O problema da maioria, eu diria que 90% das empresas do mercado tradicional é aquisição. Se essas empresas têm problema de aquisição e conhecem um modelo de aquisição igual o nosso, que é totalmente estável e validado, que é só adaptar, é um modelo de aquisição muito forte. >> É o funil que eu vi fazer mais dinheiro, é, nos últimos anos é esse aqui, muito mais do que a galera de lançamento, tá? É como se fosse então três fatias no mercado, Direct Response, lançamento e o Direct Response para experts. E é uma coisa que talvez não foi
explorada ainda. A gente tá nadando o cena azul, a gente pode pegar qualquer especialista que a gente quiser. >> Wesley Clean, Braço Cardoso, Kips. >> Três grandes referências em perpétuo no mercado digital. >> Juntos revelam como escalar qualquer expert para múltiplos seis e até mesmo Sete dígitos por mês, usando VSLs que convertem público frio sem promessas milagrosas. Tem casos da gente pegar um expert de 5.000 seguidores e fazer ele faturar R 300, R$ 400.000, uma coisa que com lançamento, qualquer outro funil, não seria possível. Que dica que que tu dá o SP para alguém criar
um produto, criar a oferta que vai ser vendida no VSL em primeiro lugar não é muito difícil, tem alguns elementos ali e depois que falar isso aqui, o negócio Vai ser clonado pr caramba. Mas vamos lá. Definiu esses 10 pontos, aí você já tem o seu produto criado. Basicamente é o jeito que eu faço hoje. >> Aí, BR, qual qual que é a primeira coisa, cara, que tu faz quando tu vai criar o teu VSL? De fato, >> todas as minhas cópas seguem esse mesmo princípio. Então, muitas vezes a pessoa acha que, principalmente para você
vender para tráfico frio, você precisa esticar na CP, esticar no promessa, Falar coisa que você não concorda. Só que se o seu ambel, que é o que a gente tá falando aqui, for fizer muito sentido, que provavelmente sua Vai vender, talvez fature 1, 2, 3 milhões por mês, mas colocar de seu bolso com certeza vai. O template de One Belief que eu uso é é uma frase que ela é da seguinte forma. Se você responder essas quatro perguntinhas só, você já vai conseguir escrever uma boa v série. Você fazendo só isso, já vai conseguir Vender.
A primeira pergunta é: se você que tá vendo isso aqui é um infoprodutor, então cara esse podcast aqui vai ser uma das coisas mais importantes, se não há coisa mais importante que tu vai ver hoje. Isso porque eu reuni três players do mercado digital que faturam múltiplos s dias por mês. Isso tudo sem fazer lançamento, sem fazer perpétuo, sem fazer webinário. Na verdade, pessoal, eles estão usando uma estratégia chamada de carta de vendas em Vídeo, ou então em inglês, né, como ficou mais popular, video sales letter ou a abreviação, os famosos VSL. Aqui no Brasil
muita gente associa os VSLs a promessas agressivas, mirabolantes, também a produtos ruins. E cara, de fato, isso existe, tá? Existe muito, mas como você vai ver hoje aqui nesse podcast também existem pessoas faturando milhões de reais por mês de forma ética, com produtos excelentes. Mas quem são esses players que eu tô falando? Olha, o Primeiro deles é o Kips. O Kips frequentemente pega experts que faturam um pouquinho ou até mesmo não faturam, escreve um VSL para eles e começa a faturar ali 50, 60, às vezes R$ 100.000 por dia com a estratégia. O segundo deles,
pessoal, é o BRAS. O BR, assim como o Kips, também escreve VSL de altíssima conversão. Ele já faturou mais de múltiplos oito dígitos com a estratégia. E finalmente a gente tem o Wesley, que ele não é um novato aqui no Podcast, na verdade ele já gravou um episódio aqui com a gente. O Wesley, pessoal, ele também já escalou negócios para múltiplos oito dígitos com a estratégia que a gente vai falar aqui hoje. Então assim, cara, se tu quer aprender essa estratégia aí do VSL para poder vender o teu infopruto, eu não conheço pessoas melhores para
te ensinar. E é por isso que eu trouxe a galera aí para eles compartilharem o conteúdo que eles sabem para ver se tu Aí para de ser escravo aí do lançamento, escravo do conteúdo e começa a ganhar dinheiro de verdade, assim como eles estão ganhando. E como tu vai ver até o final desse podcast, não é pouca coisa, beleza? E claro, se tu não conhece aqui o podcast, ele se chama segredo da Escala. E a gente traz aqui toda semana pessoas que já escalaram suas ofertas, já escalaram seus negócios para que tu que tá em
casa consiga pegar uma, duas, às vezes três dicas, se o podcast for Bom, aplicar no teu negócio e escalar ele também. Esse podcast aqui ele foi criado pelo VTURB, que é uma empresa que eu ajudei a fundar. O VTURB, pessoal, ele é uma hospedagem de vídeos focada 100% em aumentar a conversão dos seus vídeos de vendas. Mais de 10.000 empresas no Brasil e no mundo confiam no Vetor para aumentar a conversão dessas vídeos de vendas. Inclusive essas três pessoas que estão aqui no podcast, o BRS, o Kips e o Wesley, eles são meus Clientes e
é por isso que eu trouxe eles também para te ajudar a criar essa estratégia aí no teu negócio, para que tu eventualmente vire meu cliente também. E para facilitar isso, eu vou te dar 14 dias de graça do Veturb. Vai ter um QRcode que vai aparecer aí na tela e também vai ter um link na descrição. Caso tu queira continuar sendo cliente, tu vai ter 15% de desconto durante 2 meses. Mas cara, chega de papo furado, vamos começar logo o podcast. Então, com Vocês, Kips, BR e Wesley. Então, pessoal, é, queria agradecer a todos vocês
por estarem aqui presentes. Qu segunda vez aqui no no podcast. Dá um oi pro pessoal aí. >> E aí, pessoal? Esse esse é a segunda vez sempre é melhor, né? >> Sem dúvida. É, eu espero que sim. É, te chamei para isso. Te chamei para isso. Vou cumprir a função aqui. >> Boa. Temos aqui também o Kips. >> E aí, aí, pessoal? >> O Kips aí tá estreando no podcast, mas vai deixar o nome dele aí fazer história. >> Claro. >> E temos aqui um cara também, pessoal, o Braz. Dá um oi, Brs. >> Fala,
pessoal. Ó, a segunda vez é melhor, mas a primeira é inesquecível. Verdade. >> O Braz ele levanta 290 kg no terra, pessoal. Então ele pega todo mundo aqui, nós três aqui, mais a mesa e cadeira. >> A cascadeira e ainda sobra. É, mas estamos chegando aí, pessoal. Ó, vê, vê os primeiros episódios do Vetur B. Ô, Thagão, coloca aí o episódio meu com Thiago Filemon, com aquela camisa branca e coloca agora pro pessoal ver como eu era magrinho, como eu tô engordando, viu? Tô ficando melhor. >> É isso. Logo logo treinou. >> É, mas pessoal,
na moral, obrigado de verdade, tá, por tá aqui. Eh, o podcast aqui de Mesa Redonda, ele é um pouco Mais cansativo do que os normais. Eh, mas de qualquer forma eu ainda acho que ele é muito bom, porque cara, são três opiniões diferentes, mais a minha, então acaba agregando alguma coisa ali. E daí, mano, eh, uma coisa que eu acho muito interessante de vocês é que vocês fazem VSLs pro público, aliás, para experts. Então, VSLs White, que é uma coisa relativamente contrária ao que o mercado de marketing direto ele ensina, ele prega aqui no Brasil.
E e cara, isso é muito legal. É uma coisa que eu ainda não trouxe tanto assim no podcast do Veturb, já trouxe o Wesle lá uma vez, trouxe o Thiago Rose lá também, mas eu nunca eh investi tanto nisso. Então eh é por isso que eu trouxe vocês aqui. E cara, a primeira coisa que eu queria eh perguntar, tá, pra gente começar a nossa discussão aqui, que daí eu vou perguntar pro pro, que eu sei que já teve experiência com isso, é que, cara, no mercado digital hoje todo mundo Fala de lançamento. O mercado foi
criado com essa cultura aí do lançamento lá do Erico Rocha, tal, mas vocês meio que que foram contra essa manada aí, ou pelo menos estão agora, né? E aí começaram a a ir pro marketing direto, mas fizeram disso uma coisa boa, uma coisa legal. Aí, cara, eh, me explica aí, Wesco, como que tu descobriu essa parada do de VSL, marketing direto? Eh, se tu acha que isso é muito superior ao lançamento ou só um pouco ou são coisas Complementares? Aí, dá, dá tua opinião aí pra gente. >> Boa, boa, boa pergunta. Na real, eu comecei
no marketing direto em 2020, começando por causa de umas tentativas frustradas de lançamento. Então eu tinha feito o lançamento lá, teve relado, OK e aí no fiz o segundo, fiz o terceiro, pô, 100.000 prejuízo, dívida. >> Aí eu precisava arrumar um jeito de faturar todos os dias com mais previsibilidade. >> E aí eu fui estudar o Jack Spons na gringa. Aí eu fui, apliquei para um especialista de relacionamentos e a gente começou a ter e resultados ali na casa sete dígitos do mês. >> Uhum. E aí eu vi o poder disso, porque é um poder
que no lançamento a galera foca muito e o maior canal deles é o público quente, porque é ensinado assim, público quente, distribuição de conteúdo. Já no tráfego direto, no marketing direto, você vende majoritariamente para público Frio. Mais que a gente tenha especialista como dezena de milhões de seguidores, 80% geralmente é público frio. Então aqui a gente tem um poder porque é mais escalável no público frio do que no público quente, né? E no mercado de lançamento isso é muito escasso, porque não tem tanta primeiro, dois pontos uma primeiro ponto é por causa do mercado ensinado
de fazer o perpétu, então distribuição de conteúdo. Tem umas pessoas que ensinam isso aí, Então as pessoas ficam muito limitad a vou criar conteúdo no Instagram para vender. Então eles não tm o conhecimento de que existe essa forma de vender pro público frio. E quando eles descobrem, ninguém sabe como fazer porque não tem curso disso. Então acho que é um mix entre, é um mercado que ainda tá se descobrindo, igual o lançamento foi lá em 2012. >> Uhum. >> Né? E eu vejo que os dois, não é que um Deve anular o outro, acho que
os dois são complementar. A Apple ela vende mais, não é no período do lançamento só, é o pico, mas ela vende um ano inteiro. Então acho que deve ser complementar uma boa esteira. Você tem os produtos de frontend ali escalando com com ruas, diferente que muita gente prega de você só fazer um funil de aquisição, captar le ficar no prejuízo. Muita gente faz isso. Eu eu não gosto de fazer que esse é o funil de aquisição. O que eu faço, o Pessoal faz é o funil de escala para ter logo o lucro no front. E
aí depois você tem um back end que são produtos de 1000, 5.000 ali e os high end de 10.000 para cima. Os produtos 1000, 2000 você vai vender em lançamento, porque é muito difícil, se tu não concorda, de vender um produto de 1000, 2000 com tráfego direto com VSL para um público frio. >> Eu concordo. >> Então a média >> é possível, mas concordo. >> É possível, mas você tem que ter uma [ __ ] autoridade, etc. Tudo mais. >> E tem que ser para mercado digital. Pô, imagina você vender um produto de autoestima de
R$ 2000, tipo, meio bem complicado. >> O que eu lembro era do daquele do método super conteúdo do Max Petters, mas é era a transfer English também, né? >> A transfer é verdade. >> R$ 1000 eu acho acho plausível se for o mercado que promete dinheiro e tal >> profissional, né? >> Exato. Via de regra, a gente faz de 197 a 697. Já tivemos o caso de 997, mas é nicho mais esses que a gente falou. Mas v de regra 197 a 697. Ou seja, se você tem um produto a mais de R000, abaixo de
R$ 1.000, não faz sentido ficar fazendo lançamento, na minha opinião. Aí você vai vender com tráfego direto ali. Acima disso, melhor estratégia é webinário, lançamento, etc. Então, é complementar de acordo com o seu produto, com a sua Esteira. E uma empresa tem que ter esses dois canais. Entendi. Mas, mano, tu falou para mim que tu te tu teve essa dor do do lançamento que não deu certo e tu queria um negócio para vender todo dia. Eh, e depois tu citou, né, que tem pessoas no Brasil ali que ensinam a fazer isso com produção de conteúdo
>> que eu lembre de cabeça agora, tá? Tem duas referências que, cara, é o Leandro Ladeira e o Micha Menezes, que Curiosamente, tá, pessoal, tem o podcast deles aqui no Bet, vai aparecer aqui na tela agora vai aparecer o do ladeira e daí agora sai o Ladeira, vai entrar o do Micha, então caso tenha interesse em, sei lá, eh, consumir o conteúdo, tá aí. Mas, mano, tu tu entende que e todo mundo aqui, né, que o que vocês fazem é bem diferente do que eles fazem. é de certa forma até uma inovação, eu diria, nesse
mercado, pelo menos no mercado de infoproduto. Em outros mercados aí, sem Dúvida alguma, não é? >> Sei. >> Eh, tu tu chegou a tentar aí por um desses métodos, tu foi direto pro pro marketing direto de de VSLS assim ou como é que foi? >> É, eu fui direto pro Direct Sponsor, que foi 2020. Eu não sei se ele já tinham curso ou não, >> mas eu já fui direto pro pro direct. >> Uhum. >> Alguém sabe, tipo, quais são as Diferenças principais do que eles fazem lá para referente ao que a gente faz? Cara,
eu acho que tem a questão da produção de conteúdo, né? >> Uhum. >> Eu acho que o o lead não é 100% frio, como a gente trabalha aqui. A maioria das vezes ele passa por conteúdo, passa por stories, não sei o que, e depois vai. Até por conta do ticket também, né? Muito deles ensina a ter tickets maiores, como o Wesley ele falou, ticket De R$ 1.000 e tudo mais. Então, enfim, não é o mesmo processo que a gente executa por causa do dos conteúdos e de outros fatores também. >> Mas tu sabe qual que
é a vantagem que eles têm? se é que eles têm ou tu acha que esse nosso modelo aqui >> é superior em qualquer tipo de de cenário? >> Cara, eu acho que é superior pelo por vários motivos. Um deles é produção de conteúdo. Se você é um expert, igual tem Casos a gente pegar um expert de 5.000 seguidores e fazer ele faturar a R$ 300, R$ 400.000. Uma coisa que com lançamento, com qualquer outra, qualquer outro funil não seria possível. E com a VSL é totalmente possível. Por quê? Porque a gente tá tá vendendo para
pessoas que nunca viram a gente na vida. Agora, quando a gente vai para outras estratégias de perpétuo também, mas que não são de tráfego direto ali para público frio, tem que ter toda uma base De aquecimento, distribuição de lucro, de perdão, de conteúdo. E aí >> tá focado em lucro, hein? Distribuição lucro de lucro >> profit >> profit. >> É, pô. E mas além de tudo isso, tem a questão também da imprevisibilidade, né? >> Uhum. >> Que você tá colocando dinheiro e não sabe se aquilo vai voltar. É. >> E aí é lançamento, tudo que
não é ali, Não tem uma conversão imediata. Não, pra gente, por exemplo, não compensa fazer porque deixa muito no escuro. E essa é a vantagem absurda que tem. É isso. Isso é um dos maiores eh gargalos que tem no mercado. Essa impressoridade que o cara, tem muita gente que eu chamo do caixa falso, né? Você fatura, demora três meses para faturar em lançamento. Só que tem equipe todo mês, tem custe de vida todo mês e você não tá faturando todo mês. E às Vezes o caixa come, depende do próximo lançamento para dar certo e você
ter caixa na sua empresa. Aí você fica nesse oxigênio assim, sabe? Uhum. >> Então essa imprivisidade é um negócio que é extremamente arriscado para qualquer negócio. >> E no e já com a VSL a gente tem algumas variáveis, né? A oferta, o tráfego e tudo mais. No lançamento a gente tem mais variáveis ainda que além do tráfego ser mais caro, tem por exemplo VMCH Surge problema no WhatsApp e aí a taxa de entrada de pessoas no lançamento, pô, vai às vezes fica 20, 30%. Isso já destrói, eleva o custo do lead lá em cima, >>
tem CP, >> tem CP, tem um monte de coisa que tem que fazer além. O expert tem muito mais trabalho do que num num VSL, por exemplo, porque o trabalho do expert na VSL é tirar um dia da semana dele para gravar conteúdos ali criativo e acabou. Não faz mais nada além disso, só grava os criativos e acabou. Agora no lançamento ele precisar três meses aquecendo a audiência, se relacionando com a audiência e se ele parar de fazer aquilo dali, ele já começa a ser esquecido, outras pessoas começam a pegar aquele lugar dele ali e
a conversão dele no lançamento vai ser desastrosa, né? Tem que ser bom de comunicação e >> tem que ser bom de comunicação >> e de vender, né? Porque tem gente que é bom em comunicação, mas é bom em vender, principalmente mercado de tipo psicólogo, etc. Tem tem tem psicólogo que não gosta de vender. >> Uhum. >> Tem uma objeção com isso ainda. >> Tem essa objeção. E aí você pede é uma variável que não tá na sua mão, >> versus um vídeo gravado, bem autorizado, escrito, etc. Eu acho que voltando na pergunta que você fez
ainda sobre qual Que é a diferença entre Perpétua e VL, eu acho que as duas são são coisas parecidas, tá? Direi que são iguais. Eu acho que o perpétuo, né, que é o que as pessoas falam, ele ele é o modelo de marketing de resposta direta que existe há muito tempo, só que tirando a parte do conteúdo, né, só que adaptado pra realidade do Brasil naquele momento que implementaram. Então, lembro da Cátia da Maceno, o formato que ela vendia era através de uma VCL, era um vídeo de Vendas aquilo, né? Uhum. >> Só que tinam
outros aptrechos que eh adaptaram pra realidade do Brasil naquele momento, pro tipo de venda que a gente tava conseguindo fazer naquele momento. O que eu vejo é cada vez mais aquele modelo que dava muito certo foi sofisticando, assim como os lançamentos sofisticaram, assim como qualquer modelo de venda sofisticaram. Então você pergunta para mim qual que é a diferença? Eh, tem algumas diferenças um Pouco mais técnicas de implementação, então a distribuição de conteúdo, eh, a própria a própri o próprio a próprio formato da do vídeo de vendas, mas eu vejo que é uma sofisticação da mesma
coisa, entendeu? É isso que eu vejo. >> Faz sentido, >> mano. Tu falou, Keaps, eu vou fazer uma pergunta para ti por agora, tá? Mas tu, Keeps, tu falou que o lançamento ele tem mais partes do que o VSL. >> Sim. >> E de fato, tá, concordo 100% contigo. VSL é muito simples, tem uma porrada de de coisa lá no lançamento que pode dar merda. E até voltando no ponto do aí, cara, e eu acho muito doida essa parada, mano, do cara ter equipe e e ficar pagando e faturar num mês. Isso daí, eu acho
isso parece um day trade, velho. Sei lá, uma coisa muito, >> mas funciona. Tem muita gente ganhou muito dinheiro assim, apesar de agora em 2025 eu não vejo mais tanto, pelo menos. É, >> mas eh, cara, tu tu acha que o o lançamento, tá, pelo fato de ter mais partes, torna ele uma coisa mais difícil de executar do que o funil de VSL ou tu acha que o funil de VSL ele é mais difícil, porém mais simples? >> Cara, tem n possibilidades aí, mas eu acho que ele é mais fácil eh quase no geral assim,
a VSL, por vários fatos. VSL ou lançamento. >> A VSL é mais fácil do que os Lançamentos, por >> para você fazer um lançamento muito bom, vamos supor, você quer fazer um lançamento, você quer fazer R.000. Se você quer fazer R$ 100.000 com um FSL, você precisa de quantas pessoas? Talvez você sozinho com seu expert já consegue. Com lançamento, >> já começa a ter que contratar mais pessoas. Aí, se você quer fazer agora 1 milhão com lançamento, eu conheço poucas pessoas que fazem 1 milhão por Lançamento. É muito mais difícil, é muito mais operacional e
não é tipo, ah, eu quero fazer 1 milhão. Não é só isso. Você precisa primeiro acertar a mão nos conteúdos, você precisa viralizar, fazer essa distribuição. É um caminho muito mais longo que a VSL você não passa. Sim, >> você pode fazer os dois. Esse é o melhor dos mundos. Você pode fazer o outro também, só que com a VSL você não tem esse caminho longo todo, pode ir muito Mais rápido ali. A minha ideia, na verdade, era sobre tipo, o nível de dificuldade para porque as pessoas que estão em casa, às vezes elas pensam:
"Cara, VSL funciona, mas é difícil de fazerum >> porque tem toda uma psicologia, tem todo um rolê ali, sabe?" Aí, por isso que eu te perguntei, a minha opinião hoje, mano, é que o lançamento ele é mais trabalhoso, porque é muita coisa para tu apertar. muita, só que eu também sou, [ __ ] eu sou o pior tipo de pessoa, né, mano? Eu nunca fiz lançamento. Quem sou eu para dar o pido no lançamento, tá ligado? pelo Cório. >> Mas, mas desse outro ponto eu também acho que, né, voltando pra questão da facilidade em si,
eu acho que também é mais difícil também, porque você pensa, você tá jogando, você tá primeiro, você não consegue trackar porque você tá jogando audiência, você tá fazendo distribuição de conteúdo, tá crescendo Ali sua base. Você não consegue traquear da onde que veio as suas vendas do lançamento. E também você não consegue saber se aquele aquele CPL que você tá fazendo, 1 2 3, vai converser, vai converter. Você só vai saber disso depois que você abrir o carrinho. Só que depois que você abrir o carrinho, que que você vai fazer depois disso? Você vai produzir
mais conteúdo e talvez você não acerte o conteúdo, sua conversão seja menor e aí entra vários outros Fatores, custo do lead, eh a quantidade de pessoas que tá vendo o seu o seu o seu lançamento, que pode ser, sei lá, você tá com comparecimento às vezes de 40%. >> Uhum. >> E aí depois cai esse comparecimento, acabou seu lançamento. >> É, tipo, o que que você vai fazer agora? O que eu vejo é que o lançamento ele tem uma facilidade que a VSL não precisa, que é o expert. >> Então para você fazer um lançamento
grande hoje no nos dias atuais, eu acho que você precisa de um expert bom, >> tá? Numa VSL, você consegue escalar com uma pessoa completamente desconhecida, >> um aleatório ali. É, >> é mais fácil, só que é mais complexo, porque como que você transfere credibilidade a ponto de uma pessoa que nunca te viu na vida comprar de primeira, uma pessoa que às vezes é atriz, né? As pessoas rodam a tr Inclusive, então ela é mais complexa, apesar de ser mais fácil o lançamento. Se você tiver uma pessoa boa por trás, você consegue com uns dois,
três lançamentos conseguir pegar atração e se tudo der certo escalar. Uhum. >> Mas se o lançamento tiver uma pessoa que não é boa, que não tem autoridade, que não se comunica bem, que não consegue gerar movimento, fica bem mais difícil. >> Eu acho que o que torna o lançamento mais difícil são as múltiplas variáveis Que ele tem, porque existe mais variável do que VSR. Segundo, você tem time de captação, não tem como corrigir rapidamente igual tem no perpad. Você consegue, pô, eu vejo aqui meu play tá baixo, pô, vou testar aqui os novos autoplay, vou
testar umas thumbs aqui, vou testar umas paradas aqui. Você consegue otimizar com mais facilidade e você tá botando dinheiro hoje, ver quando que tá retornando. Lançamento você coloca antes, 30 dias, você vai ver Para ter esse para ter esse cash collect. E tem muitas variáveis. Como é que você vai consertar no meio do lançamento faltando seis dias porque o CPL tá nas alturas? Sabe, eu acho que isso que torna mais imprevisível e dificultoso. >> Entendi. >> Fluxo de caixa também, né? Porque você eh vai fazer a vai investir ali antes, é muito maior do que
no perpétuo. >> Toal. E é verdade, porque a gente pode, A gente pega em D mais do e tal, dependendo que você quiser fazer >> e lá não. >> Então acho que torna muito mais dificultoso por causa das variáveis. Entendi. Man interessante, mano. A minha visão era um pouco o contrário assim, porque tipo, se se o se o VSL ele é mais fácil, pessoal, e eu não eu não tô desencorajando o pessoal de casa a fazer VSL, tá muito pelo contrário, mano, que eu mais quero que vocês façam. E na Verdade eu acho que isso
é o correto, porque eu acho um funil muito melhor, velho. Eu acho muito superior por el motivos, porém hoje eu acho um pouco mais difícil, mas eu tô mudando a minha opinião porque não, nunca fiz lançamento e vocês estão me falando que que é o contrário. Eh, só que, cara, tu falou, Braz, uma coisa que foi que naquela época lá da Ktia lá, que o perpétuo começou a surgir no Brasil, a galera começou a fazer esse negócio de Conteúdo, essa adaptação, eh, para rodar. E daí eu eu acho que isso é um sintoma da dificuldade
do VSL, porque senão eles só teriam feito um vídeo de vendas normal, teriam rodado para tráfego frio normal, ia ter vendido um monte. Só que como ninguém sabia fazer VSL direito, o que que aconteceu? O cara fez, deu errado, dele, ah, vou fazer remarketing aqui para que pra galera do meu conteúdo. E daí inseriram essa variável do conteúdo ali no meio Para facilitar essa parte da conversão, sabe? >> Uhum. >> O que que tu acha disso? O que eu acho é que a partir do momento que uma uma estratégia de vendas, que o conceito de
VSL é muito recente, né, entre aspas, recente, na época do John Benson, ele trouxe isso em meado de 2010, né, a do momento que surge essa estratégia até chegar no Brasil, leva um tempo de maturação, da mesma forma que forma de Lançamento foi. O formula de lançamento, ele começou a ser implementado no Brasil e as pessoas começaram a fazer ele depois de 7, 8 anos que o Eric trouxe pro Brasil. >> Uhum. >> E o VSL veio depois. Então, quando a VSL começou a entrar no Brasil, a gente ainda era muito cru naquilo. Então, você
pega os vídeos de 2020, 2019, tirando as empresas que tinham eh tinham conhecimento lá de fora, empíricos, essa Galera maior assim da época. >> Então você pega, são campanhas muito cruas ainda. Então você lançava, você seguia entre aspas a estratégia, mas você não via tanto resultado. Então você começava a usar estratégias do lançamento, estratégias que já eram conhecidas para tentar melhorar a conversão, entendeu? A partir do momento que isso entrou no Brasil, começou a performar, a gente começou a fazer justamente essa sofisticação da VSL. Uhum. >> E aí a gente começou a entender que dava
para vender mais, que dava para escalar mais e a gente foi adaptando. Mas naquele momento pra sofisticação no mercado, realmente eu acho que era um pouco diferente a conversão do que é hoje. >> Uhum. E junto com esse fator, João, acho que do talvez o por que tu acha que é mais difícil, é porque a gente tem um baixo Nível de consciência frente a lançamento. A gente tem, sei lá, 10 plays que ensinam lançamento, com curso, com mentoria e o caramba. Agora v séri tem poucas pessoas estão fugindo agora os meninos do direct, etc. Então
tem baixo nível de consciência. >> Calma aí. Menin do direct tá falando lá dos meninos de fato do DCK, do jogo. Essa galera >> também, essa galera tá toda que tá ensinando agora. >> Porque tá ligado que eu chamo eles de meninos do direct, né? >> Sim. Eu dou esse para eles. Tá tá chamando também. >> Não, mas olha que legal, tem uma coisa também que eu pensando aqui, analisando esse fator também, é que o modelo de lançamento dá mais match com o expert, porque se a gente divide o mercado em dois, a gente pode
dividir os experts ali, que são médicos, nutricionistas, vários profissionais que dá para Produzir e infoproduto. E tem o outro lado que é o pessoal do Black, muita gente usando atriz, rodando nutra e tudo mais ali, cada um do seu canto. E por muito tempo eles foram muito divididos. E a questão é a seguinte, pros experts dá muito mais mato de lançamento, por precisa produzir conteúdo. E já é uma coisa nativa. Qualquer pessoa hoje sabe que precisa produzir conteúdo. Então é muito mais natural pros experts e para esse caminho de lançamento do que para Um caminho
que é muito mais, entre aspas, técnico ali. >> Pois é, mano. Eu acho que essa é a palavra, tá ligado? Técnico, porque os experts eles são bons em produzir conteúdo. Eles vão produzir de qualquer maneira. >> É. >> Eh, os que querem, né, os experts que querem produzir, tem expert que não quer produzir. >> Uhum. E aí, cara, se não quer produzir, Olha que legal o VSL, tá? >> É, mas isso é engraçado porque eh a maioria entra com essa mentalidade, né? Pô, se você não quiser produzir conteúdo, VSL é melhor para você, mas a
partir do momento que você produz conteúdo, que você é um bom conteudista, o seu nível de lucro da VSL aumenta muito, porque essas pessoas não convertem na hora, mas elas vão converter depois porque são um bom comunicador, entendeu? Então, se você Entra nesse jogo, sabendo ver se ele consegue acertar uma campanha e produz um bom conteúdo, isso aí vai aumentar muito sua margem, vai ficar muito difícil competir com você no seu nicho. >> Eu concordo, mano. >> E e tem outro ponto, a galera, por exemplo, de lançamento, eles investem lá paraa distribuição de conteúdo. Quando
a gente tá falando de investimento de VSL, é outros números completamente diferentes. A gente tá falando de Pessoas que fazem R$ 100.000 por dia. Essas pessoas, se você olha o o perfil do expert ali, você vai ver o tanto de seguidor que essa pessoa ganhou. E ela já ganhou seguidor monetizando. >> Sim, mano. Isso é muito poderoso, né, velho? Eu, cara, eh, eu vejo que essa alavanca aí do marketing direto, principalmente VSLs, tá? Se bem que outros outros funis eu também acredito que funciona, webinário, low ticket, tal, etc., mas, cara, vamos dizer ali Mid ticket
ali, tipo, ah, o que o Wesley falou, 197 até 600 pila ali, é 697. >> E cara, isso daí tu pode usar para só ficar rico, na moralzinha, suave, tá? Só para usar guiar muito dinheiro. Dá para tu usar para tu aumentar tua base de seguidores. Absurdamente. Tu consegue usar para adquirir clientes e depois vender uma coisa eh no no back. Então é meio que uma [ __ ] tipo, tu meio que tá adquirindo clientes eh e sendo pago por isso e tu pode usar isso pro que tu Quiser, tá ligado? >> E sem contar
