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estudos EAD em apenas 6 meses. Não dá para acreditar que você tá precisando de um curso superior em apenas 3 meses, reconhecido pelo MEC, curso superior sequencial de gestão em segurança pública e privada ou em teologia para tomar posse no seu concurso que só exige Superior completo. Não fala na lei de provimento de carga carreira de promoaduação de nível superior, só fala superior. E se só fala superior, um superior sequencial de 3 meses, que basta você ter nível médio completo para você poder fazer, você consegue tomar posse com ele. Então não dá para acreditar que
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vez eu apresentando, né, meu? Espero que vocês curtam aí. Hoje vai ser vai ser fácil hoje aqui porque o entrevistado aqui é moleza, tem bastante história, tem bastante conversa, vai ser Top aqui. A conversa vai ser um bate-papo top. Beleza? Agradecendo a Deus, a minha família, meus seguidores, todas as forças de segurança do país, nossos amigos aí motoboys, né, cara, que estão aí nessa luta diária aí, motorista de aplicativo e vamos que vamos aí os bigões aí, seguranças também. Aquele abraço para vocês. Vamos conversar hoje aqui com meu amigo, né, cara? Meu amigo aí que,
ó, figurinha carimbada aí nos podcast, mano. E mas é a primeira vez Que o senhor vem aqui? >> Não, aqui segunda. >> Segunda vez aqui já conosco aqui. Então, com vocês aí, meu amigo coronel Paganoto. Aê, Castrão. >> Ô, ô, faz um favor aí, mano. Fala igual o Snyider falou ontem. >> É que que ele falou? >> Hoje eu quero te sugar. >> Ah, lá ele, ó. >> [risadas] >> B falei para ele, eu falei para ele, eu Vi, cara. [ __ ] >> eu falei para ele primeiro chaveca, né, mano? >> [ __ ]
[risadas] uma roupinha da hora. >> Mas ele pagou um vinho pelo menos. Não, >> não. Então, só veio fez a proposta logo de cara. Eu falei: "Mano, que é isso? Que gordo safado". >> Não. E a e a patroa lá pilotando a nave lá, dona Suela. E ele fala numa proposta dessa assim, mano. Fala aí, chefe. [ __ ] mano. >> Falei, vai com calma aí. >> Caraca, [risadas] mano. É assim também, né, mano? Não é assim, ô Danilão. >> Ô, caramba. Snider, eu não sabia dessa, hein, mano. [risadas] [ __ ] vou te sugar
hoje, man. Desculpa aí, irmãozinho. 50. >> É 50. >> [ __ ] foi mal, mano. Foi mal. Foi mal. Eu esqueci que eu tinha colocado no bolso da Jaquir. >> Mas ele veio com celular aí. Quem será que celular, [ __ ] Então você pegou de alguém lá. E aí, chefão, como é que tá a vida aí nessas correras? Você assumir essa essa nave aqui, hein, mano? >> Não, não joga esse bo para cima de mim não. Hoje eu tô só substituindo aqui. Da hora. Tô só substituindo aqui porque, mano, essa cadeira aqui é do
Júnior. >> Do Júnior. Ele é o outro que eu fiz foi com ele. Acho que ele ficou, eu acho que ele não gostou de mim não. Hoje ele nem Veio >> não gostou. É mesmo, hein, chefe? É mesmo, hein, meu? Acho que ele não abriu. Não gostou não, hein? >> Vou fazer, vou fazer com com o coronel. Não, porque o coronel >> tem problema não, viu, Júnior? Vou tá na mira agora, [risadas] >> [ __ ] E aí, chefão, como é que tá essa vida aí de podcast? >> O bagulho tá louco, mano. Louco. Você
você sabe bem melhor do que eu, que você Tá há mais tempo, né? Mas quando a gente começa a cair nas graças da galera, vem muito, muito convite. E eu e o Lino a gente não fala não, né? A gente tenta atender todo mundo, os grandes, os pequenos. Outro dia eu fiz até um que era os cara tudo vestido de palhaço lá em Osasco, mano. [risadas] Sabe qual que é o trampo dos caras? Os caras vão nos hospitais com com as crianças. >> É bonito para caramba. Só que o podcast É engraçado, né, cara? É
engraçado porque não é o o normal da gente é falar de segurança pública, tal, e os caras é zoeiro, já começaram a fazer brincadeira, foi uma experiência bem legal e a gente vai conhecendo essa, eu falei até pro Marcelino, cara, assim, essa jornada vai agregando na nossa vida, a gente começa a conhecer um monte de gente, umas pessoas bem bacanas, né? Isso é isso é muito legal, cara. >> O bom do podcast é isso aí. Eu falo que Depois que eu comecei a fazer podcast, me abriu um leque de amizade muito grande, cara, muito grande,
entendeu? >> Então eu hoje aí eu conheço, pô, gente que se eu não tivesse nesse mundo de podcast, eu jamais ia conhecer. E você é surpreendido às vezes com a com a bondade, com uma consideração de pessoas que você nem conhecia, pô, naquela festa que nós fomos lá no no clube de tiro lá no 556 que teu filho organizou, que foi teu filho também, >> não, moleque é networkão. Valeu, hein, mano. Foi super bem recebido, festa lotada, bacana. Conheci lá o Leandro da Iron Green, pô, o cara me deu, me deu um quadro, coisa mais
linda. To >> eu ganhei umele também. >> Você ganhou também? >> Ganhei também. Tô levando amanhã pra minha casa lá no interior para colocar que é bonito. >> Ele me deu um lá, só que o que ele me deu lá, cara, é, ele fica bom no lugar Assim igual um sítio, pá. Aí meu cunhado tem um sítio, a gente frequenta direto o sítio dele, vou levar para lá e vou colocar lá. >> Mas você vê um cara fazer um gesto desse que nem te conhece, a gente, né, cara? E às vezes a gente tem umas
pessoas tudo próximo da gente, >> que que não não reconhece amizade, nada. Então, essa jornada do podcast tem trazido pra gente tanta coisa bacana, cara. A gente a gente foi outro dia Paraa Americana e conheceu um veterinário lá, o Alexandre, o cara tem uma clínica, só que ele faz um trabalho, ele é cirurgião oncológico de cachorro e gato. E ele pega cachorro, gato de rua, cara, e tá com câncer, com tumor grande, ele faz a cirurgia, faz o tratamento, paga tudo do bolso dele. >> Caraca, >> cara. Então você vai conhecendo umas pessoas assim, né?
>> É gratificante, né? Conhecer uma pessoa assim, >> cara. Conheceu a Ana da Eccolife lá na zona norte aqui em São Paulo. Cara, ela tem cinco cavalos. Ela sozinha, sem apoio de governo, de nada. Ela tá atendendo crianças, crianças especiais para fazer ecoterapia. >> Eoterapia. >> Então você vai conhecendo um monte de gente bacana, cara, >> que foi o podcast que abriu tudo isso Para mim. Então eu, apesar de ser puxado, né, a gente tava no Rio de Janeiro, a gente grava três às vezes podcast num dia, semana inteira. gravando, mas vai abrindo um leque
de amizade e de contato, que é legal, que é o que você falou, né, cara? Legal. É, >> eu acho que o podcast ele é a comunicação do futuro, né, cara? Futuro não é do presente, né? Já tá presente aqui igual headcast, Tubacast, Snidercast, são são o meu podcast. Vai, é assim, a pessoa ela ela vai na na no YouTube e ela escolhe o que ela quer ver. É ou não é? Ó, eu gosto desse podcast, vou assistir igual o pessoal que assistecast aqui, pô, tem uma audiência muito legal. Ó, o pessoal já tá chegando
aqui já, >> e você vê, ó, uma coisa que deixa a gente, eu vou até colocar aqui para você ver assim, ó, cara, eu até janeiro era uma pessoa completamente desconhecida, Né? É. >> Aí você, a gente montou o Insta, eu e o Marcelino, aí você vê, ó, o número de visualização do meu Insta esse mês. >> [ __ ] mano. Quatro, quase quase 5 milhões. >> R 4.900.000 pessoas visualizando o meu insta. Aí você fala: "Mano, alguma coisa decente eu tô falando, porque senão não ia trair desse jeito, né?" Não, com certeza. >> Então,
então é é é gratificante >> para você ver que a que a linha de de segurança pública ela ainda atrai muita gente, muita gente que gosta da segurança pública, que apoia a gente, porque quem não apoia a segurança pública ou é vagabundo, ou é parente de vagabundo, ou ganha dinheiro maconheiro, maconheiro, ou pessoas que se que usufruem do do crime organizado, né? Essas pessoas não vai gostar da gente mesmo, mas o povão de bem gosta da gente, >> gosta de de assistir a gente gosta de ver ouvir nossas histórias, de bater um papo, né, meu,
de falar, de conversar. Você vê que essa semana aqui teve vários assuntos aí que foram emblemáticos aí, né, cara? Essa, você ouviu essa essa situação aí do SBT? >> Vi, vi. >> Quer, cara, é, é assim, eu sempre fui um cara fã do Silvio Santos. F do Silvio Santos, meu, é um cara que era sem palavra, >> 100% entretenimento, um cara que vivia eh ele conseguia, mano, pegar do jovem ao idoso para ir atrás daqueles programas dele, né, cara? Minha avó, minha avó era portuguesa, a minha avó pagava carnê, a minha avó de domingo, você
ia na casa dela, ela fazia o almoço para todo mundo. Terminou o almoço, ela sentava e ficava assistindo Silvio Santos. Cara, >> não é, era, era diversão, pô. era diversão. >> E aí, pô, é um cara que sempre foi um cara tradicional, né? >> Um cara aí de de >> de princípios, >> de princípios, né? >> E aí acontece, eu achei assim, teve gente que def é é um é um um assunto assim meio meio divisor de águas, né? Tem pessoa que falou: "Não, não tem nada a ver". Pá, eu >> até convidar o prefeito
e a sede do SBT em São Paulo, chamar o Prefeito lá, o Nunes, beleza? governador. Beleza, o presidente da República, que queira ou não queira, é o presidente da República. Agora, pô, é um programa que eles estavam iniciando, um programa de jornalismo, né? Aí você chamar outras pessoas que não tem nada a ver com jornalismo e dá direito a à fala ainda, pô, cara, é, eu achei assim, se o Silvio Santos estivesse vivo, ele não faria isso. Então, e sabe sabe, Castrão, é assim, ó. A gente sabe o quanto é caro e o quanto é
difícil você conseguir entrar numa TV desse porte, né? E tem coisas acontecendo no nosso país que independente do lado que você tá, que pessoas sérias ficam incomodadas, né? >> Exatamente. >> Pessoas sérias ficam incomodadas. Quando você eh prestigia pessoas assim, você é claro que você tá escolhendo o lado. Não Adianta você falar que não. É nítido. É nítido. >> E até acho assim, ó. Não, eu eu não quero escolher lá, eu dou espaço para todo mundo. Então não dá espaço para ninguém se você não quer causar o mal-estar. Porque hoje uma parte da população tá
bem indignada e tá atuando em termos de expor esse essa indignação. Não tá calada. Eh, nós só não chegamos a vias de fato ainda em em pancadaria na rua. Esse tipo De coisa nós não chegamos. Mas na na em escrachar as ideias, as pessoas estão escraas suas ideias porque chegou num nível de indignação muito grande. Então, se você não quer sofrer a consequência da pessoa estar indignada, não é legal você abrir portas demonstrando que você apoia. Exatamente. E >> quando você abre porta, você apoia, cara. É simples assim, você apoia. Uma vez eu falei, acho
que eu tava até Contigo lá no no Snider, eu não lembro onde onde é que eu falei que eu falei assim, ó, eu nunca gostei de transformar os meus quartéis em templos religiosos, porque tem policiais de todas as crenças. >> Todas religiões. Exatamente. >> E cada um tem que buscar a sua crença individualmente com a sua família na sua hora de folga. No quartel você vai para trabalhar como polícia, >> você não vai para ficar fazendo culto. >> Exatamente. >> Ah, não, mas é que o culto ajuda o policial. Esse essa obrigação ele tem com
a família dele na hora de folga. Dentro do quartel ele vem para trabalhar. Se eu faço o culto da religião A, o pessoal da religião B se sente desprestigiado. E normalmente o que a gente vê é isso. Alguns cultos só, outros não. Então, para não gerar esse tipo de crítica e ser parcial, o que que eu fazia no no meu quartel? Não tem Culto nenhum. Você procura sua religião na sua hora de folga. E nem nas minhas e nem nas minhas preleções, reuniões e preleções, eu falava sobre religião. Porque quem tá no quartel quer ter
instrução de polícia, não quer ter instrução religiosa, porque instrução religiosa você busca no seu templo. >> Quando você pega a sua televisão e você abre pro cara cultuar as ideias dele para se promover o caramba, ainda que você diga que não, você tá realmente Promovendo ele. E aí sinta-se também aberto para receber as críticas. >> Exatamente. >> As pessoas que criticaram e ficaram indignadas estão indignadas porque nesse momento em que há um racha, qualquer um que abrir porta para prestigiar um dos lados tem que se sentir menos eh revoltadinho quando o pessoal fica indignado. É
isso. >> É aquele negócio, quem quer lacrar não lucra, né? Eu penso assim. Então, pô, Foi exatamente o que o senhor falou. >> Por que por que que o pai não fazia isso antes? Aí tá o X da questão, né? Por que que o pai não fazia isso? Elas deviam seguir a linha do pai, entendeu? É a linha que tava dando certo. Sempre deu certo daquela linha, né? Quer ficar, fica imparcial, [ __ ] Agora o problema é aquilo que o senhor falou, é convidar e dar voz. >> Isso, >> né, meu? Você tá prestigiando.
Tá Prestigiando. >> Agora se chegou, convidou por educação, o cara foi, ah, eu quero falar. Não, não, você não vai falar porque você não é jornalista. Hã, começa por aí. Aqui as autoridades aqui que são é o presidente da República, é o governador e o e o e o o prefeito, né? Agora, se o cara não é não é autoridade, ele é autoridade lá no judiciário que não tem nada a ver, nada a ver, entendeu? É, cara, na moral, é assim, ó, a país tanto É, tanto é pegou mal que do dia paraa noite ela
perdeu 1 milhão de seguidores. >> É, e eu acho que pode, ela tá até com uma aposta do tipo assim: "Ah, perdi 1 milhão de seguidores, mas daqui a pouco eu ganho mais um dos Isentão ou dos os do lado deles e é capaz ainda que eu ganhe uma aproximação política para novos contratos. Não sei se tem esse objetivo ou não tem. É, mas eu acho que o tiro dela é o pela culata, porque ela tá perdendo uma pá de contrato, hein? Tá Perdendo uma pá de contrato. >> É, é a mesma ga. Sabe aquela
galera que vai fazer show e fica se metendo a besta de falar de política? >> Aí depois toma as flopada. >> Ó, tem um cara, eu não vou falar o nome dele aqui não, tem um cara que eu gostava de assistir, um humorista. E aí, cara? Eu eu também eu eu isso isso pesou porque eu fui assistir o show dele na véspera da eleição. E na véspera da eleição o cara passou as 3 horas de show dele lá arrebentando o candidato de direita. Parece que ele falou assim: "Hoje eu vou fazer um um show que
vai impactar na é que vai impactar na decisão de amanhã dessas 200, 300 pessoas, sei lá quantas tinha no cara. Isso, isso para mim ele conseguiu azedar o show inteiro até a parte das piadas legais que ele tinha. Eu tava tão puto porque eu não fui assistir uma campanha política, eu fui assistir um show para dar risada e eu Achei assim, esse cara vai ser decente o suficiente de saber que ele tá na véspera da eleição e que não é o papel dele agora fazer campanha política. Porque se ele quisesse fazer campanha política, ele tinha
o período da campanha para se juntar ao coleguinha dele e ficar falando: "Volta no meu amiguinho, volta no meu amiguinho". Não, ele, eu não vi ele na campanha nenhuma, mas eu paguei do meu bolso para ir assistir um um standup de comédia e foi Um uma propaganda política de um lado só o standup inteiro. Cara, você acredita que eu peguei um ranço? >> Nem se eu ganhar convite para assistir de graça nesse cara, eu não vou. E detalhe, hein? Não é porque é esquerda ou direita, esquerda, direita, isso aí já cansou todo mundo. É porque
assim, o cara ele é mal intencionado, ele abre um show, cobra, cobra a entrada e quem tá indo lá tem da tem de um lado e tem do outro. Ele não, ninguém tá indo Lá para discutir política, tá indo para dar risada, velho. E ele aproveitou o show dele inteirinho para fazer uma campanha na véspera, mano. [ __ ] eu saí de lá, putaço. Ainda minha mulher brigou comigo, falou assim: "Pô, você não deu uma risada, você tá com essa cara de bosta, hein? Por quê?" Eu falei: "Porque quando vocês falaram que a gente ia
vir ver o show desse desse tranqueiro aí, eu achei que eu ia vir aqui dar risada e piada. Eu não achei que eu ia vir ver um Uma campanha política faltando 5 minutos do segundo tempo para amanhã eu decidir meu voto. Esse cara ele foi leviando com todo mundo aqui. >> Exatamente. Tinha o tinha a as frangas de auditório que tava assim, ó, achando linda as piadinhas dele, porque ele já tinha um lado escolhido, >> mas a maioria >> Mas o resto todo que pagou um troço para ir lá dar risada e assistir um show
de piada ficou tipo assim, cara, eu não vim Aqui assistir o a campanha política do horário político, não foi isso. Mas o cara fez. Então, hoje a gente tem visto vários casos de gente querendo lacrar, se metendo com política e tomando invertida. A própria eleição já é um recado, né? Vamos dizer que a eleição foi honesta, que que a questão de ter sido fraudado e o caramba já ficou para trás. Eu eu garanto, eu falar a verdade para você, num momento da minha vida eu pensei que Pudesse ter tido algum rolo. Hoje eu acho que
ela foi verdadeira. E sabe por que eu acho que ela foi verdadeira? Acho, cara. Acho meso. >> Sabe por que que eu acho? Sério? Porque eu eu tenho um monte de gente que eu conheço, que eu achava que era inteligente, que estudaram, fizeram faculdade, tem trabalho, tem família, tem tudo de de que dá a entender que tem princípios e que tem inteligência e falam para mim Que votaram em quem tá hoje. Cara, quando eu comecei a ver gente da minha família, amigos meus falando que votaram nele, aí eu falei assim: "Meu, realmente ele deve ter
ganha a eleição, entendeu? >> Absurdo, >> é, cara. É porque e se você entrar em alguns lugares de extrema pobreza e você vê que lá a maioria vota realmente neles, você entende porque é o assistencialismo. >> É o assistencialismo no Brasil tá latente, né, meu? É a propaganda. É a propaganda do da picanha, tudo é o do botijão de gás, é o assistencialismo. Aí você fala assim: "Cara, essa galera tem pouca noção do que é uma estrutura de estado, tem pouca nação de legislação, não entende direito o que foi o processo da Lava-Jato, eh comprou
a narrativa que quis. Eh, eles não têm acesso à informação, eles só têm acesso àilo que eles mais precisam, que é o quê? O Assistencial. Então eu entendo ele votar, mas quando você pega pessoas com nível intelectual maior, que sabe o que foi o processo da Lava-Jato, sabe tudo, o por que foi anulado, tudo, você fala: "Amigos, tem certeza que você votou nele?" Eu tenho, eu tenho, eu tenho um parente, cara, que quando ele falou, eu falei: "Mano, não faz isso, cara. Não me faz, não me faz, >> eu pego o ranço." >> É, não
me faz, >> eu pego ranço, >> é me decepcionar com você. Sabe que ele me respondeu, Castrão? É, também, meu. Ele falou, ele é muito tosco, ele fala tudo esquisito, ele falou negócio da vacina, não sei o quê. Cara, eu olhei bem para ele, eu falei assim: "Sério mesmo, cara, que você colocou o país inteiro >> na merda?" >> Na merda. Porque você pensa numa única Pessoa, você não consegue enxergar que é uma estrutura. Não é ele o problema. Ele sozinho não é problema. O problema é uma estrutura inteira que que que ele carregas ideias,
carrega, que ele carrega nas costas com as mesmas ideias. Aí quando você fala isso pro cara, você fala assim, ó: "Você sabia que tem mais de 140.000 cargo comissionado? >> Ele não sabe o que que é. >> É. Aí o cara fica te olhando, você fala Assim: "Ah, cara, [ __ ] merda, não dá". Então, hoje tá muito cansativo discutir política. Tá, tá muito ruim esse, esse lado A e lado B. E a gente vê eh dificilmente uma mudança hoje em dia. Eu eu tô bem bem tô desanimado também, >> discrente com relação a futuro.
