Bom dia, queridos. Vamos abrir juntos em Lucas 7 36 a 50. Lucas 7:36 a 50. convidou um dos fariseus para que fosse jantar com ele. Jesus, entrando na casa do fariseu, tomou lugar à mesa. E eis que uma mulher da cidade pecadora, sabendo que ele estava à mesa na casa do fariseu, levou um vaso de alabastro comento e estando por detrás aos seus pés, chorando, regava-os com suas lágrimas e os enxugava com seus próprios cabelos e beijava-lhe os pés e ungia com guento. Ao ver isso, o fariseu, que o convidara, disse consigo mesmo: "Se esse
fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, porque é pecadora." Dirigiu-se Jesus ao fariseu e lhe disse: "Simão, uma coisa tenho a dizer-te". Ele respondeu: "Dize a mestre: "Certo credor tinha dois devedores. Um lhe devia 500 denários e o outro 50. Não tendo nenhum dos dois com que pagar, perdoou-lhes ambos. Qual deles, portanto, amará mais?", Respondeu-lhe Simão: "Suponho aquele a quem mais o perdoou", replicou-lhe Jesus: "Julgaste bem?" E voltando-se para a mulher, disse a Simão: "Vez essa mulher? Entrei em tua casa e não me deste água para os pés. Esta,
porém, regou os meus pés com lágrimas e os enxugou com seus cabelos. Não me deste ósculo? Ela, entretanto, desde que entrei, não cessa de me beijar os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo, mas ela com bálsamo ungiu os meus pés. Por isso te digo, perdoado-lhe são seus muitos pecados, porque ela muito amou. Mas aquele quem pouco se perdoa, pouco ama. Então disse à mulher: "Perdoados são os teus pecados". Os que estavam com ela à mesa começaram a dizer entre si: Quem é esse que até perdoa pecados? Mas Jesus disse à mulher: "A tua
fé te salvou. Vai-te em paz. Esse trecho para mim é uma das expressões de adoração mais românticas e poéticas que eu encontro no Novo Testamento. E pasmen não tem nenhuma música envolvida. Eu não tô diminuindo o valor da música na adoração, mas em nenhum momento no Novo Testamento nós vemos essas coisas ligadas. Quando a mulher samaritana encontra Jesus encontra ela e ela pergunta: "Qual era o lugar de adoração?" Jesus não falou assim: "Ó, quer saber de adoração? Faz um fá menor aí. Deixa eu ver. O assunto de Jesus não era música. Adoração, irmãos, não é
música. Nós podemos usar música para expressar nossa adoração, mas adoração é o que rege a nossa vida como salvos. Ela é o oxigênio do céu. É o assunto de todo aquele que tá vendo o Senhor, não só aqui, principalmente fora daqui. Mas esse texto que lemos nos leva para dentro da casa de um fariseu dos tempos de Jesus. Era muito comum os fariseus convidarem rabinos, pregadores itinerantes para uma janta formal em sua casa e ali levantar um debate público. Sim, era público. A casa do fariseu ficava aberta e as pessoas que moravam em volta poderiam
ir para assistir esse debate. Elas só não podiam falar nada. Elas ficavam ali apenas ouvindo os que estavam na mesa, conversando e debatendo. Muito provavelmente por isso que essa mulher está dentro da casa do fariseu. E naquela época as mesas de jantar não eram como as nossas, que a gente fica ero com talher. eram mesas bem baixinhas, um monte de almofadas jogadas no chão. Então eles ficavam basicamente aqui deitados com cotovelo no chão, comendo na mesa. Este era o cenário que nós encontramos aqui. Vamos começar no versículo 36. convidou um dos fariseus para que fosse
jantar com ele. Jesus, entrando na casa do fariseu, tomou lugar à mesa. Aqui nós já percebemos que Jesus, ao entrar na casa e já tendo tomado lugar à mesa, algumas coisas cruciais que deveriam ter acontecido não aconteceram. Entre os judeus haviam três costumes de hospitalidade baseados na própria lei de Deus, que era lavar os pés, um beijo no rosto e ungir a cabeça. Jesus não teve esse tratamento pela parte de Simão. Lavar os pés do convidado era um gesto de respeito, uma tarefa geralmente a cargo do menor servo da casa, o mais simples, o de
menor patente. Por isso que quando Jesus pega a bacia, a água para lavar os pés dos discípulos, Pedro olha e fala assim: "O quê? O Krius, o Senhor dos senhores, não vai lavar meu pé de jeito nenhum. Era inaceitável na cabeça de Pedro aquela cena. Mas Jesus fez justamente para ensinar qual deveria ser o nosso padrão uns com os outros. Ele fez, irmãos, o que resta para nós. Aquele fariseu sequer colocou uma bacia de água na porta para que Jesus mesmo lavasse seus pés. Porque quando não havia um servo, pelo menos o anfitrião deixava uma
bacia na porta da casa. O beijo no rosto ou na mão era um gesto de reconhecimento, de honra do convidado. Nós vemos isso frequentemente. Jacó quando encontra Esaú, eles se beijam. Moisés com Arão, a mesma coisa. Saul quando está ungindo, Samuel quando está ungindo Saul rei, ele beija Saul. É um reconhecimento do valor do nosso convidado, mas isso é uma orientação que agora para nós também ela deveria acontecer. Paulo orienta em Romanos para que nós nos cumprimentemos com ósculos santos. Quem nunca cumprimentou o Rogério e recebeu um ósculo santo? Samir, essa é uma orientação para
todos nós. Estamos reconhecimento a honra do nosso amado irmão. E o terceiro, ungir a cabeça. Era um gesto de profundo apreço. Não era tão comum como os dois primeiros, mas era algo especial. E era usado um azeite perfumado e refrescante. Naquela época era muito quente. Não sei os homens que usam shampoo com mentol, a cabeça fica toda refrescante. Havia um óleo, um azeite parecido com isso que colocava na cabeça. Provavelmente ficava aqueles cabelos meio olhosos, mas pelo menos refrescante. Simão recebeu Deus em sua casa. Um homem que se orgulhava de saber tudo sobre a lei
de Deus, que se orgulhava saber tudo sobre Deus. Mas quando Deus entra na sua própria casa, ele não reconhece a sua presença. Recebe ele em sua casa, mas despreza ele em seu coração. Irmãos, eu tremo falando sobre isso, porque Simão muitas vezes é o Marcelo, muitas vezes com toda a pompa, tudo arrumadinho, mas sem honrar de fato a presença do Senhor. Essa parábola não é sobre um fariseu e sobre uma prostituta. É sobre nós. É sobre a nossa postura diante da presença do Rei da Glória. É raro, mas às vezes eu vou em algum lugar
