[Música] [Música] Olá boa noite a todos o meu nome é Amanda eu tenho 29 anos de idade moro em Morrinhos eu queria contar o meu relato de quando eu era pequena por volta dos meus 12 anos de idade eu e os meus pais e os meus irmãos morávamos em uma fazenda não tínhamos muitos vizinhos apenas dois e a fazenda deles ainda ficavam meio que longe da nossa eu e os meus irmãos tínhamos a rotina de acordar 6 horas da manhã para tomar café e assim ajudar os nossos pais como eu era a única menina eu
sempre ficava ajudando a minha mãe nas coisas de casa e os meus irmãos ajudavam meu pai a cuidar das vacas cavalos e a cortar as Canas de açúcar e etc até que um dia que o meu pai o meu irmão mais velho de 16 anos de idade tiveram que ir para uma outra Fazenda bem longe para ajudar a matar uma vaca e dividirem as carnes pois o dono da fazenda era muito amigo do meu pai desde quando eles eram crianças Então sempre que eles iam matar uma vaca ou porco ele se chamavam um ao outro
para ajudar a matar e assim dividir a carne o meu pai e o meu irmão nesse dia acordaram bem mais cedo do que de costume até mesmo para fazer as tarefas de casa bem mais rápido para dar tempo de saírem de casa pelo menos às 2as da tarde isso para não ficar tarde para eles pois eles iam de carroça e iriam demorar para chegar no local e assim eles conseguiram sair 20 pras duas da tarde foi mais ou menos esse horário e ficaram apenas a minha mãe o meu irmão que era mais velho do que
eu apenas um ano e eu enquanto a minha mãe e eu estávamos lavando a louça os cachorros começaram a latir feito doidos pro Curral a minha mãe foi até oo portão olhar mas não viu nada pois o Curral ficava lá em cima então a minha mãe falou que deveria ser gatos ou algo do tipo então voltamos lavar as louças os cachorros comearam a latir nov e quando a minha mãe foi ver era uma vaca que estava correndo desesperadamente a minha mãe então vendo aquilo pediu meu irmão ir lá dar uma olhada ver o que era
e o meu irmão foi eu fiquei com a minha mãe olhando ele pelo portão até que de repente ele desce correndo gritando contamos o que havia acontecido e ele estava chorando dizendo que havia visto um fantasma de uma mulher parada no meio do Curral e quando Ele olhou para ela ela simplesmente havia desaparecido na frente dele a minha mãe ficou tentando acalmar o meu irmão na hora eu fiquei morrendo de medo pois só havia nós três ali na fazenda então ficamos esperando meu pai e o meu outro irmão chegarem E quando eles chegaram a primeira
coisa que minha mãe fez foi contar pro meu pai o ocorrido e o meu pai acreditou de imediato já o meu outro irmão não acreditou muito depois desse corrido tanto o meu pai quanto a minha mãe começaram a orar todas as noites até que um dia eu estava dormindo era o meu irmão de 13 anos chamado Alisson e eu dormíamos no mesmo quarto já o meu irmão mais velho dmia no quarto dele sozinho eu até que entendi o motivo dele querer dormir sozinho pois ele já era um adolescente e todo Adolescente quer ter a sua
privacidade eu tava dormindo até que eu acordei muito apertada para ir ao banheiro Então eu fui e fiz as minhas necessidades só que quando eu abri a porta cabos longos e lisos com uma roupa preta e rasgada ela estava de costas para mim então não deu para mim ver o rosto dela mas quando eu a vi o meu susto foi tão grande que eu fui correr acabei tropeçando e bati a minha cabeça no chão com a queda então eu acabei desmaiando ali mesmo quando eu recobrei a minha consciência eu me deparei com os meus pais
e os meus irmãos eles comigo no sofá tentando me reanimar a minha cabeça ainda estava doendo Então a minha mãe colocou o gelo e eu falei para ela o que eu havia visto a minha mãe falou pro meu pai e eles me ensinaram a rezar todas as noites a minha mãe os meus irmãos e eu nos ajoelhamos no chão e começamos a rezar eram cinco Pai Nosso cinco Ave Maria o tempo foi passando e Nós já estávamos até esquecendo dessa mulher até que um certo dia o meu pai e o meu irmão mais velho desceram
