o olá meu nome é joel francisco dos santos e sua professora da disciplina semiologia médica de ruminantes no instituto federal de educação ciência e tecnologia do amazonas e dando continuidade às aulas de semiologia hoje vamos abordar semiologia do sistema locomotor parte 1 e na aula de hoje falaremos sobre porque a examinar o sistema locomotor quais são os fatores de risco para que ocorram as enfermidades do com motoras vão solar de resenha e anamnese então rapidamente eu pergunto para você porque examinar o sistema locomotor quantos animais apresentam problemas locomotores eles sentem muita dor com isso não
ter dificuldade de locomoção se eles não conseguem se locomover corretamente eles não vão conseguir se alimentar corretamente nem reproduzir com isso eles não vão conseguir produzir né então lindos saudáveis é sinônimo de boa produtividade né só que não devemos encarar o animal só como uma máquina de produção de fazer dinheiro né de produção e reprodução temos que lembrar antes disso a questão da vida do sofrimento do animal é ele é um ser vivo que merece respeito e nem do saudáveis é igual a boa produtividade que é igual a bem-estar o a nossa consegue produzir bem
se ele estiver em bem-estar o e dentre os fatores de risco para enfermidades do com motores existem os fatores intrínsecos ao animal e os extrínsecos em abril mecânica né o seja distribuição de peso do animal é muito importante para o desenvolvimento das infecções louco motoras principalmente as afecções podais nessa imagem observamos que sessenta por cento do peso do animal ele está localizado no trem anterior ou seja na região dos nervos torácicos e águia ainda mais nas unhas mediais é a maior concentração de peso no entanto nessa região um animal ele tem como distribuir o peso
jogando a cabeça para cima para frente ele faz uma divisão desse peso e também tem uma maior flexibilidade e mobilidade das articulações serem mais móveis do que na região posterior que é um pouco mais estática de vez de estruturas ósseas que a compõem e o peso maior distribuído na região lateral nas ruas laterais desculpa mesmo assim mesmo sendo quarenta por cento sendo um pouco menos de peso mas aqui é um pouco mais estático e além disso aqui tem a região caudal do animal onde ele o e cai as placas de fezes próximas aos pés deles
com os microrganismos que podem a vir a desenvolver afecções podais além disso devemos lembrar que esses animais fisiologicamente é para eles estarem em locais de pastagem locais de terra de grama ou seja locais onde tem um piso mais fofo um piso mais confortável para eles mas hoje e muitas granjas em muitas fazendas leiteiras tem piso de cimento de concreto pisos mais duros chão mais duro e isso também faz com que causa um dano maior nesses membros nos membros e nos pés os animais né enfim de forma geral e outra coisa um desenvolvimento da pecuária leiteira
principalmente os animais eles têm uma produção maior consequentemente tem uma aparelho mamário maior uma glândula mamária mais envolvida tem animais que tem um peso de galo mário de 70 80 quilos e isso faz com que aquela distribuição de peso que era de sessenta por cento no trem anterior quarenta por cento do tempo o senhor fique desigual fique mais peso ainda no trem posterior e para dispõe mais ainda até afecções louco motoras nessa região o e devido a esses fatores apresentados a uma literatura já descreve que apenas oito por cento das afecções do com motoras né
tem como a gente afecções podais são cometidos nos membros torácicos e noventa e dois por cento acometem os membros pélvicos dos ruminantes e ainda falando de fatores intrínsecos ao animal devemos relembrar da anatomia né então a importância da propedêutica na hora da realização do exame clínico né porque é para eu fazer semiologia eu tenho que ter a semiotécnica e propedêutica eu tenho que saber examinar e ter conhecimento prévio sobre as diversas disciplinas os diversos conhecimentos que compõem a medicina veterinária né então aqui nessa primeira imagem a gente vê uma imagem da sola do casco ea
tem estrutura aqui o que o compõem nessa região mas acima que o talão é a muralha né seguindo linha branca assola o espaço interdigital entre os dois dígitos a pinça mais à frente né nessa outra imagem a gente vê bem é de uma uma uma vista mais de frente o espaço interdigital essa região mais de cima aqui o período né onde tem o tecido de crescimento nessa nessa terceira imagem a vista lateral do casco observamos também o salão a região de talão a região de coroa ea muralha do casco é muito importante eu saber essas
