Você adoece com a indústria alimentícia e depois é escravizado pela indústria farmacêutica. 6 horas mal dormidas. Primeira luz que vê é a do seu lar.
Banho fervendo com produtos cheios de toxinas. Desodorante com alumínio, flor na boca atrasado. Pão com zero nutrientes.
Café para esconder o cansaço. De novo, um trabalho chato. Pessoas que só fofocam a noite chega.
Pornografia, nicotina e horas de whels para esquecer. Pequenas doses de prazer que te mantém dócil. Enquanto isso, empresas e governos lucram com a sua distração.
Porque uma mente cansada que não questiona, é mais fácil de controlar. Você não nasceu para isso. Você nasceu para criar uma vida que ama viver.
No dia do meu aniversário, eu peguei uma casa no meio da mata [música] para pensar e escrever meu livro e ninguém me enchia a [ __ ] do saco. Eu descobri que eu tinha algo chamado coinofobia, o medo intenso de viver uma vida medíocre comum ou sem significado. Desde criança nunca [música] fez sentido na minha cabeça a ideia de sucesso, felicidade, saúde que a sociedade vendia.
Dois me trazia medo. [música] Obedecer, não questionar, buscar segurança demais e evitar riscos. No primeiro dia meu celular estragou e eu tive que ficar offline de tudo.
Eu acordava [música] quando o sol nascia, Java na sacada direto pro mato e sentava com o meu melhor amigo de frente pr [música] as montanhas para ficar escrevendo e tomando shimas. Depois a gente ia surfar. Zero celular, zero distrações, zero notificação.
Meio de tanto Ted, [música] eu escrevi três perguntas que não saíam da minha cabeça. Que é sucesso? Porque eu estou aqui?
E como criar uma vida que eu amo viver? Para responder essa primeira pergunta, eu não busquei frases prontas ou algum coach cagão por aí. Fui conhecer três tipos de pessoas da [música] sociedade.
Um orador de rua, que sempre ajudo quando posso, um pescador feliz que era meu vizinho, e um bilionário na Suíça. Primeiro [música] eu fui na rua almoçar com o Marcelo e o Denilson. Denilson tinha perdido a esposa e passou a vida inteira ajudando as pessoas.
Primeira resposta dele me deixou arrepiado. O que que é um dia bom para vocês na vida de vocês? O que que vocês acham que é um dia bom?
Ó, um dia bom é quando não tá chovendo. Se tá chovendo, não tem como a gente sair para se virar. Daí é sofrido.
O que traz felicidade assim pros senhores num dia bom assim que >> tem o sol e tá bom. A gente prefere o sol, né? Porque a chuva não tem como a gente sair.
>> Vocês fossem definir em uma frase que é viver uma vida boa para vocês hoje? Se você >> é um emprego bom. >> É um emprego.
>> Primeiro passo. Ê, >> como [música] é que é? >> Meu emprego é um terreno, uma casa de volta para demorar.
Eu para mim eu serviço em primeiro lugar e depois alugava a casa e felicidade minha. Eu primeiro serviço. >> Eles ficavam felizes [música] quando tinha sol e comida.
E viver uma vida boa era ter um emprego e dinheiro para pagar o aluguel. Em seguida, eu fui direto na casa do pescador mais feliz e humilde que eu já conheci. Ele era meu vizinho, morava no meu quintal de casa.
Seu viu, só acordava sem despertador às 5:30, fazia as coisas dele e depois ia tomar um banho de [música] mar. O o sucesso é como já falei para você, é a família aqui, o meu ranchinho. Eu gosto [música] muito do meu ranchinho, gosto da minha casa, mas também gosto daqui.
Então para mim é um prazer, porque daí parece que eu tô renovando. É, em casa o cara preocupado aqui, ó, se olhando pro mapa, a natureza. >> O senhor nem tem mídia social assim, nada de de redes sociais, Instagram, Facebook.
>> Não, não, não, não. Isso aí não tenho nada, não entendo nada. Só a minha filha.
das câmeras do seu visto me falou: "A vida é curta demais para ser vivida atrás de uma tela. Ele nem sabia o que era Instagram ou Facebook. >> Bo, aqui não interessa.
Tô aposentado no mundo. Não, não tô preocupado com nada, >> nada, >> nada, nada. Só com a minha família mais.
>> A família veio aqui? >> Veio, veio, veio. Fiquei feliz.
Senhor ali pescou, já pegou um peixinho ali, viu? >> Não vi, >> viu? Aqui, ó.
>> Vamos lá ver. >> Já pegou um peixinho aqui. Quer?
Ó lá, ó. Peixinho tá ali, ó. >> Fugiu o peixe.
Voltou pro pro mar. >> Não, acho queou. >> Voltou pro mar o peixe.
>> Olha aí, ó. >> O que que te faz feliz hoje? Mais feliz é a minha filha.
Eu amo ela como a minha esposa também. Os outros também, mas sempre tem mais. >> É, um era feliz quando tinha sol e comida, o outro quando ele via sua filha.
