e aí a sandália a cultura caiçara a gente pode dizer que são coisas que caminham juntas né então a gente diz que o fandango faz parte tanto do trabalho quanto do divertimento dos caiçaras e ao mesmo tempo andando representa essa cultura caiçara viva né em prática até os dias atuais mandando para nós ver melhor coisa que existe aqui na cultura de paranaguá a a fala da gota elas me inspiram e tudo né em tudo porque eu coloquei a minha vida de expansão da cultura popular no fandango e para eu ter essa paixão da cultura popular
eu precisava também é sim cai e isso com a família ea família é a grande paixão da vida da gente né e e hoje em dia é a família as minhas filhas minha mulher minha família todo mundo me inspira fazer música né mas elas me inspiram muita coisa e principalmente a visualizar esse mundo da mulher no fundo 1 [Música] e não deixe de conhecer o falar ou caiçara do paraná a falta é uma semente vai dói que por todo mundo anda laila salgado é uma semente laila em paranaguá é uma palavra de origem tupi e
significa do grande rio alto magro com uma população estimada em 153 mil pessoas quem nasce em paranaguá é chamado de paranaguá para a cidade está localizada a uma distância de 91 km de curitiba o povoamento do litoral do paraná começou por volta de 1.500 na ilha da cotinga o local servia de ponto de exportação de ouro e metais preciosos o porto inaugurado em 1.872 que foi batizado de dom pedro segundo em homenagem ao imperador do brasil desde a segunda metade do século 16 o porto de paranaguá sempre foi o principal exportador da região que mais
movimenta produtos agrícolas no brasil e aí há entre 140 mil habitantes de paranaguá 30 mil vivem na ilha de valadares o movimento de pessoas nessa fonte de 240 metros de extensão nunca para cá e aí e a ponte é um dos principais cartões-postais de paranaguá para atravessar de carro a uma balsa e ainda há barcos que fazem a travessia além de passeios turísticos pela região os passeios são realizados sobre o rio itiberê da graça só que a população de valadares é composta na maioria por pescadores que praticam a pesca artesanal e por quem trabalha no
porto e nos comércios de paranaguá e foi na ilha que o fandango caiçara começou a ser praticado e [Música] a explicação para a presença do fernando na ilha dos valadares vem muito justamente pela no processo de formação da própria ilha que vem no processo de expulsão desses caiçaras dos seus lugares de origem então é pessoas que moravam em sítios em pequenas comunidades em ilhas com o tempo sobretudo por conta da legislação ambiental né que passa restringir o acesso a matéria-prima a roça a pesca as pessoas ficam sem modos de sustentabilidade sustentabilidade nas suas vidas nos
seus lugares de origem passam a buscar a ilha dos valadares então como uma alternativa paranaguá tem essa atração por conta do trabalho no porto no comércio a ilha dos valadares tem uma relação muito íntima o fandango né porque o próprio processo de ocupação da ilha é foi feito pelas pessoas que trouxeram andando para cá né aí ela teve um crescimento muito grande dos anos 70 para cá especialmente a partir dos anos 90 né e está ligado a uma série de fatores por exemplo as pessoas começaram a deixar as comunidades aqui do interior da baía de
guaraqueçaba paranaguá e as concentrar aqui na ilha dos valadares buscando tá mais próxima do centro urbano né e aí elas acabaram trazendo fundo vir para cá né e aí você percebe aqui na ilha uma presença de várias linhagens mangueiras várias tradições para mangueiras convivendo aqui né e aqui nós organizamos dentro dos grupos e foram dando origem a esse formato de grupo que a gente conhece hoje né que é bem característico da ilha dos valadares né da graça cível obrigado o nosso blog para traçar que receber obrigado aos nossos olhos a gravar que receber hoje a
gente pode afirmar que o caiçara é uma mistura tanto de da população indígena guarani envie aqui sempre viveu ao longo né circulou nas guaranisinga circulam muito são é um pouco de movimento sempre círculo ao longo do litoral desde o sul do rio de janeiro até o norte do paraná e da presença dos guaranis é um é um elemento fundamental para a presença dos caiçaras o encontro com os europeus que aqui chegaram também na faz parte dessa formação e também um encontro o anos que também aportaram pelo litoral então caiçaras torno essa grande mistura esse grande