lá para baixo da fazenda para cortar Canas de Açúcar já eu e a minha mãe iríamos na casa de uma amiga dela que ficava na fazenda mais próxima da nossa eu e a minha mãe iríamos lá para entregar 4 l de leite que ela havia comprado da minha mãe assim que chegamos lá eu fui direto brincar com a filha dela que tinha a mesma idade que eu Enquanto isso a minha mãe ficou conversando com a amiga dela depois de comermos um lanche nós fomos embora a minha mãe e eu tínhamos ido de carroça então não
Demoramos muito para chegarmos em casa e assim que chegamos e entramos em nossa casa para nossa surpresa a casa estava toda bagunçada e alguns copos quebrados já o meu irmão que tinha ficado lá sozinho ele estava trancado no quarto dele quando ele ele percebeu que havíamos chegado Ele abriu a porta desesperadamente e correu em seguida Abraçando a minha mãe a minha mãe ficou Furiosa perguntou para ele o por que que ele tinha feito aquilo até que ele começou a chorar e falou soluçando isso não fui eu não mãe eu estava na sala eu estava sentado
e brincando no chão até que eu comecei a ouvir alguém perambulando pela casa eu achei que fosse você o pai que tinha chegado mas quando eu fui ver era aquela mulher de novo quando ela se virou para mim eu tive o desprazer de ver aquele rosto completamente podre e horroroso eu fiquei com tanto medo que eu saí correndo e me tranquei no meu quarto e ela ficou lá tentando abrir a porta com todas as forças eu cheguei ao ponto de achar que ela conseguiria entrar no quarto Foi então que eu comecei a escutar as coisas
sendo jogadas as coisas nossas estavam sendo Quebradas no chão e em seguida ela começou a chamar pelo meu nome eu me sentei e tampei os meus ouvidos Só que nesse meio tempo eu não sei se eu desmaiei ou eu acabei cochilando eu só sei que eu quando eu acordei eu não escutei mais nada não escutei mais nenhum barulho mas eu preferi ficar aqui no quarto até que você chegou e assim que ouvi a sua voz eu vim aqui falar com você quando o meu irmão falou aquilo a minha mãe começou a chorar eu estava tremendo
de medo e assim que o meu pai chegou a minha mãe explicou para ele ele disse que já não estava aguentando mais e que iria chamar um padre para ir lar para casa no dia seguinte quando chegou a noite tanto meu pai quanto a minha mãe nos disseram que se por acaso a gente visse ou visse alguma coisa era para gritar e assim todos nós fomos dormir até que no meio da noite o meu irmão mais velho soltou um grito tão alto que eu quase morri de susto quando nós fomos ver o que era ele
estava desesperado nos falando que havia acordado e que viu uma mulher em cima dele tentando enforcá-lo e quando fomos ver o pescoço dele realmente estava todo vermelho e com marcas de mão depois disso ninguém mais dormiu e no dia seguinte o meu pai foi até a cidade buscar um padre e não demorou muito para eles chegarem assim que eles chegaram o padre já sentiu alguma coisa ali dentro ele rezou jogou água benta pela casa inteira e Entregou um terço pro meu pai e paraa minha mãe eles conversaram e o padre foi embora logo em seguida
Depois desse dia essa mulher nunca mais reapareceu e o meu pai e a minha mãe acabaram vendendo a nossa fazenda e comprando uma outra hoje em dia tanto meu pai e os meus irmãos e eu lembramos daquele Episódio aliás isso é impossível de esquecer e não desejo isso para ninguém bom Pessoal esse é o meu relato Eu desejo a todos uma ótima noite o fato que aconteceu comigo Eu nunca me esqueci Foi algo tão perturbador que só eu sei o tormento daquela noite era sexta-feira santa Eu tinha 8 anos de idade os meus pais estavam
separados e nesse dia o meu pai foi visitar eu fiquei super feliz de poder vê-lo Porque mesmo estando recém separados eu gostava quando ele vinha nos ver ficava dias e dias sem nos visitar mas naquela noite ele acabou nos visitando e indo embora já tarde da noite quando ele saiu eu não vi pois eu já estava dormindo quando eu acordei já era mais ou menos meia hora e vi que a luz do apartamento estava toda apagada silêncio total concluí com uma certa tristeza que o meu pai já tinha ido embora e eu não o vi
naquela época a minha mãe dormia sempre no sofá da sala talvez porque não quisesse encarar a separação e ver a cama do casal que ficara espaçosa só para ela eu e minhas irmãs dormíamos juntas no chão do quartinho a da sal na certa eu caí no sono e a minha mãe ou meu pai me colocaram lá para dormir bem resolvi aceitar o fato de que ele tinha ido embora e tentei dmir novamente Minas irmãs e a minha mã dmi feito pedra e eu tenta no sono mas eu não conseguia virava de um lado para o