Mas eu queria cavar ainda mais fundo. Eu precisava encontrar as pessoas mais ricas do mundo. Então eu fui até o Google e comprei uma passagem pra Zurik, na Suíça.
Ajeitei minha mala, peguei muita roupa de frio e pegamos o voo. Na Suíça, a cada sete pessoas, uma é [música] multimilionária. E por sorte, eu encontrei um bilionário.
Ele estava apenas tomando um café [música] com a sua esposa em um dos hotéis mais luxuosos do país. Nós conseguimos entrar [música] com confiança, mas depois os seguranças nos barraram. What do you do for living?
I president director for companies in the sites. What type of of company in how [música] investment? Yes.
What is success for you [música] in your opinion? Life successful is depends what you win you have life and the [música] experience life and then you take something. Gosto de pensar emos.
Em 5 meses, [música] riqueza é construir algo que continua existindo sem você. Se depender do seu tempo, você não está construindo riqueza. Buscar dinheiro e status não devem ser prioridade.
Eles viram consequência do que você tá construindo. Live a good life? Não projete uma vida feliz no futuro.
Eu passei anos fazendo muita grana e achando que isso era felicidade. A felicidade [música] deve ser hoje. Encontre coisas que você gosta de fazer e se cerque de pessoas felizes.
O que os outros dizem é só uma opinião. O dinheiro no futuro vai te dar conforto, mas a felicidade é algo construída. Para contemplar profundamente essas respostas e criar uma vida que eu realmente amo, [música] eu me isolei mais ainda.
Eu fui pros Alpes suíços, peguei uma casa afastada de tudo no meio das montanhas. As manhãs eram lentas. Eu escrevia, observava a vida das pessoas nas ruas e saía para correr entre as montanhas.
O silêncio criava espaço para eu pensar. E entre conversas, reflexões e experiências, [música] algumas respostas começaram a surgir. car [música] [música] pergunta que não sai da minha cabeça é: "E se o cara que eu entrevistei aqui na Suíça [música] tudo que ele buscou a vida toda é para simplesmente no final do dia ele sentar e ter uma vista parecida com a vista do pescador.
Veja que [música] ter uma vida extraordinária não é definido por ter uma empresa de 100 milhões de dólares, ser um atleta ou ser uma celebridade. Isso é o que a sociedade, a propaganda te vende. Uma vida medíocre nunca foi sobre [música] seu emprego das 8 às 18, uma mansão, uma casa simples.
Sempre foi sobre você, como você tá internamente, [música] como está o seu relacionamento com as pessoas, como você estaria se não tivesse com o Instagram agora baixado ou ficar buscando validação infinita. Como você estaria numa sala vazia se ninguém tivesse aplaudindo os seus certificados, o seu corpo, tudo aquilo que você conquistou, você estaria bem consigo mesmo? O problema nunca foi uma vida estável.
O problema é você nunca se desafiar dentro dessa vida, [música] nunca buscar coisas novas, nunca explorar um novo esporte, nunca se desafiar financeiramente, nunca buscar 1% a mais todos os dias. Esse é o verdadeiro conceito de viver uma vida sem significado, medíocre. Isso não significa que nós não podemos ser advogados, engenheiros, médicos, ter um emprego ali de CLT, mas sim que você deve decidir mais as coisas, ser a primeira pessoa que dá o passo e não ficar esperando pelos outros, perguntar menos pro chatt, tomar mais decisão antes que os outros decidam por você.
Só você consegue saber o que é melhor baseado no próprio sentimento, na própria intuição. Nós passamos pouco tempo das nossas vidas pensando nas principais perguntas. Aonde que a gente vai morar?
Qual será a nossa missão? No que que a gente deve focar? Quem vai estar conosco?
E tudo isso passa despercebido até você chegar até uma certa idade e se deparar que tudo que você estava fazendo era conformismo. Nós, seres humanos, somos guiados por objetivos. Os objetivos moldam a nossa [música] atenção no que que a gente deve focar diariamente.
Se você não define seus próprios objetivos, a sua atenção, ela começa a gravitar [música] em coisas medíocres da sociedade. Ficar o tempo inteiro no reals, pornografia. festas tentando se encaixar.
pega o seu atleta favorito, o seu empreendedor, o seu artista favorito, a vida dessa pessoa, o meio, o ambiente que essa pessoa vive, que ela cria, que ela treina, que ela ganha dinheiro, simplesmente não permite que ela fique procrastinando, que ela fique fazendo um monte de merda, porque os amigos, o ambiente ali, imagina o Cristiano Ronaldo, todos os atletas do time [música] iam ignorar ele, iam mandar ele fora do time, iam expulsar ele se ele ficasse bebendo, fazendo um monte de merda. Agora pega [música] o lugar que você vive hoje, os seus amigos, os seus pais, talvez tudo isso que você tá querendo buscar hoje na sua vida, o seu ambiente tá indo todo ele contra você, contra os seus objetivos, contra o que você quer e você não percebe essas coisas. Não tô dizendo que depois desse vídeo você vai começar a rejeitar essas pessoas, ignorá-las ou começar a falar que elas são medíocre.
