Você é mulher e vai na casa do homem que mora sozinho. Geladeira, uma coquinha, uma cebolita de 50 anos, o freezer bem cheio, graças a Deus, mas aguitas pelo menos tem uma coquinha, né? >> Você sabia que mulher solteira é muito mais feliz que mulher casada?
Não. Dorme melhor, tem menos estresse e é muito de bem com a vida. Esse é o nosso quadro Café com as irmãs.
>> Hum. Será? >> É solteira é igual um Wi-Fi liberado.
Ninguém te bloqueia, vega à vontade >> e ainda dá pra gente escolher a melhor conexão. >> Além disso, essa fase melhora tua vida, porque você tem mais tempo para se cuidar, para treinar, para melhorar sua carreira. >> Ainda sobra tempo de você sair com as suas amigas sem ficar dando permissão dos outros.
>> Aproveita que talvez seja a última vez que você vai ficar sozinha. >> Exatamente. Vai viver sua vida, aproveitar sua melhor fase, o seu tempo de solteira.
Já marca sua amiga para aprender a curtir essa fase sem neuro. Bora marcar um cafezinho para colocar o papo em dia. >> A cena se repete.
Digníssimas, solteiras, confusas, sentadas na beirada do prato, reclamando que a comida não chega até a boca delas. A culpa, claro, nunca é delas, é dos homens que não chegam, é dos pedreiros que não são bons o suficiente, é do mundo que não entrega o príncipe perfeito na porta. Mas em meio a esse chororô, um homem aparece e corta o blá blá blá com uma faca quente, expõe a verdade.
E é aí que a máscara cai. Mas calma aí, se você quer que esse canal continue, se inscreve aí, deixa o like e, mais importante, ativa o sininho das notificações. Mas ativa direito, clica no símbolo do sino e seleciona todos.
>> Namora é solteira? >> Solteira. >> Solteira >> as duas.
Por quê? >> Ai, [risadas] >> vocês namorariam um pedreiro? >> Ah, sim.
>> Ah, depende. É >> qual que é o motivo de vocês estarem solteiras hoje? >> Ah, não tá fácil, né?
Hoje em dia esquece assim, o pessoal complicada. >> Por que assim, os caras não chega? Que tá acontecendo?
Ah, acho que falta atitude. É, acho que é isso. >> As meninas t falado que os homens não estão com atitude ultimamente.
>> É, não, não existe. É mais fácil a gente chamar do que a outra pessoa. >> Você sente falta disso?
Não, >> sinto. Ah, eu acho que faria uma diferença. >> Vocês estão bem solteiro ou vocês estão à procura de um relacionamento?
>> Não, acho que bem, mas >> é bem. Mas eu acho que no atual momento seria interessante. >> Ah, seria interessante arrumar alguém hoje em dia.
>> É, >> seria. Qual seria o cara ideal para namorar com vocês? >> Ah, seria uma pessoa de família que tivesse ideias parecidas com a minha, um estilo de vida parecido também.
>> Vocês trabalham com quê? >> Eu sou arquiteta também. >> Vocês são arquiteta?
Aí você namorar um pedreiro já >> já iria facilitar muitas ou não, né? Seria muitas brigas. Duas arquitetas solteiras reclamam que os homens não chegam, que falta atitude, mas quando perguntam se namorariam um pedreiro, a resposta é uma risada nervosa.
Seria muitas brigas. Aí está a chave do mistério que elas mesmas não decifram. Elas estão à procura de um estilo de vida parecido.
Traduzindo, um cara com o mesmo diploma, o mesmo salário, o mesmo status social, mas esquecem uma lei básica da natureza. Homens buscam companheiras, não concorrentes. O homem bem-sucedido, o arquiteto, o engenheiro, o cara que tem o estilo de vida que elas cobiçam, não está atrás de uma digníssima que é um espelho dele.
Esse homem já tem estress, competição e ego o suficiente no trabalho. Ele não quer levar isso para casa. Ele não quer uma colega de profissão que vai discutir planta baixa no jantar.