delimitações anatômicas esses estruturas porque na hora que eu for examinar eu vou saber onde está ocorrendo cada lesão e cada lesão ela tem um tipo diferente de apresentação ela tem uma ocorrência diferente e ela consequentemente vai ter um tratamento diferente então é muito importante ter esse conhecimento prévio sobre as estruturas anatômicas no casco ainda falando de fatores intrínsecos né o fatores genéticos como desvio de a promo que o animal ele não vai conseguir pisar direito corretamente não vai ter um balanceamento correto de discussão de peso desse animal isso vai favorecer a problema nos menus dos
animais ea imagens de cascos claros a literatura já descreve a gente observa na prática também que tem muitos animais que são mais susceptíveis as afecções podais por esses cascos ser um pouco mais fraco ainda falando de fatores genéticos ele e observamos grupos de animais linhagem de animais que são mais resistentes que outros tá certo então o que que acontece né nós da região amazônica observamos nossos animais eles são mais resistentes principalmente os grandes ruminantes tá bovinos e bubalinos são mais resistentes afecções podais diferentemente dos pequenos ruminantes aqui na nossa região eles possam maior parte do
tempo em solo úmido né devido a nossa fartura em época de chuva e quase tem uma pouca casuística de afecções podais os grandes ruminantes já os pequenos ruminantes não e eles sofrem mais com as afecções podais e constantemente estão tendo esses problemas então é muito importante atentar-se a isso isso já vai ser um fator levado para nossa anamnese ea resenha futuramente é o e patinhos para os fatores extrínsecos né ao animal e começa a primeiramente pelo manejo manejo se você não tiver o manejo correto tanto higiênico das instalações uma região genético manejo nutricional enfim qualquer
quando a gente fala de manejo ele vai influenciar muito nas doenças digitais nas afecções locomotoras tá certo então também distúrbios do solo piso né como eu falei solos muito ou piso muito duro de concreto isso vai favorecer é acometimento podal só falta de higiene a falta de conforto nas instalações um animal ele também vai entrar em estresse diminui a imunidade formal fico mais sensível dessas enfermidades o excesso de umidade junto com sujidade contudo se o animal tem uma lesão é uma porta de entrada né o calor excessivo umidade calor pede expõe também a infecções no
casco né introdução de novos animais aqui tá um perigo muito grande quando vem animais de um rebanho que você não conhece e como é que é se tem animais lá com problemas podais eles trazem agentes infecciosos que podem causar doença nos seus animal no seu rebanho né outras doenças concomitantes mente quando fala e pode de diminuir deprimir-se imunológico e causar também fica mais fácil esse animal ter doença de casco desgaste dos cascos errado né ou a falta do casqueamento alimentação com excesso de concentrado né para ele pode pode predispor a acidose subir aguda e o
animal ele entrar num quadro é de inflamação da lâmina do casco né das normas do código cássio entrar no quadro de laminite e também pode pede para outras afecções podais enfim todos esses fatores extrínsecos né e aqui a gente chama atenção o ambiente né então um ambiente principalmente a fatura externa um animal e ele vai causar muito prejuízo porque se você não tiver um cuidado na higiene isso aqui você tá fazendo um animal ele fique muito exposto essas afecções podais as instalações também elas têm que estar sempre bem cuidadas conservados por que qualquer defeito animal
pode se machucar caí além de lesão do casco pode causar outras lesões pode até virar óbvio né e quando a gente fala de exame clínico né a gente já sabe agora quais são os fatores de risco porque que a gente vai fazer o exame do sistema locomotor e como é que esse exame esse exame e ele vai ter aqueles pontos que a gente sempre faz na marcha do exame clínico né primeiro vamos ter que fazer a descrição do animal a resenha dele a identificação desse paciente a anamnese trazer os dados né e como é a