que é uma alavanca, literalmente uma alavanca. No lançamento, beleza? Qual que é a alavanca do lançamento? mais produção de conteúdo. São múltiplas alavancas que você tem que puxar ao mesmo tempo. Na VSL, basicamente é uma boa oferta e bons criativos. É claro que tem back endá para fazer e tudo mais, só que inicialmente você tem uma alavanca muito rápida de puxar que é faz bons Criativos, faz uma boa VSL e você consegue escalar. Agora no lançamento são múltiplos fatores para você puxar e aumentar o faturamento ali, né? né? Quando quando eu apresentei paraa Diandra, né,
que hoje é minha sócia, minha minha mulher, >> eu eu falei para ela, ó, isso aqui é modelo de BSL, a gente escala tanto. Ela falou: "Meu, o mercado tradicional precisa conhecer isso, porque o problema da maioria, eu diria que 90% das Empresas do mercado tradicional é aquisição, >> aquisição baixa. Se essas, se essas empresas, imagina bem, se essas empresas têm problema de aquisição e conhece um modelo de aquisição igual o nosso, que é totalmente estável e validado, que é só adaptar, que é o que o Max faz muito hoje, ele pega empresas e usa
um modelo de de VSL, >> [ __ ] ele faz mesmo, >> exatamente, entendeu? Então é um modelo De aquisição muito forte. Esse é o primeiro ponto sobre o conteúdo ainda que você falou, tem uma questão muito importante porque a gente vem de criação de audiência, né? Então, a gente é especialista nisso. Eh, as pessoas chegam no perfil, isso para quem for lançar é importante. As pessoas chegam num perfil, você escala uma VCL, as pessoas vão chegar no seu perfil desde que a página que você decida rodar o tráfego seja a sua, né? Senão vai
paraa Outra página, >> seja oficial, não? >> É, beleza. E aí, eh, tem uma coisa muito importante que eu testei aqui, que é se você tem anúncios dopaminérgicos curtos de 7 segundos, eles podem trazer venda, mas os seguidores que você vai ganhar desses anúncios não são seguidores que são qualificados. >> Hum. Hum. >> Porque eles vêm pelo motivo de dopamina, quero recompensa rápida, quero uma coisa Agressiva. Então, quando você ajusta o seu conteúdo, ajusta sua conteúdo, não, se você ajusta sua VSL e os seus anúncios de uma forma que eles conversem com a sua marca,
o descolamento entre seguidores e engajamento é menor, mas ainda existe. Então, entenda, quando você escala uma VCL para um perfil de um especialista, você tem que produzir duas vezes mais conteúdo para conseguir equiparar as pessoas que estão chegando do seu engajamento, senão vai descolar. >> Entendi. >> Entendeu? Tem tomar muito cuidado com isso. >> Entendi. Entendi. E aqui a gente a gente entra com fator que é o nosso diferencial, brand. >> Exato. >> Brand do Expert. Diferente da das outras galeras, eles não tm um expert com uma marca pessoal. E produto você consegue copiar. V
sério, mecanismo, você consegue copiar agora marca pessoal. Não Tem como copiar. Olha, mano, tem como copiar o >> A inteligência artificial tá ficando >> tem, mas credibilidade não tem como. Ainda não tem como. Credibilidade não tem crédito, eu concordo. Eu concordo. >> Os testes >> clonal João aí, >> mano. Eh, tipo assim, ó, voltando ali ao ao que tu falou, tá Kips, que a gente tá falando da, enfim, sobre lançamento VSL e tal, >> cara. Eh, que tu falou dos números ali. >> Uhum. Os números da galera de VSL na média, vocês concordam comigo que
eles são bem mais altos do que os números da galera de lançamento? >> Muito mais. >> Vocês concordam com isso ou não? >> Todo mundo concorda. >> Diria que depende. >> Diria que depende, porque ó, pouco advogado do diabo, né? >> Porque a gente tá numa bolha muito Grande de resposta direta, né? A gente tem nossa panelinha aqui, então todo mundo tá faturando bem. >> Da mesma forma que o lançamento. A galera do lançamento tem a bolha deles lá e tá todo mundo faturando 50, 60 na black, né? Óbvio, mas a galera fatura. Se você
chegar e e pegar a porcentagem de pessoas que lançam VSL, principalmente White, aqui, eu sei que tem uma galera. Se tu puxar pelo VTRB, tu consegue ver. E essa galera não Consegue escalar tão forte quanto a gente. Então eu acho que depende. >> É, então a minha visão é, existem poucos de lançamento que faturam muito >> e lucram muito, >> mas são poucos, mano. E eles estão lá no topo do mercado e vendendo pra galera do meio que só se [ __ ] que é que é o lançador mediano/ert mediano, que tá ali, ó, que
tá que é o cara do >> do caixa falsa ali que tu falou hoje, >> que tá lá tal suando tal, se ferrando. E Daí enquanto que a média da galera de VSL, eu acho que os caras estão bem, a média, >> mas no topo é tipo um topo de louco, >> talvez, talvez seja, né, o topo e a base ali. A a o topo é difícil, igual o Braço falou, tem poucas pessoas fazendo o que a gente faz, mas na base é muito mais simples um cara da VSL tá faturando bem do que um
cara do lançamento. >> Uhum. >> Porque questão de equipe, tudo que a Gente já falou, né? Tem motivos vários. Mas mano, mas por que que vocês acham então que essa [ __ ] ainda não tá tão popular quanto lançamento, mano? Se é mais fácil dar mais dinheiro? >> Consciência, velho. >> Mas tipo, vocês acham que é só uma questão de tempo até todo mundo se ligar >> e daí o pessoal parar de de não parar, né? Mas começar. >> Mas também tem uma questão de ego do às vezes do cara que é o estrategista, ele
Prefere ganhar 100% do que às vezes repartir com o expert, sabe? >> Então também tem esse fator. O cara fala: "Pô, eu posso fazer tudo com a como a gente conhece várias pessoas que fazem o ator, o que que for". E aí ele fala: "Pô, eu vou fazer tudo aqui e não vou ganhar 100% do que pro coexert." Fora o fator que assim, a galera do do direct gosta muito de trabalhar sozinho, então eles não gostam de trabalhar em equipe. E aí o que que acontece? Na Maioria das vezes, eles não querem alguém, entre aspas,
como um chefe dele, apesar de não ser. Então eles querem ter essa autonomia, essa liberdade, querem às vezes prometer demais. E fora o fato da falta de consciência, né? >> Mas é essa visão do bastidor, né? Tem a visão do Exper agora. É, >> que a visão do expert é além de não ter estrategistas de perpétu, estrategist, enfim, para fazer uma coprodução, tem alguém, tem pessoas que tenham certas Objeções de que primeiro, e eu já eu vou em muitos eventos, eu troco ideia com pessoas, toda vez que eu falo assim de nossos cases, que eu
falo de tráfego direto, a galera fica meio que impressionada, nossa, quero muito saber isso, tipo, é banana, marca reunião e tal, tipo, muito fácil. E aí a gente tem objeções, então tem muito expert que acha que tem que ser uma promessa mentirosa e não querem fazer. Segundo, não tem coprodutores de de Véri e de Perpétu, então acho que torna muito mais escasso esse mercado. A gente tá nadando o cena azul, a gente pode pegar qualquer especialista que a gente quiser. >> Sim, >> inclusive tão tal que eu acho que em alguns anos isso vai se
tornar meio que padrão de mercado. Sim, grandes já tem procurado, por exemplo, né, a nossa nossa empresa, o pessoal aqui também, porque eles estão descobrindo >> e a gente tá posicionado no mercado. E Aí tem outro fator que a maioria dos caras são low profile. Então, como é que acha? também, né? Então acho que tem esses fatores aí, mas acredito que vai ser padrão de mercado. Sim. >> É, eu vejo dois pontos que envolvem um pouco que eles falaram. O primeiro ponto é sobre porcentagem, quantidade de pessoas que ensinam lançamento versus que ensinam o direct
response, né, o marketing de resposta direta com VCL e tal. Então, se você pegar o porcentagem, Tem um monte de gente, a gente ainda tá vivendo um resquício daquela galera da pandemia que tava todo mundo ensinando a fazer lançamento, a fazer dinheiro, seis em sete, um salário do ano em um dia, essas coisas. E poucas pessoas da VSL entraram nessa. Teve o Max Peters, aí teve um ou outro ali, mas muito pouco. Então, consequentemente, você vai ter mais pessoas querendo entrar no mercado que tá um pouco mais consciente, digamos assim. >> Uhum. >> E o
segundo ponto é justamente a questão dos profissionais. Hoje em dia é difícil achar um cara bom em resposta direta, tá? A galera que é boa ou vai paraos Estados Unidos ou cria a própria empresa ou abre a própria empresa baseada, a própria empresa tradicional baseada na resposta direta. Essas pessoas estão querendo pegar expert. Tá começando. É muito difícil. >> Sim. Eu acho que os melhores eles tendem A trabalhar com nutracuticos, mano. Sim, que o ticket média é muito maior. É >> o livro de escala, né? Mas eu acho que logo logo isso aí vai vai
fazer essa tradição. >> Isso é como se fosse então três fatias no mercado, Direct Response, lançamento e o direct response para experts. E é uma coisa que talvez não foi explorada ainda, né? Talvez não foi explorado ainda. >> Interessante. Então assim, ó. Eh, e e Mano, e pelo que vocês veem, tá, até tu, es que tu vai nos eventos, tal, eh, tu tu vê que os experts eles estão mais aim conhecer esse que eles estão interessados por isso em primeiro lugar, que o lançamento realmente tá dando ruim, como eu escuto aí volta e meia ou
é mais uma cópia aí da galera que, tipo, de nós aqui do que que tipo trabalha com isso para falar isso pro público, mano? Tipo, eles não vem, tipo, ah, quero saber sobre isso, talvez porque eles não Têm consciência, mas a partir do momento que você fala e abre consciência e mostra que é real através de case, por exemplo, eles ficam muito impressionados, querem conversar sobre, querem fazer isso. >> Sim. >> Se conversar com 10 ex que faz lançamento, eu falar com uns 10, tipo, qualquer um falar com os 10, vamos fechar, porque os caras
ficam surpresos assim. >> Sim. Mas não é que eles estão vindo procurando um saber sobre, porque eles não têm consciência, mas depois que tem consciência >> eles querem muito fazer isso. >> Cara, na pandemia teve antigamente, né, no mercado de DR tinha dois eh meio que líderes ali que formavam o topo de funil. Aí o primeiro deles é o Thiago Fint, que vocês devem conhecer. O segundo é o Caik, que vai aparecer aí na tela pessoal, a gente gravou um podcast Aqui com o Caik, que é um gênio, tá? Esse bicho é muito [ __
] mano. Muito. Vocês não tem noção do quão pique ele é. Ele vai ser bilionário em breve. E escreve escreve. Bom, tá, tá eternizado agora no podcast TV. Se eu tiver errado, podem me cobrar, mas eles alimentaram muito o topo de funil, então entrou uma galera no mercado. Vocês entraram por algum desses cursos? Não, do Caí, do Fint, [ __ ] Nem mais. >> Muitos que sentaram aqui no podcast, tá? Entraram por um deles. >> E gente, mano, ou é eles ou é o Igor Neves, o Itítalo Soares, a Dayane, Cavalcante, mas enfim. Mas geralmente
o o Fint e o Caí, eles eram os maiores. E aí na minha cabeça, velho, e o pessoal de vocês do Z Pal, a galera já tinha consciência do do marketing direto por causa dos lançamentos do Fint, que foi lançamento de nove disit, se eu não me engano. Porém, tinha esse preconceito aí, cara, que tu tá falando que, mano, é Golpe, é isso, é aquilo, porque, mano, na moral, eh, o PLR eram promessas mais agressivas com produto ruins. Então eu acho, tá, pelo menos hoje quando eu vou em algum evento, eu falo a palavra VSL,
o expert ele já, ele já na hora já pensa, é golpe, é alguma zoeira, alguma merda. E mano, se tu é assim, pô, tu tá tu não tem noção o quanto tu tá vacilando e sendo eh em flor pra gente ter mais impressão, né, que a boca mole quando tá sendo nada a ver no teu Negócio, velho, porque tu tá perdendo uma [ __ ] oportunidade por uma crença e que que simplesmente não é verdade, sabe? Aí na minha cabeça era isso, velho, que todo mundo já sabia, mas o pessoal só tinha preconceito em primeiro
lugar, sabe? Aí, mas agora tá me falando o contrário, tá ligado? Que na verdade não, o pessoal já tinha consciência, tal. Aí, curioso isso daí. >> É, >> pessoal, eh, bom, assumindo, tá, que a Gente quer de fato então criar um produto, criar, aliás, a gente quer criar um funil de VSL, que os experts que estão vendo a gente aí, eles e e os também os não só os experts, mas qualquer pessoa, lançadores, tal, etc. >> Uhum. que eles querem criar esse funil, só que eles não sabem e eles também não querem contar um monte
de loucura, um monte de mentira. Eh, eles querem só ter os benefícios aí que vocês falaram, cara, previsibilidade, escalar os Produtos, ganhar dinheiro, poder ganhar seguidor, eventualmente fazer lançamento com aquela base ali. Eh, eu acredito, tá? Eh, aliás, eu gostaria que a gente começasse com a criação do produto, que eu acho que a gente tem que ter um produto específico para isso, como o S falou, né? Pô, se tem um produto hoje de R$ 2.000, não vale a pena tu querer enfiar esse produto nesse tipo de funil, que é uma coisa meio meio nada a
ver. >> É, >> eh, aí, cara, que dica que que tu dá, Wes, para para alguém criar um produto, criar a oferta que vai ser vendida no VSL em primeiro lugar, como é que tu faz? >> Boa, boa pergunta essa. Geralmente eu eu não começo pelo produto, eu começo pela pela tese do mecanismo. >> Uhum. >> Porque se você começa pelo produto, sua promessa só vai até onde seu produto Entrega. Se você começa pelo contrário, você consegue adaptar o produto para entregar mais ali. Mas explica pro pessoal que tá em casa o que que é
mecanismo, mano. É boa. Mecanismo único nada mais é do que a sua solução inovadora. É um jeito diferente que você faz, você coloca o nome ali para chamar atenção e você usa como um elemento de credibilidade, de prova. Então, por exemplo, a gente tem lá um especialista psicólogo, a gente tem um produto de Superação de término e depois que fala isso aqui, o negócio ser ficado para caramba. >> Mas vamos lá, já estão falando inclusive >> só conta colocar o ar@ aí. >> E aí, beleza, vou falar, tá? Fala aí, fala aí, traga o ouro.
E aí um produto de superação. E aí a gente criou um mecanismo chamado de abstinência emocional. Ou seja, a pessoa ela não tava conseguindo superar porque enquanto ela tava com o parceiro, o cérebro dela Condicionava essa pessoa a prazer, a dopamina e vários outros hormônios ali. Então quando ela sai disso, ela fica uma abstinência emocional. Ela sente todos os benefícios que tem de uma superação. Então a gente usou esse nome lá no criativo vai aparecer lá na V série vai aparecer. Só que quando a gente usa esse mecanismo chama muita atenção no criativo. A pessoa
quer saber que que é isso, que que é abstinência emocional. Porque você chega no anúncio, você já Tem tudo para superar, não sei o quê. Isso acontece por causa X, Y, Z. Não, você tá com abstinência emocional. Ctr vai lá para cima, CPC abaixo porque ela tá curiosa. Diferente de compre meu curso, igual muita gente faz nos criativos. E ela clica, chega no V série e ela vai ficar meio que igual um filme, né? Tem filme que que não vai te agradar e é longo, assim como tem filme ou curto, assim como tem filme que
é longo, você vai ficar lá o avatar três horas Assistindo. Então, até entrando num questão de cópia que fala: "Ah, tem que ser curto, tem que ser longo, cop longa". Não existe copy longo, existe copy chato na real, >> né? >> Boa. >> Então, o mecanismo mais nada mais é do que você colocar uma solução única e inovadora só você tem. A partir do momento que você usa um mecanismo único, você se diferencia. Esse é um elemento De diferenciação. E quando você se diferencia e é único, de fato, você é o único que tem essa
solução. Logo, a pessoa não vai comprar de outra pessoa porque é só o seu mecanismo, tá escrito ali. E aí você meio que faz com que a pessoa compre porque você tem solução que ela precisa. E aí vou voltando aqui a pergunta de produto, né? >> Travou, mano. Tu achou que eu ia perguntar? >> Sim. >> Que educado que tu é, mano. Tu ia ficar quietinho para eu falar, pô. Manda bala aí, pô. >> Nós somos do pô. É assim, >> tem que se comportar, né? seguir as regras. Al, >> os caras do Black estavam
pulando em cima da mesa agora. >> E aí você perguntou mecanismo, voltando agora para produto, né? Então começo por esse mecanismo e produto. É, produto não é muito difícil, tem alguns elementos Ali. Eh, você vai precisar saber o nome do produto, colocar um nome ali. Segundo, a sua proposta única de valor, que é uma frasezinha para explicar o produto de forma clara. Você vai ter que ter definir os entregáveis, definir o problema que você resolve, qual que é a promessa, qual que é o benefício, quais que são os diferenciais, qual que é a sua oferta.
Tem mais um que eu não tô que eu tô esquecendo agora, mas você tem que Definir esses pontos aí e o método. >> Uhum. >> Definiu esses 10 pontos aí, você já tem o seu produto criado. >> Uhum. Basicamente é o jeito que eu faço hoje. Então tu começa com o mecanismo e depois tu cria o produto com base naquele mecanismo. Uhum. >> Né? Exato. >> Tá. Eu vou te fazer uma pergunta sobre isso depois, tá? Mas eh eu queria saber de ti, eh, equipes, o que que tu acha Disso aí que ele falou, mano?
Tu faz igual, tu faz diferente? >> Cara, a gente faz um pouco diferente porque a gente vai pelo produto, porque isso tira muito insight pra gente. Por quê? Por exemplo, a gente trabalha com médico e o que a gente já percebeu, se a gente deixa na mão do expert criar o produto, vai sempre criar um negócio muito teórico, que inclusive às vezes nem vai gerar resultado pr pra pessoa. A gente com a nossa visão de marketing, a Gente consegue criar um produto que às vezes vai funcionar muito mais do que ele fazendo sozinho. E aí
nessas horas o que que a gente normalmente pesquisa? Vou dar um exemplo aqui de um produto de intestino que a gente fez. Tinha lá o produto de intestino. O que que precisa pro intestino ficar eh regulado e não ficar preso e tudo mais? é, tomar água, um monte de outras coisas. E aí a gente começou a pesquisar soluções naturais que realmente o médico, como um médico, Concordava com aquilo e a gente chegou na fruta do kiwi. E aí a gente viu que, pô, tinha bastante gente falando que o I ajudava e não sei o quê.
Aí a gente transformou o nosso método em uma, a gente criou, né, quatro semanas e de bebidas que vão ajudar seu intestino ser regulado. E aí é uma um entregável que o médico concorda, que os experts vão achar legal. Isso daqui já fortalece a nossa base na hora de escrever a VSL, porque aí a VSL ficou tipo assim, o Smush de KWI, sabe? >> E aí, pô, é o mecanismo de curiosidade ali. Com base nisso a gente criou toda a VSL, sabe? Então, toda vez que a gente vai fazer uma nova VSL, eu sempre gosto
de olhar para esse lado do produto primeiro. Não que seja uma obrigação a gente deixar o produto finalizado, mas pelo menos pra gente encontrar alguma base para sustentar o que a gente vai falar na VSL, porque como a gente trabalha muito com nicho de saúde, não Dá para eu criar tipo muitos nomes também, porque senão o expert vai falar: "Pô, que que é isso daqui? Isso daqui existe, entendeu?" >> E no final das contas, o que que faz a VSL vender? São todos os elementos que depois provavelmente a gente vai falar aqui, mas principalmente justificar,
né? no caso do mecân no do mercado de de saúde, justificar porque a pessoa tem aquele problema e justificar da onde vai vir a solução dela. E aí isso daí a Gente não precisa mentir. Por exemplo, déficit calórico. Déft calórico é um mecanismo, tipo, você tem que entrar em déficit calórico para poder emagrecer. Então assim, às vezes o pessoal dá muita volta querendo falar que é a bactéria, não sei da onde e para expert isso não funciona muito bem. Então a gente tem ir muito para esse lado real da coisa de fazer uma pesquisa, de
encontrar realmente o que funciona e muitas vezes encontrando o que funciona já dá mete Com o produto e a gente consegue criar um produto muito como por exemplo do Kwi. Criamos lá a ideia do Kwi, as bebidas que vai fazer seu intestino regular. >> Sim, mano. Eh, me corrijam se eu estiver errado, tá? Tu também, Bras, mas pelo que eu entendi do que vocês dois falaram, é extremamente similar a mesma coisa, tá? Porque tipo, tu começa, ele pega, ele descobre qual que é o mecanismo para daí conseguir criar o Produto e volta naquilo para poder
vender. >> Uhum. >> Tu já fala assim, para expertão para de fazer merda. Vamos fazer um produto bom que tem o mecanismo em primeiro lugar >> para eu poder usar lá no VSL, sabe? >> Ex. E detalhe, esse produto, por exemplo, de intestino foi o produto que eu acho que da história que mais teve depoimento rápido assim, >> porque as pessoas bebiam, era uma coisa Que realmente funcionava, a gente pesquisou para caramba e a pessoa começaram a mudar muito depoimento lá. E eu acredito que com a nossa habilidade, né, de olhando para esse olhar de
marketing, a gente pega qualquer produto e deixa ele muito melhor. >> É. >> Uhum. Melhor. >> No teu caso, tu buscou o mecanismo e achou dentro do produto já, né? >> Exato. Uhum. >> E tu, Braço? >> Eu eu sempre olho do ponto de vista da promessa, então o meu produto ele sempre responder à dor que eu tô resolvendo. O que eu mais vejo hoje são vários produtos de vários especialistas, especialista bons, inclusive produtos que não tem nem pé nem cabeça. Tipo assim, ah, eu quero fazer esse produto porque eu acho que é bom. Eu
quero fazer esse produto porque uma pessoa na minha vida pediu e eu achei que as pessoas iam Comprar. Não, o produto em qualquer empresa, mesmo for uma uma empresa product, né, que é uma empresa focada em produto, ela vem do marketing, sempre do marketing, pesquisa de mercado, benchmark, entendeu? Então, se tu faz a COP primeiro, faz sua campanha primeiro, você vai entender quais são as dores daquele mercado. Você vai entender qual que são as promessas que você vai encaixar naquele produto antes mesmo da tese, no meu caso. Então, se eu entendo Qual que é a
dor que eu quero resolver na minha campanha e construo o meu produto a partir dessa dor, a chance dele pegar no mercado é muito maior, >> sem dúvida. >> Entendeu? Então esse é o primeiro ponto da parte de construção de produto. É isso, ele tem que responder uma dor ou um desejo muito específico da audiência. E isso vem do marketing, porque eu vejo muito caso assim, ah, eu sou responsável pelo marketing, é especialista que Entrega o produto, pô, não é bem assim, >> tá louco, mano, >> entendeu? Falando em reembolso, pensando em performance, não tô
nem falando de de você de equilíbrio numa numa sociedade, né? Eh, reembolso, eh, charge back, eh, taxa de eh taxa de de conclusão de curso, tudo isso impacta no negócio no longo prazo. Então, se você é de marketing e não tá olhando pro produto, você tá deixando muito dinheiro na mesa como um bom profissional de marketing. >> Uhum. >> Entendeu? Então, paraa criação de produto, eu gosto de fazer sempre primeiro a campanha e depois eu construo produto baseado na campanha. >> Uhum. Mas no caso, tu leva em consideração também o mecanismo, como o pessoal falou,
ou é um produto baseado em promessa? >> É um produto baseado em dor ou solução, >> só que >> entendeu? tu resolve tal dor, não. O a o Mecanismo ele parte da solução. Se eu olhei pro mercado e eu vi que tem uma solução específica que eu posso desenvolver, a minha tese, o meu mecanismo vai ser baseado naquela solução. Então, antes da tese, eu encontro qual que é a brecha do mercado. Sempre a brecha do mercado. Eh, por exemplo, a gente tem um caso, não fui eu que escrevi essa campanha, mas eu fui estrategista dela
de uma de uma uma especialista de milhas. A gente vendeu Muito com aquilo, só que qual que era a diferença? Todo mundo vendia milhas. A partir de uma pesquisa de mercado que o copywritter fez, um bom copywriter, conheço ele, eh, ele pegou milhas, que era uma coisa que poucas pessoas falam, para viagens. Todo mundo quer viajar, mas ninguém quer saber de milhas, entendeu? Só que toda a estratégia do da campanha foi pro produto, porque no produto ela não falava de milhas, ela falava de viagem. Depois ela foi para Milhas, obviamente. >> Mas eu vejo dessa
forma. >> Uhum. Fazer uma pergunta aqui, fazer o papel do João. Pode fazer >> uma pergunta para todo mundo, >> ó. Viu, mano? Aí, só rapidinho. Aí que eu falei, pessoal, que cara, por isso eu gosto desse podcast, eu não trabalho, entendeu? Temos um novo host agora. Vai, manda bala aí. >> Ser bo agora. Tô suave. >> Não vai ser servir para você também. Você, vocês acham que mudam isso para mercado de consciência e solução versus consciência de problema? >> Tipo, mercado de dinheiro é mercado de consciência, solução. Problema >> o que que eu vejo,
tá? Eu vejo que hoje a gente a gente criou uma mist mistificação do nível de consciência, na minha opinião, tá? Hoje eu não, eu não olho para um produto, eu não olho para uma campanha, eu não olho para um nicho e falo: "Putz, qual que é o nível de Consciência? Qual que é o tipo de problema que eu vou ter que resolver? Problema solução, mistério, história?" Eu sempre olho qual que é o problema, qual que é a solução e como que eu posso entrar nesse mercado com um ângulo completamente diferente. Então, o ângulo sempre é
o maior, a maior fatia de público possível. Se você chegar para mim e falar, é, cara, você vai falar pro mercado de milhas, sempre vai ter um ângulo de mercado que eu vou poder falar Acima de milhas. Relacionamento, milhas e viagens, foi o que eu falei, é relacionamento. É, se você vender uma técnica e você vender, resolver aquele problema, o que a pessoa quer, você vai pegar um nicho muito maior, entendeu? Por exemplo, criação de audiência. Hoje a gente não, a gente não vende Instagram, a gente vende você ser referente naquilo que você é. Então,
quantas pessoas querem aprender Instagram versus quantas pessoas querem Mostrar o trabalho nas redes sociais? É um nível muito acima de pessoas. Então, sempre penso em ângulo de mercado ao invés desse nível de consciência. >> Mas isso é nível de consciência também, não acho? Inconsciente >> acho que é mais ângulo de mercado. Verdade. Inconsciência. A solução >> assim. É, é porque eu eu acho que todo mundo tem um certo nível de consciência. Não tem como você criar desejo na pessoa. Hoje não tem como você criar Desejo. A pessoa quer aquilo. O que você pode fazer é
mostrar. A melhor forma de você mostrar isso para mais pessoas é você mudar o ângulo de entrada do mercado, entendeu? Hoje não tem como. Ou você discorda de mim, como que você cria desejo na pessoa? Você consegue mostrar o que ela já te >> não criar não tem só canaliza. >> Exato. Então como que eu faço isso? Eu eu >> eu pego uma fatia maior de pessoas que Querem, por exemplo, nem todo tem pessoas que querem milhas. Eu tô dando dizendo de milhas para ficar claro aqui. Nem to todo tem pessoas que sabem de milhas,
tem pessoas que gostam de viajar e tem pessoas que querem viajar o mundo, entendeu? Então, para cada para cada tópico desse aqui, eu vou pegar uma fatia de público cada vez mais. >> Inclusive, em cada fatia dessa pode ter também níveis de consciência, que o nível de consciência às vezes o pessoal Fala assim: "Ah, qual o nível de consciência desse, sei lá, de emagrecimento?" Pô, tem pessoa começando do zero, tem pessoa que não sabe da solução, do problema, >> mas aí o ângulo é: você achou o ângulo lá e esse ângulo pode ser pessoas conscientes
dele ou não. E aí pode circular por isso, né? >> Então eu a minha campanha sempre se baseia em ângulo de mercado, sempre. >> E tu, João? Eu acho que não tem Diferença, mano. Pelo menos no meu, na, na minha concepção da maneira que eu que eu penso e escrevo, eu acho que que não que não tem diferença, que tu vai o mesmo processo que tu usa para tu criar um mecanismo para quem é consciente do problema, é o mesmo processo que tu usa para para criar um mecanismo de que é consciente da solução, só
que o mecanismo da solução, ele vai ser, aliás, o nessa parte da solução, acredito que ele é um pouco mais Simples. Então acho que muda talvez só a natureza do mecanismo, mas o processo de criar ele acho que não. >> É, eu eu >> respondi a pergunta com acho eu faço diferente assim, eu crio uma diferenciação, porque por exemplo, mercado de consciência de problema, a gente tem mecânica de problema e mecânica de solução. Vai explicar porque que a pessoa não consegue emagrecer e vai trazer uma solução. Agora, mercado De renda extra, por exemplo, a gente
já tem um produto lá de ganhar dinheiro com cortes, não tem mecânico de problema, todo mundo sabe que tá [ __ ] não tá ganhando dinheiro. Então a gente fala dificuldades e eu vou direto pro bloco de oportunidade, que é solução. Eu vou mostrar que existe uma oportunidade de ganhar dinheiro com cortes e aqui entra o meu mecanismo, às vezes direto método, quando não tem muita sofisticação. Eu não tô falando de mecânico de problema Do por que você nasceu pobre do caramba, igual no tradicional de de saúde ou >> sem dúvida. >> Então acho que
essa é uma diferenciação. >> Eu acho que o seu mecanismo do problema não necessariamente precisa ter a ver com a situação da pessoa. Por exemplo, o mecanismo do problema pode ser a situação do Brasil. pode ser o mecanismo do problema da sua solução. Por exemplo, ah, tem uma brecha, tô dando exemplo, tem uma brecha dos bancos que vai fazer Você poder ganhar cada vez mais dinheiro. Esse já é o mecanismo do problema, entendeu? Não necessariamente tem a ver com a sua solução, >> causa raiz, né? >> Exato. >> Eu não chamo de de mecanismo do
