Da manga rosa. Eu comprei um fumo. Comprei o fumo passear doidão.
Chegando em casa, o Carlinho abriu a porta e me pegou com um be na mão. Corri pro quadro da meu irmão. Pinho não filma.
É muita cara. Então vem comigo linda, filha da [ __ ] Maconheiro, sem vergonha. Para de far maconha e vai trabalhar carinho ficar hoje aqui no La Trampa Vbe.
Maravilha. Estamos junto. Certo, Carlos.
fundador fundador do circuito reg, que lá no início dos anos 2000 fez muito barulho aqui com a adolescência, com a galera jovem e e aonde apareceu grandes nomes da música reg do forró. Conta um pouquinho aí para nós, carinho, como é que foi essa história aí. Isso aí lá em ano 2000, né, para 2001, eu dando um rolê, querendo ver mexer com sempre mexer com música lá atrás, né, nos anos 80 e 90, eu queria algo diferente e de repente eu tava lá em Pieiras dando rolê por lá e aí eu entrei no campear lá e de repente eu vi uma galera dançando forró, forró faticial, um triozinho lá tocando lá falei: "Nossa, que aquilo eu vi aquela juventude, aquela galera de 16 a 19 anos, 20 anos curtindo aquilo, as meninas com aquela saiona, os mem tudo que sandália, aquela coisa mesmo assim bem ruts, né?
Pô, quis conhecer mais aquilo. Aí eu fui conhecer o projeto equilíbrio. Sim.
Máquina de conheci você fazendo na fogueira lá. Eu fazia o do do projeto equilíbrio. Isso aí quem apaixonado por aquilo conhecer o o remeleço, entendeu?
Aí eu olhei aquele o cavar e e o cavar lá terça-feira tinha uma banda que tava lá tocando pro homem et lá que era tava começando ainda quero falar mança. Aquela [ __ ] filha aquele público bonito, aquela mulherada. Falei: "Meu vou mexer com isso aí.
Não. E outra, nessa época a gente pegou o comércio de todo mundo, né? Ponto de equilíbrio, Leão, Israel, eh, Mato Seco, Planta e Raiz, Planta e Raiz foi a primeira banda.
Veja só, é, é só para você a galera entender. Então, a gente tá fazendo forró e eu sempre gostava o shot, cara. O shot é um negócio mais lento e o shot pro pro Reg é um dois, né?
É um dois ali. Aí aí eu eu sempre tive uma queda pelo pelo R. Então eu fiquei um tempo conforme pouco tempo e um programa de rádio que eu tinha que da rádio imprensa, um programa que era da meia-noite às 5 da manhã.
Eu dei uma entrevista lá para você várias vezes, né? Da meia-noite às 5. Então você criou aquele aquele gordão lá, né?
Ninguém dorme na trindade começou com circuito universitário, foi circuito essa real. E aí aquela parada rolou e logo eu comecei com programa de regos domingo da meia-noite às 2 da manhã pô todo mundo via sucesso que foi estourando e aí eu fui querendo pro egemando. E no for criou o nome for, lancei o foreg naquela situação e depois ficou só com o reg mesmo.
O for ficando um pouquinho assim, o reg foi tomando conta porque foi contaminando os festivais que a gente precisou fazer, aquela coisa toda. Aí eu sei que o regiferi de São Paulo. Entrou, cara.
Entrou. É uma coisa assim no reg é mais aquela coisa que antigamente o reg em São Paulo era marginalizado. Era marginalizado.
E era uma coisa muito underground, né? Se tinha um festival de hag uma vez por ano que era dois, tr anos que era o reg que era numa falta de uma batata. Lembra vel que fazia aquele festival, mas era aquela coisa só de banda de nome, né?
Tinha ali e tinha ali o Sagne que estourou os anos 90 e o Nat Husk que veio um pouquinho depois ali, mas não tinha mais ninguém, né? Tinha aqui a cena totalmente underground. Cada cada estado tinha.
Agora isso não tinha acesso a a não tinha acesso a a a ao público da da periperia, ao público à massa. Sim. E eu sabendo daquilo, já tinha uma experiência já como hip hop lá atrás.
