Hoje na nude TV, um carioca versus 10 paulista, meu parceiro. Os caras já tá aqui ao meu redor, né? Segredo. E a primeira pauta é que todo mundo já sabe, não precisa falar nada. O funk carioca é mil vezes melhor que o funk paulista. Isso aí não é segredo. Todo mundo aqui concorda? >> Claro que não, né? Ah, os cara já vi arquitetado. Satisfação, monstrão. >> Tamamo junto, >> mano. Papo reto. >> Dá o papo. Passa visão. >> Fun. O funk paulista. sempre foi muito superior ao carioca. Não sei nem como tem essa pauta porque
não tem comparação. >> Porque vamos lá, vamos um pouquinho mais pr as antigas. >> Fala tu, >> mano. >> Lá no início do funkçou no Rio. Da hora. Começou no Rio, melhorou em São Paulo. >> Certo, >> menor. >> Aí, pera põe um montinho. Vamos lá. >> Já é. >> Desde o tempo do da Leste. Desde o tempo do da Leste a gente já sorrava muito vocês, tá ligado? 2009, 2010. Aí chegou a J6, aí chegou os 4M, tá ligado? MC Davi, aí chegou vários caras, o MC Kevin, Pedrinho na época estourando. Até hoje, meu
irmão, vocês não tem um negão Original no Rio de Janeiro, tá ligão, na moral, vou te falar legal. Negão original, >> negão original, papo reto. >> Vocês não conhecem garatá, tá ligado? >> Menor, tu já ouviu falar em cidil em doca? >> Pô, pior que não. Sabia. >> Ou do dendê é ruim de invadir. Nós com paulista vamos se divertir, menor. O fã da era da hora antes, né? >> Da hora não. Maneiro. >> Na época, né? É da hora, não é? Porque >> deixa eu falar, parceiro, qual foi? Como é que corta aqui? >>
Não, mas pode falar. >> Ó, primeiro de tudo, tu já veio esculachando a moda. Tu pegou a moda e meteu a porrada nela. O cara mete uma camisa preta com laranja fluorescente. Não, com todo respeito, tá, Tilte? Aí tu meteu o óclin laranja >> para combinar com o laranjado tilte Também. Aí tu vem falar que o funk de São Paulo é melhor que o funk do Rio de Janeiro. Vou te cantar só um pouquinho, ó. Já vê isso aqui, ó. Du tch tch tch tch du tch tch. Nós não precisa nem de batida não, parceiro.
De sono não. Nós faz o bagulho no curríc tem que escrever, né? >> Escrever. Nós faz a rima pr hora bagulho. Entendi. >> Ô, tu é fraquinho, pap por manda outro aí, mano. Cara, quer comparar negão Original com cidil e doca com todo respeito aí, na moral, você é a final da net deixamos várias famosas. >> Eu só quero é ser feliz, andar tranquilamente na favela. Jake de verdad aí, rap vocês estão alienando esses cara aí. Tá esquecendo das origens do bagulho. Mete o pé, mano. Já, já acabou já. Louco. Você é louco, mano. Não,
você tá perdendo. Deixa eu te falar o seguinte, mano. >> Fala aí, cara. >> As nossas músicas são muito. Os MC de agora >> não é? Então, maneiro. Lançou uma música maneira aí, tipo assim, de realidade aí do funk mesmo, que se trata da realidade do do da rapaziada. Não, mano, só para falar de realidade, vamos falar de rap, mano, que eu prefiro, tá ligado? >> Posso mandar rima para tu, para tu ver que o carioca é brabo no funk. >> Ah, não, fica à vontade. >> Vou te dar-lhe um papo reto. Aqui é sem
brincadeira. Tu é muito fraco no que tu beleza. Bagulho já tá tranquilo. Minha rima é sem marola. Tu com esse look, tu tá espancando a moda. >> Tá ligado mano? Você vem sem argumentos. Tá sorrindo para mim. Modentão de Mentos. Mas tá tranquilo, vou falar para você, você é todo tilte, parece até um ET. >> Bagulho que é louco, que eu não sou tilt, eu não pareço e você que come Cachorro quente e bota purê, bagulho já tá tranquilo. Qual foi? >> Calma lá. >> Qual foi da parada? Não tô entendendo. Não tô entendo. É
o qu aqui? Não é o X1 não? Qual foi da parada? >> Ah, é o X1, mano. Mas você tá ligado, seu seu argumento tá fraquíssimo. Nem até na rima você perdeu. E olha que você puxou cheio de panela, rapaziada. Sim, eu fiz uma. >> Calma aí, calma aí, rapaziada. Vocês que Estão vendo aí, rapaziada, tá maior panela sinistra, botaram vários paulistas no bagulho. Eu falo uma parada maneira, os cara torce pro maluco aqui. Os cara bateu neurosa com cachorro quente. Boa noite. >> Boa noite. >> Tu é paulista mesmo? Paulistana? >> Sou. >> Tu
é paulista da onde? >> Eu sou de Osasco. >> De Osasco? >> É lá que tem a rua dos cachorros quente, né? >> Sim. >> Caraca, maneiro. >> Fulista. Rariel. >> Mas Rariel o que, né? Rariel que um MC Rariel. Não, ele é brabo. Ele é brabo. Melhor, o mais de todos, >> pô. Tipo assim, com todo respeito, os brabo, os brabos que eu acho daqui de São Paulo é a rapaziada do Racionais, os brabos do rap. Mas quando se trata de Funk é impossível os cara daqui bater de frente com os cara do Rio,
mano. Porque o Rio os cara conta a realidade mesmo que vive legal. Aqui os cara o funk. Calma aí, colega. Tudo respeit esse lugar de f os cara canta música aqui, mano, tipo contando uma parada que não vive. Ahã Vitória City Lamborghini, pai rolé isso, aquilo, sendo que os caras não vivem lá no Rio de Janeiro não. Nós já lançam como um porradão, bagulho doido, tá ligado? >> Ah, eu acho que depende muito. Ultimamente o Funking Sig tem repetido falando sobre várias coisas, principalmente sobre as minas do Job. Mas, por exemplo, o MCRSP, ele tem
umas músicas muito legais, inclusive uma que ele faz uma crítica da Atena >> porque, tipo, o funk é muito mais que isso. Acho que o funk é realmente A, o amigo quer falar ali >> não >> forte abraço, irmão. Como é que é? Junto, satisfação. >> Aí vamos falar sobre aquele assunto que você falou que aqui de São Paulo os únicos brabo é Racionais >> ainda. Dá o papo. >> Tipo assim, no funk tem vários mano monstro, inclusive os 4M. Desde que os quatro M chegou, eles domina São Paulo, domina Rio. Você mesmo do seu