Ele quer uma digníssima que traga paz, suavidade, um porto seguro, algo que a carreira dura dele não oferece. E a piadinha sobre o pedreiro, ela entrega o elitismo e o desprezo que carregam. Um pedreiro honesto que levanta 5 horas da manhã, constrói coisa com as mãos, tem mais honra e masculinidade genuína no suor da testa do que muitos arquitetos metidos à besta, mas para elas ele é motivo de chakora.
é inferior. Elas querem um homem acima delas, mas esquecem que o homem que está verdadeiramente acima as queris, ele as quer complemento. >> Esse menino que eu tava conversando, tipo, ele ele me deu esse anel aqui, olha.
>> E eu não vou jogar fora porque é R$ 500, né? Eu ia jogar se não fosse. E tipo, a gente tava, a gente tava conversando, tipo, mas a gente, eu disse para ele que eu não queria namorar com ele, porque tipo, eu vou estudar essas coisas, eu não quero ter um relacionamento agora.
Aí ele falhou pro grupo de amigo deles que eu era, >> você não teve nada com ele? Aí, tipo, não é que eu não queria nada com ele, eu gostava muito dele, mas eu não podia ter alguma coisa com ele, porque, tipo, eu não tô nessa fase, acho que eu não tô nessa vibe. >> Ele era bonito, >> era beijinho.
Mas fala >> era, mas tipo, aí ele espalhou pro grupo de amigos dele que eu era que eu era, que eu só queria ele pelo dinheiro dele. Aí, pronto. Foi basicamente isso.
>> Ah, eu faria o mesmo, porque se você for, se eu for parar para analisar, é, você realmente e se importa mais com dinheiro do que os princípios, ao ponto de você não estar mais com ele e você não jogar o anel fora só por valer R$ 500. >> Ou seja, >> o dinheiro vale mais que sentimentos. É um anel de alguém que falou para todo mundo que você é [ __ ] e você tá guardando ele no seu dedo só porque foi R$ 500 o anel.
Ou seja, você liga mais para dinheiro do que para como alguém vai te tratar. >> Nada a ver. Nada a ver.
>> É o que faz todo sentido. >> Não faz nenhum sentido. Não faz nenhum sentido.
>> Não faz nenhum sentido, mano. Coisa ridícula. Mas foi ridículo.
[risadas] >> Foi o áudio do horror. >> A cena é lendária. Ele expõe a essência podre da atitude dela.
Ela guarda o anel de R$ 500 de um cara que, segundo ela, difamou ela. Ou seja, o dinheiro vale mais que a própria honra, mas que os próprios sentimentos que ela diz ter tido. O cara da chamada crava.
Você liga mais para dinheiro do que para como alguém vai te tratar. E a reação dela é clássica. Nada a ver.
Nada a ver. Isso foi ridículo. Ela não consegue rebater a lógica.
Então, ataca. Chama de ridículo, tenta desqualificar. É o comportamento padrão de quem é pego no pulo.
Essa troca de diálogo é um microcosmo da guerra entre os sexos hoje. De um lado, a digníssima que acha normal receber presentes caros de um homem que ela rejeita como parceiro, usando a amizade ou a fase como desculpa para extrair recursos. do outro, o homem que identifica o jogo e responde na mesma moeda.
Se você me trata como uma carteira, eu te trato como o que você está se oferecendo. A famosa acusação da daquele nome lá não é sobre sexualidade, é sobre transação. Ele está dizendo: "Você vendeu sua companhia por R$ 500 e um anel.
O maior ensino aqui é para os homens. Nunca invista pesado em digníssima que não é sua namorada. Presentes caros, jantares luxuosos, anéis.
Isso é moeda de relacionamento sério, não de ficante ou amigo que eu gosto. O homem da história original aprendeu na marra, o homem da chamada deu a lição pública e a menina ficou sem argumentos porque no fundo ela sabe que é verdade. Ela queria os benefícios de um namorado, presentes, atenção, recursos, sem dar os benefícios de uma namorada, exclusividade, compromisso, lealdade.