Tá mudando de assunto um pouquinho. Eu quero te apresentar nossa chefe de cozinha lá, moça. Tudo bem?
Lá lá. Que que você vai preparar pra gente hoje aí? Hoje eu vou preparar um bifinho com uma saladinha, uma torradinha.
Adoro. Não, a gente, detalhe, a Lala ia fazer uma comida japonesa. Aí eu mandei um whats pro Carlinho.
Carlinho, você come comida japonesa? Peixei falou: "Não, só boi e porcos. " Ô, Carlinhos, e me conta uma coisa, cara.
Como é que tá a sua vida hoje? Você tá tá tá fazendo o que da vida? Então, te pega a música, coloca a letra dela para tu mandar, entendeu?
lá algumas imagens e tal para revivar o canal e também uma saudosíssimo das bandas. Sigam lá cquento no Instagram, né? No Instagram, no no Facebook e no YouTube tem uns vídeos lá no YouTube.
Hoje o canal Reg tá com quase 80. 000 seguidores e mais de 100 80 milhões de views, cara. Não para escrito reg.
A galera é fiel a a ao nosso canal lá. Então por isso que a gente tá nutrindo sempre ali no canal, colocando coisas, coloquei muita coisa nova na pandemia, produzir várias coisas novas, mas sabemos que essa coisa do digital é uma coisa muito nova pra gente que é mais velho e para divulgar, para fazer gerar dinheiro nisso, é muito difícil. Então eu acabei abandonando um pouquinho as coisas novas.
Você tinha cascatas records, né, que era gravadora, né, que inclusive tem um disco meu que foi por lá, né, isso. Quem mais lançou disco pela cascata? Ah, que eu lancei na cascata, eu lancei a cascata reg depois eu lance no carrutes que fiel carrutes, né?
Que lançou vários grupos de reg, não muita nossa eh eh nossa salvação e você né, trindade eh expressão higueira, mato seco, ponto de equilíbrio, filosofia, filosofia reg. Eh, que mais? É meu, é tantas aqui, só se pegar um diso desse aqui.
É trilho de raízes. Você tem raízes, cara. Sabe que tem uma música minha aqui no raízes que eles gravaram que é a Ludmila Mazucat cantando uma canção.
Cara, é um disco que eu gosto muito, cara. Esse disco é muito bom. Sá é do Santar.
É que da da banda Israel, tales. Aí você pega o 10 aqui, você tem aqui mat pr Messias, banda kilam que era o bachista. tecladista do do Leão Israel, Jack de Brasília, Leão Israel, Bandir do Sul e do Ribeiro, que mais que parece um só, né?
Eh, banda carnaval de lá do Espírito Santo, Herança Niga também do Espírito Santo, de Alive de Brasília e Full Regg também do lado do Sul. Para vocês verem, isso foi lançado começo, a começo dos anos viu começo do dança. E é isso aí.
pequenas rebistas também, né, que você trouxe aí. É um dos grandes, um dos grandes trofes da gente ter feito lá na época, cara. Eu trouxe algumas que eu achei lá, tem várias aqui, mas é assim uma revista.
Essa essa aqui são o produto de raiz. Olha o F era novinho. É, aqui é o o F stream de já, né?
Então aqui é uma revista onde fala e da da da todo o projeto nosso. É uma maneira da gente de divulgar o nosso pelo Brasil todo. Isso encontra em algum lugar ainda ou não?
Isso não existe mais cara. E no digital tem. no digital ainda não postei revista, mas tô com ideia de eu tô achando já o o o a o CD que tem toda a a a parada que já era que já era digital.
Se fazia isso guardava já tem o arquivo, né? Sim. Então cada um quer declarar, tem que lançar isso.
Digital, não vi também aqui. Nossa cara, mostra essa foto aqui, ó. Olha essa foto aqui.
Para quem não sabe, o Carlinhos Car foi uma das figuras mais polêmicas que eu já conheci. Nós mesmos já quase saímos na no tapa. várias vezes, mas somos amigos para sempre e é uma figura polêmica.