Spotify tá metendo louco, mas você deve escutar os cara. Escuta, rapaziada, nós escuta vários funk. Nós gosta do funk, mano. Mas tipo assim, o funk do Rio de Janeiro é diferenciado. Sacar de quê? Porque a gente faz uma parada dançante, irmão. Bagulho para quebrar p vocês fazem os bagulho ali repetidão. Tum trap funk, tipo assim, todo máximo respeito ao funk. Pô, maneirão. Mas o funk do Rio de Janeiro não tem como ser outro raiz no lugar dele não, mano. Porque a parada de vocês é muito autotone, é muito efeitozinho, é muito e como é que
fala os bagulhos de voz? Advérb, delíber, esses bagulhos tu entende de de música, tá ligado? Legal. Sou rapper, sou funqueiro, também faço funk, faço Mas o seguinte, irmão, acho que a questão é que o funk paulista, mano, ele ele é menos monótono, tá ligado? Porque tipo assim, o funk carioca é o que você falou, é só tad, tem mais nada, tipo, >> não não tem esse aqui também, ó. Tch tu tchu já é outro. A criatividade vai falando, mano. >> Aqui tem isso aqui que é o estilo do negão original que o mano falou ali
que já é um bagulho mais dançante também. Tem, por exemplo, os 4 m que nem eu falei o Rariel, tem o Kevin, sabe o menor que acho maneiro. R menor que eu acho maneiro daqui. R menor geração nova que tá chegando agora que manda maneiro, aquele R menor que vai na palma da mão, >> tá ligado? na palm vai, pô, todo respeito, mano. Tem uns que se tu tirar o túnel não Manda maneiro, não, tu tá ligado legal, pô. Tu é, tu falou que era MC, mano. >> Então, tu entende mais do que eu. Se
tirar paradinha na voz da tilt, tu tá ligado? Mas tem muito maluco lá no Rio que representa na voz legal mesmo. Tu já escutou MC Ticão? >> Já ouvi, já conheço. Porém, meu irmão, a parada é a seguinte, tá ligado? Falando com você que o funk de São Paulo é outras caminhadas. Você falar lá no Rio nós canta o que nós vive. Aqui em São Paulo também, irmão. Agora, se os caras vivem falando tipo assim, por exemplo, você falou lá, nós canta que nós vive porradeiro, pá. Se lá os caras vive outra parte da vida,
a que nós vive a parte que você falou da Lamborghini, das paradas, porque nós tá vivendo isso. Por exemplo, MC aí, nem todo mundo tá vivendo isso não, mano. Qual é? E >> nem todo mundo do Rio também fala que fala sobre as paradas que vive na favela também vive, irmão. Vários manos que Canta da favela lá que eu conheço é boizão. >> Olha só, olha só, pega a visão. Os caras fala questão de mensagem, o funk também é mensagem, certo? >> O funk é mensagem. Então, tipo assim, pô, toda hora os caras, até os
menor que tá começando, quer falar de Lamborghini, quer falar de carro caro, quer falar de roupa cara, mas tipo assim, mano, o que que isso vai agregar na tua vida e na minha escutando sobre car, né, aqueles Menor do Rio que tem seus 12 anos, 13 anos, nunca viveu crime e vive cantando sobre crime, sobre isso e sobre aquilo, tá ligado? Porque o funk é muito além de você viver a parada. A arte em si, você fala o que você, mas o funk em si, não dá atenção. Dá atenção, parceiro. O funk em si, ele
fala tipo assim, por exemplo, eu não preciso viver para cantar, eu posso, a arte você pode olhar e aplicar na sua letra, você pode cantar sobre o que você vê também. Então, se for nessa Tese, já se auto só você tá entrando para uma parada de proibidão, como se só no Rio tivesse proibidão. Aqui em São Paulo tem proibidão de maior tempão também. Há muito tempo atrás tem aquele menorzinho, os olos de gato. Aquele menor é bravo também. >> Só que tipo assim, eu tô falando de raiz do funk, o berço do funk mesmo, da
parada raiz. Tipo assim, o funk atual, os que tá mais em alta é o de São Paulo. Isso aí não tem como negar. GR6, love funk, conduzir, os cara é bravo, tá em alta porque eles revolucionaram a parada, mas a raiz do funk, [ __ ] >> é do Rio. Não concordo. Porém, irmão, tá aí um corte. A raiz. Concordo. >> Paulista. U que a raiz do funk é o Rio de Janeiro. >> Tudo bem. A raiz, o berço. Calma aí meus irmãos. Dá atenção no meu raciocínio aqui. Calma aí que agora vou dar uma
resposta. Calma aí. Calma aí meus Irmãos. Ó, dá uma atenção. O berço do funk nasceu no Rio, certo? O berço do futebol nasceu na onde? >> No Brasil, pô. >> Não, Inglaterra. Nasceu na Inglaterra, mas aonde que aonde que tá tá todas as joias do do mundo? Não tá no Brasil. Então, o fato do fã que ter nascido no Rio não se torna melhor que o Paulista. >> Pô, tu primeiro chegou sendo um bagulhão que quer jogar bola. Não, irmão. Tô dando uma, eu tô dando uma referência. O Fato do do funk ter nascido no
Rio não torna o funk melhor do que o funk paulista, porque também o futebol nasceu na Inglaterra e o futebol brasileiro, eu opinião, eu na minha opinião, acho melhor. Então nisso deste já se contradiseu. >> Manda uma palinha aí da tua que todo respeito. Tem como manda a palinha. >> Só não desacredita. Se v passar por cima ela para lá, olha, analisa, tá ligada? Qual é o proceder? Ando despreocupado. Várias noites que eu dormi charrado. Várias gatos do de cada lado. Elas que sensação de poder. >> Aí pega a visão. Autune. Precisei. É só no
Rio que não precisa de autotune. >> Nota 10. Parabéns, parabéns, [aplausos] parabéns. Mas pega a visão. Agora eu vou lançar uma para tu. Pode ser. Vou lançar assim, ó. Cidade maravilhosa, só na televisão. Os menores na escola fala de facção. Uns queria ser doutor, eu quis Ser jogador, mas viramos o monstru que o sistema criou. Se tu pegar a tua parte, a minha parte, ver qual quem passou mais mensagem cantando no funk, tu vai entender o que que é funk de São Paulo e que é o funk do Rio. >> Certo. E você falou sobre
o o estado que o estado transformou você num monstro, irmão. Que monstro que é você, irmão? Ó, você falou no sentido, tipo assim, os menores falando de facção da hora legal, você tá falando uma vivência de humano Que cresceu na favela, certo? Da hora legal e que viveu o crime. Você viveu crime, irmão. Calma, calma. Você falou, escuta irmão, não vivi o crime, não. Sou morador. Calma aí, irmão. Não, irmão. Olha só. Eu vivi o crime, eu vi de perto. Isso aí também. Vários manos de perto, mas tu falou de char, de andar não sei
