Eu vou conversar com você, Ivan, sobre os Estados Unidos que estariam prontos para atacar o Irã. Outro tema gravíssimo. A informação é de várias fontes do governo norte-americano e do Congresso.
Segundo essas fontes, uma operação de larga escala tá próxima de ocorrer contra o regime iraniano. É isso, Daniel. O notícia urgente hoje é que não tá faltando no no mundo, viu?
Eh, nós temos a confirmação também através da emissora CBS News de que do lado militar o Pentágono estará pronto já neste fim de semana para executar uma eventual ordem dada pelo presidente americano Donald Trump de uma operação em grande escala contra o regime iraniano, que possivelmente contaria também com o apoio de Israel. A atual concentração de forças dos Estados Unidos no Oriente Médio, Daniel, é a maior já realizada por parte dos americanos desde 2003. E por que este ano, em específico, Daniel, foi o ano da invasão ao Iraque.
Há quem acredite que essa operação, inclusive esse contingente, ele seja maior do que o de 2003 diante das últimas movimentações militares que nós acompanhamos. O lado israelense também se prepara. o equivalente a Defesa Civil de Israel já emitiu alguns alertas orientando a população para que eh acompanhe as atualizações justamente porque se os Estados Unidos atacarem o Irã, acredita-se que o Irã, em represalha ataque Israel e possivelmente também Israel fará parte eh do ataque, como eu disse, né?
Então existe essa preocupação também. Uma informação também de agora há poucos minutos, o primeiro ministro da Polônia, Donald Tusk, alertou seus cidadãos que deixem o Irã imediatamente. Ele provavelmente tem alguma informação de bastidor, não é, justamente sobre a possibilidade de um ataque americano ao Irã.
E ele tá pedindo então que os cidadãos poloneses deixem o país, porque pode ser que nos próximos dias não seja mais possível realizar esta evacuação. Do lado iraniano, Daniel, essa semana algumas autoridades que participaram das negociações com os Estados Unidos na Suíça chegaram a declarar que as conversas tinham dado frutos e que eles poderiam avançar, mas aparentemente não é o caso. O presidente iraniano ontem à noite admitiu publicamente que existe uma divisão dentro do país, não é?
eh ressaltando a questão das manifestações que aconteceram em janeiro, mas que ele estaria pronto para morrer como um mártir, ou seja, dando aí também uma indicação de um possível confronto com os Estados Unidos. Então, Daniel, o Gerald Ford, que é o Geraldão que ficou conhecido aí no Brasil, né, que operou no Caribe até a captura de Nicolas Maduro, ele no domingo deve chegar em em uma área onde os aviões que ele transporta possam realizar operações de ataque ao Irã e de defesa a Israel. Agora, Daniel, se eles estão dizendo no domingo, vale lembrar que essa é uma é uma operação militar que requer sigilo.
Possivelmente nós podemos presumir então que o Geraldão esteja apto a atuar antes de domingo. Eles dizem domingo justamente até mesmo como uma ação de despista. No meio dessas informações, nós tivemos a confirmação de que o secretário de estado, Marco Rúbio, deva visitar o primeiro ministro Benjamin Netani de Israel no próximo dia 28.
Agora, Daniel, hoje é dia 19, daqui até o dia 28 tem muita coisa para acontecer e pode ser que o anúncio desta visita de Marcos Ruben e Nataniarro também seja ali uma operação de despistagem por parte dos americanos. Uma coisa é fato, a preparação do anel que os Estados Unidos estão fazendo não é para um ataque pontual como foi em junho com os B2. Trata-se de uma operação de larga escala que pode durar até semanas.
Daniel, o Marcelo Rocha Monteiro tem um ponto para nossa conversa contigo, Ivan. Eu tenho várias, na verdade. Bom dia, Ivan.
Eh, nós eh sabe-se que em 1979 o que decidiu a questão da da queda do regime do chá e a implantação da da teocracia islâmica do Aeto Lacomini foi uma posição, digamos assim, de neutralidade do exército iraniano que não se dispôs a defender o regime do chá naquela ocasião. Então, queria saber de você o que que se comenta hoje sobre a posição das forças armadas, não da guarda revolucionária islâmica, mas das forças armadas regulares do Irã. E também queria saber, você falou do do Gerald Ford, já tem um porta-aviões na área, não tem?
o Abraham Lincoln já tá por ali. E se eh essa posição do do dos porta-aviões americanos seria eh algum lugar no Golfo Pérsico, né? Me parece que geograficamente seria o mais, não sei o que faz mais sentido e como é que os outros países ali do Golfo Pérsico enxergam essa possibilidade, né?
Oman, Barém, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Coeit, enfim. Então, todos esses pontos aí que eu queria saber, porque eu sei que você tá sempre muito bem informado e por dentro aí dessa situação. Bom dia, professor.
