É uma mais uma vez bom dia a todos e dela tarefa mais difícil do primeiro dia do evento quer falar de caprinocultura e ovinocultura para quem faz a caprinocultura e ovinocultura do país né e espero que eu consiga traduzir aqui toda essa trajetória que tem sido construída no país e trazer alguns sites de futuro é como insumo para que a gente possa avançar essa discussão então o tipo de apresentação aqui fazer uma Retrospectiva a gente pactuar em torno do que tá hoje a sentado na atividade no país e trazer alguns sinais de futuro para que
a gente possa utilizar como insumo tá não apresentação vai estar dividida aqui o Opa tá dando G1 Ah tá como é que tá o Ok então vou falar um pouquinho da origem e da expansão da capital natural que não cultura no mundo e chegando aqui No país na sequência o desenvolvimento no cenário atual brasileiro né e por fim algumas oportunidades e desafios de futuro só que nós vamos falar de origem Então nós vamos lá para o início de tudo os caprinos e ovinos foram domesticados essa região entre lá que Irã Turquia e acaba foi o
primeiro animal você domesticado pelo homem né aqui é o berço da agricultura e da pecuária mundial a partir do momento em que os Árabes começaram a sua expansão né no mundo esse capim jovens foram conduzidos para outros continentes pra vocês verem que as 7 mil anos atrás chegaram na Europa 6 mil anos no norte da África aqui na Ásia já ocuparam desde o início né basicamente sendo conduzidas por esse império a gente chama império otomano e há 500 anos atrás né com as navegações e os capítulos vão vir chegaram aqui é um relato inclusive na
carta de Pero Vaz de Caminha eu tiver curiosidade de olhar se Era verdade mesmo ele falava que aqui não tinham cabras ovelhas e galinhas e que os nativos se alimentavam um tipo de inhame vem aqui provavelmente seria mandioca é na época então com a com esse O resultado é louco moleque time aqui ó e é para você pode voltar para mim favor aí e o site e o coco a expansão desse Império Então os árabes levaram para o mundo todo esse Hábito de ordem acaba de comer queijo cabra de criar ovino né e naquele momento
na Europa Especialmente na Espanha na Inglaterra e na na época lá dos anos mil é um dos principais produtores de lã do mundo é uma moeda muito forte inclusive Alan na Inglaterra e na Espanha financiou boa parte das navegações quando os povos da Europa começaram aí para o novo mundo e levar essa criação de caprinos e ovinos aqueles países que foram colonizados Pelos espanhóis e pelos ingleses esses adquiriram esse hábito em função de naquele momento Espanha e Inglaterra sem os principais produtores de Londrina do mundo ficaram adquirir essa cultura não só na produção que eu
também não consumo a gente olha toda a nossa América Latina que hispânica da gente olha Nova Zelândia o eca colonizados por Ingleses né E isso fez com que hoje a população EA produção de caprinos e ovinos muito forte Na Ásia né pela origem é desta desses animais e na África e Europa também que tem o hábito muito forte de consumo e quando você aqui no Brasil os portugueses trouxeram uma outra perspectiva na verdade os portugueses que o interesse Muito mais de explorar comercialmente o Brasil e naquele momento açúcar é uma ela principal fonte né Econômica
que a colônia fornecer para os portugueses e o estímulo foi na criação de bovinos para Servir como força de tração né nos engenhos para aprodução de Açúcar assim como também no transporte E aí começou a expansão da pecuária entrando pelo nordeste descendo para o Sudeste na época da mineração né também para trabalhar natação no transporte Minas Gerais e as ser e subsequentes foram empurrando essa pecuária mas para o Sudeste centro-oeste E aí ela entrou em outros em outras regiões do país mas Fundamentalmente nós tem uma cultura muito voltado para o consumo do leite da carne
bovina e função dessa histórico todo ao contrário de outros países que foram colonizados por espanhóis e por Ingleses E trouxeram na mala essa cultura do consumo de produtos caprinos e ovinos os cabelos caprinos e ovinos do ponto de vista dos portugueses é uma fonte de alimento durante o período da viagem Animais Pequenos é um fáceis de serem transportados abatidos então o Tamanho facilitado esse consumo e alguns animais que chegavam vivos aqui eles Entraram aí no na Caatinga nordestina a seleção natural cunhou Esses animais né E hoje nós temos aí Que a base genética autóctone naturalizado
do rebanho Nacional exceção gente faz ao sul né que tem uma influência muito grande em a rotina desse mundo hispânico e também se consolidou né em pouco tempo como um grande produtor de lã no país Então teve Uma cultura muito mais forte ligada à exploração desses animais como fonte né de renda na produção tá E aqui no Nordeste havia um mercado muito específico quando esse centro foi criado - 75 e os documentos da época dão conta disso a carne caprina ovina ela vai a metade do que vale a carne bovina principal produto era a pele
o Ceará um grande exportador de pele e couro é o Brasil é um grande exportador de pele e cor e a carne é um subproduto né E era Vendido basicamente desse tipo de situação e ainda tem hoje em dia né a gente não encontra isso mas naquele momento era só isso era uma carne totalmente fora dos restaurantes da Gastronomia era uma carne consumida basicamente as propriedades e nesse tipo de ambiente né aí o sangue Zinho do sarapatel garantido né com qualidade sanitária E aí bom então nós podemos colocar um pouco dessa culpa aí no Cabral
né mais uma Para a conta é do Cabral né Eita Cabral várias coisinhas aí que você trouxe aí então nós temos que conviver com essa coisa cenário né muita gente faz comparação de consumo mas eu tenho que entender um pouco dessa história para gente conseguir posicionar entretanto Apesar desse nesse começo meio complicado e pouco programado na verdade nas últimas duas décadas eu poderia dizer nós temos experimentado Algumas mudanças muito significativas aí Provavelmente o que eu vou falar aqui vai passar perto passar por vários dos Senhores aí das suas organizações alguns vetores e transformaram o que
começam a transformar essa atividade completamente fora de um pagamento produtivo não é fora do Rio Grande do Sul até aquele momento né com exceção da lan em uma atividade e começa a visualizar uma solidificação é mais e produtivo primeiro foi a evolução da renda do Brasileiro né E esses produtos são produtos de alta elasticidade com renda a partir do aumento e o cara satisfaz as necessidades básicas de alimentação ele começa a comer uma carne diferenciado uma canetinha ou tá muito presente na mesa começa a ter outras experiências gastronômicas e o que tem acontecido aqui coincidindo
com o aumento de renda domiciliar brasileira a gente começa a aumentar essa produção de carne ovina e é muito fácil de nós percebermos isso né Hoje não tem restaurante de média a alta gastronomia que não tem um prato de carne ovina para oferecer os últimos dois milhares de reality shows do masterchef quem acompanha aí todas as duas finais Teve carne ovina é como a proteína não é para disputa final eu começa a ter um espaço diferenciado e função desse dessa evolução outra questão também que mudou radicalmente a caprinocultura e no país foram as políticas públicas
de apoio à Actividade aí fazer um destaque especial ao programa de aquisição de alimentos paa leite é que mudou radicalmente a caprinocultura leiteira no nordeste vou mostrar um pouco mais à frente e o programa nacional de alimentação escolar que destina trinta por cento né da compra governamental para merenda escolar para cultura familiar que é muito do nosso Público aqui que trabalham com caprino e ovino e um outro ponto também que mudou drasticamente o Cenário foi o declínio no mercado da Lama a partir da década de 80 com entrada o material sintético no mercado houve um
