Puxa pro legs, a per lower, pro [música] body, um grupo muscular por dia. Qual é a melhor estratégia de treino para você? Você que está preocupado, você que está em dúvida em qual estratégia de treino fazer, eu tenho um recado aqui e um ponto importantíssimo que você precisa se atentar na hora de escolher a sua estratégia de treino.
Então, fica comigo até o final desse vídeo que hoje a gente vai bater um papo em qual é a melhor estratégia de treino para você. Galera, eu tô numa musculação há mais de 25 anos e ao longo de todos esses anos eu vi diversas estratégias que estavam esquecidas ressurgirem e serem vistas como a verdade absoluta. Há exercícios que estavam esquecidos que já ninguém mais fazia nas academias.
Inclusive tem quadros aqui no canal de alguns exercícios esquecidos que eu voltaria a fazer, exercícios que ficaram esquecidos que eu não faria mais. Então, de tempos em tempos, algumas coisas ressurgem. viram a moda do momento e todo mundo migra para aquilo ou são faladas como verdade absoluta.
E a verdade absoluta é que hoje eu vejo algumas metodologias de treino sendo vist defendidas praticamente como uma religião. E essa semana eu respondi uma caixinha de perguntas e o pessoal me perguntou muito isso, bateu muito em cima dessa tecla e perguntaram se eu agora era o time do low volume, mostrar o time do uper lower e eu falei que eu sou do time da individualidade. Eu sou do time da individualidade.
Hoje em dia a galera leva com uma religião algumas metodologias e coloca aquilo lá como uma verdade absoluta. E não existe uma verdade absoluta. Eu vejo muita gente falando: "Pô, por que que os caras da educação física eh não chegam a um consenso do que é o melhor?
Porque é o melhor para você? " Então, sim, eu gosto muito do LOL, acho excelente, mas algumas vezes a gente vai precisar de um treino com mais Lomin. Eh, o treinador, o bom treinador, ele vai ter o feeling de saber identificar rapidamente quando algo não está dando certo e fazer o ajuste para que o físico do seu atleta volte a ter uma boa resposta.
Então, eu sou do time da individualidade >> e isso é um ponto importantíssimo, né? a estratégia de treino que mais se adequa a você. Eu treinando aí diversos atletas, eu tenho a honra de trabalhar com as melhores genéticas do planeta e eu vejo quando a gente trabalha com esse tipo de atleta, né, essas essas genéticas absurdas, qualquer pequeno ajuste a gente vê muito benefício, né, ou nenhuma evolução se você faz uma estratégia errada.
Então, algo que dá certo para um atleta, a gente consegue ver muito rapidamente. Apesar de serem níveis muito avançados, quando você faz um ajuste, um pequeno ajuste que é positivo pro físico dele, você vê a resposta muito rápido, porque esses caras são tipo umas Ferraris, onde esses pequenos ajustes fazem muita diferença. Então eu mesmo quando atleta, às vezes eu fazia alguma manobra que não via eh uma mudança tão grande, né?
ou às vezes é uma mudança demorar muito tempo para aparecer. E hoje trabalhando com caras como o Ramon da vida, Derek, Gabriel Zancelli, a gente vê que algumas estratégias que a gente muda o físico do cara muda muito rápido. E esse ano e trabalhando com o Ramon e com o DK, que eles faziam muitos treinos juntos, e eu vi algo muito bacana que foi o Ramon, ele respondeu muito bem ao a ao ganho de pernas, fazendo um volume menor do que eu tava passando pro Derek.
Já o Derek precisava de um volume de superior um pouco maior do que o Ramon. Então eu vi assim mudanças muito eh visíveis no físico deles, dependendo da dos ajustes que eu fazia. E o que que a gente conclui com isso?
Que não existe essa metodologia é melhor, existe aquela estratégia que vai adequar para aquele cara naquele momento. Porque a estratégia que eu utilizei com o Ramon no ano passado, esse ano, algumas coisas já vão mudar. a gente não vai eh sempre utilizar aquela mesma estratégia, só que a gente também tem que tomar cuidado.
E não vai mudar a mesma estratégia, não significa que você vai mudar de treino a todo momento. Que muita gente me pergunta também isso, po. Quando que eu devo mudar meu treino?
Uma vez por mês, uma vez a cada dois meses, todo treino? Não. Então vamos conversar bem a sério sobre isso.
Inclusive vou deixar uma dica importante para você que tá nessa dúvida. Você que não sabe qual estratégia seguir, eu te convido a conhecer o primeiro link aqui da descrição do vídeo, o Além da Genética 2. 0, que é a minha plataforma de treino, e lá você encontra diversas estratégias minhas sobre treino, do nível mais iniciante até o nível mais avançado e você vai encontrar aquela que mais se adequa a você.
