[música] [música] [música] [música] [música] Gratidão a você que chega aqui no meu canal. Você que tem querido buscar informações acerca de civilizações alienígenas. No vídeo de hoje vai ser um vídeo assim meio conturbado para algumas pessoas, mas já de antemão eu quero dizer que esse é o último vídeo deste ano que gravo pelo meio do YouTube.
Espero não gravar mais nenhum vídeo por meio do YouTube. Acredito piamente que até janeiro, fevereiro do ano que vem, a Ginachete vai permitir que eu venha colocar o site no ar, conforme eu prometi a todos vocês. Assim, darei fim ao meu Facebook, darei fim ao grupo do Facebook e nós iremos migrar ali para o site, onde todos os dias às 21 horas será transmitido ao vivo o programa para todas as partes do mundo.
Quando eu me apresentei aqui pelo meio de comunicação, quando comecei a narrar a minha história, quando comecei a contar a minha intimidade com eles, e quando eu comecei a compartilhar com todos o ensinamento que eles me passaram, sabendo eles que um dia brotaria no meu coração. o íntimo desejo de poder transmitir isso paraa humanidade. que em todos os meus vídeos gravados aqui na República, onde também os meus dias já foram abreviados, onde a minha missão foi cumprida, onde eu tive ali a companhia de latidos de cachorro, de barulhos de portão, de buzina de automóveis passando na rua.
de pessoas me chamando. Quando eu comecei tudo isso, não sabia equilibrar as páginas do Hangout. As minhas palavras saíram picotadas em alguns vídeos.
As minhas palavras não foram, não soaram um bom entendimento. Mas eu quero dizer para vocês que todo esse conteúdo que eu gravei para vocês de livre e espontânea vontade, querendo o bem da sociedade humana, transmitindo aquilo que para mim é a minha verdade. Todo esse conteúdo eu vou refazê-lo de uma forma concreta, abreviada lá no site, porque lá tudo tá escrito.
Todas as figuras de minha autoria estão lá, todos os conteúdos. Por isso eu falei para vocês que quando vocês prestigiarem esse site, todos vocês vão ficar de queixo caído, saindo aqui da República, adotando um novo método após o cumprimento do meu dever a pedido deles. seguirei rumos diferentes na minha vida, mas não deixarei de dizer para você que é meu ouvinte, ainda que com muito custo, ainda que em muitos momentos com muita falta de paciência, ainda que com muitos custos.
Eu relutando, passando por cima de tudo para poder estar aqui gravando para você, querendo te ensinar o melhor caminho que você tem que tomar na sua vida. Só que no longo desse caminho, para muitas pessoas eu fui burro, fui ignorante, porque eu tive que ser assim para que todos vocês enxergassem em mim que também sou defeituoso, que eu não sou nenhum anormal, eu tive que aguentar calado, críticas, difamações. injúrias, intolerâncias de pessoas que eu nunca nem vi na vida.
Eu aguentei tudo isso. Não foi por amor a vocês, porque essa palavra amor não é no sentido literal daquilo que a sociedade humana possa compreender. Eu fiz tudo isso porque eles me ensinaram e eu pratiquei e tudo deu certo.
Então, da minha parte seria injusto eu guardar esse segredo só para mim. Eu seria egoísta, medíocre, falso comigo mesmo se eu guardasse esse segredo para mim. Eles me ensinaram a materializar o pensamento.
Mais uma vez, quando eu pedi a eles que me ensinasse a amar o próximo, um entre eles, e ao mesmo tempo todos, disse para mim assim que o amor é conquistado. ou o amor é merecido, ou o perdão é conquistado, ou o perdão é merecido. Eu nunca me esqueci dessas palavras e de todas as palavras que aprendi com ele e com todos eles em um contexto geral.
Você que tá aí do outro lado me ouvindo, você não me conhece, você não sabe quem eu sou, mas por algum motivo você dispôs o teu sentimento em acreditar em cada vírgula que saiu da minha boca. E das vezes que você me perguntou e eu não te respondi, foi para que você aprendesse sozinho. Eu nunca pedi a ninguém que se inscrevesse no meu canal, nunca pedi que desse joinha.
