Aí agora sim. Alguém testa o som para nós aí. O microfone de vocês está aberto. Testa o chat para gente testar. >> Boa noite. >> Ok. Boa noite. >> Boa noite. >> Boa noite, professor. >> Boa noite. Tudo b? >> Boa noite, Carlos. >> Boa noite. Então, tá muito bom. Vamos Com tudo, então. Então, hoje a gente vai falar de um tema muito importante, né? Vou tentar tirar o máximo peso desse tema. que é a perda do sentido da vida, né? Um tema importantíssimo pra gente observar, né? Pra gente olhar com bastante amor aí paraa
nossa vida, pro nosso porão, pra nossa consciência e refletir um pouquinho nisso, combinado? Deixa eu projetar para vocês aqui. OK. Vou ver se tem recados aqui. Eu sempre Marco. Ah, tem um recadinho. Vamos lá, pessoal. Várias pessoas me questionaram sobre os atendimentos. Vou falar rapidamente aqui como é que funciona os atendimentos, tá bom? Mas bem breve. Então, como é que é o atendimento de homeostase quântico informacional? Então, ele tem, ele tem a duração de 2 horas, esse é o padrão, tá? 2 horas. E a gente vai dividir na primeira hora, nós vamos fazer o quê?
Você vai trazer um tema para o nosso Encontro, então uma reclamação, uma doença, o que tá te incomodando. Bom, na primeira hora nós vamos conversar muito, né? Eu vou te encher de perguntas. algumas meias chatinhas, mas precisa pra gente fazer o levantamento informacional. Então, a gente vai levantar histórias, né, pensamentos, crenças, as emoções, tudo voltado pro tema que você trouxer para o nosso encontro. Então, nessa primeira hora, a gente vai conversar Muito e fazer muito levantamento de histórias, pensamentos, conforme vocês vão trazendo as histórias, as emoções, a gente vai levantando junto com isso, as crenças,
né, os ganhos secundários, a gente vai levantando tudo isso nessa primeira hora, tá? Na segunda hora, a gente vai fazer junto os comandos, eliminando tudo que levantou. Um monte de comando. Eu vou falando, vocês vão repetindo pra gente eliminar tudo que a gente levantou na primeira Hora do nosso encontro, tá? Então vamos eliminar as crenças, as emoções, os pensamentos, ganhos secundários e assim vai, tá? E aí você vai sair do até atendimento com alguns comandos para fazer, bom, e algumas historinhas para continuar levantando. Então esse é o padrão dos atendimentos, tá bom? Carlos preciso ter
feito o curso para vir para atendimento? Não há necessidade, tá? Preciso conhecer a homeostasi quântica para vir para atendimento também não há Necessidade. Para quem nunca ouviu falar, no começo eu vou explicar brevemente qual que é a ideia da homeostase quântica e como que a gente vai fazer, combinado? Então essa é a estrutura dos atendimentos, OK? A agenda de novembro tá aberta, quem tiver interesse já agenda, senão depois vocês brigam comigo. Carlos, o atendimento é só para novembro, é só para ano que vem. Então já garantam aí. Bom, só mandar um WhatsApp nesse número que
tá aí, 19997926831 e agendar, combinado? OK. Então, agenda de novembro já tá aberta, tá bom? Como todo mundo às vezes pergunta, eu trouxe para vocês aqui, vocês já conhecerem quem nunca participou, ok? Única coisa que eu preciso, pessoal, de vocês no atendimento é que vocês queiram passar pelo atendimento. Só isso. Se quiser, tá maravilhoso. Única coisa que não é legal é alguém vir forçado pro atendimento. Aí não vai ser Legal. Ah, eu vim porque a esposa tá me pempelhando para vi. Eu não quero, mas eu vim. Aí não vai ser, não vai, não vai fluir.
A gente até tenta, mas algum algumas vezes a pessoa se abre, outras a pessoa se fecha muito. Então é legal que eu preciso só vocês quererem olhar para dentro, querer participar do at dos atendimentos. O resto a gente vai se virar junto e vai dar tudo certo, combinado? Então tá bom. Muito bom. Vamos com tudo, então vamos entrar no nosso no nosso tema de hoje aqui. Então vamos lá. Então, como a gente já conversou nas outras aulas, nós viemos aí dessa tríade, né? Espermatozóide do papai, óvulo da mamãe, informação primária, de Deus, do criador. Cada
um vai dar um nome diferente. A gente veio das informações do pai pelo espermatozoide dele, das informações da mãe pelo óvulo dela e da informação primária, né? Tá? Então, todos nós temos essa informação primária dentro de nós. Então, vamos imaginar que isso é uma luz. Então, todo nós, só pra gente dar um nome para isso, todos nós já temos essa luz dentro de nós, né? Então, algumas pessoas falam assim: "Carlos, eu tenho que ir em direção à luz. Eu tenho que encontrar luz, eu tenho que chegar na luz". Pessoal, vocês não têm que chegar em
lugar nenhum. A luz já está dentro de vocês. Se não é a luz, se não é Informação primária, não gera vida. Nad só o espermatozoide do pai e o óvulo da mãe não vai gerar a vida. Se gerou a vida, tem a informação primária já dentro de você. Essa luz já tá em você. É isso que a gente às vezes se confunde. Eu não tenho que ir encontro, não. Ela tá comigo. O que eu tenho que fazer é encontrar-la dentro de mim. Nós temos aí seres iluminados. O grande problema é que quando a gente Recebe
informações do papai, da mamãe, a gente já começou a nossa vida ali, nossa consciência, o nosso forão com informações positivas e negativas do papai, positivas e negativas da mamãe. A positivas, OK? Mais para frente a gente olha para elas. As negativas acontece o quê? Quando as informações negativas vai entrando na nossa consciência ou no nosso porão, não é que ela apaga a luz, mas ela vai ficando na frente dessa luz. E conforme a gente vai vivenciando, aí nós começamos a gerar mais informações, mais pensamentos, mais emoções, mais crenças, tanto positivas como negativas. E as negativas
vão, não é que ela apaga a luz, mas elas vão impedindo que essa luz continue reverberada, mas a luz tá lá. É comum uma analogia pra gente entender, é como ter uma lâmpada acesa e eu coloquei um pano preto em cima da lâmpada. A lâmpada ela continua acesa. Eu não tô vendo a luz dela porque eu Tampei a luz dela. >> Conforme eu tiro o pano, a luz, a lâmpada já tá acesa, não tem que acender. Ela não apaga. Ela tá sempre lá. O problema é que eu coloquei um pano em cima da lâmpada e
eu não consigo ver a luz da lâmpada. >> Nossa consciência é a mesma coisa. Vou colocando tanto negativo na minha consciência, no meu porão. Vou pôr tanto sem emoções ruins, pensamentos ruins, crenças ruins, que eu vou vou pô na Frente. Eu vou tampando essa luz. Mas ela tá acesa, ela tá lá dentro. E entenderam isso? Vê se ficou claro. Essa luz, esse equilíbrio, essa vida já tá dentro de nós. Mesmo que eu perca o sentido da vida, que a gente vai falar bastante nisso hoje, ela continua lá. Ela não desiste, ela tá lá. Problema é
que a gente vai tampando. OK? Então, olha lá. Quando a vida perde O sentido, é como se a alma apagasse sua cor. Todos nós podemos viver momentos em que a alegria aparece desaparecer por completo, mas dentro de você ainda existe uma luz silenciosa, profunda que espera ser reencontrada. A luz tá lá, só que a gente vai vivenciando, nós vamos sentindo, gerando pensamentos, gerando emoções. Isso vai indo pra nossa consciência, não paraa nossa mente, Nossa consciência não local. Alguns observam como o porão maravilhoso, vai indo lá pro porão e essas informações negativas vai, ela não apaga
a luz, mas ela vai ficando na frente da luz e aí a luz para de reverberar, mas ela tá lá. Então, momentos difíceis, todos nós vamos passar. Tudo vai depender de como esse momento difícil vai cair na nossa consciência. Que que ele vai encontrar ali na nossa consciência? Nossa consciência fica em eclipse. Isso, ó. Já entenderam? Pegaram. Eu vou gerar um medo hoje. Vai depender do que esse medo encontrar na minha consciência. Se ele encontrar mais um monte de medo, o medo vai ser maior, porque eles vão se juntando. Se eu sentir uma tristeza e
ela cair lá, encontrar um monte de tristeza, nós vão se unindo, nós vão se acendendo, se amaranhando. Tem vários termos que a gente pode usar. Gosto dos mais simples, Que aí mais fácil pra gente entender. Mas a gente tem que observar que momentos vão acontecer, alguns bons alguns ruins, mas vai depender de como eu potencializar isso na minha consciência. O que vai potencializar o que que é? As informações que já estão na minha consciência. Então, todos nós podemos viver momentos em que a alegria parece desaparecer por completo. Ou ninguém vivenciou isso ainda. Isso. Mas dentro
de você ainda existe uma luz silenciosa e profunda que espera ser reencontrada. Então, o que que a gente tem que fazer? Nós vamos ter que arregaçar a manga e reencontrar essa luz. A alegria, a felicidade tá ali. Quando a gente fala de alegria, de felicidade, lembra? Não é soltar rojão todo dia, mas é tá equilibrado. Se eu tô em desequilíbrio ou o meu corpo adoeceu ou um Desequilíbrio emocional, significa o quê? Eu tampei muito essa luz e agora eu vou ter que destampar. OK? Mas ela tá lá. Isso que é importante. Ela tá lá. Perguntinha
para vocês começarem as reflexões aí, ó. Você sente que sua vida hoje tem brilho ou parece estar apagado? Reflita um pouquinho isso. Que que você sente hoje? Sua vida tem brilho ou sua vida tá apagada? Carlos, minha vida tá apagada. Então tá aqui, não quero assustar ninguém, mas uma vida apagada, provavelmente seu corpo vai adoecer. Se não adoeceu ainda, vai adoecer. Nossa, Carlos, você tá assustando? Não, não é uma questão de de susto, uma questão da gente entender a lógica da nossa consciência, nossa nossa realidade. Se minha vida tá sem brilho, se minha vida tá
apagada, meu corpo vai sentir. >> Eu se tô mandando informação para ele. É isso. Se minha vida tá apagada, eu tô mandando minha informação paraa minha consciência, ó. Não tá legal. Todo dia eu tô pondo essa informação pra minha consciência. Não tá legal. Minha consciência vai replicar essa informação. >> Oi. >> Sim. Né? Se todo dia eu observo que eu não tenho brilho, que minha vida não tá legal, que a minha vi minha vida não tá Boa, eu tô mandando minha informação para minha funções. E quando que minha vida não vai estar com brilho, pessoal?
Quando a gente não tiver seguindo o nosso propósito ou procurando o nosso propósito. No curso ontem a gente falou um pouquinho do propósito, né? Depois acho que tem, não lembro o número da aula, mas a gente já falou bastante malucor do propósito. Carlos, eu não encontrei o Meu propósito ainda. Tá procurando? Tô. Legal. Maravilhoso. Você tá procurando? Não, Carlos, parei de procurar. Aí acendeu o alerta. Não posso parar de procurar esse propósito, né? Então, reflita um pouquinho isso depois. Ó, você sente que sua vida hoje tem brilho ou parece estar mais tá? Por que que
isso é importante, pessoal? Aqui é um tema muito importante. Deixa eu ver dúvidas aqui, ó. Nossa Consciência. Depois que conheci, depois que comecei a ouvir sobre HQI novamente, comecei a ficar melhor. Que bom, maravilhoso. Por que que esse tema é muito importante para todos nós? Aqui, pessoal, vou ser bem sincero, esse tema ainda gera desequilíbrio na minha consciência, porque ele me põe como terapeuta num papel de impotência, porque se aquele aluno não quiser encontrar aquela luz dele, a gente vai, Eu vou ver de longe, sem poder fazer nada, a vida deles vai, a vida dele
vai passar pela mão dele. OK? Então, esse aqui é um assunto que gera desequilíbrio. Por quê? Porque para quem tá do outro lado da mesa tentando ajudar e tá vendo a pessoa perder o sentido da vida, mesmo que ela não entendeu, mas ela tá perdendo, não vai ter o que fazer. E aí o o aluno tá desligando a chave inconscientemente, mas ele tá desligando a chave. Ele não pode não perceber. A hora que ele perceber vai est o corpo já tá muito machucado. Tem como reverter? Tem, mas ele vai ter que pegar essa vida. OK.
