no brasil quase 24% da população ou seja 45 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência segundo o ibge instituto brasileiro de geografia e estatística mas apenas 403 mil estão no mercado de trabalho o que corresponde a menos de 1% de pessoas com deficiência no país o instituto rodrigo mendes tem como objetivo principal fazer parte da construção de uma sociedade inclusiva que garante igualdade de direitos e valorize as diferenças humanas hoje recebemos no programa o seu fundador rodrigo mendes que é mestre em gestão da diversidade humana e professor da fundação getúlio vargas está no ar o observatório do terceiro setor o olhar da cidadania [Música] [Música] o observatório do terceiro setor mostra pessoas que trabalham para a melhoria da sociedade além de divulgar e interagir de forma comprometida com as organizações de interesse social rodrigo menezes em 2008 foi selecionado pelo fórum econômico mundial para integrar o grupo de jovens líderes globais um programa que reúne líderes com até 40 anos que tenham realizado trabalhos de impacto social relevante deste grupo já fizeram uma parte nomes como bill gates e tony blair é muito bem rodrigo seja bem-vindo observatório prazer estar aqui jogar avesso convite depois de 24 anos o instituto rodrigo mendes hoje desenvolve em três importantes projetos quais são eles a gente elegeu como prioridade tentar mudar a esse contexto de exclusão que a gente ainda observa no brasil em várias partes do mundo é quando a gente se debruça sobre pesquisas que tratam do segmento das pessoas com deficiência ea gente tem dedicado nosso esforço pra garantir que que essa parte da população tenha também acesso à educação acho que essa é a crença principal é a visão de que a gente não vai mudar esse cenário enquanto as a parcela das pessoas também puderem se formar é construir sua qualificação e com isso ter perspectivas de um futuro mais positivo de autonomia é grande ainda o preconceito contra pessoas com deficiência no país eu acho que a gente vai mudando né de forma positiva nos últimos anos a maneira como a sociedade encara essa temática mas existe ainda bastante preconceito especialmente pela falta de acesso à informação é joel é muita gente se sente insegura em falar em se dirigir a uma pessoa é por não ter como viveu diria né durante a infância por ser um assunto é que ainda gera insegurança e muita gente então acho que é um processo que leva tempo né a gente tem que estar atento pra num só permite que haja retrocesso essas pessoas sentem que a sociedade não foi feita para ela que a mobilidade social ainda não é em são paulo é muito ruim um ponto importante pra sempre se ressaltar quando a gente pensa é como se fazer pra construir um ambiente inclusivo é a quantidade de barreiras que existem ainda tanto na arquitetura comum nos meios de comunicação como os procedimentos e também na nossa atitude então existem ainda muitas barreiras neves e falar um pouquinho o aspecto físico eu acho que o mais explícito não é o mais óbvio mas vale a pena a gente também se preparar na forma como as pessoas vezes subestimam ou julgam é o potencial de alguém que tem há algum impedimento de natureza física intelectual é o sensorial então esse conjunto de barreiras que deve ser o foco da nossa atenção porque a gente mude seu urânio para em barreiras a barreira econômica é expressiva também né as pessoas que não têm acesso à mobilidade é porque falta de condições econômicas acho que faz parte de um outro nível de exclusão quando a gente olha para o prospecto socioeconômica a maioria das pessoas com deficiência também são provenientes de famílias de baixa renda então tem uma dupla situação de exclusão aí a gente tem que mudar isso por meio de políticas públicas não tem como a gente pra imaginar uma transformação de fato estrutural sem que haja envolvimento nem da dam do poder público e assim tem no início do programa 1% só ocupa o mercado de trabalho quais são as grandes dificuldades que essas pessoas têm numerosas barreiras que existem da mobilidade a econômica intelectual mas é se você fosse inumerar quais as principais não falar um pouquinho sobre a educação não é o primeiro né de citar os avanços que a gente fez se a gente voltar um pouco no tempo e apresenta 