E pessoal, boa tarde. Eu queria me apresentar, sou a Caroline Dutra, coordenadora da área de inovação e pesquisa e desenvolvimento aqui da Eng Brasil Energia. É um prazer estar aqui na nesse momento aqui do workshop do Desafio Inova Solar. Eu queria dar conhecimento da participação de de gerentes, engenheiros aqui das nossas usinas, né? O meu gerente Felipe Réges de Simonid do Departamento de Gestão da Performance e inovação. Eh, também o colega Fernando Varela do mesmo departamento de performance da área de da coordenação de inova de performance, desculpa. O gerente Sérgio Mais das usinas de fotovoltaicas
aqui da Eng, o gerente também colega Mário Cusates, a colega Evelyn Herman, também do Departamento de Meio Ambiente da Eng. Eh, também deve estar participando deste momento aqui a engenheira Diane Dean e Entre outros engenheiros aqui da área das usinas, da área de performance, da área de engenharia, estão aqui à disposição nesse momento para tirar dúvidas técnicas do nosso edital de inovação. OK? A gente queria comunicar que dúvidas referentes a como executar e como apresentar a proposta, né, de dúvidas de como preencher as propostas, qual o limite orçamentário, essas dúvidas estão sendo respondidas por e-mail,
né? Nós temos o e-mail inovação, Sem cetidilha e sem ti, né?
[email protected]. Eh, através desse e-mail, a gente está coletando as perguntas e respondendo elas de forma eh equânime para todos no nosso FAC. Inclusive, hoje atualizamos o nosso FAC no site do edital e temos assim a cada dois três dias atualizado o FAC, onde a gente dispõe das respostas públicas para todos. OK? Hã, a gente queria comentar, né, da nossa felicidade de tá fazendo esse Edital, porque ele é um edital focado no crescimento da INE, né? En de hoje é a maior geradora eh 100%
renovável do país. Está se expandindo bastante pra região do Nordeste também, regiões norte também do Brasil, mas bastante as energias, a energia solar está se expandindo muito pro Nordeste, aonde também queremos fomentar nossas parcerias, né? Queremos ter mais instituições dessas regiões que estamos expandindo, eh, fazendo projetos Conoscos para conseguir mais soluções práticas, né? E então, através desse edital, queremos encontrar parceiros que encontrem juntos soluções para os nossos desafios. Esses projetos que a gente for selecionar, eles vão eh compor, né, nosso programa de PID eh regulado pela ANEL. Eh, mas e a gente queria ainda dar
um destaque, né, que além de a gente estar cumprindo uma regulação, a gente vê esse recurso como uma oportunidade realmente de melhorar e de crescer, né, O nosso negócio de forma sustentável e e crescer o negócio de vocês também, né? Aqui temos também a participação de startups, empresas, instituições, então a gente quer muito fomentar o desenvolvimento de todos, né? Isso aqui é pra gente encontrar parceiros mesmo, crescer junto e encontrar soluções juntos. Hã, então, eh, vou passar a palavra aqui pro Juliano Mazuti, engenheiro aqui também da nossa área de inovação, que vai fazer a condução
das Perguntas, né? Então, eh, queria enfatizar que as perguntas vão ser recebidas por chat, tá? por escrito, a gente não vai abrir o microfone paraa gente poder fazer uma melhor gestão do tempo, tá? Eh, e então a gente pede que as perguntas sejam curtas, rápidas, se possíveis. Eh, quem quiser também se apresentar no chat, dizer de onde escreve, né, principalmente assim, eh, nome da instituição, região do país, um talvez um link da sua instituição, tá, Pra gente depois eh ter o contato de vocês, né? Isso aqui é é uma aproximação também com instituições que a
gente às vezes não conhece. Então, deixem as suas suas apresentações ali no chat e mandem então as perguntas, tá? As perguntas que a gente não tiver tempo para responder nesta 1 hora30, nós iremos coletá-las e também responder no nosso FAC, tá? A gente vai fazer um fac, a gente tem um fac e a gente vai ter um fa, OK? Então, muito obrigada pela Presença de todos. É um prazer aqui ver que temos mais de 100 pessoas neste momento aqui nessa sala. E passo a palavra então pro Juliano Mazuti. Obrigado, Carol. Ah, primeiro passar aqui para
todos, né, nós temos sempre o nosso momento de segurança aqui, tá? A gente nosso minuto de segurança pra gente passar para todos aqui. Então, a uma das coisas que a gente mais, né, preza aqui também na é o quesito de segurança. Então, acredito que muitas Das soluções que a gente vai receber de vocês vai vir com essa pegada. Então a gente evidencia, né, então que nossos ativos têm a segurança plena de todos os colaboradores. Então só pra gente, né, manter aqui o nosso minuto de segurança também, então, para todos e já desde já agradecer a
presença de cada um, como a Carol comentou aqui, tá, pessoal? até pra gente manter aqui o nosso, né, nossa forma aí de uma forma bem tranquila para não dar voz para um ou para outro aqui e Ter esse equilíbrio. Pedimos para vocês então que vocês mandem aqui de as perguntas no próprio chat e aquelas perguntas principalmente com o foco técnico, tá? Então se possível coloca ali o desafio na frente, né, da pergunta que daí a gente direciona paraa resposta voltada para aquela pergunta. Então, a gente tá aqui, né, com o nosso pessoal da das usinas,
nosso pessoal técnico para para facilitar e com certeza para melhorar a inscrição de vocês e Direcionar para essas questões. Então, lembrando disso, eu vou começar com uma aqui que ela tá bem evidente, tá? E deixa eu até para não o o quesito aqui do desafio três aqui que o que o Ricardo telecomentou aqui, tá? Vou vou puxar essa primeiro e depois a gente vai tá colocando outras aqui, tá? O Ricardo Castle comentou aqui, gostaria de saber, né, no desafio três, né, o custo estimado atual do controle de vegetação hoje nas usinas, né, e a frequência
de Corte, né? Ah, daí queria passar aqui a palavra aqui pro Sérgio Mais Sérgio, pode ser contigo essa essa primeira pergunta aqui, tá bom? Eh, legal. Eh, obrigado, Juliano, e obrigado a todos aí por participarem do nosso desafio. A gente realmente tá contando que vocês nos trarão soluções bem criativas, inovadoras aí e com esse com o objetivo de melhorar a performance das nossas usinas. Com relação a essa pergunta especificamente, Ricardo, é o seguinte, Eh, como eu acho que tu pudesse observares ali no nos editais que nós estamos espalhados aí em algumas regiões, né? Então, nós
estamos lá no norte de Minas Gerais, eh, na no oeste da Bahia, estamos lá no Rio Grande do Norte, ali próximo de Fortaleza. Então, nós temos usina em Juazeiro e nós temos usinas espalhadas em vários lugares e com assim mesoclimas assim diferentes, né, e com terrenos diferentes. Então, eh, não dá para generalizar isso, mas eu Posso adiantar para vocês o seguinte, essa é talvez o nosso maior custo hoje de OIM nas nossas usinas solares, tá? é um é um dos maiores desafios nossos é justamente esse controle da vegetação, porque nós temos eh basicamente eh uma
assim períodos bem eh definidos, né, de períodos secos e períodos úmidos. Nos períodos úmidos a gente tem uma quantidade muito grande de chuvas. Eh, então assim, entre dezembro, março, às vezes até abril, a gente tem muita Chuva. eh, e isso acaba, eh, provocando assim um crescimento muito acentuado da da vegetação. E no nos outros períodos, no restante do ano, a gente tem exatamente o contrário. A gente tem uma um uma seca muito grande. Então, parte dessa vegetação, se ela não for cortada e controlada, ela acaba secando e dando origem a incêndios nos nossos parques. Então,
a gente costuma dizer que a gente tem o o período em que a gente se afoga e o período que a gente se queima lá nas Usinas, porque é bem caracterizado isso. E a gente falando assim, eh, pode parecer, eh, que não é tão sério, mas na verdade, eh, para vocês terem uma ideia, as nossas usinas elas normalmente para se chegar na usina nós passamos por estradas de terra, porque elas ficam em fazendas onde antes eh havia alguma cultura ou mesmo e que havia não havia muita muitas vilas, muitas residências próximas. Então, a gente tem
estradas de barro que a gente precisa ficar Mantendo, eh, e quando chove alaga tudo e a gente tem dificuldade até de chegar nas nossas usinas. Mas assim, eu, desculpa se eu não vou te responder, não vou te dar um valor, mas eu vou te dar uma ideia de grandeza, né? Como eu falei, é eh é talvez hoje a nossa maior preocupação e o nosso maior custo de OIM nas nossas usinas solares, né? E quanto maior é a usina, bom, a frequência por ano, ela também depende do do local onde da a Usina e esteja, né?