Não, não é sobre isso. é você criar consciência que tudo [música] isso que você tá consumindo e absorvendo faz você aplicar [música] em empregos sem consciência, fazer coisas simplesmente reagindo, [música] esperando uma validação, esperando a mega cena, esperando que o dinheiro caia do céu, esperando [música] o que que os seus amigos, o que que seus pais vão falar, simplesmente gravitando por um monte de coisa que não vai te levar a lugar nenhum. É igual um elástico preso na sua cintura.
Imagine que na sua frente estão os seus objetivos, os seus desejos, o que você quer conquistar. Preso lá atrás está as suas crenças [música] de insuficiência quando você foi rejeitado na escola, quando você não conquistou o que queria. E do seu lado está o seu ambiente, seu amigo, sua família.
Quanto mais você vai atrás dos seus desejos querendo conquistar algo para você, ao mesmo tempo, as suas crenças e o seu ambiente te puxam para trás, falando: "Não, cara, não faz isso. Isso é coisa de [ __ ] Não vale a pena arriscar. Fica aqui com a gente, não é o momento certo.
Amanhã você faz isso. Todas pessoas que simplesmente não tiveram coragem de [roncando] agir, transmitindo essa insegurança para você, te puxando sempre pro meio da sala, te impedindo que você avance estourando o elástico. O rico aqui da Suíça mudou de cidade, fez o jogo virar, perseguiu a riqueza, buscou validação, tudo isso para escapar da sobrevivência, trabalhou mais, sacrificou mais, se tornou [música] obsecado.
Isso funcionou, mas lentamente ele vai se perdendo se não perceber que tudo que ele tinha era o dinheiro. Existem dois tipos de pessoas na sociedade que buscam o chamado sucesso. O primeiro é o mais comum de todos, é o cara que quer preencher um vazio.
Então ele busca validação, ele compra coisas materiais, ele busca, busca, busca uma validação infinita que nunca acaba. [música] Ele constrói castelos, mas o problema é que ele mora sozinho dentro dele ou ao lado de pessoas vazias. O segundo é um cara que está alinhado consigo mesmo, que ele trabalha e não vê o tempo passando.
Ele se [música] perde no tempo, sucesso, oportunidades, dinheiro, tudo isso se torna consequência com o passar do tempo, porque ele está simplesmente alinhado consigo mesmo. Eu vejo que a verdadeira grandeza é amar o que você faz e amar quem você tá se tornando para você continuar construindo naturalmente. Então a grandeza deixa de ser algo que você persegue e começa a se tornar literalmente a sua vida, a sua paixão.
Mas aí você deve estar me perguntando, mas Bajete, como que eu encontro o que eu amo para eu fazer isso naturalmente? Tô fazendo uma trilha aqui nos Alpes Suíços e, cara, que lugar sensacional. É incrível como é um lugar silencioso, não tem barulho e eu vou entrar em um desses lagos daqui a pouco.
Uma das coisas que mais me chamaram atenção aqui nos Alpes Suíços é [música] como as pessoas usam pouco o celular. Eu não vejo ninguém usando o celular quando eu saio de casa. É um silêncio.
E a Suíça tá entre um dos países mais ricos do mundo. Aqui a cada sete pessoas, uma [música] é milionária em euro. E é muito interessante observar o comportamento das pessoas durante o dia a dia.
Aqui nos Alpes é o que eu chamo de riqueza discreta. >> [música] >> É uma riqueza pensada na qualidade de vida, no momento presente, no silêncio, diferente do brasileiro que quer mostrar algo antes de ter aquilo, né? Eu tava hoje no café conversando com uma senhorinha de [música] 90 e poucos anos.
Ela me falando assim: "Meu filho, as pessoas mais felizes e sábias que eu conheço passam pouquíssimo [música] tempo na internet. Elas estão tão ocupadas vivendo a própria vida [música] que nem sobra tempo para compartilhar aquilo que elas estão conquistando, aquilo que elas estão vivendo. Esse momento [música] presente é algo que quando você vai olhar ali no celular, esse momento já passou.
E até mesmo eu que trabalho com a internet há mais de 3 anos, fiquei pensando sobre isso. Como você vai saber o [música] que quer fazer da sua vida se você tá conectado o tempo todo, buscando respostas [música] em livros de desenvolvimento pessoal, chattando sua vida constantemente com a dos outros, [música] olhando sempre pro outro e nunca se seguindo realmente a sua intuição. [música] Vejo que essa busca por validação hoje é muito maior por causa da internet, mas ela começa desde a nossa infância, na adolescência, quando lá atrás você queria usar um estilo de cabelo diferente, queria botar uma roupa nova, falar algo que você estava gostando, mas as pessoas falaram que era feio, que era engraçado.