E hoje muito muita gente se refere ao caninhos como o mal necessário dos anos 2000, arrebentou, fazia, abriu porta com um monte de gente, descobriu um monte de artista e hoje tá aqui e ainda tá na na atividade, né, Sim. A, como eu falei, o canal da gente t a gente não para, a gente tá lá e eh sempre nutrindo o o canal. A galera tem um público fiel, como eu te falei, a gente tem lá mais de 80.
000 seguidores e seriá acho que 80, quase 80 milhões de de views. Eh, e continua. Então, eh, esse aqui é um negócio bem legal.
É o a música regimento. Eu, quando eu trabalhei com reg, quando eu entrei no reg eu sabia já desde desde 1981 quanto Bob mais morreu, entendeu? Eu já aquele me bateu na minha na minha no meu coração.
Eu vi as músicas dele, eu queria tocar nos bailes naquela época. O reg sabe que eu essas paradas aí porque você gostava mesmo do funk americano da É, começamos ali, começamos aquela zap grande master flash quando vi quando entrou o rap já entrou nessa linha aí, entendeu? Botinho o break também você passou pela época break, então eu achava que o reg ele tinha essa essa coisa urbana também, entendeu?
O regamaica, era uma coisa urbana, até porque era um DJ jamaicano, foi para Nova York, que que lançou todo momento do hip hop lá, entendeu? Jamaica já fazia seu Dust, já fazia. Pai, uma pegada assim e esse esse DJ já vai entando coert chama cohert ele começou essa onda toda de de DJ de tocar no hip hopar com reg aquela [ __ ] toda lá que tem mas não chegou até aqui na época chegou depois anos nos final dos anos 90 a a era ragamorf que misturou e e hoje nós temos um encontro das tribos que foi uma sementinha que você plantou lá atrás que o Char vocês trabalhavam juntos né Charis Leandro é o Charles Leandro grande amigo um abraço para ele o Char quando eu comecei com ainda tava no forró ainda, o Char Ele trabalhava na Johnson, acho que era Johnson Johnson, entendeu?
E ele era o bebê Johnson. Ele era o bebê Johnson. E aí ele gostava também se conhecemos numa numa festa, alguma coisa, eu não lembro agora onde a gente se conheceu.
E aí eu tava precisando de gente para trabalhar lá, algumas coisas também ali também sei lá se ofereceu, também quis. Aí ele veio trabalhar lá comigo lá. Ele veio trabalhar ficou um tempo no circuito no circuito universitário, né?
Um tempo e depois ele ficou pouco tempo, acho que deu o quê? um ano, um ano. E aí ele ele ganhou toda ele começou a fazer uns eventos lá no Estilos em Santana Andrés, que eu toquei alguns eventos lá.
O o Edu Ribeiro também fez bastante estilo, várias bandas fizeram, né, antes de de de Mas naquela época a banda que quisesse aparecer, quisesse fazer aparecer tinha que tocar no programa do circuito star do circuito se elas não tocasse não aparecia não não é que só tinha aí ter muita oferta de banda minhação toda recebia eu tenho até hoje lá as demo de várias bandas lá que é assim não sei que que aqui lá fazer um museu aí para poder escrever aquilo porque a história da música brasileira que o gai nosso é uma história né? E a e a e a Carrutes e a Cascartas que fez esse trabalho todo sempre voltada para para a periferia, para a música urbana, né? Eu falo nem falo periferia que é música urbana, aquela música realmente que vem da periferia, que vem do daquela galera que mora no nos bair tem vontade de fazer música, oportunidade, entendeu?
Então a gente tem oportunidade para uma porta uma porteira que abriu um dinossauro. É um dinossauro plantando sementinhas lá diante do ano dois. Vi a banda lá da tua ideia tinha banda que vinha lá até você um você desceu também.
bem rústico lá o comecinho antes da gente gravar aquele disco e de vários o pessoal que trabalhava comigo vai lançar isso aí não vai dar nada aí que é muito ruim mas eu enxergava que aquilo tinha o coração porque a música ela tem alma tem coração. Simonári porque o cara tu não falar isso, quando a o cara faz uma música, cara, ele põe o coração dele na música, na letra, ele põe uma uma energia na música, cara. Então, e o Reg ele tem muito disso também, entendeu?