Nunca pedi que armasse ou criasse um encontro onde eu pudesse estar junto e participar de uma reunião. nunca pedir, porque eu sabia que de alguma forma todas as pessoas iam se levantar contra a minha pessoa. Porque no dia que eu estava na presença dos 500 ali na federação, eu manifestei o meu desejo.
Da mesma forma quando eu estava com os andromedanos e eles me disseram aquilo que eu deveria fazer para o bem da humanidade. Tanto que um ano depois eu dei as caras, mas quando eu estava ali na presença dos 500, dos primogênitos celestiais, e manifestei o meu desejo de dizer à humanidade, todas as coisas que aprendi com eles, eu me lembro que eles perguntaram se Eu tinha certeza daquilo que queria. E eu confesso para vocês que em certos momentos eu achei que fosse fácil.
Eu não imaginei que a pessoa humana, por eu não ter muito ali intimidade com a pessoa humana, eu falo isso para todas as pessoas. Eu não imaginei que aquelas pessoas, e quando eu falo não imaginei, me coloco na posição de homem comum como qualquer outro. Eu não imaginei que ao meu redor surgiria tantas pessoas falsas, tantas pessoas que comeria no prato e cuspiria depois.
Eu me lembro que quando eu participei a primeira vez em um Hangout, onde o dono lá do canal abriu as portas para mim e me recebeu muito bem, eu disse para ele que eu ia contar somente a minha experiência. Só que como eu vi que as pessoas gostaram e começaram a se sentir bem, eu de livre e espontânea vontade não segui o conselho deles, dos que habitam as estrelas. Eu segui o meu coração agindo pela emoção e nunca pela razão.
Porque se eu tivesse agido pela razão, eu teria ocultado a minha vida. Eu não teria dito que tenho uma fazenda. Eu não teria dito que tenho um apartamento.
Eu não teria dito que tenho dinheiro. Eu poderia muito bem ter mentido, mas quando eu manifestei contando para todas as pessoas o que eu tenho, porque é fato, é verdade, muitas pessoas duvidaram como ainda continuam duvidando. Mas eu fiz isso por quê?
Porque eu sei de onde eu vim e para onde eu vou. Eu sei que eu vim de um berço desfavorecido financeiramente. Eu sei que eu vim de uma família desunida.
Eu sei dos problemas que eu tive na vida. Eu sei dos meus sucessos. Então, quando eu disse isso para vocês que é verdade e vou provar tudo isso, expondo ainda mais a minha vida.
no documentário que já fiz sobre a minha vida particular, onde haverá ali várias tomadas, uma tomada no meu apartamento, outra aqui na república, outra na minha fazenda. Ficou um mini filme, um mini documentário que vai estar lá disponível somente lá no site. Vou estar expondo tudo.
Por quê? Porque é assim, você que me acompanha aqui pelo YouTube, você que um dia participou de grupos que falou mal de mim sem mesmo me conhecer, você que duvidou de mim pode entender que você tem a mesma capacidade de não ser igual a mim, mas ser melhor que eu. Então, na época que eu falei demais, na época que eu me expus demais, que eu fui bobo, de certa forma inocente, vamos dizer assim, porque eu não guardei segredos da minha vida, falei muita abobrinha, me empolguei demais, chatei algumas pessoas.
Quando eu fiz isso, falando da minha vida, eu falei para que você tivesse o mesmo interesse em adquirir o de melhor nessa vida. Eu mostrei para você em alguns vídeos que o seu barco, que se chama vida, nele você pode remar ou você pode adaptar um motor para seguir mais rápido. E esse motor se chama apaixonar-se pelo pelo pensamento.
Uma certa vez eu quando saí do canal dessa pessoa, o grupo todo se dividiu na época e mesmo assim eu insisti para que ninguém ninguém ficasse comigo. E nisso uma moça, ela passou pro meu lado de livre e espontânea vontade. Com ela veio outras pessoas.
Ela por gostar de mim, pelo menos para aquela época, ela ajeitou um grupo, quis me conhecer pessoalmente. Eu marquei com ela num shopping para que ela pudesse sentir segurança em mim, porque muitas pessoas diziam que eu era traficante, que eu era esquizofrênico, que eu poderia ser um psicopata. Muitas pessoas falaram o que queriam.
