[Música] boa tarde bom dia boa noite queria agradecer a presença de vocês de novo no canal sobre implante hoje teremos a presença de uma plateia aqui as pós-graduandas tá todo mundo bastante feliz aqui estamos no estúdio da faculdade e vamos começar pô a mão na massa né no último vídeo a gente falou de planejamento Blu Sky no começo dos Nossos programas a gente começou a falar de planejamento geral para falar eh das dos princípios da implantodontia mas de uma forma prática de uma forma direta e hoje é dia de cirurgia hoje é dia da gente
conversar do que vale a pena eh na parte eh de realização da reabilitação do paciente isso é uma coisa muito importante mas sem os pré-requisitos fica difícil de conversar agora é o momento certo temos todas as informações sabemos tudo do paciente sabemos dos exames radiográficos vamos ver agora o que que tá acontecendo E como que acontece isso na prática Então vamos lá V vamos começar mostrando um vídeo ou uma sequência de vídeos tá esse aqui é o vídeo da mesa clínica é do meu ponto de vista Essa é uma das partes mais importantes né da
cirurgia é montar a mesa clínica cada profissional tem o seu jeito mas esse em termos Gerais a gente consegue ver aqui eh uma disposição na sequência dos instrumentos que vão ser utilizados eh para a sequência cirúrgica do paciente tá mas temos aí todos os dispositivos e principalmente o kit daqui a pouco a gente vai falar do kit e aqui uma vista do dos exames que a gente viu né o Blu skai aberto e as características da área que vai ser operada aí tá Dá para ver bem a o rebord de lâm de faca Vamos ver
isso durante a cirurgia e como que a gente vai resolver esse caso na parte da implantodontia e no começo de toda a cirurgia no início de toda a cirurgia a gente vai selecionar o tipo de implante esse kit é específico para o implante que vai ser colocado Esse é um implante da ston não somos patrocinados da ston mas esse kit foi utilizado por motivos técnicos então tem uma sequência de brocas e as brocas elas são utilizadas de acordo com o diâmetro do implante que vai ser colocado e a profundidade do implante também tem a sua
questão aí olha o diâmetro aí de 3,5 e a sequência de brocas que pode ser utilizada Esse é o implante Esse é o kit blx da stral ele tem uma característica também de ter três níveis aí de tecido ósseo que a gente pode encontrar e todo implantodontista sabe que na hora da cirurgia e na hora que está fazendo a perfuração que você define a densidade do osso apesar de a gente ter indícios disso eh nos exames a gente só confirma isso na prática então tem o tem o soft medium e hard que a gente pode
ter diferentes brocas né nos kits antigos a gente fazia uma subin instrumentação da região e aqui ele meio que já deixa os indícios de como a gente pode quais brocas usar e como a gente pode proceder Tá então vamos dar uma sequência nisso né as brocas TM para cada diâmetro tá aí tem uma cor né Então essa é a sequência das brocas que estão sendo utilizadas ou que podem ser utilizadas nesse kit Mas a gente pode mudar no meio do da história tá esse kit ele tem bastante diversidade tá uma vista mais aproximada então ã
a gente consegue ver que tem as cores aí no Grid de baixo nessa parte de baixo tem um Grid e a cor por exemplo pro diâmetro de 3,5 se for um osso vamos falar um pouco mais macio para na Broca 2.2 no no azul se for um osso intermediário por isso tem que ter experiência né Qualquer osso intermediário é a experiência que acabou mostrando a gente pra gente então a gente pode usar tanto a broca amarela quanto a vermelha e se for duro a gente vai pra broca branca ou cinza Mas isso é determinado para
cada tipo de cirurgia e a gente consegue ter uma vista geral aqui desses eh componentes tá então a gente consegue enxergar aí outras peças que a gente vai usar durante a cirurgia a gente vai tentar dar uma visão geral tá esse é o torquímetro o torquímetro é um instrumento super importante então o torque é é que tá sendo medido aí no caso aí tá com 35 para 50 a medida do torquímetro é newton por cm tá então o newton por cím Sera jaule a gente fala torque força não é bem esse termo mas no dia