problema, mano, mas eu concordo contigo. >> E e assim, ó, o como que eu juntei as duas coisas, tá? Porque eu já pensei eh nisso daí que eu que eu sempre pensei, mano, mas não tem um problema aqui, Então como que eu vou usar um um framework padrão de VSL? Aí, cara, o o que que eu mudei, né, na minha cabeça depois de refletir muito, eu chamo o mecanismo do problema de ação acreditável e eu chamo o mecanismo da solução de solução acreditável, que foi dois nomezinhos bonitos que eu dei. >> Legal. >> Mas qual
que é a ideia da ação? A a ideia da ação é que eu falo, cara, Tu tem que fazer isso aqui, n? Se tu fizer essa ação aqui, tu vai ter esse benefício. Essa ação pode ser agarrar uma oportunidade. Qual que é o teu produto falou? >> O de GG com cortes. >> É, então, qual que é ação? Fazer cortes é o que vai te dar dinheiro. Essa é ação, fazer cortes. Porém, a gente poderia ter também eh uma outra ação para emagrecer. Qual que é o teu mesmo? do intestino, do intestino. Era do Intestino,
basicamente é que a pessoa por consumo de alimentos industrializados e tudo mais travou o intestino dela. Basicamente, >> fechou? Aí, qual que é a ação ali dele? destravar o intestino. >> Exato. >> Então, na no primeiro bloco ali, eu falo o que que a pessoa tem que fazer e daí pode ser agarrar uma oportunidade, pode ser resolver um problema e no segundo bloco eu explico como fazer aquilo ali, Que na prática é a mesma coisa do mecanismo do problema da solução, só que é dito com nomezinho diferente. >> Mas o pior, mano, é que quem
me ensinou isso aí foi o Clayton Make Peace num curso que ele tem de VSL, bem antigo, mano, muito, muito, muito antigo, que ele fala, que ele chama de nova oportunidade, The New Opportunity, que é o que tu falou, entendeu? Acho que era o liv, né, do também, né? >> É isso. Isso aí, exatamente. É, tem Aquele livro do Evaldo, a carta de venda de 16 palavras que vai aparecer aí na tela. Esse livro é bom, né, velho? Bom, >> livrinho bom, né, cara? >> A campanha que mais vendeu na minha vida. Eu fiz sign
exatamente a risco. >> Eu também, mano. >> Eu mandei até um depoimento para ele, ele não me respondeu, mas eu falei: >> "É esse [ __ ] velho, do Evaldo, o bicho não quer vir no podcast, mano. Já chamei ele umas 500 vezes. Pessoal, vai Aparecer o Instagram do Evaldo aí na tela. Vocês seguem ele lá, tá? Na moral, sério, querem fazer isso, ó? Eh, aliás, quer querem ter um um copywriter [ __ ] aqui no no podcast do Betub, manda lá para ele. O cara é brasileiro, só que ele não dá bola para ninguém,
não quer saber, >> só fica lá na Águora lá, né? >> É, ele lançou uma comunidade com o Marcelo, é o Graão. É, >> comprei >> cop sniper lá. Foi >> cop sniper. >> Só que eu acho que não deu certo lá. Acho que ele quer, eles queriam copiar o sobrar lá, o modelo lá. Eu acho que não deu certo e daí ele parou de fazer, sabe? da ele meio que se se desanimou ali com a vida de Mas mano, vem para cá, tu vai gostar cara, tu vai achar interessante. Pô, eu queria muito entrevistar
ele, mano. Aquela parada da One Belief, isso aí entrou no meu Processo de copa. Meu processo, mano, é o RMBC do Stefel mais a One Belief, mais o capítulo oito do Kid. >> E esse one believ acho que dá uma tranquilidade pra gente, porque a gente para e pensa assim: "Ah, o que que faz uma coisa vender?" E tipo, não sei, ô Kips, para quem tá em casa, mano, e não sabe o que que é essa parada da da One Belief, Hum. >> Eh, explica pro pessoal o que que é isso, explica como que isso
se liga com O mecanismo, >> tá? É basicamente é essa é a única oportunidade, tem aquela frasezinha lá, né? Essa é a única oportunidade para você resolver X problema através de X coisa e você só vai encontrar dentro do meu produto. Basicamente é isso. >> Então você tá falando pra pessoa por que ela não chegou aonde ela quer partindo da premissa que é uma dor latente ou um desejo ardente ali na pessoa e você só vai conseguir resolver isso ou alcançar Isso através do mecanismo, né, do do elemento de curiosidade ou qualquer coisa do gênero
ali. E isso só tem dentro do meu produto. Basicamente é isso. >> Eu não sei tu, tá? Eh, e vocês como um todo. Mas, aliás, como vocês falaram de, ah, a primeira coisa que eu faço aqui de maneira meio que eh diferente, mas que eu entendi a mesma coisa, vocês definem o mecanismo primeiro para depois fazer o produto. >> Eu, tá, na parte de definição do mecanismo, essa parte da One Belief aí, ela é a parte número um, a primeira coisa que eu falo é, né? Entendi. >> E eu acho que isso daí dessa One
belief, eu acho que entra naquela parada que tu falou de encontrar a brecha do mercado. >> Uhum. >> Eu não sei se é exatamente isso, Bras, mas quando tu falou, ah, como que eu encontro a brecha no mercado? Quando tu falou isso, o que eu entendi foi como Que eu encontro a One Belief, ou então em português a pessoa a única crença que vai funcionar. >> Foi isso aí que tu quer dizer? >> Foi. É, eu eu até pensei num exemplo aqui para transformar aquele exemplo que você falou eh nesse mecanismo do problema. você quer
terminar o seu e eu falo porque eu >> não já terminei >> porque assim para explicar porque por exemplo, eh, se eu chego para uma pessoa E eu crio uma narrativa da seguinte forma, imagina que tu nunca ganha dinheiro na internet porque você sempre tava fazendo o que todo mundo tava fazendo. Então você estava vídeo no Capcut, você fazia social mídia, você fazia dropshipping e todo mundo já tava fazendo. Qual que é a nova onda lá nos Estados Unidos? Tá todo mundo fazendo cortes no cortes de podcast, corte de conteúdo e tá ganhando muito dinheiro
só editando, entendeu? E o qual que é o meu Nesse caso? É justamente que todo mundo tá fazendo a mesma coisa, entendeu? Então tem como criar e e é justamente essa parte do Belbelif, porque eu pego uma crença que a pessoa eh tinha na cabeça dela e eu reformulo ela para que ela acredite que só a minha funciona, entendeu? >> E esse daí é o ponto mais interessante, você pegar uma coisa que a pessoa já acredita. A gente teve um curso que a gente já fez de relacionamento que a Promessa dele basicamente era a seguinte,
a o bombie dele basicamente é você, né, a mulher que tá no relacionamento e tipo tá esfriando e tudo mais. Aí, basicamente, a nossa obvi era assim, eh, o seu relacionamento tá tá esfriando porque você tá vivendo o você ainda tá no primeiro amor, você precisa construir o segundo amor para conseguir de fato fazer seu relacionamento voltar como era antes. E aí, qual que era toda a ideia que a Gente desenvolvia? Pô, quando você conhece uma pessoa, você se apaixona por ela e depois você ama ela ali. Só que ao longo do tempo, esse amor
vai se acabando e você precisa construir o segundo amor, que é o amor. Aí vem as explicações, né? E aí a pessoa já entendeu que, pô, eu gostava muito. No começo era o quê? flores, atenção, não sei o quê, não sei o quê. E depois virou o que virou. E aí tu coloca o segundo amor ali e que é uma coisa que a pessoa Já tava vivenciando, né? O primeiro e ela vai pro segundo agora. >> Uhum. >> Que é o que ela tá buscando. >> Sou tu falou, BR. Eu eu concordo, só que Mas
eu concordo. >> São nomenclatura de >> Concordo. Só que >> Mas tem esse tem esse detalhezinho aqui que tu só falou merda, >> só falou. Dá licença, se retira. Sai do podcenciando, Visando dois cópios para mercado diferente, um de problema e um de solução. O de solução, isso você falou, em teoria é um mecan de problema, só que eu chamo de eu eu inimigo em comum, porque são outras frustrações, são outras tentativas que a pessoa tentou, não que é a origem do problema de ela ter pobre, diferente do mercado de saúde ou mercado de consciência
de solução. Então não é mercado de solução que é renda eixo digital tem um mecan de Problema, só que eu chamo de conflito, que é essa parte do inimigo em comum. Eu vou bater em outras soluções. Você tentou drop, tentou isso, tentou isso, não deu certo por causa de X, Y, Z. Eu vou invalidar essas outras tentativas e soluções para posicionar o meu mecanismo como superior. >> Uhum. E aí >> é, mas acho que a gente tá falando a mesma coisa, porque no caso o mecanismo não só as outras só não tenho certeza. >> O
inimigo em comum é justamente isso. Você tentou várias coisas, mas qual que é o problema? Você tentou tarde demais. >> Esse é o mecanismo do problema. Você seguiu a onda. Esse é o mecanismo. As tentativas são inimigos entre, eu não diria que inimigos comuns, mas são tentativas frustradas. Mas o mecanismo do problema nesse caso, nesse exemplo que eu criei agora, eh, é justamente isso. Você tá começando tarde demais >> na oportunidade. Esse é o mecanismo do Problema. >> Ex. E olha que legal, isso daí é exatamente isso também que a gente acredita. Por quê? Eh,
a nível de emagrecimento, a gente pode bater, por exemplo, que cárdio é uma péssima opção pra pessoa emagrecer, porque a gente fala: "Olha, tanto tempo você fica na esteira e você só consome X caloria". E se você come esse prato aqui, a gente coloca lá na VSL, o prato, você consome com esse prato aqui você consome o Dobro, você consome o dobro da caloria que na esteira. E aí eu vou falar da esteira como inimigo comum, tipo, é meu inimigo a esteira. >> Uhum. >> Entendeu? Eu só falei dela, se você fica na esteira, no
cardio, não sei o quê, depois eu dou esse exemplo e automaticamente vira meu inimigo comum, meu meu mecanismo do problema, né? >> Que o problema é a pessoa fazer algo que eh consome e pouca caloria, gasta pouca Caloria. >> Ô João, vamos marcar lutas de FC aqui. Eu e o Braz. Quem que vocês acham? Comenta aí quem que vocês acham que ganha. >> Mano, eu acho que vai vai o W. >> É uma pergunta retórica. pelo histórico. Pelo histórico. >> Eu acho que o >> ele é raçidade. >> Cara, o fato de est rolando essa
discussão aqui em primeiro lugar e o Fato da gente de, cara, eu garanto que vocês estão a mesma coisa, só que com termos diferentes, >> eu acho que só isso já é prova, tá, de que o modelo de VSL ele é mais complexo do que de lançamento, mano. Só pelo fato disso aqui existir em primeiro lugar, se isso aqui fosse um podcast de lançamento, eu te garanto que estaria tão simples, mano. Ah, faz conteúdo, ah, como é que é? Não sei o que, posso tal coisa. >> Eu acho que sim, mas eu acho que a
gente a gente tá no a gente tá numa discussão um pouco mais aprofundada. Você quer subir sua campanha de SL, segue segue esse modelo aqui, le história, o mecanismo do problema da solução, roda o anúncio bonitinho que pareça, conteúdo, não pareça anúncio que vai vender, entendeu? Depois você pensa em outras cois. >> Não, mas a gente tem que dar o conteúdo raiz aqui pra galera. Mas tu acha que no Lançamento, se senta aqui alguém lançamento, dá para aprofundar assim, mano? >> Dá. Com certeza. Com certeza. Porque lançamento é jogo de apertar parafuso, >> né? Então
são várias coisas que as pessoas usam. >> Eh, só que assim, eu diria que é um pouco menos abstrato, >> porque no no perpétuo é muita cópia, né? muita copia, marketing, eh, com nível de consciência, lançamento, não é apertar Parafuso, você tem um posicionamento muito forte e ter uma oferta muito boa. >> Só que o nível de apertar parafuso do lançamento, porque é muito maior, a pressão é muito maior, tem que ser maior também, >> entendeu? Conheço várias pessoas que rodam VC de qualquer jeito, estão faturando. Tenta rodar um lançamento de qualquer jeito para tu
ver. >> É, moleque. >> Pessoal, eh, uma coisa que eu que eu que Que eu tive em que eu entendi aqui em comum, tá? é que vocês três de maneira eh às vezes levemente diferente, mas grande parte similar, começam encontrando o mecanismo para depois criar o produto. E aí surgiu o assunto de One Belief, que que em português, pessoal, é única crença. Eh, que isso aí tá lá no livro do Evaldo que vai aparecer aqui na tela mais uma vez junto com o Instagram dele para vocês ir lá encher o sa. >> Manda ele aqui
mais uma vez. É, vai lá no Instagram, pessoal, vai aparecer aí na >> segunda mensagem que a pessoa >> manda lá, fala: "Cara, vai no podcast do BTUB, tal", sei lá, joga uma cópia lá neles lá, pessoal, tá bom? >> Eh, mas assim, cara, e eu vou falar qual que é a minha opinião e daí eu gostaria que vocês comentassem em cima, tá? Eu acho que essa escolha, mano, da One Belief é uma das decisões mais Importantes, se não for a decisão mais importante quando a gente for, quando a gente vai criar um, não só
um VSL, mas lançamentos também, webinar, qualquer tipo de mensagem de vendas. >> E por que por que que eu acho isso? tá? Por causa daquele negócio lá que é o nível de sofisticação. A gente falou sobre nível de consciência, mas a gente não falou sobre o nível de sofisticação. E o pessoal que tá em casa, eh, alguns devem saber, tá? Eu não sei porque que Esse negócio não é tão falado assim quanto o nível de consciência. Na minha opinião, o nível de sofisticação é bem mais importante, tá, que o nível de consciência, apesar do nível
de consciência ainda ser importante. Eh, mas o que que é isso, tá? para quem não sabe, é o quão cético é o teu público. E aí se se a gente escolher uma one belish que ela não é acreditável, e é por isso que eu chamo lá de ação acreditável, solução acreditável, porque A pessoa tem que acreditar em primeiro lugar, se a gente escolher uma que não é acreditável, cara, fodeu. Se a gente escolhe ali, se a gente fala pra pessoa, mano, o teu problema aqui é que tu tá intoxicado aqui e tu precisa de sucos
aqui para eh desintoxicar o teu corpo. Se a pessoa já tentou isso daí, equips, e não deu certo, mano, ela não vai acreditar novamente nisso daí, sabe? Pode ter a melhor cópia do mundo. Ela ela já tentou aquilo ali, já deu errado. A crença dela não permite que ela compre a ideia desse produto. Então, assim, eh, por isso que eu acho que a parada mais importante é encontrar uma one belief ali que seja acreditável em primeiro lugar, ou seja, que respeite o nível de sofisticação do mercado. >> O que que tu acha disso, quer um
exemplo disso? Eu concordo, >> né? Por exemplo, a gente já teve um caso de um produto de emagrecimento e aí Tecnicamente metabolismo lento, se for ver ele não é o fator para você não conseguir emagrecer. Só que e contra isso numa Vérie, é você ir com com um mecanismo, uma ação que é muito difícil acreditar. Então, por mais que o não concorda, por mais que a ciência não concorde, você vai a favor da crença popular de que metabolismo lento faz com que a pessoa eh não consiga emagrecer, trave ali toda a parte do do estômago
e tudo mais. >> Esse é um exemplo. Se eu fosse ao contrário ia ser muito mais difícil de de vender. Então, eu concordo sim, >> sem dúvida. O que que tu acha, Equipes? >> É a mesma coisa. Mesma coisa. É muito disso. Você a gente tem que encontrar principalmente algo que a pessoa já está acreditando também, né? E tentar combar isso com algo novo. Então, se a pessoa acredita, por exemplo, que X coisa funciona, eu vou falar que X coisa funciona. Mas talvez quando a gente vai Pro nível de expert, aí a gente tem que
tomar um cuidado, porque, por exemplo, tem expert que não vai querer falar que metabolismo é lento, porque ele não acredita nisso. E aí o que a gente pode fazer? A gente pode levantar que por muito tempo eu acreditei que o metabolismo era lento, era o que fazia as pessoas arará. E eu vou te explicar agora aqui porque que isso não é verdade. E aí, de certa forma, eu não vou bater diretamente na crença dele eh Inicialmente, mas eu vou fazendo essa condução ao longo da da VSL ali também, né? >> Uhum. >> Mas acho que
a um livre é a coisa mais importante que tem mesmo. >> Uhum. E tu, Braz? >> Eu concordo também. E eu tava até pensando aqui, refletindo enquanto vocês estavam falando. Eh, eu acho que eu eu sou eu sou um uma pessoa, eu sou um cara de poucas campanhas que venderam muito, Né? sempre foi essa pessoa, peguei projetos eh pontuais que escalaram muito, venderam muito e todos esses projetos o belly fazia muito sentido, muito. Então eu nunca apelei na COP, eu nunca estiquei a corda justamente porque eu lidava com projetos grandes de médicos e especialista no
assunto instituições tradicionais. Só que quando eu olhava pro pro Ambelif, falava: "Meu, isso aqui é verdade, isso aqui é lógico, todas as minhas cópias seguem esse mesmo Princípio". Então, muitas vezes a pessoa acha que principalmente para você vender para tráfego frio, você precisa esticar na COP, esticar na promessa, falar coisa que você não concorda. Eh, só que se o seu bel liv, que é o que a gente tá falando aqui, for fizer muito sentido, tipo assim, isso funciona, eu acredito nisso. Provavelmente sua mercade vai vender, talvez não fature 1, 2, 3 milhões por mês, mas
colocar dinheiro no seu bolso com certeza vai, >> entendeu? E mais do que isso, se você já fizer lançamento, vai trazer muito aluno qualificado pra sua base, desde que isso esteja alinhado. >> Não tem como você escalar uma campanha de VSL sem eh escalar uma campanha de VSL com fraco ou com promessa fraca. Seif forco, a sua promessa tem que ser muito forte, entendeu? Mas sua promessa pode ser um pouco mais fraca desde que sua biv seja forte. >> Uhum. E talvez aí tem uma diferenciação Entre o tráfego direto e lançamento. No lançamento é ruma
aonde a pessoa quer chegar a transformação. Promessa >> e no tráfego direto é o que que tá impedindo a pessoa de chegar naquele lugar. >> Olha como é didático o lançamento, mano. Tem até a Roma, velho. >> Tem a Roma. Olha >> que que parada é simples, tá ligado? >> Roma é raiz, hein? >> Roma é raiz. É raiz. Roma Roma. >> Faz Roma. Roma é o objetivo e no direct response a gente fala, pô, é o unbelievable ou um dos 500 nomes que tem também, né? >> Eh, e eu não sei vocês, tá? Mas
eu quando eu tô quando eu vou criar um produto e eu começo também pelo mecanismo, o template de One Belief que eu uso é é uma frase que ela é da seguinte forma: fazer essa oportunidade é a chave pro seu benefício e isso é possível através Desse mecanismo. E daí eu só completo esses três elementos. Eu benefício, pô, super fácil. >> Aí a nova oportunidade é o que a pessoa tem que fazer. Por isso que é fazer essa nova oportunidade. Então, fazer cortes e a chave para ganhar dinheiro. Eh, e o mecanismo é a maneira
de fazer aquilo. Então, tipo, ah, desintoxicar o corpo é a chave para emagrecer. E aí só é possível com o smooth aí de de qwi. Aí, mano, eh, eu na minha cabeça, eu tenho Esse template, eu uso isso aí. Pelo que eu entendi, eh, Kips, tu falou que é interessante a gente pegar elementos dessa one belief e se a gente conseguir, né, se o se o expert aceitar, se ele concordar, a gente colocar ali idealmente alguma coisa que a pessoa já acredita em primeiro lugar. Porque porque se a pessoa acreditar, aliás, por que que existe
essa one belief, né, pessoal? É porque e por que que o nome é Oneelish? É que, cara, essa é a única Crença que se a pessoa colocar na cabeça dela, ela vai necessariamente querer comprar, ela vai querer o teu mecanismo e aí se tu fizer uma oferta boa depois, ela vai comprar. >> Se for uma oferta horrível, né? Se teu curso aí de do smooth aí custar R 1 milhãoais, provavelmente ela não vai comprar, >> mas se for uma oferta boa, ela compra, porque a gente vai ter feito a transferência de desejo aí do benefício
Pro pro mecanismo. Só que eh uma coisa que facilita, pelo que eu entendi, equips, é a gente usar partes dessa one belief que a pessoa já acredita. Especificamente essa parada aí da nova oportunidade. E aí tu até citou o exemplo de acelerar o metabolismo. >> Uhum. >> Então, no caso, acelerar o metabolismo a pessoa já acredita, vale a pena usar e depois tu só troca a última parte ali, Que é o o mecanismo. Um exemplo legal, a pessoa sabe que para emagrecer ela precisa ter o déficit calórico. Então eu parto desse princípio e a minha
solução pode ser um exercício que faz a pessoa queimar calorias 48 horas depois que ela fez a atividade física. Inclusive, essa é uma oferta que vendeu muito, que é o Q48, né? Q de 48 horas. É do Vini para ser bom. Um abraço aí pro Vini. >> Ex. >> Eh, cara, fechou. Entendi 100%, tá? Só Que eu fiquei com uma dúvida, mano. Como que na prática, tá? Como que o pessoal que tá em casa aqui, os experts que estão vendo a gente, eles eh fazem para encontrar essa onifar ou ainda, tá? Uma vantagem que o
pessoal do marketing direto aí da galera lá que cria oferta arrodo tem é que eles podem trabalhar com a porrada de one belish. É, >> no teu caso, Kips, pô, se o teu expert ele não acredita no negócio do Metabolismo, mano, tu tá meio que preso ali na na one belief dele que talvez não seja a melhor. Então, olha que doido. Talvez o correto não é nem tu procurar mecanismo, tem que procurar expert que tem um mecanismo bom para daí converter, tá ligado? Eu só vou interromper porque pensa bem, se se o seu expert não
acreditou no seu belif, imagina o seu público. >> Exato. >> Entendeu? Então a primeira missão da Campanha é como que eu vendo pro meu expert? Porque se ele não acreditou no que você falou, seu público vai acreditar, >> sem dúvida. >> Entendeu? Só interrompendo, só falando para dentro que coloquei mais pressão no que você vai falar. >> Mas o expert ele ele vai o beleza, tipo, tu pode apresentar uma one belief para ele, só que eu acho que deve ter muito expert e ele já tem uma one belief em Motivo dele, tá ligado? que ele
já tem o método dele, certo? >> E como é, como é que funciona nesse caso? Daí você só vai com ela e deu, acabou, >> cara. Muitas vezes sim, muitas vezes não. Depende muito do caso. Se for uma coisa interessante, vale a pena explorar. Por exemplo, tem um curso que era sete, era oito semanas de treino. Cara, é muito ruim. Eu transformei aquele aquele curso em oito estímulos e Aí cada estímulo eu falava que era importante para um determinado fator. Então eu peguei aqui o Dali que já tinha e aí eu só coloquei uma roupa
diferente. >> Mas a maioria das vezes a gente chega num expert e tá tudo bagunçado. Ele não tem curso bom, não tem nada bom, tem que arrumar tudo meio que do zero assim para ficar algo excelente. >> Sim, mano. Essa é altas da na real, tipo, pelo que eu entendi, então tu pega a one belief do cara que já tá ali, já é Fixo, >> não tem como mudar e tu só tu inova daí no gancho para puxar novas pessoas para aquela para aquele para aquela one belif ali. >> Exato. >> Entendi. Entendi. No meu
caso, na maioria dos casos, eu peguei do próprio Expo também. >> Uhum. >> De algum conteúdo, de alguma live, de algum de algum produto. Não tem Pesquisa. >> Mas como Mas como que tu garante assim que o negócio vai ser acreditável em primeiro lugar? Ou tu não garante? Só T se deu? Não, por fim, você sabe se o negócio é bom ou não. Então, na maioria das vezes, >> a gente, eu pego de algum conteúdo ou da entrevista que a gente faz no início, faz perguntas, por que que a pessoa não consegue emagrecer por causa?
Por qu por qu por quê? O cinco por quê? E qual que É a solução? Por qu por qu por quê? Naturalmente você vai ter um caminho para ir. Aí depois você só tem que envelopar com algum nome. >> Como por exemplo, a gente tem outro de físico de dores nas costas. Ele foi explicando lá diferenças músculos estabilizadores, diversos músculos ali normais, que esses músculos estabilizadores não é muito treinado no dia a dia, que é isso que faz com que as pessoas tenham uma postura, blá blá, Etc. Aí eu busco estabilizadores. Aí a gente coloca
um outro nome lá que é são da solução, no caso de exercício biomecânicos e tudo mais. Só que o de problema ele já me citou, eu peguei da própria fala dele >> e o de solução a gente envelopou. Então, na maioria das vezes, fazendo essa pergunta do qual o por que a pessoa não consegue o problema, a expert vai falar e qual que é a solução para e ele vai falar e você vai indagando. Na maioria Dos casos, eu pego aí às vezes de um conteúdo, teve uma outra que já tinha, já era um >>
eh >> mecanismo consolidado no mercado e fazia lançamento. Eu só adaptei para usar invest. >> Sim. >> Então você consegue pegar sim do próprio conteúdo. >> E é legal fazer essa entrevista bem a fundo com expert porque eles escondem Muita coisa. É, >> você vai, ele fala: "Ah, é isso daqui". Só que é muito simples. Aí você vai perguntando, tipo, ah, por quê? Ah, isso por, igual o Wer falou, você vai perguntando vários por até chegar num negócio que ele vai falar para você, fala: "Por que você me falou isso primeiro?" >> É, entendeu? >>
Então, essa é um trabalho que tem que ter com os ex, para uma terapia, né? Processo terapia, um processo terapêutico. >> É real, processo terapêutico de tes >> fazendo terapeuta terapia com psicólogo lá dele. É, o meu processo é exatamente oposto, tá? É, eu não falo com expert, eu não quero assistir o curso dele, eu não quero fazer nada. A Diandra, quando eu fui fazer a COP dela, ela falava: "Não, mas olha aqui meu curso, olha o que que eu fiz." Eu falava: "Calma, não sei o Que". Ela maluca, você tá maluco? Não sei o
quê, você vai fazer merda. Eh, então eu prefiro ficar completamente não envieszado pra campanha. Por quê? Porque apesar da pessoa ter o método dela, como eu vou poder mexer no produto e eu vou poder mexer na campanha, eu quero estar 100% não envzado. Isso vai fazer eu buscar cada vez mais soluções lógicas para mim, porque a partir do momento que eu tenho um método e eu preciso seguir esse método, o meu caminho fica muito Menor aqui para eu seguir. Mas qual que é o meu ponto principal? Não teve uma vez que eu não pesquisei uma
o uma tese, né, que virou um unbelief, que eu apresentei pro especialista. Eu já trabalhei com médicos muito grandes. Ele falou: "Não gostei". Porque sempre faz sentido. A diferença é que às vezes eu pego um mecanismo que ele tem já, que é o método que você falou, eu dou uma nova roupagem para ele. Por exemplo, ai a mulher fala de hipopressivo, não tem Como falar de hipopressivo, eu vou falar de outra coisa. Então eu eu mudo a roupagem, talvez eu consiga seguir o método dela, mas o belif tem que ficar totalmente no meu controle. >>
Uhum. >> Pelo menos essa é a minha percepção, tá? É, se eu fosse fazer alguma coisa, eu acho que isso é interessante, mas mano, pode ser que a melhor one belief já seja do expert pelo lugar, tá ligado? >> Eu acho muito difícil, não é? >> Eu acho muito difícil >> porque o expert tem um one belief baseado no que ele gosta de fazer, do que ele gosta de falar. A maioria dos experts que eu falo, eles não sabem nem o que eles fazem. >> Mas, mas é que tá, mano, vai ter toda a crença
dele mesmo que ele vai eh assinar embaixo do método dele, em teoria vai ter toda a credibilidade, ele vai provavelmente vender muito melhor aquela on belief, tá ligado? Isso sim, mas eh Em comparação, >> pode falar, pode falar que depois eu vou falar. >> Não é que complementando, eu eu concordo porque ele tem a bagagem técnica, ele estuda público, ele tem curso, etc. Então, às vezes vai tá com um nome ruim ou vai est uma uma explicação simples. >> É, veja bem, >> tipo, dificilmente, mano, desculpa de ter um peixo só para concluir, mas dificilmente
dificilmente vai ser o mais [ __ ] de todos, sem dúvida alguma. >> Do que você tá falando? do meu não, do expert. >> Dificilmente ele vai estar ali com cara, olha só, a minha one belief, ela é perfeita, mano. >> Dificilmente, >> mas se a gente falar que a que a onbelif do cara é ruim, se ele fazer lançamento antes, el ruim, ela é confusa, tá? Talvez lançamento, se ele tiver um nível de soficação de mercado, seja melhor, Porque ele lapidou isso, >> mas o que eu vejo e e e a gente dá mentoria,
consultoria para pessoas muito grandes, elas não têm clareza do próprio negócio. Isso é básico, esse é o ponto que mais pega. Fala do seu negócio, senhor não sabe falar. Então, muitas vezes quando eu crio belif pra pessoa e eu crio todo um modelo de pensamento baseado naquilo que ela já faz, aquilo acaba virando ideia do negócio dela. O da Diandra virou o negócio dela de do Porto, de outros especialistas que eu trabalhei, virou a ideia do negócio, >> entendeu? Eu não mudei nada. >> Mas essa é uma [ __ ] mand belief daí pro cara
embasatar todo o business também. Mas é por isso que eu falei também a ideia da construção do produto, porque >> os depoimentos começam a vir muito mais, as pessoas começam a ter muito mais resultados, porque fica muito mais claro até pro aluno também, né? Uhum. >> Sim. Exatamente. >> Sabe uma coisa que já aconteceu comigo? A gente criou um mecanismo lá chamado reset metabólico, pegou muito e tal, muita gente foi copiando, tanto tal que a própria Exp mudou o nome do produto para reset metab e era outro nome e aí registra a marca lá e
capou, entendeu? E os depoimentos não era falando o nome do produto, era falando o nome do mecanismo de tão forte. Sim, foi o seu caso que virou o negócio das pessoas, sabe? Uma oferta, mano, que usou isso muito Bobinho, o desinchará, >> tá ligado? Nome do produto. Muito bom. Bom, né, velho? Verdade, >> mano. Quando eh eu lancei a minha primeira oferta que escalou hard, assim, tipo, múltiplos oito dígitos, eu peguei e eu eu vi que o mercado tava falando muito de colágeno. Então, o nível de sofisticação era isso, cara. Colágeno, colágeno funciona, tal, etc.