[música] as mulheres deveriam se encaixar a um certo estereótipo, a um certo modelo de como é viver uma vida de mulher, como é correto ser mulher. Os homens futebol, cerveja, eh, não, cara, tem que assistir jogo de futebol, tu tem que fazer uma faculdade, aí [música] fica quieto, não deve fazer algo diferente. E tudo isso prende a pessoa dessa busca por validação e querer pertencer ao grupo [música] social.
Mas a pergunta que não saía da minha cabeça quando eu larguei a faculdade é: Eu tô vivendo a minha vida ou eu tô fazendo o que os outros esperam de mim? [música] E essa busca por validação, exposição, até a própria [ __ ] brasileira tornou o Brasil um dos países mais ansiosos do mundo. [roncando] Alguns meses atrás, eu estava morando na Polônia, eu tava na academia com a camiseta do Brasil, camiseta do Ronaldo.
Chegou para mim um cara e falou: "Ei, are you Brazilian? Big ass, Anita Carnaval. E, cara, me deu uma dor no estômago pensar que a primeira impressão que as pessoas de fora t nosso país é de [ __ ] festa [roncando] e exposição.
É isso que a gente vai deixar pro nosso país, meus criadores. É isso que as pessoas vão ter de primeira impressão de quem nós somos, o que a gente nasceu para fazer, para mostrar. para explorar, para criar um dos países mais ricos de fauna e flora do mundo, com vários [música] artistas, literatura, história.
E é essa a impressão que as pessoas têm do nosso país. O problema não são esses dois presidentes agora que foram presos. O problema é a nossa cultura que se mantém da mesma forma, porque é a cultura que elege essas pessoas.
São pessoas egoístas que elegem pessoas egoístas. São pessoas corruptas, que elegem pessoas corruptas e você aí lutando [risadas] por esquerda e direita, [música] deixa de ser idiota, cara. Um dos caras que mais me inspirou a nunca viver uma vida sem significado, uma vida medíocre, uma vida corrupta, foi o [música] meu pai.
Aos 16 anos dele, ele trabalhava de frentista num posto na cidade natal dele, interior do Rio Grande do Sul. Aos 18 anos, ele foi [música] pro Internacional de Porto Alegre jogar futebol lá. Muitas coisas aconteceram, perdeu relacionamento, problema com a família e ele teve que retornar pra cidade natal dele.
Mas meu pai foi um cara que nunca parou de seguir a curiosidade. Aos 20 anos, ele abriu um galpão para começar a vender erva mate, porque ele percebeu que ninguém estava vendendo uma erva mate de qualidade na época. E ele tinha uma paixão por aquilo.
Ele pegou ali quatro pessoas e começou a fazer [música] o negócio funcionar. Mesmo com muita incerteza nessa época, ele queria algo. Ele queria expandir, ele queria tornar a Seivapura, [música] que era marca, em algo bonito, em algo da cultura.
Realmente o negócio dele cresceu, ele ganhou dinheiro, ele conseguia comprar o que ele queria, ele ganhou liberdade, mas ele tinha medo de viver uma vida estável, uma vida previsível. Uma vida que nunca se desafiava em algo novo na rotina, nunca testava novos esportes, nunca conhecia novas pessoas, novas comidas, novos restaurantes, novas cidades. Ele falou que o maior medo dele era ser um cara rico, mas sem saúde, um cara rico que perseguia algo, mas sem amor.
E tudo isso fazia parte dele todos os dias fazer algo novo na rotina, [música] se desafiar não só mentalmente como fisicamente. Eu me lembro quando eu tinha uns 16 anos, ele sempre me dizia: [música] "O ego sempre vai falar, depois eu tento, não é hora, melhor não arriscar". Mas ele sabia que se não houvesse pequenas mortes do ego, não haveria vida.
Não haveria expansão, não haveria crescimento, um medo e nunca descobrir quem você poderia ter sido. E essa vida feliz fica longe da mediocridade. E essa vida feliz longe da mediocridade nasce de pequenas [música] decisões corajosas todos os dias, pequenas exposições.
Ah, Bajete, mas eu tô com ansiedade. Ação, ação. Hoje tem milhares de conteúdos, todas as aulas de Harvard, [música] Stanford, livros sobre como ficar rico, como ter bons hábitos [música] e por que que todo mundo não está rico tendo uma vida saudável?
Por que que não tá todo mundo bem [música] sucedido? Ação, falta ação. Nunca foi sobre conhecimento.
Nessa época da seva pura que meu pai começou a empreender, nem havia internet. Foi simplesmente [música] baseado na curiosidade e na pura coragem. Aqui nos Alpes hoje está marcando -2º [música] e eu vou entrar nesse lago.
Menos 2º. A energia mental que eu ia gastar pensando em tudo que eu tenho [música] que fazer depois de sair do lago ou o que que ia acontecer. Até quando eu fui pro Leste Europeu, [música] conheci mais de 10 países, eu não tomaria ação.