Toda a música. Mas eu achei que o reg tem mais que ele quando o cara escreve uma música de ha, cara, ele ele tá transcendendo a mente dele, sei lá. Carlinhos do Heg deu deu uma estacionada durante algum tempo, sobreviveram alguns e agora recentemente o pessoal do Heg tá rolando uma coisa muito bonita que tá todo mundo se unindo, um convidando para participar de gravação de outro para participação de shows.
Então o reg tá ressurgindo com uma roupagem nova e tem uma molecadinha nova fazendo ha também. Gente que nem era nascido naquela época, já tem bandas de ha de adolescentes aí. [ __ ] eu acho isso o máximo, cara.
Tá voltando com tudo. É. É, quando eu parei em 2007 para 2008, entendeu?
Foram uns problemas pessoais. Você você até presenciou algumas coisas de banda, de tudo movimento. E aquilo me chateou bastante porque o ser humano assim é todo segmento e aquilo eu falei meu acho que minha contribuição aqui já foi.
Mas você deu uma estacionada, mas estacionada a nível assim de de produzir, mas não que eu deixei o tá na minha veia, tá no meu sangue, eu o ço todo dia, eu produzo umas coisas ainda para mim, sabe? Faço umas coisas bem legais lá. tem, mas eh postei algumas coisas que eu fiz com as bandas aí, o pessoal, mas eu vejo assim, ainda que a tecnologia é tão avançada para você eh gerar recurso para com isso aí, tem que ter uma um engajamento muito forte.
Isso que você falou de enganjamento de fazer é o tem que ser feito mesmo hoje. As grandes as grandes artistas de de renovar eles fazem com ligações para para dar enganjamento na rede social para poder ver mais agora, mas os pequenos são sabe o que eu sinto? Aquela época rolou um bom do reg, mas o pessoal não era que nem hoje, hoje tá bem legal.
Naquela época existia uma concorrência, uma, o pessoal levantava uma bandeira branca de união, de paz e amor, mas no fundo, nos bastidores, eu vi muito, muita gente puxando o tapete. Não vou aceitar nomes de bandas, mas é hoje parece que não existe mais isso. Acho que deu uma consciência porque o sertanejo fez isso antes do pagode fez isso, todo mundo sumiu, deu certo.
Sertanejo, todo mundo se uniu, deu certo. Acho que caiu a ficha da galera do reg e tá voltando com força total. É precisa.
O que precisa se perguntar para mim assim, pô, o que que precisa pro R voltar para passar o movimento igual foi? Realmente é difícil fazer aquilo que a gente fez lá atrás foi uma coisa mesmo. El não falar mas fez que de paraqueda.
Umas falou para mim quem conheceu que era do hip hop, era da Black Music, falou que podia ser. Não, eu entrei sabendo que eu ia fazer. Eu sabia que podia dar certo, que era uma um lixo de mercado que que tem que eu eu fale eu gostar eu posso fazer aquele meu gosto para várias pessoas gostarem.
E foi isso. Então porque a música ela é isso, né? Quando você faz de coração, então fazia aquela parada de coração no medios, fui fazer festivais em vários locais, vários perreng, eu passei ele, vou nas banda banqu muito prejuízo, mas teve muito lucro também na época.
Então teve o que tinha lucro, Neto queria fazer às vezes faz América lá lutado, mas não vi os outros que eu fiz lá em Jundiaí, pô, aqui chuva atrapalhou na zona norte, na zona sul, eh, na zona leste, os que deu prejuízo, pô, que faz são nossa, entendeu? Então você divide então aquela então quando você divide isso no no dentro do barulho de dois meses, de três meses de evento, você fala: "Pô, fiquei no primeiro dia eu banqueava a rádio bancava não tinha patrocin não tinha nenhum patrocinador, não tinha nenhum. A rádio que bancava naquela época pagava R$ 20.
000 por mês. Você imagina isso há 20 anos atrás. Fora os estúdios que bancava para gravar os estúdios, revista, entendeu?
CD tudo era pago por mim, entendeu? Pô, Carin, é o seguinte, vou fazer um hag para você enquanto a Lala serve aquele suco maravilhoso que a minha esposa faz para os convidados e a Lala vai botar pra gente também uma coisa maravilhosa que ela preparou hoje pra gente, a chefe Lala, minha querida. E nosso tem um tem um ingrediente aí que você vai sair daqui sorrindo à toa.