a dia acaba virando isso então a gente vai medir Qual que é o grau de retenção do implante dentro do tecido ósseo através desse dispositivo tá tem de várias marcas vários medições Esse é um torquímetro cirúrgico Esse é específico para esse sistema Tá bom então essa chavinha que tá sendo manipulada é a chave do torquímetro se eu manipular só pela chave mais grossa eu não consigo ter medida mas ele vai funcionar também então ele funcionando como se fosse uma catraca a hora que eu giro ele trava a hora que eu e coloco no sentido oposto
ele vai destravar tá e o drive os drives que são ã Chaves que a gente vai acoplar direto no implante tá nesse sistema ele o implante ele vai direto eh na cabeça eh o drive vai direto na cabeça do implante tá aqui é um drive que é um drive para contra ângulo Ou seja eu consigo controlar e carregar meu implante pro sítio ele tem o mesmo formato do outro drive nessa porção mais apical aí na porção da ponta aí do instrumento então eu vou conseguir encaixar vocês vão conseguir ver isso mais para frente de uma
forma mais clara tá E assim mostrando também o cicatrizadores esse sistema ele é um sistema e que tem um alto torque então an gente expõe também ou pressupõe melhor que a gente vai usar cicatrizador nessa cirurgia Então já já deixa o cicatrizador pronto os casos de exceção a gente não vai usar cicatrizador essa cirurgia vai ser uma cirurgia de um estágio e também esse sistema ele é muito direcionado para implante imediato que é o tipo de cirurgia que você tira o dente e coloca o implante não é essa cirurgia de hoje hoje é uma cirurgia
bem simples para que todo mundo possa entender os objetivos aí eh clínicos teóricos aí da implantodontia Tá bom então essa chave que tá na mão é uma chave estrela uma chave específica também dessa dessa marca Estamos fazendo aí antissepsia estral da paciente antissepsia estola do paciente é como em toda a cirurgia a essa parte do preparo do paciente para toda a cirurgia vai fazer uma exodontia simples vai fazer uma exodontia mais completa tudo isso é o básico que a gente faz que se deve fazer para todos os pacientes Ah mas cirurgia simples eu vou usar
um campo menor eu vou fazer Olha gente cirurgia é cirurgia então assim vamos manter esse tipo de padrão de padronização tá tá sendo aplicado a anestésico utópico tem alguns profissionais que fazem isso ou a aplicação do anestésico utópico préviamente aos cuid ao preparo tá isso aí tem alguma discussão nesse caso esse anestésico ele é só usado para para cirurgias e só usado com com cotonete estéreo então ele é só usado para esse caso mas se se existe algum tipo de problema em relação a esse isso pode fazer anps estral após aplicação do tópico tá sendo
aí aplicada a anestesia local tá eh por conta de do do preparo do paciente depois a gente pode discutir isso tá e a nossa a gente preconiza anestesia local Ah infiltrativa não bloqueia para ter a percepção do paciente em relação ao canal mandibular mas para isso a gente faz uma terapia medicamentosa prévia compolítica e a gente pode discutir isso depois se for o caso também tá eh nos nossos nos nossos casos nos casos que a gente faz do nosso grupo aqui eh normalmente a gente usa um tubet para fazer essa cirurgia toda às vezes menos
de um tubet de anestésico então tá sendo aí infiltrado a parte também da Porção lingual do paciente e ah a gente tenta fazer isso de uma forma ah como eu diria bastante cuidadosa tá essa demonstração da da anestesia só também porque anestesia já foi um tipo de problema já foi teve algum tipo de discussão na implantodontia Hoje não tem mais a gente tá fazendo aqui eu tô fazendo anestesia para vários dentes começa no pré-molar e vai em direção ao molar com cuidado essa essa parte muito importante o paciente ele tem que est confortável eh e
