A minha primeira comissão, eu falei: "Tchau, vida de professora". >> Foi no primeiro mês assim que já fiz tipo o triplo do que eu ganhava como professora. Falei: "Não, se eu fizer isso em tempo integral, eu vou ter muito mais resultado." Foi o que aconteceu. >> Como é que tu fez, mano, para tu ficar boa em criativos? E daí me conta o teu processo que eu quero entender como é que a gente faz um criativo bom, Criativo top. Eu quero escalar, eu não quero escalar 1 milhão, nem 10, quero escalar 100, entendeu? que nem vocês.
>> Tinha um anúncio que ele vendia 1 milhão no mês e tinha um outro anúncio que vendia 2 milhões e aí eles tinham hooks diferentes. Eu posso falar hook? >> Pode. >> Um anúncio e ele era assim, o que falava da calça? Ele vendia mais, só que o hul rate dele era menor. Eu falei: "Tá, eu vou pegar o hul dele e vou trocar". Então eu coloquei esse num anúncio que vende 1 milhão. Aí o que vendia um começou a vender quatro. Tu >> abaixou o hook rate. O >> hook rate dele. >> [ __
] essa é nova. E com para você ver, mas funcionou muito. >> Angélica Furtado. >> Ela largou a carreira como professora de biologia para apostar no digital. >> Em apenas seis meses, foi de COP Júnior a de COP do grupo Fag, gerando mais de R$ 100 milhões de reais em vendas nesse período. >> Tem alguma estrutura invisível que tu recomenda, aliás, que mais funcionou para ti? Não sei nem se tu pode compartilhar, mas eu pergunto, né, pessoal? >> Eu eu posso falar o que mais tem dado certo agora. Boa. >> Que eu acho que é
o mais interessante, >> que é isso que eu quero. >> Então assim, o que mais tem dado certo Agora para mim é, >> olha só, pessoal, ela teve a generosidade de de explicar pra gente um criativo que tá escalando agora hoje. Escalando para [ __ ] Hoje eu vou ter uma conversa com a Angélica Furtado. A Angélica, pessoal, ela é head de cop lá no grupo Feg, na empresa lá do Felipe Ferreira. E ela tava lá no olho do furacão quando a FEG escalou quase nove dígitos no mês com tráfego 100% interno. Pessoal, essa é
Uma escala que pouquíssimas pessoas conseguem ter aqui no mercado digital. E foi por isso que eu resolvi trazer a red de cia que tava lá no meio disso daí tudo, que tava gerenciando ali os anúncios, a escala, a [ __ ] toda, para ela te contar como que ela fez isso e claro, né, pessoal, como que ela criou cópi tão boas que escalaram tanto assim em primeiro lugar. Eu achei esse podcast aqui bem divertido e assim eu espero que tu goste dele tanto quanto eu gostei e Claro que tu pegue aí uma, duas, talvez três
dicas se o podcast for bom e aplique no teu negócio para escalar ele também. E caso não conheça aqui o podcast, ele se chama Segredo da Escala. A gente traz aqui, pessoal, toda semana pessoas que já escalaram suas ofertas, já escalaram seus negócios para que você que tá em casa consiga pegar esse conteúdo, aprender com ele e escalar o teu negócio também. Esse podcast aqui foi criado pelo Veturb, que é uma Empresa que eu ajudei a fundar. E o Veturb é uma hospedagem de vídeos criada para aumentar a conversão do teu vídeo de vendas. Hoje
já tem mais de 10.000 empresas que confiam no Veturb para aumentar a conversão dos seus vídeos de vendas. E caso, né, na hipótese de você aí em casa ter um vídeo de vendas e querer aumentar a conversão dele, ganhar mais dinheiro, aumentar o teu lucro, cara, testa o Veturb, vai ter um link aqui na descrição, onde tu vai ter 14 Dias de graça para plugar o Veturb na operação e ver o impacto financeiro que ele te dá. E também vai ter um QR code aí na tela que vai aparecer. Então tu pode escanear ele também
se não quiser clicar no link, tá? Tu que sabe. Mas sem mais conversa aí, bora pro podcast. Então com vocês, pessoal, Angélica Furtado. Angélica ou vulgo Angel. Angel Furtado, seja bem-vinda. >> Podcast TV. >> Obrigada. Obrigada pelo convite. >> Que papo eu, eu que agradeço por você ter e disponibilizado um pouco do teu tempo para vir aqui. Gostou do almoço? >> Gostei. >> Vale a pena? >> Vale. >> É, >> o pessoal tem que escolher mais aquele restaurante. >> É. >> Aham. Tu lembra o nome do restaurante? >> Artui. >> Artuzi. É, pessoal, a gente
foi lá no Art, tá? Para quem não conhece, um abraço aí pro Alisson, que é o dono lá, pro Luciano também da Senhor. Eh, e cara, que primeiro de tudo, tá? A gente vai falar sobre um monte de coisa aqui, pessoal. Para quem não sabe, a Angélica hoje ela é red de copy do grupo Fag, que é a operação lá do Felipe, do Gui, que é o irmão dele, por isso que é Feg. Criativos, né? FG, desgraçado. E E cara, tu viu todo o crescimento da empresa lá de poucas pessoas para acho que tem 70
pessoas, né, hoje? >> Aham. Mais de 70. >> E eu gosto muito, né, pessoal, de conversar com quem tá na operação, quem que tá ali no meio ali realmente e no dia a dia fazendo acontecer. Tu viu aquele pico de faturamento lá de quase R$ 100 milhões deais em um único mês, que eu já vou falar um pouco sobre isso daí. Mas antes, cara, que papo é esse de Angel? Por que que as pessoas te chamam de angel? Porque é uma piadinha interna assim. Como é que é? >> É, para ser sincera, é só porque
já tinha alguém com @angélica furtada no Instagram. >> Ah, >> daí era o único que tinha. Só que as pessoas associaram, né, o Angel Furtado ali, principalmente as meninas que são copywritters que me acompanham. >> Eu tenho uma prima que é chamada de Angel. Um abraço aí pra Angel também. Qual que era aquele rapaz que tu falou para mandar um abraço para ele? >> O Sheldon. >> O Sheldon. Um abraço aí pro Sheldon. Ô, que nome massa teu, cara, né? Nome legal, né? >> É o é o Red de edição da Feg, viu? Muito, muito
bom. >> Boa. Um abraço aí pro Sheldon. Mas cara, >> que vai te dar um pau no FIFA? >> Difícil. >> Uhum. >> Difícil, mano. Ó. Ah, cara, se eu perder pro Sheldon, eu vou ficar puto, mano. Jamais, Sheldon. Não vai ganhar não. Mas cara, eh, o primeira pergunta, tá? Tu era professora de biologia? >> Uhum. >> E daí? Aí tu parou de ser professora de biologia e aí tu virou head de COP e aí tu viu um faturamento de quase R$ 100 milhões deais no mês. Bum. >> Aham. >> E tu tá no nosso
mercado, pelo que eu entendi, há mais ou menos uns do anos. Correto? >> Eu tava estudando o mercado, eu ainda não tava no mercado. >> No mercado mesmo. Um ano e meio. >> Quando isso aconteceu? >> É. >> Não, hoje >> não. Não. Eu digo, e geral até agora 1 ano e meio. >> Aham. Um ano e meio. >> Quando isso aconteceu, tu tinha quanto tempo de mercado? >> Acho que dois meses. >> Tá. de feg dois meses. >> E e o que que acontece o que que se passava na tua cabeça da professora que
tava ali lidando com os alunos ensino médico, só sabem fazer merda. >> Aham. >> Aliás, mentira, tem alguns bem inteligentes, mas o pessoal ali, enfim, eh, crianças em desenvolvimento, a Juventude do Brasil. Aham. >> Aí falou assim: "Cara, na real, cansei desses moleques, vou lá, sei lá, mudar mudança de carreira". Aí tu vai numa empresa e bum, tem esse pico de faturament. O que que tava acontecendo na tua cabeça? tu enlouquecer ou como é que foi? >> Primeira coisa, pensei, tô rica, né? Resolvi meus problemas, mas eu acho que assim, como eu já acompanhava o
mercado, né? Estudava ali, Eu tinha uma visão, ou todo mundo aqui tá mentindo, entendeu? É tudo carro alugado, etc. Uhum. >> Ou essas pessoas sabem uma coisa que eu não sei, porque quando você começa, principalmente assim, eu tentei como afiliada pouquíssimo tempo, eu eu conto isso, as pessoas acham engraçado. Eu faz eu editava os meus eu escrevi o VSL, eu editava ele em slides, >> [ __ ] >> Aham. E eu narrava, >> [ __ ] Tu narrava, [ __ ] >> E aí, eh, e não dava certo, entendeu? Eu falei: "Não, então quem tá
dando muito certo sabe algo que eu não estou sabendo, né? tem >> tem aquele gap de conhecimento. >> Então, quando apareceu a oportunidade na FEG, que era para edição, né, que não era nem para COP, falei: "Nem, não tem nenhum lugar melhor para eu aprender do que dentro de uma empresa grande, assim. Então, eu já sabia quem era o Felipe, só Que na época a FEG não era tão grande ainda quando eu entrei, como você falou, né? A gente tava na época, acho que tinha umas 12 pessoas quando eu entrei. E assim, para mim, ela
já era muito grande. Aí quando deu o boom, eu realmente falei: "Cara, e agora? O que que vai acontecer?" Mas, por exemplo, primeiros, os primeiros 100 milhões ali no mês não era algo que eu imaginava, >> mas eu não surtei. Tipo, muito pelo contrário. Eu via, por exemplo, alguém Que escrevia um criativo na época que vendia 1 milhão, que era muito no mês. Eu falava assim, ó, se a pessoa escrever 1 milhão, faço um que vende dois. >> Então eu sempre eh se alguém escrever uma oferta que vende 10 milhões, eu vou fazer uma que
vende pelo menos 11. >> Uhum. >> Então eu fui meio que nivelando a minha cabeça de acordo com eu estou vendo que é possível, sabe? >> Uhum. Não tive esse surto assim não. Eu Conheço pessoas que tiveram, >> imagina. >> Mas esse surto não. Eu só pensei que poxa, tá dando certo e eu vou surfar essa onda enquanto puder. >> Tu tu tu sempre teve esse essa visão de que, cara, se alguém fez tal coisa, eu consigo fazer melhor, consigo executar? Não, >> porque geralmente, tá, não sei, eu acho que essas pessoas elas tendem a
a a ir para esses cargos que, tipo, que tu tá Agora, que tem mais responsabilidade, mais empreender, mais eh ser bonificado pelo resultado, que eu acho que é bem diferente de ser um professor. Não que uma carreira seja melhor que a outra, são diferentes, são coisas diferentes, >> mas eu achei muito doido o teu perfil de professora tá lá, sendo que em teoria, pelo que eu acho, tu tinha essa vontade de crescer. É, eu acho que eu não tinha essa visão antes. Eh, começou a existir um incômodo em mim do que eu tava Fazendo e
de não ver crescimento, possibilidade de crescimento onde eu tava. Então, você começa a ter uma tomada de consciência assim, é como se você fosse uma, sei lá, uma mudinha de uma árvore plantada num num vaso pequeno, >> num vasinho. É. >> Aí você fala: "Nunca vai crescer, né? Porque não tem lugar para a professora para expandir a raiz e tal". >> Caramba, pessoal, biologia mesmo aqui, Hein? Hoje vamos aprender aqui no podcast tur. Mandar um abraço pro Lucas Reo, que hoje eu descobri que ele fazia biologia, né? É, >> é isso, né, Lucas? É biologia.
Ele, é bi, com certeza. Ele é lá para Manaus, tá? Depois se tu quiser a gente liga para ele, que agora eu tenho esse negócio de ligar no meio do podcast. É, >> então, mas aí eu eu comecei a sentir isso, esse incômodo muito grande, só que eu tinha muitas crenças que me Limitavam. Então, uma das crenças que eu tinha era eu não vou fazer mais nada da vida porque eu não sei fazer mais nada da minha vida a não ser da aula. E aí você começa a a ir por um caminho perigoso que é
assim: "Ah, vou fazer outra faculdade." Não que a faculdade seja errada, >> mas é porque eu começava a calcular, eu vou demorar x tempo numa nova faculdade até eu me inserir nessa profissão. E come, eu comecei a ver que o caminho era Mais difícil. E aí eu decidi, falei: "Não, eu vou procurar uma outra coisa que eu não precisa fazer uma outra faculdade". E foi quando eu conheci o mercado digital. Então assim, eu caí em muita copa de topo de funil no começo. Não, de de >> Ah, comprou muito curso? >> Eu não comprei muito
curso assim, mas eu eh de cópia eu não comprei, eu comprei uns outros, tipo de de como chama? De como que chama? Fundo De funil que fala >> fundo de funil. É de fazer Google Ads para quem tá gerando tráfego. >> É, comprei. >> Comprasse? Deu bom, >> deu muito ruim, né? Ainda bem que não foi caro. >> Sim, >> mas aí eu fui por esse por esse caminho assim, vi que não ia ser por ali, que eu ia acertar. >> Uhum. >> Só que eu gostava de escrever porque eu sempre gostei muito de ler.
Então eu achei, eu encontrei um caminho ali, falei: "Cara, dentro de tudo, eu ia assistir a aula de, por exemplo, de de tráfego, eu dormia. >> Uhum. >> Falava, não vou poder fazer tráfego, entendeu?" >> Uhum. >> E aí com com cópia assim, eu gostava de escrever. Então eu falei: "Ah, eu acho Que tem um caminho que eu posso seguir". >> Uhum. >> Aí eu entrei na FEG como editora, mas sabendo que eu queria ser COP, falei: "Vou prestar serviço, né?" E aí eu lembro que você falava nos podcasts, ah, melhor caminho para ganhar dinheiro
é prestando serviço inicialmente. E aí eu fui para esse lado assim. >> Uhum. Então, só para deixar claro, o pessoal de casa, senhora professora, topo de funil, >> que nem vocês estão vendo aqui, ó. Se tu tá vendo aí e tu não sabe se tu é topo de funil, tu é. É. Fala assim, se tu pensar, será que eu sou [ __ ] funil? Tu é, mano, cuidado, cuidado com os gurus, tá? Uhum. >> Então, tu não comprou curso e aí tu aprendeu com o que, na tua opinião, pelo que eu entendi lá no almoço,
é a melhor fonte de conhecimento hoje do mercado digital, não foi? >> Uhum. >> Que é onde? Fala aí. >> No VTURB. >> Toma, pessoal. Podcast do Veturb aqui, Educando Professores, pessoal. Ô, top, muito legal. >> Ex. assistia milhões de vezes. Eu eu cito isso, tá, nas minhas caixinhas de perguntas e muitas vezes eu cito os mesmos episódios, assim, eu anotava as pessoas, elas eu acho que elas estão tão viciadas em comprar, acha que o próximo curso vai mudar a vida delas assim, né? E são sempre os mesmos cursos, digamos assim, >> que elas não
se dão trabalho de aprender um conteúdo gratuito. Bom, primeiro, eu acho que o primeiro conteúdo que você tem que consumir é o gratuito. >> Uhum. >> Sabe? Pegar uns conceitos básicos ali e aí depois você fala: "Ah, faz sentido? Eu tenho um gap de conhecimento, vou me aprofundar aqui e comprar alguma coisa. >> Então eu assistia muito aqui. Eu assisto Até hoje, né, anotando, tem vários caderninhos ali. É o melhor conteúdo mesmo. >> Obrigado. Obrigado. São os seus ouvidos que pegam muito bem os conteúdos. Enfim, não consegui fazer a piada. Eh, cara, olha só, eu
achei muito doido tu conseguir fazer essa transição de carreira com sucesso. Assim, tem muita gente que entra no digital e e já isso já acontece há muito tempo. O pessoal que tem grana, tá tá em Algum tipo de carreira, às vezes não tem grana, só tá em algum tipo de carreira que não é o digital e a pessoa tá frustrada, tá querendo entrar. E, cara, a grande maioria acho que não dá certo, tá? Pelo que eu vejo lá no meu Instagram, não sei se é se é exatamente isso, mas o feedback eu tenho, pessoal, minha
percepção é essa. Então, tem essa galera que já fez alguma coisa, uma faculdade, tal coisa, tá empregado e tá tá meio que irritado com Alguma coisa ali, quer trocar. Eh, e tem também o cara que tem ali, tipo, meu primo lá, o Samuel lá, que Valtero falou que eu falo no podcast, que merda falei de novo. Eh, mas que, cara, acabou de sair do ensino médio ali e tal, quer entrar também. Então essa parada do digital meio que uma oportunidade para todo mundo. >> Aham. >> Quem que tu acha que tem a vantagem? Tu acha
que é a pessoa que tá saindo ali do Ensino médio ou tu acha que a pessoa que já tem essa visão de que, olha, eu eu sei eu quero fazer uma transção de carreira, já tem grana, já entendeu mais ou menos como é que é o mercado de trabalho e quais são as coisas que tu acha que permitem com que a pessoa de fato entre no mercado e tenha sucesso no mercado, como foi o teu caso? Eu acho que mais do que assim da onde a pessoa tá vindo, mais importante que isso, eu acredito que
seja a mentalidade que a Pessoa tem. >> Hum. Porque, por exemplo, tem uma galera que vem de fato muito nova, saindo eh do colégio, tem mais margem para errar se você é muito novo. >> Sei exatamente o que tá falando. Tem uma experiência bem próxima aqui. >> Então, você tem mais margem para errar se você é muito novo, você assim, você não tá sustentando uma casa, você não tá sustentando filho, então tem mais espaço para você errar e fazer de novo, errar e Fazer de novo e se não der certo ir para outro caminho. Mas
muitas vezes eles não tm a mentalidade e aí eles chegam assim só, ah, vou escrever uma página e vou ficar rico. E não é o que vai acontecer para você escrever um anúncio de uma página e ficar rico. Antes você vai escrever muitos outros anúncios de uma página. >> É, >> né? Então, eh, eu acho que dessas pessoas elas vêm com pensamento muito Errado. E também é o que eu vejo assim como gestora, as pessoas entram e elas não querem trabalhar, elas vão dar um um GPT, fazer uma uma COP muito mal feita, sem entender
os fundamentos, porque elas não têm urgência de mudar de vida. >> Hum. >> Entende? Aí agora a pessoa que ela vem já de repente um pouco mais velha, um pouco mais cansada do que ela tava fazendo e assim, cara, não consigo mais fazer isso daqui, eu preciso mudar de Vida, ela tem um combustível a mais. >> Então, por exemplo, até citei para vocês o grupo, né, das meninas lá do Copy Girls, que é muito bom. Um abraço aí pras meninas do Copy Girls. Pega aí, tira um print, aliás, recorta isso aqui, pessoal. Joga no grupo
do WhatsApp, um abraço pras meninas incríveis do Cop Girls. >> Mas se eu tiver escrevendo, cuidado. >> Elas falaram assim que algumas delas já falaram que um dia elas vão estar aqui, Tá? >> Ah, é? Caramba. >> E vão, tá? >> Não duvido. >> Elas são muito boas. >> Uhum. E assim, muitas meninas lá, elas já têm mais de 30, mais de 40 anos e estão tendo resultado muito rápido, porque elas de fato sabem o que elas querem e elas são obsecada pelo que elas fazem, são obsecadas. Então eu era assim, eu era obsecada em
tipo gerar Resultado, >> sabe? Então eu não tinha, quando eu quando eu virei COP, eu não tinha largado ainda a profissão de professora. Eu deixei metade e eu fazia outra metade, é, do tempo o cop assim, sabe? Sim. >> E a na época a feg era menor, eu consegui conciliar. Aí na minha primeira comissão eu falei: "Tchau, vida de professora". >> Foi no primeiro mês assim que já fiz Tipo o triplo do que eu ganhava como professora. Falei: "Não, se eu fizer isso então em tempo integral, eu vou ter muito mais resultado." Foi o que
aconteceu. >> Uhum. >> Então assim, eu acho que essa urgência de fazer a sua vida dar certo, ela é mais importante do que se você tem 17, se você tem 30, 40 anos, sabe? >> Urgência para fazer a vida dar certo. Entendi, cara. Eu tô nesse mercado, Aliás, tu sabe quanto tempo que eu tô fazendo esse negócio aqui? >> Não sei, viu? Uns 8 anos. >> 11. >> 11 anos. >> Sou velho, mano. Eu comecei com >> Você começou novo, né? >> É, eu comecei com 20. >> Aham. >> Hoje eu tenho 20, então vai
fazer 12. [ __ ] pessoal. É, vai fazer, [ __ ] Vou ter que Atualizar a minha cópia aí, pessoal. É, vai fazer 12 anos agora em fevereiro, tá? Mês que vem, que eu tô nesse mercado. >> Uhum. Que merda, né, pessoal? Complicado. >> E demorou para dar ser no mercado. >> Eh, os primeiros três anos eu prestei serviço. Eu era copywritter de 2014 até 2017. Escrevia um monte de cópia para um monte de gente. Pessoal mandava mensagem no WhatsApp: "Ah, faz isso aqui e tal de Vertorial". Era o cego guiando os outros cegos, entendeu?
[ __ ] ninguém sabia nada, mas vem convertia pessoal porque o CPC era tipo um centavo >> real. >> Queria estar nessa época. >> É, foi muito bom. Aí em 2017 eu virei afiliado e comecei a faturar múltiplos 6. 2018 eu entrei na casa dos múltiplos 7 todo mês e desde 2018 até agora a gente nunca abaixou desse desse patamar aí de múltiplo set eh em qualquer tipo De negócio, inclusive no Veturb, o que é muito legal. >> Uhum. >> Mas na minha época lá, cara, eu não via pessoas que já tinham carreira feita eh
fazer essa transição. >> Uhum. Eu achei isso muito interessante. O mercado como um todo, ele parece que tá muito mais profissional. >> Aí, pô, tem tu, tem uma outra mulher que ela teve muito resultado também, que é a Eduarda Medina. Não sei se tu conhece Ela. >> Eu tava pensando nela agora que eu falei. Ah, Duda. Vai aparecer aqui, pessoal, o Instagram, tá? O Instagram não, o podcast da Duda Medina vai aparecer aí que faz tempo que eu gravei com ela. Tenho até que gravar de novo, >> que é muito bom. >> Pois então, ela
tem e uma filha que é, se não me engano, Maria Clara, o nome da filha dela. Daí ela e o Fabiano lá. Eh, com filhos, eles entraram no mercado E estouraram. Bum. >> Uhum. >> E, cara, eles tiveram uma das maiores escalas que eu já vi assim no mercado. Daí eu fiquei impressionado. E daí outro caso também, recentemente teve a Bruna Campolina. Eh, ela também tem filha, acho que ela tem dois ou três, tá? Eu não me recordo, mas eh enfim, ela também outro caso. Sim. E o Reinaldo lá, o marido dela. Abraço aí Pros
dois também. São são gente finíssima. São mineiros. O único problema deles é que eles acham que o Cristiano Ronaldo é melhor do que o Messi. Ele é maior. >> Tu acha que ele ele é melhor também? >> Eu acho. >> Melhor ou maior? >> Melhor. >> Melhor e maior. >> Aham. >> Ah, então tá, pessoal. >> Acabou o podcast. >> É, ó, encerramos. Ô, Gabi, cancela aí a gravação. Mas aí ela falou que, aliás, ela também conseguiu fazer essa transição e eu acho bizarro, velho. Tu acredita que a principal skill então é esse esquema de
urgência? Cara, concordo, tá? Esse mindset, aliás, eu não sei se é a principal, mas se falar que não ajuda é mentira, ajuda para [ __ ] Só que eu acho, tem outra parada também, cara, que Eu acho que vocês são pessoas mais inteligentes do que a média, sabe? para vocês conseguirem fazer dar certo assim em tão pouco tempo. >> Uhum. >> Até porque tu fez mestrado >> então alguma coisa tu sabia. >> Pode ser que beleza, tipo, ah, no fim tá, o teu professor vai colocar uma coisa, tu passa o tempão escrevendo lá. Eu fiz
eh iniciação científica na faculdade, eu fiz eu fiz intercâmbio na França, fiz estágio na Suíça, na Universidade do Einstein. >> Uhum. >> Eu dei aula na mesma na mesma sala que o Einstein deu aula. Falei um monte de mentira lá pros suíços e eles acreditaram. Estão até hoje fazendo merda. É, mas eu entendo assim como é que é o mundo acadêmico, tal, essa parada de mestrado. Então, cara, burra tu não é, sabe? >> Aí assim, o o que que tu acha, velho, Que tu aplicou além da urgência, tá, para tu ficar tão boa, tão rápido,
tu tinha algum tipo de rotina, algum tipo de cronograma? O que que tu acha que foi o teu, a tua arma, aliás, como que era a tua rotina, velho? essa preparação para tu virar a líder aí, a red de cópia que tu é hoje. >> Nossa, eu vou falar uma coisa que vai parecer que eu tô puxando saco. >> Eu tava vendo um podcast uma vez seu. >> Meu Pode puxar, pode puxar. Fala >> aí. Você falou assim: >> "Cara, você fez assim pra câmera. Se você não deu certo ainda e você tá em casa
assistindo o uma série, você é um merda. Você tinha que tá tipo assim no seu todo o seu tempo focado nisso daqui." E aí eu peguei isso para mim, né? Ô pessoal, desculpa aí, >> não deu certo, >> mas espero que tenha ajudado alguém. Ajudou pelo menos uma pessoa aqui, ó. >> Então, tipo assim, todo aquele começo, igual eu falei para você, dois anos que eu não estava dando certo, que eu investi dinheiro, que eu nem tinha, eu tava absolutamente focada. Então, eh, assim, a minha rotina ela, todo tempo livre que eu tinha era para
estudar, sabe? para aprender e para me tornar melhor e assistir um conteúdo e anotar e assistir várias vezes. Igual eu te falei, eu releio livros inúmeras vezes porque eu entendia que isso era um Acelerador e automaticamente você acaba se tornando a pessoa chata, né? Porque as pessoas ao redor ali, eu até brinco, né? Que o primeiro cancelamento ele vem de casa >> ou as pessoas próximas, amizades e tal. Ah, porque agora você não sai mais. >> Tu lembra de algum específico que te marcou? Eu lembro de dois. Não tem uma pessoa que a gente era
muito amiga e que ela assim me esculhambou e falou que eu ia ter um burnout porque eu Não saía mais e só que eu não tinha vontade de sair, eu queria mudar de vida, entendeu? >> Uhum. >> E também assim, o meu pai ele me cancelou bastante na época. >> É, >> hoje em dia ele não me cancela mais, né? >> Hoje em dia mudou. A minha mãe também. >> Minha mãe eu comprei um curso de COP >> do John Calton, pessoal, o Simple Writing System, sistema simples de Escrever. Tá ligado nesse curso? Não, >>
vocês aí do, como é que é? Girl, copy girls aí, vocês estão ligadoos nesse curso, velho. Como é que vocês querem ganhar de mim se vocês não conhecem o Simple Riding System do John C, mano, que escreveu o Laged Gofer? Coloca aí essa cópia. Tu conhece? Golfista de uma perna? >> Eu acho que sim. >> Vai aparecer aí na tela, pessoal. Golfista de uma perna. Modela isso aí, Tá? >> Vou modelar hoje. >> É, aí eu só não sei o que que vocês podem falar aí, sei lá. Eh, mas quando eu comprei esse curso, a
minha mãe falou assim: "Tá maluco? R000, aliás, R$ 3.000 no curso, quem ganha é quem vende, deixa de ser otário. Me descascou assim, pá, falou, falou, falou. Daí eu falei: "Não, mãe, calma, calma que eu vou resolver". >> Uhum. >> Aí hoje mudou, entendeu? Já ela confia em mim. Mas é muito complicado essa barreira inicial, né? >> É, o meu pai falava que eu não ia ganhar dinheiro com isso não. E que assim, ah, eu tinha um dinheiro ali, não era, não ganhava tão tão pouco assim quanto algumas pessoas ganham, apesar de ser bem pouco.