Eh, a gente tem eh lugares onde a gente faz uma campanha de corte a duas por ano e tem lugares que a gente precisa ter três até quatro campanhas de corte por ano, tá? Se a gente for, a gente, obviamente que a gente tá falando de uma, eu até costumo brincar com o meu pessoal que a gente, na verdade, a gente não corta, né? A gente faz uma poda. Então, na verdade a gente poda as árvores aí quatro, as plantas quatro vezes por ano e elas Sempre nascem mais resistentes e mais fortes, né? Porque a
gente realmente a gente eh faz um corte da vegetação. Não sei. Eu sei que eu não respondi exatamente a pergunta, mas eh já dei uma ideia de importância e grandeza desse desafio três aí para vocês. Bom, Sérgio, obrigado, viu, pela resposta aqui. Acho que já contemplou também pro pessoal também ter a compreensão que nossos ativos estão espalhados, né? Então, em várias regiões Também. Ah, vou passar aqui para uma outra pergunta aqui. Só fiz a pergunta aqui. A INC tecnologia de limpeza automatizada ou revestimentos antiaderentes que tenham se mostrado eficazes no campo? No caso desafio um
de limpeza de painéis, se a gente já fez algum teste, né? E quais as tecnologias aqui já pré-existentes. Eu não sei se pode ser essa pro Domingos. Que que Domingos nos diz aqui? Pode ser. Pode ser bom. Eh, que foi que fez a pergunta? Desculpa, Juliano. Isso do o se nós, né, da já fizemos testes, né, e temos conhecimento, né, de tecnologias para limpeza de painéis, né, seja testes, né, de robô ou de tecnologias antiaderentes. Certo? A gente já fez diversos testes, né? Eh, tá, mas nada ainda conclusivo com relação aos testes, né? A gente
tem feito um teste recente e com alguns robôs. Eh, fizemos ali em Paracatu, a gente tem agora para fazer Em Floresta, né? Mas hoje a gente acaba limpando o modo tradicional, né? Que é o famoso sub brush, né? Eh, é o é o principal meio hoje de de limpeza, né? Eh, a outra forma também que a gente vê é formas de mitigar eh a a poeira, né? em si, na nos módulos, né, como talvez melhoria na vegetação em alguns lugares, né, aonde eh o solo tá descoberto, que isso acaba impactando, algumas rodovias que ficam próximo
de alguns módulos. Então, Assim, eh esses são os principais focos que a gente acaba dando, né? Eh, mas especificamente hoje a gente acaba usando o método mais tradicional, que ainda é o subbrush, né? E geralmente dependendo da localidade, né? Tipo, aqui no Nordeste a gente lava uma vez, né? Eh, uma vez no ano, né? Já ali na outra região geralmente lava mais de uma vez, né? E também tem a questão dos módulos, né? Tem tem os módulos tipo teluretum de cadmo aqui na região no açuc e eh a o a Poeira, né? O sol ele
acaba não ficando muito impregnado, né? Então você acaba não tendo a necessidade de est limpando com muita frequência, né? já diferente de outros módulos que ele acaba retendo essa poeira. Então assim, é um é um assunto que é muito relevante. Acho que qualquer companhia hoje que que tem o problema de soiling, né, e que acaba tendo esse problema com com com poeira, né, na nos módulos e ainda tem muito ainda para se Desenvolver, mas basicamente a gente acabou fazendo mais com robôs, né? Não sei se alguém também fizemos um outro teste há um tempo atrás
com algum tipo de substância, mas eu acho que não teve muito resultado, né, para diminuir a impregnação de de poeira também até de, né, de cocô de pássaro que às vezes acaba gerando ponto quente. Então assim, tem diversos problemas, né, que eu acho que tem que ser evoluído ainda nessa questão. Não sei se eu cheguei a ser Claro ou se eu cheguei também a responder. não explorou bastante bastante com já já fizemos alguns testes, né? Dá para dizer. Então acho que ficou é é só que eu acho que a gente pode evoluir bastante. Eu acho
que esse é um fórum muito importante, né? E e pode trazer novas soluções e algumas visões que a gente não teve ainda, né? Acho que é isso que é importante nesse tipo de de ação. Perfeito. Esperamos e vamos ter, Né? Com certeza, algumas ações aqui. Obrigado demais, tá? Domingos. Eh, opa, pode. Ah, eu gostaria de complementar, mas a acho que é o Felipe que Isso. Eu só fazer um comentário rapidinho, Diane. Eu ia comentar que a pergunta foi se as soluções que a gente tem para controle de solem. Eu ia aproveitar também para informar que
a gente tem um um começou um PID para eh aí um já um PID anel, eh, um projeto em si para estudo de robôs autônomos em Usinas fotovoltaicas, tá? Então, só para deixar claro aqui para todos, OK? Eh, eu gostaria só de complementar eh que, desculpa, eu entrei um pouco atrasada. Eu sou Diane, eu tô como gerente de regional de algumas usinas, cinco usinas solares aqui da Enge. E como eu vejo cinco usinas, é muito claro que algumas delas sofrem mais e outras bem menos. Então, temos usinas que a gente lava a cada 5 anos,
tem usina que lava um ano sim, um ano não, e Tem usina que precisa ser lavar do módulo duas, três vezes por ano. Se lavar quatro ainda vai ter momento que vai tá sujo. Então eu vejo que é algo muito tem um impacto muito do meio ambiente do no nessa característica, né? Então, quantas mais lavagens a gente tiver que fazer, mais caro fica, né? Mais a gente gostaria de investir em tecnologia nessas usinas. Obrigada. Perfeito. Obrigado, Diane, aqui por complementar. Obrigado, Felipe também, Então, pela pelas considerações aqui também. Muito bom, pessoal. O, eu não tô
pegando, tá, todos os nomes aqui, né, nos nas perguntas, mas elas estão sendo listadas e depois aquelas que a gente não contemplar aqui, né, como a Carol falou ali no início, né, elas vão depois pro nosso FAC também, tá? Fiquem bem tranquilos. Agora falando do desafio oito, né, a redução de cortement, né, na dispõe atualmente de sistemas de armazenamento B em algumas plantas Solares, né, ou tem planos de implementá-los para uma prova de conceito deste desafio? Ah, essa pergunta aqui um direcionar aqui. Que que tu acha pro Varela? Pode ser, Varela. Tá só no mudo.
Opa. Oi, Juliana. Eh, hoje nós não temos eh nenhuma solução de BES implementada, né? Eh, a gente, eu não sei se Felipe tem alguma informação de de estudos aí que estão sendo feitos Para isso, Felipe. É o o aqui no Brasil, né? Perfeito. É, a gente tem baterias aí pela ao redor do mundo, inclusive alguns parceiros nossos aqui da região, como no Chile. No Brasil a gente ainda não tem eh ainda tem um trabalho de de regulação dentro do Brasil para pra gente ter as baterias, né? A gente já teve no passado um um projeto
de PID que testou algumas tecnologias de baterias aqui perto da nossa sede em Tubarão. Eh, mas em ativo Operacional a gente ainda não tem. Ã, e aí sobre ter uma prova de conceito desse desafio, eh, acho que a gente não, a ideia que não é não é cortar nenhuma nenhuma ideia, a gente mais quer quer receber e e ver o que que vem de de proposta. Então, eh, acho que a gente vai analisar dependendo de da proposta que vira. Boa. Obrigado, viu, Varela? Obrigado, Felipe, aqui por pela complementação. Agora vamos lá. Outra Pergunta aqui, desafio
seis, né? Quais itens mais falham nos trackers? Ah, essa pergunta aqui, que que tu pode ser pro Mário com os ates? Que que tu acha, Mário? Ou vamos provar ela? Eu eu jogaria talvez pro Domingos ou para Dianão que estão lá na estão lá no campo no dia a dia. Eu ia sugerir isso. Track é que track é assim, né? E depende do fabricante, né? Então a gente já teve problema de controle, já teve problema De comunicação, né? Eh, hoje a gente não teve acho que nenhum problema, não tô lembrado se teve um problema sério
depois, Diane, ou Sérgio pode me complementar assim na parte eh estrutural, mas mecânica, acho que é o próximo foco nosso, né, onde a gente tá vendo que os parques já estão começando a ter um certo tempo, né, já temos parque que já vai fazer 7, 8, 9 anos de operação. Então, acho que é um Dos próximos desafios, né? Eu acho, vejo mais essa questão, o que dá mais problema no tracker, né? realmente era problema de comunicação, problema de controladora, né? Essa questão eh é onde pega mais, né? E com relação também às a parte mecânica,
né? Quer isso complementar também, Jane? É, hoje pra gente eh em ordem assim do que mais dói, primeiro o sistema de controle e segundo mecânica, né? que são os nossos dois maiores problemas hoje. E e assim, de modo geral, manutenção de trackers é um desafio grande, porque são muitas partes, é um equipamento que rotaciona, então com o tempo as coisas vão se afrouxando, né? E e como é que como é que a gente vai dar conta de fazer uma campanha preventiva em milhares de componentes? Não dá para olhar tudo. Então hoje até existe uma discussão
se a gente adota um uma postura de run to failor, espero quebrar para atuar, porque é Inviável eh em tudo. Então assim, se discute a em amostragem eh de equipamentos para ver se tá no momento ou não. Então é uma tecnologia nova pra gente, né, em termos de maturidade. E eu a gente começou a ter grandes parques no Brasil em 2015. Então agora que estão acontecendo os os grandes problemas, né? 10 anos já de funcionamento, grandes retrofits acontecendo. Eh, diria que que são esses dois os principais problemas e tem Bastante campo para contribuir a parte
