Olá, Floripo. Olá, Brasil. Mundo, eu estou.
Eu estquei André Patunas e este é o programa Vida Inteligente, trazendo hoje um tema que você já ouviu falar sempre: convive, distribui, eh, redige, manda, repassa, viraliza. Será que você sabe o que você tá fazendo? Será que as pessoas sabem o que está fazendo?
Estão fazendo? Isso nós vamos ver hoje, vamos tentar esclarecer as dúvidas, se é que elas existem, né, para vocês. Eu tenho muitos.
Sobre portais. O que são portais? É isso.
Trago meu querido amigo, irmão Jean Valelan para nos falar sobre esse tema. Para mim intrigante também. E aí, Elan, como é que você tá?
Tudo bem? Tranquilo. Grande abraço.
Destaque, prazer em estarmos juntos aqui novamente. >> Sempre, sempre é bom a gente conversar mesmo. Elan.
Eu já, olha, muitos anos, muitos e muitos anos, nossa, não sei nem não sei nem contar, mensurar quanto tempo eu tenho ouvido falar de portais e o que abre de portal não devia ter mais ninguém no planeta, porque eh é tanto portal que já passaram um monte de gente para tantos portais que passaram por aí e devido devem estar em alguns lugares aí que eu desconheço. Me dá uma primeira pergunta. Vamos direto no ponto.
Portal existe ela >> sim >> inevitavelmente existe. E não é uma questão de de nós eh colocarmos esse assunto como sendo algo a ser acreditado ou não. A ciência na medida em que trabalha com as chamadas singularidades.
E o que são singularidades? são regiões do nosso espaçotempo, eh, são regiões da nossa realidade, em que essas regras científicas dessa realidade, elas passam a funcionar de uma maneira singular, diferente daquilo previsto no trivial. Então, os chamados buracos branco, buracos negro, buracos de minhoca, que a física nas suas expressões de física quântica, de astrolog de eh cosmologia, ela terminou tendo que lidar com essas questões dos chamados túneis de encurtamento sideral.
túneis que, entre aspas, eh curvam, eh reduzem, dobram o a curvatura do espaço, unindo pontos distantes, não em trajetórias retilíneas, mas em trajetórias absolutamente malucas. Isso tudo tem a ver com portal, ou seja, isso tudo é tido como sendo regiões do espaço que se abrem feito janelas ou portais para através das quais a comunicação e ou o deslocamento de informações ou mesmo de seres e ou de equipamento, né? Então assim, esse contexto ele é cientificamente ou dizendo diferente, ele é matematicamente innegável, certo?
>> Você falou, você falou, você falou de abertura, você falou de abertura, abre de vez em quando. Que como é, como é que você determina? Vamos primeiro falar disso aí que você tá falando.
Como é que você e lá, lá para lá, não vamos trazer pra terra ainda a questão. Eh, como é que se determina a abertura de um portal? Isso aqui, né?
>> Esse é o problema da ciência. A ciência só consegue, entre aspas, abrir portais através de ações matemáticas. >> Ah, tá.
>> Ou seja, infere-se do resultado matemático que na realidade é possível isso ser feito, tá? Então, por exemplo, um buraco negro, quando a teoria surgiu do buraco negro, ninguém sabia se isso estava correto ou não. Mas buraco negro é um tipo de portal, é, é a tal singularidade.
Então, quando se descobriu o primeiro buraco negro, aí você percebeu que a equação matemática de fato estava correta. você fazer a conta de uma equação e chegar a um resultado, isso é pura matemática. Sim.
>> Mas qual o problema? É você interpretar aquele resultado matemático em termos de realidade. O que é que isso explica?
O que é que isso eh aponta? Então assim, hoje o estágio humano, respondendo objetivamente a sua pergunta, consegue por contas matemáticas, desculpe o pleonasmo, ou seja, por equações, >> tá? >> Deduzir com absoluta tranquilidade a existência disso, até porque os chamados buracos negros existem.
O que é que a ciência está atrás de buracos brancos e dos buracos de minhoca, que seriam aqueles o chamado warm hole, que é aquilo que faz com que uma nave lá numa galáxia distante entre no buraco desse e em um segundo esteja aqui na nossa. Então assim, são proposições matemáticas que já estão esgotadas no sentido de que verificadas como corretas, mas o colisor de adrons, por exemplo, da Suíça, que fica fazendo com que as partículas mais ínfimas da Constituição da realidade se choquem umas com as outras para abrir portais. E o que chove de história na Suíça e na comunidade científica de portais que estão sendo abertos lá no colisor de adrons em que estão aparecendo coisas estranhas.