Então, assim, meu pai não aceitou muito bem a transição de carreira porque ele não via algo sólido. >> Uhum. E ele pensava que, tipo, ah, como Professora, por mais que você ganhe menos, você vai ter uma carreira mais consistente, assim, mais segura. >> Sim. >> Então ele não aceitou muito bem não. Mas hoje ele tá tranquilo. Eu fiquei sabendo até que ele me elogia pros outros. Para mim ele não elogia muito. >> Qual que é o nome do teu pai? >> É José. >> Olha só, José, onde é que a tua filha veio parar, viu?
Tá aí, ó. No podcast do Veturb. Olha quantas visualizações tem aqui embaixo, ó. É mais do que o estádio do Maracanã, eu acho. Tá, se não for, quanto é que tem o Maracanã? Não é 50.000 pessoas. Ah, não sei. >> É, daí daí deu ruim para nós. Mas é mais que o estádio do Avaí, entendeu? Aqui em Floripa, eu acho. Mas é bastante gente, caso não seja. Mas cara, é muito interessante. E eu acho que esse negócio de tu ser, como tu falou, né? Ser cancelado principalmente por amigos e Família é é o principal e
a primeira barreira que a gente vence. Os meus amigos também. E eu acho que o motivo, tá, que acontece isso é porque quando tu para de ser quem tu era e tu assume uma nova identidade, tu começa a fazer alguma outra coisa, tu não, tu não tá só mudando a tua vida. >> Uhum. >> Tu tá tu tá forçando outras pessoas a mudarem a vida deles também, porque antes tu era angélica ali que saía, ia Fazer tal coisa com as suas amigas, tal, e aí tu tinha um papel na vida delas. Ah, essa aqui é
a minha amiga que vai comigo. >> Pro teu pai, pra tua mãe, pra tua família também. tu tinha um papel que tu cumpria. E aí tu sai daquele papel, já gera um desconforto, >> porque já já não existe mais aquela pessoa para cumprir aquele papel na minha vida. >> Só isso já é ruim. >> Mas tem o segundo fator também, >> que cara, se tu faz isso e tu dá certo, aí não só tu saiu da vida ali, tu causou esse desconforto, como tu ainda escancarou na cara da pessoa, tipo, meu irmão, ó, olha aí,
ó. >> Tipo, é só fazer, tu não faz porque tu não quer fazer, porque ou tu não consegue fazer, tu é incapaz de fazer. >> Uhum. Ou porque tu até é capaz, mas tu não quer fazer, tu é preguiçoso, >> ou não tem coragem, né? >> É, então, ou é, pode ser, tem alguma limitação que, tipo, tu tem capacidade, mas tu não quer. Um problema de motivação, >> porque só tem só tem esses dois motivos por qual alguém não faz alguma coisa. Ou a pessoa não consegue, ou ela não tá motivada. >> Se eu mandar
tu pegar e tu sair daqui e tocar na porta ali, >> tu consegue fazer. Talvez tu não vá porque tu não quer. Se eu mandar tu Pegar e tu baixar um aplicativo de piano aí e tocar aquela música F Elise do Beethoven lá, aliás, Bethoven, acho que é, né? Não sei, de algum cara aí. >> Eu não sei se tu consegue. Tu consegue? >> Não. >> Ah, tá. Eu eu só sei o refrão. >> Eh, mas aí é um problema de tu ser incapaz, entendeu? Provavelmente alguma dessas coisas, independente do que for, mano, é meio
que um soco na barriga da pessoa assim, tipo, pá, olha só, eu que Tava na mesma vida que tu, na mesma condição, fazendo as mesmas coisas, consegui isso aqui, tu não, logo tu é um merda. >> Sim. E o crescimento incomoda, né? >> Demais. Demais, cara. Eh, tu falou que tu lia, a gente já vai falar, tá, de cara, ó, pessoal, a gente já vai falar de criativos, de leades. Eu quero entender como é que foi esse essa escala aí de quase nove dígitos no mês, Que eu acho muito interessante. Uhum. >> Mas eu eu
quero saciar um pouco mais a minha curiosidade. E tu falou que teve alguns livros que tu leu e releu, que tu disse que aceleraram um pouco ou até bastante o teu desenvolvimento. E quais foram esses livros aí? Me conta. Eu acho que eu já li assim, ó. Hoje em dia eu não sei se você tem essa visão, mas eu em tudo eu vejo eu vejo COP, mesmo que não sejam livros de COP. >> Que que isso quer dizer? >> Então assim, as pessoas pensam que para você escrever COP, para você ter repertitório, são só os
livros de cópia. Eu acho que eles são muito importantes, porque eu acho que você tem que beber dessa fonte, sabe? Eh, não só pegar o conteúdo mastigado ali, mas tem muitos livros que não são de COP, que me trazem insightes para COP. Então, por exemplo, você já leu o Comércio pelo porquê >> do Simon Cic? Eu não li, mas um funcionário meu, um exfuncionário meu Que é o Gerson, um abraço aí pro Gerson, ele fala pra gente: "Não, que o Veturbo tem que começar com isso aqui, tem que ler e tal, tal, tal". Aí eu
fiquei de ler porque ele me enchu muito saco para ler, mas eu não ainda não li. >> Então esse livro eu considero ele bem bom assim e ele ele te dá uns insightes de por tipo algumas, exemplo, uma marca que vai usar uma uma influenciadora, por que uma vende melhor do que a outra, sabe? a influenciadora. Então assim, eu acho que esses livros quando você começa a enxergar como repertitório tudo, todos os livros, um filme, por exemplo, a minha nutricionista, você vai na minha nutricionista lá, ela te mete maior storytelling e ela é muito boa.
E aí eu fico pensando, vou fazer isso na minha cópia, entendeu? Então tem isso, >> mas assim, além desses livros que não são de cópia, igual esco mais pelo porquê, a montanha é você, eu gosto Também que te traz ali. >> A montanha é você. >> É, você não leu esse >> qu, qual que é o autor? Sou, eu sou muito ruim de nome de autores. >> É, ô Gabi, puxa aí pra gente aí qual que é o autor aí. >> Ele fala muito sobre, tipo assim, eh, autossabotagem, então você entende um pouco o psicológico
assim. Então, eu lia bastante livro assim que pegava esse psicológico das pessoas. >> Aham. Qual? Achou? >> A montanha é você. >> A montanha é você. Pesquisa aí, fala pra gente aí. Fala aí. E aí, tipo, você começa a traçar assim, entender a mente das pessoas, você começa a saber porque que elas compram, por que que elas agem, como elas agem. Mas de livro de cópia, assim, eu gosto muito da carta de venda de 16 palavras. Inclusive eu queria falar pro Evaldo, né, vir no podcast. >> Irmão, o Evaldo, cara, tá difícil, Velho. Pessoal, vamos
colocar o Instagram do Evaldo mais uma vez. Aparece aí na tela aí, ó. Instagram do Evaldo. Pessoal, vão lá no no Instagram dele aí, ó, e fala assim: "Mano, vem pro podcast do Beturb, entendeu? Fala aí, Gabi." Briana, >> Briana. >> W e >> W I e S waste Briana. >> É Briana. >> Tá, enfim, pessoal, vai aparecer na tela Aí. A montanha é você da Briana. Briana aquela do Game of Thrones. >> Não sei. Botei aqui a montanha. Deve ser isso aí. Então, >> mas a carta de venda de 16 palavras, eu gosto muito
de Great Leads. >> Great Leads do Mark. Claro. >> Eh, Break, como chama? Breakthrough. >> Break advertising. Short. >> Tu já leu todo ele >> já. >> Ou só os dois primeiros capítulos? >> Já. Não, já reli também. Agora eu tô relendo ele inclusive. >> Então, tem >> tem alguns livros assim que eu acho que eles são essenciais para você entender um pouco também de fundamentos ali, sabe? eh, e trazer mais do que você entender o que que o conceito é a maneira como você entende e consegue aplicar. Eu vejo que tem muita gente, por
exemplo, toda todas As vezes que você pergunta para alguém aqui, que que é uma big ideia? Cada pessoa tem uma, enxerga de uma forma, mas às vezes a forma como ela entende dá certo, entendeu? E aí você sendo um pouco autodidata assim com esses livros, eu acho que vale a pena. >> Uhum. desses aí, cara, o a carta de vendas de 16 palavras, ele é muito bom. Eh, na verdade, foi um dos livros que moldaram o meu processo de de COP. É Muito muito bom. >> Eu gosto muito desse livro. Eu falei para você, eu
leio todo ano. >> É, exatamente. É. E tu acha que ele é aplicável à saúde? Porque ele é muito aplicável para pro mercado financeiro, aquela formulazinha dele lá. >> Eu acho que sim. Eu acho que sim. Eh, até quando eu leio ele, eu fico pensando assim, ó, talvez inconscientemente eu fiz isso na COP tal, no VSL tal, sabe? >> Uhum. >> Então, tipo assim, né, da nova oportunidade. Então, eu entendo o que que cada coisa que eu escrevi naquela COP encaixava ali na estrutura dele e eu falar, por isso que vendia. Uhum. >> Entendeu? Eu
me convenço dessa forma. Boa. O ponto principal lá que eu que eu mais gostei, esse conceito, né, de o One Belief, da única crença, que pessoal lê o livro aí, mas basicamente tem que fazer a pessoa acreditar nessa one belief, nessa única coisa, porque quando Ela acredita nisso ela tá preparada para receber a oferta. >> Uhum. >> E esse conceito eu uso lá no meu curso de mini VSL, tá? que vai tá aí na tela, que é um curso de low ticket que eu fiz com o Paulo e com o Davi, mas tem uma aula
minha lá de Mini VSL, onde eu uso esse conceito aí de One Belief lá, eu chamo de única crença. Eu acho que eu chamo disso, tá? Mas deve ser. E ele ele é muito muito bom. Só que eu aprendi Essa essa esse negócio a primeira vez, não com o Evaldo, eu aprendi com o Todd Brown. >> Já ouviu falar nesse cara? >> Já ouvi falar? >> Ele tem um livro que é E5, E5, que é um método dele lá de escrever campanhas, tal. E tem até um podcast pessoal que a gente gravou com o T
Brown que vai aparecer aí na tela também, mas eu aprendi a primeira vez lá e daí eu já sabia. Mas se se eu não soubesse, tá Pelo Tod Brown, seria o conceito principal do livro do Evaldo, esse negócio da One Belief. Uhum. >> Como eu já sabia, no entanto, para mim o principal foi a fórmula de lead dele, que ele falava: "Cara, começa aqui com respondendo por que isso aqui é novo? Depois o que que tem aqui para mim? Qual que é o benefício depois? como que eu provo que isso aqui é real. >> Uhum.
>> E daí essas três coisas aí, por que que Isso aqui é novo? Qual que é o benefício? Qual que é o elemento de prova? Aí, basicamente é é a forma que eu usei para abrir todas as cópias que eu já fiz na minha vida depois que eu li esse livro >> porque eu achei muito, muito, muito bom. >> Para ti assim também? >> É assim, >> acho que não, né? Não, eu eu não foquei muito na parte de lead dele assim, mas todas as vezes que eu leio ele, eu tenho Algum insite que eu
vou aplicar na cópia que eu tiver escrevendo na hora. É assim, é bizarro. Eu sempre tem um insite novo lendo o mesmo livro. E eu acho que é porque a sua consciência já tá diferente, né, >> do que da primeira vez que você leu. Então, >> eh, é igual às vezes você vê um filme mais de uma vez e você começa a pegar detalhes que você não tinha visto antes, né? >> Então, com o livro a mesma coisa. Eu leio todos os anos, às vezes mais de uma vez ao outra, por exemplo, eu li ele
dia primeiro de janeiro, acabei no dia dois esse ano, que é um livro muito fácil de ler, né? E eu tava escrevendo uma oferta e eu olhei aquela um fechamento, eu falei: "Ah, vou modelar esse fechamento dele porque realmente é melhor do que o que eu ia fazer". >> Uhum. >> Então, todas as vezes eu pego alguma Estrutura, alguma ideia e eu aplico eh no que eu tô escrevendo na hora ali. >> Uhum. Tu sabe o que que é efeito lind? Não, >> já ouviu falar não. >> Eh, o que que é efeito lind? Tá,
Lind significa que, eu não sei se é exatamente essa definição, tá, pessoal? Mas basicamente fala sobre coisas que passaram o teste do tempo. >> Uhum. Então, pô, entre tu lê, tu que vem Da da biologia aí, o livro que foi feito eh ano passado por um professor aí do ensino médio eh que fala sobre biologia, ou tu lê a teoria das espécies do Darwin? >> Uhum. >> Qual o livro que que tem chance de ser um livro melhor? Cara, o do livro do Darwin já passou de por várias gerações até chegar aqui. Ele é um
livro que venceu o teste do tempo. Outro livro desses, o Princípio é do Newton, que fala de física, >> ou o Meditações do Marco Aurélio, que era o imperador romano. >> Esses livros que vencem a o teste do tempo, eles têm a ser melhores porque eles são comprovados por isso. >> Sim. E aí, isso é muito interessante, porque se tu for parar para ver, se tu lê todos os livros do mundo, o conhecimento meio que se cancela, >> porque tu vai ler o livro da dieta carnívora, depois tu vai ler o livro da Dieta vegana
e tu meio que não vai saber o que fazer. >> Uhum. >> Então faz muito mais sentido fazer isso que tu tá fazendo, cara, que é basicamente reler os melhores livros que tu que tem, que tu consegue e e ficar absorvendo eles o máximo possível. E disso daí, tá, os melhores livros geralmente são livros Lind. livros que passaram pelo teste do tempo. Tem até um site, tá, pessoal, chamado Lind Books, Que é livros Lind, que vai aparecer aí na tela, que em teoria ali, né, ele diz que ele fez um compilado dos melhores livros de
todos os tempos, que eu não sei se realmente são, tá? Mas enfim, são livros que pelo menos são legais alguns ali. >> E daí eu recomendo muito que vocês vejam, tá, pessoal? E eu recomendo muito também essa tua estratégia aí, cara, de tu pegar e tu reler os melhores livros e que tu tem para tu conseguir aproveitar Mais ensaio daquele mesmo livro ali. >> Aham. >> E daí eu te pergunto, qual outro livro que tu que tu relê e que tu acha que te ajudou a ter esse esse bump inicial aí, essa a escalar tão
rápido assim no digital? Não sei se tem algum. É, eu acho que o que eu mais releio é esse, assim no geral, mas igual esse que eu te citei agora, o do Eldin, eu já li mais de uma vez, tô relendo agora, e o Great Leads também, que eu já li mais de uma Vez, assim, que eu acho que são livros que me fazem, todas as vezes que eu leio, eu trago alguma ideia ali nova assim, sabe, na minha cabeça. Por quê? Porque o nosso mercado ele é feito de timing, então o formato às vezes
que tá dando certo, ele mudou. Só que o princípio é o mesmo, né, do que tá dando certo. Então, às vezes, quando você lê um livro, que que você entende? Poxa, se eu aplicar esse princípio aqui no formato atual, vai dar certo. >> Uhum. >> E aí, acho que é aí que as pessoas muitas vezes elas pecam, sabe? Elas elas pegam um formato que tá dando certo e elas querem colocar ideias totalmente novas e não conseguem validar. Então, se o formato já é novo, traz um princípio que já funciona para dentro daquele formato, sabe? Uhum.
>> E aí eu acho importante a gente pegar da fonte, como você falou, assim. >> Uhum. Uhum. Tá show de bola. Eh, cara, Vamos falar um pouco sobre essa escala absurda que vocês tiveram aí. Depois eu vou falar um pouco sobre criativos, depois provavelmente sobre leads. Como é que foi esse negócio aí de tu conseguir, pô, de tu chegar a a quase 100 milhões, mano, no mês? Como que era o teu dia a dia? Assim, era criativo para [ __ ] Os criativos saturavam rápido? Como que foi essa evolução? E como que foi? tipo receber
essas informações tipo, [ __ ] a gente a gente estourou demais assim. >> Eu acho assim, eh, escrevia muito na época, até então, na FEG, nós éramos em três cops, né, min, acho que a gente devia estar com quatro na época, mas os quatro escrevendo ofertas e criativo, não tinha separado. Então, eh, assim, todo mundo escrevia muito, entendeu? Tanto porque você tinha que conciliar a rotina de criativo com rotina de oferta e tudo mais. >> Só que aí é uma coisa, tá? Vou te falar que essa escala, essa maior escala, foi Quando a gente entendeu
que um criativo ele podia durar muito tempo. Hum. >> Então assim, os criativos, na verdade eles vendiam lá 30 milhões no mês por 4 5 meses o mesmo criativo, sem saturar. >> Uhum. >> Entendeu? Então ali foi foi diferente assim, foi a primeira vez que a gente olhou e falou: "Caramba, esse criativo ainda é o top criativo da oferta depois de 4 meses, sabe? E Você perguntou se se eu fiquei meio >> Eu iria surortar, eu acho. >> Não, eu fiquei super empolgada, né? Porque eu ficava calculando minha comissão, né? Aí eu falava: "Vou escrever
mais um". Às vezes não tinha nem demanda, né? Mas eu já ia lá e fazia uma demanda extra. >> Viu como o os incentivos pessoal eles são bons? Cara, assim, ó, e eu João, tá? Eu se eu entro no mercado e eu sou júnior e de repente eu começo a ver que Tem um negócio que vai faturar R 100 milhõesais, é tipo a dinheiro assim que não acaba mais, entendeu? É dinheiro infinito. >> Aí eu ia olhar assim e falar: "Caralho, eu não sei o que que ia acontecer". Aí por isso que eu te pergunto,
porque eu genuinamente eu sou curioso sobre essas coisas, entendeu? Porque para mim é muito doido. Eu nunca tive essa escala. >> O máximo que eu faturei num mês foi 6.3 R milhões de reais o máximo que eu fiz No mês. A gente lucrou 2 milhões naquele mês que foi para [ __ ] foi tipo estourou assim a cabeça, entendeu? >> E daí eu imagino o que que não foi R milhõesais próximo disso, né? >> É, eu ficava pensando assim, nossa, se no próximo mês a gente acertar mais criativo, talvez a gente fature 101, entendeu? Ficava
nessa pilha assim, na verdade. >> Sim. Mas cara, eh, essencialmente, então, a Lição que tu teve foi um anúncio, ele pode durar muito tempo. >> Uhum. >> Então, pelo que eu entendi, eh, um dos segredos, tá, dessa oferta aí, dessa escala de R$ 100 milhõesais, um dos segredos foi, cara, eu só tinha, por mais idiota que pareça, né, pessoal, por mais idiota que pareça, porque às vez às vezes a gente fala coisa que é óbvio, mas tu tinha uma oferta ridiculamente boa. >> Uhum. E não era um jogo de volume, era um jogo de poucos
ativos, só que muito bem feitos. >> Tá correto isso? >> Aham. >> O que que tu acha que deu certo aí, cara? Por que que tu acha que essa oferta escalou tanto se tu fosse fazer uma análise dela? >> A gente olhou para esses criativos que estavam dando certo. A oferta em si, você fala a estrutura da oferta, >> oferta inteira. É, >> tanto criativo como VSL. A gente acertou um um timing muito bom assim na oferta, porque era algo que que tava muito em alta, que as pessoas já estavam acreditando. A gente não precisou
criar desejo em ninguém, né? Oferecendo uma solução que ninguém tava falando no mercado. Então, por exemplo, ah, na época tava, o que tava dando certo era Monjaro, as pessoas acreditavam no Monjaro, no mecanismo do GLP1. Então, a gente só canalizou pro que a gente i oferecer. >> Canalizou. Olha só o termo pessoal que ela tá falando aqui, ó. Nível alto. >> Então, a gente não a gente não tentou assim criar o desejo por uma, sei lá, um truque do abacaxi. >> Uhum. >> A gente ofereceu, ah, isso daqui funciona como um monjaro natural. E as
pessoas já queriam, já criam um monjaro, né? Então, a gente só canalizou o desejo Delas porque a gente estava oferecendo. E eu acho que isso foi muito assertivo, porque naquele momento, eh, as pessoas não estavam ainda oferecendo essa mesma coisa, digamos assim. Hum, entendi. >> Então a gente surfou a onda de fato e quando as pessoas começaram a fazer o mesmo, a gente já tava numa escala muito grande, então meio que no leilão elas não aguentavam ali, né, no leilão do da do meta. >> Uhum. >> Então tem isso, né? Quem chega primeiro bebe água
fresca. Então eu acho que foi isso. O timing foi muito assertivo da oferta. >> Esse tu acha que é o principal, pelo que eu entendi? >> Sim, eu acho que sim. E aí nós aceitamos bons criativos e naquele momento nós olhamos ali, eu ainda não era R, a gente não tinha R de criativo. Eu acho que foi aí que o Felipe olhou e falou: "Cara, se a Angélica gera muito resultado com Criativo, eu vou colocar ela para ensinar o processo dela para pros demais, assim, sabe? Que foi ele criou ali essa esse cargo, entre aspas,
para mim para eu passar o meu treinamento, a forma como eu fazia. Então, a gente começou a olhar para esses criativos. eh, entendendo o que que eles tinham que dava tão certo e replicar. Então, aí a gente viu que para um criativo escalar meses e não só um mês e não só 15 dias era você colocar oxigênio, né? Então, aí A gente foi replicando. >> Que que é isso? Colocar oxigênio, >> você trazer mais versões daquele mesmo criativo. Então isso ajuda até ele não saturar tão rápido, porque você não injeta todo o seu tráfego, digamos,
em uma coisa só. Então, a gente foi trazendo o que a gente chama de lateralização para esses anúncios. Então, esse anúncio aqui deu certo, como é que eu ia analisar ele? Eu não olhava assim, tem uma única coisa nesse anúncio Que faz ele dar muito certo. Eu mapeava quais eram os elementos. Ele tem esse formato, ele tem esse ângulo, ele bate nessas dores ou ele bate nesses benefícios, ele tem esse tipo de CTA de urgência aqui. Entendi quais são os elementos que tem nesse criativo. Então, como é que eu posso replicar isso? para outros criativos,
eh, seguindo essa mesma estrutura. Então, você pode fazer isso de uma forma simples, mexendo em poucas pecinhas, por exemplo, trocando o Hulk por um outro Hulk, eh, o, acho que todo mundo sabe o que que é Hulk, né? Aquela primeira frase de impacto ali por uma outra que siga a mesma psicologia, por exemplo. Você pode mexer só na cinematografia dele, trazer um hook visual novo para as pessoas eh pararem a tela, digamos assim. Então eu fui entendendo que eu podia pegar aquele mesmo criativo, aquele aquele mesmo anúncio e fazer pequenas alterações para que eu tivesse
