Vou começar no nosso painel pelas considerações eh do cunal eh porque eh a gente enfim nosso debate hoje eu tô falando em português ele eu eu falei com ele que a gente ia tá conversando um pouco em português e um pouco em inglês para ele entender o desenvolvimento do painel Mas voltando voltando uma introdução um pouquinho mais geral nosso debate hoje o objetivo é falar sobre Identidade digital infraestrutura pública eh e e a fala do conal ela vem muito ao encontro de todos esses temas pela experiência que ele tem eu vou primeiro chamar a fala
dele ele tá participando eh de fora então eh ele traz um pouco da experiência especificamente da Índia que é da onde ele tem um pouco de contexto tanto de pesquisa quanto experiência prática e o nosso o nosso contexto sobre identidade Digital infraestrutura pública ele vem eh de três elementos que eu gostaria de destacar hoje eh eu acho que muita muito desses três elementos vai beber do pouco que a Luana tava trazendo no no painel mais cedo sobre como a identidade digital ela é entendida dentro da infraestrutura pública é o primeiro elemento que eu acho eh
que a gente tem que conversar e trazer como elemento de identidade dentro da dpi é falar sobre o valor público que toda infraestrutura Tem que ter eh quando a gente tá pensando em infraestrutura pública digital ela não existe no vácuo ela só é legítima e é sustentável dentro do sistema Porque existe um valor público que é construído coletivamente então muito dessas dessa construção ela foi feita eh como Lana trouxe mais cedo né com base eh nos conceitos e discussões do G20 na presidência da índia mas que de certa forma estão presentes agora no contexto eh
da presidência do Brasil e Que eh é uma super oportunidade de ter um pouco do contexto do cal nesse sentido né que ele já tem trabalhado do tema des eh que a Índia tava trazendo esses primeiros esses primeiros debates então Eh passada a parte de infraestrutura pública valor público a a gente analisa a dpi também pelo aspecto da identidade como acesso a partir dos conceitos de identidade os elementos de identidade dentro dessa infraestrutura pública a gente tem uma identificação Possível a gente tem uma autorização daquela pessoa que passa a a interagir no ecossistema digital dessa
infraestrutura né e e autenticar esse acesso Então temos o elemento da dpi o elemento da identidade e a gente traz a identidade também eh e no contexto digital por camadas e a gente não tá falando mais só sobre por exemplo o CPF de uma pessoa a CNH dela que tá digital a gente também não tá falando só sobre o Govbr que é um acesso eh que qualquer pessoa pode ter a serviços públicos e e e enquanto infraestrutura mesmo né Eh mas a gente também passa a falar sobre perfis eh tanto dentro por exemplo de redes
sociais ou perfis dentro de de instituições financeiras a gente fala sobre biometria a gente fala sobre descentralização que é a tentativa de trazer um pouco de autonomia para todo esse esse debate de infraestrutura então junto com o tema de identidade da dentro Da infraestrutura pública a gente passa a falar sobre o compartilhamento de dados e torna tudo isso muito mais complexo e essa complexidade ela vai ser enfrentada eh tanto pelas pessoas tanto também pelo decreto né de de estratégia do governo digital mas eh de então diversas frentes para entender como que a identidade vai se
dar nesse contexto de infraestrutura a gente trabalha eh identidade digital com base eh nesses elementos de valor público Identidade como acesso essas camadas de identidade que se relacionam e por fim eh para que elas possam orquestrar né e possa pensar em uma infraestrutura pública que ten a identidade como um elemento a gente precisa também falar de governança então então eh pensar em uma estrutura de governança com autonomia participação são elementos fundamentais pra gente pensar em uma identidade eh e e e então desses todos os elementos eles trazem muita gente para conversar trazem O setor privado
trazem eh a sociedade civil trazem também eh o poder público que hoje tá aqui representado pela Luana da sgd eh então é muita gente envolvida muita gente afetada pela construção uma identidade digital e por isso a gente trouxe eh enfim todas essas representações para debater para falar um pouquinho sobre os limites e para para aonde a gente vai eh com com o o foco né o Pilar da infraestrutura pública digital e a aplicação de uma Identidade então com essa introdução eh por conta do tempo eu vou pedir pra gente ser um pouquinho mais curtinho então
falar de 7 a a a 10 minutos e depois a gente no final vai ter um momento de perguntas e respostas Então vai ser muito bom se a gente puder conversar um pouquinho sobre todos esses temas tirar dúvidas e construir consensos que eu acho que então como é um tema muito novo a gente tem essa dificuldade de entender para até onde Vai né Quais são os limites e conceitos e seria interessante a gente usar essa essa última parte do painel para conversar um pouco sobre até onde isso vai né até onde esse conceito de infraestrutura
vai num escopo de identidade ah pass the FL and free USI specifically Dpi we are the Experience we would like to know what is the ro of governance in in the dpi How do governance Tools matal the dpi application pi and governance they talk with each other What are the conclusions that we have so I know that there are a few conclusions there are more questions than conclusions but the Topic of governance is really important to us and the India context and Experience is Rich For brazilian for the brazilian debate so it would be interesting
to hear a little bit with than you so much than you for having this pel [Música] and ap for Being promin english from my side but I think just start May introducing a little about the work that we do and some questionar Inter of technology Andy So what TR and How to make technology more just Fair equable through variety of different interaction engagements with Public seor Private sector philanthropist multilateral organizations as well as the civ society and GR organizations to so we been working at This intersection for a while now with a l of global
AS Home ind and think What toge dastu infast which Been while anding ofast ially what we are seeing now is a little B of the Movement towards understanding the approach around digitalization or the approach around digital Public infrastructure In That sense So what we Have been working with is what my work specifically focuses on is digital ID Systems and we have tried to observe a lot of work of digital ID Systems across The glob but I also been engaging a l with the digital Public infrastructure um community and tring to of understand that Little B
more and essentially what we tring to see what we starting to see Is that there significant am of investment And adoption and experimentation regarding Public infrastructure but essentially majority of that Focus li of the technical innovation Where in governance is of thought about almost as After or Something That need to be added on In That so I think to the Point that youis not so many conclusion as as what we tring to do is Create the n that governance need to be Hand Hand with technology development and essentially what we trying to do is Speak
to the ma level players the developers dey of such Systems the cust system to incorporate a lot of governance based approaches and of this beware ofy of different tyes of governance what governance conci Something as population scale as Critical as dally conses of laws and polies technical operations it also constitutes of vary of different tyes of Standard operating protoc and finally think act Operation and guid requ to so we work that and think what we try to do is understand if a principle based approach is something that can be um thought About And and incorporated
other design deployment development as well as of the the feedback mechanism or the loop mechanism that exists for such Systems How those governance principles can be thought about throughout and of course we seen a variety of different types of principl emerge globally uh the dpi safeguards Let's say from undp a lot of other organizations do similar work so I think what we have TR to do is understand a little about what Those common principl are created frame of our Own that specifically about principle based approach and How that can be operational so right of the