>> É aquele aparelho, aparelho que desenvolveram aquela coisa, >> é o colisor de água gigantesca. Então assim, essa questão de portal, ela ainda está sendo trabalhada pela ciência, mas o contexto onde esse tipo de conceito aparece o contexto mitológico. Ele aparece o tempo todo.
>> Sério? de novo, é a é a mitologia que explica tudo isso. >> Então, assim, concluindo de minha parte, cientificamente já se tem certeza que isso existe.
Agora, na prática, nós humanos ainda não sabemos expressar essa certeza científica, a não ser no que se refere à existência dos buracos negros, tá? que já também ninguém pode ter dúvida porque já foi detectado, filmado, fotografado. Então assim, esses portais pelos quais passam naves, seres descritos na nas mitologias, o ser humano ainda está tentando entender, mas querendo nós ou não, isso continua acontecendo na nossa realidade a cada dia.
São descrições de coisas absurdas que estão ocorrendo. Ou seja, as histórias contadas nas mitologias estão voltando a acontecer nos nossos dias. >> Me diz uma coisa, como é que entra a questão a questão do tempo nessas três citações que você fez?
Os os buracos negros, eh esse esses portais, essas três citações que você fez, essas três possibilidades matemáticas, o tempo, o tempo ele existe nessa, nessa equação ou não? Em tese, ninguém sabe mexer muito bem com essas definições, por nós, de novo, o tempo aparece naquilo que se chama as equações matemáticas. >> Sim.
é >> na hora em que os cientistas vão estudar, ah, o que é que constitui a realidade na qual nós vivemos, então sempre se acreditou que a realidade que a gente percebe a partir da Terra e com os sentidos humanos seriam seria constituída por quatro elementos: energia que se transforma em matéria e se expressa sob a forma de espaço e tempo. Então, energia, matéria, espaço e tempo seriam as quatro constituintes da nossa realidade. Recentemente descobriu-se que não.
Além desses quatro existe um quinto elemento. E esse quinto elemento é o mais importante dos quatro, aliás, de todos eles. Que quinto elemento é esse?
Informação. Por quê? Porque a informação é que incide sobre a energia para que a energia vibre de determinada forma e crie a matéria, especificamente nos termos do espaço e do tempo que nós conhecemos.
Ou seja, informação aí é o mesmo que consciência que produz informação. E esse é o grande dilema da ciência. A ciência percebe isso, mas não consegue entender e definir o que diabos é consciência.
Mas percebe que a energia é energia, mas para energia num campo quântico de possibilidades infinitas, uma dessas possibilidades se transforma em matéria. O porquê de uma possibilidade no meio de infinitas outras, uma só se transforma em matéria, ou seja, colapsa como matéria. E essa matéria se expressa com o tecido do espaço e do tempo.
Então, a consciência que expressou a informação, que fez com que a energia se transformasse em matéria, assumindo as faces do espaço e do tempo, é que manda em tudo. consciência a gente chama de Deus ou de criador ou a física quântica chama de observador porque ela é quem define o tipo de colapso quântico que a energia vai jogar em termos de matéria. Então assim, o tempo, indo paraa sua pergunta, o tempo é o quê?
é uma das componentes que passa a existir devido a uma ordem que uma informação vindo de uma consciência ou de vindo do nada, se é que é possível informação vir do nada assim determina. Então no nosso caso está que o tempo ele é verificável no meio por meio de equações matemáticas. E aí a gente diz: "Não, mas também o nosso senso comum indica que tem manhã, tarde, noite, então é um dia após outro, o tempo vai passando.
" Isso é ilusório, mas a equação matemática mostra mesmo o que que o tempo é transformação. O tempo existe para que mais e mais informações sejam produzidas para modificar a matéria que, como o budismo diz, é impermanente, ou seja, é algo que nem existe. é uma energia que se materializa, que se desmaterializa, que se materializa, que, ou seja, num segundo o que tudo que é para nós material se desmaterializa bilhões de vezes em um segundo.
Então assim, tempo no nosso sentido de percepção é algo que a gente deveria ter absoluta eh eh uma uma percepção limpa de que serve pro nosso fuso horário aqui terráqu. Mas a sua pergunta é: e nessas outras questões, como é que o tempo fica? A pior equação matemática que existe em termos de ciência é aquela que aponta para a existência de que lá atrás, na gênese da nossa realidade, não existia nada.
Aí do nada surgiu uma sopa de quarques e gluons menor que um átomo e essa coisa explodiu ou se expandiu e gerou matéria antimatéria. Aí qual o problema? matéria e antimatéria quando se encontram se autodestrói.