mais Versões dele. >> Uhum. >> E tanto quando a gente ia escrever copa, a gente olhava, tá? Esse anúncio aqui ele tem todos esses pontos, ele tem essa estrutura, então vou escrever uma cópia que tenha também essa estrutura, sabe? E aí a gente começou a acertar muito criativo. Então foi a primeira vez que nós tínhamos uma oferta que ela tinha 40 anúncios escalados assim. >> Caramba. É, era muito e muitas vezes não Eram cops totalmente novas, eram variações desse mesmo criativo. >> E quais são os elementos que tu escolhia para variar naquela época lá? Porque
como tu falou, a gente pode variar essa primeira frase que tu chamou de gancho aí de de Hul. >> Dá para variar a edição barra cinematografia do do anúncio. >> E basicamente é isso, né? Você pode trocar o avatar, então a pessoa que está falando, você pode trocar o ponto de Vista daquele criativo também. Então, por exemplo, se era uma mulher de uma mulher contando da vida dela, você pode, de repente, colocar o marido contando do problema que a mulher dele tava passando. Então, você pode trocar esse ponto de vista, você pode trocar só a
imagem da mulher e colocar uma outra mulher falando a mesma coisa. >> Você pode trazer uma prova mediática nova, né? Um corte assim nativo de um programa de TV. >> Uhum. que mostra que aquilo ali realmente funciona, né? Então tem muita coisa que você consegue fazer no anúncio. Às vezes só o fato de você inserir legenda ou de você colocar uma música diferente já traz um oxigênio diferente, tá? >> Ah, é? >> Uhum. >> Qual foi a variação mais idiota assim que tu já viu que deu muito certo? >> Legenda. >> Legenda, mano. Tá falando
sério? >> Tô falando. Às vezes tem um criativo que ele tá vendendo 2 milhões sem legenda e você coloca a legenda, ele vende quatro. >> [ __ ] Segura, pessoal, o poder da legenda. Gente que assiste no mudo. >> Ah, imagina. >> É, eu acho que é por isso. >> Deve ser, deve ser. Eh, por como que sabe que eles assistem no mundo por curiosidade? Dá para ver isso em algum lugar? >> Não, não. Eu deduzi, né? Porque eu falei: "Ah, começou a converter muito mais com a legenda que o pessoal não tava ouvindo." >>
Deve ser, deve ser impossível. Não, não sei isso daí tem que ter algum motivo. >> Mas essa troca de cinematografia você vê que também dá muita diferença no hook. >> Uhum. >> Porque aumenta assim o seu hook hate, então às vezes param mais pessoas. E também às vezes você consegue pegar Uma fatia de público um pouco mais específica assim, de acordo com o que você coloca. >> Explica pro pessoal de casa aí o que que é hook rate. Para quem não sabe, >> é a taxa de pessoas ali que vão parar para assistir o seu
hook, né? Os primeiros segundos do seu anúncio. Isso é muito importante porque eu acredito que ninguém tá na rede social buscando: "Ah, o que que eu vou comprar agora, senão você estaria dentro do site, né, Querendo comprar alguma coisa". Então, eh, essa taxa de pessoas que você prende ali assistindo seu anúncio, esses primeiros segundos, eles são muito importantes para você parar o seu público alvo. Só que às vezes um anúncio que ele tem um hook hate muito alto, um anúncio que para muita gente, às vezes ele passa para as pessoas erradas, porque pode ser só
um clickbait. >> Sim. Então você coloca lá, sei lá, uma uma pessoa dançando engraçado e aí vai Assistir eu, você, meu pai e e às vezes a gente não é nem o público. Então é meio que você colocar a isca errada no anzol, entendeu? Você quer pescar um tubarão e você vai colocar uma minhoca assim, não faz muito sentido. Então isso é muito importante. Tem anúncios que a gente escala, as pessoas se apegam muito no hookate assim, mas tem anúncios que a gente escala com 40 e poucos por de hook hate para pouca gente, >>
só que converte muito e com ross muito alto assim, tem anúncio que >> que ele abre com rose de de 15. >> [ __ ] >> bizarro. >> Esse é bom. >> E hook rate baixo. >> Sim, >> porque ele para pouca gente, mas as pessoas precisam parar. >> Uhum. É, isso é uma coisa que eu acho bem bizarro, cara, que é difícil fazer Uma análise de uma única variável quando o assunto é criativos, até mesmo o funil como um todo. >> Uhum. >> Porque se tu alterar uma dessas variáveis, as outras também possivelmente vão
se alterar. >> Sim. >> Se tu aumenta o teu hook rate, tu vai abaixar a a retenção final do teu anúncio e provavelmente vai abaixar é a conversão como todo, porque tu tá Parando mais pessoas ali >> sim. É desqualificadas, né? >> Sim. Mas aí eu tenho um macete. >> Qual que é? >> Que é bem que é bem legal. >> Um segredo >> que tu pera aí, tu vai compartilhar um segredo aqui no segredos da escala. >> Vou. >> [ __ ] mano. >> Quem diria, pessoal? Não, ela veio aqui com tudo, ó. >>
É o seguinte, as pessoas elas elas têm muita mania de colocar clickbait no nos anúncios, aquela imagem muito chamativa, >> que é a imagem que vai parar num anúncio novo. >> E para mim isso não faz sentido. Então, eu nunca deixo subir. Eu sou a chata, tá? como red, eu não deixo subir um anúncio com hook com com clickbait nos primeiros segundos. Então, o começo, meu criativo, meus criativos da minha equipe, quando eles vão para teste, eles Vão sempre com a isca muito certinha e aí vamos supor, esse criativo validou e ele para, ele já
vende muito, ele já converte muito. Aí você vai trazer uma variação com clickbait. >> Entendi. >> Por quê? que daí você vai ver se assim, ó, se eu colocar mais pessoas, será que eu converto assim em não em porcentagem de conversão, mas no final em faturamento, >> em valor absoluto. >> É, aí costuma dar certo. >> Pela lógica, pela lógica. É, eu acho que é para dar certo, >> porque tu vai, é, tu vai jogar mais pessoas numa coisa que já converte, né? Sim. E também tem um detalhe que também funciona e funciona, acho que
mais ainda, tá? Por exemplo, a gente tinha um anúncio que ele escalava muito, eh, assim, ó, tinha um anúncio que ele vendia 1 milhão no mês e tinha um outro anúncio que vendia 2 milhões e aí eles Tinham hooks diferentes, tá? Eram anúncios completamente diferentes. Eh, eu posso falar o Hulk? >> Pode. >> Um anúncio, eh, ele era assim, >> aliás, deve, >> o anúncio que vendia 1 milhão, ele falava assim, né? Eh, mulheres, ouçam esse aviso. Nunca eh usem banana se você não quiser perder eh suas calças em 15 Não, se você não quiser
ter que trocar todo o seu guarda-roupas em 15 dias >> ou não usem do jeito certo. Ele vendia 1 milhão no mês, tá? >> Isso na época que a nossa cala era baixa. >> Uhum. >> Porque às vezes a pessoa fala só 1 milhão no mês, gente, calma. E aí tinha um outro anúncio que ele vem que ele, o hook dele era assim, né? Nunca misture banana com esses três ingredientes se você não quiser eh ter que trocar as suas calças em 15 dias. Então, um falava de guarda-roupa e o outro de calça. O que
falava da calça, ele vendia mais, só que o hook rate dele era menor. >> Uhum. >> Só que ele vendia mais. Eu falei: "Tá, eu vou pegar o Hulk, o Hul e vou trocar". Então eu coloquei esse no anúncio que vendeia 1 milhão. Aí o que vendia um começou a vender quatro. >> Ah, >> por quê? Porque o Hul convencia mais, Apesar de parar menos pessoas, ser menos chamativo. >> Uhum. >> E aumentou assim, absurdamente. >> Que interessante, cara. Então, deixa eu ver se eu entendi. Tu abaixou o hook rate, o >> hookate dele. >>
[ __ ] essa é nova. >> E com para você ver, mas funcionou muito. >> Essa é nova. Essa é nova. >> E só porque ele era um anúncio que vendia mais. Então tem um pouco de você analisar isso aqui, sabe? Tipo, >> no fim das contas o que importa é a venda. E as pessoas às vezes se apegam em métricas secundárias. O hook rate, eu considero ela uma métrica terciária, o CPC uma métrica secundária, entende? Então às vezes assim, seu CPC ele tá ruim, seu custo por clique, mas tá convertendo tipo com Rog 3,
entendeu? >> Tá ali. >> Então você não tem que se apegar muito nisso. >> Uhum. >> Aí quando você olha e fala: "Pô, esse anúncio aqui vende muito mais, ele converte muito mais e o hook rate, mas o hook rate é baixo, tanto faz, né? >> E aí? E aí você pode simplesmente pegar aquele hul ou empilhar ele na frente do outro ou trocar. Tem que ver se faz sentido, né? O encaixe >> e aí tende a dar muito bom. >> Que interessante, cara. De fato, é um macete, tá? Eu já gravei mais de 100
podcast aqui no Vetu. Essa é a primeira vez que eu escuto isso daí. >> Mas faz sentido. >> Faz sentido. Faz todo sentido. >> E pessoal, aí aí que tá, qual que é o segredo? Pega esses caras aí, ó, essas mulher inteligente aí que faz mestrado, essas coisas aí, e põe pr para fazer cópia, entendeu? É, pô. Dá, dá bom, dá bom. Eh, cara, então, pelo que eu Entendi, nessa escala aí absurda, basicamente tu tinha poucos ativos, mas ativos muito bons. >> Uhum. >> E aí, esses ativos muito bons, tu ficou lateralizando eles de maneira
eh alta e aí tu conseguiu ter uma porrada de ativos que daí fez com que o negócio escalasse eh o tanto quanto escalou. Mas não só isso, pelo que eu entendi, né, de acordo com o teu próprio julgamento, a parte mais Importante foi esse negócio do timing, de tu tá no momento certo, onde ninguém tava falando desse rolê aí do Mjaro Natural. Vocês começaram a falar disso e aí consequentemente pegaram a atenção no mercado e escalou, quando as pessoas foram copiar você e vocês já estavam escalados >> e aí o negócio eh não deu certo
para eles e deu muito certo para vocês. >> Tu diria que foi isso daí? Foi, mas eu acho que também é só para reforçar essa Questão de você trazer o oxigênio, você até tinha falado, eu esqueci, que você falou, às vezes uma variável que você muda eh muda completamente, com certeza. Então eu acho que também a forma como a gente colocou oxigênio nas coisas fez muito sentido. Então todas as vezes que eu vou trocar algo no criativo para trazer novas versões dele, eu troco só uma peça. >> Hum. >> Eu nunca mexo em dois pontos.
por Exemplo, ah, vou colocar legenda e trocar a música. Se der errado, você não sabe se foi a legenda ou se foi a música que você trocou. >> Uhum. >> Então, eu sempre troco só uma pecinha. Aí, assim, o que deu certo a gente replica, o que não deu certo a gente deixa para lá. Então, se eu troco o formato é só o formato. Se eu troco o avatar é só o avatar. Então eu acho que essa análise que a gente trouxe, né, que Eu que eu trouxe ali e que deu muito certo para criativos,
foi a de analisar que a COP ela é montada com uma série de pecinhas, mas que você não pode trocar todas as peças de uma vez, senão você não vai saber analisar o que que tá dando certo, que tá dando errado. Eu não sou muito é daquelas que acredita assim que, ah, tem uma única coisa que deu certo, como eu te falei, eu acho que é tipo um bolo, sabe? Tem gente, você já viu eh comentário de receita de bolo Assim de receita na internet? >> Não. >> O povo vai lá, pega a receita, todo
o passo a passo, >> todos os ingredientes e fala assim: "Nossa, fiz aqui em casa, ficou horrível". Mas eu troquei o trigo por fubá, troquei o açúcar por açúcar mascavo e troquei ovo por, sei lá, óleo. >> E lógico, ficou horrível, você trocou tudo, entendeu? Uhum. >> Então, eh, eu acho que o que faz uma Cópia dar certo, seja de anúncio, seja de lead, seja de VSL, é a combinação dos elementos nas proporções que você colocou que deu certo. >> Uhum. >> Então, se você trocar duas peças ao mesmo tempo, você já mudou completamente a
composição da da parada ali, sabe? >> Uhum. >> Então, eu sempre mudo uma peça por vez e eu analiso. Ah, eu testei isso daqui, não deu certo, não faço mais. Deu certo. Aí eu replico, eu trago aquela pecinha para outros criativos. >> Uhum. E aí fica muito mais assertivo. >> Uhum. Tem uma coisa, cara, que assim a gente consegue trocar essas variáveis, tá? E se a gente trocar menos variáveis, no teu caso aí uma só, >> Uhum. >> a gente tende a ter resultados que são mais similares, >> mas a real é que a gente
nunca vai Conseguir isolar 100% uma variável. >> Uhum. >> Porque, cara, existe um mundo de variáveis que que que a gente não controla. Por exemplo, uma delas que tu falou que é importante, o timing do mercado, o criativo que tu vai soltar no começo da oferta, não vai ser, não vai ser o mesmo timing que no meio da oferta, que não é no final. >> Uhum. >> Tem também daí, pô, a conta de anúncio Que a gente tá subindo, o dia da semana, qual que é a qualidade do tráfego. >> Então assim, existe toda uma
aleatoriedade nesses testes AB. >> Exato. >> E é claro que, pô, o qual que é o máximo que tu como head aí de COP consegue fazer? Cara, o máximo que tu consegue controlar é o que tá na tua frente, que são aqueles ativos ali. >> Aham. >> Entendeu? >> Mas tu às vezes eu acho assim, cara, que mano, que a real é que ninguém sabe de nada e a gente tá fazendo umas coisas ali que, tipo, tem a gente é meio que uma arte assim, a gente acha que vai dar certo, é um sistema ali
complexo, caótico, que tu dá um input ali nele, que tu tu dá um promp nele, que tu acha que vai retornar um dinheiro. Uhum. >> Só que tu não sabe 100%. E aí tu meio que tem que navegar essa aleatoriedade, tens que ficar subindo coisa ali, Testando, tal, e uma hora vai dar certo, meio que tem uma ideia do por que funciona, mas não sabe 100% e o negócio escala. É por isso que eu falo que se você é cop e você vai trazer novas versões, traga, mexa com uma coisa só, porque o resto das
coisas não estão no seu controle. >> Às vezes os copos se frustram assim, ai, mas eu escrevi, tava muito bom, mas aí, tipo, escalou em uma conta, aí a conta caiu, não escalou em mais nada. Sim, Acontece, >> acontece. É, >> entendeu? >> E o que que tu vê? Tu tu tu tu não tem nenhum tipo de processo para levar isso em consideração, né? Tu trabalha só com o que tu tem ali e acabou, né? >> O das contas, assim, >> tudo, todo esse resto de aleatoriedade que tá acontecendo. Por exemplo, eu sei que tem
gente que só sobe oferta, por exemplo, no final de semana, >> porque daí ele elimina a variável o dia de semana, digamos, apesar de não ser o mesmo final de semana, né? Obviamente. >> Ah, a gente faz algumas estratégias, sim. Então, por exemplo, se tem um um teste em específico de criativo que eu quero fazer e eu sei que no sábado vende melhor, eu deixo para testar no sábado. Uhum. >> Entendeu? Então, a gente sempre acompanha como que as ofertas performam. Tem oferta que performa melhor no Sábado, tem oferta que no fim no domingo o
CPC é muito caro. Eh, tem oferta que performa bem de segunda-feira. Então, poxa, eu vou trazer uma remessa de criativos que ela ela tem um peso muito importante. Eu vou escolher que dia que ela vai subir, por exemplo. E a gente também isola contas. Então, ah, >> Angélica escreveu uma remessa de criativos aqui para uma oferta que tá precisando reviver. E então vamos subir nas melhores contas, Sabe? Vamos testar diferente. Então, a gente eh enquanto gestão ali, a gente toma as decisões juntos, o R de criativo, o R de oferta e o gestor de tráfego.
>> Uhum. >> Então, a gente faz esse esse bem bolado. >> Uhum. Bem bolado. >> É legal. >> A gente não, a gente conversa, eu e os gestores de tráfego o tempo inteiro, tá? >> Uhum. >> Porque senão, tipo, se não tiver essa essa troca, e eu falo pros meus copos, encham o saco dos gestores de tráfego. >> Sim. Porque e eles têm ali os resultados em tempo real, né, para você. >> É. >> E aí você consegue trabalhar de forma mais assertiva ali. >> Uhum. >> Uhum. Cara, legal. Entendi. Eh, eu vou mudar um
pouco o assunto, tá? >> E eu queria falar contigo agora sobre Criativos. Tá preparada? >> Ah, eu tô. >> Tá. >> Não vou revelar nada. Brincadeira. >> Vai revelar? Não vou contar o segredo. >> Vou contar. Conta tudo. >> Me conta aí como é que tu fez, mano, para tu ficar eh boa em criativos. E aí me conta o teu processo que eu quero entender como é que a gente faz um criativo bom, entendeu? Criativo top. Eu quero escalar, eu não quero escalar 1 Milhão nem 10, quero escalar 100, entendeu? Que nem vocês. Eu quero
ficar rico, tem que pagar o Anderson aqui, entendeu? E é caro o estúdio, né, Anderson? >> É. Olha a camisa dele ali, ó. Entendeu? Toda arrumadinha. É caro essas coisas aí. O homem tem um estilo de Ele anda de Audi, né? O bicho é [ __ ] >> Eles estão pagando bem aqui. Bem, >> estamos, né? >> Então, eu acredito assim que o que eu Fiz para ficar boa foi escrever muito. As pessoas elas estão muito preocupadas muitas vezes, em só consumir conteúdo e a pessoa passa o dia inteiro só consumindo e não aplicando nada.
Isso é um erro tenebroso assim. >> Uhum. >> Então, a primeira coisa foi escrever muito, >> inclusive quando você não tem demanda, entendeu? >> Uhum. Então, eu tinha uma mania que eu Abri o bloco de notas, por exemplo, e eu escrevia centenas de hooks para criativo nenhum, >> mas eu escrevia bastante. E aí quando eu ia escrever um corpo ali do criativo, eu olhava todos aqueles hooks que eu tinha e falava: "Ah, esse hook aqui eu consigo encaixar", >> sabe? >> Então eu praticava bastante. É uma coisa que eu ainda faço assim, sabe? >> Tem
algum framework que tu usava para tu Fazer essa prática? Que eu sei que o Thagão, né? O Thiago Flamão, pessoal, para E quem não sabe, o Thiagão tem dois, não tem só um, pessoal, o Thiagão é [ __ ] ele tem dois podcasts aqui no Vetube. Podcast número dois, que é de VSL e um podcast número, sei lá, 60 e pouco, acho que é de criativo, ou se eu errei, não sei qual que é o número, mas é de criativo, vai aparecer também, mas ele tem aquela parada de ah escrever anúncio, não sei, é um
por dia, sei lá, Tem um desafio lá, não é de 30 dias, uma parada assim. >> É, ele ele faz uns desafios, mas eu não eu não tinha um framework assim, não sabe, era >> só sentava e escrever. Aí acabou. É tipo assim, ah, essa semana eu li isso, assisti tal podcast do Vetor. >> Tá cheiroso, hein, Anderson? Tá sentindo? [ __ ] o bicho chegou perto de mim aqui, [ __ ] velho. >> Mas eu assisti tal podcast e eu vou Aplicar o que eu o que eu vi, entendeu, de alguma forma. Então, eu
tinha essa questão de aplicar muito rápido, sabe? De treinar muito rápido. E tem uma coisa que é muito boba, tá? Que é você literalmente lêu o que você escreveu em voz alta. Isso faz toda a diferença, porque só aí que você descobre que você escreve mal e que não faz sentido. >> Aquele cara que eu te falei no almoço lá, o Gary Helbert, ele que criou essa Parada aí. >> É, >> é. >> Não, você vê, >> viu? >> Então, a gente, eu sempre escrevia e lia o que eu escrevi em voz alta. E eu
faço isso com os meus copies hoje, porque quem entra lá para escrever anúncio, muitas vezes, tipo assim, o copy entra, eu vou revisar a cópia, eu falo: "Não tem pé nem cabeça." A pessoa começou Falando de uma coisa e terminou falando de outra, >> não tem nem como dar feedback, né? >> Começou no truque do abacaxi e terminou no truque da banana. >> Sei. >> E aí eu falo, vou ter que fazer tudo, né? >> [ __ ] >> Então eu chamo eles em call. Então todo treinamento que a gente tem assim, quando a pessoa
entra, todos os Feedbacks são em call. Não é só assim: "Ah, eu revisei, agora vou te passar os feedbacks." A revisão ela é em call, sabe? A revisão ela em tempo real, >> lendo em voz alta pra pessoa perceber aonde que ela tá errando, >> cara. Eh, na prática, tá? Se eu pegar e eu ler um criativo agora em voz alta, o que que eu vou, o que que eu tenho que perceber que tá ruim? Qual quais são os sinais que eu vejo, ó, isso aqui tá ruim por causa de tal coisa? Como que a
voz Alta revela essas coisas ruins? Primeiro que tem pessoa que ela literalmente ela não antes de escrever ela não pensa no que ela vai escrever, então ela meio que não consegue carregar essa ideia, sabe? E aí é o que eu te falei, ela começa falando de uma coisa e termina falando de outra. Então ela percebe que não tem congruência, >> sabe? Ao longo daquele criativo. Ou então ela percebe >> que o criativo simplesmente ele não tem Uma fluidez, sabe? É um texto engessado assim. >> Uhum. Então isso é uma coisa importante que eu acho que
as pessoas percebem bastante, a questão da fluidez, a questão de ter congruência para ver se a pessoa ela realmente vai ficar interessada em ouvir o que que você escreve, o que você tá falando. >> Uhum. >> Então isso é uma coisa bem que eu acho Que que a gente mais pega assim, sabe? Mas você também consegue perceber se assim é se é muito fraco, se é muito xoxo, se se não é crível, entendeu? O que você tá falando, porque tem coisa que você escreve, você acha que tá maravilhoso, aí na hora que você lê, você
fala: "Ninguém acreditaria nisso aqui, né?" Então, eu acho que é >> que te revela isso assim. >> Uhum. Quando eu leio em voz alta, aliás, quando eu lia em voz alta, né, pessoal, Porque hoje em dia eu não tô mais nessa vida aí de copywritter, mas se eu tivesse em copy girls, vocês fiquem ligados aí, cara, porque olha, eu sou chato, mano. Eh, mas o para mim o benefício principal era esse negócio aí da fluidez. >> É >> tu entender se a tua COP ela tá como uma conversa que tu vai mandar para outra pessoa.