Então eu sabia que a minha ação acreditável, a primeira variável da minha man belief Tinha que ser reporpolagem porque o pessoal já acreditava. >> Sim. >> E que, mano, eu não tinha expert, então vida louca ali, entendeu? É d >> e daí eu eu sabia que tinha que que ter isso. Eu botei lá reporcolagem e achava pra redecer e faltava o mecanismo. Aí o mecanismo eu falei pra pessoa que tinha que ser com colág do tipo específico é o tipo 3 e um. Aí eu criei essa one belif aí por colágio não é chave para
para Redimcer e a única maneira é com colágio do tipo 3 em um e aí depois disso o nome do produto foi renovício, renovar a pele 31, que é do colágeno 3 e1. >> Então mano, eu sou muito fechado, velho, com essa ideia de tu criar todo o negócio. Olha que doido isso, velho. É todo o negócio com base nessa única frase, mano, que essa frase da da manif. >> E o Renault 31 vendeu para [ __ ] mano. Muito muito muito muito muito. >> Mas é aquilo, né? Você só vai, só vai Virar uma
ideia de negócio que se der certo. Se der errado, semada 20 que não acontece. Errado, comenta, >> fala que o expert gravou mal. É, >> ele errou o nome. >> Sim. Então tá, pessoal, voltamos ali do da nossa pausa aí pro banheiro. Que ninguém é de ferro, né, pessoal? No podcast a gente tem que fazer nossas coisas aí. Mas cara, uma vez que a gente terminou a nossa one belief ali, que a gente falou um monte aqui e tal de como Que faz, por que que faz por que é importante, a gente tá em teoria
pronto para criar o nosso produto, como o S ele falou ali, que tem um método de de dar espaço ali que ele usa que tu falou esse método lá no teu podcast que vai aparecer aí na tela, tá, pessoal? quem quiser aprofundar isso daqui. Eh, só que Braz, pelo que eu entendi, tu tu adapta o produto que o expert já tem para casar com a tua one belief, correto? >> Cara, quando que vocês recomendam, tá? Eu queria falar isso antes da gente começar o VSL de fato e também vou perguntar mais uns detalhezinos de produto,
mas quando que vocês recomendam, tá? uma vez que a gente já tem ali, pô, esse é a ideia do produto da nossa monif, esse é o posicionamento, quando que vocês recomendam criar um produto do zero ou adaptar um produto que o expert já tem para casar com essa one belief que a gente que a gente eh criou para daí sim eh começar a vender? >> Eu sou eu sou sempre do time MVP, sempre é muito forte, né? Mas 90% das vezes eu sou time MVP, então não vou fazer uma reestruturação completa de produto. É caro,
demanda tempo, demanda energia, demanda dinheiro, né? Eu pr você criar uma campanha talvez não dê certo, né? Então, qual que é a ideia? Primeiro eu crio a campanha. Se a campanha der certo, eu adapto o produto. Eu não crio do zero. Só se, tipo assim, tá valendo, muito, aí vale a pena regravar, melhorar Para melhorar o NPS, essas coisas. Mas o fluxo é cria campanha. Se a campanha der certo, você adapta o produto. >> Uhum. >> Como é que você adapta o produto? você vai colocar elementos da campanha dentro do seu produto, principalmente no começo,
né, que eu dei o caso ali do Porto, a gente falava de flow cerebral, ele já tinha um produto, né? Era um produto gigantesco, muito bom. Eh, e eu não mexi no produto antes de criar a Campanha, que vai que eu mexo e a campanha valida. >> É, >> entendeu? Vou ter que mudar tudo de novo. >> Perder o trabalho. >> Criei a campanha, validei a campanha, coloco elementos da campanha no começo do produto. Por quê? para não ter o descolamento. A partir do momento que você tem uma campanha falando de X e o produto
que já tá pronto falando de Y, Você vai ter descolamento, você vai ter reembolso, vai ter reclamação, você vai ter falta de engajamento no curso e isso pensando em negócio é um bom sinal. Então sempre faço dessa forma, adapto baseado na campanha que já deu certo e aí deu muito certo faz o produto, regrava, entendeu? Se você vai ter mais caixa e um pouco mais de previbilidade. >> Uhum. E o que que tu acha? Eu concordo. Eu faço do mesmo jeito. Eu gosto sempre validar rápido, pequeno, Barato, né? Que é o MVP. Na maioria dos
casos, o produto já existia. 50% dos casos o produto já existia. Outros casos eu criei do zero e alguns casos eu adaptei. Por exemplo, a gente tem uma um caso do fisioterapeuta. Ele já tinha um produto que resolvia várias partes do corpo, joelho, ombro, coluna, pé e etc. Só que o meu primeiro critério para criar uma narrativa e produto é o que eu chamo da persona oculta. Que que é isso? é um posicionamento de mercado, é como Se fosse um micronicho. A maioria das pessoas, esse é um dos maiores erros de produto, inclusive, João, é
que as pessoas querem criar um produto que resolve vários problemas e falar com várias pessoas. Só que a partir do momento que você cria um produto que resolve vários problemas, você não fala com ninguém, porque o cara chega lá na sua V série, um outro caso, a Expa resolveu vários problemas de candidmatite E outros problemas lá. Ela vem por cid e chega na VS, tá falando de dermatite, ela vai vazar. Então tive que selecionar 8020. Vamos fazer só uma can de dias nesse caso. Aí voltando aqui pro fisioterapeuta, ele tinha um produto que resolvia vários
problemas. Eu falei: "Cara, vamos focar em coluna porque é 8020 que tem mais demanda, e vamos pegar esse módulo de coluna e criar um produto em cima disso." Adaptei, porque para esses produtos de coisa física, a gente Já teve outros casos, o melhor formato de produto é protocolo de 21 dias com exercícios diário de 15 minutos. é banana. Esse tipo de formato de de produto funciona muito bem para terapias, para coisas físicas, rejuvenescimento facial, etc. Pode fazer esse formato que funciona bem. Então, peguei um pedaço do módulo de um curso e criei um novo antes
de validar a campanha, mas a campanha validou muito bem. >> Foi um foi um caso que eu fiz eh antes porque tava fácil, eu tava criado, não precisava gastar dinheiro. >> Mas e de regra, eu vou no MVP, no que já existe, depois vou adaptando, regravando e tudo mais. E tu, Kips, >> cara, como a gente falou, a gente olha muito pro que o expert já tem e depois vai melhorando nessa mesma linha também, porque a gente vai na ideia da roupagem, então consigo dar uma roupa para aquele produto. Exemplo, eh, a Expertinos De hit,
aí eu posso vir com a ideia do afterburn lá, que é depois você faz o exercício, seu corpo continua queimando caloria. Aí eu vou utilizar esse mecanismo na VSL, só que o produto já é disso, só que a gente não tá falando esse mecanismo que é o que acaba gerando reembolso muitas vezes. Aí o que que a gente faz? mexe na aula de introdução. Depois que o produto valida, aí a gente olha pro produto, tipo, o que que a gente pode eh uma coisa que a gente fez Que é muito legal, por exemplo, para emagrecimento,
para pegar depoimento, a gente a primeira aula é um link eh pra pessoa que ela entra no grupo do WhatsApp, isso já e o grupo fica aberto. Como os produtos são muito bons, o pessoal fica lá conversando e tudo mais. E aí a gente manda no eh no grupo, mas também na descrição do grupo tem um link, a pessoa clica e ela consegue tirar a foto dela e ela coloca lá: "Minha meta é x, perder x kg, não sei Qu". Então tudo isso aumenta muito a satisfação da pessoa. >> Sim. Só esse linkzinho aí diminuiu
muito o nosso nosso reembolso porque a pessoa entra lá e fala: "Pô, agora eu tirei foto de como eu tô agora e depois eu vou tirar outra foto de como eu vou ficar depois de passar esse método." E aí a gente vê no grupo, tem um monte de gente mandando foto, tipo, de como que tá atualmente para depois mandar outra foto. Então, primeira fase é ver o que o Expert já tem, o curso que ele já tem, se for algo muito muito ruim, aí sim pensar alguma ideia nova, mas também mesmo se for uma ideia
nova, não construir tudo. Talvez fazer o escopo no doc, mandar para ele, enquanto ele resolve, a gente ele grava VSL com prioridade e depois ele vai entregando. Eh, e se é uma coisa que dá pra gente colocar uma roupagem, faz essa roupagem, validou e depois a gente volta meio que consertando os erros do expert ali. Muita teoria. É, o expert coloca lá 1000 aulas e não tem nenhuma tarefa pra pessoa fazer, por exemplo. Então, links, essas coisas assim, tende a funcionar bem também. >> Exato. >> Bom, eh, o o ESA, ele falou um um formato
de produto, que é esse protocolo de 21 dias. E é claro que quando a gente vai criar a nossa oferta ali pro produto, vai ter uma porrada de coisa que a gente vai ter Que colocar a garantia, eh, o preço que eu assumo que vocês testem o preço quando vocês estão rodando o tráfego. Acho que vocês fazem isso, né? >> Uhum. >> Eh, mas assim, ó, existe uma infinidade de coisas que a gente pode fazer pra gente ter o produto de fato, pra gente montar aquela oferta chamada de oferta irresistível. Eh, que que dica que
tu dá, Abraç, para pra galera que tá em casa? Imag tem um expert aí e ele, cara tá querendo fazer VSL, achou um VSL aí que ele quer, que ele vai usar de inspiração e entender o conceito aqui de One Belief, só que ele não sabe muito bem qual formato colocar. Ele não curtiu muito a ideia do formato de 21 dias, talvez achou muito trabalhoso. Tu acha que é interessante um e-book, uma videoaula? O que mais, tá, que além desse formato de 21 dias aqui que o o S falou desse protocolo, o que mais que
tu Acha que funciona e que os os eh os coprodutores aí que estão assistindo a gente, barra especialistas, os experts, que eles podem usar para para de fato ter o produto ali formatado bonitinho, já pronto para para entregar? >> Eu sempre uso cursos, tá? Treinamentos gravados, aulas gravadas, não gosto de book, protocolo eu já testei, mas hoje eu não uso, né? Hoje eu, enfim, hoje na época que eu que eu fazia vários especialistas, né? que eu gosto de fazer Sempre um curso, mas a transição para esse curso é muito importante, porque eu só falar que
ela vai receber um curso, ela não vai querer. Todo mundo tá oferecendo curso, né? O cenário ideal você oferecer uma implementação ou um SAS, alguma coisa assim, né? Para você ser mais ser mais prático. Mas pensando em curso, o que que eu gosto de fazer? Eu sempre pego a expertise que ele tem online, eh, offline e passo para online. Como que eu faço isso? Isso aí eu uso Praticamente em todos os meus fechamentos. usava muito isso. Eh, olha só, eh, eu criei um eu desenvolvi um uma imersão prática online, onde eu peguei tudo que eu
fazia no offline e transportei para online. Eu investi dinheiro, investi recurso, eu contratei uma equipe para transformar essa experiência e surgiu tal coisa. Eu nunca falo curso, eu sempre falo, pego, peguei uma, peguei tudo que eu fazia no offline e transformava no online até que surgiu Tal coisa. O tal coisa não é um curso, o tal coisa o nome do produto, né? Ele é uma imersão do que eu fazia no offline, entendeu? Então, sempre se baseia na história do expert offline. E eu sempre usei isso, tá? E sempre deu certo. Sempre deu certo. Entendi. >>
É, e eu chamo isso de embalagem, que tipo existe protocolo, existe program, existe treinamento, existe curso, acho curso muito batido, é igual falar mentoria, é melhor você mudar a Embalagem para um programa de implementação, aceleração, etc. Então, esse é um elemento, esse esse prefixo bem importante que é a embalagem, programa, treinamento, assim vai. Vocês definem também bônus para entregar? Como é que é? >> Eh, eu eu quando não tem, mesmo quando tem, eu vou buscando bônus que podem servir para as pessoas. Eu divido em três categorias de bônus, upscell ou order bump, que são geralmente
todos vão Ser vão ser dentro dessas três categorias, que é primeiro que acelera resultado. Então, pô, o primeiro curso de fronta 10.000 por mês, eu vou ter um outro que acelera para 100.000. Segundo é que resolve uma dor futura. Então, cria um curso lá de você fazer lançamento. Mas qual que é a dor futura? Pô, como é que eu escalo? Como é que eu contrato, como é que eu faço financeiro? Resolve uma dor futura. E o terceiro, justamente para bônus, é quebra uma Objeção. Então, por exemplo, a gente já teve um caso de uma exp
de pomparismo e aí tinha uma objeção que é é exercício íntimo. Então, aí tinha uma objeção que é eu tenho um c, será se serve para mim? Vai funcionar? A gente tinha um bônus lá que era de candid para quebrar essa objeção na hora de comprar o produto. Geralmente order bumpsel e bônus a gente elenca dentro dessas três categorias aí. >> Saque, entendi. Eit alguma dica assim pessoal? >> Cara, eu acho que a dica do Bras ali do também é muito boa, mas do Brasil eu gosto bastante essa questão do produto. Tem duas visões do
produto, né? O produto Nav e o produto em si. O produto em si tem alguns formatos que o expert pode fazer, como, por exemplo, ele pode transformar eh o conteúdo dele, que às vezes era um monte de módulos, ele pode chamar de fase, então fase um, fase dois, fase três, pode chamar de semana, então semana um, semana dois, semana Três e organizar as coisas, por exemplo, do intestino. O intestino a pessoa tinha que fazer tudo ao mesmo tempo para poder ter resultado. Mas por que não criar semana um, semana da hidratação, aí coloca aplicativo que
a pessoa precisa ter, quantidade de água que ela precisa, não sei o quê. Semana dois, ah, você vai precisar consumir mais fibras. Tudo isso antes era o quê? Era um monte de aula jogada, entendeu? Então dá para colocar a semana, dá para colocar eh as fases e Tudo mais. Agora, a nível de VSL, é aquele negócio, tem uma transição para oferta muito legal na VSL, que é assim, eh você vai falar do seu mecanismo do problema, da solução, e aí você vai vir no pra construção da oferta, que aí a gente vai falar mais ou
menos assim. Então vamos fazer o combinado. Eu vou te ajudar você a chegar no seu objetivo, só que em troca você vai ajudar eu a cumprir minha missão, que é X YZ. E aí eu vou falar o que agora? Eu vou falar Então, então seja bem-vindo. E aí eu falo o nome do produto, mas não falo nada até então. E eu já começo a falar os bullets do dos entregáveis, tipo, na fase um você vai fazer tal coisa. É como se eu tivesse ali, até então ela tá achando que é de graça, entendeu? E aí
eu falo tudo para depois começar a introduzir a ideia que é um programa ou algo do gênero. Mas ela já ouviu falar do nome do do produto e ela já ouviu todos os bullets dentro do produto. Isso Aumenta muito a conversão também da BSL, porque às vezes tem aquela transição batida, né? Não. Eh, e eu juntei um monte de programadores, não sei o que, não sei que, não sei o quê, e aí a pessoa já chega, tipo, com o escudo armado ali, né? >> Sim, sim. >> Então, >> é, já ferra daí a parte do
fechamento, sem dúvida alguma. Exato. >> É uma coisa, uma coisa legal que eu Sempre usei pensando, tudo que eu tô falando aqui é sempre pensando em credibilidade do expert, tá? Então, se você pensa bem, se você inventar uma coisa que as pessoas estão usando, pô, sua imagem não vai ficar legal para essa imagem, né? Então, todo reason, o motivo pelo qual eu desenvolvi os cursos nas minhas campanhas, eles foram reais. A Rita na época que era de relacionamento, foi porque ela dava palestra na pandemia e depois da pandemia ela ficou Completamente sem poder da mulher
e ela transformou aquilo num acompanhamento. Perfeito. Diandra a mesma coisa. Diandra ficou muito tempo adiando a decisão de criar alguma coisa. Aí o mentor dela foi lá, falou para ela para ela criar. Ela criou, coloquei isso na VCL. Porto é a mesma coisa. Porto não vendia, ficou um tempão com produto estourado. Então o reason why o motivo pelo qual eu crio o produto, ele ele é real. >> Uhum. >> Ele é real. Tá. E o segundo ponto, já respondendo a sua pergunta sobre os bônus, eu tenho dois formatos de criar bônus. O primeiro bônus é
o menos agressivo, então sempre quebro uma objeção, listo três objeções ali e quebro elas. Eu eu não eu não divido muito igual o Wesley faz de pegar uma coisa que acelera. Eu sempre vou em objeção, mas objetivo. E o segundo ponto que é o jeito mais agressivo, eu pego todas as soluções dos Produtos dos meus concorrentes, oferecem o meu bônus. >> Hum. >> Entendeu? Então pega o do fulano, do Beltrano e do ciclano, transforma aquilo num bônus e de preferência fala aí, entendeu? Tu vai achar, tu vai achar isso para que vou dar de graça.
>> Maldade, velho. >> Então tem esses dois formatos, depende muito da sem >> do seu do seu flow ali na hora de criar A campanha, né? >> É, não compitam com o braço. Eu só falo isso para vocês daí. Deixa o mercado de boa aí. >> Ou compitam, tentam. >> É, tentem. Só que aí vai acabar com produto no bônus, mano. Show de bola. Eh, bom, eu, bom, eu não tenho formato, na real, como eu sei lá, acho que eu eu vim mais do físico lá, não tem muito bônus, tá ligado? >> Daí meio que,
sei lá, tanto faz assim. Mas eu acho muito interessante, cara, porque tem muita criatividade envolvendo o a oferta do info, porque tem muita coisa que você pode colocar ou retirar, né? >> Eu tenho uma coisa importante nesse de info, tá? Principalmente para quem já tem uma estrutura de back end. Ó, isso aqui é código, tá? Isso aqui não é co que as pessoas falam no podcast, não >> é? Código, >> é você oferecer, dependendo da escala do Seu produto, dependendo da sua esteira, do seu ecossistema educacional, você ofereceu uma reunião gratuita. >> Yes. >> De
bônus, você vai receber uma uma reunião gratuita com o meu time, pronto, já pul um backend ali, você acabou, >> já manda pro high ticket, >> entendeu? >> Aí se você quiser melhorar, você coloca um cutd 60 segundos. As pessoas comprar dentro de 60 segundos. >> Boa. É, depende muito da sua estrutura, né? Sempre adapta, mas tem bastante coisa que dá para se divertir. >> Sim. mesmo. >> Ó, vocês estão liberados aí para entregar códigos, tá? E eu achei muito engraçado, sa, eu acho muito massa a palavra código. >> Quem mentou foi o Marcel, né?
Pegou o código. >> Não, mas ele falava código, po. Falava Sério ainda, né? Pô, ele repetiu tanto. Olha que legal, ele repetiu tanto. É baseado no que a gente tá falando, que virou uma coisa do Marcel. Mas código, pegou o código. Pegou o código paulada nas pessoas >> e fez um produto, né? Era não sei quantos códigos. 109 códigos, >> ó. Viu? Ele usou o bambel aí, mano. >> Exato. Que eu tô falando engraçado, mas é é o que acontece. Repetição, gera. Imagina vendeu um produto 10 era 109 Códigos, alguma coisa assim. Pô, >> falando
de código, já que vocês estão compartilhando os hackzinos que não pode, eu vou compartilhar um também que a gente faz. >> Manda o código aí. Posso? Pode. >> Vamos lá. Tem um que é bem legal que é assim, na parte da ancoragem, geralmente o pessoal vai falar: "Ancorou, vale tanto e mentirosamente vai falar: "Ah, eh, vai ter um desconto de 50%, etc." a gente faz de uma outra forma que Funciona muito bem, que é o quê? Chegou nessa parte da ancoragem, a gente fala que e o preço real é tal, 600. Só que você que
chegou até aqui, para honrar o seu tempo, seu compromisso, etc. Eu vou te dar um cupom exclusivo de 50% de desconto. Quando você clicar aqui, ele vai vir com o cupom inserido. Ou seja, é quase a mesma coisa, só que desconto pode parecer mentiroso. Cupom não, ela vai clicar e realmente vai com o cupom inserido com o Preço que você quer vender o produto normal. Interessante, mano. >> Então, isso aí funcionando bastante na na passagem do pit pra interessante >> pr checkout e a conversão também. >> Nossa, essa interessante. Eu não tinha escutado essa. >>
E tem outra, tem outro também. Códigos aí. >> Solta o código. >> O único que eu sei é o R1, R2, tá ligado? >> Triângulo cima, baixo, infinita. >> Eu só sei esse. Tem outro que é no finalzinho da V série, tipo nos últimos 2 minutos, porque assim, depois do pit você pode falar quanto tempo quiser, né? Então, no finalzinho a gente dá um outro cupom. Ó, para você que chegou até aqui, talvez você tá precisando de empurrãozinho, né? Tenha toda essa copzinha. Então, para te ajudar a tomar essa decisão X, Y, Z benefícios, eu
vou te dar aqui mais um cupom de 10%. Mas Esse é digitado. Você digita: "Eu quero um checkout, mostra o tutorial e vai lá e compra com esse cupom a mais inserido." O de 10 a 15% das vendas vem por esse cupom de 10% aí no finalzinho da VSL. Tá bem legal. Que que foi esse time aí, mano? >> Não, eu achei que muito gostou. Não, não, não, é porque ele falou: "Pô, você vai, você vai digitar o cupom, só que tem algo melhor. >> Hã, >> a thumbnail do Veturb que você pode colocar. >>
Ah, seu safado, roubasse a minha. Ou então o botão, tipo assim, a invés de você colocar o botão tipo infinito, você seta o botão até, tipo, por exemplo, o pit é em 22 minutos, você coloca o botão até 24, no 25 aparece um botão novo, aquele outro some com desconto ou na tela. Pode ser >> essa parada da tamb aí é uma tamb de pause. >> É >> porque tipo, mano, depois do pitch, passou o CT número um, a pessoa tá vendo, ela pausa o vídeo, chances são que ela vai sair do VSL, porque é
um é um sinal de desinteresse, não é clicável, não, né? Tem um botão embaixo, >> ela vai clicar, vai aparecer a TAMB >> e daí a TAMB, ela tem um botão e daí tu clica ali e daí geralmente a TAMB tá escrito assim: "O preço é um problema, aqui tem 20% de desconto >> e bota qualquer lugar. É. Daí o botão, o botão fica, ué, o botão fica meio que no meio do vídeo para baixo ali. Dá para botar na área de membros, inclusive na área de membros do Vturb tem dois gifs lá, né? Disso
>> tem isso. É, >> a gente passa, tem um, tem um treinamento lá que é o OVV, que é otimizando vídeo de vendas, que daí eu falo disso daí lá. >> Massa. Bom t, >> mano, vai aumentar tua conversão aí nuns 20%, vai diminuir o teu ticket médio, mas tu vai guiar mais dinheiro, porque é uma venda que tu não ia fazer, tá ligado? Não é como se tu reduzisse o dia médio das tuas vendas como um todo, que nem aquela parada lá, tu só tu vai fazer mais vendas, porém e as as vendas que
tu fez vão ser com descontinho ali. Mas cara, é legal porque no final quando a pessoa já tava querendo sair, né? Uma venda que você não faria. >> Eu chamo de thumbnail de recuperação essa técnica aí, esse segredinho. É, é bem legal, mano. Eu olha só essa parada aí, cara. A gente já vai falar de VSL, tá, pessoal? Só que eu quero contar essa história aí, porque dava até uma cop isso daí, tá, mano? Eh, e daí eu quero contar até pro pessoal de casa aí, mas para vocês também. Sabe da onde que eu tive
essa ideia, mano, dessa thumnail? >> Eu tava no Kenia, na África, mano, >> vendo É, juro por Deus, mano. Coloca uma foto minha aí, Thagão. No Kenia. Eu tava no Kenia, eu e minha família, a gente tava lá vendo os leão, pá, lá no Safari. E daí os kenianos, eles têm lá os vilarejos dele lá, que é os Massai. Vocês já viram aquele verário de segredo dos Massai, não viram? que é de de aumentar o o álcool sexual que eles falar Massai tem um segredo aqui e tal, enfim, uma coisa mais uma coisa Diferente, mas
o pessoal fica amisando até hoje. Eles falam que eu fui lá para descobrir, né? >> Mas aí, enfim, eu cheguei lá e aí eles te levam num vilarejo para conhecer lá a tribo e no final tem um corredor que tu passa com um monte de coisa para vender e daí qual que é a ideia? tu passar ali e os caras vão vão começar a vender as coisas para ti. Aí beleza, eu passei, não levei nada, aí eu olho para trás, tá A Larissa e a minha mãe com 300 eh leãozinho de madeira, não sei o
quê, um monte de ia comprar o vilarejo inteiro. Aí eu falei assim, eu pensei: "Pô, beleza, vamos ver quanto é que é, mano, um leãozinho assim de madeira é tipo $." >> Aí eu falei: "Caralho, ia gastar tipo, sei lá, $. 1000 com os negócios todos". Daí eu falei: "Não, não dá, não vou levar". Eu falou não, esse leão aqui eu não vou levar. Eu falei pro rapaz, ele daí ele falou: "Não, mas quanto é que tu Paga?" Eu não, não quero não. Dele: "Ah, isso aqui é 100 que tá 90. Não, não quero 80,
50, 40, 10, 5." Foi foi reduzindo. >> É, nossa, >> mano. Teve uma hora que eu falei, "Pô, não tá, vou levar, >> cara. Tava te pagando já, né, para você levar." >> Daí, então, daí eu levei aí, beleza. Daí eu daí levei o primeiro produto, daí tá, tá, esse aqui não. Quanto é que é esse? Ah, esse aqui é sei lá, $50, pô. Não vou pagar $50 num imã de geladeira, tá ligado? Ah, então quanto é que é? Não, 40, não sei o que, tal, 3. Daí me, daí foi passando, mano. Quando eu vi,
eu levei todas as paradas, então eu não ia levar nada e eu saí com um monte de coisa. >> Coragem, né? Coragem. >> E daí eu cheguei lá no carro, velho. E daí eu eu comecei a pensar, mano, como que esse desgraçado fez isso, velho? Porque eu não era para eu levar nada e eu acabei levando tudo. E daí eu pensei, será que eles perderam dinheiro? Não, eles não iam perder dinheiro com isso, sabe? Porque os caras já são pobre, eles já querem, eles querem vender, eles não iam dar esse tiro no pé. E daí
eu me liguei, mano, que eu eu sou um tráfego lá que, mano, provavelmente eu nunca mais vou visitar aquele vilarejo no interior do Kenia, tá ligado? Muito provavelmente. Então, tudo que aquele Cara tirasse de mim era lucro, independente do preço, tá ligado? Vale mais a pena vender um produto com 5% de margem do que não vender em primeiro lugar. E daí eu entendi isso, eu falei: "Nossa, que que curioso". Então, ele meio que foi fazendo oferta para mim até eu comprar. E daí eu pensei, cara, será que eu consigo fazer isso nas VSLs, cara, no
VTURB? Aí que eu tive idade dessa thumbnail, porque essa thumbnail é basicamente a mesma coisa. a pessoa Chega até o final e ela fala: "Não quero comprar". Ela pausa e tá aí tu dá um desconto para ela para para meio que fazer a mesma coisa que aquele que lá fez comigo. E aí no final das contas e eu assumo, né, que tu ia perder aquela venda em primeiro lugar porque a pessoa pausou o VSL, não é como se tu jogasse a oferta na cara dela, ela pausou o vídeo, então ela não quer mais ver e
aí tu mostra para ela se oferta algum desconto. Então foi daí que veio essa Parada, sabe? Esse africano lá, o keniano, ele foi me vendendo os negócios, eu fui no final comprei e daí eu me liguei, caramba, mano, tudo que eu consegui extrair aqui da do tráfego frio ainda é louco, mesmo com desconto, tá ligado? Mas e aí, tu descobriu o segredo do Massai? Não descobri. Descobri, >> não descobriu? >> É, tem que voltar lá para descobrir. >> Acho que o o corredor planês aí do do Ferrari, ele descobriu o segredo do Massai. Eu não
descobri, mas tem que descobrir. >> Opa, desculpa interromper aqui o teu podcast, tá? Eu só queria te dar uma mensagem aqui super rápida, cara. tem um vídeo de vendas, então tu precisa hospedar esse vídeo aqui no Veturb. O Veturb é não só a melhor hospedagem de vídeo de vendas do Brasil, mas também do mundo inteiro. E ele vai, sem dúvida alguma, aumentar tua conversão. Então tem o link, tá aqui embaixo nos Comentários aqui. E aí tu pode ir ali, clicar ali e já criar tua conta do Veturb. Tu vai receber daí um treinamento para tu
fazer isso e tu vai poder aumentar a conversão do teu de vendas ainda hoje, tá pessoal? Então cara, clica aqui embaixo, faz a conta no Beturb e te espero lá. Valeu e bom podcast. Mas cara, e vamos começar a falar de de VSL, tá? Especificamente, a gente já falou um monte sobre isso, falamos de One belief aqui, etc. Só que A ideia aqui que a gente estava fazendo até agora é montar o produto. Isso aqui, cara, na parte de montar o produto, querendo ou não, já é um pouco da VSL em si, porque o produto
ele define muitas coisas da VSL, por exemplo, a parte da One Beliefer aí, mas cara, vamos dizer que a gente vai, a gente quer criar o nosso vídeo e quem tá vendo a gente aqui agora no em casa, ele quer de fato criar o VSL dele para eventualmente gravar. Aí, BRZ, qual que é a primeira coisa, Cara, que tu faz quando tu vai criar o teu VSL de fato e que que tu recomenda que o pessoal que tá em casa faça? >> Primeira coisa que eu faço instantaneamente é digitar palavra-chave no YouTube, no TikTok, no
Ads Library, né? Biblioteca de anúncios instantaneamente. Quero entender exatamente o que o mercado tá fazendo, não só do Brasil, mas lá de fora também, caso tenha. Primeiro ponto, tá? Então, olha o promessa, eu olho o produto, daí Que vem a ideia do do bônus é o produto do concorrente, né? Já sei que ele tá fazendo, então olho pro mercado de forma geral. A partir do momento que eu o meu processo de Versel é bem caótico, tá? Eu eu se pesquiso e escrevo, acabou, >> entendeu? Não tem, putz, vou ficar preenchendo template. Eu eu >> demora
quanto tempo mais ou menos para escrever uma VSL? >> A VSL do Porto que foi mais alto que eu escrevi, escrevi em dois dias. >> [ __ ] >> em dois dias. Eu já escrevi VSL um dia, só que a gente não rodou. Não sei se validou ou não, mas quanto mais eu demoro para escrever BSL, menos ela vende. É impressionante. Então eu comecei a fazer o se atrasar com calma, né? Pô, você tem vai subir daqui 15 dias, tá bom? Daqui 10 dias eu começo a fazer, entendeu? E tá certo, pô. Não sei porque
dá certo. >> Uhum. >> Então o primeiro ponto é analisar o mercado. A partir do momento que eu analiso o mercado, entendo o que tá acontecendo, o meu processo é eu vou anotando todas as frases chave num bloco de notas. Um bloco de notas ou numa parte em branco. Todos. Todos. >> Que que é isso? Frase chave. por exemplo, uma promessa, um argumento, um bônus, eh, de várias pessoas diferentes, de vários ângulos diferentes. Eu vou anotando porque aquilo vai começando a Fazer sentido na minha cabeça e vou começando a entender um pouco mais o que
que as pessoas estão oferecendo. Forma geral é esse. Partindo desse pressuposto, eu vou pra parte do mecanismo. Eu quero entender exatamente o que que acontece com aquilo. E aí o mecanismo, se for um mecanismo de saúde, eu posso pesquisar em sites Google Academics, é YouTube. for de, por exemplo, no nosso caso, Instagram, eu quero entender o mercado, eu quero Entender porque que as pessoas estão consumindo cada vez mais ou menos conteúdo, eu quero entender de fato o que que tá acontecendo, tá? Como que eu posso argumentar diante daquele benefício ou daquela dor. >> Uhum. >>
Depois disso, literalmente, começo a escrever. >> Uhum. >> Esse é o processo. E aí tem todo o processo de VSL, né? Então, lead, aí eu Sempre vou pra apresentação do expert, eu sempre coloco história. 80%, 70% das minhas VSL com história venderam mais, tá? A história ali, eu coloco uma história é de uma pessoa que passou por todos os problemas. Aí é história bonitinha, pode ser uma cliente, pode ser uma pessoa, entre aspas, imaginária, com uma história verídica, se você não quiser falar, expor a pessoa, né? Depois disso, mecanismo do problema, mecanismo da solução, mecanismo
do problema, Mecanismo da solução, mecanismo único, oferta. Essa é a minha estrutura. No começo eu faço exatamente esses três passos que eu falei. >> Pesquisa, >> pesquisa de mercado, >> frases e daí escrever o mecanismo, >> pesquisa de mercado, eh, de concorrentes, do que essas pessoas estão fazendo, tanto na parte de conteúdo quanto na parte de vendas mesmo. Depois disso, eu quero entender exatamente qual Que é aquele problema. Então, eu pesquiso, literalmente, pesquiso sobre o tema, vou entendendo exatamente como que eu posso usar um argumento daquele para começar a provar meu ponto. Qual que é
o ponto das minhas VSLs? Elas sempre fazem muito sentido, como eu falei. Então, eu nunca invento nada. Nunca é uma coisa tirada da minha cabeça, sempre é uma informação, sempre é uma pesquisa. E aí eu vou construindo meus argumentos baseados nessa pesquisa Que realmente existe. >> Eu dá muita credibilidade pro meu belif, que é o que a gente tá falando. >> Então são esses pontos principalmente. E depois eu escrevo. >> Eh, equipes, assumindo, tá, que a gente que a gente já tem a pesquisa ali e tal, que a gente já fez essa parte do do
braço, tu começa também escrevendo o mecanismo ou tu tem que tu começa de outra maneira? Depois da pesquisa, de encontrar as principais VCLs que tá Vendendo, eu gosto de fazer um resumo de cada bloco da VSL. Por exemplo, o que que eu vou falar na lead? Que que eu vou falar na background? Que que eu vou falar em todas as partes da VSL? Porque a clareza é o maior nível de sofisticação. Então se a gente tenta, pega uma cópia, né, às vezes a cópia de 30 minutos, pô, é texto para caramba. Então se começar a
escrever, eu particularmente não gosto. Eu prefiro ir mais nesse lado de o que que é que eu Tenho que colocar na lead. E eu vou muito dessa ideia também do do bloco de notas, o drive obviamente ali. E aí eu vou pegando, por exemplo, o bloco de lead dos concorrentes. Pego três concorrentes e aí eu vou listando, tipo assim, eh, o que eu chamo de elementos persuasivos, dor, desejo, história, afirmações que os concorrentes falaram. Eu listo tudo aquilo dali e coloco em checklist, porque eu tenho que colocar tudo aquilo dali desses três Concorrentes na minha
na minha lead, por exemplo. >> E aí eu vou e vou fazendo isso. Só que antes de escrever em si, eu faço esse resumo geral primeiro, tipo um pequeno textinho ali em cada bloco, tipo background, como que eu vou apresentar meu expert dessa forma aqui. E aí assim funciona muito bem. >> Uhum. >> Mano, eh antes de eu perguntar pro pro W aí, tá? Eu queria só que eh se possível Que tu clareasse um pouco mais quais são esses blocos em primeiro lugar que constituem uma VSL. O o Braz já falou ali de mecanismo do
problema, da solução, tal. Só que eu queria que tu explicasse pro pessoal que tá em casa, eh, para quem não sabe, tá, o qual que é a estrutura de uma VSL e que tu usa aí, >> tá? que a gente utiliza é algo bem famoso no mercado que muita gente usa também, que é o a lead, que é antecipação. Basicamente é o trailer da VSL, né? O que que vai a pessoa vai ver dali em diante a background, que é a apresentação do expert, da onde ele veio, o que aconteceu. Depois, dependendo da oferta que
a gente for fazer, se tiver história, aí a gente vai contar a história. Depois, como a pessoa descobriu que ela vai revelar ali. E aí pode ser ela descobriu, ela montou, ela já tinha montado. Aí tem várias formas. Depois eh, que ela descobriu, vem pra parte do mecanismo em si, o que ela Descobriu, como, por que aquilo dali funciona, que é o mecanismo, depois vem pra construção do produto, oferta e é isso, sem funchamento. Basicamente essa a estrutura ali. >> Tu faz alguma coisa diferente, braço? É isso aí. Não, não faço. É, eu só tenho
uma questão muito com a parte da tese, né, que é as pessoas elas elas complicam muito mecanismo do problema, mecanismo da solução, mecanismo único, como que eu faço, como que eu não faço. Eh, Obviamente isso tá mais automático na minha cabeça, né? Mas é >> o que eu o que eu entendo é como que eu posso argumentar isso aqui, qual que é o problema, qual que é a oportunidade e como que eu vou ajudar a pessoal a conseguir a oportunidade baseado no meu modelo. Então, eh, se você pensar bem, a estrutura é como que eu
venho, como que eu faço uma pessoa acreditar no que eu tô falando. Então, se você, se você for pensar, nossa, eu preciso fazer um Mecanismo do problema e como que faz se vai travar, tá? Pelo pelo que eu acompanho, as pessoas travam nessa parte por falta de clareza. Então, simplesmente você vai abrir a parte da tese ali e vai seguir isso, como qual que é o problema que eu tô elaborando e por que eu cheguei nesse problema, qual que é a solução para esse problema e como eu sou a única pessoa que pode resolver esse
problema baseado no meu, na minha solução, no meu método, né, Digamos assim. >> Uhum. >> Não precisa ser eh não precisa ser estratificado, sabe? Engessado. Pode ser uma coisa mais fluida, é um argumento, é uma venda, >> como se você tivesse convencendo alguém na sua frente, >> entendeu? Então eu vejo que as pessoas travam muito nisso e quanto mais travado é, menor vai ser a venda. >> Sim. Entendeu? >> E tu, qual que qual que é a primeira coisa que tu faz, cara, assumindo que tu já tem ali uma pesquisa eh feita e tu vai
começar a escreverl? Tu começa por pelo mecanismo, tu faz, sei lá, pela oferta, talvez. Eu começo antes de tudo isso, né? Que é são são cinco pilares, né, que eu faço ali o processo de concepção. O primeiro é pesquisa psicológica, demográfica. Faço antes um benchmark, obviamente, igual todo mundo faz. Depois eu vou para, eu vou para Não nessa ordem exatamente, mas são cinco pilares: produto. Produto é mais eu vou preenchendo. Diferente do Brasivo. Eu sou extremamente analítico e metódico. Então em tudo eu tenho tem frameworks. >> Mas tu ganha na luta, mano. >> Hã, >>
se a gente fizer claro se for no Mortal Kombat, o bicho vai no olho, vai apostar em mim Aí. >> Golpes baixos. É golpe sujo, golpe sujo, golpe baixo. E aí eu tenho esses cinco pilares, eh, persona, depois eu vou pro produto, depois eu vou pro método. Acho o método tão importante quanto o produto. Essa etapa que o o Kips tinha falado de fase, etc., é o método. É, eu acho que três pilares da oferta é a justificativa, o reason why. Depois a gente vem pelo método, que são geralmente são três tipos de método, tá?
