Olá, bem-vindo a mais um Núcle Toalx. No episódio de hoje, vamos falar sobre duplicato escritural. Eu sou Giovana Pastorelli e vou conduzir essa conversa sobre um novo antigo modelo que promete liberar nos próximos anos do Brasil R 10 trilhões deais.
Comigo estão Josa, vice-presidente financeira e jurídica da Núcleer e Rita Domingues, Senior Head recebíveis do Santander. Obrigada meninas por participarem. Um prazer estar aqui com vocês hoje pra gente discutir o assunto mais quente do momento no mercado financeiro, que é a implementação da duplicata escritural.
Gil Joice, obrigada pela recepção. Eh, sem dúvida, é o tema do momento pra gente como financiador é um tema prioritário e vocês como registrador, escrituradora e registradora também, né? Então, é um prazer tá aqui.
Então, já vou começar com a primeira pergunta. O que que é a duplicada escritorial e qual a importância dela no cenário nos próximos anos? De forma muito simples, a duplicata escritural nada mais é do que a transformação do velho título e duplicata, né, que foi instituído lá na lei em 68, eh, de uma forma digital, então por isso escritural.
Então, é uma forma das empresas, é isso eu tenho falado bastante, né? Porque as pessoas elas acham que é esse projeto é um projeto para o mercado financeiro em si só, né? e não, ele traz benefícios além disso.
Então, antes de fazer uma negociação no eh no mercado com a duplicata, a duplicata escritural já traz um benefício para o empresário, porque hoje muitos deles nas suas negociações comerciais eles só emitem o quê? Fazem o faturamento, emitem a nota fiscal e o boleto, né? O meio de pagamento.
Juridicamente eles não estão protegidos, né? eh, com a emissão da duplicata escritural, mesmo essa essa duplicata não sendo inserida ao mercado financeiro, ou seja, ele não realizando um desconto, não fazendo uma sessão fiduciária, eh, ele tá mais seguro. Então, para cobrar aquela negociação, né, eh, comercial, ele hoje, né, com a duplicata escritural, ele vai ter uma maior segurança.
Isso é super importante. Por isso que eu incentivo todas as empresas, né? Muito se fala: "Ah, qual é o porte, né?
Até quanto que eu faturo, que eu tenho que tá, ah, se eu não fizer operação de crédito, eu preciso não emitir duplicado". Eu incentivo todas as empresas a inserirem, né, a se inserirem nesse novo modelo, porque não traz uma vantagem só, traz mais segurança, obviamente, para quem tá financiando, né, para as instituições financeiras, mas traz uma segurança jurídica no entorno da negociação comercial. Acho que isso é muito importante, mas de forma muito resumida, Gil, a duplicata escritural nada mais é do que a digitalização de um título de crédito eh duplicata que nasceu lá na lei de 68.
Sim, acho que é importante falar, né, desse movimento de dissociação. Então, não é mais o boleto, é uma fatura, é uma nota para crédito. Jo não.
E eu acho que pegando aqui um pouco do gancho que a Rita trouxe, né, eu acho que essa a duplicato escritural ela traz mais segurança jurídica, ela reduz fraude e eu acho que ela abre espaço aqui para um mercado de crédito mais transparente e muito mais eficiente, né? Então, dúvida. Então, acho que é essa é a grande novidade da duplicada escritural.
E falando na prática, o que que mudam para as empresas? O que que é emitir uma duplicata escritural? Operacionalmente tem uma mudança, né?
Então, hoje eh dentro do dia a dia de uma empresa, né? E e eu acho que essa é uma um grande desafio, tem mudanças em vários departamentos, né? Então, quando falou-se do Pix, né?
Nossa, o Pix foi uma revolução, uma grande revolução, mas basicamente você conversava muito com a área de tecnologia das empresas e do contas a pagar ali, né? Eh, prioritariamente no início do projeto, a duplicada escritoral já logo de início, você precisa falar com muitas outras áreas, né? Então você precisa falar com a área do receber, né, que faz a emissão hoje do boleto, que vai passar a emitir não só o meio de pagamento, mas também o título de crédito.
Eh, a gente tem que falar com a tecnologia, obviamente, para se conectar a essa nova modalidade. A gente tem que falar com contas a pagar, porque a forma de pagar essa duplicata, ela pode mudar um pouco. E a gente precisa falar com o financeiro, que é a área que vai eventualmente captar algum recurso através daquelas duplicatas.