o que na tua vejo. >> Eu tô falando a mensagem que tu quer Passar. Tudo bem, irmão. Mas se for nessa tese, nós dois tá se refutando aqui. >> Depois tu vai olhar o vídeo, tu vai ver a letra que tu cantou e vai ver a letra que tu cant. >> Já era. Mas essa letra é tua? >> É minha, parceiro. Máximo respeito. Irmão. >> É nós, irmão. >> Já. >> Aí, paizão, você usa muito o argumento Do berço, tá ligado? Que eu concordo com você. >> Mas fala para mim, quem que fica no berço
para sempre? >> Berço de quê, cara? [risadas] >> Quem que fica no berço para sempre, meu irmão? Pode começar lá, mano. Mas a vida acontece depois. O berço do funk de falando merda. >> Meu irmão, o bagulho precisa de altos voos, entendeu, mano? O bagulho começou lá e se aprimorou em outro lugar e hoje Quem domina é nós. Não tem jeito, >> mano. Olha só, mano. Já é, irmão. Olha só, pega a visão. Você vai falar que o funk de São Paulo é melhor porque você é paulista, parceiro. >> Não, porque todo o Brasil fala,
mano. O funk de vocês é concentrado no Rio de Janeiro. Se eu quero um consciente, mano, posso escutar vários bagulhos. >> Fun é para curtir. Eu quero saber do job. Eu quero saber, mano, das novidades. Eu quero me divertir, meu Irmão. >> Não, eu quero me divertir. Ninguém tá escutando funk para aprender alguma coisa, mano. Nós tá indo pra festa. Você quer ficar pensando na sua vida na semana que você trampou o dia inteiro? Tipo assim, às vezes eu não escuto funk só para ir para baile, para curtir as paradas, não, meu parceiro. Eu escuto
funk dentro de um carro dando um rolé. Eu escuto funk no dia a dia, no domingão, num churrasco. Às vezes tá Fazendo um churrasquinho de cria, tranquilão. Um funzin também é maneiro, pô. >> A [aplausos] não é segredo, rapaziadinha. Agora a pauta é uma coisa que todo mundo tá ligado, legal, que vocês sabem também, as giras do Rio de Janeiro, os dialeto, é bem melhor que o Rio de São Paulo, né, mano? Não é segredo. Como é que tu chega numa pessoa, chama Zou de Velinho? A Pessoa tem 20 anos de idade, não tem um
pelo cara, pô. Não tô entendendo legal. E aí, velinho? E aí, velho? Eu bato logo neurose. Outro dia bigode aí. Eu tenho bigode aqui. Olha pra minha cara, vê se eu tenho bigode. >> Tá ligado? >> Hã? >> Tá ligado? Tr [risadas] >> rapaziada [risadas] >> tão peidando, rapaziada. Tão pensando Antes de ir. Tão vendo que não dá dentro parceiro. >> Aqui você falou de bigode. Eu sou bigode, mano. >> Tá big [risadas] aí. Ele é o cara que é digno de ser chamado de bigode, pô. Porque você tem bigode e quando a pessoa não
tem bigode, você vai chamar de bigode. >> Ah, mano. Ah, eu chamo de mano, eu não chamo de bigode. >> Pô, mas aqui cham de bigode. Tô Mentindo. Vai falar que eu tô mentindo. Ah, paulista. Você chama bigode, você chama Zão. >> É velho. >> É palavrão isso. >> Zão. [risadas] >> Zão. Você chama de zão, meu irmão. Batum neorose, mano. >> Você chama muito irmão lá no Rio, né? >> Ainda, irmão também é maneiro. Irmão parceiro. Aqui é muito parça aqui também. Mas passa o qu passa? Não tô entendendo. Passa par não. De parça.
De parceiro, mano. Passa. >> Ah, de parceiro. Mas de onde saiu o [ __ ] mané? Láão. Ah, >> ah, mano, vai saber. Deve ter saído, sei lá, do >> Aí, por que que tu passou? Não sei. >> Aí, [risadas] aí nós tem uma parada aqui, rapaziada. >> De onde vem o famosoão que todo paulista fala? >> Cara, eu acho que vem muito do futebol, né? do a galera vai no vai no estádio, vai ver um jogo aíão. >> Ah, então já tipo assim, eu com máximo respeito acho que eu sei de onde v esseão.
>> É porque o cara olhou para um paulista e falou assim: "Caraca paulista, tô é maiorão mesmo, tô maior otário". Aí foi lá e saiu essa parada. Fala tu, velhinho. Firmeza, parça. >> Paz, cachorro. >> E aí velinho? >> Bagulho de ti todo respeito. Aí vocês falam muito feio, cara. Na moral, não é querendo esculachar não, tá ligado? A palavra do carioca é melhor. Não, o o nossa palavra é melhor do que o carioca. Pô, >> o que que é melhor, cara? Fala aí. Chama de cachorro, >> menor. Na moral, se chama de cachorro lá
no Rio de Janeiro, o cara vai achar que tu tá chamando a mãe dele de cadela e já Vai entrar outro bagulho doido. [ __ ] vou te falar esses cara brincando. E aí, cachorro? Tá na paz normal. >> Queão e cachorro? É, mano, fala isso comigo na rua. Pô, você vai passar ali na rua, eu te conheci, mano. Na paz, tranquilidade. >> Salve cachorro. Lá no Rio de Janeiro a gente tinha mais amigado. Fala, fala jogador. Olha que maneiro. Jogador >> não é qualquer jogador, é um jogador car. Esse cara não for jogador, >>
mas é um jogador caro, jogador da vida. Olha só como é que aí lanção. Fala patrão. Olha como é que deixa a autoestima do amigo maneira. Fala meu patrão. Fala jogador caro. Fala meu parceiro. Tudo na paz. Fala jogador barriga para dentro. Imagina você chegar você chegar assim na rapaziada. Salve cachorro. Salve cachorrão. Como você tá? Tá na paz? Tranquilo, >> cachorrão. Papo do cara, mané. Pô, é assim, todo respeito. Cachorrão. Acho Maior falta de respeito. >> Sabe porque o cara vai pensar, o cara fala assim: "Pô, sou cachorrão, devo pegar várias bebê". É assim,
>> é paulista, na moral, fala sério contigo, tristão mesmo. >> Não, essa é a verdade. >> Paulista falta de respeito, [ __ ] Cachorrão. >> Cachorrão. Você vai falar assim, o cara já vai pensar: "Pô, sou cachorrão, pego várias bebês, da hora". Tipo assim, >> então já acho maior esculacho, cachorrão. Então é o bonde do tigrão. É o bonde do tigrão. >> Que giria que você não gosta de São Paulo? >> Acho que todas, eu acho. >> Velho é muito legal. Tipo, velho, >> velho, tipo, não é velho, é velho, >> é velho, >> velho.
