportadores, entre diversos outros.
O bom atendimento ao consumidor deve estar presente de ponta a ponta. Por fim, os concorrentes: os concorrentes diretos, mas também os concorrentes indiretos, que apesar de não disputarem o mesmo segmento de mercado, podem desviar a atenção do consumidor. Como em certas datas comemorativas, Dia das Mães e até Namorados, que flores, chocolates e perfumaria concorrem.
Assim como não é possível ignorar a invasão tecnológica, não podemos ignorar o marketing digital e, a cada dia, as opções crescem, surgem novas ferramentas e outras se aprimoram. E com isso, fazem o marketing digital por si só um enorme campo de estudos. Vamos aqui verificar algumas de suas principais modalidades.
Uma opção é o marketing de conteúdo. O conteúdo deve ser criado visando a educação, a informação ou ainda o entretenimento de um cliente potencial ou todos esses tópicos juntos. Visa mostrar ao consumidor que a empresa não apenas comercializa determinados produtos ou serviços, mas também entende profundamente suas funções e suas vantagens, fazendo com que o mercado não apenas respeite a marca, mas também a veja como uma referência em determinado assunto.
Dentre os formatos de conteúdo mais utilizados, estão blogs, vídeos, podcast, e-book, conteúdo interativo, imagens etc. Temos também o e-mail marketing, que ainda é uma ferramenta de muita eficiência no relacionamento com clientes. Os grupos em aplicativos de mensagens, como Telegram e WhatsApp, proporcionam um diálogo muito próximo entre a organização e sua clientela.
O contato direto costuma agradar a audiência, que assim como nas redes sociais, aprecia um diálogo direto com a empresa. Uma boa estratégia de presença em redes sociais é um passo importantíssimo a ser realizado por qualquer organização. A marca deve investir em constância e boa informação para atrair a atenção da audiência.
A respeito do marketing de busca, o Google se destaca, e para alcançar maior destaque, pode utilizar estratégias como palavras-chave pagas e anúncios. Dito tudo isso, é preciso estar bastante atento nessas estratégias para a persona para a qual a comunicação se dirige. E por falar em persona, você sabe a diferença entre público-alvo e persona?
O público-alvo é um segmento de mercado escolhido pela organização para a edificação de estratégias de marketing. É uma amostragem ampla e despersonalizada. Cada empresa deve dividir o mercado total, escolher os melhores segmentos e planejar estratégias para servir lucrativamente os segmentos escolhidos de forma melhor que seus concorrentes.
A persona representa uma proximidade maior com arquétipos de consumo, com suas personalidades, dores e aspirações. Foi muito gratificante ter você aqui. Até a próxima!