Bat I think some of the principles that we try and of think about is inclusivity accessibility and equity or equity tocate fe of that make sure that they privacy preserving and secure that they co created by the Public and for the Public for the Public benefit and Should Have constituent elements of transparency accountability and grev address now This seem Like Basic I think things but What a principle based approach really does is it allows you to operational specific things Within this in a much more holistic man and it allows of um developers and deyers to
think about how to kind of Create linkages between specific strategies and measures that are in place to creating a robust System overall for Example um in inclusivity accessibility and equity How do you Create feedb Loops How do you Create consultation How do you Create ways for other of stakeholders to come and play a role secondly How do you try and Create specific budgets or How do you Create allocate resources um or How do you S of try and Create a environment in which if There is this digitization of the ecosystem How do you make sure
that there are specific Budgets that include specific um um population groups I mean similarly as You Go Down in privacy and Security Thinking About how to you know operational consent um How to how to make sure notices are sent On Time What is the of security measures in place for dpi and how to kind of think about assessments whether that's data Impact assessment technological assessments I think those are Things That need to be factored in As well when you think about what is a colabora approach because I think that's uling For Us Is that This
is not Something That One entity can do coloration of the Public the Private se and C society as well as the users right so How do you make that the accessibility around is open transparent it alls for know building Agency in equity How do you ens that there external oversight On It or if there che And Balan in place for it How do you make community participation is taking Place and th finally around the transparency accountability andress How do you make access to the data that is Being leveraged Being collected in that s and What
are the different make trans Operation Tak care of and how communic thep [Música] the glob And and are trying to work with lot of organizations to do that do the same and essentially What this comes down to is we are trying to Now contextual specific frameworks for digital ID Systems so for example we been working with a few countries Now to understand what the digital ID Systems are and of course we are trying to suggest these frameworks to Help them drive principle B Approaches but they also have to th be contextualized very specifically for that
Country The People tring incl take ause think any other question happ to go on to the next Part of The Question as than you I think the toic you are to toana said ear about the ofi iden would identity finish pass to portugese so we can introduce What We Said before the first Pel and then we english to have to thank you kunal hã Luana eh hoje mais cedo você trouxe essas questões de princípios que estão sendo construídos para questões de identidade e para aplicações do govbr né pensar em infraestrutura pública também a partir de
princípios eu acho que nesse ponto eh eu fiquei muito feliz do kunal traz essas questões para entender se elas também são as preocupações que a sgd tá trazendo sobre questões de eh grupos Vulnerabilizados possíveis assessments né na construção dessas soluções eh abordagens mais colaborativas então com participações e de outros setores e de todo mundo que vai ser afetado por essas aplicações de identidade né então eu eu não poderia perder a oportunidade de fazer esse link entre os princípios e também a sua fala de hoje mais cedo mas eu também queria te perguntar eh enquanto sgd
quais seriam os benefícios de desafios que a gente ainda vai Enfrentar pensando uma identidade uma identidade digital dentro desse desse guarda-chuva da dpi sabe então o que que a gente pode ver de de aplicações PR sociedade mas também o que que a gente sabe que existem riscos que existem Desafios que vão ser enfrentados Quando essas aplicações vão chegar lá na pon obrigada obrigada Ah mas vamos lá então Eh tentando trazer alguns elementos Eduarda e e pro pro debate e e algumas alguns fatos e um pouco da história né de como é que a gente chegou
até aqui então eu acho que o o o primeiro ponto que é muito importante que vem guiando a a a a a a atuação do governo nesse sentido é muito de olhar pros problemas que a gente tem e eu acho que isso é um ponto muito importante assim uma uma uma mudança de mentalidade numa busca de resolver esses problemas considerando o Contexto disponível seja de governança de pessoal e de tecnologia então a gente tá falando em um contexto eh brasileiro que em que o o o sistema de identificação é muito complexo e muito fragmentado e
traz problemas paraa sociedade como um todo há três décadas pelo menos há 30 anos todo mundo qualquer brasileiro sabe que pode ter múltiplos eh eh documentos né que é é complicado de de de de ir atrás e fazer emissão então a gente lida com isso Muitos números de documento então a gente lido Isso faz parte da nossa realidade há muito tempo então é um problema que a gente sabe mas que antes a gente não tinha nem governança nem questões de articulação mesmo de entendimentos institucionais e nem tecnologia Então por muito tempo a gente não conseguiu
lidar com essas questões de evoluir para uma identidade digital antes tudo isso porque a tecnologia era cara né então em geral o padrão Internacional que a gente vê em outros lugares era o cartão a identidade com chip isso pro Brasil o custo era era era inviável isso há um tempo a evolução tecnológica permitiu outras possíveis soluções então o que que eu acho que é muito importante a gente nessa trajetória a gente não ficou vinculado ou buscando uma solução a gente queria e quer ainda resolver essas questões respeitando aí e estando atento à evolução tecnológica e
evolução Institucional organizacional que a gente percebe o outro ponto também de um outro problema que surgiu que também se relaciona à questão da identidade no caso brasileiro foi que em um dado momento a gente conseguiu ir avançando para levar serviços públicos pros canais digitais então isso trouxe um problema pra gente como é que a gente ia autenticar e identificar essas pessoas em canais digitais a gente já vinha lidando com isso e veio A pandemia e impôs isso e e e todo mundo ou a maior parte da população precisou ir ali e e e e dispor
de uma conta de para autenticação para identificação digital Então eu acho que que é importante fazer esse paralelo porque essas duas trajetórias hoje elas se vinculam elas aconteceram separadamente a questão de identidade Histórica de identidade física documental é é Histórica no Brasil mas surgiu também essa esse esse esse outro fluxo de Problema eh trazido também pela pelo momento eh histórico e também por um avanço tecnológico específico que permitiu que a gente automatiz asse os serviços né que automatiz asse as transações não só do governo mas da sociedade como um todo então a gente tem esses
dois problemas e o governo olhando para isso pensando como é que a gente pode avançar e e e fazer essa transformação E aí tudo isso dialoga muito com o contexto de de de pii o Conceito né esse esse olhar que traz a questão de governança e traz a questão tecnológica também eh e aí então o o componente de da identidade digital eh eh eh surge como algo como né vinha vem presente eh eh na na sociedade em geral não só no no Brasil ente por essa essa evolução tecnológica E no caso brasileiro surge então e
