Então quem também tiver alguma dúvida quiser fazer mais alguma pergunta pro Gabriel também pode estar levantando a mão tá bom Gabri oi sou terapeuta ocupacional eu quero te fazer uma pergunta o seguinte tem média de 6 anos que eu trabalho na área da Integração sensorial né aí minha dificuldade minha pergunta Como que eu posso fazer essa essa junção né para para trabalhar os dois eu tenho muita dúvida nesse sentido como é é eh se a gente olhar sobre uma ótica de de um planejamento terapêutico eh e tentar inserir por exemplo a integração sensorial com todo
respeito é como se a gente passasse a tratar integração sensorial como um recurso como uma conduta que ela pode ser utilizada porque ele é um saber científico a integração sensorial Então nada impede de eu usar esse saber científico esse conhecimento que a integração sensorial me trouxe dentro da estruturação de um planejamento terapêutico o que vai diferir é que o por exemplo o train você vai avaliar a parte sensorial vai utilizar a abordagem da Integração sensorial com o seu paciente mas dentro de um planejamento que tenha prática centrada na família alto volume de treino interdisciplinaridade então
eh ele vai deixar de ser a única abordagem de raciocínio ele vai com certeza ser utilizado como um recurso que a gente sabe que funciona muito mesmo é inegável eh mas a gente não vai oferecer somente a integração sensorial e deixar de olhar as outras coisas que meu paciente também precisa Então de um ponto de vista de Conduta de dia a dia da sua prática você pode continuar a utilizar normalmente como você utilizava antes o que vai mudar um pouquinho é na hora de sentar e montar um planejamento terapêutico e inserir saber da Integração sensorial
dentro desse contexto Global do do nosso paciente S respondeu Maravilha Gabriel e diante da da gente conhecer um pouquinho do caso do paciente que ele chega na clínica e ele já um método convencional a gente pode sugerir que ele vá para o método intensivo fala só o começo da pergunta de novo que cortou para mim por favor o paciente que ele já trata por método convencional a gente pode fazer essa sugestão de mudar para o método intensivo é isso é uma coisa bastante interessante porque quando os pacientes procuram a clínica para fazer uma determinada abordagem
é um momento muito interessante entendendo encial que os métodos intensivos T por terem essas características é o que a gente usa como uma forma de raciocínio do que que a gente pode promover de diferente porque às vezes o paciente que vem procurando a clínica ele vem procurando justamente porque ele não tá tendo uma resposta esperada como ele ajava ou como ele ou como o médico esperava pro desenvolvimento do quadro dele e E aí esse tipo de conhecimento que a gente falou hoje ele vai me ajudar a entender aonde estavam as lacunas então às vezes eu
vou investigar com esse meu paciente que veio na clínica qual terapia que ele fazia qual que era o volume de treino era interdisciplinar era centrada na família como que era trabalhado E aí é onde a gente vê muitas vezes as dificuldades então às vezes a gente eh a gente olha pro tratamento de um paciente que veio de uma terapia convencional e a gente identifica essas lacunas que eu falei então a gente vê que tinha um baixo volume de treino ou a família relata que não tinha enriquecimento ambiental ou não era interdisciplinar E aí a gente
começa a raciocinar em cima disso que às vezes a deficiência de um deficiência eu digo de um não desenvolvimento do nosso paciente não é por uma inabilidade dele o quadro clínico por uma severidade era por uma falha da terapia que era disponibilizada para ele e aí a hora que a gente direciona ele quando ele tem indicação pros métodos intensivos né e a gente direciona ele pros métodos intensivos com maior volume de treino equipe interdisciplinar planejamento terapeutico Unificado eh e todas essas características que a gente sabe que os métodos intensivos t a gente vê evoluç dier
é aí que acontece principalmente pacientes quando entram no método que a gente vê um salto muito grande eh muitas vezes inesperado então às vezes a gente vê um paciente que nos primeiros meses ali três meses de tratamento ele deu um salto gigante porque às vezes ele já tinha um potencial de desenvolver aquela habilidade ou aquela capacidade mas por uma lacuna da terapia que ele fazia pode ser qualquer uma dessas lacunas que a gente citou eh ele não tava sendo estimulado no seu nível ótimo por falta de alguma coisa o volume ou equipe ou por falta