Mas a coisa era tão impressionantemente produtiva, que coisa tal singularidade, o chamado Big Bang, que mesmo matéria auto antimatéria se autodestruindo, sobrava um átomo de matéria aqui, sobrava um átomo de um antiátomo de antimatéria aqui. E isso foi construindo o universo de matéria e o universo de antimatéria. Qual o problema?
A seta temporal do nosso universo vai para cá, mas esse universo vizinho também tem um tempo. Só que a seta do tempo do universo paralelo ao nosso vai para lá. Ou seja, são duas dois universos que nasceram no mesmo instante.
Por isso que eles são gêmeos. Mas gêmeos porque nasceram juntos, não é que sejam iguais. Um desenvolveu uma seta temporal num sentido e o outro desenvolveu uma seta temporal num outro sentido.
Ou seja, um antitempo é um tempo que vai para trás. Aí a gente não entende >> você, você tocou num assunto interessante, porque quando você fala de universos e e muitos nós estamos falando de portais, é impossível a gente passar sem falar sobre interdimensionalidade. Inter, eh, interdimensões, vamos dizer, interdimensionalidade pode ser sub, como é que se diz?
Pode ser sinônimo desses universos ou não. São coisas totalmente distintas. >> Sim.
Sim. Não, indo ainda para para juntando essa sua última pergunta com a anterior. Eh, dentro de um buraco negro ninguém sabe o que é que existe.
>> Isso que pergunta. >> Porque o buraco negro é uma singularidade. Então, se a gente um dia descobrisse o que diabos existe dentro do buraco negro, >> mas que se transita lá dentro, né, Elan?
Se transita dentro de um buraco >> se transita dentro de um buraco negro, né? Sim, mas o qual o problema daquele Stephen Hawking e outro? >> Eh, eu você está com a sua transmissão travada aqui para mim.
>> Eu tô ouvindo você agora. Você travou, mas pode seguir aí que eu tô agora. Você tá aparecendo.
Vai lá. Tá certo? Retomando dentro de um buraco negro, Stephen Hawking e outros cientistas sempre se perguntavam o que acontecia e o que é que eles chegaram à conclusão?
Imagine que você vai dentro de um avião, isso é só um exemplo hipotético, tá? Dentro de uma nave e você entra no horizonte de eventos de um buraco negro. O que diabos é um horizonte de eventos?
É igual aquele íã que você coloca em cima da mesa e põe um prego ou uma moeda e na hora que essa moeda chega no horizonte de eventos do ímã, ela não esc não escapa mais. O íã puxa, né? Então, o buraco negro ele puxa tudo, ele pega tudo, ele apropria tudo.
Quando um piloto dentro de uma nave é apropriado por um buraco negro, ou seja, cai no horizonte de eventos, o que é que os cientistas imaginam que se nós pudéssemos ver essa cena, e eles até dizem, vamos supor que o piloto percebeu que ia cair no buraco negro e a última coisa que ele fez foi tentar dar um adeusinho assim com a mão. Então nós viríamos eternamente, enquanto esse buraco negro existir, o piloto caindo lentamente nessa mesma posição, porque o no buraco negro o tempo é uma coisa esquisita, muito esquisita. Ninguém sabe entender direito, ou se sabe, mas sabe, a conclusão fica esquisita.
Eu não sei se você e quem nos assiste assistiram um filme chamado Interestelar, que é um filme formidá. >> Sim. >> Em que exatamente o o protagonista do filme cai no buraco negro e quando ele cai no buraco negro, um robô do seu da sua nave cai com ele e fica conversando com ele.
E o que é que ele descobre? descobre algo formidário, que dentro do buraco negro, a realidade que a ele se mostrou foi determinada pela expressão amorosa do seu coração. Ou seja, ele amava a filha, que era um cientista, que foi quem fez os cálculos >> da viagem que fez.
E quando ele caiu no buraco negro, a a coisa que ele se lembrou é a filha. E a mente dele se lembrando da filha, tá? criou dentro do buraco negro um uma espécie de uma geometria muito formidável que faz com que ele nessa geometria, ele observe o quarto da filha dele.
>> Verdade. >> Quando a filha era menina, no tempo em que a preocupação da lembrança dele se expressou. E de lá ele tenta se comunicar com a menina através de um código Morse e termina interferindo no relógio, no ponteiro de segundos o relógio da filha e transmite uma mensagem.
Pronto. O filme mostra essa menina crescendo com essa coisa de que tinha um fantasma no quarto dela que me >> ou seja, o filme ele é genial porque ele mostra coisas esquisitas funcionando sobre a perspectiva da ótica terrena. Ah, no quarto de Rogério, no quarto de ocorrem coisas estranhas que a gente não sabe o que é.