Eu simplesmente simplesmente [música] faço com o pouco que eu tenho em mãos, sem [música] racionalizar, baseado muito na intuição. Não, cara, só vai buscar o Miguel às 15 horas no aeroporto e não me liga mais, por favor. Tá, valeu.
Acho que fica legal assim. Não, cara. Não, cara.
Só vai buscar o Miguel às 15 horas no aeroporto e não me liga mais. Beleza. A ficou bem forçado.
Fazer >> não, cara. Não, cara. Não precisa ficar me ligando, só busca o Crazy às 15 horas no aeroporto.
Câmbio desligo. >> Gurizada. 2 graus aqui na Suíça.
Tomar um banhinho de lago só para acordar o corpo de manhã cedo, tomando aquele amargo [música] da seiva pura. Credo. Ei, não sei a única que a gurizada passar frio.
Só o amargo para esquentar o fucabo. [risadas] Tô retornando para casa agora que eu tô morrendo de frio. E eu queria contar uma história para vocês de um amigo meu próximo, meu melhor amigo, que tava passando por uma fase difícil no relacionamento dele.
Ele tava em condição financeira muito, muito ruim. E essa história dele é uma das histórias que mais me inspira nessa questão de arriscar, [música] superar medos e não ficar paralisado pensando demais. Esse meu melhor amigo era um psicopata fã do David Gogens e ele me ligou de madrugada numa sexta-feira chuvosa falando: "Irmão, terminei meu relacionamento, eu vou sair agora correr de uma cidade para outra.
" Eu perguntei para ele: "Porra, irmão, mas quantos quilômetros e tu não trabalha de CLT? " Aí ele pegou e me falou: "Irmão, só avisa a minha mãe que eu amo ela e se tu quiser me acompanhar me gravando, vai e grava". [música] E ele foi sozinho, só com uma lanterna na cabeça, uma paçoca no bolso e um canivete, né?
Se acontecesse alguma coisa na estrada. E eu aproveitei e gravei pelo menos a saída dele. Vou deixar um pequeno vídeo aqui para vocês verem.
O dia amanheceu, ele chegou vivo de volta pra nossa cidade e aí ele foi trabalhar às 7 horas de CRT e de noite a gente foi numa festa junto ainda para comemorar os 56 km. E toda vez que eu tava meio para baixo, passando por uma fase ruim, o Andre batia na minha porta 4:20 da manhã e falava no portão: "Tu não quer ser uma [ __ ] hoje, né, cara? Tu não vai ficar dormindo aí só porque é sexta-feira ou só porque é sábado.
Tu não quer ser mais um hoje. Então a gente saía todos os dias correndo 1 kilômetro a mais, correndo uma cidade para outra, fazendo jejum, sempre se desafiando 1%, 1% a mais. Nessa fase que a gente se desafiava, ele sempre me lembrava do pote de biscoitos do David Goggins, um lugar que você guarda toda a loucuragem que você fez, todo o desafio que você fez.
Você pega e coloca um biscoito. Quando você for fazer algo difícil, que desafia a tua identidade, que te dá dor de barriga, você vai lá e vê o pote como ele tá cheio. Você pode pegar um biscoito, ó, eu fiz coisa pior.
Isso aqui não é nada para mim. Até quando eu fui paraos Estados Unidos morar sozinho, quando eu tinha 20 anos, estudar, tudo isso torna a vida mais fácil, né? Ele falava muito da regra dos 40%.
Quando você achar que não aguenta mais, você simplesmente chegou 40% da sua capacidade física e ainda há 60% ainda para você explorar de si mesmo. >> Use o medo como um guia na sua vida. Todas as pessoas sucesso usam ele como sinal de direção.
Se dá medo é porque importa, é porque faz sentido, é porque dá resultado. Outra coisa, nunca espera o medo desaparecer para começar. Nunca.
Ele nunca vai sumir. As pessoas sempre têm medo. Eu tenho medo, você tem medo.
E o que diferencia é porque a gente passou essa barreira do medo. Faça o que tem nas mãos. Não fique esperando as oportunidades dos outros.
Não fique esperando [música] o dia certo, quando não chove. Quando chove, quando tem sol, quando não tem sol. Faça com medo, faça no desconforto que os resultados virão.
Se derrota. >> O objetivo não pode ser o dinheiro, é acordar todos os dias com vontade de criar mais. seu corpo, seus negócios, seus relacionamentos e sua mente.
Aprender, ensinar, construir [música] algo que é seu. Ser pago para ser quem você realmente é. Quando você encontra isso, algo muda.
Você entra num tipo diferente de jogo. Você se [música] torna insubstituível, um túnel de sorte. E lá dentro as oportunidades começam a gravitar ao seu [música] redor.
As pessoas certas aparecem, as oportunidades surgem, o dinheiro vem e a liberdade cresce. Aí, criador, o que temos para o café hoje? Ovos mexidos, bacon, tem salmãozinho, queijo, um crossã, umas frutas.