dos trackers. É, talvez a gente pode falar, Sérgio? Não, eh, só para dar uma contextualizada, né, para para vocês aí que estão nessa expectativa. A gente tem a gente hoje nós temos várias gerações de trackers, então nós temos nós temos lá a primeira geração dos trackers, né, eh, de 2015, 2000, mais ou menos. Uhum. Sim. E onde eh assim eh o a gente inclusive estamos fazendo o concluindo o retrofit de alguns desses em duas usinas desses trackers, né? Então, a gente tem assim, eh, várias gerações onde a gente é perceptível que os próprios fabricantes melhoraram,
né, essa questão do tracker. Então a gente eh eu creio que a gente viveu todos os problemas que poderiam dar em trackers, desde resistência mecânica, avento, Projeto, eh desgaste da caixa redutora, dos motores, eh eh como é infiltração de umidade e água nos motores de acionamento dos trackers, eh comunicação, como Domingos falou, né? Problemas de comunicação mesmo, antena, problemas com bateria, né, tracker, que a bateria não carrega, aquelas baterias de de chumbo ácido, né, da primeira geração, hoje já tem as de lítio. Então, assim, eu acho que nós vivemos todos os problemas possíveis com trackers,
né? E Hoje o que a gente vê eh como melhor forma de mitigação é comprar um bom equipamento, aquele equipamento que tá mais desenvolvido hoje no mercado mesmo e retrofitar esses mais antigos aí quando tem problemas mais crônicos assim pra gente, tá? E e o que eu queria complementar na questão dos trackers é que hoje a gente tem feito esse retrofit ali no sistema de controle, né? E como o Sérgio colocou, né? os trackers mais antigos, Eles tão começando a ter os seus problemas mecânicos mais evidentes. Muitas vezes isso eh são sistemas que eram mais
rígidos, né? não tinham tantas folgas, então eles comportavam menos as dilatações ali de temperatura ou até os níveis de terreno que foram ocorrendo ao longo do tempo com as chuvas e também como o Sérgio falou da questão do vento. Então, eh até algo que a gente imagina eh seria como eh proceder num cenário de run to failure, mas que eu Pudesse fazer substituições parciais de parte desses equipamentos sem disponibilizar a usina, né? Então, a ideia também é trazer esse tipo de de melhorias, assim, que seriam pequenas mudanças de peças ou procedimentos e ao invés de
ter que resolver um um problema todo de uma vez, né? Aproveitando, trazendo pro tema, né, essa parte de predição, eu acho que assim, acho que nem não conheço, né, no mercado, nunca vi se alguém chegou nesse nível de ter Bastante formação e conseguir fazer essa predição, né? Então, uma coisa que eu acho que é meio interessante, né, nesse nesse tópico, essa questão, porque a gente sempre trabalha eh nas falhas, né, como a gente falou, falhas que a gente já conhece, comunicação, eh, controladora, parte mecânica, né, às vezes é a parte de de fundação, né, a
fundamento de algumaque e tal, que pode desnivelar a parte do tracker. Então assim, eu acho Que aqui tem o potencial de se trazer ou se trazer ou com as informações que já existem, né, trazer alguma algum ganho pra gente conseguir antecipar falhas, né, e com isso trazer ganhos eh de de disponibilidade para os trackers, né? Então, nesse ponto, eu me atenho mais a essa questão, né, de gente tentar trabalhar eh inovações ou ideias que que peguem essa parte de predição, né? no mercado. Eu basicamente eu não vi ainda ninguém chegar nesse nesse padrão ou Avançar
para essa para esse nível, né? Talvez o nosso pessoal que tá aqui da das inovações já tenham observado. Perfeito. Obrigado aqui. Bom que bastante, né? Então os nossos, a nossa especialista aqui contextualizaram, então ficou bem, né? bem completo, acredito a resposta aqui para dar essa inserção. Obrigado. Trazendo aqui outro outro desafio, né? A gente tá contemplando aqui vários desafios, então, dos 10, tá pessoal? Como tá na Tela. Então agora vindo aqui pro desafio dois aqui, uma questão que veio também com relação ao desafio de furtos em usinas, né? Quais os principais problemas, né? São furtos
de módulos, inversores, cabeamento, quais, né, os nossos maiores problemas nos dias de hoje? Essa daqui não sei quem que gostaria aqui ou se podemos ir pro Mário dar uma palavrinha. Mário, não posso posso iniciar. Qualquer coisa o pessoal complementa. Basicamente nas usinas que que a que que nós temos o o furto é de cabeamento, né? Eh, são usinas muito grandes, né? São extensas, o monitoramento é sempre dificultoso, né? Então eu acho que já já tem algumas dicas aí, né? A questão do monitoramento, as distâncias, né? E principalmente essa questão da da ação em cima de
cabeamento, Né? PV, DT, né? Basicamente são esses cabos que são mais fáceis e rápidos de serem furtados, né? Ah, acontece muito em obra, né? Obra tem que ter um monitoramento muito forte, há pequenos furtos que podem ser observados, mas basicamente em operação é de cabeamento. Não sei se a Diane e o Sérgio querem complementar. Não é isso mesmo? A as únicas ocorrências de furto considerável que nós tivemos nas usinas foi do cabo PV, Eh, e furtos, em geral executados à noite, né? Então, o desafio também fica um pouquinho maior por conta dessa questão de de
serem à noite, né? Obviamente que os ladrões já sabem que à noite ele não vai ter corrente circulando ali nos cabos PV, então por isso que eles roubam. Mas eh aí fica com a gente a o desafio aí de identificar, combater e chegar a tempo de evitar, né? Mas é basicamente Isso que a gente teve até dificultar, né, Sérgio, colocar algumas barreiras físicas, enfim, você teve algumas ideias já algumas vezes ou monitoramento, então é aberto, né, o tipo de de mitigação que a gente pode fazer. Perfeito. Obrigado, Mário. Obrigado. Boa. V lá Domingos. É só
para pergunar nós nós aqui e planta solar geralmente é uma área, né, limitada, né? É uma área que tem um limite, tem um tem uma área eh que tem um tem umas tipo uma cerca, Né? Às vezes a maioria são cercadas, né? Os projetos mais novos tem alguns tem algumas formas de colocar, sei lá, fibra e tal. Mas eu a gente acredita que nesse tópico a gente pode ter eh boas soluções, né, que até eh reduza custo, né, porque um projeto desse tipo com fibra, com câmeras ultra infravermelha e tal, isso acaba trazendo, honerando muito,
né, o custo, né, e a gente acredita que nesse tópico pode sim eh trazer soluções ou ou formas de que a Gente consiga, né, mitigar furtos e evitar eh evitar, né, esse tipo de problema em usinas solares, que é muito é muito frequente, né? Perfeito. Obrigado aqui, pessoal, a resposta. Agora, trazendo aqui um pouco pro desafio cinco. Eu vou trazer duas perguntas aqui em conjunto, né, que acho que é que vai ser tranquilo. Desafio cinco, né? detecção e prevenção de incêndio nas usinas solares. Ah, uma das Perguntas é se há brigada de incêndio nas usinas.
E daí trazendo, né, também uma complementar a ela se há ocorrências de incêndio provocadas, né, né, por incêndios florestais nas usinas da e com relação aos desgastes dos componentes, gerando curto circuito ou mesmo aquecimento e eletricidade estática, se houve alguma ocorrência dessas nos nas nossas nossos ativos. Ah, não sei se pode ser pode ser Diane, não. Pode ser Diane, claro, pode. OK. Bom, eh eh tivemos várias ocorrências de de incêndios, eh principalmente no ano passado, mas de forma geral, o país ano passado teve uma situação bastante crítica, não exclusivamente em os inestolares, infelizmente, né? a
gente teve eh em cidades, fazendas, enfim, e não foi diferente nos nos parques. E isso pode acontecer tanto ter origem interna no parque quanto externa. pode ser causada assim por por um cabo Rompido que pega na vegetação seca eh uma string box que eventualmente eh tem algum ponto quente, isso evolui para um incêndio e se a gente não combate muito rápido, isso se alastra. E também acontece muito eh principalmente ano passado de de vir de fora, né? E e aí o que acontece é o vento, né? O vento traz o incêndio. Então tem usinas que
que a gente fica monitorando a quilômetros, né? Então o pessoal tá na usina e já vê uma fumaça Lá longe e eles já estão estão tão experientes que eles já começam a monitorar de onde, qual é a direção do vento e aí sabe se tem risco de vir ou não vir. E a gente aconteceu de a gente atender incêndio a 5 km da usina, um pouco mais. porque tinha risco de chegar no nosso ativo e chegou muito perto. Eh, sobre brigada de incêndio e treinamentos. Sim, toda usina tem brigada de incêndio. Nós temos Equipamentos de
de combate a incêndio, né? fica tudo sempre preparado, pronto para, se precisar, já tá pronto para ir para campo. Todos os nossos colaboradores e os nossos terceiros, eh, a maioria deles são treinados eh para brigada de incêndios, um ou dois dias, eh, com corpo de bombeiros, com uma empresa especializada. E assim, de forma geral, no momento do incêndio, eh, uma coisa um pouco mais humana, todo mundo se ajuda Muito, tá? Então, quando acontece numa usina, geralmente tem muita comoção dos vizinhos. Eh, eh, a gente também apoia muito outras empresas, eh, e casas, moradores, porque todo
mundo tá em risco, né? Então, não sei se não sei se eu respondi tudo. Juliano respondeu sim. Ah, teve o caso, né, assim, já já. Então, já teve casos de incêndio, né? Tem só uma parte final que não sei se tu quiser falar isso, com relação ao desgaste de Componentes e gerando curtos circuitos, né? Você já teve incidentes disso. Ah, essa essa é uma boa. Assim, temos várias fontes de curso circuito. Uma das que eu falei eh foi de rompimento de cabo e isso acontece pode acontecer por, por exemplo, o tracker, ele fica girando, né?
