o Olá pessoal tudo bem nesse vídeo de hoje eu quero mostrar a você o seguinte como funciona o sinal da insulina dentro das células e porque uma um paciente diabético então sem diabetes melito tipo 1 ou 2 ele vai sofrer as consequências desta desse problema da sua relação com a insulina e mais do que isso né O que separam diabético tipo de um diabético tipo 2 então esses são os nossos objetivos de hoje já quero convidar você a curtir as se inscrever no nosso canal aqui para o canal da bioquímica cresça cada vez mais tá
bom então vamos observar aqui esta nossa imagem tenho aqui gente a membrana do músculo esquelético algumas proteínas aqui dentro do citoplasma desse músculo esquelético aqui o núcleo dessas células e aqui fora pensa em ser a corrente sanguínea e temos aqui o pâncreas porque o pão é uma situação em que a estímulo sobre as células Beta pancreáticas como por exemplo no estado alimentado o pâncreas Então vai secretar insulina Então vou simbolizar insulina por essas bolinhas pretas aqui a insulina tem um modelo de receptor denominado tirosina-quinase então a insulina por exemplo uma célula de músculo esquelético né
o neto as células são sensíveis a ação da insulina tá os tipos celulares presentes no nosso corpo aqui estou dando um exemplo de músculo esquelético a insulina Então se interage com seu receptor aqui e dispara um sinal dentro de dentro desse receptor muito interessante como o próprio nome dele diz ele é tirosina-quinase então nestas regiões aqui citoplasmáticas dele tá vendo as causas Aqui tem vários resíduos de um aminoácido tirosina então quando eu insulina se liga a esse receptor que acontece gente uma alto fosforilação desse receptor nos resíduos de tirosina ele recebe o grupo grupamentos fosfato
aqui nessa estrutura por quê que isso daqui é importante né Isso mostra a atividade do receptor E aí o chamado substrato do receptor de insulina então que uma proteína aqui tá representando o tipo um dela mas há outros tipos também esse substrato receptor de insulina ao reconhecer estas esta esse esse receptor de insulina ativo né Ela é fosforila da e fica então na sua forma ativa também então tá aqui ativada isto o que que tá acontecendo aqui uma cascata de sinalização um sinal que está sendo transmitido dentro da célula este sinal da ifrs 1 ativado
aqui estimula a chamada perder cá um a pdk1 ativa gente ela é uma quinase veja que naseko o que adiciona fosfato receptores tirosina quinase certo então essa pdk1 ativa age sobre a a k t aqui então estimula Esta catequi é uma proteína que nasce também uma proteína quinase fundamental dentro da célula e fosforila esta KT em um dos seus resíduos também de aminoácidos aqui o que que acontece com essa aqui até agora a gente ela é uma integradora de sinais dentro da célula isso é muito importante então a KT vai por exemplo estimular aquilo que
a gente chama translocações de vesícula contendo glut4 o que é isso gente glut4 é um transportador de glicose ele fica dentro das nossas células tá ele fica aqui dentro de vesículas dentro do citoplasma e é bom você sinal da insulina vem ele é mobilizado do citoplasma para membrana da célula então quando este blush né agora é mobilizado e fica aqui por exemplo alocado nas membranas das células vou chamar essa daqui deglute né não é um canal que tá aparecendo canal é um transportador mas só para ficar bem entendido aqui que que acontece gente ele permite
agora A entrada de glicose então isso daqui é glicose que tá ali na corrente sanguínea Ou seja a glicose só consegue entrar por exemplo dessas células em quantidades relevantes quando este transportador glut 4 está aqui quando está glicose Então vem para dentro das nossas células ela está pronta para ser o que utilizada aqui então agora que a sucessão de reações que a gente estuda vai acontecer, política glicogênese dia das e os fatos Então ela é fosforilada até glicose 6-fosfato como nós bem já sabemos pela hexoquinase e esta glicose 6-fosfato Segue o seu fluxo de reações
aqui né via das pentoses glicólise glicogênese E por aí vai tá bom então aquelas linhas todas que nós estamos ou seja para glicose entrar nas células ser utilizada tem que ter glut4 mobilizado translocado para as membranas das células e quem permite Esse é o sinal de insulina tá continuando esta catei aqui também gente ela pode estimular a síntese proteica né porque que ela estimula a síntese proteica ela age uma cascata de sinalização Aqui para baixo que continua por exemplo que estimula um complexo entre a celular denominador m-tor que é fundamental para a síntese proteica tá
então esse estímulo aquilo o aumento da síntese de proteínas por exemplo aqui gente tá falando de músculo esquelético mas todas as telas preciso de proteínas né Não só o músculo esquelético o que mais que acontece aqui gente a KT ela é responsável também por extimular a lipogênese quê que isso daqui significa estimular a síntese de lipídios né então a alocação de lipídios ali dentro das nossas células perfeito então nós estamos vendo esse sinal aqui um outro detalhe bastante importante se eu já estou numa situação de quantidade de glicose disponível suficientemente disponível dentro da minha célula
Isso significa que eu não preciso de vizinhos eu celulares que sintetizem mais glicose certo eu tô falando de gliconeogênese ou seja além disso daqui tudo a até gente age é sobre um fator de transcrição aqui dentro do núcleo chamado foxo o que que Fox faz sem ação da KT primeiro o Focus gente quando ele tá aqui ligadinho no núcleo né como ele é um fator de transcrição ele estimula a síntese de né ah ah a expressão de genes relacionados com enzimas lá da gliconeogênese um grande exemplo o principal exemplo inclusive Pepe secar nem tá perto