>> Sim. Se tu colocou uma frase lá Complexa, gigante, entendeu? Uma parede de texto ali que fica difícil da pessoa consumir, eh, tem muito atrito, exige muito esforço mental pra pessoa receber aquela mensagem >> e e ela não vai querer dar aquele esforço, ela não vai querer ter que >> se esforçar para entender o que tá, o que tu tá falando, sendo que ela não te conhece, sendo que se ela fizer isso aqui, vai ter um videozinho ali de um cara jogando com o tijolo na cara do Outro e falando: "Ó, tem desconto aqui, não
sei o quê, aquelas porcarias daqueles memes lá que que aparecem". Então, na minha cabeça, esse era o benefício principal, o negócio da congruência, eu nunca tive um problema com isso, mas eu acho que as minhas cópias sempre foram congruentes em primeiro lugar. >> Uhum. >> E daí eu acho que se a pessoa tá iniciando de fato, esse problema ele Pode ocorrer mesmo. >> Sim. Isso, isso que você falou da parede de texto é o que eu mais eh fico dando enter assim, sabe? E quebrando as frases, porque as pessoas realmente escrevem frases muito grandes, >>
muito complexas. E uma coisa que eu aprendi daí na época da faculdade, né, da iniciação científica, o meu orientador, ele falava assim, ó, relê essa frase que você escreveu e tenta, sei lá, tinha cinco linhas, né, o Parágrafo ali, e tenta reduzir ele em três linhas sem mudar o o contexto, o poder, >> sem perder as ideias, né, >> isso. Então você vai aprendendo a ser mais sucinto e mais objetivo. E em cópia é exatamente isso. Às vezes a pessoa escreveu um monte de coisa que um monte de abobrinha e ela conseguiria falar aquilo ali
em duas linhas. >> Sim. >> Sabe? Então, tipo, as minhas, todas as Minhas cópias, elas são parágrafos muito curtinhos e aí eu tenho mania de fazendo isso com as copias deles também, assim, sabe? Dando enter e quebrando ali. >> Então isso é muito é muito importante quando a gente tá lendo em voz alta assim. >> Uhum. E vou te fazer uma pergunta então que eu considero mais avançada, tá? Vamos ver eh o que qual que vai ser a tua opinião sobre isso aqui, >> tá? E tu considera que essa redução ela deve ser feita até
o máximo possível. Ou seja, a frase, tá? A frase que o copyright escreve, ela deve ser incomprecível, ou seja, não dá mais para comprimir ela. Ou tu acha que não, que ela que tu tem que comprimir a frase, mas existe um ponto ótimo ali que talvez a frase que tu acabou ali, ela ainda seja uma frase um pouco ineficiente, ou seja, tu conseguiria dizer as mesmas ideias, mas De uma maneira mais reduzida, mas mesmo assim tu ainda deixa ela um pouco mais eh ineficiente, um pouco menos fluida. menos compressível. Como que tu que tu vê
essa situação? >> Eu acho que eu deixo ela um pouquinho mais do que ela poderia ser. Assim, eu obviamente eu conseguiria ser mais objetiva, mas às vezes eu perco um pouquinho da conexão com o público, >> sabe? >> Então, para mim, a COP ela tem um Objetivo também, além de você convencer a pessoa ali racionalmente, que tem que ter esse convencimento, mas gerar impacto emocional. Então, às vezes, se você tenta comprimir demais, você perde um pouco de impacto emocional. Uhum. >> E aí, qual que é o que que você tem que saber? Você tem que
saber como é que seu público fala. Então, se você faz uma boa pesquisa do seu público, da persona ali de quem vai comprar de você e você >> é pessoal, a mulherada tá [ __ ] mesmo. >> E aí você vê que a pessoa ela não é tão suscinta, ela não é tão objetiva. Você vai falar muito objetivo para quê? >> Pois é. Então assim, eu vou lá, eu pesquiso quais são as frases que elas estão falando, o jeito que elas estão falando, o tom que elas estão dando paraa conversa e eu vou fazer o
mesmo. Eu não tento ser mais objetivo possível, senão você não conecta. >> Boa, boa. É, realmente, eu acho que se a gente fosse eh brigar aí, acho que >> você ia perder. >> Eu não sei se eu perco, mas eu descobri que já já não tá tão fácil, né, pessoal? O negócio já já subiu de nível, cara. Interessante. >> Você concorda? Sim, exatamente. Meu raciocínio exatamente esse. Se fosse comprimir isso aí que tu falou, né? >> Uhum. >> Usando o próprio exercício aqui de de compressão, seria basicamente tu se comunicar de uma maneira que a
pessoa Entende. >> Sim. >> Isso daí envolve erros de português, caso a pessoa que esteja falando R também. >> Gírias, caso a pessoa use gírias. >> Sim. É basicamente a pessoa, ela vê que quem tá escrevendo é uma pessoa similar a ela. Porque se é uma pessoa similar a ela que tem uma solução, tu mata a objeção de por que isso aqui vai funcionar eh no meu caso específico. >> Sim. >> Entendeu? E daí aumenta o poder de persuasão da tua cópia. >> Por isso que a gente fala que a cópia ela é montada, ela
não é escrita, porque senão a pessoa ela chega lá, não é a gente que fala, né? não tira esse conceito do zero. Mas se a gente só chega lá e fala assim: "Ah, vou escrever uma boa copia sendo um excelente copywriter, você tá escrevendo uma cririter. Você não tá escrevendo uma Copy como o seu público falaria daquilo ali, >> sabe? Então eu acho que o bom copywriter, primeira coisa que ele domina é o público, >> sem dúvida. como o público fala, quais são as dores, quais são os desejos, onde o público tá, quais são aquelas
coisas que eles não falam numa mesa de amigos, que eles não falam na família para ser cancelado, mas que nos alcoólicos anônimos ali do do problema dele, ele Fala, entendeu? E essa pesquisa você tem que fazer a fundo. Eu acho que muito dos COPS erram assim porque a fonte que eles bebem para escrever é só a biblioteca de anúncios. E aí você só vê assim: "Ah, isso daqui tá dando certo num anúncio e vou replicar". Mas não tá vendo o que que seu público tá falando lá no off e talvez você pegaria muito mais coisas,
deixaria seus anúncios muito mais fortes fazendo a pesquisa na fonte. Sem sombra de dúvidas. Eu acho que esse negócio aí Que tu falou é de COP Júnior, esse comportamento, sabe, de ou talvez até um cop júnior entendendo pro pleno ali. >> Aham. Porque, cara, as pessoas têm preguiça de fazer essa pesquisa aí aprofundada, >> mas eu tem muito copo pleno que tem preguiça. >> Ah, imagino. É, >> hoje em dia. E é, até um pouco tempo atrás, eu ficava pensando o quanto que isso realmente impacta, se realmente Vale a pena o cara ir muito a
fundo isso num numa era, né, numa época que, pô, a gente tem inteligência artificial, tem vários eh swipes aí que o cara faz a pesquisa de mercado para ti, te entrega pronto o negócio e cobra uma miséria ali no mês. Às vezes eu me perguntava assim, cara, será que isso aqui realmente ainda vale a pena? Só que todo copywritter que presta, não que o resto não presta, tá pessoal? Talvez vocês prestem só, só que menos, né? Tipo, tudo, tudo copyright Converte muito, >> ele vem com essa mesma essa mesma cópia aí, entendeu? Que tu acabou
de falar. Então, eu acredito que ainda é um negócio válido. Sim, >> sem dúvidas. Aí eu eu brinco, né? Eu chamo de alcoólicos anônimos do do público, porque você pensa assim, é o ambiente é onde todo mundo é igual a ele, todo mundo tá no mesmo problema que ele e ele não sente problema em falar sobre aquilo, sabe? Então, quando você Entra num grupo de Facebook, que é um grupo fechado de pessoas que estão com problema para mulheres que estão com problema para perder peso, elas não têm vergonha de falar ali, sabe, entre elas, porque
todo mundo tá no mesmo problema, todo mundo tá no mesmo pacote. >> Então, eh, você acaba conseguindo ir muito mais a fundo. E aí você consegue também escrever um anúncio que seja só para mulheres que têm essas dores, um outro que seja para mulheres que tenham Outras dores e você acaba sendo um pouco mais assertivo, um pouco mais específico. A especificidade ela conecta >> Uhum. sabe do que mais do que quando você tenta falar com todo mundo, tipo, ah, se você quer perder barriga, perder gordura do braço, perder gordura da perna e do pescoço, assiste
esse anúncio. Às vezes você não conecta com as pessoas da maneira que você gostaria, mas se você é mais Específico, ah, se essa gordura da sua barriga que quando você abaixa, você sente que a sua calça vai explodir, tá te incomodando, presta atenção no que eu vou te falar, às vezes você conecta mais. >> Sim, sem dúvida. E aí, pessoal? Antes da gente prosseguir aqui com o episódio, eu queria agradecer a todo mundo que assiste aqui o nosso canal e se inscreveu no nosso canal, porque a gente conseguiu reduzir o número de 65% Para 38%
das pessoas que vem os vídeos aqui no canal, mas não se inscrevem. A nossa meta agora é chegar em 30%. Então, cara, se tu tá gostando aqui do podcast Segredo da Escala, tu quer que a gente continue trazendo convidados cada vez mais bravos para entregar um conteúdo de graça aí para ti, cara. Confere se tu já é inscrito. Se tu não é inscrito, clica nesse botão aí para se inscrever. Isso é rápido, isso é de graça, isso aqui ajuda Demais o canal, porque a gente consegue crescer, tem mais relevância e aí obviamente o conteúdo aqui
sempre vai melhorando, beleza? Então, cara, se tu não é inscrito, se inscreve e agora de volta pro episódio. Cara, fazendo um breve review aqui, tá? Só para te situar. Lembra que eu te falei que a gente ia falar de uma coisa, ia voltar, tal? Então, >> eu tinha te perguntado como que tu ficou bom em criativos. >> E aí tu falou que uma das coisas mais importantes é tu ler em voz alta. A gente discutiu o negócio da fluidez ali e tal. E daí a gente falou eh depois transicionamos, né, para essa parte de pesquisa
de público e do como que isso é importante. >> E assim, eu vou querer falar do teu processo, tá? Eh, já já vai ser a próxima coisa que eu vou te falar, mas sobre esse negócio da pesquisa de público, que eu acho que talvez seja no Teu processo, tá? Não sei. >> Uhum. >> Tu tens alguma dica que tu dá pro pessoal de casa? Eu não sei se tens algum algum segredo. Eu tenho um que eu vou compartilhar, que eu já compartilhei várias vezes, mas eu vou compartilhar também. Mas tu tens algum segredo de de
alguma fonte de de local para pesquisar ou algum tipo de sei lá, de alguma coisa que tu acha que, cara, nessa etapa da Pesquisa é uma coisa muito importante e que aquele copywritter lá que só vai na biblioteca de anúncios, que ele acaba não tendo isso, acaba deixando de lado. >> É, eu gosto de pensar que eu estou aonde meu público está. Então, quando eu entendo aonde meu público daquela oferta, daquele nicho está, eu vou eh entrar em todos os lugares onde eles estão falando sobre aquilo. Então, por exemplo, eu vou lá, se elas estão
procurando como emagrecer no YouTube, eu Vou abrir lá o vídeo do YouTube, eu vou abrir os comentários, vou ver o que elas estão relatando ali. É, grupo de Facebook continua sendo muito bom, grupos fechados, principalmente para você entrar para fazer essa pesquisa. E hoje em dia, eh, TikTok assim é bem forte, sabe? Porque que que acontece? Que que eu percebo? Geralmente no Instagram, por exemplo, as pessoas seguem os familiares, né? Ou no Facebook, quem são os seus Amigos, pessoas, sua família, seus amigos. E às vezes você não comenta algo que é para ninguém ver. No
TikTok as pessoas seguem meio que pessoas aleatórias, então às vezes você não tem um uma bolha de amigos ali dentro, você só tem um monte de gente que você segue, entendeu? >> Que loucura esse TikTok, pessoal. E aí eles eles escrevem nos comentários assim coisas profundas, entendeu? Sim. >> Então é um bom lugar assim para você Fazer pesquisa >> no TikTok. >> Aham. >> Uhum. Eh, cara, sabia que eu nem tenho TikTok? >> É que você não é cópia mais, né? Se você fosse, você teria, >> cara. E o que que tu acha de pesquisar
em livros da Amazon? Tu já tu já ouviu eu falar disso alguma vez ou tu acha que >> dos comentários? >> Não, não. Em em Sim, ó. Se tu for na Amazon, >> Aham. Tu consegue achar livros. Uhum. >> E realmente livros que o teu cliente escreveu falando do problema dele. >> Eu já vi você falando, mas eu não fiz isso. Você acredita? >> Acredito. >> Mas eu já peguei livros assim para ler os tipo de problemas para ver o que as pessoas estavam falando nos reviews do livro. >> Uhum. >> Para ver se fazia
sentido eu usar alguma coisa ali. >> Não, lá também uma uma ótima fonte de pesquisa. Mas cara, livros, tá? Tem um livro lá que é Face Its, o que as mulheres realmente o que as mulheres realmente sentem quando a aparência muda de redanecimento. >> Uhum. Aí mostra lá as mulheres lá falando um monte de coisa, tipo, ah, a Minha pele tá assim, minha pele tá assado. >> Uhum. >> E cara, aquele livro lá, meu Deus do céu, foi uma mina de ouro assim, quando eu escrevi o um VCL da AT. >> Uhum. >> Muito muito
bom. >> Colagem 31. >> É, não, esse aí foi da renovação celular. >> Ah, é >> o 131. Eu não tinha pego essa sacada do livro ainda, >> mas assim, eu eu não consigo imaginar uma fonte melhor de pesquisa. A pessoa veio, ela contou tudo da vida dela num livro de 200 páginas, de maneira organizada, editada >> e ainda editada para impacto emocional, porque a pessoa queria fazer um livro bom >> e tudo certinho, tudo bonitinho ali e falou: "Ó, mano, tá aqui, ó, minha tese De doutorado sobre como eu me sinto, toma". Dom. Então,
[ __ ] >> é, é tipo, eu acho que é muito mais eficiente do que qualquer coisa assim que eu que eu que consigo imaginar, sabe? A única coisa que tu não vai ter >> vai ser sobre soluções atuais, o que que tá acontecendo, qual que é o momento do mercado. >> Uhum. Mas a dor, a psicologia dela, cara, acho difícil tu conseguir bater eh um livro, sabe, onde a pessoa fez, leu, Releu, editou, escreveu e tem livro de tudo. >> Tem livro de diabetes, emagrecimento, dores, rejuvenescimento, >> de ganhar dinheiro. Então, meu Deus do
céu, sabe? Uma porrada de ganhar dinheiro. >> Sim, verdade. >> É, enfim, dica aí para para vocês aí, pessoal. Eu recomendo que vocês que vocês eh façam eh no TikTok, como eu não tenho TikTok e Como na minha época acho que nem tinha, eu acabei nunca fazendo, tá? >> Mentira, eu tenho um TikTok pessoal, mas eu não uso. >> Aham. >> É, talvez o VTub comece a postar no TikTok, a gente só posta no Instagram. E em teoria é o mesmo conteúdo, né? Em teoria, não sei. >> Uhum. >> Mas cara, eh, conta para mim
como que é o teu processo, tá, para criar bons Anúncios. Como que eu posso criar anúncios eh bons aí, anúncios tops que nem tu, tu que é professora aí, me ensina aí. >> É, então eu não tenho um assim, eu não tenho um framework que eu vou te falar assim, eu uso os passos X, Y Z. >> Uhum. >> Sabe? Mas eu tenho princípios que eu sempre uso nos anúncios e que fazem com que a minha assertividade seja boa. Então eu entendo o que que o copywritter Ele precisa eh dominar. >> Uhum. >> Então, o
primeiro que a gente falou foi dominar o público, né? fazer essa boa pesquisa, ele também vai precisar dominar ali os elementos persuasivos, né? Então ele tem que saber, por exemplo, eh fazer uma boa prova, né? Uma boa promessa. E a gente também tem que saber ali os pontos de interesse do público, o que que faz a pessoa comprar, o que que faz Aquele, né, aquele aquilo ali dar certo naquele nicho. >> Uhum. Mas além disso, eu acredito que antes de escrever um documento, você precisa anotar algumas coisas, sabe? E que é o ponto que as
pessoas erram. Eu vejo muito erro que a pessoa não sabe, por exemplo, encaixar um avatar na cópia, mas se ela tivesse pensado antes o que que seria a cópia dela e já qual avatar ela usar, ela não teria esse problema. Então, no meu processo, eu Sempre penso assim: "Qual que vai ser a ideia que eu vou explorar?" A ideia central ali, né? Minha bigadia naquele criativo. >> Uhum. Eu entendo ali qual que vai ser o formato daquele meu criativo que eu vou explorar e eu entendo qual é a pessoa que vai dar o ponto de
vista dela naquele criativo, que vai ser a narradora, que vai conectar com aquela fatia de público. >> Uhum. >> Sabe isso, óbvio, depois de fazer uma boa pesquisa. Essa pesquisa de mercado, João, eh, do público em si, muitas vezes pro nicho você consegue fazer uma pesquisa e escrever por um bom tempo na com base naquela pesquisa, mas a pesquisa do timing, ela tem que ser diária. Então, assim, escrever, se você é um copo de anúncio e você não tá vendo todo dia quais são as trends que estão surgindo, o que que as pessoas estão acreditando
Naquele momento ali, você vai ficar para trás, sabe? Então eu eu anoto, eu sempre faço essa pesquisa também, tipo assim, o que que surgiu de novo de ontem para hoje, que as pessoas estão vendo no TikTok, por que essa trend viralizou, sabe? >> Uhum. >> Eu acho que isso é muito importante na hora que você vai escrever anúncio, que é aquilo que a gente falou, né, de que quem chega primeiro bebe água fresca Ali. Então, a pessoa ela vai ter o, ela vai subir aquele anúncio, vai escalar muito, aí o povo vai começar a copiar
depois, sabe? >> Uhum. Então eu entendo essas coisas assim, qual o formato, eu anoto, né, como se fosse o meu briefing, qual o formato, qual que vai ser a big que eu vou colocar, qual que vai ser o ângulo que quem vai ser o avatar, qual que vai ser o ponto de vista e o que que tá Funcionando agora no mercado, sabe? E quando eu falo no mercado, não é só em anúncio, o que que tá funcionando na internet mesmo para aquele para aquele nicho, para aquela, para aquele público. >> Uhum. Cara, tem umas perguntas
aqui pra gente fazer, tá? Tá, >> tu falou que o teu processo ele é basicamente tu definir uma ideia central, depois um formato, depois, pelo que eu entendi aqui, tá? Um avatar e por Avatar a gente tá querendo dizer não só a pessoa em si, aliás, avatar barra ponto de vista, pelo que eu entendi. Então, a maneira que tu vai que a pessoa vai falar, qual que vai ser o ângulo. >> Uhum. Eu não sei se tá correto isso, mas é uma um um pequeno briefing sobre como como será o anúncio, como será a cinematografia
do anúncio em primeiro lugar, >> como quear aquela cópia >> obtivo, é com o objetivo de conectar com A pessoa. >> Isso. >> E também além disso, né, tu vê também o que que está funcionando agora. >> Uhum. em termos de pegar a atenção do mercado, mas não só pro nosso mercado, mas para todos os mercado, para pro mercado de eh pro mercado geral, ou seja, não só na no nosso nicho, na nossa bolha, mas pô, mercado de emagrecimento, o que que tá acontecendo no mercado como um todo. E aí tu disse, né, antes disso,
que a gente tem que ter uma boa ideia do que que são, do que que é o nosso público, o que que são elementos persuasivos e tu citou também pontos de interesse que a gente vai pegar do nosso público. >> Uhum. >> E aí tu falou que a pesquisa de mercado, desculpa, a pesquisa do do timing do mercado tem que ser diária pra gente encontrar essas possíveis tendências e, como tu falou, conseguir surfar elas eh Mais rápido que outras pessoas. e consequentemente aí beber água limpa. Cara, pelo que eu entendi, então, tá, a primeira coisa
que tu faz é tu ter eh essa pesquisa aí, mas não só de público, mas também de elementos persuasivos e também pontos de interesse. Eu não sei se eu anotei isso aqui errado, mas pesquisa de público, eu entendi o que que é. A gente vai pensar no nosso público. >> O que que é esse negócio dos elementos Persuasivos? Isso é uma pesquisa que tu faz também junto com a de público ou como é que esse negócio? persuasivos, assim, eu não diria e quando você faz a pesquisa de público, você consegue entender algumas coisas de como
elas se comportam e como elas pensam. >> Uhum. >> E aí você tem começa a extrair quais são os gatilhos que você vai apertar ali, que vão fazer com que elas tomem a decisão que você quer, que é de comprar O seu produto ou de clicar para ir pro seu VSL, por exemplo. >> Tu consegue me dar um exemplo? Por exemplo, se tu vai falar aqui de roupas apertadas no nicho de emagrecimento, ou de dor no joelho ou da coisa X, da coisa Y, seria tipo o tema do que tu tá falando ou não >>
dos gatilhos? assim, >> é, >> é, às vezes, tipo assim, se você vai, por exemplo, tem uma coisa que funciona Muito para emagrecimento, que é a dor de relacionamento. Então, se você pega isso, você sabe que é um gatilho, por exemplo, falar que o marido dela eh não tava se sentindo atraído por ela mais, por exemplo. Então, se você traz isso de alguma forma pro seu anúncio, e pode ser até o reverso assim, sabe? Tipo, no seu hook, >> Uhum. >> Ah, o meu marido me implorou para parar de usar essa receitinha porque eu tava
Emagrecendo rápido demais. você falou do ano, do relacionamento, que para ela é algo importante, você não precisou trazer isso em um ponto de dor, né, e sim de transformação. E você sabe que é um gatilho para um problema que ela vive de repente de não se sentir bonita dentro do relacionamento, sabe? Que é uma coisa que as mulheres relatam. >> Então, eh, esses gatilhos eles são importantes, mas também fazer gerar uma urgência, também gerar uma curiosidade, Sabe? Eu acho que a pessoa tem que dominar isso. >> E elemento de prova, né? Então assim, e e
como você vai fazer uma promessa, por exemplo, para não suar assim, não soar uma coisa não crível ou então eh você encaixar uma boa prova mediática, igual a gente falou, né? >> Uhum. ela vai fazer com que a pessoa acredite mais no que você tá falando. Se você mostra que outras pessoas usaram e tiveram resultado, se você mostra que de Repente eh, poxa, isso daqui que eu tô falando que funciona não é uma coisa só Angélica que testou, mas assim, pessoas comuns, até celebridades usam isso. >> Uhum. Então, quando você consegue provar que aquilo funciona,
quando você domina isso, a sua COP fica muito mais forte, muito mais persuasiva. >> Entendi. Aliás, deixa, deixa eu ver se eu entendi. Então, a pesquisa de público, tu vai tentar entender sobre o público em geral quais são as dores que Eles têm. Eh, isso daí envolve aquele negócio do TikTok que tu falou, de ver os comentários profundos ali. >> Uhum. E aí dessa pesquisa aqui, tu vê o que o teu público tá tá falando, aí tu vai retirar daqui eh esse esquema de cara qual promessa que eu vou fazer e não só qual, mas
como que eu vou fazer? >> Aham. >> Porque tu vai ver a comunicação do público ali, tu vai ver se as promessas que são feitas são promessas diretas ou Indiretas. >> Uhum. >> Se vai ser uma promessa, como tu falou, de reversa aí, tipo, ó, e meu marido falou para isso aqui, para eu parar de falar isso aqui, que eu tô emagrecendo demais. >> Uhum. Eh, e daí não só isso, mas também ter também elementos de prova para tu conseguir provar essas tuas promessas aí. Aí tu citou a prova mediática. Então, pelo que eu tô
entendendo, nesse Começo aí, tu tá fazendo uma pesquisa para juntar os blocos >> que depois é depois, só que não necessariamente tu vai usar todos os blocos, vai ter só um monte de blocos ali >> e aí tu vai escolher os melhores para tu montar a tua cópia depois. >> Sim. Tá, entendi. Eh, cara, me conta um pouco mais sobre essa parte da da pesquisa inicial dessa junção do dos blocos. Tem, tu falou que Tem promessas, provas, eh tu citou pontos de interesse, pelo que eu tô entendendo aqui, tá? Isso seriam conteúdos que estão acontecendo
ali no mercado, que daí seria a mesma coisa ali que as tendências que estão acontecendo, que daí tu vai poder usar para disfarçar a tua COP. >> Eh, tá certo isso que eu falei? Não, >> também. Mas eu acho que como interesse, por exemplo, dependendo do nicho, o interesse da pessoa, ele não é tanto o Benefício, às vezes é só fugir da dor. Uhum. >> Então, a motivação dela, porque ela compraria, o que que ela quer com aquilo, essa motivação mais profunda, esse ponto de interesse dela, às vezes você vai tá escrevendo para um nicho
de saúde e você tá prometendo uma transformação que não é nemum ponto de dor para ela, entendeu? Às vezes a pessoa ela só quer fugir da da dor do dia a dia, por exemplo. Eh, muita gente Pensa assim, né, sem falar de em questão de escrever para um nicho específico, mas muita gente pensa que um diabético tudo que ele não quer é ficar cego, mas às vezes a pessoa ela simplesmente quer comer um docinho, entendeu? Ela quer cheg sentar na mesa sem ninguém controlar o quanto ela vai comer de carboidrato. >> Uhum. >> Entende? Então
isso quando você pega ali na na pesquisa de público e qual é essa Dor? Você domina ali esses o que que faz ela comprar, qual o interesse dela em comprar aquilo que é fugir da dor para um, por exemplo, para um nicho de saúde, você consegue aplicar muito mais assertivo do que você ficar prometendo transformação. >> Uhum. >> Entendeu? >> Sim. >> Então esse esses pontos de interesse, eu acho que vão para esse lado também dessa Psicologia de você entender por que as pessoas compram, quais são os motivos pelos quais elas compram. Uhum. >> Às
vezes a gente só promete transformação, né? E às vezes a pessoa que ela quer uma validação, às vezes ela quer se sentir que ela pertence a algo, né? Ela quer sentir aquela questão do pertencimento, do amor, de ser validado. >> Então isso, esses pontos de interesse que levam ela comprar, eu acho que é muito importante você encaixar na sua Cópia. >> Entendi. Entendi. E eu vou te perguntar, cara, eh, aliás, vou perguntar agora. tu tem algum framework que tu usa ou sei lá como que tu seleciona eles, tá? Não vamos falar mais de framework, eu
quero entender como que tu pensa, como que tu seleciona esses pontos de interesse para tu usar na tua COP em primeiro lugar ou tu usa todos ali e, cara, vamos testar, o mercado vai dizer para mim o que que é Bom? Então, quando eu faço uma uma pesquisa de público, eu anoto tudo. Inclusive, eu tiro print do que as pessoas estão falando, eu copio as frases que elas escreveram e ali na minha COP, quando eu vou montar ela, eu entendo o que que faz sentido eu usar em cada contexto. Então, eh, primeiro, eu nunca tento
conversar com todo mundo >> ao mesmo tempo. Em, por exemplo, se eu tenho a fatia de público de mulheres que elas querem emagrecer para entrar no Vestido de casamento, toda a minha narrativa, tanto da questão de se sentir validada, de se sentir amada, de pertencimento, de não passar vergonha, sabe? De estar bonita, tipo assim, no dia do casamento dela, eu entendo quais são os pontos que eu que eu consigo encaixar naquela COP. É diferente de eu tentar chegar numa COP sobre um vestido de casamento e começar a falar: "Ah, e você não vai mais ter
dores no joelho e você vai poder correr com seus sobrinhos E pegar numa questão de saúde, sabe? Misturar as coisas." >> Uhum. >> Então, como eu seleciono? É entendendo qual é o tom que eu vou dar para aquela conversa, qual que vai ser ali o ângulo que eu que eu vou usar, sabe? >> Uhum. e colocar dentro da cop as pecinhas que fazem sentido, >> porque senão você realmente acaba não conectando com ninguém assim. Ou então tem muita gente que eu vejo que vai Escrever anúncio de emagrecimento, por exemplo, e fala só de pontos de
saúde, >> entendeu? Sem entender que a pessoa ela quer se sentir validada por ela quer se sentir validada além de tudo, sabe? Uhum. >> Ela quer sentir que ela pertence a um grupo de de mulheres, ela quer se sentir amada eh pelo marido ou admirada por outros homens ou admirada por outras mulheres. Então, eh, aí a pessoa chega e só fala de saúde, sabe? Que é um ponto De interesse que às vezes para emagrecimento não é muito forte. >> Uhum. >> Entendeu? Então você começa a entender isso, você começa a a juntar as pecinhas assim,
ah, esse ponto de interesse ele faz sentido eu usar nesse ângulo aqui de criativo, sabe? >> Uhum. selecionar só o que faz sentido, senão você vai ter um um anúncio de 10 minutos que fala um monte de coisa e no final não convence porque você perde a Atenção da pessoa. >> Entendi. E essa pesquisa aí que tu falou que tu vai tirando print e tal, existe alguma estrutura que tu segue? Por exemplo, eu preciso descobrir isso, depois isso, depois isso. Quando eu fazia a pesquisa, por exemplo, eu tinha um checklist que eu usava, que era
o checklist do Garb Venga, que ele passou naquele seminário que eu te falei. Eu fiz umas alterações Ali e tal, mas aí acabei criando um checklist para mim. Eh, eu não sei se tu tem isso daí ou se tu vai colocando o que tu acha interessante mesmo, conforme tu vai achando, como é que é? as dores, desejos, né, principalmente ali das pessoas, dores, desejos, quais são os benefícios que elas querem com aquilo, a forma como elas falam, quais são as expressões que elas usam, assim? Então, eu vou anotando todas essas essas esses pontos, mas existem
algumas outras Coisas que você vai falar: "Poxa, eu não tinha pensado nisso, mas isso aqui é muito interessante". eh, objeções que elas têm, o que que elas já tentaram e que não funcionou para você não prometer a mesma coisa, sabe? Então, eu vou anotando todos esses pontos e aí sempre vão ter muitas coisas extras que você não tinha imaginado que você vai querer salvar também, mas eu diria que dores, desejos, eh, as objeções, o que elas já testaram antes Não funcionou. É, é sempre tipo muito importante. >> Uhum. E tu leva quanto tempo para fazer
isso daí? É coisa de um dia ou coisa de uma semana? Não é, se se o nicho é totalmente novo para você, você tem que ficar uma semana fazendo essa pesquisa e lendo assim massivamente. Mas eu acredito, como eu te falei, assim, todos os dias que você tem um tempinho para fazer isso, você tem que se atualizar, sabe? E e começar A ler os comentários e salvar algumas coisas, porque isso vai te trazer ideias e insites para para novos criativos. Hoje um copy de criativo, por exemplo, ele escreve muito criativo por semana. Então, se ele
não faz, não atualiza a pesquisa dele, ele vai falar da mesma coisa todos os dias. Sim. >> E aí ele fica meio sem repertório, sabe? É, se eu fosse dizer uma coisa assim pra pessoa focar, seria essa pesquisa aí que a gente chamou aqui de pesquisa do Timing do mercado. Entendeu o que que tá acontecendo. >> Uhum. >> Porque o primeiro cara que falou: "Caramba, pô, Monjaro, LGP1, LGP1 não, L, é isso aí, GLP1, >> GLP1". >> Tô fraco, pessoal. Que que eu falei? LGP1, >> acho que foi >> GP1, sei lá. Eh, mas o
LGP G >> GLP1 >> GLP1 G LP1 Já deu para ver que eu sou mago, né, pessoal? Não tenho nem ideia do que que é isso daí e que não tô rodando oferta. Se eu soubesse, se eu tivesse rodando oferta aí no background, todo eu ia saber que o mecanismo aqui de emagrecimento. >> Você podia dar uma olhada no mecanismo e Ter umas ideias daí sempre conta. >> Ah, é >> só para eu testar. >> Pode ser se quiser depois. Mano, tenho ideia boa, tá? Eu sou doido, >> não vou querer. >> É, então, mas
se eu fosse assim dizer, cara, a pesquisa que a pessoa tem que fazer de forma diária seria essa pesquisa do timing. A pesquisa de dores, desejos, eu não sei se a gente precisa fazer todo dia. >> O que que tu acha disso? Eu acho que do timing ela é diária, mas que essa pesquisa de dores e desejos é sempre bom você tipo atualizar, não porque as dores vão mudar, mas porque você vai ter eh ideias de novas situações que as pessoas estão vivendo, não que sejam novas, mas que você não tinha visto antes, sabe? Isso
às vezes vai te dar um gancho para um storytelling muito interessante. >> Entendi. >> Entendeu? Porque tipo, nenhum problema é Único, sabe? Nenhuma, nenhuma situação é única. Só eu passei por isso na minha vida, sabe? Então, às vezes você fazendo essa pesquisa de público ali, de dores e desejos, você vai pegar uma nossa, eu nunca tinha pensado em escrever sobre isso daqui. E aí você vai escrever um criativo top. >> Uhum. Legal. Legal. Muito bom, cara. Eh, então essa é a primeira coisa que tu faz quando a gente vai escrever, quando tu vai escrever um
criativo, é essa Pesquisa aí do nicho, assumindo que a gente ainda não conhece o nicho. >> Uhum. >> Mesmo que a gente conheça o nicho, no entanto, a gente ainda faz a pesquisa, mas com menos intensidade >> e focando mais nessa parte da pesquisa aqui do time do mercado ou as tendências do que que tá acontecendo no mercado. >> Uhum. >> Tá correto isso aí? >> Sim. >> Tá. Eh, entendi, velho. Entendi. E daí com essa pesquisa, então, a gente tá apto, estamos aí preparados para começar a escrever. >> E aí tu falou, cara, que
o teu processo aqui basicamente é, tu vai pegar a ideia que tu quer usar no anúncio e aí tu usou o termo bigidia. >> Uhum. >> Tá. Usou, não usou. >> Usei. >> Usou. Coragem, [ __ ] >> Porque você vai perguntar. >> Vou. >> E aí você vai falar que você acha que é uma coisa totalmente diferente. >> Eu não vou falar nada. Eu aprendi minha lição aqui no podcast. Eu só pergunto, eu pergunto e guardo para mim. >> Eu gosto quando tem várias pessoas e cada um no podcast cada umas tem uma opinião
diferente do que é. >> É. Então, >> e aí você fica tentando convencer elas e elas, tipo, não >> é complicado. Mas aí tem a parte da bigadidia. Depois tu falou que tu define o formato e depois tu falou que tu vai definir aí eh o estilo da narrativa que envolve o o avatar, a pessoa que tá falando e também como que essa pessoa vai entregar aquela mensagem, aquela cópia, eh, de uma maneira connect. >> Uhum. A gente não tá falando de cópia ainda, Pelo que eu entendi, porque ideia, tu vai ter uma ideia, a
brigadia, o formato, tu vai definir o formato e o a linha ali de persuasão, tu vai falar: "Cara, a gente vai contar uma história eh de um cara falando tal coisa, mas a gente não escreveu de fato ainda, né? Ou tu já escreveu e eu perdi alguma coisa?" >> É que eu não parto do princípio que escrever uma copy é você como eu vou escrever esse texto? Eu parto do princípio que eu vou pegar todos esses Elementos, eu vou montar a minha cópia. Entendeu? Então, a forma como você vai falar aquilo, eh, as palavras que
você vai escolher é o de menos. Se você entende que você consegue encaixar tudo isso usando as palavras que seu público usaria numa conversa. >> Explica mais aí pr para mim e pro pessoal de casa, pra gente entender mais esse conceito aí que tu acabou de explicar. >> Qual o conceito de montar >> de tu é de tu montar a COP e de tu pegar palavras e colocar ali sem necessariamente a palavra individual importar? >> Aham. É porque eu acredito assim, para mim, tá, a COP de um criativo para ela conectar com o público e
o público ficar genuin genuinamente interessado no que você tá falando, você tem que passar a ideia para ele que você é uma autoridade. E aí eu aprendi com o João Campos que a Autoridade >> aprendeu errado aí, ó, >> que a autoridade não é você ser credenciado. >> Uhum. >> É você saber falar aquilo tão bem de uma forma que a pessoa falaria assim: "Cara, essa pessoa consegue explicar melhor do que eu o que eu tô passando, então ela sabe como resolver. >> Ela já passou pelo que eu passei." É, >> tá certo. >> Hum.
