nós estamos na sexta extinção em massa no planeta terra a chamadas listas vermelhas mostram que 21 por cento das espécies estão em risco de desaparecer para tentar recuperar a natureza desse prejuízo cientistas precisam criar prioridades é basicamente ter que escolher quem tentar salvar primeiro infelizmente pela magnitude do problema a gente não tem nem recursos financeiros nem recursos humanos para tratar de todos os problemas que surgem neste momento então que a ciência da conservação tem feito um projeto é um processo de priorização estimular o que acontece na emergência de um hospital então um charmeiros e os
médicos eles têm conhecem né saúde da pessoa anatomia todo para identificar quais são os casos mais urgentes que se não forem tratados rápido pode levar o paciente ao óbito e aqueles que podem esperar mais um pouco em biologia gente faz um pouco sem lado a gente tenta estudar quais são as espécies que tem uma necessidade urgente e que se a gente não cuidar dela de logo acho que provavelmente vão ser extintas em pouco tempo e aquelas que podem às vezes esperar um pouco a receber alguma atenção por parte dos cientistas não é só o risco
de extinção que é levado em conta nessa ordem de prioridade a ideia é preservar a biodiversidade de espécies mas também de funções e conexões por exemplo os mamíferos tem várias estratégias reprodutivas os placentários são gerados numa placenta no corpo da fêmea é o caso dos seres humanos e de outras 4.000 espécies já os ornitorrincos também são mamíferos mas gerados em ovos por isso chamados de monotremados igual a eles só existem outras três espécies de mamíferos se eu perco espécies placentário a estratégia reprodutiva ainda está muito preservada em vários outros grupos essa informação biológica ela está
presente se eu perco ornitorrinco eu posso perder toda uma linhagem estratégia reprodutiva dentro de mamíferos eu não vou ter mais a possibilidade de mamíferos se reproduzirem através da de ovos por exemplo e nessa história até o pequi pode ocorrer risco o hino de muitos pratos principalmente em goiás não está em extinção o problema é que um certo morcego pode ficar em perigo algum corte poda quiserem o nome científico do morcego ou polinizador do pequi e é uma espécie que tá começando a ficar um população bastante reduzidas e potencialmente ameaçada de extinção então por exemplo a
produção de pequi como era a essa espécie é o principal polinizador do pequi a produção de pequim esse essas populações diminuir em muito também podem começar a sofrer com isso no futuro o morcego está na lista de prioridade feita por pesquisadores da ufg incluindo o professor daniel que mostra quais mamíferos precisam ser foco dos trabalhos de conservação nos próximos anos na verdade eu estou no ranqueamento a gente analisou todas as espécies nacionais e fez uma espécie de lista de priorização dentro dos mamíferos existem peças que são altamente prioritárias ou seja elas estão ameaçadas de extinção
e tem um papel ecológico ou não é uma função um histórico evolutivo bastante singular em importante é mas que elas não estão protegidas em umidade conservação é e tem poucos estudos sobre elas estudo levanta para gente um alerta bastante sério né qual que é o risco de se perder espécies professor a gente corre uma série de riscos na verdade a gente pode tá perdendo espécies né o nosso conhecimento sobre o planeta se obter felicidade conhecimento científico ele vai ficar faltando alguma coisa porque se a espécie foi extinta antes de ser descrita a gente nunca vai
conhecer ela e outra coisa que a gente associa a gente abre perda de oportunidade a gente tem por exemplo indústria farmacêutica gente tem diversos fármacos são derivados hoje em dia a gente produz eles através de processos industriais mas composto foi descoberto através de pesquisas com organismos biológicos né a gente descobriu o composto a partir do momento fez um processo para sintetizar enfim se a gente tá perdendo espécies em conhecê-los a gente pode tá perdendo oportunidades no ramo farmacológico no ramo de cosméticos em extinção é uma coisa natural desde que o mundo é mundo literalmente espécie
surgem e é o problema de hoje é a velocidade em que isso acontece como que a gente tem tanta biodiversidade hoje em dia historicamente normal é que as taxas de surgimento de espécies são maiores do que as taxas de extinção então ao longo do tempo a gente vai acumulando espécies no planeta durante cinco períodos né esse balanças inverteu as taxas de extinção ficaram maiores do que está cheio de especiação e o grande na verdade gente tem uma perda líquida tem vez foi de perder a espécies a última grande extensão inácia mais famosa que a maior
parte das pessoas conhecem é do final do cretáceo que extinguiu os dinossauros sem ser já tem um de dois anos publicado trabalhos que comprovam de que a gente já está no sexto evento de extinção em massa e a diferença desse para os anteriores aqui é causado principalmente pela ação é causado pela ação humana pena essas outras cinco extinções em massa que acorreram anteriormente a vida não desapareceu mas como ela se reorganizou depois foi de uma maneira muito diferente do que tava antes então nós como espécie a gente já em consequência de um processo de extinção
em massa provavelmente a gente vai ter nenhuma perda muito grande espécie uma perda muito grande de serviços ecossistêmicos como por exemplo a gente está tendo problemas de água atualmente no rio de janeiro né problemas de enchentes enfim todas essas coisas estão conectadas né e eu perder espécies isso começa a gerar consequências também para a qualidade de vida da nossa espécie no planeta ainda dá tempo de reverter e a gente vamos 45 de nós já está nos acréscimos do segundo tempo mas a gente pode reverter talvez não mas a gente pode minimizar os impactos do que
tá vindo por aí basicamente conservando basicamente conservando e para conservar a gente precisa estudar isso