de um planejamento específico para atingir a meta então fazia-se um tratamento sem ter planejamento e se a gente não planeja a gente não atinge meta porque a gente não tem meta para atingir eh então é aí que são Por isso que eu gosto muito de sempre que eu converso com uma família sempre que a gente vai revisar um planejamento terapêutico algo do tipo eh ter essas coisas guardadas na minha cabeça porque é justamente é isso que eu vou olhar aonde tava a lacuna isso eu faço até no nosso dia a dia da Clínica será que
um paciente que não tá evoluindo eu preciso fazer um ajuste de volume de treino ou será que eu preciso olhar melhor como é a divisão interdisciplinar do planejamento terapêutico dele eh por isso que eu falo que essa é a chave do Sucesso se a gente olhar esses conceitos tanto para um paciente que tá vindo quanto pros nossos pacientes a possibilidade de que a gente atinja os resultados Os elemento maior é legal porque eu vejo isso mesmo às vezes o paciente procura especificamente só uma parte por exemplo na psicologia e falta por exemplo o trabalho de
um to a parte da fisioterapia então ele olha às vezes só para um problema que ela ela pensa que é um problema maior e acaba faltando outras que daria para chegar num resultado muito mais completo né É E isso é até uma dificuldade Nossa como terapeutas sabe Bárbara porque eh a gente tem um conhecimento técnico científico muito específico muit então é muito comum por exemplo a gente a gente vai ter até uma uma discussão disso numa outra aula é muito comum por exemplo se você for discutir com uma equipe de de fisioterapeutas a gente tem
um conhecimento técnico muito grande para falar de desenvolvimento motor Então seja qual for o diagnóstico falou de desenvolvimento motor a gente deslancha agora se o meu paciente ele tem uma questão comportamental eu totalmente perdido de como lidar como proporcionar o desenvolvimento motor sendo que a barreira é uma questão comportamental E e essa mesma Ótica ela vale pra família porque a família não tem um conhecimento técnico científico ela nos procura justamente para isso e às vezes a demanda que ela traz eh de um desenvolvimento técnico-científico que a família traz pra gente eh ele não é de
domínio exclusivo de uma área então a gente sabe por exemplo que às vezes uma criança Ela tem uma dificuldade de alimentação por ela tem uma alteração sensorial e não precisa ser necessariamente trabalhado pela fono ela pode ser trabalhada a questão sensorial pela to É lógico que o conhecimento técnico de deglutição de disfagia de outras coisas ele é específico da área de forno mas a gente sabe que um mesmo problema entre aspas né o mesmo objetivo uma mesma função ela ela o problema dela é multifatorial e por ser multifatorial a gente precisa disponibilizar uma equipe interdisciplinar
porque cada área vai ter mais propriedade para falar de um assunto e se cada um tiver olhando sobre um assunto mas enfocando o mesmo objetivo a gente melhora o paciente como um todo então é a partir desse raciocínio que eu converso com as famílias também quando as famílias nos procuram com essas demandas pontuais Ah eu VM aqui porque eu preciso de Psicologia se a gente começa a traçar com a família Quais são os objetivos que aquela criança precisa desenvolver a gente consegue de uma maneira muito rápida mostrar pra família que ela não precisa só de
Psicologia que às vezes a questão comportamental que ela quer que a psicologia trabalhe tem um tem um componente motor envolvido então ele precisa da físio tem um componente sensorial envolvido então ele precisa da to então a gente começa a desenvolver esse raciocínio até sobre uma ótica de mostrar pra família a importância de uma equipe interdisciplinar sabe e isso é muito interessante mesmo porque a gente vê que tem algumas alguns pontos que as pessoas olham muito superficial né né a gente pensar a síndrome de Down as pessoas não sabem quantas áreas estão envolvidas que dá para
