Sensacionais. Como é que vocês estão? Vocês estão bem? Olha aí a responsa passando a bola. Vamos falar agora de história. E o que que é história? O que que você acha que faz a ciência histórica? História é uma das disciplinas mais legais do mundo, porque é uma disciplina profundamente humana, né? Envolve o ser humano no tempo, envolve a produção da da humanidade no tempo, no na ocupação do planeta. terra. Eu gosto muito, né? Mas aí eu sou parcial, sou professor de história há muito tempo, formado pelo NESP. Sejam todos muito bem-vindos aqui. Meu nome, como
foi apresentado, é Bernardo, tá? Muito, muito obrigado pela presença de vocês. Vamos falar um pouquinho sobre as orientações gabritadas de história pra gente pensar como estudar, como focar alguns temas, o que que os principais vestibulares, os principais concursos, né, para a faculdade pedem nos temas históricos. Vamos aí analisar então essa questão, gente, ó. Vamos lá. O que que você tem de principais vestibulares que a gente separou aqui? Ah, o foco principal poderia ser o Enem. Pode ser o Enem. O Enem é um é um é um vestibular meio que nacional. Ele engloba muita gente, é
um dos maiores vestibulares do mundo, né? Ele te dá muitas oportunidades nas federais brasileiras e até em algumas estaduais, dependendo do critério de correção. O Enem tem um formato de ser e tem um jeito de cobrar história, assim como tem um jeito também de cobrar todas as outras matérias. Mas história a gente vai analisar um pouquinho como que o Enem pede, tá? Mas poderia ser também uma FUVEST, né? Pode ser o vestibular da USP, um dos mais queridos, um dos mais temidos, né? você vai perceber que não é um bicho de sete cabeças, não é
tão doido assim, né? Não é tão impossível. É claro que a USP pede um certo padrão dos seus alunos e um certo conteúdo para acessar ali a graduação. Ou poderia ser o vestibular da Unesp, aquela que mora nos nossos corações, tá? Eu sou minha alma matter, né? Meu meu carinho todo especial para Unesp é da onde eu venho. Minha formação básica inicial é Unesp. Unespanca. tá? História, a melhor. Um beijo para todos aqueles que passam por aí e sabem do que eu estou falando, né? Aqueles que sonham com esse lugar. Sensacional. Mas antes de falar
especificamente dos principais vestibulares, os principais temas, vamos falar um pouquinho sobre rotina de estudo, tá? Beleza? Você entendeu que história é o estudo da humanidade e das relações humanas no tempo, né? vestígios humanos, construções humanas, criações da humanidade. Essas criações podem ser tanto do ponto de vista abstrato, tá? Como, por exemplo, criar ciência, né, filosofia, eh matemática ou até mesmo música. E pode ser criações materiais, né? Arquitetura, pode ser uma pintura, pode ser uma constituição de uma nação. Então, a ideia de estudar o tempo humano histórico. OK, mas como que eu vou estudar isso? Alguns
passos, alguns processos que podem te ajudar, tá? Algumas coisas vão parecer meio óbvias, tá? Para alguns de vocês que já estão se preparando para estudar, já estão muito concentrados nessa ideia de pensar em estudar, algumas coisas parecem, nossa, mas eu já ouvi isso sim, é meio repetitivo, mas algumas coisas não são tão repetitivas e você tem que estar atento a isso para poder se organizar. Então vamos lá, vamos falar sobre rotina de estudo organizada pra história, tá? Primeira coisa, você tem que se preparar mentalmente pro que você vai fazer. Você está disposto a estudar história,
beleza? Vou estudar a história. Como é que eu começo a estudar história, professor? Começa pelo básico, começa por aquilo que você acha que é possível, né? Começa com uma leitura básica diária, começa ouvindo um podcast, talvez os nossos, começa vendo um canal de YouTube, talvez algum que você goste conheça. Muito obrigado, né? Mas começa com uma leitura, tá? A história é leitura e interpretação também. Então, pegue ali alguns manuais, algumas apostilas, alguns cadernos antigos e dá uma lida, dá uma lida em um tema, né? Prepare-se mentalmente para esse processo. Escolha um tema para estudar. Não
tenta estudar tudo, tá? Não adianta nada você começar a ler e tá lendo sobre Segunda Guerra Mundial. De repente, você vai ler Grandes Navegações, depois você pula para a Guerra Fria e volta lá em Grécia antiga. É meio bagunçado demais. cria uma frequência, fala assim: "Ah, vou selecionar um tema, quero estudar o quê? Quero estudar a Idade Média". Beleza? Então, estude idade Média. Uma forma, talvez fácil num primeiro momento seja estudar a história da Idade Média cronologicamente. Vai lá no comecinho na queda de Roma e estuda como vai se formando a Idade Média a partir
do fim de Roma e da fusão dos romanos com os povos bárbaros. Entenda como as coisas vão se estruturar, né? Depois você vai avançando e vai escolhendo eixos temáticos específicos dentro do tema. Ah, vou estudar arte medieval românico gótico, vou estudar a filosofia medieval, vou estudar patrística e escolástica, vou estudar o papel da igreja medieval. Beleza? Vamos ler sobre a igreja desde da eh investidura leiga no primeiro momento da idade média, até que era ela das investiduras, a hierarquia eclesiástica, né? Alto clero, baixo clero, cleror regular, clero secular. Quem é o papa? Quem é o
bispo? Quem é o cardeal? Quem manda, quem obedece, quem escreve eh as encíclicas, quem escreve as bíblias, como que funciona a propagação das ideias da igreja? Qual a responsabilidade do clero nesse processo medieval? Separou um tema, estuda o tema, tá? Eu tô dando um exemplo aqui de idade média, mas poderia ser outro tema, poderia ser história contemporânea. Vou estudar, sei lá, uma um tema que todo mundo gosta, Segunda Guerra Mundial, né? Vou estudar Segunda Guerra Mundial, beleza? Vou estudar os antecedentes antes de começar, por que ela vai começar, quem são os atores envolvidos, a escalada