indo muito para para para esse fluxo surge pela automatização pela necessidade da autenticação mas na Verdade a gente vai percebendo e vai avançando com outras possibilidades também então começa com autenticação chega com a possibilidade eh cada vez mais de uso de dados né de cruzamento de dados de interoperabilidade né justamente para avançar para facilitar ainda mais essa relação eh eh com das pessoas com o estado surge também a possibilidade a oportunidade da assinatura digital que é um componente hoje muito importante que Se relaciona muito eh com identidade que tem todo um potencial também transfronteiriço então
a gente vem evoluindo muito e temos outras possibilidades de evolução aí eh bem significativas pro Futuro eh um ponto muito do sobre o benefício né da da da desse fluxo foi justamente a gente conseguir chegar muito rapidamente né mas eh eh essa essa forma de autenticação golv BR é importante frisar que ela não ela não começa do zero na Verdade a gente tinha ali uma um histórico tanto do do sistema de trânsito fazendo coleta biométrica né fazendo tendo a base eh de biometria do do das pessoas que que dirigem dos motoristas a gente tem tinha
um esforço teve um esforço muito massivo muito significativo da Justiça Eleitoral do TSE também fazendo a coleta biométrica então a gente parte justamente E aí é uma solução muito de design e de governança eh e aí eu eu trago muito o Elemento da governança e dos Desafios de governança interna governança no setor público que é muito significativo não querendo diminuir a relevância da governança com o outros atores mas essa governança ela também é muito complexa dentro porque a gente tá falando de de vários poderes né de uma complexidade organizacional que o que o Brasil traz
é muito significativa então a gente tá falando de três poderes de de um sistema de identificação histórico que envolve Estados né então você tem toda uma configuração bem complexa mas a gente tinha a gente então tem esses avanços do estado brasileiro e que a a a nossa solução de identidade digital de conta digital parte muito de um desenho de uma governança cooperativa entre os essas várias Organizações e o que o estado já dispunha de fato então a a e aí a tecnologia permite isso também permite um modelo em que a gente consulte essas bases para
gerar essa essa autenticação Então acho que esse é um ponto muito importante e aí com todo todo o o cenário que a gente tinha permitir uma uma uma uma rapidez de de inclusão e de acesso das pessoas a essa solução uma construção de uma solução de um uma modelagem que as pessoas chegaram muito rapidamente então a gente tá falando aí de um de um exercício de de cerca de quando a gente começou isso um diálogo 18 19 ali eh em 24 a gente tá chegou a gente partiu de Cerca de 1 milhão de de de
contas de acessos de autenticação diversas que o governo federal tinha para 158 milhões em cerca C de 6 anos então é uma curva de adoção muito rápida a identidade física e aí eu não sei quanto como é que eu tô de tempo Eduarda mas eu já já vou já vou fechar Então a gente tem o o outro fluxo que hoje o cenário permite também então é uma outra governança também bem complexa porque envolve a o a a o Ministério da Justiça o ministério Da fazenda com a receita o o o mgi que que eu represento
aqui os os as 27 e entidades federativas que emitem e a gente também construiu uma modelage também uma solução sobretudo de governança eh que a gente sequer mexeu na legislação da identidade então também foi uma solução assim o que que é possível fazer com com o cenário e que a tecnologia também permitiu que hoje a gente tenha a tecnologia do k code que é Muito mais simples tornou tudo muito mais barato mas é claro que a gente tá falando de uma mudança muito significativa aí o a a mudança ela é diferente da que houve com
o avanço da identidade digital porque aí você tem uma mudança de muito grande de infraestrutura em todos os estados a gente tem estado que ainda faz coleta biométrica na tinta Então você tem uma mudança uma necessidade de mudança de infraestrutura de Cultura de pessoal né É bem significativo mas a gente tá avançando também de forma muito muito significativa a gente gente começou de fato a emissão final do ano passado tinha alguns estados que já tinham começado um pouquinho antes mas de forma muito incremental de forma mais massiva e obrigatória eh pros Estados foi eh na
verdade no início desse ano Mas eles começaram a entrar de forma mais forte no fim do ano passado a partir de novembro e hoje a gente já tem Quase 10 milhões emitidas né então assim a gente também tá numa numa curva bem bem bem rápida mas para esse processo também as pessoas têm até 10 anos para para para migrar eh e aí a gente vai fazer essa convergência essa vinculação da conta digital com a conta física tendo do mesmo modelo e podendo ser usada aí não só para para serviços governamentais para acesso mas também aí
a identidade brasileira podendo ser usada para vários fins eu vou concluir Por aqui e aí depois tiverem outras dúvidas alguma coisa eu fico à disposição obrigada eh dentro da sua fala eu destacaria dois pontos que também são excelentes pra gente já fazer o link com apri eh que seria a parte da tecnologia Mas também da base de infraestrutura eh quando eu me deparei com o tema de infraestrutura pública digital perceber o elemento de infraestrutura o que que traz o que que torna uma aplicação eh parte de uma Infraestrutura para mim foi muito interessante que é
perceber Justamente que eh existe uma aplicação mas ela pode se transformada em várias outras coisas ela é meio que base para uma infinidade de finalidades de aplicações que eh esse é o papel da infraestrutura funcionar enquanto base para que muitas coisas a partir daí possam ser construídas e E aí a gente traz então elemento da tecnologia porque a infraestrutura Só existe ela é tão disseminada e atinge Tantas pessoas e números tão grandes como o gol BR tem hoje A carteira assim vai ter justamente porque ela tem esse elemento da tecnologia que permite esse esse espraiamento
mais macio que ele seja eh enfim compartilhado entre várias pessoas e e conhecido realmente como um um local seguro e de confiança para que todo mundo possa usar eh e aí eu queria passar então paraa Priscila pra gente conversar um pouquinho sobre esse elemento da tecnologia sobre o aonde ela Entra aonde ela beneficia eh De que forma a a essas soluções tecnológicas foram fundamentais pra gente pensar em uma identidade digital porque talvez sem sem a as os elementos tecnológicos e a evolução e os novos parâmetros as novas funcionalidades a gente não poderia falar de uma
identidade digital como el tá acontecendo hoje obrigada obrigada Eduarda bom dia a todos e todas obrigada pelo convite novamente é um prazer estar aqui bem Quando a gente tá falando dessa complexidade a gente fala também de uma complexidade de atores envolvidos na criação eh e gestão dessas identidades digitais que vai exigir aí uma série de soluções tecnológicas de diversificadas E eficazes a minha resposta aqui ela vai consistir em explorar essas diferentes tecnologias que podem oferecer soluções variadas e em particular eu vou falar sobre o papel essencial do blockchain Nesse contexto que eu venho de uma
Empresa que trabalha com tecnologia blockchain que é rle E hoje começa a desenvolver eh soluções dentro de uma Ledger que ela que ela apoia que é xrp Ledger para garantir aí uma identidade de digital para todos ao redor do mundo e eu vou falar ao final de um ponto específico que também é muito interessante que é a questão da interoperabilidade que é algo que a gente vem trabalhando muito fortemente Mas quais são essas soluções Tecnológicas pra identidade digital a primeira nós já sabemos a a Luana citou aqui a gente conhece muito bem que são as
soluções biométricas que utilizam essas características físicas que nós temos únicas como impressões digitais reconhecimento facial para conseguir verificar a nossa identidade Essas tecnologias são altamente seguras eh São difíceis de falsificar porque questões biométricas aí envolvem pontos nossos que são únicos e elas Proporcionam uma maneira muito robusta de autenticar os indivíduos além disso a gente tem as informações pessoais que já é uma tecnologia amplamente usada no nosso dia a dia nome data de nascimento informaçõ de contato e são aí eh utilizadas para identificar e para verificar quem nós somos Além disso temos gerenciamento de consentimento que
