Oi, oi, gente. Sejam muito bem-vindos ao meu canal. Eu sou a Leandra e eu conto relatos sobrenaturais aqui todos os dias para vocês. Bom, se por um acaso você caiu de para-quedas aqui, eu também conto relatos mais curtos no meu TikTok, no meu Instagram e essas redes sociais estão aqui embaixo na descrição do vídeo. Se por um acaso você tiver aí algum relato para m enviar, os relatos devem ser enviados por e-mail e o e-mail também fica aqui embaixo na descrição do vídeo. Lembrando que todos os conteúdos postados aqui também estão disponíveis lá no Spotify
para você ouvir onde e quando quiser. E o link também fica aqui embaixo na descrição. Bom, eu não gosto muito de enrolar na introdução do vídeo, então já vamos pros relatos de hoje. Mas antes, não se esqueça de se inscrever no canal, caso você ainda não seja inscrito, e também de curtir esse vídeo agora no início, porque ajuda muito a divulgar o vídeo aqui na plataforma também. É, se tiver disponível, tá gente? opção de hypar, hypa mim porque ajuda muito. Eu nunca vi um negócio ajudar tanto a divulgar os vídeos aqui igual esse negócio do
do hype. Então, se tiver disponível, por favor, gasta com a tia aqui, tá? Gasta com a Leandrinha aqui que eu fico feliz, tá bom? Bom, agora sim, sem mais enrolações, vamos pros relatos de hoje. Lembrando que hoje é uma coletânneia sobre seitas, né, envolvendo aí seitas e eu espero muito que vocês gostem. E bom, nosso primeiro relato, gente, o título, eu não sei bem se é um título, mas eu vou colocar como se fosse o título, que é o seguinte: Minha tia Lúcia sempre foi estranha, mas ninguém imaginava até onde ela chegaria. Bom, meu nome
é Diego, tenho 27 anos e não há problema em citar os nomes, pois foram trocados, inclusive o E o que eu vou te contar, Leandra, até parece coisa de filme de terror, mas é tudo verdade. Eh, bom, pelo menos tudo que foi descoberto, né? Porque eu acho que ainda tem coisa que falta a ser a ser descoberto sobre essa história. Bom, na época do ocorrido eu tinha 4 anos de idade, então muito dos detalhes que eu sei foi porque a minha mãe me contou. Minha tia Lúcia sempre teve ali uma personalidade muito forte. era o
tipo de pessoa que você não conseguia dizer se estava falando sério ou só tava provocando. E bom, depois que o marido dela morreu em um acidente, ela começou a se isolar. parou de frequentar a igreja que ela sempre ia, parou de atender as ligações da família e passou a andar com um pessoal bem esquisito. Mamãe conta que eram umas moças que pareciam ter muito dinheiro e elas ficavam ali o tempo todo em cima da minha tia, a ponto que não deixava ninguém da família assim se aproximar muito. Toda a família achou que talvez fosse só
um luto, né, assim, por tudo que ela havia passado e estava com a mente confusa. Então, ninguém ficava assim muito em cima, forçando ali o convívio, meio que respeitava ali o espaço dela. E nessa época, eh, eh, uma dessas moças que ela Ah, tá. E nessa época, através dessas moças, que ela conheceu um grupo que depois descobrimos ser uma seita. Essa seita se chama tal e gente, eu não vou mencionar aqui o nome das seitas, tá? Por mais que talvez ele tenha trocado não só nesse relato, mas nos outros também, porque eu também tenho um
pouco de medo dessas coisas e eu não vou ficar falando o nome aqui não, tá? Então assim, ele pode ter trocado, mas quem garante que trocou, então assim, não vou falar. Chama-se tal. Eh, inclusive ele mesmo pediu para não eh até botou, peço que não revele o nome, apenas escrevi para você ler, mas de qualquer forma eu não vou ler o nome das seitas. Bom, ela começou então frequentar essa tal seita. Minha prima Sofia, que era a filha única de tia Lúcia, tinha só 6 anos. Era uma menina doce, quietinha, o tipo de criança que
você sente vontade de proteger. E ela também estava sofrendo muito por conta da morte do pai. Bom, até que em fevereiro do ano seguinte, quase 11 meses após a morte do meu tio, Sofia desapareceu. Minha tia disse que não fazia ideia de onde a menina estava, que quando chegou em casa ela já não estava mais lá. Todo mundo a questionou. o fato dela ter deixado uma menina tão pequena sozinha, mas ela começou a dar várias desculpas e logo as pessoas caíram ali nas desculpas dela. A polícia investigou, mas não havia sinais de arrombamento, nenhum tipo
de pista do que pudesse ter acontecido com Sofia. Tudo parecia estranho e nessa época a família já não tinha mais contato com elas duas há bastante tempo. E então eh dois meses depois a verdade veio à tona. Durante uma denúncia anônima, a polícia acabou encontrando uma casa em um sítio e a casa, pelo que contam, parecia mais um palco para atrocidades macabras. Haviam muitos ossos que eram ossos humanos. utensílios usados para tortura e muitos livros, alguns papéis aleatórios e fotografias. Eh, e essa tal seita documentava tipo tudo. E sim, é o que vocês estão imaginando.
Minha tia entregou sua própria filha para sacrifício dessa seita. E como foi descoberto isso, Leandra? Eles documentavam tudo. Então lá tinham as partes em que eram descritas assim com perfeição, que a minha tia Lúcia eh aparecia e aí, né, eles relatavam que ela vinha entregue a filha e tudo mais com muitos detalhes. Inclusive ela aparecia em algumas fotografias, sabe aquelas fotos que saem na hora? Então, haviam várias dessas fotografias em que ela aparecia. A família inteira ficou em choque. E quando viram Lúcia, depois ali de tanto tempo, minha mãe conta que ela estava irreconhecível. Literalmente
era outra pessoa. O seu semblante lembrava o de um bicho. E Lúcia foi presa na hora. No interrogatório, ela falava com um sorriso no rosto e não parecia demonstrar arrependimento. Foi levada para um hospital psiquiátrico primeiro, mas depois foi considerada plenamente consciente dos seus atos e condenada e está em regime fechado até hoje. Bom, esse foi o relato eu espero que leia. Em minha opinião, essa aceita viu tia Lúcia e viu ali em tia Lúcia uma maneira fácil de conseguir algo que eles queriam. encontraram ela em um momento frágil e de vulnerabilidade e se aproveitaram
disso. Por isso, é muito importante estarmos sempre atentos a quem deixamos entrar em nossas vidas. E aí o relato acaba por aqui e deixa eu só pegar minha água aqui. E gente, que doideira. Tipo, ela simplesmente entregou a a própria filha dela. Eu tô passada, tipo, tá, ela tava em um momento de de tá de de vulnerabilidade, mas a menina era filha dela. Como assim, gente? É meio bizarro para [ __ ] isso. Eh, eu acredito que esse tipo de seita deve fazer uma lavagem cerebral muito bem feita pra pessoa entregar a própria criança, sabe,
gente do céu. E será que será que prometeu alguma coisa para ela ou será que será que só fizeram a cabeça dela é, né, para entregar a criança? Eu gostaria muito de saber disso, né? Se, enfim, você que enviou o relato, né, se sentir à vontade de colocar nos comentários e talvez você esqueceu de pôr isso no relato e quiser acrescentar, né? Se ela disse alguma coisa depois que foi presa para alguém da família, do porquina, né? Aí, se você quiser pôr aí, vou ficar agradecida, porque eu fiquei muito curiosa, sabe? Tipo, por quê, né?