do conflito, os acordos entre todos eles, inovações tecnológicas, eventos pontuais importantes e a solução final. Pronto, entendo o contexto como um todo, compreendo final da guerra, beleza? Como que é o processo de pacificação pós-guerra? Estudei o tema, fechei o tema, produzo um mapa mental do tema, né, ou um flash card do tema, né, aqueles cartõezinhos ali que tem resumidinhos, tópicos principais, datas principais, nomes principais. Professor, é muito cobrado no vestibular datas e nomes? Não, não é mais cobrado datas e nomes. A, o data e nome é para você, para te ajudar você a entender a
sequência dos eventos, tá? Não tem nada a ver com o que é cobrado. Cobra-se hoje em dia contexto histórico, cobra-se as explicações dos eventos, as justificativas, tá? O importante, então, é, uma vez estudado o tema, mapeado o tema, fazer as conexões dos assuntos relacionados ao tema. Você vai estudar, então, igreja medieval, é o teu tema. Como que se liga à igreja, os nobres, os servos, a própria estrutura jurídica da sociedade medieval, a relação de poder, as disputas de poder, as soluções, as as cisões, as separações, os conflitos entre eles, entre a igreja e outros grupos
institucionais, o Sacro Império Romano Germânico, a o Império Bizantino, a Sisma do Oriente. Então, é importante relacionar o tema com outros assuntos em torno dele, necessariamente expandindo o que você sabe sobre o tema e compreendendo as conexões que tem em volta do assunto. Porque não é sempre uma pergunta sobre aquela coisa apenas, às vezes é como aquela coisa se liga outra coisa histórica, tá? Não é sempre uma pergunta sobre guerra fria. Às vezes é uma pergunta sobre guerra fria que tem a ver com o assunto descolonização afrasiática. Então você tem que entender que são dois
temas diferentes que casam e se dialogam e ocorrem ao mesmo tempo. Exercitar-se criticamente sobre aquilo que estuda. Pense sobre o assunto, reflita sobre ele, lance conjecturas, né? Por que que essas coisas aconteceram dessa forma? De que jeito que ela poderia ter acontecido diferente? Tem que tomar cuidado aqui, porque aqui nesse exercício de criticidade, as conjecturas às vezes a gente escapa um pouco da coisa e viaja um pouco na maionese, tá? Começa a produzir não história, mas sim ficção. Não adianta nada você virar e falar assim: "Ah, mas e se o Napoleão tivesse ganhado dos russos?"
Então não funciona se não não leva a lugar nenhum. É uma conjectura vazia, não aconteceu. Então não adianta você se exercitar ali. O importante é, tá, Napoleão estava nessa situação e tal, tal, tal. Caso isso pudesse ser visto de uma outra forma, o inverno não tivesse chegado com tanto rigor, os russos não tivessem eliminado as pontes e as estradas de acesso, Napoleão teria efetivo militar para enviar em apoio aos seus exércitos na Rússia? Sim, não. Então, a situação não mudaria nada. Atrasaria talvez a queda de Napoleão ali, mas ainda assim ocorreria. Então, ah, e se
Napoleão tivesse levado em consideração não pedir a apoio Aval paraa Igreja Católica, talvez ele tivesse oposição interna França com os católicos franceses. Isso são conjecturas válidas no sentido de entender como as coisas chegaram a acontecer daquela forma e não de outra forma. Mas não adianta pensar no que aconteceria se acontecesse de outro jeito. O exercício externo, né, muito longe na linha, não vai a lugar nenhum, né? O que aconteceria se a Alemanha tivesse ganhado Segunda Guerra Mundial? Não ganhou, velho, né? Qual que é o acontecimento? Virou matéria de ficção científica, virou lá série de de
streamer, né? O homem do castelo do alto, né? Então você tem que entender a rotina de estudo dentro do que é preparado para estudar para o vestibular, tá? Entendendo que você tem que est pronto para o estudo, mentalmente pronto, vou estudar. Coloque ali nesse processo que você vai estudar. Crie o hábito. Desenvolva uma rotina de dia, né, semana. Ah, nossa, professora, eu trabalho. Aonde que eu encaixo os meus estudos? Vou abrir aqui meu coraçãozinho para vocês, tá? Um exemplo de vida, tá? Não, não é me colocando como, nossa, como a vida dele foi isso, né?
Não, mas é só para você entender. Eu trabalhava e estudava, fazia eh eh trabalhava de manhã e à tarde, estudava à noite, eh comia marmita, pegava dois ônibus para ir para casa, dois ônibus para ir pro trabalho, do um ônibus para ir do trabalho pra escola. Então assim, foi difícil, mas a todo momento que eu tava parado num ponto de ônibus, parado dentro do buzão, esperando o ônibus chegar na na onde tinha que chegar, esperando começar o o horário da aula, esperando o turno acabar, 15 minutos de descanso à tarde no trabalho, hora de almoço,
todo o tempo disponível que eu tinha, eu coloquei na minha cabeça que eu ia estudar nesse nesse esse fluxo, né? Porque eu ia, eu tava fazendo as aulas na escola, eu tava trabalhando e ali naquele momento eu não podia estudar enquanto trabalhava. Eu tinha que estudar quando dava. Então eu estudava no buzão, estudava no ponto de buzão, estudava andando no quarteirão. Eu aprendi a ler andando sem tropeçar, né? Tipo, eu tinha que tinha que otimizar o tempo, li os livros dos vestibulares, li os livros do de geografia, de história, de literatura, os resumos. Fazia exercício
às vezes de cabeça, quando dava, quando não dava, sentava, fazia parado mesmo. Mas eu determinei que eu ia fazer, escolhi os temas que eu tinha. Eh, eu tenho uma uma colega, uma profissional de de trabalho com quem eu trabalho, que é muito sábia, uma pessoa muito sábia. Ela me falou uma coisa que lá atrás eu tinha pensado de uma outra forma, mas ela sintetizou. Sabe quando a pessoa tem uma frase de efeito que sintetiza como você deveria pensar? Ela fala assim: "Bernardo, temos que escolher as batalhas que dá para ser batalhada, que dá para ganhar.