também é crucial porque vai envolver aí a obtenção da permissão explícita do indivíduo para acessar e utilizar os Seus dados pessoais garantir a privacidade dele e também a conformidade com regulamentações com lgpd no Brasil gdp na União Europeia e para garantir a segurança nós temos também a implementação de credenciais de autenticação que são robustas como senhas tokens de segurança e autenticação biométrica que vão ser essenciais para verificar essas Identidades com precisão e segurança e daí eu pergunto qual é o papel da Blockchain na identidade digital dessa tecnologia específica quando a gente fala especificamente sobre blockchain
ela vai desempenhar um papel fundamental na identidade digital especialmente através das identidades descentralizadas por quê Porque a identidade descentralizada ela representa uma mudança significativa na forma como Nós pensamos sobre identificação pessoal Porque em vez de você confiar em uma autoridade Centralizadora a blockchain vai devolver o controle da identidade paraa pessoa por indivíduo e a natureza imutável da da blockchain e transparente auxilia também a garantir que uma vez verificada e armazenada aquela informação sobre a identidade daquele indivíduo ela não vai poder mais ser alterada o que vai garantir também que você consiga afastar indivíduos maliciosos que
tentem de alguma forma buscar essa falsificação essa natureza Descentralizada da blockchain também significa que nenhuma entidade vai deter as chaves dos dados pessoais isso vai proporcionar maior controle e privacidade aos usuários algo que a gente vem vendo ao longo dos anos principalmente durante as discussões da lgpd e depois que a lgpd eh foi entrou de fato em vigor quando a gente vê hoje em qualquer farmácia que nós vamos que a pessoa já de cara pergunta o seu CPF que na minha minha opinião um dos dados mais Sensíveis de qualquer brasileiro porque uma vez que alguém
tem o número do seu CPF pode literalmente fazer qualquer coisa para você mas esse esse poder retorna para você quando a gente tá falando de identidade centralizada porque isso não vai est mais espalhado não vai ser eh um número ou não vai ser uma uma identificação específica com de um uma informação específica que vai conseguir se identificar e isso vai ajudar a reduzir o potencial de roubo de Identidade e de fraude garantindo que os seus dados pessoais permaneçam Seguros e controlados por você um outro ponto também é a padronização das identidades descentralizadas fazendo o quê
promovendo interoperabilidade entre diferentes sistemas Esse é um ponto que certamente vocês no governo já devem est ali se preocupando e buscando entender como fazer isso porque é algo difícil é algo complexo quando a gente fala hoje em diferentes jurisdições ao redor do Mundo pensando em identidades digitais é também necessário nós começarmos a nos preocupar e a debater se não é interessante também que além de buscar a implementação da identidade digital seja ela centralizada ou centralizada que a gente busque também uma harmonização entre os regulamentos nessas distintas jurisdições porque isso também Vai facilitar a vida de
qualquer pessoa ao redor do mundo e esse ainda é um ponto que começa começa a ser trabalhado a Gente já tem hoje por exemplo a worldwide web consortium a w3c que já tem uma padronização lançada em 2022 e a rle por exemplo no início desse ano no primeiro trimestre lançou o que a gente chama de um amendment propondo aí uma interoperabilidade para blockchain dentro desse padrão lançado pela w3c por issso ainda é o começo de tudo a a gente não tá falando que já tem colocado de pé uma interoperabilidade entre blockchains mas a gente entende
que é fundamental Quando nós falarmos de identidade centralizada trazer também a questão da interoperabilidade para fazer com que novamente o indivíduo tenha esse poder de conseguir levar as informações dele para qualquer blockchain para qualquer Ledger e utilizar da forma que que melhor lhe convir não ficando preso a algum tipo de padrão é uma questão delicada que vai ser cada vez mais estudada e desenvolvida ao longo do tempo não é fácil que quando a gente Fala em interoperabilidade em blockchain eh nos problemas do dia a dia isso ainda não foi alcançado que Dirá quando a gente
migra pro tópico de identidade digital descentralizada mas é um ponto que precisa ser cada vez mais discutido exatamente para garantir todo o potencial que a identidade digital descentralizada pode trazer pra sociedade e aí quando a gente fala de impacto nas pessoas o impacto da blockchain ele é muito significativo Primeiro porque como eu falei ele vai devolver a autonomia e o controle dos indivíduos em relação às suas próprias identidades digitais reduzindo aí essa dependência de autoridades centralizadoras e aumentando privacidade e segurança pessoal além disso a identidade digital também vai garantir eh melhor acesso a serviços essenciais
então a própria Luana falou aqui né a gente teve esse bum nos últimos se anos com todas as questões que o próprio Mundo colocou na nossa frente a pandemia Principalmente quando você pensa que o Brasil tem uma população hoje que nem mesmo tem uma certidão de nascimento que Dirá uma identidade isso não é só no Brasil há há pesquisas que indicam que no mundo já existem mais de 1 bilhão de pessoas que não tem nenhum tipo de identidade oficial e que estão completamente desprovidas de qualquer assistência governamental então elas estão completamente excluídas quando nós Falamos
de identidade centralizada a gente tem aqui a oportunidade de trazer luz para essas pessoas de colocá-las dentro novamente do sistema governamental buscando aí dar a ela todas as assistências necessárias então a gente consegue também trazer esse benefício social mas mais uma vez interoperabilidade vai ser é importante também nesse ponto que não vai adiantar cada um ficar dentro da sua própria casinha eh pensando nas suas Particularidades quando na verdade você tem que buscar um bem maior que é o bem dos cidadãos não importa onde eles estejam eu sei que parece um pouco utópico existe muita dificuldade
sempre em harmonização de legislações e tudo mais mas vai ser um tema que a gente vai ter que enfrentar Em algum momento além disso as identidades digitais verificadas eh também podem prevenir roubos de identidade como eu falei transações Fraudulentas e isso vai sempre melhorar a segurança de serviços desde serviços bancários até o serviço que o governo nos presta com com o govbr plataformas de negociação online e tudo mais bem falei tudo isso aqui para mostrar para vocês que a tecnologia blockchain Especialmente quando a gente fala aí de integração ã da das identidades centralizadas ela vai
oferecer uma solução robusta e segura pros desafios complexos que a identidade digital já Nos apresenta hoje e ela também vai devolver o controle das identidades ao indivíduo garantindo que a interoperabilidade entre sistemas faça com que a blockchain promova essa maior inclusão digital que é importantíssima trazendo principalmente essa população que hoje tá completamente fora do sistema e fazendo com que ela tenha acesso a esses serviços essenciais beneficiando indivíduos governos Organizações e toda a sociedade nesses Diferentes stakeholders que estão dentro dessa discussão isso obrigada M muito obrigada Priscila eh um elemento Eu queria passar a palavra pra
gente poder fazer as perguntas mas eu queria aproveitar o meu papel de moderadora para ligar um pouquinho da fala de vocês três e também escutar um pouquinho eh o kunal sobre a experiência que ele teve pesquisa que ele desenvolveram especificamente sobre mulher na Índia eh que é eu acho que uma coisa em comum de Toda a nossa fala é sobre também o olhar paraa identidade digital voltada para esses grupos vulnerabilizados eh a Priscila trouxe a parte da da falta de identificação de algumas pessoas eh e e existem muitas questões ainda envolvidas dentro também dos princípios
