[Música] Olá aula de hoje a gente já vai começar a falar sobre os transtornos e hoje a gente vai falar sobre o transtorno neurocognitivo que a gente também chama de demência quando a gente fala transtorno neurocognitivo a gente tá se referindo à forma como sm5 TR tá utilizando né E quando a gente vem aqui nas páginas ó de transtornos neurocognitivos tá a gente ainda tá aqui no eh sumário que fica eh tá aqui ainda na parte das classificações a gente vê que a gente vai ter transtornos neur neurocognitivos maiores e leves e a gente vai
falar de quase todos eles não falaremos sobre todos sobre os que são mais relevantes os que são mais mais relevantes a gente vai falar um pouquinho mais mas a gente vai eh dar uma pincelada sobre todos e assim você tem algum paciente que tem algum desses transtornos neurocognitivos Ou você quer estudar mais sobre esse transtorno a gente vai falar sobre ele vai mostrar alguma coisa sobre ele e é claro os nossos estudos nunca vão parar então vocês vão no dm5 TR vocês vão procurar sites que são confiáveis vocês vão procurar literatura baseada em evidências que
falam também sobre esses eh eh sobre esses transtornos e vão se aprofundar e vão estudar mais e vão conhecer ali de uma forma em que e Quando chegarem ali e os diagnósticos e você for fazer algum trabalho ou você for chamado para fazer alguma avaliação e dentro ali né de toda a entrevista de tudo aquilo que estão trazendo para você de todas as informações e mais as avaliações que você vai fazer vai ficando mais claro de você fazer a diferenciação entre elas tá em alguns momentos a gente vai ver que elas são parecidas eh uma
coisa que tá muito muito relacionado quando a gente fala eh das demências eu vou utilizar ainda esse termo não é o que a gente utiliza hoje no DS M5 TR mas eh como a gente tá entrando ali eh dentro desses transtornos neurocognitivos e a gente vai vir né algumas pessoas ainda falando então para vocês irem relacionando demência transtorno neurocognitivo a gente vai ir utilizando aí os dois termos para que a gente possa ter esse conhecimento aí vocês fazerem essa relação do que a gente está falando então a gente vai ter maiores leves E aí quando
a gente fala do maior ou leve aí a gente vai ter maior ou Leve devido a doença de alzheimer que a gente vai falar aqui a gente tem o neurocognitivo frontotemporal que eu não sei se vocês estão acompanhando aí as notícias do mundo e dos Artistas né grande artista eh Bruce Wills foi diagnosticado com o transtorno neurocognitivo frontotemporal e agora ele tá né a esposa dele realizando ali vários eh eh trabalhando ali e o que que pode ser feito que estimulações podem ser feitas para que eh Traga uma qualidade de vida ali para ele e
que ele possa Eh agora no decorrer dessa vida ter ali o os melhores auxílios eh poder ter eh o restante da vida de uma forma ali digna com a família junto com a os cuidadores também junto para que né Tenha um conforto ali no seu dia a dia temos também né a gente vai falar aí esse já vamos falar de uma forma mais curtinha do neurocognitivo maior né Corpus de lewe vamos ter o o cognitivo vascular pode ser também maior ou Leve neurocognitivo por lesão cerebral traumática a gente também vai colocar ali alguma né que
vão vir por substâncias ou medicamento devido à infecção por HIV eh devido a doença de prio Então a gente vai ter alguns que algumas eh dessa desses transtornos neurocognitivos que eles eh vê devido a algumas infecções algumas outras doenças que a pessoa também foi acometida tá então conforme a gente for conversando aqui sobre o tema a gente vai falando sobre esses transtornos então pra gente entender de acordo né com o manual MDS né que é a versão aí saúde para família eles colocam então que o transtorno neurocognitivo é a diminuição lenta e progressiva da função
