[Música] Estamos começando mais um programa Luz para os meus Passos. Que alegria ter você aqui conosco, assistindo pela TV Canção Nova. E você que nos acompanha pelo meu canal do YouTube, Freilson Barçond Monte.
canal do YouTube de Dom José Francisco Falcão. Seja muito bem-vindo. Aqui é um programa onde você vai aprender sobre a palavra de Deus, onde Deus vai falar muito forte ao seu coração.
Não tem como eh entender que a gente só vai estudar. Não é um estudo somente, é Deus falando conosco. Este programa é Deus falando com você.
Esse programa é Deus orientando a sua vida. Este programa é Deus iluminando seus passos, o seu caminho. Seja muito bem-vindo.
E olha, chegamos neste programa a um ponto importantíssimo. Esse programa tem pouco tempo que começou na TV Canção Nova e já tem sido uma bênção, muita gente acompanhando, tanto todo domingo à noite na Canção Nova ou depois através do canal do YouTube. Já é um sucesso esse programa.
E começamos com uma introdução e essa introdução acaba hoje. Então, olha, olha que que bção. Chegamos a este ponto aonde fizemos um longo caminho de introdução a toda a Sagrada Escritura para que você e eu tenhamos base para entender melhor o Antigo Testamento.
Lembrando que este programa, o foco central é o Antigo Testamento. Obviamente não tem como ler o Antigo Testamento sem a luz do Novo. Por isso que a gente acaba estudando toda a Sagrada Escritura.
Mas hoje, então, acabamos essa introdução. Eu já aviso para você que nós vamos iniciar uma série de programas falando sobre pecado original. Num dos programas foi isso que Deus inspirou.
E fico feliz por quê? Porque é algo que está lá no início do Gênesis, o pecado original. Então, a gente vai na origem, a gente vai no princípio de tudo ali que atingiu o ser humano.
Então, prepare-se. Hoje mesmo a gente começa. Mas antes precisamos só encerrar a nossa introdução que faltou apenas tratar sobre os imperadores da época, eh, porque vimos nos programas passados o quadro cronológico do Antigo Testamento e do Novo Testamento.
Então, falta só mais um pouquinho. A gente vai então terminar agora neste primeiro bloco a introdução de toda a Sagrada Escritura e depois seguimos para o pecado original. Seja bem-vindo, pega a sua Bíblia, pega suas anotações.
Programa de hoje vai ser bom demais. Mas antes de tudo, quero acolher desde já Dom José Falcão, que está conosco. Sua bção.
Deus abençoe sua vida. Que alegria estar aqui, Dom José. Que alegria.
Estamos hoje terminando essa grande introdução. E nos programas passados, eh, o senhor fez um, o senhor nos ajudou com esse quadro cronológico a entender mais ou menos o nosso Antigo Testamento ali, desde o livro do Gênesis até chegar a Jesus Cristo. E depois o Senhor também já nos ajudou eh ali os 100 anos da era cristã depois de Cristo.
E ficou de a gente tratar dos imperadores romanos do primeiro século da era cristã e e os quatro imperadores. Gostaria então de dar a palavra ao Senhor para que o senhor termine essa grande introdução e o por que esses imperadores são importantes a gente entender o papel deles aqui. A revelação cristã, ela que tem origem na antiga aliança.
Já vimos todo esses, fizemos esses curso histórico e bíblico também. é uma revelação na história. E a história ela é feita de personagens, personagens que integram o mundo bíblico.
E dentre esses personagens personagens nós temos personagens do povo hebreu, Antigo Testamento, e temos obrigatoriamente a presença de personagens que não são do mundo hebreu, do mundo hebraico. Conhecemos os imperadores que fizeram parte, que integram, que estão descritos nos livros do Antigo Testamento. Ciro, rei da Pérsia, Nabuco Donozô, rei de Babilônia, etc.
Depois vemos os generais do mundo eh helênico, não é? Alexandre Magno e aqueles as dinastias que se seguiram após a morte de Alexandre Magno. Depois vemos eh os Lágidas, depois vemos o Império Romano eh até chegar em Jesus Cristo.
E em nosso Senhor Jesus Cristo, nós temos o mundo romano. Uhum. A Terra Santa era eh província da eh do Império Romano e o Império Romano tinha como imperador aquela maior autoridade que residia em Roma.
E assim foi até a morte do último dos apóstolos São João. Por que eu achei conveniente a gente citar esses imperadores? Porque primeiro um é muito importante porque foi graças à decisão dele que São José teve que sair de Nazaré da Galileia para Belém, para o recenciamento e texto que aparece explicitamente nos Evangelhos da Infância São São Lucas, sobretudo São Lucas e São Mateus.
Temos também eh no final da da da era cristã, da do da era apostólica, eh um imperador que não é citado, mas nós sabemos que foi decisão dele, dele eh de perseguir os cristãos. ocasião em que São João teve que fugir para a ilha de Pátimos, da sua diocese a Éfeso. Então isso aconteceu no pontificado no governo de Domiciano.
E um pouco antes, né, no contexto da perseguição, pelo menos dizem os historiadores, pontual, apenas na cidade de Roma, os cristãos daquela cidade foram perseguidos e naquele contexto morreram São Pedro e São Paulo. Nero, Nero, o imperador Nero. Então, eu acho importante que a gente veja desde o nascimento de Jesus até a morte do último apóstolo, quais imperadores governaram Roma?