Caraca, velho. >> Mas, pô, mas velho, tu acha maneiro mesmo, velho, porque tem muita mulher Que, tipo assim, muito homem também que a gente vira adutão, aí fica coroa, aí fala: "Pô, não me chama de velho não, de mais velho". As mulher fala lá no Rio também, quando a gente chama de tia, qual é tia? Pô, fica me chamando de tia, não pareço velho acho também, >> pô. Tu quer chamar de velho? Um cara de idoso, pô. Leva pro asilo, velho. >> Mas é velho, mano. >> Não, mano. Acho, >> mano. Mano, [risadas] >> não
sabe se é, ó, não sabe se é velho, não sabe se é irmão, não sabe se é mano. >> Vel, irmão. Não tem. Não tenho muito isso. Tipo, pelo menos a meu linguajar aqui eu não falo muito não, mano. Pior que velho, irmão. Não, mas mano, muito. >> Então, então já é tu lá no Rio de Janeiro ali, te olhando bem assim de longe, eu já sabia que tu era paulista, tá ligado? Que olhar assim, eu falar na moral mesmo, fala minha mãezona ó. Maneiro, ó. Não, não, mãezona é Sacanagem. Não, minha mãezona é um
é um gesto de respeito. Fala a minha mãezona. Caraca, a mãezona tá toda trabalhada na beleza, no pique da Bibi perigosa. >> Da Bibi perigosa? [risadas] >> É, pô. Bibi perigosa. Ela é perigosa e é bonita, pô. >> E qual que é a gía que as mulheres usam no Rio? >> Ah, elas fala várias. Elas falou ainda. >> Ainda >> ainda, pô. Ainda ainda? >> Ainda como >> ainda? Tipo assim, pô, mané, vou brotar ali. Vai mesmo? Ainda tipo confirmando brotar. >> Pode p, tipo, >> pode par. Para mim é podcast. >> Não, tipo, porque
pode par aqui, pode par em São Paulo, tipo, a pessoa fala assim: "Ah, você vai?" Não, pode par. Tipo, >> ah, po, >> tipo, pode par. É uma gir inclusive, por Isso que o nome é tombama. >> Mas é qual pá? Pá de obra ou é a pá do pão de cachorro? >> Pá de de feito, tipo assim, ah, você vai não, pode par, eu vou. >> Pô, mas tirando de você agora que você acabou de falar essa gira aí, tu acha maneiro falar isso aí? >> Ah, nossa, já eu falo bastante isso, velho. Ou
tipo hum, >> olha, ó, ó, ó aí, ó. Aí, tá vendo? Aí eu vou falar para tu. Na verdade, na Verdade eu prefiro quando fala que vai chover aqui. Como é que fala que vai chover aqui em São Paulo? >> Vai cair uma toró. >> Vai cair >> gar. Toró. É toró, né? É toró que fala. >> Toró. >> Toró vai cair. Engraçado. >> Bom, então, toró acho engraçado. Agora, velinho, pode p. É melhor chegar no parceiro. E aí? E aí, colega? E aí, amigo? Pô, muito mais. >> E aí? E aí, mano? >> E
aí, mano? Como se fosse teu irmão, né? Igualou. Parou. Parou. 3 2 1 Pode ir. >> Valendo, tá valendo. Tá valendo. >> E de boa. >> Fala pai suavão na nave. >> Beleza. Você falou parc. >> Você falou de po par >> ainda o podcast lá, né? >> É, mas você tem uma diretão boa que virou o nome de podcast. [risadas] >> Caraca, ele já veio com o argumento aí, Aí aí aí. >> Procuro. >> Não, beleza. >> É o que mais? O qu vai falar mais? Vai falando aí. Vai falando. >> Não, tô te
perguntando. Tem tem magia tão boa assim que até virou nome nome de alguma coisa. Tu quer se lisongar por causa disso aí. Tu tá acha maneira isso daí, meu irmão. Vou te falar legal. Papo reto sem neurose. Naqueles piqu já ouviu falar? Tem o nome de uma rua com isso lá No Rio, pô. O nome de uma rua, pô. >> Naqueles pique, pô. Se for para se lisongar com isso, não tem caô, irmão. >> Tá. Você falou de bigode, >> já é. Fala aí. P. >> É uma gir, beleza. Mas você tem uma gira, geralmente
todo carioca fala: "Qual é, neguinho?" Você falou: "Ah, e bigode? Quem não tem bigode?" né [ __ ] >> A, mas aí depende pô, porque o [ __ ] já é tipo um xará, um cara mais chegado. Qual é [ __ ] Pô, quando o cara fala [ __ ] ó, >> se é char mais chegado, né? Melhor falar, mano, tem mais a ver com [ __ ] mano. Mano, é mais chegado do que ninguém. >> Mas pega a visão, tu vai chamar geral de mano. Tem que articular, >> ó. Pega a visão de um
jeito. Calma jogador. >> Calma jogador. Vou te explicar. Você tem cada jeito para chamar uma pessoa, Parceiro. Por exemplo, tu vai chamar o garçom, fala chefão, fala meu jogador, fala meu compadre, vai chamar o garçom, vai chamar o parceiro, qual é irmãozão, qual é braço? Ó, braço tá maneiro. E fala teu braço. >> Qual que é, qual que é a giro que você mais orgulha de lá, >> pô? Que eu mais me orgulho tem uma parada maneirona que, tipo assim, que é a única lá do Rio de Janeiro, tá ligado? Que é o cotor do
respeito. O cultor do Respeito a gente usa em vários ocasiões, tá ligado? A gente usa para falar um por favor, com todo respeito, pega essa parada aí para mim. A gente usou com todo respeito para mandar alguém tomar naquele lugar também. Todo respeito vai tomar no meio. A gente usa para esse lado também. A gira do Rio de Janeiro é despecificada. É para ser uma gira do R do Rio de Janeiro. Essa gía >> do Rio de Janeiro e do Brasil hoje em dia, meu parceiro. >> Então é do Rio de Janeiro, é geral. Todo
mundo fala isso. >> Claro, filho. Mas as origens tá onde? Puxa aí. Puxa aí no Google. Vou te falar o valeu. Valeu quando nós agradece. Valeu, valeu. Ô, tu lança um valeu, valeu pro vendedor? Fala: "Caraca, na moral, vou dar uma moral para ele. Vou nem cobrar 10%." te olhando assim, tu lá no Rio, os cara vai te lá de cima a baixo, mané, vai fala: "E aí, mané, água de coco para tu quer 10?" Vai para 20. Se tu chegar nessa aí deão, de velinho, de bigode, vai para 30. Então, tipo assim, eu tô
te dando uma moral de est te explicando para chegar lá no Rio tranquilão. E aí, meu parceiro, todo respeito, meu parceiro, 10 paga. Comprar uma água de coco tranquilo, tem que me agradecer paulista. Pô, seu fechamento, >> tá? Então só para tudo isso aí é melhor que po >> h >> nosso po Mano mano mano serve para tu se chama qualquer pessoa de mano >> mano mano é maior vío de linguagem sinistro tu falou mano um milhão de vezes aqui despecifica o bagulho irmão mano mano mano mano mano que doideira >> mandou qual é aqui
po um monte de vezes aqui pôis também é qual é >> é de vocês pô >> qual é ó a fonética qual é pô tu lança um desse aí na rua pro parceiro. Parceiro, esse aí ó é cria, tá ligado? Não é igual aqui tu. E aí, mano? Mano, pô, pros caras vai falar, mano, pros cara, falei é de mortandela, é de bobeira. Isso aí é pão com mortandela. >> Você vai sair daqui falando mano ainda, cara. Hoje aí >> esses cara tá mandado. Aí tem como dar oportunidade para outros aí não? E diretoria? Pô,
amigo aqui tá chatão, todo respeito, mano. >> Pô, tu é até maneiro, tu é parceiro >> aí. Tô brincando, [risadas] Tô brincando. É só quando todo mundo levantar a mão, mano. Tem que esperar geral levantar a mão. Geral levantou a mão. Geral levantou a mão. Levantou a mão trocar >> aí. Pode trocar. Bate tem Judas aqui, mano. >> Tamos junto. Tá aí vários Judas. Ele falou no começo ainda, mano. Mesmo tema. >> Vamos tentar. >> Só queria começar falando que você tava criticando mano, mas eu acho que mano é Uma gíria tão incrível que ela
pode ter assim vários significados. Se você falar mano, já é diferente de você falar mano do céu ou você fala mano entendeu? Cada mano tem o seu significado. Vocês não têm uma gir que uma palavra só pode ter vários significados diferentes, dependendo da entonação que você tem. Então diga >> quem disse que não tem. >> Fala que seja tão bom quanto humano. Não, tu falou do humano, nós temos. Qual Foi? O qual foi a gente usa para várias coisas também. Por exemplo, vou te cumprimentar agora. Qual foi, colega? Tudo bem. >> Falar qual foi o
qu? >> Na paz. Não, qual foi? Tranquilão. Tudo na paz. Agora se nós tá brigando, qual foi da tua, rapaz? Tá maluca, rapaz. Qual foi? Aí dá para tu usar tanto discutindo quanto fazendo amizade. O próprio Qual foi o mano? Tu chama o cara de mano e a mulher? É mana? >> É mana também? É tudo igual. >> Mana man é chute na moral. Tu >> e você também tem uma giro que eu acho mais estranho. Por exemplo, ainda qual o sentido de falar ainda igual você falam? Não faz sentido nenhum. >> Vou falar não.