que que kunal trouxe de inclusão e e da dos avanços que o golberg permite que as pessoas acessam serviços públicos tenham eh acesso a benefícios também de uma forma mais facilitada que o elemento Específico é a identidade a partir do momento que eu sei quem que aquela pessoa é quem ela de ser eu garanto para ela que ela acesse benefícios tanto do governo mas também que ela acesse serviços privados serviços essenciais eh e e são extremamente importantes para que elas existam nessa infraestrutura digital Então eu queria passar a palavra para vocês eh para vocês fazerem
alguma pergunta eh relacionada ao tema aproveitando também que o conal tem essa Essa questão específica sobre o acesso de mulheres né a ao à infraestrutura pública à identidade digital né a parte dessa infraestrutura eh não sei se se tem alguma preferência alguma mãozinha que a gente possa começar o debate eh com todo mundo olá bom dia eh vou falar em português aí mas a a pergunta também vai se estender ao kunal eh Na verdade são duas numa só eh eu penso muito sobre acessibilidade voltado À a identidade digital e principalmente quando eu penso que a
gente tem uma população que não tá acostumada a utilizar tecnologia e essa população ainda é muito grande né o número dessa população ainda é muito grande eh Quais são os mecanismos de de estratégicos né que a gente pode esperar quando a gente for de fato eh pensar a identidade digital como uma coisa que vai valer para todo mundo assim que todo mundo vai ter acesso e e todo mundo vai poder Enfim usufruir da dessa forma de identificação a segunda pergunta é voltada paraas questões de gênero que eu não sei muito bem como funciona blockchain e
eu não sei até onde a o usuário vai poder modificar suas próprias informações mas eu fico pensando por por exemplo se eu sou uma pessoa que a partir de um ponto da minha vida eu começo a entender que eu sou por exemplo uma pessoa trans como é que isso vai refletir na minha identidade digital Como é que isso vai refletir na forma como eu vou me me identificar com as pessoas né hoje em dia a gente tem ratificação de de documentos a gente vai no cartório a pessoa enfim tem todo um trâmite legal para poder
isso acontecer mas como isso também afetaria a vida digital da daquela documentação da pessoa assim são são duas perguntas e uma e eu também queria ouvir também o cal com essa parte da acessibilidade do da identidade Digital com as pessoas que não t tanto tanto toque digital quanto enfim geração z e um pouquinho mais para trás Obrigada we can [Música] ID inclusion cheng have you so much I hope I don't Any things Block ap for anyone repe myself and than you for your question i me that's gen quite coincidental that The Question You asked Is
about the exact work that I'm doing So what we doing is we working with a few countries to understand actually how to include wom with that of digital ID sys and i quickly just tell you Little about exactly what we doing so the of dpi univ that ex with that identity ID One of the infrastructure layers With with the digital ID infrastructure there the Tech lers and non Tech L so the nonte constitute of of community the Physical infrastructure and the Interaction that had and of course the technology Side Back of it the port of
interop System serves that can be access what we doing is tring to und How the non l actually enforce or can inform specific components of the Tech layer itself and then the entire system can be thought about more holistically so I mean just to start I think what we did was we we visited ethiopia philippines and of course little bit of India to understand the various ways that Women Feel Women are excluded so taking out that Human rights component of it because I think a much larger framing that requires significant analysis because there are a
lot of things that are happing on that front but essentially What happens Is that There is exclusion caused by the S of by the process or the system of digital identity and then there the exclusions that Happen even After You have gotten a digital identity so that doesn't Necessarily stop and of course there's a variety of different Things That go into consideration um you have intersectional lenses that need to be applied so for example a Woman in a Rural area Might not have the ability to access Financial serves Because The identity Number the ID C
phal manur they don't have contr over because ofal structur don't have access to service Cy different things so The Question is how you Create Systems that enforce lusus specific design Now what we have tried to do is Create based on the principles that I mentioned earli what we have tried to do is Create very specific operational Tools And very specific strategic interventions that allow for an assessment in a sense to be Taken um do you und let's say for example we reached out to some of the ID Developers in ethiopia and Ask them Do you
have Let's say a grievance System in Place and at the time that This assessment was conducted um This was Not necessarily The Case but subsequently they started putting in Place so now We're asking them questions about How do you make it more accessible is there offline mechanisms for it if i wanted to Create um you know something that is easier for Women to access Because We Found that Women across the glob um Typically have household responsibilities and can't get out of that in the middle of the day which is when Let's say registration Centers are
Open or service Cent are Open so there there's a lot of components Of It That need to be kind of addressed holistically to question specially there that inclusivity Part of which which which deals with a l ofic principle based approaches at the of the Day there alsoy of different stakeholders that get inved so you have the ID custod developers and deyers th you have let say your formal sys which is regra C service C and that formal of service access and then you have informal intermediaries so people Let's say ATG level community levels elected officials
representatives at community levels and then you have your community and level that's kind of the different act that ex so each One has a role to Play exclusion has contin to Happen at various layers It Will continue to happen if enabling things are not in Place so we I think it will be tough for an ID Authority specifically to have jurisprudence Over the enti system but how can it enable certain things um for example I think we found that the cost of a lot of people Women specifically want a Physical ID Card despite The fact
digital ID is S of just you know dum manifestation um they want a Physical Artifact like a c that has the digital ID Number Now Once that C is manufactured the cost of printing that C is about 50 indan rup was 00 I think translated over it would be less th about a so US but that cost sometimes is not not Being able to be Born by a lot of the people that are tring to register lot of The women that are trying to register so How do you then Create a System that helps enable
that you subsid the transport you Create dely System Through the poal service the philipines use their National dely postal dely System to distribute these cards for free so there a lot of these enablers that I think ID authorities and ID custodi System custodi can develop but at the End of the day colaborative approach aous thing as well Once What happens also fur Down implications so for example information is created we found that information around what is a digital identity what can it be Used for How can it be you know how do you understand whether
It's Safe or secure those are great to have um and you know they be Should Be present in an available Format in a in languages of the country they Should Be Easy to understand they Should Be instructional so those things obviously Should Be In Place but then again further Down those need to continuously improve so even After Let's say a certain Type of um ID System or communication strategy has Been developed How do you th Make It Better in Order to answer the tougher questions let say in cases of grance in cases of breach in