Essas coisas estranhas podem ser um tempo futuro de que alguém que nos ama caiu em alguma coisa e tá para nós é o presente, ou seja, tudo muito esquisito. A gente relaciona a interdimensionalidade, porque esse é o problema. Qual é o problema?
Tudo é simultâneo, está passado, presente, futuro e a quantidade de realidades paralelas que existem. Não é só esse universo paralelo, não. Esse universo paralelo é uma realidade astrofísica ou astronômica.
Existe o mundo mental ainda em que é cheio de realidades mentais. Aí a gente vai para aquele série chamado Sandman, que é a história de Morfeu, que é um dos eh sete cordiais ou eternos grega desse universo vizinho terambulam com as realidades oníricas dos humanos, penetrando no mundo mental de cada ser humano. Ou seja, isso tem a ver com o processo chamado arrancara dos hindus, que tem a ver com o mistério deuara dos hindos.
Tudo isso são realidades paralelas e o fluxo interdimensional que existe via portais permite a passagem de emoções tipo o amor, de comunicação tipo o que o filme mostra através de de código morse. E se esse portal for sendo mais e mais aberto, passa pessoa, passa nave, passa tudo. E é isso que as mitologias dizem que sempre existiu.
Mas sempre existiu, não. O, quando esses dois universos surgiram, a partir de algum momento de suas histórias, abriu-se um conjunto de portais entre os dois universos. Aí depois isso se fechou agora em 2012.
e tá se abrindo de novo, mas agora por produção de da tecnologia dos seres que vivem nesse universo vizinho, já que nós ainda desse universo não sabemos abrir, ou pelo menos a gente aqui na terra não sabe abrir portal para se comunicar com eles. >> Tá? Aí entra uma questão que eu você conhece bem.
Espiritualidade, espírito, né? O o espírito nessa questão, o espírito nessa questão, ele é algo primitivo nesse processo ou não? Porque >> ele é algo além desse processo.
>> É algo além. E por que que ele não explica esse processo? Vamos dizer, já que nós temos diversos canais aqui, ou a gente não tem capacidade de entendimento?
Veja, não temos capacidade de entendimento. Veja bem, a realidade espiritual é algo que a gente pode considerar como sendo fora da matrix. A matrix criada é uma realidade que colapsada a partir de uma realidade energética, que a gente chama espiritual.
É um pingo de energia que se transforma numa realidade física. A gente chama isso aqui matrix. É como se a matrix fosse um aquário.
Os peixinhos dentro do aquário são, seríamos nós, os humanos, OK? E fora do aquário estariam os espíritos. Ou seja, eu tô só invertendo aqui, tô colocando como sendo o que está dentro do aquário da matrix, os peixes, e nós estamos fora da matrix dos peixes, porque a gente tá fora do aquário.
Mas se a gente substituir os seres humanos pelos espíritos e nós humanos ocuparmos o lugar dos peixinhos dentro do aquário, então os espíritos estão fora da matrix, nós estamos dentro. Qual é o problema? O que é que a gente não sabe que dentro desse aquário, que seria Matrix, existe uma porrada de realidades ali dentro, produzidas pela mente dos peixes.
>> Perfeito. >> Produzida pela pulsação dos peixes, não é pelos espíritos. Então, podem existir aquários numa sala, 10 aquários numa sala.
Então, cada aquário desse é uma matrix. Mas todas essas matrix podem estar interligadas, mas todas elas estão dentro de uma sala que seria a espiritualidade aqui na analogia pobre que eu tô tentando criar, tá? Então, os espíritos eles estão na sala.
Tudo que nós dois aqui estamos focando é sobre a interdimensionalidade dessas matrix ou desses aquários que estariam todos dentro de uma sala e interligados de alguma maneira. Os portais aqui que eu falo são entre os aquários. Tem lógica então dizer que quando a gente morre, desencarna, vamos o termo que se queira usar, nós vamos por uma outra dimensão.
O mundo espiritual é uma outra dimensão. Para ficar claro aqui, pra gente pra gente ver que dimensão é essa. >> É mais ou menos fal >> o mundo espiritual.
o mundo espiritual, uma dimensão no de que lá é o tund, só que existem diversas dimensões espirituais. Essas energias espirituais compõe as realidades espirituais, só que uma delas pode produzir uma realidade física, uma matrix como essa nossa. Então, sim, a expressão dimensão serve para definir faixas de realidade, sejam elas quais forem.
E entre essas faixas de realidade, está existem passagens, os portais. Eh, isso aí seria o que a gente fala na linguagem espírita espiritual, seriam esses planos, vamos dizer que na espiritualidade existem planos, né? Você >> você já falou aqui do edifício, né?