>> Entende certo, né? >> De acordo com esse esse cara aí, acho que é. Então assim, se você consegue trazer esses elementos de persuasão, trazer uma prova, trazer uma promessa de uma maneira que não pareça uma venda, mas que pareça que você tá conversando com ela da maneira que ela conversaria com você, usando as expressões que elas falam, por exemplo, às vezes você não vai falar assim: "Ah, essa barriga de Cortisol, por exemplo, às vezes seu público usaria uma expressão." Tem gente que fala isso, né? Barriga de cortisol. >> Barriga de cortisol. É, >> [
__ ] tu pesquisou mesmo, hein? Eu não escutei. >> Mas isso é um termo mais científico. >> Sim. >> Agora a pessoa, ela chamaria aquilo de pochete. Faz sentido eu falar de barriga de portol no criativo? >> Acho que não, né? >> Então, então você entende que assim, se eu contar uma história, digamos assim, se eu fizer um criativo, que eu pareça uma pessoa comum, que também passou por isso, que resolveu esse problema, por exemplo, usando as expressões que essas pessoas usam, pareceu uma conversa e mesmo assim eu consegui encaixar esses elementos, sabe? montar esses
elementos de uma forma que torne persuasivo, que faça ela clicar, tem muito mais poder do que eu escrever uma bela cópia com Palavras muito bonitas e termos científicos. >> Uhum. >> Então, eu acho até chato quando eu pego um criativo para ver que a pessoa explica muito o mecanismo do problema, sabe? Porque a pessoa nem tá pronta para muitas vezes para receber aquela enchurrada de informação científica de como que ai, por que que você tá engordando? Às vezes o seu público ele fala muito mais sobre a transformação Que ele quer ter. Então, vale a pena
você falar mais disso no seu criativo, sabe? >> Uhum. >> E e aí jogar ela pro VSL, onde lá você vai trabalhar isso tudo. Então, eu acredito nisso. Você tem todos esses elementos na sua mão que você sabe quais são os gatilhos, eh, o que que você pesquisou, como elas estão falando e aí você vai escrever como ela se conectaria e como ela olharia e falava: "Nossa, é assim que eu me sinto". A sensação que eu tenho quando eu tô escrevendo é que eu quero que a pessoa esteja o tempo toda assim, ó, concordando com
o que eu tô falando. Então, eu nunca parto do princípio do que ela não acredita, entendeu? Então, eu vou usando tudo que ela acredita, tudo que ela já tem de crença, tudo que ela já falou para mim lá nos comentários e eu vi para ela ir fazendo assim e falar: "Nossa, >> Uhum. >> Eu quero ver como que resolve, então". >> Uhum. >> E clica para ver uma VSL. >> Uhum. tu usa, eh, aliás, como que tu faz para tu definir o esqueleto do criativo? Por exemplo, quanto tempo ele vai ter? Eh, quanto tempo que
tu vai gastar no gancho, na explicação? Existe? É, me explica aí como é que tu faz esse negócio. >> Tem algumas estruturas que a gente já sabe que são muito validadas, por exemplo, emagrecimento, assim, não muda muito esse esqueleto que o pessoal chama de estrutura invisível. Então você sabe que você tem que encaixar ali uma promessa, que você tem que encaixar um gatilho ali de uma urgência, >> estrutura invisível. >> É, então assim, >> cara, tem que dar tem que o o sabe quem criou esse negócio aí, não? >> Ã, não. >> Eu acho que
foi o Allen, tá? O Allen Sultanic, que ele tem aquele grupo pessoal, o Noten Held Back. Um abraço aí pro Alen também. E daí eu acho que o Thagão viu isso aí lá no negócio, ele começou a falar isso aqui no Brasil e aí todo mundo tá falando desse nome estrutura invisível, cara. como a galera gosta de botar nome nas coisas, né? >> Exato. É, mas é, fica fácil de entender. >> Fica bem fácil de entender. É fácil de Explicar pr as pessoas, né? Então eu penso assim, mais uma vez, a professora de biologia, né?
>> A estrutura invisível é algo que você tá vendo que tem uma estrutura, mas você não tá enxergando o que que é, digamos assim. Então, por exemplo, você consegue ver que seu corpo tem um formato, mas você não tá vendo seu esqueleto. A estrutura invisível é tipo seu esqueleto. Ela tá dando a forma, você tem aqueles elementos ali, mas você não Tá enxergando ele necessariamente. >> Uhum. Então, quando eh tem tem alguns que são clássicos assim, que você olha e você sabe tudo que tem que ter naquele criativo, igual você falou, um checklist, assim, por
exemplo, tem que ter um nome chiclete, por exemplo, tem que ter você tem que falar da seu da sua do seu mecanismo da solução de alguma forma, que seja curioso, que seja interessante, que seja minimamente crível. Às vezes, eh, você tem que falar De promessa, você tem que dar um motivo pelo qual ela vai clicar. E você sabe que aquilo tem que ter no seu criativo, mas eu não acredito que você tenha que ter um framework de escrita, sabe? Primeiro você começa por isso, depois você fala disso, depois você fala disso. Eu não acredito nisso.
Então tem criativo hoje que as pessoas escalam muito, que elas pegam um vídeo assim lá de uma mulher falando um storytelling lá no TikTok de emagrecimento e elas Modelam aquilo ali. Ele não é uma cópia, entendeu? É só um relato de uma mulher real e funciona muito. >> Uhum. >> Sabe? Então eu, por exemplo, eu gosto muito de storytelling, então às vezes ela não vai ter o formato que ninguém tá que alguém tá dando ali para aquilo, sabe? Mas eu consegui encaixar todos esses elementos ali da dessa estrutura invisível, desse esqueleto, que são importantes. >>
Hum. >> Então, eu não acredito nessa questão de framework. Ah, primeiro você fala disso, depois disso, depois você tem sério três bullets. Não, não acredito nisso assim, sabe? >> Uhum. >> A única coisa que eu sou chatinha, que eu acho que tem que ter, é o CTA. Eu não gosto muito de CTA muito sutil, sabe? >> Ah, é. >> Eu não gosto muito por testes assim Mesmo de não ter dado certo. Então, às vezes a pessoa ela fala um monte, no final ela só fala assim, ó, clique aqui. Eu não gosto muito disso porque eu
gosto de dar motivos pra pessoa clicar, sabe? Sem parecer uma uma venda muitas vezes. Então, ou um benefício ou uma promessinha. Ah, você falou, vou deixar o vídeo. Então, se você tiver passando por isso aqui e você quiser tal promessa, eh, vou deixar o vídeo aqui embaixo para você clicar e tal. E aí Depois você vai e só solta um assim, ah, então clique agora e esteja pronta para começar a receber elogios ainda hoje da nossa vou clicar. Você sabe, e você sabe por que eu tenho isso de não gostar do CTA sutil? Não sei.
Me é porque assim, o público geralmente ele é mais velho, pelo menos assim, dos nichos que eu trabalho, e eles não sabem o próximo passo, tipo, não é claro para eles. E isso eu descobri porque minha mãe, ela é muito fã de BSL, entendeu? >> Ah, é? A tua mãe vê. >> A minha mãe vê e ela se comoove com todos. E também >> aí ela compra também? >> Não, ela não sabe comprar na internet. A minha tia ela veio e compra, velho. Cara, o que a minha tia deu de gana para vocês aí, pessoal,
não é pouca coisa. Tava lá na casa dela, só vejo aqui, ó, não sei o que, glico, não sei o quê. >> E a minha mãe conta a história, >> ela fala: "Nossa, coitado desse rapaz". Sabe, às vezes nem é o nicho dela. Mas aí, >> pô, ela, essa mulher aqui foi presa porque ela emagreceu muito. >> Ela conta a história. É bom, né? Mas também eu tenho uma tia que ela uma vez falou assim para mim, ó, e foi aí que eu peguei esse esse insite. Ela falou assim: "Angélica, ela trouxe o celular assim
e falou: "Aonde que eu clico para eu comentar aqui da onde eu sou?" >> Porque eu eu fico assistindo vídeo de receita no Facebook e a pessoa fala assim, ó: "Comenta aqui para mim de onde você é". Mas aonde que eu comento? Para ela não era óbvio que ela tinha que clicar ali para comentar. >> Uhum. >> Entendeu? Então, se você deixa seu CTA muito vago assim, muitas vezes você tá perdendo uma parte do público muito importante. Então, a gente já testou CTA sutil, assim, funcionou mais ou menos e Depois eu peguei aquele mesmo criativo
e coloquei um CTA claro assim, qual era o próximo passo explícito para ela, que tinha que clicar no botão de saiba mais e converteu muito mais. >> Uhum. Engraçado, cara. Eu tava pesquisando, pensando não, eu fiz um podcast com uma outra mulher, eh, e ela tinha me dito que o contrário, não que ela não, não, aliás, não falou o contrário, não. Ela só disse que deu um exemplo de um criativo que não tinha CTA E que escalou >> para tu ver como >> Eu vi, eu vi das meninas também. >> É, eu acho que foi
isso aí. É, >> só que é aí é o que eu falo, tipo assim, tudo é teste, >> tudo é teste >> no mercado. Você não pode falar que tal coisa não funciona ou que funciona assim, ah, só isso aqui funciona. Eu até falo pros meus copios, assim, vocês não tô falando que só a minha forma de Escrever funciona, mas eu sei que a minha funciona, entendeu? >> Sim. >> Então, a gente sempre tem que testar. No caso, todas as vezes que a gente testou sem CTA ou CTA sutil, não performou muito muito bem, >>
mas tem gente que consegue fazer performar muito. >> Então eu acho que depende assim, inclusive a variável tipo conta público que você tá pegando, se a pessoa já sabe Que tem que clicar, sabe? >> Uhum. Uhum. Cara, se a gente der um framework de estrutura invisível para alguém seguir, eh, e a gente fala assim: "Cara, faz isso, depois isso, depois isso, depois isso". Como por exemplo, aquele framework de lead, tu já fez o curso RMBC do Stephan Georgia, pessoal? Stephan, a gente gravou o primeiro podcast do Beturb com o Stephan Georgia, vai aparecer aí na
tela, recomendo, tá? Mas lá ele dá aquele firmezinho de lead, faça tal coisa, depois isso, depois tal, depois tal, depois tal. >> Alguma vez isso funcionou. >> Uhum. >> Tanto que ele colocou lá. >> Aham. >> E quando a gente eh olha essas estruturas do mercado e a gente adapta pra gente, é como se a gente tivesse Pegando um framework. >> Uhum. >> Só que ele é um framework novo, que poucas pessoas estão usando. >> Uhum. E é um framework que foi testado recentemente e validou. >> Uhum. >> Mas ainda tem um framework. Por isso
que a pelo o que eu entendo, né, de estrutura invisível, é justamente tu retirar o framework de alguma coisa tá Funcionando. >> Uhum. >> Eh, e aí como tu como a gente tava conversando, né, cara, existem infinitos tipos de estruturas invisíveis ou frameworks ou formas de tu entregar a psicologia. E tudo é teste, cara. E tem horas que um framework tal vai funcionar por causa por causa do timing tal. >> Tem horas que outro framework ele que funcionava no passado não funciona mais, >> tá? Como a gente vê acontecendo. >> Sim. E daí a minha
pergunta para é o seguinte: na tua carreira aí, velho, que tu que tu teve aí em todos os múltiplos milhões aí que tu tu faturou, eh tem alguma estrutura invisível que tu recomenda, aliás, que mais funcionou para ti, que pode ser que hoje não funcione ainda ou pode ser que funcione, mas eu queria entender o que que funcionou para ti. Tu viu isso? Tu viu grandes diferenças eh ao aplicar essa Estrutura? Não sei nem se tu pode compartilhar, mas eu pergunto, né, pessoal? Eu eu posso falar o que mais tem dado certo agora. >> Boa.
>> Que eu acho que é o mais interessante, >> que é isso que eu quero. >> Então assim, o que mais tem dado certo agora para mim é storytelling. >> Tá aí o corte, ó. Isso aí vai aparecer lá no começo do vetor. O que mais tem dado certo para mim é aí eles vão botar O teu, a tua boquinha. Os caras são [ __ ] Entrega o conteúdo, pô. Fala aí. que mais tem funcionado para mim nesse momento é storytelling. E esse storytelling que a gente faz, tipo assim, a gente começa, abre a narrativa
de uma forma muito curiosa e aí ali no meio você faz uma pausa para você contar os benefícios da sua transformação, do que que aquilo mudou na sua vida e depois você vem com plot twist da sua história, sabe? >> Um CTA, >> por exemplo, >> manda aí >> aquele do da mulher que emagreceu demais, quase foi presa porque emagreceu demais. Quer dizer, >> viu como ainda funciona, pessoal? Funciona, gente. Então, você começa, você, por exemplo, esse criativo, ele começava falando assim, né? Eh, começava, não, eu tô falando uma coisa que ainda tá funcionando, criativo
que Ainda tá escalando. >> [ __ ] >> é, já nota. Então, não adianta só também prestar atenção e não aplicar, né? Aí depois vai falar: "Testei, não deu certo, testou no time errado." >> É, então vou ter que soltar rápido o podcast aqui, ó. Então assim, aí eu quase fui presa por conta dessa bebida bariátrica, por exemplo. Aí você abriu ali a curiosidade. >> Sim. E aí você começa a contar a narrativa, eh, por exemplo, do da historinha do porque você quase foi presa. Então, assim, você começa a falar que você tava viajando, você
foi viajar, estava no aeroporto e tudo mais, e aí te chamaram, eh, de repente falando que você tava sendo presa. Aí você para a história ali. Aí nisso você vai começar assim, ó. O que acontece é que há xanas atrás eu tava me sentindo assim, assim, assim por conta do meu peso e tudo mais. Até que a minha amiga me enviou essa receitinha dessa bebida bariátrica e ela e eu comecei, eu não acreditei muito porque eu já tinha testado XYZ e não tinha funcionado. E mas como eu não tinha nada a perder e custava só
ó para preparar, você já vai trazendo a simplicidade, quebrando objeção, eu decidi testar. E aí em menos de x semanas eu perdi tanto eh peso. Aí você traz os benefícios a nível dimensional, Emocional, né? como que eh que aquilo, qual a dimensão que aquele peso perdido teve na sua vida e como você se sentiu com aquilo. E aí você volta pra história que aí quando o cara te chamou e falou que você tava sendo preso, você falou: "Ah, mas por que eu tô sendo presa?" "Ah, porque você não é a mesma mulher da foto. E
só aí você da foto do passaporte. E só aí você entendeu que, na verdade, você tinha perdido tanto peso >> que você tava irreconhecível. Você parecia uma nova mulher. Uhum. >> Então você fecha a história. Então assim, você pegou pela curiosidade a pessoa ali, começou a contar a história que ela quer ouvir. Só que antes de você finalizar a história e simplesmente ser uma fofoca, uma história curiosa, você deu todos os elementos de persuasão que você precisava no meio. Então você colocou promessa, você colocou a transformação, Você quebrou as objeções dela, você falou o que
que leva, que que tipo assim, o que tudo que levaria ela comprar. E aí você fecha a fofoca e um clique no botão, entendeu? >> Vamos explorar um pouco isso daí, tá? Mas antes me conta o seguinte, esse e-mail, tá? A gente chamou a pessoa pela fofoca, criamos um conteúdo que abre a venda, a pessoa vai ficar interessada pelo que tá acontecendo. A princípio não parece ser uma venda, parece ser uma Coisa meio bizarra. A pessoa quer consumir, >> ela começa a consumir, >> tu dá para ela um gostinho do que ela quer consumir em
primeiro lugar para tu reter ela. E aí a gente meio que puxa um pouco um anzol >> e a pessoa se compromete a ficar mais na nossa mensagem. Existe aquela aquele bias cognitivo lá, não sei como é que fala isso em português, sei lá. É, mas aquela falha da cabeça que é o o Como é que é, velho? >> Com a pessoa poliglota. É difícil, né? Esquece essas palavras. >> Vai, velho. Nossa, eu tô me sentindo muito ridículo, tá? Tô me sentindo nojento, mano. Mas em inglês eu sei, velho. É s cost, vai aparecer aí
na tela, pessoal. Mas é a falácia do, tipo, quanto mais a pessoa se se compromete no negócio, mais ela quer ficar. Mas tá errado, entendeu? Não é porque tu gastou 1 milhãoais numa pirâmide financeira que Tu vai ter que botar 1 milhão entendeu? Agora já tô comprometido, não tá [ __ ] nenhuma. O certo é tu sair. >> Mas a pessoa gastou uns segundos ali, ela quer ver a mensagem e aí tu vapo coloca um monte de elemento ali de pessoas na pessoa, promessa, prova, curiosidade, pra pessoa entender, cara, isso aqui emagrece, isso aqui é
real. Se isso aqui, mesmo se isso aqui não te não for interessante para ti, tem esse elemento de curiosidade aqui bizarro que Mesmo assim ainda vale a pena tu saber. >> Uhum. >> É super fácil de fazer tudo isso aqui, tá? É só tu clicar para tu ver. Pronto. >> Quebra as objeções ali. >> É, quebra objeções referente à promessa. Então, ó, não vai morrer, não tem efeito sanfona, tal, etc. Tudo, tudo natural. >> Aí, pronto. Com isso daí, a pessoa já entendeu. Opa, opa, eu quero isso aqui. Então, ela vai querer clicar. Então, tu
vendeu pra pessoa. >> Uhum. Minha pergunta é, esses elementos que estão no meio do criativo, tu altera a ordem deles? >> Não, >> tu mantém a mesma ordem? >> Não, assim, se eu tenho uma ordem específica que eu escrevo eles, não, não tenho uma ordem específica. >> Como é que tu faz? Então, >> eu sei que eu não não acredito que tem que ser engessado. Eu acredito que tem que ter todos. Então assim, quando >> um checklist que, ó, eu bati nisso, depois bati nisso, depois bati naquilo. >> É, não precisa ser assim, ah, esse,
depois esse, mas eu lembrei de colocar todos. Então, aí vai ter que fazer com sentido com o contexto que você tá falando, sabe? Às vezes você vai inverter a ordem ali, mas você falar da transformação que você teve e depois você quebrar a objeção, por exemplo, eu acho importante porque faz mais sentido, sabe? você falou da Transformação, a primeira coisa que a pessoa pode pensar, tipo assim, ah, tiver essa transformação com essa bebida bariátrica, mas a pessoa pode pensar assim: "Ah, mas deve ter o efeito colateral." E aí você já fala assim: "E, tipo, melhor
parte não tinha efeito colateral. Ah, mas eu já tentei outras coisas antes e assim, eu já tinha tentado de tudo antes." Então, você vai, você quebra essas objeções depois que você trouxe ali a transformação, você Trouxe a sua promessa. Então, acho que essa quebra de objeções eu sempre coloco depois, sabe? E ali eu encaixo uns benefícios assim, tipo dimensionais e emocionais para trazer mais essa emoção. E aí eu fecho criativo assim, sabe? Explica o que que é esses benefícios aí dimensionais e emocionais e depois vou fazer outra pergunta, >> tá? Que que acontece no meu
ponto de vista? >> Cara, tudo aqui no podcast é sobre o seu Ponto de vista. >> É porque, tipo assim, cada pessoa ela entende às vezes de uma forma, tá? Mas a forma que eu entendo e que eu consigo explicar é o seguinte, existem três tipos de benefícios ali que a gente pode trabalhar, que são os funcionais, que é literalmente a função daquela coisa. >> Estudou mesmo, hein? [ __ ] >> você viu? >> Estudou, pessoal, >> dedicada. >> Então, assim, qual é a função? Ah, isso daqui vai eh fazer você perder peso. Você só
falou a função, mas qual que é a dimensão de perder peso que traz na sua vida? por exemplo, ah, fazer isso aqui vai fazer peso, vai fazer você perder peso porque acelera o seu metabolismo. Então, a função era acelerar o metabolismo para você perder peso. Qual que é a dimensão que aquilo trouxe para sua vida? E são os benefícios dimensionais. Então, você passou eh a Conseguir entrar em roupas que você não entrava antes, sabe? digamos assim, e você passou a conseguir caminhar sem sentir dores no joelho, um exemplo. Só que quais são eh os benefícios
a nível a nível assim emocionais que aquilo pode ter, qual o impacto emocional que aquilo tem na sua vida? Depois que você passou a a voltar a caber em roupas que você não cabia antes, você se sente uma mulher muito mais confiante. Você eh consegue eh enfim sentir o seu marido te Admirando e você se sente mais confiante por isso. Você não tem mais vergonha de chegar no jantar de família, no na ceia de Natal, sei lá, e comer, sabe? Você você come sem sentir vergonha. Então, tudo que pega a nível de emoção, de emoção
mesmo, eu trago pro pro benefício emocional. >> Uhum. >> Então, a função, o funcional basicamente ali, a função, isso daqui acelera o metabolismo, então a pessoa perde peso. A dimensão é o que esse perder peso trouxe de impacto na vida dela. E a os emocionais, como ela passou a se sentir depois que ela teve esse impacto na vida dela. >> Entendi. Uhum. >> Faz sentido. >> Claro. Pessoal, vocês estão em casa? Faz sentido? Se tu acha que faz sentido, escreve sentida nos comentários, tá? Aí vai. >> Acho que não faz, só manda no privado. >>
É, se tu acha que não faz, aí não comenta nada, entendeu? Fica de boa. Não, mentira, comenta ali, não faz sentido, tá? Briga aí com a gente pra gente saber. >> Eh, cara, voltando ali na na parte da ordem, tá? Eh, pelo que eu entendi, tu faz as coisas por primeiros princípios referente àquilo que tu falou e referente à fofoca que tu vai contar. >> Uhum. Então, por exemplo, tu cita ali pra pessoa, ah, esse negócio aqui eu me sentia muito mal, tal, até que eu encontrei esse negócio aqui que eu tomei, ele emagreceu muito
rápido. Aí quando, tá, tu coloca essa frase ali, pelo que eu entendi na tua cabeça, vai surgir um alerta que vai falar assim: "Opa, pera aí, eu acabei de falar isso aqui vai emagrecer rápido". >> Uhum. >> O que que a pessoa vai pensar quando eu Falar isso aqui? >> Uhum. E aí tu faz isso para pro para todo o esqueleto da tua mensagem, tudo que tu escreveu, e tu começa a ver se as coisas que estão ali de fato fazem sentido ou se tu tem que adicionar alguma coisa ali. Nesse caso, por exemplo, que
eu falei, onde a gente faz uma promessa, pelo que eu entendi, na tua cabeça ia pensar, pô, eu fiz uma promessa que a pessoa talvez tenha algum tipo de Objeção, vou matar a objeção. >> Uhum. E aí tu falaria assim, eh, na cópia, de fato, eu me sentia de tal e tal maneira, até que eu tomei esse chá aqui e emagreci muito. Aí surgiu o alerta, tipo, ah, será que tem efeito colateral? >> Uhum. >> Aí tu fala, aí falaria depois, o melhor é que isso aqui é natural, não tem efeito colateral, assim, assim, assado.