mental que afeta memória ou pensamento o juízo e a capacidade de aprender então quando a gente vai trabalhando aí uma das primeiras coisas que a gente vai percebendo quando tem alguma dificuldade e dentro do transtorno neurocognitivo mesmo que a gente ainda não saiba e eh qual transtorno é uma das primeiras coisas que a gente vai perceber um dos primeiros indícios ali que a gente tem é esse decl aí da memória Alguns vão vir de forma mais rápida e outros mais devagarinho mas essa perda aí da memória e também dependendo do tipo de transtorno neurocognitivo de
memória atual memória eh passada Então a gente vai vendo aí é é como que a gente vai trabalhando e vai percebendo como que a que a memória foi ali prejudicando a vida daquele indivíduo se é por algo que tá na convivência presente mas dentro de de de eh eh relatos e coisas relacionadas ao passado Então a gente vai observando todas essas informações aí então quando a gente fala né quando a gente pensa em um diagnóstico a a gente vai trabalhar a avaliação médica que nessa avaliação a gente vai colocar o histórico Clínico idade histórico da
família quando e como os sintomas Começaram quando eles aconteceram rapidez na piora porque a gente vê que em alguns transtornos vai vir lentamente vai vir de forma rápida às vezes e depois de muit muito tempo do transtorno aí que a gente começa a ver alguns sintomas tem outros que a gente já vê e Logo no início Então tudo isso tem que ser observado para que a gente possa dar o diagnóstico correto percebendo também qual o tipo de transtorno que está relacionado aí com o diagnóstico né pra gente entender porque foi dado esse diagnóstico aí a
gente também vai ver se tem presença de outras com Ades né então ah um idoso que tá apresentando ali um prejuízo na memória por exemplo mas ele também tem depressão ele também tem algum problema eh motor né utiliza a ter alguma deficiência auditiva ou visual tudo isso a gente tem que fazer todo esse conjunto dessas informações tá a gente também tem o o teste do Estado mental e que são pergun prtas tarefas simples nomeação de objetos escrever frases copiar essa parte do teste de estado mental Nós faremos aqui vários deles para vocês conhecerem e vocês
poderem depois aplicar e a gente por último vai trabalhar em cima dos Testes neuropsicológicos que a gente vai citar aqui mas esses eh eu não vou demonstrá-los como que a gente vai eh ter todos eles e a necessidade tem alguns que quando a gente vai fazendo os testes de rastreio do Estado mental a gente já percebe com muita facilidade Muitas dificuldades tá eh quando a gente já fala dos Testes neuropsicológicos teremos alguns muito parecidos com os que as crianças já utilizam né que a gente faz com as crianças mas aí a gente tem que lembrar
que a gente a os adultos Eles já passaram por outras experiências mas estão às vezes já eh tendo aquele declínio e quando a gente pensa naquele declínio a gente já volta um pouco ao pensamento infantil então a gente já começa a ter né os testes mais parecidos mas em alguns momentos e dependendo de alguns testes a gente não utiliza os mesmos dos infantis em alguns momentos podemos Tá mas em outros não então tudo é é é muito assim eu estou avaliando quem E aí a partir deste indivíduo é que a gente vai fazer todas essas
ponderações todas essas pontuações para perceber como que a gente vai fazer essa avaliação Ok então lembrando vou mostrar para vocês testes vou mostrar para vocês como que a gente aplica os testes Mas a gente não pode pensar assim Ah então eu vou sair aplicando todos eh qual teste que eu vou aplicar precisa antes da aplicação conhecer o paciente conhecer a história desse paciente para você entender do que que ele precisa O que que a gente precisa investigar Tá certo então tudo isso é muito importante tá certo eh pra gente ter às vezes um dia diagnóstico
diferencial a gente também costuma solicitar o quê exames de sangue de imagem quando eu falo a gente é o médico porque aí se eu tô falando de um psicólogo de fono a gente não pode fazer eh pedido de exame Mas a gente pode solicitar que ele vá ao médico que a gente já fez exames Tais que já foram executados testes Tais e ficou a dúvida de um diagnóstico diferencial de tal coisa e tal coisa ou então foi feito tudo isso e ainda existe uma lacuna muito grande então a gente precisa agora e eh que dê