declínio do preço internacional da lan vocês podem ver aqui que a produção é uma caída significativa da produção no sul e isso afetou de maneira muito forte o rebanho ouvindo do Sul é esse no último IBGE o Rio Grande do Sul deixou de ser o maior detentor do rebanho bovino do país a baía assumir essa posição e em 20 anos Aí o Rio Grande do Sul perdeu quase oitenta por cento do seu rebanho e função dessa crise da lan e talvez de não reposicionamento né para exploração por exemplo de carne como fez Uruguai bom e
daí o quê que isso implicou de fato nessa nossa atividade produtiva primeiro aparecimento de vários produtos aí vocês vão se reconhecer aqui em vários desses produtos isso há 20 anos atrás eu garanto a vocês que a gente não Encontrava no mercado não é produto já com o selo de inspeção com ele doutor familiar algumas experiências dessa já foram já voltaram né outros ainda estão consolidadas o Sudeste começando aparecer muito forte com uma carne prima carne diferenciada mais experiência aqui do Ceará Bahia Santa Catarina São Paulo Bahia aqui lá do da castrolanda em Paraná ele começa
aparecer começa a crescer oferta desse produto e esse tipo de prato é um Prato hoje comum de se encontrar na gastronomia nos restaurantes ele começa a chegar uma carne diferenciado com preço diferenciado com a qualidade superior né mudando um pouco o perfil daquele consumidor que era basicamente consumidor de feira pública ou de Feira dos Municípios dos territórios e também né de consumo dentro da propriedade E aí começa aparecer também o varejo especializada que é o carneiro do Ordones lá de Fortaleza como carne uma Uma estrutura que começou especializado em que aprendi ouvindo hoje um uma
estrutura muito grande gastronômica o próprio bodódromo lá em Petrolina a churrascaria corintiano pessoal de Tauá e que conhece bem então uma carne de Cordeiro pressionar de carne de carneiro né também muito boa típica da região então todo o varejo especializado começou aparecer né partir do final da década no início da década de 90 também começa a Se fortalecer uma caprinocultura leiteira especializada e alto nível tecnológico na região da Zona da Mata mineira entrando na região serrana do Rio e aí quanto está aqui para caprilat né o primeiro leite não é com inspeção colocado no mercado
que o pioneirismo e do nosso saudoso Paulo Cordeiro e estabeleceu aí é um Âncora de toda uma cadeia produtiva que está estabelecido aqui no Sudeste além de outros núcleos de produção no sul do país aqui só um pouco das imagens lá desse arranjo produtivo da Zona da Mata mineira Região Serrana do rio tem um perfil de produção bem intensificado com salas de ordenha mecânica aqui a estrutura da Universidade Federal de Viçosa também um dos pilares lá não só de produção mas também produção de conhecimento eu queria que fazer uma Referência aqui o professor Marcelo que
tá aqui conosco né e em nome dele também fazer um agradecimento a todos os professores ao pessoal das universidades possuíram a sua Alda eu sou por ali que tem dado a contribuição na formação né de competências voltadas especificamente para de caprinos E ouvinos hoje nós temos três profissionais aqui que vão ser palestrantes foram vetados por sou Marcelo eu tava contribuição significativa também na formação de Pessoas especializadas na área E aí uma série de outros produtos né aí muito mais voltado pra essa linha o influência muito mais Francesa e produto em São Paulo e Minas se
começam também a chegar no mercado e do ponto de vista das políticas públicas aí teve uma quebra nesse nesse processo que foi significativo com entrada do programa de aquisição de alimentos a uma dificuldade ainda mais a vi uma dificuldade muito maior dos Pequenos produtores de acessar o mercado e com esse mercado institucional né Foi um degrau que se subiu na verdade o governo federal e governo estadual começaram com e da agricultura familiar e colocar dentro dos programas de merenda escolar de suporte as pessoas em risco social e essa esse mercado que se estabeleceu Ele trouxe
uma transformação incrível para o setor né aqui uma foto da capa Ibope que eu tirei assim no início dos anos2000 lá Em Cabaceiras mas várias cooperativas se estruturaram para produzir esse Leite né que esse Leite comercializado dentro do programa E aí vem toda uma sequência de montagem de salas de ordenha de ordenha higiênica é todo uma cadeia de transporte de leite também foi beneficiada com isso um impacto muito grande para região o resfriamento de leite ponto de coleta com tanques né para coletar leite de cabra diga-se de passagem e aqui várias Das associações e cooperativas
lá da Praia do Pernambuco hoje aqui a a capa de bom né lá em Monteiro já com energia solar também baratinho no esses custos mas houve toda uma organização em torno desse programa hoje na Paraíba no Pernambuco são 14 Laticínios pelo menos inspeção Estadual um com inspeção Federal e movimentam essa estrutura e toda uma cadeia produtiva foi montada em cima desse mercado institucional e uma coisa também nos traz uma quebra de Paradigma é a presença de cooperativa no nordeste Esse é um paradigma É que muita gente repete eu acho que uma das funções nossas aqui
é nós pactuamos não é para gente começar a fazer um discurso diferente é porque a gente ainda escuta falar cooperativa não dá certo Nordeste Nordeste não tem abre de operar cooperativa só o que de fato a nossa cultura Ela não é uma cultura cooperativa mas nós já temos vários exemplos aqui tem que fazer porque é uma De leite que a capa de bom e a Lua de milho lá que a que eu passei porque a cooperkap mas nós temos várias outras algumas que vão estar representadas aqui hoje eu funcionando fazendo esse link do Produtor com
o mercado Então essa multa quebra de paradigma que a gente tem observado dentro do setor EA partir disso vários polos produtivos começaram a se estruturar Então essa ideia de que a caprinocultura ovinocultura está presente todo o país Isso é verdade Poucos municípios no país que você não identifica a presença de caprinos ovinos mas a produção de forma mais organizada começando a entrar em mercado você começa a identificar polos de produção e a música até os aqui no Ceará a região de Betânia Betânia do Piauí no Vale do Canindé e pintadas juazeiro-petrolina Floresta tão Paraíba Pernambuco
no Leite São vários desses desses polos produtivos começaram de fato a se Diferenciar isso forma das das razões da origem da Rota do cordeiro né que foi uma uma proposição conjunto da Embrapa caprinos e ovinos Como está a integração naquele momento é de identificar Esses pólos e fortalecer essas ações que estavam se consolidando e promover exatamente o que estão fazendo aqui a integração né dessas experiências no sentido de trabalhar todos conjuntamente por crescimento da atividade e isso trouxe a reboque também mudanças no Patamar tecnológico como é que nós estamos experimentando e que aí as instituições
de pesquisa e a gente suas de ensino trabalho muito fortemente nesse arcabouço é só para citar algumas delas aqui ó hoje você é muito comum hoje na Paraíba dificilmente você vê uma ordem é feita no chão né você já tem plataforma de ordem inclusive e outras mais sofisticadas ou kit Embrapa de ordenha higiênica e a Xuxa supervisionando nesse negócio Que não tinha até esse momento e as outras que ainda não evoluíram mas tem o homem-aranha que garante a qualidade desses produtos Aí tá certo a outra mudança muito crítica em ainda é decorrente desses planos esse
programa de governo mudanças no patamar também qualidade dos animais né É certo que houve uma introdução desenfreada de material genético sem um controle mas hoje é comum de se encontrar cabras desse tipo aqui operando na Paraíba no Pernambuco é uma coisa comum de se ver né você vê o o ambiente semiárido aí animais também produtivos é fornecendo leite com esse programa e a parte de água é captação de água de chuva para o consumo familiar e para produção associada a Palma forrageira que foi uma grande mudança no semiárido não só para capinar o leiteira mas