Não dá, não dá pra gente gastar energia e esforço numa batalha perdida. Já a gente sabe que é uma batalha perdida. Aí a gente vai dar muita energia naquilo. Então, escolhi um tema, escolhi um foco, vou estudar história, vou estudar geografia. Estuda, pega o livro, vai, separa o tema, faz o processo, acontece, tá? Vamos tentar entender como isso seria possível de fato entre os vestibulares, tá? Só um panorama geral, principais características do Enem. Depois a gente aprofunda um pouco isso, tá? É só para você entender. O foco do Enem é história do Brasil, tá? Então,
vamos supor que você tá estudando só pro Enem. De cara, eu vou dizer para você dar foco em história do Brasil. Então, vamos supor que você tem lá um mês de estudo roteirizado para você. A Fuveste mudou. Está pronto? Baixe agora o guia definitivo da nova Fuvest é grátis. A Fuveste 2026 trouxe mudanças importantes, mas o gabaritage está aqui para te ajudar. Nosso guia exclusivo explica as novidades, traz dicas estratégicas e os segredos para vencer a concorrência. Atualize-se e fique um passo à frente. Baixe o guia agora e garanta sua preparação rumo à aprovação. Eu
vou te falar que três semanas você passa estudando história do Brasil, uma semana você passa estudando história geral, tá? Agora, principalmente agora nessa primeira fase que começa esse processo de estudos de organização de material. Lá na frente você pareia, não inverte, tá? Você você só coloca a mesma quantidade, aí você passa a estudar duas semanas de história do Brasil e duas semanas de história geral por mês, porque você vai ter que ter um foco em história do Brasil muito alto. O Enem adora a história do Brasil, eles cobram muito história do Brasil, pelo menos duas
questões ali de colônia, duas questões de império e duas questões de república. Quando não mais, tá? Quando não mais. Às vezes tem oito questões só de história do Brasil, né? Então é muita questão. Quando não são questões interdisciplinares com história do Brasil. Então é ligando história do Brasil com geografia do Brasil ou ligando história do Brasil com sociologia ou ligando história do Brasil com filosofia. Em alguns casos eu já vi questões de história com química, física e matemática, tá? Tem umas questões famosas sobre cálculo de ouro da do período minerador brasileiro. Tem uma questão sobre
a compostos químicos da cenoura do durante o período de ah colonização dos holandeses no Brasil. Então eles conseguem fazer questões interdisciplinares ligadas a outro assunto. Quando você conhece profundamente o assunto do ponto de vista histórico, a informação física, geográfica, química, biológica sobre a temática fica meio que fácil, fica meio que evidente, porque você sabe bastante sobre a história e aí você entende do que que os caras estão falando. Foco do Enem, escravidão. Faz muitos anos que eu trabalho com vestibular, tá? Faz a mesma quantidade de anos que eu nunca vi um Enem sem uma questão
de escravidão, no mínimo, tá? Se não falam de escravidão na no Brasil colonial, falam de escravidão no Brasil império. Se não falam de escravidão no Brasil colonial, no Brasil império, falam de escravidão na Grécia antiga ou na Roma antiga. Eles falam sobre escravidão quando não falam sobre escravidão moderna no mundo contemporâneo, quando não falam de escravidão, comparando, por exemplo, o proletariado na revolução industrial. Então, usam o eixo escravidão para trabalhar relações de trabalho mundo afora na história. Movimentos sociais. O Enem ama movimento social, adora movimento social. Por quê? Porque movimento social pode ser reconhecido por
toda a sociedade brasileira, independente da sua condição geográfica. uma pessoa do Acre, uma pessoa da Paraíba, uma pessoa do Nordeste, uma pessoa do do Minas Gerais, uma pessoa de São Paulo, uma pessoa do sul do Brasil, Rio Grande do Sul. Todos eles entendem movimentos sociais em algum nível, porque já presenciaram, já vivenciaram, faz parte da história local, regional, faz parte da cultura, eles vêm movimentos sociais, não só Brasil afora, mas mundo afora. Então, o que que é um movimento social? Movimento social que dispara a Revolução Francesa, tá? Movimento social é um movimento que que declara
a revolução russa ou a revolução cubana. Movimento social é o que dispara o nazifascismo na Itália e na Alemanha, né? O movimento social é um movimento ligado à sociedade de alguma forma, mas pode ser desde canudos, né? Contestado, como pode ser revolta da vacina, tá? Então são vários movimentos sociais que podem ser abordados. Isso daqui é excelente também como eixo temático para você estudar. Às vezes você não quer estudar tudo de um período histórico, então beleza, se propõe o seguinte: vou visitar todos os movimentos sociais de todos os períodos históricos. E aí você vai nas
revoltas camponesas, nas jaquerriezas da Idade Média, lê ali o movimento de eh deserção no exército napoleônico, fala do movimento de banditismo social com o Pantovila, né? Fala do movimento de eh popular da frente de libertação nacional do Vietnã. Então assim, você tem movimentos sociais mundo afora, escolhe eles, estuda sobre eles e aí você estuda ali um pouquinho paraa frente, um pouquinho para trás, como começa, quem são os líderes, como termina, o que que o movimento social tava propondo. Ele atingei os objetivos, não atingiu, faz um flash card ali daquele movimento só, né? um cartãozinho só
para só daquele movimento liderança, nome, evento, lugar, quem que tá aí, quem e depois você usa isso como revisão mais tarde. cidadania. Enem adora debate sobre cidadania, desde a cidadania na Atenas, na Grécia antiga, na democracia ateniense, cidadania na República Romana, cidadania nas repúblicas italianas do medievo, cidadania burguesa durante as revoluções burguesas inglesas, cidadania dos Estados Unidos no processo de formação com a independência americana, cidadania mundo, afora, cidadania brasileira, pós-dadura militar brasileira ou cidadania ia da América Latina, pós ditaduras da América Latina ou durante os movimentos populistas da América Latina, Vargas, Peron, né, Cardenas no
México, questões interdisciplinares nem gosta também, tá? Porque aí ele consegue fazer logrando com o resto da prova. Você tem lá a prova de ciências humanas, né? A e tecnologias das ciências humanas, sua suas percepções humanas. E você tem lá história, geografia, filosofia, sociologia. Notem que tem aparecido cada vez mais questões de filosofia e sociologia ligadas a conteúdos históricos, tá? Então eles estão dando ênfase nessa percepção da humanidade na história das ciências humanas. Bom, principais características da UNESP. A UNESP ela é redondinha, tá? A UNESP, ela ela é uma prova assim, ela não é óbvia, mas
