De quem dominar essa máquina, que não é inteligência artificial, é que vai ter mais chance de vencer o jogo. E negócios não tem improviso. Negócios, ah, a jeripoca pia.
Sim, o filho chora e ninguém vê. Se você errar, tu quebra. E se quebrar, vai ficar endividado.
Então, o campo de batalha dos negócios é uma coisa muito séria. Então, nada melhor você, do que você ter um professor que viveu e que vive e que vence no campo de batalha. Aí, o valor desse professor é muito melhor.
Todos os professores são válidos, mas aquele que venceu e vence no campo de batalha, na área de negócios, tem muito mais valor do que quem é um aventureiro. >> O que diferencia uma marca que cresce rápido de uma que constrói autoridade de longo prazo? Aquela que cresce rápido, mas às vezes não se sustenta.
>> Primeiro, nenhuma marca se constrói rápido. Isso não existe, e vamos, vamos entender aqui, construir marca não é a marca ficar conhecida rápida, porque é possível alguém ficar conhecido rapidamente, talvez até uma empresa pode ficar conhecida rapidamente, mas isso não significa que ela construiu marca. A popularidade da marca é um dos ingredientes da construção da marca.
Uma marca pode ser popular, mas ainda não ter sido construída nos fundamentos necessários para que uma marca seja conheça, seja, seja construída. Então, uma marca, ela precisa ter identidade, ela precisa ter atributos, ela precisa ter, eh, características e valores que foram absorvidos pelo público, de maneira que, ah, esse público ele defenda essa marca, ele se identifique com essa marca. Então, não tem jeito, você não vai construir esses atributos rapidamente.
Construção de marca não é de, de curto prazo, ela é de longo prazo. No médio prazo, você começa a ter um atributo de marca é sólido, mas o tempo é um ingrediente necessário para construção de marca. Então, vamos vamos entender também e diferenciar construção de marca e de sucesso, porque uma empresa já tem sucesso muito antes de ter sua marca consolidada.
>> Exato. >> Não é? Eu eu lembro a a as quando a gente constrói uma empresa, já no primeiro ano ela pode ter sucesso, mas a marca não tá consolidada ainda.
Porque a consolidação de uma marca leva muito tempo, leva muito investimento, você tem que investir bastante em construção de marca, na construção do branding, não é, dessa marca. Ou seja, a a qual é o benefício da construção de marca? É o que você cria uma uma base de fãs dessa marca.
Você tem uma você tem um público engajado com essa marca. Esse é o grande é grande valor da construção de uma marca. E outro ponto também da construção da marca, que é que é a questão do branding, você cria uma predisposição de compra.
O trabalho de performance de internet, por exemplo, você consegue fazer anúncios e você consegue medir a a taxa de conversão, você consegue medir é como é que você performa na venda daquele produto. Mas quando você tem uma marca consolidada, você cria uma predisposição de compra. Essa é a diferença do branding para performance.
O branding é construção da predisposição de compra. Significa o quê? Quando uma campanha publicitária é feita, uma estratégia de venda é feita e uma estratégia de performance é feita e aquela marca já está construída, as pessoas prestam mais atenção naquela campanha.
Você tem muito mais taxa de abertura, você tem muito mais taxa de clique, você tem muito mais geração de lead, você tem muito mais venda. Quando a predisposição ela já existe. É mais ou menos o seguinte, hoje, Joel, você tem uma base de fãs grande na internet.
E você já tá muitos anos já trabalhando isso, não foi da noite pro dia. >> Sim. >> Então se o Joel Jota ele aparece pra falar alguma coisa, as pessoas já peraí, deixa eu deixa eu ver o que que o Joel tem pra dizer.
Deixa eu ver o que que o Joel tem pra falar, mesmo que ela não compre nada, mesmo que ela nem concorde com o que você vai dizer. Mas pelo simples fato do Joel Jota dizer que vai comunicar alguma coisa, as pessoas já prestam atenção pra saber o que é. Se fosse um uma pessoa qualquer, como é que é aquele nome, aquele cara que você desenha aqui?