a bovinocultura leiteira vocês terem uma ideia o Ceará hoje bom diminuiu a produção de leite de vaca Decorrente de seis sete anos de seca mas Aumentou a produtividade bom então de 10 dos dez maiores produtores de leite do país três tão Ceará e muito se deve essa base alimentar né E especialmente a Palma forrageira associado com silagem aí no caso da cabra nessa silagem de PEC em volume menor isso é uma coisa interessante cima quando o mercado avança e por isso que o mote desse desse encontro é focado nessa visão de Organização Essa visão de
mercado os insumos chegam junto a tecnologia começa a ser utilizada esse aqui pensando que é da nutrição Aí lá na Paraíba a calda balde desse aqui pertence uma cabra na hora que o produtor solta essas cabras leiteiras elas todas vão para o seu baldinho respectivo ele vai lá amarrar ela e coloca o concentrado de acordo com a produção da cabra o negócio para nós nutricionista tem que alimentar O animal de acordo com a produção dele mas você construir baias e para o animal em várias em Currais e nunca consegue fazer aí o produtor pegou a
tecnologia e fez a Inovação e ele consegue alimentar os animais de acordo com a produção deles porque acostumou cada cabra aí para o seu coxinho ele vai lá amarrar ela e coloca o concentrado fazer essa essa estruturação de mercado Ela traz a reboque a tecnologia e só pra colocar para vocês a gente tem que olhar o Desenvolvimento da capital criou como filme e não como fotografia porque senão a gente começa a pegar a foto de duas Décadas atrás e visões completamente equivocadas do que a atividade hoje e nós temos muitos desafios mas não sei que
entender esse filme e valorizar essa construção para que a gente possa pensar mais na frente no início da década de 70 e 80 a gente só tinha conhecimento dos animais baseados em potencial de produção alguns trabalhos publicados a Conhecer o que eram Esses animais depois a gente passa por uma fase de cruzamentos e depois tem um lançamento do programa de melhor americana de caprinos leiteiros começa a chegar Body central com PPA identificada em 2014 o primeiro sumário de bode leiteiros e aqui já um sumário com a variação genômica dos bodes Olá hoje nós temos no
arquivos o técnico Nacional 16 mil animais avaliados mais De 7.500 atrações fechadas com avaliação genética inclusive genômica de bodes leiteiros isso fez uma mudança na tendência genética do rebanho absurda que vinha caminhando por uma degeneração E aí com a entrada do programa E aí logicamente com empenho de todos os produtores da comida caprileite são parceiros dentro desse dessa perspectiva essa tendência se alterou foi comentário que também na parte alimentação né a gente também tinha no início pouca Informação sobre alimento para caprinos ovinos como utilizar e a partir daí houve o lançamento do Capim buffel aridus
aqui pela Unidade isso trouxe uma revolução né que ainda hoje ocupa muito espaço sair em pastagens as possibilidades de enriquecimento do pasto nativo com o capim com a graminha também o tecnologia é muito utilizada hoje agora nós estamos com serviços estacionamento nutricional usando infravermelho com análise de fezes dos Animais análise rápida e barata aplicativo para manejar parte nativo sistemas de ilpf com raiamento e faixa de caatinga programa de melhoramento genético de forrageiras tolerante à seca Então nós temos um evolução e nós nós temos segurança de dizer que hoje é o Sistema Nacional de pesquisa do
país como mostrou Doutor Kleber kleber aqui é poderosíssimo para fornecer esse tipo de informação de tecnologias aqui a parte da verminose também que a gente começa Com o controle estratégico passa pela adaptação do farmácia hoje nós somos um portal que traz a perspectiva de controle e para Tec estamos lançando aí brevemente um nematicida Botânico para controlar a fase de vida livre e tão trabalhando a resistência genética a verminose e também vacinas para controlar o almoço e e outra coisa que eu comentar na também agregação de valor né Eu já temos hoje tecnologia de charcutaria ela
lembra Para pecuária sua para fazer toda essa parte agregação de valor além dos produtos lácteos aí que você já são craques nisso nós somos experimentando produtos maravilhosos no nosso bairro Break e a gente até agradece né a todos e avançando aí com bactérias pró-bióticas enfim o que que eu quero colocar com isso nós temos um arcabouço hoje de conhecimento e hoje ele é suficiente para dar suporte nessa atividade né É claro que tem Desafios Que estão vindo Desafios que estão ser vizinhando e essa esse esse ciclo de inovação não pode parar mas esse hoje é
uma a gente tem segurança de dizer que a pesquisa também avançou acompanha o setor e o que que falta para decolar bom porque normalmente a gente coloca sempre a tecnologia quando o grande elixir e óbvio que é muito importante não há desenvolvimento sem inovação tecnológica e o sapato Mas na nossa cadeia outras questões surgem de maneira muito forte e Foi inclusive essas questões foram inclusivas que motivaram o objetivo dessa reunião focado em uma coisa mais complexa voltado para a visão de cadeia Os paradigmas Atuais eles estão muito relacionados a fatores não tecnológicos e ainda estão
falando de organização e aí não são falando de acesso ao mercado inclusive ao mercado privado para aqueles produtos Como é o leite de cabra aqui no Nordeste ainda está muito focado no mercado institucional e envolve Agroindústria varejo e um ponto muito crítico aqui que eu consumo EA demanda né Por um produto que começa agora ocupar esse espaço mais diferenciado a pergunta que sempre vem é que mercado é esse e tamanho esse mercado para carne para o leite como é que a gente pode dimensionar isso né eu vou fazer alguns sites sobre isso para que são
os desafios de organização e governança nós somos o que tem uma atividade predominantemente de pequenas Propriedades né E aí nós temos um desafio muito grande da escala porque nesse nessa pequena propriedade aqui no Nordeste setenta por cento das propriedades têm menos de 10 hectares no sul 48 por cento das propriedades também tem medo de 10 hectares é muito difícil que você consiga trabalhar em nível de escala para conseguir comprar bem sumo para conseguir vender e barganhar preços em mercado Então esse exige um nível de organização né ou no nível de agregação De valor muito forte
para que de fato essa balanças equilibre e nós temos na verdade esse baixo nível de organização que é sempre muito referenciado embora nós temos que reconhecer as mudanças que já ocorreram bom e o outro ponto é o alto nível de informalidade esse que foi um trabalho que nós fizemos lá no Itauá cada bolinha dessa aqui é um atravessador um intermediário né e compra produto o produtor e faz essa ponte nós Identificamos lá mais de 170 intermediários que compram carne no município e tal aí na região ou seja o produtor para ele vender o produto dele
ele tem que passar por essa rede né e os aumentos preços pagos por esse internet dela está muito baixo é isso não estimular os produtores a usarem tecnologia porque a renda é muito baixa também então nós temos exemplo eu pessoal da ficou Betânia tá aí lá no Piauí eles comentando que hoje a Cooperativa associação no caso paga r$ 8 né o quilo vivo lá na região e o intermediário paga 5 e quando eles preciso de animais que eles entram no mercado os intermediários saem porque não tem como comer com preço e os produtores Aí sim
se incentivam a produzir um animal que o mercado quer porque eles vendem por frigorífico não eles têm um contrato de venda de 300 animais por semana e os produtores ficam finalizados porque tem um preço Diferenciado e conseguem agregar valor e a esse esse benefício retorne temos tecnologia que aí com pensa em investir então nós temos hoje na cadeia um nível de formalidade que passa dos 90 porcento né e informalidade e isso traz o produto para um patamar muito baixo de remuneração com o produtor então a reduzir esse esse espaço nós já temos algumas experiências pois