para ministrar e eu chego lá com o meu violãozinho e as pessoas que me convidaram não estão ali. Aí eu falo com alguém que eu vejo, né? Oi, tudo bem? É, onde é que eu posso botar o violão? A pessoa tá lá pensando em outra coisa, arrumando, sei lá, as plantas, fala assim, ó, eu sei lá, pô, quem é tu, né? Se eu, irmãos, miserável, mal, quero ser bem recebido aonde eu sou convidado, imagina o Senhor Jesus, homem perfeito. Isso me choca ao ver a forma como o Senhor é recebido. E a forma como recebemos
alguém é proporcional ao valor que nós reconhecemos nela. esses tempos, há uns três meses atrás, Víor Rodrigues esteve conosco. Aí o Iom manda uma mensagem: "Cilhas, tu poderia receber o Víor durante uma manhã por aquele pedido que é uma honra, né?" Aí eu já liguei pra Lulu, compra Nutella dessa vez pode. Vamos fazer o café da manhã. A gente montou a melhor mesa possível e a Lu gosta de montar mesa. Montamos a melhor mesa. Eu a gente no dia anterior a gente arrumou toda a casa, todo aquele fio de carregador eu escondido, abajura, a gente
escondeu. A casa ficou clean, ficou linda. Busquei o Víor de manhã, quando cheguei, eu já tinha avisado as meninas, né, o valor do convidado que a gente ia receber. Ele falava espanhol, então tudo bem se não entender alguma coisa que ele fala. Eu mesmo em fui naquele YouTube assim, em 15 minutos para aprender espanhol. Aprendi nada, mas recebemos Vittor e foi muito prazeroso aquele tempo com ele. Mas isso é tão ilustrador para mim, irmãos. Eu reconheci o valor do meu convidado. Naturalmente eu respondi a isso. Eu me esforcei a isso. Eu não só me preparei
no dia que ele ia, nos preparamos antes. Como nós temos tratado a presença do Senhor. A forma como tratamos a presença do Senhor entre nós é proporcional ao valor que damos a ela. Como nos expressamos na presença do Senhor é proporcional ao quanto eu estou vendo do Senhor. Por isso que eu não acredito mais em ministro de adoração, irmãos. Eu não acredito mais em alguém que tem que pedir para os irmãos fazerem coisas. É em frutífero se não estamos vendo o Senhor, vai ter reações visuais, mas não é algo que sobe pro Senhor. Eu não
preciso pedir pro meu irmão olhar para quem está do teu lado e dizer que ama, porque quando estamos vendo o Senhor no nosso irmão, nós amamos o nosso irmão. Eu abraço meu irmão, eu vejo Jesus na vida do meu irmão. É algo natural, é orgânico. Às vezes eu vejo algumas pessoas dando curso de como ministrar adoração, assim eu parte meu coração de fora a fora. Tem vídeos que eu vejo que eu creio exatamente tudo o contrário. Eu tenho duas filhas, estamos hoje com um monte de criança aqui. A minha oração é que elas vejam o
Senhor. A igreja que elas vão herdar, que não seja uma igreja de pessoas conduzindo, mas toda a igreja sendo conduzida pelo Espírito Santo. Versículo 37. E eis que uma mulher da cidade pecadora, sabendo que Jesus estaria à mesa na casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com guento. Provavelmente circulou na cidade que aquele nazareno chamado Jesus, um novo mestre, estaria na casa de Simão. E essa mulher provavelmente era uma prostituta. Lucas escreve mulher da cidade Simão diz: "Se esse fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou. Ou seja, ela
era conhecida publicamente pelo seu pecado. E Jesus mesmo no final fala: "Perdoados são os seus muitos pecados". Ou seja, há uma ênfase a dimensão de pecados daquela mulher. E se alguém não poderia, irmãos, estar naquela casa daquele fariseu, era aquela mulher. Se tem alguém que não era bem-vinda ali, era aquela mulher. Ela mesmo sabendo disso, mas sabendo que Jesus estaria lá, ela leva o que ela tem de mais precioso. A labastro é uma pedra translúcida, extremamente delicada, com valor altíssimo. E o guento ali possivelmente era nardo puro. O valor estimado desse perfume era um ano
de trabalho de um trabalhador comum. Se a gente vai trazer hoje pro salário mínimo, a gente tá falando mais de R$ 20.000 R aquele vidrinho de p de nardo. Sabendo que Jesus estava à mesa, levou um vaso de alabastro. Para mim, isso é muito significativo. Sabendo que Jesus estava estaria, ela pega o que tem de precioso e leva. Hoje, irmãos, arrumando, nos arrumando para vir para esse culto, sabíamos que Jesus estaria aqui? Sim ou não? Qual foi o vaso de alabastro que trouxemos? O que que foi de mais especial que procuramos na nossa pratilheira e
trouxemos para cá? Eu quero animar, meus irmãos, exortar em amor. Toda vez que estiverem dois ou mais, levemos o que temos de mais especial. Que seja uma frase, irmãos, que seja um elogio ao Senhor, que seja uma oração a alguém que está precisando. Durante o louvor, nós podemos estar atento aos nossos amados irmãos. Às vezes tem alguém precisando de uma frase que é a resposta de uma oração de anos. Eu tava em Jundiaí há pouco tempo atrás e a minha irmã no final do encontro me procurou e falou assim: "Marcelo, eu não consigo fechar meus
olhos durante o louvor e eu não sei explicar porquê." Aí o Senhor me deu uma revelação clara naquele momento, falou: "Minha irmã, o Senhor tá te chamando para estar atenta à necessidade dos teus irmãos durante as músicas. Uma irmã que está precisando de um abraço. Isso é worship diante de Deus. Isso é adoração diante de Deus. Quando nos tratamos com honra uns com os outros, nós somos o corpo de Cristo. Se eu tratar com honra o dim, eu estou tratando com honra Jesus. Tô dizendo isso, irmãos, porque senão a gente pode nos acostumar com uma
liturgia engessada. No momento dos cânticos é como se eu ligasse um modo adorador e eu levanto mão e tudo isso é maravilhoso. Eu faço tudo isso também. Mas talvez Deus tá nos chamando para uma outra expressão de adoração. Talvez de sair e ficar esperando alguém que vai passar naquela rua para falar do amor de Deus. Quando eu reconheço a presença de Jesus, eu ajo com naturalidade. Às vezes eu já me vi muito nessa tentação, quando eu não estou na escala de música, estou ali embaixo, daí eu penso, hoje não é comigo? Então tudo bem, né?