Porque nesse período nós temos nascimento de Jesus, sua morte, ressurreição, a ação da igreja, a conversão de São Paulo, as perseguições, as viagens missionárias de São Paulo. São Paulo é preso o final do dos Atos dos Apóstolos, capítulos 27 e 28, São Paulo vai para Roma. Ele pede a em Cesareia marítima para ser levado para Roma porque quer ser julgado pelo imperador.
Termina assim. É o primeiro exílio dele em Roma. O segundo é que é doloroso o contexto da segunda a Timóteo.
Então, situar a igreja no mundo romano é importante. Uhum. Para que a gente diga, não, São Paulo a Quem era o imperador em Roma?
fulano. As decisões do império sempre elas repercutem nas províncias, não é? Porque os governadores, os tetrarcas, eles cumprem as ordens dos imperadores.
Por isso que eu achei importante. Vamos lá. Vamos.
Bem, nós temos do dia do ano 27 antes de Cristo até o ano 68 depois de Cristo. O quê? Nós temos uma dinastia Júlio Claudiana.
Porque se chama assim, Júlio por causa de Júlio César. Uhum. Que é o imperador que governa Roma quando Jesus nasce.
O que é uma dinastia de pai para filho. Quando chegamos no ano 68, a gente vai ver que é um caos na cidade de Roma. A disputa pelo poder leva Roma a viver uma instabilidade política tremenda.
É o ano dos quatro imperadores. Um assume, depois o outro vai e manda matar ou ele mesmo mata, depois vem o outro e e vem o golpe de estado e assim por diante. No único ano, eh, tivemos quatro imperadores.
Nossa. Sim, sim, sim. A gente vai ver isso.
É antigo. Essa realidade é antiga. Ah, é, é verdade.
E não, não é um privilégio, entre aspas, do império romano, não. Isso acontece em todos os impérios, essas disputas, essas intrigas palacianas. É verdade.
Aí depois nós tivemos uma relativa estabilidade quando o Vespasiano instaura a uma dinastia. Aí de novo volta de pai para filho, de filho para neto, de neto para ou de primo, de sobrinho, enfim, de filho adotivo e assim por diante. Então vamos lá.
Vamos. O primeiro imperador, aquele durante cujo pontificado governo nasce Jesus Cristo é Augusto. Nome em latim, Gaios Júlios, César, Octavianos, Augustos, sobrinho neto e filho adotivo de Júlio César.
Lembra de Júlio César que casou com Cleópatra, aum, não é a imperatriz do Egito. Pois bem, eh esse esse é o primeiro da era cristã. Depois, Tibério.
Sim, Augusto, ele governou o Império Romano do ano 27 antes de Cristo a 14 depois de Cristo. Então, quando ele morreu, Jesus era um adolescente. Depois, do ano 14 ao ano 37, Tibério, seu nome completo em latim, Tibérius César Div Auguste, filhos Augustos.
é um enteado, exgenro e filho adotivo de Augusto. Tá tudo em família. Então, quando nosso Senhor morreu e ressuscitou, Tibério Uhum.
governava o império. Pentecostes também depois dos primeiros anos da história da igreja após a efusão do Espírito Santo. Então aqui o Tibério quando Jesus morreu aí e quem é, só pro pessoal entender, por exemplo, Jesus conversa com Pilatos.
E quem é Pilatos nessa história? Ah, tem Pilatos era o governador. Ah, é governador.
Governador da província da Terra Santa. Sim. Governador da Judeia.
Sim. Então, acima dele era o Tibério. Sim.
os governadores, agora a vossa reverendíssima me pegou se acima do governador tem alguma outra autoridade antes do imperador. Me parece aqui eu não tenho certeza que os governadores eram nomeados pelo próprio imperador. Sim, mas eu eu não posso responder com foi um disparo.
faz as perguntas assim como se se o governador de uma província respondia diretamente ao imperador, eu vou emitir minha opinião. Sim, mas é opinião. Uhum.
Bem, muito bem. Então, chegamos ao terceiro imperador da era cristã de péssima fama pelas suas extravagâncias, segundo os historiadores, pela sua devastidão. Calígula.
Ele governou do ano 37 ao ano 41. Eh, Calígula não era nome. Calígula é diminutivo de sandália.
Ciger e em latim são as sandálias que os militares usam quando vão em batalha, né? Então ele eh quando era criança eh o seu eh o seu eh pai chamado Germânicos o levava para brincar entre os militares e ele vestia aquelas roupas de de militar, né? e usava as sandalhinhas.
Calígula, caliga, caligué e caliga ou calig no plural são sandália. Sandália, sandálias. Calígula é sandalhinha.
É um apelídio. Um apelídio. Mas na verdade o nome dele era Gaios Júlios César Augustos Germânicos, sobrinho neto e herdeiro adotivo de Tibério, bisneto de Augusto.
Aqui também dá para entender que a língua oficial era o latim. Sim. do Império Romano.
Sim, ainda que se falassem várias partes do império o grego. Uhum. E especificamente na Terra Santa o hebraico e o aramaico.
Tanto é que eh foi determinado que Herodes mandou Herodes ou Pôcio Pilatos, agora eu tô em dúvida, colocar os letreiros nessas três línguas. Jesus Nazareno, rei dos judeus. Sim, mas a língua oficial do Império Romano era o latim.