Pode falar, Chilei. >> Boa noite, professor. Boa noite, pessoal. Boa noite. >> Eh, eu tive, eu tem acontecido uma coisa assim, ó. Quando eu tô no presente, eu tô bem, eu gosto de dançar, eu pratico esporte e mas quando eu tenho que olhar para Trás para fazer os comandos, tem muita dor ainda. E olha que eu já eliminei muita dor. Aí o que acontece? Se eu fico muito tempo praticando, me dá uma certa angústia assim de que parece que eu não vou dar conta. Aí eu volto pro presente. Aí eu volto pro presente porque o
presente é o lugar mais confortável para mim ainda hoje. Só que eu já adoeci. Eu tô com trato de doença de crom. E a doença de crom veio no momento que a vida tinha perdido muito sentido para Mim. Inclusive, na época eu fui assaltada, entrou três homens comigo em casa e durante o assalto eu tive a capacidade de pensar que seria uma boa ideia se ele atirasse em mim, >> tá? >> E aí eu até já eliminei esse prazer, sabe? >> Hum. >> E assim, se eu tô no presente, não tem problema. Eu tô trabalhando
no que eu gosto, que eu trabalho com as crianças, Eu fico dança, eu sabe, leio coisa, eu gosto de literatura. >> Pode falar. >> É, gosto de literatura, então eu me dedico à literatura que eu gosto, mas quando eu tenho que fazer esse movimento de limpar, é ainda é bem desafiador para mim. >> Entendo. Aí dicas, ó. A doença de Crom, ela vai pegar mais o nosso digestório, né? Então, da onde tá vindo toda toda essa dor, toda essa angústia, tá vindo Da parte da matéria, tá vindo dos trabalhos anteriores. Se você fala que hoje
tá bom, trabalhos anteriores, tá vindo do período escolar, tá vindo do provedor, tá vindo de momentos ruins que você passou com dinheiro, com bens. Então, mas a doença de cron eu descobri por acaso. Eu não tenho sintoma nenhum da doença. >> Tudo bem. >> Foi numa num exame de rotina, >> tá? >> Que eu já tava com estenose grave. Inclusive a médica até falou que eu tive sorte, porque normalmente quando a pessoa descobre, ela vai pra cirurgia e já perde parte do intestino. E aí eu tô bem, eu tô fazendo tratamento, eu tô bem, continuo
sem sintomas, né? Ah, >> mas segundo os exames parece que tá tudo bem. >> Mas eu fiz bastante, eu limpei bastante eh a dor com provedor principalmente. Eh, já olhei pros trabalhos anterior, eu Tô eu tô progredindo, você tá entendendo? Não tem, >> eu tô avançando. Só que ainda é desafiador para mim fazer um movimento de olhar para ainda é cansativo. Nossa, quando eu tenho que sentar para fazer o autoamor é muito cansado. Eu até fiz comandos de observar que é cansativo. Eu eliminei. Observar que é cansativo, que é sofrido. Ele me fiz comandos para
eliminar isso. >> Eu só queria compartilhar isso assim, Essa essa dicotomia de gostar e não gostar da vida ao mesmo tempo, sabe? Mas a parte que mais pega também é a parte do relacionamento. Eu não consigo ter um relacionamento ainda. >> Entendi. Mas agora o para você reverter o Chrom, deixa deixa um pouquinho de lado os relacionamentos e foca na matéria. Carlos, não tô achando. É a hora de vir para atendimento, OK? Pra gente vasculhar essa consciência e a gente vai achar, tá, Carlos? Mas é Ruim olhar pro passado. Eu sei por que que é
ruim. Porque a dor tá lá. Por isso que é ruim, por isso que a nosso, o o nosso inconsciente, ele vai tentar nos boicotar e a gente vai perseverar e a gente vai olhar devagarinho e a gente vai achar e a gente vai eliminar e vai equilibrar. A gente só não pode parar, isso é muito importante. A gente não pode parar, ok? Então, temos que olhar Para dentro e como o corpo já somatizou o Chrom, essa é uma pista a seguir, olhar pra matéria, olhar pros trabalhos, momentos de trabalhos que não foi bom, olhar para
cada trabalho, olhar pra escola. Carlos, eu já olhei, vamos olhar de novo. A nossa consciência, o nosso porão, ele é grande, pessoal. Nós geramos informações, a cada microegundo eu tô gerando pensamento, eu tô sentindo, tô gerando emoções, eu tenho que olhar. Daqui a pouco a gente Pega a informação certa e tudo se resolve. Mas a gente tem que procurar. Às vezes vai demorar um pouquinho mais, às vezes é um pouquinho mais rápido, mas a gente só não pode parar, combinado? Mas o caminho, no caso do Chrome, olhar >> para esse para esse trabalho. Se o
trabalho atual não tá gerando nada negativo, eu vou olhar pro passado, OK? Tá certo, >> tá bom? Tá. >> Tá bom. >> Vamos que vamos. Então, dúvidas até aqui, Conceição, pode falar. >> Oi, Carlos, boa noite. Boa noite para todos vocês. >> Saudade, Carlos. >> Faz tempo, né? >> É, só para poder dar um depoimento pra Chile até, né? Porque eu acabei fazendo atendimento com o Carlos >> e a gente vascolhou coisa de quando eu tinha 12 anos, 18, né? 25, tal. E eu Tenho problema, não que a gente estivesse tratando especificamente questão de coluna,
né? Porque para isso eu tenho os comandos, tudo mais, mas eu tenho um problema crônico de coluna e desde esses atendimentos foi como se tivesse destruído uma parede, né? Uma parede assim pela base dela. Então tem coisas que às vezes às vezes a gente pensa que passou, superou, tem até aquilo até como uma ideia de um trauma, mas acha que resolveu, não tá tudo Certo, tal. E na verdade vai tirando aquele aquela alicerce, né? tirou a licença e caiu o muro. Eu não tive, eu fiquei, cheguei a ficar aqui, eu trabalho fora de São Paulo,
viajando, fiquei 20, 20 dias com problema sério de coluna, três dias de cama, tal, e nos atendimentos, tal, simplesmente minha minha coluna não doeu mais. É o feedback aí para você também, cara. Tá, Carlos? >> Tá bom. >> Então, a gente tem que investigar mesmo, Sem ter medo de ser feliz, sabe? Vai doer, vai, vai chorar, vai. Mas é fantástico. É fantástico, tá? Obrigada. >> Vai te dar um pouqu >> eh bem rapidamente eh eh passar inclusive para ela isso, né? Não sei se você lembra, para pra formação, eu fiz um atendimento com uma pessoa
com Crom, né? >> Lembro. >> E E ela tá curada da Crom, ela tá totalmente curada. >> Perfeito. >> Então, realmente, trabalhando isso dá certo, só precisa ter a condição de fazer, né? Perfeito. E aí já começa, acho ela pratica, já começa eliminando o que sentiu com as notícias da médica, que é a visão dela. OK, ela tem, ela tem que passar, tá tudo certo, mas se caiu ruim aqui para mim já começa eliminando. Aí às vezes numa consulta vem bastante crença. Carlos, mas era errado? Ele não, Ela tá passando a visão da medicina convencional
e ela tem que passar, é o papel dela. Se isso incomodou, já começa eliminando aí, porque às vezes aqui dá uns bac feio quando a gente escuta algumas crenças, algumas coisinhas assim, isso é importante. Bom, pode falar, Shirley. >> Quero agradecer as meninas aí. E, ô Carlos, eh, é essa questão, os exames estão bons, aí eu quero parar o tratamento. Só que os médicos falam: "Não, você não pode parar o tratamento porque você não tem sintomas. Se a doença voltar, a gente não vai saber que você tá com". E aí, assim, eu percebo que a
doença ela vem ela veio silenciosa para provocar a minha morte, entendeu? Ela veio silenciosa >> e por acaso eu descobri antes que ela fizesse e aí eu tô tentando reverter, mas eu já eliminei bastante as crenças de que não tem cura. >> Só que aí eu fico nesse impasso, eu Quero parar o tratamento, >> mas aí eles ficam informando que não não posso parar o tratamento e fica no impasso, entendeu? >> Aí >> por conta de não ter por conta de não ter os sintomas. >> Aí é o nosso controle já. Aí aí eu tô
querendo já controlar. Então assim, médico tá falando para não para não parar, não tem problema, continua e vai atrás dessa informação. A Hora que o exame zerar, pronto, não precisa entrar nessa dualidade, >> entende? >> Tá? >> Aí é a nossa parte do controle, tá? Agora, uma informação importante lá no assalto, algo tá tirando o prazer da vida e é esse algo que a gente tem que ir atrás. Senão vou começar a construir situações para perder a vida. Pode ser numa doença, pode ser em um assalto, pode ser Num acidente de carro, pode ser num
câncer. Então isso é isso é importante a gente começar a entender o quanto antes o que que tá tirando o sentido da vida. Esse e esse o que está tirando pode estar lá atrás, >> tá? Tá certo. >> OK. Pode até envolver o relacionamento, pode, mas o crom não é do relacionamento. A perda do sentido da vida pode ser, mas o crom não é. Tá? Só Se algum relacionamento terminou por motivos da matéria. Aí é outra história. É isso que a gente tem que vir pesquisando e entender que que tá tirando o sentido dessa vida.