Aí se alguém erra de ih, errou ali. Ficou feio pro cara, hein, Fabrício? Ou não tô na escala de pregar. Isso pode passar na nossa mente. Não, mas do que que ele tá falando? Como é que assim eu vou me expressar se eu não tô na escala de nada? Irmãos, aquela mulher não estava na escala de nada naquele dia, mas ela viu quem estava naquela casa. Ela não conseguiu se conter. vendo os pés sujos de Jesus, ela não conseguiu se conter. A nossa escala é ver o Senhor. Irmãos, todos nós aqui estamos na escala de
adoração do próximo encontro caseiro, do próximo culto, da próxima vez que nós formos colocar gasolina diante daquele frentista, nós estamos na escala. Nós não temos um modo que liga e desliga. Nós estamos sempre adorando alguém, ou Senhor, ou a nós mesmos, ou ao Senhor, ou ao filme, qualquer coisa. Nós nunca desligamos o modo adorador. Para quem verdadeiramente ama o Senhor, não existe uma programação litúrgica apenas. Estamos sempre conectados, sempre com unção. O Senhor é a nossa programação. Em Mateus 18:20 diz: "Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles." Jesus
está presente. Ontem tivemos sexta tivemos na Encontro de Fé em Novo Hamburgo. Aí a concorrência era grande. Tinha Rosana Borba ministrando para as mulheres em algum lugar e Fernandinho. Aí acabou, né? Aí tinha pouca gente no início. Aí um irmão lá, amado irmão, que eu amo muito, falou para mim assim, ó, Cilias, eh, hoje tinha um monte de programação na cidade, não repara, não tem muita gente. Aí eu falei assim, mano, tem dois ou três reunidos em nome de Jesus. Se Jesus está, irmãos, é o lugar que eu quero estar. >> A nossa casa é
o lugar maravilhoso de estar, não só porque nos amamos, mas porque Jesus está. E primeiro Coríntios 14:26 diz: "Quando vos reunir, cada um tem salmo, doutrina, revelação, outra língua, interpretação, ou seja, dois ou mais Jesus está. E onde nós estamos, todos estão na escala, porque todos têm. que nós aqui, que todos que pegam o microfone sejam apenas facilitadores e não a exclusividade da graça de Deus, porque a riqueza tá em todo o corpo. Verso 38. E estando por detrás aos seus pés chorando, regava-os com suas lágrimas e os enxugava com seus próprios cabelos e beijava-lhe
os pés e ungia com o guento. Aquela mulher, embora sendo conhecida como uma prostituta, ela viu em Jesus a materialização da graça de Deus. Como a amada falou de Hebreus, ela entrou confiadamente no Santo dos Santos. Ela não se sentiu rejeitada pelo Senhor. Ela viu no Senhor o perdão de Deus. Hoje ouvimos aqui a respeito de uma sonolência espiritual. Isso pode acontecer através de pecados que administramos por algum tempo. Satanás vem com algumas frases do tipo, cara, relaxa, isso não perde salvação, não. Fica aí. O que que vão pensar de ti se tu confessar esse
negócio? Irmãos, essas frases precisam ser rejeitadas no nome de Jesus. Essa guerra, embora não apareça com chifre, ele tá tentando tirar a nossa eternidade com o Senhor. A radicalização de Jesus com relação à nossa salvação é arrancar nossa própria mão. Se a tua mão direita te faz pecar, arranca. Não há brincadeira com relação à eternidade, mas Satanás tenta falar de uma forma muito sutil. E alguns pecados que podem trazer sonolência espiritual nos leva a apenas ser aquele que vai há 20 anos no culto e ninguém nunca ouviu a sua voz. Mas não sou eu também
ministro. Todos são ministros. Amados irmãos, nosso timb, porque todos têm algo fresco do Espírito Santo. Mas para isso precisamos acordar dessa sonolência. E para acordar dessa sonolência, precisamos confessar nossos pecados. Fica tranquilo que a pessoa que vai ouvir a confissão do teu pecado, ela é tão miserável quanto. Não é melhor, garanto. Jonath Edwards dizia em uma das suas resoluções: "Não considerarei o pecado de ninguém maior do que o meu". Isso é fruto de quem viu Jesus. é fruto de quem sabe o quanto foi perdoado. E estando por detrás aos seus pés chorando, regava-os com suas
lágrimas. Aqui a gente entende por que ela chega por trás, porque Jesus está basicamente deitado. O acesso que ela tinha ao Senhor era os pés do Senhor. E ela, irmãos, lembra que os convidados não poderiam falar nada? Ela não fala nenhuma palavra, ela respeita a formalidade daquela janta, mas tem algo que ela não contém, que é só as lágrimas. Eu imagino aquela mulher tomando um passo à frente, aqueles fariseus à mesa olhando para ela. Que isso, cara? Essa mulher tá aqui. Que que ela tá fazendo? Há um silêncio solene naquele lugar e aquele choro rompe
aquele lugar. Lágrimas não contidas, lágrimas a ponto de poder lavar os pés de um homem. Era muito choro, irmãos. Mas há um contraste invisível aqui. Enquanto há um choro compulcioso, algo forte naquele lugar, a Bíblia diz que a festa no céu. Em Lucas 15:10 diz: "Há júbilo diante dos anjos de Deus quando um pecador se arrepende." Eu imagino aquela mulher tomando passos à frente para honrar Jesus e os anjos começando a olhar para aquela cena com expectativa. Cai primeira gota de lágrima e o primeiro anjo solta primeiros fogos. Não sei se foi assim, mas eu
imagino que foi muita festa, até porque eles estavam vendo como o Senhor da Glória estava sendo tratado. Jesus é digno de honra, de glória, irmãos. Aquela mulher viu, reconheceu quem estava naquela casa. É interessante que Simão fala assim, ó. E se esse soubesse quem é essa que está aqui? Ah, se Simão soubesse quem estava ali. Nosso arrependimento sobe como perfume agradável a Deus. Provavelmente aquele nardo puro perfumou a casa inteira. Isso ilustra o quanto o nosso arrependimento é perfume para Deus. Engraçado que a Bíblia não fala que a fé está no céu quando louvamos ao