ele fica lá 5 anos girando e o cabo gira junto. Então o cabo ele começa a ter aquele trabalho e eventualmente ele se rompe eh ou ele causa um curto pra Terra e aquilo pode começar um incêndio. Eh, não só o cabo solar, às vezes tem cabo de alimentação do tracker. Já tivemos casos de roçagem durante a roçagem com a costal, que é a roçagem manual, né? embaixo do tracker não dá para entrar com trator. Então a pessoa vai com um equipamento muito perto, eventualmente rompe um cabo que tá energizado. Isso dá um princípio de
incêndio. Eh, e às vezes que é um pouco mais mais grave quando um equipamento eh Porque que o equipamento geralmente explode por ponto quente, né? Então, a gente não vê eh quando acontece, não tem nenhum o monitoramento aqui que faz muita falta e quanto mais rápido a gente chega lá para apagar o incêndio, menos dano material tem. Então, quando não é assim, quando é uma coisa que acontece, tipo cabo que rompe sem a gente ver ou algum equipamento que por, enfim, por vida útil que inicia, eh, geralmente causa um Maior dano, tá? E e sim,
isso acontece, como é que a gente pega por preventivo? Perfeito. Obrigado, Viane. Ah, eu só só queria fazer um só queria fazer um linkzinho porque a gente a primeira pergunta que a gente respondeu foi justamente sobre o controle da vegetação nas usinas, né? Então, dizer que eh esse item aqui, né, de detecção e prevenção de incêndios e usinas solares tem muito a ver também com essa questão do controle da vegetação, né? Porque eu Falei para vocês lá que a gente tem um período do ano muito grande e felizmente ele é grande, né? Porque a gente
depende do sol aí para produtividade. A gente tem eh o a seca, né? E se o mato ele não for cortado, né? a vegetação, ela acaba secando e ela é que faz essa disseminação do incêndio, né? Ela que propaga o incêndio dentro do parque. Então, só para fazer esse link aí nessa. E quanto mais baixa tá a vegetação, menor o dano, né, Sérgio? Porque quando A vegetação tá muito alta, o fogo chega até o módulo e aí derrete cabo, o dano é muito maior. Quando fica só rasteiro, a gente ainda tem chance de salvar o
módulo. Boa. Obrigado, Vidiane. Obrigado, Sérgio. Aqui tem uma uma pergunta que ela veio, né, que tem relação a vários desafios, né, mas é mais é comentando assim, qual o tamanho médio dos nossos ativos, né, das usinas solares. E pensando nisso, né, com relação à Conectividade, se a gente já teve, né, e tem algum problema de difícil acesso e conectividade nesses ativos, pensando nas soluções com dados, se se a daqui Sérgio gostaria de ou pode ser o Varela gostaria aqui de É, mas eu eu não sei se entendi, mas se a gente tá tiver falando de
potência, eu acho que a no próprio material, eu não sei se não foi lá a características das usinas, eu acho que foi, né? Então, acho que isso pode essa a informação pode ser obtida Daquele daquela planilha. Eu não sei como é que tu distribuiu pro pessoal, mas enfim, a gente passou uns dados técnicos básicos de todas as usinas com potência, acho que área também, né? Quantos hectares cada usina? Então assim, eh, como são aí a gente vai falar de oito usinas, a gente pode poupar esse tempo aí e sugiro consultar ali o material, né? Eh,
a gente pode disponibilizar também, né, Juliano? Sim, sim. Já tá no nosso site ali à Disposição. Ah, interessante. O pessoal todos pode falar varela, desculpa. Eh, e complementar agora em relação à questão dos dados, eh, depende da usina, né? Tem usinas que a gente vai ter um acesso simplificado, eh, um acesso à rede mesmo ali corporativa da da empresa já. Mas tem usinas que a gente não vai ter esse acesso tão fácil e às vezes não vai ter um acesso também nem de sinal de celular, né? Então vai depender da realidade de cada ativo. Boa.
Obrigado, Sérgio. Obrigado, Vel. Bom, pode ir lá, Felipe. Só complementar, porque eu acho que a pergunta ela ela tem um gancho interessante que é eh se atentem ao tamanho das usinas, como o Sérgio falou lá nos documentos, são usinas de grande porte. Eh, então assim, se a gente falar de um desafio para controle de vegetação numa área pequena, é uma coisa. Agora nas nossas usinas é um desafio, então sempre levem em conta o a escala do da Solução, tá? São usinas grandes. É, acho que nesse ponto até interessante porque quando a gente fala de monitoramento,
por exemplo, de stream box para ver questões de ponto quente, assim, a gente tem que pensar numa escala grande, né? mesmo para o a coleta de dados ali existe não só a questão do sensoreamento, que é uma quantidade significativa, como também todo o a transmissão do dado, considerando que pode haver essa Restrição de restrição de comunicação, né, de bandolin. Perfeito. Obrigado, Vivarela. Obrigado, Felipe Sérgio. E depois a bom que Manu já colocou aqui também o link, né, do nosso site, né, pessoal? E lá tem também as documentações para com essas questões também que o Sérgio
comentou. Ah, aqui um uma outra questão sobre o desafio sete, tá? Vocês já utilizam ou utilizaram serviços de previsão do tempo, chuva, umidade, né, Meteorológicos e e quais foram os resultados do mesmo, né? O problema maior é em relação ao monitoramento e superfície da placa ou qual o principal problema aqui olhando, né, pro monitoramento de chuva e umidade, né, para melhor, né, para a limpeza eficiente dos módulos, né, daqui, Sérgio, não sei se tu quer puxar o quer varela falar. É o o que a gente tem visto, assim, a gente fez alguns dados de dados
de Plataformas abertas, né, de chuva e de e de vento e essas grandezas. E o que a gente tem visto é que acaba que os dados que a gente coleta na usina tem uma precisão muito maior, né? Então a gente acaba optando sempre que possível de usar o dado local. E a gente teve alguns projetos ali de relacionados a a a uso de outras plataformas comerciais, né? Mas não tem nada que que esteja sendo utilizado para essa questão aqui de de soiling ou tá? É, mas é é bom só também eh informar, né, que nós
temos uma área eh dentro da hoje que é planejamento e controle do portfólio, que tem eh especialista, né, em previsão de tempo e e sim, a gente tem o especialista, temos alguns recursos, tal, inclusive a gente precisa disso para fazer também uma projeção de de receita, né? pro sempre cada ano. Então, a gente tem isso, mas eh especificamente para definir a a questão do solem para vou limpar ou não vão Limpar, basicamente é uma coisa muito macro, né? A gente sabe qual é o período de chuva. Então, se a gente sabe que o período de
chuva e é fácil prever e que vai chover naquel nesse período, a gente não sai fazendo limpeza de módulo, né? Nesse período a gente deixa a chuva fazer o serviço pra gente aí. Lembrando que muitos as dependendo da usina a gente já tem definido. Então determinada usina eu sei que eu posso limpar uma vez no ano e é custa muito Dinheiro. E aí e a chuva vai atrasar ou vai adiantar? Quando é que eu começo a fazer essa limpeza? Porque se eu limpar muito antes, quando terminar de limpar, já vai est sujo de volta. E
eu já gastei a minha uma limpeza por ano, né? Então, acertar esse timing hoje ainda é um desafio pra gente. E inclusive de saber se o painel tá sujo o suficiente para valer a pena, né? Exato. Fora a extensão das áreas, né? Tem vai ter lugar que vai ter já uma suidade, uma sujidade maior, diferente de uma outra área que não precisaria limpar. Então, tem encontrar esse ponto ótimo. É, acho que é um dos objetivos desse desafio, né? Perfeito. Obrigado, viu pessoal? Aqui resposta bem bem bem complementar assim. Bom que a gente coloca vários especialistas
na mesma. Ah, o pessoal que também fez, teve aqui mais de uma Vez essa pergunta, né, trazendo, né, então se se nós, né, da INV projeto com agvolta, né, em algum dos ativos e quais foram os devidos resultados aqui. Domingos, Dian, quiserem comentar o Sérgio, fala. Não, eu gostaria de saber o que seria o agoltaico. O que que seria o agrovolta? Se puder explicar, desculpa a minha ignorância, mas eu acho, pessoal, que é aquela é o plantil de Leguminosas eh entre os painéis. Isso é plantil. A gente teve uma experiência, pessoal. Ah, quem vai falar?