>> É, não, agora você me deu uma boa dica. Tá bom. >> OK. Então tá. >> Tá. Gratidão, Carlos. >> Imagina, imagina. Manda ver aí. Muito bom. Então vamos dar o passito a mais, pessoal. Dúvidas aqui? Foi. Foi. Ok. Ok. Vamos lá. O sentido da vida que nos O sentido da vida é o que nos faz querer estar aqui, aqui na matéria. Para mim tá aqui, eu tenho que ter um sentido, porque aqui não é muito fácil, tá? Ou a gente dificulta, ou é fácil a gente aprendeu dificultar. Então, se eu não tenho um sentido,
vai ser difícil ficar aqui. Se eu não ten um propósito, eu vou começar a gerar negativo. Esse propósito eu tenho que Achar ou eu tenho que procurar, né? Então vamos lá, ó. O que dá energia, motivaçãos, sonhos e vontade de levantar todos os dias pode estar nas coisas simples, um exemplo, cuidar da família ou em algo grandioso, como realizar um propósito. Então, o que vai me vai me trazer pra vida, as coisas simples pode me trazer pra vida, pode as coisas grandiosas, como realizar um propósito, pode me trazer paraa vida, Vai. E é isso que
eu tenho que procurar. Eu tenho que entender que horas que eu perdi isso, por que que eu perdi isso? Porque a gente complica a nossa nosso a nossa estadia aqui na matéria, a gente complica. Então, podemos dizer que não é tão simples passar pela matéria. Agora, se eu perco o meu propósito, se eu perco o meu sentido da vida, eu vou complicar mais ainda. Então, O sentido da vida é o que nos faz querer estar aqui. É o que nos dá energia, motivação, sonhos e vontades de levantar todos os dias. pode estar, pode estar em
coisas simples, como cuidar da família, ou em algo grandioso, como realizar um propósito. E se a gente tá com essa vida na nossa mão, pode pôr obstáculo que for na nossa frente que a gente super. Pode pôr a pedra que for, que a gente sobe na pedra e olha o caminho ainda melhor. Agora, se eu perdi o brilho, eu vou ficar olhando pra pedra. Um dia eu escutei isso. Pode pôr a pedra na minha frente, não tem problema. Eu vou subir nela e vou achar o caminho rapidinho, mais fácil ainda, porque daí eu tô olhando
de cima. Não vou ficar olhando pra pedra. Só que para mim subir na pedra e passar ela, eu tenho que estar com a vida na mão. Eu tenho que estar equilibrado, tenho que querer viver. Isso é importante. OK? Pergunta para vocês. Marquem aí. Qual foi o sonho ou desejo que já fez seu coração vibrar mais forte? Qual foi o sonho ou desejo que já fez seu coração vibrar mais forte? He? E aí analisa um pouco esse sonho. Qual foi o sonho, Carlos? Meu sonho foi comprar casa própria. Que outro sonho, Carlos? Meu sonho foi trocar
de carro. Meu sonho que me fez andar foi comprar Um apartamento na praia, foi comprar uma chácara, tudo coisa material. Cuidado que você tá pondo o seu propósito no lugar errado. Por isso que você vai cansar, que o dia, a hora que você coloca o seu propósito de vida, a sua alegria em coisas materiais, nunca vai ser suficiente e você vai cansar. A hora que cansar a vida pode começar a perder o sentido. Mas aí você que jogou aquilo no lugar Errado. Porque você muitas vezes, pessoal, sem perceber, a gente condiciona a nossa felicidade. E
aqui é um fator que vai tirando devagarinho o sentido da nossa vida. Quando a gente condiciona a felicidade, Carlos, eu preciso de um novo emprego para ser feliz. Eu preciso de um novo relacionamento para ser feliz. Eu preciso da cura X, Y, Z para ser feliz. Pessoal, você não precisa de nada. Tem que ser feliz hoje, Porque o apartamento na praia, a chára, a cura que você tanto busca, tudo isso é consequência da sua felicidade. Eu falo isso várias, várias aulas eu trago isso para para ir plantando essa sementinha dentro de vocês. Se vocês vincularem
a felicidade em algo aqui, é um jogo muito perigoso, porque você vai conseguir aquele algo mais cedo ou mais tarde, você consegue. Só que você vai chegar lá e você não vai Encontrar a felicidade. E aí você vai pôr um outro objetivo e aí você vai galgar aquele objetivo, vai chegar lá, não vai contar. Imagine que você tá numa trilha e você olhou assim: "A felicidade tá lá no no pico do Evereste. Você vai dar um jeito de chegar lá, mas a felicidade não vai tá lá. A felicidade tinha que estar com você o caminho
inteiro desse você tinha que estar feliz a cada passo Dessa trilha. Aí você chega no cum e você chega bem, você chega inteiro, você chega saudável. Porque se você observar que a sua alegria tá lá no cume do Everest, você pode até chegar lá no cum destruído. Muitas vezes você chega lá, morre ali mesmo, porque você chegou lá e a felicidade não tava lá. E aí você desanima e aí você para, porque você jogou todas as as suas fichas em algo para ser feliz. Era o Contrário. Primeiro você tem que ser feliz e aí você
consegue o que você quer. Se você é feliz, você consegue o apartamento da praia. Você é feliz, você consegue a chapa. Se é feliz, você consegue a cura que você tanto almeja. A gente não pode inverter. Quando a gente inverte isso, a vida começa a perder o sentido e sem perceber, né? Hora que você viu, perdeu. E vou usar o exemplo da Chile outra vez. Carlos, o Cron foi diagnosticado por acaso? Não foi por acaso. O sistema te deu de presente para mostrar, ó, é aqui que você tem que olhar agora. Não foi acaso. O
sistema andou, a vida andou, Deus andou. Seja o nome que cada um dá. Ele te fez fazer aquele exame por acaso para aparecer o Chrome. E agora sua consciência sabe. É aqui que eu tenho que olhar agora. É aqui que eu vou agora. É nessa informação que eu vou Agora. Se ele não me mostra, eu não entendo, eu adoeço. Combinado? Então, qual foi o sonho, o desejo que que já fez seu coração vibrar mais forte? E aí, você conseguiu esse sonho? Você largou ele no meio do caminho? Por que que você largou esse sonho? Porque
te falaram que era difícil. Porque você tentou 20 vezes e não conseguiu. Tenta mais 50, mais 100. Tem Problema? Só posso parar. Se eu paro de tentar realizar um sonho, minha vida pode começar a perder o sentido. Ou se eu coloquei a minha felicidade no sonho errado, no sonho material, é a hora de eu rever isso. Ó, todos os meus sonhos têm coisa material no meio. Tô tô fugindo. Eu não tô entendendo o que eu vim fazer aqui. Preciso refletir. Eu preciso silenciar. Preciso entender porque que todo o meu sonho, todo o meu propósito Tem
a coisa material no meio, se isso é consequência da minha felicidade. Às vezes eu vou pegar uma observação que eu tô fazendo errado aqui nessa reflexão. Combinado? Sim. Vamos lá. Passito a mais. Deixa eu ver no chat aqui. Estou voltando a, ó, estou voltando a encontrar o brilho para viver com o curso de da HQ. Perfeito. Gratidão. Carlos, o que é ser feliz? Que que é ser Feliz, pessoal? Ser equilibrado. Tá bem no seu dia a dia. Ser feliz é ser equilibrado. Tá bem. Se chove, se faz sol, tô bem. Se minha empresa tá crescendo
ou não, eu tô bem, tô equilibrado, tô calmo, tô tranquilo. Muitas vezes a gente acha que ser feliz é soltar rojão, alegria plena todo dia. Não, isso é, isso é isso é euforia. Euforia já é negativo. Ser feliz já tá equilibrado, tá bem. Independente do que tá acontecendo, eu tô equilibrado. Eu tô bem, eu não me desespero. Eu não tenho medo. Eu confio na vida. Tá tudo bem, Carlos. Mas hoje o dia foi horrível. Tá tudo bem. Amanhã é outro dia. É só olhar paraa minha consciência. Ajusto isso, ajusto aquilo, o equilíbrio já volta. Quando
a gente olha pro porão, pessoal, quando a gente pratica homeostase quântica, quando a gente vai eliminando As informações negativas da nossa consciência, eu costumo dar um exemplo assim, a gente fica perto do equilíbrio, porque o dia que a gente ficar 100% equilibrado, volta a ser informação. Aí não tem porque tá na matéria mais. Só que a gente tá sempre perto desse equilíbrio. Vai acontecer coisas na nossa vida que vai balançar, vai. Só que como você já tá vindo limpando o seu porão, você volta para esse local Mais rápido. É isso que algumas pessoas não entendo.
Vou fazer uma analogia aqui para vocês entenderem mais fácil, ó. Qual que é a diferença do Carlos jogando bola e um jogador profissional? Qual que é a diferença? Ah, Carlos, um jogador profissional joga muito melhor, com certeza. Mas esse jogador profissional, ele não treina para jogar bola? Ele não Condiciona o corpo dele para jogar bola? O Carlos não. Então, qual que é a diferença do Carlos e do jogador profissional que condiciona o corpo a jogar bola? Se o Carlos jogar uma hora de bola, ele vai morrer. Ele vai engatinhar. OK? Ele vai engatinhar. Vou dar
outro exemplo, ó. Jit, qual que é a diferença do Carlos e do Faixa preta? O Faixa preta Condicionou o corpo dele pro Jits tá condicionado pro J. Qual que é a diferença dos dois no aquecimento? Acaba o aquecimento, o Carlos tá morto. Um dia o mestre chegou para mim e falou assim: "Carlos, vai tomar água". Eu falei: "Mestro, eu tô tentando ir, só que eu não tenho força para chegar lá no bebedor. Me dá um me dá um tempinho que eu vou descansar". E o faixa preta já tava descansado. O faixa preta cansou no naquele
aquecimento. Ele cansou no aquecimento, só que ele descansa muito mais rápido que o Carlos, porque o corpo dele tá condicionado àquele aquecimento. Muitas vezes a pessoa pensa assim: "O corredor profissional, o corredor de maratona, ele não cansa. Ele cansa, mas se ele diminui o ritmo, ele já descansa. O Carlos não. Se o Carlos correr uma maratona, ele vai ficar um mês na cama com o corpo do Eno, que o corpo do Carlos não tá condicionado. Nossa consciência é a mesma coisa. Nós vamos desequilibrar, nós vamos. Se eu tô cheio de raiva na minha consciência, eu
vou ficar um bom tempo desequilibrado. Ou talvez eu não consiga equilibrar. Se eu tenho pouca raiva, entrou uma raiva na consciência, eu desequilibro. Eu sinto a raiva, só que eu elimino essa raiva, eu volto próximo do equilíbrio. É a mesma coisa do atleta. Ele condiciona o corpo. Nós Vamos o quê? Condicionar nossa consciência. De que maneira? Tirando o negativo de lá. A hora que cair, eu vou e elimino, volto para próximo desse equilíbrio na mão. Mas enquanto eu não eliminar essas informações negativas, eu sou sempre longe do equilíbrio. Eu canso rápido. Entenderam essa analogia? Pode
falar, Márcia. >> Você falou aí nessa questão do condicionamento, né? Eh, vou fazer um Um depoimento aqui do que aconteceu hoje comigo. Eh, e agora você falando, eu percebi o quanto eu já consegui eh é como assim, por talvez não seja bem essa palavra, mas mais ou menos por aí. eh a questão dos medos, muitos medos que eu tinha, né? Porque eh eu cheguei hoje, eu precisei resolver uma questão e aí eu cheguei na no local e a pessoa disse: "Ah, eu teria que levar um determinado equipamento e tal para devolver. E eu Esqueci, eu
tinha sido avisada que precisava levar e eu esqueci de levar. Aí quando a pessoa me disse que eu precisava do equipamento para fazer o procedimento, eu eu bloqueei assim, poxa, e agora não vai dar para resolver. Hoje vou ter que tomar outra outra providência. Aí eu saí da loja e parei um pouquinho no era no shopping e eu parei um pouquinho no corredor e digo: "Pera aí, mas eu não preciso do equipamento para Fazer o procedimento. Eu posso mandar o equipamento depois, >> tá, >> né?" Aí eu retornei paraa loja e fiz isso, mas eu
tive que sair da loja para conseguir me desbloquear, porque ali no momento que o que o rapaz falou que eu não poderia fazer porque eu não tinha um equipamento, gerou um bloqueio onde eu não conseguia raciocinar eh de imediato, né, para achar a solução. Então, mas aí eu percebi assim Que agora você falando, eu percebi que eu já consegui e num prazo mais curto de tempo que eu levaria antes, eu teria voltado para casa, eu teria visto de outra forma, eu teria feito, entende? Hoje não, hoje eu consegui que é questão de minutos ali e
eu consegui recobrar a o raciocínio lógico, vamos dizer assim, né? Perfeito. >> E aí fazer a coisa e aí voltei lá e fiz e tá tudo resolvido, entende? >> Mas você já eliminou medos da sua Consciência, não foi? >> Isso exatamente >> isso que eu falei, né, né? Então assim, diante do não dá, eu bloqueava. Então, >> e aí eu só ia conseguir desbloquear tempos depois. >> Hum. E aí poderia gerar o sofrimento em cima desse medo. >> Exatamente. Gerava tudo, >> né? Aí e hoje sim foi, nossa, foi muito rápido assim, né? Que eu