Porque às vezes eh a aceita oferece alguma coisa, sabe? Dinheiro, eh fama, alguma coisa do tipo, ou a cura de alguma doença, mas nesse caso ela não pareceu ganhar nada em troca, não. Só parecia que tava ficando meio doida mesmo. Mas por que que ela entregou a criança, né? Muito bizarro isso. Mas enfim, ó, um beijo, muito obrigado por ter enviado o relato. E agora vamos pro próximo. E gente, esse é a mesma coisa. Deixa eu ver se tem eh o título. Pera aí. É, também não tem, mas começa assim: "Eu fui ao pé nos
Estados Unidos e eu acho que presenciei algo bizarro. Oi, Leandra. Meu nome é Camila e pode ler sem nenhum problema, pois o meu e os demais foram trocados para preservar a identidade, já que se trata de algo estranho que eu presenciei ali envolvendo terceiros. Eu não sabia se te enviava ou não essa história, porque ela não é muito sobrenatural, mas garanto que é algo curioso e até mesmo perturbador. Então vamos lá. Eu sou do interior de Minas e em 2014 eu consegui realizar o meu sonho. Eu fui ser ao pé nos Estados Unidos. E quando
fui, eu peguei uma família no interior da Virgínia e eles tinham três filhos. O caçula, o que aqui vou chamar de L, tinha 5 anos, o do meio, Noa, de 8 anos, e o mais velho, o Dylan, que tinha 13 anos. Era uma casa enorme, perto de um lago. O lugar era todo gramado e havia um bosque ali perto, aonde os moradores praticavam caminhada, corrida, essas coisas. Era aquele típico bairro americano onde moram pessoas ricas. A mãe, acho que é Rachel, né, era atenciosa. O pai é o Greg trabalhava muito, mas era muito educado. E
as crianças também eram bem educadinhas e bem crianças normais. Só o Dylan que era um pouco diferente. E assim, não no sentido ruim, ele era uma criança muito inteligente ali, sarcástico, meio rebelde, mas nunca desrespeitoso comigo. Ele só parecia estar sempre em alerta, sempre questionava tudo. Era assim uma criança muito esperta e muito curiosa, sabe? Eh, estudava bastante e acredito que era por isso que ele era assim. E eu gostava bastante do trabalho, gostava tanto que eu já estava há quase do anos com a família quando as coisas começaram a mudar e desencadearam neste relato
que eu estou te escrevendo. Bom, a família conheceu um casal que era novo na vizinhança, um homem chamado Peter e sua esposa, que aqui vou chamar de June. E era um casal muito sorridente, que gostava sempre de agradar, estava sempre levando comidinhas e coisas assim pra família. E aí a família paraa qual eu trabalhava começou a frequentar uns encontros com esse casal e eles diziam que era tipo uma comunidade espiritual alternativa que era meio que baseado ali na restauração da ordem interior. Eu não entendia muito bem, mas eles pareciam estar bem animados com esses encontros
que, pelo que eu entendi assim acontecia uma vez na semana. Eliandra, aqui no Brasil parece até meio estranho, mas lá é super comum quando chegam assim e vizinhos novos, os mais antigos eh dão ali jantares para receber. E eu acredito que foi em um desses jantares que esses dois plantaram ali, sabe, uma sementinha na cabeça da família que eu trabalhava, porque era nítido que, apesar de terem muito dinheiro, eles eram bem bobinhos, sabe? aquelas pessoas que são bem fáceis de manipular. E com o tempo tudo foi mudando, a comida na casa, a decoração, eh lembro
que eles tiraram os quadros, por algum motivo também os espelhos. As crianças passaram a ter horários rígidos, eh, faziam meditação, não podiam brincar com outras, com as outras crianças, não podiam assistir TV, jogar videogame, eh, passaram a ter aulas em casa e a professora tinha que ser da mesma seita. Era uma coisa assim bem bizarra. E outra coisa que eu também achava muito estranho é que as crianças só podiam brincar caso as outras crianças fossem ali desse mesmo negócio. E o próprio casal também, o Greg e a Rachel, eles também só podiam ali ter contato,
eh, passear, se comunicar, né, se relacionar com pessoas dessa mesma seita. Então, nesse momento, eles passaram a meio que se exilar dos outros vizinhos, eh, tirando os dois que apresentaram, eh, apresentou ali esse mundo para eles. E eu lembro que o Dylan, ele odiava muito tudo aquilo. E guardem bem essa informação. Lembro que um dia ali é uma dessas reuniões aconteceu na casa onde eu trabalhava e me pediram para cuidar das crianças no porão e eu fiquei lá embaixo com os dois que eu já tomava conta e mais quatro crianças que vieram ali com os
pais. Esse porão não era aqueles porões ali e é eh porões sujos e assombrados que a gente vê em filme, não. Esse ele era todo arrumadinho, decorado, com brinquedos e estofados. Então, era um lugar muito gostoso de se ficar. E durante ali a reunião, Dylan devia estar lá em cima com os adultos por conta de sua idade. Ele já tinha 13 anos. Mas em certo momento ele desceu e se sentou ao meu lado com um olhar assustado e sussurrou para mim. Eles não estão rezando, Camila. Estão chamando alguma coisa e eu não quero estar lá
e estar lá quando ela chegar. Na hora que ele falou aquilo, me subiu assim um arrepio, um gelo e uma sensação de medo. E eu, curiosa, perguntei: "Ela quem?" E aí ele cortou totalmente o clima, dizendo que não podia me contar. Se levantou e foi sentar em outro canto do porão e ficou ali sozinho o restante da noite até a reunião acabar. Depois desse dia, eu que já achava tudo aquilo muito estranho, passei é ter medo dessa situação e de acontecer alguma coisa comigo, já que eu morava com eles. Então assim, eu dormia naquela mesma
casa, eu imagino o medo. Mas continuei tomando conta das crianças. A rotina, como eu já mencionei, passou a ser muito estranha. Até que com uns seis meses depois disso tudo acontecendo, a família me chamou para conversar. Eles disseram que estavam se mudando para aí ela falou, ela escreveu o nome, eu vou colocar retiro. Para o retiro, um lugar isolado onde só os membros da seita podiam viver. me agradeceram e disseram, né, que meus serviços não seriam mais necessários e só pediram que eu ficasse até o dia da mudança que estava prevista para acontecer dentro ali