Então, eh, já traz uma certa, eh, complexidade nesse sentido, mas basicamente o que muda eh primeiramente operacional, que as empresas agora elas além de emitirem a nota fiscal, emitirem o boleto ou o meio de pagamento, eles vão precisar também fazer a emissão da duplicata e fazer todo o acompanhamento. Então hoje, como eles fazem o acompanhamento da da do da nota fiscal, do meio do pagamento, eles vão ter que fazer o acompanhamento da duplicada escritural. Então é de certa forma operacionalmente é inserir a duplicada escritural no dia a dia deles, né?
Uhum. E eu acho que até com com tem tem muita empresa que tá muito assustada, né? Achando que vai mudar tudo e e são pequenas mudanças, né?
para emitir uma duplicada escritorial, ele já tem quase todas as informações ali que ele já emite a a o boleto ou a nota fiscal. Então são pequenas adaptações. Eu acho que o mercado de forma geral, né, os principais financiadores estão trabalhando para eh que as empresas não tenham grandes impactos, né?
Então, e e tem outras, sem ser as instituições financeiras, outras empresas também de tecnologia que estão trabalhando para que a mudança seja a menor possível, né? Um um campo a mais no arquivo, um retorno diferente ou oferecendo até mesmo serviço, né, como intermediação, né, que é um serviço onde não necessariamente a empresa vai precisar se conectar a uma escrituradora para emitir duplicado escritural. Então, muitos agentes financeiros vão oferecer esse serviço.
Então, da mesma forma que ele envia, né, o cliente nos envia hoje um arquivo paraa emissão de um boleto, né, a gente vai usar essas informações para escriturar a duplicata em nome dele. Então, as mudanças são basicamente operacionais e eu acho que a longo prazo, né, eh, acredito, na verdade, que vai ter uma mudança no comportamento. Então, acho que as duplicatas elas serão mais utilizadas para crédito.
Hoje, eh, tem muita empresa que não usa a duplicata como crédito. Hoje nos estudos a gente estima que só 20% dos títulos são usados em garantia. Então, a gente tem 80%ado, né?
Acho que os grandes sacados. Acho que o acho que a grande beleza da duplicata escritural é que ela vai democratizar mesmo o uso, vai dar mais transparência, mais acesso, né? todos vão poder, os principalmente, não só os grandes bancos, mas também outros financiadores, os fundos, também vão ter acesso a essas duplicatas para poder fazer toda a parte de desconto.
É, então de certa forma, fora a mudança operacional, eu acredito que as empresas elas vão conhecer o real valor dos seus recebíveis. Então hoje eu vejo que tem muita empresa, né, que tá passando por dificuldade, né, tá pegando uma linha de crédito, né, sem garantia, ou seja, tá pagando mais caro, eh, e não sabe que lá dentro da sua empresa ali na gaveta, né, porque hoje tá na tesourar, tesor, tem um tesouro ali, tem uma possibilidade. É, e às vezes também e a instituição financeira não facilita, né?
Porque como a gente não tem hoje uma forma eh de garantir que aquelas informações são fidedignas, né, por conta de fraude e tudo mais, então hoje eu acho que o fluxo de contratação também acho que também tem uma uma questão de falta de conhecimento dos empresários, né, mas também, sem dúvida nenhuma, uma questão das instituições financeiras, né, os agentes financeiros que não facilitam eh por conta desse desse risco que a gente tem. Sim. É, tem uma pergunta para ambas, só que em visões diferentes, que se vocês conseguem definir o papel de uma instituição financeira nesse ciclo, então vai ser um facilidad, um agente de escritura e Joyce, qual que é o papel na núclea nesse ecossistema tão complexo que a gente tá conversando, né?
A núclea tem um papel como escrituradora, né? Como registradora, na verdade, eh, ela, a, como registradora, ela vai ser responsável por poder fazer o registro escritural. ela vai trazer mais unicidade, vai trazer mais eh eh garantir, na verdade, né, a existência dessa dessa duplicada e, obviamente, uma uma conformidade regulatória.
Então, a núclea, ela é uma registradora e ela tem esse papel importante de prover esse registro escritural que a gente comentou aqui, que é o que vai dar mais segurança jurídica e reduzir fraudes na duplicada escritoral. Legal. Eh, as instituições financeiras, eu acho que ele eh tem vários papéis, tá bom?