Por quê? Porque você vê o sistema o tempo inteiro, o tempo inteiro trabalhando para manter o que tá. E o sistema é dinheiro, né? Pá, dinheirada, dinheirada, dinheirada, >> dinheirada, dinheirada. Daqui a pouco você vai pegar até o homem da aquele homem lá que era parceiraço, que temha milhares de loja, chamando os caras para uma festa. É >> que ele vai se render. Ele vai falar: "Mano, eu acho que eu vou me render, senão eu vou ficar o bobão da ilha tomando sozinho, >> entendeu? Você vai ver que o Zezé, né, que nós estamos falando
sobre isso, o Zezé vai tomar umas invertidas, mano. >> Não é, é, é, funciona assim. Eu, eu, e eu é Ele ganhou muito prestígio com com aquilo que ele fez, com por mim, povo decente. >> É, por mim ele ele foi para mim ele foi meu sensacional, corajoso, porque ali ele ganhou >> para fazer aquilo ali. Então, a partir do momento que ele tá pedindo para não para não para não soltar aquilo ali, ele vai ter que devolver que ele ganhou. >> Me responde qual que é a chance dele Agora acessar a lei Ronê? >>
Zero. >> Então, ele vai tomar as invertidas. Bem que é o seguinte, eu acho, né? Eu acho que ele não acessava a lei ranê. >> Nem ele, nem o o como é que chama lá? O barbudinho lá que também é cantor lá e também falou que vai cancelar o show dele lá. O [ __ ] ele cantou o Barbudinho lá, [ __ ] Como? Eh, [ __ ] Lima, não sei o que. Lima, >> Gustav. >> Gustavo Lima. Gustavo Lima também falou que vai cancelar o show dele também, entendeu? Vai cancelar. E esses, pelo menos
o Gustavo Lima, e que eu saiba, ele nunca fez uso da da lei Ruanê. Ou se fez, foi no começo, porque eu acho, eu até eh acho que a lei Ranê ela seria uma lei legal se ela prestigiasse o cara que tá começando a carreira, o cara que tá iniciando ali, né, cara? Por exemplo, o cara, [ __ ] faz um standup, ninguém Conhece o cara. >> Esse deveria ser o motivo da lei ruanê. É, eu acho que esse isso, mas hoje em dia tá bancando quem tá bancando o o os cara que tem milionário,
[ __ ] >> Então, mas quando eu te dei o exemplo da lei juanet, não é só nela, porque eu também acredito que esses caras, se eles têm esse pensamento, é bem provável que eles não estavam vendidos nesse sistema. Mas o problema não é esse. O problema é assim, ó. Você quer ver? Existe, por exemplo, shows de prefeituras. Prefeitura só São Paulo nós temos 645. Multiplica isso pro país todo. Muit muitos desses caras fazem eh rodeio, festas típicas, coisas ligadas às prefeituras. Essas prefeituras usam muito dinheiro de emenda e de repasse da Secretaria de Cultura,
do Ministério da Cultura. Toda essa galera que tem poder, que tá no viés de esquerda, se surgir o nome Desses cara aí, os cara boicota. >> É, tem desse posicionamento, vai, você pode ter certeza. >> Aí se queimou falando, após polêmica envolvimento SBT e a família Bravanel, Zezé de Camago vira nome proibido em todas as emissores. Falei você, >> segundo o site na telinha, nenhuma rede quer ser associada a ataque direto a outra emissora, especialmente quando envolve a família do Silvio Santos. Mas só que é o seguinte, na moral, na moral Ele tá cagando para
isso. >> Na moral ele tá cagando. Porque isso daqui quem vai quem vai a a as redes de TV aberta, as redes de TV aberta, ela meu é praticamente ela não é mais assistida hoje em dia, entendeu? As redes de TV aberta praticamente não é mais assistida. Ó, pouca gente assiste a TV aberta hoje. Pouca gente. Então, e e ele com os shows que ele faz e as pessoas que vão no show dele não tá do lado, não tá do lado da Da da USB e do que o SBT fez. Daí você pode ter certeza.
O que o que me incomoda, cara, é assim, primeiro, eu tenho eu eu acredito que o que o Zezé falou, ele não tinha nenhum nenhum intuito de fazer agressão. Ó, ele tá falando que é coisa eh ó lá o ataque que fez a ela, talclarações ofensivas, você vai colocar. >> Coloca aí o que que o Lula falou. Bem que eu que deixa só de ouvir a voz do SPT que falou Comigo aí que você transmita as filhas do Cívio Santos da minha solidar quem é do SBT que falou comigo aí que você transmita as filhas
do Silvio Santos da minha solidariedade pela cretinice do ataque que o Zé de Caramargo fez a elas. Ele não teria coragem de fazer aquele ataque a homens, mas ele fez às mulheres, tá? E quero terminar dizendo para vocês mulheres, a minha luta contra o feminicídio é de verdade. Eu vou Dedicar um tempo da minha verdade que aumentou o feminicídio combater feminicídio e a violeta contra a mulher nesse país. >> É muita verdade. Mas sabe qual que é o a a esperteza? Os esses caras são muito ligeiros, né? Ele tá tá tentando levar até pro viés
do homem contra a mulher, do machismo. Não tem nada. Na verdade, a na verdade o Zezé tentou colocar o seguinte, ó. Eu não acredito que você tá abrindo espaço para caras que o seu pai Não faria. Por isso que eu não quero mais meu nome ligado aí, porque você prestigiou um lado que eu não pertenço e não tô não tô dando prestígio. É basicamente isso. Os caras já tão tipo ofendeu as mulher, tava contra as mulher, as outra emissora mexeu com patrão de emissora, mexeu com todos os patrão. Nós somos, cara. É, é um negócio,
>> mas sobre emissora de TV aberta, cara, não dá para Nenhuma se salva. Nenhuma se Salva, na minha concepção, ó, eh, Record, Bandeirantes, SBT, a Globo, né, é a principal Rede TV. Nenhuma dessas se salva para mim. Todas elas estão envolvidas no sistema. Todas. Mas eu, ó, me corrija se eu tiver errado, hein. Eu acredito que antes deles assumirem o início do governo Lula, antes deles assumirem, existia a Rede Globo lutando com unhas e dentes para ele assumir. Tipo assim, era praticamente um cabo eleitoral, >> era sobrevivência deles. >> É. E algumas estavam no mínimo
isentas, principalmente algumas ligadas à igreja, tal, eles estavam meio na manha. Conforme entrou governo e começou repasse, repasse, elas foram uma a uma cedendo e mudando o discurso, >> né? A única que ainda bate bate é Jovem Pan, né? >> É, que também já não tá batendo mais, né, meu? >> Também já tá, >> mas ainda tem uns caras com coragem. Você assiste o Pânico lá, meu, os caras t coragem de criticar muita coisa. É, >> eu não sei ainda como é que não chegou um figurão e falou assim, ó, menos vamos ficar de bem
com o governo federal antes que a gente se prejudica. Não sei se você lembra, teve uma fase até que chegaram mandar umas ameaças, tipo, vamos caçar a concessão, vamos rever concessão. >> A a Globo no final do governo, no governo Bolsonaro, ela tava com a concessão dela, né? >> É, eles falavam que o Bolsonaro ia tirar a concessão da Globo e ele nem chegou nem chegou a a colocar isso aí. O Globo recebe mais de da Secon do que 4 anos de Bolsonaro. Aí ó. >> Então não não dá não dá, mano. A isso aí
Castrão, >> aqui para mim aqui para mim é inimigo do Povo. Isso daqui para mim é um câncer. Na minha opinião, essa rede aqui ela é um câncer na minha opinião. Entendeu? Daqui é o que tudo que eles fazem é para atingir a família, né? Tudo que eles fazem. Você vai, é que eu não assisto mais, né? Mas >> exemplo atrás de exemplo, >> você vê as novelas que eles fazem, né, meu? É, é, é, é. Romantizando o traficante. >> Na minha casa, na minha casa nem liga Isso aí. >> Não, não, não. Você é
louco. Nem, nem sonho, nem sonho. >> Nem sonho assisto isso daí. >> Mas eu acho que ainda ela é muito vista. Eu acho >> muito vista, >> não é? É porque infelizmente, infelizmente no Brasil tem muita cabeça de privada, que é o que eu falo cabeça de privada, né, cara? que o pessoal fica assim, eh, pô, vou assistir. Ah, nossa, Será? Hoje tem como você saber se uma coisa ela é narrativa ou não, [ __ ] entendeu? É só você vir aqui. Mas as pessoas hoje eu vejo que elas sentem eh, sabe, sei lá, preguiça
de você consultar. É que nem eleição, o ano que vem nós vamos ter eleição, né? A eleição mais importante, o cargo mais importante que vai ser votado o ano que vai ser >> eh senador. Não, senador não é nem o presidente. >> É o senador. O senador é mais importante Porque ele teria teria nós vamos falar do cargo, não das pessoas, né? >> O Senado teria a capacidade de mudar o desbalanceamento que tá hoje. >> Exatamente. >> É por esse motivo. Inclusive o o próprio, né, que tá preso falou assim: "Gente, vocês têm que focar
Senado". Por quê? >> Você viu que já teve um lá do STF que já tentou tirar do Senado, né, o poder de impeachment em cima deles. Não voltou Atrás porque viu que pegou mal, né? Pegou mal, queria jogar pra PGR e só a PGR, PGR que >> é, teria que ter a val da PGR, >> na mão, né? Teria a val da PGR. Então, quer dizer, a importante, a a eleição mais importante que tem para mim, no meu caso, é é o senador, porque o senador é que vai fazer o o vai ser o fiel
da balança ali, né? E [ __ ] mano, cara, tem um monte de gente aí que se que vai se candidatar a senador. Mas, cara, é Simples, cara. É só você ir lá na internet e você vê se esse seu candidato que você está pretendendo dar o seu voto para ele, ele tem um um processo que está correndo no STF, esse cara já vai entrar com rabo preso. >> É, eu eu não acredito que nós vamos chegar numa maturidade a esse ponto, cara. Eu tô muito, eu tô muito discrente. Eu tô discrente, ó, num país
que onde a pessoa vai votar e no caminho ela pega um papel no chão ali, um Santinho no chão e fala: "Vou votar nesse daqui", cara. Cara, foi foi feita uma construção no nosso país tão tão maquiavélica que hoje ficou muito claro quem realmente manda no país, cara. E eu acho que não tem volta para isso. E e infelizmente isso vai perdurar muitos anos, porque os caras saem de lá com 70 anos, com muito complicado, muito complicado. >> Complicado para carambaó. É, >> Fabrício Santana mandou um super chat aqui e a e a pergunta dele
é e eu ia fazer essa pergunta pro senhor e ela é muito emblemática. Boa noite, coronel e Castro. Hoje um homem morreu em um clube de tiro em São Paulo. >> Da minha casa não manda aqui. >> Sou instrutor >> de defesa pessoal do guarda civil espanhola e nunca vi ninguém manuseando uma arma na área comum do stand. Foi negligência do clube. >> Na verdade, ele não fez pergunta, ele já deu a resposta. >> Não, não, não. Ele fez a pergunta. Foi negligência do clube, >> ó. Na ver, na verdade é na na verdade é
assim, ó. >> Totalé, >> eh, >> você vê se você consegue achar o vídeo aí. >> Disparo acidental, cara, é um negócio muito mais comum do que as pessoas Pensam. Nós nós temos acidente de tiro com muito mais frequência do que é divulgado. É, para quem não viu o vídeo é esse daqui, ó. >> O rapaz de rosa toma. >> Esse rapaz de rosa tá chegando aqui, ó. Esse rapaz de rosa ali tá chegando e é ele que toma o disparo de um senhor que tá com a arma ali na mão. Será que vai abrir?
Acho que não. >> Hã? Vê se abre. Ó esse senhor que tá enxergando aí, ó. Ó O outro aqui em cima manuseando a arma, ó. E essa história que ele foi preso aí tá equivocada aí. Não, ele foi conduzido só e vai responder em liberdade porque o crime é culposo. >> Cara, para mim isso foi uma negligência total do clube de tiro. >> Então, mas mas foi uma negligência total do clí. >> O que eu ia falar, Castrão, é assim, ó. Quantos disparos acidentais nós já tivemos? Você viu hoje hoje na academia da Polícia Civil,
né? >> Não vi. Teve um lá, >> um instrutor baleou no abdômen um aluno lá hoje na academia da Polícia Civil. >> [ __ ] não vi isso daí. >> É, foi socorrido. Não chegou ainda o estado que ele tá. O instrutor tava dando aula de abordagem, eles estavam utilizando eh a simulacro. O instrutor na hora pegou a Arma real, achando que tava com simulacro, efetuou o disparo. >> Meu Deus. >> É assim, ó. Acidente, acidente instrução tem todo ano nos estes da Polícia Militar, não com muita frequência, mas um caso sempre tem, sempre tem
disparo que o aluno dá acidental, >> às vezes não acerta ninguém, só no chão ali. É, >> mas tem muito, >> tem muito, tem muito, cara. Então é Assim, ó. Arma. Arma é um equipamento muit de altíssimo risco. Quem tem arma em casa, quem manuseia toda hora, principalmente polícia, eh tem que ter um cuidado gigantesco. Gigantesco. Hum. Como o armamento ele, a cultura do armamento, o brasileiro gosta muito de arma, né? Muito de arma. E a muita gente hoje tem arma em casa. Muita gente tem arma em casa. Muita gente se filiou em clubes de
tiro. E aí a quantidade de olha >> tior da polícia >> é >> atravessou o corpo de médico e feriu a aluna. >> Ó lá, >> vai atingindo espaço acidental de um instrutor durante uma aula nessa quinta-feira 181 São Paulo. >> Isso. Isso. Então o que acontece é assim, ó. Como cresceu muito a aquisição de arma, que eu não sou contra, eu sou a Favor. Eu eu acho que todo mundo tem que ter o direito é uma arma em casa. O que acontece é o seguinte, os clubes de tiro se multiplicaram muito, então hoje tem
muito clube de tiro. Esses clubes de tiro agregam dentro dele pessoas com suas armas. Então o clube de tiro, ele tem que ter uma rigidez gigantesca com essa galera armada, porque eh a possibilidade de você acreditar que tá desmuniciada e ela não Estar, ela é enorme, porque você tira o carregador e às vezes vem alguém fala com você, você esquece de dar o golpe. esquece de dar o golpe, você não tira que tava ali alimentada, a arma já tava alimentada e você, como você retirou o carregador, você tá achando que tá tá tá fria e
não tá. E assim, só o fato desse cidadão estar naquele ambiente que é o ambiente de entrada, ambiente de convívio com uma arma na mão ali, todo mundo já tinha que ter falado: "Ô, que [ __ ] é essa aí, mano? Aqui você não manuseia arma, mano. >> Manuseio de arma é só na pista. Pista é na baia. Na baia >> você não pode, não deveria nem ninguém visualizar uma arma em ambiente comum. Mas como você multiplica a quantidade de clubes de tiro de uma forma muito grande, eu não sei dizer para você o nível
de controle disso, mas isso aqui é claramente Uma negligência. Negligência total >> do clube e do >> instrutor >> ali. Não era instrutor, era o o cara era sócio lá. Não, como é que fala? Quem quem é do do clube? Não, quem é do clube é um um membro do clube. >> Membro do clube. >> O cara foi lá tirar ou foi ter aula. >> Mas aquela arma, será que aquela arma não era do clube? Então isso a gente nem sabe, vai que é dele. Porque pelo que Pelo que eu vi a reportagem, o senhor
ele efetuou disparos, né? Saiu com a arma, não sei se para devolver no balcão, né? E eh falou: "Ah, eu não sabia que a arma estava municiada". Entendeu? >> Então, se for do clube, é pior ainda, porque o clube cedeu a arma >> fora do ambiente onde a arma deve estar. Se for dele, ele manuseou no ambiente errado. Agora, olha que interessante, a gente tá com um caso que chama muita Atenção da sociedade, que é uma morte estúpida dessa, de um cara que tinha aí eh muito mais tempo de vida aí pela frente, morre de
forma estúpida, sim. E logo na sequência, dentro de um ambiente de altíssima técnica e controlado, que é a Academia da Polícia Civil, acontece a mesma coisa. Um erro de achar que a que tá com simulacro e na verdade tá com uma arma na mão ou achar que tava desmuniciado e tava municiada. >> Mas vou falar pro senhor, né, meu, um instrutor que ele ele eh desconhece, comete um erro desse, é um erro infantil, né? Mas é isso que eu tô falando para você. Se um instrutor de polícia comete um erro desse, >> imagina nesses milhares
de clubes de tiro. Pode acontecer. E por isso que essas grandes tragédias como essas de hoje, a que a o que o cara foi baleado e que o outro que o cara faleceu, tem que acender um alerta e todo mundo que tem Clube de tiro tem que falar assim: "Pô, eu preciso rever minha minha questão de segurança". Vou falar uma coisa pro senhor, todo clube de tiro que eu frequento, todo clube que tiro que eu frequento, eu sempre vejo, já fui no do Giroto, bem rigidez, >> no 556, no Bud Dog, no Toca na Caveira,
cara, já frequentei vários clubes de tiro lá no do do menino lá na [ __ ] esqueci o nome do Assalte, não, o outro lá do do Barbudão lá, esqueci o nome Dele, cara. Todos os clubes de tiro que eu fui, cara, eh, é assim, eu eu sempre vejo, é lógico que a gente já tem aquela aquela segurança, sabe, em de quartel, mas eu sempre vejo, ó, a pessoa não vira a arma para cá, a arma sempre pra frente, pá. Eu vejo esse cuidado, entendeu? Eu acho, pô, >> mas tem casos na PM, Castão? >>
Tem casos da PM, tem, lógico que tem, tem casos da PM. Eu mesmo fui, eu mesmo fui, fui vítima de um desparo acidental, Mas foi da 24/7, né? Essa daí nem conta. Defeito da arma. >> É defeito da arma. Essa daí nem conta. Disparou no meu dentro do codou do lado da minha perna. Deu essa daí nem conta. Mas nesse caso aí aí foi foi um erro total do clube de tiro. Na minha concepção, >> dos dois, né? De quem tava manuseando e do clube. Os dois ali tem concorrente. >> Mas o o sabe ver
a a eu não sei se o se o se esse senhor aí ele era ele era Membro lá do clube, se ele era um assído, >> foi lá para para ter uma aula conhecer. >> Ter uma aula, né? Eu não sei, mas cara, >> nada justifica, né, mano? O cara, o cara tá com uma arma em punho num lugar de trânsito comum ali. É o que você falou, cara. Clube de tiro, arma. Você só deveria olhar uma arma numa baia. Fora da baia. Tá errado. >> No clube de tiro não, não, não, não, não pode
nem Ó, vou te mostrar minha arma Aqui. Não existe. >> Não, não existe. >> Arma só na baia e apontada pro alvo. >> Isso daí, isso daí já é um prato cheio para quem? Os caras que defende o desarmamento. >> Ah, mano, isso aí, >> isso é um prato cheio, né, meu? >> Tem dúvida. >> É um prato cheio pros car aí, ó. Tá vendo, ó? Pá, se dentro de um clube de tiro, né, meu? Coisa que não tem nada a Ver. >> Não tem nada a ver porque acidente de tiro acontece dentro de casa.
>> Porque se fosse assim, não ia vender mais carro, né? Porque tem acidente de carro toda hora. Aí >> vai, vai desarmar a polícia civil porque teve acidente hoje. >> Exatamente. >> Vai desarmar a Polícia Militar porque teve acidente. Uma coisa não tem nada a ver com a coisa, com a outra. E tem que Responsabilizar quem cometeu er quem foi negligenteu. O clube >> esse clube aí, ó, você pode ter certeza que a Polícia Federal agora vai abrir uma sindicância ali. >> Vai, vai, vai, com certeza. E dizem que é um clube já bem antigo,
né? Então, cara, eu não conheço. Eu eu falar a verdade para você, eu como aposentei agora, Castrão, eu não tinha costume de frequentar clube de tiro. Eu conheci o 556 com com o teu filho e e conhecia já o do Giroto porque era perto do meu batalhão. Às vezes eu ia lá no assalte e tá o Pinheiro que é um puto instrutor junto com o Giroto lá. Então o assalte eu conhecia. Agora eu conheci o 556 contigo lá, mas eu não conhecia clube de tiro. Então é é assim, cara. Eu falo, eu falo, eu falo
do que eu, do que eu vivi. Eu já tomei conhecimento de muito disparo acidental. Nós temos um caso fatal, né? Eh, unidade elite. Nossa, Nem quero tocar muito nesse assunto, que isso aí é isso aí é um é uma mácula dentro da da polícia e de alguns irmãos que eu tenho na área de choque. Nós temos o caso de disparo acidental na área de choque nossa aqui com morte, né, de oficial tal, que que deu um problemaço. Ou seja, o disparo de arma de fogo, >> o acidente com arma de fogo não é uma coisa
que acontece uma vez a cada 100 anos. O acidente com arma de fogo, ele é Muito, muito possível de acontecer qualquer vacilo que tenha. Ou seja, esse daí, ó, área comum, um cara manuseando, dá o que dá, né, velho? Dá o que dá. Não pode. É o que você falou, tem que ser muito rígido. Tem que ser muito rígid. Eu acho que isso daí foi assim, foi >> uma negligência, meu meu total total. >> E isso daí, mas isso também para deixar bem claro pro pessoal, isso daí, como eu já disse não é comum acontecer
em clube de tiro. Não é comum. Comum assim que eu Digo, a negligência. Todos os clubes de tiro que eu frequento >> eles têm uma uma assim uma tensão com segurança enorme. Até eu mesmo dentro do clube de tiro já tomei uma dura uma vez no do instrutor porque eu >> a gente que é polícia a gente tem costume de mexer em arma com muita facilidade, né? facilidade. >> A gente nem tem essa, a a gente na nossa cabeça policial, >> é além da autoconfiança, na nossa cabeça A gente ter regra muito rígida de manuseio
de arma quando tá em instrução no stande. Mas fora o estande, na nossa casa, no dia a dia, você mexe com arma o tempo todo, no carro, dentro da sua casa, né? A gente tem, a gente tem uma familiaridade com a arma. Eu, pelo contrário, quando eu tô desarmado, tá faltando alguma coisa. Fal, caramba, mano, tô sem arma. A gente é tão próximo de arma, a gente que é patrulheiro, né? Que a gente anda Desarmado? >> Eu também nunca. >> Nunca. >> Tipo assim, eu tô armado aqui. Eu já vi que você tá armado aí.