Abrir cooperativas vendendo o e come as vender pela internet trabalhar essas essas Aproximações para que a gente possa romper essa barreira aí e poder comercializar melhor o desafio que já foi comentário aqui também pelo Dr Avaí é a estrutura que nós temos de agroindústria Eu estou fazendo um mapeamento aqui no nosso centro de inteligência de todos os abatedores por todos os municípios brasileiros que têm abatedouro de caprinos e ovinos né você pode ver por exemplo o Ceará aqui com três municípios o Maranhão não Tem nenhum abatedouro de caprinos e ovinos a baía ativamente bem servida
Pernambuco uma estrutura lá muito próxima do litoral muito afastado da zona produtiva Então esse é um Desafio que você não quer condicionar não é o Ceará está construindo quatro outros abatedores aqui mais da região de minha música a região mais forte pra É mas esse é um Desafio que não sei o que apaixonar mas não somente o abatedouro Porque isso é sempre o sonho de consumo de todo mundo tem o seu batedouro mas o abatedouro conectado uma estratégia conectado uma estrutura produtiva organizada com o mercado né definido por que isso tem um custo de implantação
e isso tem um custo de movimentação que é relativamente alto né O Valcir é um especialista nisso aí né Do fique Bahia vai trazer para gente essas informações da tarde mas esse é um dos grandes gargalos e função disso é desse aumento De consumo dessa essa demanda de mercado não é de um mercado mais especializado e da nossa inabilidade e na mesma velocidade colocar esse produto Nós abrimos espaço para as importações E aí vocês veem as importações aqui estão em amarelo e aí azul amarelo e percentual a parte aqui do início da década de 90
tenho salto tá aqui numa né hoje dez porcento do da nossa produção brasileira é importada especialmente do Uruguai Uruguai e se especializou nisso E aí eu pego aquelas palavras do Dr Kleber sobre isso né parece que nós brasileiros somos muito ruins de agregar valor de buscar esses Passos esse outro lado aqui é de importação de queijo e aí queijo eu maneira geral a gente não conseguiu esses dados de queijo de cabra mas a importação de queijo ouvindo também disparou Depois dessa fase onde o brasileiro começou a ter uma renda melhor e começou a tomar mais
vinho a Sós com queijo escreveu tudo no mercado e quem ocupa esse mercado é basicamente de queijo com alto valor agregado é um mercado externo e os nossos Hermanos como disso do Kleber é a Argentina Uruguai colocando esse produto Mas eu vi uma matéria falando da produção bovina no lugar e ele falou se não a gente não produz carne comum a gente produz carne Prime e exporta para o Brasil é o ângulos etc e tal então essa esse mais de 7 que nós temos aí da Produção e a gente não ter se essa esse reconhecimento
da identidade do nosso produto é um grande limitante um assunto trabalhar porque se a gente não entrar nessa lógica o mercado mais especializado que é o mercado que se desenha para caprino e ovino esse mercado quando for se abrindo ele vai ser ocupado por esse produto como esse você chegar no Pão de Açúcar no Carrefour no Extra aqui no Pinheiro Supermercado Sobral tem o queijo Holandês de cabra é comercializado aqui dentro da nossa casa né Esse é o motor nesse espaço estando compadre basicamente por Uruguai e Argentina então é inscritível vai ficar branco aqui é
o queijo para o país todo e eu falei para vocês quiserem comprar e claro que vocês não vão comprar né ele tá aqui no Pinheiro Supermercado Sobral né não é nem uma grande capital é e se você for no Carrefour e você vai ver uma infinidade de queijo portugueses Holandeses e espanhóis todos lá franceses ao preço que não vai dar para ver mas é que custa r$ 200 r$ 201 do quilo desse queijo português r$ 170 é o valor que do com a banca né E aqui r$ 40 42 reais o quilo do pernil do
Uruguai tá bom Um Outro fator importante também é que a gente tem que destacar né de impacto nessa governança é a desidratação desses programas de aquisição de alimentos a cadeia daí eu falo agora na cadeia da Capina pro leiteira no nordeste bom né que chegou a produzir 30 40 ml de leite dia é hoje deve tá então dos seus 25 mil litros de leite dia é muito focada nesse programas e houve de fato uma desidratação aqui subiu um pouco já caiu novamente aqui é dos programas de aquisição de alimentos Então esse mercado institucional ele ele
não está sinalizando que vai ficar firme né isso traz um risco muito grande porque havia toda uma estrutura montada em torno Desse mercado e os mercados simplesmente tá derretendo né felizmente né nossos produtores entendendo esse momento já estão se mobilizando que vocês viram vários produtos aí de produtores de leite de cabra com vários queijos e derivados né a manta de Petrolina também entrando nessa esse novo momento batendo lá de rajadas o crédito tá aí conosco também de buscar no outro mercado né Então esse é o momento também De reflexão para cá para uma pro letra
do Nordeste e teve que teve durante muito tempo 10 anos no mercado institucional muito firme e que agora precisa e é uma questão de sobrevivência viabilizar essas 14 indústria de leite então lá operando né e preciso agora alcançar o outro mercado e aí para finalizar a gente traz um pouquinho né da nossa percepção de futuro né Alguns vão dizer o futuro a Deus pertence não vão estar pensando eu quero Saber ou amanhã que eu tenho uma conta para pagar mas como disse o Reginaldo novo aqui do SEBRAE não precisa me entender essa essa perspectiva de
futuro para poder orientar o nosso caminho né quem não sabe para onde vai vai para qualquer lugar então nós temos que trabalhar esses cenários para que eles possam dizer o que tem barba tem que fazer o quê que as instituições ligadas aos produtores tem que fazer e políticas O governo precisa implementar para gente Criar uma visão de futuro alinhada porque senão a gente sai atirando para todo lado cada um tem uma e E aí brilhante e a gente não consegue consenso para avançar ou do ponto de vista dos Desafios de mercado eu não foi que
eu botei sem alguém sabotou a minha apresentação o Reginaldo falou aqui que quem manda é o freguês né até o doutor Cléber também colocou esse ponta foi bom que Deus se Alinhamento também né apesar de não ter combinado mas o puxador da cadeia é o mercado não tem jeito mercado que vai dizer que vai comprar e o que quer comprar E aí nós temos dois caminhos aqui né e tem o caminho do preço competitivo eu quero dizer com isso eu vou alimentar eu vou colocar comida na mesa mas sem distinção proteína animal com Dr Kleber
colocou daí eu preciso trabalhar escala nessa perspectiva de commodities Eu vou ter que trabalhar custo porque eu tenho que chegar com essa proteína não preço competitivo porque eu tô botando a carne na mesa tá eu não tô vendendo outra coisa logística qual é a vantagem inclusive pensar no mercado internacional né vai haver uma explosão de consumo no mundo e é esses consumidores consome Carne caprina ovina também então a uma oportunidade para essa perspectiva e do outro lado é o preço compensador eu não vou vender só Carne né Hoje é igual o celular celular que menos
fazem ligar você tem outros atributos que fazem com que esse celular seja comercializado até para ter ele é tem gente que compra o celular iPhone você que para ter o celular mas como o símbolo o major em alguma coisa assim então aqui eu tô falando de sinais distintivos nicho de mercado memória gustativa experiência gastronômica história responsabilidade social tudo isso vende tudo isso é acessório para Valorizar o produto Então tô falando aqui Fazer uma comparação né em 2016 o Brasil comprou 26 Ferraris no Brasil pouquíssimos brasileiros né então no topo da pirâmide aí e isso resultou
no faturamento de 78 milhões de reais e isso é que vale a 2387 Renault kwid nada contra o Renault kwid Eu tenho um Renault kwid Tá mas eu posso ter o mesmo faturamento vendendo 2.400 Renault kwid ou vendendo 26 Ferraris agora quem vai comprar uma Ferrari vai comprar uma Ferrari e ele vai comprar aquela cor vermelha ele vai comprar o ronco do motor ele vai comprar o cavalinho da Ferrari então o produto único que a pessoa paga por quê que é ter a sensação o prazer de ter aquele produto assim como pode ter uma carne