Pode falar. Quem vai? Ah, pode falar, Domingo, fica à vontade. Não que a gente teve uma experiência com uma produtora de melão aqui de Mossoró chamada Formosa, mas a gente não avançou, ela não teve interesse em fazer esse tipo de agrovoltaico, né, mais ou menos, né? Então, a gente não teve muito sucesso, Né? Foi a única tentativa que a gente eh estudou junto com eles ali, mas eles não viram vantagem, né, econômica para eles continuar um projeto desse, entendeu? Mas é interessante, né? Outro foco aí. Existe são muitos projetos no grupo, né? Eu sei que
na Europa se se fez muito isso e alguns outros. O grupo ele é bastante interessado e já nos questionaram bastante sobre isso, mas nunca foi o nosso foco aqui, né? Nosso foco extremamente na geração. Talvez Como que isso pode afetar o controle de vegetação, como posso isso pode nos ajudar, né? Mas eu preciso entender bem qual que seria o negócio em termos de Brasil, né? se isso realmente é algo muito marginal ou se é algo que realmente pode acrescentar bastante, né? Isso. Eu queria complementar, né, que eu que assim, assim como o Domingues comentou, né,
é um é uma temática de interesse. O problema é que eu acho que esses os projetos precisam vir também Com o produtor interessado. Então, como no caso desses melões, o produtor não tinha interesse. Então, mais do que ter a comprovação de que sim é possível plantar, é ter a certeza de que sim é comercialmente viável. Então, deixar essa mensagem também pro pessoal já pensar na cadeia produtiva final. Bom, eh, como assim, eh, a gente a gente imagina que seja nessa linha a pergunta, né? Eh, aí eu posso expandindo um pouquinho, posso dizer que a gente
tem Eh numa usina nossa, nós temos lá um uma contratação de algumas ovelhas, né, que fazem uma poda eh constante para nós, né, Domingos. Então, a gente tem um criador de ovelhas e cabras aí que que é parceiro nosso lá em Assul, lá no Rio Grande do Norte. Então tem Domingos deve ter lá um um rebanho lá de mais de 500, 600 ovelhas lá que nos ajuda a controlar a vegetação, mas não é uma coisa assim muito eficiente, né? Talvez seja melhor até pro Próprio eh eh produtor lá do que pra gente, mas enfim, a
gente mantém essa parceria. Eh, tivemos essa questão do melão aí que não foi paraa frente e mas a gente a gente entende e a gente gostaria de ter de ter assim propostas na linha de desenvolvimento de alguma planta que pudesse ter valor comercial ou mesmo que não tenha valor comercial, mas que ela pudesse fazer tipo uma planta dominante que a gente pudesse espalhar nas nossas na nas nossas usinas E que ela evite essa proliferação de de vegetação de maior porte, né? Ela, ou seja, ela controle, eu chamo de planta dominante porque ela não deixa as
demais crescerem e ela não cresça muito, né? Não sei se se a se isso tá de encontro aí a à pergunta, mas a gente tem bastante interesse em desenvolver algo nessa linha. E é claro, provavelmente serão eh para cada região a gente vai ter uma uma planta, uma espécie diferente, né? Porque a gente tá, eu Falei mais ou menos para vocês que a gente tá bem distribuído aí no Brasil. Perfeito, Sérgio. Obrigado, viu, pessoal, aqui pela pelas considerações. Ahã. Agora aqui vamos para uma do essa também que surgiu dela, o pessoal falou como desafio um,
mas ela pode, né, contemplar alguns outros também. Como são feitos atualmente as inspeções nas nossos ativos, né? seleção de forma visuais, manual, com drone, por imagens, por satélite. Como que são realizados Isso atualmente, né, esses dados? Acho que isso Varela acho que pode, né, até comentar um pouco isso. E nós temos o sensoreamento de dos equipamentos, né, dos grandes equipamentos ali de inversores, das strings, eh algumas temperaturas de módulos, temos algumas estações solarimétricas também instaladas e também temos inspeções que são realizadas por drone, né, tanto inspeções eh por sob demanda com a Equipe da usina,
né, nós temos equipes com habilitadas lá para fazer essa inspeção, quanto também inspeções mais completas, na qual é feita uma varredura inteira da usina e a partir dali se se estratifica assim todos os problemas que foram encontrados, né, de tracker, eh, de delaminação. Então, assim, são os os nossos dois instrumentos são esses, né? Sensores coletando dados, os grandes equipamentos e drones também, Né? Perfeito. Obrigado, viu, Varela? aqui se alguém quiser complementar também pode ficar tranquilo, não? Então, mas o tem uma aqui em que dá para dá para dizer que ela tá até ligada um pouquinho
nesse nesse quesito, é que ela até ela ela ela tá comenta um pouquinho da parte da eficiência operacional, como que a gente, né, tá vendo e tá tá medindo essas eficiência nos nossos ativos, né, e principalmente, né, olhando, né, aqui Que o pessoal comentou com a ideia então de ter uma uma melhor então um uma um melhor rendimento dos nossos ativos de hoje. Eu acho que o Ovarela até pode continuar nesse quesito também, né, da eficiência operacional que o pessoal comenta aqui se são sensores ou como que isso é medido hoje. É, hoje a gente
tem uma referência inicial que é o modelo da usina ali na que é simulado ali geralmente no PVist, né? Então é feita essa essa base inicial ali e a partir Dali nós fazemos essas medições com esse sensores que nós comentamos e a partir da medição de cada equipamento a gente vai fazendo uma estratificação dessas perdas, né? E usando como referência teórica ali a nossa base do plano de negócios, assim da usina, né? Não sei se o Felipe tem alguma complementação nesse sentido, mas não, eu acho que é isso. Eh, claro, né, é de se esperar,
a gente tá numa numa usina geração de energia, então o que Que a gente vai monitorar? Eh, primeiro geração de energia efetiva. Eh, mas a gente tem outros indicadores para isolar a performance apenas da usina. Eh, um indicador que que é clássico é o performance ratio para solares. Eh, mas a gente também monitora bastante a disponibilidade energética dos equipamentos. Então, toda vez que eu tenho uma falha no inversor, por exemplo, a gente tem o cálculo de geração frustrada por aquela falha e com Isso a gente consegue calcular esses indicadores. Então, eh, tudo isso eh é
feito pra gente ter um detalhamento grande de onde a gente tá perdendo geração, eh, a usina ter uma noção boa de onde atacar e qual a prioridade. Eh, isso faz parte do nosso dia a dia. Perfeito. Obrigado, Varela. Obrigado, Felipe. Ah, aqui trazendo uma uma pergunta aqui, depois acho que pode ser até voltado aqui pra Evelyn, acho que tá aqui conosco, né? Então o pessoal Comentou aqui principalmente do desafio um, né, que foi vinculado, se existe alguma meta ou exigência ambiental para reduzir, né, o uso de água, né, nos nossos processos. A Evely tá aqui.
Tão me ouvindo? Desculpa, dei uma travadinha. Eh, bom, a gente tem uma meta a nível de grupo que é reduzir 70% do nosso consumo de água em toda a em relação a 2019. Então, os nossos dados de 2019, a gente tem que ir Cada vez eh regredindo aí o nosso consumo. Então, as ações, né, voltadas para pra limpeza com menos uso de água, são os principais aí fatores de consumo de água em solar, seriam os ideais, né, pra gente tá aí batendo também essas metas nas solares. Nós são os principais consumidores, né, da em si,
mas também contribuem pro para montante. Acho que é isso. Perfeito. Obrigado aqui pela, né, pela ajuda aqui também. Ah, aqui o pessoal Também comentou um desafio sete, né, monitoramento de chuva e umidade para limpeza, né, se a gente, né, possui, né, então qual que a forma atual, né, da gente fazer esse monitoramento? Uma pergunta que tá até se repetindo aqui, mas como que a gente hoje faz essa medição então do tempo ótimo se a gente faz ou não? do ponto de vista de medição, né, nós temos essas estações solarimétricas, onde a gente faz a medição
da tanto da Irradiação, da irradiância ali, da irradiação eh solar, eh como da algum dependendo da usina, a gente vai ter velocidade de vento também, velocidade de direção de vento e também a umidade ou a precipitação, né, a quantidade de de chuva ali na região. E o que hoje a gente a gente tem essas informações disponíveis, mas a gente não tem um sistema que que faça essa otimização, né, para dizer o quanto eh de quantas lavações Devem ser feitas e em que regiões da usina ou em que momento, né? Obrigado, Varela. Agora aqui trazendo uma
para pro desafio seis do tracker, né? Essa aqui é uma composição de três perguntas aqui conjunto, né? Né? Então, a predição de possíveis falhas dos componentes dos trackers, né? Uma, né? Aqui foi comentado, então, de trazer isso, né? Com IoT, né? Integrado, se há algum sensoreamento hoje, né? E como funciona os trackers atualmente, né, Para, né, da dos nossos ativos e se há alguma utilização de IA nos mesmos, tá? eh começar a responder aqui quem quiser complementar. Eh, hoje a gente tem eh na maioria das nossas inas, a gente vai ter o monitoramento do ângulo
do tracker, né? E então isso vai dar pra gente uma boa ideia da performance dele, né? Se ele tá travando em alguma posição ou se ele tá conseguindo de fato acompanhar a posição solar. Eh, e também a gente vai Ter al não em todas as usinas, mas a gente vai vai ter a também a corrente dos motores que movimentam esses trackers, que também pode dar um um outro indicador de de travamento ou não dos trackers, né? Eh, a gente tem alguns testes que a gente andou, nós fizemos aqui dentro de um contexto de um PID
que tá em curso para tentar fazer essa previsão de de trackers falhando, mas nós não temos nenhum resultado conclusivo assim. Que isso aí, Julian? Perfeito, obrigado. Não, só da só da última pro pessoal também fez a pergunta se nós não temos, né, nenhum com IA até o exato momento, certo? E essa predição foi, a gente tentou utilizar algoritmos de assim. Boa. Então, obrigado, viu, Varela? Bom. Ah, agora aqui trazendo pro pro desafio aqui do essa, deixa eu só acertar aqui o número aqui, o desafio quatro, mitigar perdas em Transformadores, inversores e cubículos, né? Né? É,
veio aqui a pergunta, quais são os principais, né, assim, né, que a gente vê de potenciais para mitigar aqui perdas, né, seja nos transformadores, inversões e cubículos e se já foi feito, né, alguma, algum projeto ou alguma iniciativa nesse quesito, seja no transformadores, inversores ou cubículos. Se o Sérgio quer responder, Sérgio, eu acho que eu não entendi a pergunta. Tá? O aqui do desafio quatro aqui de mitigar perdas em transformadores, inversores e cubículos, né? se a gente, né, qual que são os principais, né, itens que a gente vê como potenciais para esse desafio, né, seja
transformador, inversor, cubículo, e se a gente já fez alguns testes, né, possíveis, né, para buscando essa mitigação e melhoria na eficiência, né, desses itens aqui. Bom, eu vou eu vou dar uma eh uma Passada geral, né, para ver se chego ali mais no assunto, mas eh também depois a Diane e o Domingues podem complementar. Mas assim, com relação a transformadores, a gente a gente eh atualmente a gente tem eh eh estamos numa campanha eh um esforço eh conjunto aí da empresa para fazer preventivas nesses transformadores. Os principais eh problemas que que a gente encontra, como