produção desse animal como é a criação local que ele tá quais são esses fatores intrínsecos e extrínsecos que podem causar né todo esse histórico lembrando que a cinquenta por cento do diagnóstico da medicina veterinária tá aqui no histórico né fazer o exame físico bem detalhado né o exame geral exames específicos dos membros dos cascos ah e também nosso amor exames complementares reunir todas as informações para chegarmos ao diagnóstico e qual o problema o motor estiver ocorrendo em cima disso mas vamos fazer o tratamento correto para chegar a cura do animal a identificação do paciente né
ou seja a resenha é muito importante porque como a gente já falou aqui devido aos fatores de risco né pode ter uma maior predisposição a ter enfermidade vou promotoras ou não né então você é um grande ruminante bovino bubalino se é um ouvindo um caprino enfim né qual é a sua espécie identificar identificar a idade tem animais mais scenes que eles têm uma pré-disposição até afecções podais e também afecções de fratura locomotoras é semelhante ao ser humano também né em relação ao sexo e aí você já associa a resenha com anamnese um exemplo reprodutor um
touro reprodutor que não tá conseguindo cobrir as fêmeas não tá conseguindo saltar e aí quando você ver quanto tempo que tá aí o manejo e o que que está ocorrendo esse animal tá dizendo saudável que ele tá com problema no casco é ou então ele tá com algum problema ligamentar ele tá com problema articular enfim isso vai precisar já sei de inscrito para a gente poder associar as achados do exame físico posteriormente né raça tem algumas raças de animais são pré-dispostas até em afecções podais isso também lembrou aquela questão da característica genética né dependendo do
grupo de animais a linhagem de animais de onde ele é se ele vai ser mais resistente ou não as afecções locomotoras né afecções podais uso ou função é animais mais estabulados animais de lei que eles têm um desafio maior se você não cuidar dessas instalações o animal fica sempre confinado então tudo isso é importante levar em consideração o que é são informações valiosas para identificação do paciente e já paulo digno né e aí associando com anamnese qual que é o histórico atual qualquer queixa principal porque o que que levou esse animal vou te dar o
exame clínico né a evolução dessa enfermidade há quanto tempo um animal tá atual de cana quanto tempo ele tá mancando ele não consegue se locomover direito a quanto tempo tá com esse aumento de volume o que que o senhor observou observou que a vaca fica muito tempo deitada muito tempo em pé aí e observa também esse animal foi visto brigando com outro animal pulando a cerca o animal teve algum trauma né já viu se ele deixou de comer associa com os outros sintomas que o sistema parou a produção de leite diminuiu né o animal foi
transportado né o ambiente que ele mora que ele é alojado as instalações ela é bem cuidado e higienizado né esse animal tem conforto nessas instalações o manda eles nutricional é um manejo irregular correto na na proporção de volumoso e concentrado foi feita a troca de alimentação desse animal ele come uma consideração a quantidade de concentrado maior será que esse celular não tá tendo umas acidosis ruminal acidose a subir a acidose subir aguda ruminava desculpa será que esse mal não tá entrando num quadro de se é tudo isso para eles com a gente tem que juntar
essas informações né se a cria da propriedade ou veio de fora seus animais nasceram aqui mesmo não foi não vai se recentemente introduzidos esses eventos começaram depois que introduziu algum animal né e aí também tem mais algum animal no rebanho acometido com esse mesmo sinais clínicos é nessa mesma época está sendo acometida também ou não e aí a gente vem para a história e pregando em outros animais já foram cometidos com essa enfermidade há quanto tempo o quê que foi feito fizeram tratamentos anteriores esse animal em questão ele foi tratado ou não fez algum medicamento
tem que ter questionar se foi ver dá uma de manhã porque no caso de aplicação de anti-inflamatórios não esteroidais um exemplo né isso melhora do animal vai diminuir a qualificação e aí pode mascarar e esse achado no seu exame então é muito importante você perguntar isso também não deixar passar nada né fazer uma várias perguntas tanto do animal de tratamento não é perguntar da propriedade se tiver a oportunidade fazer uma inspeção da propriedade para você além de perguntar mas você vê e consulta realmente que que tá acontecendo com esse animal tá então a literatura utilizada
para a produção dessa aula é essa né e ela é recomendado para os estudos encontro vocês na próxima aula na segunda parte da aula de semiologia do senhor locomotor obrigado