o l'équipe sejam muito bem vindos novamente ao enfermo mundo nessa aula nós vamos falar sobre a relação entre o enfermeiro e as escalas então as escalas de enfermagem você sabe quais são as principais escalas de frenagem ou quando elas são aplicadas qual é a indicação mais os benefícios então a gente vai falar sobre tudo isso e muito mais nessa aula então vamos lá [Música] e como esse tema extenso nós vamos fazer a introdução dele nessa aula e depois em aulas separadas de acordo com a escala que a gente estiver falando então primeiro a gente precisa
entender o que é uma escala entender as indicações e as aplicações das escalas explicar os benefícios do uso das escalas refletir até sobre os possíveis malefícios do uso das escalas e depois é claro nós vamos estudar a escala de braden a demora se a de fuling e depois a denotação as principais por enquanto então as escalas elas são ferramentas extremamente úteis dentro do processo de enfermagem elas podem facilitar o conhecimento das características dos pacientes e com isso elas acabam ajudando no planejamento de enfermagem que é uma parte do processo de enfermagem além disso o pessoal
elas podem ser úteis para o reconhecimento de riscos para a classificação de pacientes para a prevenção de riscos assistenciais para a elaboração de indicadores nós podemos mencionar por exemplo para maior entendimento a escala de fuling a escala de fugulin gente ela nos ajuda a determinar qual é a classificação de um paciente de acordo com grande dependência que ele tem de enfermagem quanto maior a complexidade a situação desse paciente mais horas de assistência ele vai precisar certo então a partir disso de acordo com a lei quando eu confiro o que a lei diz ela vai já
determinar que o paciente na situação x ou y precisa de x ou y horas de assistência de enfermagem então juntando essas duas informações o que eu consigo fazer o meu dimensionamento de enfermagem então quantas pessoas eu preciso te na minha equipe para poder prestar esse serviço de assistência de enfermagem ao paciente x y e z é mais ou menos assim agora a gente vai dar uma olhadinha na lei ok então resolução do cofins 543 de 2017 o que ela determina lá no artigo 3 vocês podem ver que ela coloca como horas de enfermagem por paciente
nas 24 horas ela coloca quatro horas de enfermagem mínimo por paciente no cuidado mínimo seis horas de enfermagem por paciente no cuidado intermediário 10 horas de enfermagem por paciente no cuidado de alta dependência e no cuidado semi intensivo e 18 horas de enfermagem por paciente no cuidado intensivo e aí você me pergunta mas como eu sei se o paciente pertencia ao cuidado mínimo ou ao cuidado intensivo ou cuidado mínimo ou cuidado intermediário como eu vou saber isso é através da aplicação de uma escala e nesse caso é escala de fuling tá bom então agora dá
pra ficar mais claro e que é uma escala é um instrumento padronizado que você tem ali diversos fatores que serão estudados e cada paciente ele vai atingir um escort nós falamos que é a mesma coisa que uma pontuação e dentro de uma faixa de pontuação e dentro desses corpos dentro dessas faixas eu tenho uma classificação padronizar então continuando aqui no artigo 3 r você vê que ele continua falando sobre o dimensionamento de enfermagem nesse caso aqui ele já fala de percentual de enfermeiros dentro da equipe então você consegue perceber um padrão aí que quanto mais
complexo e quanto mais horas de enfermagem eu tenho dentro dessa classificação maior é a necessidade de número de enfermeiros então no começo no cuidado mínimo intermediário eu preciso ter pelo menos 33% da minha equipe de enfermeiros e lá no final no cuidado intensivo eu preciso de 52% da minha equipe de enfermeiros o cuidado ele vai ficando mais complexo ele vai ficando também mais invasivo e por isso eu preciso de mais enfermeiros não só por isso né mas por isso eu preciso de mais enfermeiros dentro da minha equipe e depois é existe esse cálculo que dentro
do cuidado mínimo para um profissional eu preciso ter até seis pacientes então para um profissional ele pode ficar responsável por até seis pacientes no cuidado mínimo tá agora a diferença com cuidado intensivo para um profissional ele pode ficar com até um paciente na verdade ele coloca aqui como 1,33 porque as contas elas não geram números redondos então aqui ficou como um filme de 30 e 31 em cima como 2,4 tá bom então quanto menor é a necessidade da enfermagem você vê que esse profissional ele pode ficar com mais pacientes agora quanto maior o profissional ele
pode chegar até ficar com uma pessoa responsável por uma pessoa de acordo com a lei então agora que nós conversamos um pouco sobre a aplicação indicação de uma escala e como ela pode nos ajudar por exemplo no dimensionamento correto de enfermagem nós já conseguimos perceber que há bastante benefício fios quando a gente lida com escalas como enfermeiros então elas são realmente ferramentas que podem nos ajudar na classificação de pacientes na organização do nosso trabalho no planejamento de enfermagem na prevenção de riscos assistenciais e por fim na garantia da qualidade da assistência prestada de enfermagem e
agora a gente vai refletir por um momento sobre os possíveis malefícios que o uso de escalas podem trazer para nós então quais seriam esses possíveis malefícios olha gente como os protocolos nós precisamos ter cuidado com a falta do pensamento crítico ea falta do raciocínio clínico nada será capaz de substituir essas duas coisas importantíssimas que o enfermeiro deve ter que um profissional da saúde em geral deve ter o nosso pensamento crio o nosso raciocínio clínico ea alta de humanização da assistência nós temos que tomar cuidado com isso porque uma escala ela da pontuação para os pacientes
elas classificam os pacientes mas nós temos que tomar cuidado com a falta de entendimento do paciente como um ser político e não colocar apenas esse paciente como detentor de uma classificação e nem uma escala jamais ela será capaz de abranger todos os fatores é que estão relacionados com a saúde com a doença desse paciente e tudo bem é isso é nosso trabalho e não o trabalho das escalas nem tão é tomar cuidado mesmo com essa automaticidade que é gerada com o uso de escalas para a classificação de pacientes porque realmente o paciente ele tem que
ser visto é e será abordado de maneira integral tá bom então esses são os cuidados que nós temos que ter com o uso das escalas que elas são ótimas e nós sempre temos que usá las elas ajudam muito e como sempre vou deixar aqui na descrição do vídeo os links para os artigos científicos que foram consultados para você saber mais e agora chegamos ao final de mais mau é muito obrigada por terem acompanhado até aqui eu espero te ajudado nesse momento de estudos boas só hoje um beijo e você fica agora com a próxima aula
que vai aparecer agora na sua tela [Música]