Aí depois o que que a pessoa, o que que Ela comentaria normalmente caso fosse um vídeo de fofoca? Seria um elemento de prova? Seria mais promessa, seria alguma coisa curiosa? E aí tu vai seguindo com o fluxo natural da conversa. Uhum. >> Enquanto tu vai colocando os elementos ali de persuasão, que pelo que eu entendi, vão ser promessas, provas, curiosidades, quebra de objeção e CTA. >> Uhum. >> Então, esses elementos aqui a gente fica Permutando eles, fazendo permutações e combinações, arranjos matemáticos, pessoal, pessoal que estou na matemática aí fica mexendo eles ali de acordo com
a estrutura central da parada. Então, meio que não tem framework. >> Aham. >> Tá correto que eu falei? >> Sim. Tá? Eh, cara, olha só que interessante, tá? Pelo que eu entendi, então, a gente vai fazer a pesquisa. A gente vai encontrar elementos de Persuasão que vai persuadir o público. >> Uhum. >> E aí a gente vai pegar e vai colocar esses elementos de acordo com a ordem que fizer sentido para aquela história que a gente tá contando. >> Uhum. E daí essa história que a gente tá contando, pelo que eu entendi aqui, ela é
a junção de ideia, formato e avatar. >> Uhum. >> Tá fazendo sentido? >> Aham. >> Eu tô, eu tô aprendendo aqui, então não sei se se é verdade. >> É que avatar é é uma expressão engraçada, né? Um termo engraçado. Você não acha? >> Por quê? >> Porque as pessoas à vezes falam: "Mas por que que vocês chamam de avatar?" Às vezes >> [ __ ] real, né? Por que chamar de Avatar? Eh, boa ideia. Não sei também. Na real, em inglês é Spokers, né? que é o a pessoa que tá falando ali. Daí em
português, o cara tirou o avatar, não sei lá. >> Eh, cara, e como é que tu faz para priorizar esse essas essas esses três elementos aqui? A ideia, formato e a pessoa ali que tá contando, da maneira que tá contando, porque tu vai ter um monte de ideia. >> Uhum. >> E vai ter um monte de formato e um monte de pessoas. Pode ser um cara que tá falando da da mulher, pode ser a mulher que tá falando dela mesma, >> uma amiga que tá falando de uma amiga, aliás, uma mulher que tá falando de
uma amiga. Como que tu faz para definir qual que é? Ou tu só faz tudo mesmo? Testa e acabou-se? Eu testo muito, mas eu testo de acordo com o que tá funcionando agora, com o timing. Então, tent tanto Assim, você olhar o que que tá funcionando a nível de direct response, quanto a nível tipo de orgânico, porque o que eu falo pro pro pessoal assim sempre é que nossa, tem uma coisa que tá funcionando muito aí. Vamos supor que você vai escrever 10 corpos de criativo e tem algo que tá funcionando muito e você não
explora isso e nenhum criativo. Você só explora ideia nova, sabe? formato novo não faz sentido. Então eu sempre vou de acordo com o que tá funcionando agora. Então eu colocaria 50% de uma demanda só no que tá funcionando agora e os outros 50% eu vou buscar eh trocar esses elementos por elementos novos. Então formato novo, uma big diferente, sabe? Mas em geral eu priorizo o que tá funcionando agora, porque o mercado flutua muito. >> Então se você sabe que tá funcionando agora, por que que você não vai usar? >> Sabe? >> Sim. Essa ideia que
tu falou aí, no entanto, da mulher que foi presa, em teoria é para ser nova. Beleza, eu sei que, tipo, eu já usei há muitos anos. >> Aham. >> Mas, tipo, pro mercado atual, em teoria, eu acho que é para ser novo, ou não. >> Sim, >> tô viajando. >> Não é novo. >> É, >> só que eu não escrevi isso em 10 anúncios. Inicialmente eu escrevi em um e aí validou. >> E aí depois que eu escrevi em um e ele validou, eu repliquei, >> entende? tanto para novas ofertas quanto eh para novas aquela
aquelas lateralizações que a gente falou a nível de Hul, trazer coisas diferentes. Então assim, eh a ideia geralmente nova, eu não testo ela em maior peso, eu priorizo que tá funcionando mais agora. >> Uhum, entendi. E o o beleza, mas uma vez que tu tem alguma coisa que esteja funcionando no mercado, se tiver várias, tu vai testar todas elas? >> Vou. Hã. >> Aham. Aí eu dou uma diluída, por exemplo. Ah, tem três funcionando. Então eu vou escrever 10 anúncios. Coloco três de uma, três da outra, três da outra e um novo, sabe? >> Uhum.
Uhum. >> Então eu vou diluindo assim os testes e eu sempre anoto aqui que eu tô testando ali em cada um, sabe? >> Uhum. E cara, eh, hoje daí, aliás, tua nota que tu tá testando para fazer aquele esquema que tu falou de testar uma coisa só, né? >> Uhum. Tá, entendi. Mas mudando um pouco de assunto, cara, o teu vídeo de vendas ele já tá no Veturb? Se não tá, então olha, tu tá perdendo Bastante dinheiro, porque o Veturb ele é o único player de vídeo feito 100% para aumentar a conversão no teu vídeo
de vendas. Ou seja, se tu trocar o teu player de vídeo pelo VTurb, o teu vídeo ele vai converter mais, tu vai faturar mais e no fim do mês tu vai ter muito mais lucro, que cara é o que a gente quer, né? Hoje já são mais de 10.000 empresas que usam o Veturb todos os dias. Então assim, eu acho que se tu usar, tu testar também, cara, tu vai Também, assim como eles, ganhar mais dinheiro e aumentar tua conversão. E por causa disso, eu tenho um link aqui na descrição, onde tu vai ter 14
dias de graça para testar o e também tem um QR code que tá aparecendo aqui na tela. É só escanear ele para tu criar tua conta também. Então assim, se tu não não tem conta, faça isso e agora de volta pro podcast. E daí hoje tu é head, né, de anúncios. >> Uhum. Então, tu tem um time de Copywriters que produzem para ti aí e tal. Eh, essa galera aí, tá, como que funciona o fluxo da operação de vocês? Quantos anúncios que vocês fazem? Eh, tem, não sei se tem meta disso daí de produção de
anúncio. Daí tu revisa todos eles ou não? >> Eu reviso todas, todas as cops. >> Uhum. Todos. [ __ ] >> Mas assim, a gente não tem um fluxo muito engessado de quantidade de Anúncios, sabe? Acho que varia muito de uma de uma semana para outra e de cada oferta, porque vamos supor, tem uma oferta que a gente tá conseguindo testar anúncios novos, ela tá mais escalada, então a gente testa mais anúncios novos eh do que as outras. Tem oferta que assim a gente tá os os anúncios que a gente só lateraliza, que eles não
são novos, eles estão performando melhor. Então a gente prioriza testar três vezes na semana só lateralização de anúncios Que já estão funcionando e uma, duas vezes na semana anúncios novos. Então varia bastante. A gente não tem esse número assim tão ingessado não. >> Uhum. >> Mas a gente assim eles escrevem COP todos os dias, só que não para todas as ofertas. >> Uhum. Uhum. Então assim, no máximo eles escrevem para duas ofertas por dia, assim. >> Sim, entendi. E daí, e como que funciona Essa dinâmica de de conversa com o gestor de tráfego? Tu falou
que o pessoal fica falando direto ali, né, com eles enchendo saco. >> Eu acho que eu eu incentivo eles a a encherem mais o saco, mas eu acho que quem enche mais o saco sou eu, na verdade. >> Mas os gestores de tráfego também, eles me passam tudo em tempo real, assim. Então, eh, seja no gatherer que a gente tem da empresa, seja em meio de Comunicação, mensagem mesmo, eles me mandam assim: "Ó, esse anúncio aqui abriu muito bem, tá performando muito bem. Que que tem de diferente nele?" Então, eu já vou analisar. Esse anúncio
aqui tá rejeitando. Que que tem de diferente nele? Eu vou, você consegue analisar aí? Então, você tá sempre apagando o incêndio, né? Sempre eh em tempo real. >> Uhum. Mas os COPS eu sempre incentivo que eles eh eles irem até o gestor de Tráfego para que não fique essa comunicação que sempre precisa passar por mim, sabe? Para eles serem um pouco mais de seria de liberdade, né? >> Uma autonomia. >> É uma autonomia. Exato. >> Uhum. que eu acho importante essa troca assim, inclusive quando você vai e testar VSL, por exemplo, tipo a minha meu
VSL que mais escalou foi um VSL que eu e o Gestor de tráfego, a gente foi mapeando tudo que tava dando errado. >> [ __ ] mano, tu ainda faz VSL, né? Tinha esquecido, [ __ ] >> E aí a gente viu tudo que não tava legal no VSL. >> Uhum. E a gente foi, ficou trocando o tempo todo. Nossa, mas então se a gente, por exemplo, tinha uma queda de retenção no product buildup, aí eu falei, vou trocar tudo que tem no prodot buildup, assim, só no comecinho. E aí melhorou a Retenção. >> Uhum.
>> No gráfico do Veturp. >> Boa. >> Então assim, essa essa visão do gestor te falar assim, ó, percebi que isso daqui não tá legal. E aí o COP vai e analisa e fala: "Ah, já sei, se eu trocar essa peça aqui funciona." A gente já conseguiu fazer VSL escalar, trocando vários elementos, um de cada vez, e deixar o VSL bom. >> Nossa, que interessante. Pô, daria para fazer um podcast, aliás, não só sobre isso, mas isso daí é um tópico bem interessante explorar. Eh, a gente tem aqui, então, ideia, formato, avatar. E aí tu
falou que além disso, tu vê também o que está funcionando agora. E aí tu falou que uma coisa que tá funcionando agora, tá? Olha só, pessoal, ela teve a generosidade de de explicar pra gente um criativo que tá escalando agora hoje, escalando para [ __ ] que Foi esse negócio aí que tu disse do storytelling. E eu achei muito interessante, tá? E eu tenho uma outra pergunta para para fazer. Eu acho que eu entendi mais ou menos como é que tu cria os anúncios, só que eu queria eh que tu me me desse algum exemplo
de algum outro anúncio. Tem algum anúncio que tu fez no passado que tu acha que foi diferente, que tu acha que foi e inovador, alguma coisa que chamou tua atenção para te dar um Contexto, tá? Tem no podcast lá que eu fiz com a as meninas lá, a Luía e as duas Brunas que vai aparecer aí na tela. A Luía, ela mostrou um criativo de ASMR, que é aquele de tic tic t aquelas coisas lá, né, pessoal, de ficar, sabe? >> Aham. >> E eu achei isso muito doido, tá? Eu jamais ia ia ter essa
ideia. >> Uhum. >> Mas eu ainda ia dar um um pau na luz se A gente eh enfim, se o meu criativo fosse contra o dela, mesmo não tendo os chique ti chique chick, tá? Ia dar um jeito. >> Uhum. Eh, e daí tu tu tens algum criativo assim que tu acha que é interessante, que tu gostaria de de que eu queria entender assim, sabe, o que que esse processo ele gera de resultado? Aliás, não esse processo, né, mas essas ideias. >> É, eu acho que tem, por exemplo, tem um Criativo que eu escalei bastante,
que ele foi muito copiado no no mercado, muito replicado e que a gente escalou muito ele, que foi o criativo em formato de prova mediática, >> como se fosse o conteúdo eh nativo, né? >> Uhum. Então, nesse criativo, eu sabia o que tava dando certo no mercado, não a nível de anúncio, o que tava dando certo a nível de VSL. >> Uhum. >> Que era justamente você ter essas provas mediáticas nativas ali que provavam o que você estava falando. E naquela época, eu assim, não vou dizer que ninguém nunca colocou prova mediática antes no criativo,
mas lá em 2024, quando eu fiz isso, as pessoas não estavam fazendo. E eu falei: "Cara, essa prova que é tão boa que se eu trouxer ela pro criativo é meio que um formato novo, >> sabe? porque era literalmente um formato De programa de TV. Então, eh, esse timing do mercado, o que que o público tava acreditando, eu vi lá no VSL, entende? Que que as pessoas estavam validando aquilo. >> Uhum. E aí, enfim, eu peguei essa uma prova, achei uma prova mediática muito boa, nativa assim, que eh falava sobre essa transformação e pluguei ela
no meu criativo, >> no começo dele. >> No começo do criativo. Então, tudo que vinha depois da prova mediática tinha o formato de programa de TV. Deixei ele bem cru, bem orgânico, sem muita cinematografia. E ali eu inseri esses mesmos elementos que a gente falou. >> Uhum. >> Da estrutura Aida, né? Então eu trouxe ali para ele todos esses elementos. Eu fiz a promessa, falei da transformação, quebrei as objeções, eh Coloquei o os gatilhos ali no criativo e fiz o CTA. Era um criativo relativamente curto, tá? Esse criativo ele tinha acho que um minuto assim,
>> um minutinho >> é de emagrecimento e funcionou muito. >> Uhum. >> E aí, eh, a gente entendeu que lateralizando esse anúncio, né, a gente entendeu que um ponto muito forte dele era justamente o formato com a prova midiática. Então a gente passou a usar Essa prova mediática, poxa, o público comprou a ideia do formato e ninguém tá fazendo e a gente começou a usar aquilo em quase todos os criativos. >> A rodo. >> Então todas as copas que a gente tinha, que já eram validadas e a gente colocava essa prova que aí automaticamente mudava
o formato, escalava muito mais do que o criativo original. Então eu não sei, assim, eu não sei te falar quantas e cópi a gente, quantos criativos a gente Escalou com essa COP. E isso foi agosto de 2024 e agosto do ano passado tinha gente escalando. E assim, recentemente, acho que tem duas semanas, a gente testou essa prova mediática num criativo e funcionou de novo. >> Caramb. >> Então você vê assim, a retenção, né, do hook rate ali já diminuiu muito, mas ainda converte, sabe? Então eu acho que é um exemplo legal assim. >> Uhum. Sem
dúvida. É, cara, se tu junta a força de uma validação externa com uma prova dessas, fica muito roubado mesmo, né? O negócio fica >> é uma prova muito maior do que, sei lá, qualquer coisa que tu poderia colocar ali no anúncio a princípio, porque tipo é todo uma rede, né? Uma tem uma credibilidade bem alta. >> É. Então aí você além de você trazer essa aquela questão da autoridade que a gente falou, você meio que traz uma Credibilidade meio que implícita ali. Você não precisa falar que as suas credenciais, mas você passou na TV. >>
Sim. >> Entendeu? >> É, sem dúvida. É verdade. >> Entendi, cara. Eh, muito interessante os teus, as tuas ideias, tá? Eh, e a coisa que eu mais achei interessante até, que é uma coisa que eu acho bem avançada, é tu ter consciência de tu colocar esses elementos de persuasão em uma história Nativa que a pessoa já quer ver em primeiro lugar. >> Uhum. >> Que é bem waida, né? A gente chama atenção pela fofoca, gera interesse pela fofoca. Aí a gente canaliza o desejo através do elemento de persuasão para o clique. >> Uhum. >> E
faz o setar no final. >> Aham. Achei, eu achei muito interessante tu ter essa consciência, não só ter a Consciência, mas tu saber explicar isso. >> Uhum. >> Eu acho que isso é uma coisa até bem, eu Tu acha que isso daí é o que diferencia o copywritter de criativo, talvez ali o júnior barra pleno do sênor ter essa noção? >> Com certeza. >> É, >> eu acho que se a pessoa conseguir analisar, eh, não digo nem só conseguir, tem gente que escreve e não analisa no Resultado, >> olhaó. >> E aí não replica, entendeu?