consegui. Então Assim, eu já percebi que o que que eu preciso fazer é desbloquear mais algum eh tirar mais algum medo que ainda tá segurando, né? que me que me causa esse bloqueio de eu não conseguir fazer com que o raciocínio lógico seja eh rápido e e ache a solução que a solução era prática ali, né? Eu só levei um tempo ainda para conseguir acessar ela, né? Mas eu sei que é em função de algum medo que ainda me bloqueia. >> Perfeito. E aí foi o que a gente falou. O que a gente busca não
é ficar 100% do equilíbrio o tempo inteiro. A gente tá vivendo e a gente vive em sociedade e a gente conversa e tem outras pessoas, outras consciências e a gente troca o tempo inteiro. Vamos desequilibrar. Se a gente tá na matéria, vamos desequilibrar. Pelo menos eu sou sou assim. Mas o negócio é, eu consigo voltar mais rápido para onde eu estava? Consigo. Foi o que ela trouxe aqui. Em poucos minutos eu equalizei e Solucionei. Outros tempos eu ia o quê? Era a pedra que eu ia ficar olhando para ela. Hoje ela fez o quê? Táquei
a pedra, subi na pedra, achei isso. Hoje você subiu na pedra. Esse é o exemplo de subir na pedra. Tá bom. Muito bom, valeu. Gratidão. >> Imagina. Deixa eu ver no chat aqui. Pera aí. E já foi. Porque é feliz. A felicidade está em mim. Comigo. Eu vou adoecer se Procuro fora de mim. Perfeito. É isso aí. Felicidade tá em mim. Eu tenho que achar ele em mim. OK. Pera aí. Se tenho problema visual, é porque não não quero ego. Não. Ó, se ten um problema visual, se se eu entendi a pergunta aqui, se é
um problema na vista, um problema na visão, se o problema visual que você tá querendo dizer um problema na problema na visão, é porque eu tenho informações de controle dentro da minha Consciência, dentro do meu porão, OK? Momentos ruins de controle, tá? Ó, eu nunca vi sentido na vida, nem quando era criança. Não tenho essa recordação. Tem que olhar para esse porão, entendeu o porquê disso. Porque às vezes, pessoal, quando a gente não reflete, eu posso ter o sentido na vida, mas posso não entender. Sem querer eu tô seguindo o propósito, mas eu só não
vi Isso ainda. Por isso que o corpo ainda não adoeceu. Talvez isso não é consciente para mim, car. Eu não tenho conscientemente que a vida tem sentido, mas ela tá lá. Senão o seu corpo já tinha doecido. Mas é refletir para entender um pouquinho isso, tá? Que mais? Ó, entendo que a felicidade é não ficar a mercedor fora de mim. Perfeito, ó. Perfeito. El tem várias maneiras da gente falar de felicidade. Ó, entendo Que felicidade é não ficar a mercê do que ocorre fora de mim. Perfeito. O que tá acontecendo fora não pode mexer aqui
dentro. Se mexer eu vou parar, olhar e arrumar. Mexeu, mexeu, não tem problema. Para, olha para dentro, elimina o que mexeu, acabou. OK. Ah, se agora entendi. Se tenho problemas visuais é porque não quero ver algo. É uma opção, mas o que que eu não estou querendo ver? A perda do controle. É isso que eu não estou querendo ver, é a Perda do controle. Porque ou já perdi bastante ou me controlaram muito e eu não quero ver isso. OK, Carlos. É quando ó Carlos, e quando o brilho foi perdido após um luto de anos, após
a morte da minha mãe? Já considero que já considero que estou em uma fase boa agora, mas gerei muito negativo em relação à minha vida e a perda do sentido durante o luto. Estou com dificuldades de entender como eliminar. Perfeito. Que que a gente Precisa fazer aqui, ó? Olhar pra perda da mãe. Não só pra perda em si. Eu quero falar não só paraa perda em si, não só pro dia que a mãe morreu, mas para todo esse processo da perda da mãe, se ela adoeceu, todas essas cenas e também a cena da perda em
si gerou informações da sua consciência, gerou sentimentos, emoções, pensamentos. E a gente vai ter que olhar para essas cenas e começar a eliminar todos esses sentimentos, essas emoções geradas. Aí o Carlos, eu vou ficar feliz que a mãe morreu? Óbvio que não, mas eu fico equilibrado. Carlos, eu vou sentir saudades? Lógico que vai, mas não vai sentir a dor da perda. O que adoece é a dor da perda. O abandono da perda, a raiva da perda, a revolta da perda. as crenças que a gente tem com relação à morte, que são muitas crenças. Sim. E
acho que esse é o que gera mais dor na perda, né, Carlos? São essas Crenças, >> as crenças, >> pelo menos na minha história, pessoal, qual que foi a primeira mentira que quebrou ali o papel do pai, da mãe, mais do pai, do pai super superherói? Onde que quebrou esse papel para mim? quando a avó morreu, porque eu vi o pai chorar. E até ali o que foi ensinado para mim, que quando morre vira estrelinha, que quando morre tá perto de Deus E quando morre não tem problema, a gente vai se reencontrar um dia. Era
isso que o Carlos tinha. Aí quando acho que eu tinha uns 11 anos, a avó morreu, o pai desesperou. Então tudo que ele contou para mim era mentira. Por que que ele se desesperou? Se ela, se ele tivesse me encontrado a ver a, e eu vi assim, o pai mentiu para mim e mentiu numa coisa importante. Para mim ali foi hora que quebrou a Imagem do pai superherói, porque ali ele mentiu para mim, porque ele me falou algo que não era a verdade dele, porque se fosse a verdade dele, ele não iria se desesperar. poderia
ficar triste, poderia ter saudades, sentir a falta, mas não se desesperar, mas não gerar um luto. >> Na verdade, ele não acreditava, ele mesmo não acreditava no que ele falava para você. >> Sim. Na realidade, ele passou para mim algo que ele aprendeu lá atrás, que fez também ele sofrer. E aí a gente vai replicando assim que nasce as crenças. Muitas crenças a gente não sabe nem da onde veio, mas vai passando. É o telefone sem filma. E aí, a partir daquele momento, eu posso começar a observar que a morte é ruim, porque a morte
fez a pessoa que eu mais amava sofrer. E aí eu começo a observar que a morte é ruim. E se eu não quebro Essa crença em mim, eu vou sofrer com perdas. Mas na realidade eu não perdi nada, porque nada é meu. Então não tem como perder. Tem, tá? Deu vi um >> uma mãe falando que a mãe, o filho dela faleceu com 18 anos, né? E aí perguntaram para ela assim: "Como é que era perder um filho de 18 anos?" Ela falou: "Eu não perdi nada. Eu ganhei 18 anos de vida com ele. Para
mim tá ótimo. Olha uma outra maneira de observar. Não perdi. Eu ganhei 18 anos vivendo com ele. Agora se eu aproveitei ou não esses 18 anos, aí é problema. Aí os anos que eu não aproveitei ao lado dele, aí isso eu tenho que olhar para mim e entender o porque que eu fiz isso. Mas é como a gente olha, pô. Mas dói. Dói porque a gente tem crença, a gente tem pensamento, a gente foi ensinado. É isso que a gente tem que vir desconstruindo. E se eu não elimino essa dor da perda, essa dor pode
tirar o sentido da vida? Pode, pode tirar. Aí eu vou começar a olhar que a vida é injusta e aí eu passo a não confiar na vida e aí ferrou tudo. Porque se eu não confio na vida, ela vai perder o sentido mais cedo ou mais tarde. Ok? Muito bom. que é mais aqui, ó. Carlos, uma menina de 11 anos ficou presa no elevador por Quatro vezes, agora não consegue usar o elevador, entra em pânico, põe as mãos no ouvido. Perfeito. Então, tem dá para ajudar essa menina? Dá, tem que olhar cada vez que ela
ficou presa o que ela sentiu e vim eliminando. OK? 11 anos, pessoal, não é que é mais fácil, mas a criança tem uma consciência menor, tem menos histórias. OK? Tá? Quanto mais idade temos, mais informações temos a nossa consciência, OK? Quanto mais rápido vocês começarem a Eliminar, melhor. OK? Muito bom. Quando a mulher não consegue, ó, eu vou vou entrar aqui porque isso aqui é um tema muito importante, ó. Quando a mulher não consegue engravidar, que traumas deve procurar? Pode ser traumas com a sua própria mãe. Pode. Quando a mulher não consegue engravidar, pessoal, ela
vai ter que olhar Pro sistema reprodutor dela. Então, ela vai ter que olhar pra sexualidade e os traumas com a maternidade, tá? Mas uma coisa que a gente esquece, a mulher não gera vida sozinha. Não é só a consciência dela que gera vida, não é só a consciência dela que sustenta consciência do pai também. OK? Então, também nos abortos naturais, a sociedade fala que a mãe perdeu o filho, a mãe não perdeu ninguém, o casal Perdeu o filho. As duas consciências não sustentaram aquele filho. Se a mãe não engravida, o desequilíbrio, não tô falando de
físico, tá? Mas o desequilíbrio informacional que não está deixando aquela mãe engravidar não é só dela, também tem o pai. E o desequilíbrio pode estar na consciência do pai. É que a mulher já puxa potência sexual para tá relacionada a isso. >> Sim. É que a mulher já puxa a culpa para Ela ou a sociedade já joga culpa nela, porque ela que tá gerando >> impotência. Não, eu quis dizer esterilidade. >> E isso é as duas consciências que vai gerar. OK. Então, o casal engravida, né? Não é a mulher que engravida, a mulher vai est
gerando lá dentro. Mas a consciência do marido, do pai, do homem também tá sustentando aquela vida. E se a consciência do pai não sustentar aquela Vida, ela pode parar a evolução daquela vida, porque o pai não sustentou. Não é que ele não queria, mas ele tem informações da consciência dele que não sustenta a vida. E aí tem várias visões, né? Hoje eu tenho outubro chega o terceiro filho, mas quando eu nasci minha mãe fez laqueadura. Então a minha mãe teoricamente interrompeu a vida em mim Na visão informacional. OK? Ali minha consciência pode ter pode ter
entendido ou recebido, não é para ter filho mais para aqui. OK? Mas foi uma luta para reverter isso em mim. Mas a minha consciência que não tava sustentando gerar vida, não da companheira, não da esposa, tem. Então a gente tem que olhar pros dois, nunca para um só. Combinado? Muito bom. Vamos dar um passito a mais aqui, ó. Com o sentido, suportamos até as maiores tempestades da Se você tá com a vida na sua mão, pode vir a tempestade que você vai passar leso dela. Pode vir o caos. Não tem problema. Se você tá com
propósito, se você tá com a sua vida, se você ama viver, você confia na vida, vai dar tudo certo. OK? Quem tem o porquê encontra forças até nos momentos mais escuros. Essa chama Interior mantém viva a esperança que nos dá coragem de atravessar qualquer desafio ou dificuldade. Se a minha luz interior tá brilhando, se eu tô deixando ela brilhar, se ela tem lugar para passar, pode vir o desafio, não tem problema. É a hora que a gente fala: "Sobe na pedra e acha a saída". Desequilibrou, olha para dentro. Desequilibrou hoje? Olha para dentro hoje. Cara,
eu estou cansado, eu vou olhar amanhã. Não vai, porque se você Olhar amanhã, essa informação negativa já vai enraizar na sua na sua consciência, já vai criar muito emanamento. Amanhã vai ser mais difícil para você eliminar. Gerou hoje, elimina hoje. Sentiu a raiva hoje, elimina hoje. Não deixa entrar. OK? O que já o que já te sustentou nos momentos mais difíceis da sua história? Qual os momentos mais difíceis que vocês passaram? Como é que vocês passaram por Eles? Sabe aqueles momentos que vocês acharam que não ia ter solução e quando viu tava tudo certo? Algo
te sustentou ali, algo te ajudou ali. Cara, se o pai morresse, eu sempre pensei que se o pai morresse, eu morria junto. O pai morreu, eu tô tranquilo. Algo te sustentou ali. Que que te te sustentou? essa luz que você tem, essa chama que você tem, Essa vontade que você tem, o acreditar na vida, pegar a vida. Vocês já superaram coisas que vocês nem imaginavam que podia superar. Acho que todos os 118 pessoas aqui já fizeram isso. Vocês já super, se vocês olharem para trás, vão, vocês vão ver que vocês passaram por coisa que vocês
não entenderam como é que vocês passaram. Mas vocês passaram, só que a gente esquece, né? A gente só lembra do ruim, não é assim? Do todo mundo. Passou, >> professor. >> Sim, pode falar. A Fátima, eu fui diagnosticada que eu tive um AVC, >> tá? >> E assim, sem sequelas, tá? >> E investiguei a fundo e de fato eu tive um AVC sem sequelas. Perfeito. >> Fui diagnosticada com problema cardíaco. Tratei pelo aquele período. Tratei por muitos anos. Exames repetidos. Repetidos. Você não tem nada. Você não tem nada. Suspende medicação porque não tem porque tomar.