início também a a parte fisiológica de exames para que a gente entenda e a gente faça esse diagnóstico diferencial aí porque a gente começa a descartar algumas possibilidades que quando a gente faz os exames clínicos a gente já percebe que não são aqueles E aí a gente pode já pensar eh em em um transtorno mesmo ou então o contrário a gente pensar muito que é um transtorno e após ter resultados de alguns exames a gente verificar que a gente pode ter outras alternativas então quando a gente pensa em exames clínicos eh de sangue normalmente e
os os testes né exames de imagem a gente começa a ter descarte aí de outras causas e quando a gente fala da falta de memória ela é sempre um dos primeiros sintomas que são notados aí quando a gente fala do transtorno neurocognitivo quando a gente fala sobre demência Tá então vamos pensar em sintomas aí de novo não é receita de bolo mas a gente tem ali um número de sintomas características sintomáticas que acontece com grande frequência então quando a gente fala assim sintomas precisam ter todos esses não eh eu posso ter alguns desses e alguns
outros sintomas que não estão registrados aqui mas de acordo com a história da pessoa aqueles sintomas também se encaixam sim então a você vai falar ah mas como como que eu sei que um sintoma que não tá listado aí é um sintoma que representa alguma coisa relacionada gente isso é a vivência do trabalho a prática do trabalho pode ser que a primeira vez que você realize eh eh esses testes realize essa avaliação você não tenha toda essa segurança por isso né Eu sempre eh eh converso com os alunos eu já fiz isso lá atrás e
quando necessário eu ainda faço hoje mas hoje veio o contrário para mim né Eu muitas vezes recebo alunos que estão começando a trabalhar com os testes que estão começando a trabalhar com as avaliações estão começando a trabalhar com intervenções eles vão fazendo a parte deles e aí eles trazem tudo paraa supervisão e eles vão falando para mim como se eu é que fosse o paciente assim e aconteceu isso eu fiz isso apliquei isso e E aí ele vai contando como que ele fez com o paciente como que ele fez com a família e vai me
dando todas todo o pensamento ali que a gente vai construindo mas primeiro eu deixo ele falando tudo que aconteceu né então o que que ele aplicou como que ele aplicou porque que ele aplicou quem tava junto quem não tava veio sozinho veio acompanhado todo mundo quis entrar só quis entrar um não quis entrar ninguém eh o por eu escolhi esses testes de avaliação Por que escolheu e quando a gente faz a supervisão a gente tem que entender não é só o que que foi feito eu fiz dentro dessa linha aqui porque será que existe só
um jeito de fazer às vezes eu faria minha avaliação de uma forma diferente mas tem muitos eh eh alunos né quando eu falo alunos pessoas já formadas mas que hoje ainda são alunos para poder aprender mais sobre os temas que pensam num caminho que também tá certíssimo né porque a gente tem que lembrar disso Será que existe só um caminho pra gente achar a resposta e o resultado que a gente quer né claro que existem passos que precisam ser seguidos para que a gente tenha aí uma coerência do que a gente tá fazendo então por
isso eu vou pedindo pro aluno ir falando para mim como ele fez por que ele fez aí a partir disso deu esse resultado o que que ele acha desse resultado E aí depois eu vou inferindo né em tudo isso que foi falado então eh eh Vocês não precisam eh ter essa preocupação de como que eu vou iniciar eu acho que uma das formas interessantes de se iniciar é você realizando um conjunto aí com uma supervisão tá E daqui a pouco você vai vendo eu fiz um fiz dois fiz três e começa tô indo no caminho
certo tô vendo que é desse jeito percebo sinais que se repetem né dentro de vários quadros que eu já tô atendendo por isso também é importante isso né da gente depois que a gente começa a trabalhar da gente pensar no caminho que a gente quer seguir Ah eu vou atender qualquer caso de Psicologia qualquer caso de fodo qualquer caso tudo que aparecer no meu consultória eu vou pegar inicialmente né Por exemplo quando eu penso lá em 20 anos atrás quando eu comecei até mesmo pra gente conhecer pra gente começar a entender o que que a