principalmente e devagar tá então aí já um pouquinho mais paraa frente na anestesia na técnica anestésica indo bem devagar bisel aí voltado pro osso e a gente tenta fazer o mínimo de incisões possíveis quanto menos incisões menos o paciente vai sentir tá posição da lâmina essa lâmina é uma lâmina 12 é uma L que eu gosto muito de usar para dentes posteriores tá vindo aí olha se vocês poder eh puderem dá uma uma checadinha no vídeo ela tá um pouquinho deslocada pra lingual tá tem um motivo para isso o deslocamento da da lâmina para lingual
é para ganhar tecido queratinizado mucosa queratinizada na vestibular tá com a perda do tecido dentário da paciente aqui na região aqui eh da seta ah o a ocorreu perda de tecido mole ocorreu perda de tecido ósseo o rebordo ele estreitou teve perda de eh mucose de uma faixa de mucosa queratinizada a gente pode tentar deslocar na incisão mesmo e um detalhe muito importante e para vocês que estão começando na cirurgia principalmente a gente determina como vai suturar na incisão quanto mais simples mais simples a incisão quanto mais simples a perdão quanto mais simples a incisão
mais simples a sutura quanto mais complexa a incisão mais complexa vai ser a sutura Então tudo começa na incisão tá no caso aqui é uma incisão que tá sendo feita intra sucular nos dentes vizinhos aí a região que é de interesse Ah só passando a lâmina no suco e vai ser feita a incisão na crista incisão na crista aí é muito difícil porque a crista é muito irregular eu acabei dando uma deslocados um pouquinho diferente não ia fazer tanta diferença no pós-operatório do paciente mas pode fazer um pouquinho de diferença isso lá no longo prazo
então Eh aí já tá fazendo realizando o descolamento esse primeiro descolamento é um pouquinho mais difícil também tá um pouquinho mais inserida a mucosa acho que vocês que dá para ver aí a mucosa sendo deslocada mas com um pouquinho de de dificuldade a gente começa nos ângulos são regiões mais espessas depois que passa a a a mucosa queratinizada que tá a gingiva Inca tá mais presa no tecido ósseo fica mais fácil e um um um detalhe importante aqui dessa incisão que vale a pena ser mencionado é tomar cuidado para não não colar muito a palatina
a lingual tomar cuidado embaixo tem a linha meloria aideia Tá bom então vamos lá aqui estamos fazendo uma marcação com essa broca vou parar o vídeo um pouquinho para falar um pouco disso o o rebordo era em lâmina de faca tá então eu não consigo ter uma estabilidade da plataforma do implante ali fica difícil de fazer incisão esse sistema então ele preconiza usar uma broca esférica para fazer uma célula que que é uma céla cela é um platô cortar na região que vai ser colocado o implante e deixar aquela região mais plana para que a
broca não escorregue e para que eu tenha a plataforma do influente bem inserida no tecido ósseo Tá então vamos lá essa sela tá sendo feita bastante irrigação devagar trabalhar com tecido ósseo tem que ter bastante irrigação tem que ter muita irrigação e com cuidado tá a broca fica aí quicando um pouco na crista devagarzinho aquilo vai sendo regularizado com bastante calma com bastante cuidado só na região de interesse só aonde o o o implante vai ser colocado pô Alexandre Mas você tá falando aí tá parece tá um pouco assim aleatório né você tá cortando no
lugar Como é que você sabe qual que é o lugar certo daqui a pouquinho eu vou falar para vocês vai ter uma imagem que vai elucidar essa aqui essa imagem começa a elucidar pra gente essa uma cirurgia como eu falei lá nos vídeos atrás é uma cirurgia old school é uma cirurgia totalmente eh eh analógica né então ou seja não tem guia né isso a gente fez muito no passado o mais seguro para qualquer nível de aprendizado vai fazer com guia mas assim o meu objetivo com essa cirurgia foi realmente demonstrar de uma forma bastante
simples como é que a gente aborda o o paciente que vai ah receber implante não falar muito de guia nesse momento mas assim é altamente ah recomendado que se use guia nesse nesses casos não precisa ser um guia digital pode ser um guia simples mas essa é a maneira que a gente operava antigamente tá tem alguns livros o o livro do professor buer falava um pouco disso Os guias do I falavam disso posição do implante então vocês estão vendo ali embaixo que tem o a sonda periodontal que tá medindo mais ou menos 10 perdão 15