[música] [música] Primeiro como se fosse uma intro do capítulo. É. Ah, por exemplo, essa parte que eu vou fazendo é a intro do [música] crie com pouco que você tem mãos.
Não sou [música] [música] Muita gente perde o amor pela vida porque fica pensando demais [música] e principalmente consumindo muito. Grandes empresas investem bilhões de dólares para te manter nesse ciclo, nesse loop infinito de consumo e nunca perceber comida rápida, ficar puxando o celular [música] várias vezes no dia, chegar no final do dia cansado e acessar pornografia, fazer todas essas coisas que matam as pessoas silenciosamente. Você não pode esperar que governos e grandes empresas se preocupem com a sua saúde, com a sua cabeça, [música] com o seu mental, com a sua vida.
Eles não querem que você se liberte, que você siga o seu próprio caminho, que você cuide da sua saúde, que você seja uma pessoa feliz, porque uma sociedade fraca, [música] uma uma sociedade que não questiona, que não cria o próprio caminho, [roncando] é muito mais fácil de ser manipulada, é muito mais fácil de ser controlada. Eu gosto de dividir o meu dia em quatro principais pilares inegociáveis. corpo, negócios, mente e relacionamento.
Ah, Bajet, mas eu não tenho tempo, eu tenho uma família, eu tenho filho para cuidar, eu trabalho de sét. T. Cara, se você não quer criar uma vida que você ama, simplesmente saia desse vídeo.
Se você quer um resultado específico na sua vida, você precisa viver o estilo de vida que cria esse resultado muito antes de você chegar lá. O resultado é literalmente consequência de quem você já é. Eu gosto de falar que se você pode trabalhar 8 horas para uma empresa grande ou para uma pessoa, você pode tirar uma hora para construir algo seu.
E não, eu não tô falando para você se encher de mentores, ir lá no Google e comprar um monte de livro de autoajuda barata ou ficar comprando várias coisas, ficar escrevendo o papel que você quer conquistar, metrificando as coisas. Isso na maioria das vezes é pura masturbação mental. Eu digo que 90% dessas coisas é masturbação mental.
ou [música] pior, você ficar contando pros outros o que você quer alcançar. Isso libera a dopamina similar a você ter alcançado as coisas. Ou seja, você fala, você escreve, você visualiza, mas o que falta é realmente gerar evidências.
Nesse mundo, meu criador, minha criadora, o respeito ele é reservado para as pessoas que trilham o próprio caminho, [música] que decidem, que vão atrás, que buscam, que têm curiosidade e que não ficam [música] esperando os outros decidirem o que é melhor para eles. Essas pessoas [música] geralmente são atletas que você conhece hoje, empreendedores que você conhece hoje, algumas celebridades. [música] Essas pessoas quando elas buscam o desconhecido, que elas vão atrás, elas acabam inspirando milhões de pessoas [música] porque elas tiveram coragem, que elas foram atrás.
Isso que nós chamamos essas pessoas geralmente de o 1% que tem coragem de ir atrás das coisas. Os outros 99% geralmente não tem um impacto tão grande no mundo, né? >> [música] >> muitas vezes são chamados de manada, mediocridade, o rebanho.
Geralmente essa manada produz coisas que não são tão impactantes [música] pro mundo. Mas agora você deve estar me perguntando, mas por que pouquíssimas pessoas chegam nesse [música] 1%? Por que pouquíssimas pessoas encaram a própria verdade e vão atrás [música] e consegue alcançar o próprio caminho?
E outra pergunta que você pode estar fazendo também, por que que a maioria das pessoas dedica uma energia muito grande para construir [música] o sonho de outras pessoas e deixa de construir o próprio sonho? Acredito que existem três respostas sobre essas duas perguntas: [música] condicionamento, sociedade e pensamento de primeira ordem. Vou fazer você criar uma clareza sobre isso.
A maioria das pessoas não está vivendo por escolha própria. Desde criança, nós somos treinados a focar nossa atenção como se fosse um holofote. Você tava sentado na sala de aula e o professor falava: "Presta atenção".
Todo mundo olhava: "Professor, esse tipo de consciência serve para você obedecer, seguir instruções e cumprir tarefas, mas simplesmente não questionar nada. Desde o dia que você nasceu, a sua mente era um computador sem nenhum sistema operacional. Quem [música] começa a instalar esse programa são seus pais, a sociedade, sua família, o governo.
Se os seus pais, se os seus avós, se os seus tios foram condicionados a vida toda a seguir ordens, provavelmente eles vão transmitir essa ideia para você. Vá paraa escola. Você precisa trabalhar duro para ganhar dinheiro.
Veja como é uma mentalidade ainda da revolução industrial. [música] Arrume um emprego, fica bem quietinho aí, não questiona nada, trabalhe por décadas e depois quando você juntar dinheiro, doando o seu tempo por dinheiro, aí você junta um dinheiro, guarda na poupança e aí depois você consegue curtir a vida. Quando você tiver velho e tiver jun juntado todo um dinheirinho ali na sua poupança, só depois você vai ter tempo para curtir a vida.