Que ninguém esquece, mas dos diversos andares, né? Isso >> é. E o elevador, >> o elevador que une os andares é o é o portal aqui na história, entendeu?
>> Olha só. Tá vendo? Interessante.
Então, então existem os níveis são podemos considerar dessa forma, então, portais também para ficar entendido, digamos assim. >> Seguramente tudo é portal. Do jeito que no nosso mundo a gente entra num lugar através de uma porta e sai por uma porta.
É verdade. É verdade. >> Tudo é porta, tudo é entrada e saída, tudo é deslocamento, tudo chega e vai.
Então assim, isso é a coisa mais comum que existe. Só que nós humanos ainda não sabemos lidar com isso, porque a gente está preso a uma faixa de realidade. >> Lamentavelmente.
Lamentavelmente, não sei se é lamentavelmente ou se faz parte do processo. É plagiando lá >> o meu conterrâneo lá. Eu só sei que nada sei.
Eu esse aí é o cara era era o cara para dizer um negócio desse, porque a gente não sabe absolutamente absolutamente nada. Vamos vir pra terra agora. Vamos vir pra terra.
>> Eh, eu já eu já pensei diferente do que eu penso hoje. Você também, sei lá, todo mundo é assim. É o processo, a gente cresce, novo nível de consciência e tal.
Eu sempre ouvi falar primeiro aquele o portal mais famoso dos portais. Agora vamos vir paraa terra. Pra terra.
Não sei quem inventou os portais aqui na terra e começou a abrir portal um atrás do outro, principalmente o mais famoso deles, que é o portal 111. Primeira pergunta: Esse portal 111 significa alguma coisa ou é um número bonitinho apenas coincidente o 11 com 11? É no relógio, é na data, é nisso e naquilo.
Qual é a verdade sobre Vamos começar pelo 111? Olha, eu desconheço. Eu já ouvi falar muito sobre isso, já li sobre isso, mas assim, que eu possa ratificar ou retificar essa informação, eu não tenho, eu não tenho estatura nem conhecimento para falar disso.
Os portais que eu conheço e penso saber que existem aqui na Terra é um que se chama relacionado ao Axismund, que tá fixado lá na floresta de Nainicha, no estado de Utar Pradesh, na Índia. Eu sei que ali tem um portal e um portal que, entre aspas, é uma espécie de um elevador que une a Terra. Não à espiritualidade, mas aos níveis de faixas de realidade desse universo vizinho ao nosso.
é um portal muito antigo, através dos quais os chamados munis ou os chamados eh as setas de votos rígidos do jainismo, que é a religião mais antiga da Índia, os famosos tirtancaras, eles transitavam entre os níveis de realidade desse universo vizinho e o nosso. via esses portais. É dito que esses tirancaras também tinham a condição de se unificar ao paraíso, ou seja, a espiritualidade que está além desse universo vizinho e do nosso.
Então assim, a Inimisha, que é uma floresta no norte da Índia, eu imagino saber que ali existe um portal que ainda pulsa. Como também imagino saber que na Grã-Bretanha, lá no seu no sudoeste, perto da região de Landzend, que é a região lá da da Grã Bretanha, que se chama fim do final da Terra, tem um, como eu penso que na Irlanda também tem e como eu tenho certeza, entre aspas, de que na Escócia também tem próximo à cidade de Edimburgo. Então, esses portais são muito antigos, as mitologiavam deles e eles ainda pulsam, só que existiam mais.
O mais famoso deles durante uma época, você em estudando a mitologia eslava, se você estudar o livro de Veles, diz que na Ucrânia hoje devastada pela guerra com a Rússia, ali existia o campo azul, ou seja, a gente conhece grama verde, mas do livro Velhos descreve um uma pastagem azul do portal de Iria, em que os seres que vinham do lado do universo, de lá pro para aqui, eles passavam por essa pastagem azul, atravessavam um pequeno rio e se viam aqui na terra. O famoso portal de iria da mitologia eslava. conta histórias formidáveis, ou seja, portal é o pau que mais tem nas mitologia.
>> Interessante. Que interessante. Se >> nós fos estudar o Orilá através dos portais de Lé e F, que ele saía do AE para o Or, que é o universo vizinho, e vinha do Orum pro Aê e 200 entidades vieram e blá blá.
Ou seja, o portal que ligava a E a Oum era próximo a uma palmeira imperial, que foi uma das primeiras formas de vida vegetal trazida do Orum, ou seja, do universo vizinho aqui para a Terra. Que legal. E a os esse mundo dos portais é um dos temas mais ricos que eu conheço.