né ligado à tradição assim como pode ser uma carga ligada é a história a sustentabilidade que as pessoas querem comprar isso né eu posso a gente fizer uma perspectiva Aqui é baseada no consumo a gente não tem esses números Claro os objetivos a gente pode fazer alguns sites hoje se coloca nas estatísticas oficiais que o consumo per capita Nacional de carne caprina ovina tentou de 600 gramas cabeça ano né embora média é aquela história na cabeça no freezer o pé no forno a média 30 que quando você tem alguma coisa com extremos muito grande a
média não representa bem Tá mas a gente Colocar essa média de 600 gramas por habitante dia né isso vai dar um consumo de 76 milhões de quilos 76 mil toneladas nós temos um efetivo para atender esse consumo aqui de 22 milhões de cabeças para atender a essa demanda e dois milhões de cabeças abatidas se a gente pegar em Petrolina a gente fez uma conta muito simples conta do Padeiro mesmo né que que produz o município de Petrolina eu sou o município Petrolina Lógico que tem interações tem fluxo sair também mas A gente fez em vários
locais onde a capital prioriza a cultura é muito muito forte a gente vai chegar essa média aí Alguns 75050 81 gramas né habitantes ano só Esse aumento aqui considerando que esse consumo essas regiões seria o que a gente podia sonhar e atingir factível né a gente ia precisar de um efetivo aí de 107 milhões de cabeça para nesse mercado porque tem um efeito da população nós somos muitos Nós somos mais de 200 milhões de brasileiros eu só fazer uma pergunta rápida aqui quantos de vocês aqui consome carne caprina e ovina somente uma vez por mês
levanta a mão só uma vez por mês e quem consome carne caprina ovina uma vez a cada 15 dias e quem consome carne caprina vindo toda semana o Zé ver toda semana se consumir 150g um bife de carne caprina vir a maioria para Que tá de costa foi uma vez por semana toda semana e [Risadas] só os consumidores hard aí né e vocês ver ó um bife de carne caprina ovina por semana vamos botar aí 150 gramas Vamos botar aí 600 gramas de carne caprina ovina por mês multiplique isso por 12 aí vai dar o
que 78 kg em 17.2 kg cabeça habitantes é uma perspectiva que A gente tem que trabalhar qualquer uma comparação muito grande com carnes de aves ou carnes bovina e a gente tem que ter uma ideia dá uma situação nisso você ter uma ideia isso aqui é o consumo per capita no mundo e dificilmente um país chega no consumo de 10 Kg por habitante ano é o Uruguai passa um pouquinho de isso aí o os uruguaios são comedores de carne mesmo né a 11 kg de cabeça mais a Nova Zelândia Olha como Reduziu absurdamente o consumo
deles que ficava nesse patamar de 20 25 kg hoje eles estão consumindo é o equivalente a 4 kg a 3 kg por habitante ano né basicamente aqui na Nova Zelândia que aconteceu foi um aumento de exportação para a China o preço subiu pressão nas áreas mais baixas onde criar bovino por outras atividades produtivas que tava gerando mais renda ao vê-la começou a subir os morros o preço subiu e a turma que estava comprando pelo preço Reposicionou né E isso ficou dentro de si para tomar se nós compararmos aí com frango é noção falando do consumo
sair de 30 40 50 kg habitantes ando se comparar com a carne bovina eu tô falando é de 20 de 30 kg habitantes então estudar uma sinalização para gente também que acomoda um pouco nossa maneira de pensar porque a princípio é a gente pensa você quer alcançar esse patamar você que competir com a carne de bovino para carne de Frango de igual para igual mas eu trabalho numa carne que tem tradição eu trabalho uma carne que tem muito preço para oferecer aí você vai ir aqui em Sobral com 15 ai seu corpo um galeto o
baião de dois e ainda leva um refrigerante e é uma carne que que tem um preço muito muito competitivo né então esse patamar de consumo que nós vamos colocando aqui ele tá dentro desse patamar global e tem um espaço para ir para crescimento que Não que você coloca a população ou se eu pegar 600 gramas cabeça ano né e colocar em 200 milhões de brasileiros eu vou para um uma demanda de 120 mil toneladas Uruguai mesmo consumir 11kg habitantes ano a demanda deles de 40 porque o país é muito pequeno então você fica combinar entender
que não somos um mercado imenso para qualquer aumento de 100 gramas se a China aumentar 100 gramas o consumo de carne é uma explosão eu tenho que os dados da China que vai ser o grande Mercado mede consumo de tudo a China na década de 90 consumir aí então de 800 gramas e eles eram um ponto 1 bilhão de pessoas é um 2028 eles vão ser um bilhão e meio e vão aumentar o consumo para 3kg Olha a explosão dessa demanda de consumo de carne caprina ovina de carne ovina que hoje tá sendo suprida pela
Nova Zelândia Olha o ambiente que isso cria né para gente ocupar o mesmo a mesma coisa a gente pode fazer para o leite hoje 150 Mil toneladas de queijo fino de vaca são produzidos no Brasil e no mundo todo o Marketplace o market share do do queijo caprino é três por cento em relação ao porte fora de bovino a gente colocar três por cento em cima da 150 mil toneladas nós temos uma demanda potencial aí e quatro pontos 5 mil toneladas de queijo caprino para ocupar três por cento do mercado e que ele fino do
país trêsporcento e isso é que vale uma demanda de 123 mil Litros de leite dia só para fazer isso aqui tá hoje segundo a fao aí a gente produz 68 mil litros Leite dia nós temos o espaço aí e dobrar somente para atender três por cento do mercado de queijos finos é do país tem certeza que nossas amigas vaquinha não vão ficar chateados de entregar três por cento desse mercado aí para as cabras leiteiras né O bodinho Também acha bom isso aí outras pessoas relevantes que eu sempre Que ressaltar também só se políticas de apoio
né eu vou te dar que aqui a rota do cordeiro o prodec programa do Banco do Nordeste desenvolvimento territorial a lei ovina que foi sancionada agora há pouco tempo que abre uma perspectiva né de apoio para atividade em na regulamentação desta lei o agronordeste com o plano do Ministério da Agricultura para fortalecer o água do Nordeste o SEBRAE senar várias instituições que tem empenhado esforço nesse cria um ambiente Interessante um ambiente de influência ver influência da Rota do cordeiro nessa lanchonete aqui ó já tenho rota Burguer rota bacon Big Rota rota cheddar e o rota
picanha Oi e você que buscar sua identidade meu só isso essa foto aqui foi tirada em uma bodega um comércio pequeno né vizinha rodoviária aqui em Sobral eu vou ampliar com seus ele olha o que tá escrito isso aí e aqui em Sobral vizinho rodoviária o Que que é isso a falta de identidade foi falado aqui Oi e aí vai acontecer mesma coisa que aconteceu com a picanha no passado que a picanha boi Argentina picanha Argentina picanha Argentina tá lá o bodegueiro não sei da onde saiu essa ideia para ele escreveu de próprio punho costela
de carneiro do Uruguai bom então esses Passos desse ocupado urgentemente só pena de nós perdermos o barco e a produção né tem que brigar com Obrigou a carne bovina para ocupar esse espaço tirar um pouco desse dessa coisa de picanha Argentina de pegar Argentina e que ainda tem como dr Kleber colocou aqui a gente perde muito mercado nessa nessa perspectiva [Música] Olha aí quais são as oportunidades então que estão colocadas e que são objeto da nossa discussão nesse dois dias primeiro essa produção de commodities né substituir a importação mas ainda Importamos a quantidade de carne
e aumentar esse consumo interno aonde é que isso vai chegar nós vamos saber mas está crescendo pessoas estão cada vez mais ter conhecimento ocupar esse mercado internacional a China mundo árabe nós já tivemos chinesa andando aqui no Nordeste vários locais eu tive agora na Expointer e uma pessoa num frigorífico falou os árabes tiveram aqui quero comprar só que eles querem comprar é o rebanho Rio Grande do Sul todinho de Uma vez então um mercado imenso né e esse a gente mirar nele nós tem que construir essa base para chegar lá né mas não tem que