Vou fazer uma música que tá no CD Regu que é assim. Só vim aqui para lhe dizer, ó baby uma nova, ela está no ar. Feche seus olhos, abre o seu coração e aprenda a branca desteão.
comigo uma canção [Música] você vai coração. Uma canção, uma música um som, um som, o som e um vadilhar que te faz no coração. Muito bom.
Essa música também gravou com expressão regra, né? Sim. Que foi naquele disco ao vivo que a gente gravou no projeto Equilíbrio que o Mingal do Trajaigor tava na guitarra e o Mastiga que era para est aqui hoje e mas ele vai vir num próximo programa com Expessão Regueira.
Ele cantou comigo essa música. Gostou do suquinho? Um brinde.
Um brinde ao passado. Muito gostoso. Ao presente, ao presente e ao futuro.
Aqui tem um sabor delicioso também. Eu vou lã Melissa. Melissa chá de Melissa naquela ervinha que que tem plantadinho aqui.
Mostra, mostra para eles lá, produção. A plantinha lá, ó. Olha a belça.
E o limãozinho. É uma uma invenção da do do do pessoal da das avós. Aó da da Roberta que fazia.
Muito bom. Muito bom. Muito bom.
Gostei muito. Gostei muito. E é isso aí, Carlinhos.
inha aqui. Projetos futuros, Caninhó. Bom, o projeto futuro, a gente assim eh além de cuidar do canal do Spirito Ha no YouTube, né, e o nosso Instagram e o nosso WhatsApp, WhatsApp, não, o nosso Facebook, mais ou menos mais no YouTube, quer pessoal ter mais e mais interagir o que a gente fez, a galera nova quer saber do reg, como é que foi o passado.
Então eu tenho resgatado bastante coisa e vou continuar fazendo isso porque eu não vou deixar essa história morrer e e o YouTube é uma coisa é de pesquisa, né, de pessoal saber. Hoje hoje em dia o jovem não assiste mais televisão. Assiste mais televisão.
Verdade. É internet YouTube. Abre a gente abre.
Tem assunto interessante aí. Eu preciso até aprender mais a mexer com essa rede social para poder colocar mais na frente porque é cada vez que faz evolui mais, né? O o YouTube para entregar isso é um problema.
Nós somos eh de uma época que não existia internet, que a gente brincava de peão, a televisão não tinha nem cor não tinha, cara. Era rádio, a gente ficava com a fita cassete esperando para gravar música. A gente gostava.
Aí eu vi o loucutor que nem você e falava no meio da música. [ __ ] ficava [ __ ] com essa história, velho. Então se que coisa que era mais, mas era mais gostosa tesão de rádio, né, cara?
Eh, eu fazia o circuito, o circuito circuito reg da imprensa. O programa era da, olha só, da meia-noite a cinco, de segunda a segunda, você fica na madrugada tocando e tinha um vídeo, a galera interagia com você, a galera imaginava como que era o programa. [Música] Cozinha bom.
Cozin e hum essa pimentinha agora. Vixe Maria não tá curtida. Táida, hein?
Mais um pouquinho de [ __ ] Então, porque ela tá Natura tá em conserva. Já que você não tem roida, né? Eu tinha acabei com ela.
Pinos. Esse programa vai e vai pela ISWI TV, que eu quero que você entre e veja quantos convidados legais a gente tá levando para ISW TV, que são parceiraços nossos aqui do Latrap Stú vai também pelo Net Lindade Oficial. E são ferramentas que a gente tem para para conquistar artistas, chamar artistas para fit, para gravar junto, para trocar ideias que nem a gente a gente traz músicos, traz produtores e [ __ ] é do [ __ ] tá trazendo, tá trazendo você hoje aqui, porque muita gente sabe do seu trabalho que você fez lá atrás, mas muita gente vai ver carinhos.