cases of identity Theft What are the things that I can do as a woman to try and overcome or try and at least get that access to Remedy you know so I think that's that's the continuous process of it what we are trying to do is publish a Rep some in the next couple of mons that has a lot of these findings from the countri that We that we exp some of the larger mafic things and Create a Tool kit that this assessment that I was mentioning Create to kit that allows people to kind understand
Where the are of concern because at the End of the day each Country has they have similar concerns for inclusion But A L of them are L of them are require cont so not a One of All not One Solution all uh but essentially at least you can identify Where those areas are And I Know made a few examples in the in the short answer In The answer that I Given but essentially There is the building awareness building access and then How do you kind of enable usage these Are The Three layers that we have
identified or three stages that we have identified and essentially How do you kind of continue to include Women specifically and our hopes I think Going forward How do you start Thinking About intersectional so Religion sex C that's prevalent soci economic status and things Like That so again of that need to be continuously built but Contex for the Country in play I hope that answer The Question Thank you thank you so much comentando um pouquinho eu eh voltando a um ponto que eu acho que não ficou Claro antes e depois eu passo para falar mais sobre
inclusão eu acho que tem a questão de como a gente vem trabalhando eh as soluções geral Vinculadas à identidade para realmente funcionarem como dpis né que no sentido de serem grandes e estruturantes e acessíveis eh eh para todas as pessoas mas que também permita várias construções e outras soluções que virão a ser construídas em cima que a gente sequer consegue prever todas elas né então muito como o pics que eu acho que que teve esse caráter assim de de mobilizar muitas outras liberar muitos movimentos e outras outras ter outros Efeitos a partir da da da
sua disponibilização E aí entrando um pouquinho na inclusão que se refere eu acho muito importante frisar que que na nossa eh gestão atual o tema da inclusão é um valor muito importante então é é um guia muito muito Central para forma que a gente vem atuando Então tá muito muito presente na na na nossa fala na fala da minist de que a nossa transformação não quer deixar ninguém para trás então é então a gente vem olhando muito pra Inclusão mas principalmente pra gente falar de inclusão a gente precisa considerar que a gente tá falando de
múltiplas exclusões diferentes então assim a gente tem né E aí você tem na na na na literatura os tipos de divisão de os tipos de de exclusão tal e no Brasil a gente tem todas elas e eu julgo dizer que temos outras inclusive nas gerações mais novas né Eh então assim a gente tem a exclusão de quem não tem conectividade a gente Tem a exclusão de quem não tem o aparelho a pessoa sem conectividade e sem um aparelho para para acessar ela dificilmente vai conseguir ter habilidades suficientes para usar com destreza qualquer solução digital mas
não só a gente precisa lidar com isso que que aí você precisa ter políticas públicas específicas de infraestrutura tal para para lidar com isso mas enquanto você não tem isso a disposição desses grupos você precisa atender essas Pessoas a gente tá falando de serviço público essencial entendeu então a gente precisa chegar a gente não pode estar só no digital então no sentido também de construir dpis que não necessariamente precisam ter a interação apenas pelo meio digital Eu acho que isso é muito importante né Você pode ter grandes sistemas de dpi de identificação por trás que
sejam digitais mas que aquela pessoa que não tem uma aparelho não tem a conectividade vai conseguir acessar Também por outros canais presenciais então a gente vem trabalhando essa é uma forma de chegar a essas pessoas é é muito desafiador no Brasil porque a gente tá falando de um país muito grande eh a gente não tem recursos limitados para chegar a todas essas pessoas mas a gente precisa encontrar formas né A forma como a gente vem busc trabalhar é em parceria com estados e municípios a gente tá ainda numa fase piloto que é algo que a
gente chama de Balcão golberg tem um atendimento presencial principalmente para quem não tem conectividade não tem um aparelho e vai ter ali um apoio para ela conseguir acessar esse serviço digital com uma intermediação de uma pessoa um aparelho público ali que esteja à disposição mas ela também vai est fazendo uso de dpi ainda que não seja pelo aparelho dela então assim essa é uma forma de de de atuar esse desenho é complexo também mas a gente tá tá tá tá trabalhando para Isso aí você tem outras exclusões né a você tem exclusão da pessoa que
tem a conectividade tem o aparelho mas não tem plano de dados o mês inteiro Então essa também é uma forma que você também precisa chegar a Essas pessoas aí você tem a pessoa que tem isso tudo mas que não tem não confia não quer não tá fim ou porque é mais velho ou porque gosta de conversar o balcão também é uma forma de essas pessoas né Aí você tem as pessoas que confiam usam para um monte De coisa mas não entende e aí você tem mesmo pessoas mais novas que tem um pode ter uma dificuldade
de acessão browser E aí eu eu trago um dado que a gente tem uma uma uma uma cultura uma prática de fazer muita pesquisa com o usuário e ir muito pra rua para entender Até para entender essas dificuldades em 2017 uma pesquisa que eu lembro muito bem que a gente tava dentro das agências do INSS começando a fazer transformação digital lá e a gente precisava entender Quais São as quais eram as dificuldades daquela época muitas das dificuldades daquela época eram porque os celulares em geral eram muito ruins ainda tinham muita baixa capacidade de processamento então
assim não conseguia baixar o aplicativo não funcionava bem eh demorava muito a pessoa perdia paciência não CONSEG tinha muitas vezes ainda que baixar algum tipo de documento então era muito a fazer a a a validação facial era difícil porque a câmera era ruim isso em 2017 eram as grandes Dificuldades há um ano a há um ano e as essas dificuldades eram outras se já tem uma mudança tecnológica mesmo os aparelhos mais baratos não são tão ruins quanto eram em 2017 porque evoluiu muito então câmera não é mais um problema mas por exemplo a gente percebeu
que uma dificuldade numa jornada de um serviço específico que as pessoas tinham e a gente tá falando de grupo ali que Sendo atendido por benefícios sociais Então as pessoas aí já foi muito diferente até a a a habilidade digital dessas pessoas em 2017 um pós pandemia e e com um aparelho melhor é outro então assim você também gera a inclusão eh com a própria entregando a solução né fazendo mesmo que não tenha alguém ensinando pra pessoa ela acaba que vai aprendendo mas aí a dificuldade por exemplo nessa jornada era muito de comunicação eh tinha uma
uma uma jornada ali que em Algum momento o serviço falava Abra o browser ou alguma coisa assim e e muita gente parava F assim Como assim e por que que numa jornada digital a pessoa tem que sair de uma fazer uma coisa mas era uma era questão de comunicação já não era mais tecnológico mas é sobre habilidade também então assim a gente também aí para fechar a a o que a gente vem percebendo que assim tem ações que a gente precisa fazer com essas de balcão de ensinar de ter intermediação humana Mas tem muita solução
que que que que assim que que os avanços são de comunicação são de experiência do usuário são de parar e melhorar fazer o fluxo ficar mais leve fazer a comunicação ficar mais simples a própria o design visual também Eli eh melhorar e isso ajuda todo mundo assim não só a pessoa que tem resistência mas até o jovem com mais destreza também consegue fazer então é isso assim são muitas ações todas muito olhando paraa inclusão Mas considerando essas múltiplas exclusões que a gente tem eu vou responder sua pergunta mas na verdade já dizendo seu nome Larissa