Salomão, o grande rei Salomão, que foi alguém que reinou 1000 anos antes da época de Jesus. Então, nós estamos falando aqui de alguém que viveu há 3. 000 anos atrás.
Ele tinha um anel que quando ele acionava esse anel através de encantamentos, portais se abriam e uma quantidade específica de demônios se apresentavam, cada um deles saindo de um determinado portal, ou seja, vindo origem vindos de origens distintas. que segundo Salomão ajudaram a ele, ou melhor dizendo, fizeram por ele o trabalho pesado da do templo de Jerusalém, já que Salomão reinou em Jerusalém e os demos apareciam e desapareciam através dos portais. E não era só que via, era o sacerdote Salomão que também via.
Isso tudo tá descrito em livros hoje tidos como gnósticos ocultos de de feitiçaria, de bruxaria. Então, o tema é muito maluco. Nós humanos temos à disposição informações com as quais a gente não sabe lidar, >> não sabe lidar.
Então, por isso mesmo que eu achei que que apareceu, se apresentou esse tema, porque hoje me incomoda essa palavra, né? Me incomoda a nível do que nós do que eu leio aqui todos os dias, mensagem em grupos, todos os dias é força de expressão, né? Opa, abriu o portal, tal, tal.
Hoje abriu o portal, tal. Fal, mas não é possível, rapaz. Como é que fica abrindo tanto portal aí?
E essas pessoas se baseiam no quê? para dizer que abriu o portal disso aqui. Qual é o resultado?
Ah, porque nós estamos recebendo efúvios de não sei o quê. O arcanjo esse, o fulano esse. Então, quer dizer, eh, todo mundo tem o direito de ter sua fé, né, de ter suas crenças, tudo.
Mas eu acho que isso é nocivo. É o tipo de, eh, você tem que saber o que você tá falando. Eu, eu aprendi isso não faz muito tempo, não.
Eh, já falei muita besteira também. Nossa, enquanto mas eu falei muita besteira ingenuamente, porque eu acreditava naquilo que eu falava, eu vivenciava aquilo, né? E hoje eu achava que era besteira, eu tenho que respeitar hoje.
Então, não é possível. Eu acho que o por isso que eu quero esclarecer essa questão dos portais aqui que vocês devem ter lido. Claro, você anda por aqui, por ali no Brasil, no mundo, isso aqui todo mundo fala de portais.
Qual é a sua visão sobre isso? E e alguém vai ficar muito bravo com você, como deve est bravo comigo aqui, porque eh tem tem gente que curte portal para caramba, né? E se baseia nisso para normas, conduta, sei lá.
Eh, que como é que você vê essa questão que eu acabei de abordar? >> Eu vejo com olhos mais generosos que os seus. Eu não vejo.
Legal. Que bom, pô. Legal.
Eu não vejo grandes problemas, até porque talvez, como eu tento estudar tudo que me interessa, eu tentei estudar e ainda estudo isso, eu sei que quando esses os nossos irmãos e irmãs, nossos contemporâneos se referem a abertura e a fechamento de portal, tal, blá blá blá, numa trivialidade que fica perigosa de tanto como você diz, No início é tanto portal que se abre e fecha que já era para talvez não ter mais ninguém em lugar algum. >> É verdade. >> Pois é.
Mas assim é uma leitura dos tempos pós-modernos da visão que nós temos da astrologia. Na hora em que você faz mapas, na hora em que você faz estudos astrológicos em termos dos conceitos que hoje nós temos, o uso de expressões como essa, ah, vai se abrir um portal na sua vida, ah, dia tal abriu-se um portal e seres não sei de onde viviram. Esse tipo de situação, ele passou a ser trivial e normal.
Por quê? Porque cada terapeuta, cada pessoa que joga ou que pratica jogos de divinação, ou seja, os famosos mistérios oraculares, pretende ser um leitor da realidade, um decifrador do que está acontecendo e não usa a ciência. difícil us isso.
Usa o quêas tipo de assunto. Então aí entra naquilo que você quer o campo da fé de cada um, no campo do que cada um acredita. Quem primeiro organizou o fluxo de portais no mundo foi um ser chamado Paraara.
Paraara foi o pai de Viaza, o de Crist do Apaiana que >> se transformou em Viaza. O nome dele é para porê na época em que Xara viveu, e nós estamos aqui nos c anos atrás, vivia parecendo avatares que chegavam na terra e dizia: "Eu sou avatar de Virgo, eu sou avatar de Chiva, eu fui mandado aqui por fulano". Aí a questão é: tá, mas quais as suas credenciais, né?