Sim. Uhum. Bem, Calígula.
Então, Calígula, veja, governou pouco tempo. Foi um governo de bom de muitas excentricidades. Era uma pessoa, dizem os historiadores, de um temperamento e de condutas reprováveis.
Depois da morte de Calícula, vem Cláudio. Governa o império do ano 41 a 54. Tibérius Cláudius César Augustos germânicos, tio de Calígula e sobrinho neto de Augusto.
Tudo família, né? Tudo família. Depois aí sim, dentre todos esses vemos aparece agora essa figura terrível.
que determinou a primeira perseguição aos cristãos. Muito se escreveu a respeito do incêndio de Roma durante o seu durante o seu governo. Alguns dizem que ele que foi iniciativa dele, outros dizem que ele culpou os cristãos por terem sido os responsáveis por esse incêndio, etc.
Em todo caso, disputas de história à parte, propostas, etc. O fato é que os cristãos foram perseguidos por ele, por determinação dele. E foi uma perseguição, não foi em todo o império, foi em Roma e nos seus arredores, mas muitos cristãos morreram.
E é nesse contexto que morrem. Vamos ver. E já já vimos no quadro histórico o martírio de São Pedro, que acontece no ano 66.
Aham. E depois, antes, antes executado também na mesma cidade. Então, sobre o domínio de Nero morre São Pedro e São Paulo.
São Pedro e São Paulo. Exatamente. Sim.
Depois era com era com ele que acontecia aqueles que falam que colocavam leões aquele e no coliseu para matar os cristãos, para fazer aquele espetáculo. O coliseu realmente para nós católicos, ele é um lugar sagrado. Eh, já há muitos, muitos, muitos anos que os pontífices na sexta-feira santa vão ao Coliseu para eh a recitação, a processão da Via Sacra.
Sim, de fato ali tivemos execuções, mas o coliseu ele foi construído um pouco depois do de Nero. Aliás, ele se chama oficialmente o coliseu se chamava anfiteatro Flávio, em homenagem exatamente ao seu ao seu aquele que inaugurou Titos Flávios Vespasianos Augustos é o nome o nome de Tito em latim. Então, anfiteatro Flávio, Flávio, Coliseu, Coliseu ou Colosseu, porque é algo colossal, etc.
Era uma construção moderníssima e inovadora para a época. Então, eh, provavelmente os cristãos foram sacrificados no circo de Nero. Uhum.
Que é um outro local, eh, onde o próprio imperador determinou que eles fossem executados. As execuções elas eram públicas e os corpos ficavam expostos. justamente para que a população visse como servisse de com como que servisse de exemplo para as pessoas que aqueles grandes criminosos e os corpos ficavam lá, etc.
Depois os cristãos iam e pegavam os corpos e dos seus irmãos na fé e sepultavam. Mas eh o Coliseu ainda não tinha sido construído e porque estamos ainda em Nero, não é? Certo?
Estamos em Nero. Nero governa de 54 a 68. Nesse período são e e martirizados São Pedro e São Paulo e tantos outros.
E tantos outros. Nome oficial dele, Nero Cláudius César Augustos Germânicos, sobrinho neto em teadro, genro e filho adotivo de Cláudio, o imperador anterior, Tataraneto de Augusto. Bem, o governo de Nero foi muito conturbado.
Alguns defendem que ele se suicidou, outros que ele foi assassinado. Enfim, foi uma morte trágica a dele nesse contexto de uma Roma, de uma capital muito conturbada. Bem, e aí o que é que acontece?
a disputa pelo poder. E aí é o ano, o ano 68 do do ano 68 a 69, nós temos o ano dos quatro imperadores, Galba, Otão, Vitélio e Vespasiano. Galba governou poucos meses, do finalzinho de 68 ao início de 69.
Sérvios Supícios, Galba, César Augustos. Ele era o governador de uma província romana, a Espanha. Espânia, mais ou menos onde hoje é a Península Ibérica, Espanha.
Espanha vem de Espanha, né? Espanha, Portugal, etc. Por ali, né?
Teve momentos em que a província da Espanha se tornava maior, menor, etc. Bom, esse governador, ele revoltou-se contra Nero e tomou o poder após o seu suicídio. A tese mais aceita entre os historiadores é que, de fato, Nero cometeu eh suicídio.
Bem, mas Otão poucos meses depois, Marcos Salvios Oto, César Augustos, ele toma o poder por meio de um golpe de estado contra Galba. Veja que Galba não é da família, é da dinastia eh de Flávio, a dinastia anterior que a gente viu, não é? Uhum.
O estado de pai para filho, não? E depois, poucos meses depois de Otão ter dado um golpe de estado, vem Vitélio. Aulos Vitelos, Germânicos Augustos, governador da Germânia, Germânia Alemanha, aquela região da Alemanha, mas não é a Alemanha de hoje, era uma região bem mais ampla.
Ele toma o poder em oposição a Galuba e a Otão. Aí chega poucos meses depois Vespasiano. Vespasiano se chamava Titos Flávios Vespasianos César Augustos.
E aí sim ele vai fundar a dinastia. Agora todos os imperadores romanos vão ser da minha família. E acabou sendo, pelo menos até mais para a frente.
É a dinastia. é Flaviana. Por quê?
Porque o nome dele é Flávios. Titos Flávios. Ele governa de 69 a 79.