dá para saber o que esperar da Unesp quase sempre. Ela não muda muito, ela é uma prova mais tradicional, ela tem um formato mais enquadrado dentro da percepção do que eles propõem que o aluno tem que ter, né? Os alunos que vão entrar no NESP t que saber essas coisas muito bem sabidas. Então aqui abordagem em história geral, antiguidade. O ANESP sempre vai colocar uma pergunta de antiguidade e é quase certeza, tá? 80% de chance que seja ou Grécia ou Roma, tá? Muito raro a UNESP colocar Egito, colocar Mesopotâmia, colocar Persas. Quando coloca persas, geralmente
coloca relacionado com os gregos ali nas guerras greco-pérsicas, né? Mas vai perguntar sobre Grécia ou vai perguntar sobre Roma. Inclusive, dá até para você telegrafar a variação na prova da primeira fase, da segunda fase. Se na primeira fase perguntarem de Roma, na segunda eles perguntam de Grécia e vice-versa. Se na primeira eles perguntarem de Grécia, na segunda eles perguntam de Roma, porque eles fazem muito bem isso. Eles gostam de ter muito claro esse processo. Tanto é que é ênfase diária na UNESP em história, tá? você, esse primeiro ano da faculdade, ah, você tem o primeiro
ano de curso ali de história antiga, é sempre Grécia e Roma. Você os professores já mandam os livros, os textos para você dar uma mapeada nesse conteúdo. Você vai ler Elía, Odisseia, mas também vai ler bastante produtor de outros historiadores que produziram textos sobre os temas, né? Idade Média, a UNESP também gosta muito da Idade Média, tá? Durante muitos anos, a UNESP teve uma professora que foi orientanda, né? Foi minha professora, foi orientanda do principal medievalista brasileiro, tá? Então a UNESP tinha no seu portfólio de professores excelentes professores de Idade Média, por mais incrível que
pareça, porque o Brasil não vivenciou a Idade Média, né? assim como também não vivenciou a antiguidade, então produz muitos intelectuais que estudam muito bem esse conteúdo e eles dão aulas na UNESP, lá na USP com muita frequência, quando não na Unicamp também, tá? revoluções. A UNESP gosta muito do tema revoluções. E aí todo tipo de revolução, né? Revolução burguesa, revolução camponesa, revolução do proletariado, eh, revolução russa, revolução cubana, né? Eh, revolução da plebe romana, revolução dos escravos romanos. Então, contextos revolucionários são temas queridos pela Unesp e abordados com muita frequência em história geral. Em história
do Brasil é uma certeza absoluta. Uma questão de colônia, uma questão de império, uma questão de república. Na questão de república, eu juro para você que é capaz de cair duas, tá? Então, pelo menos duas questões de república, quando não cai duas de república, cai duas de império. E aí a ênfase é sempre nos tópicos que eles gostam. Se eles gostam de abordagem de história geral, de revoluções, no Brasil, eles também vão abordar o processo. Na Colônia, por exemplo, a UNESP gosta muito de eh movimentos nativistas no período colonial e movimentos emancipacionistas. Tem uma predileção
por movimentos emancipacionistas, tá? Então, infidência mineira, conjuração baiana, são os preferidos aqui. Império, eles gostam das transformações produzidas pela declaração da independência depois que a vinda da família R se consolida e depois que Napoleão cai na Europa, né? Ou a independência brasileira é um tema revolucionário ali no entendimento. A a queda do primeiro reinado é um tema que deles gostam de abordar. a as revoltas do período regencial, farrupilha, cabanagem, balaiada, sabinada, né? A revolta dos males, né? E tem começado a aparecer com mais frequência a revolta dos males do que apareceu anteriormente, tá? Então é
uma questão de dar uma olhadinha com o amor, principalmente no Enem, mas na UNESP também não não descarta não. Na República, desde os movimentos revolucionários na República Velha, Canudos ou eh Revolta da Shibata na Marinha e na no processo de transição da era Vargas, né? O quadro queda do café com leite, subida de Vargas ao poder ou o golpe de estado do Vargas com Estado Novo são elementos considerados interessantes para serem analisados. Analisa-se o contexto histórico. A Unesposta de cobrar isso, mas também pode analisar o quadro revolucionário do populismo já numa segunda fase do Vargas
ali antes do suicídio, né, no auge do nacionalismo dele, né, na criação da Petrobras, eh, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e a o JK, né, Construção de Brasília, o Jang Gular com o golpe de 64 ou até mesmo o quadro de redemocratização com a constituinte de 88. São temas queridos pela UNESP, revisitados com frequência nos principais vestibulares, tá? E a USP, professor, como é que funciona a USP? O que que a USP cobra de mim? Bom, a USP ela ela vai subir um pouquinho o sarrafo, tá? A USP, ela a USP, ela não tem muito
amor na na questão de de ser carinhosa com o seu aluno que vai entrar. A USP vai exigir profundidade nos temas. Aquele feijão com arroz que funciona muito bem no Enem, né, na primeira fase, né, aquele aquele processo de perguntas de múltipla escolha, aquele feijão com arroz que funciona muito bem na UNESP, na primeira fase, já não funciona tão bem na segunda porque é um pouco mais aprofundado, a USP já vai cobrar de você na saída, tá? Mas na na inscrição do negócio, ela já tá pedindo para você aprofundar a temática. Então, ela vai exigir
profundidade na sua leitura de qualquer tema que a Fuvest cobrar para você no vestibular. Exemplo, era Vargas e ditadura militar brasileira. A Fuvest gosta dessas duas temáticas em história do Brasil, tá? E aí quando cai questões de Vargas, minha dica para você, né? E aí, com carinha nota essa para não esquecer, tá? para depois não falar que eu não avisei. Catou uma questão de Vargas na Fuveste. Primeira coisa que você vai fazer é determinar de qual Vargas a Foveste está falando, porque o Vargas ele vai mudando ano a ano de formato, vestimenta, aliados políticos, o
que que ele quer, o que que ele tá sinalizando politicamente pra sociedade. Você tem um Vargas democrático, você tem um Vargas ditatorial, você tem um Vargas eh suicida, você tem um Vargas populista, nacionalista, você tem vários Vargas no processo varguista, né? Só só na primeira fase foram 15 anos no poder, tá? De 1930 a 45. Depois ele ainda volta em 50 e vai até 54. Então, o Vargas teve 19 anos no poder do Brasil e nem dá para considerar que são só 19, porque no iato entre 45 e 50 ele ainda foi senador da República.