outro e nada de ficar com sono morávamos em um apartamento no primeiro andar de frente pra rua naquela época a noite quase ninguém ficava na rua de madrugada só de vez em quando tinha alguém chegando tarde de algum lugar mas na noite de sexta-feira Santa não ninguém ficava porque antigamente as pessoas tinham respeito por este dia e nem iam para festas ou bailes estava aquele silêncio todo lá fora e eu tentando dormir De repente eu comecei a escutar do lado de fora passando pela rua barulhos como o trotar de um cavalo mas trotava bem devagar
mesmo assim eu podia ouvir o barulho do casco da Pata batendo no chão o barulho era contínuo com aquele trotar de cavalo igual aos cavalos treinados porém eu ouvia nitidamente o barulho do casco da Pata batendo no chão tinha um certo momento em que um barulho dava uma pausa mas logo em seguida continuava o barulho da pata do cavalo ia passando pela rua de frente da minha janela de lá para cá ia de um lado para o outro da rua indo e voltando naquele mesmo ritmo trotando bem devagar e dando uma pausa continuando logo em
seguida eu comecei a ficar Cabreira com aquele barulho lá fora eu tentei dormir de novo para esquecer aquilo mas o sono não vinha de jeito nenhum eu olhava para as minhas irmãs do meu lado e a minha mãe lá na sala ar roncando ninguém nem se mexia continuavam dormindo no sono profundo e a pata de cavalo continuava andando para lá e para cá parecia que iia chamar a minha atenção eu comecei a ficar assustada com aquilo Afinal era madrugada e nem existiam cavalos por perto era um conjunto residencial de apartamentos ninguém tinha cavalos ali eu
fiquei tentada em não pensar naquele trotar lá fora mas era impossível o cavalo ou sei lá o qu parecia que queria chamar a minha atenção então com muito resolvi me levantar junto das minhas irmãs e fui em direção à janela para espiar e ver o que era até mesmo para tirar de vez aquele medo que tinha em minha cabeça a janela do nosso apartamento era de madeira e tinha umas frestas horizontais o que tornara possível ver um pouco a rua do lado de fora dava para ver os pés de uma pessoa por exemplo então enfiei
a minha cara nessas frestas horizontais e pude ver a rua Deserta de repente lavei o trotar das patas do cavalo o barulho foi chegando mais perto mais perto e quando se aproximou eu pude realmente ver que eram patas de cavalo se aproximando eu só vi as patas pois pela fresta não dava para ver o corpo continuei na janela espiando e quando as patas de cavalo passaram trotando em frente à minha janela elas simplesmente pararam foi aí que eu fiquei gelada parecia que aquilo havia parado para me ver mesmo a janela estando fechada eu senti algo
ruim quando as patas pararam e aquilo parecia olhar para mim que espiava pela janela a pausa que aquele cavalo ou sei lá o que fazia enquanto ficava andando de um lado para o outro era justamente em frente à minha janela eu fiquei pálida de medo saí correndo da janela e o meu coração parecia que iria sair pela boca parecia que aquela coisa lá fora estava me vendo pulei em cima das minhas irmãs com muito medo porque eu vi que aquela coisa sabia que eu estava ali na janela espiando O pior é que enquanto eu estava
tentando dormir os passos do cavalo iam para lá e para cá davam uma pausa sempre e eu pude ver com os meus próprios olhos que a pausa era justamente em frente à minha janela ou seja aquilo sabia também que eu estava acordado ouvindo ela passar para lá e para cá eu soava frio e o trotar do Cavalo foi aumentando ficando cada vez mais forte continuava passando pela rua de um lado para o outro e sempre parava em frente à minha janela eu rezava tremia e ao mesmo tempo sacudia as minhas irmãs e elas nem se
mexiam já minha mãe também continuava dormindo Foi então que de repente bateram tão forte na janela que parecia que queriam arrombar alguém ou algo dava murros na janela batia com muita força que parecia que realmente queria derrubá-la eu fiquei ainda mais apavorada Pois eu acho que era aquela coisa que trotava aquela coisa que estava lá fora e ficou com raiva porque sabia que eu estava vendo ele pela fresta o trotar do cavalo continuava para lá e para cá agora mais intenso mais forte e parecia que estava com raiva porque eu estava olhando pela janela ao