gente gosta o que a gente não gosta hoje eu já tenho aí na minha lista eh eu recebo telefonemas e eu falo ó eu não atendo esta demanda Mas eu posso te encaminhar para fulano de tal que eu conheço que faz que dá muitos resultados que a gente tem um retorno desses pais que eu indico que gostam muito então a gente vai trabalhando junto aí essas indicações o mesmo também acontece comigo recebo telefonemas de eh eu a gente tá ligando para você porque fulano de tal indicou de disse que você era muito boa nisso e
a gente quer fazer então aí a intervenção aí né Eu quero fazer a supervisão com você porque eu já tenho um amigo que faz ou então eu já assisti várias aulas sua sobre tal tema e eu quero dar continuidade Então tudo isso a gente conforme a experiência que a gente tem e as coisas que a gente faz isso também vai eh auxiliando o outro então a gente não pensa em Ah eu vou ensinar para eu ter um concorrente não eu vou ensinar para todo mundo poder agir da forma correta e a gente todo mundo realizar
tanto e avaliações quanto intervenções corretas isso é muito importante dentro da área né Vamos pensar da área educacional e da saúde né porque eu não tô falando só para psicólogos mas a gente também tem outras áreas da Saúde da educação que se interessam por esse tema O que é muito louvável e mas todo mundo precisa ter essa compreensão de que a gente precisa seguir esses Passos né Tem gente que acha que a isso isso é é é um gasto né a gente sempre tem que pensar que isso aí tudo você tá vindo como bagagem para
você você tá fazendo com que a sua aprendizagem o seu conhecimento tudo isso seja melhor para você né não é um gasto é um investimento e eu falo isso porque às vezes você deixa de você olha né na tela do computador um curso super legal super bacana de um tema de alguma coisa que você quer muito e aí no outro dia você vai no shopping e vê também na vitrine uma bolsa um vestido e você tem que tomar a decisão do que você quer pra sua vida né então eu vou dizer para vocês que eu
já deixei de comprar muitos vestidos e muitas bolsas e entrava nas livrarias e saía com vários livros na minha mão e hoje depois desses livros todos lidos aprendidos muito Conhecimento hoje a gente já consegue fazer os cursos e comprar as bolsas e os vestidos né fica dica aí então para vocês também sobre isso isso então vou pensar nesses sintomas que a gente vai ter quando eh eh a gente começa a observar que o nosso idoso tá tendo alguns comportamentos diferentes ou algumas coisas que fazia e não faz mais dizer né que ah eu tô velho
não dou mais para essas coisas Será que que tá acontecendo e a gente vai começar essa investigação Então a gente tem alguns sintomas que a gente vai vai ver como perda de memória tá problemas para utilizar a linguagem quando a gente fala de utilizar a linguagem eh não lembrar alhe e eh tá começando a frase e aí depois essa frase se perde ou então não consegue lembrar das palavras adequadas da palavra que vai se encaixar dentro daquela frase também acontece muito então a gente já pensa né linguagem como memória mas a gente também pensa na
fluência E aí a gente tem eh também alterações algumas vezes de personalidade de desorientação então uma pessoa que todo dia sei lá ia ali na padaria comprava o pão dela do café voltava para casa e um dia do nada né aparentemente eh entrou numa rua errada ou Então passou da entrada do prédio e a gente começa Ué por que que antes fazia o caminho todo direitinho por que que agora tá tendo né esses essas desorienta de onde eu estou outra coisa muito importante quando a gente fala é de idosos que andam sozinhos né tem alguns
que moram sozinho então se ele mora sozinho é quase certo que ele vai andar também sozinho e eh às vezes ele até mora com outras pessoas mas assim as pessoas saem para trabalhar vão pra escola tal e ele fala vida inteira I ali né na padaria voltava né comprava as coisas e voltava e todo mundo vai deixando fazer isso mas quando a gente pensa que a pessoa já tá mais velha tal é bom dentro da carteira dentro de algum lugar ter ali né caso você perceba que fulano de tal está desorientado ou não consegue retornar