A gente tá armado o tempo todo. >> Eu em qualquer lugar que eu vou, eu falo até brinco, até para cagar eu vou armado. >> É, mas é o normal do patroleiro. Patiro é assim mesmo, entendeu? É. E quando eu tô, [ __ ] eu não sei se tem alguém que Anda sem cueca, né? Mas eu não tenho essa. Mas quando eu tô sem arma, parece que eu tô sem cueca. É isso mesmo. É isso. >> Eu saio assim, sabe? Às vezes eu vou no quintal. No quintal às vezes eu vou travar o portão à
noite lá, cara. E eu eu [ __ ] deixei minha arma lá em cima. Aí eu já vou pensando, [ __ ] Se eu tô aqui travando o portão aqui, sabe? É. É. Quando eu tô assim, quando eu tô armado, eu fico mais tranquilo. Quando eu tô Desarmado, eu acho que tudo vai acontecer comigo e eu vou estar despreparado para dar um, né, uma pronta resposta. É, >> então é triste meu. É, mas assim, eu >> que que merda, né, cara? O cara perder a vida aí perto, [ __ ] >> meu. Uma besteira, >>
[ __ ] que >> uma besteira, uma falta de de >> E quase dois casos no mesmo dia, hein? >> Esse esse da Polícia Civil, o cara foi Socorrido, tá deve est em cirurgia, o caramba. >> Ah, com certeza. Foi, foi deve ter sido agora. >> Tomou no abdômen. >> Nossa. >> E vai um tiro no abdômen sempre preocupante. É, >> sempre preocupante. E é, é coisas que acontecem, né? Coisa que acontece aí que a gente tem que evitar ao máximo. Eu sempre falo arma não se brinca. Arma Você só eu mesmo só saco a
minha arma se eu tiver intenção de atirar. Muita intenção, senão eu não saco arma nem para tentar eh, sei lá, afastar alguém. Eu acho que você tem que ter a arma sempre eh voltada para você usar naquele momento. Caramba, os cara tá de sacanagem aqui falando que você tem que pintar o cabelo. Você tá com cabelo escuro mesmo. Se ele tem que pintar cabelo, eu vou fazer o qu da vida, mano? [risadas] >> Pelo amor de Deus, mano. >> Não, mano, se ele precisa pintar o cabelo, você vou falar o que de mim, mano? Você
é louco. >> Hoje Hoje eu fiz um um um podcast. Precisa pintar não, Castrão, que quando o Danilo, aquele língua de sandália, fica me zoando, >> tem umas mulher no chat que entra e fala assim: "Homem de cabelo grisalho, cabelo branco tem charme". Então nós estamos no caminho certo. >> Não, eu não ligo não. Ó, se é uma coisa que eu não ligo, eu já casei, já tenho filho, já tenho neto. Você acha que eu tô esquentando a cabeça que meu cabelo tá ficando branco? Tô nem aí, mano. Não, os cara, ó, o pessoal tá
chegando agora aí, ó. Aí o pessoal tá chegando. Já chega pessoal dando, deixando o like aí, por favor. Deixa o like aí, se inscreve no canal, curte aí que hoje o papo aqui é de polícia. Nós vamos falar de tudo aqui. Tiver algum assunto aí pode Mandar. Tiver pergunta para nós, pode mandar que hoje a gente vai falar de tudo aqui. Já falamos de de Ah, o senhor viu aí um um Tão dizendo agora que é fake, né? >> Hã? >> Tão dizendo que é fake, mas eu sei lá, eu >> e eu fui contrário
o que você falou, viu? Mas nós continua amigo, tá? Não fica nervoso não. Qual coisa que >> do mob >> no mob? >> É. Não, vamos aproveitar, vamos falar disso daí. >> Você não ficou bravo comigo, não, né? >> Não, não, não, não. É o mob é assim, pelo menos o que chegou para mim e pessoas que está ligad à Secretaria de Segurança Pública chegou para mim que esses carros, esse mob, eu também sou contra colocar mó para patrulhar aqui na capital, né? Eu sou extremamente contra. >> Mas você ouviu a minha opinião? Não, né?
>> Não vi. É, você não não assiste nada meu, não me segue. Você tá muito estrelinha, mano. >> Fala aí, chefe. Qual que foi a opinião do senhor? >> E eu us e eu dei a minha opinião em cima do que você falou, >> do vídeo que eu fiz. >> É porque não é que eu não é que eu discordo de tudo que você falou. Eu realmente não gosto dos espertão que quer sambar em cima da nossa Instituição. É, é, >> é esses que estavam sambando, que você mandou um recado. >> Eu gostei do recado
>> porque é tudo oportunista. Oportunista. Então, aproveitando aí que o ano que vem aí eh eh tem eleição e o cara tá tá tá querendo de aparecer de todas as formas. >> Vai pinta o cabelo de vermelho para você aparecer, viu? E outra, né, mano, o que tem cara de outra instituição que gosta de falar da Nossa PM é um negócio, não fala nada da instituição dele, só da nossa do cotovelo. É do cotovelo. Ele, eles querem mudar tudo da nossa. Critica a nossa. Quero ver agora, agora que saiu o capitão de hit e tal
o delegado Nico, eu quero ver o que que esse esse pessoal vai falar. Eu eu quero eu quero vir fazer showzinho numa operação deles. >> É, >> eu quero ver porque, ó, eu tenho maior respeito pelo Dr. Nico. Dr. Nico é um Cara extraordinário, polícia para caramba, um delegado competente, um delegado de renome que, meu, tem eh portas abertas em qualquer lugar que ele vai. Eu quero ver agora se vai ter culhão de falar mal dele. Agora que eu quero ver, >> ó. Mas nem vamos dar muito muito bope para esses patetas não, que eles
já gostam de fazer graça em cima da nossa instituição que é a instituição >> examente não é sozinha não, que todo Mundo trampa, viu? >> Ó, teve um aqui que falou indireta pro Nantes, será? Não é pro Nantes não, viu? Já vou te adiantando. >> O Nantes é nosso, caramba. O Nantes é polícia militar. >> Nandes é polícia militar, não é polícia militar. >> Eita! Quer puxar a língua? Não cai não, Castrão. Quer puxar isso aí? Tá jogando jogadinha. dizer aqui que que não é ele. Beleza. >> É, não é o seguinte, porque você explicou
lá e depois que eu assisti o que você explicou, você falando que foram municípios da Baixada que compraram aqueles carros e doaram pra operação verão. >> Isso >> foi essa a informação que você trouxe, que você recebeu na secretaria. >> Isso. Isso. >> E aí eu falo que é o seguinte, que foi um erro tentando acertar. Por que foi um Erro tentando acertar? Porque o o os governos municipais que não têm conhecimento técnico nenhum em relação à polícia estadual, quiseram ajudar, foram lá, cataram o dinheiro da população local e falaram, >> acharam que estavam fazendo
bem bem. >> Nessa parte a gente tem que bater palma, porque os caras falaram assim, ó, nós vamos ser parceiro do estado, >> vamos dar um equipamento, no equipamento. >> Isso é essa crítica que eu fiz. A crítica que eu fiz foi o seguinte: eu não concordo eh em dar um carro qualquer mesmo que doado. Por quê? Porque é o seguinte, precisa ter definido critérios mínimos para certos equipamentos, porque aquele carro, o mobzinho é um carro da hora para você pôr no Uber, pra sua filha dar um rolê pro dia a dia. Da hora. Um
carrinho bacaninha, bonito, mas pra viatura ele tem baixa potência. Baixa capacidade de estabilidade de freio para sair correndo atrás de caráter geral. O polícia vai acelerar ele no limite para frear se der pancada. ele não vai, ele não vai ter a robustez que nem tem, por exemplo, hoje um Corolla Cross, um TCross, um, um os carros que a polícia hoje tá usando. Então eu só a crítica que eu fiz foi o seguinte: qualquer qualquer ente federal, municipal, quem quer que seja, ó, eu quero contribuir com vocês, eu vou Fazer uma doação, beleza? O critério é
esse. Ah, não, eu tinha dinheiro para comprar 10 mob. Esse carro que vocês querem, eu vou conseguir comprar seis. compra seis desse, porque isso aqui é o que é viatura. Se você me doar um carro que não tá dentro das minhas das minhas ficações mínima, você vai me deixar um BO e vai colocar minha tropa numa condição ali que não é boa. E o pior disso que eu falo, que aí eu acho que até você vai Concordar comigo, é o seguinte: de uns anos para cá, a gente tem tido uns comandos na PM que foram
polícia e eles mudaram essa característica de viatura. começaram a colocar uma viatura melhor para nós. Trail Blazer, Hilux, Corolla Cross. Não ficaram pegando qualquer carrinho não para pôr pra tropa usar. Tem as Spin, a Spin completinha, ela é um é um carro bom para CGP. Ou seja, eles foram quebrando aquele paradigma que servia para nós qualquer Porcaria e pegaram umas coisas melhor. Carro com ar condicionado, carro mais robusto, melhor motor. Ou seja, a gente tem dado passos paraa melhoria no critério de viatura. Se você aceita uns negócios muito simplesinho assim, barato, é capaz de um
papagaio de pirata lá do palácio de terno chegar num governador e falar assim: "Olha, a polícia se deu bem com os mob lá, precisa mais comprar Corolla Cross de 160.000? Se os cara gosta de mob de 70, compra 25.000 mob para eles". e vem o maligno e fala assim: "É isso mesmo, não vamos gastar tudo isso com a polícia, não. Compra mob para eles." Ou seja, quando você abre a porta e aceita coisa de menor qualidade, a gente sabe que a política ela é [ __ ] com a PM. Ela quer de todo jeito investir
e fazer número, mas não importa tanto com qualidade. >> Entendi. >> Então eu falo para você, ó, hoje nós estamos andando com fuzil eh belga, né? Estão andando com fuzil belga. Era bem capaz de um governo que se não fosse o atual o do Tarcísio. Os caras falam: "Ô meu, isso aí é muito muito fora. Compra as coisas paraguaia lá, atira do mesmo jeito, a munição sai, entendeu? Então, a minha preocupação de aceitar um veículo tão simples assim, ainda que seja por doação, é não ter um critério mínimo de de robustez para uma Viatura operar.
Foi essa a crítica que você >> Não, eu concordo. Concordo plenamente com o senhor. Concordo plenamente. >> Mas que foi uma intenção decente? Foi. >> Não, então é aí que tá. O que que acontece? Chega lá embaixo, o pessoal sai daqui para o pessoal não entende. O pessoal quando faz a operação verão vai policiais aqui da capital lá pro litoral para reforçar o policiamento lá. Se chega um pessoal para reforçar o Policiamento, com certeza o batalhão de lá não vai ter viatura para esse pessoal trabalhar, né? O pessoal que veio no reforço. Porque vai o
reforço, mas não vai viatura. Vai o policial. >> Não vai, cara. >> Não, às vezes, mas muitas vezes não vai, >> não. Sabe o que acontece? O pessoal que se forma na escola, que vai para lá, ele vai sem viatura. >> Aí o que que acontece? O prefeito lá da Cidade falou assim: "Pô, e esse policiais vão ficar trabalhando a pé?" >> Não, mas não é isso não, Castão. Sabe por quê? Porque eu eu comandei Operação Verão. >> Não, eu sei, eu sei. >> E a ó, a do ano passado como é que foi? >>
Não, não sei. Eu não. >> Então vou te explicar como é que foi. >> Eu não graças a Deus eu nunca fui. >> É, então eu eu comandei 12 anos operação verão. Então como é que funciona? Por Exemplo, o ano o ano passado a compra dos Corolla Cross, que que eles fizeram? Eles fizeram perto da da um pouquinho antes da operação verão, tudo que chegou novinho de viatura, foi para lá, lotou de viatura lá, tudo Corolla Cross novinho, >> acabou a operação verão, veio pros batalhões. E aí como é que faz? A fala: "Pô, tudo
bem." E antes, quando não tinha comprado os Corolla Cross, as unidades, Várias unidades juntam, monta uma frota, né? Cada unidade manda duas, três. Monta uma frota, desce tudo pra operação verão. Meu, vou te dar um exemplo do meu batalhão rodoviário. Todo ano eu recebia em média 27, 30 viaturas rodoviárias a mais. >> Mas na rodoviária é alugada. Não, não, mas já era do batalhão. Ou seja, os outros cinco batalhões, cada um tirava quatro, cinco e mandava pro litoral. Então, a gente não tinha policiais no Litoral a pé por falta de viatura. Tem duas questões. Tem
o policiamento a pé porque é orla, então você tem patrulhamento a pé. Mas toda operação verão existe um cálculo, um estudo, existe inclusive eh no QF da polícia tem uma uma gordura para grandes operações. >> Entendi. >> Entendeu? Então é assim, ó. Foi tope os municípios terem oferecido. Foi. É uma atitude de municípios quererem Contribuir com a segurança pública, estarem fazendo uma uma atitude boa. Se eles não fizessem, a polícia ia mandar a quantidade de viatura que o CPI6 pede sempre, porque ele divide, ele põe em quadriciclo, põe na bike, põe na moto, põe a
pé. E falam: "Mano, não faltava viatura nas operações verões anteriores. Eu fiquei, >> mas será que faltou agora?" Não é, é aquela, é aquela coisa política. >> Então, qual foi então a o intuito de de Colocar os mob lá? >> Eu, eu faço o seguinte, ó. Eu eu adquiro um monte de viatura e no dia da operação verão eu vou lá e falo: "Ó, o município tal está doando as viaturas paraa nossa operação verão. Isso tem um valor político. >> Ah, entend. >> Uma propaganda enorme. E a gente não tem que achar ruim, porque e
essa proximidade dos municípios com a segurança pública a gente tem que Louvar. Eu não tô criticando aqui. A única crítica que eu faço é a seguinte. A única crítica que eu faço, não podemos reduzir características de equipamento. Se você quer contribuir, por exemplo, assim, ó, você tá passando necessidade na sua casa e você fala: "Tô aceitando doação, você vai receber comida para cachorro?" >> Eu não vou nem falar estragada porque a viatura não é estragada, mas você vai comer, você vai receber ração. >> Não, né, mano? Eu não tenho cachorro, é para minha família comer,
então vem me dar comida para comer. Ou seja, a doação é um ato lindo, é um ato de caridade, mas tem que tem que atender a necessidade de quem vai receber a doação. A necessidade do policial não é um carro qualquer para ele patrulhar. Tem que ser um carro com características para ser viatura. E é nessa parte única que eu fiz uma crítica. Eu falei assim: "Olha, esses móveis não atende as Características para ser viatura e pior, abre uma possibilidade no futuro de um político mal intencionado falar assim, ó, para ele serve qualquer coisa. Manda
mob, manda quid, manda >> não, o mob, beleza, mas o quid aí não dá, né, mano? >> Manda o jaqu é Jaque do aquele, o mais simplesinho. >> Ô, tem uns carros aí que se o polícia e o polícia, o bagulho é louco, hein, mano? Os caras devora até Land Rover. >> Não, se der um tanque de guerra, defender. A Defender. >> Ô mano, polícia ele pisa no freio de um jeito que dependendo do carro o o >> A defender ele não aguentou a gente não. >> O pedal vai pro frio. >> A defender não
aguentou. Se deu um tanque de guerra. >> É, foi a única crítica que eu fiz. Agora o que você falou, você tem razão, Castron. Tem uns espertão aí que não faz análise nenhuma, não conhece realidade, Não conhece nada e ficou dando uma de gostosinho para ganhar para ganhar like e voto. Para, mano, para. deou ferrado. Não foi nem a viatura. >> Foi a viatura. Não foi a viatura, foi o recado que eu dei. Para quê? Pra gente que vem, que não é da nossa instituição, vem tripudiar em cima, entendeu? Gente que não é da instituição
e vem tripudiar em cima. Quanto ao veículo, é lógico que não é o que não é o eficiente pra polícia. >> A polícia tem que ter um um veículo que tem que ter um motor que responda a às necessidades, né? Sistema de freio. Eu acho que passou da hora da polícia ter um veículo eh nacional. Passou da hora. Esse seria o futuro, né? >> Passou da hora. >> Nos Estados Unidos é assim. A fábrica tem linha de montagem para a polícia. Para a polícia. Para mim passou da hora de ter isso aí. >> Ó, você
quer ver uma coisa que você vai Concordar também? Equipe tática. Equipe tática. Quantas vezes você viu o cara patrulhando? Terceiro e quarto homem sentado assim, ó. >> [ __ ] a coluna. Acabou a coluna do cara. Imagina 10 10 horas nessa posição aqui, ó. Colend a coluna. >> Aí a gente pega umas viaturas que a o ângulo da da janela com o banco traseiro, polícia >> 12 horas, imagina quando termina. >> Ou seja, estudo de ergonomia ocupacional é zero. >> Zero. >> É. Compra o carro que o cara compra para ir os filhos sentados na
viagem tranquilinho lá atrás. Bota pro polícia patrulhar olhando para fora da janela. Isso, isso é um problema. O que você falou é verdade também, cara. No futuro as montadoras tinham que se adequar, >> adequar, fazer um veículo, fazer um veículo paraas necessidades policiais. Para mim, o que que seria um veículo? Um bom motor, né? Uma boa suspensão, >> né? Porque a suspensão é que segura o carro de repente numa curva, né? E tem o conforto ali pro policial fazer. Agora eu não sou a favor de ar condicionado na viatura. Não sou a favor. >> Então,
mas depende para que tipo de lugar. Você quer ver uma coisa? >> Patrulhamento. >> Não, mas escuta. >> Ó, a viatura do 01 não pode ter ar Condicionado. >> Viatura rodoviária. Viatura rodoviária. Você sabe quanto chega temperatura no verão na pista, mano? Bate 42º. Você ficar parado ali, você derrete, mano. O bagulho é [ __ ] [ __ ] Eu também não sou a favor de ar condicionado, porque eu sou doutrinado. É janela aberta. [ __ ] é justamente por causa disso, por causa disso. O cara, o policial andar de patrulhar, não a janela igual
a rodoviária vai deslocar de uma cidade Para outra na rodovia, [ __ ] vai a 120, 150 por hora. É vidro fechado, [ __ ] Agora, patrulhamento de vidro fechado. Você já patrulhou o litoral? >> Não. >> Então, eu patrulhava de Thor, ar ligado e janela aberta para aguentar. Tinha dias, Castro, que a gente colocava a boina no ar assim, ó, deixava ela dar uma esfriadinha e punha na cabeça. Tamanho calor que tava na pista. Bagulho assim, é, é, é. >> Mas pro 01, eu vou falar para você, >> não. O 01 aqui em São
Paulo não precisa, não precisa. >> É o, >> a temperatura aqui é outra. >> O, o cara patrulhar com vidro fechado, tem algum, tem pop, >> tem pop de patrulhar com vidro fechado? Não. É isso que eu falo, pô. Aí eu vi eu vejo aí de vez esses dias eu vi na radial leste, radial leste, uma viatura patrulhando porque tava em baixa Velocidade. Tá patrulhando, né? O >> e o polícia sentado no celular aqui, ó. Aí eu parei do lado dele assim na no farol. Aí dei uma olhadinha assim. Aí dei uma olhadinha pro motorista.
Ainda fiz isso daqui para olhar pro motorista. O motorista tava assim, ó. E o outro aqui assim, ó. Nem me viram. Nem me viram. Pô, mas isso para mim acaba comigo isso daí. Polícia da era do celular, ela vai ser diferente. A gente, a gente, eu, eu e ele andando a pé lá, Lá no Rio, nós passamos por uma viatura, um de cada lado, assim, ó, >> no Rio. >> No rio >> é cara, >> ó. É um absurdo, >> mano. Mas uma coisa eu sempre falei também pra minha tropa, Castr, é assim, ó. A
vida é sua. Quiser colocar ela em risco, mano, fica à vontade. Só que a sua família vai chorar, velho. Então, a gente fala o tempo todo, cautela, Segurança, arma para pronto emprego. Nunca os dois vacilando. >> Sabe o que acontece, ô coronel? Sabe o que acontece com quando um uma certa parcela da polícia começa a baixar a guarda? O vagabundo se cresce. >> Claro, ele enxerga. >> O vagabundo se cresce, ele enxerga ali, entendeu? Agora se o vagabundo virou na esquina, tá um policial lá aqui, ó, pá. Aí ele vira outra esquina, tem outro policial
aqui de olho, ele fala: "Porra, >> não, aqui não, >> aqui não dá para mim". Entendeu? Agora ele virou a esquina, tem um, >> é, >> ele vira outra esquina, o cara tá com o vidro fechado pensando na rola. Aí, [ __ ] ele fala: "Não, aqui é minha, aqui tô tranquilão, tô de boa". Então eu eu quando eu trabalhei de CGP, eu já eu falava pros caras, eu já já tinha já o celular já tava rolando solto. Eu vou aplicar, mano, você tá estacionado, pô, Revea, um fica no celular e o outro fica falando
é legal, por Marcelino, vê se tem no grupo aí aquele vídeo que a gente comentou ontem no Corage do policial americano lá que o cara tenta desarmar ele. Vê se você consegue passar para ele para ele colocar. A gente põe aqui só para só para elucidar quando quando o policial vacila o risco que é >> não risco é enorme, pô. Esse vídeo aí, >> um risco tremendo quando o policial fica, ó, porque isso daqui, meu, isso Daqui é [ __ ] Isso daqui é [ __ ] O que quando eu vejo uma uma batida numa
carro bateu na traseira do outro, num lugar reto, no lugar é isso aqui, [ __ ] >> É, >> é isso aqui, ó. O cara fica no celular. Tem cara que eu não consigo, eu se, mas tem cara que ele quer escrever mensagem dirigindo, [ __ ] >> Eu também não consigo não. >> Eu não consigo. >> Já começo que eu já tô com um pouco de Dificuldade até para enxergar o celular. [risadas] Para enxergar o celular. Então, já tá no máximo. >> É, não, [risadas] pior que não, ó. Tá no tamanho normal ainda. Mas
assim, mano, você tá dirigindo, você vai ficar >> Meu dedo é é outra coisa também. Não entendo como é que os caras digita tão rápido com os dedos assim. Não, >> meu dedo, eu erro as letras toda, toda hora eu tô errando as letras. Então eu Para digitar eu tô parado. >> Eu ó, tinha tinha um sargento Emanuel que ele foi meu meu, vamos dizer assim, meu guru, >> mestre. >> Mestre Oda. Ele mestre Oda. E ele falava assim, ó, >> o binômio perfeito do patrulhamento é baixa velocidade e atitude expectante. Isso daí eu guardei
para pra minha vida, cara. Então eu acho que o cara tá patrulhando, ele tá com a viatura Fardado, a viatura caracterizada, mano. [ __ ] cara. É, você tem, ele tem que tá atento a tudo. Você pode tomar um tiro a qualquer momento sem saber de onde veio, [ __ ] >> É, ó, um parceiro aqui colocou IP público, tal. Meu irmão, desculpa, mas eu não concordo com isso, cara. A polícia de São Paulo, ela não tá defasada em tecnologia e material. Os policiais estão andando com Corolla Cross, carro, carrinho novo, top, Robusto, com com
Hilux, com Trail Blazer, ou seja, viatura >> viatura tá tá bem. Os caras estão andando com fuzil belga, mano. Com head red dot. Os cara tão andando com pistola Glock. Glck. >> O uniforme novo é um uniforme top. Equipamento de rádio, tudo criptografado, excelente viatura com eh telemetria, rastreamento. Nós estamos com equipamento de leitura de placa, que É a muralha paulista arrebentando de produzir. Ou seja, a polícia, cara, na minha época não tinha colete para todo mundo. A gente trabalha de revólver. Eu fui pegar a pistola já depois de 10 anos trabalhando. Eu não acho
que a polícia tá precisando de investimento nessas coisas. Tem muito mais coisa de tecnologia que eu poderia falar aqui, mas é nem é bom ficar falando dessa parte de tecnologia investigativa, de processamento de Informação, coisa. Então, o problema da polícia hoje aqui em São Paulo não é material. Os caras têm bons materiais, boa viatura, bom armamento, equipamento, tem tudo. O nosso problema é valorização do homem, é salário. >> Salá >> hoje em São Paulo, o problema número um, salário, investimento, no resto tem tudo. Até nos quartéis que antes eram umas [ __ ] [ __
] no passado, era uns negócios nojento, feio de ver. Hoje a Grande maioria são exceções às unidades da polícia que você tem vergonha de ver. A grande maioria é salubre, vamos dizer assim, é um lugar decente. >> Aí eu trabalhei na na base da força tática, era dentro do Freder ali na na Yaiam Melo, que eles cederam um espaço pra gente montar a força tática lá dentro, que o esgoto passava em céu aberto. O cara cagava no banheiro e passava na na na a céu aberto ali na Sala de preleção. Eu quando fui, eu quando
fui subcomandante no Capão Redondo, a minha sala não tinha porta no banheiro. Como é que você ia cagar? [risadas] Eu era major, imagina o coitado do soldado. As minas quando chegaram eu coloquei elas para dormir no P4 porque elas foram dormir num hotelzinho, os ladrão vieram e já furtaram uma arma, porque lá lá no Capão a criminalidade eh brota para todo lado, né? Então as Meninas vieram tudo do interior. Eu falei assim, ó, não dá. Vocês ainda não têm habilidade e proteção, já que vocês, eu pensei que eles fossem dividir tanto homens e mulheres em
grupos, alugar apartamento, casa e montar tipo umas mini república, né? Mas não. As meninas se juntaram num grupo, foram todas para um hotelzinho na estrada de Tapecirica. Era cheio de noia no hotel, >> [ __ ] >> Os caras foram lá e furtaram uma arma. Aí eu chamei todos no quartel, falei: "Pode parar, eu vou dar um jeito, vocês vão dormir no quartel". Tinha um mesanino meu que era do P4, onde tinha pneu, um monte de coisa. Eu falei: "Ó, limpa tudo isso aí, arruma colchão e as minas dorme". Aí, cara, as minas não dormiram
acho que três dias, porque as ratas que entrava lá parecia gato, mano. >> Nós fal vamos voltar pros Noia, vamos voltar pros Noia. [risadas] Elas falaram: "Major, não dá para ficar aqui Não, meu. Tem muito rato e os ratos são grandes demais". Falei: "Puta que desgraça". Ou seja, a gente já teve uma fase que os quartéis bem ruim, hoje já é bem melhor. >> Nós vimos aquela situação, ah, ó o filme aí, ó, só para você ver o vacilo do policial. Isso aí nós usamos ontem lá no Coragem. Ó, ó, ó o, ó o vacilo.