Tem gira no Rio que até eu acho estranho, colega. Tá vendo até você já quem era gente? Tipo, mas tipo assim, o estranho é diferente aí que tá e o diferente vira moda. >> Mas não é porque [aplausos] só >> ele quase foi, ó. Ele quase [risadas] foi. Bigod, mano. >> Mas eu não acho que tudo que vira moda é bom, né? Tem coisa à vezes que vira moda também que >> é, mas vira moda, né? Infelizmente é tipo assim, tu vê hoje em dia todo mundo aí falando um, pô, um com todo respeito aí
do nada, né? Tu tu escuta. >> Ah, mas é uma também tem gira paulitana que todo mundo fala, >> cara. Humano vocês inventaram humano, vocês botaram lá no vocabulário lá. >> Vocês inventaram com todo respeito, com todo respeito. Eu tava no cenário antara falar a junção do útil agradável. Nunca juntar com pegou respeito pegou com e pegou o todo juntado antes do carioca. É porque nós pega todo o respeito do mundo para pedir alguma coisa, filha. >> É, eu é carioca é bem respeitoso mesmo. >> Máximo respeito. Valeu >> vocês. Eu acho que eu acho
que o respeito de vocês fica mais na fala do que na atitude, viu? Então pegava, tá maluco paulistano tem mais respeito. >> Ela, ela que ela lacrou agora, né? Ela não, ela lacrou. Mas tá bom, vou te falar, o Paulo não tem respeito, não. Pode mudar não, né? Porque tipo assim, >> porque ele argumento que mudar logo. >> Não, não é mudar não. Porque você falou Que nós não tem respeito igual no Rio de Janeiro. Só que aqui >> tu acha que a gente a gente é do a gente do Rio é melhor, né? Não,
na G. Do Paulistano é que a gente tem mais respeito aí. >> Tem nada. Vocês não dão nem boa tarde no elevador. >> Que dá. A gente dá sim. Nosso atendimento é melhor, entendeu? A gente tem mais respeito com cliente, a gente tem mais respeito com o turista. >> Rapaz, eu vou te falar, nessa experiência que eu tô tendo em São Paulo, não tá, >> mas a experiência foi diferente. Ué, a gente pega um geral, não é mais experiência individual, entendeu? >> Não, tá tranquilo, tá tranquilo. Todo mundo respeita todo mundo, gentileza gera gentileza. Mas
uma coisa que tá na cara e geral tá ligado, tá ciente que as giras do Rio de Janeiro, >> só você se emocionando quem que tá com >> até até engasguei aqui, mané. Pega a visão, você desse jeitão aí, se tu chegar no Rio de Janeiro, tu vai pagar mais caro, primeiro de tudo. Isso aí não é segredo. Desonesto também >> não. Desonesto não, cara. Porque o Brasil é dessa forma. Fui comprar um guarda-chuva lá, o cara cobrou mais caro para mim quando eu vi que eu era flamenguista. Ah, tu é do Rio, né? R$
60 no guarda-chuva. Tu acha certo isso daí? >> Não, mas você já tá fugindo do Eita, já Tá fugindo do foco já. Não tem >> então porque eu não tinha porque eu não tinha uma gíria de São Paulo para poder falar com o cara, pô. Aí tu acha maneiro chamar o cara de cachorro pedindo um guarda-chuva e cachorro. >> Mas tem outra. Você não precisa chamar de cachorro. Você tem outros. Eu transformo. Fala também. Você pode falar. Ia falar meu irmão não. Mas pode falar aí, parceiro. >> É, pode falar mano. Aí amigo aí. Ou
às Vezes você nem fala nada, você fala opa, entendeu? Aí ele vai te entender. >> Op. Aí do nada virou roça. Opa, [risadas] ora. Ups. >> Não, mas você tem várias. Você não precisa chamar de cachorro. Você tem uma gama de possibilidades para poder chamar alguém. Então, mas pega a visão, bom do Carioca, tem uma uma coisa que vocês não tm aqui em São Paulo. A gente fala de um jeito maneiro, de um jeito mais leve. Nós tem um molho, >> nós tem um molho, pô. Vocês são muito molho também. Você tem molho muito pá,
vocês falam muito, tá ligado? Não. E pai, pai, velinho firmeza velinho bigode, car. Carro é lindo do jeito que a gente fala. >> Porque, tipo assim, todo mundo fala mal do Rio de Janeiro, né? Todo mundo fala mal do Rio, mas quando chega um cria, um carioca no meio dos paulistas, ai falisqueiro, ai falcar vocês, é pra Gente poder tirar. >> Gente, fala: "Comprei o isqueiro na esquina da escola". Aí é maneiro comprar, zoar carioca, gastar mais. Lógico, pessoal, porque é engraçado vocês falando assim, >> pô. Vocês t que parar de dois papos, mano. Tem
que falar: "Não, mano, nós é paulista, nós tá ligado, legal, nós é bom em poucas coisas perto de vocês, mas tipo assim, na gira vocês são brabo, pô". Eu só fala: "Não, vocês falam de um Jeito maneiro, pô". Pô, com todo respeito, não acho. Ah, com todo respeito. Não, não acho. Vou me apropriar, eu só falo. Fala com todo respeito. Eu acho que não é muita. Ah, tô levantando a mão, mas deu tempo. >> Fala, rapaziadinha. O próximo tema, a próxima pauta é bem discutível. Eu tenho certeza absoluta que o trânsito no Rio de Janeiro
é melhor que o trânsito de São Paulo. Em São Paulo é muito caótica, é muita bagunça. E é isso. Esse é o Próximo tema. 3 2 1. >> E aí, Brid? >> Fala, cria. Tranquilão, na paz. >> Você falou que o trânsito é caótico. O do R é melhor do do que >> sem gaguejar. Calma, sem gaguejar. Você solta. >> O trânsito do Rio é melhor que do que o de São Paulo. Certo. Você falou isso? >> Por que que você chegou atrasado? >> Ai, ele ele ele lançou, ele lançou. Mas pega a visão. Quem
chegou atrasado aqui, Gente? Tá maluco. Quem que chegou atrasado, meu parceiro? >> Não sei. Fiquei sabendo aí. Chegou atrasado. >> Tá tudo bem. Então já é, você falou que eu cheguei atrasado. Isso acabou de comprovar paulistamente, saído da sua boca, que o trânsito de São Paulo é uma causada. Porque eu saí do Rio de Janeiro foi 3 horas para chegar aqui, para entrar em São Paulo foi mais 5 horas. >> 3 horas para chegar aqui >> é rápido. 3 horas meia no máximo. Me comprova isso aí, >> meu irmão. É 180 na pista voado descontroladamente,