Por exemplo, eu treino três vezes na semana, tô num nível intermediário, vai ter essa planilha para você. Ah, eu treino cinco vezes na semana, mas preciso enfatizar minhas pernas, vai ter essa planilha para você. Então lá você vai encontrar tudo isso por um preço muito acessível, R$ 79,90 o ano.
Então olha só, hoje, por exemplo, eu tô testando e me dei muito bem com a estratégia de upper e lower. É uma estratégia que eu gostei bastante. Eu melhorei muito o meu físico e, principalmente minhas articulações.
A estratégia do uperlore foi interessantíssima para mim nessa questão. Eu sou um cara que tenho diversas lesões e os meus ombros não são legal. Tenho ruptura nos dois peitos, minha ombra é uma articulação bem sobrecarregada.
Então, quando eu tava muito boa parte do ano fazendo o push pro legs, descanso, push por legs. Então, o que que acontecia? Eu vinha pro treino de push, pro treino de empurrar, né?
O treino de push. Eu fazia lá três exercícios para peito, dois para ombro, um para tríceps, às vezes quatro para peito, dois para ombro. Às vezes era três para peito, três para ombro.
E o que que acontecia? Eu acabava esse treino, o ombro judiado, então a minha meu ombro estava sobrecarregado. E quando eu passei pro upplay lower e tava trabalhando com range de repetição menor, eu geralmente trabalhava 8 a 12, eu passei a trabalhar 6, 10.
É, então eram cargas maiores. O que que você pensa? A articulação vai sofrer mais.
Só que o que acontece no uper lower que eu tô fazendo? Eram dois de peito, dois de costas, um de ombro, um de bíceps e um de tríceps. E a questão articular foi muito boa para mim.
Então eu comecei a conseguir progredir carga. Eu melhorei meu físico e eu fazia aqueles dois de peito. Então não era o suficiente pro meu ombro tá sobrecarregado.
Aí eu ia para costas. E como eu tenho uma hérna cervical que ela irradia e me provoca dor no ombro, trapézio, rombo e me carregava muito essa questão. Quando eu vou para exercício de costas, ah, eu sinto que essa ação da musculatura de costas, principalmente depressores de escápula, estabiliza mais meu ombro.
E tipo assim, eu saí do supino que tava doendo meu ombro um pouquinho, eu vou para uma puxada ali no triângulo, meu ombro para de doer. Então quando eu ia pra costa, meu ombro já zerava. Aí eu voltava e fazia um de ombro, bíceps e trípes e eu saía bem.
E ao longo das semanas e foi só melhorando. Então foi muito positivo para mim e eu tô fazendo ela, continuo fazendo. Eu sinto que eu vou precisar de alguns ajustes, inclusive é algo que eu tenho que conversar lá com os meus coachs aí que montaram o treino para mim, Samuel Meller, o Aelo, o Rafa.
os meninos que me ajudaram aí na na o garim, na estratégia de treino, eu senti também que eu deixei de fazer algumas coisas. Por exemplo, eu tinha remada curvada, que eu sempre gostei de fazer. Eh, eu tinha hipertensão no Banco Romano e eu senti que eu perdi um pouco de ação ali de paravertebral, perdi um pouco dessa musculatura e tá me sobrecarregando um pouco a lombar.
Então eu acho que é algo que eu devo fazer de volta até talvez se vai chegar esse corte para eles. Vou chamar vocês aí, rapaziada, para vocês me ajudar e a gente pensar numa estratégia para corrigir isso aí. Foi o único ponto que eu senti que eu preciso dar uma atenção, mas não significa que é a estratégia que não foi boa.
É um ajustezinho que precisa dentro da programação ali para algo específico meu. Como eu tenho muitas lesões, muitas restrições, pô, eles mandaram bem demais nas escolhas dos exercícios. Mas é um pequeno detalhe que a gente arruma.
Eu acho que é só isso. Agora falando para você, a maior parte, a maior parte das pessoas que tá na academia, galera, o que que vocês precisam? Vocês precisam ter aderência ao plano.
Então, tem o cara que gosta de ir pra academia e ele vai lá fazer um treino de empurrar, ele vai sair com o peito explodindo, o ombro explodindo, triste, pegando fogo. E é aquela sensação que ele gosta. O uperilor, quando a gente faz, você sai uma ativação, né, todo superior ali, por exemplo, mas não é aquele mesma pegada de você fazer um treino só de peito ou quando você faz um grupo muscular por dia, eh, que você faz lá quatro, cinco exercícios de peito, você é com peito explodindo.
Então, muitas vezes, eh, a gente tem que pensar o treinador, ele, a pessoa que tá na academia e entregar também algo que se vá de encontro é o que aquela pessoa gosta. Por exemplo, às vezes um full body ali, que é uma boa estratégia de treino, talvez para esse cara que tem muito essa conexão com o pump, ele não vá fazer, ele não vá ter aderência ao plano, talvez ele deixe. Então, muitas vezes a gente tem que pensar no que essa pessoa vai seguir.