Senhor. Embora eu sei que nós nos juntamos aos serafins nessa grande celebração. Não fala que a festa no céu quando arranjamos o emprego, quando Jesus responde nossas orações, mas há festa e júbilo quando um pecador se arrepende. Porque sabe, irmãos, essa é a maior ferida para Satanás. É quando Satanás sai do trono de nossas vidas. É quando nos arrependemos. É quando Jesus toma o seu lugar de honra no trono que só cabe uma pessoa em nossos corações. Às vezes estou conversando com as minhas filhas, buscando no Senhor conduzir elas em arrependimento e a gente vê
no olho quando acontece o arrependimento. É algo interessante. A gente faz tudo que a gente pode fazer com as ferramentas que Deus nos deu e às vezes demora e demora. Mas quando vem aquele olhar de arrependimento, [risadas] um pai se alegra. Imagina nós que somos pais maus. O Senhor quando vê um filho dele se arrependendo de fato, ele celebra com os anjos. Por isso que Satanás faz tudo para nós não confessarmos nossos pecados. Regava-os com suas lágrimas e os enxugava com seus próprios cabelos. Aqui é muito importante entender o que significava o cabelo da mulher
na cultura hebraica. Ele era visto como a glória da mulher. Paulo fala isso em primeiro Coríntios 11:15. O cabelo é a glória da mulher. Além da glória, representava sua honra, sua dignidade e, principalmente, a sua submissão. Soltar os cabelos era algo que só se fazia na intimidade da sua casa, só na intimidade com seu marido. Alguns rabinos mais radicais defendiam que uma mulher que soltava seus cabelos diante de outros homens já era digno de divórcio, mesmo sem adultério. Ou seja, irmãos, não era nada normal, não era nada leve soltar os cabelos. Ao fazer isso, aquela
mulher oferece a sua glória ao Senhor. A glória que ela tinha dos seus cabelos para tocar na poeira dos pés do Deus encarnado. Ao enxugar pés com seus cabelos, ela oferece a sua submissão ao Senhor, como dizendo: "A minha vontade pertence a ti e a ti somente". literalmente ela transformou a sua vergonha como instrumento de adoração a Deus. Eu não sei os irmãos, mas às vezes eu sou cheio do espírito e aí Deus me dá alguma coisa para falar, para romper minha voz e eu silencio por causa da vergonha. Maldita vergonha, maldito respeito humano. Uma
coisa não tem vergonha que é me ajoelhar diante do Senhor. Quando eu tô diante do Senhor e eu penso, vou me prostrar, não vai durar mais de um minuto, eu vou estar prostrado. Mas eu confesso pros irmãos que quando a galera começa a pular, começam pelo Senhor marchando. Daí eu vejo a galera começar a pular, me dá um frio na barriga porque eu quero pular, mas eu tenho muita vergonha. Desde criança eu sou assim. nos retiros eu ficava assim, só com a pontinha assim do pé. Quando eu me deparei que essa mulher transformou a vergonha
dela, que era soltar os seus cabelos como instrumento de adoração, ao Senhor, eu falei: "Senhor, toda vez tiver alguém pulando, tu vai me ver ali". E eu pulo estranho, porque eu não sei o que fazer com o braço, ó. É estranho. Eu reconheço isso. Mas eu quero transformar essas risadas como instrumento de adoração ao Senhor. É um pouquinho a mais do que eu posso dar para Deus. Ela não calculou a reputação daqueles homens. Ela não calculou o valor do que poderiam achar. Ela se entregou ao Senhor. O Senhor é digno que transformemos tudo que temos
instrumento de adoração a ele. E é engraçado que há um padrão em todos que vem quem é Jesus, respondem, tem uma reação, não conseguem ficar parados. Jesus conversando com a samaritana num papo de quê? 5, 10 minutos, aquela mulher se torna uma evangelista instantaneamente. Ela vai para Samaria, fala assim: "Ó, venham ver um homem tá falando tudo que eu vivo". Ele deve ser o Messias. Ah, irmão, 5 minutos na presença de Jesus faz a gente frutificar, faz a gente se expressar. Por isso que eu acho estranho, já que eu tô em casa, eu posso falar
abertamente. Eu acho estranho quando estamos na presença do Senhor, a passividade, porque de duas uma, ou não estamos vendo Jesus, ou não estamos vendo Jesus, não vejo outra [risadas] alternativa. E é natural, às vezes estamos nesse lugar para receber, queremos, estamos, não estamos bem. Tem vezes que eu vou, ministralo vou, não tô bem, mas não tem mais ninguém da música, daí eu ministro. Mas normal seria falar, né, irmãos, não tô legal. Hoje eu vim para receber, mas não é normal quando todos vêm para receber. Satanás tem soprado sobre a igreja nesses últimos anos uma necessidade
consumista de irmos para receber. Alguém paga R$ 5.000 para subir uma montanha porque precisa receber, paga não sei quanto porque vai estar o fulano de tal, vai estar o Fernandinho, sei lá quem, mas ele vai para receber. Mas na matemática de Deus, irmãos, o normal seríamos ir para dar, irmos para honrar uns aos outros. Nesse grande banquete de Deus, que é o nosso encontro, cada um deveria trazer um prato. Eu trago uma bebida, tu traz uma comida. Aí eu me alimento do que a Pat trouxe, eu me alimento da bebida que o Zé trouxe, eu
saio farto daquilo que cada um trouxe e o que eu trouxe também vai alimentar outros. No final das contas, os frutos do espírito é para alimentar os nossos irmãos. Nenhuma figueira se alimenta do seu próprio figo. É sempre pro outro. Mas por acabamos aceitando e normalizando o fato de ir apenas para receber? Isso precisa ser passado entre nós, irmãos. Precisa haver uma abundância de frutificação quando estamos juntos. Não só aqui, toda vez que estamos juntos. Esse é o normal. Ao reconhecer a presença de Jesus e beijava-lhe os pés. Importante também reconhecer que na cultura hebraica
os pés eram o ponto mais impuro do corpo de uma pessoa. Provavelmente toda vez que nós olhávamos, eles olhavam pros pés, os pés estavam imundos, usavam sandálias, empoerado, sempre os pés estavam sujos. Por isso que havia essa cultura de receber o convidado lavando os pés, pelo menos em casa ele está com os pés limpos. Mas ela beija os pés de Jesus. Jesus fala assim: "Desde que entrei, essa mulher não cessa de me beijar os pés". O que faltou em no Simão abundou e super abundou naquela mulher. E sabemos que adorar no grego é a palavra