E para passar segurança para essa moça, eu tirei foto da minha carteira de identidade civil, não a militar. E falei para ela que ela poderia ligar para algumas amigas e falar que ia encontrar com uma pessoa, porque se ela sumisse, com certeza a polícia ia vir atrás de mim. Encontrei com ela no shopping, gostei de conhecer ela, expliquei toda a situação para ela e ela, como estava na liderança de um grupo, ela simplesmente perguntou se eu aceitaria comparecer no parque, que é o parque ecológico de Belo Horizonte, ali na Lagoa da Pampúlha, próximo ao bairro Bandeirantes.
E eu falei que sim. Então, algumas pessoas vieram de cidades do interior de Minas. Uma veio do Rio de Janeiro, a outra veio de São Paulo, o outro também veio de São Paulo.
E algumas pessoas que de última hora não conseguiram passagem de avião, não puderam vir. Mas ali naquele dia, muitas e muitas pessoas compareceram ali naquele parque. Eu também compareci.
Passamos um dia, uma tarde, que para mim foi inesquecível. O pessoal fez um piquenique, levou torta, levou salgado, refrigerante. Muitos me perguntavam as coisas e ali eu dei atenção a todos e todos ali ficaram felizes.
Só que um dia eu estava em casa e eu comecei a analisar tudo isso. Eu comecei a pensar em todas as coisas que eu tinha falado. Então, essa moça, ela fez um grupo no Telegram, só que mesmo assim eu não participava no grupo, porque eu não gosto de grupos de Telegram, nem grupos de WhatsApp, conforme já falei diversas vezes.
E ali eu respondia as pessoas no próprio grupo do Facebook mesmo e surgiu uma moça. surgiu uma moça e eu ali acreditando, né, na pessoa humana. Por que que eu errei muito?
Porque eu não convivia com a pessoa humana. Eu nunca gostei do ser humano. Mas quando eu tive o meu encontro direto com eles ali em 2007, tudo para mim mudou.
Eu passei a suportar o ser humano, eu passei a gostar do ser humano. É por isso que hoje ainda eu não tenho muita paciência de ficar respondendo certas perguntas tolas, de ficar indagando certas objeções tolas. É por isso que eu me afasto um pouco de muitas coisas, porque eu ainda tenho que aprender a conviver com a pessoa próxima, mas quando eu estou com qualquer pessoa, eu trato bem.
como prova disso são essas pessoas que encontraram comigo ali no Parque Ecológico, como também outras que vieram aqui. Mas enfim, eu comecei a analisar tudo aquilo que eu vivo com eles e tudo que eu me expus para benefício da humanidade que ali estava me ouvindo. Então, essa outra moça, que não tem nada a ver com a primeira, ela pedia para mim postar fotos do meu apartamento porque ela queria que eu mostrasse como era a decoração do meu apartamento.
Se eu não me engano, ela na época ela chamava Simone. Agora esse não era o nome dela, então eu posso falar, era o nome fiquício, mas era Simone. e ela falava que cursava eh design, interiores e que queria uma ideia porque ela tinha um trabalho para fazer e ela pedia, pedia, pedia para eu tirar foto do meu apartamento, da minha decoração e mandar para ela.
Eu a princípio não achei estranho, eu achei normal, só que eu não quis mandar, não quis. Então, quando ela continuou insistindo, o que é que eu fiz? Eu baixei algumas fotos no Google mesmo de decorações de apartamentos que não são meus para enviar para essa pessoa.
Isso foi ali em 2016. E acabou que eu não sei o que aconteceu e eu mandei essas fotos também para outras pessoas. Aí eu comecei a receber elogios.