É fases, lista ou pilares. Quero construir um método, não sei como construir e tal. Fases. Fases é quatro semanas, quatro fases, etc. Normal. São algo que passa de uma fase para outra, igual um jogo. Lista, por exemplo, eh, cinco linguagens do amor é lista, não é uma ordem, é uma lista. E pilares, pô, pilares normal, igual você tem vários métodos, é o mais comum. pilar 1 2 3, enfim, não tô lembrando de nenhum Exemplo agora não. Então são esses três tipos de métodos só para clarificar na mente do pessoal. É assim que você monta o
método com esses três. Essa é a parte que eu mais gosto, criar produto, método. Eu trabalhei em startup, então estudei todas as metodologias de criação de produto dentro do startup. Eu adaptei pro mercado digital e aí que veio o método da Space. >> Então essa parte eu acho bem importante. Depois que vem um produto, porque o Método ele é o barco para chegar do outro lado, né? Ele é a ferramenta para você ter o resultado e o produto é só o entregável, né? Então a eu defino essa parte do método, depois eu vou pra parte
da narrativa que eu divido em eu divido na na persona oculta que é meio que o meu micronicho. Então eu poderia, por exemplo, do emagrecimento, a expo, emagreça, né, 3 kg em três semanas. Só que não dá para vender isso para homem e mulher, Qualquer idade, para tudo. Eu preciso me diferenciar além do mecanismo único. Então eu me diferencio com mecanismo único, mas eu também me diferencio com a pessoa oculta. E qual que é o caso dela que eu defini o posicionamento? Era para mulheres que estão clima e menopausa. Poderia ser para mulheres dease pós
eh mamãe de primeira viagem. Enfim, poderia ser para pessoas que trabalham em turnos não convencionais. Poderia ser só para homem, poderia ser só para um bum, só Pro abdômen. Então, quero definir um micronicho. Para mim, uma das coisas mais importantes é definir esse micronicho que é a persona oculta. Depois disso, em cima disso que vem o mecanismo. >> Hum. É depois dessa persona oculta aqui, porque eu quero direcionar para quem eu tô falando. Aí meu dire aí meu mecanismo vai fazer sentido para essa pessoa. >> Aí depois é o roteiro da VéL normal. Eh, >>
que é o mesmo que eles falaram ali. >> É os cinco atos. Eu eu denomino porque eu gosto de botar mecanismo único nas coisas, mas o cinco atos é introdução a a história do do herói junto com a apresentação. Então eu uno faço apresentação de efeito de alec primeiro, depois venho com storytaring, depois mecanismo de problema, mecânico de solução e oferta. Uhum. >> Quando é mercado de solução, tipo renda eixo, dinheiro, eu só não tenho mecânico de problema. Eu vou para quarto atro, só Eu vou direto pro para oportunidade. Mas basicamente essa é a diferenciação.
>> Uhum. >> Mas tu começa então pelo tu começa daí já pela lead, pela introdução, tu segue na ordem os teus atos ou tu começa pelo mecanismo? >> Começa pelo mecanismo. Depois >> geralmente mecanismo, depois background history lead e offert. Mano, e por que que vocês começam pelo mecanismo, cara? que parece com o mecanismo aí que vai >> Eu tenho, eu antes eu vou só complementar o que ele falou e eu já vou responder a sua pergunta. O Wesley tem um modelo completamente diferente do meu descrito, mas não é porque ele estudou mais do que
eu, é porque o modelo adaptou estado. Achei >> que ele ia falar assim, >> não, imagina aí pode cortar porque ele ele se adaptou com esse modelo. Isso é uma coisa que ninguém me falou. Eu eu Aprendi na raça. Por quê? Porque tem pessoas tem tipo de pessoas que elas são mais no feeling, elas são mais espontâneas. Então você vai pedir para ela seguir um um um modelo engessado, uma estrutura engessada, ela vai ficar presa e ela vai deixar de performar. Quem quer que escreva VSL, isso serve para qualquer tipo de pessoa. Na mesma forma
que se eu pedir pro Wesley, é Wesley, você só vai anotar as frases aqui e construir sua VSL, ele vai ficar Louco. Ele pode até escrever, mas não vai performar tão bem, >> entendeu? Então o principal ponto aqui que a gente tem que trazer é qual que é o tipo de personalidade >> sua ou do seu especialista. >> Hum. Se você for uma pessoa mais intuitiva, um pouco mais no feeling, que tem mais agilidade para escrever as coisas, faz tudo de uma vez. Segue um processo parecido com o meu. Agora, se você é uma pessoa
que precisa mais de Dados, se você precisa mais de organização, estruturação na sua mente, segue o do Wesley e do Kips. >> Entendeu? Isso aprendi na raça, porque quando eu tentei seguir modelos engessados, não deu certo. >> Interessante. >> Entendeu? Aham. >> É tão tal que eu demoro só de cor tal que eu demoro muito. Por isso hoje eu não escrevo V sél, eu tenho uma R de cópia, eu vou revisando, eu crio todo Esse estudo antes, defino o mecanismo, ele escreve, eu reviso, que eu demoro muito porque eu sou mais demorado, né? Meu perfil
é esse. O do Bras ele escreve em dois dias porque ele é driver. Então tem essa questão de personalidade. >> Calma aí. Mas eu já volto para ti. O que que é muito? >> Hã? >> O que que é muito? Uma semana, >> mano. Se tu me der um mês, eu vou fazer nos últimos dias, hein? É, daí aí bastante bastante mesmo. É muito >> aí é só prazo. Se você me defini o prazo, mas no mínimo no mínimo a semana, >> mano. Os caras estão fazendo um VL por semana. >> Ah, é loucura. Lá
no a galera do DR, pessoal violento lá. Então tem tipo 30. >> É, só que eu tem praticamente um template, né? Aí tu vai copiando aí fica um pouco mais tranquilo. >> Mas beleza. >> Mas qual que é o rolê do mecanismo? Por que que vocês começam com ele? >> Por que que eu começo no meu modelo de escrita que eu acabei de falar? Porque às vezes eu tô anotando as frases que eu falei, vai jogando um monte de ideia, ideia, ideia, ideia, ideia. Aí eu tenho uma ideia, aí eu começo a escrever e aí
quando eu começo a escrever, eu já vi, eu já escrevi a tese inteira, o mecanismo inteiro, já escrevi o argumento inteiro. Tipo assim, em uma Sentada, dois, três, duas, três horas, eu faço isso fácil, entendeu? Então não é porque eh eu prefiro começar pelo mecanismo. Só que de tanto eu pesquisar argumentos, eu começo a fazer as ideias começam a fazer sexo na minha cabeça, né? Igual o pessoal falava antigamente, e eu já vou escrevendo, vai no flow, entendeu? Porque se eu parar, se eu, se eu tiver aquela ideia e eu não escrever, eu vou esquecer
dela depois que foi. >> Não, acho engraçada essa ideia do essa Parada das ideias falando sexo. >> Pois é. A a Helena Helena the Guide, né? Eu lembro que ela falou isso a >> É, >> mas é legal. Vamos chamar ela de The Guide, mano. >> The Guide. Lembra? O podcast dela aí na tela, pessoal. >> Uma das minhas mentoras aí no começo. E >> ela falou isso num cop em 2021. Eu falei: "Pô, a ideia é fazer sexo". E é realmente isso para mim. fazem, mano. >> Entendeu? Então, começa a escrever, começa o o
Lé com CR, começa a fazer sentido, pô, começa a psicografar lá e deu certo, entendeu? >> Eu escrevo, eu esqueço. Esse é o ponto. E a pior coisa do mundo é você esquecer uma cópia. Nossa, que agonia. >> Nunca mais lembra. Nunca mais. Que raiva, cara. Isso daí é muito agonia. >> Exato. Então, vai de uma vez praticamente. Aí eu só vou lapidando. >> Essa parada da das ideias fazem sexo, Mano, eu tava achando engraçado porque um dia um cara eh chamou alguém no suporte lá do Veturb e falou assim pro cara do suporte: "Não,
vamos fazer uma call aqui". Aí as nossas ideias podem fazer sexo. >> Aí o Aí tipo se a pessoa nunca estudou isso, tá ligado? Ela vai falar assim: "Mano, >> tô me assediando. >> Que [ __ ] é essa?" >> Sim, mas é lidar com o cliente final é Complicado. Tem certeza que você quer escalar? Pensa bem. >> Tem uns reembolsos que eu recebo lá, pô. Tive um surto psicótico, pô. Fed, né? Vou fazer o quê, velho? É, mas cara, eh, eu quando eu vou escrever, eu também começo pela parte do mecanismo. E o motivo
pelo qual eu faço isso é porque toda, toda VSL e todo o resto a gente meio que vai falar pra pessoa, cara, eu vou te contar alguma coisa. Então, a Lídia, vou te contar alguma coisa. >> A história é como eu descobri tal coisa >> e daí o mecanismo é a coisa, tá ligado? >> Aí outro pode começar pelo mecanismo, outro pode começar pela oferta, mas a oferta é tu vendendo a coisa. Então, como é meio que o coração da parada, eu acho que, tipo, é meio que que a forma correta de tu começar, sabe?
Se tu começa pela Lídia ou pela história, eu acho que talvez tu perde um pouco assim de de argumentação no último, né? >> Tinha tinha um cara que ele falava sobre Acho que era João Bogado, vocês já viram? Sim, já. Joãozinho tá com produto de diabetes agora, uma startup lá no vale, lá no em São Francisco, mano. >> Legal. Eu trabalhei com ele lá em péricos, mano. Esse bicho é doido. Tá. Você já viu quando ele falava sobre a questão da de Hollywood que o pessoal começava do final porque era mais fácil fazer toda a
construção do início? >> O qu pouco >> era basicamente assim, é muito mais Fácil você colocar o momento ápice do filme. Você faz primeiro esse momento ápice porque depois você vai construindo de trás para frente, porque aí você pode, ah, sei lá, ah, colocar no exemplo do filme, né? A fulana de tal matou não sei quem. Aí agora você você pode construir uma história como ela sendo as melhores amigas, porque aí vai causar um espanto no pessoal que não vai fazer sentido. Então construir de trás paraa frente Você já sabe o que tá ali e
você consegue dar esse efeito novidade também ali, né? >> Interessante. É. É que ainda não, >> mas eu acho que é isso que a gente faz. Lembrou? >> Lembrei de uma coisa importante. >> Às vezes a gente às vezes a gente esquece. >> Lembrei de uma coisa importantíssima. Ó, isso aqui eu diria que é mais, na minha opinião, é mais importante que qualquer Outra coisa que a gente falou. >> Olha o código car. Olha. código, tá? Olha o código falar agora do mentindo, eu quero que vocês falem aqui, tá? >> É, essa essa questão da
das ideias fazerem sexo é tão forte que isso serve paraa sua vida geral. Eu vou dar um exemplo para você. Se você não é uma pessoa bem vivida, que estuda, eh, que vive novas culturas, que viajam, uma pessoa bem vivida, dificilmente você vai conseguir criar uma tese forte. Eu falo Isso para todo mundo. Se você não tem argumentos na sua cabeça de outras de outras áreas ou de outros mercados para juntar tudo isso lá na frente, a sua tese vai ficar fraca, tá? Eu pego coisas de vários de várias coisas que eu vivi na minha
vida para colocar na COP. Pode olhar todas as minhas V SLs, >> entendeu? Então eu não tenho ideia na hora. Se você fazer uma pesquisa na hora e extrair só aquilo sem levar em consideração sua experiência de vida, Vai ser raso. >> É, >> sem dúvida. >> Isso é muito importante, tá? Toda vez eu eu olho pros copyrits, eu falo: "Cara, vocês não viveram nada", >> entendeu? Você expõe, vai para festas, vai sair para algum lugar, viva. >> Mano, eu tô levando aquele conselho do Ryan, tá ligado? >> Tá ligado que nunca consumi o Rayan
mais. >> Ah, para, mano. Aquele se você tá começando no digital >> e nunca >> é e nunca comeu alguém, >> vá comer alguém depois. >> Não, mas cara, o gênero incompreendido, >> sociólogo, bissexual. >> Sim, mas pior que é verdade. >> É, o Rayan é muito bom. Gosto um abraço pro Raan. Porque pensa bem, se você não tem vivência, eh, como é que tu acha que um médico vai comprar de você? Como é Que tu acha que uma pessoa que tem grana vai comprar de você? Se tu copa errado, você atrai a pessoa rasa.
>> É, sem dúvida, mano. >> Isso é o repertório, né? Tem repertório de mente repertório a palavra. >> Ó, inclusive, por exemplo, eu eu acho que cada um, por exemplo, todo o seu de empresa, ele tem um pé em alguma coisa. Então, Jeff B tem um pé em logística, o Willam Musk tem um pé em produto, o Steve Jobs tem um pé em produto, outro Tem pé em alguma coisa em financeiro, enfim, igual todo COP tem um pé em alguma área de hobby, por exemplo. Não é necessariamente um hobby, mas é uma coisa que eu
gosto de fazer. Eu escrevo poesia, eu leio Dostoevso, eu leio filosofia russa, etc. >> Tu leu o Edgar Halp? >> Esse aí não >> é? >> É bom, >> bom, bom, bom. Tu conhece o poema dele? The Raven Corvo, meu poema favorito. Vai aparecer na tela, pessoal, mas fala aí, desculpa. >> Bom, é bom. >> E aí eu tenho esse background assim, eh, ou seja, isso vai transparecer minha cópia porque eu vou ser mais talvez emocional, vou ser mais descritiva, etc. E aí a pergunta que volta para vocês, vocês têm algum pé em alguma coisa,
em algum hobby, em alguma parada que transparece na VSN para [ __ ] mano. Qual que é o de vocês? Eu não sei te dizer, mas eu te garanto que se a gente pegar os nossos Ves aqui, cada um vai ter o claro, pô, o seu estilo de escrita. Uhum. >> E ó, vamos dizer, cara, uma influência que eu tenho muito grande, o copywriter John Cton, que ele foi discípulo do Gary Helbert e ele escreveu o livro que do quê? >> Da Golden Hip. >> Não, não. O John Cigaç do Baron Lers, Né? >> Também
não. Baron Lersas é o Gary Hel. Claro, pô. Absoluto. >> É o discípulo dele. >> Não, o o Boner é quando o Gary Hit foi preso. Esse bicho deve deveria ter incomodado, né? >> É, >> mas o John Cton ele escreveu aquela cópia do golfista de uma perna, >> tá ligado? >> One lagged golfer. Tipo, os cara, [ __ ] como assim? Um cara que joga golf com uma perna só, >> tipo, ó, golfista de uma perna é mais [ __ ] que os golfistas de duas pernas. E daí a forma como ele escreve os
ganchos, cara, é tudo ali. Eu tirei, tirei dali. Pode dizer que meu hobby, sei lá, vou estudar cop talvez, não sei. Mas logicamente, mano, tudo na tua vida influencia com a maneira que tu se expressa e cada copywritter tem o seu estilo, mano. E não quer dizer que um é Melhor que o outro. >> E eu eu diria que essa parte de COP é realmente uma arte, mano. >> Total. >> É uma arte, pô. A maneira como tu se expressa. >> Acho que é como se fosse criar uma obra de arte. Mas eu também acho
que tem que tomar um pouco de cuidado com isso pra gente não limitar a nossa escala, porque principalmente falando de anúncio depois, né? Eu acredito em perfis Psicológicos, então tem pessoas mais céticas, mais emocionais. Eu sou muito lógico, então todas as minhas cópias são muito lógicas. E aí chegou um determinado momento, fui olhar os criativos, todos lógicos. Falei: "Não, pô, tem que tirar um pouquinho a mão disso também." Sem dúvida, mano. Tem que ter, tem que se colocar na cabeça da pessoa e ver o que que ela acha interessante, o que que vai chamar a
atenção dela. >> Se tu chega pro pra dona Maria de 70 anos que quer emagrecer por causa de saúde e tu chega falando de Harvard, >> ela fala: "Mano, que [ __ ] é essa? Que que [ __ ] de Harvard é essa?" >> Mas tu se tu mostra um depoimento da amiga dela lá, dona, sei lá, dona não sei o quê, que que vai na mesma igreja emagrecida lá. Ah, legal, entendeu? É por isso que eu sempre falo, copywarter tem que ser bom vendedor, senão não é bom copywarter, não tem como. Eh, um bom
Vendedor ele vende para qualquer pessoa. Quando eu comecei, quando eu tava no começo, né, e pode estar falando para expert, para copy arter, para marketeira, enfim, eu me dispus a vender tudo que eu podia. Então, chegava projeto, eu fechava valor baixo mesmo, eu vendia de tudo. Eu vendi produto de sopa para pessoa bariátrica. Eu eu vendi produtos, assim, não era coisa black, mas era umas coisas que falava: "Meu, que isso aqui? Eu não sabia se vendia ou Não. Eu não acompanhava o projeto, era melhor acompanhar. Falava, pô, não sei, acho que não vai vender, né?
Mas eu fazia. Isso me deu uma habilidade muito grande de vender coisas que realmente funcionam, coisas úteis, né? Então o bom copywrit ele tem que ser bom vendedor, tá? Principalmente para quem tá começando. É, essa é a minha percepção. Senão, como é que tu vai vender? >> Sem dúvida, mano. >> Dizem até que copywriting são vendas Multiplicadas. Aliás, não copyrighting, quem falou isso quem falou isso foi o Claud Hopkins no livro da ciência da propaganda. científica advert, só que ele falou de marketing, mas sério para copyright também, eu diria. É meio que um mini vendedor
que vai vendendo para ti automaticamente. >> Mas, mano, voltando lá pra parte de mecanismo, tá? Eu entendi que todo mundo começa com o mecanismo e eu queria que o pessoal de casa entendesse como criar o Mecanismo de fato, mano. Como fazer a parada de fato. E eu vou explicar como que eu faço e depois eu vou perguntar e como é que vocês fazem aí, tal, pra gente ir construindo esse framework. Mas cara, uma vez que eu tenho a a One Belief que eu sei, cara, é isso aqui que a pessoa tem que acreditar. E daí
usando o exemplo ali do do Kips ali da e intoxicação ali alimentada ali, tal, qual que seria a primeira parte lá? Desintoxicar o corpo e a chave para Emagrecer. E isso é possível através dessa dieta aqui detox, por exemplo. >> Uhum. >> Cara, uma vez que eu tenho isso, eu sei que essa crença aqui é o que eu tenho que colocar na cabeça da pessoa. E aí, como que eu pego isso daí? E eu quebro isso numa cópia, eu expando isso num num mecanismo. E eu não sei vocês, mas geralmente quando eu escrevia meus mecanismos
ficavam ali entre 100, 2.500 palavras, mais ou menos isso daí que eu Não sei nem quanto que é isso. Acho que sei lá, >> acho que é uns 10 minutos, 6 minutos. >> É por aí, né? >> E daí como que eu faço? Eu eu basicamente tenho que provar duas coisas pra pessoa. Primeiro a parte número um, que desintoxicar é o que ela precisa fazer para emagrecer e depois tem que provar a parte número dois que é a maneira de desintoxicar é com essa dieta detox aqui. E aí eu coloco lá no começo Essa frase.
Olha o que você precisava isso aqui embaixo. Daí eu provo aquilo ali e geralmente eu coloco ali dois ou três, às vezes quatro elementos de prova que a pessoa vai acreditar. Aí depois, tá? É um templatezinho que eu sempre uso, cara, e meio que sempre funciona, que depois eu coloco logo embaixo dessa primeira sessão que eu falo: "Olha, o que tem que fazer tal aqui, tá? Prova um, prova dois, prova três". Eu coloco embaixo assim. E é por Isso que tu não teve resultado, porque tu não fazia essa parada aqui, tu não tava removendo as
toxinas do teu corpo e aí tu não conseguia emagrecer, acontecia tal e tal coisa. Então eu justifico por que a pessoa não conseguiu o resultado. >> Ch muito forte. É, eu acho que é bem interessante. E finalmente, na última parte aí eu só provo a segunda, a segunda afirmação da minha monobelif, que é que a maneira de desintoxicar o corpo é com a dieta detóxica. Aí isso Daí fica mais ou menos umas 1500, 2500 palavras, como eu falei. E na prática, pessoal, seria mais ou menos uma coisa assim, eh, claro que vai ter um começo
antes, né, obviamente. Eh, mas pro pessoal que tá em casa aí, o mecanismo ele não é solto assim. a gente tem que colar ele com a parte da história lá no começo e finalmente colar eh eh adaptar ali e colar ele com a parte da oferta. Mas ficaria daí uma coisa mais ou menos Assim, eh o que eu descobri é que eu tinha que desintoxicar o meu corpo para emagrecer. Aqui tá a prova um que isso aqui funciona, a prova dois isso aqui funciona. A prova três, aí a prova um pode ser um estudo, a
prova dois pode ser um depoimento de uma pessoa que fez a parada, a prova três alguma outra coisa aí embaixo. E é por isso então que tu não tem resultado, porque tu não fazia a essa coisa aqui, tu não tava Desintoxicando o teu corpo e acontecia essas consequências ruins aqui. Mas como desintoxicar o corpo? Então, cara, a melhor maneira ou a única maneira, o ideal é falar único, só que, cara, como a gente quer ser white, é melhor falar a melhor maneira e a melhor maneira de de desintoxicar o corpo é com essa dieta detox
aqui, por causa da prova um, prova dois, prova três. Quando a gente passa a pessoa por esse argumento, idealmente, né, se a gente conseguir, ela vai Acreditar na onel no final e ela vai est pronta daí para receber a oferta. Então, cara, é basicamente isso aí que eu faço. E daí eu sempre uso esse framework, ó, mano, o que a gente tem que fazer é isso aqui. É por isso que tu não teve resultado antes, porque tu não fazia isso aqui. A maneira de fazer isso aqui é dessa forma aqui. Então, é basicamente isso. No
final fica o mecanismo aí de 2500 palavras, 1500. Claro que depois tem que revisar, tá? Mas cara, eu acho Que pro pessoal que nunca fez um VSL ou que sei lá, ou até experts bons assim que tem seguidores, só de fazer isso acho que já vai ter já vai ter um VSL minimamente bom, né? Acho que não vai ser nada muito usuado. >> E uma coisa, principalmente para pros experts, né, e os estrategistas deles que dá para fazer é o seguinte, perguntar para ele para começar essa esses pontos lógicos ali, começar falando assim, eh, por
que que as outras Soluções no mercado não funcionam? Explica para mim. E aí o expert vai explicar e dá para encaixar no início desse dessa tese de marketing ali, ó. Eh, tudo que você tentou até agora não funcionou por esse motivo aqui, por esse esse esse motivo. E aí o que funciona é isso daqui, basicamente isso. E ancorar com alguma coisinha curiosa, alguma coisinha diferente que não tem nenhum outro lugar. >> Me dá um exemplo aí, Clips, como que o Pessoal de casa usaria isso? Daí eu entendi o teu framework, só que eu queria que
tu desse uma simplificada pro pessoal de casa, >> tá? Deixa eu pensar em um exemplo >> aqui. É assim, mano. É ignorância. >> Ignorância. >> Ignorância. >> Ignorância. O exemplo da da esteira, por exemplo, ó, até agora e você não emagreceu porque tudo que você e, por exemplo, você direto e reto aqui, o que Faz você emagrecer é você consumir menos caloria e gastar mais caloria. E isso que faz você emagrecer. Só que o grande problema é que as principais soluções que te falaram é mentirosa. Por exemplo, a esteira. A esteira, se você ficar uma
hora de esteira, você perde x calorias. Só que se você comer esse prato aqui, aí coloca na tela, você vai perder X, que é mais do que você ficou uma hora correndo. Só que você não come só um desse prato, você come várias coisas ao Longo do dia que dão no total muitas vezes x calorias. Então, eh, para você ter resultado, você tá lutando contra a maré, porque tudo que você faz consome muito menos, gasta muito menos caloria do que você consome. E se você realmente quer emagrecer, você precisa fazer essa essa sequência de oito
exercícios metabólicos que acelera seu processo ali e faz você queimar caloria enquanto você tá no sofá assistindo Netflix. >> Uhum. Basicamente é isso. Pega o que a Pessoa já tem, coloca como mecanismo do problema e a solução. A gente só dá uma pesquisada, tipo hit, que faz a pessoa emagrecer mesmo. Depois que faz, como eu já falei, e coloca ali. >> Uhum. Mano, eu acho que isso que tu falou é é quase a mesma coisa com que eu falei, só que com uma adição que eu acho muito importante, mano, que é esse elemento de curiosidade,
porque na segunda parte do mecanismo que a gente fala o como fazer, tu pegou uma coisa Específica e curiosa que tu falou: "Olha, o que tu precisa fazer é esse negócio aqui curioso, essa parte específica aqui do processo que depois tu vai colocar dentro do produto, mas não necessariamente é o produto todo, tá ligado? É só uma coisa que a pessoa tem que saber, tem que entender para aceitar o unbelief. E se for curioso, melhor ainda, porque daí a gente ajuda na retenção da VSL, porque a pessoa vai querer assistir para para saber do que
Que se trata. Então tem um benefício duplo aí, sabe? Isso é muito interessante, essa esse tempero de curiosidade. E tu, BR, como que tu faz para bom, pelo que eu entendi, tu senta ali e cospe o mecanismo da tua cabeça, né? faz milhões. >> Veja, não é da minha cabeça. O ponto é que eu pego uma coisa, é por isso que eu falei da da vivência, né, do repertório, porque eu entendo qual que é o problema Daquela audiência baseado na pesquisa que eu fiz, qual dor que eu vou resolver, qual ângulo de mercado que eu
vou entrar nesse produto, nessa campanha. Então eu entendo como que aquele problema tá acontecendo e sempre puxando, qual que é o o máximo de fatia de público que eu posso pegar com esse problema. Tem que ser um problema geral, tem que ser um problema general. Então só vai nichar, você não vai conseguir escalar. Então eu pesquiso realmente é Um problema que existe. Eu sempre tento citar as fontes. Então todas as minhas SLS elas têm fontes, fontes confiáveis. Se a pessoa for lá e pesquisar vai ter. Eh, e aí a parte do mecanismo da solução entre
a minha vivência. Por quê? Porque talvez eu não entenda exatamente como que eu vou resolver aquele problema, mas eu sei para que caminhos que eu vou, porque eu já vivi muito, eu já sei muita coisa, eu já vi muita VSL, eu já vi muita campanha, eu já vivi muito de Forma geral, então eu sei qual o caminho que eu vou para resolver aquele problema. >> Uhum. >> Entendeu? Então, entendo qual que é o problema geral que tá acontecendo, entendo o que que tem que fazer para resolver aquele problema e aquilo só é possível através do
meu mecanismo. E o mecanismo o da o único, né? Eu dou um nome para ele, sempre dou um nome. Eh, no caso da Diandra foi um, no caso do Porto foi outro, da Rita, das pessoas. Então, eh, a dica que eu posso dar é não inventem a roda, não fica querendo marketear uma coisa que você não sabe, vai dar ruim. Pesquisa qual que é o problema, pesquisa como que faz para resolver aquele problema, tá? E depois você dá uma solução única para esse problema e para essa solução, igual você falou, ah, você eh foi por
isso que até hoje você nunca conseguiu XPTZ, porque você não tava fazendo com que essa Solução resolvesse esse problema. E isso só vai ser possível através do meu mecanismo único, >> é, do meu mecanismo único. >> Então, não invente a roda. Essa é a dica que eu posso dar, mas é mais ou menos essa estrutura. A prova que eu coloco é sempre prova >> eh de estudo mesmo. Nunca coloco prova social, tá? Porque eu acho que tem cara de de marketing. >> Uhum. Eu acho que tira um pouco a Performance menos das das dos testes
que eu fiz, né? >> Sim, entendi. O que é doido, cara, é que e eu já vou perguntar para ti também, tá? Fica tranquilo que tu não vai escapar da da tua pergunta. Mas o que sabe o que que é mais doido? É que como isso aqui é um argumento, a gente quer provar pra pessoa que a one belief é real, porque se a pessoa aceitar o one belief, a gente pode fazer a oferta. A gente tem infinitas formas de provar o Argumento, porque tem infinitas formas de argumentar alguma coisa. Exato. >> Então eu posso
provar de várias e várias maneiras. Tem maneiras superiores a outras, eu diria, mas o negócio é que quem decide se é superior ou não é quem tá lendo. Então eu achei muito interessante isso que tu falou de, mano, o meu argumento ele tem que convencer o máximo possível de pessoas para aumentar o máximo possível a conversão da VSL. Então isso é muito interessante, mas não Meio que não tem certo errado, sabe? Porque o teu argumento que tu vai fazer, ele pode ser um [ __ ] argumento, melhor argumento do mundo pro para determinar tipo de
pessoa. >> Uhum. >> Talvez tu só erraria em tipo, em um número de pessoas que teriam em primeiro lugar. >> Ho, hoje em dia eu sou contra para você fazer uma VSL no chat e PT, mas eu sou totalmente a favor de você se basear Para pesquisar, para ter ideias, para raciocinar. E de novo, eu sempre eu sempre peço a referência, porque às vezes PT fala uma merda lá e tu aceita e vai. Só que a credibilidade da pessoa que tá lá no jogo, né? >> Então o que que eu o que que eu gosto
de falar pr as pessoas fazerem? E eu faço muito isso quando eu tô com poucas ideias, né? Eu falo assim, ó, e eu sei qual que é o meu problema e eu peço pro GPT, ciste os três principais problemas Que causam XPTO e ela vai dar, ah, às vezes inflamação, às vezes excesso de gordura no filo, sei lá, tô dando exemplo de saúde e tal coisa. E aí eu vou conseguindo achar um caminho para entender o problema, porque baseado no problema eu vou achar a solução e eu vou criar minha solução única, entendeu? Então essa
ajuda é importante, mas geralmente eu já vou direto para pra pesquisa porque eu já sei mais ou menos para onde ir. >> Uhum. E tu como que tu faz, cara, para tu escrever de fato o mecanismo? Tu tem algum template, alguma coisa que o pessoal de casa possa usar para >> para facilitar assim a escrita de fato para criar o texto, >> tá? Vamos fazer o seguinte, todo mundo aqui vai falar da mesma coisa, então o que a gente precisa pro público final, você exper aí é simplificar. você não vai conseguir escrever a nível, Né,
da gente, mas se você responder essas quatro perguntinhas só, você já vai conseguir escrever uma boa bé série ali, principalmente se você já tem autoridade e brand ali. A primeira pergunta é: o que que te impede de ter o resultado tal? O que que te impede de superar uma pessoa? Escreve normal. >> Segunda pergunta, tá? E quais são as outras soluções ou tentativas frustradas que o teu público tentou para superar? Tentei X Y Z, tentei ficar estoqueando, Tentei isso, >> tentei eh esquecer, tentei botar minha mente em outra coisa, enfim, você vai estar, >> fiz
feitiço, magia, >> fez feitiço, enfim, >> relacionament, >> você vai colocar eh a terceira pergunta é: "Tá, e qual que é o que que a pessoa precisa fazer então para conseguir superar? Você vai escrever: pô, e cada expese ali, né? na e é natural do exp, Então fica mais fácil se ele responder essa pergunta e for algo fluído, ele vai responder: "Pô, eh, você tem que desassociar a memória emocional, peso emocional dessa pessoa aqui no seu cérebro, etc." Beleza? E o e o quarto ponto, na verdade, são essas quatro perguntas, né? >> Uhum. >> Porque
é meio que o mecanismo de problema ou de solução e vários de outras outras tentativas, depois é Produto, oferta. >> Uhum. >> Então, se você conseguir responder essas quatro perguntas aí, depois criar o leadzinho, que é o quê? você só vai ter que se conectar com o seu com sua persona. Então você vai falar, você vai usar um dos ângulos que existem, problema de solução, apelo emocional, medo, eh, storytelling, qualquer outro ângulo aí que você pode usar. É igual criativo que você faz, é igual um Conteúdo, aqueles três primeiros segundos lá você faz para chamar
atenção. Usa essa lógica. Depois você vai se introduzir. Mas quem sou eu para falar isso aqui? Vai falar do seu efeito dial, das coisas que você conquistou e conta a sua história. História ter normal, tá? Livro muito bom para isso é Salve o Gato. É um dos melhores livros para roteirista de cinema. Ele ensina muito didaticamente. >> Ah, vale a pena. >> Vale muito a pena. Um livro azul que tem lá na H1 lá. E aí você escreve contexto da onde eu vim, o problema que aconteceu o conflito, o meu ponto de virado, o que
que aconteceu, que eu descobri o método, mentor e tudo mais, a minha transformação, o que que mudou na minha vida e os meus resultados. Storytelling simples. Depois você vai para essa parte que eu acabei de falar, porque você tá voltando lá do início, né, para você fazer sua tese. >> Uhum. >> E no final é só falar do seu produto. Você vai falar o quê? O por que eu criei meu produto, meu reason why? Você vai falar depois eh a parte da tua metodologia. Eu acabei de falar que tem três formas de fazer metodologia. Depois
você vai apresentar o seu produto, para quem é depoimento, nanã. Depois você vai fazer uma um coragem, você vai falar o preço, vai falar os bônus e vai falar com clica aqui. >> Aham. simplificando, você fazendo só isso já vai conseguir vender. É. Eh, depois a gente vai falar mais do dessa parte da oferta que, cara, é uma das maiores partes do VSL, acho que é tipo 40, 50% aí da do VSL, que pode ficar meio complicado, mas também pode ser bem simples, caso a pessoa queira fazer. >> Acho bem simples. >> É bem simples,
mano. Mas dá para complicar, sabia? Porque o pessoal testa muito isso para aumentar ticket médio. A Galera lá do até o pessoal lá do do grupo lá que tu falou lá, é muito latente essa parada, sabe? E é uma coisa que eu nunca dei bola, mano. >> Mas pro pessoal de produto físico que tem esses esses esses diferentes kits ali, sabe, de de ofertas, daí é bem importante ter essa essa sessão. >> Às vezes a oferta até dobra o tamanho da oferta. É bizarro, mano. Só trocando o fechamento, velho. Aí isso pode ser legal assim,
sei lá, info produto, caso Tu tivesse duas ofertas, tipo uma oferta premium, uma oferta simples e tu fazer mais o CTA na oferta premium, sabe? Tinha um cara que fazia isso, um vídeo de vendas com duas ofertas, sabe? Eu não lembro quem que era esse rapaz aí. >> Mas tinha, tinha. Mas, mano, é, depois a gente vai falar dessa parte aí, tá? Mas tu já falou da parte da história, da parte da oferta também. É, no teu processo é depois do mecanismo, então tu vai direto pra história e pra oferta ou Tu vai pra lead?