prosconel, que é a junção de duas palavras. Pros mais cunel. Pros é em direção a alguém e cunel é beijar. Logo, um dos significados literais de adoração é beijar os pés. Ela não apenas serve Jesus e honra Jesus na frente de todos, ela mostra explicitamente que ela está adorando aquele homem. Aquela mulher viu quem era Jesus, irmãos, e ungia com o guento. Não sei vocês, eu não sou de usar perfume, mas de quando o Ion tá, eu sempre dou um jeito de abraçar o Ion para sair com perfume do Yon durante o dia. Mas imagina
se nós temos a capacidade de comprar um perfume de R$ 25.000, nós vamos colocaronde, sei lá, uma gotinha aqui atrás para economizar. pouquinho aqui ou nós vamos despejar todos nos pés. Não parece um desperdício quando a outra Maria faz o mesmo com Jesus. Judas não fala que desperdício não é desperdício. Se os pés que estão na nossa frente é do rei da glória. >> Aí é muito pouco ainda. Não é o suficiente. Quando vemos o Senhor, nós não consideramos nada mais nosso. Os pés sujos de Jesus tem mais glória que toda a realeza da história
reunida, irmãos. Ela derramou todo aquele enguento movida por um santo desespero de honra ao Senhor. Isso acontece toda vez que o evangelho alcança a vida de alguém. Já ouvimos falar do primeiro amor quando o evangelho toma nossa vida e nós já não conseguimos mais conter isso e as pessoas vem isso em nós. O nosso assunto sempre é o Senhor. Em qualquer roda é Jesus. Às vezes me perguntam o que que eu acho sobre uso de liberdades, bebida alcoólica, tatuagem, música secular. Essa é uma pergunta tão estranha, porque parece que qual é os meandros que eu
posso ir sendo crente? Qual é o limite para não perder a salvação? Quando estamos vendo o Senhor, nós vamos querer honrar o Senhor com o que temos, com os nossos ouvidos, com aquilo que comemos, com a nossa pele. A resposta do que pode ou não pode estava na lei. A nossa lei hoje é o amor ao Senhor. É muito mais excelente, é muito maior. liberdade. O uso da nossa liberdade revela a nossa maturidade, revela o quanto amamos de fato o Senhor. Quem vivia a base da lei eram os fariseus e não conseguiam enxergar quem era
o Senhor. E existe um padrão também de anormalidade em todos aqueles que viam que Jesus era Deus. Algo de muito anormal aconteceu na casa daquele homem. Derramar um vaso de alabaixo inteiro no pé de um homem, começar a beijar os pés daquele homem. Não era normal. Ana quando clama para ter um filho, o profeta Eli olha para ela olhando e ele acha até que ela tá embriagada. Não é normal esse tipo de oração? João Batista, sendo da linhagem do sumo sacerdote, decidiu, optou pelo deserto, vestia roupas de pelo de camelo, cinto de couro, se alimentava
de gafanhotos e mel silvestre. Não é nada normal isso, irmãos. Pedro sai de um barco caminhando sobre as águas porque ele viu alguém que ele achou que poderia ser Jesus. Falou assim: "Ó, se é tu, diz para eu ir". Aí Jesus fala: "Vem". Não é normal um homem sair do barco e pisar na água. Mas ele estava vendo Jesus. O apóstolo Paulo, por cinco vezes, recebeu 38 39 açoites. Três vezes levou varadas, uma vez foi apedrejado. Sofreu três naufrágios. Passou a noite e um dia boiando no mar, teve fome, teve sede e dizia: "Para mim
viver é Cristo e morrer é lucro". Não é normal isso, irmãos. Nós não precisamos copiar nenhuma dessas anormalidades, mas precisamos vigiar e ver o perigo quando estamos normais demais, quando nada se destaca em nossa vida que aponta pro Senhor. Eu confesso pros irmãos, eu não tenho desejo de parecer normal. Eu tenho desejo de ver o Senhor e reagir a isso, porque ele é digno da nossa anormalidade também. ir pra fase quase aposentado. Tobinho, não é normal, mas é fruto de quem viu que ainda há mais para dar pro Senhor. Quando nos nos reunimos, somos tentados
por esses espíritos de religiosidade, de respeito humano. Eu tenho expectativa, irmãos, de ter uma chegar a ponto do Zé pegar o microfone e falar assim: "Ó, dois, no máximo três. Calma, eu tenho essa expectativa. Eu já li muito sobre avivamento, mas uma hora eu cansei. Eu quero viver isso sem esperar acontecer uma explosão. Eu quero viver a normalidade do evangelho." Ottimani dizia que a vida, que avivamento é a vida normal da igreja. Se fala que quando estamos juntos cada um tem. Eu creio nisso. Se fala que uma baleia engoliu Jonas. Eu creio. Se fosse uma
formiga, eu cria também. Eu creio na escritura. Eu sou mentiroso. A palavra de Deus não. Então, se a palavra diz que há riqueza entre nós, eu creio, irmãos, se não tem havido, nos arrependamos. nos esforcemos. Achegai-vos a mim e eu me achegarei. Nós precisamos dar o primeiro passo. Exige coragem se alguém que se expõe em nome do Senhor. As nossas expressões revelam qual é o Jesus que nós conhecemos. Antigamente eu via as pessoas usando os jovens uma fitinha. O que que Jesus faria? A galera 30 mais vai lembrar disso agora. Eu achava muito intrigante aquilo,
porque assim, qual Jesus, qual Jesus que tu conhece? Sabe o que Jesus faria? O cara fazendo um monte de coisa que eu sei que Jesus não faria, mas na cabeça dele ou na minha, eu posso criar um Jesus pessoal. Nós só conhecemos Jesus pelas escrituras, irmãos. Ali nós vamos conhecendo o caráter, o DNA, o que que é importante pro Senhor, o que nós fazemos revela o Jesus que conhecemos. E essa revelação que temos sobre quem é Jesus é diretamente proporcional a resposta que vamos dar diante da presença dele. 39 Ao ver isso, o fariseu que
o convidara disse consigo mesmo: "Se esse fora profeta". Reparem que ele apenas pensou, né? Ele não falou. Se esse fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, porque é pecadora. E só aqui com essa frase nós percebemos qual foi a motivação do convite que ele fez para Jesus. Foi testar Jesus. Não foi convidar para ouvir um ensinamento e aprender com esse. Foi apenas para tentar desmascarar. Quando ele fala, sei fosse profeta numa única frase, Simão sentenciou Jesus. E a mulher, Jesus é uma farça e essa mulher é imunda. Um único