MM 14 MM aqui nessa região de espaço protético a gente sabe que o molar vai ter 10 12 MM de de diâmetro de distância méo distal então o que que a gente vai ver aqui a gente vai colocar o implante bem no meio do espaço protético por conta do nosso planejamento com Blu Sky então no Blu Sky a gente conseguiu enxergar Qual que é a plataforma do implante onde que ele vai saber exatamente Quais são os reparos anatômicos que estão naquela região tá então o que que a gente vai fazer aqui agora vamos passar e
Vamos enxergar Duas Medidas tá primeira medida foi a medida ali da cervical do rebordo tá da Crista agora a gente vai ver a a distância entre os dentes superiores tá vou parar aqui o vídeo também um pouquinho então quanto que eu tenho aqui olha Vocês estão vendo que eu tenho mais ou menos 12 aqui é 10 aqui eu tenho mais ou menos 12 então eu tenho um espaço que ele é um trapézio o ideal é que esse espaço prudentes seja um espaço com formato de um retângulo um quadrado por quê para que esses ângulos sejam
menores sejam mais Agudos perdão mais retos e menos Agudos que que vai acontecer isso lá na frente a minha prótese vai ocupar totalmente o dente vai ocupar totalmente o espaço e vai diminuir a região dos ângulos que é o que a gente chama de buraco negro tá Então nesse ponto a gente não vai fazer isso mas na reabilitação Protética a gente vai trabalhar nisso então por que que é importante essas duas medidas porque elas são medidas que vão me dar o centro o do do espaço protético que vai ser o centro da região do implante
vocês vão ver como que a gente procedia isso no passado Lembrando que isso uma cirurgia modest parte tem bastante intimidade com esse tipo de cirurgia o ideal é fazer isso com enceramento para quem é iniciante com guia cirúrgico Então vamos lá medida na boca tá a gente vê desse jeito na boca com o descolamento já pronto já feito Olha lá foi determinada a região central de interesse ou seja consigo enxergar aqui com essa broca que eu tenho uma distância e eu tenho aqui uma angulação da broca em relação às Paredes tá o mais importante é
determinar o ponto de entrada né o ponto crítico de entrada a zona de eleição aí da onde vai ser colocado o implante vamos lá vamos dando passo a passo isso aqui é só um um um vídeo para que a gente possa enxergar um pouco melhor ah a a cirurgia nessa parte aqui olha essa broca é uma broca que e não faz faz parte do kit eu gosto de usar essa broca uma broca lança e essa é a perfuração que tá sendo feita inicialmente presta atenção na irrigação e no movimento o movimento ele não pode ser
movimento contínuo tá ele tem que ser movimento passo a passo para que haja irrigação e para que o tecido ósseo não aqueça então uma pausa aqui olha Vocês conseguem ver que tá no meio do pré-molar tá bem no meio do pré-molar tá gente aquilo que eu que eu falei para vocês a gente precisa de uma um posicionamento que seja médio distal e a gente vai ter um posicionamento também que vai ser H ligado à parte o cluso incisal ou cluso crestal do do em relação ao tecido ósseo Tá então vamos lá vamos dar uma olhada
mais diferente porque essa é a determinação principalmente do parafuso que vai ser colocado Ah para prender o dente esse parafuso eu vou mostrar no próximo vídeo para vocês mais uma Vista em ângulo aí essa câmera vai virar um pouquinho vai girar e vamos lá olha lá L Aonde está o nosso a nossa perfuração inicial a gente entra com essa broca inicialmente com 6 7 mm para fazer a marcação Inicial e checar tá eu coloquei a broca guia é uma coisa que eu gosto de fazer também coloquei essa broca inicial para que eu possa ter uma
noção do posicionamento espacial aí então a gente sempre fala na implantodontia de posição 3D do implante Então essa aqui é a posição 3D correta só tem uma posição 3D se eu não conseguir essa posição ou seja como se ele fosse um um ã ele tiver um módulo de Largura comprimento e profundidade se eu não tiver essa posição bem adequada eu não vou conseguir fazer minha cirurgia mas como é que você sabe Alexandre que tem isso n é a gente viu no planejamento blus Sky tá tudo planejado já a gente já sabe disso então vamos lá