Então ele tava no cenário político ali, né, telegrafando como as coisas deveriam acontecer com muito poder em influência política. Então, nada, ele tem um histórico ali de 30 anos de influência política na história brasileira. Não é à toa que ele é tão inquirido historicamente para ser cobrado e recomendado nos vestibulares. Só que a USP quer que você aprofunde. Você não pode ser banal. Se você vai falar que o Vargas é populista, tenha certeza que você está falando do Vargas, certo. Se você vai falar que ele é nacionalista, tenha certeza que você está falando do Vargas
certo. Se você vai chamar ele de ditador fascista, tenha certeza que você está se referindo ao Vargas, correto? Entendeu? É esse tipo de profundidade que a Fuvest quer. Ditadura militar brasileira. Mesma coisa. Eu poderia, na verdade, destacar que a própria Fuvest já nem trata mais isso como ditadura militar da forma como se trata hoje em dia. Eles aprofundaram essa temática da ditadura militar. é uma ditadura civil militar, porque contou com apoio e aval de setores civis, principalmente financiadores do processo ditatorial, grandes empresários, grandes fortunas e ainda rola uma ingerência ali norte-americana no quadro Guerra Fria
por conta de uma série de fatores. você tem que entender esse processo da ditadura militar. E nem adianta você virar e falar assim: "Ah, não, professor, mas eu ouvi dizer que eu assisti um canal lá que falaram que ditadura não existiam". Então, eh, paralelamente a essas teorias malucas de que ditadura não existiu no Brasil, a opinião de produtor de conteúdo de internet é irrelevante pra Fuveste. Eles nem querem saber, não é importante, assim como a opinião sua, né? Eu sei, eu sei, magoa, eu sei. Eu, desculpa, tá? Se eu, se eu bati muito forte, me
perdoa, mas a questão é, em ciência, há uma metodologia, há um objeto a ser analisado e há critérios técnicos, teóricos que embas dizer que isso é ditadura. Não há, entre historiadores sérios ninguém que fale que não foi, mas não tem um, tá? Você não vai encontrar um trabalho sério apontando que não foi ditadura, né? Vai lá na na na internet procurar um livro, né? Livro sobre o período histórico X. Você vai encontrar um monte de obras boas sobre ditadura, mas nenhuma delas vai falar assim: "Não, governo daquela época não foi uma ditadura, não vai encontrar.
Você vai ter um monte de produtor de conteúdo de internet falando essas besteira, mas não, a sério mesmo, é a veste que tá te cobrando." Então a tua opinião é relevante, tá? Segue a vida, aceita que dói menos, beleza? Revoluções industriais. AFEST ama, adora revoluções industriais. Ela é capaz, inclusive, de perguntar de revolução industrial em história, perguntar em sociologia e depois dobrar a aposta e perguntar de novo em geografia, abordando a terceira revolução industrial, a quarta revolução industrial, a revolução do do meio de trabalho, né? aí casando eh geografia com sociologia na questão do trabalhadorizado.
Então, revolução industrial, revolução do trabalho, a Fuvest ama. E ela pensa revolucionariamente o trabalho desde a pré-história, tá? Ela vai te perguntar, ela é capaz de elaborar uma questão eh falando sobre a revolução do neolítico e como o neolítico mudou a forma do ser humano trabalhar e por que é revolucionário. Ele quer entender porque que é. E aí você vai ter que explicar o processo, né, ou apontar a alternativa correta que justifique esse processo. Então, revolução industria primeira e segunda são as preferenciais em história, mas todas as revoluções industriais da história da humanidade podem passar
por isso. Não, professor, mas espera aí, teve muitas. Então, o conceito revolução industrial, galera, é a é revolucionária a forma como se trabalha alguma coisa, tá? A ideia de indústria é só trabalhar a coisa de uma outra forma que envolva equipamentos. É que a gente usa dentro de um contexto mais moderno, mais contemporâneo, que é a ideia de máquinofatura. Mas a revolução industrial não é só macrafatureira. Você tem uma revolução, por exemplo, de indústria na transição do artesanato para manufatura no final da Idade Média. Ali você tem o final do artesanato e o começo de
uma manufatura. Aquilo é uma revolução industrial, é uma forma de se revolucionar o trabalho e a produção de forma revolucionária e diferente, entendeu, né? A Fuvest ama esse processo de organizações dos trabalhos, né? Primeira república brasileira. Fuveste também tem um carinho particular, porque aí ela gosta de sambar com as especificidades, profundidades do tema em cima da ideia de República dos Coronéis. República do Café com Leite, funcionava esse negócio de café com leite? Como que funcionava, né? Quem quem mandava de fato? Como é que funcionava esse poder São Paulo, Minas para o resto do país? Todo
mundo aceitava? Havia resistência? Houve ruptura? Quem brigou com quem, né? Quem é o Rui Barbosa na fila do pão? Quem é o o Hermes da Fonseca? Por que que vai ter uma política dos governadores? Por que que vai ter uma política do café com leite? O que que é voto aberto? O que que é voto de cabresto? A a Fuvest, quando ela faz temas eh interdisciplinares que misturam, por exemplo, história e momentos atuais, né, contemporâneos, a durante a velha república brasileira, né, a primeira república, você tem ali o voto aberto e o voto de cabresto,
certo? O voto aberto é aquela ideia de você anunciar que você em quem você está votando. Todo mundo fica sabendo em quem você tá votando. Com isso, na Primeira República, como as pessoas dependiam dos coronéis, dos fazendeiros para trabalhar, estavam ligados a eles por questões econômicas, o coronel controlava o voto desse trabalhador porque ele sabia em quem o cara tinha votado. Ele controlava as eleições. Se você colocar no comprovante eleitoral da urna eletrônica hoje em dia em quem você votou, você acha que o patrão não vai tentar fazer a mesma coisa? Você acha que a