2004 é a gente tinha um total de 560 mil pessoas com alguma deficiência ou com transtornos do espectro autista ou com altas habilidades na educação básica né olhando pra hoje ou seja quase 15 anos depois esse número já representa 970 mil estudantes ou seja a gente teve um crescimento de cerca de 70 por cento na participação de cima da população na educação básica que é bom que as pessoas saibam que a gente está avançando em um segundo aspecto de conquista ainda falando na nossa parte do quantitativo é voltando 2004 naquela época cerca de 65% das pessoas estavam em ambientes e agregados do sistema de ensino ou seja um em classes especiais ou em escolas especiais é hoje a última estatística a gente teve há algumas semanas é do mec mais de 90% né das crianças e adolescentes matriculados que tenham alguma especificidade já tão em ambientes inclusive então uma super conquista a gente tem que fazer um contraponto né quando a gente compara esse total de matrículas com o restante dos lances da educação básica o percentual ainda é muito pequeno no melhor cenário que é o da do ensino fundamental o 1 a gente tem ali 2. 9 por cento do total de matrículas neocom ocupadas por presos segmento quando seria de esperar que algo em torno de 15% a gente usar estatística na organização mundial de saúde que é mais baixa até mais conservadora lbg que você citou deveria está participando então a gente não tem como precisar o número de crianças que estão de fora do sistema porque a gente tem uma em compatibilidade entre o método usado pelo censo do ibge é com o método usado pelo censo escolar o que daria né a taxa de crianças e adolescentes que são é de fora né que não estão acessando a escola mas a gente né pelas estimativas existe um grau muito grande né de jovens aí que não têm acesso à educação ou seja houve um avanço nós temos um longo caminho a percorrer em é mas é importante lembrar joel que que a gente só consegue é perpetuar né e ampliar essas conquistas se a gente zelar por políticas públicas como eu estava falando então e esse é esse ganho que estava explicando ele foi resultado de um conjunto sólido de políticas de ações de uma política nacional voltada a esse público é recentemente a gente teve a aprovação da lei brasileira de inclusão 2015 pelo congresso nacional que é uma enorme conquista enfermos né de direitos e temos um arcabouço legal que eu acho que é um exemplo para o mundo a gente pode dizer que a nossa legislação extremamente avançada aí pra que isso se torne realidade é a gente vai lutar pra que todo gestor público né e pensei até que a gente a eleição agora zeli e coloque isso como uma pausa na agenda muito bem todas as terças e quintas-feiras ao vivo às 14 horas tem programa de rádio observatório do terceiro setor onde recebemos especialistas que junto com os ouvintes debate os principais temas da atualidade e do terceiro setor você pode ouvir pela rádio trianon m 740 ou em qualquer lugar do mundo pela internet do seu celular computador ou tablet pelo link que aparece na sua terra botamos dentro de instantes aguardem a fia é muito mais que uma escola de negócios e graduação pós graduação e mba e mestrado e consultoria para empresas isso faz diferença conheça a fia olá eu sou laura guelbert da onu unidos notícias das nações unidas e do mundo você acompanha na página e nos programas do observatório do terceiro setor parceiro da onu news e para acompanhar diretamente a o'neill em português acesse nossa página e redes sociais até lá [Música] voltamos com o observatório do terceiro setor o olhar da cidadania agora vamos para o quadro você conhece onde mostrou histórias de personagens que fizeram a diferença ela foi escrava e ajudou o brasil a conquistar sua independência maria felipa de oliveira você conhece em 7 de setembro de 1822 num pedro primeiro declarou independência do brasil para o meu sangue e minha honra meu deus ajudar o brasil a liberdade e gritou independência ou morte mas nem todos concordaram com a independência do brasil houve resistência dos portugueses aqui radicados especialmente no maranhão e na bahia no território baiano as lutas foram bastante acirradas do litoral interior revelando deste amor de muitas carreiras como maria quitéria e joana angélica desde então