Caramba, que legal, cara. muita gente vai fazer questão de por causa do seu da sua história. A coisa mais legal, né, eu tenho feito bastante podcast aí da galera aí, tem me convidado bastante, né, tem feito aí, você acha que dev bater uns 10 já, eh, é você poder contar uma história, cara, da música aqui de São Paulo, tá ligado?
do que a gente fez pela música e as que a gente fazia por amor aquela parada e as coisas iam acontecendo. Então você ia fazendo coisa, descobrindo. Então foi a é como eu vi um documentário do dos rappers americanos, cara, no no filme que tem aí, recomendo aí é chama Hip hop Undercover.
Undercover, um negócio assim. E a indústria mudou, né? A indústria daquele época mudou, né?
Suz muito. Mudou demais bastante através da música que a gente fez do hip hop, que hoje o pessoal consome o ha, a mistura do hag com hip hop. Hoje você vê é uma aquilo ficou você vê racionais MC hoje também que os cara faz é a tendência dessa molecada em micida como você falou agora nos bastidores com também lá o Hungria tem outros cara ped flow entendeu você me o rapa que o Falcão misturava o rap com hack quando a gente mistura o rap com hack então é isso cara é você poder falar do de uma música que totalmente veio da da periferia veio da da da da do underground e hoje é uma música que se que toca em tudo sabe estuda faz hoje até no na música pop brasileira no no forró no no do do sertanejo, no samba essa música é e aí pessoal, música não é uma competição.
A música para ser sentida e quando você envolve outros artistas, dá liga, dá liga, rola química e a coisa vai pra frente. É ou não é, Carinão? Não tenha dúvida.
Uma das coisas que eu que eu acho que que isso aqui é bom, hein? Gostou? É para beber tranquilo aqui.
Ó, galera, todo mundo que vem aqui no programa que isso aqui eu quero a receita. Você louco. Vou te dar uma muda de Melissa.
É só pintar na na terra. O Marcelo Mila teve aqui, levou uma muda. Você vai levar uma muda da Melissa.
Só pintar na terra, o negócio vai que nem praga. Ah, muito gostoso. Então, cara, eh, estamos fazendo alguns projetos aí, como eu falei, deitizar mais o o canal do RG lá no YouTube.
Tem um projeto aí de fazer um revival, uma grande festa de R celebrar 25 anos ano que vem. O ano que vem a gente faz 25 anos mesmo de verdade quando fica e prata. É, então a gente tá com esse projeto de fazer um mega festival do circuito hack de 25 anos, resgatar as bandas que estão que estão aí, daquelas que eu tiver primeiro trazer vocaliza pra gente fazer uma celebração muito show.
Revival. Vamos, vamos, vamos. Eu quero dizer um rebotinho, uma celebração dos 25 anos do circuito ha, pode vou chamar a galera e gravar e aí contar uma história através do hotel telão hoje de um painel de LED para algumas cenas da época pra nova geração conhecer porque eh você pega 25 anos atrás o que aquelas pessoas que começou a discutir é que era aquele auge de 2003, 2004, 2005, o cara tinha e 18 anos naquela época, entendeu?
Ou você põe 20 anos, trata com quanto é os filhos 38 para 40 anos. Ele não sai mais cara com sentimento. É com a família com os filhos, ele não vai mais pros eventos.
Difícil você fazer para aquela gost legal. Então ele vai pô vai ver a leva os leva os filhos e eu já poder entrar vai levar. Então é é é isso que a gente quer fazer.
Por isso que o reg talvez quando eu parei em 2007, né, ficou o pessoal aí eh mas não deram a continuidade que tinha que ser, entendeu? Fizeram muita mistura, fizeram muita mistura, não. O encontro das das tribos deu deu uma uma eh como que eu digo assim, segurou a peteca porque parou o circuito do ele segurou um pouco a peteca e envolveu outros estilos, né?
É, eu vou falar assim, são meus amigos, mas eu achava que praticamente com aqui da palavra o quando você mistura o rec muita coisa sem ter uma energia, ela é difícil de manter, entendeu? E aí você o pessoal fala depois do depois do circuito ha não meter uma mala ou quer não ser aqui prepotente. Bom, hein?
Depois que que parou cara, nenhuma banda mais surgiu, cara nova, nunca mais se banda a única que surgiu, que tava ali também no finalzinho é uma neva. E você não viu um movimento ou bandas fazendo grande sucesso sair da lei. Você pode ver todo sertanejo deu uma engolida na cena.