Sempre essa ilusão, essa programação de projetar a vida que [música] você quer conquistar sempre no futuro. Essa ideia de você colocar esforço e com base no seu esforço você ganhar dinheiro é uma ideia ultrapassada da era industrial. Um dos maiores magnatas do mundo, John Rockfeller, falava que queria formar uma nação de trabalhadores e não de pensadores.
O outro problema aqui é que a maioria das pessoas pensa ainda em primeira ordem. Elas não conseguem sustentar múltiplas perspectivas. Elas mantém a mesma ideia, a mesma ideologia, a mesma opinião por anos e anos.
Se elas acreditam em algo que talvez o pai ou a mãe falou, elas levam isso como verdade absoluta. Então, quando uma pessoa começa a pensar diferente, essa pessoa começa a ser taxada de estranha, doente, tá enlouquecendo [música] o que que você tá fazendo da sua vida. Então eles punem essa pessoa.
O nosso cérebro ele começa a ser condicionado a sempre buscar a segurança, a previsibilidade ao invés da liberdade que geralmente vem carregada de incertezas. A única saída é simples, mas é a mais difícil. Questionar o programa, rejeitar o caminho conhecido e criar algo para você.
Talvez tá muito amplo. Vem aqui que eu vou te mostrar com um exemplo bem legal aqui nos Alpes [música] Suíços. Essa é a vista da minha casa.
Meu brother tá cozinhando lá. Imagina que a sua vida é essa montanha aqui e você quer chegar no ponto mais alto que você almeja tanto ser. [música] Imagina que o ponto mais alto é aqui e você simplesmente começa aqui.
Só que não há áreas marcadas, talvez há ursos no caminho e você tem que chegar nesse topo aqui. Há muitas coisas que te impedem de chegar aqui no cume. Às vezes pode ser a própria temperatura, pode ser o medo dos bichos e você olha pro lado e não há ninguém te dizendo como chegar no cume.
Todas as pessoas perto da montanha, tem até uma cidade aqui, não sabem como chegar no cume. Essas pessoas aqui nessa cidade enxergam uma pequena parte da montanha, como se um holofote apenas iluminasse essas partes aqui aonde você nasceu. Dentro desse pequeno espaço aqui, eles definem o que é sucesso e nunca saem explorar o todo, a montanha inteira.
Eles ainda não conseguem pensar em como a vida poderia ser. Na maioria das vezes eles se fecham quando alguém fala que vai explorar o resto da montanha. E esse medo de explorar lugares novos na montanha ou até chegar no cume que você gostaria um dia de chegar, vem de uma crença silenciosa que você precisa de instruções para o sucesso.
Eu preciso estar preparado, eu preciso de tempo, eu preciso de dinheiro, eu [música] preciso deixar a minha vida alinhada para ir eu pegar minhas coisas e explorar os outros lados da montanha. ou até mesmo chegar no cume, mas o sucesso que você quer alcançar raramente vai vir de instruções [música] e sim de exploração. Só que para você sair daquela cidade e chegar até o topo exigem duas coisas.
Primeiro é uma insatisfação real, meio que uma raiva interna [música] de você olhar para o jeito que as pessoas te ensinaram, olhar pra sociedade, olhar toda essa vida padronizada, essa vida que as pessoas [música] não questionam. talvez até sair na rua e analisar o comportamento das pessoas e perceber como elas estão gastando os melhores anos das suas vidas num celular ou num emprego que elas não gostam ou talvez estão no hospital porque não cuidaram da sua saúde durante a vida toda. Saia na rua, não leve o celular e vá olhar pras pessoas.
Observe, em vez de ficar julgando, se você parar e analisar e fazer questionamentos, provavelmente, cara, é impossível você ficar num emprego que não gosta, é impossível você ter um corpo feio, é impossível você não ganhar dinheiro. Quanto mais questionamentos e ação você tem, mais você alcança o que quer. Quando sua vida atual hoje, que talvez você não goste muito, entra em conflito com a vida que você quer.
Existe algo na psicologia que se chama de dissonância cognitiva. [música] Sua mente começa a buscar uma saída, começa a acontecer uma batalha interna. É como se você fosse puxar um estiling e aqui tem [música] uma tensão muito grande.
Só que essa tensão ela não pode ficar parada. ou ela volta pro centro, que seria você justificando do por não [música] vale a pena arriscar, seus pais falando para você se manter no mesmo lugar, seus amigos falando que [música] isso aí é coisa de [ __ ] ou a tensão vai pra frente e você provavelmente chega até o topo da montanha. O segundo ponto da criação é você entender realmente como [música] o processo acontece.
Primeiro que para você chegar no cume, você não pode seguir caminhos conhecidos, mas sim se jogar no desconhecido. Primeiro criar uma hipótese do que você acha que daria certo. Você agir, você falhar e você usar esse erro como uma informação valiosa na sua vida.