Veja, eh, durante esse período, o que é que nós temos aqui no ano 70? Nós temos a decisão dele, a decisão dele de mandar para Jerusalém, para Jerusalém, o seu próprio filho como general para abafar uma rebelião dos judeus. Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra.
Lembra dessa profecia de Jesus? Uhum. os exércitos romanos, várias legiões lideradas por Tito vão a Jerusalém e lá o templo é destruído e se cumpre a profecia de nosso Senhor.
Por isso, Vespasiano em Roma, partiu dele a decisão de mandar o próprio filho Tito, que com a morte dele vai se tornar imperador. Titos Flávios, Vespasianos, Augustos, filho de Vespasiano. O general na época era general.
Depois o general que invadiu a cidade, destruiu o templo e provocou um massacre. E os que escaparam foram para a diáspora foi o general Tito, filho de Vespasiano. Com a morte de Vespasiano em 79, isso aconteceu no ano 70, Tito vai se tornar imperador de 79 a 81.
Uhum. pouco tempo. E aí o último imperador, eh, digo até pelo menos até a morte de São João, nós temos Domiciano.
Domiciano. Aí sim, essa foi a grande perseguição movida pelo Império Romano contra os cristãos em todo o império. Aí chegamos na época de São João fugindo para a ilha de Pátimos, quando ele teve as visões que redundaram no apocalipse.
Domiciano governou o império romano de 81 a 95. Titos, Flávios, Domicianos, Augustos, irmão de Tito, irmão de Tito e filho de Vespasiano. Ah, eu achei importante citar essas figuras porque quer queira, quer não, muitos dos acontecimentos da igreja no primeiro século, desde o nascimento de Jesus até a morte de São João, tem relação com o Império Romano.
Sim. E é interessante, Dom Dom José, ver como a igreja ela caminhou mesmo, apesar desses imperadores, que o senhor citou, vários imperadores muito ruins. Foi, foi.
E mesmo assim a igreja caminhou, a igreja não afundou. Eh, vemos também que uma coisa é o poder humano do mundo. A igreja não não estava atrelada a isto.
Eh, então, para terminar esse bloco, o senhor podia dar essa palavra de que a igreja subsiste mesmo com governos que não estão a favoráveis ou não incentivam ou não ajudam. Vemos aqui que a igreja continuou e era o período, podemos dizer, o mais forte da igreja de Cristo. Era essa época que estava nascendo.
É, dentre muitas frases de nosso Senhor Jesus Cristo sobre esse argumento importante, importante, eu evocaria o último versículo do capítulo 16 do Evangelho segundo João. A palavra é tribulação. Tribulação.
João 16:33. Ah, o apóstolo Paulo na carta aos Romanos fala que a criação geme dores de parto, com uma expressão que não se aplica só aos homens, mas a toda a criação, aguardando a manifestação gloriosa do Senhor. A igreja, todo essa é a temática de todo o livro do Apocalipse.
A igreja atravessa a história com os seus tormentos, com suas dores, com suas aflições. seus filhos, todos sujeitos a essas a essas intemperes, a essas perseguições, não é? Eh, João 16:33.
Refer-vos estas coisas para que tenhais paz em mim. No mundo havereis de ter aflições, coragem. Eu venci o mundo.
As aflições, elas são de toda a natureza, de ordem física, de ordem psicológica, mas também de ordem sociológica, de ordem política. A igreja está no mundo e ela é sujeita às autoridades. Dai a César o que é de César, a Deus o que é de Deus, não é?
Os conflitos que a gente percebe do império romano contra a igreja, das autoridades religiosas do mundo judaico contra a igreja, etc. Todas essas realidades mudam os personagens, mudam as instituições, mas os contextos, mas essencialmente nós temos essa luta entre eh o poder das trevas, que utiliza-se muitas vezes das instituições, das pessoas para perseguir a igreja. Então, coragem, eu venci o mundo.
Vamos ficar com essa palavra, meu querido. Aqui nós terminamos essa grande introdução sobre a Sagrada Escritura. Muito feliz por isso.
Você que nos acompanha desde o início, você que chegou no meio do caminho, próximo bloco. Então é só um intervalinho. A gente vai começar a nossa primeira série neste programa, a nossa primeiro bloco de temática.
E a primeira temática é pecado original. Então, prepare-se porque agora vamos começar de cheio a estudar a Sagrada Escritura, Antigo [Música] Testamento. Estamos de volta ao programa Luz para os meus Passos.
É uma alegria imensa ter você aqui conosco. E olha, vamos começar a nossa primeira série aqui de estudo. Então, lembrando que a gente sempre vai determinar uma temática e vamos fazer vários programas sobre essa temática.
Começamos com esta, pecado original. Vamos começar desse pecado das origens. E eu tenho muitas dúvidas.
Eu tenho certeza que este programa para mim vai ser maravilhoso. Eu tenho certeza que para você poder tirar nossas dúvidas aqui com a Sagrada Escritura, Cateicismo da Igreja Católica, com eh com a ajuda e auxílio de Dom José Falcão. Vai ser espetacular, meu irmão e minha irmã.
Avisa todo mundo de que este programa está imperdível, ou seja, vale a pena você estar aqui para aprofundar sua fé. Vamos tratar desse assunto agora tão importante, porque o pecado original eh trouxe consequências gravíssimas pra humanidade e talvez muitas coisas que a gente vive hoje no mundo de hoje tem explicação. Aí eu creio que vamos aprender muitas coisas.