Olha, vou tentar tirar a nota 10. Eu estudei e tenho uma resposta pros três questionamentos. Vamos ver se eu se eu consigo tirar o nota 10.
É ao contrário de algumas escolas de samba que não tiraram muito os nota 10 ontem. [risadas] Eh, bom. Professor Marcelo, a primeira questão, como o exército regular iraniano irá se comportar, nós obviamente ainda não sabemos, mas até hoje, desde aquela revolução, o exército jamais se integrou totalmente ao regime.
Por isso que nós temos a guarda revolucionária. Eh, possivelmente o exército em um primeiro momento deva realizar operações de defesa, mas conforme a guerra se estender e o temor do regime é que os comandantes digam: "Por que eu estou aqui arriscando a minha vida por um regime que tá prestes a cair? Vão negociar com os americanos".
Então, existe essa possibilidade e esse é o grande calcanhar de Aquiles, talvez, do regime, essa falta desta integração total com as Forças Armadas sobre os porta-aviões. Sim, são dois, o Rabrian Lincoln e o Gerald Ford. O Abron Lincoln está eh no Golfo Pérsico, entre o Golfo Pérsico e o Oceano Índico, e o Geraldo Ford no Mediterrâno, professor.
E ele deve chegar muito próximo da ilha de Chipre, onde tem uma base do Reino Unido, que possivelmente pode ser um apoio, né, para a logística. Então você tem esses dois porta-aviões divididos estrategicamente e uma primeira análise militar indica que o Rebran Lincoln seria utilizado para o ataque ao Irã e o Gerald Ford na defesa de Israel. Mas professor Marcelo, o senhor pode entender que por mais fontes que eu tenha, por mais que eu estude, a operação militar ela trata-se de algo sigiloso, né?
Então, possivelmente na noite do ataque, caso ele aconteça, essas cartas sejam embaralhadas justamente para confundir ah o inimigo. E sobre a posição dos demais países, oficialmente eles falam em paz. Mas no mês passado chegou até a vazar uma informação de que um diplomata da Arábia Saudita que em público dizia: "Não, vamos trabalhar pela paz", etc.
foi a Washington e pediu para que os americanos realizassem o ataque. Então, eh, professor, os emirados em geral ali, os países da região, eles vêm no Irã como uma presença incômoda, com exceção do Qatar, que é um país mais próximo de todos ali da região em relação ao Irã. Os demais eh podem até em um primeiro momento condenar aquelas notas públicas, sabe?
Condenamos o ataque, etc. , Mas por trás das cortinas eles devem estar esfregando a mão, contando os minutos para um ataque que possa levar a queda eh do regime iraniano. Daniel, eu devolvo para você.
Antes de passarmos pro próximo assunto, eu preciso responder aqui, professor Marcelo Rocha Monteiro, posso dar nota 10 para ele aqui como seu assistente? Com louvor. Com louvor.
10 com louvor, como sempre. Muito bem, Van Cléber, nota 10. Muito bem, Ivan, vamos seguir com os nossos assuntos agora falando de um assunto seríssimo, com notícia urgente para você que nos acompanha aqui no Jornal da Oeste, primeira edição.
Expríncipe Andrewell, irmão do rei Charles, do Reino Unido, foi preso. Ele é suspeito de conduta imprópria em cargo público. Como é que isso aconteceu e que conduta imprópria seria essa, Ivan?
Isso mesmo, Daniel. Estamos aqui noticiando a prisão de um ex-príncipe, irmão do rei da Inglaterra, do Reino Unido, eh, e de vários outros países do qual ele é chefe de estado. Um dia histórico, como eu disse, aqui no país, a prisão então de do ex-Píncipe Andrew, sob acusação, como você bem disse, de má conduta em cargo público.
Aqui eu só abro um parêntese, né? Bem que outros países também poderiam adotar essa questão da má conduta em cargo público. Bom, Daniel, a operação de hoje realizada por policiais há paisanos que foram até a casa dele realizar a prisão, lembrando que hoje é dia do aniversário dele, foi baseada nos arquivos do caso Epstein e especificamente a acusação de que Andrew teria entregue documentos confidenciais do Reino Unido enquanto ele ocupava uma posição na Câmara de Comércio eh do país.
Ou seja, ele entregou documentos muito importantes e confidenciais que ele não poderia ter entregue a Jeffreystein. Essa é a base da operação de hoje. Obviamente que o envolvimento do Andrew em eh nos nos arquivos, né, nos caso do Epson vai além dessa questão.
A polícia optou por realizar a opção, optou, né, por essa questão. Pode ser que eles tenham já a investigação já mais adiantada sobre esse ponto, o que levou à prisão dele. A família real, o rei Charles, o príncipe William, aparentemente não fizeram nenhuma tentativa nos bastidores ou eh de articulação para que Andrew não fosse preso.