de um mês. E é aí que o mais bizarro disso tudo aconteceu. Dylan estava relutante em ir. E um dia eu sem querer, acabei escutando Rachel e Greg conversando e estavam preocupados, pois os líderes da tal seita não gostavam de Dylan e diziam que ele não era bem-vindo e que eles teriam problemas e entrar no local por causa de Dylan, porque com ele a família não entraria. Leandra, não sei por, mas essa conversa me deu arrepios. Senti medo e muita angústia no ar. Decidi fingir que não ouvi nada e voltei pro meu quarto o mais
rápido possível. Eu não vi a hora de sair daquela casa, pois estava temendo pela minha vida. Mesmo não tendo nenhum motivo aparente, eu só sentia que estava em perigo. Mas enfim, em um final de semana próximo à data da mudança, me deram folga e eu fui passear com alguns amigos. E quando eu voltei, a família me deu a notícia de que Dylan havia fugido de casa, que deixou um bilhete que não queria ser encontrado. Eu logo estranhei e sabia que tinha algo ali. Ele jamais faria isso. Apesar da idade de ser muito esperto, ele não
sabia fazer a própria comida. ele não sabia se cuidar sozinho. E assim, logo no fim de semana que eu não estava lá, fora a conversa que eu havia escutado, sem contar que no dia seguinte a família jogou tudo dele fora. E assim, isso para mim foi tudo muito estranho, Leandra, porque mesmo sendo uma família de um país diferente, com costume diferente, foi meio desumano o que eu vi eles fazerem, sabe? Eh, sabe, tipo, eles nem foram atrás do menino. Sem contar que a família se mudou para para o tal retiro. Eles nem ficaram muito tempo
depois do menino ter supostamente fugido. Eu só sei que isso tudo me deixou bem perplexa, mas o meu trabalho se encerrou ali no dia da mudança. E depois disso eu fiquei até um bom tempo por lá trabalhando, né? Eh, comecei a trabalhar para outras famílias. Até que eu descobri algo que me deixou em choque. A irmã da Rachel me procurou, né, um tempo depois, pois estava ali bastante preocupada com a irmã e seus sobrinhos. Eu não vou me lembrar muito bem agora, Leandra, mas já devia ter uns dois, tr meses que eles haviam feito a
mudança. E aí ela tava preocupada porque só tava conseguindo se comunicar com eles por cartas, pois eles não saíam de lá, desse lugar. Ninguém podia entrar também, não tinha um telefone celular. E ela queria saber, né, se eu sabia de algo que pudesse ajudar, já que o lugar onde eles estavam parecia ser muito escondido e só as pessoas da seita sabiam. E aí ela pensou que talvez por eu ter morado bastante tempo com eles, eu sabia de alguma coisa. Só que assim, eu contei o que eu sabia, mas não era muita coisa, não era muito
relevante. Mas aproveitei para falar sobre Dila. e perguntei, né, se ele havia voltado. Ela me olhou com uma cara estranha, meio confusa, e perguntou: "Como assim?" E aí eu expliquei que o Dylan havia fugido e que ele não foi com eles, pois Dylan não aceitava essa tal seita que a família, né, estava frequentando. E expliquei a situação. Só que é aí que vem a parte estranha, Leandra. A mulher me vira e fala: "Bom, ele deve ter se arrependido e voltado porque ele assina as cartas que me manda." Aí eu fiquei quê? Como assim? E aí
ela me explicou, ela até me mostrou e disse que a família eh mandava meio que uma carta por mês e que em partes cada um podia escrever um pouco e que às vezes, né, tinha ali as partes do Dylan e ele assinava e contava como estava a experiência e morando nesse lugar. Eliandra, eu fiquei em choque porque eu tenho absoluta certeza que o Dylan não foi. Sem contar que eu vi a família jogando fora e queimando as coisas dele, como ele ia para lá sem ter nada. Assim, eu tenho absoluta certeza que ele não foi
e que, provavelmente, a família mente dizendo que ele está lá para não ter investigação. Porém, como eu não queria me meter e assim, eu não queria problemas de forma alguma naquele país, diferente, né, do meu, então eu só concordei com o que ela falou e disse que não sabia de mais nada. E graças a Deus, ela nunca mais me procurou. E eu também assim não tive mais notícias da família dela e muito menos do Dylan. Eu não faço ideia de que seita era essa, mas fez uma lavagem cerebral nessa família e eu fico boba em
como tem gente que cai nisso com tanta facilidade. Mas enfim, essa foi a história. Eu espero que goste. Como eu disse, não tem nada de sobrenatural, mas eu acho muito curioso tudo isso. E a e a hoje eu moro no Brasil, é sem pretensão nenhuma de voltar. aqui não sou tão rica, mas sou bem mais feliz. Eh, e beijos no coração. E aí, o relato acaba por aqui, ó. Um beijo, muito obrigada, tá, por ter enviado o relato. E, gente, que doideira. Outro caso, né, eu fiquei assustada com o primeiro que, né, só que esse
aqui, o segundo, é, eu fi, eu, eu também tenho essa teoria de que provavelmente essa criança não deve estar viva mais, né, o Dila. Mas aqui assim, pelo menos, não que seja uma justificativa, mas é aquele caso do primeiro relato aqui, pelo menos a família, no caso, fez isso para poder entrar no lugar. Só que eu fiquei realmente muito curiosa de saber porque que a moça do primeiro relato, né, sacrificou a filha eh a troco de nada, porque ela não teve nada de diferente na vida dela, ela simplesmente entregou a criança. Isso assim, fez um
nó na minha cabeça. E essa daqui também, gente, só porque o filho dela eh provavelmente questionava, provavelmente via que tinha alguma coisa ali de errado. a criança conseguia ter mais noção do que os pais. E provavelmente era por isso que ninguém da seita gostava, porque via ali um uma possível pessoa que podia causar uma rebelião lá dentro. E pessoas assim, eles querem o quê? Longe, né? Para para eles conseguirem continuar manipulando igual eles fizeram, né, gente? Realmente, como que pode as pessoas serem manipuladas dessa forma? Mas aqui não é não é falando mal assim dos
Estados Unidos não, mas tem uns programas também que eu vejo de lá que é o 90 dias para casar. Eu sou viciada em assistir eh react daquilo aqui no YouTube. E cara, sei lá, a galera parece que chega um momento da vida que não tem muita coisa mais para fazer e eles começam a ir atrás de umas coisas meio sem pé nem cabeça, sabe? Sei lá. É essa sensação que dá vendo uns programas que eu vejo de lá. É igual esse relato aqui, não é o primeiro relato de coisas estranhas que acontecem com o Alper,
