hoje nesse vídeo nós vamos falar sobre o inconsciente freudiano entendendo que se consciente parodiando a importância do inconsciente para a psicanálise Como que essa invenção da psicanálise ela vai no dia durante toda nossa formação durante esse esse esse desdobramento do conhecimento do entendimento da leitura e releitura das obras para Diana Portanto vamos ter um momento muito importante agora que é entender esse inconsciente conceituá-lo portanto eu vou aproveitar para convidar o professor Gil Carlos para poder contar um pouco mais para nós sobre o inconsciente freudiano e esclarecer um pouquinho mais esse conceito que vai nos orientar
aí durante toda a nossa jornada de formação Olá eu sou o professor Gil Carlos e hoje a gente vai trabalhar um pouco trazer alguns conceitos aqui sobre essa Pedra Angular essa base da psicanálise que foi a descoberta do inconsciente por Sigmund Freud em torno de 1915 não nós temos aí essa ideia que nós podemos trabalhar é que pretende Esclarecer aqui né esse conceito de inconsciente segundo essas formulações de Freud a gente encontra nas suas obras completas né 1856 na 1939 nós precisamos ter uma noção né Do que que você passou as várias mudanças que ocorreram
que foram assim lapidadas no decorrer da vida de Freud e não podemos deixar de ressaltar o seu artigo meta se cologico de 1915 intitulado o inconsciente não é que é esse texto orientador sobre essa base né sobre essa Pedra Angular que é o inconsciente Entretanto a expressão que nós utilizamos de inconsciente ela já era usada antes dessa da fundação de ficar mais ainda que processo em outros sentidos diferentes na do que Floyd pretendeu [Música] traseira sim no anunciado né do inconsciente então nós precisamos trazer desse conceito aqui em baseado nessa compreensão nessa boca da gente
e nós tivemos vários conceitos né a serem abordados para obter essa compreensão assim em relação ao que Freud para entender o áudio trouxe para gente então essa compreensão nós temos aí com elementos né Desse consciente os princípios que o regem né a noção de pulsão tantas vezes confundida com o instinto né esse mecanismo do recalque não é o sonhos E tantas outras manifestações [Música] que que vieram aí no trabalho de Ford Alguns são conceitos assim melhor aprofundados né decorrer de outros artigos especificamente espaços funções não é um corpo teórico assim da psicanálise Mas o mais
importante do que isso tudo é a gente se conhecer esse esse a ideia desses conceitos mais populares né o inconsciente psicanálise então nós temos um filósofo né na na teoria anterior a de Freud leibnitz em 1640 e 6716 é filósofo e matemático que desenvolveu a teoria da monadologia que era postulado a existência de monagas acabar qual sendo uma espécie de um átomo de natureza não espessa ou seja imaterial e psíquica a soma de alguns Jônatas ela criava uma extensão real material responsável por pequenas percepções inconscientes sua vez essa soma dessas pequenas percepções do inconsciente Elas
irão compor essa a percepção sendo essa última capaz de superar o Limiar da consciência então fica aí uma ideia né anterior então alguns exemplos é o som do quebrar de uma onda no mar que é composto dos sons de minúsculas gotas de água se chocando e ao mesmo tempo o som de cada uma dessas gotas é uma pequena percepção por fim não é o som da rebentação no mar é a a percepção 1776 e 841 na que continue Esse estudo Ele criou a expressão Limiar da consciência na consciência não é possível abrir ideias conceito de
que seria incoerente E irrelevante essas ideias são afastadas da consciência C tomadas como inibidos logo esse inconsciente na acepção da teoria monologica é que estaria acontecendo o festival em 1801 1887 o pai da psicofísica criou analogia que tanto impressionou é froid a mente como mais perde a consciência seria então essa ponta visível do iceberg né de uma enorme montanha de gelo eu tinha coisa essa parte submersa corresponderia o inconsciente que às vezes é muito confundido com subconsciente que não é uma tecnologia psicanalítica e essa ideia de subconsciente ela não está ligada ao pré-consciente é mais
como se entendêssemos também sendo para paranormalidade aquele que influencia aquele que toma decisões antes mesmo de isso se tornar consciente então justificando o inconsciente nós vamos encontrando né uma ideia de determinismo psíquico [Música] seria a suposição do inconsciente é necessário Então porque os dados da consciência eles apresentam um número muito grande de lacunas e tantos nas pessoas a dizer como nós doentes ocorrem com frequência atos cívicos os que só podem ser explicados pela pressuposição de Outros Atos para os quais não obstante a consciência não oferece qualquer prova esses atos eles vão se enquadrar numa ligação
aí demonstrável interpolando ali entre eles e os atos inconscientes sobre quais estamos nem um jeito turando a superposição da existência né de mim que nos possibilita a construção de uma Norma bem-sucedida através da qual podemos exercer uma influência efetiva sobre o curso dos processos conscientes é isso a gente encontra lá nas obras completas de Freud 1915 a página 192 Então esse determinismo psíquico orienta todo raciocínio foi de ano para chegar ao conceito de inconsciente segundo este princípio para todo evento há uma causa né nada ocorre ao acaso Então se um evento parece o correspondem a