E quem tinha credencial amostra, a não ser os paranormais. Então, parachará foi alguém que organizou aquilo que a gente chama de astrologia véca, ou seja, foi alguém que criou todo um estudo do que a partir da Terra podia se perceber em termos de astronomia e fez um vínculo com essas coisas que não estão aqui na Terra, ou seja, estão no outro mundo e no trânsito desse outro mundo para cá, que é o que os tais avatares diziam que transitavam portais. Então, para alguém que criou a astrologia védica com o intuito maior de poder ter verificar se de fato podia se dizer, vamos assim, eh nos referir como avatar dessa ou daquela hóstia vizinho da, ou seja lá o que fosse que isso ac se apropriaram desse livro, a primeira versão ocidental dessa história.
E os gregos quando traduziram essa versão sânscrita pro conhecimento ocidental, então isso passou a servir de base. Mas isso se mesclou com o quê? Com os estudos das runas de Odim.
Aí surgiu tarô, ou seja, uma série de divinações ou de mistérios oraculares terminaram se associando ao padrão antigo de Parachara. E isso é a modernidade que nós temos. E então os astrólogos atuais se valem desses dessas informações e de fato há uma espécie de uma inflação de portais que se abre a toda hora para isso e para aquilo, mas é exatamente essa cultura antiga.
Então agora você tem entre as obras que você publicou, você tem alguma que aborda com essa questão que nós estamos conversando hoje, o entendimento mais sobre os portais? Nada que você falou que o assunto é importantíssimo. Que interessante, né?
>> Eu tenho, eu est aqui umas quatro ou cinco palestras. Uma delas chama-se os mistérios oraculares, >> tá? Eu analiso tudo isso e ainda mais o Iting, as runas, eh toda uma história nórdica e celta.
Aí entra o tarot, entra a agora mesmo eu estou aqui no Rio de Janeiro porque eu vou fazer uma palestra sobre a revelação de Ifá e a destinação dos seres, que é também um processo divinatório em que tem portais envolvidos. >> É. Com certeza.
Claro. >> Se você você estudar a história de Orumilá e dos Imoléis, o tempo inteiro eles transitam entre o Orum, que é o universo vizinho, e a que eh onde nós estamos a terra, e falam exatamente o que sentem na passagem dos portais. É coisa meio esquisita, mas eu nunca escrevi não sobre isso.
>> Interessante. Olha, sobre e é um é um tema, sei lá, tudo tem uma razão de ser, né? Agora, isso tudo faz com que, como é que se diz, o mundo de Maia seja cada dia mais Maia, ao invés de irmos para aquela questão consciencial, né?
Como é que a gente pode conseguir uma abertura de consciência fomentando a Maia o Elan? Como é que é, como é que como é que você consegue eh como é que você consegue passar sua mensagem, rapaz? Com cada um tem o seu dom, né?
Mas com tanta maia no meio aqui. >> Olha, eu parto do princípio de que nós aqui na Terra compos três tipos de seres humanos. um grande grupo que vive a sua vida e planeja a sua vida de acordo com suas limitações e só isso.
Mas há um outro grupo, ainda que menor, que vive a sua suas vidas e planeja sua vida de acordo com suas aspirações e buscas. >> Esse grupo aqui é menor. Por quê?
Porque a maioria da humanidade tá totalmente limitada e só vive de acordo com suas limitações. E há um terceiro grupo que é um grupo de pessoas que ainda também obedece as limitações, mas já procura entender. Então, esses três grupos, na lógica simples que eu estou partindo, daqueles que vivem limitados totalmente ao que acreditam, naqueles que têm lá as suas raízes de crença, mas também se libertam para buscar um pouco.
Mas tem aqueles que são livres e buscam compreensão adulta. Então assim, esse grupo terceiro aqui a que me refiro em que eu me tento me enquadrar nisso, é um grupo que já se libertou da questão da devoção. Uhum.
>> Já não presta contas a nenhum tipo de crença infantilizada. >> Seria uma caracterí seria uma característica do postulante do terceiro grupo, vamos dizer assim. Sim, seguramente é uma característica, é o que marca, é o que define.
Esses aqui erram para mas erram buscando de forma honesta, >> não erram por perversão ou por maldade ou para defender um ponto de vista absurdo devido à crença ou a narrativa que preferem. Esses são livres, colecionam incertezas ao invés de certezas. para juntos.
>> Boa. Isso mesmo. >> Então assim, esse grupo é pequeno.
O os outros dois grupos que eu falei, e aí a turma fica chateada em escutando isso, os que são viciados em crença, em devoção e que esperam que seus problemas sejam resolvidos por outros. Então assim, é um trânsito difícil. Então esses aqui acreditam em tudo.