Aqui existe também um um senso de comprometimento com a monarquia que ela não pode eh também eh se comprometer a ponto de defender um dos seus diante dessas acusações. Então, será a justiça britânica a avaliar o caso. O Andrew terar ali também o seu direito à defesa, obviamente, não é?
Mas a família real deve se distanciar desta eh questão, deixando o Andrew aí então resolver os problemas dele. Quem deu início justamente a essa possibilidade foi a rainha Elizabeth. Há 4 anos atrás.
Ela já começou a retirar alguns títulos, alguns benefícios do Andrew, né? E mais recentemente dela, agora Rei Charles retirou o título de príncipe do Andrew. Ah, Daniel, eu não sei como tá repercutindo a questão do caso Epsen no Brasil.
Nós estamos aqui com o governo britânico na corda bamba. Isso porque conforme nós trouxemos aqui, foi indicado uma pessoa que está lá no arquivo Epsen também para ocupar o cargo de embaixador do Reino Unido nos Estados Unidos. É uma questão extremamente importante.
Nós temos a prisão aí mais séria, digamos assim, desde as recentes revelações do caso Epstein. E aqui é minha opinião, Daniel. Isso não é uma notícia, é uma opinião.
Acho que não vai parar por aí não, viu? nós teremos mais prisões importantes relacionadas ao caso Epen. E uma um outro efeito colateral do caso Epstein foi com Bill Gates.
Ele deveria discursar hoje na Índia em um evento inclusive que conta com a presença de Lula sobre a inteligência artificial. E diante da possibilidade de ser dele ser questionado pelo seu envolvimento com Epstein, Bill Gates cancelou o discurso que faria na Índia. Daniel, olha, prepare-se porque eu acho que o caso vai abastecer e muito os noticiários nos próximos meses, viu?
Nós seguiremos acompanhando juntamente com você aqui na Oeste, meu caro Ivan Cléber. Agora 8:18, estamos ao vivo até às 10 horas da manhã com as principais notícias não só do Brasil, mas também de todo o mundo. Você falava aí de um dia histórico sobre essa prisão do ex-Príncipe Andrew, o irmão do Rei Charles.
Outro dia histórico neste ano ocorreu no último 3 de janeiro com a prisão de Nicolás Maduro e a justiça dos Estados Unidos decidiu adiar o julgamento do ex-ditador venezuelano e também da mulher dele, Cília Flores, porque ainda não começaram a julgar Maduro. Tem previsão de quando isso vai acontecer? Daniel, foi um adiamento de três ou quatro dias, era pro dia 17 de março, depois por dia 23 e agora 26 de março, portanto, o mês que vem.
Eh, esses adiamentos acontecem em muitos casos, Daniel, por questão de segurança. Você imagina a logística necessária para levar o Maduro do presídio no Brooklyn até o tribunal ou ali, onde ele prestará depoimento, enfim, eh, ouvirá as perguntas do dos juízes, etc. Então, existe o temor de que algum grupo tente eh eh libertar Maduro, tente realizar uma operação ousada ali e e de libertação do Maduro.
Então, é possível que ainda de hoje até o dia 26 de março a gente tenha mais algum outro adiamento e a data mesmo deve ser definida ali na semana, mas possivelmente ainda no mês de março, Daniel. Então, esses atrasos eles acontecem por questões de envolvendo logística e que estão envolvendo segurança e também eh para que a defesa e a promotoria preparem ali, né, eh justamente esse depoimento eh do Maduro. Ontem, se você me permite, nós temos uma tivemos uma atualização.
Maduro foi acusado formalmente pela justiça americana de vender, entregar passaportes diplomáticos a membros dos a membros do narcotraficantes do México. e com esses passaportes diplomáticos. Então isso facilitava a operação, a distribuição de cocaína dentro dos Estados Unidos e também a a o transporte de valor dinheiro dos Estados Unidos para a Venezuela.
Então nós tivemos mais essa acusação. E Daniel, por que eh a procuradoria, né, faz esta acusação? É um recado que eles estão mandando para a defesa do Maduro.
Nós sabemos tudo que você fez. Por que não facilitar pros dois lados e começar a negociar uma delação premiada? É isso que a gente vai descobrir eh nos próximos meses, se eventualmente Maduro eh opte aí pelo caminho mais fácil e comece a a delatar.
Daniel, e o secretário de Estado norte-americano, Marco Rúbio, está mantendo conversas reservadas com Raul Guillermo Rodriguez Castro, o neto do ex-ditador cubano Raul Castro. Oivan, o que eles têm conversado, você sabe? Olha, Daniel, adoraria ter participado inclusive das conversas, mas infelizmente não cheguei a tanto.