>> Marquinhos Capixaba. >> Fosse o fosse o Marquinhos Capixaba, você >> [risadas] >> você entendeu? Fosse o Marquinhos Capixaba, o cara o cara não, eu não quero nem saber o que que esse cara vai falar.
Ou seja, o branding ele cria essa predisposição. Então assim, muitos anos na internet, entregando valor, ajudando as pessoas, contribuindo com os empresários, você ganha o quê? Um o direito das pessoas prestarem atenção naquilo que você vai dizer.
>> Exato. >> Isso se chama branding. Branding não é ficar ostentando na internet.
Isso é o quê? Isso é apenas epada. Você entendeu, [risadas] cara?
Branding é você criar uma predisposição pra ser ouvido. As marcas funcionam assim também. Ao longo do tempo elas começam a criar uma predisposição de compra.
E isso leva tempo, não tem jeito de ser rápido. Então a diferença ah talvez o colega perguntou a diferença da empresa que tem sucesso rápido da empresa que tem sucesso em longo prazo, não é? Agora pra você ter sucesso em longo prazo, você tem que ter valores.
Tá tá muito mais ligado a não errar, né? >> Exato. >> É o jogo infinito tá muito mais ligado a você não errar.
Então ah ah nós completamos 30 anos. Pô, a gente não completou 30 anos é enganando pessoas, não completou 30 anos sendo desonesto, não completou 30 anos não, não contribuindo com as pessoas. Não completa 30 anos que a gente não errou no básico, não errou.
Então não adianta só acertar, se a pessoa acerta muito, mas comete erros básicos, ela não vai ter, não vai conseguir é, ter, ter, ter o longo prazo. É importante a gente citar que é o seguinte, que é aquela que é a questão que não, ninguém vende por acaso. Não é uma casualidade, não é sorte.
Porque, a, de onde vem a, a, a objeção interna? Às vezes vem de complexos, vem de uma criação ruim, vem de traumas que o cara viveu, vem de uma autoestima baixa, >> não tem senso de merecimento nenhum. >> Sabe?
Não tem nenhum senso de merecimento, tem culpa, culpa, se sente culpado porque ganha, culpado porque tem. >> Acho que enriquecer é um pecado. >> Enfim, tem muitas coisas que o cara carrega da vida dele e quando ele vai vender, ele carrega essa mochila cheia de tralha nas costas, uma mochila pesada, cheia de tralha que faz com que ele não saia do lugar.
Então, a, a primeira objeção que tem que ser revertida dentro daquilo que o Caio falou, é, largar a mochila de tralha para trás. >> Verdade. >> Tem gente que carrega as tralhas da vida inteira na, nas costas.
E aí não, não tem como, cara. Já é, já, já é o campo de batalha já é desafiante e se ele tiver com uma mochila de tralha nas costas no campo de batalha, ele vira um alvo fácil para o inimigo, né? E o inimigo é o fracasso, né?
O fracasso quer arrebentar o cara, destruir a vida dele, destruir a, a autoestima dele, a autoconfiança, a grana dele, quer acabar com ele. O fracasso quer acabar com a pessoa. Então, cara, larga, larga a mochila de tralhas e e acaba com essas objeções, porque isso, isso tá tudo ligado do que o cara carrega da vida dele toda.
Ele tem que largar aquilo para poder avançar e conquistar uma vida nova para frente. Que tipo de negócio vocês acreditam que vai dominar os próximos cinco anos? É como se vocês fossem até 2030, viu lá, fez um cheiro, voltou para 2025 e falou: "Galera, voltei do futuro, é isso aqui".
Os os negócios que vão dominar os próximos cinco anos. >> Vou dar uma resposta que eu acredito que nós estamos numa fase da humanidade em que cinco anos vixe, ninguém sabe. Eu não sei.