Vou fazer perguntas sempre em seu nome aqui para Dom José Falcão. Dom José, eu estou muito feliz porque terminamos a introdução, foi um grande caminho. Obrigado, foi maravilhoso, deu muitas bases pra gente.
Eh, e agora entrar nessa série sobre pecado original, que não sabemos quando que vai acabar, isso não nos importa. O importante é que o Senhor tá disposto a gente aprofundar mesmo. Eu começo, Dom José, citando eh Romanos, capítulo 5, versículo 12.
Eu gostaria que você pegasse a sua Bíblia. Romanos, capítulo 5, versículo 12. Por isso, como por um só homem entrou o pecado no mundo e pelo pecado a morte.
Então veja, primeira informação que o pecado entrou no mundo por um só homem e pelo pecado à morte. Assim, a morte passou a todo o gênero humano. Ou seja, Deus havia dito para Adão e Eva: "Não comam desse fruto porque vocês vão morrer".
Só que essa morte não, pelo texto aqui, não ficou só neles. Passou para todo o gênero humano, porque todos pecaram. Eh, antes até de ir paraa nossa pauta, essa palavra que eu acabei de ler, ela tem base no pecado original?
Sim, ela trata especificamente do pecado original no Catecismo da Igreja Católica, mas antes já desde o Concílio de Trento e outros documentos, outros concílios anteriores ao Concílio de Trento. Nós temos 21 concílios ecumênicos e muitíssimos abordam o tema do pecado original. Praticamente todos, eu diria todos, citam esse texto como um dos principais.
Uhum. que fundamentam o dogma do pecado original. Vossa reverendíssima citou o texto mais importante do Novo Testamento, citado sempre, por citado sempre pela igreja.
É verdade. Então, ótimo, começamos com ele. Eh, nós sabemos que Deus criou o homem Adão e a mulher Eva.
E isso está no relato de Gênesis. Sabemos também da existência do pecado que eles cometeram. Eh, Gênesis capítulo 3 relata o pecado que eles cometeram.
E nós sabemos que o pecado é um mal, o pecado é uma desgraça, o pecado é uma ofensa a Deus. Eh, agora pergunta é, Dom José, Deus fez o homem e a mulher maus? Porque a a pergunta que alguém pode se fazer é: "Mas se eles eram bons, tudo que Deus fez era bom e o ser humano era muito bom?
Por que que eles tiveram essa capacidade se eles não conheciam pecado? Deus os fez maus? " Então, a palavra de Deus diz, o texto já foi citado por vossa reverendíssima no livro do Gênesis, capítulo primeiro, versículo 31.
sempre, sempre aqui o leitor oficial é aquele que me empareda. Ele me empareda com pergunta e eu emparedo citando os textos da Bíblia para ele ler. Eh, é o relato da criação em vários momentos dos seis dias da criação.
E Deus viu que era bom, tal coisa era boa. Ou seja, cada momento da criação. Não é aqui o momento a gente ver todos os seis dias, mas leiam depois Gênesis, esse mesmo capítulo, nos versículos anteriores ao 31.
E Deus viu que era bom. E Deus viu que era bom. E Deus viu que era bom.
Quando ele chega no sexto dia e cria o homem, aí vem esse versículo. Vamos ler e depois tecer alguns comentários. Deus contemplou toda a sua obra e viu que tudo era muito bom.
Pronto. Deus não criou o homem mal. Deus não criou nada mal.
Uhum. A criação é toda muito boa. Na criação não existiu nada, não existe nada de eh incompatível com a bondade de Deus, com a santidade de Deus.
Toda a questão, toda a discussão a respeito do pecado original deve ser situada naquela expressão: "Façamos o homem a nossa imagem e semelhança, o que é uma coisa boa. " Uhum. Mas na expressão imagem e semelhança, nós temos a liberdade e a capacidade de decidir, se quisermos livre arbítrio e a capacidade de decidir.
é o exercício dessas duas realidades que vai ser uma algo específico do homem ao longo de toda a história que vai ser a causa que vai originar essa realidade chamada pecado. Então, respondendo especificamente à pergunta de vossa reverendíssima, Deus não criou o homem e a mulher maus, criou-os bons e Deus viu que tudo era muito bom. E eu diria, e vamos tratar mais paraa frente, porque antes de entrarmos diretamente no pecado original, temos que tratar do pecado dos anjos.
É, minha cabeça já tava nisso. Ah, já. Por quê?
Porque a serpente era o mais astuto dentre todos os animais da terra. É assim que começa o capítulo três do relato do do pecado original. E essa serpente, a igreja entende que é esse anjo decaído.
Então, antes do pecado dos homens, houve o pecado dos anjos. Uhum. E aí a gente vai ter que abordar isso para que quando a gente tratar do diálogo do do da serpente com a mulher, com Eva, a gente já entenda que ele é um decaído, que ele Jesus vai dizer que ele é o pai da mentira, ele é o autor do pecado.
Uhum. Ele já havia pecado antes. Então temos que tratar o assunto do pecado original, o pecado das origens do homem.
Temos que tratar do pecado da origem, o pecado da o pecado que primeiro dos anjos de Satã e dos seus subordinados. É um assunto que puxa outro. Temos que tratar.
É um assunto puxa outro, senor. Mas o senhor falou uma frase então que eu que é que é importante a gente notar. O demônio é o autor do pecado, né?