[música] Quer ver? Ó a primeira olhada que ele dá pra arma, ó. Ó lá. Acho que ele falou: "Puta que Vacilão". >> Não tá fácil. Ele pensou: "Como tá fácil?" Ó, ó. Quer ver? Não. E quer Vamos tentar parar igual igual ontem. Ó, ó, ó. Volta um pouquinho para mais ou menos aqui, ó. Vai mais paraa frente. Tem uma uma Vai mais um pouquinho. Vai, vai, vai. Pera aí. Para agora volta só um pouquinho. Um, um Não, vai mais pra frente, ó. Para agora. Volta esse frame aqui, Um pouquinho pra frente. Vai. Não, nós tem
que ser no Isso aqui, ó. Ó, ó o cara com a arma apontada. Se ele enfia a mão no gatilho, ó o dispar onde vem aqui, ó, na cara dele. >> Já era, já era. E para mim, ô ô, ô, chefe, na moral, na moral, na moral, moral, os caras metendo taser no cara. É o meu cara pegou a arma do polícia, velho. Pau, [ __ ] É pau. É pau. Não tem conversa, [ __ ] >> Ó, se eu tiver com o meu parceiro e o cara grudou na arma dele, >> pau nele. >>
Sinto muito, meu. Sinto muito, sinto muito. É pau. >> Ó, a sorte aqui, ó, é que ele tem aquele coldre fechado, o dedo não entra no guarda-mato para chegar no gatilho. Porque se tivesse entrado no guarda-mato, nesse nessa, ó, a arma do a mão do polícia tá aqui. Essa mão aqui é do vagabundo. Se ele tivesse conseguindo Enfiar o dedo no ia dar na cara desse aqui. Ó o cano. Onde tá aqui, ó. >> Mat é [ __ ] né, >> cara? É um absurdo isso daí, mano. Um absurdo. Um absurdo. E tudo começa ali.
Volta no comecinho. Olha a forma como esse vacilão. Isso é um vacilão. Ó lá. É também. É um filho de vó do caramba. Filho de vó. >> Ó, olha ó o cara. Ele olha pra arma, mano. Isso. Vai tomar óculos pra óculos Dele já. Se eu sou sargento dele, já dava um tapão na cabeça dele, mandava esse óculos longe. Fala o maldito do [ __ ] Não manda essa [ __ ] desse óculos não, mano. É, >> é playboy, não é polícia. Ó a olhada que o bichão dá para arma. Nem isso ele viu. >>
Nem isso ele viu. Ó, solta aí, ó. Ó, eu acho que ele pensou assim: "Puta, vacilão, vou pegar, mano. >> Vacilão demais, vou pegar". Ele tá pensando. Acho que dá, hein? Ó lá, ó. [ __ ] que pariu, vacilão da [ __ ] Não. E esse outro aqui, ó, só tem tamanho bosta grossa. Fica [risadas] fica ter taser. Só tem tamanho bosta grossa. >> Ô, velho, é pau, velho. É pau. Pau. Não tem conversa. Não tem conversa. >> Gostou do vídeo, Castrão? >> Top. Só não gostei do desfecho >> por mim. Esse >> não, mas
para mostrar como o polícia pode ser vacilão. >> Vacilão, vacilão. >> Agora você imagina esse Zé Ruela, ele na se esse cara consegue sacar arma e mata os outros, um polícia que vacila, ele põe os colegas tudo em risco, mano. Você morre por causa da culpa de um vacilão desse, >> risco, >> entendeu, >> cara? A a Eu penso assim, ó. O policial ele tem que pôr na cabeça dele que a partir do momento que o cara deu um bote na arma dele, a primeira vítima vai ser Ele. Qual? Vai ser ele. Então, quer dizer,
tentou pegar a arma do policial, velho, é pau. Não tem conversa que nem aquela ocorrência que teve lá do do na favela lá que tava o pessoal, o detal vai dar um soco na nuca, o outro vai lá, o outro aqui. A a J acertou. Parabéns, parabéns. Ali o policial foi extremamente profissional. >> Pode tirar, irmão. Foi extremamente profissional. Tem que acontecer isso mesmo. Para mim o seguinte, ó. Você que Tá desarmado, você que é vagabundo e você quiser partir para cima do policial, saiba que você tá correndo o risco de tomar um tiro. Então
a pessoa tem que sentar o pau mesmo. Não tem que dar moleza não. Vagabundo que vem, que tem coragem de querer tomar sua arma, ele tem que tomar tiro. Então >> por aí >> é até você mesmo que que o policial que anda eh paisando aí e a sua arma às vezes porque não tem jeito, de vez em Quando a arma aparece mesmo, né, cara? Eh, o volume ali vai aparecer, não tem jeito, mas fica ligeiro, porque se o vagabundo vê, o vagabundo vai querer tomar de você. Se ele vir para tomar, velho, saca e
senta madeira. >> Ó, os caras tá querendo fazer sua mão aqui, Castrão, perguntando o que que você acha do concurso para entrar um oficial para corpo musical. [risadas] >> Ô, essa pergunta é pro Andrei, pô. >> É o Luciano Gonçal. Boa noite. Quero quero prestar concurso para a Polícia Militar na banda musical. Grande abraço. Lisboa, Portugal. quer botar a boca no trompete. Luciano, vai tocar flauta, pô. Vai, vai [risadas] arruma uma banda de rock aí, [ __ ] Vai tocar, mano. É, eu, eu assim, cara, eu não sou não vou criticar a determinada eh, vamos
dizer assim, >> segmento da PM. >> Segmento da PM, porque tem segmentos da PM que são seculares, cara. Entendeu? É coisa que vai fazer eh séculos aí, igual, por exemplo, cavalaria. Tem muita gente que critica a cavalaria, só que ninguém sabe que a Polícia Militar o patrulhamento começou a cavalo. >> Estrela guia, pô. O patrulhamento começou a cavalo. A banda, [ __ ] Só que eu acho que a modalidade, a modalidade em que é usado os policiais na banda, eu acho errado. Eu acho que é o seguinte, o policial ele tem que fazer o Patrulhamento
e se quando tiver um evento, aí montam ali o pessoal do corpo musical e vai trabalhar no evento. >> É uma ideia, hein, mano? Nunca tinha pensado nisso. >> Não, para mim deveria ser assim. Por exemplo, a a a eu não sei, a banda tá tá tá atrelada que é o choque, né? >> Ideia. Corpo musical. Ele é não é choque não, meu. Eu acho que deve. [ __ ] pergunta, hein? Capelania. >> [ __ ] que pergunta interessante. Eu eu Eu não não tô sabendo responder, man. Precisa ver que a gente é tão >>
que merda, mano. [risadas] Será que é DP? >> A gente é tão ligado à banda que a gente não sabe. Mas assim, >> ó, por exemplo, tem um exemplo, vai, tem e 50 homens na banda, beleza? Ó, não tem nenhum evento, vocês vão patrulhar, né? Patrulhar onde? Vamos pegar uma área em que a o índice é dizem que eles já estão fazendo de, né? >> Ah, mas a Dee, né? A DEG tem um interessinho, né, meu? Para quem não sabe, pessoal que tá gente não sabe o que é DEGM, a DEGEN é quando o policial
vende a folga dele pro estado, né, meu? Vai trabalhar, é, vai ganhar um dinheirinho extra, né, meu? Aí, aí fica não. Então aí aí vai ser aquele negócio, vai fazer esse esquema que eu falei alguns já vão me escrachar, né? Ó, não, a gente tá aí, quer dizer, não quer se fizer isso aí, se alguém, um Comandante me escutar e falar: "Ô, tem razão, vamos fazer aí, vão todo mundo estrelar, né? ficar louco, mas para fazer a fazer deg aí de boa, aí é tranquilão. Então eu acho é não é tranquilão. Eu acho que é
o seguinte, a modalidade como é aplicado fica à disposição da banda. Só que a partir do momento que não tenha um um um evento para ir lá tocar, vai fazer o patrulhamento. Porque para mim o carro chefe da Polícia Militar é o Patrulhamento. >> É, >> é o patrulhamento. É o carro chefe. >> É a locomotiva. Para mim, ó, eu não, e eu acho, é igual o serviço administrativo. É extremamente e necessário o serviço administrativo. Só que eu acho que tem alguns lugares tem policiais para mais. E e cara, você sabe que tem alguns erros,
alguns erros estratégicos, por exemplo, você quer ver um negócio? Nós vamos hoje nós vamos criar uns hater. Vamos criar uns hater. Vamos, vamos, >> vamos, vamos diminuir. Mas se eu diminuir meu seguidor, eu tô no aberto. Você pode, você tem gordura. Eu não, Castrão. Mas eu vou falar assim, >> mas eu também não quero diminuir não. [risadas] >> Eu vou falar, eu vou falar. Depois eu falo que a ideia é sua, tá? Porque o comentário é seu. >> Bom, manda bala, manda bala. [risadas] >> Ai, [ __ ] É o seguinte, ó, mano. Os caras
não criaram os BaEP? criaram. >> Beleza. >> Caepe, >> os Baie não era algo necessário. Era porque pra rota lá para Ribeirão Preto, pra rota ir para São José do Rio Preto, pra rota ir para presidente Epitácio, mano, não tem sentido. É muito longe, demora muito. Então você criar uma tropa de ações especiais descentralizada Era era uma necessidade do estado. Foi show de bola a ideia. Os caras produzem pra [ __ ] Os guap estão arrebentando aí, >> principalmente os do interior, hein, >> mano. Teve uma operação essa semana aí, você viu, né? Cinco pro
vinagre, inclusive um era casalzinho lá, tudo acompanhado pelo gaeco, viu? Não foi maldade não. Se o bando de direitos humanos de esquerda, tudo operaçãozinha com envelopinho do Ministério Público, Assim, ó. Vai lá, pode pegar que é demônio. Vai lá, é demônio. Pode ir que vai reagir que isso aqui tá com cinco diabo no corpo. Cada um. o menino, a menina, todo mundo. Operação de Gaeco, você pode ver que a imprensa nem bate. >> Por isso, por isso que uma das reclamações que eu que eu tenho assim é a se o, eh, o Ministério Público, a
magistratura fosse um pouquinho mais receptiva com a polícia e parceira, a gente teria muito mais respaldo. Normalmente a gente luta contra o crime meio que sozinho, mas quando tá com operação dos gaecos, que são aqueles integrantes do Ministério Público, que são mais eh operacionais e investigativos, esses caras, operação deles ninguém reclama porque sabe que quem vai paraa vala ou vai pra cadeia ali é tudo merecedor, com muito merecimento por causa da investigação. E aí, mano? É, quando criaram os BAEPs, quando criaram os BAEPs, Cada BAEP desse criou uma administração porque criou estrutura de batalhão. Quando
você cria batalhão, você cria a administração do batalhão, aí as companhia uma mínima, um ou outro ali de administração, mas se ela for e descentralizada, a companhia você vai ter que criar administração lá também. Ou seja, por que que não criaram companhias independentes de ações especiais, ao invés de batalhões, companhias independentes, a estrutura Administrativa seria bem menor, >> mínima, >> bem menor, entendeu? Mas toda vez eh que se prestigia criar batalhão, porque o famoso é o bom é criar vaga para tenente coronel e aumentar a cabeça. >> Exatamente. >> E outra coisa é quando você
chega para um político e fala para ele: "Tá, eu vou criar um batalhão na sua área". Ele faz aquele [ __ ] estardalhaço na área dizendo Que ele trouxe mais um batalhão pra cidade dele. >> E aí com essa fala isso de inimigo, né? Mas foi o Castro, viu? Foi [risadas] o Castro que mandou eu falar isso aí. Eu não tenho cabeça para isso não. Tudo ideia dele, >> man. Os tenente coronel tá tudo felicíssimo. Tudo >> ideia dele não. E o pior é que é o seguinte, os tenente coronel de BaEP é tudo cara
regaço, mano. Eu tenho uma par De irmão comandando de BaEP, porque é os caras que gostava da coisa foram tudo comandar BaEP. E tá certo. >> O que nós estamos falando só é o seguinte, é o problema da estrutura administrativa. >> A estrutura administrativa multiplica por 15. que é [ __ ] Então, é gente para [ __ ] >> De duas uma, de duas uma, ou a gente tem que estar o tempo todo pensando em fazer e tirar leite de pedra, porque os Governos anteriores foram acabando com com a entrada de polícia na PM, diminuindo
o efetivo. Hoje tem 14.000 claro, 10.000 Claro, ou a gente aprende a tirar leite de pedra ou vem o investimento necessário e a gente aumenta essa polícia porque foram criando coisas, criando coisas e o efetivo era menor do que tinha antes. E aí hoje nós temos algumas cidades, cara, tem uma viatura do PM. Onde eu tava lá, Montemor, tinha dia que tinha uma Viatura patrulhando, 80.000 moradores. >> Absurdo, né? Ó, o Fabrício Santana mandou outro, ele tá lá na Espanha, mandou mais um super chat aí. A polícia militar brasileira é referência aqui na Espanha. A
única diferença, infelizmente, é o salário. Salário de soldado da Guarda Civil Espanhola, 3.500 €. Abraço da Espanha. Ô Fabrício, muito obrigado, meu irmão. Barb Santana tá lá na Espanha assistindo a gente. Obrigado. >> Não faz mais isso não, Fabrício. A gente Morre de depressão aqui. Você falando do salário dos caras aí da Europa, só que só que vamos aqui a uma Fabrício pode até depois tirar essa dúvida pra gente. 3500 €. >> Beleza. Esses 3500€ lá na Espanha. vai valer. Eh, vai dar um padrão de vida? >> Eu acho que sim. >> Você acha que
vai dar um padrão de vida melhor do que o policial que ganha aqui cinco conto? >> Eu acho que sim. Acho que sim. Pelo seguinte, se não tivesse um padrão de vida razoável, a gente veria toda hora a manifestação de policiais em outros países. Porque nos outros países a manifestação de classe você vê estourar toda hora. Você vê agora, ó, agora na Europa tá um [ __ ] problemaço com o negócio de produtores do agro lá. Os caras estão fazendo manifestação por causa de abertura lá e restrições e entrada de alimento de fora. O o
País, quanto mais desenvolvido, ele é mais ativo pros seus direitos. Ele não aceita muita baixaria. Tem mais manifestação, tem zica o tempo todo. E você não ouve falar de polícias de países desenvolvidos reclamando de salário o tempo todo. Não é dessa cultura. Você viaja, você viaja pros países. Por exemplo, eu já fui algumas vezes paraos Estados Unidos, eu nunca nenhum policial americano veio falar para mim: "Pô, nós estamos aqui tudo na Merda com salário, não. Entendeu?" Então é assim, e não que nesses países os policiais são ricos, que não são, mas eles têm uma vida
padrão de vida >> padrão de vida. >> E e na verdade, Castel, é assim também, né? Vamos parar para para pensar. Se você mora num país onde a lei funciona, tem certos medos que o policial do país, onde a lei não funciona, lá não existe. Então, num país, você pega nos Estados Unidos, o o estudo até até a faculdade, ele é gratuito de altíssima qualidade em qualquer escola. Então o policial ele põe o filho dele na escola pública, o filho dele tem uma [ __ ] escola e ele não tem medo dos meninos mais carente
que estão ali estudando. Gasto. >> É, ele tem uma série de outros benefícios e ele não tem a preocupação e o medo que o policial daqui tem. Porque você, se você coloca o seu filho numa Escola pública aqui em lugar de renda mais baixa, quem estuda nessa colégi tem um monte de moleque ali, tudo do crime, ou não? >> O moleque de manhã ele tá no tráfico, à tarde ele vai na escola. >> Muitos. >> De manhã ele rouba moto, à tarde ele vai pra escola. Então tem aquelas panelinhas de bandidinho na escola. Aí seu
filho vai lá e fala: "Eu sou filho do Castro". Tá [ __ ] >> Ele tá [ __ ] [ __ ] >> entendeu? Então é é assim, num país onde a coisa funciona, a lei é a lei é forte, os molequ tudo ladrãozinho, se o cara falar: "Eu sou filho de polícia", eles não vão chegar nem perto. Eles não vão querer matar o moleque, eles vão, eles vão arder numa cadeira que vai fritar eles a 1500º. >> Verdade. >> Então eles não vão mexer com o filho do polícia. Aqui não. Aqui o teu filho,
Dependendo da escola que ele estudar, se ele falar: "Eu sou filho de sargento, os moleques vão matar ele na saída". >> V quebrar ele no pau, >> vai? Entendeu? Então, mas o o que o Fabrício Santana falou, veja bem, a a polícia militar brasileira é referência aqui na Espanha, não é só na Espanha não, viu? A polícia militar brasileira é é é do do quê? >> Dos 3500 €. >> Falou lá embaixo aqui que é >> não é salário de médico lá. >> É salário de médico. >> É salário bom, mano. >> Ele falou aqui,
ó, o Rodrigo falou que na Itália 3500 vezes é salário de médico clínico geral. >> Ô, fala, fala aí. Eu não posso falar porque eu sou coronel. Os caras vão falar que eu sou hipócrita. Fala, você fala assim: "Queria tanto ter um salário de médico. >> Queria tanto ter um salário de médico." >> Tá vendo? [risadas] >> Não, mas o o recado do Fabrício. Não, mas na época você era polícia, não é? Agora que você é empresário da internet, né? Não, não, não sou empresário. Não, [risadas] não é só na Espanha não, viu, Fabrício. A
polícia militar do Brasil, ela é respeitada no mundo inteiro, cara. no mundo inteiro, porque você pode pegar a polícia de de qualquer país do mundo, se colocar aqui dentro para patrulhar aqui, Tá [ __ ] >> Castrão, os caras sabem o tamanho da nossa guerra aqui. >> Exatamente. Exatamente. >> E outra coisa, ó, eu parei um policial, um road patrol, né, que é o rodoviário lá, os trooper, aqueles caras que anda com o chapéu bege lá na Flórida. Parei o cara, eu fui pedir uma orientação que eu tava meio perdido num acesso lá e aí
eu falei que era policial. Meu, quando eu falei para ele que aposentava aqui com 30 anos, ele, nossa, que absurdo, aqui com 20 anos a gente aposenta de serviço. >> [ __ ] mano. [risadas] >> Você entendeu, mano? >> Que que invejinha dele, né? >> É que que invejinha. Então lá eles têm a real noção do quanto você se doa pra sociedade numa atividade de altíssimo risco e de e insalubri. Esse, essas nações muito desenvolvidas, eles sabem o que é ser polícia. É só aqui que não sabem. E outra, se eu Chegar num policial desse
e falar que lá no meu primeiro batalhão de polícia rodoviária, eu tinha 80 mortos em serviço na minha galeria de heróis, os caras ia falar: "Como assim, cara? Os caras mata polícia no seu país. Aqui é raro acontecer aqui. O cara sabe que se ele der um tiro num polícia aqui, ele vai fritar na cadeira. Ele no mínimo assim naquele na Califórnia que é onde o maconheiro vive bem, é tudo tudo liberado. Onde é tudo Liberado, país é a esquerda deles. >> É a esquerda deles. Cidade de maconheiro. >> Isso. Na na esquerda deles, o
cara que atenta contra um policial pega perpétua, >> já é mais tranquilinho, né? Não vai pra cadeira de Não vai pra cadeira elétrica, vai pr pr perpétua, né? >> Tranquilidade. Aqui a diferença é pequena. O cara pega 12 anos, puxa quatro. quatro e sai e é tratado como Herói lá na cadeia, né? >> É. Aí mete um palhaço no peito e depois ele vira celebridade no Netflix. >> Netflix. E e pode e pode participar até de um bebê bosta. É, >> pode até chegar aí num bebê bosta. >> Logo logo nós vamos botar um cabeça
vermelha nesse nessa merda. >> Ó, o Fabrício Santana aqui falou: "Cáo, na Espanha você vive muito bem com 2000€". >> Ó, >> tá vendo? >> Tá vendo? >> [ __ ] acho que eu vou lá pra Espanha. >> É por isso que quando a gente vai não vê os cara reclamando. Os cara tem uma vida digna. Acho que eu vou lá paraa Espanha, mano. 2000. >> Deixa eu ver. Esse cara do me é estranho, cara. >> Cantores aí >> não cantam [ __ ] nenhuma. Aí vão se unir agora para fazer um show no Rio
de Janeiro contra editor. Corta muito as coisas. Eu falei muito mais. Olha só o cartel de cantores que vai lá. Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buacque. Engraçado que eu não vi nenhum desses três parasitas aqui fazer algum show contra o rombo do INSS, as estatais aí que estão todas elas devendo até as calças, o correio aí que tá a beira de falência, né, meu detalhe, uma estatal que não tem concorrência, só eles conseguem acabar com a estatal que não Tem concorrência. Aí você vê aí a Petrobras querendo fazer greve. Aí eu não vejo eles
fazer uma uma show aí para falar sobre esse Banco Master, esse rombo que teve no Banco Master. Não vejo ele fazer um show para falar dos gastos do governo atual aí, os gastos exorbitantes, com viagens, com ajudando os os amigos, parceiros, não vejo. Aí quando é da blindagem, anistia, que muitos deles aí desses cara foram antiados e eram bandidos. E aqui anistia Não tá falando em antiar bandido, tá falando em anistiar impossíveis pessoas que foram lá fazer um quebra quebra lá no no congresso, no STF, né? Agora nós temos que valorizar os cantores que estão
do lado certo. Zezé de Camago é um cara que tem o meu respeito e vários outros cantores aí. Respeito. >> Ô, não dá para fazer igual no celular que me apaga. >> Me apaga. fazer um show no Rio. >> Eu não tô nem aí, velho. >> Ô, Castrão, é o seguinte, agora eu tenho certeza que a gente ganha R$ 1 por seguidor, >> porque você deve est muito muito bagaça para para pagar advogado para se defender disso aí. Você é louco, velho. >> Isso aí é é a liderança do mal, mano. >> Quem? Mas mas
parasita >> o que que o parasita vive? Parasita vive do quê? de sugar o sangue dos outros, [ __ ] Tá sugando nosso sangue, mano. Eu não tenho advogado não. Nosso sangue. A verdade é que estão sugando nosso sangue. Como é? Por que que esses cara aí que vive de lei ruanê? Porque esses caras vi lei ruanê. Se esses caras fizer um show aqui em São Paulo, não. >> Quando você for falar, mostrar foto, essas coisas, me fala para eu tomar eng. >> Por quê? >> Para dar uma náusea só de ver essas Porcarias. >>
Não, então esses caras vão manda esses caras fazer um show ali na zona leste, >> vê se alguém vai. Ninguém vai no show desses cara, mano. Esses caras são ultrapassado. Esses cara aí é é cara que [ __ ] vai lá esses dia mostrou. Ah, >> a galera, a galera que faz faculdade pública, principalmente da área de umas áreas aí, não vou falar, senão vão falar que sou preconceituoso, vai, mano. Então, maconheiro, car, >> vai mesmo, vai mesmo, vai, >> [ __ ] maconheiro, maconheiro, se você falar que você vai dar uma maconha para ele,
ele vai até em qualquer lugar, [ __ ] [ __ ] tudo maconheiro, [ __ ] Você vai nas universidade pública, eu falo porque eu já trabalhei nessas, eu trabalhei naquele carnafu. >> Nossa. Se você tiver um filho, não libere ele para ir carna facu. Não libere ele para ir no carnafu, porque Ali é Sodoma e Gomorra. >> Ô, tem cara que morde a própria língua, né, mano? >> Ô, uma vez, uma vez eu tava no no eu tava me escalaram para vir aqui no no Sambódromo aqui. Teve um car da facódrom muito louco. >>
Então, ó, carna fac um bagulho louco, louco. Aí eu de rocan lá, né, meu? Aí eu patrulhando assim, cara, mesmo eu zona leste, um cara zona leste, eu vi a coisa ali que eu tava desacreditando, meu, Desacreditando. Ah, eu tô patrulando, uma mulher me parou, né? Mãozinha tava vindo de encontro comigo. Aí eu parei. Pois não, senhora. Falou assim, ó, tem um cidadão mijando ali no meio da rua. Olha, colhei na frente e vi o cara mijando assim, ó. Para normal, pezinho da moto, saquei a minha tonfa, vim dando aqueles pulinhos para pegar para pegar.