pensamento, irmãos, tem a capacidade de decretar uma sentença sobre muitas pessoas. Disse consigo mesmo: "Se esse fora profeta, bem saberia quem e qual essa mulher que lhe tocou. O que Simão não desconfiava é que naquele mesmo instante o Senhor já tinha lido o coração daquela mulher e ouvido os pensamentos de Simão. E eu não sei vocês, mas se eu sou no lugar de Jesus, eu mostro que ali há profeta. É, Simão, tu acabou de pensar isso, pá. Aí Simão ia ficar assim, né? Mas como Jesus não é esse miserável, mas é o amoroso Senhor, ele
ama aquele homem e ele propõe uma parábola que ilustra exatamente o que tá acontecendo ali. Verso 40. Dirigiu-se Jesus ao fariseu e lhe disse: "Simão, uma coisa tenho a dizer-te". Ele respondeu: "Dize a mestre". Ele ainda mantém aquela pompa, né? Acabou de ver que não era nada e chama de mestre. Certo credor tinha dois devedores. Um lhe devia 500 denários e o outro 50. Não tendo nenhum dos dois com que pagar, perdolhe ambos. Qual deles, portanto, amará mais? Interessante, irmãos, observar a palavra que Jesus usa aqui devedores. Embora o Novo Testamento tenha sido escrito em
grego, Jesus falava aramaico. E uma outra língua que eles falavam também era hebraico, que era mais rudimentar. A leitura das escrituras era em hebraico, mas Jesus falava aramaico. E a palavra devedores no aramaico, ela tem o mesmo significado de dívida. Quando Jesus no na oração do Pai Nosso, ele fala: "Perdoa as nossas dívidas", os discípulos entendem também como pecado, porque todos nós nascemos com uma dívida diante do Senhor. Todos nós somos devedores desde desde nascimento diante do Senhor. Mas nessa história, Jesus apresenta um homem que devia mais do que o outro e o que teve
o valor mais alto perdoado, amou mais. Eu confesso que por muito tempo eu nasci num lar cristão pela misericórdia de Deus e durante muitos anos eu não tinha nenhum pecado grosseiro na minha ficha corrida de pecados. Então eu ficava pensando assim: "Então, se eu não pequei tanto, não fui perdoado tanto, eu vou amar menos?" E essa pode ser uma conclusão natural, mas não é sobre isso que Jesus está falando. Jesus não tá falando da quantidade da gravidade dos pecados, mas da percepção pessoal do pecado que habita em nós, do pecado que já nasceu. Qual é
o tamanho desse pecado? Naquele bebezinho pequenininho? Qual é o tamanho do pecado que tá nele? O apóstolo Paulo fala várias vezes sobre isso em Romanos. Em Romanos 7:17, ele fala agora, porém, não sou mais eu quem faz isso, mas o pecado que habita em mim. Depois ele vai falar da lei do pecado que está nos nossos membros. O mesmo Paulo que diz que de acordo com a justiça que há na lei, ele foi irrepreensível. Ele fala que entre os pecadores ele era o maior. Como? E por muito tempo eu ficava pensando assim: "Ah, Paulo não
sabia que em 27 de maio de 86 ia nascer um cara no Rio de Janeiro que é muito mais pecador do que Paulo. Mas Paulo não estava se comparando com outros pecadores. Ele estava vendo o seu pecado diante da presença de Deus. Imaginemos, irmãos, esqueçamos os pecadores que conhecemos. Esquece Hitler, esquece Malsetung. Imagina que no mundo e tem apenas um bebê. Lindo. Não deu tempo de pensar nada que não presta. Não deu tempo de falar nada que não presta. Se só houvesse esse bebezinho, Jesus teria que descer do seu alto e subim trono, morrer para
que ele tivesse esperança de salvação. Esse é o tamanho do pecado de cada um de nós. O que fazemos, os pecados que cometemos, vai envolver muita consequência. Mas o pecado é igual de todos nós. A parábola que Jesus está dizendo é quanto maior a consciência de pecado que nós temos, maior amor expressaremos pelo Senhor. Aquele fariseu, embora não tivesse uma ficha corrida enorme de pecados comparado daquela mulher, ele não reconheceu a sua autidade de arrependimento. Logo, ele amou menos. Aquela mulher que era toda pecadora, conhecida publicamente pelo seu pecado, ela reconheceu a sua necessidade de
arrependimento. Logo, ela expressou mais amor. E pode ver, irmãos, quando estamos diante daquelas pessoas que estão sempre achando cisco no olho de alguém, que tá sempre vendo problema na vida dos irmãos, certamente ela vê pouca necessidade de perdão dos seus próprios pecados. Logo, ela pouco ama. Quando nós reconhecemos aquele que tem maior noção do seu pecado, naturalmente ama mais. 43. Fiquem tranquilos, no 50 a gente acaba, tá? Respondeu-lhe Simão: "Suponho que aquele é quem mais perdoou." Replicou-lhe: "Julgaste bem?" E voltando-se para a mulher, disse a Simão: "Vez essa mulher?" Irmãos, para mim essa é a
parte mais importante. Vez essa mulher? Entrei em tua casa e não me deste água para os pés. Ela, porém, regou os meus pés com suas lágrimas e os enxugou com seus próprios cabelos. Não me deste ósculo. Ela, entretanto, desde que entrei, não cessa de me beijar os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo, mas ela com bálsamo ungiu os meus pés. Sabe o que que isso grita para mim, irmãos? Que Jesus repara como nós o tratamos. Jesus repara como nos expressamos diante da sua presença. Não tem a ver com performance de cultos, tem a
ver com que ele repara de mim. Ele repara quando não reconhecemos a sua majestade. Em Tiago 4:5 diz: "O espírito que ele fez habitar em nós tem ciúmes ardentes. Por isso que não tem sentido diante do Senhor a pergunta: posso beber bebida alcoólica ou não?" Tudo bem. Você é um novinho na fé, tudo bem. Mas não é normal alguém que tem anos de caminhada com o Senhor ficar entendendo, perguntando o que que eu posso, o que que eu não posso na santa presença do Senhor que habita em mim, eu sei o que eu não posso.