mente isso se deve aos elos entre os eventos e pensamentos anteriores pensamento seria um pensamentos ocultos no inconsciente sempre há uma conexão entre os pensamentos no qual essa conexão ela pode ser explicado a partir da hipótese de uma superposição do inconsciente Então como indicadores da existência do inconsciente Freud cita os sonhos na os sintomas a hipnose as paroxítonas entre outras questões que podem revelar podem nos trazer essa ideia de inconsciente e em 1932 de uma forma bem didática o inconsciente foi sendo denominado como um processo cíclico cuja existência somos obrigados a supor devido algum motivo
que inferimos né parte dos seus efeitos e nesses efeitos nós fomos encontrando o processo né que essa mesma relação que temos com o processo psíquico de uma outra pessoa ela Traz essa ideia né de que tudo isso tem uma manifestação ali inconsciente né que a gente poderia denominar assim então nós vamos percebendo que o consciente nessa restrição que nos faz assim raciocinar que a maioria dos processos conscientes são conscientes apenas no curto espaço de tempo isso assim em breve isso vai se tornando cada vez mais latente mas que a ideia do conteúdo manifesto e do
conteúdo latente uma das teorias do inconsciente no discurso do sujeito é nós percebermos que aquilo que ele traz né como conteúdo Manifesto a grande ideia de Freud era encontrar esses conteúdos latentes Então nós vamos percebendo né que o Ford ele foi nas suas pesquisas em relação a isso ele foi percebendo esse surgimento né dessas expressões chamadas de conteúdos latentes conteúdos manifestos O que é que vale a dizer conteúdos inconscientes e conteúdos conscientes a princípio Se isso foi se comportando né hoje foi trazendo assim um comportamento como duas versões né que falam de uma mesma coisa
não como duas línguas segundo como uma discussão do primeiro vamos dizer assim tão sentido mais estrito o conteúdo latente designaria por oposição ao conteúdo Manifesto seria sem o lacunar e o Mentiroso essa tradução integral é a verídica da palavra do sonhando nessa expressão adequada do seu desejo isso a gente acha encontra isso lá em lanche 1992 na página 99 Vale ainda dizer né que o inconsciente não é uma entidade empírica algum órgão ou região do cérebro é que Freud tenha descoberto o termo descoberto ele deve aliar-se assim utilizado com reservas né ao se falar de
inconsciente psicanálise um astrônomo por exemplo ele descobre um novo planeta mas antes de cientistas identificaram o planeta já existia Então antes de que esse sentido descubra ou já está o planeta lá então quanto ao inconsciente essa descoberta que implica em uma existência anterior é discutível né Além disso uma entidade empírica como planeta se oferece a observação ou a inferência por cálculo já o inconsciente antes ou depois da psicanálise ele permaneceu invisível então confirma nos dessa ideia né os comentários de garcia-roza que ele diz né que a verificação entende jamais será feita a sua pela falta
de instrumentos mas a sua própria natureza né é uma fenômeno fenomenologia do inconsciente então nós temos por essa razão essas essa ideia né de que o esse [Música] consciente ele ele acaba aparecendo aí como essa descoberta né vamos assim dizer que foi uma tarefa muito importante no Marco Aí lá na psicanálise então uma das ideias também que nós temos que perceber né traduzir é que inconsciente ele não é caótico né partindo de uma definição negativa nós podemos dizer que o inconsciente Não é ele não é a margem da consciência nem o profundo desta consciência tão
pouco lugar de algo caótico e misterioso né a conotação nós podemos fazer entre inconsciente causa deve ser a ênfase dada a consciência coordenada né pela lógica pela razão alguns teóricos né que a gente tou aqui feche né erva e leibniz tinha uma consciência como objeto de estudo principal e não falavam na final do que se passava com o inconsciente [Música] Fred entretanto ele então ele infantil Estou muito bem e o inconsciente né ele em toda sua teoria com algo que que pensa ao contrário do que se entende até então o inconsciente pensa e tanto faz
que é necessária a incidência é de uma censura para que os sonhos tenham um aspecto incoerente como são lembrados ou ainda né a gente poderia ilustrar era uma sala do Garcia Rosa né que se os conteúdos latentes dos sonhos fossem caóticos e inteligíveis não haveria motivo para serem distorcidos como defesa né Então essa função da censura é distorcer esse conteúdo latente dos sonhos para que o Manifesto surgem de forma ininteligível ou pelo menos até fralda anunciar algumas leis que regem esse inconsciente e assim permitir sua interpretação antes de Freud o inconsciente era uma expressão usada