O nome disso é aproveitadora e os homens estão aprendendo a identificar e nomear. Esse cara da chamada merece uma estátua. >> Do mesmo raciocínio de que eu quero alguém que tenha ex-namorada, eu também quero a o meu futuro namorado tem que ter vivido a sirice dele de verdade.
Tipo, eu quero que ele me conte, não que ele me conte, mas eu só quero que ele tenha vivido muito, que ele realmente tenha aproveitado aí dele, tenha feito muita bosta, tenha ficado com muitas pessoas. Não precisa ter comido a cidade inteira, não precisa. Mas eu quero que ele tenha experiências, entendeu?
Eu não quero que seja um tapado, porque para mim não me traz segurança, gente. Não me traz. Eu tava conversando isso com a minha amiga hoje, tipo assim, tá, pode ser que seja do jeito da pessoa de ai não, não sai muito, não sei o quê, mas eu não quero essa pessoa porque, sei lá, eu quero alguém que realmente já viveu muito, entendeu?
E porque na hora que ele falar, cara, eu gosto de você e eu sou zero insegura nesse sentido de tipo, eu não me importo com a ex-namorada, não me importo com que você viveu no seu passado. Graças a Deus você viveu no seu passado, entendeu? Porque daí você não vai ter dúvidas.
ou tipo no sentido de é porque quando eu tava namorando, quando eu era nova, eu ficava pensando em um momento da minha vida: "Meu Deus, mas eu não aproveitei minha adolescência assim, sei lá, não sei, passou isso no pé pela na minha cabeça. Então acho que talvez seja por isso que eu quero alguém que realmente viveu, porque quando eu eh eu saí e eu fiquei solteira, eu tentei aproveitar coisas que eu ficava tipo: "Meu Deus, será que eu nunca vou viver isso? Por quê?
Porque eu quero que Ai, calma, tá tudo bem. Tipo, é que eu não me importo de verdade. Eu acho que assim, se a pessoa está comigo, ela tá comigo.
E ponto, é porque você tá comigo. Se você não quiser estar comigo, você não tava comigo. E se você fizer merda, aí é um problema seu, não é meu.
Entendeu? Então, tipo assim, eu só quero que a pessoa seja vivida. Não sei.
É, é o meu pensamento. >> Isso é a maior prova de que a mente feminina e a masculina funcionam de forma oposta. Para o homem, a promiscuidade feminina gera, no nível mais profundo e instintivo repulsa e desconfiança.
Por quê? Porque o instinto masculino é de certeza da paternidade. Uma digníssima com muitos parceiros é um risco genético.
É um sinal de que ela não sabe ser seletiva, de que é facilmente influenciável, de que seu critério é baixo. O homem não quer construir uma família, investir uma vida em um terreno que já foi pisoteado por uma multidão. Agora, inverter a situação não funciona.
A digníssima acha que um homem vivido é experiente, sabe o que quer. Ela não enxerga que um homem que comeu a cidade desenvolveu, acima de tudo a habilidade de descartar digníssimas. Ele não está procurando a especial.
Ele está condicionado à variedade, a novidade, a emoção da caça. A segurança que ela acha que tem é uma ilusão. A única coisa que um homem assim traz é a certeza de que ele sabe muito.
Bem como mentir, como manipular e como pular para a próxima sem remorço. Ela projeta suas próprias inseguranças. Ela fala que quando era nova pensava: "Não aproveitei minha adolescência".
Agora solteira, ela tentou aproveitar coisas. Ela quer um homem que também tenha essa ânsia de viver saciada para que ele não a abandone atrás de experiências. É uma aposta furada.
Um homem verdadeiramente de valor, focado no futuro, não quer uma vida de excessos no passado. Ele quer uma digníssima com um histórico limpo que valorize o que eles vão construir, não que fique comparando com as aventuras que ele teve. >> Muitas mulheres estão virando marmita porque a expectativa está alta demais.