D andamento então mostrando essa broca inicialmente e para esse sistema para cada broca vai ter uma rotação diferente eu não vou entrar nesse detalhe mas a broca Azul tem um tipo de rotação ela tá posicionada agora ela é uma ela uma broca fala bem rapidinho disso ela tem um formato de hélice então na implantodontia as brocas com formato de hélice são brocas helicoidais Então essa elicoidal mais estreita a broca azul e vai começar a perfuração de novo Técnica de perfuração contra ângulo aí com motor redutor de 20 para um e um pouquinho mais difícil para
passar cortical depois a medular ele passa mais fácil tá então o Inicial tem que ter um pouquinho mais de resistência e depois um pouquinho menos tá esse implante que foi planejado que não sei se vocês lembram do último vídeo mas ele foi planejado o implante de 8 mm de comprimento Ah então a gente vai trabalhar com uma medida um pouco maior de oito porque ess esse implante ele vai ter que ficar enterrado um pouquinho mais Alexandre Por que que fica enterrado um pouquinho mais o implante Esse sistema é um sistema conim morce ele ele pede
isso se vocês quiserem coloquem aqui dúvidas embaixo que a gente vai discutir em outros vídeos mas esse sistema ele pede então a gente vai colocar um implante de 8 mm mas numa profundidade de 10 tá então continuando aí mudamos aí o a rotação para que para essa nova broca então a sequência de brocas aí do vídeo é uma sequência um pouquinho diferente tá foi foi medida de acordo com a necessidade da densidade do tecido ósseo e essa broca com diâmetro um pouquinho maior rotação um pouquinho menor mas olha só o cuidado é o mesmo posicionou
a broca já tem um um um um um caminho no tecido óo já tem um túnel já já feito a gente deixa a trabalhar um pouco chega mais ou menos com 10 mm E aí aí Alexandre 10 mm Da onde Da onde que a gente mede os 10 mm é da vestibular da região vestibular ou seja a medida que eu vou utilizar sempre é a medida da vestibular as outras medidas não são importantes são super importantes mas a vestibular é a região que eu tenho Teoricamente a minha referência e principal Tá então vamos lá continuando
Vamos mudar de novo aí a a rotação e trabalhar com uma broca com diâmetro necessário para esse tipo de tecido ósseo que é baseado na densidade sistema baseado na densidade e vamos trabalhar ali quanto maior o diâmetro maior cuidado tá saindo um pouquinho de sangue agora Isso é ótimo tecido sangue na cirurgia de implante é ótimo porque quem o integra como eu sempre falo em aula todo mundo que me acompanha já sabe queem oss integra o paciente não é o implante né o paciente que determina esse tipo de coisa então vai começar aqui a mostrar
o implante a a aonde que vem o o implante né Essa essa embalagem ele vem ah estérel obviamente e a hora que a gente tira o implante ele vem preso na base nesse sistema Olha só esse implante ele vem preso na base A base metálica e o drive ou a chave para contra ângulo né Vamos lá tá com 15 eh uma rotação de 15 ou seja uma rotação baixa nesse momento a gente costuma tirar a irrigação Apesar desse implante vir vir dentro de um líquido que se supõe seja aí um líquido secreto a gente acha
que é um soro fisiológico pro tratamento de superfície tratamento de superfície também é um assunto ótimo de se falar esse esse implante ele tem um tratamento para que as células possam migrar para essa região células de tecido ósseo e elas consigam uma aderência uma superfície maior uma superfície de contato inglês é Bic que se fala disso mas vamos lá vamos pra frente ah a rotação de 15 Ah e olha só Ele estoura a base que é uma base metálica para não cair e fica preso no Drive tá essa imagem esse esse implante dentro do drive
tá agora a instalação do implante olha como é devagar devagar que a gente faz isso tá praticamente a gente deixa o implante seguir o caminho do que a gente fez tá acho que tá claro aqui no vídeo a gente consegue enxergar que o implante ele vai seguindo o caminho e o torque que a que esse contr trângulo tem ele tá regulado para 45 n por cm então ele vai vai travar Em algum momento tá nesse momento aqui olha passou de 8 mm vai para 10 mm a perfa a gente vai a nossa instalação e a