Eh, um deles acho que é de educacional, então acho que faz parte da nossa prestação de serviço, educar os nossos clientes, levar eles a essa modernização, a esse novo conceito. É, acho que cabe a nós também criarmos uma jornada, né, dado toda essa, eh, veracidade das informações, agora criar mecanismos e jornadas muito mais simples, né, de forma muito mais eh prática pros nossos clientes. É, e sem dúvida nenhuma, é, as instituições financeiras com a duplicate escritural tem um papel de reduzir taxas, né, o custo dessa operação pros nossos clientes e liberar mais crédito.
Acho que basicamente, eu acho que aqui a Núclea também tem um papel adicional além do papel da escrituradora e da registradora, como você comentou, que é ser um hub de informações. a gente aqui com todas as informações que a Núclea hoje já tem pelo fato, né, de processar todos os boletos, é trazer isto em forma de informação qualificada para os financiadores poderem eh selecionar, apoiar, né, no processo de financiamento das duplicatas escriturais. Então, trazendo scores, trazendo eh informações de faturamento para que ele possa fazer uma melhor qualificação da agenda dessas duplicatas.
Então a núclea, ela vai funcionar muito além de um papel de registradora, mas um hubi, de inteligência de de dados para poder apoiar eh todos os financiadores nessa parte do registro da do não só do registro, mas da duplicada escritorial como um todo. Excelente. Isso é música pros módulos do perguntar isso, inclusive.
Que que vocês podem se beneficiar dessa informação? a gente sabe que a Núclea tem um histórico, né, de mais de 20 anos no mercado, tá dando toda essa inteligência de dados para contribuir com soluções diferenciadas para duplicado escritural. Então, como vocês esperam se beneficiar disso?
Ah, eh, dados de forma geral nos últimos anos já vem eh sendo uma alavanca, né, eh, para novos negócios, né, paraa inovação e tudo mais. Eh, para duplicate escritural, eu acho que os dados vão ser primordiais para trazer, comprovar de fato a segurança, né? Então, conforme a gente vai tendo e mais informações, o crédito vai ficando cada vez mais à vontade, né?
Eh, eh, acreditando e se comprovando as informações, né? Porque vocês, por exemplo, vão ter uma agenda de liquidação de todas as duplicatas do faturamento do cliente de um ano todo. Só que isso vai demorar um ano pra gente ter, né?
Então isso é é uma questão que o projeto também ele vai amadurecendo ao longo do tempo, né? Mas logo de início acho que os dados a gente tem uma expectativa de ter uma acreditar mais nas informações, né? Eh, vai ser muito, vai ser primordial a gente conseguir em dados, né, em informações, ver uma queda brusca nas nas fraudes, né, nesse nesse setor, né, de de duplicata, eh, e depois fazer mais negócios.
Então, quanto mais informações a gente tiver, quanto mais seguro a gente tiver de que as transações estão ocorrendo, que os registros estão ocorrendo, que o cliente não consegue eventualmente fugir com a nossa garantia, né, com esse novo ecossistema e tudo mais, eh, é, os dados vão se transformar em mais negócios. Eu acho que a aqui a núclea tá, né, à disposição e a gente já tá desenvolvendo aí novos serviços, vem muita novidade por aí, mas acho que primeiro é essa agenda qualificada que a gente para acho que é para apoiar os financiadores a conceder melhor o crédito. E outra coisa é com base nessa agenda qualificada a gente fazer o que a gente chama da gestão do colateral.
Você imagina a quantidade de duplicatas que uma empresa tem que os financiadores vão ter que olhar e vão ter. Então, com base nessas informações, a gente tá falando aqui de liquidez, a gente tá falando de concentração, a gente tá falando de faturamento, a gente parametrizar e fazer uma gestão um pouco mais automatizada pro financiador poder escolher, né, as duplicatas para poder fazer a concessão, escolher como garantia para poder fazer eh a o a a operação de financiamento, né? É, e traz uma conexão com a jornada, né?
Eu tendo essas informações mais rápidas, eu consigo ter uma, eh, apresentar pros nossos clientes uma jornada mais fluida, né, com menos atrito, é, online e tudo mais. Então, sem dúvida nenhuma, os dados são estrelas, as a estrela principal do projeto. Eu acho que vale falar aqui, né, que o principal, a duplicata em si, ela vira uma commodity, mas a jornada é o que vai fazer diferença em toda a experiência desse cliente que já teve no passado alguns problemas, né, fricções na entrada do cartão, tudo.