Como que é? Vou pra lead, depois a história e depois of. >> Tu vai pra lead daí. E o que que tu faz na le daí? >> Eu pego, escolho geralmente um dos 16 ângulos que eu mapei, problema de solução, medo, future pace, etc, etc. E aí, basicamente eu conecto, eu escolho um ângulo. Se for o problema e solução, eu vou falar, já tem to de tudo para superar, etc, etc. Depois eu entro no te do mecanismo. Então não vou revelar, Só vou falar o nome. Essa é a solução. Depois eu provo. Depois eu quebro
a objeção, né? E não é não é não é, vamos supor que é o de ganhar dinheiro com corte. Se você não precisa aparecer, não precisa ter Instagram, etc, etc. E aí eu dou motivo paraa pessoa ficar, que geralmente é, esse é um hackzinho, inclusive eu dou uma um motivo paraa pessoa ficar que não é um mecanismo, por exemplo, no de superação. E tem uma Técnica inclusive que a interrompe esse sua obsessão em 48 horas, mas é uma técnica lá do produto. >> Uhum. >> Não é o meu mecanismo aqui. >> Ah, malandro, velho. >>
Então eu já dou motivo, a pessoa já fica na cabeça. É real, né, velho? Porque tipo, ah, tu, vou te mostrar como fazer tal parada, como que faz como produto. Aí sempre tem um negocinho desse que geralmente é algo do produto que dá o Motivo a mais. Aí eu dou motivo a mais, fica aqui com até o final, blá blá blá, aí entro. Mas quem sou eu? >> Interessante, >> mano. A maneira que eu faço lead e aliás, deixa eu perguntar para vocês na real, vocês fazem lead também? É a próxima etapa ou tem alguma
coisa diferente? >> Eu faço, eu vou pra história. >> Vai pra história depois? [ __ ] bicho. É do contra, mano. >> Mas por quê? Porque eh, olha só, o jeito que eu escrevo essa, né? Então eu tenho muito modelo mental pronto e até template mesmo que eu faço de outras séries e pego para me basear. Então geralmente o template é parecido, as leads, os ângulos que eu trabalho são os mesmos. Deve ter uns 5, 10 ângulos ali, então escolho baseado naquele nicho. A parte da apresentação é padrão para todos. São três parágrafos ali de
apresentação. Obviamente varia de Especialista para especialista, projeto para projeto. E a parte da oferta geralmente eu estrutura de forma parecida. Então o que vai mudar principalmente na VSL é a história e a parte da tese ali. Então é onde eu gasto mais tempo. Depois só vou encaixando os blocos ali, adaptando e na máquina. >> Interessante, mano. Na minha cabeça a parte que menos que mais muda é lead e mecanismo. A história para mim era sempre a mesma coisa. Pam [ __ ] Deu Ruim. É porque a história me divirto mais que eu que assim quando
tem uma história de um aluno, eu eu coloco a história do aluno ou de uma pessoa que a pessoa que o especialista no caso ele atendeu e teve resultado. Mas se ele não tiver se ele tiver uma história muito fraca, aí de novo eu pego uma história do Reddit ou uma história que eu lembro, que eu conheço e vou adaptando, mas eu me divirto porque eu posso criar, entendeu? >> E obviamente tem muito isso, né? Nossa, mas se for uma história que eu vou ter que dar uma inventada, que eu vou ter que dar uma
uma fantasiada, não vai não sei o quê. Tá bom, mas leva em consideração que o concorrente vai fazer. >> Sim. >> Entendeu? E a solução que você tá oferecendo deve ser melhor que a dele. >> Você ainda não vai fazer a história, >> entendeu? Então esse é o ponto Importante. >> É, é um risco. >> Mano, eh, já vamos falar de história depois, tá? Só que eu quero só finalizar a parte de ladit, senão o pessoal de casa vai se matar, velho. Que daí a gente vai e volta. Nossa, >> mas ô Kips, tu faz
história, mano? Tu faz lead? >> Leit. >> Ah, graças a Deus. >> Maoria das vezes leader. Maioria das vezes. Mas também depende muito do caso, né? Se o mecanismo ele tiver muito eh que você olhe pro mecanismo e fala assim: "Putz, esse mecanismo vai vender alguns milhões ali." Aí a lei é quase automático, porque você só precisa fazer essa antecipação para chegar no mecanismo, que foi o que você falou, né? Tipo, tudo a gente tá falando sobre o mecanismo, né? O que você vai ver história é a mesma coisa. Então é é literalmente um Resumo,
um teas ali mesmo ali de fato. >> E aí, por exemplo, do uma bebida, faça essa bebida, né? Pode começar assim. Ah, ou então pode pegar algum exemplo da realidade da pessoa, se você passa por isso, isso, isso. Mas é sempre uma antecipação ou identificação que a pessoa vai ter ali na lead, depois joga pr pra história, depois vai para out pros mecanismos. >> Sim. >> Mas tu tem algum algum template, algum Framework assim que tu usa para fazer lead? Qual é uma coisa mais artística? Como que tu faz na prática assim para criar o
texto? >> Tá, tem normalmente eu pego as três que mais estão escaladas, às vezes por questão de network ou qualquer coisa do gênero. E aí eu tento replicar essas mesmas leídias na lead atual que eu tô fazendo. Isso é uma ótima ideia, >> só mudando as coisas ali, sabe? >> E é uma coisa tão padrão, mas aliás, tão Simples, mas tão efetiva, né, velho? que cara já tá funcionando no mercado, outras pessoas já estão vendendo com aquela comunicação e outra coisa aquilo ali. Outra coisa muito boa também é pegar nichos parecidos. Então tá rodando no
intestino, pega no a melhor VCL de emagrecimento atual, porque vai se encaixar muito, é muito parecido e você consegue encaixar ali. Mas isso partindo do ponto que a gente quer ter eh ter menos fricção, tipo assim, eu quero só Fazer isso para ver como vai funcionar ali, porque a obra prima, vamos dizer assim, né, as vai será que mais escalam são e leads basicamente originais. Essas leads podem até escalar, mas elas não têm a mesma escala, por exemplo, de você olhar pro seu mecanismo e fazer algo realmente único para aquela VSL que não tem em
outro lugar, né? Aham. É isso. >> E uma outra dica em cima disso, não só pegar outras de mercado, mas muuit das leads que eu peguei de ideia foi de Algum criativo ao conteúdo. Então uma boa também porque já tá validado. Pega um conteúdo, tá muito validado, um criativo, você pega a mesma ideia e depois que a gente escreve ali ali de valida, campanha, etc. Roda dos criativos, a gente pega os melhores criativos e faz ali umas outras leads ou pré-lead, enfim. >> Uhum. É, isso daí é uma coisa mais avançada, cara. Mas de fato
é uma ótima ideia. pro pessoal de casa aí que, pô, Tu já tem uma ideia de qual L tu vai fazer e tal, depois que tu testou, tu quer testar, depois que tu criou tu VL, testou, quer fazer uma outra lead para testar, que cara é um dos pontos de alavancagem mais >> poderosos do VSL, >> uma ótima dica é exatamente isso aí, pega um criativo que tá funcionando, olha o ângulo daquele criativo, transforma aquilo ali numa lead, porque é uma coisa que vende em primeiro lugar, Então vai vender de novo lá no VSL. Bem
padrão isso daí, bem bom. >> E vídeo de YouTube também. Vídeo YouTube é o mesmo princípio de uma V sério. Você tem que chamar atenção e retenção, cara. Bom, na verdade, mano, eh, eu vou perguntar para ti, Tabraç, eu queria falar o o jeito que eu faço lead pro pessoal de casa e também para vocês. Eh, mas basicamente eu começo com uma promessa e depois é um monte de prova com curiosidade e daí geralmente são Umas três ou quatro provas que eu coloco ali, eh, uma embaixo da outra. E daí a promessa às vezes ela
pode ser a mais simples possível, que tipo hoje nesse vídeo eu vou te ensinar tal parada. Eh, vocês acham que pro pessoal de casa isso funcionaria hoje para um expert padrão ali criar um vicialzinho simples, tipo, oi, hoje eu vou te mostrar como você pode ter tal e tal benefício ou vocês acham que isso aí já passou? Acho que não. Eu acho que não. >> Já passou na minha opinião. Sim, na minha experiência, depende do nicho. >> Se for um nicho menor assim, talvez funcione >> mesmo para essa galera aí, os expert de lançamento. É
porque o mercado em si já tá sofisticado por causa da galera do DR. >> É porque assim, eu vejo que é um padrão de comportamento das pessoas, tá? É a minha opinião. Então, hoje em dia a gente tá cada vez mais num mundo que a Tensão diminuiu, né? Cada vez mais TikTok, Instagram, ReS. Então, a dopamina tá muito elevada das pessoas. Então isso serve tanto para conteúdo quanto para l. Se você começa com um conteúdo, oi, tudo bem, hoje eu vou blá blá blá, vê, vê a sua taxa de atenção do seu do seu conteúdo
para ver, não performe. Então a mesma ideia é na LG, >> cada vez mais você tem que ser mais dopaminérgico, não necessariamente em edição, em promessa vazia, essas coisas, Mas em eficiência na comunicação. Então se ao invés de você enrolar ir direto ao ponto, a tendência é que as pessoas ficam fiquem mais tempo, né, na retenção. >> Mas eu acho isso. >> Uhum. É bom. Eu eu eu não sei dizer porque eu não tô rodando, tá >> aí, né? Eu só rodo vert pessoal hoje. >> É, >> mas mano, eh, eu gosto muito da do
começo da fórmula do Evaldo para Escrever leads e ele começa lá falando na na carta de venda de 16 palavras, ele fala lá que tem que responder lá uma série de perguntas, tal. A primeira pergunta é: por que que isso aqui é único? A segunda pergunta é: por que que isso aqui importa para mim? A terceira pergunta é: por que que isso aqui é verdade? >> Uhum. >> Então é basicamente fazer uma promessa Única com prova. E daí a gente consegue misturar esses três elementos de promessa, prova, idealmente curiosidade e daí criar uma coisa única
e geralmente eu começo essa coisa ali. Então eu falo assim: "Cara, aconteceu alguma coisa que é único, que te dá esse benefício aqui e tem toda essa prova aqui." Então, por exemplo, sei lá, a Universidade de São Paulo eh fez uma pesquisa e descobriu como que as pessoas podem emagrecer simplesmente tomando o Kwi, como foi o teu exemplo ali do de desintoxicação. E daí, pô, eu citei a Universidade de São Paulo, é prova, tem uma promessa com emagrecer, tem um elemento de curiosidade ali que é o kiwii, que também funciona como prova. E daí eu
sempre começo assim com essa para, cara, por que é o único, qual que é o benefício? Cadê a prova? E se eu conseguir encapsular isso numa única frase, uma frase bem poderosa assim, já abriu o vc assim, bum, com um soco na Barriga da pessoa, aí eu eu tendo a fazer isso aí depois que que eu que eu fiz isso e daí tem infinitas maneiras da gente iniciar essa frase de impacto, mas que deve conter esses três elementos aí depois disso é prova e curiosidade. prova curiosidade, que daí eh vai um pouco do que tu
falou, por exemplo, eu faço isso e depois embaixo eu colocaria um elemento de prova que seria, por exemplo, uma citação do mecanismo que da eu explico um pouco do mecanismo que Gera curiosidade. >> Curiosidade, né? >> É curiosidade de prova também, porque a pessoa pensa assim: "Ah, é, isso aqui pode ser real porque tem uma história por trás, tem alguma coisa ali." É uma pequena prova com muita curiosidade, tem coisas que é mais que é mais prova do que curiosidade, mas no fim eu acho que eles cumprem a mesma função, tá ligado? >> Uhum. E
daí embaixo eu colocaria uma uma uma descrição do mecanismo. Eu eu Colocaria assim, por exemplo, eh isso aqui é tão poderoso que algumas pessoas estão eh perdendo até mesmo tantos quilos. Isso porque ao contrário de de tal de outros métodos que funcionam assim, esse aqui funciona tal e tal. >> E daí eu citei o mecanismo. Aí depois embaixo eu vou colocar uma outra prova, por exemplo, poderia colocar elementos de qualificação, que eu vou falar para quem é e para quem não é. Então, então se você tá acima do peso, Não sei o quê, se você
isso, tal coisa, esse método aqui pode mudar completamente sua vida. >> Uhum. >> Assim como mudou para várias pessoas. Embaixo eu coloco prova, como mudou, por exemplo, pra dona Maria, para não sei quem, para tal e tal coisa. E daí embaixo, a última coisa que eu coloco geralmente são as bullets ou fascinations. Que daí, pessoal que tá em casa, o que que é isso, cara? são mini Headlines de curiosidade. Então, uma headline só que de curiosidade que aí tu fala assim pra pessoa e el Mas além dessa promessa principal, eu também vou te mostrar essa
promessa secundária, essa bullet aqui, essa aqui e essa aqui. Então, por exemplo, qual que é a verdadeira causa do emagrecimento? Por que que você por que que essa que você nunca deve comer brócoli se você quer emagrecer? >> Eh, >> um resumo, né? >> É o basicamente, tipo, se a minha promessa principal, aquela que eu coloquei lá em cima, não pegar a pessoa e puxar ela pro pro VSL. Aí, mano, é alguma dessas secundárias aí vai funcionar. E daí eu tenho uma lista de elementos de prova que eu vou botar em algum lugar aí, tá,
pessoal? Na descrição aí, sei lá, em algum lugar essa lista que eu só combino, entendeu? Porque eu poderia começar, eu falando lá No começo, a Universidade de São Paulo descobriu como eh emagrecer e tal. E embaixo eu poderia colocar um depoimento, eu poderia colocar diversas pessoas já estão emagrecendo, como a dona Maria, tal, tal e tal, e daí embaixo eu poderia colocar qualificadores. Então, se você, etc, etc., isso aqui pode mudar sua vida. Isso porque isso aqui não funciona como outros métodos. Então, agora já coloco a situação do mecanismo, funciona como tal Coisa. E daí
eu posso basicamente combinar esses elementos de prova e, mano, isso aí me dá leads infinitas. Porque eu posso fazer uma porrada de leite com isso daí. Eh, desde que a gente comece com aquela frase lá que é a a o por que é único, por que isso aqui é, aliás, qual que é o benefício que eu tenho, porque que isso é real. E daí geralmente eu faço assim, tá? Quando quando eu escrevia, né, pessoal, R? Eu não escrevo mais. >> Aposentou. >> É, mas não volta meu escrevo aí. Escreve para um volta meu, escrevo uma
bestia pro VD. Enfim, >> mas cara, isso tem de funcionar muito bem, mano. Framework, o [ __ ] é que, tipo, não é não é um template, tá ligado? Enquanto o mecanismo que a gente falou, ali é uma coisa bem tipo bem bem fácil, já na lei aqui existe um pouco mais de arte de de combinar. Aí se eu fosse dizer assim, cara, o que que é Mais criativo, o mecanismo ou a lead? Eu acho que a le da >> uma lead que a gente fez, por exemplo, né, para mostrar como pode ser aleatório, pegamos
um antes e depois de uma mulher que emagreceu e aí começava assim, tá vendo essa mulher? Ela tem X anos e agora olha só como ela tá. Parece até que ela emagreceu e aí nitidamente ela emagreceu. Só que ela não emagreceu. Eu vou te contar agora o que realmente aconteceu com ela. E aí casava com o Mecanismo, né? >> Não, isso é muito bom também. Olha só que elemento único, velho, que tu colocou. A pessoa pensa, [ __ ] como que ela ela como ela saiu disso para isso naceu. Dá até para criar uma redline,
como parecer 20 kg mais magra sem perder 1 g sequer. >> É porque a ideia da VSL nesse caso era não era emagrecer, era a redução dos músculos abdominais. >> Hum. Justice, Justice, >> muito bom, mano. Em certa forma é um framework, João, porque tipo, você tem a promessa, você tem quebra deção, você tem a prova e depois você tem o a a conexão pra história. >> Sim. >> Só que aí você usa vários elementos de prova, depoimento, citação, resumo, etc. e tal. >> Sem dúvida. Tá >> não, sem dúvida tem alguma coisa ali. >>
Tipo, eu penso assim, justamente para Ser mais fácil, >> para justamente, cara, o cara tem basicamente saber quais são os elementos de prova que tem ali e colocar eles numa hora, tá ligado? >> Mas eu acho que assim, a parte da lead é uma das partes que todas as partes da VSL são importantes, mas a da lead, principalmente para quem tá começando, de repente é melhor pegar a base das três VCL estar rodando no mercado ali e seguir ali mais ou menos a ideia e >> tentar fazer algo da cabeça assim. Se eu fosse dar
uma dica pro pessoal que tá em casa, era exatamente isso aí que tu falou, cara. Exatamente. E a maioria das pessoas que que são que estão ganhando grano lá lá no DR lá, que estão fazendo lá o black e tal, às vezes um grey hat lá. É isso aí, velho. O o pessoal nem sabe do direito que ele tá fazendo, mas ah, é mais ou menos isso aqui, pega, junta, faz ali, manda a bala e vapo. É isso aí. E tu, Braço, como é Que tu faz, cara, para fazer a lead? >> É, é o
que eu falei, hoje eu tenho alguns templates, né? Pode falar. Pode, pode, >> pode falar. >> Eu tinha que ter falar, pô. Tu deu, deu. É porque >> é porque eu me assustei, mano, que eu falo assim, esse [ __ ] ele ele já falou o porque tu falou só que tu tinha tempo, a gente não falou quais eram, né? >> Não, >> ele falou que não no revelou >> jogar pra galera aqui. >> Agora tu vai revelar. >> Vamos ver, vamos ver. >> Revela aí. >> Eh, no próximo episódio. Então, pessoal, >> não revela.
>> Ó, vamos lá. Ele vai fal >> vamos interromper ele agora. >> Fala aí, fala aí. Falar >> não. Fala aí, mano. Tô pagando o estúdio, mano. Fal >> tá correndo diária. >> Preparados aí? >> Sim, senhor. Vamos lá. >> Toma água aí você que tá assistindo. >> Prepara pro código. >> É, a primeira dica que eu i dar é justamente essa, pegar leads que já estão funcionando. E como que você pega leads que estão funcionando? Você não é expert em mercado, você não é expert em espionagem. Então tu vai pegar um subfire. Você tem
um subfire? de de VL, Essas coisas. >> Tem gente hoje que cria, vende Swap File, >> tem ferramentas que vocês usam debe? Não, >> eu uso, usa do Ital, né? >> Então deve ter um monte de ferramenta aí, depois faz a propaganda aí, coloca o link, não sei, >> para você entender quais VSL estão escaladas. Você não vai, é difícil, né, você entender como que você espiona uma VSL se você nunca espionou uma VSL, digamos assim. Então, primeiro ache essas referências. Tem swipe files e tem essas ferramentas. E eu eu iria um passo a lei,
eu não iria só para as VSLS do meu nicho, eu iria para vários nichos, tá? Qual que é a importância? Você entender o core da ideia. Por exemplo, se você pegar aquela VSL que escalou muito do Ozen Pque, né? Eh, do OMP natural, lembro qual que era? >> De pobre. >> Oi? >> De pobre? >> Não, pô. Lá nos Estados Unidos mesmo. A do >> tem ojaro natural, Zique natural, >> tem fil dos cara cri muita coisa do bife lá, pô. Eu esqueci qual que é. >> Sei. O alguma coisa Lipozen? >> É Liposen. Isso
aí. >> Esse é o nome da oferta. É, é exatamente >> cúrcuma. Era de cúrcuma, né? >> É, mas aí se tu pegar aquela lead, tu Consegue adaptar pro seu nicho e nem é de, sei lá, de white, nem é de Astas ou qualquer outro tipo. A ideia mesmo, então pegar essas essas leads que mais venderam e você vai conseguir isso através de Swip Files e programas de de espionagem e você vai adaptar pro seu nicho. Acho que essa é a dica mais básica, tá? Como que eu consegui os meus formatos de lead? Foi justamente
espionando e testando o que dá certo para mim. Então, hoje eu tenho cinco Formatos, que é um de história, é um de eh história de terror, aí tem de promessa, aí tem de identificação. Eu eu não sou tão templateiro igual vocês, né? Eu sou muito mais no feeling ali. >> Templateiros. >> É, tem pleiteiro. Os cara tem plate para tudo, framework para tudo. Igual não, aqui são quatro atos. Então eu sou mais no file. Então baseado nessas leads que você for testando de mercado, você vai perceber que tem Algumas que funcionam mais pro seu nicho
e aí você vai começar a criar seus próprios formatos aí dentro, tá? Mas qual que é a minha sugestão que eu posso complementar com o que vocês falaram além disso de pegar essas listão rodando? Eh, muda só o começo. Então, para aumentar a velocidade das coisas, vocês fazem a lead, a lei vai seguir o framework que você passou. Então, promessa, aí vai elemento de prova, aí vai eh curiosidade, Eh, fascination, tudo bonitinho. E aí você só vai mudando o começo das leads, entendeu? Então, ah, eh, uma lead de história. Então, eu lembro que chama da
Rita que vendeu muito de sexualidade, né, na época que eu escrevia para vários nichos, que era eh em meados de 2010, eu eu tava dando uma palestra no sul do Brasil, quando uma cigana veio até minha tenda, falou que tinha um segredo para me mostrar não sei o quê. Eu adaptei isso para vários nichos. Em meados de 2020, eu tava num treinamento de hipopressivo quando uma uma moça veio para mim falar de tal coisa. É a mesma ideia, só muda o contexto. Isso serve para tudo, para todos os nichos. Então, a capacidade de abstração que
você tem que ter para adaptar essas leads já é o suficiente para você ter resultados. E aí você chega e pensa: "Pô, mas eu queria criar coisa do zero, eu não queria adaptar de novo. Tem concorrente seu que tá fazendo exatamente isso. E o Jogo do mercado de resposta direta para público frio não é um jogo para amador, não é um jogo para pessoa bom boazinha, né? Que é o jogo onde tá o dinheiro, né? Isso para lançamento também, para lançamento também. Então a ideia é modele, tá? adapte para sua realidade, mas entenda qual que
é a estrutura daquelas leis para você conseguir adaptar para sua realidade. >> Mano, falando com toda a humildade do mundo, tá? E eu quero pegar a opinião de Vocês. Eh, cara, e, pô, e talvez até alguém saia do canal do BettTube por isso, mas eu eu acho tão ridículo, velho, essa parada do ego, do expert, mano. Mas mas tão ridículo, tá ligado, >> mano? Como que vocês querem ganhar grana, velho? Se se vocês têm, tipo, isso é uma coisa tão básica, né? É um problema que a pessoa deveria estar focada em resolver problemas muito mais
difíceis ou ou problemas melhores, velho. Tipo, [ __ ] qual que vai ser a Le que eu vou usar? Qual que eu vou qual que eu vou pegar aqui? Só que o cara tá com com essa parada do do ego, que é uma coisa idiota, velho. >> É pensamento pequeno, né? Eu tava, eu vim para cá, ouvi no podcast do Lázaro, né? o cara que foi seou da Je lá tal, entrou quando a JTI tava em crise. E ele falou exatamente isso. Falou: "Cara, quando eu entrei para fazer o turn da, acho que era da
Je, não lembro exatamente, acho que era, eh, eu queria Eh eu queria pegar uma coisa que já tava funcionando lá nos Estados Unidos. Eh, não podia copiar Natura, não podia copiar Avon. Fui lá e peguei uma uma operação que tava lá nos Estados Unidos e repliquei, pronto, 500 milhões por ano. >> Toma. >> Tá todo mundo fazendo isso. Por que que você não vai fazer? >> É o mundo inteiro, mano. >> E não tem nenhum tipo de problema. O Capitalismo ele permite isso. O Instagram quando ele foi criado, ele não tinha os stories. Por que
que apareceu os stories do Instagram? Snapchat. Snapchat já apareceu. Por que que apareceu reals? TikTok, entendeu? Então, cara, o o a a vida é assim. >> E existe um livro, mano, que é chamado de Sete Poderes, fundamentos da estratégia de negócio, que vai aparecer aí na tela. E ele fala justamente forma de impedir isso, tá ligado? Então, tipo, Estratégia de negócio no fim das contas é justamente tu impedir isso aqui. Então, tipo, tem livros dedicados para tu se proteger dessa parada, >> porque isso daí é negócio profundo, mano. E tem várias técnicas lá, na verdade
tem sete, né? >> Uhum. >> Mas é muito poderoso. E se tu não faz isso em casa, mano, pelo amor de Deus. >> Isso é interessante porque assim, tem uma premissa muito forte, né? Não só Para v criativo, qualquer coisa. Quando algo funciona, funciona por um determinado motivo. Então, não vai morrer ali, >> né? Tipo, vai continuar funcionando, funcionou por a base de alguma coisa, porque a estrutura X, Y, Z, enfim. E só para que que a gente vai jogar fora, né? A conversão não é algo que a gente acha toda hora. Eh, a gente
acha em determinadas situações e aí, pô, já tem lá fora, tá funcionando um monte, não Tem porque a gente ficar reinventando a roda, né? >> É, >> né? >> Por falar em livro, tem até um livro chamado Hoby como artista, né? Que ele ensina justamente isso e que tem uma frase que fala que nada se cria, tudo se modela, né? E a maioria dos negócios hoje que são bilionários no Brasil, eles modelaram algo de fora. >> Sem dúvida. >> É muito difícil você ver uma coisa original. Então, >> sim, eu vejo, eu vejo que é
muito, muitas vezes, não é todo mundo, óbvio, eu vejo que é um movimento para ficar com a consciência leve. Então, ó, não tá dando certo minha campanha, o fulano tá ganhando 30 vezes mais do que eu, mas pelo menos eu não modelei ninguém. >> É >> sim. >> Nossa, >> entendeu? Enquanto você tá lá com a consciência leve, o cara tá nadando no dinheiro lá, viajando para >> Eu trai esse cara que que você tá com peso da consciência, copiou o outro, copiou o outro, copiou outro. Pô, é isso. É aquilo, né? Pode, pode me
modelar, só não copiou, vem falar comigo, né? >> É, coloca o seu tempero aí e >> faça seu diferencial. >> Para, para de copiar, gente. Para de Copiar. >> Ignora que a gente falou aqui. Não copie nada, não. Boa. >> Opa, desculpa interromper o teu episódio aqui rapidinho. Eu só queria te pedir, tá, se tu quiser me ajudar aqui no podcast, que é para tu pegar e se inscrever aqui no canal. Isso é 100% de graça, tá? Obviamente não paga nada para fazer isso. Eu tô te pedindo isso porque eu vi que 57,8% de vocês
aí que estão em casa assistem o Podcast, mas infelizmente não se inscrevem no canal. E aí, cara, se tu não se inscreve, o canal não cresce, o YouTube não entrega isso aqui para mais pessoas e a gente não consegue atrair mais convidados aqui pro podcast para criar um conteúdo legal para ti. Então, cara, se tu quer me ajudar, por favor, clica aqui embaixo, tá, em se inscrever e vamos tentar diminuir esse valor aí, vamos tentar chegar nos 50%, colocar essa meta pra gente poder crescer o Canal aqui do Veturb e trazer mais conteúdo para ti,
para que tu possa ganhar ainda mais dinheiro, beleza? Então, de volta pro episódio. >> Mas, cara, maravilha. Eh, eu acho que a gente deu uma boa ideia do pessoal como fazer lead, tá? Eh, tem várias formas de fazer aí. E também, pessoal, tem mais uma porrada de de conteúdo sobre isso aqui no podcast do Beturb. Eh, não tão white quanto esse aqui, confesso, mas tem por aí e serve Também, tá? Eh, eu lembro do do podcast número, não, podcast número dois do Vetur foi 100% White, que é o do Thiago Filmão. Vai aparecer na tela.