Eh, eh, pulso >> e dei no meio das costas dele, mas dei, cara, assim com a maior >> pá, quando bateu, ele olhou, aí ele olhou para trás assim, armado já para brigar, porque ele pensou que era algum noia, né? Quando ele olhou que ele me viu com a sobrancelha entrelaçada assim, ó, e ele viu que era polícia, [risadas] antes dele correr, deu para me dar mais umas três tonfadas nele. A, o trânsito tava parado, eu olhei assim para trás onde tava o carro, a mulher fez assim, ó, >> vibrou, sabe? Falei: "Esse não vai
mais Mijar na rua". Aí eu parei a m você ver o nível, tinha uma base daquelas móvel, né, que é tipo um um trailer, né, >> estacionado lá e tinha uma Fox lá. Eu parei uma policial feminina. Aí eu parei as motos ali, né, para dar uma descansada um pouco, né? Falei, vamos dar um apoio. Ela tava sozinha, né? Tô conversando com ela, daqui a pouco vem um cara, foi para trás da base. Aí eu comentei com ela, eu falei assim, ó, eu não acredito que esse cara vai mijar Aqui. Ela falou assim: "Ô, ô,
sargento, não é o primeiro, ó, como ela tava sozinha, né, >> não dá, né, mano?" >> Aí eu peguei e falei assim, já peguei minha toma que não tinha nem esfriado, ainda tava quente ainda, né? Fui lá para trás, eu falei assim, e aí ele já tava se armando. Eu falei assim: "O que que você vai fazer aí?" Aí olou, tomou aquele susto. Aí ele falou assim: "Não, senhor, eu ia mijar aqui". Falei: "Você quadradona, mas aquela mais [ __ ] que tem. parou aí, abriu a porta de trás, abriu a porta da frente, desceu
uma menina linda, uma menininha linda. Devia ter o quê? Uns uns 17 para 18 anos, mas uma menina linda. Aí eu olhei assim, tava conversando com o polícia, eu falei: "Mano, dá uma olhada o que que vai entrar nessa festa". >> Hã? >> Aí a mãe veio, desceu com ela, veio acompanhando. Aí a mãe teve a ideia, acho que foi Deus, de falar assim: "Ô, senhor, tudo bem?" "Boa boa noite." Falei: "Boa noite". Ela falou assim: "Como é que tá o nível da festa?" Ah, cara, nem nível tem >> para mim. Aí eu falei assim:
"A senhora conhece Sodoma e Gomorra?" Falei, "Tá nesse nível, daí para mais". Falei: "Isse fosse minha filha eu não Deixava ela entrar aqui". A mulher fez assim para ela: >> "Entra no carro, >> entra no carro". [risadas] >> Aí a menina saiu, mãe, entra no carro. Fechou a porta. Policial, muito obrigado. Essa menina, eu tenho certeza que ela me odeia, [risadas] mas eu quero que ela se [ __ ] ali. Ela não foi dar trabalho pra gente. Então, cara, [ __ ] mano. Aí, como é que hoje em dia você vai nessas universidade pública, pô?
>> Passou da hora já de ter exame toxicológico para alunos e professores. >> Por o meu dinheiro não pode ser dado para para ensinar um maldito do maconheiro, [ __ ] Ô, ô, Castrão, teu, teu filho não fez faculdade pública. >> Quem? >> Teu filho. >> Graças a Deus. Não. >> Então, deixa eu contar uma história para você, ó. Eu tenho eu tenho eu tenho um sobrinho que fez universidade pública e De nome, hein? Não é qualquer uma, não. É aquelas assim. Ele fez engenharia elétrica, >> começa com U e termina com >> Não, não,
não, não, não, [risadas] não. Calma aí, calma aí. Eu já tô falando que eu não tenho dinheiro para advogado. Me poupa, [ __ ] [risadas] Não tem associação não tem nada, mano. [risadas] Até outro dia eu era um cara de boa. Eu só dava tiro em ladrão, mano. Eu não Ficava arrumando. >> E e é [ __ ] né? A gente lidar com ladrão é fácil. Um processo ainda pro senhor. >> Não, eu não vou arrumar, mano. Para com isso, car. Deixa. Minha vida foi sempre lidar com crime, não com mal. Homem, um homem que
não tem um um carro velho. >> Barriga eu tenho. >> Uma mulher zica na sua vida. É um zica pr [ __ ] É, ele é um menino. >> É quase um PCC minha mulher de tão zica Que de brava car criança. A gente tem que arrumar zica, Zulu. >> Então, mano, mas eu passei minha vida arrumando treta com ladrão. Ladrão é fácil mano. Esse povo aí que é, >> ó, Eduardo Valvet falou: "Vendramini defende." >> É, [risadas] falou o Vendramini tá com BO de 50 conto no R. Ele foi condenado, mano. [risadas] >> Não,
e foi e não foi. E foi assim coisinha simples que condenou ele, né, Meu? Simples. É ele que é advogado. Ele só mandou, só falou um negocinho desse tamanho. Tomou 50.000 pro ministro. >> É, >> só foi só pro ministro. Só >> não fala o nome não, mano. Valemore, mano. >> Vou falar. Não tem 11 lá. Vocês tentam adivinhar quem foi. É, >> é tipo do É, é tipo do Harry Potter lá. Não pode falar o nome, mano. Não pode Falar o nome. Fodeu. >> Então, esse esse meu sobrinho fez engenharia elétrica, né, mano? E
ele é, ele é filho de vó mesmo. O pessoal da minha família é tudo tranquilão. >> Mas ele virou maconheiro. >> Você é louco. Se ele virasse maconheiro, ele ia apanhar até não aguenta mais, cara. Ele é filho. Ele é que criei ele. >> Então, mas à vezes ele foi maceiro só na USP lá, né, mano? >> Ó, se um dia, mano, [risadas] se eu Souber que você fez alguma merda, você tá [ __ ] mano. Ele já vai, ele vai casar, já tá velho. Chefe, >> não, não. Deixa eu explicar uma coisa. Ele é
de engenharia, o campus de engenharia. Quando eu fui levá-lo um dia, domingo, os moleques sentados estudando, cara, porque essa [ __ ] dessa faculdade de engenharia tem um negócio chamado cálculo, resmate, resistência de materiais. Os moleques tem que se matar de estudar. Então, o campus de Engenharia parecia uns nerdinhos tudo sentado estudando, >> certo? Só que você tinha que passar por uma tal de fiche, mano. Sociologia, filosofia, história, sabe essas paradas aí? >> Isso aí cheira maconha. >> Deixa eu falar uma coisa para você. Cheira. Beleza. Passou uns dias, >> cheira maconha, >> eu encontro
com ele em casa, né, meu? Falei: "E aí mano, como é que tá a Faculdade aí? Tem festa?" Ele falou: "Ô, tio, na moral, se eu te contar numa, eu tô até com medo de te contar que é capaz de você querer ir lá uma zica. Por isso que viatura não entra lá. Eu falei: "Por quê?" Ele falou: "Meu, teve uma festa, só que não foi do meu campus, não foi engenharia, porque meu p >> não, escuta, escuta." Ele falou assim: >> "Não, cara, ó, meu filho é ligeiro, nível hard, meu filho faz malá, só
tem nerd. Meu filho faz engenharia da Computação, só nerd. Meu filho fala: "Pai, meus rolê é fora da faculdade, porque se se se eu depender da faculdade, eu não tenho vida". É, é zoado, mano. Tô falando para você, os 15 amigos do meu filho reprovaram todos, não estão nem na faculdade mais, só ficou ele. Mas >> Mas esse meu sobrinho não, tô vendo da dificuldade de estudo. >> É, é lógico. A maconha derrete o cérebro do cara, dá uma dificuldade de estudo Mesmo, pô. >> Posso vou voltar a falar daí? >> Aí ele virou para
mim e falou assim: "Ô, tio, >> teve uma festa lá". Eu falei: "Mas e aí?" Ele falou: "Não, não foi no meu campus de engenharia, foi na fish". >> Hã? >> Aí eu falei: "Que que é isso?" Aí ele me explicou, ele falou: "É área de humanas, é curso isso, isso, isso, isso". Eu falei: "E aí?" Ele falou: "Não deu para Ficar". Falei: "Por quê?" Ele falou porque tinha umas barraca, manja, barraca de pastel que fica o papelzinho dobrado assim, ó, no no barbante. Então tinha assim, maconha tanto, cocaína tanto, eh, o de o outro
lá, o lança, tanto >> rach tanto, tinha uma barraca vendendo tudo que é droga e o valorzinho lá no campus da faculdade. Tá bom para você? Isso funcionando com o dinheiro dos Otários que somos nós, >> dinheiro público, entendeu? Então, mano, graças a Deus, a minha realidade foi fazer academia militar e a minha faculdade de direito que eu fiz na FIG, para não falar que não tinha nada assim, tinha uns uns barzinhos que tinha na frente da faculdade que uma parte clara, inclusive algumas vezes eu cometi esse deslize, cabulava umas aulas para ir lá tomar
um chopinho. Mas assim, ó, nem na faculdade que eu Fiz, que foi FIG, a gente não via os caras com a hisória de maconha fumando ali. faculdade de direito. Não via, não via na FIG. Eu não vi isso. Mas e uma vez também, mano, eu fui, você falou uma uma coisa, eu me lembrei, eu fui numa festa de medicina, mano. Rapaz, eu nunca tinha visto tanta gente louca na minha vida. Tava todo mundo virado no >> Giraia. Vai amanhã aí cuidando a gente. >> Tava todo mundo virado no giraia. Então, cara, ó, quer ver? Tem
uma Faculdadezinha famosinha de três letras aqui também na área ali da do Pacaembu. Viatura não pode chegar nem perto, mano. Tem ordem. Ordem. Não pode entrar. >> Não. Absurdo. >> E uma prima minha fez lá a faculdade de ser propaganda e marketing. Ela fez uma faculdade de moderninho. Ela e ela curte, hein. Você tem uma ideia? Ela é tão louquinha, mano, que ela vai no no com a gaviões assistir jogo. >> Não, maconheira. Maconheira. Ela falou Pra mãe dela assim, ó: "Não tô conseguindo assistir aula de tanta maconha dentro da sala de aula". Tá me
incomodando. >> Como é que pode, cara? Como é que pode? Agora fala para mim. Não tem que acabar isso. Tem que acabar. Ao. >> Tem que acabar. Exame toxicológico, né? Para professores e alunos. O professor, >> quem que vai dar aula, mano? Não vai passar um monte. >> [ __ ] mano. Manda esse pessoal embora, [ __ ] Manda essas p embora. E outra, pegou o professor lá, ele caiu no exame toxicológico, mandado embora, sem direito a nada, nada, entendeu? [ __ ] meu, um absurdo a gente pagar pro maconheiro tá estudando. >> Não, sala
de aula é [ __ ] né? [ __ ] mano. Ô chefe, me ajuda aí. Faculdade. Não. É, cara, a faculdade que não quer polícia entrando lá. Você pode saber que é é esse é essa a realidade. >> Ó, o Bruno, o Bruno Casini, ele falou lá em embal: "Ô, Castrou, você não leu meu, pulou meu meu meu super chat. Vou ler agora." Meu irmão, cada dia mais fã do Paganoto, lúcido em relação à política. Permita-se conhecer a missão e se puder bater um papo com Renan, vai se surpreender. Castro Castrão monstro também. Obrigado, Bruno.
Tamos junto. Valeu. >> Missão é do Hoje eu entrevistei o o o >> o Artur do Val Mamãe Falei. >> E ele é um dos caras que tá liderando missão. Missão é o novo novo partido, né? >> Novo partido, né? >> Que o o Marcel deu um calote lá no no Cataguiri lá, né? Não sei, eu não acompanho nada de política, mano. >> Não, eu também não acompanho essas bostas não. Eu eu tô começando a entender, eu não tô começando a a me envolver em pessoas, saber das pessoas, porque o Cenário político eu acompanho muito.
Eh, ideologia, essas coisas, eu estudo, leio e acompanho. Mas fofoca de político com político que tá não sei o que, tal, isso aí normalmente não me atraía não. Agora que eu tô começando a ter um pouco mais de contato. É, é, é o o Vinícius mesmo, né? Não, quem foi? Libras Pereira. Estamos avaliando. Nós estamos avaliando. Ô, na moral, se a gente topar e der certo, nós vamos causar um Estrago, hein, Castrão, >> chefão. >> Ó, a gente faz nossos gabinetes com uma porta no meio. Se Deus abençoar que o senhor ou nós dois, >>
não, nós dois >> consigamos aí >> nós dois >> eh, um um cargo político, a minha intenção é só causar, [risadas] é só causar, porque, ó, eu sou um simples subtenente da Polícia Militar Do Estado de São Paulo, reformado, já puxou cadeia depois de reformado, né, cara? Não sou ninguém na fila do pão, cara. Ninguém. Agora você imagina, >> você mano, você é cadeieiro, você puxou cadeia? Não, puxei cadeia. Agora você imagina eu com poderzinho, cara. >> E eu, mano, eu tomei eu tomei cadeia também. >> Aí, ó. Cadeia outro cadeira falando do outro. [risadas]
>> Acho que é por isso que a gente se dá Bem, hein, mano? >> Não é, cara? É, mas ó, se Deus abençoar, né? >> Por que que você tomou cadeia, mano? Abre seu coração aí. Tipo, abordagem agora. Vou falar, não vou falar. Ministério Público do Rio de Janeiro. Hum. Zero crime Rio de Janeiro. Zero. Não tem nada para investigar. >> Não tem, não tem serviço. >> Nada, nada. Tá sem serviço lá. O pessoal Do Ministério Público do Rio de Janeiro, zero serviço. >> Foram lá e viram, tem uns policiais militares indo noss podcast e,
né, enaltecendo violência, né? >> Hum. >> Falando de violência. >> Perí. >> Pensaram alguns podcasts. >> Nossa, >> infelizmente pensaram o meu. >> Você você seu crime foi falar besteira No podcast? >> Não, não foi besteira. Não, falei de violência mesmo. >> Não, não pode falar de violência é besteira, mano. >> Porque para mim o policial tem que ser violento. Cri tem que ser violento. >> Não, mano. Você tinha que vir falar aqui receita de comida, essas manhum. Tem que ser violento. Então eu falei que eu arriava o pau em vagabundo. Eu arrivava pau em
vagabundo. >> Arriava o pau em vagabundo. Vagabundo caminhou para cima do polícia, para cima de mim. Eu já arrebentava ele no pau. Eu dava um pau nele. Aí nessas coisas. >> Ô Castrão, você tinha que ter sido igual eu na polícia. quer reunir, mano. >> Não quer reunir o [ __ ] Eu conheço o senhor, viu? Sen não vem que pagar [risadas] de vem pagar de santinho aqui, não. Aí foi lá Ministério Público mandou pra Corregedoria de São Paulo e a senhor sabe conhece a nossa corregedoria, né? >> É. Tomou providência porque foi provocada. >>
Tomou providência, foi provocada. E qual que a corda arrebenta sempre pro lado de quem? Do mais fraco, né? Então, um simples subterente reformado. >> No futuro a gente não será fraco. Nós vamos ainda falar muita merda. Deus quiser, Deus te ouça. Dois dias de cana. >> A gente ainda tem uns freios, tá ligado? >> Mas eu causei, hein. >> Tomei dois dias de cana, mas eu causei >> aí. Então você é mais cadeiro que eu, que eu tomei um dia. >> Causei. Causei. Falei pro meu advogado, Dr. Ribas, meu advogado Ribas. Dra. Giovana também é
minha advogada. Advogado, mano. Eu assumi da EGM lá de Suzano. É um advogado. Então, Dr. Ribas também é meu advogado também. Dr. Riba falou assim, eu perguntei para ele, doutor, >> hã, >> eh, eu posso receber visita lá no no Batalhão quando eu estiver recolhido, né? >> Nossa, você não aguenta dois dias sem visita íntima. Você é esse bichão todo. Ah, falou >> aí. Ele falou assim: "Castrão, o batalhão é público. >> É, >> qualquer pessoa pode ir lá te visitar". Aí eu joguei no meu Instagram, >> foi o Snyider >> e eu não tinha
nem tanto, Eu não tinha Nem tanto seguidor, hein, mano. Não tinha tanto seguidor não. >> Tava que nem eu. >> Um pouquinho mais. Ai que nojento, [risadas] mano. >> Nossa, que >> pouquinho mais, pouquinho mais. Aí, meu, olha, toda hora, toda hora. Aí ligou o o Xandão da Bulldog, >> lá do clube tiro Bulldog, ligou para mim um abraço, Xandão. Castrão, você tá Onde? Falei: "Tô aqui no 39, batão. >> Queria jogar Teresa para você pular." >> Não, tô aqui no 39. Falou: "Vou mandar umas pizzas para você". Eu falou: "Porra, legal, né, mano? Vamos
mandar seis pizza". Falei, mano, eu não tô no no no CDP não, [ __ ] Eu não tô em Bangu, né? Tô no Mas nós estamos aqui. >> Manda só umas duas ou três, cara. Tá bom, né, meu? Mandou quatro pizza ainda. >> Aí já chamei o serviço de dia. Chama as viatura que tá na rua. Aí vem todo mundo Comer pizza. >> A dona Cida, dona Cida, como é perto da minha casa o batalhão, né? Dona Cida já ligou para mim, falou: "Tô indo buscar uma". Falei: "Vem". Já entreguei uma pra dona Cida. Ganhei
uns bombom lá da da do Cacau Show lá. Dona Cida, levou 2 horas da manhã eu dormindo no alojamento de sargento, né? A menina servidia, você sube? Falei: "Opa, tô invadindo o batalhão, né? Já acordei, já que a p né?" Eu falou: "Não, Chegou umas visitas pro senhor 2 horas da manhã". Aí eu falou: "O senhor vai atender?" Eu falei: "Lógico, meti o short de educação física, a camiseta, né? Fui lá, cheguei lá, meia dúzia, vamos quatro cara e duas minas. Louco, estamos vindo da balada. Louco, mano. >> Os Steve. >> Hã? >> Os Steve
>> não, não é polícia não. Paisano. >> Paisano. >> É. Oh, sargento. Venha visitar o senhor aqui. [ __ ] mano. Vamos tirar as fotos aí. Vamos embora. Tirar uma foto. Ó que nós João L Whisky. Falei: "Não, [ __ ] [risadas] >> bebida alcoólica no quartel é outra porra". Falei: "Leva embora isso daí, pelo amor de Deus, meu." Aí não pode, né? Falei: "Não pode, leva isso daí embora, pá." Tirei foto lá, ganhei um monte de mimo, ó. Coisa de louco. Aí tinha que colocar um rastreador no meu Carro, né? O seguro deu para
colocar um rastreador. Aí o cara ligou: "Ô, dá o enderezão senhor tá trabalhando que eu vou dar. Vou aí". Eu falei: "Águia de Aia". Passei o número lá, vem na Águia de Aia. Aí o cara foi lá, chegou lá, o cara falou: "O senhor trabalho aqui?" Eu falei: "Não, tô preso". Aí o cara ficou me olhando assim: "Tá falando sério?" Oi. Tô no corretivo aqui, cara. Ficou espantado. Ah, tá bom. Vou colocar aqui rapidinho aqui para não atrapalhar o Senhor. Fal atrapalhar o que, filho? Eu tô o dia inteiro aqui, amanhã indo o dia inteiro.