Olha que interessante, porque o senhor tá falando que Deus é o autor de coisas boas. Sim. E se há algum mal, Deus não é o autor disto.
Perfeito. Perfeito. Perfeitamente.
Exatamente. Então, Deus contemplou toda a sua obra e viu que era muito bom. Tudo muito bom.
Não existe imperfeição moral nas criaturas dotadas da capacidade de entender e de decidir. Mas a capacidade de entender e de decidir não é própria apenas do homem, mas também dos anjos. Só com uma diferença.
Deus não disse: "Façamos os anjos a nossa imagem semelhança". Façamos o homem a nossa imagem semelhança. Mais paraa frente me lembro de perguntar: "O diabo tem inveja dos homens?
O diabo tem raiva dos homens? Tem ódio dos homens? " Claro que tem raiva, claro que tem.
Mas inveja? Tem inveja sim. Mas por quê?
Aí a gente vai chegar a essa frase bem simples do Senhor Deus. Façamos o homem a nossa imagem e semelhança. O ódio dele que é misturado com inveja, que é misturado com soberba, enfim.
E a gente vai tratar a distinção entre soberba e inveja. Qual foi o pecado de o pecado primeiro de Satanás? Foi inveja ou foi soberba?
Hum. Ou foi o primeiro um e depois seguiu-se o outro ou os dois juntos? Isso vai ser muito importante, mas a gente vai sondar, vai, vai refletir sobre essa realidade.
Se para nós o pecado original é um mistério, e que mistério? Uhum. E o dos anjos?
É a é um mistério tremendo esse, mas temos que tratar porque senão o o tema do pecado original não vai ficar bem compreendido. Uhum. Porque para entendermos uma decisão de pessoas de carne e osso, temos que entender como é que um anjo, espírito puro, consegue se rebelar contra Deus.
E depois, se Deus os fez bons, qual foi o momento em que eles pecaram? Foi na hora em que Deus os criou? Ou demorou quanto tempo?
Ou foi logo depois? E se eles pecaram assim que foram criados, então Deus teria criado os anjos maus? Sim ou não?
Ou se eles passaram um certo tempo para depois pecar, então eles eles viveram na santidade somente depois é que pecaram. Depois em que consistiu a prova? Qual foi o motivo dessa rebelião?
Tudo isso a gente precisa tratar. E já que ele trata dos assuntos, me coloca nos abacaxis. Aí um abacaxi vai aparecendo outro abacaxi e a gente vai ter que descascar, que descascar, porque é a vida, é a vida.
Muito bom, Dom José. Quando o senhor fala que o homem era bom, eh, fomos criados à imagem e semelhança de Deus, já li em muitos livros falando do do Adão e Eva com os dons préaturais. Ah, vamos tratar disso.
Vamos tratar. Vá, sim. Ah, tá.
Então, deixe-me ver. Vamos deixar mais paraa frente. Sim, sim, sim.
Eh, vai ser a quarta pergunta que vossa reverendice. Eu tô aqui com a pauta. A pauta somente indica temas.
Ele já sabe dos temas, mas a resposta é o que tenho que me virar. Esse vai, essa vai ser a quarta pergunta dele. Eu só queria nessa desdobrando eh essa primeira pergunta dele, se Deus fez o homem e a mulher maus, e eu já respondi essencialmente, eu queria evocar o parágrafo 374 do Catecismo da Igreja Católica, porque ele diz numa forma muito mais solene do que aquela que eu disse, o homem não somente foi criado bom, Mas Deus deu a ele uma condição privilegiadíssima no momento em que ele foi criado juntamente com sua companheira.
Catecismo da Igreja Católica, parágrafo 374. O primeiro homem não só foi criado bom, mas também foi constituído em tal amizade com seu criador e em tal harmonia consigo mesmo e com a criação, que só serão superadas pela glória da nova criação em Cristo. Aqui nós temos várias coisas.
A primeira coisa, o homem foi criado bom. Sim. Qualquer criatura foi criada boa, inclusive os anjos maus.
Não vamos tratar dos anjos decaídos agora. Vai ser mais paraa frente. Criado bom.
Depois amizade com o seu criador. A amizade com Deus nós chamamos hoje em teologia linguagem técnica atual, estado de graça. Uhum.
O que é o estado de graça? Amizade com Deus. Estou em paz com Deus.
E depois a harmonia. harmonia consigo, com a criação e com o próprio Deus. Harmonia significa: "Eu estou em paz, não estou lutando, não estou litigando.
" Lembra quando essa e mais para frente a gente vai ver depois do pecado, as consequências do pecado, o drama interior de que fala o apóstolo Paulo na carta aos Romanos, capítulo 7, lembra disso? Existe uma luta interior dentro de mim. Eu conheço o bem que quero e faço o mal que não quero.
Querer o bem está ao meu alcance, fazê-lo não. Quem me libertará deste corpo de morte? Lembra disso?
Sim. Isso aí é a desarmonia dentro do homem. Vamos chamá-la.
É, é São João quem chama na sua primeira carta de concupiscência, o apetite, a inclinação para eh o pecado. Uhum. Essa realidade não existia antes do pecado.
O homem vivia em harmonia consigo, depois harmonia com sua companheira. Uma das consequências do pecado é exatamente essa. A mulher eh a mulher vai se inclinar contra você, não é?