E aí eu tenho um histórico, claro, com um acompanhamento psiquiátrico de um grau de ansiedade extremamente extremamente altíssimo, >> tá? >> Dar um testemunho que assim, depois que eu comecei essas aulas com o professor, eh, essa minha ansiedade, eu não sei se isso faz sentido, eu tenho conseguido equilibrar esse grau meu de ansiedade. >> Maravilhos. Porque eu passei a canalizar o positivo e o negativo num equilíbrio na no momento de ansiedade. Eu tô equilibrando o que me vem de negativo no meu momento de ansiedade com o que eu com o que vem de ansiedade, mas
que se refere a alguma coisa positiva. Porque a Ansiedade ela pode ser, né, direcionada a um sentimento positivo ou um sentimento negativo. Ela pode vir no você nesse desses momentos. E por que que eu me vejo e quero dizer isso? Porque depois que eu consegui fazer esse equilíbrio e claro tô fazendo eh que se sobressaia sempre a ansiedade que me traz algo positivo, como por exemplo, um exemplo bobo, nossa, eu vou poder comprar este mês Aquela roupa que eu queria tanto, então me gera uma ansiedade positiva de alegria, porque eu estou no lar e aí
evidentemente eu deixo essa ansiedade positiva para mim. irradiar em mim e aí que está à minha volta vai ser refletido também. Por, professor, eu >> não estou tomando mais a medicação que eu tomava por ansiedade. >> Entendi. Maravilhoso. Única coisa que eu >> Então, porque assim, eu percebo que após O momento que eu consegui equilibrar esses essa ansiedade, esse sentimento entre o ne entre o positivo e o negativo, inclusive eu tô há meses sem tomar a medicação para ansiedade que eu tomava e não era pouca, né? Porque eu tô conseguindo fazer isso, claro, diariamente, um
dia de cada vez, né? Porque não adianta querer antecipa amanhã e nem ficar buscando o passado, né? Porque é é hoje, eu tô vivendo no hoje e eu não tô mais tomando a Medicação. Então eu queria muito por isso, porque assim depois dessas aulas agora quando eu vou pra terapia, quando eu vou pro psiquiatra, eu tô conseguindo externar isso e eu tô conseguindo me libertar dessas desse, dessa medicação que foram de todos os todos os tipos que que que o professor e e os colegas aí possam imaginar eu já tomei mais caro ou mais barato
>> e não resolvia >> e agora conseguido manter esse Equilíbrio nesse minha ansiedade que que é um que é só vou dar duas dicas, ó. Ficar atenta para não se apegar nessa nessa ansiedade positiva. >> Hum. >> Não gerar um apego aí pra gente não passar a depender dela, tá? >> Isso. >> Uma outra dica assim, Carlos, tive AVC, problemas do coração. Para nós, o que que isso indica? Tem historinhas ruins aí na consciência vindas do Relacionamento. Se você começar a eliminar as informações geradas nesse momento, você vai perceber que esse equilíbrio vai vir mais
forte para você. OK? Entendi. >> Olhar pros relacionamentos, momentos ruins e relacionamentos, não é, não é ficar revivendo, é olhar e eliminar, olhar, eliminar, olhar e eliminar, porque daí a gente vai ter mais Consistência nesse equilíbrio. OK? >> Não. Eh, sim. E de fato, porque, por exemplo, quando eu tive diagnóstico, que eu estava, que eu fui no médico e na semana seguinte eu já fui fazer o exame, eu estava sozinha, eu recebi a notícia sozinha e o meu parceiro, que seria o meu marido na época, simplesmente não se dispôs. E assim, na verdade, ele nem
acreditou que eu estava com o problema. Quando eu fui minha família e e relatei o que estava acontecendo, a fala dele Foi bom, ela diz que está com problema cardíaco. Ela diz, >> entende? Aí já mostra desequilíbrios no relacionamento. Sim, foi. Tanto que, né, infelizmente aí justamente ou felizmente porque eu depois disso, claro, eu superei e estou muito melhor, isso não tem nem o que dizer. >> Maravilhoso. >> Né fim. do relacionamento de 25 anos mais oito de namoros. Então nós não estamos Falando de de dias, nós estamos falando de uma perfeito, >> né? Bem,
obrigada por ouvir. Gratidão, professor. >> Gratidão profunda por compartilhar. Gratidão. >> Gratidão. >> Vamos que vamos, então, pessoal. Deixa eu só ver no chat aqui, ó. Criança não aceita perder, fica irritada, nervosa, chora. Qual trauma? Onde começar a procurar? Quando a criança ou o adulto Mesmo não gosta de perder, pessoal, ele tem uma compulsão por ganhar. E aí vai vir de momentos de comparação. E a gente tem que procurar a rejeição, desaprovação e carência em momentos que ele foi comparado, OK? Não que você comparou, que ele se sentiu comparado. É a rejeição de aprovação em
carência, vinda de momentos de comparação que vai levar a compulsão pelo ganhar. Combinar? Tranquilo até aqui? Todo mundo junto, Pasito a mais. Então vamos lá. Quando o sentido se apaga, a vida perde totalmente a cor. Uma perda, vocês já trouxeram lá no chat, ó, uma perda, uma frustração, um rompimento profundo pode roubar a alegria de existir. Então, quando a gente fala assim, a perda do sentido da vida, algumas pessoas bloqueiam. Carlos, eu nunca perdi o sentido da vida. Se você nunca tivesse perdido o sentido da vida, você não ia ter a doença X, YZ. Se
você tem a doença X, Y, Z, você perdeu. Você pode não perceber, mas você perdeu. Então, quando a gente fala perder o sentido da vida, pessoal, se é pesado esse termo para você, muda ele. A vida perdeu a cor, a vida perdeu a graça, a vida perdeu a vontade de levantar de manhã cedo. Sabe aquele levanto porque eu sou Obrigado? A vida tá perdendo sentido. Então, da onde pode vir isso? De uma perda. Uma perda pode gerar perda do sentido da vida, pode não só por morte, uma separação, distanciamento, po, pode uma frustração, um rompimento
profundo, podem roubar a alegria do existir. Não é apenas a tristeza. Tem muita gente que olha a perda do sentido da vida. Tristeza não é só a tristeza, É a sensação de vazio, de que viver já não tem mais graça. É isso que a gente tem que buscar. Quando que a vida perdeu a graça? Quando que eu carrego um vazio junto comigo? Quando que o sorriso do outro não tira o meu sorriso? Um exemplo que não necessariamente é uma regra, mas quando uma criança sorri, não é normal o adulto sorrir de volta? Não é normal.
É um bate-vta, não é? A criança sorriu, você não sorri. Pode ser que tenha vazio aí dentro. Pode ser que você tá perdendo o sentido da vida e não percebeu. Você perdeu aquele reflexo natural que você sempre teve. >> Car. >> Sim, pode falar. Quando a gente, eh, vou falar especificamente, ah, até um certo tempo, eu não conseguia, vai parecer meio cruel que eu vou dizer, mas era o meu Sentimento na época. Eu não conseguia gostar de criança. >> OK. >> Criança me incomodava. Eh, eh, não por ela brincar, por ser ativa ou talvez por
isso mesmo, sei lá. Mas eu não conseguia gostar de criança e eu não sei como é que eu consegui ter dois filhos, mas enfim. >> OK, >> né? E mas assim, eu não conseguia gostar De criança. Eu me sentia desconfortável quando eu vi uma criança, né? E eu sei um pouquinho, eu sei que é lá é lá do lado de trás, né? >> De quando eu fui criança. >> Perfeito, >> né? no meu período de de até a primeira infância, segunda infância aí. Então, mas o que que pode ter gerado isso? Esse eu não gostar
de criança, >> porque a criança tá te levando a algum Lugar ruim na sua consciência. Ela tá sendo um gatilho, que aí você mesmo já respondeu: "Vou olhar pra minha infância, vou olhar para mim criança." >> Sim. A minha criança ferida, né? >> Isso. Porque se eu não gosto de criança, inconscientemente eu posso estar jogando informação pros meus filhos cresçar logo, que ser criança é ruim. Só que o cresça logo não é idade, né? Uma criança de 10 anos pode ter uma mentalidade que muito mais avançada, só que ela perde uma faixa etária dela, ela
perde momentos que seriam importantes para ela. Mas se a mãe tá dando a informação ser criança não é boa, a criança pode estar recebendo. Cresce logo, filho, cresce logo. E por amor, porque eu sei que se para mim ser criança não foi bom. Minha consciência se confundiu e pode mandar essa Informação. Filha, mãe te ama, então cresce logo. É importante você crescer logo porque aqui você sofre. Ela pode entender. >> Você não sofrer na na infância. >> Então vou olhar paraa minha infância. Ali eu vou achar o porquê. Provavelmente eu vou achar ali. >> Ah,
com certeza vou. Com certeza. >> Bom, tá bom. >> Então, olha lá, pessoal. uma perda, uma frustração, um rompimento profundo podem Roubar a alegria do desino. Não é apenas a tristeza, é a sensação de vazio, de que viver já não tem mais graça. Então você vai se perguntar: "Quando que eu perdi a graça pela vida? Quando que eu perdi o tesão de acordar de manhã? Que que aconteceu que me tirou esse tesão? Carlos foi aqui, foi ali, foi ali. Aí a gente vai atrás dessas pistas. Carlos. >> OK. Sim, pode falar. >> Então, esse essa
vontade de viver, esse tesão, eu nunca tive, de verdade. >> Eu não recordo nem na infância esse momento, assim, >> eh, eu sempre tive uma depressão profunda e eu consegui tirar a a tristeza da depressão com meditação e práticas espirituais. Eu consegui tirar, eu eu consegui tirar lá em meados de 2020, por aí. Só que o esse tesão de viver, essa vontade de levantar da cama Não existe ainda. >> Ah, uma dica que eu posso te dar, ó, a depressão a gente olha bastante, >> isso reflete no no financeiro, né? Parte financeira isso reflete. Na
parte física tá tá OK, ainda não deu nada. >> Talvez pela idade, né? >> Perfeito. E aí você vai entender agora porque por que que reflete no financeiro a depressão? A gente, a gente costuma a jogar ela bastante paraa tristeza, né, Carlos? da tristeza que gera depressão. Na visão informacional, não. O que gera tristeza é as culpas e as injustiças, principalmente aquelas vindas do que a gente chama da matéria, da escola, do trabalho, do dinheiro, dos provedores. Então, se eu olhar paraos meus provedores, pra escola, pro trabalho, começar a encontrar momentos onde eu me sentir
culpado ou injustiçado, começar a eliminar essas informações, você vai ver que a alegria de viver ela vai aparecer. É isso que tá te mascarando um pouco, Isso que tá tampando essa luz um pouquinho. Se você, por que que eu tô falando isso? Porque você trouxe esse quadro depressivo de anos e o financeiro estagnado. Então, olhando pro que você trouxe, qual é o caminho? Qual é a busca? Momentos de culpa e injustiça. Eliminar as informações, as emoções desses momentos. Você vai ver que que essa gana de viver, ela vai vir. Entendi. Vê se vê se ficou
claro. >> Aham. >> OK. Tá. Você tá no curso básico, não tá? >> Tô, tô sim. >> Já foca nisso durante o curso, >> tá? >> OK. já foca nisso, culpas e injustiças vindas dessa parte, da parte na sua apostila ali que a que a gente viveu ontem, da parte do digestório, que vai ser a escola, o trabalho, o provedor. >> Então, inclusive o digestório, quando eu era eh adolescente eu tive refluxo, mas eu operei >> e eu não e eu não tenho mais, né? >> Perfeito. Mas olha lá, concorda que quantos anos >> você
tinha? Ah, tinha uns 21. >> OK. Tá. >> Operei. Mas mas que quando eu era criança, adolescente sempre vinha. É, tinha tinha flexo físico. >> Entendi. Perfeito. Mas percebe insustentável com 21, 22. Aí eu tive que operar, >> mas agora tá tá OK. >> Ó lá, percebe como o sistema digestório já começou a a reclamar desde a adolescência? É aí que tá a sua busca. Tá aí. Você tem que olhar paraa sua consciência aí que não vai ter erro. Entendi. >> OK. Tá >> beleza. O nosso corpo pessoal, ele fala, tá? As doenças nossas, se
a gente olhar para as doenças que eu já tive, eu sei aonde Olhar pro meu corpo. Meu corpo me traz, o meu corpo é o GPS da onde eu tenho que olhar paraa minha consciência. É só eu seguir, só não tem mais seguir. Muito bom. >> OK. Obrigado. >> Imagina reflexões para vocês aí. Anotem aí, ó. Você já sentiu em algum momento que sua vida perdeu a cor, perdeu a graça, perdeu a alegria? Se perguntem de várias maneiras. Perdeu o propósito, perdeu a alegria, perdeu a cor, perdeu a graça, ficou sem sal? Meu pai falava
muito isso. A vida tá sem sal. um jeito de procurar. OK, tranquilo até aqui. Deixa eu ver o chat aqui. Labirintite, pessoal, é o que a gente chama desequilíbrio de controle. Lá eh a laberintite vem de momentos que você foi controlado ou perdeu o controle, tá? Dessas historinhas aqui. Problemas cardíacos, relacionamento, momentos ruins e relacionamento. OK. Qual é a doença gerada? Já vou falar já da perda do do sentido da vida. Já falo já. Perda do sentido da vida. Por isso, muitos tiram a própria vida ou do outro mais a própria vida. Tirar a própria
vida não é só o suicídio, tá? A gente já vai viajar isso. Já volto pro pro chat já. Vamos lá. Vamos dar um passinho mais aqui, ó. Não é a história em si. Prestem atenção nisso, porque vocês ficam procurando as histórias mortais, vocês não vão achar, porque não é história o problema, não é história em si, mas o impacto que ela causa em nós. Não é uma história grave que tira o sentido da é o que essa, qual impacto essa história vai gerar, o que que ela vai encontrar na minha consciência. Duas pessoas podem viver
a mesma situação, duas pessoas podem viver a mesma perda, exemplo, mas reagir de formas diferentes. O que adoece não é o fato, não é histórico, e sim quando ele rouba o propósito de viver enfraquece a nossa essência. Então isso é muito individual, Carlos. Toda perda gera perda do sentido da vida? Não, toda frustração gera, não. Vai depender da onde ela cair, vai depender das informações que ela já Encontrar naquela consciência. OK? Uma falência de uma empresa pode gerar perda do vida, pode. Depende de como ela cair ali. Se ela cair numa numa consciência que já
tem muito desequilíbrios financeiros, ela pode tirar a razão de beber. Se ela cair numa consciência que não tem tanto desequilíbrios financeiros, ela não vai tirar razão. OK? Qual história da sua vida mais abalou o Seu desejo de seguir adiante? Ó, uma outra maneira de perguntar a mesma coisa. Qual história da sua vida abalou o desejo de seguir adiante? O momento da vida fez. Vamos pro chat aqui. Há anos que sinto preguiça de levantar da cama de manhã. É uma exaustão profunda. Em alguns períodos curtos tive tive al em alguns períodos curtos tive alegria de levantar.