para casa né Ligar para tal número ou então levá-lo para o endereço tal e tem que ter sempre alguém Alerta assim se recebeu um telefonema eh quando a gente bota Às vezes o endereço muitas vezes se a pessoa mora muito tempo por exemplo num prédio e Os porteiros as pessoas que trabalham no prédio conhecem essa pessoa então assim se alguém chegar com essa pessoa e disser né que ela tava perdida algum alguma coisa dessa pessoa receber dessa pessoa Ligar para um parente tudo também é muito importante tá eh a gente também vê ali como sintoma
né uma progressão de sintomas Então eu tenho ali atividades que eram realizadas e Elas começam a ser realizadas mas começa a não ter tanta autonomia começa a eu inicio mas não tem meio e fim eh antes fazia né numa velocidade agora já faz em outra antes fazia dentro de uma ordem específica agora a gente já não percebe mais muito esse planejamento então quando a gente vai percebendo essa regressão aí e eh de como os sintomas estão acontecendo a gente vê uma progressão nos sintomas e uma regressão da forma como a vida diária ia acontecendo Principalmente
de uma regressão na autonomia deste indivíduo a gente também já fica um pouco mais ligado em que algum sintoma alguma coisa tá acontecendo tá o diagnóstico ele vai ser baseado em sintomas então por isso são realizados os exames físicos os exames de estado mental pra gente ter uma determinação aí de causa tá a a gente fala de de Diagnóstico eh baseado em sintomas porque quando a gente diz assim são realizados exames de sangue e por imagem normalmente é para descarte de outras doenças tá não porque assim ah eh a gente fez um exame e no
exame detectou ali o transtorno normalmente não hoje claro a gente tem imagens que são muito mais ali bem feitas tal e a gente começa né os especialistas os os neurocientistas começam a ver já sim algumas deformações algumas coisas de como o cérebro tava formado de como o cérebro tá hoje então essas imagens também hoje entram como eh eh relatos aí para eh eh serem vistos no diagnóstico e quando a gente fala de exames de sangue esses exames a gente já pensa em complementos ou então né descarte de de transtornos ou doenças aí que podem estar
relacionadas Ok o tratamento ele é realizado para manter a função eh mental por maior tempo possível então o que que acontece eu tenho e o diagnóstico e eu vou realizar o tratamento por se eu tenho um transtorno neurocognitivo ele não vai ter uma cura mas quanto mais cedo eu descubro e eu trato Eu demoro mais a a né Tem um retardamento aí né dessa evolução desse quadro então quando a gente começa a tratar a gente começa a dar uma fread Dinha às vezes nesses sintomas sintomas que às vees acontecem mais cedo a gente pode fazer
com que eles aconteçam mais tarde então tudo isso é importante quando a gente tem o diagnóstico e já inicia o tratamento a ocorrência maior está entre pessoas com 65 anos ou mais tá E 50% hoje das Inter ações de casa de repouso são por transtorno neurocognitivo né porque eh e aí quando a gente vai vendo as fases em que a gente vai passando quanto mais eh eh às vezes quando você ainda tem sintomas leves moderados eles ainda permanecem em casa mas quando a gente já fala de sintomas mais graves por ter um comportamento perturbador ou
pelas pessoas não saberem como vão tratar eh e não tem tempo às vezes de estar ali o tempo inteiro em casa eles preferem que fique ali em casas de repouso tá certo ela é porém é uma perturbação mas não faz parte do envelhecimento normal então quando a gente fala ah eu tenho isso mas isso não é porque a pessoa envelheceu está como idoso mas é porque existe o transtorno tá bom E aí pra gente terminar essa aula a gente vai lembrar que algumas mudanças no cérebro que a gente vai trabalhar a idade comportamento cognitivo declínio
a gente vai percebendo aí né dentro desses exames dentro dessas imagens algumas interferências dentro desses eh eh diagnósticos de transtorno