na verdade já dizendo que um eu não sou a técnica do do time eu sou só a a a rede de políticas públicas então provavelmente algumas coisas que eu vou falar aqui não vão ser tão técnicas porque eu de fato não sei a resposta técnica para que você perguntou relacionado à questão por exemplo de uma Pessoa que se descobre trans num determinado momento da vida como fazer essa alteração considerando que os dados da blockchain são imutáveis mas do pouco que eu sei sobre blockchain e de tecnologia eu chutaria e aí me desculpem falar que eu
estou chutando porque é daquilo que eu estudo e que eu vejo no dia a dia é que provavelmente a gente vai buscar marcadores para identificar essa pessoa que fujam da questão de gênero então provavelmente a gente pode Vir a utilizar por exemplo um dado biométrico que eu não preciso saber de que forma você se identifica quanto ao gênero mas eu vou conseguir dizer que você é você e que eu sou eu e que eu não sou Eduardo por exemplo Acredito eu que cer que seria essa a linha de atuação mas eu preciso de fato E
aí eu peço inclusive no final o teu contato para eu buscar internamente com os meus universitários que são super sábios a respeito do tema se esse assunto já é Endereçado hoje Tecnicamente e se é como ele é solucionado mas novamente com parco conhecimento que eu tenho de de tecnologia eu diria que certamente a gente procuraria algum sinal de identificação que afaste a necessidade de indicação de gênero pela pessoa e que vá conseguir dizer com certeza que ela é ela independente de como ela se identifique no momento que ela tá fazendo aquele processo ou dali H
40 anos por Exemplo eh esqueci de dessa dessa sua pergunta eh E no caso da da da identidade da sim e a carteira de identidade nacional é a A ideia é que haja uma integração com o sistema de Registro Civil então não só uma mudança de nome nome Social alguma coisa nesse sentido é como se a pessoa vai casar ou vai separar Então porque tem que tem mudança de nome tudo pode ter né mudança de nome então tudo isso vai ficar registrado e vai haver essa Integração e e não só essas questões de mudança de
nome de civil Mas também de nascimento de morte então isso é essencial pro pro pras bases públicas né Eh então você tem esse canal de de alimentação e de atualização é meio que cadastral assim ao longo da da da vida da pessoa como um todo não só então Qualquer mudança ficaria registrada aí a gente teria mais alguma provocação eu sei que chega a hora do almoço e fica desculpa que eu tô ficando entre Vocês e o almoço você também levantar a mão então não sou só eu tem meus culpados aqui bom meu nome é Veridiana
eh eu tenho uma pergunta eh pr pra Luana e pra Priscila eh em relação a eh a questão do blockchain eh Se você pudesse até compartilhar um pouco mais com a gente nessa questão de como a a questão do que você falou né Priscila de que a descentralização traz um elemento de autonomia e de trazer de colocar isso novamente pro indivíduo Decidir enfim quem vai quem vai ser o Ledger ou quem vai administrar eh essa vai fazer essa intermediação mas se pudesse detalhar um pouco mais também o que significa em termos de escolhas eh ou
de eh Quais são as quais são os elementos de autonomia eh que vão nesse nessa escolha e outros elementos relacionados à possibilidade eventualmente de o que se pode administrar como parte disso Enfim acho que seria interessante detalhar isso em Relação a eh a Luana duas perguntas combinadas eh uma Como foi esse considerando até que nesse processo da da identidade digital a gente já tava enfim com a lgpd aprovada e eh entrando em vigor eh como foi a consideração disso na na formatação do sistema até pensando que tava usando base de dados que não necessariamente foram
coletadas né nesse sentido então Eh nesse processo de Pensar a aplicação eh do dos dos nossos princípios de finalidade necessidade proporcionalidade na formatação desse sistema i eh gerenciamento desse sistema e pragmaticamente também eh Quais são as os elementos que você considera relevante no sentido de ao implementar e e e e avançar com com esse sistema Quais são as outras questões que também são importantes como parte desse processo né eu fico pensando por exemplo eh nos municípios ou nos estados que não Necessariamente já têm carregados de proteção de dados eh então Então quais são todas as
outras estruturas e rotinas e processos que eventualmente fazem parte disso e que são importantes eh serem incluídas nesse planejamento seja da nossa na capacidade dos cidadãos de eh até acesso aos dados ter informações sobre o tratamento de dados e e outras rotinas que fazem parte dos direitos Associados à à identidade digital Eh Boa tarde eh minha pergunta é mais direcionada ao serviço público eh acho que um grande garr galo assim é é a dependência tecnológica do Brasil né Eh par particularmente na eh um caso que para mim é muito muito Evidente na nas universidades eh
no começo da minha graduação por exemplo a gente tem um serviço de meio né foi prometido que a gente teria um serviço de nuvem ilimitado a gente teria aquele serviço de chamada também Ilimitado e unilateralmente o o provedor que é uma empresa estrangeira acabou com isso e eu queria saber o governo Como o governo tá olhando para essa questão de desenvolver uma infraestrutura Nacional também e se como é que como é que tá essa situação eh no serviço público Veridiana Obrigada pela pergunta vou tentar respondê-la Tá talvez eu não consiga responder completamente e São coisas
que a gente vai descobrindo Literalmente com com o Passar do tempo mas bem eu entendo aqui que quando a gente tá falando da blockchain de empoderar novamente o usuário a ter os seus dados a gente tá esse esse direito a ele de utilizá-lo da forma como quiser e como você mesmo falou em qualquer blockchain isso pensando no mundo perfeito numa tecnologia já completamente desenvolvida que não é o estágio atual a gente ainda enfrenta enfrenta não né a gente tá começando a enfrentar a questão da Interoperabilidade mas pensando nesse mundo ideal em que você vai ter
ali a a sua identificação que é só sua que eu não vou conseguir enxergar Luana não vai conseguir enxergar nem a Eduarda Mas você vai utilizar seja para fazer eh uma compra online seja quem sabe para pegar um voo nacional ou internacional ou mesmo para solicitar um serviço público junto ao governo ou mesmo em relação a algum outro governo como por exemplo um visto mas o mundo ideal que se espera é Que a gente consiga utilizar isso independentemente do país onde nós estejamos e independentemente de qu quantas blockchains venham a existir e venham a ser
criadas no mundo mas que aquela identificação seja única em relação a você e que só você tenha essa esse mecanismo de conseguir comprovar isso né conseguir apresentar para solicitar então algum tipo de serviço e tudo mais novamente é algo que ainda está em construção e que a gente ainda Vai ver quais serão os desenvolvimentos e eu vou usar de novo a palavra utópica porque às vezes sim parece utópica quando você pensa a forma como a gente tem hoje de identificação é não só no Brasil como no mundo aquilo com que a gente tá acostumado e
quando a gente pensa os desenvolvimentos que nós tivemos na área de proteção de dados que foram aí muitos num curto espaço de tempo e mesmo de conscientização das pessoas em relação aos dados pessoais Delas mas ainda é algo em construção ainda não é eu ainda não consigo te dizer com exatidão de que forma vai ser vai ser feita essa autonomia e quais vão ser os mecanismos utilizados por cada uma das pessoas no seu dia a dia para garantir essa autonomia mas o que se busca alcançar É de fato retomar essa autonomia em relação à sua
identificação e aos seus dados pessoais e dentro daquilo que você quiser compartilhar eh o mundo ideal é um mundo em que a gente A gente eventualmente não vai precisar indicar qual é o nosso gênero em que a gente eventualmente não vai precisar indicar qual é a nossa data de nascimento mas que o órgão público ou a empresa privada vai conseguir ter certeza absoluta que eu sou eu e que você é você garantindo ainda um maior nível de de privacidade para as pessoas e além de privacidade garantindo também segurança no seu dia a dia desde as