Eu falei: "Mas por que que a pessoa tá me elogiando? " Quando eu abro o contato dessas pessoas que estavam me elogiando, elas estavam elogiando, né, as fotos de um apartamento que não era meu, porque eu mandei para essa pessoa, porque ainda que a outra pessoa, que é essa Simone, né, que tem esse nome fiquetício aí, viesse me indagar, eu poderia dizer para ela que eu tava compartilhando decorações que eu gosto. E ali eu mandei eh fotos de apartamentos que nem eram meus.
para mim tudo bem, né? Tudo tranquilo. Só que essa moça na época que estava liderando, né, o grupo que marcou de encontrar comigo no shopping, ela ficou meio suspeita, ela teve suspeitas em relação eh a essas fotos, porque segundo ela, tanto ela como outras pessoas buscaram ali no Google mesmo, né?
encontraram as mesmas fotos, porque lógico que iam encontrar porque eu peguei as fotos dali. E nisso o meu querido amigo Júlio Andrade ficou também um pouco aborrecido porque ficou sem entender. Aí essa moça, ela pediu ao Júlio que reportasse a um amigo dele que era da Polícia Civil, me parece que era até aposentado, que através daquele documento que eu mandei para ela, que foi minha carteira de identidade civil, abrisse ali uma investigação sobre a minha vida.
O Júlio fez o que ela pediu, porque naquela altura todo mundo achava que eu era mentiroso, que eu era um cara charlatão, que eu estava fazendo isso para que no futuro viesse pedir dinheiro a vocês, né? E o Júlio também de livre espontânea vontade, porque ele não foi forçado a nada. Ele fez também porque ele quis.
Ele pediu, né, que o amigo dele puxasse para ver se eu tinha passagem criminal, aquelas coisas todas e para ver se procedia também aquela carteira de identidade civil, porque poderia ali ser um fruto de roubo também, né? Então assim, eh, na primeira chamada que o amigo dele fez, eles constataram o meu endereço aqui da República. O meu endereço aqui da República.
Inclusive, eu até peço o Júlio Andrade quando ele ouvir esse áudio vídeo, porque ele sempre está ali no grupo comentando, que ele possa dar o comentário dele e também a Flávia, né, que é uma grande amiga minha que testemunhou tudo isso. Então, o que aconteceu? Eh, essa pessoa, essa moça, ela pediu ao Júlio, o Júlio fez.
Aí, como aqui também constava o meu primeiro endereço, né, a net, porque eu uso a internet, então tive que instalar a internet aqui. Então, a polícia civil ela cruza os dados, né, de um endereço mais próximo. Então, o primeiro endereço que a Polícia Civil repassou pro Júlio, que é o amigo dele, que é da Polícia Civil, foi o endereço aqui no bairro Lagoinha.
Então, nesse momento, essa moça, ela ficou muito triste, né, porque ela ficou sabendo que era um bairro desfavorecido financeiramente. Então ali ela repassou pro grupo. O grupo inteiro na época ficou contra mim, certo?
Duas moças, uma do Rio de Janeiro, a outra de São Paulo, eh, conversou comigo, mas não me disseram nada, mas depois me disseram. E uma outra pessoa que está lá nos Estados Unidos na época tinha me mandado um áudio perguntando por que eu menti, por que eu não falei que eu era pobre, por que que eu não falei que eu morava próximo a uma favela. Aí eu na mesma hora respondi a essa pessoa, como respondi a todos ali do grupo, né?
Porque eu fui colocado no grupo para dar um parecer pras pessoas. Muitos aceitaram, outros não aceitaram, certo? E em nenhum momento eu me justifiquei, correto?
Porque também não precisava eu também ficar falando muitas coisas, mas eu já tinha falado coisas demais, correto? Então ali houve uma discussão no grupo, o grupo ficou dividido, certo? Eu nunca mais conversei com essa pessoa, com essa moça, nunca mais conversei.
E na noite que aconteceu isso, tanto ela quanto o Júlio vieram de carro. E quando eles chegaram de carro, eles vieram na mcearia que tem aqui na rua, que a mcearia, na verdade, ela pertence, né, ao imóvel da República. E o Júlio ali perguntou por mim e o meu grande amigo Paulo falou assim: "Não, sim, ele mora aqui e ele é militar do exército, sim, porque inclusive o pessoal do exército até vem aqui de vez em quando.
" E nesse momento eu estava sentado na parte de cima, que é uma área de lazer, que é onde eu gravei aquele vídeo lá que eu postei no grupo para vocês recentemente, para vocês conhecerem um pouco a República, porque depois quando vocês conhecerem o meu apartamento, eu conheceria a fazenda, vai ser a parte excepcional da coisa, né? E novamente a República. >> [música] [música] >> Oh.