o grupo de de milícia do bairro X ou Y não vai tentar fazer a mesma coisa, controlar quem que está sendo eleito para garantir apoio político para aprovar seus próprios projetos, seus próprios interesses locais, políticos, regionais? Então esse é o tipo de discussão que a FVEST acaba fazendo, beleza? Tá? Então, já que você agora sabe as temáticas principais, sabe mais ou menos como funciona o portfólio de estudos de cada uma dessas áreas, de cada um desses principais vestibulares, vamos para montar uma rotina de estudos, tá? Eu vou vou dar um passo a passo para você
aqui. Primeiro passo, você vai definir qual que é a tua prioridade. Você vai listar os temas mais cobrados. Isso daqui eu já tô te entregando de bandeja, tá? Que a lista tá ali no começo. Se você anotou, se você prestou atenção, você tem uma listinha já para partir do de algum lugar. Exemplo, cai mais Brasil colônia, então vou estudar Brasil colônia. Cai mais era Vargas, vou estudar era Vargas. Nossa, caiu Revolução Francesa em todos os anos nesse vestibular. Vou estudar Revolução Francesa para esse vestibular, porque a tendência é cair. Ah, cai muito Guerra Fria. Quando
não cai no na primeira fase, cai na segunda. Beleza? Então, vou estudar Guerra Fria, porque se eu não for cobrado na primeira, eu cheguei na segunda, vai ser cobrado. Então, defina, separa as prioridades. O que que você vai estudar de história, qual que é a tua prioridade daquela semana? Vou estudar tudo sobre esse assunto. Nossa, até ter dor de cabeça, até ficar sabendo de umas coisas que não são nem interessantes. Separe por períodos históricos. É uma forma legal de você organizar, tá? E aí você pode separar para você estudar um período de estudo para você
semanalmente, né? Toda semana, terça e quinta-feira, eu vou estudar esse conteúdo. Vou estudar Brasil Colônia toda semana, terça e quinta, até acabar com o conteúdo. Acaber conteúdo, eu vou pro próximo tópico, beleza? E aí revisito isso daqui mais tarde, né? Vou falar da revisão aqui na frente semanalmente. Ou não dá para fazer semanalmente porque eu tenho que estudar outras matérias. Professor é muita coisa, eu tenho muita coisa para fazer, tô trabalhando, não dá certo. Trânsito, lá lá lá, cuidar do meu criança, meu irmão. P p p p pá. Então vamos lá. Estuda quinzenalmente, então coloca
um cronograma, define, coloca numa tabela e aí não interessa se vai ter cinema, churrasco, bingo com os amigos, não interessa. Você tem que estudar naquele dia, eh, vai ter algum evento, então acorda mais cedo e estuda um pouco. Ou estuda na hora do almoço, ou estuda no intervalo, em algum momento você vai ter que estudar para dar conta, para poder depois cumprir seu cronograma social. Eu tive um cronograma quase não social na minha época de estudo, né? Porque aí é uma escolha. Eu saio coco, estudo muito, depois eu volto a a me Eu vou te
ensinar como fazer 65 pontos na primeira fase para você ingressar na USP. Concentre-se nos conteúdos que garantem mais pontos. Olha como é fácil. 13 pontos em português, 11 em geografia, nove em biologia, 10 em história, cinco em física, cinco em matemática, cinco em inglês, sete em química. Ó, olha aqui onde você tem que focar. Português, geografia, biologia, história. O resto é só acertar metade da prova. Você faz 65 pontos na Fuvest. Mas tem o segredo principal. E o gabarita Gel é uma plataforma pensada para os vestibulares de São Paulo. Fuveste Unespicamp. Quer fazer parte do
melhor projeto de aprovação e estudar de fato para os vestibulares de São Paulo? Clique, não saiba maisicar socialmente. Mas aí foi foram escolhas, tá? Cada um escolhe do jeito que quiser. Segundo passo, já que você definiu prioridade, criou uma rotina de semana quinzenal, mensal, 20 dias, três em três dias, divide o tempo, tá? Não precisa estudar duas horas direto. Se tiver essa chance, beleza, mas não tem. Às vezes é muito raro. Então, 20, 30 minutos por dia paraa história. Durante 20, 30 minutos por dia, eu vou estudar Brasil colônia até acabar o assunto. Depois vou
estudar Brasil República e até acabar o assunto. Depois vou estudar Brasil Império, até acabar o assunto. E pronto. Se estudar todos os dias, 20 a 30 minutos. Se não estudar todos os dias, aí você aumenta um pouquinho o tempo, mas estuda duas ou três vezes por semana. Aí você faz tipo 45 minutos, duas vezes por semana ou 40 minutos, três vezes por semana, tá? Que aí você consegue o volume de conteúdo, método ativo mesmo, tá? Leitura resumida, faz uma leitura do período histórico. Ó, o Brasil é uma história, é um livro muito legal, né? É
um é um livro interessante. Apostilas específicas de área, né? um livro nichado. Vou estudar sobre a a história do Brasil escravidão. Beleza? Então, pego lá um livro do Laurentiano Gomes, estuda um pouquinho dele, leio um pouco, né? Nossa, o Laurentiano é bom, ouvi dizer que ele era jornalista, sim, mas ele fez uma pesquisa histórica, é aceitável, né? Tem ali um certo respaldo científico de historiadores. Teriam outros livros técnicos melhores, mas aquele tem uma linguagem jornalística, é mais fácil de você ler, tá? Então, te dá um arcabolso legal. A ideia de você ler ativamente sobre o
tema, sobre o assunto, né? Eh, eu me lembro até hoje de trabalhos que eu fiz pro colegial, que eu estudei muita coisa, li muita coisa sobre Segunda Guerra Mundial, né? Li muita coisa, estudei muita coisa sobre eh era Vargas, então eu li muito. Isso absorve a informação. É claro que para fechar a coisa você vai ter que fazer o terceiro passo, que são as revisões esparçadas. Depois de ler, depois de se dedicar um tempo às definições, d alguns dias, 15 dias, 20 dias, uma semana, revisita o assunto através de exercícios, tá? Tá? O ideal seria