homenageados e festejados nos livros de história mas uma guerreira especial que lutou e ajudou muito na outra com os portugueses que não aceitar a independência do brasil foi maria felipa de oliveira maria felipa nasceu escrava em data desconhecida conseguiu liberdade foi marisqueira pescadora e trabalhador abraçam trabalhou desde cedo coletando mariscos aprendeu a lutar capoeira para brincar e se defender em um brasil livre da dominação portuguesa responsável pela escravidão do povo africano dos seus avós da sua mãe seu pai na ilha de itaparica onde vivia festeja o grito de dom pedro 1º quando o português pegar mas para que o brasil continuará sendo colônia engajou se na luta pela independência de início acompanhava a movimentação das caravelas portuguesas no período noturno a mofada em gameleira e itaparica logo tomava uma jangada para salvador e passava as informações para o comando de movimentação de libertação maria felipa não estava satisfeita com a função de retaguarda resolveu partir para um combate sabia que uma frota de 42 embarcações se preparava para atacar os lutadores na capital bahia traçou um plano de 1 40 companhias para executar seduzir a maioria dos soldados seus comandantes levaram para um lugar ermo quando eles animados ficaram sem roupa elas aplicaram uma surra de cansanção planta que dá uma terrível sensação de ardor e queimadura na pele enquanto isso o grupo incendiava as embarcações esta ação foi decisiva para uma tranquila vitória sobre o português em salvador permitindo que as tropas vindas de recôncavo em khassem triunfalmente sobre os aplausos do povo em 2 de julho de 1823 a era uma permaneceu anônima e voltou para suas atividades marisqueira e capoeirista até sua morte em 4 de janeiro de 1873 porém a ilha de itaparica não esqueceu de sua guerreira em 1923 uma linda homenagem foi instalada na parede da capela da piedade em caparica muito importante é resgatar a história desta região anônima no brasil você conhecer seus heróis prestes a completar 200 anos de independência figuras como a maria felipa nos lembram né o quanto a gente há de certa forma avançou na no espaço ocupado pelas mulheres mas por outro lado quando a gente né precisa está também atenta a essa questão é o congresso brasileiro tem uma representação muito baixa é menor do que é da arábia que um consegue um país conservador em termos políticos é em relação ao que as mulheres é ocupam nem como como carlos legislativos então é é a gente pode dar espaço pra que questões como homofobia aí é discriminação com a mulher voltem a ocupar a agenda das discussões de uma forma negativa ea gente tem que estar atento para eleger pessoas que sejam coerentes e que defendem direitos ambas mulheres que políticas públicas seriam necessários pra gente seguir esse caminho tava falando um pouquinho né sobre a questão a do segmento das pessoas com deficiência eu vou usar esse recorte como como exemplo é fundamental que a gente trabalha de forma intersetorial então para garantir a uma rede de ensino totalmente inclusive os bons casos nessas boas práticas que a gente encontra ao redor do brasil em geral envolvem não só a secretaria de educação né mas a gente observa lhe uma parceria entre a secretaria da saúde secretaria da assistência social e as outras pastas que compõem o poder público né pra que as várias demandas possam se atendidas ea criança não só têm acesso dentro da sala de aula mas que ela possa ter por exemplo transporte possa ter um atendimento crime complementar nela possa ter a questões de moradia também assisti los então seja qual for não é o aspecto da diversidade humana da desigualdade é eu percebo que a gente pode olhar de forma multidisciplinar e multidimensional em termos de planejamento de políticas públicas que vocês têm um projeto no instituto que com o tempo a pelo menos uma parte do que você falou que a formação de professores para atender esses alunos com com deficiência é muito importante porque desde lidar com a baixa estima com o preconceito da sociedade esse ano tem que ser recebido é de uma outra forma então a gente olha para os cursos de pedagogia né de licenciatura a a quantidade de tempo dedicada ao tema da educação especial na perspectiva inclusiva ainda é muito pequena então