Eu percebo claramente aonde eu posso e onde não posso, o que que eu posso dizer e o que que eu não posso. E quando eu falo algo que eu sei que eu não deveria ter falado, eu me arrependo diante do Senhor. Um dia eu tava com Nilscinho em Lagoa Vermelha e tava um ambiente legal, piadas. Aí do nada eu larguei uma que eu vi um silêncio, sabe? Daí tu sente meio, ih, cara, que que eu fiz? Aí eu fui deitar, Nilsinho tava meio quieto, a gente dormiu assim numa cama do lado do outro. Aí o
Senhor me falou claramente: "Pai, eu não gostei daquela tua piada, não tem a ver com quem me ama". Aí eu não deixei o Nilsinho dormir, assim, Nilson, Nilson, Nilson, tá acordado? Oi. Eu tô arrependido por aquela piada dele. Ah, eu tava orando para Deus te falar isso. Agora não é normal eu ficar assim: "Zé, eu posso fazer tal piada? Zé, eu posso fazer tal coisa?" Não é normal, porque ele habita em nós e nós reconhecemos a presença dele. Não tô dizendo que nós não devemos perguntar aquilo que temos dúvida. Devemos. Mas com o tempo é
natural nós sabermos tanto sobre se eu sou muito amigo do Japa, eu sei o que ele vai se desagradar. Eu sei o que ele gosta de comer. Eu sei que ele gosta de comer lento. Eu conheço meu irmão. Com o Senhor. É a mesma coisa. Quando Felipe, irmãos, no final da carreira de Jesus na terra, pergunta, fala: "Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta?" Ah, Jesus reparou e sentiu como há quanto tempo tem andado comigo e não tem visto o Pai. O Senhor sente, irmãos, a nossa falta de fé. Às vezes quando oramos sobre enfermidade,
eu confesso os irmãos, quase sempre eu não creio que vai acontecer por causa do histórico. E o Senhor tem me dito assim: "Eu tenho sentido a tua incredulidade. Esses tempos lá em casa, a Luía falou algo que é clássico, né, dos filhos. Chegou algum momento que eles falam isso assim: "Ué, mas na Bíblia não diz que se a gente orar vai ser curado?" O Senhor sente a nossa incredulidade, não só sobre cura, sobre tudo. Aqueles dois discípulos a caminho de Ama caminharam no mínimo 12 km com Jesus. Imagina ter essa honra, não só de caminhar,
mas ouvir Jesus falando sobre ele desde o Antigo Testamento, podendo ser até 30 km, dependendo da onde eles saíram até onde está, mas no mínimo 12 km. E eles não reconheceram o Senhor. Qual foi a resposta de Jesus? Ó nécios, ó tardos de coração para crer em tudo que os profetas disseram. A nossa fé, falta de fé, fere o coração de Deus. Por isso que sem fé é impossível agradar a Deus. Podemos fazer todas as agendas possíveis. Sem fé é impossível agradar a Deus. Jesus no final ele não fala pra mulher: "O fato de ter
beijado os meus pés te salvou. Por ter dado o que tu tinha mais caro me te salvou". O que que salvou aquela mulher? A fé. A tua fé te salvou. Eu lembrei daquela mulher samaritana que está caminhando atrás de Jesus, pedindo socorro e Jesus segue caminhando, né? Jesus tinha uma missão do Pai e ele não abria a mão daquilo. Sabia que depois os gentios seriam alcançados. Mas aí Jesus, aquela mulher insiste tanto, os discípulos falam assim: "Ó, Senhor, despede essa mulher, tá enchendo a gente". E aí Jesus fala para aquela mulher assim: "Eu vim pro
dono da casa." A resposta daquela mulher, "mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos. Não só é cheio de fé, mas é poético para caramba. Irmãos, Jesus para, ela consegue parar os passos de Deus. Ele olha para trás e fala: "Ó mulher, quão grande é a tua fé! Não há beijo mais prazeroso que Deus recebe do que a nossa fé. Nossa maior expressão não é cantar por duas horas, irmãos, é a fé. é crer de fato no Senhor. Pela fé, aquela mulher teve seus olhos abertos para ver Jesus. Pela
fé, ela agiu com expressões de honra. Pela fé, ela se arrependeu e foi perdoada. Hoje nós não temos o pé de Jesus sujo aqui, né? Ou temos? Eu lembro que teve um retiro que eu não tava, que assim foi aquela explosão assim durante o louvor apareceu o anjo para todo mundo. Aí eu ouvi um instrumento que nem tava tocando lá. E aí um jovenzinho vendo todo aqueles testemunhos, ele testemunhou aqui esse testemunho. E aí ele falou: "Senhor, por favor, me mostra". As pessoas têm me dito que eu tenho que ter uma experiência contigo. Me mostra
um anjo, um anjinho qualquer, um instrumento, um violino qualquer desafinado. E aí o Senhor sussurrou no ouvido dele. Olha pro lado. Ele começou a olhar, ele viu os irmãos. Esse sou eu. Tu tá vendo o meu sangue derramado sobre cada um desses. A gente pode não ver os pés sujos de Jesus, irmãos, mas nós estamos vendo uns aos outros. Lavar os pés do Senhor hoje é lavar os nossos pés uns dos outros. É honrar uns aos outros. é buscar no Senhor uma palavra, uma direção, um abraço de verdade. Quando alguém perguntar, tudo bem, não responder
automaticamente é valorizar os nossos irmãos. Isso é honrar o Senhor. Primeiro Coríntios 12:27 diz: "Ora, vós sois o corpo de Cristo e individualmente membros desse corpo, como amamos os nossos irmãos, que temos visto, expressa como amamos o Deus que não temos visto." Nós podemos cantar, tem uma um cântico que eu sei que o Rogério não gosta muito e eu meio que fico com ele, só que é difícil porque é um cântico que todo mundo gosta. que aquele Santo Espírito és bem-vindo aqui. Mas não vou entrar na na confusão da letra, mas eu vou dizer que
às vezes eu a gente canta isso, irmãos, e para mim soa mais como uma música mesmo. Aquela mulher não cantou nada, mas o que ela fez diante do Senhor era como se fosse um cântico. Senhor, tu és bem-vindo aqui. A forma como nós tratamos a presença de Deus é que define se ele é bem-vindo entre nós. >> Assim como Simão, nós podemos convidar Jesus para estar presente e isso não passar de uma formalidade. Aquela mulher não cantou nada, mas a sua atitude disse que o Senhor era bem-vindo. 47 Por isso te digo, perdoados lhe são
seus muitos pecados, porque ela muito amou, mas aquele quem pouco se perdoa, pouco ama. Houve um choque ali quando Jesus fala: "Perdoados são os seus muitos pecados". Homem nenhum poderia dizer isso. Nenhum sumo sacerdote que fazia os sacrifícios poderia dizer que alguém estava perdoado. A expiação dos pecados era via os sacrifícios que as pessoas traziam. No entanto, Jesus podia perdoar os pecados daquela mulher, porque ele mesmo seria o próprio sacrifício pelos pecados dela. Jesus pode perdoar o teu pecado porque ele levou sobre a cruz do Calvário. Satanás nos mente dizendo que alguns pecados são imperdoáveis.