Na verdade, não lembro de um que seja explicitamente Black, mas enfim. Eh, deve ter no meio aí. E cara, vamos falar agora da história, tá? que é a próxima parte que daí o Brasil ele é do contra, né? Ele já começa na história. É, então cara, eh, como que tu faz aí, mano? A parte da história do teu VSL, como que Tu planeja isso aí? Como que tu escreve? Boa, >> como o pessoal de casa vai escrever aí sair com esse texto escrito? >> Boa. É, é bem simples, na real, tipo, é uma estrutura de
roteiro de cinema do storyt. A gente começa geralmente com a apresentação. Depois o lead, quem que eu sou? Eu sou fulano de tal e é feito jaleco. Vou falar das graduações. Uma coisa que eu sempre uso, uma boa dica é quantidade de seguidores que a pessoa Tem. Então, milhão de pessoas me seguem nas redes sociais, tenho X000 alunos, me formei em X coisa, blá blá blá, efeito de aleco. Depois disso, eu conto, eu faço alguma conexão ali com a história da pessoa, onde vem um contexto, tipo o braço do meados, não sei o quê, tipo
isso, eu conto contexto da pessoa de onde ela veio. Então, por exemplo, a gente fez o da Natália B e aí o contexto, a história dela já é muito boa para contar. Então, ela veio do Interior, tal, não sei o quê. contexto. Depois tem um ponto de virada, tava trabalhando lá numa num salão e aí faltou uma profissional de design sobrancelha e ela foi lá, pegou um ônibus e foi fazer um curso de para estudar isso e aproveitar essa oportunidade. Então esse foi o ponto virado. Eu fazer o curso porque teve uma oportunidade aqui de
uma que vagou. Depois a gente tem a transformação. Eu fui atendendo, fui tendo X resultados e Depois resultados que é realmente mostrando que você conquistou na vida. E aí, empresas, X, empresas, alunos, etc, etc. Nessa parte aí, o que é importante ter no storytelling é a pessoa se identificar com o expert, no sentido de que, pô, ela passou por isso que eu passei e você também trazer uma ancoragem para pro método da pessoa que ela descobriu tal coisa, enfim. Então, você tem que se se identificar com Especialista. Eu acho que é o ponto principal da
história ter identificação. E o segundo ponto principal é conexão, porque você vai citar: "Eu e eu ficava chorando no quarto e minha filha 100.000 em dívida e aprenderam não sei o quê. Realmente a história aconteceu. Então você tem que gerar identificação. Eu passei, ela passou pelo que eu tô passando e conexão. Ela sentiu a mesma coisa. Esse é o princípio. E esse framework é o é storyt de cinema. É só Para ter uma ordem lógica e coente das coisas. Sim, >> basicamente esse framework. E se o expert ele não passou pelo que a pessoa passou,
como é que tu faz daí? >> É muito difícil. Geralmente o expert passou por algum problema, alguma dor que eh por isso que ela buscou a solução e por isso que ela ensina expert, né? >> Então o víde ele tem alguma história, não é tão bonito, às vezes não é tão é história do herói, mas tem alguma coisa. Você segue esse roteiro e você consegue >> eh ainda fazer uma boa história. No pior dos casos, se for uma pessoa que tem muita autoridade, a gente já fez isso, o ex queria contar a história e tal,
mas a gente só fez o efeito de Alec e uma conexão com uma paciente, né? Igual o BR tinha falado, ou pode ser um aluno, uma paciente, a gente usou a história do paciente. >> Uhum. ele contando. Então você pode adaptar Para ser uma história de aluno, de paciente ou uma história fictícia, se não tiver par, mas isso é uma coisa que que tu acha que é ruim, tem que ser em último lugar, porque esse negócio do Brasí, mano, essa ideia que tu deu, eu acho que é muito coerente. E, pô, e o o especialista
ali, experto, sei lá, ele poderia falar: "Olha, talvez você esteja se sentindo assim assim assado. Eu já vi uma paciente que ela era assim, ela tinha esse problema, sofreu de tal e tal Coisa, assim era a vida dela, tal, tal". Só que tudo mudou quando eu apliquei esse método aqui. Aí tu tu acha que isso daqui é pior do que o expert falar da história dele ou meio que elas por elas ali tanto faz? Eu acho que depende muito do nível de autoridade que o expert tem. Então, e também do quão bom a história do
herói é do exp. Se for muito boa, eu usaria a história do herói. Se ele tiver muita autoridade para falar de um paciente que Eu acho que é mais forte do que um aluno e a história for boa, eu iria pro aluno. Acho que o critério é a história do meu expert é boa, vou com ele. >> Não, não é tão boa, não é tão bonita ali e tudo mais. Não vou ter identificação e conexão, vou pra história de paciente ali, basicamente. Mas eu optaria sempre pra história do do expem primeiro lugar. >> Uhum. Boa.
>> Eu tenho uma visão um pouco diferente dessa. Eh, quando eu vou falar do Expert, eu quero posicionar ele como realmente um expert. Então, não gosto de ficar falando das vulnerabilidades, dos momentos difíceis que ele passou na vida. Eu sempre gosto de posicionar ele como uma pessoa, entre aspas, e muito, entre aspas, aqui superior àquela pessoa que tá assistindo, porque ela que vai guiar. Então, a partir do momento que eu que eu conto a história, e esse é o projeto que eu faço, a partir do momento que eu conto a história, do ponto de Vista
que o expert se ferrou muito, tudo bem, ele teve o resultado, ele cresceu, ele evoluiu, ele venceu na vida, eh, eu nvelo para baixo a autoridade dele, na minha percepção. Então, eu sempre prefiro contar de uma outra de um de um outro ângulo para uma outra pessoa, né? seja uma pessoa, entre aspas, inventada, seja uma cliente, uma aluna, uma paciente, porque assim, eu consigo nivelar meu expert num nível que tá longe das pessoas que estão assistindo, Entendeu? Eu gosto de nivelar nesse sentido, >> mano. Eu não entendi 100%. Tu consegue me dar um exemplo assim?
O que que na prática é isso? >> Na prática é, eu não conto história de herói expert. >> É isso. >> Só falar, eu sou [ __ ] Não, não, você vai contar a história, qual que é a transição, mas é literalmente isso, porque eh eu sempre começo a parte da Apresentação, a gente tá falando de história, mas na parte da apresentação eu começo, ah, antes de mais nada, deixa eh sim todos os meus vídeos, tá? Antes de mais nada, deixa eu me apresentar. Eu sou fulana, eh, sou formado em tal tal tal. Consegui tal,
tal resultado e todos os dias eu ajudo mais de x.000 pessoas no meu Instagram. Eu falo mais algumas autoridades ali e aí eu já vou direto. Mas eu não tô aqui para falar sobre mim. Depois de ter falado tudo sobre ela, eu Falo, mas eu não tô aqui para falar sobre mim. Minha ideia de contar blá blá blá blá blá. Aí vai pra parte da história. Qual que é a transição pra parte da história dessa parte da apresentação? Antes de mais nada, eu gostaria de te mostrar quem que é a verdadeira culpada de eu gravar
esse vídeo para você. É a Maria. A Maria era uma pessoa t tal, entendeu? Então conta a história de outra pessoa. >> Aí tu usa a Maria para fazer, entendi. >> É. E aí tem todo o históri dele. E eu sempre começo a história do do quase do clímax. Então, ó, eh, a Maria veio até mim, devo conversar, não sei o quê, eh, tudo porque ela tava prestes a perder o casamento dela. Aí eu começo a explicar, a Maria sempre foi uma pessoa comum, se você conhecesse ela, ela é uma mulher tranquila, família, ela tem
valores, religião, tal, mas de um tempo para cá, de uns tempos para trás, ela começou a perder a admiração do marido. Cada vez Mais ela foi passando, eu tô contando a história pra pessoa pegar o template aqui que eu sigo. Cada vez mais ela começou a perceber que ele tava se afastando dela, que ele não dava mais atenção. Alguns momentos ele dava desculpa para não ir para cá, mas com ela ela começou a ficar chateada. A partir daquele momento ela achou que o problema ela era era ela. Então ela começou a emagrecer, ela comprou o
langerry, ela tentou usar brinquedo, fez Mandinga lá e nada deu certo. Até que um dia e mandinga. >> É até então são as tentativas, então são as soluções comuns, né? Até que um dia ela chegou e deixou, pegou o celular dele em cima da cama e viu que tinha uma mensagem da fulana. Quando ela foi ver o instinto dela, falou para ela olhar o celular dela, dele e ela descobriu que ele tava eh trocando foto pelado com a menina do trabalho dele. Sempre tem que ter um clímax. É, essa é a minha Percepção. Tem que
ter um clímax forte, >> tá? Eh, depois desse clímax, obviamente eu tava falando com mulheres que queriam resgatar o casamento, então não ia falar: "Ela terminou". Não, eu ia falar, mas mesmo assim ela era uma pessoa família, ela amava muito aquele cara e sabia que na idade dela ia ser difícil encontrar um homem bom. Então ela decidiu fazer tal coisa e foi aí que eu entendi. Ó, e a transição é a seguinte, eh, e quando ela me falou, eu já sabia Que o problema, eu já sabia exatamente qual era o problema dela. Aí, pumba, >>
[ __ ] mano. Essa transição é boa. >> Essa transição é boa, né? >> Entendeu? >> Aí já começa o mecanismo delí começa o mecanismo. É bem fluido, sabe? >> Viu, pessoal? É isso aí, mano. Esse é o rolê. No final das contas, ainda tem que conectar as paradas com transições fluidas, entendeu? que nessa daí do do braço. Inclusive, acho que é uma das Partes mais importantes é fazer é saber fazer conexão. Muita gente erra nisso em fazer fica seco, tipo como se fosse um corte assim, sabe? Não tem uma uma conexão, uma transição de
fato. Isso é bem importante. Quando eu comecei a aprender COP, né, eu lembro na na época do do pessoal do Deric, do Denis B, do Elias Mamã, eles falavam tem que ter a finesse, né? Eles brincavam, sabe aquele cara que ficava jogando tem que ter a finesse. Então tu lê, você fala: "Hum, Tá travado aqui". Então adapta tem que ser não tem não tem >> nunca mais esqueci isso. Impressionante. >> Caramba, parece macete de vestibular, velho. >> Mas é, deu certo. >> E tu, Kips, como é que faz essa parte da >> cara? Norm, normalmente
eu olho para três partes da linha do tempo, o passado, o presente e o futuro. Tento levar a pessoa, fazer ela imaginar o que tava acontecendo antes do problema que Ela tá sofrendo, problema atual, que é o presente, e aonde ela pode chegar se ela continuar, se ela continuar sem resolver o problema dela. Na maioria das vezes, eu não gosto de fazer a história com o próprio expert, porque isso faz a gente não ter os argumentos que a gente pode ter, sabe? Então a história do expert vai até um limite, mas tem vários outros limites
ali em volta que a gente tem que explorar e não consegue, sabe? >> Sei. Sei. Exatamente. >> Então, então é exatamente isso. Segredinho aqui. Segredinho. >> Exatamente. Segredinho. Muito bem. >> Então, e aí basicamente é essa é a questão, porque o expert, ah, beleza, eu tive problema, não sei o que, não sei o quê, não sei o quê, mas às vezes vou colocar nicho de finanças. Às vezes o cara não passou por uma crise financeira, às vezes veio de uma família tipo bem estruturada e acabou. Só que se ele não falar isso, ele não vai
se Conectar com a audiência dele que passa, que é endividada, que aí você vai ver a quantidade de pessoas endividad no Brasil, pô, um monte de pessoa. Você falar aquilo dali vai te ajudar a converter também, porque na minha opinião, né, a parte da história é gerar conexão com a pessoa, então falar da das dores, dos desejos e tudo mais que ela tem ali. E usando a história do expert, raramente consigo fazer isso com todos os elementos que tem, porque aí fica Aquele negócio muito forçado também, né? Pô, o expert no meu caso é o
médico, pô. O médico que tá sofrendo um problema e não conseguiu resolver o próprio problema dele. >> Uhum. >> É, é meio difícil, né, de de E aí veio o que o Braço falou, você descredibiliza o seu expert. E eu também não acho que é algo interessante fazer, né? >> Entendi. >> É, a gente tem exemplos de de ambos os Casos, né? Tem várias VSL escalaram para [ __ ] com a história do expert e várias VL escalaram com a história de outras pessoas. >> Então, mas você vê quando é um exper, quando é um
doutor, por exemplo, né, do dos atores aí que tem da vida, eles falam: "Ah, a mãe do a minha mãe tava sofrendo". >> Não sei quem. Exatamente. >> É, >> mano, eu acho muito interessante que Vocês falaram sobre que a história tem que gerar conexão e eu eu sempre gosto de entender o porquê das coisas, né, os fundamentos, pra gente não só sair copiando, decorando as coisas, mas de fato entender assim, porque que é bom, né, cara, entender como que funciona, é os conceitos ali. >> Conceitamente >> aí, mano, eu vou explicar como é que
que eu entendo a história, eu vou pegar a Opinião de vocês e vou dar uma dica também. Aí, se vocês tiverem mais dicas para dar, eh, mas na minha cabeça, cara, a história tem que fazer essa parada da conexão e daí, eh, aliás, vamos voltar um pouco, tá? Mas eu acho que tem três objetivos que a história tem que que que fazer aí. O primeiro deles é gerar credibilidade, que é a parte lá do jaleco, que isso aí vai matar a objeção de por eu devo escutar em primeiro lugar, que é uma coisa que as
pessoas lá No tráfego fio devem estar pensando, tipo, tá, mas mas quem que é tu, por que que tu vai, por que que tu é uma pessoa acreditável? >> Aí essa é a parte da credibilidade, que é, mano, eu sou tal coisa, tal, etc. Depois tem a parte da autoridade, que daí é tu eh explicar pra pessoa o problema dela de uma maneira melhor do que ela mesma consegue explicar. Quando tu faz isso, a pessoa meio que entende ali, mano, esse cara aqui sabe mais de Mim do que eu mesmo, então ele deve saber a
solução também. E daí a gente gera essa parte da autoridade. E a objeção que a gente quebra aqui é tipo, tá, mas por que que vai funcionar pro meu caso? Então, a primeira é por que eu tenho que escutar e por que quear pro meu caso. E a terceira coisa que é aquele negócio do clima do clímax que tu falou, que é justamente a gestão do estado emocional da pessoa. Porque se a pessoa chega no final do nosso VSL e ela Não tá no estado emocional correto para compra, ela não vai comprar. E daí só
até uma coisa, pessoal, que a gente tem que fazer no no VSL inteiro, né, de tipo sempre ficar eh voltando ali na emoção principal para quando a pessoa chegar no final lá do nosso VCL, ela queira comprar, seja no estado emocional de compra. Isso é muito poderoso. Às vezes as pessoas esquecem isso, né? É a mesma coisa que, sei lá, um exemplo pro pessoal de casa, tentar vender um, sei Lá, vai num velório de alguém do teu cliente, tenta vender para ele no velório. Cara, a pessoa tá com em outro estado emocional, ela não vai
comprar. Fala aí, que que tá agoniado aí? >> Eu falo tá assim, ó, fulando, >> não, você fala do estado emocional, né? >> Aham. Isso é muito, isso é muito massa, porque um dos motivos que eu utilizo a história do herói, do expert, é para ter esse estado emocional, porque quando eu Coloco a história do herói, eu faço algo que é muito importante, poucas pessoas fazem. As pessoas falam de objeção, mas não falam de crenças limitantes do inconsciente coletivo. Você tem que quebrar as duas coisas. Então, não adianta meu produto de relacionamento ser massa se
ela tem uma crença que eh não presta um produto de relacionamento. Então, no story eu substituo crenças limitantes do inconsciente coletivo e eu crio um manifesto aqui. E aí sim isso Conecta lá na parte com oferta com essa parte emocional. Um dos motivos que eu gosto de utilizar é o storyting. >> Sim. >> E isso é muito muito massa >> e avançado também, né, mano? Esse daí é mais eh, mas mas eu te entendo, mano. E de fato dá para fazer na história. Só que esse daí, mano, aí tu já entrou num nível a mais,
tá ligado? >> Sabe por que eu gosto muito da história? Eu tô pulando, né? Tá indo aqui, aí eu Vou falar >> sim, >> mas eh eu gosto da história porque não me entendo mal, tá? É, você tem a oportunidade de colocar na cara da pessoa tudo aquilo que ela tá fazendo de errado sem falar diretamente para ela. >> Toma. >> Entendeu? Então, ó, a fulana ela era gorda, ela se entupia de doce, ela não ia pra academia. Aí o cara foi lá e traiu ela. Tipo assim, é a situação da Pessoa pode ser parecida,
mas você não tá falando para ela. >> Então beleza. Só que você começa a pintar na cabeça dela e é por isso que você constrói a história e tem que ter o clímax. Como que vai ser a vida dela se ela continuar naquilo? >> Boa. >> Você entendeu? Então essa é a forma de conectar que eu vejo. Você pode jogar na cara dela sem jogar na cara dela. >> Isso é muito bom. É, >> é muito forte. >> É. >> Mas mano, se eu fosse dar uma dica assim para fazer uma boa história, para para
encontrar boas histórias, tá? A melhor fonte, eu não sei se vocês têm também da eu queria perguntar para vocês depois, mas são livros da Amazon, porque lá na Amazon tem livro de tudo quanto é nicho. >> Sim, >> eu lembro que tinha um livro que o nome Dele era Face Its, o que as mulheres realmente sentem quanto a, tá ligado? >> Quando a o rosto muda, que vai aparecer aí na tela aí, Thagão, coloca aí. >> Mas, mano, é um livro de um monte de mulher desabafando do que que aconteceu quando elas envelheceram, como que
foi a primeira experiência com rugas. E aí eu lembro que eu peguei a história de ir lá e e eu falei: "Olha, eh, eu eu tinha uma amiga tal que ela era isso e isso, isso e tal e tal coisa". E daí a história Contava no livro que eu achei bem interessante, né? Bem dramático, na real, era uma mulher que ela pegava, ela tava lá em casa, daí ela saía, ia, ia no espelho, ia no, ia trabalhar, aí entrava no elevador, olhava no espelho do elevador e daí ela via que ela tinha esquecido de passar
a maquiagem. Ela falou: "Putz, não passei maquiagem. Olha como é que tá meu rosto". Aí ela voltou em casa e foi passar maquiagem. Quando ela chegou para passar maquiagem, ela já Tinha passado, mano. E daí ela fala assim no livro: "Eu percebi que eu já tinha passado >> e que na e que aquilo no meu rosto não era falta de maquiagem, que eu tava velha e agora não tinha mais nada que eu poderia fazer para reverter isso e eu ia ter que encarar isso de frente, eh, e saber que eu realmente envelheci e fiquei feia.
E daí, mano, eu achei a história muito doida. E daí eu peguei isso daí e botei no BSL. E da onde que Veio isso? do livro, mano. Então, imagina o teu cliente escrever um livro, um livro, mano, para ti daqui, ó, tá aqui, ó, pá, todas as minhas informações. E existe isso, mano. As pessoas fazem isso, tá lá na Amazon. É meio bizarro isso acontecer. >> É, outra coisa é depoimento do pessoal no YouTube. Desabafa minha jornada do emagrecimento. >> Aí a pessoa vai lá e lamenta até chora nos vídeos, né? >> Mas isso daí
em vídeo ou em comentário? Em vídeo mesmo. Vídeo. As pessoas coloca lá desabafa da minha jornada de emagrecimento. >> Elas acham que é anônimo, né? Que é cada informação para relacionamento tu abre lá, aí tem lá. Pô, esse veio, esse vídeo veio no momento certo. Meu marido acabou de me trair com uma novinha ainda, pegou tuênço, falou: "Caramba, tá seu nome lá?" Entendeu como é que >> só colocar o endereço, filho. Depois ela Tá lá no topo da Hotm, >> não sabe o que aconteceu. >> Loucura, loucura. >> Mas tem bastante informação também. >> É
bem interessante. >> Inclusive, uma um ótimo exercício para treinar mecanismo é a sinopse dos livros da Amazon. É muito bem feito a sinopse. Ele fala de um problema de solução e coloca um nome único. >> Eu estudei muito mecanismo lendo no livro Sinops na Amazon. >> Tá uma boa dica aí para vocês. Boa essa dica, essa não sabia. Legal. >> Mas, mano, referente à história, a gente tem um negócio do livro, tem um negócio dos desabafos. Vocês têm algum outro recurso que vocês indicam, algum hack, alguma coisa pro pessoal de casa criar boas histórias? >>
Eu acho que lê, sabe? Eh, eu, eu sempre li livro, sempre gostei muito do livro de ficção, né? Bem bem construídos, tal. e filme, filme e livro, sabe? Livros Bestsellerers, eles têm um formato validado de história, obviamente muito maior do que você vai fazer meia ou página, uma página numa VSL, mas é sempre o formato mesmo. Então, filme, livro, qualquer coisa que venda bastante, tipo, você pegar 50 tons de cinza, é uma ba de uma história se você vende para relacionamento, entendeu? Tá vaziada. É, ou não é? >> Sei lá, mano. Não vi nunca vi,
>> mas eu tenho, eu quero ler isso aí. >> Nunca, nunca assistiu? >> Nunca, nunca assisti, nem li. Mas eu quero, eu quero ler só para entender a mente das mulheres, tá ligado? Só ponto. Todas as mulheres ficam loucas porque elas gostam do cara lá que é sado masoquista e você começa a perceber o padrão. O cara é sado masoquista mesmo. E é todo mundo, nossa, com chang não sei o quê. Poxa, tem um padrão de comportamento forte para caramba. >> As crenças. >> Exato, >> mano. E isso é uma coisa que a gente esqueceu
de falar, não sobre o >> que bom. Não, não, esse assunto aí é sobre o tamanho, mano. E >> tamanho é [ __ ] >> O tamanho das cops, rapaz. Calma. Mas foi fora de conteúdate, matei o Bras. Matei o tamanho das copas, mano. Porque, tipo, a LED, ela pode ser ali umas 800 palavras, 500 palavras. A história tu falou que é meia página. >> É uma página no máximo. >> Mas o que que é uma página são mais curtas. >> Mas quantas palavras? >> É uma página no na real 11, entendeu? Essa primeira página.
Eu não fico analisando caracteres, palavras, eu vejo, pô, isso aqui tá bom. É isso, >> deu uma página Arial 11. É isso. Bota. >> É, eu diria que vai umas 800 palavras aí a história, talvez mais 700. Aí eu gosto de passar isso só pro pessoal ter uma Boa ideia do que que tá acontecendo. Mas, mano, quer saber a dica de ouro aqui, ó, que é a coisa mais de alta do mundo, mas mas funciona e é muito bom só ver o que que o pessoal tá fazendo, tá ligado? >> Sempre isso, sempre. >> É.
Então, tipo, [ __ ] o cara que tá escalando, que tá vendendo aqui R 1 milhão deais aqui no mês aqui, tem uma história de 500 palavras. Adivinha quantas palavras vai ter a tua história, Mano? Adivinha? É 600 ou é 400 ou é 500? É 500, né, mano? Por quê? Porque o cara tá fazendo, tá dando certo. >> Então tu faz também, [ __ ] Entendeu? >> Mais simples e impossível. >> Mais simples impossível. >> Mas cara, maravilha. Vamos pro assunto aqui então de oferta. Eh, esse aqui é o penúltimo assunto que eu quero lidar
com vocês. Depois eu quero falar de formato e daí depois eu não vou falar de criativo aí porque, cara, a gente tem Uma porrada de podcast disso aí. E, mano, já estamos aqui com 3 horas e pouco de podcast, então é muita coisa. Mas cara, finalmente na parte da oferta, eu confesso para vocês que eu não tenho muita experiência com oferta. Hoje eu sei que o pessoal testa oferta absurdamente para aumentar ticket médio. Na minha época eu nunca testei oferta. Eh, errei, vacilei. Hoje eu vejo como é importante, mas eu sei, a minha dica foi
sempre assim, cara, acha uma oferta Padrão do mercado e modela aquilo ali. Porque na minha cabeça, né, era a parte do VSL menos importante, a parte mais templetizada, mais simples, mais, mano, copia e cola aqui. Curiosamente, às vezes é metade do VSL uma oferta, então o VSL tem 1 hora, 30 minutos, é só parte da oferta. Eh, mas mano, isso é o que eu sei. Aí eu queria saber de braso, como que tu faz, cara, essa sessão da oferta? Tem algum segredo, alguma coisa? >> A oferta, você tá querendo falar da última parte da VSL,
não da oferta, da oferta em cima da oferta mormos. Não, tá beleza? >> Eu geralmente eu divido a oferta em dois blocos, né, que é a parte da da ancorá, na verdade são em três blocos. Vou vou misturar em três blocos, tá? Primeira transição pro produto, eu já considero parte da oferta. Vamos considerar aqui, tá? Pr normatizar. Primeiro a transição pro produto, depois eu vou eh transição E apresentação do produto, depois eu vou ancoragem e preço e depois eu vou pro fechamento, tá? Trans produto, eu uso aquela que eu falei, tem que ser uma um
uma coisa plausível, tem que ser uma coisa geralmente que realmente aconteceu. Então, igual eu falei, a Diandra tinha um mentor e esse mentor falou para ela porque que ela tava fazendo, criando audiência para todo mundo, não tava criando para ela. Isso acendeu uma luz na cabeça dela, ela Decidiu transformar tudo aquilo que ela oferecia para os clientes numa coisa eh para todo mundo consumir. E aí nasceu o XPTO, que eu falei, não falo curso, eu falo XPTO. Às vezes, quando eu vou me referir, eu uso treinamento, tá? Mas é sempre treinamento intensivo, treinamento eh aplicável.
Eu sempre uso algum adjetivo para não ficar tão tão tão simples, >> tão batido, talvez. >> E aí depois eu vou pra parte do bullet. Eu apresento os o produto em formato de bullets. Então >> o que que é bullet? Aí explica pro pessoal. >> Bullets é aquilo que você falou, são mini headlines, né? São frases curiosas que você usa para instigar a pessoa a consumir aquilo, né? Fazer com que ela tenha curiosidade e queira consumir aquilo. >> Dá um exemplo aí. por exemplo, sabe chegar nisso, não é que ele sabe qual Que é o
banner. Eu sei qual que é o B. >> Fala, fala, fala, fala. >> Na época que eu escrevi para relacionamento, na época que eu escrevi para relacionamento, eu tive uma expert de sexóloga que ela era muito boa, né? E eu tava muito querendo criar um mecanismo para ela. Eu criei um mecanismo para ela. E aí eu eu não criei o mecanismo, eu criei o bullet, né? a ideia ali. E aí o bullet era assim: "Ah, o segredo da Cavalgada da Mona, o segredo da cavalgada da Monalisa é para você, seu parceiro, ficar pensando em para
você fazer seu parceiro pensar em você 48 horas por dia e ligar para você tirando sua roupa." Tô dando um exemplo aqui. >> Cavalgara da Manariza, >> esse é muito bom. >> É. Nossa, eu lembro que a primeira vez que eu falei isso, mentira, mentira. E foi, deu certou, deu pra caramba. >> Toma. E aí, eh, os bullets, eu sempre Tento pegar dores ou desejos das pessoas que vai atendendo do produto. Aí eu já começo a desenvolver o produto que eu falei para você, eu começo a criar o produto baseado na minha campanha. Então eu
coloco de quatro a seis bullets, quatro quatro a seis frases que podem passar diretamente ou não pelos meus pelo pelo a estrutura do meu produto, entendeu? Eles falaram que vídeo por fase. Talvez você possa colocar fase no porto. Eu coloquei: "Ah, a primeira fase Vai ser a fase de desintoxicação. Vou te mostrar a técnica a do alerta da manhã que faz você tal, tal, tal. Você pode dividir, mas sempre por bullets, tá? Não faço por módulo, não faço por método, não faço por eh qualquer outra coisa. É bullet. Qual que é a melhor forma de
achar bullets? Aquele, acho que é 100 bullets do Gearbase Venga, sabe? É um sitezinho dele que ele tem uma porrada de bullet. >> Não conheço, mano. R do G vem, galera. É, coloca bullets Gar Venga no YouTube. No YouTube, ó, no Google, você clica lá, tem vários bullets dele e você tira várias ideias de novo. Você tem que abstrair, adaptar pra sua realidade. >> Não tem o marketing bullets, mas mas é de >> é o marketing bul é tipo um >> é do Venga. É isso aí. Então >> não é isso aí não. >> Mas
não é isso. Pode ser isso. >> Esse é um monte de artigo. >> É artigo lá. Não é >> não. Não tem um documento que >> Mas eu acho que Mas eu acho que que eu sei o que ele tá falando. Mas não é do John Cal não é isso. Não, >> pô. Então deve ser bom para [ __ ] isso aí. Nossa, não quero ver. É muita ideia. Tem muita ideia. e você consegue tirar de lá. É, obviamente não pode ser uma coisa tão apelona se você não entregar aquilo, né? Tem que ser baseado
no seu produto. Então a ideia e aqui que eu Começo a construir meu produto, entendeu? E aí eu vou desenvolvendo no final da VSL e depois eu desenvolvo. Provavelmente tem um método para produto, que senão daria mais um um podcast aqui. >> Sem dúvida. >> Falei disso, eu começo a falar da eh de como seria a vida da pessoa sem aquilo versus com aquilo. Então eu quero que faça um exercício comigo. Imagine como seria se você pudesse resolver seu Principal problema. Blá blá blá blá blá blá. Eh, olha só, olha essa transição. Se eu fosse
me basear apenas pelos meus treinamentos presenciais, eu sempre me cobro no presencial. Se eu fosse me basear apenas pelos meus serviços premium que eu dou para grandes empresas, se eu fosse me basear pelas minhas consultas e pelos meus protocolos mais caros, eu teria que cobrar tanto. E é sempre valor real, entendeu? E aí faz ancoragem, que eu acho que é mais Padrão, né? A galera do lançamento também sabe. Preço. Depois de preço, eu vou paraa garantia. Eu sempre dou 15 dias de garantia. Não dá para esticar tanto quanto Nutra porque eh, enfim, é especialista, né?