há ainda é necessário investimento em formação continuada ou seja é uma formação para quem já está na prática já está atuando como professor e que busca e conhecimentos e repertórios é voltarmos a essa temática é um dos nossos programas têm dedicado aí a atenção pra atender educadores do brasil toda a gente olha não só para o professor na sala de aula mas a gente faz com que as turmas de formação contempla também os professores do do atendimento educacional especializado que é um serviço fundamental no brasil pensando na educação especial é também é uma premissa que alguém da coordenação pedagógica esteja presente no curso e também membros da secretaria de educação de forma que é esse processo de transformação das escolas seja viável como a gente pega todas essas camadas agora em termos de mudança de olhar a questão chave é joel que é a gente de fato criar condições né e orientar o professor para que ele de fato aposte no futuro naquilo que a criança adolescente pós pode apresentar como aprendizagem como usualmente então o professor neri digo ele tem um poder enorme nas mãos ele pode ao mesmo tempo que ampliar é de forma radical os horizontes de uma de uma criança quando ele demonstra que ele está ali é a serviço e é totalmente é investindo aquele futuro como ele pode também destruir a autoestima é se ele transmite ali é que ele não não tem expectativas em relação ao grupo decide então eu acho que a escola inclusiva tem falado muito sobre isso é aquela escola aqui ele acolhe todos né arantes a questão do bigode do direito mas que a persegue altas expectativas para cada estudante muito bem saiba como adquirir computadores notebooks servidores e cpus para você e sua empresa ou ong por um preço justo a assistência técnica e garantia de um ano e ainda contribuir com o meio ambiente acesso observatório 3 setor ponto org. br clique no banner 'remake' vamos para um pequeno intervalo voltamos dentro de instantes a por nasp colabora com a usp nas relações entre fundações por meio de fóruns simpósios seminários pesquisas e intercâmbio de informações além do seu investimento na área social para melhores informações entre no nosso site www.
fumarc. org. br funesp o macaé abriu e ela só quer n a sugerir a [Música] internacionalizar a economia afeta ao seu emprego pra onde vai o brasil terá opinião sem análise é só repetição redenção se repetisse pendências repetisse a beleza e pensa [Música] a informação é importante a análise é fundamental le monde diplomatique brasil independente e crítico [Música] estamos de volta com o observatório do terceiro setor o olhar da cidadania não esqueça todas as quartas feiras às 17 horas tem o programa olhar da cidadania na rádio usp com temas da atualidade e dos direitos humanos anote todas as quartas feiras às 17 horas na rádio usp em são paulo 93,7 fm em ribeirão preto 107,9 fm muito bem o rodrigo é vocês estão 24 anos idade do trabalho do instituto é nesse período houve muitas mudanças na sociedade você já citou isso e as principais dificuldades que você enfrentou extra lá então não acho que é importante mostrar o que a gente vem conquistando né com essa missão de apoiar as redes de ensino a gente criou um portal na total disponível para qualquer o usuário interessado no tema da educação inclusiva e até preocupado em ser acessível para pessoas com deficiência é com o objetivo de apoiar é o professor que está lá na sala de aula e não tem referência está buscando algum tipo de orientação sobre como criar um projeto pedagógico que tenha a capacidade a condição de acolher as diferenças humanas então nesse portal chamado diversa ponta do ponto br as pessoas podem encontrar relatos de boas práticas estudos de caso artigos vídeos e tem um espaço é que tem cada vez mais se tornando uma fonte de aprendizagem para os educadores que um fórum com qualquer professor pode publicá la a sua dúvida particular a sua situação de desafio ea gente então é articula com os usuários demais membros dessa comunidade para que todos coloque ali sua sugestão dissolução sua proposta é para que aquele professor tenha algum tipo de encaminhamento que resolva aquela aquela angústia e isso vai formando ali uma biblioteca grande possibilidades de práticas e de orientações então quem quiser