>> O que eu mais tenho hoje é tempo. >> E detalhe, hein? Eu não sabia desse detalhe. Senor, fica ligeiro. A próxima cana do senhor é exame de corpo delito, você tá ligado, né? Eu eu não vou tomar cana não. Eu não fico falando essas besteira que você fala aí não. Vai tomar se liga. Vai desejar mal pros outros no [risadas] >> Ó. Exame de corpo delito. >> Vai ficar só de coruja. Como é que você vai fazer comigo aí? >> Dar uma agorada. >> Ah, pensei que era outra coisa. >> Não, não. Exame de
corpo delícia fica só de coruja lá no HM. É, velho, o negócio é feio, mas graças a Deus, o ano que vem, se Deus quiser, nós vamos estar livre disso. >> Você não tá curioso aí que nem o o Lord Moderno, >> que que o Lord Moderno falou aí? >> Lê aí >> onde tá traz uma traz o óculos que ele também tem problema. >> Não precisa [ __ ] nenhuma de óculos não. Deixa eu achar onde é que ele tá aqui. O Lord moderno >> aí ó. Ó o Lord Bonai >> tá embaixo do
do último super chat aí. >> Depois do Regilton Regilton B. Não tô achando. >> Qual foi o bo desse outro presidiário aí Do seu lado, Castrão? >> Oxe, >> não quer saber? >> Lógico. Manda aí. Qual foi, manda qual que foi. >> O meu crime é grave. Meu crime é grave. >> Qual que foi a bronca do Ah, grave um dia. >> Eu é >> ah, eu sou oficial, né? Aí, >> ah, desculpa. >> Aí, [risadas] Bilou de mim agora, né? Aí Devolveu a bilagem, né? >> Devolveu a Bilagem, né? Ah, tá bom, tá bom,
né? [risadas] O cara, o cara é coronel. Quem foi dar cana nele? >> Se liga. >> Quem foi que foi dar cana nele? [risadas] >> [ __ ] que corporativismo, meu. >> Ô, você conheceu o coronel Jon Lopes, o Giló? >> Conci. >> Ele que me deu a cana. >> Sério? >> E é meu amigo. >> E eu não tenho nada contra ele que ele me deu cana porque eu mere eu fui, confesso. >> Não, ó, quem me deu minha cana foi o coronel Cotinho, que era subcomandante e agora é o comandante geral. >> Tenho
nada contra ele. >> Car, sua cana é mais chique que a minha. O meu era diretor de pessoal, o Giló. Não, o >> eu tava eu tava de castigo na DPMado. Quando é reformado. >> Ah, tu é recente. >> É, não foi ano passado. Quando é reformado, a gente é quem quem quem julga a gente aí, no caso, é o subcomandante. >> Não, mas eu tomei cadeia quando eu era tenente, faz 20 anos. >> Ah, ah, pelo amor [risadas] de Deus, [ __ ] >> Mas você não quer saber o crime, >> [ __ ]
Ah, >> perdeu, perdeu o tesão. >> Perdi até o tesão. Mas fala aí, >> mas pros curiosos aqui, eu falo. >> Fala aí. 1500 pessoas VS, quer saber? >> É, eu fiz um trabalho de segurança um dia na minha folga >> trabalhando. >> É, tomei cadeia, mano. [risadas] >> PM é [ __ ] irmão. PM >> é velho. Vai >> a PM. >> Tem isso aí no meu no meu no >> assentamento. É assentamento não, não é assentamento que fala, né? Oficial. >> Não, o de vocês é nota de corretivo. >> Nota de corretivo. >>
O meu a gente não tem nota de corretivo, então vai para assentamentos. Mas 10 anos depois cancelou, porque você não toma nenhuma cadeia. Em 10 anos você cancela. >> Não, mas quando eu fui fazer o C, >> hã, >> eu fui fazer na academia, né? Meu caso foi sangue azul, >> ó. >> Foi na academia. >> É, não mexe comigo não. Sim, mano. Mais um pouquinho. >> Chegue lá, quando eu cheguei lá, era segundo sargento, né? Cheguei lá, os caras foram no último dia lá, foram eh terminar o curso, né? Aí vieram com os assentamentos,
com os assentamentos, Não, com é que chama? Falou, acabou de falar assentamento, né? Não, é o assentamento. Pega o assentamento onde tem as canas, né? >> Aí eu vi os cara uma folhinha, uma folhinha, uma folhinha, o meu um calhamaço assim, >> o meu era um calhamaço. [risadas] >> Aí o cara falou assim, olhou para ele, falou: "Nossa, >> por que que você >> você tá mais de 5 anos sem tomar nenhuma Cadeia?" Eu falei assim: "Acho que não, né?" Foi por que? Ele falou: "Ah, se você tem 5 anos tomar cadeia, você pode limpar
o seu assentamento". Falei: "Mas para que que eu quero limpar a [ __ ] do meu assentamento, [ __ ] Isso daí é minha vida, rapaz. As canas que eu tirei aí é o que eu vivi na PM, [ __ ] Para que que eu vou tirar isso daí? Tem que tá lá. E não tirei [ __ ] nenhuma. Tá tudo lá só aumentando. Que agora foi mais uma, né? Eu sou mau exemplo >> aí. [risadas] Ó, o Fabrício Santana mandou mais um super chat. Fabrício Santana tá [ __ ] Mandando euros, cara. [ __
] o COAF vai te pegar, Fabrício. Em 2024, >> agora aqui, ó, ele quer ficar preso, ele quer processo. >> Ele quer. >> É o Fabrício que tá falando, apesar que ele tá lá na Espanha, tá tá protegido. Falou: "Em 2024, a ONG do Lulinha em Madrid declarou pra Receita Federal Espanhola >> que recebeu doações empresas brasileiras por valor de 18 milhões de euros". Não, não falei, não ouvi. >> Ninguém investiga isso. Abraço a vocês, esse >> podcastão. Vou passar a palavra pro coronel Paganoto, que ele é oficial aqui. [risadas] >> Eu não sei do
que você tá falando. É Mentira. >> Ó, e o Fabrício Santana pediu, ele falou que coronel Paganoto em 2024. A pergunta foi pro senhor mano, fake news. >> A pergunta foi pro senhor. Coronel Paganoto, em 2024, a ONG do linha de Madrid 18 milhões de euros. O que que o senhor tem a dizer disso daí? >> Caiu disjuntor. Fake news, mano. >> Ô, Fabrício, infelizmente nós não nós não vamos poder comentar. >> Para de falar desses assuntos, mano. A gente vem aqui só para falar merda. Assunto sério da cadeia, da processo. Eu não tenho dinheiro
para isso não, mano. >> Ô, tem mais um aqui que falou que eu pulei o super chat dele, ó. Vê aí. Você acha aí, irmão? Rodrigo é Rodrigo DP 1980. >> Rodrigão >> não falei. Falei: "Ô Rodrigo, você foi no banheiro". A hora que eu falei, foi dar uma mijada, [risadas] Eu falei: "Beleza, irmão". >> Cara, que ô até que hora que senhor pode ficar aqui? Eu tenho um compromisso. Que hora? >> É, então não vamos mais quando você quer ficar mais aí? >> Não, o show que manda. >> Caraca, lá tem o live Pix.
Manda o live Pix, irmão. Não tô acostumado com essas com essas coisas. Manda o live Pix. É aquele que o cara fala, né? >> Felipe Serrut mandou R$ 20. Gostaria de Agradecer a ambos pelos serviços prestados, principalmente ao Castro. Sou da Vila Carrão e o senhor deve ter atrasado o lado de muito vagabundo aqui na área. Vocês são heróis da cidade. >> [ __ ] Felipe Serrute, né? >> Felipe Serrute. Meu irmão, obrigado, cara. Ó, eu vou falar para você, se tem uma coisa que me emociona, que me deixa extremamente feliz, é ter alguém que
reconhece o nosso trabalho. Cara, nosso trabalho é um trabalho árduo, a gente é A única profissão do mundo que coloca a vida, a nossa vida para defender pessoas que a gente não conhece. Então, Felipe, muito obrigado, meu irmão, pelo reconhecimento, cara. E pode ter certeza aí no carrão atrasei atrasei lá de vagabundo, carrão, moca, penha, aí zona leste aí eu atrasei muito lado de vagabundo, não é não, chefe? >> A gente não fica feliz com o teu reconhecimento, >> [ __ ] para [ __ ] velho. Da hora da Hora. >> Tem mais algum live
Pix aí, irmão? >> A sua o nome, como é que é o nome dele aí? >> Nara Anselmo mandou R$ 20. >> Nara Anselmo. Nara Anselmo, um beijo, querida. Obrigado por tá curtindo a gente aí. Beleza. Então vamos ver se tem mais alguma pergunta aqui pra gente fazer pro senhor aí. Ã, Castrão, teve um antes falando sobre viaturas. Ó, o Rodrigo falou que teve um antes falando De viatura. Falar o que da saidinha, mano? Tem um ódio da sainha. Ele ele é diretor aqui de tá com raiva de mim porque eu mandei até ficou mandando
ele buscar celular. >> Saidinha de detentos em dezembro de 2025 acontece dia 23/12. A 5:01. O que eu tenho que dizer primeiro que a saidinha é uma aberração. Bom, ai que bom que vai tá cheio de vagabundo na rua. Que bom. >> Então, saidinha essa [ __ ] aqui, ó. Quem inventou isso daqui foi um vagab aqui, ó. Parece que estão voltando de de Marte. Foram os familiares recebendo aqui, tudo feliz porque chegaram, estavam fazendo uma uma missão em outro planeta e estão chegando aqui para todo mundo feliz. Ai, que legal. Como é bom poder
interagir com eles. >> É, vai tomar banho, mano. Nem para ter, nem para cair um meteóo aqui nesse exato Momento aqui, ó, e eliminar tudo isso daqui, ó, essas desgraças aí. >> Eu vou, eu vou, se um dia eu for alguém, eu vou fazer um projeto de lei. >> Fala aí, chefe. Qual você? Toda vez que sair, tiver saidinha, todo cara vai ter que ficar um dia na casa de um promotor ou de um juiz ou de um político. >> Um dia só >> é para ele ficar lá convivendo com a família. Deixa uma semaninha
e tomar e Deus queira aquele Ah, deixa nem vou falar nada porque >> e também com p é comentei muito, não vai ter tanto promotor, juiz e político para para receber essa galera também com o pessoal do PT, PS e PCD B, cada um na casa de um integrante do partido, porque uns já são, né? Uns já são, mas quem não é desse partido vai vai lá, >> cara. Ó, então o que eu tenho a dizer é o seguinte. Primeiro que eu não concordo com essa aberração. Para mim, o Vagabundo, ele foi condenado por um
crime, ele tem que perder todos os direitos dele, >> puxar a cadeia integral do crime, >> todos os direitos dele, todos os direitos civis que ele poderia ter, perdeu, porque ele está eh ele cometeu um crime, então ele não tem que ter direito. Isso daqui é benefício para vagabundo. Saidinha. Eu eu acho que nosso país é o único do mundo que tem saidinha, né? E essa saidinha, veja bem, Ela não é uma saidinha monitorada, ela não é uma saidinha que o cara sai com tornozeleira eletrônica, não. Ele sai livre para ele fazer o que ele
quiser para ir ele para ele ir onde ele quiser. Isso é um absurdo, cara. Um absurdo. Nos Estados Unidos até tem uns países aí, eu vejo nos filmes, né? Eu nunca fui lá que tem uma regressão de pena, mas o cara ele é acompanhado por um uma pessoa lá do do Ministério Público fica acompanhando, ele tem que dar satisfação Para essa pessoa. >> É isso, ó. Eu arrumei. Ô, você tem que arrumar trampo, cara. E aí? Se vira. Eu quero ver você arrumar um trampo. O cara tem que ir lá falar: "Arrumei trabalho. Onde você
tá trabalhando?" O cara vai lá ver onde ele tá trabalhando. [ __ ] mano. Agora aqui não, ó. Libera esse monte de vagabundo maconheiro aqui para vir pra rua atrasar lá da gente, pô, de trabalhador. >> E você sabe o que é legal? Na saidinha. Depois a gente vê vários crimes graves que foram cometidos poros caras que estavam em saidinha. >> Saidinha, [ __ ] Monte. Você acha que esses esses demônios aqui vai sair para para trabalhar, cara? >> Sai na missão. >> Vou ter o quê? 7 12 13 dias. Você acha que o cara
vai trabalhar? >> E você sabe uma coisa que é [ __ ] de a gente pensar? Até outro dia o pessoal tava tudo comemorando que iam acabar com A saidinha. Lembra? Ó a saidinha aí, ó. Não, não, porque foi aprovada o fim da saidinha, mas aí um iluminado lá falou assim: "Não, mas tem o direito adquirido." Então, quem a lei não exatamente, a lei não retrocede para prejudicar. É ladrão, [ __ ] É vagabundo. A lei tem que retroceder para [ __ ] eles, para acabar com a vida deles. [ __ ] não é trabalhador,
não é gente boa, não, meu. Ah, cara, eu vou falar para você, cara. É, eu fico, eu fico, >> ô, vou ter que fazer psicotécnico nele, hein, mano. Isso aqui me tira minha paz. O que eu tenho a dizer? O que eu tenho a dizer? Povo brasileiro, dessa data 23/12 a 5/01 >> fiquem ligeiros, fiquem espertos, vai sair de casa, olha você, mulher, vai chegar no seu carro, sai do seu trabalho, vai chegar no seu carro, saia com a chave do seu carro na mão, entra rápido no carro, não fica ali pensando Na rola, entra
no carro e canela. Vai embora. Mano, eu já ia ficar maior feliz se eu tivesse na ativa. >> Ah, também porque ia trombar com os demônios desse daí. Picanha na rua. >> Par de picanha, mano. >> Não, mas par de picanha, mano. Você fica perto, fala assim: "Nossa, >> mas tem muitos aqui que não vai voltar, viu? Um não vai voltar porque não não quer voltar mesmo. E o outro não vai voltar porque o CPF deles vai ser Cancelado. Pode ter certeza. Deus queira, cara. Deus queira que isso aconteça, cara. Deus queira, porque eu vou
falar para você, isso é uma aberração, cara. Esse monte de pilantra que maconheiro, ladrão, traficante, saindo paraa rua para roubar, cara, para atrasar o lado do trabalhador, cara. Eu fico nervoso com essas porras aí, mano. Ó, o Emerson Minho tá lá no Japão. Emersonho é da da minha equipe, hein. >> É, Emerson Minho é [ __ ] mano. Emerson Minho, >> tava com ombro zoado. Tomara que tenha melhorado aí, meu irmão. >> A dupla de periculoso. Forte abraço, Castão e Paganoto. É nós, meu irmão. Obrigado. Tá lá no Japão assistindo a gente. E o Daniel
Mayan mandou o super chat também. Boa noite, amigos. Obrigado pelos trabalhos prestados por anos e anos. Uma pergunta, por que não se faz uma unidade da rota no ABC, uma no litoral e outra em Campinas? Essa eu vou Deixar o senhor responder. Meu irmão, é o seguinte, a o patrulhamento tático, ele foi descentralizado com a criação dos BAEPs. Então, tem o BAEP do comando do CPA M6 que faz a região do ABCD. Tem o BAEP lá do litoral, o segundo Baie que faz a região litoral. Ou seja, a necessidade de tropa tática regionalizada foi resolvida
com a criação dos BaEPs. >> Rota é um batalhão com uma tradição, com uma doutrina, com uma condição que o Pessoal tem cautela de multiplicar e essa doutrina enfraquecer. Então os baep, se você for parar para pensar, e não é só parar para pensar, não, é a realidade, eles são rotas espalhadas, boina diferente, braçal diferente, mas a doutrina é a mesma. Ladrão se escava lá na frente de uma equipe de BaEP, ele vai encontrar a mesma coisa que ele encontraria se ele trombasse com uma rota. é que a rota ela criou um nome, um estigma,
um caramba, Que vai ser muito difícil o pessoal sair multiplicando isso, já que foram criadoss. E e pior, vou até dar uma notícia ruim assim, a rota hoje sofre com problema de efetivo. A rota de hoje tem menos efetivo do que a minha rota de 20 anos atrás. Quando a gente fala, a gente a gente vai discorrendo sobre uma série de coisas, mas o problema de efetivo na Polícia Militar é um negócio complicadíssimo Hoje em dia. O governo tá tentando se virar aí, tá trazendo o aposentado para trabalhar na administração, tá tentando abrir concurso, abre
concurso para 2200 pessoas, só passa 1300 também, a régua é baixa, vai trazer gente muito boa, como com salário desse. Então tem uma série de questões aí, tudo sistêmica, mas a a o fato é nem a rota hoje tá com a quantidade de policiais que seria o ideal. Mas mas falo para vocês, ó, quem quem Deposita na rota a solução dos problemas, não, não pense de forma equivocada, não. Os BAEP que estão espalhado aí tão dando conta. E outra coisa que eu vou falar para vocês, viu, meu, muito polícia que tá na viatura do 01,
viatura lá com dois estivinhos lá, um cara, uma mina, às vezes dois cara, tem muito cara ali dentro que ele é um puro rota. E rota que eu tô falando é na forma de pensar, não porque ele foi o rotariano. Tem uns meninos aí nas Viaturas pequena que deixa o ladrão siscar na frente para ver também. >> Bom, bom, bom. Tem uns meninos bom aí >> na a nossa Polícia Militar, cara, ela é a a galera gosta muito de falar de rota, de tático, o caramba, mas quem carrega e combate o crime 24 horas nas
645 cidades é a viatura do 01. Os dois polícias na viatura pequena e nossa tropa dá conta do recado. Eu acabei de vir do Rio de Janeiro. Vocês não tm ideia como São Paulo ainda segura muito Crime, entendeu? Então dê valor para toda a Polícia Militar como um todo. A gente sabe que a galera gosta da viatura de rotona, os polícia, aquela farda topzeira, a boina negra, todo mundo com cara de mal. Caramba. Mas a Polícia Militar, ela é o bicho na tropa toda que tá na rua aí combatendo crime. Não é, não é só
rota não. Não se engane. Tem muito cara bom nas viaturas pequena aí, hein. >> É isso aí. O coronel falou tudo. Não desacredite da Polícia Militar. A Polícia Militar, apesar das dificuldades, é a única que pode te ajudar, meu irmão. Você não vai conseguir chamar o Batman, o Homem-Aranha, Superhomem. É a Polícia Militar que está aí para te defender. Bem ou mal, é ela que está aí para te defender. E a Polícia Militar nada mais é do que o reflexo da sociedade. Você tá falando: "Ah, polícia não presta porque Você também não presta, porque onde
você mora também não presta". Entendeu? Só que nós policiais militares com todas as dificuldades, que nem o coronel sabiamente disse, estamos controlando o crime aqui em São Paulo. Estamos controlando. Se você for ver Bahia, Ceará, Rio de Janeiro, né? São cidades que estão, >> cara, você é louco, >> estão passando, ó, lá na na Bahia, na Bahia, eh, num até gravei um vídeo aí, Eh, três funcionários de uma empresa, eu vi aquilo lá, >> três funcionários de uma empresa de internet >> foram amarrados, >> torturados, executados, >> torturados, torturados e e executados e jogados na
rua, entendeu? Por por integrantes do crime organizado, entendeu isso aí? Por quê? Porque eles mandaram um recado pro dono da empresa que queriam que pagasse R$ 10.000 Mensais para poder trabalhar. E o o o dono da empresa falou: "Não, não vou pagar, né? Não vou pagar. Eu já pago os meus impostos. Para que que eu vou pagar R$ 10.000 para para poder trabalhar?" Infelizmente três funcionários dessa empresa foram mortos, foram executados. Então isso é um tapa na cara da E como é um um um estado que é comandado pelo PT, você não vê nenhum estardalhaço
aí na na nas redes sociais aí, nas TV, nos jornais, você não vê. Então a Bahia é o Pior estado eh na na questão de de segurança pública, né? Os índices lá de de mortes de pessoas a por 100.000 1000 habitantes é o maior, se eu não me engano, acho que tá 60, né, >> meu? Esses estados do Nordeste aí estão perdendo a mão. >> Estão perdendo a mão. Quer já perder? >> Mas é governo. >> É governo, cara. >> Escuta uma coisa. Os estados, Os estados onde o crime tá se sobressaindo, a culpa não
é da polícia não, viu? >> Não, não, não. A polícia da Bahia, a polícia da Bahia é firme, trabalha para caramba. >> [ __ ] E no Rio de Janeiro os caras mostraram quando dá corda o que que eles conseguem fazer. É, é só deixar trabalhar. >> Então, ó, estados onde o bagulho tá desandando é política, não é polícia. Beleza? É política. É, é eh persecução criminal mal conduzida, entendeu? Persecução criminal, não, persecução penal mal conduzida. Tem outros erros aí, menos polícia. Dá corda para polícia, porque polícia é assim, ó. Vou falar também outra coisa
também, ó. A 20% da nossa tropa é extremamente combativa. O resto é combativo, mas nem tanto. Esses 20% fazem um estrago, cara, >> [ __ ] >> [ __ ] São sempre os mesmos. E ele Segura o reg dos mais afoito. Então, mesmo que você tenha uma polícia que tá meio cansada, vai ter lá um percentual de maluco vocacionado que faz a diferença se você der liberdade para ele trabalhar. Você não precisa dar liberdade pra polícia inteira, não. Se você der liberdade, aquela aquele 20% de maluco vocacionado, ele já segura o crime, porque os caras
fica tudo apavorado com a caça, entendeu? Quem entende o que eu tô falando sabe. Então, É o seguinte, quando os caras têm coragem de afrontar o próprio estado e fazer o que quer na rua, é porque o recado que tá dando política e persecução penal é do tipo assim, ó, nós não vamos soltar os pitbull para cima. É isso, é desse jeito. E antes que passe aqui, porque tá subindo, viu? Ô lá, Emily, >> ó, você não vai gostar do que eu vou te falar não, cara. Mas eu não v, eu não vim aqui para
ser mentiroso, não. >> Qual que a pergunta dela aí? >> O seu companheiro tá com preocupação de você ficar melhor que ele, porque isso é mentira. Eu conheço um monte de mulher casada, namorada de praça, que passa na academia, hein. Não existe esse tipo de preconceito e reprovação só porque você é mulher de um praça, você não você vai ser cortada da academia. Isso é mentira. >> Que que ela falou? O marido dela é Mike. Ela tá prestando pro Barro Branco. Ele falou para ela desistir que só porque Ela é casada com praça não vão
aprovar ela. Na verdade, >> ele tá, ele tá inseguro. >> Seu marido está inseguro e não quer que você >> eh acenda na sua carreira. Vai por mim. Ele tá com inveja de você e ele tá com medo de que amanhã você já manda nele, eu tenho certeza, né? você já manda nele, de você poder mandar nele também no trabalho. Então, fia, não caia nessa. Não caia nessa. Vá atrás do seu futuro. Se você tem, gosta e você quer e você tem condições, porque falar para você, para passar na academia não é para qualquer um,
>> não é. É, é, é o, o concurso mais difícil do Brasil. É ou não é? >> Na minha, no meu concurso foram 12.000 candidatos para 50 vagas. >> 12.000 candidatos para 50 vagas. Então, como é que é o nome dela mesmo? Noem, né? La Emily, >> Laem. Ô Laem, não, não, não, não desista Da sua carreira. Se for o caso, desista do seu marido. >> Casamento é bom quando ele te levanta, viu? >> Exatamente. Exatamente. >> Ó, e outra coisa, se der tudo certo que eu acredito que vai dar, porque você tá estudando, você
tem vontade, a hora que você se formar, não cometa o erro de ir pra mesma unidade do seu marido, >> não. Pula fora. >> Porque se ele já não está te apoiando na Sua subida de degrau, no seu batalhão, ele vai te minar. Então, trabalha em outro lugar, porque ele é inseguro, ele é ciumento. Trabalha em outro lugar. Ele vive a vida dele, você vive a sua vida no profissionalismo e depois em casa se ama e e é marido e mulher. Mas no quartel pior coisa que tem é o casal trabalhando junto. Isso não dá
certo. >> Não dá certo. >> Fora. E quando ele chegar em casa, você pede para ele dar permissão para entrar No recipe. >> Liberdade pro cabrinha, mano. [risadas] Liberdade pro cabrinha. Que [ __ ] é essa, mano? Quem é cabrinha, mano? É um vagabundo que o Snyider colocou lá, um moleque doente mental. Liberdade pro cabrinha. Liberdade pro cabrinha. Doente mental do [ __ ] mano. Que que senhores? >> Rodrigo. Hã? Achou o superjet do Rodrigo que ele reclamou que a gente não tinha lido. Aqui não passa batido, meu irmão. Senhores, por que a polícia do
Brasil não usa protetores frontais na viatura como os Estados Unidos? E por que nos no Brasil a polícia não faz manobras de parada com colisão como nos Estados Unidos? Abraço a vocês. Primeiro porque se ele fizer uma manobra de colisão, quem vai pagar é o polícia. Infelizmente as nossas regras aqui funcionam assim, né? E quanto aos protetores frontais, né? Ainda não. >> Algumas viaturas tem o Santo Antônio. Algumas viaturas tem Santo Antônio, mas o que eu acho que falta pras viaturas aqui no nosso país é a blindagem de para-brisa e porta para que a gente
possa se proteger de disparo de fuzil. >> Boa. >> Então, e nós temos que caminhar para uma semiblindagem. Esse deveria, a gente já deveria est nesse é porque é assim, você vai, você vai trombar, o cara vai botar, passa igual papel, aquela [ __ ] você Não tem proteção nenhuma. >> Coloc, não precisa colocar nos vidros laterais porque a gente não vai andar com os vidros fechado, né? Mas as portas o para isso, porque você consegue se abaixar atrás da porta e e trocar. É do jeito que a gente anda com as viaturas hoje, se
o cara meter um furo ali na parte de trás e der rajada, é saco para todo mundo. >> Todo mundo. >> Então, uma proteção balística dianteira, A nossa viatura tinha que ter. Agora, outra coisa, essa parada na por colisão é o mesmo, é o mesma o mesmo jeito de pensar do daquele tipo de coisa que você joga que estoura pneu. Você tem que entender o seguinte, >> é o como é que é? >> É que fura os pneus quando você joga lá. Não sei. Então vou l, vou tentar lembrar o nome. >> É garra garra.