filho. No pique do Velosos Furiosos. Eu cheguei tranquilão, tava até em um horário com amigo, quando entrou em São Paulo, tudo parou, bum, congelou o trânsito. Aí do nada tu tava tranquilão, viinha um cara e jogava água no vidro do teu carro e começava a passar um rodo. O que que tá acontecendo aqui nesse trânsito, gente? Isso aqui é O que é zumbanja. Bagulho doido. Opa, opa, mano. Tava conversando com o cara aqui, todo respeito, valeu. Tamo junto. Tava conversando com o cara aqui, irmão, que, pô, ma trânsitozão sinistro para chegar aqui no estúdio e
um cara jogou lá um paninho com rodo para limpar meu espelho, só que eu achei que ele ia quebrar o vidro do meu carro. Aí eu fui mexer no telefone. Escuta, >> fui mexer no telefone do carro, fui abrir a janela para pegar um vento, né, Pô. Maió calorzão também. Aí o parceiro, não, fecha, fecha, fecha. Vamos roubar teu telefone. Falei: "Que isso, gente? Isso é o trânsito de São Paulo, meu irmão. >> Certo. Você sabe quantos habitantes tem aqui? >> Fala aí. Fala aí. >> 12 milhões. No Rio. Tem seis >> ainda. >> Metade
do que tem aqui >> ainda. >> Você acha que com tantos habitantes assim não vai ter trânsito? Todo mundo querendo ter o seu carrinho ali. >> Aa, >> todo mundo querendo. Por isso que o metrô daqui também é bem lotado >> ainda, parceiro. Não, isso aí mais ou menos eu concordo mais ou menos. Mas tipo assim, tu já viu o tamanho do Rio de Janeiro? >> Já vi, já vi também. Aí tu quer falar que o Rio de Janeiro tem 6 milhão de Pessoa, aqui tem 12 milhão, aqui tem no três vezes e quatro vezes
o tamanho do Rio de Janeiro. Tu tá de marola com o Rio de Janeiro e com o Brasil. >> O pior, o pior é que aqui mesmo aqui tendo 6 milhões a mais, o nosso trânsito ele consegue se comparar ao de vocês, que é caótico também. Eu tava no Rio semana passada. O óleo do carro já trocou? Porque aqui é osso. Aqui tu tem que trocar óleo para caraca, porque aqui você fica 2 horas para andar 5 km, Parceiro. Dá vontade de sair do carro e andando, irmão. Todo respeito. >> No rio, ó. No Rio.
Eh, mais ou menos quanto que você que conhece lá, né? >> Fale aí, fale aí >> quando que dá. Conhece o Jardim Américo. >> Ali na Avenida Brasil. Avenida Brasil ali. Tô ligado, tô ligado. >> Su. Pô, pode falar. >> Só na Avenida Brasil. Acho que para andar uns 5 km. Tava no Rio na semana passada. Eu fiquei questão de >> 50 minutos no horário que não era nem de pico. Ust. Eu rodo o Rio todo de Janeiro, o Rio todo em uma noite, pô. Tu vai da zona norte até a zona oeste, até a
zona sul, tu roda o Rio em uma noite. Aqui se você sair da zona sul pra zona norte, você tem que ir três dias e três noites. Tô mentindo. >> Tá. >> Tô nada. >> Sabe por quê? Porque aqui tem a questão Do transporte público. >> Aqui você chega de um lado da cidade até o outro em questão de 20, 30 minutos. >> Ah, é. É, >> é mesmo, >> é mesmo. Lá, >> hã, >> lá eu fui pegar um trem, o metrô, né, que o pessoal já foi tudo tudo estranho. Nem vou falar o
que que aconteceu, porque não pode aqui, né? >> Não pode mesmo não. Continuidade. >> Po, pode. Mas então, [risadas] assim que eu fui pegar o trem, pô, eu demorei um tempão para andar, para andar acredito que umas três ou quatro estações, coisa que aqui em São Paulo, >> sabe o que que não tem aqui? Deixa eu ouvir essa palavra aqui, ó. Next station madureira. Não, aqui tem aqui e aqui aqui eles falam inglês e português. Pô, ela fala inglês, português, espanhol. Mulher da terra do turista, pô. Na moral, vamos Entrar nesse assunto, menor. Na moral,
aqui aqui os trem que tem aqui é até maneiro, mas trem tem no Rio também. Isso aí vamos falar de trem que trem não pega. Transporte também. Agora, tipo assim, mano, tu quer comparar o trânsito sinistrão, bagulho doido que aqui o até o A fica maluco, tu joga lá o A e o lugar que quer ir, ele não sabe nem para qual rua te mandar, pô, porque ele fica, caraca, se eu mandar ele para cá, ele vai ficar 3 horas. Se eu mandar ele para Cá, ele vai ficar 2:50. >> Certo. >> Aqui até os
aplicativos de mano, vou te falar Uber aqui passa mal, né? >> Jamais, jamais. Fala uma rodovia lá do Rio que você conhece assim que é muito boa mesmo. Por exemplo, aqui tem a Marginal T ET. Lá no Rio tem o quê? >> Ah, lá no Rio tem várias, pô. Não, fala uma dá uma. >> Vou falar uma nele lá. Tem a linha amarela, a linha vermelha, vind Brasil. >> Não, a linha amarela não é amarela não, mas tipo assim, lá não para igual aqui, pô. >> Não, mas então quantas faixas tem na linha amarela? >>
Na linha amarela, se eu não me engano, é quatro. >> Quatro faixas. >> Quatro faixas. >> E aqui você veio pela marginal, certo? >> Eu peguei a dura. É, vem pela marginal. >> Então, quantas faixas tem na marginal? >> No começo tem duas e depois ela ela abre, >> certo? >> Aí você quer comparar um lugar que tem quatro faixas com lugar que tem duas. Então isso significa que São Paulo é melhor do que eu. >> E aí? Satisfação. >> Satisfação. Deixa eu soltar o tempo aqui pra gente começar a falar. Não, visão. >> Que
que você tem para falar de bom no Transporte público do Rio? >> Pô, cara, tipo assim, tem várias coisas, tá ligado? Os ônibus lá tem ar condicionado, tá ligado? Isso é maneiro, pô. >> Aqui também >> tem. >> Tem >> não. Tô falando que eu acho bom, porque lá faz 40º metrô lá. Quantas linhas tem o metrô? Pô, não sei te explicar não, mané, porque eu nunca fui de gravar, Não. Sempre andei muito, tá ligado? >> É que aqui tem mais de 10 linhas no metrô, né? >> 10 linhas de metrô. >> 10 linhas lin.