E isso é 90% das pessoas estão na academia, ela tem que fazer aquilo que ela gosta, que ela se dá bem. Quando a gente vai para um atleta, aí é diferente. O atleta não tem negociação, ele vai fazer o que é melhor para ele, o que o treinador entende que é o melhor para ele, ele vai seguir, né?
Esse cara não é o trabalho dele, ele não tem a opção de não ir porque ele não tá gostando do treino, ele vai ter que ir, acabou. Mas para maioria das pessoas, a primeira coisa que a gente tem que conseguir é a aderência. Até eu trago isso um pouco eh pros meus atletas.
Então, se vocês perceberem, alguns atletas meus têm diferenças nas estratégias de treino, lógico, pela individualidade, mas também eu sei que alguns atletas, se eu chegar e impor para ele que ele vai fazer determinada estratégia e acabou, o cara não vai continuar, ele vai acabar trocando. Então, por exemplo, Derek Lunf, o Derek, a gente tinha uma divisão de seis treinos na semana, treinava três, descansava um. Eu consegui puxar para muito próximo de um push pulls duas vezes na semana, não ficou 100%.
Ainda tinha Disney, que por exemplo era su braço, que era um ponto que ele precisava. Mas não é um cara que teria como eu chegar e falar: "Ó, é isso e acabou". O cara já era duas vezes campeão do Olímpia quando começou a trabalhar comigo.
Então eu vou colocar algumas estratégias, eu vou pegar aquilo que ele já fazia, vou dar uma ajustada, vou diminuir volume, algumas coisas pontuais ali e encaixou. Aí o cara começa um resultado, aí ele, pô, legal, curti. Aí você vai lá e faz mais um ajuste.
E aí você vê que o cara se adaptou, porque se eu chego e faço toda a mudança que tem na minha cabeça de uma única vez, pode ser que o cara encerre. Eh, se eu chegasse para começar o ano passado com o Derck em janeiro e fizesse algo muito mirabolante, muito fora do que ele já fazia, o cara não ia ter fechado comigo. Então, não é que eu fiz algo que eu não acreditava, mas a gente tem que entender que algumas coisas, né, essas esses ajustes venham poucos e isso é uma outra parte do que o treinador tem que ter um filho.
Ainda mais quando a gente trabalha com cara super avançados, pô, o cara já é duas vezes Mister Olímpia, você acha que esse cara tá fazendo tudo errado? Não, meu, esse cara já sabe o que tá fazendo, sabe que tá fazendo muita coisa certa, mas daí são duas cabeças pensando, conversando, trocando estratégias. Daí nisso a gente se deu muito bem.
Então, galera, o ponto que eu queria deixar para vocês, eh, às vezes você tá preocupado em fazer a última estratégia que saiu, que a galera tá falando, e eu acho legal você testar, mas primeira coisa, eh, entenda que os resultados paraa grande maior parte de nós, eh, meros mortais, que não tem genética como esses caras que eu citei, os resultados demoram. Então você vai ter que ficar tempo dentro de uma estratégia de treino. E tempo é 6 meses, um ano, pegando aquela estratégia e progredindo carga, melhorando execução, conseguindo fazer mais repetições, evoluindo dentro da estratégia de treino.
E tem que ser algo que você goste. Pra maioria das pessoas, a gente precisa que esse cara vá pra academia treinar. Então, se for algo que ele não gosta, uma estratégia que ele não curte, o cara vai deixar de fazer.
Então, o recado final, galera, era isso. Pense em algo que vai te trazer aderência também. Ah, diversas estratégias vão funcionar.
Talvez uma para aquele momento seja um pouco melhor do que outra para você, mas o principal é você tá indo fazendo, gostando e se sentindo bem. Paraa maior parte de quem tá na academia, é isso que a gente tem que pensar. Procure ali algo que se encaixa a você, que vai de encontra os seus objetivos, que atenda ali as questões articulares, limitações e que você goste de fazer, que te faça bem.
Então é isso, galera. Diversas estratégias vão funcionar. Eu acho que você deve est dentro de algo que te dê prazer de ir pra academia.
Para a grande maioria das pessoas, o recado principal é esse. Então, se você gostou desse vídeo, falei bastante aqui, deixa aí suas dúvidas, fala para mim aí o que que você ficou em dúvida e que a gente faz um novo vídeo. Acho que aqui tem bastante assunto e detalhe pra gente abordar.
E esse vídeo aqui mesmo, ele surgiu de uma caixinha de perguntas, algumas dúvidas do pessoal que a ideia era responder na caixinha de perguntas, mas eu falei: "Não, isso aqui eu acho que merece um bate-papo mais direto". para trazer informações melhores. Então, comenta aí o que que você ficou de dúvida o que você gostaria de saber pra gente trazer mais detalhes para vocês.
Valeu, muito obrigado por ter ouvir até aqui e até a próxima. M.