Eu tenho caixa, enfim, um monte de coisa. Depois disso eu vou para bônus, coloco três bônus sempre, às vezes dois vai, quando eu não tenho muita ideia, é melhor não colocar nada do que ficar forçando, tá? Depois de bônus eu vou pro Fechamento. E aí é uma parte um pouco mais emocional, né? Então, eh, o melhor fechamento mais simples para as pessoas usarem é aquele básico, né? Você ah, a partir de agora você tem dois caminhos. caminho. Primeiro caminho é você dizer não para essa oferta, para essa oportunidade e continuar vivendo essa vida desgramada que
tu tá vivendo. Literalmente é isso, entendeu? Eh, não é a opinião, a opção mais inteligente, mas ainda é uma opinião opção. E tem a Segunda opção, quer dizer sim, para essa oportunidade, blá blá blá, pode fechar aí, entendeu? O que que eu sempre recomendo? Se você não entende de VSL, se você não entende de escala ainda, principalmente para público frio, faz o básico. O básico funciona, funciona muito, tá? Então é essa é a estrutura que eu uso e eu não fico pocando muita coisa depois do pit não. >> Boa. É o básico bem feito, mano.
>> Básico bem feito. >> É >> porque só para complementar, porque a ideia é que a pessoa já chegue na minha oferta comprada. >> Sem dúvida. >> Essa é a ideia. >> É, >> entendeu? Se se a pessoa precisa do obviamente uma oferta boa vai trazer mais escala, mas se uma pessoa precisa de uma oferta boa para comprar, você falhou antes, entendeu? Então o seu Projeto não vai ter tanta perenidade assim, pelo menos da experiência que eu tenho nos projetos. >> Uhum. É, sem dúvida. Claro que claro que ajuda, né? É que é o que
dio 1 milhão para um projeto de 100 milhões por ano, entendeu? >> É porque, pô, daí tu daí tu não tem por não se colocar nessa posição para ter o máximo possível de sucesso >> total, >> né? >> É. >> E tu, Kips, como é que tu faz essa parte da oferta? A última sessão do nosso VSA. >> A última sessão é, a gente foi de história para oferta, né? >> Sim. Só que tem a parte da construção do produto, igual o Braz falou ali, e exatamente a mesma ideia ali. A gente pega os as
dores e os desejos da pessoa e transforma isso em bullet também ali nos módulos. Só que obviamente não fala Módulo, a gente pode falar dias, eh, semanas, pode falar fases e aí por aí vai. E aí faz isso meio que fazendo a engenharia reversa do que a pessoa sofre e do que ela deseja. Então, o primeiro bullet lá, é, igual o braço falou ali, você pode colocar literalmente que a pessoa quer, só que de uma forma diferente ali, eh, talvez mais abstrata ou qualquer coisa do gênero que marca a cabeça da pessoa e você coloca,
por exemplo, né? E a gente olha muito também Na fase do mecanismo. Se a gente falou que o nosso produto é vai fazer um detox do intestino, a o primeiro bullet do entregável vai ser isso, >> porque a transição paraa oferta foi aquilo lá que eu falei. Então assim, >> depois que eu falei a solução, eu falei o problema, falei a solução, aí a gente vai encaminhar pra oferta, pra construção do produto. Aí eu falo assim: "Então vou fazer um combinado entre eu e você aqui, tá? Eu vou te ajudar com esse Seu objetivo de
contrapartida, você me ajuda com o meu". E aí você coloca um reason igual o braço falou. E aí você começa a falar, então ó, vamos fazer o seguinte, como que vai funcionar isso aí? Bullet, bullet, bullet, bullet e leva pra oferta, né? Que a oferta em si. A oferta basicamente é acha algum reason I para ancorar o preço, fala: "Ó, eh, minha consultoria particular." E nesses casos a gente até às vezes coloca print, tipo, olha só esse print desse Pix aqui. Eu não tô mentindo para você. Olha esse esse Pix aqui que alguém me fez
de, sei lá, eh, R$ 1.000, tá? Mas eu não quero que isso seja eh eu não quero deixar esse valor, porque esse valor pode impedir as pessoas de chegar e aí tem aquele negócio também de entender eh o projeto que você tá fazendo, né? Porque você, por exemplo, pode colocar isso, ó, se for de ás, por exemplo, pô, é uma uma mulher que passou, teve seu a sua filha, filho, que seja, e não consegue Recuperar a barriga que tinha antes da gravidez. que eu falo: "Ó, eu não quero que seja um peso para você financeiro,
porque eu já passei por essa situação. Eu fui na academia, eu fiz isso, isso, isso, e eu não conseguia voltar com o meu corpo de antes. Isso mexeu muito com a minha autoestima. Por isso eu não vou cobrar esse valor, vou cobrar esse daqui. Aí você ancora o valor atual e depois eh vai falando alguns argumentos ali. Pode fazer um fac, tipo, ah, talvez Agora você esteja pensando nisso e aí você coloca ali o que a pessoa pode estar pensando, ah, qual o tempo de acesso garantir e tudo mais e espaçar um pouquinho, tipo texto,
né? COP, no caso, botão mais copy, depois botão de novo, falando pra pessoa clica aqui embaixo. Não clicou, clica aqui embaixo de novo. Algumas vezes, porque às vezes a pessoa escuta e por algum motivo esquece, >> sei lá. Então a gente tem, sei lá, umas cinco vezes que a gente menciona o botão No final. >> Tem que ser repetido, sem dúvida. P >> Mas, mano, tu tu quando eu digo oferta, para mim é tudo que vem abaixo de quando eu menciono o nome do produto, tu divide de maneira diferente. Então, que tu falou que tem
a construção do produto e depois da oferta? É, é porque a gente sai, né, passando tudo de novo, né, o a lead, depois a gente vai pro pr pra história, depois a gente vai pro mecanismo. Aí seria a oferta para você >> na minha cabeça. É, >> é porque tem a construção, é só um nome diferente, só é só um nome diferente, mas a mesma coisa é oferta, >> é o que você, a pessoa vai receber. É só para dar uma diferenciação assim, né? Porque >> por enquanto a gente não trata como oferta por eu
não falei o preço ainda, entre aspas, sabe? >> Entendi. Entendi. >> Eu tô ancorando pra pessoa que ela vai Receber ali dentro. >> Uhum. Eu acho que é a mesma coisa do Bras, né? Tem muita diferença. >> Mas e tu, mano? Nessa parte da oferta, como é que tu faz? Tu faz alguma coisa diferente dos guri aí? Como é que é? >> Boa. Os mesmos princípios, mas eu faço algumas coisas diferentes do Bras. Então, por exemplo, eu construo que você, né, >> essa rifalidade, >> eu construo o primeiro produto antes. Então, eu eu defino alguns
alguns bullets ali. Eu defino para quem que é meu produto, o nome do meu produto, os diferenciais. a POV, os entregáveis, os bônus, eu defino umas partes estratégicas antes. Depois disso, beleza, agora tô no bloco da oferta no finalzinho. Eu começo geralmente com o reason, que é eu dou um motivo de que eu criei aquilo ali e conecto um pouco com o manifesto que eu falei lá atrás no storyting. Depois disso, eu vou pro Método, que é uma parte diferente do BR, eu falo do método, nunca falo do produto primeiro. Então aí método ou em
fase, o método em protocolo 21 dias, o método, o método. Depois que eu falo o método, eu vou entrar na apresentação do produto, que aí eu vou falar um pouco de depoimentos, eu vou falar um pouco de para quem é, eu vou e aí depois eu entro na questão da ancoragem, ancoragem normal, consulta e tal, mas não vou fazer isso porque quero Deixar acessível para todo mundo. Geralmente a gente ancora em consulta ou alguma coisa individual ali. >> Uhum. >> No no caso do fisioterapeuta, a gente ancorou no nem em todos os casos. No caso
do fisioterapeuta, a gente ancorou em quanto que a pessoa gastaria fazendo fío toda semana ali versus o valor do curso na hora que ela vai pensar. Aí fiz ancoragem, eu falei preço. Aí tem outro diferencial que eu Faço. Eu tenho quatro blocos pós pit. O primeiro bloco speit, falei o preço, fez, fiz o negócio de desconto, cupom de desconto, clique aqui, beleza? Cta. Depois eu tenho o segundo bloco que é os bônus. Eu revelo depois para não ficar muita coisa antes aqui. Então, revelo os bônus, CTA. Terceiro bloco, eu faço um tutorial de como pagar
o checkout. Então, ó, é só clicar aqui o primeiro passo, aparece na tela, preenche os dados, já fala um pouquinho do order Bump aqui, clica, etc. e tal. O quarto bloco é o o fomo, né? Os dois caminhos e o quinto bloco é o cupom de desconto de novo lá no finalzinho. >> Ah, é? Tu falou. >> Só que em cada bloco eu tenho a CTA. Clica aqui e tal. E eu boto o botão no vídeo da Vitubo também. >> Boa. >> Basicamente. >> Boa. >> E é, >> é, cara, eu não tenho nada o
que agregar para ser assim sincero. O que é ruim, tá, pessoal? Porque eu sei que tem gente que faz umas coisas muito mais ninja, mas eh que eu saiba é isso. Então, pô, fala o produto, fala os benefícios, o que que faz, para quem é, para quem não é, ancoragem, preço, aí CTA, aí depois garantia, CTA >> tem garantia também >> é aí depois eh, possivelmente os dois caminhos e daí CTA. A verdade é que tem feitas formas de fazer. Eu vejo que o closer ele é o fechamento aí, o a oferta ele é similar
à parte da List. Dá para tu combinar, sabe? Criar várias paradas. >> Uhum. >> Eh, mas sem dúvida é uma parte que deve dá para otimizar mais. Eu quando eu não tenho tanto conhecimento assim, para ser sincero, >> é pessoal geralmente, né, para estudar nutra lá nutra na gring o pessoal Colocava coloca, né, presente surpresa. Então para quebrar a objeção, ah, nessa oferta também eu coloquei o presente surpresa que vale mais que qualquer outra coisa, valor de R$ 1.000, você vai receber de graça assim que tu acessar o seu treinamento. E aí vai para aquele
facurai, não lembro quem que deu esse nome. Facurai Eric. >> Ah, tem o FAC. Boa, esqueci do FAC. ele já col ele coloca também e aí tira todas as dúvidas, as possíveis objeções da Pessoa ali no >> de forma depoimento. >> É, também. Então tem isso, mas eu prefiro o mais simples ali. >> Sim. Uma coisa que dá para trabalhar porque diferente do lançamento tem escassez e urgência. Fechar carrinho. No perpétuo oferta direta não tem. Então, trabalhar algum elemento de escassez, urgência é bem importante. Então, por tem vários, mas um do que a gente utiliza
é de dar um bônus, bota um Timezinho, countd, se você sair dessa página não vai ter mais, enfim. Então, você pode usar um bônus ã que é um presente, né? Acho que esse é o que eu mais utilizo. Não sei se você utilizam algum outro. >> Eu uso, eu uso um que é assim, eh, isso levando em consideração que o expert ele precisa aceitar também o que tá escrevendo, né? Eu falo assim, é ó, olha só, esse esse produto ele vai custar 500, ele custa eh R$ 600, mas você tá Pagando esse valor aqui, R7,
oralmente eu uso. Eh, e a próxima turma, provavelmente, provavelmente não, a próxima turma vai ser 697. Quando você entrar na plataforma, você vai saber porque eu vou cobrar 697, porque ele é bom para caramba. Então, essa é a turma zero. A partir do momento que entrar na turma um, eu vou aumentar o valor. Só que nunca vai ter turma um porque é perpétua, entendeu? Então não tem a próxima turma. Uhum. Então continua Sendo ali, senão é uma mentira, né? >> Uhum. >> Boa também. >> Faz alguma coisa diferente que precis não >> mano. Eh, a
última coisa que eu queria passar pro pessoal aqui é referente daí a formatos de gravação do nosso VSL, porque cara, isso é uma coisa que é importante e tem infinitas maneiras de fazer. Eu não sei qual que é o nível de sofisticação aqui do Brasil referente a Isso, mas eu sei que lá fora tem gente que faz VSLS em formato de entrevista, tem gente que faz VSL em formato de podcast, que querendo ou não, isso aqui que a gente tá fazendo agora, em teoria é tipo um VSL de podcast, onde eu tô vendendo a credibilidade
aqui de vocês. Então, eh, eu queria saber assim que que formato que vocês recomendam, tem alguma técnica para isso aí? O que que tu faz, Kips, em termos de de formato? Tu tens alguma dica assim pro pessoal? >> Cara, uma coisa que a gente, uma coisa que importa muito pra gente é cenário, não necessariamente ou formato em si. A gente pegou a mesma VCL que tava funcionando e falou assim: "Fizemos a primeira versão gravada com o celular com o fundo da academia". Falou: "Não, agora deu certo, o que que a gente vai fazer?" Vamos para
um estúdio fomos pro estúdio, não vendeu da mesma forma, >> converteu menos. se converteu mesmo com a VSL de emagrecimento. Então assim, um Fundo de academia que a gente olha e fala: "Pô, mas você vai falar de academia, você tá falando mal da academia, na academia não vai vender". >> Mas aí a gente foi para um estúdio assim, tudo bem iluminado, que não sei o quê, e não funcionou bem. Então a gente dá uma olhada nisso também em relação a como posicionar o expert ali na diante da câmera e os principais formatos que estão viralizando
ali daquele nicho. Por exemplo, tem formato às vezes que é duas Pessoas interagindo, aí coloca as duas pessoas. E também uma coisa que a gente faz é a microlad, né? a às vezes um videozinho de 2, 3 minutos ali, que é o mesmo, quase o mesmo script do criativo campeão, criativo que deu muito certo, a gente quase só que pluga ali sem mudar muita coisa e só depois faz uma transição pr pra líd. É isso, >> mano. Se a gente falar de micro lead aí a gente vai estourar a cabeça é tipo mais um >>
aí vamos derrubar os caras, os caras vão ter que voltar a fazer lançamento, mano. Eles vão aguentar. Mas microlad é muito bom. Microlad é uma técnica mais avançada. Eu acho que quem começou isso no Brasil foi o Stephan. Sabia que eu acho que no primeiro podcast do Veturb, ele falou de Microlad, que vai aparecer na tela pessoal o podcast, acho que ele falou de microlad lá porque eu nunca tinha escutado isso na minha vida e eu acho que só aqui no Brasil que fala Isso, tá? Eu acho que ele usou esse termo assim, tipo, pá,
microlad lá, ele falou e daí o pessoal, caramba, micro lead sabe como é que é os caras, [ __ ] pessoal, o rolê agora é microlade. Aí viraliza no WhatsApp ali nos grupos >> e o pessoal começa a fazer. Eh, e tu, Braço, tu falou que tu faz raiz ali mesmo câmera, né? Eh, eu eu eu já fiz alguns formatos de VSL, já fiz podcast, já fez entrevista, mas quando a Gente tá falando aqui de especialistas, eh, eu sempre tenho que lembrar que o especialista tem uma credibilidade. Então, quando quando eu tô fazendo o uma
campanha para venda para público frio, eu tenho que pensar no negócio, não na campanha, porque dinheiro por dinheiro, pô, pode fazer várias coisas ali que você vai dar certo. Ponto é como que eu faço isso levando em conta a reputação e a e a credibilidade daquela pessoa que eu tô trabalhando junto. Então pensa Bem, se eu chego e faço uma VSL, um vídeo em formato de podcast fake, vai vender, pai, mas vai pegar bem? Não vai, entendeu? A gente a gente rodou uma vez eh no o projeto Candra, né? A gente rodou uma vez anúncio
com podcast e foi um anúncio winner, mas o tanto de gente falando: "Meu, fake, fake fake fake fake", a gente pagava obviamente, mas isso não pega bem pra credibilidade dela. Então, a tô vendendo a credibilidade do meu expert para Formato. Então a minha sugestão sempre é, se você quiser inventar no formato, faz uma coisa que seja verdade, pega um podcast, realmente, faz o podcast, pode ser um pouco maisado, mas por via de regra, de frente pra câmera ali, bonitinho, obviamente, e a captação faz diferença, a edição faz muita diferença. Toda vez que você for fazer
isso, pegue pessoas experientes no nicho de direct response, né, de marketing de resposta direto, senão vai ficar ruim, mas via de Regra, eu sempre priorizo a credibilidade do expert, porque ele tem uma marca. Se ele não tiver, ele vai ter. >> Boa, boa, show de bola. E tu, Wesley, tu tens alguma dica de formato pessoal de casa? Mano, na minha opinião, você falou de se é sofisticado ou não no Brasil, né? Eu não acho que seja seja sofisticado hoje no Brasil. Eu começaria sempre pro básico, depois que tá saturando, que a Embalagem satura, né, um
produto, aí você muda o formato ali. Mas o básico é os dois que tu vai falar letra preta fundo branco. >> Não, não, esse aí, >> esse é o básico. Básico. Esse aí >> capaz de dar certo, viu? Depois que passou essa onda aí. >> Não, isso é cinético, né? Não é uma edição cinematográfica. Então, pegam, eu já fiz as duas formas com celular, deu certo, a Expera gravando com celular, Então não é desculpa, com o celular dá muito certo também. E o segundo é você pega um estúdio, o que eu me preocupa é o
cenário também. Então, geralmente eu eu oriento o Expar que que tá dentro da da sensação que eu quero passar, um cenário legal, uma boa iluminação, uma boa captação. Beleza, >> é importante o jeito que você tá se portando ali e a roupa. >> Uhum. Depois a edição, uma edição, uma edição cinematográfica bem importante Por causa do reset de atenção e da retenção. Então, na toda parte que for emocional e for concreto, o que que é concreto? Aquilo que tá dentro dos cinco sentidos. falou e eu tava chorando. Bota um birollow ali aquelas imagenzinhas de fundo
de uma pessoa chorando. Deixa bem eh cinematográfico, faz uns lettering que aparece na tela nas partes que são importantes. Então eles são muito importante para ter esse reset de atenção ali. Então me importo com isso, Me importo com o cenário e basicamente mais uma dica muito boa, até tinha falado pro Bry, não sei se você já fez, que é uma VSL vertical no for porque hoje a maioria pessoas elas estão assistindo TikTok, shorts e tudo mais. É vertical, então o comportamento do usuário é vertical. É verdade. Então a gente tá fazendo todos agora. É sempre
vertical ali. >> Boa. A gente tem até uma função no Veturb lá que a gente vai identificar se A gente tá tá recebendo acesso de alguém no desktop ou no mobile e daí a gente mostra o vídeo que tu quiser. Aí o pessoal seleciona o vídeo horizontal no desktop e no mobile, daí o vertical para ser nativo, né? >> Hum. Boa. É verdade. Tem essa opção. >> É, mas geralmente o pessoal roda, sei lá, 99% do tráfego mobile. Daí meio que tanto faz ali. Mobile não é tão usado assim. É, mas toda vez que você
for gravar e pensar na vertical, lembra de Sempre ter o vídeo na horizontal também, né? Porque vou precisa fazer um teste AB. >> Aí faz o teste AB com já tem o vídeo bruto, né? Precisa regravar a VSL, digamos assim. >> Sim, sem dúvida. >> Pessoal, que que vocês acharam do podcast? >> Gostei bastante. Acho que foi bem produtivo. Tem bastante insite pro pessoal aí. É, acho que é sempre lembrar De o básico bem feito funciona ainda, porque tá todo mundo querendo inventar roda. >> Boa, >> entendeu? Acho >> BR, qual, qual que é o
teu Instagram, mano? @brassbra zzcardoso com s brasardoso. >> Ó, vai aparecer aí na tela pessoal, Brass Cardoso, quem quiser ir lá e Seguir o BR. O Brás ele não, tu não tem curso nem mentoria, né? >> Não, >> ele não tem curso nem mentoria, porém eu tô convencendo ele a abrir um curso ou uma mentoria, porque eh quanto mais gente ele ensina, mais gente acaba virando meu cliente. Então, enfim, ensina a galera aí. Aí, o que que eu recomendo que vocês façam, tá? Vocês podem ir lá falar com ele lá, perguntar para ele, tem alguma
coisa aberta aí, Caso você tenha curtido de alguma coisa que manda uma mensagem lá. Vamos ver se tiver um número suficiente de pessoas ali, eu penso em alguma coisa, mas não vai ser barato, então se não tiver dinheiro, não prenso. Só preço se tiver. >> Boa. E também e tu vai ensinar VSL, né? Que senão já vou cortar o pit aqui já. >> Do funil é o que eu faço nos últimos anos. Eu nunca ensinei ninguém. >> Esse é o terceiro evento, evento público que eu vou na minha vida. >> Boa. Então pessoal, vai aparecer
aí na tela, tá? o Instagram do Braç, caso você tenha interesse em aprender com ele, caso ele vai abrir alguma coisa, tá? Acho que ele não vai abrir por outro lado, é, vamos ver, vamos ver. Por outro lado, o Wesley que tá aqui, eh, mano, tu já veio no podcast TVTube. Tu hoje em dia, eu sei que tu tem mentoria, tu tem coisa, tu vende. Hoje em dia, tem alguma coisa aberta pro pessoal que tá em casa aí que eles possam aprender contigo? Tem Um tem tem a um programa de implementação onde a gente implementa
paraa pessoa todo o perpétuo na fundéri cria produto, metodologia, implementa durante o mês e escala ali durante seis meses ali acompanhando como se fosse uma mentoria. Então é um programa de implementação. Tem mentoria para quem já tá no game, implementação é para quem não tá no game. E tem um curso que eu vou lançar provavelmente em janeiro ali que é o viver de perpétu. Não compia, tá Registrado NP e tudo, tá? Porque a última vez que eu falei o meu mecanismo aqui copiaram, enfim, >> cara. Tá. >> Então eu vou lançar esse curso aí que
vai ser o mais acessível de vez perpétua. Eu vou ensinar como você cria produto, como você cria a sua VSL, tráfego, otimização, todo o rolê para você conseguir faturar mais seis dias por mês, vendendo para público frio ali com uma boa margem de lucro. Boa, boa. Então, ó, pessoal, caso, tá, caso tu esteja vendo isso aqui, após janeiro, é possível que o viver de perpétuo, que é incopiável, eh, já esteja disponível. Caso não, aí tu pode ir lá no Instagram do Wesley. Qual que é o teu Instagram mesmo? >> @wesleyclean com M no final. Aí
tem lá na B, tem lá o link de espera, acredito. >> Pronto. Eh, esse é o Instagram pessoal, Wesley Clean, Wesley Limpo. Já já recebesse muito essa piada do Wesley Limpo, >> do Wesley é Safadão e o do Limpo, >> [ __ ] Safadão, não tinha pensado nessa, mas vai aparecer lá, tá, pessoal, no Instagram dele aí, cara, entra lá caso tu não esteja no game, pá, eu sou um expert aqui, eu só faço lançamento e eu tô ferrado, mano. Aí tu pode fazer a implementação, tu já faz alguns tipos de VSL, já tem um
certo sucesso, mano, pode fazer a mentoria aí, faz, tá? Eh, dá certo, dá resultado e daí é isso que eu Recomendo, pelo menos eu acho que é o funil que eu vi fazer mais dinheiro e nos últimos anos é esse aqui, muito mais do que a galera de lançamento, tá? >> É. >> E e tu, Kips, tu tem tu tu vende alguma coisa, mano? >> Não, nada, nada. >> [ __ ] né? José Expert só. >> Qual que é o teu Instagram? AM Kips. >> Am Kips. >> Isso. >> E kips. >> Com. >> Não,
não. Com S. Pô, >> com S. Boa. Fácil. É mais fácil aqui, ó. >> Ó, pessoal, vai aparecer o AM kips. Ele não vende nada, mas se tu chorar lá no direct, talvez ele abra alguma coisinha ali, não sei, né, mano? Se o cara vier pagar 1 milhão para ti, mano. Não vai aí. >> Aí tu vende, >> mano. Faz, dá teu show, dá teu pit lá, Entendeu? É. Daí, cara, sei lá, segue, segue os guri aí. Eh, hoje tá o Bras que o Kip, vocês não vendem nada. Pode ser que no futuro talvez eles
vendam o Wesley e já tenha a operação dele. Mas de qualquer maneira a ideia aqui, pessoal, foi explicar para vocês aí que, cara, tu é um expert, é um coprodutor, um especialista e tu não entende ainda esse funil aqui, cara, que é um funil tão legal, mano, que tu pode usar ele só para ou ficar rico normal, como as Pessoas estão fazendo, ou alimentar o teu Instagram para fazer lançamentos também, ou, sei lá, vender produtos high ticket, como tem gente que faz, usa VSL para qualificar a galera e depois joga na sessão estratégica. Pior modelo
de vendas do mundo, na minha opinião. >> É, mano, do mundo, [ __ ] tu pode fazer o que tu quiser, entendeu? >> Inclusive o Icar, que já veio aqui de Carvalho, eu vi um story dele que ele falou: "Não existe nada que mais Converta lançamento, nem influenciador, nem nada do que VSEF". >> Sem dúvida. >> Incrível falando no stories aí. Mas sem dúvida, mano. >> Porque se tu for ver, é muito simples. Tu tá vendendo em escala para gente que não te conhece. Então, tipo, não tem como, não existe nada a mais do que
isso. Como que tu vai fazer algo a mais do que isso? Entendeu? já tá no limite, não tem como. É isso, é por isso que a Ideia de do ângulo que você trabalha é muito importante, né? Quanto maior o ângulo, quanto mais pessoa você pega, maior é o teto da sua escala, né? >> Sem dúvida. >> Quando tiver público, tem >> tem Pix. >> Boa. Mas pessoal, eu sempre termino o podcast deixando os convidados falar alguma outra coisa aí pra galera. Então, BR, vai tu primeiro aí, olha pra câmera aí, fala alguma coisa aí, >>
alguma coisa pessoal, alguma coisa. Tem gente que fala de Deus, tem gente que faz spe, tem gente que manda a galera ir a merda aí, sei lá, que sabe não. Eu acho que a gente tá num momento muito eh bom desse mercado, tá? Porque cada vez mais eu vejo pessoas que entendem de tráfego direto, que modestia parte são pessoas muito boas em marketing fora do mercado brasileiro, porque elas são nos Estados Unidos, estão fazendo as coisas dela lá. Ao mesmo tempo o público tá Carente desse tipo de campanha, justamente porque essas pessoas sobram paraos Estados
Unidos. Então, cada vez mais eu vejo essa junção de bons especialistas com bons posicionamentos, com esse modelo de vendas crescer, tá? Então são oportunidades boas. Eh, o leilão tá menor justamente porque não tem tantos concorrentes assim, não é tão fácil como a gente falou aqui, você acertar uma VCL, é só você segir o passo a passo que a gente passou aqui, mas a Oportunidade do mercado tá muito importante, então é, eu acho que é um momento bem legal para implementar esse tipo de coisa. >> Boa, concordo, mano. Sem dúvida. Que bom. E teu K deixa
uma última mensagem pra galera aí. Cara, a mensagem é, se você quer fazer uma VSL, parece que é um mundo de coisas, né, muito diferente. Então, o melhor caminho é mapeia o mercado, vê o que todo mundo tá rodando e tenta replicar isso pro seu negócio. Não reinventa a roda, não tenta às vezes criar alguma coisa sem base de conhecimento, sem ter passado aí pelo curso do Wesley, né, se ele lançar ou do Bras e >> ou o teu >> é ou o meu, talvez do João ou do João, vai que ele volta pro mercado.
>> Eu Ah, mais difícil. Esse aqui não. Esse aqui não. >> Você tem mesmo um curso lá do da Vitã? >> Não tem. >> VL não. VSL >> Mini VSL. Tem, >> tem de mini VSL. >> Tá. >> Que é bom também. Que é bom também. Bom também. Outra coisa. Muito bom. Mas aí no geral é se você não tem essa base de conhecimento, eh, pega o que já tá funcionando no mercado, não reinventa muita roda e só replica, mudando pro seu mecanismo, mudando pro seu produto e acabou. >> E é isso que é um
mercado que tá inexplorado, ninguém tá fazendo, só a gente aqui e algumas outras poucas pessoas. E você vai nadar aí numa no link. >> Boa, Kips. E tu? Deixa tua tua mensagem aí pra galera. Faz teu pit aí. Tua mensagem de motivação, sei lá. >> Motivação. >> Tu que sabe, mano. É, eu vou para uma linha não técnos me já falaram muito, mas uma coisa que eu falo muito no meu Instagram, >> que é cara um gênio é só um louco com resultado. Então, se você for um cara muito inteligente e se você não tiver
resultado, ninguém vai te ouvir, ninguém vai te respeitar. Então guarde essa frase. Um low, um gênio, apenas um low com resultado. Busque resultado, busque ficar muito bom em algo, porque aí sim você vai ser respeitado, você vai ser ouvido. Basicamente, >> mano, isso é muito real, velho. Na faculdade eu era chamado de João louco. >> João louco. >> Juro. >> Hoje porque eu era muito doido, mano. E hoje os caras falam que eu sou gênio. Alguns estão tudo errado, mas falam agora bagunceiro. Não me do >> céu. Mas pessoal, muito obrigado, tá, por aparecer aqui.
>> Obradeo. >> Esse aqui foi mais um episódio do Podcast Segredo da Escala. Se tu gostou desse podcast, pega isso aqui, joga num grupo de WhatsApp, compartilha, tá? Isso aqui vai ajudar a gente a crescer. eu vou conseguir trazer mais convidados, vou conseguir entrevistar a pessoa que tu quer que eu entreviste. Então faz isso, compartilha, ajuda a gente a crescer isso aqui, não custa nada para ti, mas pode mudar a vida de algum outro empreendedor ou só no mínimo ajudar ele da mesma maneira como eu acredito que te Ajudou também pelo fato de tu tá
aqui no final do podcast. Então se tu quiser retribuir de alguma forma, compartilha isso aqui, vai ajudar bastante. Um grande abraço para vocês e valeu, >> valeu, >> valeu, valeu. >> Cara, muito obrigado aí por ter assistido aqui mais um episódio do Segredo da Escala. Se tu gostou do episódio, não se esquece, tá, de curtir aqui esse episódio, de se inscrever no Canal do Veturb para tu receber aí mais episódios aí na tua caixa de entrada. Isso é muito importante pra gente. E se tu fizer isso, eu te garanto, tá, que eu vou trazer os
melhores convidados aqui para passar conteúdo para ti, beleza? E se você tá procurando aí mais episódios aí para assistir, cara, eu vou deixar dois episódios aqui, tá? Em algum lugar aqui da tela aqui do segredo da escala para tu ver. Então, clica ali, vê eles, tá? Assiste também, vale a pena. Grande Abraço e até mais.