Então, acho que aqui a gente tá tentando trazer esses aprendizados e fazer uma jornada mais fluída possível. Joice, a gente tá num dia marcante, então começam-se os planos de testes, né? Foi aprovado e agora começa o ciclo de teste que o Banco Central aprovou.
O que que é isso de fato? O que que muda e o que que a núclea espera desses ciclos? Na verdade, agora, hoje é o dia um, né?
a gente tem 120 dias pela frente, onde todas as registradoras, né, vão ser testadas, os sistemas, isso tudo para trazer muito mais segurança na implantação. Então, todo o nosso plano de desenvolvimento, todos os nossos sistemas serão testados pelo regulador, né? Eh, e aí o que a gente espera é que a gente faça uma implementação sem grandes eh sustos para o mercado.
Vai ser uma uma implementação faseada a partir de março do da de abril do ano que vem, desculpa, a gente começa a ter a os grupos de empresa que vão começar a entrar e a fazer os testes junto com as registradoras e junto com os financiadores, né? É, e eu acho que o Banco Central ele criou uma dinâmica para implementação de duplicado estrutural inovador, né, que ele nunca implementou outro projeto dessa forma, eh, com muitas experiências de projetos grandes, né, e revolucionários como cartão, como Pix e tudo mais. Eh, e eu acredito muito nesse modelo, né, esse modelo de não ser big ben, né, de não de não tombar, né, da noite pro dia toda a carteira, como foram em outros projetos.
Então, faseado por grupos de empresas, né? Então, primeiro as empresas de maior porte que pouco usam as duplicatas como como eh meio para se financiar, depois as médias e depois as pequenas para que a gente não tenha nenhum soluço, né, e no mercado a gente não atrapalhe as negociações. É, e acho também que a questão da produção assistida, né, também é uma novidade que eu vejo com muito bons olhos e e vejo como, eh, capitão aí desse de desse período de produção assistida às escrituradoras e registradoras, né, vocês precisam mediar com muita passimônia, né, as entradas para que a gente de fato não tenha nenhum descompasso no mercado, porque parece que não, né?
as pessoas talvez não tenham tanta essa sensibilidade, mas a duplicata, né, eh, pras médias, né, e pequenas empresas é um instrumento muito importante. Então, imagina ficar sem a possibilidade de pegar recurso, né, eh, por conta de um projeto. né?
Então eu acho que desculpa, não imagina, eu acho que além de todo esse desenvolvimento tecnológico que a gente tá fazendo, né, de toda essa prontidão que a gente tá fazendo pro mercado, eu acho que a gente tem um papel, não só registradoras, mas também acho que os financiadores, de capacitação do mercado, né? de apoio. Eh, principalmente porque a gente sabe que pelo porte das empresas, pelo porte dos financiadores, as eles têm velocidades de desenvolvimento diferentes e a gente tem marcos importantes para todo o mercado.
Então, é o nosso papel eh divulgar mais, eh, capacitar mais, né, o mercado, falar isso aqui. Acho que essa iniciativa desse podcast é também pra gente poder divulgar um pouquinho dos principais marcos, eh, para que todo o mercado efetivamente esteja preparado aí para as fases que virão aí nos próximos, né, primeiro agora os 120 dias de ciclo de testes e depois eh toda a parte de operação assistida com o mercado. É, o education acho que é primordial, né?
Sim. E aqui falando, então já seguindo pro final do nosso papo, eu sei que tá muito bom, mas temos que respeitar, né, os nossos ouvintes. Então aqui, que que vocês encontram de desafios e oportunidades?
Se vocês puderem elencar assim, esse é o principal desafio e essa é a principal oportunidade que eu vejo na duplicado escritural. Ah, o principal desafio, sem dúvida nenhuma, é a complexidade, porque é é muito agentes, né? É, então tem o escriturador, tem o registrador, tem o financi o o agente financiador.
E esse agente financiador pode ser banco, pode ser uma fintec, pode ser um eh um Fidic, eh tem as variáveis tipos de empresas, né? Então eu acho que sem dúvida nenhum maior desafio é a complexidade e a a completude que o Banco Central também implementou no projeto, né? Porque acho que todo mundo sabe que esse modelo é um modelo muito parecido com o que já acontece em outros países, né?