mesmo tempo junto com o trotar forte do cavalo as Batidas raivosas na janela pareciam que alguém estava com muita raiva O mais incrível é que ninguém da minha família ouviu continuavam dormindo feito pedra essa batida forte na janela e o trotar do cavalo continuaram até quase o amanhecer só depois disso que o consegui finalmente me levantar e assim I até a sala perto da minha mãe ela finalmente acordou e viu que eu estava assustadíssima juntou as duas poltronas para eu dormir ali do lado dela porque no sofá não cabia mais uma Então finalmente eu pude
dormir mas quando foi 7 hor da manhã precisamos levantar porque a minha mãe iria junto comigo e as minhas irmãs para um Centro Espírita que ficava bem longe do bairro onde morávamos era preciso levantar cedo para chegar lá e pegar o início das sessões eu me levantei com os olhos que pareciam cheios de Areia a minha família pode ver que eu não dormi nada naquela noite as minhas irmãs perguntaram o que havia acontecido e então eu contei para elas e para minha mãe o que realmente aconteceu na noite interior ao ouvir o meu relato elas
ficaram assustadas Pois realmente ninguém tinha cavalo naquela vizinhança que era um conjunto de apartamentos Como eu disse ficaram achando que poderia ter sido a mula sem cabeça já minha mãe tentou explicar os murros na janela dizendo que talvez fosse algum desocupado vagabundeando pela noite e ficou batendo na janela para tentar nos assustar mas eu sei que não era isso porque o barulho de cavalo e os murros na janela aconteciam ao mesmo tempo e eu sentia que não era nada bom essa horrível experiência para uma criança de apenas 8 anos é uma experiência que eu nunca
mais irei esquecer eu desejo a todos uma boa noite Boa noite o relato que iremos ouvir hoje foi enviado por Francisco natural do Ceará esta história aconteceu no ano de 1963 nas proximidades da cidade de Ingazeira Sertão do Cariri Estado do Ceará o meu nome é Francisco e convivia muito com os meus avós paternos que morava em um sítio a cerca de 30 km da cidade os moradores do sítio faziam trajeto até a cidade uma vez por mês para fazer as compras como eu estudava na cidade eu ficava com a minha avó materna e costumava
ir para o sítio nas férias para ir eu pegava a carona na garupa do cavalo de algum vizinho próximo da casa dos meus avós um dia eu estava esperando algum vizinho passar para que eu pudesse pegar carona já era finalzinho da tarde e não conseguia carona com ninguém exceto um senhor chamado seus Zé eu não queria ir com ele pois eu era uma criança de apenas 10 anos de idade e ele apesar de simpático tinha a fama de ser estranho diziam que ele se transformava em bicho no entanto era a única opção que eu tinha
naquele momento já era um final de sábado tardezinha e eu queria passar o domingo com a minha avó e primos eu tomei coragem e falei com ele que concordou imediatamente um colega Chegou a me alertar perguntando se eu estava ficando louco já que o seu Zé se transformava em bicho nas noites de lua cheia para parecer corajoso ignorei o aviso e acabei indo com ele eu estava preocupado com certo receio pois já passava das 5 horas da tarde e o velho andava muito devagar com aquele cavalo eu estava com muito peso e naquele trote lento
só chegaríamos lá para depois da meia-noite eu peguei a carona com o velho partimos pela estrada após um tempo éramos só nós três na estrada de Barro o velho o cavalo e eu paramos para descansar um pouco e para o animal também beber água momento em que eu achei bem estranho o comportamento daquele velho que ficava olhando fixamente para a lua dizendo que ela estava linda bom eu achava bem estranho aquilo o meu arrependimento começou a surgir pois já passavam-se das 10 horas da noite 10:30 11 11:30 e eu estava super desconfiado de se Zé