uma adjetivo daquilo que não era consciente que de fé autônomo é regido aí por leis próprias é o inconsciente fica analítico Ele marca assim a diferença não é maior do que era um postulado pela psicologia da consciência para essa última corrente né fique com inconsciência era equivalente apesar de vários graus de consciência seria impossível mas nem mesmo essa gradação de Freud concordava né que ser atribuível vamos assim dizer para o seu inconsciente não era nenhum mais profundo é nenhum mais afastado da consciência é como a gente podia conotar assim alguns apelidos que tentaram sinalizar a
psicanálise como cirurgia profunda tipologia das profundezas o froid ele não nos fala de uma consciência que não se mostra mais de uma outra coisa inteiramente distinta ele nos fala de um sistema psíquico que se contrapõe a outro sistema psíquico que é uma parte inconsciente mas não que não é inconsciente parte dos processos que compõem um sistema né E que podem serem conscientes Mas nem todo processo inconsciente faz parte do cúmplices e sim o sistema então inconsciente é a primeira tópica né vamos dizer assim e Floyd ele então formulou essas duas teorias para explicação desse aparelho
psíquico se costuma denominar como tópicos né Essa primeira tópica ela tem esses três sistemas nem Consciente pré-consciente e consciente como eu disse a uma confusão também né de confundir consciente subconsciente e inconsciente Então esse subconsciente não substitui esse pré-consciente de Freud é confundido psicologia analítica e ele também traria uma ideia de subir né aquilo que vem de baixo se utilizando como forma do inconsciente na psicanálise a gente vai usar esses três sistemas aí e é consciente pré-consciente e consciente né abreviados como esses e que seria isso né esse essa abreviação o Freud ele assimilam o
que é esse dispositivo do sistema com a função de atenção naqueles esse pré-consciente ficando então apenas uma grande divisão entre six six [Música] e essa moça em que nós vamos ter a percepção seria igual ao PCs né consciência percepção a consciência Além disso nós estaríamos um sentido sistemático que vai existir entre o sentido descritivo para falar desses processos inconscientes enquanto não consciente então é muito importante a gente entendeu é um pouco trabalhar que a diferença entre uma representação inconsciente o sentido descritivo é sempre a representação inconsciente num sentido sistemático é que se dá de uma
resistência que impede a segunda se tornar consciente então era essa Pedra Angular nessa essa descoberta no sentido não do exemplo que eu dei como um planeta que foi descoberto mas que já existia o inconsciente não ele tem essa essa concepção é daquilo que o sujeito Vai em Busca não então para de ficar mais para a mais a ideia de permitir esse conteúdo latente é ser percebido pelo analisando pelo analista r&s a ideia dessa Pedra Angular Essa é a grande Esse é o grande Marco que nós estamos em busca em cada sujeito que se apresenta numa
análise é aí que estão as verdade não verdadeiros nas verdades não ditas as verdades não ouvidas as verdades não descobertas pelo sujeito e que consequentemente taria uma ele é uma uma vida melhor uma consciência daquilo que está inconsciente então fica uma introdução para essa percepção né um pouco dessa trajetória do que seria o inconsciente essa Pedra Angular essa essa pesquisa essa investigação é daquilo que nós poderíamos dizer que é a grande busca do analista né que o grande conquista do analisando que a ter revelado esse inconsciente aquilo que o perturba aquilo que se diz toque
em sua vida e é o que a psicanálise pode proporcionar esse sujeito percebendo esse material lá atende e não aumente o aqueles ainda consciente que é esse conteúdo Manifesto Então esse é um pouco da que a gente teve de trabalho aqui para trazer a vocês uma noção da dessa Pedra Angular do início esses estudos de Freud para que vocês possam perceber nessa narrativa e se aprofundar um pouco mais em busca e conhecimento essa Pedra Angular e o inconsciente para aplicar um grande abraço a todos até uma próxima oportunidade muito bom pessoal então perceberam a importância
de falar sobre o inconsciente entender com suja se devem Consciente e inconsciente freudiano e principalmente como esse inconsciente vai nos orientar durante toda a nossa formação afinal de contas o que nós analistas o que nós terapeuta psicanalista as fazemos não é outra coisa senão essa investigação do inconsciente essa investigação dessas histórias dessas narrativas disso que o nosso analisando os pacientes trazem para nós na clínica então nosso trabalho é realmente nos debruça sobre cada caso clínico e realmente fazer esse processo investigativo as investigação do inconsciente portanto muito importante entender esse conceito entender o que é o
inconsciente freudiano e principalmente consegui compreender que ele não se trata como diz o professor Gil de uma Instância psíquica que tá é orientada ou segmentado em etapas isso é mais ou menos um equívoco da nova da nossa parte acreditar que assim tá bom então fica aí Muito obrigado ao professor Gil pela explicação pela contribuição e até uma próxima aula