>> Não é não sei o que. Eh, >> é. Então, deixa eu falar uma coisa para você. É o seguinte, no nosso país é muito >> hã não não é não >> não é muito forte o a doutrina e o pensamento de que é mais importante proteger vidas inclusive do bandido e de terceiros do que fazer uma prisão. Então, qualquer que seja a manobra que o policial vai fazer, que possa colocar em em risco vida de terceiros, essa manobra será eh >> miguelitos será desconsiderada. >> Então, por exemp, vou dar um exemplo para você. Uma
carreta em fuga numa rodovia não é correto atirar nos pneus. Ela pode causar um acidente. >> Ela causa um acidente. Você jogar um troço desse, o Miguelito, na rodovia para parar um carro roubado, se ele perde o controle, capota e vai para cima de um carro de um cidadão comum na contramão, você vai casar morte de Inocente. Então, toda vez que você vai analisar manobras ofensivas com carro ou com arma, qualquer coisa, você sempre leva em consideração vida dos policiais, do marginal e de terceiros inocentes. Por isso que pegar carro e sair dando para causar
colisão não é doutrina de polícia que é muito mais de direitos humanos, vamos dizer assim, do que uma polícia agressiva como nos Estados Unidos. Boa. Ó, o Libras Pereira mandou o super Chat, falou: "Meus parabéns para ganta por pergunta por que não usar todos os estados do Brasil o mesmo uniforme?" Ô Libras, o problema é o seguinte. Aqui no Brasil, eh, as polícias militares, polícias civis, elas são, eh, estaduais. Então, cada estado ele tem, eh, ele, ele que, eh, cuida da polícia, ele que rege a polícia, entendeu? Então, o governador de cada estado decide ali
a cor da farda. >> E além dessa questão que o Castro Trouxe, que é uma questão de hierarquia do estado, tem uma questão tradicional. Cada estado tem um >> cada cada estado tem uma história de criação da sua polícia, tem um motivo, tem as cores, tem um clima >> tem clima. Então todas, ó, por exemplo, no Rio Grande do Sul não chama polícia militar, chama Brigada Militar. Lá você, se você, Isso, ele é um brigadiano. >> Brigadiano, >> isso vem da história de construção do Rio Grande do Sul. Ou seja, cada estado, a Polícia Militar
tem uma tradição de criação de uniforme, de cores. Tudo isso impacta nessas decisões. Agora, uma coisa eu posso falar para você que eu dou curso e e já eu já dei cursos em vários estados, inclusive recentemente eu tava lá em Manaus. Em todo lugar que você vai, o policial militar pensa da mesma forma. A gente é irmão de farda, ainda que seja de cor diferente, mas na forma de pensar E agir. Você pode trombar um policial militar de Fortaleza, um do um do Mato Grosso do Sul, um brigadiano, e a gente se sentar na mesa
aqui, a gente for trocar ideia, você não vai conseguir saber se a gente é de polícia diferente, a não ser pelo sutaque. A ideia mesmo, >> porque a ideia, a formação e o foco em arrebentar o ladrão e acabar com a com a com a com a folga dele, vamos dizer assim, porque eu ia falar outra coisa, é a mesma. Nós nós somos formados e e Forjados no patrulhamento com o mesmo foco. Então, e tem outra coisa também, viu, amigão, que nós não podemos deixar de lado. As Imagina se você juntasse o efetivo de todas
as polícias militares de todos os estados, a gente seria a maior força nacional. >> Exatamente. >> Então isso tem também um impacto eh deixar estadualizada cada tropa dessa armada. Tem uma questão aí também eh de risco Paraa federalização, né? >> Boa. >> O João Víor, ele mandou uma pergunta aqui, ele mandou uma afirmação, né? E eu não concordo com ele, mas vamos ler, né? Governo Tarciso corta verba do combate ao crime. >> Hum. >> Sen acha que o governo Tarciso tá cortando verba do combate ao crime? >> Então, se ele tá falando, ele tirou da
onde, mano? Se for, se for verdade, Governo Tarcísio, >> governo Tarcísio, >> que tem que explicar o por fez, mas como eu não vi, é, é fogo a gente falar de coisa que a gente não sabe, né? Então, irmão, se você realmente tem a fonte aí do corte dessa verba aí, passa pra gente, porque esses dois eh res eh podcasteiro não não estão sabendo disso é ruim. Nó estamos por dentro dessa informação. Se ele fez isso para mim, mais um passo errado. Mas eu não vi isso Não. >> Ó, o Fabrício Santana mandou mais uns
euros aqui. Só para terminar, 90% dos policiais da Espanha se aposentam depois de 30 anos de serviço, sem nunca ter disparado uma arma em ocorrência. Abraço. [ __ ] igualzinho aqui no Brasil. É nossa [risadas] >> aqui se se o cara se aposentar, ele não disparou nenhum tiro, ele trabalhou na banda. >> Ó, pra gente não falar que a gente não [risadas] falou nada, ó. Foi. É ele, é ele ou Andrei? >> O senhor mandou falar isso aí. >> Ele ou >> o senhor mandou falar isso aí. >> Olha [risadas] que vingativo, mano. Putingativo da
[ __ ] Não falei não. Ô banda, da hora p já toquei até saxofone quando eu era moleque. Pá, pá. Não, não sou não. Não, você é louco, mano. Sou polícia. [risadas] >> Eu sou polícia. Não, quer dizer, eu sou Eu sou combatente, mano. >> Os cara faz a mão da gente. É por isso que eu acho que assim, oficialidade, vocês t razão. Tem fica andando com praça, não. Eles querem jogar a gente [risadas] no zoeira, sacanagem. Meus brother é tudo praça, mano. Ô, deixa eu falar uma coisa para você, ô. Vamos falar, vamos falar
só pra gente encerrar, porque nós não falamos nada operacional, né, mano? Contar, >> contar. Algumas vezes que a gente correu o risco de morrer. Eu conto, eu conto dois fatos legal. Aí você conta. >> Não, conta do senhor que hoje hoje eu sou o apresentador. >> Você nunca quase morreu, né? Desculpa aí. Eu sou apresentador. >> Você nunca quase morreu, né? [risadas] Só só morre quando ele chega tarde. >> Hoje é o senhor que tem que falar. Eu Sou apresentador. >> Então vamos lá. Vou vou vou contar. Senão os cara vai falar: "Mano, os cara
falaram uma parte que quando não falar nada encerrar. Conta duas aí. Duas duas boas. Um dia tô na minha casa, era a época que eu tava na rotona, então é por isso que eu eu tava sangue nos olhos, entendeu? Sangue nos olhos. >> Tô na minha casa, tipo, domingão, sol, eu manjo o O lecio da da andurinha. >> Ah, eu tava assim no sofá, a não era pança porque naquela época era magrela, mas eu tava com a barriga estufada porque eu comi uma pratada de macarronada. Eu tava deitado no sofá só jacaré. Que nem jacaré.
É suando, mano. O macarrão aqui, o corpo era de chassi de grilo também, porque eu era magro. Aí, pá, aí eu escutei lá, ô Fábio, tira o carro. Meu vizinho, minha minha mãe e meu pai tinha carro e eu tinha carro, só Que minha casa só tinha duas vagas. Então, parava minha mãe, meu pai e eu parava na garagem do vizinho, que era meu brother, só que eu tinha que tirar quando ele ia sair, né? Aí ele, ô, Fábio, tira o carro. Aí eu fui, tava sonolento, catei a chave do carro, sem camisa, só de
bermuda, descalço, >> desarmadão e perigoso. >> Não, desarmado não, né, mano? Porque o que que eu fazia? >> Ah, >> eu tinha um um cano que era uma pistola e eu tinha um 357. Eu andava duas com duas armas da rota. A pistola Walter 9, aquela Walter era um tesãozino, porque ela era bonita. Parece aquelas armas de alemão da época da guerra. A Wter pequenininha, só que eu levava o 357 também, porque o 357 nas comunidades, mano, você saia correndo, o ladrão fazia com o revólver assim, ó, pau, pau, você fazia assim, ó, o ladrão
olhava para Trás e falava: "Caralho, mano, que [ __ ] que é essa, mano? 357 é da hora da hora. É da hora da tiro, porque o ladrão fala: "Mano, que eu tô na mão com Stiring e o cara tá com ignorância". >> É, então eu pegava o 357 e a Walter 9. E e nesse dia eu desci com a Walter, desci com a Walter, a pistola pequenininha, botei na bermuda e desci. Desci a hora, desci a escada que era sobrado, virei pro meu vizinho, cara. Mas por isso que eu falo que naquela época ainda
tava Sangue nos olhos. Eu bati no olho assim, ó. Eu vi os dois vindo solzão, os cara com aquela jaqueta race. >> [ __ ] Califórnia race. >> Na hora eu pensei assim, mano, tem alguma coisa errada. Só que eu tava ainda meio sonolento com a macarronada. Entrei no meu carro e dei partida. A hora que eu fui da, abri os portões, entrei no carro e dei a partida. A hora que eu fui dar partida, eu comecei a escutar: "Socorro, socorro, socorro". Falei: "Mano, que [ __ ] é essa, mano? Que gritam? Pelo amor de
Deus, socorro. A hora que eu des eu nem tirei meu carro, eu desci do carro e fui olhar. Quando eu fui olhar, a minha vizinha da frente, ela tava com uma L200 parada. A filha dela pequenininha devia ter, sei lá, uns 10 anos, 8 anos por aí, não lembro bem, mas era era pequena, era criancinha, tava no banco de trás, na cadeirinha, os caras vieram e queriam levar a menina no carro. Comeou no Volante, meu >> sequestro. >> É, ela grudou no volante. Eu não sei se era sequestro porque tava só dois cara ali. Normalmente
sequestro, os cara vem mais estruturado, >> tá? Mas aí não é aquele sequestro de que leva pr para sacar dinheiro. >> Isso, isso. Mas o que que aconteceu? Ela grudou e não soltava. Eles começaram a dar coronhada na cabeça dela. Coronhada na cabeça dela. Abriu. >> Abriu. E ela gritando. Ah, mano, >> eu eu já saquei fiquei olhando assim, ó, atrás da eu tinha uma árvore pequena na frente da minha casa assim. Eu fiquei olhando. Uma árvore também não tampava nada do meu corpo. É que eles não me viram. Ela, que que ela fez? A
menina entrou no desespero. A menina abriu a porta, não do lado do passageiro, do outro lado, e desceu. Quando ela viu que a filha dela desceu, ela soltou o cara, jogou ela no chão, ela agarrou a menina Assim e saiu correndo. Mano, a hora que ela saiu de, >> deixou as duas picanhas pronta. >> A hora que ela saiu de trás do ladrão, aí eu já catei e comecei tal. Fui. Mano, esse que tava em pé na do lado do volante virou e começou em mim. Pau, pau, pau. Oro subiu no estribo da L200, botou
as mãozinhas assim, ó, e começou pau, pau. >> Caraca, mano. >> Eu vi que eu ia tomar porque começou a Bater perto, né? Que você escuta, tem o muro da minha casa, começou a bater perto. Eu fui indo de reatirando assim, ó. E tem a o negócio de água, negócio de água e energia, aquela portinha de energia e embaixo o da água. Eu peguei e me escondi ali, cara, e comecei a trocar com os cara. Os caras tava tão confiante, mano, que os caras tava na posição que tava, ficaram pau pau. Um dos tiros que
os caras deram em mim, pegou na na parede do coiso, veio todo o Cimento na minha cara e eu tava abaixado ali. Aí chegou num determinado momento, ah, e tem um outro tiro. >> Se se marcar até hoje tem lá, porque o meu portão era é aquelas barras de ferro e quando o portão fecha tem uma chapa mais larga. Um tiro que os caras deram vinha, ia pegar direto no minhas parte baixa, porque o ângulo que veio assim ia pegar bem baixo. Sacanagem. >> Foi um monte de tiro que que eu tomei, eu não sei
como é que não me acertaram. E aí chegou num determinado momento, eu fui atirar, minha minha pistola parou aberta. >> [ __ ] >> olha, olha como Deus é bom, mano. Deus é grande demais. Esses ladrão não se ligaram que acabou minha munição. Eles entraram na caminhonete e saíram a milhão. Porque se eles fossem diabo capetado igual nós rota, mano, ele tinha vindo. E aí? E agora? Vai, toma. Mas não, eles entraram na caminhonete e Saíram a milhão. E tem um fato interessante também. O marido da minha vizinha, ele tinha uma berça, 380. Ele quando
ele escutou tudo isso, porque quando ela parou com o carro, ele entrou pela casa para dar volta para abrir a garagem. Ele escutou tudo isso, ele pegou a pistola dele e veio. Ele tava numa distância daqui ali no lino, meu perto. Ele pegou a pistola dele, deu um tiro nas na direção das costas do que tava no estribo, pau, e correu para Dentro de casa. Ele não acertou. E ele não acertou o cara. Eu só fiquei sabendo disso porque a hora que porque o que aconteceu quando eles entraram no carro e saíram a milhão, eu
subi correndo, peguei o 357, peguei o outro carregador da pistola e desci para ir pro meu carro atrás deles. Quando eu cheguei na calçada, ele já tava saindo com a BM dele e falou assim: "Vamos atrás, vamos atrás". Aí eu entrei no carro dele, uma BM preta. Aí quando eu sentei do lado Dele, ele tava com a pistola na mão. Eu falei: "Mano, você tem arma?" Ele falou: "Eu tenho, eu tenho porte, eu tenho arma". Ele falou assim, eu dei um tiro neles falei: "Mano, não acertou, né? O cara continuou atirando em mim sem parar".
Bom, aí nós somos. Quando nós chegamos na avenida de Mirim, os caras começaram a apontar, apontar na rua. A gente ia andando e os caras apontando, porque eu tava tipo, [ __ ] sem camisa, de bermuda, com arma na mão numa BMW. O Outro, quando nós chegamos lá na frente, na avenida mirim, cara, tem a favela do boi malhado. A caminhonete tava parada com as portas aberta, cheia de bala. Eu eu dei tiro na caminhonete toda. >> É. Aí que que eu falei para ele? Eu falei para ele assim, ó, >> fica aí no carro,
faz o 90, chama a viatura que eu vou entrar na favela. e fui. E aí eu comecei a entrar nos becos da da favela, só que eu tava descalço, Eu tomei um tiro aqui no pé de raspão, tava todo ensanguentado meu pé e com as duas armas na mão. Tô andando na viela, mano. Uma hora eu parei, eu senti o cano nas minhas costas, engatilhar no chão, filha da [ __ ] No chão, mano. Eu tava com as armas na mão. Eu falei assim: "Não, calma, calma, mano. Calma". Eu olhei assim, ó, era uns tiros.