gente vai olha olha o torque de um torque menor para um torque maior tá aí tá com 35 e o mínimo ali que a gente quer é 50 tá que que a gente observa nesse vídeo nessa parte do vídeo nesse momento a gente vai determinar se o implante vai ser receber um cicatrizador ou se ele vai receber um parafuso de cobertur e a gingiva vai ser fechada Tá qual que é o mínimo que a literatura fala pra gente fala que por volta de 35 a gente poderia dar carga nesse implante tá inclusive o fabricante ele
ele ele fala que a gente pode dar carga e esperar uma se integração a partir de 21 dias tá o que eu posso falar para vocês é que a gente espera isso de todo ser humano que com 21 dias já tem o tecido osteoide e tudo mais essa outra história né a cicatrização em volta do implante pode ser um assunto também pra gente discutir mas aqui essa parte é a parte principal Alexandre o que que acontece aqui só aumenta o torque não às vezes a gente tá fazendo a cirurgia tá aumentando o torque E se
a gente passa um pouquinho do ponto o torque pode cair Então essa esse momento a gente faz com muito cuidado a gente diminui toda a velocidade da cirurgia como eu tinha falado antes para um pouquinho e essa a hora da checagem a partir desse momento a gente vai fazer com que o paciente possa seguir duas rotas completamente diferentes tá então aqui olha a gente tá com 35 e a gente conseguiu conseguimos aí um torque bastante bom para essa para essa superfície esse osso que tá aí é um osso tipo três e essa imagem é uma
imagem bem bacana que a gente consegue enxergar apesar de termos uma convergência né das coroas o implante tá na posição central e no futuro O que que a gente costuma fazer slices nas paredes proximais para que as paredes elas ganhem um novo formato e o plante ele consiga entrar de uma forma com uma inserção mais adequada com menos buraco negro menos Black Space Tá bom vamos lá continuando aqui ah uma uma visão interessante também aqui é do tecido mole né afastar o mínimo de tecido mole e a vista oclusal tá na vista oclusal Dá para
ver que a distribuição de espaço Tá bastante boa e a gente vai conseguir enxergar isso muito bem com o cicatrizador também tá cicatrizador tá sendo colocado em posição e tem esse nome que ele serve para cond o tecido a cicatrização dos tecidos moles e em cima do implante o cicatrizador é um tipo de componente Ah dá para falar também numa aula só de componentes ali o cicatrizador em posição dá dá até para imaginar uma coroinha já quase que em cima dele ele tá seguindo bem o plano oclusal Olha tá bem no meio da oclusal do
Futuro dente e aqui também a gente consegue ver quanto de tecido ósseo o paciente perdeu de quanto tecido mole o paciente perdeu Então isso é bem interessante uma paciente que tá dá para dá para ver que ela cuida bem doss dentes tem por volta aí dos 60 anos de idade tem bastante cuidado com a sua saúde e isso vai complementar vai ajudá-la né nesse nesse processo de reabilitação aí uma vista lateral Ah o cicatrizador ele tá entrando dentro do tecido ósseo porque o implante está dentro do tecido ósseo ele está Ah 2 MM aqui a
partir dessa vestibular para dentro do tecido ócio e ah a incisão que foi feita ela respeita as proximais da parte e mesial por exemplo aqui e aqui tem esse afastamento aqui é o tecido ósseo do nosso premolar então dá para ver bastante coisa e aqui a gente vai pra estutura então como eu disse anteriormente a sutura é uma estutura simples a gente vai a para duas furas uma mesial e uma Nadal quanto mais simples o acesso pela necessidade do caso a gente não vai fazer acesso simples para casos que precisam de um acesso maior tá