né, que sai daqui para ir trabalha lá. Então, sei lá, é bem bizarro. Parece que chega um momento que ah, não tem mais nada para fazer, vamos caçar sarna para se coçar. Aí eles vão e caça e acha, entendeu? Igual aqui, a família vivia bem, sabe? Tipo, a família rica vivia bem, todo mundo bem num lugar bom, um bairro bom. Não, vamos caçar um negócio, uma coisa aí, porque tá muito parada a vida. Parece que é essa a sensação. Eh, parece que é isso que acontece lá, essa sensação que dá, sabe? Eu fico boba com
os negócios desse. Mas enfim, ó, um beijo, muito obrigada por ter enviado o relato. E agora a gente vai pro próximo que se chama Minha amiga foi sacrificada em uma seita. É. Olá, é, oi, Liandra. Eu me chamo Lívia e esse não é meu nome verdadeiro e todos os nomes que eu irei falar estão trocados paraa minha segurança e das pessoas próximas a mim. Irei contar para você um relato que aconteceu com a irmã da minha melhor amiga Sandra, algo que aconteceu no ano ali de 2005 e chamarei a irmã da minha amiga de Amanda.
Eu e minha melhor amiga Sandra somos amigas de infância e sempre fomos muito próximas, sabe? Por isso ela me contou essa história há alguns anos atrás e eu só descobri seu canal recentemente, o que é uma pena, porque adorei os vídeos e queria ter descoberto antes. Então, estou assistindo sempre que tenho tempo livre. Mas começando o relato, eu irei contar como se fosse a irmã da Sandra falando para ficar melhor o entendimento. Espero que vocês eh tenham entendido para não ficar confuso, tá gente? Ó, na época eu tinha 17 anos e morava com os meus
pais e minha irmã mais nova, a Sandra, que tinha 12 anos, em uma cidade pequena no interior de São Paulo. Eu era uma adolescente muito rebelde e saía quase todas as noites com os meus amigos, que a minha família não considerava ser boa companhia para mim. Eu ia com eles para bares, festas e me divertia muito e mesmo ainda sendo menor de idade, tá? E 90% das vezes eu conseguia fazer tudo que eu queria, graças aos meus amigos que eram muito mais velhos que eu. Eu me lembro como se fosse ontem. Era uma noite super
comum e eu estava muito entediada em casa. Era por volta ali das 8 da noite, até que o telefone toca e é um dos meus amigos me convidando para uma festa que iria ter em uma casa bem afastada na cidade. Eu, sem ter nada para fazer e doida para sair de casa, aceitei sem pensar muito e nem considerei o quão longe aquele lugar era. Sem demorar muito, fui me arrumar, tomei banho, me vesti e fui caminhando até a festa. Levei cerca de 40 minutos para chegar a casa. Até aí tudo normal. Bebi, fumei, fiquei com
um garoto que eu gostava até dar a hora ali de ir embora. Olhei no relógio e já estava marcando uma da manhã. Avisei meus amigos e amigas que iria ter que, né, ir embora. Mas aí minha amiga Júlia falou: "Amanda, você não pode voltar sozinha essa hora da noite, é muito perigoso. Eu vou com você". E eu aceitei. Nós duas começamos a andar juntas, né, por aquela estrada ali deserta. E se eu pudesse descrever o local, bom, é como se a casa ficasse em um loteamento muito afastado da cidade, sabe? E não havia casa nenhuma
por perto, só aquela casa onde nós fomos ali na festa. E bom, nós voltamos juntas, passando por aqueles loteamentos vazios e andamos por cerca de 15 minutos. Mas aí, do meio de um dos lotes vazio, eh, vazios, surge um homem com uma jaqueta escura, parecida com uma capa, segurando uma faca na mão. Nós entramos em desespero e começamos a gritar. O homem começou a vir rapidamente em nossa em nossa direção e a Júlia só virou para mim e disse: "Corre". E eu, sem pensar duas vezes em uma ação instin correndo sem nem olhar para trás.
A única coisa que deu para ouvir foram os gritos da Júlia e eram gritos agonizantes que até hoje eu não consigo esquecer. Ela parecia estar sendo esfaqueada. Eram assim gritos terríveis de dor e angústia. E eu continuei correndo com muito medo daquele homem vir atrás de mim também. Mas aí, depois de uma certa distância correndo, eu tropecei e caí no chão e acabei esfolando feio o meu joelho. Quando eu olhei para trás, não havia mais ninguém, nem Júlia e nem o homem. Estava um silêncio total. Eu não sabia o que fazer. Eu não sabia se
voltava pra festa e chamava a polícia ou se ia para casa ou se tentava procurar pela Júlia e salvar ela de alguma forma. Não havia como eu chamar, né, a polícia ali no local que eu estava, pois na época os telefones celulares ainda não eram tão populares assim. E justo nesse dia eu havia deixado o meu Nokia em casa. Então eu escolhi a pior das opções. Sim, eu não sei o que deu na minha cabeça, mas eu resolvi ir atrás dela sozinha. Eu segui os rastros de sangue que iam para dentro de uma pequena mata
que havia ali perto dos lotes. Estava muito escuro e eu estava com dificuldade de enxergar o que estava na minha frente. Mas quando eu me aproximei assim mais um pouco, pude ver de longe uma luz fraca que parecia estar vindo de uma fogueira. Quando eu serrei assim os meus olhos para enxergar melhor, eu vi que realmente era uma fogueira e pasmia várias pessoas ao redor dessa fogueira, todas elas vestindo capuzes pretos ou jaquetas pretas, parecidas com a do homem que eu havia visto poucos minutos atrás. E quando eu cheguei um pouco mais perto, foi quando
eu percebi, a Júlia estava logo ao lado da fogueira, toda ensanguentada, e, aparentemente já estava sem vida. Quando eu vi aquilo, me deu vontade de chorar e começar a gritar ali mesmo. Mas eu fiquei com muito medo do de que me percebessem ali e aí eu acabaria tendo o mesmo destino que ela. Então eu fiquei quietinha no meio da mata, observando aquelas pessoas que pareciam ser todos homens por volta ali dos 30 anos de idade. Eles começaram a cantar ao lar uma canção esquisita enquanto despiam Júlia, que na época tinha 19 anos. Eles começaram, eles
começaram a ter relações sexuais com ela e aquilo virou uma orgia e eu vomitei ali mesmo ao ver tudo. Depois de fazerem aquilo, eles fatiaram seu corpo em vários pedaços e colocaram-a na fogueira. assaram a carne e eu não sei o que fizeram depois porque eu fui embora de lá. Zonza de ter visto aquela cena horrível, mas acho que sei lá, dá para imaginar talvez o que aconteceu. Bom, quando eu cheguei em casa, eu fui direto para o banheiro vomitar. Eu não conseguia mais parar de vomitar. Era como se eu tivesse, sabe, com uma virose.