Você vai subjugá-la, não é? A subjulgação do homem, o homem vai dominar a mulher. A relação entre os dois é tensa.
Aliás, já no momento em que o Senhor Deus pergunta a a Adão porque ele comeu a o fruto, sabe o que ele faz? Bota a culpa na campanheira. Foi a mulher que o Senhor me deu.
Olha o mau caráter. Não assume a culpa e ainda insinua que Deus é o culpado. Isto é, esse traste que o senhor me deu aqui.
Se ele, se se não fosse ela, não tinha comido. Ele não falou traste, por favor, aqui é por minha conta. Mas ao dizer, depois a gente vai ver o relato, ele bota a culpa na mulher, ele não assume suas responsabilidades.
Isto é, os dois se desentendem. E a mulher, quando ela é instada, ela diz: "Foi a serpente. " Ou seja, Adão não assume a culpa, bota a culpa na mulher.
A mulher não assume a culpa, bota culpa na serpente. O desentendimento. Uhum.
A desarmonia. Então, desarmonia, falta de harmonia do homem dentro de si. os desejos do espírito, desejos da carne.
Isso é consequência do pecado. Antes do pecado não tinha atrito entre o homem e a mulher. Antes do pecado não tinha.
Aliás, o homem quando a mulher desperta, Adão diz: "A primeira declaração de amor, esta sim, é osso dos meus ossos, é carne da minha carne. Ela se chamará mulher porque veio do homem. " É a declaração de a mulher tá feliz porque Deus deu uma companheira.
para ele, já que o Deus fez no primeiro relato, eh, Deus fez o homem primeiro, depois a mulher. E a gente vai ver depois porque isso não tem nada a ver de subjulgação, nem de a mulher ser um ser. Absolutamente.
Os dois têm igual dignidade no relato da Bíblia. Quem diz que a mulher eh subordinada, quer dizer, eh um ser inferior ao homem, eh não está lendo direito o relato bíblico, mas como consequência do pecado, aí sim as relações vão ser de atrito, de domínio, de subjulgação, de discussão, etc. Isso é consequência do pecado original.
Pois bem, então, desarmonia e também desarmonia entre o homem e Deus. Porque onde estás, Adão? Ouvi teus passos no jardim e me escondi porque eu estou no Quem te disse que estavas no entendeu?
O homem tem medo de Deus. O homem não está mais em paz com Deus. O relato diz que eles estavam nus e não se envergonhavam e agora eles estão n escondidos, sentindo vergonha de Deus.
Então, a desharmonia é um efeito do pecado. Antes do pecado, nós temos amizade com Deus e harmonia. Eu, o homem e a mulher em paz com Deus, em paz consigo e em paz com as criaturas.
A harmonia dentro de si. Não há conflito entre os interesses do corpo e os interesses do espírito. A harmonia com a sua companheira.
A mulher se dá muito bem com o homem, não tem brigas, não tem arengas, não tem disputas e harmonia com as criaturas. Harmonia com Deus, com as criaturas, particularmente o companheiro ou a companheira, homem ou mulher, e harmonia dentro de si. Esse é e e outra coisa, veja veja aqui esse relato do catecismo diz o seguinte, é o estado de amizade do homem e da mulher antes do pecado é semelhante, é maior ou é menor do que o estado de graça possibilitado por Cristo Jesus?
Na sua opinião, o estado de graça de Adão e de Olhe bem o que está no catecismo. A resposta já está aí. Pergunta para o Frei Gilson.
Fre Gilson. O homem e a mulher antes do pecado viviam em estado de graça, portanto amizade com o seu criador. Essa condição de estado de graça, na sua opinião, é igual ao estado de graça que nos foi dado pelo sangue de nosso Senhor Jesus Cristo?
É um estado de graça menor do que o estado de graça dado pelo sangue de Cristo ou é maior do que o estado de graça eh nos dado pelo sangue de Cristo? Olha, a resposta está aí no finalzinho da frase. Mas também foi constituída em tal amizade com seu criador e em tal harmonia consigo mesmo e com a criação, que só serão superadas pela glória da nova criação em Cristo.
Parece que a nova criação em Cristo vai nos dar, já nos dá pela fé e pelo batismo, não é? Só que essa glória, essa glória, ela tende a perfeição. Enquanto estamos a caminho, ela sempre pode crescer.
Mas a novidade que o sangue de Cristo nos traz é uma novidade infinitamente maior do que o estado de graça do tempo de Adão. Porque Adão não foi redimido pelo sangue de Cristo. A amizade com com o criador é uma amizade natural.
É, quando o senhor me perguntava, me vinha aquele texto já na cabeça onde abundou o pecado, superabundou como se fosse algo maior, né? É verdade. Eh, hã, a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, ela transcende a natureza, ela eleva a natureza, nos dá a sobrenaturalidade e, portanto, é uma novidade em relação à natureza.
Uhum. Então, nós temos uma graça natural, felicidade, sem dúvida alguma. Enfim, mas tem algo que após o pecado Deus todo- poderoso vai dar à humanidade.
Aqui ele deu na natureza, só que a natureza foi manchada pelo pecado e a graça de Cristo vai superabundar. O verbo é exatamente esse. Citou o texto correto?
Inclusive, Dom José, aqui aqui eh a graça de se tornar filho de Deus é uma graça que só acontece com Cristo através do batismo. Sim. Sim.