mas quanto mais simples o acesso de tecido mole mais fácil de suturar quanto mais fácil de suturar melhor a recuperação do paciente então o cicatrizador ele tem um formato e esse formato do cicatrizador ele vai imitar o formato final da coroa como a gente vai ver no próximo vídeo Então o próximo vídeo ele é um vídeo que ele é bastante didático do ponto de vista protético eh porque o objetivo é colocar prótese tá o a gente é apaixonado por cirurgia adora cirurgia mas o objetivo do paciente é ser reabilitado com a prótese tá então então
isso aqui é um passo intermediário para que a gente possa prosseguir na na reabilitação do paciente esse tecido mole Ah ele vai seguir um padrão de cicatrização que é baseado na maturação do colágeno que é por volta de uns 42 dias na prática na prática Clínica a gente deu deixa aí pelo menos uns dois meses para que os tecidos fiquem estáveis e a margem gengival ela fique na mesma posição e a gente possa determinar um uma formação aí eh de tecido mole adequada alexandri e e de tecido ósseo bom tecido ósseo nessa região ele vai
também seguir o o metabolismo do colágeno porque o tecido ócio é o tecido que tem colágeno mas é especializado tem cristalização Tem a parte mineral perdão e olha só a a sutura em posição então tanto a parte de tecido mle quanto a parte de tecido duro para ter uma maturação tecidual e até as células ali serem células que já tem uma espica uma especialidade uma ificação Já não são células ali iniciais a gente espera por volta de 60 dias em casos que são dessa forma em casos que a gente consegue entender que todo o processo
ocorreu de uma forma normal mas todo paciente nesse momento ele recebe essa informação o sucesso da cirurgia só é determinado no momento que a gente vai fazer a confecção da prótese ou seja se daqui a 60 dias a gente manipular essa região né apertar desapertar paciente não tiver dor não tiver supuração tiver tudo dentro do padrão de normalidade ok né aqui tá dando todos os indícios que isso vai acontecer Tá mas a gente determina o sucesso da cirurgia no momento que a gente vai fazer a reabilitação Protética 60 dias depois às vezes em região estética
90 dias depois Alexandre poderia ter colocado um tecido conjuntivo aqui na região aqui na na V poderia assim vai fazer diferenç o paciente nesse momento eu vou complicar um caso simples vamos discutir com o paciente né Às vezes o paciente realmente para ele não vai fazer a mínima diferença a gente explica os pró eas e discute com ele então esse é o final aqui o finalzinho do nosso caso e pra próxima etapa que que é etapa cirúrgica etapa Protética acaba acaba a etapa cirúrgica vamos para partir da prótese Então vamos supor que esse caso vai
tá finalizado tudo OK para que a gente dê andamento porque agora sim a gente vai utilizar tudo que a gente fez nesse momento e vai começar a finalizar esse caso Pessoal espero ter ajudado Espero que algumas ah algumas dúvidas tenham sido eh solucionadas outras dúvidas vão aparecer compartilhem com a gente as dúvidas que nosso objetivo aqui é realmente que vocês venham esse mundo da impia com cada vez mais proximidade e nosso objetivo realmente é compartilhar isso com vocês mas não compartilhar só de uma forma técnica mas entendendo também que o paciente ele tem que ter
as informações do que vai acontecendo nesse momento por exemplo se tivesse algum acontecido alguma coisa com um paciente durante a cirurgia que seja diferente do protocolo ele tem que ser avisado de uma forma técnica Olha o nosso objetivo foi aquele isso foi conquistado isso não foi conquistado tudo aqui a informação é muito importante para ele tá remoção de estutura 15 dias depois tá mas não necessariamente a gente vai ah ver o paciente depois de 15 dias minha sugestão depois de um dia três dias entra em contato com o paciente pergunta como ele tá Se tiver
algum tipo de dúvida volta examina enxerga não tem problema algum chamar pro paciente depois do do do de uma cirurgia um ou dois TR dias depois e cuidados pós-operatórios que são essenciais depois a gente pode fazer o material de cuidados pós-operatórios e deixar também aqui os cuidados Gerais aqui principalmente com a experiência do nosso grupo Então pessoal finalizando essa parte próximo vídeo reabilitação Protética Muito obrigado pela atenção de vocês e vamos lá C [Música]