você começar com antigos vestibulares que você prestou, mas pode ser também com uma apochtila que você tem listas de exercícios sobre a temática e sobre os principais vestibulares que você presta. Ou um um exercícios da internet, né? Você vai lá no digita num campo de busca questões dos últimos vestibulares sobre tal assunto. Vai sair ali umas 5, 10 questões. Faz ela sem olhar o gabarito, depois você verifica e dá uma revisada no assunto, lembrando de memória, de mente, né, de de aprendizado, o tema que você estudou e se aprofundou. Revisão com flash card, né? Eu
falei para vocês do flashcard, é aqueles cartõezinhos que você anota o nome do evento, data, personagens principais. como começou, como acabou, perguntinhas básicas mesmo, só para você martelar que você sabe sobre o assunto. A hora que você decora ou aprende esse sistema, você meio que aprofunda naturalmente para além dele. E aí não basta mais saber como começou, você consegue lembrar de quem eram os atores, quais são os antecedentes, depois que começou, quais são os principais eventos históricos. Isso facilita muito o teu estudo posterior, tá? OK. Vamos lá, então. Principais temas para os principais exames. Agora
dando uma aprofundada. Enem, falei para vocês, escravidão, mas a escravidão por vários ângulos, tá? Escravidão junto com a abolição. É muito comum, né, tratar da escravidão no final dela falando sobre abolição. Se eu não me engano, um dos grandes vestibulares agora recentemente mudou as listas. E então você tem listas de livros de literatura brasileira que acabam trabalhando essas relações sobre escravidão, abolição, desde ah eh quarto de despejo até eh cemitério dos vivos, no Lima Barreto. Então você vai permear essas essas temáticas de alguma forma. Aprofunde esses temas, aproveita com literatura e complete história, tá? República
Velha e era Vargas. Enem gosta muito tanto de República Velha quanto de era Vargas. Ditadura militar e redemocratização. Temas essenciais. Movimentos sociais, negros, indígenas e mulheres, né? O Enem gosta de movimentos sociais, principalmente de minorias sociais, tá? Negros, indígenas e mulheres. Acho que uma das grandes questões desses próximos anos será voltada para análise de trabalho na questão do da geração Z, da próxima geração beta, né? as conjecturas do que poderia vir a ser da geração milênio, a análise dessas populações e como que elas estão reagindo a esse mundo em transformação do século XX, tá? O
Enem gosta da temática brasileira e recheia sua prova com essas temáticas num primeiro momento. A UNESP, Grécia e Roma, como eu falei para você, é uma certeza, Revolução Industrial, geralmente eles gostam muito também de Revolução Francesa. Então, se não cair uma Revolução Industrial, primeira ou segunda fase, vai cair uma revolução francesa ali naquele contexto histórico da passagem da era moderna paraa era contemporânea do século XVI, XIX. Ali Brasil, a UNESP ama de paixão ciclo do café. Acho que porque tanto a Assis quanto Franca, que são as as matters de história da UNESP, elas estão em
áreas da onde ocorreram a expansão cafeira. Então tem muito trabalho sobre o café em torno da UNESP, né? Proclamação da República também é um é um dado chave, é um dado interessante, tá? é um é um uma temática importante no processo. E aí, finalmente, vamos falar da fuveste, né? A tão amada, tão temida, tão querida, né? Aquela que dá um, parece felicidade, mas pode ser infarto, né? Fuveste, revoluções inglesas. E aí todas elas, tá? Revolução puritana, o protetorado do Cronwell, a revolução gloriosa, mas também levantes armados anteriores, né? a o dia da pólvora lá que
tenta explodir o parlamento, né? O Degui, que virou a máscara do V de Vingança. Pode se falar também da das questões revolucionárias inglesas no mundo contemporâneo. Por exemplo, o movimento punk nos anos 80 e 70 na Inglaterra contra a cultura, né? No naquele movimento punk, por exemplo, surgem ali a bandas punks famosas que vão questionar toda a transformação que a Inglaterra vai vivenciar e experimentar na década de 80, na década de 90, né, na era perdida, na Mageter, Primeira República e Coronelismo são dois temas queridos na Fuveste. A Fuvest gosta muito do coronelismo, tá? Ela
gosta de analisar o poder dos coronéis. como que funcionava, como que se controlava, voto de cabresto, relações de compadrinho, a o coronelismo usado ali nos acordos do da política dos governadores, da política do café com leite e também gostam bastante a FVEST de JK, né, até a ditadura. Então, JK, João Gular, ditadura militar brasileira e inclusive a redemocratização, né? De vez em quando a Fuvest gosta ali de falar sobre o processo sarné e tal, democratização. São temas importantes. JK dá para falar desde o desenvolvimentismo industrial até a construção de Brasília, tá? Dá para falar do
presidente Bossa Nova, né, JK. Dá para falar de uma série de fatores, a aparecimento da TV no Brasil, né? Crescimento da mídia da da do consumo, eletrodomésticos, carros. né? E aí a crise de desigualdade econômica social que vai explodindo devido a crescente inflação, a situação de penúria e miséria da população trabalhadora brasileira, culminando nas tentativas de movimentos sociais modificarem a estrutura política brasileira com o João Gular, né? A a proposta do discurso ali na central do Brasil, né? que são as reformas de base, entre elas a reforma agrária, por exemplo, que era um uma coisa
que a gente ainda não fez. São temas que a Unesposta de visitar, mas a Fuvest ama, a Fuvest curte esses temas, tá? E o próprio processo do golpe de estado, o A5, né? A questão de perseguição aos grupos terroristas, a Fuvest tem muitos trabalhos sobre isso, muita pesquisa sobre isso, né? até aqui. Tranquilo. Você tá entendendo todo esse processo? Isso é muito importante. Vamos para os momentos finais. Últimas dicas. Então vamos lá. Ferramentas e dicas. Dica um. Dica mais importante, usar provas antigas para identificar padrões, tá? Quando a gente fala para você fazer as provas