México, Argentina, Chile e tudo mais já trabalham dessa forma. Eh, mas o Banco Central ele colocou, né, expandiu, né, a gente vai ser o primeiro país de fato a ter uma completude, eh, que não só na emissão, na escrituração, mas a liquidação será centralizada, né? Então, sem dúvida nenhuma, para mim essas são as os principais desafios, né?
a completude, o tamanho, né, do do arcabolso do do quanto o Banco Central eh eh quis embarcar nesse projeto e a quantidade de pessoas, né, os agentes e tudo mais, que isso traz uma complexidade muito grande. A oportunidade ela é fácil, né? Assim, é, você começou o podcast falando, né?
É destravar aí trilhões de reais pras empresas poderem se financiar, se desenvolverem e inovar de uma forma mais segura e mais barata. Sim. Bom, pra núclea, a gente viu aqui, né, a registradora, como você mesmo mencionou, é um commodity.
Então, a gente olhou toda a jornada aqui, como você disse mesmo, né, vários participantes, eh, vários agentes de como é que a núclea poderia ir além do papel dela de registradora, né? Então aqui a gente não só trazer toda a inteligência de dados que a gente já tem aqui da núclea, não só dos boletos, mas dos outros meios de pagamento, e a gente complementar essa jornada eh com parcerias. Então a gente sabe que a gente não vai conseguir apoiar no desenvolvimento de toda a jornada, né, apoiando os clientes, os financiadores.
Então a gente trouxe parceiros, um deles a Equifax, para complementar ainda mais os dados que a gente tem dentro da núclea, né? né? Eu acho que eh quanto mais a gente conseguir qualificar essas duplicatas, mais segurança a gente dá na concessão de crédito.
e vem outras parcerias por aí, não só de automatização de todo esse processo na parte de notas fiscais, na parte da gestão desse colateral, a gente vem desenvolvendo e vem mais novidades por aí, eh, que a gente vai anunciar em breve, mas acho que a ideia aqui, acho que a gente viu como uma oportunidade é de facilitar toda essa jornada e das duplicatas, não só com a parte do registro, mas também como é que a gente traz mais valor para toda essa cadeia. Então, aproveitando que a gente tá falando de novidades, falando de 2026, então o que que vocês enxergam desse roadmap do ano que vem? Eu sei que duplicar até um dos temas, a gente tem boleto dinâmico, split payments, então que que vocês podem falar?
Muito trabalho, né? Que bom. Ninguém vai morrer de tédio, não.
De tédio não. Eh, a gente, posso falar muito pelo Santander, né? a gente tem um roadmap eh muito agressivo para desenvolvimento e apresentações, apresentação de soluções pros nossos clientes, tanto, né, sendo um banco completo, né?
Então a gente tem soluções desde os dos clientes, né, do varejo, os menores clientes até as soluções de clientes maiores do atacado. Então isso traz uma complexidade grande aqui pra gente do Santander. né?
Mas o foco, sem dúvida nenhuma, é no começo do ano a gente já começar a testar com os nossos principais clientes, os principais features que a gente tá desenvolvendo e elas englobam tanto em features de ajudar o cliente a pagar essa duplicata, a emitir essa duplicata, a fazer melhores negociações com essa duplicata e fazer uma gestão dessa duplicata ao longo do caminho. Então, a gente também tá trabalhando numa numa, como você falou, né, eh numa proposta bem completa pros nossos clientes. Acho que é importante a gente falar também, então, que essa produção assistida, ela também foi pensada e a gente precisa da participação das empresas, as empresas se conscientizarem que sem elas nada disso que foi planejado faz sentido.
É, e inclusive o Banco Central eh incluiu eh pros seis primeiros meses precisa ter um embarque do sacado, né? Ou seja, não posso simplesmente ir lá e emitir uma duplicata. Eu, né, eu como empresa quero participar, não.
Seu sacado, então todo mundo da cadeia precisa estar ciente também e querer participar disso, né? Isso eu achei super bacana. Acho que é eh mais um movimento super acetado aí do do Banco Central para fazer a produção assistida muito bem.