ter esse mais 7 então para isso aqui o Valcir tá vindo a experiência do fino Sertão né que é um frigorífico tem inspeção Federal cisb lá na Bahia tá no mercado tá sentindo essas dores agora do mercado o nosso colega Fernando Henrique tá voltando agora Nova Zelândia para trazer só os bizu da Nova Zelândia né para para para trazer só os Pulos O gato é a Gabriela Cordeiro tá vindo aí também tá Zé perspectiva desse mercado mais aberto de leite pode ser uma ideia aí ó das 24 empresas que se credenciaram para exportar lácteos para
China você se ela disse nenhuma delas a nossa se ela tinha também para credenciada para exportar com chiliques até uma visão de futuro sendo construída aí que a gente quer discutir aqui e o outro ponto né esse produto com sinais distintivos né produto com alto valor Agregado a gente equilibrar essa balança da falta de escala né voltada exatamente para isso aqui né que o doutor Kleber colocou muito bem aí que é o protagonismo do Consumidor E aí tem a fazenda Carnaúba vendendo história vendendo tradição vendo Cultura né com os produtos lá da Fazenda Carnaúba a
professora Heloísa Collins revendendo turismo vendendo gastronomia embarcado no com Queijos de alto nível né A Experiência das carnes do alto Camaquã Lá do Sul que traz todo esse contexto de território ligado ao produto né e a experiência da visão de futuro coletiva das cooperativas e associações de leite de cabra do aparelho do Pernambuco que a doutora nível vai trazer dentro de um grande programa de onde foi estabelecida a visão que foi e para esse conjunto de instituições focadas no mercado privado também nessa identificação identificação de identidade né E só para colocar uma coisa interessante sobre
essa questão de Propaganda do Consumidor é que a gente às vezes não tá muito ligado a essa geração que tá vindo aí eles estão altamente conectados E altamente sensíveis a todas as questões eu vou contar uma história Rápido aqui para gente passear eu tava na lanchonete né com a minha família e fui inocentemente pegar um canudo para para colocar o refrigerante eu fui pegando o canudo minha filha que tu não faça isso eu falei o que foi que aconteceu o quê Que você ia fazer eu falei vou pegar um canudo aqui ela falou que não
sabe o que que tá acontecendo no mundo não eu falei não sei o que que tá acontecendo os canos estão acabando com as tartarugas no Serrano se você não pode usar canudo eu falei com tudo bem eu não pego mais no canal tem que ser canal do de agradável de vidro ou de metal eu falei Ok tá tudo certo e aí eu fui pesquisar e de fato Correio Braziliense ameaça dos animais do canudo na marina do Tartaruga A BBC mostrando a tartaruga Moto G Starbucks já falou não vou usar mais pessoal pode vir comprar aqui
comigo que aqui é Canuto free é só que no descartável Então essas coisas esse pessoal que tá entrando agora nessa no consumo eles estão extremamente sensíveis e quer ver outra coisa que surgiu na mídia recentemente a Embrapa participou até fez um contraponto disso eu tenho uma matéria bem tranquila uma ela falava Assim cabra no nordeste desenvolvimento Rural sustentável ou degradação da caatinga bom então é essa história que fez o outro ela vem suja para fazer nota técnica rebati tal é uma coisa que você que nos preocupar Nossa na hora que esse produto começa a incomodar
outras cadeias produtivas entrar nesse mercado e tem um Market share nesses produtos aí essas críticas vão aparecer porque eu tô Kléber falou aqui também e não tá Preparado para isso então essa essa marca de sustentabilidade Ela já tem que sair colada nesse produto de caprinocultura e ovinocultura porque essa questão vezes o outro círculo e não adianta de ficar zangado não a gente tem que fazer esse contraponto criar essa essa identidade para ir colocando né esse mais 7 na cabeça dos nossos consumidores a gente levar essa atividade nem que seja nas costas como Ayrton tá fazendo
aí com esse Bodinho tá Eu agradeço a todos aí e especialmente as que viabilizaram a realização desse evento obrigado a [Aplausos] Olá tudo bem Marco bom alguma pergunta e a respeito do assunto abordado a mulher levantou 11 o cidadão ali por favor leva ali E aí E aí E aí E aí E aí E aí os parabéns do Marco pela palestra é só a gente fazendo mais uma vida vão consideração é quando diz respeito do mercado é e a gente observa que existem algumas distorções no mercado brasileiro e contribui para que esses números Não entre
na legalidade ou na formalidade né a venda de leite e derivados e carne e a Gente observa que a demanda é maior no ilegal do clandestino frigomato enfim e algumas Estações São contribuídos pelas importações de carne Uruguai e não é tanto mais queria distorção quando se apresentou aquele slide onde a pessoa acha que colocando carne do Uruguai ele vem demais pela falta de cultura do brasileiro que achar que importados sempre é melhor do que o Nacional né e lei do engano na sua maioria das vezes não é o fato é que hoje em dia nós
temos Várias ferramentas Oi e o mercado digital tá aí para provar isso né Então as redes sociais que são os WhatsApp as grupo de lei transmissão e a gente tem observado isso no varejo é um dia de tatuando mais firmemente nos últimos três anos que o consumidor ele quer consumir uma carne de cabrito Cordeiro já começa o ao problema que ele chama um pelo outro que a gente já tem que dar uma aula né segundo o que levar para casa por que que eu quero comprar Carne de Cordeiro Eu quero comer carne de bode ou
cabrito que chame ele não sabe o que levar pelo menos a essa prática que a gente observa em todas as cidades salvo raras exceções primeiro é o que ele só sabe fazer o quê ou guisado ou assado ou leva para o forno ou leva para cozinhar aqui no Nordeste mais para cima ser utilizado lá na Bahia Nordeste da Bahia chama de São Paulo Então é isso que ele sabe então quando você fala nós temos pertinho do sapo tempo paleta Desossada nós tem uma boa que nós temos o sarapatel Mas tem uma puxada ontem à noite
somente o consumidor que não é tradicional de consumo né que a justamente o consumidor do litoral há mais ou menos do Nordeste que tem o poder aquisitivo tem um fluxo turístico e tudo mais então esse produto ele precisa ser agregado de um serviço e é o que a gente faz na nossas lojas que a gente faz quando ele cobra o corte que a gente dá uma aula na loja a gente manda Antes dele chegar em casa três vídeos de receitas culinárias daquele corte que ele levou pelo aprender fazer hoje a questão Gourmet tá muito de
moda as suas Varandas Gourmet as suas reuniões de gastronômico o chef de cozinha e isso a gente ver toda hora nas redes sociais as pessoas postando fotos de alimentos e tudo mais então essa essa questão tem que estar agregado a esse processo de comercialização né aí a gente vai que conseguir quebrar o e ajudar os Frigoríficos que existe os que estão ansiosos que pretende existirem é né para agregar valor eu não sou com nenhum contra a feira livre de maneira algumas a feira livre nunca vai acabar mas o próprio consumidor vai escolher Como já tá
escolhendo né então a gente observa que tem gente que vai na loja mas não vai na Feira Livre Por que aquele consumo daquela carne é uma consumo semanal ou mensal a gente dificilmente o cliente que compra na loja é uma vez ele Não volta mais duas vezes por mês né a já questão do preço e outras coisas lá então acho que é importantíssimo a gente utilizar essas redes sociais entendeu esses essas ferramentas digitais em pró da melhoria da nossa competitividade da carne ou do leite e derivados isso né E a gente tem essa prática é
muito grande no nosso corderito né que é uma loja que muita gente não sabe se a loja é marca é carga é isso que a gente faz uma certa a zuada e ao mesmo tempo informação mesmo Tempo nas redes sociais né então acho que isso tem que estar muito agregado então nós tem que fazer um trabalho de market aí marketing as vendas e publicidade propaganda lembrando da diferenciação da carne de cabrito de Cordeiro uma coisa é uma coisa outra nada de vender um piloto o Bulldog é bom dar uma só foi carne de ovino e