antigas para estudar, não é só para estudar, é para identificar padrão também. É para você saber que que é cobrado todo ano. Não interessa se a pergunta é de um jeito ou de outro. Um tema sempre é cobrado. Sempre cai uma birosca de uma questão de Grécia ou Roma. sempre cai uma birosca de questão sobre eh alguma revolução importante na Europa. Sempre cai alguma questão sobre coronelismo no Brasil da Velha República. Então isso identifica padrões, facilita você estudar e se preparar porque você sabe quais são os temas que são mais cobrados. pega ali as cinco
últimas provas, as seis últimas provas, faz uma delas por vez, não faz ela inteira, não. Vamos dedicar então fazer naquela semana a geografia. Então, faz só a prova de geografia, só a geografia que você vai fazer para você justamente aprender a testar e saber qual que é o tema que vai estudar. Vai fazer história, faz só a história, né? E aí identifica história antiga, geral, média, contemporânea, né, moderna, a história da dos movimentos sociais, história das minorias, história dos excluídos, que que cai, que que tá cobrando, identifica o padrão. Vai lá. Outra dica, canais do
YouTube que podem te ajudar, tá? Tem aí geografia, Gabreta Gel, né? Outros canais virão, outros canais podem aparecer para você. Procura gente que realmente trabalha na área, tá? Não não vai na ideia de pegar alguém que gosta de falar sobre o assunto, descobre se a pessoa é um historiador, né? Se a pessoa é um geógrafo, se a pessoa é um um literato, é um estudante de letras, porque aí ela faz um conteúdo voltado para o que você precisa, com foco naquilo que é interessante. Não é só curiosidade, tá? O canal não precisa ser só curiosidades,
tem que ser uma coisa que vai ser cobrada ali nos principais estulares. Livros, história do Brasil, do Boris Fson, né? Cemitério dos vivos ali da da Fuver na coleção eh do do Lima Barreto. A coleção Eras, né, do Eric Robis em história. Sensacional, cara. Eras assim, tá lá na minha instante, é uma das que eu revisito com muita frequência. Era dos impérios, era das revoluções, ah, e era dos desafios, era dos extremos. O, o Rubsb, ele publicou a história contemporânea inteirinha e subdividiu ela em eras contemporâneas. É um bom recurso para você dar uma lida,
né? Lê um capítulo por dia, não precisa ler muito não. 15 paginazinha por dia ali você mata um capítulo, um capítulo, um capítulo. A Fuveste mudou. Está pronto? Baixe agora o guia definitivo da nova Fuvest é grátis. A Fuvest 2026 trouxe mudanças importantes, mas o Gabarita G está aqui para te ajudar. Nosso guia exclusivo explica as novidades, traz dicas estratégicas e os segredos para vencer a concorrência. Atualize-se e fique um passo à frente. Baixe o guia agora e garanta sua preparação rumo à aprovação. Quando você vai ver, você já leu 2000 páginas e nem sentiu,
nem notou, né? Coloca ali do lado da cama, né? Esses livros eras eh do robisual dá para encontrar em qualquer cebo. Ah, não tem muito dinheiro. Vê na internet, às vezes tem PDF, né? Liberado para baixar em alguns arquivos acadêmicos. APS ANK, né? que ensina a fazer flash card e quizlet, né, que é quiz, né? Você vai lá, formula que era um quiz sobre história do Brasil, eh, império, vai sair um quiz, perguntinhas básicas ali, só para determinar se você lembra dos nomes, dos eventos, dos lugares, quem é quem na fila do pão, que ajuda
você a memorizar um pouco algum dos conteúdos, OK? E aí, galera? É só correr pro abraço. Cenas os próximos capítulos para vocês estarão aqui nas aprovações finais. É só se preparar adequadamente. Faz do jeito que a gente tá falando que é sucesso, né? Com isso, deixo vocês com ele. Vai lá, Jean, agora é tua. Segura que a marimba tá quente. Obrigado, gente. Aquele beijo, aquele abraço. Fui. Fui aprovada na USA com direito e eu vim dar o meu depoimento. Eu gostei muito da plataforma. Eu usei ela principalmente pr pros estudos pra segunda fase, porque ela
é muito aprofundada. Então eu estudei bastante de geografia, atualidades com professor Marx, com o Jean. Eu gostei bastante, muito, muito. Eles me ajudaram pra caramba. Eu não teria conseguido fazer uma segunda fase bem ser aprovada se eu não tivesse sido pela ajuda deles. Não foi a primeira vez que o gabarito tá gel, principalmente J me ajudou. Ele já me ajudou também no ano de 2019, quando eu também fui aprovada pela com letras. Professor Jean foi essencial pra minha aprovação, porque na época eu não tinha condições de ter plataformas, eu estudei com ele pelo YouTube e
ele me ajudou. E agora que eu consegui ter condições de pagar a plataforma, foi muito bom. E hoje eu tô aqui na USP revisando esse sonho numa faculdade super linda, super histórica. E essa ajuda foi completamente graças ao gabarito gel. Com gabarita gel vocês com certeza vão conseguir entrar aqui também, viu? Beijo. Meu nome é Chiliel Brito, tenho 20 anos de idade, acabei de ser aprovado por curso de música em bacharelado em violino, na USP, em Ribeirão Preto. Gabeta já me ajudou bastante porque eu foquei obviamente nas matérias que o meu curso exigia, que era
geografia e história, inclusive na minha biodivisão é os é o melhor curso de geografia e de história que existe na plataforma de internet com melhor preço. Aí eu que sou é de São Paulo, morador de periferia, assim na favela, na zona leste, não tenho muito dinheiro para mim no com base no que eu eu tinha conversado já com outros colegas e com professores da USP, inclusive meu professor de verido me indicou GTA para estudar. É a melhor plataforma que existe, gente. Não, não tem outra conversa. E eu devo muito, devo minha vida profissional daqui paraa
frente. Devo os meus sonhos que foi realizado, um dos graças ao gabarita gel. M.