>> E tipo assim, porque quando chega naquele horário lá que tu sabe qual é, fica um formigueiro, parece até gente atropelando gente. Mas tu acha maneiro isso? >> É, não, mas aqui as periferias têm acesso ao transporte público, né? Não, Mas não é só a periferia que usa o transporte público. >> É, a maior parte das pessoas da periferia são o maior público do transporte público. >> Por quê? Porque o trânsito também ninguém, até a rapaziada que tem uma condição, que tem carro em casa, que tem que não precisa tanto do transporte público quanto a
rapaziada periférica, eles têm que andar no transporte público porque o trânsito tá caótico em São Paulo. >> Mas você chegou atrasado porque você não veio de transporte público, né? Aí eu vou pegar um trem lá do Rio de Janeiro, aí ele vai vir por baixo da terra, vou pegar ele, vou pegar ele lá em Copacabana. Aí ele vai vir até metrô. Você vai pegar o metrô, descer do avião, tá ligado? Igual todo mundo. >> Não, fazer o seguinte, pô. Já >> você vai chegar bem mais rápido, pode ter certeza. Tem trem >> é 40 minutos
cheg. >> Tem, tem trem. Calma aí. Tem trem do Rio de Janeiro para São Paulo. >> Tem trem, >> tem trem do aeroporto para qualquer região que você quiser ir. >> Tem metrô, tem ônibus. Do aeroporto do Rio de Janeiro para São Paulo. >> Não, do aeroporto de São Paulo até qualquer região de São Paulo que você quiser. >> Acho que eu não, olha só, não divulgo Nem bet, nem cino, nem nada. Não tem dinheiro para comprar passagem de avião não, meu amor. Ou é ônibus ou é gasolina de carro. Tipo assim, eu ia aí
de ônibus. >> Cr, pode crer. Então, por que que você não veio de do Rio de Janeiro e pegou o transporte público até aqui? Como eu vim de carro, cara. Olha só. Vim de carro, entendeu? Eu não sabia que aqui tava tudo parado. Por que você não desceu numa estação? Então, porque a a maioria Das pessoas aqui em São Paulo opta pelo transporte público por causa disso. >> Verdade. Aí aí tinha que arrumar também uma vaga para parar, né? Porque aquilo além de tá muito cheio no trânsito, não tem muita vaga para parar carro também,
né? Aí fica difícil até deixar o carro ir andando. >> Sim, porque a gente opta pelo transporte público por ser uma via super eficaz que supre com todas as necessidades da população, tá ligado? >> Não, tipo assim, transporte público é igual do Rio. >> Estão construindo mais linhas ainda para ter mais acesso nas periferias, tá ligado? Não, ainda. Isso é bom. Lá no Rio também, pô. Tem transporte público igual aqui. >> Mas chega na nas periferias igual, chega aqui, chega chega no acesso para todo mundo. >> Nem caveirão entra na periferia, cara. Tu acha que
um trem vai entrar dentro da Periferia? >> Então, o transporte público do Rio não é melhor que o de São Paulo. >> Mas aí já é outro caso. Aí é outro caso. Eu falo em questão de, tipo assim, São Paulo é muito grande e ainda assim tem esse trânsito sinistro. Eu acho que tipo tinha que administrar melhor para espalhar bem a rapaziada, porque lá no Rio é bem pequeno e tem a quantidade de pessoas que tem separado. Pode reparar, a estrutura da Cidade de São Paulo é extremamente separado. O pobre tá no lugar do pobre,
o rico tá no lugar do rico. Tem essa separação. Se não tiver o acesso do transporte público, o pobre não chega em casa, mano. Quando se trata quando se trata de comunidade, quando se trata de comunidade, não tem acesso a transporte público. Isso não é porque é porque a comunidade mesmo quase não tem, entendeu? Então não tem como botar um um um ramal direto preparado, né? Tipo, Aqui em São Paulo você falou que é muito afastada as região, justamente por isso que o transporte público tem que acessar as regiões mais periféricas, porque senão as pessoas
não conseguem trabalhar, tá ligado? >> Bom, mas tu e mas em questão de de tipo assim de trânsito na rua, o que que tu acha de de tipo assim tu querer ir numa praia? Ah, vou em Santos, quero ir de carro, entendeu? Quero levar minha família aí não tem, não vai poder ir Porque vai ter que juntar todo mundo, pegar um monte de bolsa e de transporte público. >> Não pode. Inclusive tem pra que você consegue chegar com metrô bem próximo e pegar um ônibus lá perto, tá ligado? >> Mano, tô te falando de você
levar porque lá no Rio de Janeiro a gente faz isso aqui, tá ligado? Porque tipo, nem todo mundo tem condição de comprar um guarda-sol, uma cadeira de praia. O que que a gente faz? A gente já tem isso em Casa, sai com o guarda-sol, com a cadeira de com a cadeira de praia, leva isso, leva um cooler com alguma coisa para beber, porque as coisas n na praia são cara. E tipo assim, a gente leva tudo isso e bota na mala do carro. Aí, tipo, vai juntar toda a família para levar tudo isso na mão
de transporte público, porque o trânsito tá parado e não dá para ir de carro, mesma família tendo carro. Aí, tu acha mesmo que o trânsito de São Paulo ainda é melhor que O do Rio? >> Não, a gente tá falando do transporte público. >> Não, do trânsito e do transporte público. Pô, >> o trânsito é a pauta. >> Eu eu li as duas pautas. Eu li as duas pautas. Entendi. >> Transporte público também nós nós bate de frente. Fica tranquilo. >> Isso. Pode crer. Então é porque São Paulo é uma cidade. >> Já ouvi falar
em mototaxi? Mototaxi >> já ouvi falar, cara. Inclusive, é, inclusive admiro muito esse essa forma de transporte que tem lá no Rio de Janeiro, mas aqui em São Paulo o transporte público funciona perfeitamente bem, ao ponto de não precisar, tá ligado? >> Pior que não. Pior que não. Sabe por causa de quê? Porque se eles botassem mais mototáxi na rua, não ia ficar aquele formigueiro que fica gente Atropelando gente para pegar uma roleta. Cara, eu andei, eu fui na 25. Tá ligado? Eu fui lá de rolé, tive que pegar o trem e eu vi o
horário de pico. Meu parceiro, se tu não for na atividade, tu vira tapete porque nego passa por cima de tu, filho. Tô mentindo >> não. Não tá mentindo. Essa é a dinâmica paulistana. >> Corte não tá mentindo. Isso prova que o transporte público e o trânsito do Rio de Janeiro é melhor que o de São Paulo, Rapaziada. >> Será? Eu acho que não, hein. >> Ah, vamos ver, hein? >> É nós. Satisfação. >> Estamos junto. Satisfação. >> Pega a visão, rapaziadinha. Vamos para mais um tema agora que esses daqui os paulistas não dá dentro. Eu