É o mundo de Maia, ou seja, de ilusão. É uma ilusão que para eles precisa ser real. Então é uma famosa pílula azul que faz com que eles vivam, toquem a vida diante e quando escutam pessoas como eu falando ou você falando, talvez esperneiam, talvez não esperneiam, >> esperneiam.
Eu sou talvez, eu sou alguém que quando vou para um podcast, a turma trucida. Que turma? A turma desse grupo número um.
>> É verdade. >> A turma que tá totalmente liimitada, né? >> Esculhamba.
Eu não leio porque eu não consigo ler e nem ligo para isso. Mas os meus amigos me acha velho maluco, velho embusteiro, velho feiticeiro, não sei o quê. Ou seja, a turma não entende bulhufas sobre muita coisa.
Agora, esculhambar com os outros aí. Mas em resumo, cada um expressa o que tem no coração. >> Perfeito.
>> Você não tem, você não. >> Aí, aí nós entramos na questão final. Eh, esses três grupos que você disse agora, né, você separou, no seu ponto de vista, esses três grupos que eu acho muito coerentes, né?
Cada um vai se sentir nesse grupo porque vai se identificar com o que foi falado, acreditando ou não. Livre arbítrio. Esses três grupos e transição planetária combina, tá dentro do esquema.
Eh, eh, serão esses os que participarão da nova era desse desse planeta? Sei lá se eu, >> olha, essa nova era tem a turma da arquibancada e tem os atores e atrizes, ou seja, todos nós estamos no palco da vida, mas tem uns que apenas testemunham o que tá se passando, mas tem outros que atuam, que agem, que procuram, entre aspas, crescer e semear possibilidades de crescimento e de reflexão. Esses dois grupos, ou seja, os dos que são livres e não mais são eh devotos.
E o outro grupo de quem ainda tem algum tipo de devoção, mas se sente livre para procurar. Esses dois grupos são os atores e atrizes >> dos novos tempos. O grupão lá que só vive a sua vida de acordo com suas limitações, com aquilo que eles acham, tenho certeza que é verdade.
E esses aqui vão, entre aspas, ser atropelados pelos fatos. Eles vão ser testemunhas, mas vão estar numa arquibancada vaiando aqueles que estão lá se esforçando, mas a porrada vem, não é no campo de jogo, é na arquibancada. >> É tudo a nível, como você falou, >> tudo a nível consciencial, né?
chamada realidade. É porque essas consciências se acham já aqueles que encontraram a verdade, mas o uso que fazem dessa dessa certeza é muito feio, porque a verdade hoje dos humanos que usam Jesus para detestar alguém, ah, eu sou da igreja, religiões estão sendo usadas. pelas forças políticas de uma forma absurdamente feia.
Então essa turma que vive a vida deles, tem o nome de Jesus na ponta da língua, mas odeiam, ficam felizes com a desgraça de Lula ou de Bolsonaro, fica essa turma que entre aspas enfeia a vida se enrolado na bandeira do Brasil. É uma turma que tá enfeiando a vida e não há o que se fazer com pessoas >> que se expressam dessa forma. É.
É isso. Quando você toma partido de alguma coisa, você tá deixando de ser aquilo que você professa, né? Vamos dizer harmonizador.
E tudo isso aqui tem que torcer para harmonia sempre. >> Você se torna um obediente cego a crati do momento. Você perde a sua liberdade de consciência, seu senso crítico e você acha que tá do lado do bem quando você tá sustentando uma máfia criminosa.
E quem é que vai lhe convencer do contrário? Ninguém. >> É isso aí.
Elan, boa palestra aí no Rio de Janeiro. Tenho certeza que vai ser boa, né? Você chegou até correndo do aeroporto aqui para paraa gente bater papo aí.
Foi muito legal. Obrigado mais uma vez, meu irmão. Sucesso aí.
Até uma próxima oportunidade. >> Até breve, meu irmão. Grande abraço.
Obrigado por mais essa oportunidade. >> É, gente, muito legal aí. Assuntos polêmicos, difíceis, não são fáceis.
Não se resolve num programa, se resolve. Esse falou, é, lei o que ele falou ou eu falei ou o que se publica aí é complexo, mas a gente tem que ter o pé no chão, discernimento para poder consciência, abrir a consciência. Ô coisa difícil, né?
Mas nós vamos tentando. Enquanto a vida física, a esperança, o resto eu não conheço. Então a vida depois da aqui eu não conheço.
Então é isso aí, gente. Fraterno abraço, um feliz sempre e até semana que vem.