vocês podem imaginar, é a questão da refrigeração, né? porque eles Evidentemente tão em lugares aí com muito sol, ficam expostos ao tempo, eh, e também eh ficam lá eh diante junto com os painéis, então também sujeito a a eh a ter invasão de de cobras, animais dentro, né, possivelmente provocando algum curto, alguma coisa assim, e temperatura. E então assim, eh, isso para transformador, para inversor, a inversores, a gente tem também, eh, eh, esforço sempre em manutenções Preventivas, eh, no sentido também eles sofrem muito também com a questão da do resfriamento, né, aquecimento excessivo. Então, eh,
e por diversas, eh, ordens assim, ou porque o glicol lá, o líquido refrigerante, eh, tem vazamento, ou porque, eh, a gente tem obstrução, eh, dos do ventiladores, da sucção dos ventiladores por por animais, por insetos, alguma coisa desse tipo. Então, eh também a manutenção preventiva sempre é um melhor caminho. Eh, cubículos, a Mesma coisa. cubícos que ficam no tempo, então eh tem problema de temperatura, tem problema de invasão de de animais ou até vegetação, se eles ficam muito próximos, como é o caso muito próximos ao chão, como é o caso das eh string box e
enfim, tem várias coisas, né? Então, eh eh aqui eu vi que em determinado momento não não foi nessa, mas alguém também perguntou se a gente teria interesse em previsão de geração solar de curto prazo, eh eh em conexão com Sensores para monitorar os equipamentos de eficiência e mitigar perdas dentro desse desafio quatro aí, né? Enfim, tudo que vier como solução a gente vai avaliar, né? Não se prendam a porque eu falo para vocês o que a gente faz, o que a gente pratica, o que a gente detecta, mas evidentemente que eh a gente pode não
tá vendo uma solução mais inovadora, uma solução mais eh eh digamos assim ousada. E é isso que a gente tá buscando aqui, né? Então, não se detenham muito Eh no que a gente já faz, mas no que a gente pode fazer melhor ou diferente. Não sei se alguém quer complementar isso, não sei se também respondi a pergunta adequadamente, né? O Sérgio e Juliano, só vou complementar aqui porque também dando uma olhada geral na nas perguntas, acho que isso pode resolver algumas delas. Eh, quando perguntam dos dados que a gente possui desses desses equipamentos, né? Eh,
a gente tem o monitoramento desses Transformadores, inversores, eh, de toda a a rede, as a substação, né? Eh, e isso fica em uma base de dados nossa operacional centralizada. Eh, caso a gente eh escolha o a tua proposta para seguir, a gente vai ter logicamente um acordo e esses dados vão estar disponíveis para vocês fazerem os estudos, tá? Então, eh, só porque acho que vai essa essa informação é importante. Perfeito, Felipe. Já tava aqui na na Sequência bem essa daqui, então, junto com quais são, né, o os nossos, né, dados, né, se isso, né, vai
ser disponibilizado, qual que é se a gente utiliza escada e quais são os nossos sensoreamentos atuais no nos tempos de hoje, né? Então, não sei se se quer complementar também, né, Felipe. Então, contando um pouco, né, quais é o nosso o nosso sistema atual disso, né, do dessa coleta de dados. É, a gente tem um escada em todas as Usinas, a gente tem um escada centralizado aqui também no no centro de controle, mas o aonde a gente faz a análise dos dados é numa base de dados onde a gente tem um histórico de todos os
sensores, né? Então, né, essa informação é importante para que vocês saibam que, eh, depende da usina, claro, né? Mas pegando numa usina em que a gente tem a coleta de todos os dados, todos esses dados vão estar numa base histórica, eh, onde é possível fazer Análises, eh, do comportamento das variáveis também no histórico. Eh, Varela, não sei se você quer complementar mais alguma coisa. É, eu complementaria assim a questão de transformadores. A gente tem um bom monitoramento nos transformadores que tão na substação, né, nos transformadores elevadores, mas o os outros transformadores a gente ainda eh
poderia melhorar esse sensoreamento. E por que que não a gente não tem mais Sensores? É justamente por conta da quantidade de custos, né? Então valeria a pena se a gente tivesse uma medição, um sensoreamento barato, permitisse fazer essa coleta de dados. Obrigado, Felipe. Obrigado, Varela. Falando só e Juliano, aproveitando, já que a gente tá falando de monitoramento tal, especificamente de tráfego, mas eu vi que tem algumas perguntas. Eh, alguém me pergunta aqui se vocês têm pluviômetros e Termoigrômetros. Eu sei que é lá na coisa, eu particularmente vou perguntar pro pro Varela. Eu acho que nas
nossas estações solarimétricas a gente tem alguma coisa, mas não sei se é exatamente esses eh é dizer se são exatamente esses esses instrumentos, porque eh a gente acaba olhando só o sinal aqui que já tá disponível no no banco de dados, né? Mas a gente recebe o Ó, Dian, tem mais detalhes? Não é, não é padrão da estação solarimétrica, Sérgio. A gente costuma instalar durante obras, né? Porque durante a obra sempre tem uma cláusula de de parada de obra por conta de chuva. Então é algo que o pessoal se preocupa em medir, mas na não
é defult, tá? Durante o OIM. Ô Juliano, eu vou acho que o só tem na nas estações solarimétricas, elas elas têm, né, essa ploviómetro ali e tal, mas é uma forma geral só do parque, né? Eu acho que não nada Específico para monitoramento de segurança, um exemplo, é mais para uma forma geral ali da região do parque, tá? Ô Juliano, eu só eu vi que tem várias perguntinhas assim que são bem rápidas de responder e como essa aí e também estão me perguntando se a gente usa câmeras térmicas e eletroluminescência para manutenção. Então assim, câmeras
térmicas, OK? A gente usa sim, a gente faz monitoramento Com drone e câmeras térmicas. A eletroluminiscência a gente não faz. A gente chegou à conclusão assim que não é um um teste muito efetivo, então a gente não faz. Já fizemos alguma coisa em para tentar verificar eh a saúde do de alguns painéis, mas não é pra gente não faz. Eu posso dizer que não. Eh, aqui pergunta também se é se há possibilidade de conectividade por satélite. OK. A gente e possibilidade H sempre é possível, né? A gente usa, a gente normalmente usa a Fibra ótica
aí de nas nossas conexões, mas impossível não é, dependendo do que a gente vai fazer. pergunta sobre você já tem usinas com placas bifaciais? Sim, basicamente todos os nossos parques atuais as placas são bifaciais. Os mais antigos é que não são, né? Aqueles lá de muito atrás, mas atualmente basicamente só todos são bifaciais. E o máximo um pouquinho. Bora. eh pergunta se ae adota algum tipo de sensor de Medição de sujidade. Sim, a gente tem em algumas usinas, a gente tem aquele sistema de, como é que chama o nome? Eh, as são as estações de
sujidade, né? Sujidade de ou, né? É boa. Tem uma também um pouquinho acima, né? Então, se a gente já teve, né, algum evento climático intenso que causou danos nas usinas? Ah, sim. Esse eu vi essa pergunta também. Sim, já tivemos, nós tivemos um em Minas Gerais, na região de Paracatu, a gente teve um Evento que eh destruiu basicamente praticamente um parque quase inteiro. quatro parques de 20 a 30% da geração da usina ficou comprometida e a nossa já recuperamos essa usina e como são quatro parques, a gente recuperou os três parques com trackers e peças
do parque 4, por exemplo, e refizemos o parque 4 todo novo. Mas tivemos sim um evento climático assim de proporções bem sérias para ter uma ideia de valor aí. Eh, a Recuperação do parque custou em torno de R$ 200 milhões de reais. Obrigado, Sérgio. Trazendo aqui então, né, seguindo nesse nessa troca, né, levando até para nessa tua resposta, né, então no desafio nove, como, né, a, né, tem feito a substituição de módulos que já não existem mais disponibilidade no mercado. Essa é uma boa pergunta, mas e é difícil. É difícil, não é uma solução fácil,
né? Porque vocês devem imaginar que realmente a gente os módulos eles Evoluem muito rapidamente. Então aqueles primeiros módulos lá de 300 V e kW, 300 e 20 340 eles não estão mais disponíveis, né? V. Então a gente hoje a gente vai comprar ação de 600 e só que a gente não pode simplesmente substituir porque aí você tem que olhar tensões, tem que olhar a parte do tracker, enfim. Eh, é, eu acho que é um dos desafios aqui, né? Eh, pelo menos era um dos últimos que eu tinha colocado, né, Juliano? Não sei se ele tá
aqui. Eh, controlar o nove é o nove aqui. Padronização e estratégia para recomposição técnica. Isso, isso, isso. Quer discorrer mais um pouquinho sobre isso, Diane? A nossa especialista nessas coisas. Bom, é, a gente teve que reconstruir o Parque 4 de Paracatu porque simplesmente não tinha módulo para consertar o que tinha, né? Porque o vento ele não escolheu onde ele ia passar. Então tinha tracker bom, tracker ruim, módulo no chão, daí o outro Funcionando. Então no mundo ideal, se tivesse módulo, a gente conseguiria ter gasto, sei lá, metade desse valor, mas não tinha módulo. Então a
gente chegou ao limite de tirar de um lugar, mandar para outro e construir. Mas não pensando num evento climático, isso é algo que vai acontecendo, porque quando a usina fica pronta, a gente tem lá 1, 2% de módulo reserva e isso acaba em 3, 4 anos. Então é algo que tá acontecendo, Acredito que em várias vários players, né, do setor. E se eu não me engano o a Regional do Domingo está um pouco mais avançado nessa nesse estudo que é trocar por inversor, porque a gente não pode misturar eh módulo diferente no mesmo inversor porque
é um MPPT por inversor. Então, a ideia basicamente é trocar todos os módulos de um inversor e pegar o que sobrou de módulo para virar sobre essa lente pro restante Da planta e fazendo essas substituições de inversor por inversor. Mas na prática a gente não não ainda não fez em nenhum inversor, né? Só fez nesse caso de Paracatu, que a gente criou um grande sobresse excelente, mas foi pro evento climático, não foi pelo tempo de vida útil. Ô Diane, Diane, Sérgio, o evento climático que a gente fala, tá falando aqui, que a gente não tá
especificando, deu polêmica aqui no chat. Pessoal Queria saber exatamente o que que aconteceu, né? Se foi um ciclone, se foi chuva, se foi incêndio. Quer falar um pouquinho? Foi, foi um vento forte e localizado, né? um vento, eh, a velocidade do vento identificada foi 104 km/h, né, Diane? A velocidade máxima. Isso, eh, os trackers eles deveriam estar eh resistir a 126 km/h, que era a velocidade do vento de de projeto, mas chegou a 104, eles não Resistiram a alguns ventos. Eh, eh, evidentemente que o fluxo do vento não é sempre laminar, né? Ele provavelmente provoca
turbulência ao longo do parque, em algumas regiões do parque. O fato é que a gente teve eh danos significativos. O parque 4, esse que foi totalmente eh remodelado, que é um parque novo, é é praticamente outra usina, outro fornecedor de tracker, inclusive os painéis completamente diferentes. É uma planta nova. Ele foi o Mais o mais danificado porque ele era o primeiro eh onde o vento entrava no parque, ou seja, na planta, né? Então o vento entrava por aquele lado do parque 4, foram os que tiveram os maiores danos, né? E mas é um vento forte.