>> Ou então não para de fazer, né? É, >> e mas assim, a pessoa conseguir analisar, entender minimamente assim as métricas, é, é relevante você olhar e ver, poxa, meu criativo, ele tem um um CPC muito caro, um CPA muito caro, que que que eu posso fazer e tal. Eu acho que isso também diferencia um cop júnior De um cop pleno barra sênior, a pessoa conseguir analisar >> eh >> para além do do que ela escreveu, sabe? O que que tu acha que essas análises aí, aliás, o que são essas análises em primeiro lugar? O
cara teria que basicamente olhar lá para ver quanto que tá o CPC e daí a partir disso ele sugerir alguma mudança para para baixar o CPC ou ou o que que isso tá dizendo? Eu acho aqui até para você trazer novas Versões de um criativo, que é importante você analisar para você olhar pro criativo assim quase como uma mãe e falar assim: "Que que eu consigo fazer por ele >> para ele ficar ainda melhor ou então para eu ter mais variações dele aqui, sabe? Então, eh, eu já vi muita gente, cometei um erro, eu já
vi até dono de operação falando isso. Poxa, eu peguei um criativo que não vendeu, que ele tinha Um hook rate baixo e aí eu fui e troquei o hook dele e mesmo por um hook hook super validado e mesmo assim ele não escalou. Mas por que que você tá tentando forçar um criativo que não vende a vender? Não, não faz sentido. Ou então o cop que fica pegado, né? Ele escreveu a cópia dele, ele falou: "Nossa, daqui fazer >> 200 milhões com esse criativo que >> rico." >> Aí o criativo não sai uma venda. Aí
ele Fala: "Ah, mas não saiu venda porque eu não gostei da edição". Aí fica pedindo para lateralizar para eu trocar cinematografia. Não convenceu seu criativo. Não convenceu na sua cabeça ele tá bom, ele pode estar bem escrito, mas ele não, quem fala se é bom ou não é o público. >> Caramba, tem essa treta aí ainda, não é verdade, né? >> Tem. Mas as pessoas se apegam, não deixa a oferta morrer. >> Não, isso, isso aí eu tô ligado. Isso aí eu já, eu já fui apegado também bastante, mas esse negócio do eh cop de
criativo, ficar brigando com o editor, realmente na minha empresa não acontecia >> a edição. Era é porque naquela época era muito mais fácil, né? >> Não tinha todo esse rolê que vocês fazem aí, não, estrutura do não sei o quê, a [ __ ] toda, tal. Não que a gente era frago, tá pessoal? A gente era brabo, mas era bravo pra nossa época. Hoje a Gente seria muito mais bravo. >> Então, mas eu brigo muito com os copos, eles sabem, tá, que é aquilo assim, ah, mas o criativo não ficou bom, não ficou como eu
imaginei na minha cabeça. Aí o gestor, o o editor, ele tem que saber como é que você imagina sua cabeça e você não colocou. >> Então, >> então você tem que saber o que que você quer que coloca naquele criativo, né? Então acho que essas instruções que você Deixa também, usar esse tipo de cinematografia, não usar esse tipo de cinematografia, não colocar cinematografia, deixar tipo um criativo meio cru, isso você tem que instruir, porque você quando você tá escrevendo, você imagina um pouco, né? Isso é importante. >> Essas variáveis aí elas, tu acredita que elas
são a diferença talvez entre o criativo validar ou não? >> Com certeza. É, >> ou então até do do valor das métricas, assim, às vezes, tipo, você coloca uma cinematografia lá no Hook que mata o Criativo. >> Isso daí, beleza. A, o o copywriter, ele em teoria ele escreve, por isso que tem o writer ali, né, no nome da profissão, só que [ __ ] ele é meio que também um especialista ou era para ser não, um especialista em persuasão. >> Uhum. Então, tu tá querendo me dizer que o copyright cena de anúncio, ele tem
que Conseguir olhar pro vídeo, pra persuasão do vídeo e conseguir ler o vídeo e e alterar a persuasão do vídeo em si. >> Uhum. >> Como que alguém desenvolve isso daí? Como é que você fez para desenvolver isso daí? Porque na minha opinião, tá, é uma habilidade diferente da habilidade de de escrever. >> Aham. Eu acho que isso tem a ver muito com aquilo que a gente falou de definir o formato, sabe? Então, quando eu vou Pensar eh como que eu vou, qual o formato que eu quero para aquele criativo, por exemplo, eu quero um
formato programa de TV, algo que passou na TV, ou um formato podcast, faz sentido eu colocar um corte do de um podcast aqui com 200 cinematografias uma atrás da outra e não vai aparecer o formato do podcast, sabe? Meio que não faz sentido. Então você tem que analisar meio qual que é o que que você quer trazer com aquilo, com aquele formato, Sabe? Então, por exemplo, eu não gosto de um criativo com que seja num programa de TV com um monte de cinematografia ou um criativo que seja no podcast com um monte de cinematografia, porque
eu acho que você quebra e o estado que a pessoa tá, sabe? Às vezes você polui muito ali a cabeça dela. Tem criativo que não precisa ser dopaminérgico, principalmente se for para nicho de saúde. Às vezes a pessoa ela tá muito mais interessada em na mensagem mesmo Pra nicho de saúde do que em você colocar um monte de dopamina ali para ela, >> sabe? Então até não combina assim, eu acho que se você vai trabalhar num nicho de saúde e você vai falar bastante de fugir da dor, aí você vai colocar um monte de dopamina
>> de fato, >> não faz sentido. Então às vezes, por exemplo, a pessoa vai escrever, sei lá, nicho de memória e ela coloca um monte De de velhinho dançando lá na no asilo e eu fico para morrer, né, que eu fez eu tô contando a história triste aqui e o Zelin dançando. >> Sim, >> não faz muito sentido. Então eu acho que é isso, é você também não atrapalhar a pessoa receber a mensagem, sabe? é você meio que respeitar o estado emocional que ela tá ali. >> Tem que fazer sentido. Então, >> tem que fazer
sentido. Por isso que às Vezes um criativo que ele performa bem, por exemplo, no Meta Eds, ele não performa no Google Ads, no YouTube, porque as pessoas estão em estados diferentes emocionais ali. Às vezes a pessoa que tá no meta, ela tá consumindo dopamina mesmo >> e a pessoa que tá no YouTube tá procurando conteúdo. Então, se você chega no YouTube e tenta colocar um criativo que só traz dopamina e não traz conteúdo, você quebrou ela, o estado que Ela tava antes. >> Uhum. >> E isso meio que tem uma uma barreira do cérebro ali,
né, para para mudar o estado dele. Então é mais difícil de converter. >> Uhum. Será que a gente poderia dizer, eh, aliás, deixa eu mudar essa essa pergunta ou comentário, sei lá, que eu vou falar aqui, mas eu eu recentemente, tá, eu tava falando de um conceito aí Que eu eu chamo eu tava chamando de densidade psicológica. Já ouviu falar disso daí? >> Não, >> não. Mas agora eu troquei, tá? Faz umas duas, três semanas que eu tô chamando de densidade psicológica relevante. >> Uhum. >> Eu adicionei o relevante no final, tá, pessoal? Aí, o
que que é isso? É basicamente que quanto mais densidade psicológica relevante teu criativo Tiver, mais ele converte. >> Hum. >> O que que seria essa densidade psicológica? Se eu falar assim para ti, essa receita aqui pode fazer você emagrecer. Eh, aliás, vamos usar o teu criativo lá da da mulher presa lá. >> Uhum. >> Se a gente tá falando assim, é, se se aparece uma mulher que fala, cara, eu quase fui presa aqui porque eu emagreci Demais. >> Uhum. Se a mulher tá falando isso num formato de podcast como esse aqui agora, o nível de
credibilidade, sei lá, pode ser X. Só que se a gente fala isso e a mulher tá gravando uma selfie e ela tá na detenção lá do aeroporto, o o nível de prova aumenta. >> Aham. >> Entendeu? Eh, se a gente coloca ali essa mulher ali e é uma mulher magra e ela tá com o Passaporte dela, ela mostra pessoal, eles me prenderam porque agora eu tô assim e antes eu era assim, ó. E a gente vira a câmera aqui mostrando o passaporte, aumenta ainda mais. Então, basicamente o nosso criativo, na minha cabeça, né, ele é
composto principalmente por três coisas, que é promessas, provas e curiosidade. E daí, se a gente aumentar as promessas ou as provas ou as curiosidades relevantes pra pessoa, então não pode ser que tu falou: "Ah, vou botar um monte de dopamina aqui e tal", mas [ __ ] mas não é o que a pessoa quer. Mas se a gente aumentar esses três elementos aqui, a gente tende a ter um criativo mais persuasivo. >> Inclusive, agora acho que eu vou vou fazer um com esse negócio do passaporte, >> viu? É só tu pensar como que eu aumento
a densidade psicológica disso aqui, aumentar o nível da prova disso aqui. >> Aham. >> E daí em teoria, né, na minha cabeça, quanto mais tu aumenta essa variável, que é a densidade psicológica relevante, mais o criativo fica bom. >> Isso funciona pra lead, né? Também >> é para tudo, pra copia inteira. A cópia inteira, se se a tua cópia inteira ela tivesse isso 100%, >> seria muito bom, entendeu? Só que a gente nunca consegue fazer 100%, aliás, talvez consiga, sei lá. >> Mas o que que tu acha disso daí? Tu acha Que que faz sentido
isso daí? Eu acho que talvez tu faça isso, entendeu? Talvez inconscientemente. >> Faz sentido. Faz muito sentido. >> É. >> Aham. >> Tu acha que tu aplica isso? >> Acho. Eu acabei de pensar que eu apliquei isso naquela li que eu te falei. >> É, então interessante, né? >> Aham. >> É, geralmente assim tende a dar bom, tá? Quando tu aumenta e isso daí que é basicamente tu, cara, colocar mais promessas, provas e curiosidades. >> Uhum. >> Aí é por isso que eu acho que que a galera, aliás, acho, não, né? Por isso que se
tu falar assim: "Ah, essa receita aqui vai fazer você emagrecer". Mas tu aumenta um pouquinho mais essa receita de banana, deixa mais específico. >> Essa receita aqui de banana e aí tu Mostra uma banana ali, sei lá, fazendo, sei lá, fritando a banana, não sei. Aí isso tudo vai colocando mais prova, mais curiosidade, aí vai construindo em cima do outro, pum, pum, pum. E no final fica uma coisa meio que difícil de tu fazer, porque tu coloca uma [ __ ] energia para tu fazer essa tua, esse teu criativo aí de, sei lá, 2 minutos.
Mas e cara, pode ser uma coisa que vai mudar completamente a performance da tua oferta, né? >> Sim. Inclusive tinha um um uma oferta que eu tinha que era do truque do sal com gelo. Já peguei assim que o pessoal tava acreditando, só que eu trouxe uma outra versão. >> Truque do sal com gelo. >> É que era para não falar truque de sal rosa, né? >> Ah, é esse do rosa? É, então o o sal rosa eu conheço. >> Dei eu dei um um nome novo pro mesmo mecanismo daí, né? >> Aham. >> Para
fugir do leilão. E deu muito certo, inclusive. Boa. >> E aí o que que aconteceu? Eu tinha um criativo que escalou muito, que como falava de sal com gelo, tinha bastante criativo de receitinha, mas tinha um criativo que começava a câmera dentro da geladeira assim, né? E aí o celular, daí ela abria a geladeira, ela pegava o negócio dentro da geladeira e ela pegava a câmera, ela posicionava assim assim, Sem corte. E aí ela fazia a receita e tomava assim. >> Uhum. >> E aí eu acho que que faz sentido, né? do que se ela
só tivesse caminhando e falando. Ela tava fazendo, ela pegou o negócio dentro da geladeira. >> Sem dúvida. E cara, e eu acho que isso daí que é o o que converte, tá? Não é nem a COP, porque isso daí passa muito mais informação do que do que a cópia em si. >> Aham. É >> aquela coisa, né? Uma foto vale mais do que 1000 palavras e um vídeo é um somatório de fotos. Uhum. >> Então, cara, eh, até para tu chamar atenção, porque tu vai ter 3 segundos ali para chamar a atenção da pessoa e
a primeira coisa que a pessoa vai eh ter de input, o GPT mental da pessoa, a primeira coisa que vai receber não vai ser o que a tua cópia, não vai ser o áudio do do que você tá falando, >> vai ser a primeira imagem, o primeiro frame. >> Sim. >> E só depois de alguns segundos que tu vai conseguir falar a primeira frase. >> Sim. >> Então essa e essa parte aqui de densidade psicológica relevante, eu acho que é o o 8020 da parada, sabe? Não é hoje em dia, com essa parada de vídeo
e tal, não é mais a cópia em si o que tá sendo dito. Antigamente, quando era uma Carta que chegava na casa da pessoa, aí sim aquela headline que tava ali na carta tinha que ter um um aliás, tinha um peso [ __ ] porque tinha que fazer a pessoa parar e consumir o o aquele teu conteúdo, entendeu? >> Aham. >> É, >> faz sentido. >> É, não sei, cara. Sei lá, tô gir dando uns inputs aí. Esse pelo menos na minha cabeça, é, faz sentido. Daí, bom, Conseguiu aí. Conseguir, >> viu? Água do Vetor
vai difícil de abrir, tem que ter força. Boa. Eh, cara, entendi. Vamos falar agora de leads, tá? >> Eh, o básico, né, pessoal? Criativos e leads. Feijão com arroz aí para escalar. Para que mais? Tá do que isso daí? Eh, >> e é o que ressuscita uma oferta. >> É o que ressuscita uma oferta, né? Até o pessoal do grupo Six aqui, ele já eles eles tinham uma oferta que tava morta deles trocarem o criativo e lead. E a oferta escalou para R$ 830.000 por dia no Brasil, que é [ __ ] tá? >> Recentemente
eu receitei uma oferta assim, >> é >> com um criativo, um criativo, uma lead nova que eu escrevi, depois eu escrevi outra lead que bateu essa anterior que eu escrevi e um criativo que hoje ele tem de uma cópia 13 versões escaladas. [ __ ] >> só de lateralização. >> 13 versões caladas >> da da mesma cópia. >> O processo que tu faz de lateralização de criativo é o mesmo que tu faz de leíd ou tem diferença >> de Não, esse de lateralização de criativos é o que eu te falei de ficar trocando uma pecinha
por vez. A de lead eu geralmente eu não lateralizo assim muito. Eu oxigeno ela com microlad. >> Ah, entendi. Eh, no caso, essas 12 versões aí são 12 Microladas diferentes, >> não? São tuas versões de criativo. >> Ah, entendi. Desculpa, desculpa. Entendi. Aí de uma só. Talvez eu tenha falado invertido. >> É, não, talvez eu tenha entendido. Não sei, pessoal, quem será que tá certo? Vocês decide aí. Mas, cara, vamos falar de lead, tá? Eh, como que tu faz para criar uma lead boa, uma lead que vai vender? E explica também o que que é
lead, microlad, pra gente entender, já Que tu usou esse termo de microlad aí, >> tá? A lead vai ser o começo da sua mensagem ali do seu VSL, né? sua mensagem no geral, mas falando de VSL, a lead vai ser o começo da sua mensagem, os primeiros minutos ali até 5, 6 minutos do do seu VSL, vai ser a sua LED. E a LED, quando a gente fala em termos de 8020, ela vai ser responsável pela venda emocional do SSL, no meu ponto de vista, lógico que a gente dá um spoiler do mecanismo e etc,
mas Principalmente, eu acho que assim, na minha visão, eh, ela também é responsável pelo impacto emocional, né? Então esse comecinho da mensagem ela é muito muito importante que ele tem que vender o resto do VSL, você tem que reter a pessoa. E geralmente o que acontece quando você não consegue vender o resto do VSL é que o gráfico lá no VTURB, gente, fica assim, ó, da sua retenção, da sua lei. Então, eh, a Lid é o começo da sua Mensagem, ela tem que fazer esse impacto emocional na pessoa para ela querer ficar para ver o
restante. E e é isso, assim, acho que é o o ponto que você mais tem que caprichar no no seu VSL ali é sua LED. Tu falou que no gráfico ali do do Veturb ali e que a a gente tem uma queda uma uma perca ali, né, de perca ou perda e agora não sei, a gente perde ali a retenção ali no no começo. >> E eu já fiz alguns testes, tá, na época que eu rodava muito tempo atrás, inclusive quem fez foi o Lucas, tá? Lucas Ego. Abracei pro Lucas. E ele tem dois podcasts,
tá, pessoal? Aqui no VTube tem um podcast de YouTube Ads que vai aparecer aí, que fez ele sozinho e também uma mesa redonda com o Denis e a Sara que vai aparecer aí na tela também, tá? Caso tu queira aprender YouTube Ads, recomendo. Eh, mas eu lembro que a gente testou lá Duas leads, aliás, testamos três leads e daí uma delas estava com retenção, tipo, até o pit de acho que tipo 21%. >> Aí a outra tava, sei lá, 13. >> Aham. Mas a que tava 13 convertia, é, convertia muito mais, sei lá, 60% mais.
Não lembro das métricas, tá? >> Eh, >> às vezes pelo impacto emocional que a outra gerou. >> Então, o tu vê correlação assim entre retenção da LID e conversão no geral? >> No geral não. Às vezes a Lídia ela retém a atenção, mas ela não gera o impacto emocional necessário. >> Uhum. Se é só, eu acho que o mais importante é sempre a conversão. Obviamente que se a sua retenção ficou muito baixa, mesmo com uma retenção legal, no faturamento não compensa. >> É, >> mas assim, o que importa é o quanto ela vende, digamos. Mas
eh às vezes você Conseguiu reter menos pessoas, mas essas pessoas elas saem mais aquecidas, mais impactadas e isso vai afetar na conversão. Então acho que muito mais importante olhar a conversão. >> Sem dúvida. Sem dúvida. Eh, mas qual que é a função então que vocês olham a retenção aí da da Lady? Basicamente é só para ver se não tem nenhuma merda acontecendo. >> Ah, eu acho que é é acho que é importante assim a gente não ter uma uma Perder a retenção de uma forma muito expressiva, sabe? Porque >> o que o que que é
expressivo? Assim, vamos falar de números aqui. A gente tá falando, >> se você primeiro minuto você tem 30% de retenção, você já sabe que lá no final não vai ficar ninguém, né? >> É. Aí complicou. >> Então é difícil. Então, acho que essa retenção é importante, eh, por isso assim, sabe >> o que que é uma retenção de primeiro minuto boa >> para ti? >> Ah, eu acho que uns 60% ali é é bem legal assim. >> Uhum. E uma retenção ruim >> de 30% é bem ruim, eu acho. >> 60% 30%. Entendi. Entendi. Boa.
>> Mas assim, tem pessoas que vão achar diferente. >> É, isso depende de nicho, né, pessoal? Aham. >> Mas cara, se tu tiver uma lead aí num VSL padrão de que retém 30%, pô, para tu fazer funcionar depois, aí o cara tem que ser >> Sim. >> Tem que desenrolar bem ali no meio do VSL. É, >> que geralmente a gente vai fazer o pit lá no 30 e poucos minutos, né? É mais difícil segurar. >> Então, é, então, de fato, é de fato. Eh, mas cara, mas como que tu faz? Qual, Qual, quais são
as ideias que tem aí na, na tua cabeça aí, que tu aprendeu aí nos últimos 1 ano e meio, dois anos que fizeram tu ser boa em criar leads? >> Acho que o primeiro ponto assim é que eu entendo o que que eu gosto. Eu gosto muito de carregar congruência. Eu sei que hoje em dia o pessoal fala muito que não precisa ter congruência entre criativo e véri, mas eu não gosto de fazer isso não. Eu sempre prefiro carregar congruência porque para mim não Faz sentido de repente você construir uma credibilidade para um para um
doutor lá no seu criativo, sendo que seu VSL é sobre outra pessoa, sabe? Você construiu aquilo à toa. >> Ah, não. Daí tem que mandar matar quem fez isso daí. >> Mas tem muita gente que faz. >> [ __ ] carag >> e falam que fazem de forma proposital. falando, você escolheu isso aqui propositalmente. >> Calma aí. O cara fala de, deixa eu ver se eu entendi para ver se não tô falando besteira. O cara fala de um doutor no criativo e depois no no VL é outra parada. >> É. >> Ah, isso é muito
bom. >> Tipo assim, exemplo, tá no criativo tá falando sobre o método do João Campos, mas o VSL é sobre o Thiago Flemon. >> [ __ ] viu, Thagão? Botaram nós aí no jogo ainda >> ou então é truque da banana no criativo e no VSL é truque do do sal, sabe? Cara, pior que eu já vi isso funcionar, mas definitivamente não deve ser a regra, deve ser a exceção. >> É, é a exceção do meu ponto de vista. >> Definitivamente não faz sentido nenhum. >> Então assim, eu, eu gosto de carregar essa congruência do
criativo lá pr pra minha lead, mas o que que eu, assim, o meu jeito preferido de escolher lead, de escrever lead e que dá muito certo, é eu Entender que a minha LD ela é um criativão, entendeu? Ela é tipo um criativo, só que maior, com mais elementos, com mais elementos de prova muitas vezes. E eu sempre gosto de construir a minha, vamos supor, eu tenho uma oferta escalada e eu tenho um criativo que dá muito certo, eu sempre vou escrever uma lead nova baseada nesse criativo que tá dando mais certo. >> Hum. >> Então,
por exemplo, esse criativo que eu Te falei, que hoje a gente tem, a gente ressuscitou uma oferta que tava assim capengando há bastante tempo. Capengando é uma palavra boa, né, pro podcast. Ela tava assim, todo dia a gente assim, ah, mata ou não mata a oferta? Eu acertei um criativo que é esse que hoje a gente tem três versões escaladas. E aí eu falei, vou escrever uma lead para esse criativo, eh, para essa oferta baseada nesse criativo. E assim, ela salvou a oferta De uma forma que não tem assim noção, sabe? >> Uhum. Então, eh,
eu acho que é isso. O seu primeiro ponto de contato com o seu público alvo, se você trabalhou ele bem, é o criativo. Se você qualificou o público, de fato, você não só jogou ele lá por clickbait, é o criativo. Então, se você usa esses mesmos elementos na sua lead e a pessoa já comprou a ideia, eh, é natural que funcione mais a sua Lead, que converta mais, sabe? Porque você já validou aqueles pontos >> e eles já acreditaram naquilo e eles já estão interess interessados na mensagem. >> Uhum. Então aí você traz esses mesmos
elementos e prova mais, sabe? >> Uhum. Interessante, cara. Eh, esse negócio aí de tu pegar um criativo e jogar para le, eu aprendi isso vai fazer, sei lá, um ano e meio, talvez. Não sei. Alguém vi no podcast ou num evento, alguém falou esse negócio aí. Eu Achei genial. >> Eh, é meio óbvio, mas é aquela parada que, tipo, [ __ ] é o óbvio que ninguém nunca fez, sabe? >> Aham. É, é que nem o cara que colocou rodinha no na mala, sabe? Na mala de aquela mala que tu veio para cá. >> Aham.
>> Eh, sabia que o homem foi pra lua antes de botar rodinha na mala? >> Não. >> É, a gente foi lá pra lua, pessoal. Olha Que merda, né? Foi lá pra lua, ninguém botou rodinha na mala. Daí depois que foi pra lua, o cara falou: "Caralho, >> rodinha, >> dá para botar duas rodinhas." Botou duas rodinhas na frente. Aí passou uns anos, um cara falou: "Cacete, dá para botar mais duas?" E aí ficaram com quatro ladinhos. É, pô. Então faz todo sentido. Só que, tipo, eu, por exemplo, eu nunca fiz isso, eu acho, sabe?
Pegar do criativo e jogar Pra leade. E só que uma dúvida que eu tenho quando a gente faz isso, partindo do ponto que a gente vai ser congruente, é que meio que o negócio fica meio que limitado, sabe? a gente vai ter um criativo, a gente só vai ter um criativo que vai ser congruente com aquela lead, a princípio, a gente teria que criar outros criativos daí para manter aquela congruência, né? Então meio que a gente limita assim as as variações que a gente Pode fazer, porque se a gente for ser congruente e cada criativo
tem que ser necessariamente congruente com aquela lead e quando eu digo congruente tá falando de ser bem congruente, a gente não consegue daí jogar criativos que podem ser levemente incongruentes para aquela mesma lead, pelo que eu entendi. >> Ah, consegue. >> É. >> Aham. Só que assim, você tem que não pode deixar sua LD ela assim tão Engessada, sabe? Acho que os elementos que você tem que entender que validaram é aquela estrutura por trás. Então, por exemplo, eh, no criativo, esse criativo que tá escalando muito agora é de um lixo de memória. Então, o que
que acontece? Eu entendi que memória ali no criativo, eu só falava de uma fatia de público com uma fatia de público, que é o público que tá sofrendo com o problema. >> Uhum. Só que nas pesquisas eu entendi que existiam duas fatias de público que comprava naquele nicho, que é a pessoa que tá passando pelo problema e também a pessoa que tem um familiar passando pelo problema. >> Na real. >> Então, na lei eu trabalhei os dois, embora no meu criativo eu só tenha trabalhado com um. >> Entendi. >> Entendeu? Então assim, eu eh trouxe
um Pouco mais de não sei a palavra que eu perceb um pouco mercado, talvez. É, então assim, hoje eu consigo jogar para essa lead essa outra partida de público. >> É, exatamente. É, geralmente, tá, geralmente, pelo menos na minha época, tá? Na minha época, que o que que é minha minha época, tá, pessoal? 4 anos atrás, há 4 anos atrás, quando eu quando eu tava nesse jogo aí, eh, era exatamente isso. Eram vários Criativos com ângulos diversos e diferentes, jogava para uma lead que englobava todos eles. >> Aham. >> Que a lei geralmente era uma
coisa mais genérica. Hoje eu vou te ensinar como você pode emagrecer e tal, com tal e tal coisa. etc. Seguindo framework Claudvaldo. Aham. >> Só que não era um um criativo tão uma lead tão focada em um tipo de criativo específico, sabe? >> Porque tipo, pelo que eu entendi, seria uma coisa mais ou menos assim, a gente tem um criativo lá da mulher que foi presa, tal, etc. E quando vai pro VSL, tá a mesma mulher lá, cara, não sei o que, fui preso, etc, etc, tal, mas eu descobri aqui o negócio do doutor, tal,
etc. Olha o vídeo que ele fez para ti. Bum. E aí vai pra leva, >> tá? Mas aí que tá. A história ela não precisa ser a mesma. O storelling não precisa ser o mesmo, mas os elementos Que você colocou ali dentro, eles podem ser os mesmos. E essa essa narrativa do quase fui presa, você pode só usar em uma microlad e você pode ter mais de uma microlide escalada. >> Uhum. >> Entendeu? Ao mesmo tempo. Então eh você não precisa engessar toda a sua lead nisso. Acho que um exemplo claro que eu posso te
dar é o seguinte, é esse criativo agora de memória, eu validei um avatar ali que o público, tipo assim, Comprou muito a ideia. Então, dessas lateralizações que a gente tem desse criativo, muitos são eh vídeos diferentes desse mesmo avatar, sabe? Então, ele tem formatos diferentes ali, mas a mesma cópia, o mesmo avatar. E ali, eh, eu entendi o quê? Que o aquele público de memória, o interesse, o ponto de interesse deles era fugir da dor. Então, eu falei: "Tá, vou trabalhar a minha lead com o fugir da dor e usando esse mesmo avatar". A outra
coisa que eu validei foi o formato programa de TV. no criativo mais forte e na maioria deles. Então eu trouxe para lead o formato programa de TV. A outra coisa que eu validei nesse criativo foi que ele tinha uma abertura de uma prova mediática de jornal. Então eu trouxe pra Lid a prova mediática de jornal. >> Entendi. >> Entendeu? >> Tu traz elementos. >> Os elementos não necessariamente a mesma história. >> Saquei. Saquei. >> Entendeu? E ali eu entendi, >> [ __ ] Inteligente, mano. >> Ah, obrigado. >> Boa. E aí? Inteligente. >> Ô, Felipe,
tem que soltar a grana aí, hein, mano. >> Isso aí. Coloca esse corte bem. >> Ô, Felipe, tem que pagar mais, mano. Assim não dá. >> E ali eu inseri mais uma fatia de público, que era a fatia de público que faria isso pela pessoa que ama. >> Uhum. >> Então, o que acontece? Tá, então como que tava o meu criativo? Uma prova mediática de programa de TV, né? abertura ali de jornal. Aí depois a pessoa passando pelo problema, contando da dor, contando como ela descobriu a solução, O que era a solução e a transformação,
beleza? Que ela teve aí no formato programa de TV. Aí lá no meu criativo, eu fiz uma abertura de programa de TV com aquele mesmo cara do programa de TV. Então tem toda a abertura lá, tudo certinha. Logo depois, eh, falando dessa, né, desse novo mecanismo e etc, entra o meu avatar contando da trans do problema. Então, ele contava ali da dor. No meu criativo, primeiro ele falava da Dor também. >> Uhum. >> E aí depois eu coloquei o quê? O filho dele falando da dor, >> [ __ ] >> Do pai, entendeu? >> Aí
tu pegou e degolou os cara. >> É. Então, tipo assim, eu trabalhei os dois públicos, aí depois eu coloquei de novo o meu avatar transformado, contando da transformação. Foi o meu filho fulano de tal que descobriu eh o Dr. XY Z eh e Aí trouxe o mecanismo da solução e a transformação. Aí depois eu trouxe o filho de novo, contando do ponto de vista dele, como foi ter o pai de volta, sabe? sendo ele mesmo, sendo independente. E aí eu fechei a LED com o formato ainda programa de TV, o repórter falando, né, dando todas
as credenciais do doutor e chamando para assistir o resto do VSL com o doutor. >> Hum. >> Entendeu? Então eu trouxe todos os Elementos. A história não era a mesma, mas eh trabalhava os mesmos elementos. Exatamente. E a LED assim deslanchou. Você tem noção, a gente tinha testado quatro leads nessa oferta. ali de quatro tava funcionando e depois a gente testou a cinco, a seis, a sete, a oito, nenhuma bateu, fora as microelides. Essa que eu escrevi foi a nove. >> Uhum. Uhum. >> Só que quando eu escrevi essa nove, eu troquei, aí que a
gente aprende, eu Troquei o repórter por outro e aí ela foi bem. E aí depois o que que eu fiz? Eu troquei esse repórter pelo que eu validei no criativo. Aí ela foi muito melhor. >> Então eu carreguei essa essa esse elemento só de trocar o repórter e fez toda a diferença. >> Cara, esse tipo de decisão é o que separa o o pleno do sor e sei lá, talvez até o senor do Red, não sei, mano, porque é é muit são poucas. É simples, Né? É simples, tipo, não é uma coisa tipo, [ __
] pá. >> Aham. Mas é muito poderoso. Tem que ter alguém para tomar essa decisão e saber que, ah, eu vou tirar isso aqui, jogar dali de cá, fazer tal coisa, tal, fazer, faz meio que uma cirurgia e manda bala. >> Sim. E aí, assim, tudo que eu depois que eu peguei esse, esse modelo mental ali de quais são os as peças validadas, igual a gente falou, né, os ingredientes do criativo, que que esse daqui fez o Criativo dar certo, como é que eu trago esses elementos pra minha LD sem precisar contar a mesma história,
até para não ficar repetitivo? >> Uhum. E você traz ali tudo que eu escrevi de lead depois disso praticamente validou. Entendi. >> Só seguindo nesse modelo mental. >> Entendi. Cara, eh, eu não sei se eu se se eu perdi essa parte, mas pelo que eu entendi, tu não usa a mesma estrutura Invisível do criativo na lei. Tu usa a elementos tipo, ah, eu comecei falando da dor, então vou falar da começo falando da dor também, >> mas não é necessariamente a mesma estrutura invisível dela, correto? >> Uhum. >> Ou é, não é, né? Até a
história não não é a mesma. >> E como que tu acha essa estrutura invisível da Lady? Então, >> porque tem que ter uma certa estrutura Ali, né, que tu vai apresentar essas ideias que são ideias validadas que tu vale do lado criativo, né? >> Ah, não. Se a gente pensar até que tem congruência assim com o criativo, porque, por exemplo, o criativo eu comecei falando da dor, aí depois eu falo da descoberta e depois aí eu falo do doutor, aí eu falo da transformação. >> Uhum. >> E aí eu faço CTA. Então a Mel se
pensar ela tem sim essa mesma estrutura. >> Entendi. >> Então tem o programa de TV, depois eu falei da dor, lembra? O pai falando, depois eu o filho que eu inseri, aí depois ele falando da transformação e falando da descoberta, né, ao mesmo tempo. >> E aí o filho falando também da transformação e depois cta. Então >> para continuar vendo o vídeo. >> É, então tem eles têm acho que a mesma estrutura. Cara, isso é muito poderoso, muito interessante até, é, até porque isso não se limita só à tua lead, isso, aliás, ao teu criativo.