Eu nunca pensei que algo assim fosse acontecer comigo, nunca mesmo. Passados alguns dias, a polícia encontrou os restos da Júlia naquele local e somente porque os pais dela denunciaram o seu desaparecimento. Eu não tive coragem de fazer isso. Eu tive muito medo, pois sei que há muitas pessoas poderosas envolvidas por trás disso. Depois eu fiquei com trauma de sair de casa à noite e nunca mais frequentei festas ou coisas do tipo e nunca voltei nem perto do lugar onde aquilo aconteceu. Eu comecei a frequentar a igreja pedindo proteção divina, pois vi que a maldade humana
pode ser muito maior do que qualquer tipo de maldade espiritual. Eu levei anos para contar essa história para pessoas da minha família, com medo de que a história se espalhasse e alguém daquela seita bizarra descobrisse e viesse atrás de mim ou de alguém que eu amo. Esse foi o relato, Leandra. Eh, quando eu ouvi pela primeira vez, eu fiquei chocada e não acreditei na minha amiga, mas com um pavor nas palavras que ela me contou e me pediu, né, para não espalhar para ninguém, acho que pode realmente ter acontecido com a irmã dela. E aí,
o que você acha? Eh, manda um beijo. Espero que conte o relato e abraço. Ó, um beijo. Muito obrigada por ter enviado. E gente, eu tô assim chocada, chocada, chocada. Eh, eu não sei por qual motivo. Eh, eu não sei por, mas eu achei que eh seria alguma coisa com a irmã, com a irmã dela. Não sei se foi, eu acho que foi pela forma. Eh, ah, não, é porque eu me confundi mesmo. Na época a dona, a pessoa que enviou tinha 17 anos, ó, na época. É isso que eu não entendi. [Música] Ó, eu
e minha melhor amiga Sandra somos amigas de infância. Na época eu tinha 17 anos e morava com meus pais e minha irmã mais nova. Eu não entendi a Sandra que tinha 12 anos, porque ela ela botou eh eu vou contar o relato como se fosse Ah, tá, agora eu entendi. Eh, no caso, eu vou contar como se fosse a irmã da Sandra. Agora eu entendi a história. No caso, a Sandra é a melhor amiga da moça que me enviou o relato. Só que a história não aconteceu com a Sandra. A história aconteceu com a irmã
da Sandra. Agora eu entendi. Agora eu entendi. E gente, que loucura, né? Eh, eu fico muito pensativa que assim, não sei se talvez realmente era uma seita. É, não sei também, né, gente? Mas que maldade, tipo, é uma coisa nojenta, sabe? Eh, tipo, eles tiveram relação sexual com a menina morta, né? É necrofilia isso. Isso é muito nojento. Isso é muito asqueroso. Então, ai, sei lá, tipo, por que que uma seita faria uma coisa dessas, entendeu? Não sei também, porque eu não conheço, né, gente? Deve existir vários tipos de seita aí pelo Brasil, pelo mundo
afora. Então também não tem como saber se tem algum fundamento. Isso, mas que troço nojento e bizarro. E sabe uma coisa que deve ter ficado muito na cabeça dessa menina que passou por isso, que ela ia passar ali sozinha e a moça não deixou, que tem a parte, né, da história que fala eh que ela ia. Aí a moça falou: "Não, não vai sozinho, eu vou com você. Então, como que fica a cabeça da pessoa que passa por isso e se salva, né? Porque, pô, se ela não tivesse vindo, teria sido eu e a pessoa
teria se salvado. Então, é muito bizarro, né? Tipo, a pessoa deve ficar com a mente muito conturbada depois de passar por uma coisa dessas. Mas enfim, ó, um beijo, muito obrigada por ter enviado o relato. E gente, o próximo se chama relato pesado. É. Oi, Leandra, eu amo seu canal e você já contou alguns relatos meus e eu fico muito feliz toda vez que chega uma notificação de que saiu vídeos novos. E as coletâneas que eu mais gosto são os relatos mais pesados e o de lugares assombrados. E hoje eu vim contar uma fofoca sobrenatural.