se possível sábado não vai acreditar no meio ali dá um jeito de começar a diferenciar essas coisas para Agregar valor fazer a percepção faz na prática existia o consumidor né e a gente poder desfrutar de uma agregação de valor mas quem vai poder pagar a terra mulher a melhor plantou que para dois com qualidade então era só uma agregação a consideração fazer obrigado a bom então vou fazer um comer para uma ideia muito interessante de ser teve isso é um exemplo de conexão com a com a necessidade do Consumidor a gente se Entender que esse
consumidor e quais são as necessidades até o consumidor que tá ligado aos restaurantes churrascarias e tal que é uma demanda um perfil o outro pesquisa do que o outro consumidor que esse doméstico e essa é uma coisa do brasileiro sobe eu eu sempre observo quando eu tô comprando caixa e quando a pessoa chega e fala assim tem carne tem tem carne mole tenho que ler carne mole ou eu quero carne para bife mesmo a carne bovina o brasileiro é dona de casa Ela não conhece o corte ela não sabe o fiel da balança o cara
que vende ele disse essa aqui é boa para bife tão corta para mim e agora Talvez a gente possa criar nessa construção essa identidade porque aí eu acho que a uma uma necessidade também oriental no preparo porque o preparo pode fazer a diferença muito grande na maciez da Carne certo tal eu acho que essa pode ser uma saída de conexão né e criar esse mercado e criar fidelidade eu acho que Essas cadeias curtas de comercialização onde o consumidor se sente muito próximo de quem tá vendendo e valoriza isso porque também agrega valor né não que
tá consumindo eu acho que essa mandou saídas que a gente tem que avançar E aí E aí G1 E aí E aí E aí E esse é um trabalho feito doméstico né E também o trabalho feito nessa divulgação eu acho que a gente tem que criar consistência aqui é porque não é só o Ministério da Agricultura né só Embrapa na sua lá cooperativa nós todos temos que começar a colocar essa informação só tem que chegar no consumidor a qualidade do produto da responsabilidade social tem por trás nós são criar dentro desse negócio é esse esse
modelo onde o consumidor Começa a identificar e posicionar a carne o queijo né dentro do pote fole de consumo Pode ser que ele vai falei olha eu vou consumir uma vez a cada 15 dias e nessa faixa aqui é quais para atender a outro consumidor de restaurante Churrascaria que tem um fluxo contínuo Então quais são esses mercados né que nossos somou atingir e de que forma a gente constrói esse caminho para chegar lá né O Marcos é E agora a sua apresentação estaria bem e nos posiciona de caprino e ovinocultura mas faz uma pessoa só
para você comentar agora a gente tem aí a a Leila da caprino-ovinocultura e aqui como foi colocado anteriormente a gente tem Talvez os grupos mais históricos que toca o negócio da cabina ovinocultura no Brasil mas esse setor diferente da do mercado de aves da suinocultura da bovinocultura ele é o mais clandestino Alivia mercados falando é por isso que inclusive os dados de consumo fica tão baixo não se consome só isso a gente sabe aí com o advento dessa lei alguma possibilidade de aumentar o controle do Estado Quando degustado é o estado relação à Federação sobre
essa questão do abate e o clandestino de caprino e ovino país porque é isso que desorganiza cadeia é quando a gente com certeza a apresentação confirmada Nova Zelândia Todo mundo fica com os olhos grande né no negócio mas os caras lá está organizado né É talvez até a flexibilização da legislação lavar sei disso que tem abatedores inclusive móveis e aqui se burocratiza tudo para não ter nada e depois do caderno crescer eu acho que o advento da lei é importante cima né Inclusive a velocidade porque ela foi sancionado ou não posso que já tinha muitos
anos aí esse lutando mas a colocação dela para Funcionar vai talvez dá um impulsionar mas vai precisar vir junto um aperto na legislação No que diz respeito ao comércio clandestino de cá precisa ouvir no país assinou a gente não vai avançar vamos ficar fazendo vários Encontros com esse vamos estar lamentando constantemente essa coisa da do avanço da caprinocultura como alter a geração de renda porque quem faz capturou controle de fato é o pequeno produtor a gente tem algumas grandes agropecuárias Fazendo mas a maioria está nas cooperativas da Agricultura Familiar entendeu Então se decidiu organizada a
lista a nível da mente de legislação o Estado tem uma o poder de polícia nas ações eu acho que a gente ajudaria a arrumar mais essa cadeia é uma pergunta super pertinente e difícil de responder né Aí tem duas questões que eu gostei de colocar é primeiro com relação a essa lei a lei Ela traz uma perspectiva bem Ampla né Ela precisa agora que o ministério desenvolva os planos dentro da lei para operacionalizar ela então ela dá uma perspectiva mas em termos operacionais a lei ainda está muito distante é preciso desdobrar isso em ações mais
práticas se eu não vai ser tão rápido né sobre essa questão da fiscalização é o que eu tenho escutado em alguns estados é que o gestor Falou sim então não vamos ter recurso para fazer isso o país é imenso então sendo bem sincero eu tenho pouca Perspectiva de que haja uma ação dessa que a gente imagina e foi olhar agora só vai produzir se tiver passado por uma estrutura formal esses edital bom Então essa é uma perspectiva que eu acho que no curto Médio prazo ela não vai se operar pelo que eu tenho escutado e
aí eu já estou falando assim para eu tô com necessidades absurdas na educação saúde segurança fiscalização ver aí vamos ver como é que faz então né É tem uma coisa muito solto aliás fiscalização lavar em Cima de quem tá registrado né que não tá registrado não é fiscalizado Então tira uma distorção É isso aí que que eu acho que são alguns sinais que podem trazer alguma mudança nisso primeiro essas essa estruturação da cooperativa criando um incentivo por produtor não lembro o o abate clandestino ou mais informal né como o pessoal da sua Betânia reportou lá
vocês reportaram também lá que tem um preço firme e segura o preço para que o produtor mesmo e as mais críticas que o Frigorífica com mais dificuldade segundo o preço para poder o produtor de realizar então você acaba tirando ele nesse desse mercado e fidelizando e uma outra por E aí e agora está em processo de consulta pública né Albert o processo de obtenção do selo para Laticínios então isso vai possibilitar aqui pequenas estruturas estruturas ligadas à cooperativas de agricultores não é possam pegar um selo de equivalência ao Sif Então a partir desse momento essa
essa estrutura como inspeção estadual ela pode né Seguindo os critérios lá equivaler a uma inspeção Federal e isso permitir que ele abra o mercado isso para o finalzinho para leite e deve vir na sequência da carne então o que que eu acho que isso vai mudar o André bugnara tá aí também que o coordenador da área de produção animal lá do mapa aí tá muito envolvido nisso eu acho que isso vai permitir que muita gente que poderia Ter nacionalidade que não tá pela questão burocrática toda pela dificuldade custo é você pegar o de Poá para
se adequar numa e agora dessa quase milagre laterítico essas pequenas operações se formalizem E aí começa a espalhar esse mercado formal então eu acredito você que não pelo pelo combate à informalidade Mas pelo estímulo à formalidade que achou o caminho mais de curto Médio prazo que a gente vai ter que apostar porque eu não vejo nenhum Movimento e na nossa que o pai estado o investimento forte na inspeção para que isso levar pelo por esse campo tá bom obrigado pela pergunta e lá em cima do que o colega falou e a sua resposta só é
nós eu sou da hora da região dos Inhamuns a lira é um arranjo produtivo estou em Fortaleza mas eu sou filho lado de cá até hoje lá naquela região que é produtora nós há 20 anos atrás tentamos implantar um abatedouro lá conseguimos Recurso pelo Pronaf infraestrutura E aí não deu certo depois a Prefeitura Municipal conseguiu novamente uma verba não deu certo e o resultado resumindo é que nós estamos com 20 anos na região dos Inhamuns sem ter um abatedouro e com rebanho lá de em torno de 800 mil cabeças que ela pegando ali de Santa