Não, não, não. Você não é o plumo do R não pro sertanejo. É que parou, não se renovou.
Quando você não se renova é a mesma coisa do Rick lá atrás. Eu parei em 2000. 2000 mesmo paramos com com a gravadora que é a cascada das reps.
E lançou samba. Só mudando aqui o samba. A gente fez muita coisa pelo samba.
Samba 90 a cascada é uma referência. Até que eu gravei o pessoal pra Globo agora passar agora aí entendeu um documentário grande hora para fazer meia hora que eu v ficando duas horas lá falando, mostrando dis conversando. Esse documentário é um documentário falando samba 90, entendeu?
É é agora no meio do ano acho que de me coloque em setembro ou de novembro. Então, e a gente falou, então, então não é que engoliu Neto, quando você para crianças parando 2000, todo dia fazendo outras coisas para existe porque você quando você tá você renovou é quando você tá numa parada fazendo música é que nem baile hoje parou as casas noturnas todas paradas os baes pessoal no final de semana então você eu lembro uns 20 anos casas como baile a equipe de baile durou 20 anos consecutivo numa casa noturna e as equipe e a equipe que andava por toda São Paulo como tocando Chile, Estados Unidos, França, monte de lugar. Quando você para de fazer, cada dois anos, lembra que cada dois ou três anos no máximo renovava aquele público que ia na no baile, aquela galinha que era uma matineira, que tava só 14 anos, quando fazia 16 anos ali à noite, mais 16, ela fica até 18 anos, 18 anos, pô, agora vou compra um carrinho ou se lá alguma coisa já vai curtir outras paradas mais longe, já pode.
Então, já não vai mais naquele lugar, mas naquele mesmo tempo renovou uma outra galerinha que tinha 12 que não ia com o irmão ia que fez 14 anos começou. Então se cada dois trenovável, então aquilo não para, vira uma. Agora quando você para, você promove, você para aquilo, aí você perde aquele fio da meada, aí você não tem comoar.
foi jogo com segundo seg parou em 2008 quem ficou não ficou dentro de um patamar que era para ficar ficou com outra linguagem também concordo que também não era super era quant das tribos era outra parada era o Paulinho correria que fazia tinha uma outra visão ele conseguiu fazer outras coisas enfim junto com o char ficou ele achou que tinha que fazer daquele jeito, misturar tudo normal respeito, mas o reg ele tem uma essência diferente. Enxergo isso diferente. Para você ter uma ideia, vou te dar como exemplo.
A minha filha, ela tem, ela nasceu em 2008, hoje ela tá com 16 anos. Ela toca teclado e bec em bocal de uma banda de reg que toca sons daquela época, que era Adão Negro, que era o princípio do Mato Seco. E uma molecadinha que olha, 2008 você já nem existia, foi quando ela nasceu e hoje a molecada fazendo um sonho de gente grande, muito bem feito.
Vou te apresentar, quem não conhece é Puro Reg. Procura lá no Spot qu vou te apresentar, você vai adorar. Tá bom a carninha meu.
Mas para lá lá toda. Mas é isso é mesmo. Isso.
Por isso que eu tô nutrindo bastante o canal de F para essa geração mesmo. Tua filha, filha de vários pessoas que curtiram. Pô, nó de 2004, 2003 para 2004, uma das maior de festas que a gente fez sozinha assim patrocinador de colocar aqui esos Américas na Barra Funda onde hoje é espaço Urimédio.
Oi que era galpão fábrica ainda. A gente colocou 13. 000 pessoas lá meu amigo.
Este dia eu eu tava morando no Rio de Janeiro, peguei o Palhozinho com duende no carro com o William e o Manu que tocavam comigo. Viemos do Rio de Janeiro de baixo de chuva para tocar 6 horas da manhã. Pô, a gente vai chegar no espaço das Américas, não vai ter ninguém chegando.
Tava lotado 6 horas da manhã o som na cend rolando o som lá. Comeceu 3 horas da tarde até 6 da manhã. Você você vê então era a gente vai de 3.