Não há pecado imperdoável. Nelsinho diz que enquanto nós respiramos, a misericórdia de Deus está sendo exercida em nós, porque ainda em vida podemos alcançar misericórdia. Por isso anjos, por isso demônios não têm chance de arrependimento. Pecaram na eternidade. Se Deus ainda nos mantém vivo, se o teu vô CJ está vivo, é porque Deus já tá exercendo misericórdia sobre ele. Os nossos familiares ainda estão vivos, então há esperança de salvação, irmãos. E ele segue, mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama. Jesus está dizendo que o nosso amor por ele e uns pelos outros está
ligado ao quanto nos vemos perdoados. 49. Os que estavam com ele à mesa começaram a dizer entre si: "Quem é esse que até perdoa pecados?" Aquele escândalo era justificado. Mas o que aqueles homens, aqueles fariseus não viam é que aquele homem que estava ali é o que os anjos declaram em Apocalipse 5:9. Digno é o cordeiro, porque foste morto e com seu sangue compraste para Deus homens de toda raça, tribo, língua e nação. Aquela mulher pecadora estava incluída nessa lista. Raquel, você e eu estamos incluídos nessa lista, lavados pelo sangue de Jesus. Jesus não apenas
perdoa aquela mulher na frente de todos, mas ele restaura a dignidade dela publicamente. Se aquela mulher era conhecida publicamente pelo seu pecado, a partir daquele momento, ela se torna conhecida pelo seu arrependimento, pelo perdão concebido pelo Deus encarnado. Provavelmente alguns anos se passava, as pessoas em Jerusalém passavam por aquela casa e falavam assim: "Ó, cara, aqui era a casa de Simão. Foi aqui que Jesus perdoou aquela mulher. Aquela casa se tornou conhecida. Não esqueçamos, irmãos, foi pela fé que essa mulher se lançou em honra. Pela fé, ela encontrou perdão, favor e graça. Logo, mais do
que buscar a presença do Senhor, eu tenho desejado reconhecer ela. E quando eu reconheço a presença do Senhor, não só aqui, mas em todos os lugares, eu quero ter uma resposta igual a dessa mulher. 50. Mas Jesus disse à mulher, a tua fé te salvou. Vai-te em paz. Irmãos, quando adoramos ao Senhor na presença dele, o fruto disso é a paz. Estamos ansiosos. Há um convite do Senhor para fechar a porta do nosso quarto e reconhecer a presença dele ali. Esses tempos, uns irmãos de outra cidade me procuraram, falam assim: "Nós queremos ouvir de ti
como um líder de adoração. O que que tu tem? Nos dá uma uma palavra. Aquilo ali foi me foi fui murchando ouvindo aquilo ali, porque eu sei que eu não tenho nada." Eu falei para eles, irmãos, eu só sei pecar. Todo o resto é graça de Deus. Mas tem uma coisa, o Deus que tá presente comigo, quando eu fecho a minha porta, ele tá na cidade de vocês. Às vezes a gente quer ir pros ministros de Deus enquanto temos o próprio Deus em nossas casas. Que o Senhor encontre em nós corações limpos para reconhecer a
presença do Senhor e que possamos responder a ela com honra e glória no nome de Jesus. Amém. Amém. Te louvamos, Jesus, por esse tempo. Te louvamos pela tua palavra que lava a nossa mente, Senhor. Nós queremos aprender com a coragem e ousadia dessa mulher, Senhor. Mas não queremos fazer isso de uma forma legalista. Nós queremos te ver, Jesus. Que nós sejamos a tua resposta de salvação nos dias nesse mundo, Senhor. Que nós sejamos aqueles que não têm mais compromisso com a normalidade, mas que são espontâneos, obedientes diante de ti. Oramos por cada um de nós
para que sejamos uma um povo frutífero essa semana, Senhor, no nome de Jesus. Amém. >> Muita gratidão por essa palavra e ela termina com paz. Vai-te em paz. Eu queria trazer para vocês um conceito de paz que no hebraico se chama shalom, muitos conhecem. E a gente muitas vezes não sabe o significado profundo do que é essa paz, do que do que significa shalom. A paz é colocar ordem no caos. Quando a nossa casa tá em desordem, existe uma inquietação dentro de nós. Quando a gente vai colocando as casas em ordem dentro da gente, vai
tendo um sentimento gostoso, bom assim no nosso coração. Se dentro de nós existe caos e a gente sabe o que é caos. A gente sabe o que é caos. Quando o nosso coração não tem paz, eu tenho que me questionar o que que tá me trazendo a falta de paz. Então, paz é colocar ordem no meu coração, é colocar ordem na minha família, é colocar ordem na igreja, colocar ordem nos relacionamentos. Então, existe a garantia daquilo que Jesus disse para essa mulher, porque o caos dessa mulher foi colocado em ordem. Ela saiu daquela casa totalmente
ordenada. Então, que a gente possa refletir sobre isso na nossa vida, durante a nossa caminhada, quando houver uma inquietação, Senhor, revela, porque eu quero colocar tudo em ordem diante de ti, diante da minha família, diante das pessoas com quem eu convivo. Shalom, irmãos. Shalom. Shalom. Aménm.