Eu não sei se chamaríamos, não foi um ciclone, não foi um tornado, nada disso, mas foi um vento muito forte que acabou provocando esses estragos aí por basicamente dois dois mecanismos, né? Um eh efetivamente de pressão mesmo, né? De Jogar a placa eh e ela voar. E o outro que a gente observou em algumas câmeras foi porque eles vibraram e provavelmente atingiram uma frequência natural. Eles ficaram balançando com vento, né? E esse balanço ele provavelmente eh chegou próximo da frequência natural do tracker e aí onde ele ele acabou eh sendo destruído. Por que que a
gente imagina que esse foi um mecanismo dos que aconteceram? Porque muitos trackers eles estavam no pé da na base, ou seja, ele Praticamente caiu vertical, né? Então ele muito provavelmente ele balançou, chegou na frequência natural dele e se soltou da rompeu ali as fixações, né, da das vigas ômeas e ele desceu, né? Não, o vento não empurrou ele, ele não voou. a gente teve muito pouco eh dano provocado de um painel provocando eh dano no próximo, no outro. Eles basicamente caíram muito próximos assim da eh da base. Obrigado, Sérgio. Bom demais. Aqui então As explicações
já ajudou bastante. Tem um comentário legal aqui por último que é: "A melhor forma de evitar o vento são barreiras naturais como relevo geológico e árvores nativas. E de fato um um pedaço do parque nesse evento tinham árvores que era uma reserva legal e e numa faixa eles ficaram intocados. Então realmente protegeu. Mas claro que não é viável porque imagina, a gente tá falando em um parque solar, então nada pode fazer Sombra, então não dá assim para colocar uma grande barreira natural no perímetro, né, como a gente avalia. Perfeito. Obrigado, Diane. Ah, até trazendo uma
aqui do, né, dessa uma perguntinha curta aqui, né, os trackers são de string ou e, né, conjuntos de placas? Rapidinho aqui, acho. Tá Diane Domingos. Não, não entendi a pergunta, Julian. Os tráfers são de strings ou conjunto de placas? Ele tá, acho que ele tá perguntando como é que é a alimentação dos motores dos trackers, se é via string ou via as placas dedicadas. Tá, tá. É, nós tínhamos eh essa modernização que nós falamos lá no início, né, que nós fizemos em dois parques, foi justamente para alterar isso aí. Eh, os primeiros parques nossos, eles
eram alimentados através da string com uma fontezinha, né, que convertia lá a tensão de 100, 100 V para 12 ou 24. E isso a gente Observou que causava eh eh danos assim constantes na placa, né, na placa do circuito de de controle de comunicação, porque vocês imaginam que uma variação lá no nos 100, 100 V, acaba o 12 ou 24 V acaba tendo também uma variação eh da eh grande, né? E a gente trocou esse sistema por baterias de lítio e por eh painéis dedicados paraa alimentação da do sistema de controle e de comunicação. Então
hoje eh eu acho que a Gente não tem nenhum parque hoje alimentado com a alimentação do sistema de controle de comunicação pela, eh, pela pelo painel pela string. A gente tem trackers da Convert, Sérgio. Eles são com alimentação CA. Sim. A maioria é é o que tu comentou, mas tem desse outro caso também que também tem contras. A gente já teve casos de incêndio causado pela alimentação desse sistema. É aí isso que a Dian falou aí não é Nenhuma das duas que da pergunta, mas é uma alimentação também. Ele é alimentado em CA, diretamente em
corrente alternada de um sistema auxiliar da usina, né? Os que são alimentados em CC, então hoje são todos de um painel dedicado. O único caso da Engt, né? Que não é dedicado. É perfeito. Obrigado, Sérgio. Obrigado, Diane Domingos. Ah, aqui uma outra um pouquinho mais uma mais longa, vamos chamar a pergunta, né? Como a ING faz Atualmente para diferenciar a perda de geração por questões ambientais, naturais e intermitentes de questões relacionadas a defeito de componentes, né, da usina como módulo ou inversores, né? usa algum algum tipo de software, qual solução, como que diferencia, né, esses
tipos, né, de de não efetividade aqui Varela que comentar. É o o normalmente o o que é feito é como a gente tem a medição do recurso energético, né, ele acaba sendo a nossa Referência de do da quantidade que a a usina poderia estar gerando, né? E e a partir daí a gente também tem essas medições, né, como a gente comentou, de ângulos de tracares, correntes de inversores e por aí a gente eh faz a estimativa da eficiência de cada um dos equipamentos. Não sei se consegui responder. Não sei se Felipe tem algum comentário adicional.
Eh, a pergunta foi Mais ambiental, né? Mas só puxando também o desafio oito, eh, tem um outro problema que nos que nos afeta, não somente nós, mas todos os hinos solulares despachado centralizadamente, que é o curtailment, eh, que é um evento externo da usina, ele não tá relacionado com o desempenho interno dos ativos, mas ele acaba afetando o a nossa geração e o nosso negócio. Eh, e aí aproveitando a pergunta, como é que a gente mede isso? a gente tem todas as demandas de redução De geração, curtament são feitas pro nosso centro de operação, eh,
ou pro pros centros que operam nossas usinas. Eh, e aí a gente tem todos esses registros, além de eh dados de set point dos inversores, por exemplo. Então, através disso que a gente mensura as perdas. Obrigado, Varela. Obrigado, Felipe. Ah, vamos lá, então. Tem mais, tem algumas aqui, não sei se a gente vai conseguir contemplar todos, tá pessoal? Mas depois a gente responde isso também via FAC, né? Aquelas que a gente não consegui contemplar aqui. Aqui um também de monitoramento, né? Se a gente tem algum monitoramento, né, e algum sistema de análise da degradação das
placas. Acho que principalmente olhando aqui pro cenário do desafio nove, a gente monitora, como é que a gente monitora essa degradação dos nossos módulos solares? a gente não tem esse monitoramento da Degradação. Então hoje se a gente precisar fazer uma de um esse essa mensuração, é necessário tirar os painéis e encaminhar para para ensaios ní em laboratório. Boa. Obrigado. Acreditamos no que tá na especificação hoje, né, Varela? É. Boa. E aqui também, né, trazendo já vinculado um pouco nesse tema que Varela comentou, né, a já usa alguma solução de mercado para performance, sensement e Fail
detection? Olha, o produto de mercado é equipe do Fernando aí. Opa. Não é de mercado, mas é o é o que a gente utiliza. Mas fala aí para mim. Eu não não acompanhei a pergunta ali, desculpe. Ah, fica tranquilo. Essa se a gente tem alguma solução, né, de mercado para esse acompanhamento de performance ou de detecção de falha, como que a gente faz isso aí? Se tem alguma Solução, algum software ou algo? Eh, não, a gente realmente, como o Felipe falou, ele a gente acaba pegando o dado e desenvolvendo internamente algumas análises aqui e desenvolvendo
ferramentas e e replicando para cada para cada usina, né? Não só aqui a equipe que fica centralizada na sede, mas também a eh a equipe da usina, né? É, inclusive, assim, a gente vê que o o grande benefício que a gente tem em relação a aos softwares comerciais é Conseguir ter esse feedback da usina em relação ao resultado que a gente analisou aqui. A gente vê assim que a gente tem duas coisas aí que ajudam muito a gente evoluir nisso, né, que é ter os dados e ter o feedback de quem tá em campo, né?