Mas o que nós podemos deduzir é que Marco Rúbio está dizendo a ele: "Olha, veja o que está acontecendo na Venezuela. Você pode ser a nossa Delcio Rodriguees e ajudar na transição para uma Cuba eh redemocratizada e para uma Cuba finalmente livre". Nós tivemos algumas informações de bastidor nos últimos dias de que os Estados Unidos já tinham individuado quem poderia ser a Delci Rodriguees cubana.
Aparentemente pode ser o neto do Fidel que ajude aí em um primeiro momento a derrubar o regime, pelo menos como nós conhecemos agora, e que dê início também a um processo de transição dentro da ilha cubana. Lembrando, Daniel, que já são aproximadamente 30 dias de um embargo forte, eh, de um embargo ferrho. Agora sim, o embargo a Cuba está sendo aplicado, não chega petróleo a Cuba.
Vários serviços, eh, de extrema importância, né, pra sociedade, eles já não funcionam mais. E uma coisa que ninguém tá falando, o exército cubano também tá ficando sem combustível, deixando aberta aí uma possibilidade, inclusive, para uma opção militar americana. Mas a estratégia de Marco Rúbio da Casa Branca é de convencer o regime cubano que acabou.
Arrendam-se e finalmente liberem Cuba desse regime que já deveria ter caído. Melhor, melhor dizendo, não deveria nem ter começado, mas já que começou, deveria ter caído há muito tempo. Então, o Marco Rubes está dando uma opção, está deixando uma porta aberta para o regime levantar as mãos, sair e finalmente a gente conseguir essa transição lá na ilha carienha.
Daniel, bom, vou trazer um assunto aqui que tem relação com o Brasil, a relação do Brasil com a Venezuela também e também a relação internacional do nosso país ou do governo Lula com o governo norte-americano, porque o presidente Lula pretende se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington na segunda quinzena de março. Ou seja, é até meio que perto ali do julgamento de Nicolás Maduro. Bom, o objetivo, segundo o governo, é discutir uma um possível aval dos Estados Unidos para que a Petrobras possa voltar à exploração de petróleo na Venezuela.
A estatal brasileira já atuou no país em anos anteriores, mas a instabilidade política, a crise econômica, as sanções internacionais interromperam essas operações. E com a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, o governo de DC Rodriguez assumiu compromissos sobre decisões estratégicas relacionadas à exploração e à comercialização de petróleo no país. Aliás, Ivan Cléber, o presidente Lula também pretende tratar das sanções americanas a Cuba, que atingem inclusive países que fornecem petróleo a ilha, caso do Brasil, não é?
Ô, ô, Daniel, eu devo ter perdido alguma coisa, porque se não me engano, o Lula é presidente do Brasil, ele não é presidente da Venezuela e não é presidente de Cuba. E ele como presidente brasileiro deveria tratar dos interesses do Brasil com o presidente americano, gostemos ou não, não é? Quais poderiam ser esses interesses, mas a em teoria essa deveria ser a prioridade da agenda e não o embargo a Cuba.
Daniel, não sejamos ingênuos. O que o Lula quer fazer é proteger o regime cubano, proteger as estruturas do foro de São Paulo. Você imagina a quantidade de documentos relacionados ao foro de São Paulo que estão em Havana nesse momento e que podem cair na mão então dos americanos, na mão do secretário Rúbio.
É isso que tira a noite de sono de muita gente eh no Planalto, até mais do que eventualmente outras questões. Então, ah, o que o Lula tá fazendo em relação a Cuba é isso. Sobre a questão da Petrobras, os Estados Unidos estão realmente buscando aí e parcerias para restaurar a indústria petrolífera da Venezuela, inclusive com petrolíferas europeias, americanas, porque existe um entendimento na Casa Branca, Daniel, que se bem eh explorada a questão do petróleo na Venezuela, com o investimento certo e com o retorno certo, o preço dos combustíveis pode cair em todo o mundo, não somente eh nos Estados Unidos.
todo o comércio mundial poderia ser beneficiado com essa queda do preço dos combustíveis. Então, existe esse apetite, sim. Pode ser que a Petrobras consiga ali uma fatia desse investimento, mas mas é sempre bom lembrar que o fantasma da Lava-Jato ainda ronda nos Estados Unidos em relação à empresa.
Quando se fala em Petrobras, o nome da Lava-Jato sempre aparece para assustar ali, né, os investidores. Então, eh, nesse cenário a gente precisa acompanhar o que vai acontecer, mas não seria nenhuma surpresa também. Eh, e nem não podemos nem considerar como uma grande vitória geopolítica da Petrobras, caso ela consiga operar dentro da Venezuela, porque é algo que justamente os Estados Unidos querem nesse momento, eh, a possibilidade aí de que o petróleo venezuelano possa eh ajudar na queda do preço dos combustíveis mundo aa.
Daniel.