está convidado a participar da comunidade e também enviar suas próprias práticas nem sempre o professor é tenha muito a ensinar para o seu colega de trabalho que ela não existe tudo ele surgiu a partir de uma tragédia pessoal esse período já está superado faz bastante tempo isso na joão é de fato eu não me relacionava com esse universo das pessoas com deficiência aí quando muito jovem para ser um assalto é que com conseqüência a tetraplegia e aí que eu fui começar a perceber o essa parte da população enfrenta completa ea dificuldade de exercer seus direitos e e conquistar o seu espaço e foi por esse incômodo quando eu vi que eu era um privilegiado tive apoio da família amigos tive os melhores médicos o que é uma exceção infelizmente pra alguém que ou nasce como a deficiência ou passa por algum acidente então esse incômodo de de perceber nessa esse nível de justiça fez com que eu criasse o instituto não me faz bastante tempo e eu tenho dedicado à minha vida para mudar esse contexto de desigualdade voltando à questão dos projetos acho que seria importante também citar para os professores que trabalham com educação física a gente vem desde 2013 também investindo nessa área é que historicamente é uma disciplina aqui tende a excluir nessas crianças com deficiência eram em geral dispensadas da aula de educação física ea gente a convite do unicef da fundação ano o time do barcelona a gente criou nenhuma grande programa nacional chamado portas a base para a inclusão que orienta professores há como criar suas aulas de educação física de uma forma inclusiva ou seja tendo como principal objetivo é garantir que todos participem é um é que o foco da competição se sobreponha né essa questão de é de que todos estejam juntos e os resultados são surpreendentes a gente tem 24 práticas filmadas e uma biblioteca extensa de exemplos para quem quiser tanna dentro diversa também e mais informações detalhadas no nosso site no rm ponto org.
br barra portas abertas para quem quiser saber desse dessa iniciativa começar quero voltar na pergunta professor você claro retoca a sua recuperação foi um sucesso que você transformou essa tragédia no 15 muito bem sucedido tem muitas pessoas que não conseguem o que serviria para essas pessoas eu diria que é fundamental que a gente conheça direitos né muitas famílias com que a gente interage nas escolas não têm clareza né do conjunto de direitos que as crianças hoje a devem exercer e deve reivindicar do poder público esquecer é um primeiro passo em segundo lugar é buscar conhecer quais são os serviços na disponíveis na sua cidade no seu território nettheim profissionais muito qualificados nessa dedicando né a formar as pessoas pessoas também da área da saúde que se dedicam ao privar reabilitação que sempre complementar na questão da educação é acima de tudo eu acho que entender é que o mundo mudou hoje há um impedimento físico a ou de outra ordem né não representa necessariamente uma impossibilidade de participação das diversas vertentes diversas é fácil as da vida social da vida profissional pelo contrário cada vez mais a gente percebe que quando se elimina barreiras né quando se aposta na perspectiva da pessoa e quando se garante direitos básicos a pessoa consegue construir sua autonomia exerce a sua o seu sonho em sua sua vocação a sociedade está mais sensível aos problemas de enchentes eu diria que sim eu diria que a sociedade tem cada vez mais a tira o contato com essa realidade vai entrar pra trás né [Música] esse tema sempre tratado com uma perspectiva de piedade de assistencialismo né acho que isso tá mudando é a mídia em geral às vezes ainda escorrega para uma abordagem que trata essa pessoa como um herói ou como oitavo à frente discutindo muito como mudar essa essa tradição não é de da narrativa usada tanto pela pelo jornalismo comum é pelas outras mídias mas já tem coisas muito positivas acontecendo acho que existe um outro grau de amadurecimento é em virtude de mobilização social de conquistas em termos de marcos legais e de implementação de práticas e de políticas públicas que mudaram a realidade do brasil o problema do observatório do terceiro setor desta semana fica por aqui mas continuamos acompanhando acesse o nosso portal observatório 3 setor ponto org.