E eu digo fofoca porque foi uma história que eu em particular não participei. Eh, só assim acompanhei por alto, mas foi algo bem bizarro que até hoje me deixa meio pensativa. Então, chega de enrolação e vamos para o relato. Bom, antes de começar a história, eu adianto que vou mudar os nomes para preservar a imagem e não vou citar exatamente a cidade, mas foi em uma cidade pequena aqui do Espírito Santo. Deus é aqui do meu estado. Ai, que medo. Aí ela botou. Amo ter nascido no mesmo estado que você. Então vamos lá. No começo
de 2014 eu estudava em uma escola e estava na sétima série. Eu, particularmente, não era popular e não era nem bonitinha, mas tinha amizade ali com a galerinha mais popularzinha da minha sala. E entre elas tinha a Laura, que é um nome fictício. A Laura era dessas meninas novas e bonitas que todos da escola queriam namorar e eu era amiga dela. Começamos a andar em um grupinho e e em determinada época a Laura começou a namorar com o Jorge. E é ele, o Jorge, o nosso personagem principal da história. Jorge nessa época tinha 16 anos
e ela era e eu acho que é ele era aquele típico garoto bonito, popular, bem educado e que todos adoravam. Mas tinha algo de estranho com ele. Ele algumas vezes parecia ter um olhar meio vazio e ruim, como se escondesse algo perturbador. Mas enfim, como eu era amiga da Laura e andávamos em um grupinho, consequentemente, né, eu estava perto de Jorge e notávamos alguns comportamentos estranhos por parte dele, de, por exemplo, ridicularizar coisas religiosas. E ele também nunca falava o nome de Jesus. Devo ressaltar que o Jorge tinha uma moto que era caríssima para a
época. Andava bem vestido, até mesmo com jaqueta de couro. Comprava várias besteiras e distribuía pra gente. E ainda fazia algumas festas que ele alug alugava ali um clube com piscina e tudo mais. Porém, os amigos comentavam que achavam estranho o fato de Jorge andar bem vestido e ter tanto dinheiro, pois a mãe dele era o contrário, ela era bem humilde e simples. E, bom, tinha também ali uma casa simples. E o Jorge parecia muito que era, sei lá, o filho de alguém muito rico, influente, mas não era. E apesar de estudar com a gente, né,
em escola pública, mas é aquilo, né? Quem iria questionar o garoto bonito, popular e cheio de grana, não é mesmo ninguém, né? Havia também burburinhos que ele era envolvido ali com drogas. E de fato eu confesso que eu acreditava muito nessa teoria, pois nada daquilo, né, do dinheiro e tudo mais fazia sentido, sabe? um garoto de 16 anos com uma moto daquelas, eh, todos os dias com bolos e mais bolos de dinheiro. Era de fato tudo bem estranho. Porém, o motivo de tudo veio à tona quando em uma tarde Jorge contou algo entre nós ali
do grupinho e depois desse dia, tudo na vida dele mudou. Ele chegou na escola bem triste e um tanto quanto calado nesse dia. Até que no recreio ele resolveu nos contar. Ele pediu para que nós todos ali eh mantermos segredo e que caso a gente não acreditasse nele, não era pra gente debochar da situação. E assim foi. Ele disse que havia feito um pacto. Sim, um pacto. E nos contou que ele fazia parte de uma seita, que quando tinha reuniões dessa tal seita, eles tinham que beber sangue e fazer uns rituais que ele não quis
mencionar. e que eles cultuavam um demônio e que por isso ele tinha tanto dinheiro, por isso ele tinha uma moto tão cara e por isso estava sempre tão bem vestido, mas que ele estava cansado e arrependido e que queria sair, mas tinha medo, porque se ele saísse, ele iria ter que pagar o preço. E ele disse que o preço era muito alto. Lógico que nós não acreditamos, mas também não falamos nada. E ele não esboçava nenhuma reação daquilo ser brincadeira. Ele falava muito sério e com muito medo. Depois desse dia, o Jorge mudou da água
pro vinho. Aquele rostinho lindo, cheio de luz e que encantava todos por onde passava, passou a ser um rosto triste e infeliz. E ele tinha olheiras profundas, um olhar de alguém que não dormia há muito tempo. Parou de ser extrovertido e de querer companhia. começou a se isolar e ficar sempre distante ali pelos cantos e sempre olhava para todos os lados como se tivesse esperando alguma coisa ou sendo observado. Terminou com a Laura, dizia que ele não tinha mais cabeça para namorar e que precisava ficar sozinho. E até mesmo os professores comentavam o quanto Jorge
estava diferente. Mas a bomba veio mais ou menos uns dois meses depois de Jorge nos contar sobre o tal pacto, quando em um belo dia eu voltando de viagem notei a funerária lotada de pessoas, um cartaz de luto na porta da escola e no dia seguinte a notícia. Jorge havia batido de frente em uma árvore e quebrou o pescoço e morreu na hora. Mas não era um acidente comum. Jorge havia se suicidado e além disso ele deixou uma carta e o que dizia na carta foi motivo de conversa pela escola durante semanas. Dizem que ele
escreveu pra mãe que ele amava muito, que se ele pudesse voltava no tempo e teria feito tudo diferente. Lá ele mencionou o tal pacto e disse que ele teria desfeito o pacto e por conta disso ele estava sendo atormentado. Ele via e ouvia coisas. Ele não conseguia dormir porque era como se algo perturbasse ele a noite inteira e que um demônio o perseguia e dizia que ele precisava pagar o preço. Disse que estava cansado e com medo e por conta disso o suicídio. Bom, Li, foi isso muito triste. Ele era bem novo e tinha uma
vida toda pela frente, mas infelizmente teve esse fim tão horrível e trágico. Nossa, realmente. Aí o relato acaba por aqui, ó. Um beijo, muito obrigada por ter enviado. E gente, que cara, que loucura. É, é muito doido. É assim, é o que eu até comentei nos outros relatos. Às vezes a pessoa ela tá passando por um momento difícil, um momento de fragilidade. Às vezes, eh, ele não era um adolescente, não gostava da situação financeira que ele se encontrava, eh, não aceitava, né? E aí resolveu buscar esse tipo de ajuda, eh, né? Resolveu buscar esse tipo
de coisa, essa seita. E aí depois que ele deve ter visto que o buraco era bem mais embaixo do que ele imaginava, ele quis sair. Infelizmente não teve como. Acredito que para ele sair assim ele devia ter que pagar alguma coisa que também deve ter assustado ele. Então, por isso ele decidiu assim sair sem querer pagar. Então vai saber também o que atormentava ele, coitado. Então assim, única coisa que eu peço assim a Deus é que ele tenha talvez tenha, talvez não, que ele tenha encontrado paz, né? Que sei lá, ele tenha ido para um