híbrido e trazendo um pouco dos elementos de cada um desses povos né a população caiçara na verdade é um processo que é uma construção que têm sido feitas nas últimas décadas assim pensando conceitualmente né mas são as populações na verdade que tem essa relação muito intensa com a pesca e também com alguns modelos modelos oferecem subsistência plantio foi vara que aí você ali um pouco das tecnologias portuguesas com o indígena com a a população é afrodescendente que também se soma nesse processo e dá esse panorama do caiçara ii oi oi maria magalhães foi tão deixou
jesus hoje o caiçara é considerado net do como reconhecido como população tradicional fazem parte dessa categoria de populações tradicionais que habitam no brasil assim como quilombolas assim como é quebradeira de coco como fátima lenses neves compõem esse grupo de populações tradicionais é significa então que são que é um povo que está muito ligado à sua terra então quando a gente fala em caiçara a gente tem que entender a importância da terra no sentido de território de existência para esses caiçaras e um território rico em diversidade ambiental e cultural é e aí e aí e aí
bom então todo aqui sendo que falando desde criança só que eu nunca não sei lá e aí [Música] eu e o meu pai quando vocês não quis fazer eu tocava viola a noite cantava para nós escutar e aí sempre vez em quando eu gostava de cantar com ele e aí ele pegou e falou para mim assim eu disse fosse tivesse um adulto para mim bater né ele falou assim a filha mas se você mas não tem adolfo mas e quando a gente não tem adolfo bate duas colheres são fica igual a ele me ensinou como
é que é colocava nos dedos e o gato assim assim aí eu peguei e comecei a bater uma só história boa noite nunca mais eu peguei aí quando foi agora não somos a caixa olhando mês descobriu eu contei para ele essa história a senhora vai fazer então ele mas eu não sei como é que fala não assim não vai pegar um cd que eu vou mandar e vai isso ai ai aí eu sai dois dias só assim sozinha né eu não sei se tá bom porque eu não entendo a demora você tá nessa menina vai
sair tão bem que até eu cheguei em casa com todo o meu marido como que eu sou isso aí pão ver e eu disse aí ele é mesmo que tu nossa nem acho que não fui eu disse a e nem toda a colher dá certo principalmente essas de cabo de plástico porque não dá mesmo né aí tem que pôr um e para dar a cozinha porque tocar 5 horas comendo baile 5 horas né você agora só já ficou vermelho com acidente depois né e também a colher tem uma coisa você tem que vai ter uma
posição porque se você bate mais aqui fica mais aqui luxo sabe aquilo se você gosta humano que ele fica moacir meu pronto só que aqui também que uma vitória que faz anos que eu tô aqui com eles né agora emprego que eu tô me afastando porque eu já tô ficando velhinha e eu quero sair para esses lugares assim que eu falar dormir um pouquinho até mais tarde e orelha tu quer que alguém aprenda mas que ninguém consegue aprender a o meu batom pinheiros é um grupo de infecção infantil etinerante generant porque eu vou diariamente até
as escolas na de segunda a sábado eu tenho locais fixos também onde as crianças podem participar e eu trabalho com os tambores essencialmente assim agora em 2013 e o conhecimento inscrevam antes ele veio aqui porque tipo ele é um músico e educador musical também ele fez um livro chamado coleirinho que trabalha com ritmos e com as colheres e ele veio para curitiba para mostrar o livro e eu acabei fazendo outro shop dele e conhecer as colheres e a partir daí eu comecei a usar as colegas como uma estratégia também nas aulas um recurso pedagógico e
além de claro de resgatar essa cultura das colheres como instrumento musical né no ensino da música com as crianças foi por um através de um o que ela amanhã só folga aí ela frequenta os bailes de frango e ela vai me contar aqui pediu as colheres sendo tocadas lá e eu fui o aula eu também não sabia né instrumento usado uma cultura muito próximo né porque a gente mora aqui em curitiba esse ano a gente está fazendo um espetáculo chamado baile do dia de santo rei que eu tô trabalhando ritmos brasileiros como coco maracatu caboclinhos
a gente preferiu as colheres nos ritmos também das músicas é para também não ser tão recurso pedagógico né ser um sim também né oi e daí a gente toca ele e várias e várias e várias vezes a gente consegue pegar mais fácil ritmo em vez de ficar falando o que é é a primeira vez que eu troquei colher todos os últimos que eu tentei ele já eram bem difícil para mim mas aí eu fui fazendo os vídeos mas com colher de metal nos minha casa e daí eu fui conseguir fazer mais fácil a vera a