Eu pensava comigo mesmo se a orelha dele começar a crescer e o cavalo pular eu subo numa árvore desa e não desço mais quando chegou meia-noite mei me0 1 hora da manhã e a Lua estava tão Clara que parecia até de dia de repente eu olhei para trás e vi ao longe uma criatura Negra tão grande que parecia o tamanho de um cavalo assustado eu mostrei pro seu Zé e para minha surpresa ele respondeu bem calmo Ah ele está nos seguindo desde o Barreiro eu não falei nada para você para não te preocupar desesperado perguntei
o que iríamos fazer e o velho me respondeu olha vamos fazer nada fica calmo ele não vai nos fazer mal eu apenas concordei porém eu não acreditei nele eu fiquei mais atento observando aquela coisa que de certa forma não se aproximava andava na beira da estrada não se escondia mas de vez em quando sumia e aparecia em trechos diferentes da estrada finalmente de longe avistamos a casa do velho e chegamos e já eram 2 horas da manhã assim que chegamos o seu Zé apoiou o cavalo e a Dona Maria que no caso é sua esposa
me deu um abraço bem forte Ela viu que eu estava preocupada e assustado e me perguntou se estava tudo bem eu respondi para ela que sim mas eu também disse que eu tinha visto um bicho muito estranho atrás da gente Ela deu um sorrisinho de canto de boca e disse que não era nada que na verdade ele estava apenas protegendo vocês ela falou como se conhecesse a criatura na hora eu achei bem estranho pois nem o cavalo havia se assustado e eu falei que eu ia pra casa da minha avó mas ela me disse que
estava muito tarde e que amanhã ela levaria meu filho faz o seguinte dorme no quarto do Chico ela falou eu não questionei e fui mas eu estranhei pelo simples fato que o Chico não estava no quarto dele eu perguntei onde ele estava E ela me disse que ele deveria estar por aí eu achei muito estranho mas fui dormir pensando comigo mesmo Será que é o Chico que é o lobisomem não se Zé é que que ele tá fazendo ali fora uma hora dessa num local que só tem mato bom eu fiquei bem pensativo sobre o
assunto porém eu estava tão cansado que eu acabei dormindo eu acordei foi com os galos cantando e para minha surpresa o Chico estava dormindo na rede ao lado o mais estranho é que eu vi que ele estava muito sujo e fedendo demais Eu Me levante fui falar com a dona Maria perguntei onde o Chico estava na noite passada e ela me disse que ele estava aproveitando a lua para caçar eu falei para ela que ele estava muito sujo e ela me disse bem sério que não dava para caçar porco e ficar limpinho ao mesmo tempo
e deu uma gargalhada uma gargalhada meio sem graça achei até que foi um pouco forçada da parte dela bom imediatamente eu parei de fazer perguntas e fui pra casa da minha avó chegando lá foi só alegria a minha avó minhas tias pronto perguntei cadê os meus primos e elas me responderam olha eles estão lá no chiqueirinho rapidamente fui lá para falar com meus primos e realmente assim que eu cheguei eles estavam lá porém todos eles estavam bem sérios eu achei estranho e perguntei o estava acontecendo e o meu primo mais velho me falou Dá uma
olhada aqui quando me aproximei eu vi pedaços de porco e sangue espalhados pelo chiqueiro assustado perguntei o que tinha sido aquilo e o meu tio que estava ao meu lado me respondeu bem sério eu não sei não mas eu desconfio Olhando em direção à casa do Seu Zé Aquilo me marcou muito pois o seu Zé era que levava a fama mas que na verdade eu desconfio piamente de quem realmente virava bicho era o seu filho Chico em um outro caso aconteceu com meu tio o meu tio vivia no boteco costumava ficar até tarde de madrugada
já a minha avó ficava sempre em casa preocupada com ele e falava assim meu filho não chegue em casa à tarde da noite pois tem coisas ruins que se escondem na escuridão mas ele nunca a ouvia e respondia sempre com arrogância mamãe se vier alguma coisa eu cravo a minha peixeira no peito dela eu não penso duas vezes a minha avó ficava quieta não falava mais nada então chegou mais uma noite de sábado ele se arrumou todo e saiu para a gandaia de novo da a meia-noite a 1 a duas e a minha avó preocupada
em casa então começou a rezar porque ela sentiu algo ruim só um detalhe a minha avó ela era uma feiticeira ela era muito conceituada naquela cidadezinha já eram 3 horas da manhã e o meu tio finalmente decide sair do bar e ele vai pela rua cambaleando cantarolando ele tava Rindo à Toa ele se achava o máximo quando que de longe ele avistou uma mulher na esquina e quis se engraçar com ela mas na medida em que ele se aproximava aquela mulher ia ficando diferente ela ia crescendo mudando de forma e ele achando que tudo aquilo