lugar bom, porque eu fico realmente com pena de dessas coisas, sabe? Porque às vezes a pessoa tá num momento de fragilidade, é na hora que ela cai em si que ela fez com a vida dela e aí já é tarde demais. Então eu fico com pena. Ai, mas enfim, obrigada por ter enviado o relato e agora a gente vai pro próximo que se chama O sumiço da minha vizinha. Olá, Li. Pode me chamar de Dri, que é de Adriana. Esse é meu nome verdadeiro. Não há problema algum em você citar ele. O meu nome é
real, mas os demais nomes que vão aparecer no decorrer do relato e já foram trocados. Então pode ler sem preocupação alguma. Eu morava em um bairro calmo e uma rua muito tranquila e familiar e tinha 15 anos na época do ocorrido. E como morava nessa rua desde que nasci e a maioria das pessoas ali também éramos vizinhos bem próximos, sabe? Minha família era muito próxima da família de Lídia, que tinha 22 anos na época do ocorrido e morava com seus pais. morava ela, seus pais e duas irmãs. Os demais irmãos mais velhos já não moravam
mais com eles. Lídia era uma mulher tranquila, tava sempre sozinha, nunca tinha visto ela namorando até então e trabalhava com flores, sabe? Tipo montando arranjo assim para para festas e cerimônias, coisas do tipo. Era muito reservada, mas sempre muito simpática. A gente não era assim muito íntima, mas sempre que nos víamos assim, nos cumprimentávamos e trocávamos uma conversa ou outra, mas não éramos amigas. Uma pena, porque ela parecia ser uma mulher muito doce e gentil, mas também tinha, né, a diferença de idade e talvez por isso não éramos muito próximas. Eu não me recordo muito
bem o porquê, mas enfim. Eh, tudo começou quando ela conheceu um cara em um retiro espiritual de fim de semana que ela foi com uma amiga dela. O nome desse rapaz era Elias. Ela até comentou comigo por alto, dizendo que ele era um rapaz diferente, que falava assim coisas bonitas e profundas para ela e que ela tinha gostado bastante de ir nesse retiro, que lá foi falado sobre energia. eh, libertação espiritual. E lá eles também tomaram o chá de auasca. Eh, eu fiquei muito pensativo ali se eu colocaria isso ou não, porque eu não quero
demonizar eh a consagração de de Auasca, eu lendo errado, mas acho que se eu não colocasse eh ia ficar faltando algo na história. Mas enfim, em pouco tempo ela começou a mudar. Ela parou de usar celular. Na época não se usava muito igual hoje em dia, mas era comum, sabe, as pessoas mandarem SMS e ela parou de usar. Dizia que a tecnologia contaminava o espírito e passou a falar sobre uma tal comunidade que ficava no interior tal, que eu não vou mencionar o nome, onde as pessoas viviam ali como irmãos, eh, sem dinheiro, sem mentiras.
eh com muita paz e que eles eh consumiam consumiam o que plantava e que ela estava com muita vontade de ir morar lá, porque ela queria encontrar uma paz absoluta que esse lugar prometia para as pessoas. E é óbvio que ela não ia sozinha. Ela queria ir com o rapaz, com o Elias. E aos poucos, Leandra, ela vendeu tudo o que tinha. Ela largou a floricultura onde ela trabalhava, doou os móveis ali do quarto e vendeu o carro dela, que era um fusquinho amarelo que ela amava mais que tudo. E quando ela vendeu o Fusca,
foi ali que toda a família viu que realmente ela ia se mudar para esse lugar, porque o Fusca era algo que ela amava muito e ela até vendeu ele, né? Lembro que um dia ela até bateu na minha porta com uma caixa ali de livros e algumas roupas. eh, para me dar. E foi ali que ela me contou que embora que estava renascendo e me abraçou muito feliz e até disse que se um dia eu cansasse desse mundo, eu podia procurar ela, ela lá. E assim, Leandra, eu sei que eu só tinha 15 anos na
época, mas a primeira coisa que me veio na mente foi: "Esta menina só pode estar drogada?" E até hoje, Li, sempre que alguém vem com esses papo de paz e de natureza e dessas coisas, eu acho que a pessoa tá drogada, porque não é possível tanta paz espiritual em uma pessoa só. Mas enfim, voltando pro relato, os pais e os irmãos ficaram muito preocupados, mas ela era adulta e não tinha muito o que fazer. Passaram-se ali uns meses e ela não dava mais notícias. Então, a família tentava buscar informações e acabou pedindo para um primo
meu que trabalhava na polícia para puxar informações ali sobre esse lugar. E aí ele descobriu que a tal comunidade era uma seita espiritual espiritualista que já tinha sido investigada por manter pessoas, as pessoas isoladas, sem contato com a família, com práticas ali de jejum extremo, eh silêncio forçado e até sessões de cura que mais pareciam tortura psicológicas. Eh, e somente para mim, essa parte aqui agora não foi contada pra família dela, porque ele achou meio nada a ver, mas ele disse que viu também sobre o lugar ter uma lenda de que quem tentava sair acabava
enlouquecendo ou desaparecia. Mas como eu disse, isso ele não falou pra família porque era tipo uma lenda, né, algo mais místico e não queria encher a cabeça da família com isso, que assim já estavam passando por esse problema todo. Então ele só contou para mim. Ele me contou também que teve uma mulher que acabou fugindo de lá e quando ela conseguiu escapar, ela estava desnutrida e tendo surtos de pânico, dizendo que ouvia eh uma voz como se fosse a voz de um mestre e que ele ficava chamando por ela e que as mulheres eram escolhidas
para rituais de purificação que envolviam. Acho que você já pode imaginar, Leandra, eu prefiro não escrever. Ela deve estar falando de algum tipo de abuso sexual, mas enfim. Bom, a família denunciou, mas depois fiquei sabendo que como não tinham provas, não deu para fazer muita coisa. Inclusive o meu primo até comentou comigo que a tal seita vive em uma área particular. E quando essas pessoas elas vão para lá, elas assinam papéis dizendo que estão lá por vontade própria e por serem todas adultas. fica muito difícil da polícia poder fazer alguma coisa. E quando a polícia
batia lá, todos demonstravam querer estar lá, mesmo parecendo estarem assim todos drogados e atônitos, como se alguma coisa tivesse, sei lá, feito uma lavagem cerebral neles. Eu só sei que depois de muito custo não vou saber explicar como, porque a família também não compartilhava tanto assim eh sobre, né? Mas eu só sei que com muito custo eles conseguiram tirar ela de lá. Ela estava muito magra, o cabelo estava mais curto e de outra cor. Era assim, outra pessoa. Parece que eles fizeram isso realmente para ninguém reconhecer ela. E ela voltou muito perturbada. Durante meses. A