de secar ela tem essa taxa dela do RNA deve ser transcrito da proteína ser traduzida governado por esse fator de transcrição que chamado Focus só que quando a KT age sobre ele gente a KT inibe bloqueia a ação de foxo por quê Porque ela fosforilación fosfato aqui quando ela adiciona esse fosfato no foxo o e ele sai do núcleo então fora do núcleo aqui e fosforilado ele não tem esta função transcricional ele não consegue executar sua função transcricional e o que que acontece a expressão aqui do Gene da Pepsi secar cai consequentemente a quantidade de
enzimas perto secar dentro das células diminui consequentemente consequentemente isso reduz a nossa gliconeogênese uma das formas tá então tem outras maneiras de regulado e com Léo mais uma delas é por esse mecanismo aqui então é isso linda olha isso daqui eu tô Resumindo muito muito vários das várias das funções da insulina então no indivíduo saudável normal é isso daqui que vai acontecer beleza Vamos pensar agora em um diabético e o indivíduo que tem diabetes melito tipo 1 Então vou colocar aqui dm1 o que que vai acontecer com esse indivíduo gente neste caso ele tem um
problema então vou te colocar uma setinha para baixo no sentido de não produzir insulina então ele tem uma deficiência na produção de insulina aqui no pâncreas certo uma série de fatores mas ele não produzem insulina se ele não produzem insulina o que que acontece quando ele se alimenta a glicose dele tá aqui ó tem bastante glicose na corrente sanguínea aqui só que o que que acontece como não tem o sinal da insulina isso daqui foi bloqueado porque não tem insulina basicamente que que você percebe nada disso daqui acontece esse glute aqui e não é translocado
para membrana consequentemente esta glicose fica o que aprisionada aqui na aprisionado a palavra forte mas talvez fica acumulada aqui na corrente sanguínea não consegue entrar na célula para ser o que é utilizada por essas diversas vias que vocês estão vendo aqui por esta razão então um esse Essa é uma das um dos motivos que explica né aquilo que nós chamamos de hiperglicemia né por isso que a pessoa fica com hiperglicemia porque essa glicose está com dificuldade de entrar na célula para ser utilizada outra coisa que corrobore pior ainda mais essa a hiperglicemia se a gente
for pensar aqui né o sinal da insulina além de permitir a entrada de glicose na célula bloqueia Óbvio que eu estou falando então é aqui de ter célula muscular Mas por exemplo fígado vai e esta inibição de gliconeogênese especialmente no fígado é fundamental tá para controle de glicemia Então se a gente pensar que isso daqui esteja acontecendo no fígado também essa inibição não vai acontecer e o filho do vai continuar a produzir glicose a partir da gliconeogênese e vai jogar mais glicose na corrente sanguínea Então pensa comigo além de não estar utilizando a glicose vinda
do alimento por exemplo eu estou a minha síntese endógena de glicose está estimulado Ela não está sendo controlada não está sendo exibida por causa disso então a um aumento ainda maior desta glicemia aqui então mais um fator que contribui para o aumento da glicemia de um diabético percebe Então essa falta de insulina disseram as consequências tá o quê que agora qual é a diferença então para esse diabético tipo 1 e para um diabético tipo 2 o tipo 2 gente é o inverso ele tem alta quantidade de insulina ele produz bastante insulina o plantas ele tá
normal por enquanto só que o problema agora gente está na interação desta insulina com receptor essa interação aqui olha de alguma maneira está prejudicada por quê que ela pode estar prejudicada o diabético tipo 1 geralmente o fator genético na pessoa nasce Então você percebe muitas crianças ali eu desenvolve ao longo da primeira infância Então você pensa muitas crianças diabéticas né tipo só que de todos os diabéticos existentes cerca de bem menos do que cinco porcento tem diabetes tipo 1 em mais de noventa porcento dos indivíduos são diabetes tem diabetes melito tipo 2 que está relacionado
a gente arrumar o padrão de alimentação mal padrão de qualidade de vida de dente né a pessoa muito sedentária pessoa que se alimenta mal e aí essa pessoa como né Por uma série de questões né vai ter uma liberação hormonal diferente essa pessoa vai ter uma série de adipocinas produzidas pelo tecido adiposo dela ali secretados resistir Naves faxina que vão contribuir de diversas maneiras para resistência à insulina isso daqui é o que nós chamamos de resistência à ação da insulina né a insulina não consegue ligar se bem ao seu receptor então é sinal vai ficando
cada vez mais fraco mais diminuído ela precisa de cada vez mais insulina para executar a mesma função então aqui dentro a resposta é a mesma de um diabético tipo 1 a diferença e vai gerar hiperglicemia da mesma maneira a diferença está na relação da insulina né o tipo 1 não há produto então ele é insulino dependente tem que tomar insulina todos os dias o diabético tipo 2 ele já produz a sua insulina mas ele está resistente ação dela então geralmente pessoas fazem uso de hipoglicemiantes preciso fazer uso né de Publicidade antes e tudo mais certo
então gente basicamente este o contexto que eu queria trazer para vocês espero você tem compreendido caso de dúvidas deixe nos comentários aqui viu muito obrigada e até a próxima E aí [Música]