Como buscar esses traumas? Não Sei se foi a época da escola que isso começou. Não lembro direito. Preguiça de acordar na cama, pessoal, é preguiça de começar o dia, de começar a vida. É olhar pro seu dia a dia, ver o que que incomoda nesse dia. É o trabalho. Carlos, no sábado eu acordo legalzão. Na segunda, de segunda a sexta eu acordo, eu tenho preguiça. Problema tá no seu trabalho. Olhar para ele. Um exemplo. Ou Carlos, quando marido viaja, eu acordo bem. Quando ele tá em casa, eu Não acordo bem. Problema no relacionamento. Aí é
pesquisa individual. OK. Tá muito bom. Quando se sabe um momento, ó, quando se sabe um momento que a vida perdeu o sentido, o que fazer com esses momentos? Começar a levantar quais, primeira coisa, quais emoções foram geradas nesse momento. Carlos, eu perdi o sentido da vida Quando a mãe morreu. O que que você sentiu quando a mãe morreu? Desespero, medo, insegurança, rejeitando, tá? rejeição, abandono, perda de tristeza, perda de controle, começar a usar os comandos da homeostase quântica para eliminar cada emoção deste momento. Primeira coisa. E aí vou pros pensamentos. Que que eu penso disso?
Vou eliminar os pensamentos e aí minha minha vida vai voltando, Porque agora se eu vou tirando essas informações, a luz começa a passar de novo. Mas a luz já tá dando. Caros, eu fiquei muito triste quando a mãe morreu. Vou lá na minha consciência, uso os comandos da HQ para eliminar essa tristeza. Pronto, simples, objetivo. HQI, pessoal, ela é muito simples, ela é muito objetiva. Alguns >> sentimento de vazio, Carlos. sentimento De vazio. O que que você sentiu quando isso aconteceu? Começar a eliminar. OK? O que sentiu individual, cada um vai sentir algo diferente, mas
tem que eliminando. Isso é importante. OK? Podemos dizer que o mais, não é que é o mais difícil, mas às vezes o mais trabalhoso é encontrar o momento. Eliminar é fácil. Fazer o comando é só aprender a fazer, é fácil. A busca é encontrar o momento. OK, Vamos lá. Já volto aqui já. Pera aí, ó. Quando me, ó, quando me sinto rejeitada pelos meus filhos, vem o sentimento que a vida não tem sentido. Olha aí. Quando me sinto rejeitada pelos meus filhos, vem o sentimento que a vida não tem o sentimento, que a vida perde
o sentimento. Então, vou olhar o quê? momentos que eu fui rejeitada pelos filhos, começar a eliminar, começar a trabalhar esse padrão mental de se sentir rejeitada quando o filho faz tal, Tal coisa. Começar a observar um pouquinho como é que eu olho os filhos, quais minhas crenças em relação aos filhos. começar eliminar o prazer, o desejo, apego e dependência pelos filhos e entender que os filhos são outras consciência, não é sua, não projeta nada neles. Por que que frustra? Porque a gente projeta nos filhos. Então, Carlos, quando eu sinto que os Filhos me rejeitam, eu
perco o sentido da vida. Então, eu tenho que reverter isso. Não vou esperar os filhos mudarem. O problema não tá no filho, o problema tá em mim. Enquanto observar que que eu esperar o filho mudar, a reação do filho mudar, eu tô perdendo tempo, eu vou começar adoecer. O problema nunca é o outro, o problema é aqui com nós. Eu sei que isso incomoda, principalmente pra mãe incomoda. Entendo. Mas esse é o caminho, olhar para nós, olhar para dentro dela. Combinado? Então vamos que vamos. Ó, a perda do sentido não grita, ela começa em silêncio,
que ela é traiçoirinha. A perda do sentido, ela não grita, ela começa em silêncio. Primeiro surge a apatia, depois a falta de vontade, o isolamento. O isolamento cresce, a alegria se apaga, o vazio toma espaço. O corpo e a alma pedem uma ajuda em silêncio. Então aqui dicas que a gente pode começar a olhar. Quando que eu tô comecei a ficar apático? O que que aconteceu que eu comecei a ficar apático? Comecei a me fechar, comecei a afastar os outros, comecei a me isolar, porque se eu perco o sentido da vida, eu não vou querer
socializar. Eu vou socializar por obrigação, mas eu vou começar a me fechar. Quando que eu Comecei a me fechar? Que que aconteceu na minha vida que me fez começar a me fechar? Ali pode ser a dica da onde tá a perda do sentido da sua vida. Quando o que que aconteceu no meu dia a dia, na minha vida, na minha história, que eu comecei a me isolar. Ah, Carlos, foi quando eu perdi o emprego, então vamos olhar para esse período. Pode tá aí a perda do sentido da vida. Foi quando tal coisa aconteceu, pode tá
Aí. Foi quando eu me separei, pode tá aí. Quando que isso começou? Você já viveu dias em que parecia estar apenas no automático, Carlos? Já. Quando começou essa pergunta, pessoal, quando começou? Quando que eu comecei a viver no automático? Você vai falar: "Não lembro, essa resposta não ajuda". Vamos refletir de Novo. Quando que eu comecei no automático? Carlos, com 18 anos. O que que aconteceu nos 18 anos? Não consegui entrar na faculdade X, que era o meu sonho. Vamos trabalhar essa história. Vamos eliminar o que sentiu para não entrar na faculdade X. Ali pode estar
começando a perda do sentido da vida. E ó, percebe que hoje eu tô trazendo a mesma pergunta de diversas maneiras. Cada um vai ter facilidade de um jeito. Cada um vai ter facilidade de um jeito. É isso que a gente vai fazer nos atendimentos. Eu vou perguntar uma coisa, você vai falar que não lembro. Eu sei que a dor tá ali, eu vou perguntar de mil maneiras. Uma hora a gente a, uma hora a gente pega o fio. Pegou o fio, é só puxar. Só que tem que perseverar. Tem que perseverar. Eu costumo dizer, e
aí vocês deram azar, porque aí vocês Pegaram um terapeuta que não desiste. OK? Eu não vou desistir. A gente vai achar essa informação. Vocês também não podem desistir, senão não adianta. Ok, combinado? Passinho a mais. Quando a vida perde o sentido, até o simples se torna pesado. Uma outra maneira de observar a mesma coisa. As tarefas que antes eram leves tornam-se fardos enormes. Posso fazer outra pergunta? Quando que o que eu Quando que o que era leve fazer se tornou pesado? Ali tá a perda de sentido da vida. Quando que o que eu fazia com
alegria perdeu alegria, mas sem olhar para fora, né? É aqui dentro. Carlos perdeu alegria quando o presidente X entrou. Tem nada a ver o presidente. Olha pra sua vida. Que que mudou na sua vida? Que que você gerou? Ali tá a resposta. O corpo se cansa com Facilidade, a mente se fecha e até os sonhos parecem distantes. A vida fica escura e pesada. Há várias maneiras de observar a perda do sentido da vida para ajudar vocês a acharem. As tarefas que antes eram leves tornam-se fardos enormes. O corpo se cansa com facilidade, a mente se
fecha e até os sonhos parecem distantes. A vida fica escura, fica pesada. Pergunta para vocês. Hoje sua vida tem Sido mais leve ou mais pesada de carregar? Carlos tá mais leve, então tô no caminho. Continua. Tá mais pesado, então tem que refletir mais, tem que olhar para dentro de novo, tem que perseverar, porque se não dar esse chacoalhão, pessoal, a vida vai passar pela mão de vocês. Isso não vai ser legal. Vem pra sua consciência, que mesmo você partindo daqui, sua consciência vai seguir. É isso que você tem que entender. >> A morte é a
solução dos meus problemas, não é? Porque sua consciência continua. >> Carlos, tá ouvindo aí? >> Tá ouvindo? >> Pode falar, Pedro. Tô sim. >> É, não é que eu mudei o equipamento para aqui. Tô meio doido. Tranquilo. >> Olha só como é que é. Eh, eu tive vários perrengues na vida. Terceira já viu alguns de atendimento e tal, mas nunca me passou pela cabeça a Desistir e sempre teve uma energia no fundo que me fazia enfrentar. Porque eu pensava o seguinte: se a vida me dá um desafio, pode me passar uma rasteira, mas não vai
me deixar no chão. Sabe aquele ditado brasileiro levanta a sacada a poeira, dá volta por cima? Agora que já logicamente passou muitas fases da vida, eu tô bem mais tranquilo, observo algumas cicatrizes que ficaram para ir ajeitando energia e tal, mas o Fato é não se dar por vencido nunca. Isso. >> Porque se quando se eu se eu deixo, se eu desisto, se eu deixo que o problema vença, eu tô admitindo automaticamente que ele é maior que eu e isso não pode. >> Isso. >> Se eu expresso em mim uma energia divina, consciência, ponho o
nome que quiser e um perrengue me derrota, eu tô anulando a primeira a primeira premissa de que eu sou uma essência divina. Então, eh, o perder para sempre é impossível. Perfeito. Lógico. Tem que te tem que sentir, tem que eh perceber essa chama dentro, mas é ela que te mantém. Não existe um problema maior que eu. Eu é questão de ver o foco, de como que eu vejo. Mas não pode ter um problema maior que eu. >> É o que é que a gente falou. Se eu tô com a vida na mão, pode vir o
problema que for. Eu vou passar. Eu vou passar. Gratidão, Pedro. Exatamente isso. E por que que eu vou passar, pessoal? Por que que eu afirmo isso? Se eu tô com a vida na minha mão, pode vir o que for que eu passo. Por quê? Porque os os problemas são gerados pela minha consciência. E o que minha consciência gera, eu aguento. O problema é quando eu quero sofrer a dor do outro, aí eu não aguento. Porque a dor do outro foi criado pela consciência dele, eu não aguento. Minha Consciência não tá preparada para viver a dor
do outro. A minha dor ela criou, eu consigo. A do outro não, porque é outra consciência gerante. Então, se eu criei aquela realidade, lógico que muitas das nossas das nossas realidades ruins até hoje vocês criaram de maneira inconsciente. Ninguém quer gerar uma doença, ninguém quer gerar um desemprego, mas vocês geraram. Os problemas que eu vivenciei, eu gerei, então eu consigo aguentar porque é gerado pela minha própria consciência. Eu só gero o que eu aguento. Agora que eu não quero viver a dor do outro, aí eu não aguento carregar o problema da mãe, eu não aguento.
Carregar o problema do filho, eu não aguento. Por que que eu não aguento? Não é meu. E não é uma questão de mesquinharia. Não é minha consciência que gerou. Eu não Suporto. Eu não entendo. Minha consciência não entende aquele problema. Ela, se eu quiser carregar o problema do filho, eu vou adoecer, porque aquela informação não é minha. Entende? Não é uma questão de mesquinharia, não tem nada a ver, mas não foi gerado por você. Eu ouvi muitas pessoas falarem isso na minha vida de uma outra maneira. Deus não dá cruz maior que você pode carregar.
Ouviram isso? Sem entrar em Religião. É uma questão de religião. E a gente pode observar por que eu consigo carregar. Porque eu que criei. >> E não adianta querer passar pro outro, né, Carlos? Isso não adianta querer Carlos, como é que a mãe aguenta a perda de um filho? Porque ela é mãe e mãe daquele filho. Ela aguenta, ela vai sofrer. É óbvio que vai. Ela você não aguenta, porque você não é mãe daquele filho. Ela aguenta. Eu sei que é um exemplo duro, mas é uma realidade. Não é que ela vai passar tranquilo, não.