família tentava ajudar, né, fazer ela melhorar, mas ela tava muito perturbada das ideias. Às vezes ela saía de madrugada gritando pela rua. Eh, e quando isso acontecia, ela acordava todo mundo e com muito custo a família levava ela para dentro da casa de novo. Ela chegou a agredir bastante pessoas da nossa rua, mas ninguém dava parte dela assim na polícia por conta de saber do que estava se passando. Ela também matava gatos e cachorros da rua. Era bem bizarro a situação, Leandra. Até que um dia ela se enforcou com uma corda em uma árvore que
tem nessa mesma rua onde todos nós morávamos. Eliandra, foi terrível acordar de manhã cedo e ver aquela cena. A rua inteira ficou em choque lá parado, vendo o corpo dela ali pendurado. Bom, após a sua morte, eu lembro da família comentar que ela vivia dizendo que algo estava perseguindo ela e que ela se arrependia de ter entrado para essa tal seita. O que ela passou nesse lugar é uma incógnita que ela levou para o túmulo, já que nunca contou para ninguém. Mas acredito que tenha sido algo bem bizarro e algo muito forte espiritualmente falando, porque
era algo que não só mudou eh assim, não que não, pera aí, porque era algo que não não só a mudou, mas é que não só mudou ela, mas que também parecia estar perseguindo ela. Eu não sei se essa seita ainda existe. É, eu até tentei procurar algo sobre na internet, mas confesso que não encontrei nada. Bom, esse foi o meu relato. Eu espero muito que você o escolha para uma de suas coletâneas. Um grande beijo, ó. Um beijo. Muito obrigada por ter enviado o relato. E assim, eh, realmente, tipo, das duas uma, né? ou
realmente é alguma coisa espiritual que ela passou lá alguma experiência, eh, né? E aí depois, por ela ter saído, por ela ter sido tirada de lá pela família, o negócio continuou perseguindo ela, já que o o primo, né, o primo da seguidora, eh, contou para ela que tinha ali alguns relatos que levava para um lado mais místico da coisa de pessoas que ficaram perturbadas, que, né, tinha algo perseguindo. Então, pode ter sido isso. Como pode ser também o quê, gente? Eh, tem a questão da consagração da Iuasca, né? E a gente sabe, né? Se você
não sabe, você tá sabendo agora. Nem todo mundo pode consagrar a Iuasca, porque se você tiver algum problema psicológico eh aí na cabeça, né, e você não souber, às vezes a pessoa até sabe, vai e toma mesmo assim. Mas independente se você sabe ou não, pessoas que tm problemas de cabeça, eu vou falar assim para todo mundo entender, não pode tomar aca, na verdade não pode consumir nenhum tipo de droga, nenhum tipo de alucinógeno, tá? Então vocês aí, ó, adolescentes que me assist assistem, vocês que gostam de, né, fumar uma maconhazinha, às vezes usar LSD,
uma coisa do tipo, ou até pensa a questão da consagração da IASCA, primeira coisa que você tem que fazer é procurar um psiquiatra e ver se você não tem nenhum problema de cabeça. Dá uma olhada aí na sua família, eh, se você não tem casos, porque, gente, não pode. Então, é uma coisa que pode ter acontecido com ela. Ela pode ter ali começado a consagrar. No início ela tava gostando, tava legal, só que chegou um certo momento que ela, o cérebro dela não voltou mais. E aí foi onde ela ficou bem perturbada e vai causando
ali uma perturbação, uma perturbação e a pessoa vai e comete suicídio. Então tem essa essas duas opções e das duas foi uma dessas coisas. Ou realmente era algo espiritual ou pode ter sido algo mental. Porque de fato, gente, a Iuasca é muito perigoso. Não tô falando de uma forma, né? Eh, não tô discriminando, porque eu sei que tem pessoas que tomam, que se dá super bem, que gostam e que para essas pessoas foi assim uma experiência incrível, mas infelizmente quem tem problema de cabeça não pode tomar, igual eu tenho, né? Tipo, eu tenho o diagnóstico
do TDH e da bipolaridade e toda consulta psiquiatra e psiquiátrica a minha médica sempre reforça. Ó, você não pode beber, você não pode fumar nenhum tipo de droga, você não pode usar nenhum tipo de alucinógeno, pelo amor de Deus, nunca chegue perto. Então eu não posso. Então assim, quem tem problema mental não pode, às vezes a pessoa não sabe, entende? E aí acontece desse problema que a pessoa tem, que antes ela nem sabia, acaba sendo agravado por conta do alucinógeno. E é aquilo também, ela não fala nesse relato, mas é uma coisa que eu até
vi sobre isso em algum lugar, acho que foi no TikTok, que quando eles assinam esse negócio, tipo, ai, querendo dizer que a pessoa quer tá lá, se eu não me engano, eh, a pessoa ela recebe alguma coisa, entendeu? Tipo, esses lugares eles não vivem, não sobrevivem de luz e gratidão, não. Eh, por exemplo, se essa menina ela tinha algum salário, alguma coisa que ela recebia por mês, eles passam a receber. E e assim, se ela não recebia, você pode ter certeza que o de o dinheiro de alguma outra pessoa cai e ajuda todo mundo que
tá ali. É tipo isso, entendeu? Então, pode ser que lá dentro eles também eh dê eh dê muita droga, dê muito, por exemplo, no caso ali ele falou do da do aasca, mas pode ser outro tipo de droga também, pode dar alguma coisa em excesso para essa pessoa ficar ali, porque ali eles estão ganhando dinheiro. Então, tipo, gente, tem que ter muito cuidado, sabe, com os lugares que que frequenta, com os lugares que a gente se entrega, assim. Eu sei que às vezes no início pode ser tudo muito lindo, muito bonito, você pode sentir ali
uma conexão muito grande, mas sempre tenham muito cuidado, porque você cair numa cilada dessa aqui, pensa aí, você vai para um lugar longe de tudo e todos que ninguém sabe direito onde que é e você começa a tomar chá, toma chá e quando você vai ver você já não tá respondendo por você porque você já tá, né, com a cabeça, com a mente extremamente confusa. Então é muito, muito, muito perigoso. E esse, inclusive esse último, esse foi o último relato da nossa coletânia. Eu espero que esse último relato fique inclusive como uma grande lição para
todos vocês que estão assistindo, para terem sempre muito, muito cuidado, tá? Mais uma vez, não é? É, é falando mal do Iasca, gente, óbvio que não, mas sempre tomem muito cuidado, tá? Muito cuidado com o que vocês vão usar, com os lugares que vocês vão frequentar, porque coração do outro é terra de ninguém. Então você não sabe o que a outra pessoa pode estar planejando. Mas enfim, eh esses foram os relatos de hoje. Espero muito que vocês tenham gostado. Quero agradecer a vocês, eh, que tenham enviados e enviado esses relatos e quero agradecer também a
você que tenha ficado até o final do vídeo. E é isso, um grande beijo, tchau, tchau. E eu vejo vocês no próximo vídeo.