o colheres musicais que eu acreditei de coleirinha esse instrumento fantástico que me fez reciclar o olhar a maneira de ver o mundo porque ele tem mil possibilidades viram prolongamento do seu corpo instrumento e se pode dançar tocar e se divertir com esse simples objeto as colheres esses almoços de domingo em família eu tinha o tio que pegar as colheres e começava a brincar com as colheres né da linda e aí eu fui pesquisando mais as colheres depois que eu fiz esse curso na espanha conheci o ravier voltei para casa comecei a colecionar colheres e todos
os tipos eu até brinco que a partir desse momento lá em casa ele começou a tomar sopa de garfo porque as mulheres viraram instrumentos musicais colômbia na colômbia as mulheres são instrumentos as cutiaras musicais são instrumentos super tradicional no peru também e na rússia também é um sonho super tradicional até é da rússia olha só eu fui colecionando todos esses instrumentos fazendo muitas viagens e quanto mais eu viajava descobrir que a colher é um instrumento tradicional nesses países e eu perguntava por que que no brasil as mulheres não são instrumentos super tradicionais porque as crianças
não tocam desde pequeno e sai no carnaval tocando colher até que uma das minhas oficinas um super aluno mesmos pelo na sequência o fandango do paraná porque no fandango tem o pessoal que toca colher e eu descobri também que em muitas escolas de samba tem uma senhorinha às vezes de origem portuguesa que toca colhermos samba assim como toca frigideira da gente pode botar na batucada de samba no baião é na moda de viola e o fandango já tá aí é para mostrar que aquilo era nesse momento super tradicional e e como é que fala de
ávila tirou sofá eu quase não pega não é uma lançada começou a chamar o povo e aí e aí chegou o pioneiro digam o bonitão e começou a batata vai mexer até essa lenda do mar de lá conta a história do povoamento do litoral paranaense de como surgiu o fandango em curitiba é encenada no centro cultural boqueirão um espaço que é mantido pela comunidade e fica localizado em um dos bairros mais populosos da capital paranaense ele é considerado um dos principais pontos de cultura na cidade de curitiba e aqui a gente oferece oficinas de música
de teatro de dança prazo para as regiões aqui do iguape um iguape 2 e do jardim paranaense e sempre tentar atender as escolas com o espetáculo através de espetáculos gratuitos né como objetivo da festa lenas magilar é trazer a cultura do flamengo para quem não conhece toda semana crianças de escolas públicas participam do espetáculo em 1 e hoje eu diria que ele está inserido na vida das pessoas é nós temos cinco mil crianças que frequentam o espaço todos os anos elas esperam espetáculos de teatro contação de história elas esperam oficinas de teatro dança e música
então eu diria que ela é formadora o espaço hoje é formador de cidadãos é o espaço é essencial na vida dessas pessoas a radiola mata coisa que cê leve querer ver meu pai ele é ele é time de antonina né ele também é caiçara então desde muito pequeno já acompanhava o carnaval de antonina sabia da rixa que existia também né por conta do fandango em paranaguá e o carnaval em antonina então eu fui apresentado essas raízes desde muito pequeno mas estudar fundo assim conhecer mesmo desde instrumentos musicais danças né isso tudo foi a partir do
mestre aurélio que com espetáculo lendas mais dele né porque ele traz uma maneira muito lúdica todas as informações então fica gostoso né você é de queria toda essa informação que tem no espetáculo dele né instrumento é sim tá fazendo coisa também lançando uma sendo oca fazendo utensílio de osasco flecha e o senhor também foram colocando as coisas mas os portugueses eles trouxeram uma coisa que chama-se arquitetura o e os portugueses através da sua arquitetura construíram paranaguá muitas coisas que eu não tinha aprendido agora que eu vi neste ato aprendi bastante coisa sobre essas novas lendas
eu acho que mais mais empolgado do que ele porque eu conheço o som do leitura jeans nunca tinha visto nunca tinha participado eu amei de coração que tá apaixonado pela cultura mas a maioria dos alunos que vieram hoje por exemplo nunca fora nunca saíram da escola nunca assistir uma peça de teatro no espaço até atral então quando a apagou as luzes todos eles ficaram ao espantar nas oitavas é porque eles não estão preparados para ele se ele me conhece o cuidado do chico me dispensar lá no cemitério tá bêbada não do povo de jeito tem
que falar sério teu honra e para a sofrendo a dor na dormir descer ai ai ai ai beleza vamo meu mandando eu faço mais tocar para mim falar de mandando ajeitar não retirar os fabriquei não desiste não é