Não é isso que eu quero dizer. Mas ela ag ela, você não, Carlos, mas filho tá passando por problemas. Ele aguenta. Ele que criou, ele aguenta. Você não consegue passar por ele. Não dá. Sua consciência não tem informação para sustentar. E não é uma questão de sabedoria, não é Uma questão de idade, não é uma questão de conhecimento, é uma questão de informação. Não foi gerado pela sua consciência. Então você não consegue carregar. OK. Tranquilo até aqui? Então vamos lá. O corpo traduz em sintomas aquilo que a alma não suporta mais. Então o que que
a perda do sentido da vida vai gerar, pessoal? Quando quando o sentido da vida se Perde, o corpo reage, ele manifesta doenças. Quais doenças? O câncer é uma delas. Câncer é a perda do sentido da vida. Ok? Então, câncer, a vida tá perdendo o sentido. Metástase, a vida já perdeu o sentido. Carlos, eu tive câncer de mama e nunca perdi o sentido da vida. Pessoal, desculpa, perdeu. Você só não tá entendendo, mas você perdeu. OK? Porque quando a gente perde o sentido da vida, inconscientemente eu tô mandando uma mensagem paraa minha consciência assim: "Eu não
quero mais viver". E ela só vai replicar, tá bom? Então vamos partir. E aí o câncer aparece. Epilepsia, Carlos. >> Como? Desculpa, >> a epilepsia. >> A epilepsia mais sistema Nervoso nosso, desequilíbrio de controle, mas não necessariamente a perda do sentido da vida. OK? O câncer é. Então, Carlos, eu já tive câncer tal e nunca perdi o sentido da vida. Desculpa, perdeu. Você tem que entender que perdeu porque você tem que achar e eliminar para não voltar. He aqui, por que que eu tô sendo duro, pessoal? Porque a gente vê isso nos atendimentos. Enquanto você
relutar que não achou, que Não perdeu o sentido da vida, você não vai reverter esse câncer. Pode falar, Rô. >> O mais interessante é isso, né? a gente a gente se trabalha e começa a achar de novo o sentido da vida e tudo, porque você sabe, né? Eu tenho até a metástase mesmo, mas desde 2008 diagnóstico de metáis, >> o câncer em si tá fazendo eh bodas de prata, né, 25 anos. Então a gente a gente consegue sobreviver até a isso. O Mais interessante é parece que ainda não encontrou o o aquilo que vem mesmo.
Qual onde foi que perdeu de vez? Porque toda hora vai, volta, vai, volta e aí a gente vai levando, a gente vai conseguindo. Mas que faz uma diferença muito grande a gente saber o porquê. Essa aqui é o duro é a gente não lembrar o porquê. Por quê? Esse é o caminhar. Mas o câncer tá com bodas de, você falou de bodas de prata, É isso? >> Oi. >> O câncer tá fazendo bodas de prata, é isso? >> Bodas de prata. desde o primeiro. >> OK. >> Por que que tá nas bodas de prata, pessoal?
Porque a R não desiste. Ela vai buscar essa informação. >> É, eu vou atrás. >> Ele volta, ela derruba. Ele volta, ela Derruba. Ela vai, ela vai buscar. A gente só não conseguiu achar ainda aonde gerou a primeira perda do sentido da vida ou quais os momentos que que a gente não conseguiu enxergar. Porque sabendo, >> eu já consegui achar vários, mas o o principal lá atrás ainda tô pegando. >> Tem coisa ainda ali. Na hora que for bom para ela, ela vai achar. Mas se ela parar, não pode parar. Quando que ela vai achar?
Ela vai achar Porque ela pesquisa, ela olha pra consciência, ela olha pra consciência, ela olha pra consciência, ela encontra, ela elimina, câncer diminui, mas não pode, tem que perseverar. Tem que perseverar. >> Nem o médico acredita, né? Como é que pode >> isso? Não é? Como é que tá vivo ainda? Porque tá perseverando, porque tá Pegando a vida, não tá deixando a vida vazar na mão, tá, tá grudando, tá grudando a vida, tá indo, tá indo. Esse é o pegar vida, pessoal. Esse é o pegar vida. Um câncer pode te matar em uma semana, pode.
Pode se você deixar a vida sair, se é isso que você quer e inconsciente, né? que a mesma maneira que você não acha a perda do sentido da vida inconsciente, você não entende que você quer morrer Inconsciente. Mas é a ordem que você tá mandando para consciência. Perdeu o sentido. Por isso que eu trago inúmeras de inúmeras perguntas que é a mesma, foi colocado em posicionamentos diferentes porque às vezes ali pega. OK, cara. Eu tô achando a perda do sentido da vida. Eu vou perguntar quando que eu fiquei apática. Então, vou perguntar quando que a
vida perdeu a graça, quando a vida perdeu a cor, Quando eu me isolei, que momento que eu me isolei? E aí eu posso pegar coisas que eu tô não enxerguei ainda, vou me questionar diferente. Combinado aqui tá as doenças que vão encurtar a nossa trajetória. Aqui tá a câncer, a ne, a ne, né, a neoplasia, tá tudo aqui. Só que se vocês montarem esse raciocínio, já tive câncer, já tive, a vida perdeu sentido. Eu só não tô vendo Aonde, mas ela perdeu, é aqui que eu vou. Se minha consciência tem essa informaçã, eu tô pondo
essa informação na minha, na minha consciência, consciência, a vida perdeu sentido. Vamos achar agora. Não adianta eu perder o raciocínio, não adianta eu não querer ver, não adianta eu ficar me iludindo que não é. Já teve o câncer, já teve. Então, a vida perdeu o sentido em algum momento. Carlos, mas eu tive o câncer e sozinho ele desapareceu. Pode acontecer? Pode. Óbvio que pode. Se eu retornei o sentido da minha vida por algum motivo, ele vai desaparecer. Só que eu sei, eu já perdi um dia o sentido. Se eu entender o porquê, eu não perco
de novo. Pelo menos não conscientemente. Carlos, achei. Eu perdi o sentido aqui, ó. Vou lá, trabalho isso e vou ficar atento para não perder de novo. Senão a doença vai voltar ou vai agravar ou vai dar metástase. OK? Então, quando o sentido da vida se perde, o corpo reage. Ele manifesta doença, dores, sintomas, como um grito silencioso, pedindo que a pessoa volte a olhar para si mesmo com amor. Então, eu vou falar uma coisa que vocês vão me xingar, mas eu vou falar assim mesmo. Eu posso observar que o câncer não é ruim. Eu posso
observar que o câncer é uma chance que eu tenho de buscar essa luz e aí vai de mim buscar ou não. A rua tá buscando. Por isso que tá no >> Tem gente que consegue ver isso, né, Carlos? A partir do momento que surge uma doença grave como câncer, ela começa a olhar a vida com outros olhos, como a gente diz, né? Aí ela, daí ela começa a olhar para Ela mesmo, ver onde que ela erou, tipo assim, né? >> E aí a hora que vocês me perguntam assim: "O que é o equilíbrio?" O equilíbrio
é olhar pro câncer e falar: "Tá bom, vamos lá, é aqui que eu vou olhar agora, então porque se não fosse ele, eu morro sem entender. Se ele é silencioso, mas se eu entender que ele tá me dando um sinal, Carlos aqui, ó. Olha aqui. Você não tá vendo? Tá aqui. É só você olhar agora. Então, olha lá, como um grito silencioso, pedindo que a pessoa volte a olhar para si, mesma com amor. Se você se amar, você reverte. Mas você vai ter que pegar a vida na mão com dor, sem dor, você vai ter
que pegar essa vida no rabo. E Carlos, mas eu sinto dor todo dia, eu sei. Carlos, mas não é bom sentir dor todo dia, eu sei. Mas a vida tá aqui na Minha mão, com dor ou sem dor. Porque se eu deixar ela passar, eu vou. E aí a doença vai só aumentar. >> E dores musculares assim do nada, Carlos? Momentos de controle e perda de controle nunca é do nada. >> Sim, por isso que eu fiz, né? Por que que é os momentos de controle? Porque ela anda no sistema nervoso. E o que vai
gerir o nosso, a saúde, o equilíbrio do sistema nervoso é as informações vindas, Os os pensamentos, as emoções vindas e momentos onde eu perdi o controle, eu fui controlado. Se tem dor, tem controle. Lembra que a Shirley falou: "Eu tenho Cron, mas não tenho eh sintoma. Cron dói." Por que que ela não tem a dor? Porque ela não tem o controle. Ela tem um desequilíbrio, mas não o controle. Não o desequilíbrio de controle. Por isso que ela não tem dor. Tem gente que tem pedra no rim, não tem Dor. A pedra é achada sem querer
porque não tem o controle. Tem gente que tem a coluna tudo destruída, não tem dor porque não tem o controle. Sim. não é apegado a isso conto. Deixa eu ver se tem mais alguma coisa aqui. Pera aí. Criança que não criança que não sara de renite, nariz congestionado. Pode ser um trauma reflexo dos pais, pode também. Mas aí eu vou ter como é Rinite, momentos de pressão e autopressão. Se a criança tá se sentindo pressionada ou ela tá se autopressionando. Ah, se ela for muito pequenininha pode estar vindo dos pais. Sim. Tá fibromialgia e autismo.
O que observar? Fibromialgia, pessoal, desequilíbrios com o corpo, com a imagem, momentos ruins com o corpo físico e com a imagem, tá? O autismo a Gente não vai observar muito como doença, mas eu tenho que olhar ali pro sistema nervoso, mas a gente não vai observar muito como doença, tá? Ó, eu tenho dermatite atópica na região da cabeça, próximo à nuca, desde a adolescência, que piorava em alguns momentos e depois melhorava. Nos últimos meses se se intensificou muito. Comecei a sentir dor na região e agora aumentou a extensão da região próximo à orelha. Percebo que
isso está atrelado à minha Busca pelo meu propósito de vida. Inclusive isso é que me me motivou a estar aqui hoje. Legal. A dermatite atópica, pessoal, ela vai vir dos momentos ruins de relacionamento, principalmente os momentos ruins de contato físico e convivência, tá? Então, momentos que o contato ou a convivência foi demais, extrapolou ou faltou tanto o contato físico, toque, o abraço, Beijo, o pegar, o segurar, como a convivência. No momentos que o contato físico ou a o o conviver foi demais, foi excesso, desequilibrou, não foi legal ou faltou, não teve. Aí que vai vir
os problemas de pele. OK. Olha um pouquinho mais para esse lado aqui. Tem como resolver? Tem. Tem como, tem como resolver, tá? A minha com certeza está mais leve Porque não desisti de viver. Maravilha. Muito bom, >> Carlos. >> Sim, pode falar. Eh, como que eu diferencio o a convivência, o desequilíbrio de convivência com o desequilíbrio de relacionamento? O desequilíbrio de relacionamento, o problema não está na convivência, tá no jeito do outro, no que o outro fala na pele, eu vou olhar pro relacionamento, mas a convivência desse Relacionamento. Carlos, eu não quero mais conviver com
esse parceiro, e tenho que conviver. Ou a convivência com ele não está legal. O jeito dele que tá pegando para mim não é a traição, não é o desrespeito, é o dia a dia, é o conviver com aquela pessoa. OK, Carlos? Eu exemplo, ó, tanto que na pandemia muitos problemas de pele apareceram. Carlos, eu amo sogro, só que ele veio morar em casa e eu perdi a Liberdade. Não tenho nenhum problema com o sogro, não tenho problema de relacionamento com o sogro, mas ele tirou a minha liberdade. Essa convivência tá tirando a minha liberdade. Não
tem uma briga com o sogro, mas a convivência com o sogro tá tirando a minha liberdade. >> Uhum. >> O excesso ou a falta. Ok. >> Uhum. Obrigada. Imagina o quando a gente Olha pro contato físico, é a mesma coisa. Ou não tá tendo o contato que queria ter, ou tá tendo o contato que não queria ter, ou teve o contato que não queria ter, ou não teve o contato que queria ter. >> Então a convivência seria uma coisa mais relacionada à proximidade mesmo. >> Isso, o dia a dia, >> tá? >> OK. Tá. OK.