No sentido, a gente vai ver mais para frente que a nós temos a graça da filiação divina, filho não sentido dado por Jesus de adoção pelo seu sangue derramado na cruz, mas filho, no sentido amplo, isto é obra de Deus. Adão e Eva são obras de Deus. Então são os padres da igreja também os chamam de filhos de Deus.
estão em amizade com Deus enquanto criaturas, não enquanto seres eh eh reconciliados pelo sangue de Cristo, que é filho do Pai, que nos tornou filhos adotivos, a expressão do apóstolo Paulo. Mas sim, nós podemos dizer que e Adão e e Eva filhos de Deus num sentido diferente daquele dado pelo eh cristianismo com as palavras de Jesus, com o seu sangue redentor derramado na cruz pela reconciliação e a força do Espírito Santo. Mas em comparação, se você diz que a graça que Jesus Cristo nos dá é a mesma graça que Deus deu a Adão e Eva, então qual foi a novidade que Jesus trouxe?
É, entendeu? Uhum. Seria, isso nos tornaria, isso nos tornaria parecidos com aqueles que defendem a mentalidade dos fariseus.
Se vocês não se circuncidarem, vocês não aí, se Cristo não trouxe uma novidade, então tem que continuar a circuncisão, então Cristo morreu em vão. Eu eu partiria desse raciocínio, claro, fazendo as dividas reparações, as dividas matizações, mas entre a graça da natureza humana no paraíso e a graça que nos deu nosso Senhor Jesus Cristo, o verbo é super abundado. Sim.
Abundou a graça no paraíso. Em Cristo superabundou a graça. Temos uma novidade, atenção.
Superada pela glória da nova criação em Cristo. Ou seja, o paraíso no céu não vai ser um paraíso igual ao paraíso do tempo de Adão e Eva antes do pecado. Epa, que é isso?
Entre esse paraíso e o paraíso celeste, nós temos uma realidade, o sangue de Jesus, a reconciliação da humanidade em Cristo, a recapitulação de todas as coisas. Aqui a humanidade ela é elevada a um grau inimaginável de santidade, de graça, de beleza, de pureza pelo sangue de Cristo. Portanto, Adão não teve esse privilégio.
Mas se está no céu, foi salvo em previsão dos méritos de Cristo. Eu gostaria de fazer mais perguntas, mas o programa tá acabando. Temos 3 minutos.
É, temos 3 minutos. Eu quero já deixar o gostinho então pro próximo, porque quando o senhor me fala eh sobre Deus criou o homem bom, me veio dois textos que eu gostaria de começar o programa eh que nós vamos ter no próximo com ele, porque me veio assim, Deus criou o homem bom, como o senhor citou no cateicismo. E aí me vê o texto de Efésios, capítulo 1, versículo 4.
nos escolheu nele antes da criação do mundo para sermos santos e repressivos diante dos seus olhos. Então, é como se o texto falasse: "Fomos criados em Cristo". Então, como ser ruim a criação se fomos criados em Cristo?
E logo depois me veio aquele texto de Colossenses, se eu não me engano, capítulo 1, versículo 15. Deve ser isto. Deixa eu ver.
Ele é a imagem de Deus invisível, primogênito de toda criação. Versículo 16. Nele todas as coisas foram criadas, as coisas nos céus, na terra, as criaturas visíveis e invisíveis.
Ou seja, como ser ruim à criação se fomos criados nele, né? Então, queria começar o programa eh que vem nessa nessa dinâmica. Mas, Dom José, para encerrar, eh veja você que tá aqui conosco, que beleza vai ser este nosso programa, essa nossa nova temporada.
Eh, a gente tratar do pecado original, veja que vai respondendo muitas das nossas questões também. É natural, vai trazendo novas perguntas, vai trazendo questionamentos. Eu sei que você já tem vários questionamentos, mas calma, com calma a gente vai respondendo pouco a pouco eh cada questionamento.
Eu preparei, só eu preparei umas 40 perguntas para Dom José Falcão sem te sem ver a pauta ainda. Então eu sei que a partir do momento que a gente vai seguindo a pauta, com muita calma a gente vai respondendo e já me respondeu algumas, né? Então, eu tenho certeza que este programa será maravilhoso.
Fica com essa mensagem hoje. Deus fez tudo bom. Deus não pode ser o autor do mal.
Deus não pode ser o autor do pecado. Deus fez tudo bom. E nós vamos entender da onde surgiu esse mal.
Programas que virão vão nos esclarecer isso. Da onde surgiu esse mal? Quem é o autor do mal?
Por que que este mal apareceu no mundo? A gente vai chegar a todas essas respostas. Que Deus abençoe você, que Deus abençoe sua família.
Eu quero convidar você a lembrar que este programa está disponível no canal do YouTube para que você possa compartilhar, tá bom? Então está no meu canal do YouTube Freijilson/sondomte e está no canal do YouTube de Dom José Francisco Falcão. Também tenho colocado no no Spotify podcast oficial Frey Gilson.
Você ali consegue escutar. Muita gente gosta de ouvir no Spotify. Às vezes fazendo uma outra coisa, ouvindo no Spotify também o programa está lá para você.
Tá bom? Deus abençoe. Vamos pedir a bênção de Deus e nos encontramos na próxima semana.
Abençoe-vos Deus todo-pereroso, pai e filho e espírito santo. Amém. Amém.