[ __ ] Aí eu falei: "Meu, sou polícia, cara. Vai pro chão, filha da, vai pro chão". Aí eu deitei no chão assim, os caras pegaram Minhas armas. Aí quer polícia, o cara, eu falei, mano, eu sou polícia. Ele falou: "Pé, que é polícia? Você é louco, mano. Você é noia, tá sem camisa na favela". Aí eu falei: "Meu, tô baleado no pé, tomei tiro de raspão, os caras vieram me assaltar". Aí o que tava com a calibre 12 em mim, >> era um cara, era um cara grandão, alemão. Depois fiquei maior amigo dele. Ele
era chefe dos tiras do 13 DP. >> Que sorte. >> Aí ele levantou, ele falou: "Mano, você é louco, você é doente". Eu falei: "Como assim?" Ele falou: "O cara, você tá sozinho na favela, mano, com duas armas na mão, sem camisa, descalço". Eu falei: "Não, acabou de acontecer o assalto. Eu vim correndo com tudo. Ele: "Tá, cara, mas que você é louco entrar dentro da favela assim?" Eu falei: "Não, realmente eu tô errado, cara. Você me perdoa, eu tô errado." Ele falou: "Mano, como é que você não sei como é que nós não atiramos
Em você?" >> Aí eu falei: "Mano, agora pensando, cara, eu fiz merda". Ele falou: "Porra, mas e aí, irmão?" Eu falei assim: "Ele quer ir no PS?" Eu falei: "Não, foi de raspão, só tá saindo sangue, mas não tá nem doendo." O meu vizinho, que é o dono do carro, tá ali embaixo na avenida. Me dá um apoio. Aí nós descemos. Quando nós chegamos na avenida, a viatura do nono já tava lá. Aí eles, eles falaram: "O que você quer Fazer?" Eu falei: "Mão, leva pra minha casa, eu vou botar um tênis, uma meia, bota
uma camisa e a gente volta e eu vou pedir apoio da rota". Aí eu liguei na rota, cara. O não autorizaram o pelotão vir me apoiar. Ah, mas é, mas o nessa não, eu tenho uma que a rota apoiou em peso, mas nesse dia não foi autorizado. Mas nisso veio um sargento chama, o apelido dele lá na norte é o Flecha, [ __ ] cara decente. Depois eu comandei ele no tático do 18, cara. O cara linha De frente, esse taticão colou porque caiu no 90, né, mano? Aí eu cheguei lá, eu não conhecia o
Flecha. O taticão tava lá, os cara, ô chefe, o senhor não é Mike, mano. O senhor vai, o senhor vai para lá com a Polícia Civil. Os caras já apoiaram da hora, pá, mas vamos cair para dentro da favela com a gente. Aí eu agradeci os irmãos do 13, falei: "Cara, obrigado, vocês desculpem o que eu fiz lá. Vocês podiam ter feito disparo mesmo, vocês não ia estar nem errado. Desculpa os cara não, mano. Que vocês vão fazer? Não, não vamos dar um rolê na favela. Os cara a gente pode ir junto, não pode. Aí
voltamos pra favela, o tático com flecha, os tira ainda demolê, mas eu não achei nenhum dos dois, cara. Então esse dia foi [ __ ] Eu quase fui pro saco nessa tropa. Quase foi pro saco duas vezes, né? Primeiro pelos vagabundos. Três. Três. É assim que eu tô lembrando as mais agora. É assim, três. >> Primeiro pelos vagabundos, segundo pelos tiros. tá falando nesse dia. >> É, nesse dia, ó, as outras duas que eu quase fui pro saco foi quando vieram me roubar no Shopping Penha na Antônio Lobo. Eu acho que eu já até te
contei lá no Snyider, né, que os dois ladrão vieram me enquadrar no carro e eu troquei com os cara, matei um ali, o outro caiu depois da rua lá. Essa aí é do é quando vieram roubar meu carro no Shopping Penha. E a Outra, cara, um dia eu tô entrando na no CPO, um polícia chamado, [ __ ] se eu não tiver enganado, é trindade. Ele morreu vítima de latrocínio, esse polícia, >> [ __ ] mano. >> Eh, depois desse fato aí, eu tô entrando, eu trabalhava paisano, né, meu, com a com com a equipe
do do da infiltração. Nós estamos entrando, polícia me parou assim, ele fardado na guarita do quartel, ele era da guarda. Ele falou: "Chefe, posso falar um minutinho com o senhor?" Falei: "Fala". Falou: "Chefe, o senhor tá fazendo os [ __ ] levantamento aí, né, o P2 aí e tal". Falei: "Tamos, mano". Ele falou: "Ô chefe, eu umas três vezes já entrando no Elba, mano, os caras tava fazendo bloqueio na entrada do Elba, >> caral". >> Aí eu que cara é, então é, você é da Leste, você sabe. Aí eu falei, "E naquela época ainda o
pezão era o pezão, Né?" Pezão que comandava lá. >> Isso. Isso. Aí eu falei assim: "Não, mano, que quem que tá fazendo bloqueio?" Ele falou assim: "Os ladrão de metralhadora calibre 12, pistola na mão". Eu peguei, cara, nesse dia, eu falei: "Ah, é, ô, eu já fui muito, muitas vezes com a rota lá, nunca vi isso aí não". Ele falou: "Não, chefe tá". Falei: "Mas como é que você sabe disso?" Ele falou: "Eu tô fazendo bico para Marabá E nós estamos entregando linha branca lá dentro do Elba. A gente vai com Uno, tem uma calibre
12 que fica no meio da gente. Eles estão ligado que a gente é Opil ou ou Mike e a gente tem arma. Eles não toma arma, manda entregar e sair. Toda vez nós estamos tomando esse enquadro. >> [ __ ] que >> eu peguei e falei: "Mano, não é possível, mano. Não é possível". Aí ele: "É isso mesmo, chefe. O senhor não quer Ir lá dar uma olhada? O senhor tá com o carro paisando aí mesmo, mano. Vamos lá. Eu falei: "A hora que der, a gente vai". >> Desacreditou, né? >> Desacreditei, mano. Aí entrei
uma segunda vez, ele: "Aí, chefe, quando é que nós vamos lá?" Eu falei: "Não, nós vamos ver. Nós vamos ver." Na terceira, quando eu fui entrar, ele falou para mim assim: "Ô, chefe, você tá com medo, né?" Ah, mano, aí mexeu com bri. Não, aí fodeu. Aí mexeu com aí fodeu. Descida da Viatura, fui lá no coronel Barros. O comando, tudo bem com o senhor? Tudo bem. Falei, posso tirar um polícia aí da guarda? Ele qual que é Riu? Falei: "Não, esse cara falou isso, isso, isso, isso. Eu quero ir lá dar uma checada". Ele
falou: "Mano, cuidado, esse polícia não tá acostumado com esse trampo que vocês estão fazendo". Falei: "Não, de boa". O Trindade sentou atrás de mim aqui. Foi o sargento Estevão [ __ ] 20 anos de mais que 20 anos de rota, trabalhou com Os cara mais top na rota. E aqui do meu lado o bofão que você conheceu aqui atrás de terceiro. E nós com uma paratizinha descaracterizada. E por sorte o que salvou minha vida, eu tava com uma HK MP5 e coronha curta. Ela tava aqui, ó, baixinha assim, ó. Se eu tivesse com fuzil, eu
tava morto. Aí vamos lá. Só que o Elba, cara, você entrava no Elba assim, ó, ali onde tinha o negócio do gás e a igrejinha, era rua boa, com umas casas boa. E ali eles Faziam um drivezinho pequeno. O drive top, que é o que vendia muito, era lá no fim da rua, na entrada da favela. E era uma rua sem, era uma rua sem saída que você tinha que virar assim e voltar. >> Que que eu botei na minha cabeça? Eu, mas fui burro. Falei assim, é, esse bloqueio os caras não vão fazer aqui
perto da avenida. Os caras fazem lá no fundo da favela, porque quando entra a viatura os caras vão correr. Os caras Não vão fazer um bloqueio com metralhadora calibre 12 na >> na cara perto da avenida. Não vão. >> Então, falei pro falei pro pro nego, eu falei: "Nego, vai, vai, mas já vai." E tipo assim, vamos indo lá pro fundo, só que não entra milhão como se fosse viatura que os caras vão ganhar. Entra na mainha, mas vai até o fundo ele. Beleza, chefe. Mano, na entrada nós andamos tipo assim, 50 m. Quando eu
olho assim, ó, que saiu, porque lá é uma rua E o negócio de gás, ele faz assim, ó, e aí vem outra rua para cá. A hora que nós entramos assim, ó, que nós fomos chegando perto da esquina do gás, os caras já saíram de trás do gás com a metralhadora calibre 12 e mandaram parar o carro. [ __ ] que pariu. Nós quatro polícia, quatro armado. Eu com uma HK no meio das pernas. Eu olhei assim, ó, juro para você, eu vi o cano da metralhadora apontado na minha cara assim, ó. E o Cara,
e aí, boy, veio comprar do lado esquerdo aqui, onde estava o Estevão e o Bofo, tinha mais uns dois moleques de pistola na mão e dois pequenininhos sentado com uma mochilona cheia de droga, lotado de droga, mochilona. Na hora eu só ouvi o bofão, ele ele ele encostou assim, ó, na coluna e falou assim: "Sai, sai, sai que os cara vai, vai, vai, os caras vai apertar, mano. A gente tava encurralado dentro da viatura. Por sorte, esse cara que me Enquadrou, ele não viu a submetralhadora aqui. >> [ __ ] que pariu. >> E outra
sorte que também nós demos, nenhum dos quatro resolveu sacar, que é uma coisa normal da gente. Você vê um instinto nosso, você vê um cara armado, você começa tal. Ninguém, mano. Os quatro congelaram. Quatro congelaram e o cara virou para mim o da metralhadora, falou assim: "Aê boy, veio comprar, pega lá no fundo". Eu fiz, eu juro, cara, eu fiz assim, ó. Eu tava vendo eu tomar na cara, mano. Aí eu fiz assim, ó, já gelei. Deu aquela sensação da morte, mano. E o e o Nego Estevão nem acelerou, continuou indo devagarzinho assim, ó. Meu,
quando nós passamos deles uns 100 m, eu já catei a metralhadora, eu falei: "Vai, cara, vamos os calma, calma". Aí ele entrou na direita assim, ó, antes de chegar no drive, parou. Eu falei: "Para, para, para". Falei: "Vamos descer lá, vamos Sentar o pau em todo mundo." Os cara, "Chefe, você é louco, calma". Falei, não, calma não, mano. Vamos não, aqui não dá. Falei: "Então vem". Aí, que que eu fiz, meu? Juro, cara, eu meti a sub no na rajada. Botei ela em posição e fui em conduta de patrulha, só que nós estava paisando na
rua paralela de cima, demos a volta, descemos uma viela >> que ia sair de frente com os cara, pulamos para dentro de uma casa. Nessa Casa já começa que os cachorros já vieram os pequenininhos para cima, começaram a caguetar. É cachorro. >> Aí nós nós subimos, escalamos e deitamos numa numa sacada que tinha como se fosse o segundo andar. E nessa sacada, o parapeito dela, sabe aqueles negócios de cimento que faz assim? >> Sei. >> Entre um e o outro fica um buraco. >> Fica um buraco ali dentro. >> Então ficamos deitado nós três, eu,
o Estevão e o Bofo ali, eu com a metralhadoras, eles com as pistola, olhando os cara. Os cara a gente via tipo assim, ó, em 80, 100 m, os cara com a metralhadora aqui, o outro com a calibre 12, os molequista, ia, trocava ideia com os menininhos, tal. Eu já virei para isso assim, mano. Na moral, eu arrebento, eu arrebento dois, você cata o outro, você cata o outro. Os cara, chefe, aí que é [ __ ] Você é bom você trabalhar com o antigão, Né? O cara cabeça. >> É bom cara aqui. >> O
o o sargento virou para mim. >> Não, o sargento virou para mim e falou: "Chefe, pera aí, pera aí. Antes antes de sentar o pau, te falar uma coisa. Quantos caras nós estamos vendo aqui?" Eu falei: "Ah, pelo menos uns cinco". Ele falou: "Tá". E os que nós não estamos vendo? Eu: "Como assim?" Ele falou: "Chefe, aqui é o ninho dos cara". Se começar um uns tiros aqui, se sair 10 Armado aí de dentro que nós não vimos, quem vai vir? Quem vem aqui para apoiar a gente? >> Detalhe. É, é, é, é. E as
munição, >> então, ouve só. >> Não tava preparado para isso. >> É, não, mas você vai lembrar do negócio que eu vou falar porque você é da Leste. Aí eu falei assim: "Não, mano, a gente arrebenta eles e volta correndo pra rua de trás na viatura". Ele: "Chefe, pera, qual viatura nós vamos pedir apoio aqui Na hora na para poder trocar? Eu falei: "É, mano, 19". Ele falou: "Chefe, o que que aconteceu aqui recente aqui no 19? Lembra quando teve o a subtração das armas no 19? Foi tudo pro Elba?" >> Lembro, lembro. >> Foi
logo depois, mano. Ele falou assim: "Ô, chefe, os caras acabaram de extraviar armamento tudo 19". Eu, para mim, inclusive, essa essa submetralhadora aí, essa bereta e essas pistolas deve ser dali. >> Senhor, tem certeza que não pode colar uma viatura aqui com os cara comprometido? Tem isso. >> Eu falei, não pode acontecer. Falou: "Então, chefe, na moral, vê se tem rota perto". Aí eu liguei pro tenente Rort, ele tava acho que em Osasco, na área do 16, longe para [ __ ] Aí eu falei: "Irmão, consegue algum pelotão para vir para cá?" Os eles falam:
"Não tem ninguém na leste, vai demorar para [ __ ] vocês vão ter que ficar aí Horas". Falei: "Mano, não dá, não dá, mas que que tá acontecendo?" Falei: "Não, tem um monte de cara armado aqui, eu tô olhando tal". Ele falou: "Cara, não dá". Aí desliguei, cara. E aí, chefe? Falei, rota, esquece. Que que o senhor quer fazer? Falei: "Não, mano, você tem razão. Vamos voltar pra viatura, vamos sair fora e vamos voltar com operação, porque a gente não vai conseguir fazer nada". Cara, a gente pulou de volta, pulou o muro de volta na
Rua, fomos, fomos tipo conduta de patrulha, um virado para trás, outro pra frente, pá. Voltamos lá na Parati, onde tava o Trindade. Entramos no carro. Cara, eu tinha uma sensação de ódio, de ódio, >> impotência, né? >> Eu fiquei tão puto, tão puto, Castrão, que eu fui direto pro Águia. Fui no na base do Águia. Nessa época eu trabalhava direto com o Comando Geral. Expliquei para ele, ele ligou pro comando do Águia, eu decolei. Eu eu de passageiro, né? Decolamos para lá. Aí já o pelotão de rota já tava caminho da leste. Nós montamos uma
operação, cara. Juro para você, nós fizeram um voo baixo, pelotão chegando. Quantos caras tinha armado lá? >> Não era só os cinco, com certeza. >> Zero. >> Ah, já tinham saído fora, pô. >> Não tinha saído fora. Sabe o que acontece na lá no Elba? Os caras tem Olheiro meio espalhado em toda a região ali. O Águia ele vem quando ele passava da Casas Bahia lá na oratório já os car já gritavam >> na oratório, os cara no radinho, tá vindo o o Águia, eu não sei como é que eles chamam águia. Por isso que
toda vez que a gente ia de rota lá, a gente dificilmente pegava alguma coisa. Para pegar, a gente tinha que desembarcar, ficar andando na favela Até trombar alguma coisinha, porque no drive você não pegava nada. Os cara qu do olheiro, o pelotão tá vindo na oratório, lá no oratório alguém já tá a rota chegando aí os cara vá sumia tudo >> aí. Olha que situação triste também. Nós entramos lá no no na vielinha da da igrejinha e ficamos lá atrás no mato. Falei pro pro tenente Rot, falei assim: "Eu manda as viaturas sair". Ficou a
equipe do Racort e nós paisando ali Trocando ideia. Falou: "Vamos dar um tempo, ver se algum desses caras armado volta, tira as viaturas". Estamos lá, me entra um cara, ô, me dá uma de 10 aí, me dá uma de 10 aí. Só que ele tinha olhado a gente, paisano. Quando ele olhou um pouco mais assim, ó, ele viu os fardados. Aí nós já, ô, vem cá, vem cá, vem cá, vem cá, vem cá. Quando vai armado, ô ladrão, ladrão. Ele não, não, não, não, senhor. Não, não. Sou polícia do 10. Polícia pegou bem no horário
do almoço dele lá, catou o carrinho dele e foi lá comprar droga. [ __ ] >> foi expulso. >> Pari, que merda, mano. >> Foi expulso, >> [ __ ] Que situação do [ __ ] meu. Você é louco, mano. >> [ __ ] né? >> [ __ ] [ __ ] Ó, o Rodrigo mandou no super chat. Paganoto, sou perito. Vamos Responder esse último aqui pra gente encerrar. É, precisa ir embora, mano. >> Tem pagan sou perito e gostaria de saber por o auto comando da PM não promove cursos para preservação da cadeia de
custódia da prova para não prejudicar os praças que fazem o primeiro contato com o local de crime. Abraço. >> Na verdade, cadeia de custódia, preservação de local, tudo isso você aprende na escola de soldado e na escola de sargento. Faz parte do da grade Curricular. Se você tiver dúvida de conhecer, inclusive pode dar uma chegadinha na escola de soldado, pode dar uma chegadinha na escola de sargento que você vai ver que existe essa instrução. Problema é que tem uns amigos que eh dão umas mancadas, né? vacil >> mexe onde não é para mexer. >> Exatamente.
>> Realmente assim, ó, um curso mais específico como o teu de perícia, os caras não dão. Não aprofunda tanto, não aprofunda em DNA, não aprofunda em determinados tipos de vestígio, tal. Então o policial não tem um preparo que tem um perito, mas o básico, o básico que é presação >> preservar eh, como é que fala? É >> perímetro. >> Perímetro. Eh, Quer ver um negócio? Vamos dar um exemplo assim, ó. Era muito muito natural quando a gente chega num local que o cara tá baleado, você mexer para ver se realmente está morto ou vivo, porque
se ainda tiver vida, você vai ter que socorrer. Então você acaba mudando posição. Muit das vezes o policial acha que tem que identificar para saber se é vagabundo, se é polícia, se é vítima. Tem >> vira ele para pegar a carteira para saber se real se tá morto, porque o delegado vai perguntar. E aí, morreu do quê? Ele tá pelo menos, ó, tomou uma facada, tomou um tiro. >> É, não. E outra, você quer ver uma coisa? Você quer ver uma coisa? A constatação do óbito nem sempre é tão fácil. Local às vezes escuro, ermo,
tal, o cara já tá meio geladão, mas você tem que olhar direitinho para ver se já tá em óbito. E outra coisa também, e se for Polícia, for um irmão que tá com uma com uma funcional lá num bolso e você já tá presumindo essa morte? Ah, não vou mais mexer que aqui já era. >> E o cara tá vivo. >> Ó, o milagre, o milagre ele fala para mais, né, por causa do problema do freio, mas ele fala que o socorro dele não foi extremamente adequado. Lembra? >> Eu lembro >> que foi Polícia Militar
que socorreu ele. Essa dúvida, meu amigo, é muito Muito ruim pra gente. Tem várias ocorrências que o cara tá achando que é ladrão, que é treta. do caramba, é um polícia que tá ali. Então, o mexer às vezes também tem alguns motivos de você tentar se certificar realmente que aquela vítima ali não é um polícia, não é alguém eh importante e tal. Então, existem erros, claro que existem erros. O cara já tá com óbito praticamente escrachado ali e você vai querer identificar mexendo em carteira, mudando Posição, tal. É ruim. mas que existe sim dentro da
nossa grade curricular na escola de soldado de sargento e de oficiais toda uma toda uma instrução sobre preservação e perícia. Ah, na academia de oficiais a gente tem aula de necropsia, tem aula de balística, tem aula, tem eh perito forense que dá aula na academia >> aí. Beleza. Ó, o Dionísio, que é o meu amigo, né? O amigo Dionísio. Aí, calma aí. Fui da banda e do Pelopes. Abraço, Senhor. Aí, [ __ ] Manda o o Live Pix aí. >> Vai que tem que ir embora, mano. >> É, vamos embora. >> Suboficial Castro, coronel Paganoto.
>> É o Oliver. >> Minhas, >> vamos ver. >> Honrarias aos senhores. Falo aqui do Mato Grosso do Sul. Sempre de vez em quando tem alguém e levantando a bola aqui da PM do Mato Grosso do Sul. Vocês Poderiam chamar alguém aqui, tá? Um veterano da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul. E aqui tem uma polícia chamada DOF, que é o departamento de operações de fronteira, o antigo GOF, que era o grupo de operações de fronteira, que é um departamento que cuida muito bem do nosso estado, >> tem batalhão de fronteira, >> assim como
a PM também, que é uma parceria entre a polícia civil e a polícia militar aqui que opera de Helicóptero e por aí vai. Abraço aos senhores. >> Ô, valeu, meu irmão. Obrigado aí. >> Eu conheço o comandante do Batalhão de Fronteira que eu não vou lembrar o nome dele aqui. Ele ele teve aqui no policiamento rodoviário, o Batalhão de Fronteira aí no Mato Grosso do Sul, no Mato Grosso. Essas unidades de fronteira são top. Regaço, vão para cima e produzem. >> É isso aí. Mas vamos tentar trazer Alguém aí. Tem outro aí. Manda o outro
aí. >> Boa noite, sargento CO. Boa noite, coronel Paganoto. Sargento Cáro, chama o major Leonardo Novo do Rio de Janeiro para um podcast. Tenho certeza que vai ser um dos melhores podcasts até hoje feito aí pel por vocês. O Cavira é [ __ ] e tem muita ocorrência. Muita ocorrência. O Leonardo, >> abraço. >> O Leonardo é um cara que escreve livros, ele entende muito da área jurídica e escreve livros, escreve livros bem bacanas de de operações especiais. >> Valeu, meu irmão. Obrigado pela indicação. Vamos tentar fazer um contato com ele para ver a possibilidade
aí. >> Se o cara tá nativo, infelizmente vai ser difícil trazer ele, né? Tem que ter uns doido, né? Não dá mais não, porque tem uns doido aí. O sento batata vem e arrebenta. >> Batata é figuraça, né? Divide comigo lá. O Glauber Nilsonça. É. Eu, ele e o Carcará e o Coptúlio. Os cara tudo bom, tudo bom. >> Estamos junto. Ô coronel, obrigado pela presença do senhor >> Castô, nós são amigo, velho. Quando você precisar de mim, >> ô, essa mesa aqui é pr os caras não ter contato, né, mano? É que agora eles
não sabem, agora nós somos polícia, a gente é assim, a gente se cumprimenta. A gente É povão, cara. É chique, né, meu? Gente, eu quero agradecer a todos que ficaram com a gente até agora aqui. Foi muito top. Hã, é, >> é, eu acho que eles têm medo de apanhar, por isso fica longe assim, né, meu? Tem medo. Então, o Júnior tem medo. Então, obrigado a todos que ficaram até o momento aí. Obrigado pelo super chat, obrigado pelos lives. Tamo junto. Muito obrigado a todos. Coronel, câmera do Show para senor fazer o as considerações. >>
Galera, obrigado quem acompanha. A gente tá sempre junto. É, é bem legal todo esse toda vez que eu tô com o Castrão. É, é da hora, né? É resenha. É resenha. Ô Júlio, próxima vez pode vir, mano. A gente é brother. Vou tá bem aí. >> Ficou com medo, mas eu sou maior quer reuniu. Maió de boa. >> Brincadeira. Eu sei que você não pôde participar. E cara, boas festas para Todo mundo. Aproveita esse feriado. Esse é o tipo de feriado que a gente, cada um na sua religião, para para pensar um pouco, >> refletir
um pouco, >> refletir um pouco em respeito ao próximo, caridade, eh, fazer o bem. Quem tá com o com o corpo lotado aí de de demônio, vê se aproveita esse fim de ano para dar uma limpada, né? >> Para dar uma limpada, viu? E vamos começar 2026 com a cabeça muito melhor, Porque vai ser um ano de várias decisões importantes e chega de colocar gente para decidir o que fazer com o nosso dinheiro. Gente despreparada, gente cheia de de intenção ruim, gente querendo só só querer se dar bem. E vou falar uma coisa também, viu?
Não dá para ter resultado diferente usando sempre as mesmas pessoas. Renovação nessa merda toda. >> Boa. É isso aí. >> Valeu. >> Agradecer a todos aí mais uma vez. Estamos junto. E fiquem ligeiro, hein? Do dia 23/12 ao dia 5/01 vai ter uma pá de demônio aí na rua. Vamos ficar ligeiro. Vão ficar ligeiro ao chegar, ao sair de casa. Oriente seus filhos, oriente seus familiares, beleza? Contem sempre com a Polícia Militar, com a polícia civil, com as forças de segurança do país. Tamo junto. Abraço.