Tu pode pegar criativos do mercado e criar leads com base nisso também. >> Aham. >> É de fato interessante. >> E aí agora até eu um teste que eu vou fazer, né, que vai começar hoje, esse teste não não dia que tá subindo, tá, o Podcast, no dia que eu gravei, de pegar esse mesmo avatar e trazer ele como o avatar transformado do resto do VSL. >> Hum. Hum. >> Para ver se se vai ter esse poder também, sabe? Porque até então eu só tava trabalhando ali o doutor. >> Sim. >> Sabeum? >> Mas talvez
faça sentido. >> É possível. Tem uma coisa que eu falei, cara, muito Tempo atrás que sabe quando tem aquelas citações lá, tipo, não sei quem, não sei quem, não sei quem falou outra coisa, daí tipo sei lá, Niet, entendeu? Filógrafo. >> Eu falei uma coisa, velho, que eu acho que que é legal. >> Que eu falei assim, respeita a conversão, já ouvi falar disso aí? Eu falo isso todo dia, >> eu achei legal isso aí, respeitar a conversão >> e todo E pegou, né? >> Pegou, mano. Mas sabe por quê? Porque é muito real e
é o que tu tá fazendo. Tu achou uma parada que funciona e tu pensou: "Mano, eu vou extrair aqui o máximo possível que eu conseguir disso aqui". >> Aham. Igual esse di teve uma uma CP que ela chegou para mim e ela falou assim: "Eh, poxa, esse esse criativo aqui teve algum errinho assim na edição que ela não gostou, mas o criativo tá vendendo Molte". Aí ela falou: "Mando arrumar". Aí eu falei para ela: "Respeita a conversão. O criativo tá vendendo. >> Respeita. >> Às vezes se você arrumar ele para de escalar". >> Sim, sim,
sem dúvida. Eh, cara, pelo que eu entendi, tá? Pelo que eu entendi, a gente tá falando aqui de lead, mas a gente não tá falando de microlad, a gente tá falando de lead. >> Microlad seria uma outra coisa, correto? >> Aham. >> Tá. Tu consegue explicar pro pessoal? essa diferença aí, porque eu pelo que eu peguei lá, né, tu explicou o que que é lead que cara é o começo do VL tem que vender e tal, mas recentemente recentemente, sei lá, papo de 1 ano e meio, 2 anos para cá, a gente começou a falar
desse negócio de microlad e microlad para lá, micro lead para cá. Eu acho que isso veio, tá, pro Brasil pelo primeiro podcast do Stepan, que é o Podcast que ele e gravou aqui no Veturb, onde ele mencionou Microlad em primeiro lugar. >> Mas explica pro pessoal aí o que que é Microlad e como que tu faz elas. A microl, ela vai ser quase como se fosse um hook da sua lei, né? Você vai encaixar um um pedacinho ali de de uma pecinha de cop muito pequena no começo com a ideia de trazer um pouco de
oxigênio, sabe? Meio que isso. Então, se a sua lidá rodando, já tem um tempinho Assim, ou então, poxa, tá convertendo mais ou menos, às vezes só mudando o primeiro minuto, eh, você consegue transformar essa conversão. Igual quando a gente, quando eu falei, por exemplo, de trocar o hook do criativo, sabe? pelo outro criativo que o Hul convertia mais. Uhum. >> Então a microlad vai ser esse comecinho da lead que você pode ou trocar o começo da lead atual, primeiro minuto, 40 segundos, ou plugar uma peça ali. >> Uhum. >> Então, eh, é isso, os primeiros
segundos, os primeiros minutos que você tem ali no seu VSL. E aí você pode brincar com a forma como você vai fazer isso. Por exemplo, teve esse esse fator aí de eu ter trocado o avatar, digamos assim, do repórter, sabe? Que daria para ser uma microlad. >> Uhum. >> Mas é como era tinha que trocar o final, então eu não considero. Mas, por Exemplo, você podia trazer um um nos primeiros segundos prova prova mediática, como uma microlide, sabe? de alguém que testou aquilo e funcionou um depoimento como a microlad, sabe? >> Ou então um take
cinematográfico, uma prova de de programa de TV, caso não tivesse, só aqueles primeiros minutos ali. Aí talvez ele prove mais, talvez ele retenha mais, talvez ele, tipo assim seja mais curioso, sabe? E aí costuma Trazer um oxigênio legal assim. Então acredito que a gente sempre testa microlad antes de testar uma lead nova. Sim, entendi. Mas eh, aliás, entende, entendi quase. É, deixa eu te perguntar, >> a gente não tem uma estrutura, então, para microlead. São meio que coisas que tu que são elementos de persuasão que tu acha interessantes. Pode ser um depoimento, pode ser uma
prova mediática, >> pode ser um pedaço de cop mesmo. >> Como que isso se conecta com a com a LED? De fato, >> eu gosto sempre de fazer um gancho, sabe, entre um e outro, uma transiçãozinha. Por exemplo, eu tinha um VSL escalado que era aquele que a gente falou lá do do SA. >> Uhum. >> E que que acontecia ali? Ele já começava com o expert falando, só que eu validei lá no no criativo uma mulher que era o avatar transformado. Então eu percebia Que existia uma quebra. E aí aquela aquela mulher avatar transformada,
ela tava no formato fazendo receitinha, enquanto lá no VSL era formato, por exemplo, podcast ou entrevista. Então o que que eu fiz? Eu trouxe uma microlad dela falando os mesmos elementos ali do do criativo, igual eu faço em lead, só que era só assim ela na cozinha da casa dela fazendo a receita e falando: "Ó, mulheres, ouçam esse aviso. Nunca faça Isso daqui, nunca misturi isso com isso se você não quiser X". Comecei igual um hook de criativo. E aí ela falando que, ah, desde que ela começou a fazer isso, ela teve a transformação XYZ.
Então, obrigado, Dr. Fulano de tal, porque isso daqui salvou a minha autoestima. E aí na sequência já entrava ele falando, sabe? >> Aí entrava ele dizendo: "Oi, meu nome é tal, hoje eu vou te mostrar tal e tal e tal" tal. >> É, nem nem vinha o o ele falando o nome Assim, ele só se apresentava mesmo lá no no background story ali. >> Uhum. >> Mas entrava é tipo assim, >> o começo da lei de padrão ali. >> É, >> por exemplo, aquele começo lá do Evaldo, onde ele falava por isso aqui é o
único, qual que é o benefício? Qual que ela meio de prova? Seria isso daí. Então vinha ali o restante da LID, eu só peguei ali para não ter esse essa quebra Muito grande, sabe? Entre, poxa, eu tava vendo essa mulher falando da transformação e do nada caí no VSL aqui de um vídeo de um doutor que eu nem sei quem é. >> Então eu carreguei esses elementos ali e melhorou bastante. >> Mas podia não ser uma peça de cópia assim, podia ser só uma prova. >> Uhum. >> Também também dá certo. >> Entendi. >> Aí
vem o você analisar o que que tá dando certo agora nos criativos. Então, geralmente microlad também eu sempre trago o que tá funcionando nos criativos. E aí, de acordo com o criativo, poxa, esse criativo começou a performar melhor, vou fazer uma microlide nova baseada nele. >> Uhum. >> E aí você vai, sabe, sempre oxigenando e às vezes você consegue manter uma oferta rodando com mais de uma microlide Validada. >> Uhum. Uhum. Eh, tu falou que tu faz esse processo, né, de trazer dos criativos a comunicação e a psicologia validada. >> Uhum. para jogar paraa lead,
principalmente os seus elementos. Então, não necessariamente a história na íntegra do criativo, mas os elementos que fizeram validar, ah, qual que é o avatar, como que a gente apresenta a promessa, qual que é a estrutura invisível que a gente usou, a gente pega Essas coisas ali e pode jogar lá. Entendi. Eh, o quanto que assim, ó, eh, eu, eu entendi essa parte, tá? E sem dúvida alguma funciona tanto que el tá me dizendo. Tem outra coisa, no entanto, que daria pra gente fazer, que seria a gente não olhar pros criativos, mas a gente olhar para
microlades que já funcionaram no passado, usando o histórico da empresa e aí retestar. >> Por exemplo, a que eu mais vejo assim, ó, que é tipo, sei lá, se eu fosse dizer que tem uma é um padrão eh no Veturb, é microlad de provas mediáticas, entendeu? algum tipo de TV, alguma coisa ali e tal, dando, trazendo essa credibilidade da mídia tradicional. >> Aham. >> E na prática, tá, no dia a dia aí da tua empresa, tal, o quanto que de microled nova que vocês soltam, que é que vem de criativos E o quanto que vem
de histórico da empresa e ainda o quanto que valida. Se tu tivesse que escolher assim para cara, vou fazer essa daqui, qual que tu faria? Ah, de criativo. >> Ah, é. >> Aham. Porque na prática tá funcionando muito melhor agora. >> Hum. >> Entendeu? Mas antes não. Antes a gente testava só com base no que, ah, hoje eu tô escrevendo oferta X, mas 2024 tava Escalado tal oferta. A gente meio que ficava seguindo ali o que tava funcionando lá. Mas hoje em dia a gente testa mais de criativo. A gente ainda testa outras, mas em
geral o que performa melhor é o que tá funcionando nos criativos. >> Uhum. Mas aí >> eu diria que a gente testa um 8020 assim, tipo 80% o que tá funcionando agora, 20% que já funcionou. >> Tá, entendi. Mas assim, aliás, pelo pelo que eu tô entendendo, tá? Se eu tiver errado, tu me corrige aí, porque a professora é tua. Eu tô só tentando entender aqui e tal, né, pessoal? Nós somos os alunos, pessoal aqui da da integrante aqui do Cop Girls aqui, sei lá. É, eh, cara, pelo que eu entendi, a gente vai pegar
um criativo e aí esse criativo que validou, a gente consegue pegar elementos dele para pros dois eh para pr para essas duas partes iniciais Do VSL, tanto para microlead quanto para lead. >> Aham. >> Tá correto isso? Isso. >> Mas não vai ficar tudo a mesma coisa então, porque tipo, a gente tem um criativo que fala da história da mulher presa, a gente joga para uma microlad mulher ali com passaporte e tal, pá, fui presa e depois ela vai introduzir o doutor e no doutor vai ter ali de fato, né? >> Não, mas aí você
não precisa, eu acho que você não tem que trabalhar todas essas coisas, entendeu? Então, tipo assim, se você fez uma lead que você já fala do mulher que foi presa, por exemplo, não tem porque você falar disso na microlad, entendeu? >> Uhum. Agora faria sentido você pegar uma lead que você já tem e funciona hoje e de repente fazer uma microlad da mulher que foi presa. >> Entendi. Tá? Que que essa essa microlade aqui ela pode vir como uma inspiração dos criativos. >> Aham. >> Tá. Mas a lead em si, ela também vem dos criativos
>> algumas vezes. >> Uhum. Que interessante, né? O criativo ele é meio que o teu eh campo de testes ali que vai te dar não só a tua a tua lead como também a micro lead. Os dois. Porque já validou, né, se você Qualificou o público. Agora, se você coloca um criativo muito só curiosidade, aí não vai dar certo, porque você pode ter levado muita gente desqualificada. >> Entendi. Entendi. E cara, eh, uma última pergunta, aliás, uma última pergunta, não sei, tá? Vou pensar, mas referente ao a maneira de editar, a formatos e geralmente na
microlad ela tem um formato diferente da lead. >> Uhum. >> Como que tu faz essa decisão? Porque o criativo lá a gente testou um formato, né? >> Uhum. >> Aí depois a gente vai pegar esse formato criativo, a gente pode jogar ou ou na microlad ou na lead, mas eu acho que não vai ser igual os dois. Eu acho que a Microlad e a lead vão ter formatos diferentes, pelo menos é o que eu vejo geralmente por aí, tá? >> Eu não sei se, aliás, deve ter algum Exemplo de formato onde a micrad e a
LDIA é a mesma coisa, mas nesse caso aí e como que tu toma esse tipo de decisão? Ah, a lead vai ser isso, a micro lead vai ser aquilo ali. Eu não sei nem se esse é o fluxo, tá? Porque pelo que eu entendi, talvez a gente já tenha uma lead meio que pronta e a gente itera mais na microlad, né? Eu não sei se isso é um problema que eu falei em primeiro lugar. Não, assim, a gente tem um fluxo de Testes, a gente testa mais criativo, aí em algum determinado momento a gente vai
testar microlades para aquela oferta e aí em determin em outro determinado momento a gente vai pensar assim: "Cara, essa lead precisa ser retrocada, então a gente vai testar a lead". Então o fluxo de teste é basicamente esse. Ah, eu testei tal coisa no criativo, deu certo, então vale a pena eu testar numa Microlad? Caramba, essa ideia que eu testei no Microlad deu certo. Vale a Pena eu trazer uma lead nova inteira sem a microlad com com essa mesma ideia, sabe? Sim. Entendi. >> Então, acho que é esse meio que esse fluxo, entendeu? >> Entendi. Eh,
e no caso de a gente tá com um VSL completamente novo, que a gente tá validando >> aí, eu gosto de testar o VSL novo com leads baseadas em leads que já estão funcionando, sabe? Não fazer esse teste Até criativo, tá? criativo para VSL novo. Eu não gosto de trazer ah, 30 criativos totalmente diferentes. Eu pego criativos que já estão funcionando, que já funcionam ali dentro da empresa mesmo e trago eles porque meio que você não é exatamente como se você isolasse as variáveis, mas você tenta um pouco, né? E aí depois você vai trazendo
as ideias novas. Então, ah, eu vou escrever três leads para minha oferta. Elas são baseadas na lead X, que tá dando certo, Na Y e na Z. E aí eu posso trazer uma nova, mas eu acho que essa esse teste do novo assim é mais quando você não é no primeiro momento, sabe? No primeiro momento você joga com as pecinhas mais seguras assim. >> Entendi. Entendi. É, cara. E o que que tu achou do podcast? >> Pô, achei muito bom. >> Gostou? >> Eu gostei. O roxo é bem bom. >> Ficaste nervosa? >> Eu fiquei.
>> É mesmo? Não pareceu >> não. >> Tu achou, Gabi, que ela ficou nervosa? Não, né? Tava de boa, pô. >> Gente, o importante é você atuar bem. É, >> exatamente. É, tem que saber ser eh saber atuar. Mas, cara, obrigado pelo teu tempo, por tu ter aparecido aqui no no nosso podcast, tá? O teu podcast, cara, ficou aí por volta de 3 horas. Bastante, né? >> Mas vai ter bastante corte, né? Não vai ter tanto assim não. >> Se tiver vai ser uns 10 minutos ou cinco, sei lá, não sei. Eh, falamos bastante leads
e criativos, pessoal, de R$ 100 milhões deais aí por mês. Eu vou tentar fazer uma rede mais ou menos assim, tá? Com alguma coisa assim, eh, que eu porque leades e criativos, tipo, eu quero dar dar a entender que, sei lá, alguma coisa como feijão com arroz, sabe? Tipo básico. Não sei. Eu tô Vou vou vou pensar. >> Faz uma bem boa para ter muito clique. >> Deixa comigo, tá? Ó, Nick, eh, depois eu te conto como é que é o processo aqui para para essa para para esse título, essas tamneiras aparecerem em primeiro lugar,
porque é bem bem complexo. >> Mas cara, obrigado pelo teu tempo. E qual que o teu Instagram mesmo? >> É Angel Furtado >> com dois Ls, alguma coisa. >> Com dois L, >> viu como eu sei. Acabei de compartilhar. >> É, pessoal, vai aparecer aí, tá? Angel furtado. Eu não sei se tem um ponto, alguma coisa aí, sei lá. Tem um ponto, né? >> Ponto. É, Angel com dois L. ponto furtado. >> Pronto. Angel 2Lado. Vai aparecer aí na tela. É, o nome dela não é Angel, tá? É Angélica, é, né? >> Aham. >> É.
Eu tenho uma prima que que é Angel. É, enfim, engraçado esse nome, né? >> Mas é esse nome mesmo? >> É, >> poxa. Abraço pra prima do João. >> Um abraço aí pra minha prima, mora lá em Porto Alegre. Eh, mas cara, obrigado. E daí? É. É, esse podcast aqui foi muito bom. Tu só, tu só fez uma coisa errada que tu me ferrou, velho. >> Hum. >> Que foi sentar aí. >> Sabe por quê? >> Hã? >> Porque a gente vai fazer corte teu, né? E daí se o corte ele vem dessa câmera aqui,
ó, tem tudo isso aqui atrás. Esse parado aqui, ó. >> Aí mostra a minha marca. Se fizer dessa tua câmera aí. Boa, Gabi. Ó, olha tu lá, ó. Ó a minha mão. Aí dessa a câmera aí. Aí, tipo, só aparece isso aqui do V tur, entendeu? É porque você não falou isso antes? >> Tu acha que eu vou querer tirar da minha convidada o lugar que ela escolheu sentar? Se tu escolheu sentar aí, tu vai sentar aí. >> Ah, mas eu não sabia dos elementos persuasivos. >> Mas não tem. É, exatamente. É, é densidade psicológica
relevante, >> viu? Eh, mas cara, muito bom. E tu hoje em dia, tá, eh, eu sei que tu é aí de cop lá na FEG, mas tu tem mentoria? Tu falou alguma coisa sobre mentorado, não falou lá no almoço? ou tô maluco. >> Eu tenho mentoria individual por hora. >> Boa. Então tá aberto, >> tá aberto. É, >> eu seleciono. >> Seleciona. >> Aham. >> E como é que faz para entrar? >> Quem quiser aprender contigo aí, quem quiser, pessoal, aprender com essa mulher aqui que tá na operação no dia a Dia, escalando aí loucuras.
E aí, pô, como ela não é ainda famosa, tá? Deve ser barato, mesmo que tu ache que é caro, tá? É, mas é, provavelmente tá cobrando barato. Provavelmente. E daí? >> Não, mas eu vou eu vou te falar uma coisa. Tem uma preço, >> não, tem uma coisa mais legal. Tem uma coisa mais legal. >> O quê? >> A gente tem um grupo gratuito de WhatsApp. Veja bem. >> Mentira. >> Tô te falando. >> Tu tens um grupo gratuito de WhatsApp? >> Gratuito de de WhatsApp que é o Coplab. E nesse grupo daí a gente
solta assim coisas muito muito boas e gratuitas. Aham. Boa. >> E aí eu vou soltar só para quem assistiu o podcast. Depois que o podcast sair, eu vou fazer quatro semanas de análise de criativos que deram muito certo. Em qual ao vivo? Tipo assim, [ __ ] >> É, então daí é isso, as pessoas vão ter que entrar no grupo e assistir. >> E como que entra no grupo? Vai est no teu perfil, vai tá lá, >> Vou deixar no meu perfil, >> vou deixar lá na no link da Bill para vocês, para vocês entrarem
no grupo e aí nunca mais vocês vão ter essa oportunidade de graça. >> Pega a escassez aí, pessoal. Então, ó, pessoal, eh, quem quiser no mínimo ver essas aulas aí, tá? Vai ter o grupo lá No Instagram da Angélica que vai aparecer aí na tela mais uma vez, é Angel2ls.Furtado, vai aparecer aí. Aí, o que que tu faz, mano? Que que tu faz, ô mano? Que que vocês vão fazer? Vocês vão pegar, vai lá no Instagram, escreve lá, Angel 2.Ftado, entendeu? Aí vai aparecer o perfil dela, aí tu clica e aí vai ter o link
da Bill ali. Aí tu clica lá também e aí tu vai no grupo de WhatsApp, caso tu queira, entendeu? E daí tu vai lá, porque daí tu Vai poder ter e essas aulas aí de criativos ao vivo. Aí tu pode perguntar também e tal, etc. E daí é legal porque, cara, assim, ó, o podcast foi muito bom e agradeço, mas a real é que dificilmente vai mudar a vida do cara, né? dificilmente, a não ser que, sei lá, tipo, seja muito brabo, aí tu pegou um negócio, tá faz muito mais sentido tu vê um negócio
na prática ali e tal, >> que a gente não consegue fazer aqui por n motivos, mas lá no grupo lá tu vai ter Tempo e eh enfim, ferramentas para fazer isso, compartilhar tela, enfim, [ __ ] toda. E aí, cara, vai tá lá, tem a tua mentora individual também, caso alguém queira aprender contigo, que eu não sei, aliás, isso tá aberto ou não tá? Não entendi. >> Então tá aberto, só que eu seleciono poucas pessoas por mês, né, para não atrapalhar meu fluxo também. >> É verdade. É. >> Uhum. >> Então, a mentoria tá aberta
aí, ela seleciona poucas pessoas e, enfim, tem essa opção também. Eh, e cara, é isso que eu tinha para dizer. E eu tenho mais uma coisa para falar que é o seguinte, eu sempre encerro o podcast deixando o convidado aí olhar pra câmera e aí falar alguma coisa que o convidado achar legal, que aí pode ser, sei lá, tem gente que fala de Deus, tem gente que fala mensagem motivacional, tem gente que dá eh, sei Lá, faz pit, entendeu? Tem gente que faz qualquer coisa, daí, sei lá, usa o tempo aí, olha pra câmera aí,
essa essa daqui, ó, >> tá? E daí faz aí o manda uma mensagem pra audiência do Vetb aí paraas Cop Girls lá para pros Cop Boys também, todo mundo. >> Eles perguntam muito se não vai ter um grupo Cop Boys. >> Copy Boys, né? [ __ ] >> fica aí aberto para quem quiser lançar Esse grupo. >> Boa. >> Mas eu acho assim, a mensagem que eu queria eh passar mesmo de fato, se você tá entrando no mercado digital agora ou se você tá visando uma transição de carreira, é que você de fato seja obsecado
pelo que você tá fazendo e que você tenha muito sangue no olho, porque assim, não vai ser de primeira que você vai acertar, não vai ser de primeira que vai transformar a sua vida, mas o quanto Mais você tiver decidido a fazer aquilo dar certo, vai fazer toda a diferença do resultado que você vai ter. Então, todas as pessoas que eu conheço que tiveram resultado, que tem resultado, são as pessoas que foram obsecadas em fazer a vida delas dar certo. Então, é nesse sentido assim, tipo, ninguém vai e quer mais realizar os seus sonhos do
que você mesmo. Se você não tem motivação suficiente para isso, ninguém vai poder te dar isso, não. Acho que é isso. >> Boa, pessoal. Esse aqui foi mais um episódio do podcast Segredos da Escala, que é o podcast TV. Um grande abraço para vocês aí que estão em casa e valeu, cara. Muito obrigado aí por ter assistido aqui mais um episódio do Segredo da Escala. Se tu gostou do episódio, não se esquece, tá, de curtir aqui esse episódio, de se inscrever no canal do Veturb para tu receber aí mais episódios aí na tua caixa de
entrada. Isso aí é muito importante pra gente. E Se tu fizer isso, eu te garanto, tá, que eu vou trazer os melhores convidados aqui para passar conteúdo para ti, beleza? E se você tá procurando aí mais episódios aí para assistir, cara, eu vou deixar dois episódios aqui, tá? Em algum lugar aqui da tela aqui do segredo da escala para tu ver. Então, clica ali, vê eles, tá? Assiste também, vale a pena. Grande abraço e até mais.