questões que Eu já tinha falado na minha de fraude segurança bancária e tudo mais mas é um caminho que está sendo construído e que para Além disso que é algo que eu já que eu conversei hoje pela manhã com a Eduarda e que eu também venho conversando com Pedro que tá aqui na sala é um assunto árido é um assunto complexo a gente tá engatinhando ainda e quando eu falo engatinhando não é só Brasil é no mundo não é uma questão que venha Sendo discutida e difundida amplamente não é uma discuss é algo que a
gente ainda precisa aprender eu t aprendendo no meu dia a dia com o meu trabalho e ainda tem um monte de perguntas como essas que vocês fizeram aqui pros meus times técnicos que muitas vezes eles não faz ideia de como responder porque eles ainda estão numa etapa de desenvolvimento que ainda não enfrentaram esse desafio da pergunta que eu coloi mas égo que a gente precis Comear atir porque provavelmente é um dos mecanismos para garantir essa retomada da Autonomia dos nossos dados que se perdeu ao longo do tempo ainda que hoje nós tenhamos legislações que sejam
robustas e que de alguma forma tentem retomar essa autonomia mas é Tecnicamente uma possibilidade de retomada espero que eu tenha respondido sua pergunta Bom vamos lá deixa eu tentar eu não tenho ambição de responder eu tenho Só ambição de colaborar aqui trazer alguns elementos a mais para para nossa conversa eh que são bem os dois pontos trazidos principais aqui eh eu acho que são bem desafiadores né são grandes desafios E aí tem formas da gente abordar e olhar para esses desafios e tentar avançar um pouco o tema de dependência tecnológica ele é uma um desafio
real né a gente tá falando do o o caso que você trouxe acho que exemplifica bem isso né então a Gente teve um caso não sei se vocês lembram mas ali depois do Snowden que ficou foi evidenciada a espionagem né E tudo o Brasil fez um esforço de tentar desenvolver uma solução de e-mail eh que acabou que não não não virou não não funcionou como era necessá eh então assim é importante a gente ter essa noção o que que o Brasil tá fazendo o que a gente faz hoje no que se refere à contratação de
tecnologia é mapear risco porque na verdade quando a Gente tá fazendo contratação de tecnologia é porque a gente precisa da tecnologia naquele momento eh as pessoas no no governo precisa se comunicar não dá pra gente ficar sem e-mail é claro que isso coloca em né Deixa claro que a gente tem um risco aí porque se em num dado momento a empresa olhar e falar assim não vou mais prestar ou tal vou desligar o botão a gente vai a gente pode dar com algumas questões delicadas mas esse risco precisa ser mapeado desde O momento que você
identifica a necessidade de contratar essa solução e aí você mapeia os risos esse não é único risco numa contratação de tecnologia são vários E aí você tenta mitigar os riscos né ter ali ações para mitigar aqueles riscos eh uma ação possível de mitigação sim é que o Brasil venha desenvolver e eh e soluções nacionais né mas essa frente e é uma frente possível factível que vale a pena que gera vários várias eh eh efeitos muito favoráveis muito Positivos mesmo que a solução nem nem venha a funcionar ou que demore muito mas essa é uma ação
que tá dissociada da sua necessidade de contratar imediatamente uma solução que você precisa seja de um e-mail seja de uma política pública importante que você precisa eh botar imediatamente seja para manter por exemplo um Bolsa Família funcionando tal você não vai olha falar assim ah vamos desenvolver essa solução que daqui um ano vamos você daqui um ano Vai ficar pronto então assim são são questões diferentes né quando a gente tá precisa resolver um problema imediato de gestão de execução e o outro de de de refletir um desenvolvimento Nacional eh e fazer fomento e e e
promover desenvolvimento então basicamente a minha questão nesse sentido é isso Você precisa E aí a a questão de dependência tecnológica é muito presente você tem inúmeros acórdãos já de T se orientando Como é que os gestores precisam lidar Com e e mapear os riscos e Existem várias formas de mitigar também esses riscos uma uma coisa que a secretaria faz por exemplo é eh hoje justamente usar o poder do estado também porque muitas vezes uma universidade negociar com um grande provedor o provedor pode olhar e falar assim não tem relevância não vai mas se o estado
brasileiro que é um comprador muito grande né consegue se organizar e se coordenar os esforços para liar com esse provedor por maior Que ele seja é diferente Então essa é uma das formas que a gente tem de mitigar riscos justamente e a gente faz isso a gente coordena essas negociações com grandes provedores fazendo acordos padrão então justamente para seguir ali para que ele tenha não é que ele deixe de ter o poder de de de criar dificuldades em função da dessa eventual dependência mas ele sabe que o custo fica um pouco para ele descumprir alguma
coisa então existem formas de mitigar Isso tudo que não é necessariamente só sair de uma de uma dependência que aí não é dep você tá mitigando um pouco isso você sai da da da possibilidade de ficar completamente sujeito a uma condição contratual para você também ter que ter uma uma solução 100% nacional que você não sabe o tempo que vocêo vai levar então você tem várias possibilidades aí Eh sobre que agora eu também tô atrasando muito o nosso almoço né mas sobre a questão de lgpd eh de Fato a gente teve né entrou em vigor
em 2020 mas a gente já tinha ali né ela foi publicada em 2018 Eh mas você tem um custo até hoje eu diria de de Mud de gestão da mudança disso tudo né e não não sei que não não é não são só as não são só as as organizações do setor privado que estão ainda se adaptando mas também do do do do setor público mas também os do do setor privado vem se se se adaptando e na verdade é um é um grande esforço de mudança de mentalidade De Cultura de Educação de capacitação a
gente vem tentando eh educar né e orientar as organizações como um todo mas a gente tem muita dificuldade interna também ainda é é uma lei complexa eh então e mas que a gente vem desenhando já todas as soluções e buscando adaptar eventualmente as as anteriores lgpd para estarem completamente eh em conformidade com ela porque não sou essa lei Mas a gente não não tem a possibilidade de não estar em Conformidade com com nenhuma lei né então Mas ainda tem essa gestão dessa mudança e desse ajuste de mentalidade que é muito significativo mais significativo ainda eh
eh nos municípios eh um ponto sobre a questão que que você comentou sobre o que que pode ser feito e com a população e tudo uma uma ação recente que a gente fez que é pequena mas que eu acho que para pro usuário para mim como usuária que já quis fazer denúncias de de de o que eu achava que Era eventualmente uma violação de lgpd eh Foi a automatização do process do serviço da denúncia então hoje ele tá um pouco mais simples é no canal digital antes era tinha que ser feito por Vic E então
assim era muito mais complicado então ficou um pouco mais simples Então acho que isso torna a lgpd um pouco mais palpável mais concreta eh e e com a possibilidade de estar presente na vida das pessoas Então hoje uma pessoa que fica uma com uma dúvida que quer fazer Algum tipo de denúncia ela consegue descobrir chegar a esse serviço e fazer essa denúncia de um de uma forma um pouco mais fácil eh bom gente acho que é isso mais alguma questão Então eu queria agradecer não queria agradecer a presença de todos a presença do nossas painelistas
o nosso começo foi um pouco truncado mas esse painel ele tá dentro de um contexto de pesquisa da data privacy Brasil que a gente tem desenvolvido sobre dpi Identidade digital todos os riscos possibilidades de descentralização grupos vulneráveis enfim tentar enxergar a identidade na ampi etude que ela merece né que identidade é quem a gente é então são muitos elementos que se somam nessa identidade muitas pessoas que se envolvem Ness nesse debate da entidade eh então peço que vocês nos acompanhem seguem o que a gente vai estar publicando principalmente vem aí no Final do mês um
relatório sobre esse contexto de dpi identidade digital mas muitas outras pesquisas infraestrutura devem surgir então muito muito obrigada obrigada Luana Obrigada Priscila Obrigada cal já nos deixou e bom almoço gente até mais tarde