É, não são palavras muito bonitas, não é uma coisa muito bonita a se dizer, mas é um fato. Mulheres que ainda não casaram e não pretendem casar tão cedo, porque todo homem que passa da vida dela, ela não consegue eh aceitar os defeitos, porque todo mundo vai ter defeito, todo mundo tem, você tem, ele também tem, todo mundo tem. Só que a mulher que é um cara perfeito, então passa 1 2 3 4 5 10 homens na vida dela e ela não escolhe nenhum para casar, para oficializar.
provavelmente passou algum que queria ter um relacionamento sério e queria casar, mas ela não quis porque ela acredita que o próximo vai ser sempre melhor. Aí o que que acontece? Essa mulher vai dando 27, 28, 29, 30 anos, não encontrou o cara que na cabeça dela precisa ser perfeito para casar.
Então ela não casa com ninguém porque o homem perfeito não existe. Sendo assim, ela virou marmita desses cara tudo e chegando nessa idade, ela muito dificilmente vai encontrar um cara que ainda queira casar com ela. Porque infelizmente, gente, é uma verdade, a mulher tem praz de validade.
Passou ali dos 30, é mais difícil para encontrar alguém e principalmente casamento. E o segundo grupo de mulheres tem essa primeira, né, que não casou. Esse primeiro grupo não casou porque ninguém está assim perfeito para a princesa.
E tudo bem, você tem o seu direito de eh escolher o cara como você quer, a maneira que você quer e tals, tudo bem, mas só que a sua exigência está te fazendo se tornar uma marmita, porque os caras só passa, e vai embora. Bom, e o segundo grupo é o das mulheres que casaram. Hã, não, eh, conseguiu lidar com os defeitos do marido.
Eu sei que é difícil lidar com o defeito das pessoas, é difícil lidar com as pessoas, mas eh preferiu separar para encontrar um outro cara perfeito, né? Porque o próximo vai ser sempre melhor. E aí, não encontrando esse cara perfeito, porque ninguém é, vira marmita.
Vira marmita do ex, vira marmita dos outros. É isso. Sua exigência vai te levar longe e vai te deixar lá sozinha, porque por enquanto você pelo menos ainda é marmita.
Logo logo nem para isso. Olha, eu sei que não são palavras bonitas, eu sei que não é coisas bonitas a se dizer, mas é verdade. E que acontece aí quando você chega lá nos 30, 33, fica amargurado, vem pra internet falar que não encontra mais homem, que não tem homem, que os homens não cheguem em vocês, é porque você passou da idade, o homem não vai chegar em você.
E também porque você já tá bastante eh eu ia falar rodada, mas essa palavra é pesada, né? Ela acerta em cheio em dois pontos devastadores. A ilusão do próximo melhor e o prazo de validade.
A digníssima moderna foi alimentada com a ideia de que pode ter tudo, que o mercado é infinito, que sempre haverá um homem melhor. Então ela descarta o bom em busca do perfeito que não existe. O cara legal, estável, que a tratava bem, é deixado para lá porque faltou química ou porque ela achou que merecia um mais alto, mais rico, mais isso ou aquilo.
E assim, os anos passam, ela toca no nervo exposto. digníssima tem prazo de validade biologicamente e socialmente é a verdade mais dura. Um homem de 35 estabilizado é considerado no auge.
Uma digníssima de 35. Na visão do mercado para relacionamentos sérios e formação de família, já está na reta final. É cruel?
É, é injusto, talvez, mas é real. Enquanto elas brigam contra essa realidade, o relógio não para. A digníssima que virou marmita é aquela que trocou o status de esposa em potencial pelo status de diversão temporária.
Os caras que ela rejeitou para casar são os mesmos que agora a vem apenas como um passatempo, sem intenção de assumir, porque eles, os caras, também aprenderam porque assumir uma digníssima de 30 e poucos anos, com um passado extenso, exigências altas e o relógio biológico apertando quando eles podem buscar uma digníssima mais nova, com menos bagagem, mais energia e mais tempo para construir uma família. E você, o que pensa sobre isso tudo? comenta aqui embaixo e já sabe, deixa o like, se inscreve, ativa o sininho.