ali era o efeito da cachaça Até que a mulher se transformou em uma criatura peluda e alta com cara de cachorro e com dentes enormes na hora ele ficou parado em sem reação tentando entender se aquilo realmente era real ou era o efeito da cachaça dele pois ele estava bem embriagado foi quando a criatura soltou um uivo estridente que gelou até os ossos do meu tio foi algo que o despertou daquele TRANS e ele saiu correndo correu tanto que esqueceu até que estava bêbado correu muito na verdade ele corria freneticamente ele corria enquanto ouvia os
galopes daquela criatura vindo se aproximando dele até que ele avistou a sua casa e correu para lá quando ele ia bater na porta a minha avó abriu na velocidade em que ele estava que acabou tropeçando no degrau e caiu se estatal no chão da sala a criatura por sua vez ao ver a minha avó parou de repente como se estivesse com medo dela a a criatura andou para lá andou para cá e em seguida virou as costas e foi embora já o meu tio que era todo Valente bravo que só a gota serena estava chorando
como um bebê Nunca mais bebeu e nunca mais saiu durante a noite então ficou uma dúvida será que aquela criatura foi mandada pela minha avó para dar um corretivo no meu tio ou a criatura era alguém que conhecia a minha avó e tinha algo contra ela Eis a questão e o terceiro caso quem conta é a minha avó a minha avó como já falei antes ela era uma feiticeira muito conhecida na cidade e que de vez em quando ela saía para fazer alguns trabalhos noturnos no cemitério então para não ser vista pelas pessoas que ainda
estavam na rua ela usava feitiços tirado do próprio o livro do São Cipriano livro que ela deixava guardado em um baú de madeira com um cadeado bem grande ela usava o feitiço para que as pessoas não a vissem na rua era como se ela ficasse invisível Então ela ia passava pelo meio da cidade com os botiquines abertos e ninguém havia vinham somente o cachorro que acompanhava naquela cidadezinha tinha um vigia noturno que sempre ficava com a pula atrás da orelha toda vez que viu o cachorro andando era como se ele estivesse acompanhando alguém e durante
a noite ele então decidiu seguir o animal de longe e viu que ele estava indo em direção ao cemitério o vigia viu o cão chegando em frente do portão e viu quando o cão parou ele viu também quando o cão se sentou e em seguida ele viu quando o portão se abriu sozinho o vigia ficou muito espantado com aquilo mas a sua curiosidade era muito grande e ao invés dele virar e ir embora na verdade ele quis é ver mais então ele entrou para dentro do cemitério e se escondeu por entre as lápides para ver
se conseguia ver algo a mais e foi quando ele escutou um ruído vindo do meio do escuro ele chegou a pensar que fosse o cachorro até que ele viu saindo do meio da Escuridão uma criatura alta mais alta que o muro do cemitério ele viu o bicho pulando as lápides e indo em sua direção só deu tempo dele correr e entrar para dentro de um mausoléu para se esconder e lá dentro havia uma gaveta onde tinha um caixão recém colocado o mau cheiro era insuportável mas se ele saísse dali Com certeza ele seria pego pel
aquela criatura que farejava o ar procurando por ele o cheiro dele estava se misturando com mau cheiro do corpo em decomposição que estava no caixão ao lado com muito medo de sair ele Ficou ali até o amanhecer e no dia seguinte já mais calmo ele foi até a minha avó que contou a verdade e falou tudo já que o rapaz tinha visto o que aconteceu na noite passada ela então abriu todo o jogo para ele ela contou que na verdade aquele bicho que ele havia visto era o seu Guardião que a protegia enquanto ela fazia
alguns trabalhos como ela tinha que fazer o trabalho sozinha O Guardião afastava qualquer pessoa que se aproximasse dela mas ela disse também que aquela criatura não faria mal algum a ele é lógico que ele não acreditou na minha avó e ele pediu a bênção da minha avó e em seguida saiu pensativo isso foi muito forte para ele tanto que ele pediu demissão do serviço de vigilante e foi embora da cidade [Música] a