Exemplo, ó. O filho é pequenininho, o pai viaja a trabalho, Ele começa com urticária. Filho tá sentindo a falta da convivência do pai, a falta do contato físico com o pai. Sim. >> A mãe, a mãe dá luz e começa a ter melasma. Carlos, é normal ter melasma na gravidez? Não é normal. É normal ter mudanças bras contato e convivência na gravidez. Isso é normal. Isso que vai gerar o desequilíbrio, né? Quando a mulher engravida, chega num ponto ali da gestação que ela sai menos, Ela convive menos, ela quer menos o toque e às vezes
ninguém entende. OK? Tá. >> OK. >> Gratidão. Vamos lá. Aqui, ó. Ó, minha filha tem dermatite desde bebê, contato e convivência. Já começa a olhar para esse momento até da gestação dela. Como é que foi o seu contato que ela pode ter recebido no período Inconsciente? Se ela tem desde bebê, esse desequilíbrio já veio de fábrica, digamos, já veio do período inconsciente. Com certeza a mã, mamãe e papai sentiram esse desequilíbrio de de convivência, de contato e ela só recebeu. Problemas musculares, desequilíbrios com o corpo, o momento que os que o corpo físico, a imagem
não agradou. vergonhas, parte do corpo Que não gosta essas coisas todas, tá? Deixa eu ver se eu pulei alguma aqui, ó. Sofrer dormir sobre essa questão dos problemas musculares. >> Problemas musculares é são todas informações vindas e momentos onde o seu corpo, a sua imagem não agradou. Momentos que não gostou do corpo, parte do corpo que não gosta, bullying que sofreu, não aceitar o envelhecimento, a idade, Momentos que o corpo te limitou, daí que vem os problemas musculares. >> OK? >> Obrigado. >> Sofrer a dor do outro pode adoecer? Pode, porque você vai começar a
se pressionar para resolver o problema do outro e a dor é dele, não é seu. >> Carlos. >> Sim, pode falar. Oi, boa noite. >> Boa noite. Você falou que dores musculares e também a fibromialgia tem a Ver com a imagem, não é? >> Imagem física. >> Sim, sim. A imagem física é é uma desaprovação. Mas a desaprovação é da sua parte ou pode ser proveniente de outro? >> Pode ser >> o seu marido, por exemplo, começar a ver problema em você. eh, ruga, eh um pouco mais gorda, enfim, isso pode ser causado, aliás, isso
pode causar as Dores musculares, a fibromiologia. >> Pode. Perfeito, perfeito. Sabe aquelas brincadeirinhas? Ah, mas era brincadeira. É, mas a brincadeira dói. A brincadeira também gera informação. >> É tipo, você vai sair, se arruma toda e aí escuta assim, você vai desse jeito. >> Isso. Exato. >> OK. Obrigado. >> Obrigado. >> Tá bom. >> Vamos dar passar mais aqui, pessoal. Vamos lá. Você já percebeu no seu corpo sinais que nasceram da alma? Você já percebeu no seu corpo sinais que nasceram mal? Já teve algum crescimento de ter sido errado? Alguma coisa que não era para
tá ali. Já teve algum câncer? Alguma suspeita de câncer? Já tive? Bora olhar para isso aí quanto antes. Combinado? Tranquilo até aqui. Tá mais? Não é milagre. É reencontrar o que sempre esteve dentro de você. A autocura do câncer não é milagre, é reencontrar que sempre teve dentro de você. Não busca o milagre, busca autocutura, porque o milagre sua consciência observa que você não é capaz, que é difícil, é impossível. Autura você consegue. O caminho é limpar as dores das histórias que apagaram sua cor. dores que eu quero dizer, emoções, Sensações, sentimentos. O caminho é
limpar as dores nas histórias que apagaram sua corpo. Ao libertar as emoções presas, a vida volta a brilhar. O autoamor é a chave para reencontrar esse sentido. Sempre vai ser o amor próprio. OK? sempre vai ser o amor pró. Por isso que o nosso movimento chama caminho do alto amor. Qual a solução pro câncer? Se amar. Qual a solução paraas suas doenças? Se amar. Qual a solução pro seu financeiro? Se amar. Se amar verdadeiramente, incondicionalmente. Um caminhar é um caminhar, né? Então, o caminho é limpar as dores das histórias que apagam sua cor. Ao libertar
as emoções presas, ao eliminar a raiva, a tristeza, o ódio, o que for, a vida volta a Brilhar. O autoamor é a chave para reencontrar esse sentido. Por, lembra no comecinho da aula que eu falei, a luz já tá aí dentro. Conforme você vai tirando os sentimentos ruins, os pensamentos, as crenças, ela tem lugar para passar. Você deixa passar. Por que que o sol entra no seu quarto de manhã? Porque você abre a janela. Se você deixar fechada, ele não vai entrar. Mas se sua janela tiver uma trinquinha, o sol entra. Vai entrar um rainho
de sol Ali, não vai? Porque o sol tá lá. Por que que você tá com câncer, mas ainda aqui viva? Porque a luz tá encontrando as brechinhas. Você tá deixando alguma brecha, abre essas brechas, escancara essa janela, tira o negativo que ele entra. A nossa luz interna, pessoal, é igual o sol. Ele vai entrar. Se tiver uma frisco, ele vai entrar. E essa é a alegria da vida. Ela não desiste de mim. Se eu não desistir dela, tá tudo bem. A vida nunca desiste de mim. O problema é que eu desisto dela. Ela tá sempre
lá. Sempre lá. Tá sempre lá. Pode xingar, pode brigar, pode escurraçar ela. Ela tá lá. >> Professor, >> só com relação à luz, >> porque existe aquele ditado, né? Não, gente, não vamos desistir porque há uma Luz no fundo do túnel. Na verdade, a luz está conosco desde o início do túnel. Isso >> não é? Ela já está conosco. Ela não tá no final, ela tá desde o início, né? >> É ela que tá, ela que tá iluminando tudo >> justamente >> só que ela tá vindo de você. Exatamente isso. Perfeito. >> Tá. Gratidão. O
que você precisa liberar hoje para Reencontrar o sentido da sua vida? Outra pergunta igual. Todas as outras, ó, todas as perguntas iguais, hoje escritas de uma maneira diferente. O que você precisa liberar hoje para reencontrar o sentido da sua vida? Caros, eu preciso me curar. Não, você precisa encontrar o sentido da sua vida para se curar. Se sua resposta for, eu preciso me curar para encontrar o sentido da vida, pôs o carro na frente do boco. Você precisa Encontrar o sentido da vida para se curar, principalmente se for um câncer. Uma uma metaplasia, uma neoplasia.
Combinado? Vocês já falaram isso na aula, ó. A vida sempre pode brilhar. Nunca desista de viver. Acho que o Pedro falou isso, né? A vida sempre pode brilhar. Por que que ela sempre pode brilhar? Porque a luz tá lá. É só dar da brecha para ela passar. Ela Só tá esperando você abrir um cisquinho, ela vem. Nunca desista de viver. Combinado? Mesmo quando tudo parece perdido, a vida oferece novas possibilidades. É que a gente só enxerga uma e a gente só quer enxergar uma. A gente foi ensinado a enxergar uma. Mesmo quando tudo parece perdido,
a vida oferece novas possibilidades. Reencontrar o sentido é possível. E se a luz interior pode ser encontrada, e a sua luz interior pode ser encontrada a qualquer momento. Não desista, pessoal. Lembra, o jogo só acaba quando o juiz apita e você vai estar buscando até esse momento. Você pode achar qualquer um. Só que acha quem procura. Acha quem procura. Entenderam? Por que que tem terapeutas no caminho do Alto amor participando das aulas? Eles já escutaram tudo isso. Por que que eles estão aqui? Eles estão procurando. Eles não desistem. E algumas a gente acha fácil, outras
não. Não. Perseverar. perseverar, né? Mesmo quando tudo parece perdido, a vida oferece novas possibilidades. Eu tenho que tá aberto para encontrar, para ver as novas possibilidades. Eu tenho que me abrir para as novas possibilidades. Muita gente fala assim: "Carlos, como é que eu expando minha consciência? Deixando sua luz brilhar. Como é que eu expando a consciência? Tirando o negativo dela. Assim que eu vou expandir minha consciência. Deixar a luz que tá dentro de mim reverberando, tirar o que me limita, as informações negativas, os pensamentos, as crenças, as hereditariedades ruins, assim que a gente vai expandir
uma consciência. Não Tem segredo, Carlos. É trabalhoso. Ninguém falou que é fácil. É trabalhoso porque a gente começou tarde, né? Eu comecei com 30 anos. Se eu tivesse começado com 10, com cinco, era mais fácil. Por isso que quando tem curso básico, eu venho pente do Carlos ficar falando para vocês fazerem. Carlos, eu vou falar, vou fazer o ano que vem. Tá bom, mas até lá você tá pondo mais negativo pra sua consciência. E aí vem o pentelho toda vez ficar, vem fazer, vem fazer, vem fazer, porque quanto mais cedo você olhar pra sua consciência,
mais você começa, ser rápido você começa a se equilibrar. OK? Se você tivesse uma nova chance, fotografem aí. Se você tivesse uma nova chance, o que gostaria de viver daqui paraa frente? Você tivesse uma nova chance, o que você gostaria de viver daqui para? Esse pode ser uma dica do seu propósito. OK? Que que você quer viver daqui perto? Só que você tem uma nova chance, pessoal. Todo dia que seu olhinho abre de manhã, uma nova chance. Todo dia que seu olhinho fecha para dormir, uma nova chance, porque você pode colocar sua consciência não local
para trabalhar para você. Então você tem chance quando você dorme, quando você acorda, você tem chance todo dia. Sei que não tá pegando ou você não Tá vendo ainda, mas tem que agarrar essa chance. Combinado? OK? Lembrem disso, ó. A chance você tem todo dia, a todo momento. Aí você tem que escolher ou pegar ou não pegar. Carlos, eu senti raiva. É uma escolha eu parar e entender por que eu senti essa raiva. Aí eu tô aproveitando a chance, porque daí eu vou eliminar essa raiva e vou entender porque que senti essa Raiva. E essa
raiva vai me levar em outras raivas que eu vou eliminar, que vai me levar em outras que eu vou eliminar. E assim eu tô limpando o meu porão. E assim eu tô limpando minha consciência. Se eu elimino a raiva que eu senti hoje e me questiono por que eu senti a raiva, eu já achei a próxima história. Se você aprender se questionar, você não para de achar. Combinado? É isso que a gente aprende no Curso nível dois, a se questionar mais. Uma história me leva a inúmeras, igual acontece nos encontros nossos, nos atendimentos. Pegou uma
história, tá? Tá ótimo. Dessa ela vai me levar para outra. É que a gente tem que ir atrás. Não pode parar. Então lembista de viver. Se você não desistir, se você se amar, tá tudo certo, tá tudo bem. Combinado? Muito bom. A luz nunca se apaga, apenas espera o momento de brilhar novamente. Mesmo nas noites mais escuras, há dentro de você uma chama que não se apaga. Ao cuidar da sua alma e liberar as dores, você pode se reconectar com a luz e o verdadeiro viv. Nada pergunta para vocês. Você está disposto a reencontrar sua
luz e devolver o sentido da sua vida? Tô disposto, acabou. É só essa resposta que precisa. Mas aqui tem que ser aquela resposta verdadeira com você. Não tô disposto. Vamos buscar informação que está fazendo você pensar assim. Tem jeito. Só você não desistir. Combinado. OK. Hoje você viu que o sentido da vida é a chave da existência. Fotografia essa página que é o resumo, ó. Hoje você viu que o sentido da vida é a chave da existência. Entendeu o que é viver com propósito e como isso fortalece a alma. Percebeu também que a que a
forma percebeu também de que for percebeu também de que forma o sentido pode se apagar, trazendo peso, vazio e até reflexos no corpo. E descobriu que há um caminho de volta, liberar as dores, reencontrar o propósito e reacender a luz que sempre esteve dentro de você. Combinado, pessoal? OK. Então, não esqueçam, o autoamor é escolher olhar para si, liberar as dores e deixar a chama brilhar. É um movimento interno que só você pode dar. E o maior ensinamento que você pode dar pro seu filho é ensinar ele se amar. Só que não vai ser falando
que você vai ensinar isso. Você não vai ensinar seu filho se amar falando. Você vai ensinar seu filho se amar sendo exemplo. Se você, se seu filho observar, meu pai se ama, ele vai aprender a se amar. Se você falar e ele vê que você, meu pai não ama ele mesmo, ele fala para mim me amar, vai entrar por aqui e sair por aí. O maior ensinamento que a gente pode dar pros nossos filhos é ensinar o alto amor. E a gente vai ensinar mostrando, combinado? Então, o autoamor é escolher Olhar para si, liberar as
dores, deixar a chama brilhar, olhar pro porão, tirar o negativo desse porão. É um movimento interno que só você pode dar. Combinado? Não esqueçam, quarta-feira que vem tem outro encontro nosso aqui. Então, quarta-feira que vem estaremos juntos novamente. Bom, só vou interromper a tela aqui para mim conseguir ver todos vocês para mim poder despedir, pessoal. Pera aí. Aí, Agora sim, que agora eu consigo ver tudo. Combinado, pessoal, valeu a pena hoje, então tá bom. Gratidão profunda pela companhia. Nos vemos aí. Amanhã tem aula do curso para quem tá fazendo o curso ou quarta-feira que vem
estamos junto aí, tá bom? >> Gratidão pelo >> obrigada. Não, boa noite. Todo mundo. >> Boa noite. >> Boa noite. Gratidão. Boa noite,