E é isso que a gente busca no desafio aqui, juntar tudo isso aí, né, com ideias novas, né? Isso, uma boa oportunidade, né, pra gente receber soluções e fazer isso Junto, né? Ah, aqui tem uma, né, que que acho que casa um pouquinho, né, com essa com essa sequência, né, até que Varela comentou, né, então as usinas têm hoje pessoal local de operação e manutenção ou são todos teleassistidas? O Domingos, a Diane quiser comentar aqui é o Varela. Não, na verdade, o que a gente pode dizer é que eh a nossa filosofia de OIM é
termos sim gente nas plantas, né? Então o nosso padrão é termos aí uma ou duas equipes de duplas de técnicos mantenedores que ficam dando manutenção, pequenas manutenções nas plantas. Mas o a nossa operação ela nós estamos fazendo, nós adquirimos algumas usinas onde isso ainda não está dentro do nosso padrão, mas a tendência é que a gente faça o telecomando de todas as usinas através do nosso centro de operação. Então o nosso centro de operação ele opera 24 horas, basicamente é a Substação. Então ele vai ele opera as substações das nossas usinas 24 horas, né? Porque
mesmo que não tenha geração lá, mas a substação vai est energizada. E nas plantas a gente costuma ter uma equipe eh própria da e também equipe de contratados normalmente para fazer, por exemplo, eh quem faz a parte de controle de vegetação, de limpeza de de módulos, não é equipe e normalmente são terceiros. Eh, nós temos também gestores e administradores nas nossas plantas. Esse é o nosso padrão. Não sei se se respondi, mas eh sempre vai ter nas plantas aí em torno de 5, 6, oito pessoas da da e as nossas plantas variam aí do tamanho
entre 60 megw pico e 200. E agora a gente tá tá finalizando aí a construção de uma planta aí de quase 800 MW pico. Obrigado. Essa essa de 800 a gente tem uma equipe maior, a gente tem uma equipe de praticamente 20 pessoas na planta porque são quase 3.000 ha aí 2200 Ha 2100 ha de água. Tem uma pergunta aqui que ela casa aqui com alguns itens, né, que a gente fala aqui dos nossos desafios. Ela fala se a gente tem algum benchmarking, alguma coisa de outras usinas, outros concorrentes, né, ou outros ativos que a
gente utiliza pra gente identificar e ver essa devida performance, ser comparativo, né? [Música] Então, e o a gente tem acesso a a dados De outras usinas do grupo, né? Então, a gente consegue fazer uma comparação com outras usinas do grupo e alguns dados que estão abertos aí na eh de geração. Eh, a gente consegue fazer estimativas assim de usinas próximas à nossa, né? Mas eh não sei se tem algum outro dado aí, Felipe, relevante que você se recorde. Acho sua pergunta é boa, é sua resposta foi boa, mas eh também a gente tem, como a
gente tem várias usinas, a gente tem Alguns benchmarks dentro dos nossos ativos, né? Usinas, por exemplo, a SU 5 que a gente construiu, a gente aprendeu muito com ela, fez algumas algumas melhorias e hoje a gente tem uma performance muito boa da usina, né? um exemplo que ela serve como um padrão pra gente seguir para as outras. Eh, algumas já chegaram lá, outras estão um pouco mais distantes, mas acho que benchmark não falta. Obrigado, Varela. Obrigado, Felipe. Como Tá faltando 2 minutos acho pra gente, né, fechar, pra gente ser bem estilo alemão, né, e fechar
nos devidos horários, eu queria propor aqui uma dinâmica final nessa Carol achar bacana também que a gente, né, né, passa, né, eu acho que por cada um aqui, seja Domingos, Varela, Felipe, Sérgio, né, até para pontuar aqui alguma uma questão, né, para até pro pessoal assim se sentir motivado a fazer a inscrição, tudo, né, acho que cada um dos nossos Especialistas daqui fazer um comentário assim que a gente tá, né, muito em busca, né, de soluções. e de fazer essa parceria, né, com vocês pra gente melhorar a nossa eficiência, né, ser um grande cliente, né,
e também ser parceiro dessa construção da solução, desse desenvolvimento, né, nessa jornada junto, né, então deixar aberto aqui, acho para cada um, acho fazer um encerramento aqui, eu acho que fica bem legal e depois, né, voltando a frisar as Perguntas que a gente não respondeu aqui, a gente vai responder via FAC, tá, pessoal? E aí vocês vão ver na próxima semana já uma nova versão do mesmo no site que ele tá sendo atualizado semanalmente, tá? Podemos começar aqui? Quiser começar, pode ser contigo, Sérgio, para começar. Eh, bom, para fazer o fechamento aqui, eu acho que
eh não dizer que eh nós efetivamente a gente tá depositando bastante eh fé de que nós vamos Conseguir aí ter eh soluções bem criativas e inovadoras aí no de vocês, né? E já agradecemos antecipadamente o interesse e a participação de todas as entidades, dos de vocês, pesquisadores, enfim, gestores dessas entidades. Eh, agradecemos e e eu vi que ali no meio tinha uma pergunta que dizia que se a solução encontrada a utilizará. Sim, esse é o objetivo. A gente a gente gostaria de que para cada um dos 10 desafios a gente tem aí duas, três, Quatro
soluções inovadoras e a gente usará todas elas realmente se elas forem factíveis e viáveis, né? Mas a ideia é essa, o princípio todo e partimos desse princípio de que a gente nós teremos resposta para cada um desses 10 desafios, pelo menos uma, e pretendemos usá-lo, sim. Então, eh eh toda a empresa ela é ela é basicamente eh as empresas são conhecidas, né, pelo resultado que elas Têm no mercado e de de outras formas, mas de uma questão técnica. Mas eu queria dizer que na gente também tem uma coisa que nós valorizamos muito, que são as
pessoas e as pessoas criativas, as pessoas que efetivamente eh se dedicam a solucionar problemas e e sempre elevar a o nosso estágio de desenvolvimento atual para um patamar mais acima, né? Então, para nós, isso é uma coisa também muito importante. Eh, eh, mesmo que a IA esteja vindo aí e disse o cara da do Google lá falou que daqui a 5 anos e nós vamos ter um Aago total que vai resolver todos os problemas do mundo, a gente ainda hoje a gente acredita que as pessoas fazem a diferença, tá? Obrigado a todos aí. continuar um
pouco aqui. Eh, mas é o Sérgio já falou muito bem, acho que a gente nem precisa falar mais nada, ele já trouxe todos os aspectos. Eu só ia complementar que, eh, a gente acredita na inovação e a gente acredita que a Inovação pode realmente melhorar a performance dos ativos. E a gente acredita nisso porque a gente já teve casos disso no no passado, eh, com inovação dentro das nossas equipes, com inovação de empresas de fora, com startups, com universidades. Então, a gente já tem a prova disso e a gente tá muito animado com esse desafio.
a gente espera ver muitas eh propostas bacanas e como o Sérgio falou, se a proposta for boa, na ideia é que a gente utilize de Fato, esse é o principal objetivo, que a gente utilize de fato eh nos nossos ativos operacionais. Eu queria também fazer uma complementação, então, né, como coordenadora da área, assim, eh, eu queria que vocês pensassem no edital ou não como algo limitante. Obviamente nós temos ali nossas regras específicas para focar em em retornos mais rápidos. a gente sinaliza ali que eh queremos propostas para termos já um piloto, né, Uma POC em
até 18 meses. Mas se vocês tiverem ideias que precisam de um pouco mais de tempo, né, eh, um pouco mais de recurso, um pouco mais de equipe, não deixem de mandar essas ideias pra gente. Não necessariamente ela vai encaixar nesse edital, mas a gente tem todo um programa de PID complementar a esse edital. Então, sempre vai ficar aqui no nosso portfólio, a gente vai buscar vocês se a ideia for interessante. Então, acho que a mensagem é: "Não se Limitem. Se vocês tiverem boas ideias, boas propostas, tragam ela pra gente", tá? Que a gente vai em
algum momento falar com vocês. E mesmo as que encaixarem no edital, a gente também vai ter o momento de de est fazendo a lapidação, né? de tá eh sentando, conversando, mostrando que dados a gente tem exatamente, a gente vai fazer eh ainda um followup eh eventualmente eh colocar uma etapa mais, tirar uma etapa. Então assim, tudo isso ainda vai Acontecer, tá? Não é nada escrito em ferro e fogo. A gente é uma empresa privada, a gente tem flexibilidade, então a gente vai dialogar com vocês para fazer o melhor para ambos, né? para e para vocês.
Isso aí. Aí eu queria complementar só falando que também não eh a ideia não precisa ser complexa para ela ser uma boa ideia, né? A gente aqui na nossa equipe a gente trabalha com um monte de dado, trabalha Com inteligência artificial, com drone, imagens, mas assim, muitas vezes a gente consegue chegar em soluções bem simples, usando média, usando um benchmark. Então, eh, não precisa ser complexo, né? Aliás, se for simples, acho que vai ser mais fácil da gente conseguir implementar. Perfeito. Obrigado, Varela, Felipe, Sérgio, Carol, a Diane que Domingos estão ali principalmente no ativo, quiserem
cumplementar também, que vão ser quem vai abraçar bastante das Ideias aqui, né? Ah, eu tô, olá. Ah, pode ir, J, pode ir. Ah, eu tô tô bem esperançosa com edital. Eh, e vocês viram que muitas das perguntas a gente respondeu, não temos, não fazemos. Então, isso quer dizer que tem muito espaço para boas ideias e para implementação. Então é isso, a gente tem muita esperança que que renda bons frutos. Guardamos as ideias. Acho que é bem nessa linha. a gente tá bem empolgado com esse projeto, Né, que venha bastante, que venha boas ideias, que venha
boas soluções e informar que a gente, assim, tem um time que, por com certeza vai se envolver na nos projetos, também vai poder contribuir, ajudar e diferente de outras fontes, a Solar é um tem um campo vasto, enorme ainda para evoluir, né? e acredita que com esse projeto a gente vai conseguir trazer boas soluções, que vocês vão conseguir trazer boas soluções e com isso a gente vai conseguir cada Vez mais fazer com que essa fonte eh se desenvolva e traga eh uma boa eficiência, um bom desempenho de um modo geral. OK? Perfeito. Obrigado, Domingos Diane
também, pessoal, reforçando, tá? Qualquer questão, pergunta que não ficou respondida aqui, a gente vai colocar no FAC. Qualquer outra que vocês tiverem, fiquem à vontade de mandar pro nosso e-mail novacã
[email protected] que a gente vai Inserir ela lá no resposta no fac para todos. Então a gente vai responder lá no e-mail, mas vai direcionar cada pergunta para complementar no FAC e ficar equilibrado para todos, tá bom? Obrigado demais pela presença de cada um, obrigado pro nosso time aqui por todas as considerações e com certeza vai engrandecer a todas as propostas que vamos receber. Obrigado, viu, pessoal?
Obrigada pessoal. Até logo. Obrigado. Tchau. Tchau. Bom final de Semana a todos aí. Tchau. Obrigado. Valeu, pessoal. Tchau. Tchau. Tchau, pessoal. Abraço. Ciao. Ciao.