Cinco anos é muita coisa. Vai mudar muito o mundo nos próximos cinco anos. >> Há cinco anos atrás estava tendo pandemia.
>> Mas a velocidade do que vai mudar agora vai ser vai ser muito grande. Eu vou dizer o que eu tenho certeza, [risadas] que quem dominar essa máquina, que não é a inteligência artificial, que é o ser humano, é que vai ter mais chance de vencer o jogo. Que no final das contas quem é que passa o cartão de crédito no final é o ser humano, não é a inteligência artificial.
A inteligência artificial é um meio. >> Uhum. >> O o quem domina o ser humano, quem entende as contradições do ser humano, quem entende as inseguranças dos dos ser humano.
Aliás, pense o seguinte, no mundo que vai se transformar muito, no mundo que vai mudar muito, a insegurança do ser humano vai aumentar ou vai diminuir? >> Vai aumentar. >> Ela vai aumentar.
>> Vai explodir. >> Então, aquele que conseguir vender um caminho, uma esperança, um sentido, uma estratégia, uma nova forma de fazer negócios, é esse é o cara que vai aproveitar essa esse novo momento. Porque é é fato que as big techs vão dominar os grandes negócios.
Isso é muito importante, tá? Cara, é óbvio, Open AI, as empresas da China, essas big techs vão dominar essa corrida do ouro da tecnologia. Não vai ser um pequeno que vai dominar isso.
As big techs vão dominar essa corrida do ouro da tecnologia. Porém, na época da Serra Pelada, a Serra Pelada foi a o símbolo da corrida do ouro no Brasil, >> Uhum. >> os garimpeiros iam todos lá, né, tentar extrair ouro da Serra Pelada.
Isso foi na década de 80, década de 70. Depois você, mais jovem, pesquisa na internet a corrida do ouro, Serra Pelada, vocês vão ver imagens interessantíssimas de pessoas comuns indo lá pro norte do Brasil tentando achar ouro. Mas o dono, os donos das jazidas de ouro se enriqueceram muito.
Fazendo essa analogia, essas são as Big Techs. Mas as empresas que vendiam também se enriqueceram muito. >> Uhum.
>> Pá, picareta, as ferramentas. >> Sim. >> Talvez a maioria das pessoas não vão poder competir com as Big Techs tão fazendo essa corrida do ouro.
Mas vai ter muito vendedor de pá, de picareta, de martelo, que são as ferramentas para você fazer a exploração desse ouro, desse minério, desse minério que vai sair. Então, quais vão ser esses minérios? Não sei.
Talvez um ano seja um outro ano seja outro. A velocidade das mudanças vão ser muito grandes. Por isso é muito importante entender de ser humano.
Eu acho que duas pessoas vão, dois personagens vão ganhar muito nesse jogo nos próximos cinco anos. Quem domina a tecnologia e quem domina o ser humano. O ser humano.
Eu eu vou por aí, de forma um pouco mais genérica, porque aí vão vai se manifestar de diversas formas >> Uhum. >> em como a gente pode realizar negócios, né, nesse novo jogo que vai começar em breve. Ó, muitos estão dizendo: "Ah, não, mas vamos vai ter renda renda universal, renda básica universal.
As pessoas vão receber dinheiro porque a as as inteligências artificiais vão acabar com os empregos". Eu acho que vão acabar mesmo. Acho que vai acabar com muitos empregos mesmo.
E muita gente vai ficar sem emprego. "Ah, vai ter renda básica universal? Talvez até tenha, mas você acha o seguinte, as pessoas vão realizar seus sonhos com renda básica universal?
Ou seja, é um bolsa família universal? >> É. >> As pessoas vão ter muito menos do que o básico, muito menos do que o básico.
Uma renda básica universal é muito menos do que o básico. Ou seja, o empreendedorismo vai se tornar cada vez mais importante. >> Exato.