se trabalhar em cima disso ex acho que esse raciocínio com a família é fundamental para mostrar a importância de uma coisa de como pode ser essa esse movimento multidisciplinar em cima de outras que são multifatoriais né então como afeta muitas coisas precisa trabalhar muitas coisas também Sim sim e se a gente tem uma equipe interdisciplinar que se ajuda que trabalha em cima de um biofarmaco colaborativo em cima de um mesmo objetivo é uma sobrecarga menor para todo mundo a gente se ajuda o paciente evolui mais rápido a família é melhor acolhida Então esse sistema todo
ele roda muito melhor né mas desde que a gente tenha essas características básicas tenha volume de treino equipe multiprofissional E aí todo esse conhecimento técnico que a gente tá falando aqui a gente tem que transbordar isso para todo mundo a gente tem que transbordar isso pros terapeutas pras famílias porque a família não vai comprar a ideia do tratamento ela não vai acreditar nessa promessa que a gente faz por mais que eu seha que que tem um embasamento por trás do que eu tô falando a família se nem a gente entende muito a fundo por exemplo
estrutura metodológica científica que Dirá a família entender que o que eu tô falando Tem comprovação o que que é comprovação Então se a gente não simplifica e traduz esse conhecimento científico e técnico do que a gente tá falando aqui pra família a família não vai aderir ao tratamento aí ela não vai entender o porquê do volume de treino porqu da equipe Inter então ela vai ter essa ol esse olhar mais segmentado mesmo Porque a terapia convencional ela tem isso as famílias Principalmente as famílias que vemm de terapia convencional É o olhar que elas têm de
que precisa de por exemplo fisioterapia porque a questão é motora mas que a questão motora Depende de uma aferência sensorial que precisa de uma te também Sim a gente proporcionar pra família esse entendimento é eu acho que é por isso que é importante a gente fazer esses Treinamentos e falar sobre isso porque é uma questão de conv né então se a gente não acredita no que a gente tá falando como é que você prova isso pra família precisa entender a o verdadeiro Impacto que isso tem de verdade então não é só falar pra criança pr
pra família da criança né Não ela não faz marcha Mas agora ela vai fazer porque outras crianças não sei na onde conseguiu se ela não entender a importância disso pro filho dela para caso dela eh dificilmente elas vão olhar é como se fosse só promessa ou só valores né enta vai entender o processo né que tem que passar naquilo porque o processo ele é longo a gente sabe que são terapias intensivas que depende da pessoa se dedicar ter aidade se eu não sento com a minha família e apresento isso adequando minha linguagem traduzindo esse conhecimento
de uma forma simples a família não consegue viver o processo se ela não vive o processo ela não colhe os resultados não tem mágica tem trabalho isso verdade então pessoal vamos tirar uma foto aqui pra gente ar foi boa deu então Gabriel queria agradecer mais uma vez por você estar com a gente a gente sempre poder contar com você para ensinar bastante as coisas pra gente assim na prática e fazer o que é a nossa obrigação né traduzir também toda essa metodologia pra gente aplicar isso direto nas clínicas né então eu que eu que agradeço
vez a oportunidade que nem eu falei precisando alguma coisa que eu possa contribuir compartilhar vocês podem Sempre contar comigo eh se alguém de alguma Clínica Com base no que a gente conversou teve algum insite lembrou de uma família que tem uma dificuldade de de acessar a família e quiser uma ajuda de como fazer esse raciocínio alguma coisa ontem com a minha ajuda que eu puder ajudar a tua disposição tá bom certo ó pessoal aí eu deixei aqui também eh os contatos tá vocês podem estar lá seguindo também tanto o Gabriel o pessoal dele no Instagram
como também da clínica da Azul aí vocês acompanhando também direto na clínica dá para ver como que eles fazem na prática né a aplicação dos métodos toda essa equipe multidisciplinar que eles já têm lá e todo esse embasamento que eles têm pra gente acompanhar direto como que eles fazem na clínica lá tá bom E aí tem o telefone dele aqui também Maravilha gente tô à disposição e a gente se vê daqui a pouquinho né Fabi logo a gente tem tem outra até a próxima pessoal é gente obrigado tchau [Música] [Música]