Bom, para 2026, acho que a Núcle aqui tem um papel importante de primeiro ainda esse ano, né, finalizar as definições do boleto dinâmico, colocar o boleto dinâmico, acho que implementar ele, fazer todos os testes com todo o mercado e pensar em liquidação também quando a gente não tem o boleto atrelado, né? Então, que também existem riscos e como é que a gente faz a mitigação dos riscos e todo o acompanhamento dessa liquidação quando a gente também não tem um boleto atrelado. Então, a gente pensa eh no todo, obviamente com toda a parte de testes, né, a validação final aqui do do ciclo de testes e mais toda a a implementação dessa produção assistida com o mercado, que é muito importante.
De novo, capacitação. as empresas precisam aderir, os financiadores precisam estar prontos, as registradoras também precisam eh estar prontas, né, inclusive com a interoperabilidade para que a gente possa eh implementar no início de 202 segura, de uma forma eh acho que já acho que bem testada pro mercado. Acho que fruto da lição ali do passado, né, da gente não fazer isso de uma única vez.
É, eu acompanhei eh um pouco menos a implementação de cartões, né? Eu entrei na área, ela já tava implementada ali no comecinho. Eh, não participei tão ativamente como duplicata.
Duplicata eu tô desde o momento um, desde a consulta púgulho. Orgulho. Você foi a primeira pessoa que eu vi falando e e eu acho que a gente aprendeu muito, né?
Então, o projeto de duplicata, eu vejo isso nas nas negociações, nas conversas com o mercado, que tá todo mundo remando pro mesmo lado, né? Tá todo mundo querendo que dê muito certo e fazer muito certo. Então, eu tenho uma grande confiança nesse projeto.
Nossa, também muito. A gente também, a gente pode falar que a gente tem uma empresa inteira trabalhando para isso. Todo mundo aqui respira, acorda, plano de duplicato e a gente tá muito feliz.
Então, o nosso papo tá terminando aqui. Acho que foi uma conversa muito rica. Com certeza a gente poderia ficar horas aqui falando.
Assunto não ia faltar. Eh, obrigada pela presença de vocês. Acho que muito importante a gente ter mulheres na duplicar, tá falando, mulheres no mercado financeiro.
E aí eu queria saber se vocês querem deixar alguma mensagem final para quem tá nos ouvindo, assistindo. Muito bem. E acho que aqui para núcleo acho que é reforçar, que esse é um projeto assim de total prioridade.
A gente tem, não, não é um, são vários times envolvidos, acho que toda a núclea mobilizada para colocar este projeto eh no ar, né? Acho que desde faz do anos que os nossos times trabalham nesse projeto. É, e dizer que acho que até pros clientes, pros financiadores, para toda essa rede complexa que você comentou, né, de participantes, de que a gente tá total disposição, seja para dar informações, seja para explicar como é que vai funcionar, estar à disposição, mesmo, inclusive, com os nossos grupos técnicos e consultoria especializada, eh, de falar de como é que vai ser a implementação, mas também de toda essa solução, de toda essa cadeia, né, de duplicates, o que que a núclea, o papel dela e o que que ela tá desenvolvendo para esse mercado.
Eu acho que a escolha da registradora é uma escolha importante de ser uma uma infraestrutura robusta, né? Eh, que foca na segurança, que foca ali não só no papel dela de trazer mais segurança, mais eh segurança jurídica e e compliência normativa, mas também trazer muitos dados e muitas informações para, obviamente, trazer valor para essa cadeia. Eh, então pra gente, a gente tá muito eh ansioso para que a gente comece a operação assistida e tem todo o time aqui da núcleo à disposição de todos os clientes, de todos os financiadores, de todos os bancos, inclusive do Santander.
Eu acho que o principal recado são paraas empresas, né, pros empresários, eh para abraçarem o projeto de duplicado escritural, eh estudarem o tema. né? A gente como instituição financeira, uma grande instituição financeira, o Banco Santander tem todo um time à disposição de especialistas de cash.
A gente tem nossos eh gerentes e bankers também especializados já eh muito treinados, né? E com conhecendo muito bem o tema para que vocês possam nos consultar e a gente eh falar mais sobre as necessidades, né? Porque eu acredito de fato que as empresas que abraçarem, né, se adaptarem rapidamente à duplicata escritural, eh vai ter ganhos, né, ganhos operacionais, vão ter ganhos de redução de custo.
E eu convido vocês a abraçar esse tema. E eu deixo aqui também um convite para quem tá nos acompanhando, que assista os nossos outros talks e nos siga nas redes sociais. Obrigada e até o próximo episódio.
núclea.