É literalmente igual você estar nessa cidade e você sair para qualquer canto, qualquer estrada que a sua intuição mandar e aos poucos você ir descobrindo caminhos. Às vezes você pode percorrer por aqui para chegar até o cum. Às vezes você pode percorrer por aqui.
E o mais legal de tudo é que quanto mais perspectivas você tiver de toda a montanha, ou seja, aprendendo sobre negócios, aprendendo sobre filosofia, psicologia, colocando a sua curiosidade em jogo, mais ampla fica a sua visão para chegar até o topo. Agora você começa a entender que o mapa ele nunca esteve pronto para você. É você que tá desenhando [música] ele.
Você nasceu para criar. Olha ao seu redor agora. Todas as coisas que existem ao seu redor foram criadas por [música] pessoas que não eram mais inteligentes que você.
Não há sensação melhor de você estar envolvido não só num projeto dos outros, mas no seu próprio projeto. E você não precisa pensar no começo do projeto em validação, fortuna, legado. A maioria disso é ilusão.
O que importa é que você esteja envolvido em algo que é seu [música] aqui e agora, recompensando esse processo, aproveitando esse momento. Eu gosto de falar que se você pode trabalhar 8 horas [música] para uma pessoa, para uma empresa, você pode trabalhar uma hora em algo seu, criar os seus negócios, criar o seu corpo, criar sua mente e criar os seus relacionamentos. [música] Criar é como você se encontra na vida.
Isso já deve ser parte de quem você é. fazer filmes, gravar vídeos, escrever livros, [música] eh criar produtos, ideias, desde de novo isso já fazia parte de quem [música] eu sou, a minha identidade, de como eu me enxergava, de quem eu já era. Eu fazia isso naturalmente, criando pequenas evidências diárias.
As melhores coisas da vida vem dos juros compostos, um acumulado de coisas na sua rotina que você tá gostando de trabalhar, fazer, pensar em algo para você. que [música] não tem nada de grandioso, extraordinário, que lá na frente se tornam algo [roncando] gigantesco. Lembre-se, o seu sonho não pode ser algo que você [música] tá esperando, deve ser algo que você pratica diariamente.
[música] Eu, por exemplo, depois de mais de 2 anos na internet, escrevendo todos os dias, criando, pensando, é, em ideias, gravando vídeos, eu fazia isso há dois anos atrás, com o tempo escasso que [música] eu tinha, exatamente a mesma coisa que eu fazia há do anos, eu ainda faço hoje. Só que hoje eu tenho melhores ferramentas e mais [música] tempo. Então, o que você quer deve ser gerado evidências todos [música] os dias.
O caminho que você vai trilhar até o topo dessa montanha é o ativo mais valioso que existe. Encontre pessoas que você admira, [música] que já chegaram até o topo. Estude essas pessoas.
O trajeto que elas trilharam nunca será igual ao seu. Por isso que você simplesmente tem que começar hoje. Comece, erre, repita, explore e nunca pare de subir cada vez mais a [música] montanha.
O cara tá simplesmente comprando [suspirando] flor para uma modelo que mora na China, velho. [risadas] >> Óbvio que vai dar certo, cara. Isso vai chegar, isso vai chegar até ela, cara.
>> Tá, mas qual que é, qual que é a ideia? Ela é da China? Não, >> ela é da China, mora na China.
Eu [música] através da conversa descobri o endereço, fiz uma cartinha e aí vai pra cidade, >> car. Fiz até cartinha >> aqui, ó. A cidade, qual que é o nome da cidade, ó?
Jand Road Shangin [música] Distrak em Shanghai, velho. [risadas] Para Shanghai, mano. Aí, aí aos que comprei [música] essa aqui, ó.
Bonitinho. Vai chegar, meu. Vai chegar.
Vai chegar essa [ __ ] >> Se o cara não é o último romântico, eu não sei quem que é, cara. Tá louco. >> Aí escrevi uma cartinha junto, né, cara?
Mas olha, rezem que vai chegar. >> Que que tu escreveu na cartinha? Dá para revelar ou é segredo de estado?
>> Isso daí man off, cara. [música] [canto] >> Michelâelo effect. Encontre na vida pessoas que te ajudam a enxergar mais dentro de você do que você mesmo enxerga.
Essa é a definição de um bom amigo. Essa é a definição de um bom parceiro, de um bom marido, de uma boa esposa. Eles nos lembram do melhor [música] que existe em nós.
Você enxerga o melhor da outra pessoa e essa pessoa enxerga o seu melhor. Ambos ajudam isso a se tornar realidade, criando algo ainda maior. Criação sem pessoas amorosas ao seu redor para compartilhar não é nada.
crie ou será criado. Depois de tudo que eu vivi, eu tomei uma decisão. Cria um desafio de 20 dias chamado Crie ou será criado.
Um convite para você parar de assistir a vida dos outros e começar a construir a sua. Se você chegou até aqui, você tá convidado, entre pelo preço de uma pizza. Primeiro link na descrição.
Crie mais. Não.