000 pessoas gente hoje esses caras coloca lá quando lotado 5. 000 a gente colou tempos mudaram né entendeu? Então eh eh eu costumo dizer que o circuito reg foi a maior expressão do music no Brasil entre os jovens daquela época.
entre os jovens era assim a coisa, eu todo lugar da periferia de São Paulo tinha bale de reg. Sim. Olha que o cara fazia na rua no salão de baixo.
Se mexer cara pic do gado assim não. Então o reg tava assim deu trabalho para muita gente o reg tá voltando com força total. Um monte de banda legal.
Você é uma banda com músicas autorais ótimas, novas e força força que o o o a catraca não pode parar, o moinho não pode parar e muita água vai passar por debaixo dessa rede social é que senhora pode a própria banda ela busca essa divulgação dela. Ela pode, ela precisa ficar dependendo de de alguém, ela mesmo pode buscar isso. Você viu a banda que veio aqui pelo s que veio eh fazer papo com vocês aqui, que é o bloco do caos, né?
Assim. Eu vi, eu conheci essa banda, já tinha acabado drag. Conheci ela de 2018 numa uma tentativa de volta quando eu tentei voltar, mas aí quando eu voltei fazer uma festa, um festival lá embaixo na no Mutantã, lá numa casada muito legal lá, aí logo entrou a pandemia assim, depois estourou a pandemia, então não deu para continuar e aí acabou continuando mais.
Mas era uma ideia, eles estão aí firme e fortes, cara. Então essa persistência, essa vontade, tem um monte de sangue novo aí fazendo música boa, carinho. Estamos chegando no finalzinho aqui.
Eu queria que você desse uma mensagem pra galera aí e, pô, só agradeço a presença desse dinossauro, cara. Esse cara que fez história e ainda faz história, né, Carinho? Manda uma mensagem pra galera aí.
A mensagem que isso aqui é muito bom. É o soquinho, o soquinho da da do gnomo. É a mensagem que eu tenho sempre falo, cara, eu falava muito no meu programa dorme lá, né, que você lançou no disco, eu falava a mensagem o seguinte, acreditar sempre.
Se você eh como meu programa ia de madrugada, terminava assim, às vezes eu ficava até às 2 horas da manhã, eu sabia que quando das 2 horas da manhã você caía gente no reg eu fazia o reg do meio da meia- noite às 12 eu que fazia até direto, fazia o pr inteiro, mas domingo especialmente fazia s, eu falava, bora lá, meu amigo, vocês estão ouvindo a rádio que sentiam uma energia na rádio cara que tinha milhões de gente ouvindo, cara. Era impressionante que todo mundo falava comigo nos baes depois quando eu fazia, né? E até pessoas que encontrava na rua.
Aí eu falava o seguinte, você levanta amanhã com pensamento de em algum lugar, você tá sem parado, desempregado, tá mal, malt você tá sem oportunidade, você sem visão do que vai fazer, bem perdidão, querendo achar algo para fazer, desempregado, cab tá meia meia, não tá legal, foca em alguma coisa que você vai fazer, foca em alguma coisa mais foca, vai até lá. Se lá quando chega lá, onde você focou, não achou nada, tenha certeza que na volta você vai achar. Isso é bom, hein?
na volta você vai achar. Então essa é a mensagem. E isso cara e essa palavra falava sempre todos os problemas, eu falava isso no final eu encontrava gente nos baile para não dizer aquela paração que você falou lá cara eu tava assim eu fiz o que você falou, fui e tal lugar no munda volta encontrei algo, os cara falava, eu ficava muito feliz com aquilo.
Eu eu sentia cara no meu coração, não é não é papo furado não, cara, que eu tava fazendo para muita gente naquela naquele momento, entendeu? Sempre achava que o di lá de cima, entendeu? estar com vocês.
Tens pensamento bom, tiver com uma ideia boa, não tem como dar errado. [ __ ] que legal. Essa é a mensagem.
Crie as suas próprias oportunidades. Isso. Se não encontrar ainda na volta, encontra.
Carinhos car trampa vibes lá, meu amor. Muito obrigado mais uma vez. Estamos aqui e ó, mais um brindezinho aí.
Ninguém morde, ninguém morde moleque. Preciso de contar aqui a pró. Você sabe que o vampiro banguelo falou pro outro?