Quitéria até Parambu sótão até 250.000 agora o projeto São José meu amigo aqui é um dos responsáveis por isso aqui está implantando quatro abatedores lá aí pode Ser que começa a falar e cadeia produtivo tem o grande problema Nossa é que nós não temos cadeia produtiva na ouvindo caprinocultura princi palmente aqui no Ceará você vai ter lá no Pernambuco já têm alguma bater doida partir leite lá na região da Paraíba mas aqui no Ceará nós temos só o caso seu gente tá bem ali atrás que eu acabei de localizar meu amigo que tem uma batedor
aqui em Guaiúba que a bate tanto ouvir como suíno não é isso Carlo e ele é Compra os animais lá do Tauá foi isso aí nada né então o problema é que nós temos que evoluir nesse processo a trabalhar legalização em 10 arguidos que nós legalizamos do leite na região do Jaguaribe Os cara tão recebendo 90 mil litros por dia que é o leite quase todo do Kaprixo aí que ele apontou então a questão da legalização é crucial e o outro ponto é a produtividade nós temos que ter a produtividade com custo baixo para poder
o produto chegar Com preço competitivo com o suíno você vai competir com sua em Linhares Hoje você chega no Mercantil acesso 50/60 reais de caprino de ouvindo se for um coisas pessoal que é que pode pagar por isso qual o percentual da população que pode consumir você retira logo aí desse teu cálculo aí 95% fica fora E aí tem que calcular só em cima do cinco por centro então é duas coisas que trabalhar a produtividade EA questão da Legalização e a cadeia produtiva para poder a gente avançar no processo você é esse o desafio viu
mas isso aí que eu queria falar E aí Esse é meu nome é Caetano eu sou de Minas Gerais o assunto é exatamente sobre agregava Lua e ver consumo principalmente na área que a gente atua que é de leite e derivados de cabra Esse é o que a gente sente muita falta eu não sei qual a Possibilidade de destes aspectos é você se incorporado pelo uma uma leitura mais nacional é que a gente tem uma grande desconhecimento o grande conceito prévio um preconceito sobre o leite e os derivados de cabra com correlação o sabor uma
certa de DMS uma alguma rejeição é da nossa parte por exemplo nós trabalhamos com um pequeno gatinho cifrado nós trabalhamos com o correio de supermercado com o 30 lojas na região de renda mais Alta por exemplo Rio de Janeiro nós temos uma avaliação bastante boa dos nossos produtos nós cuidamos de embalagem umas cuidamos de logística de entrega mas de qualquer mais achava que trabalhamos com encarte trabalhamos com degustação e a gente vê sempre um avanço muito lento no consumo e nós mesmos fazemos degustações eu vou Minha esposa vai com a bandeijinha apresentando os produtos você
vê que Noventa porcento das pessoas 95/98 número Exato eu não sei mais um grande número não conhece nunca experimentaram e tem um certo recuo na hora que é apresentado o produto tem que insistir um pouco para pessoa experimentar quando Experimenta o sentido da exatamente contrário ficam Encantados e de joia mas é assim mas eu não achei que fosse assim eu já experimentou e eu vou alguma coisa iam muito muito diferente Daquilo que foi apresentado então a impressão que a gente tem porém a gente trabalha com produtos 100 porcento natural nós temos de iogurtes com polpa
orgânica de morango nos homens que são de corante nenhum tipo de adicionado nos produtos temos uma linha de produtos que vai desde o o curado com parmesão Hotel um bom sonho em versões variadas Minas frescal ele procuramos trabalhar buscar encontrar algum produto que seja ostácio mais ao que a gente imaginava que fosse O gosto do brasileiro mas mesmo assim a gente vê talvez por uma dificuldade de mais comercial talvez que a gente não está habilitado para isso mas também muito por falta de ver uma interesse do Consumidor no produto por certo Um Certo preconceito então
a gente veio aqui nossa ação é muito pequena para poder movimentar esse esse esse público enorme de noventa porcento que não conhece ou o que nós o que ainda tem alguma alguma rejeição para movimentar as público Então a gente pensa qual seria eu acho que esse ambiente aqui peguei a ótimo para fazer essa discussão qual que seria a possibilidade da gente tá com uma atividade a nível muito mais abrangente de vamos a língua nacional é com mercado Oi gente já descoberto né não tem consumo de queijo cada nacional Brasil praticamente é qual a possibilidade de
a gente fazer uma som de valorização aqui de agregar valor e promover consumo a nível Nacional concurso porte não só da Atuação do produtor de visualmente mais uma coisa mais abrangente mais talvez mais institucional ou mais mais forte e territorial territorialmente mais ou menos gente é uma questão que a gente vive que gostaria de fazer aqui obrigado cai tanto na verdade você colocou exatamente o objetivo desse desses dois dias de conversa aqui né mas se fosse um e para que a gente console agora eu acho que a gente precisa é porque Eu eu acho pouco
provável que a gente vai disputar preço com frango construindo ocupar esses espaços de consumo a sal né é dada as características da cadeia da tradição do de consumo vêm aqui no mundo todo o consumo de carne caprina ovina ele não se assemelha Poucos países que você chegar perto de um consumo de carne suína por exemplo Então a gente tem expectativa também de conseguir um consumo Franco de um mercado muito Aberto né você tá falando aí de 10 porcento por exemplo que que você consegue avançar né e no mundo todo o queijo de cabra três por
cento do mix de queijos então assim não é uma coisa definitiva a gente começa a entender que a gente tem uma fatia nesse mercado que diante do do da população que a gente tem a cidade de consumidores já é uma coisa que fica grande mas eu acho que é pouco provável que a gente consiga ter nesse mix de produtos aí proteína uma Participação de trinta quarenta por cento e cinquenta por cento o avanço muito grande agora o que eu acho que a gente tem que E aí E aí O mercado está se desenhando como mercado
mais firme para esse produto e onde é que nós temos que apostar Eu concordo com você que a gente tem que criar essa essa essa Onda de promoção porque a gente escuta em vários lugares ainda quem trabalha com a caprinocultura e ovinocultura ainda com baixa autoestima quando mexe com isso a porque nem é porque eu problema então você começa a circular e isso para quem não conhece é uma informação tá chegando a dificuldade complicado de não sei o que isso começa a criar um ambiente que não é favorável ao crescimento né Sistema ideia tal a
tem uma carne e é muito reconhecida pela Qualidade dela é sensorial né que a gente tem um projeto lá para que os habitantes da cidade se aprende isso eu passei um dia lá né Eu estava à paisana né não tava com nada da Embrapa E nada e tinha uma pessoa vendendo lá e eu perguntei você tá vendendo manta de carneiro de Tauá se é verdade que a carne Tauá é a melhor que tem aqui na região maior do estado e tal essa conversa do pessoal tudo igual foi mais a carne da carrapateira Me falaram que
é O destruindo lá onde tem uma planta que adiciona e Sabor diferente lá na carrapateira me falaram que de lá sai a melhor Conversa rapaz tudo igual essa ficar em casa mesmo essa identidade que a gente precisa trabalhar também porque senão a gente fica nessa retórica a coisa tá avançando te ensinar a gente não olha para os sinais e fica repetindo Esse mantra que eu escuto frequentemente de que complicado difícil as coisas estão mudando as coisas estão avançando Não é na velocidade que a gente quer mas a gente tem que estar de olho nos sinais
estão se apresentando para gente caminhar porque senão a gente fica repetindo o mantra e não sai do lugar é usada olá tudo bem vamos lá para hoje aqui eu marco né que terminou sua palestra