>> O empreendedorismo vai se tornar a tábua de salvação de muita gente. O empreendedorismo vai se tornar cada vez mais o meio que alguém vai ter para realizar seus sonhos. Ou as pessoas vão ficar esperando um governo global que vai dar um dinheirinho para ela, para ela comprar comida?
>> É. >> E ela vai se satisfazer com isso? Claro que não.
Ou seja, quem continuar entendendo de ser humano, das suas necessidades básicas, das suas inseguranças, suas esperanças, suas expectativas, das suas ambições, é o cara que vai criar produtos para resolver esse tipo de problema. Aliás, problemas novos vão surgir. >> Exato.
>> E soluções novas vão precisar aparecer. Não só aquelas das Big Techs. Essas não vai dar para a gente competir.
Como é que você vai competir com uma uma empresa que tem eh que vale trilhões de dólares? Agora, vão ter uma infinidade, vão existir uma infinidade de de negócios que vão surgir para quem quiser navegar. E aí, meu querido, né?
O empresário vai ter que se vai ter que colar em outros empresários, vai ter que aprender com empresários mais experientes, vai ter que aprender com aquele que tem visão >> Isso aí. >> dos novos caminhos que vão surgir. Ou seja, as pessoas vão ficar mais perdidas, porque vai mudar tudo, mas novas oportunidades também vão aparecer.
E aí que que as pessoas podem ganhar o jogo. E infelizmente, as pessoas têm uma falsa esperança de que vão vão parar de trabalhar. Elas acham que, "Ó, eu vou fazer uma coisa na vida que deu certo e nunca mais eu vou precisar trabalhar".
Essa é a esperança que as pessoas têm. >> Vou viver com a >> Eu já vi muito muito franqueado, vi muito empresário quebrar por causa disso. >> É, essa frase é muito perigosa.
>> É uma é uma balela. E aí que que acontece, Joel? Que que acontece?
O cara, ele ele tem essa esperança. Aí aparece um guru de internet falando: "Saia do operacional". Cara, ele pensa assim: "Meu Deus, é tudo que eu [limpando a garganta] queria ouvir".
O a cópia assim, ó: "Você, empresário, que não tem tempo para nada, que não vive, que trabalha final de semana, que tá sofrendo, pare de sofrer". E o cara: "Ai, sou eu, sou eu, ele tá falando comigo. Ai, é isso que eu preciso, é isso que eu preciso.
Quanto é seu curso aí para eu comprar"? É isso. >> É isso.
>> Mas isso é uma balela, balela. Eu tô no operacional, vou Cara, tu tá aqui fazendo podcast, meu amigo. Isso é operacional.
>> Total. >> Eu falo com vendedor, isso é operacional. Eu cheguei aqui, chamei os vendedor, isso é operacional.
Agora, o Caio falou uma coisa muito importante. Tem que ser bilíngue, não pode ser apenas operacional. Tem que ser operacional e executivo.
E aí daqui a pouco ele tem que ser trilíngue, ele tem que ser operacional, executivo e estratégia, e estratégico. Ou seja, operacional, executivo e estratégico. Conforme você vai crescendo e se desenvolvendo, você vai sendo menos operacional, mais executivo e um pouco mais estratégico.
Ninguém é 100% estratégico. Estratégico, você monta uma estratégia em em duas horas, depois você tem que executar a estratégia, caramba. Você fica o quê?
No ar condicionado fazendo estratégia o tempo todo? Isso é ilusão. Você entendeu?
Isso é um indício de preguiça das pessoas que não que não gostam de trabalhar e que não quer sair do operacional. Ó, isso é balela, eu tô falando com essa ênfase aqui para ninguém cair nessa armadilha, nessa conversa mole de que saia do operacional. Se sair do operacional, tu vai virar refém.
Vai ter um monte de gente lá no operacional fazendo e você virou refém dessa pessoa. E se sair do executivo, pior ainda. Você vai ser refém também.
Então o empresário, ele vai ter que dosar a agenda dele nessas três áreas: operacional, executivo e estratégico.