tenho certeza de tudo isso que eu vou falar agora. A comida do Rio de Janeiro, a culinária, é melhor que a de São Paulo, né, meu parceiro? É muito melhor um Biscoito globo com mate gelado do que uma pizza com ketchup, né? >> Vamos embora. 3 2 1 2 1. >> Fala fiel. >> Salve Brick. >> Na paz >> aí. Beleza. >> Tranquilão. >> Então, nessa pauta da culinária, eu observo que tem vários bagulhos que os carioca entende como que ele está concorrendo com os paulistas. Mas na Real eles estão concorrendo com o Brasil inteiro,
tá ligado? >> Aham. Vai falando >> feijão carioca. Tipo na Bahia, em Minas, em São Paulo, todo mundo come feijão carioca. Só no Rio que eles comem feijão preto e eles coloca como rivalidade contra São Paulo. Mas é o Brasil inteiro que é diferente. >> Caraca, vou te falar, o cara fez uma narrativa, tudo, uma parada sobre o feijão que eu achei até maneiro. Aí papo Reto, o feijão, o feijão em si, primeiro de tudo, é por baixo. Aí pega a visão. Segundo, irmão, a gente gosta do feijãozinho mais escuro mesmo, de feijoada, que é
o que eu prefiro também. E por que que o feijão carioca faz sucesso no Brasil todo? Pelo nome você já [risadas] entendeu, né? Porque é carioca. Então, tipo assim, eu acho que é uma boa vocês pegar o nosso feijão carioca e tipo exaltar ele mesmo, porque o feijão é carioca, meão. Pô, já tá Dizendo, só no feijão nós já tá 1 a 0 aqui. Valeu, rapaziada. >> Ele é carioca porque os carioca é os únicos que não não come o melhor feijão que tem do >> pô. Então, aí aí que tu não entende, sabe? Carra
de quê? Nós comeu tanto feijão carioca que nós enjoou dele. Aí agora nós só exporta sorte pro mundo. >> Mesma. E a mesma ideia o biscoito. Tipo, só no Rio fala biscoito, todo o resto do Brasil fala bolacha. Aí pi não. Aí aí tu Tu deu mancada, mano. Aí tu deu uma mancada. Sabe cara de quê? Porque o biscoito em si é o doce. Biscoito. Biscoito de chocolate, biscoito piraquê, biscoito maisena. É o doce. A bolacha? Puxa aí no Google. A bolacha é é salgada. Não tem como tu pegar um biscoito doce e chamar de
bolacha não, irmão. Na moral mesmo. Papo reto. 3 2 1. >> E aí, bigode? Fala tu, velinho. Firmeza, velinho. Então, pega a visão, mano. Eu falei que essa parada de comida, de Culinária, nós do Rio de Janeiro somos melhores que em São Paulo. >> Por que, mano? Não é o certo. >> Porque vocês tm um mate gelado aqui com o limão, >> mano. Você não responde. São Paulo. São Paulo tem as melhores culinárias do mundo, tá ligado? Tanto de gente que vem é de todos os estados do Brasil para São Paulo trabalhar. Aqui tem comida,
tipo, no bairro da Liberdade, por exemplo. >> Se quiser comer uma comida. >> Foi quem que falou? Foi o Eric Jac falou isso? >> Não, eu sou a prova viva disso. Todo mundo que tá aqui no bairro da Liberdade. No bairro da Liberdade. Se eu quiser, cara ficar puxando a panela. No bairro da Liberdade comer uma comida japonesa, se quiser lá no Tatuapé comer uma comida mexicana. >> Meu irmão, tu tá falando desses tipos de comida? Eu tô falando uma feijoada na segunda-feira, pô. Aqui só tem Sexta-feira, irmão. Tô falando num churrasco na quarta. Calma,
calma, calma. Eu tô falando num churrasquinho na quarta-feira, cara. Cervejinha gelada, 40 gr no RJ. Aí, tipo assim, olha que almoço maneiro numa quarta nós tá calma, nós tá comendo um churrasquinho de cria numa quarta-feira no almoço, o cara tá comendo fanga parmediana, nada contra fanga parmediana, maneirão, gostosão. Eu me amarro, mas aqui em São Paulo é só Franga parmediana, irmão. >> Ah, franga parmediana é o que tá tendo, né? >> Não, lá tem também, mas tô falando de variedade, irmão. Que coisa de >> não é lá é muito, pô. Aqui só tem comida, como
é que é? Vegetariana, mano. Aqui >> vegetariana é para quem gosta, né? 3 2 1. >> Pô, tu de novo tu é chatão, hein, moleque? Caraca, toda hora ele, mané Forte. >> Então, vamos lá, mano. O bagulho é o seguinte. Em São Paulo você acha tudo que você quiser, mano. No dia que você quiser, meu irmão. Se você quiser comer uma feijoada, mano, agora, agora você acha em todo lugar. São Paulo funciona, mano, 24x4. A gente tem uma pluralidade enorme, mano. Você acha o que que você quiser em lugar, em qualquer lugar, mano. Tudo. Não
te falta nada. O cara pode vir do nordeste, ele vai achar uma Comida boa para ele, tá ligado? É, pode vir do norte, irmão. Aqui funciona da seguinte forma. Tem no Rio também, mano. Tem no Rio também. Comida 24 horas. Lá no morro mesmo, lá na rocinha lá 24 horas tu encontra o que você quiser de comida. Só botar o morro aqui já bate de frente. Então, tipo assim, iFood roda solto, tá ligado? Mototax entrega as comidas para geral. Aqui em São Paulo já tive umas dorzinhas de cabeça com entrega de Comida. Então, >> pera
aí. Então você nunca teve dor de cabeça no Rio? Não, igual aqui, né, meu parceiro? Não, tô aqui para falar a verdade, jogador jogador jogador caro. Relíão consegue com >> relíquia. Tu vem do pão se ilud com muito. Relíquica. Tu é bom novo, meu paizão. Escuta paizão. Olha as idei do Flamengo, irmão. Deixa eu falar não. Em questão de culinária, você acha Tudo aqui, meu irmão. Na hora que você quiser, irmão. A gente a gente pode até achar tudo. Escuta pai, fala pr [ __ ] Mas não tem um tempero, irmão. Tem tudo, irmão. Aqui
vocês não encontra aqueles carros paradão vendendo quem tinha de 10. Não, irmão, >> é porque você não tá procurando. É porque você não tá procurando. Você vem para São Paulo, mano. Você visita três ruer falar de São Paulo, meu irmão. Todo Mundo aqui, todo mundo aqui não tem um carro de quentinha que mora perto. >> Todo mundo em qualquer bairro. Quanto? Quanto? Quanto? Vamos falar de custo também. >> Você quer falar de custo? Você quer falar de custo? >> R$ 5. É sacanagem. R$ 5 é só o arroz. R >> para de ca. >> Qual
foi? [risadas] Não, não, não, não. Calma aí, >> não. O cara, o cara arrastou. O cara Arrastou. Ele tem direito de errar. Certo. >> Tu já ouvi falar na rua chamada Olegaro Marciel? >> Pô, os bagulho do Rio de Janeiro não repercute o suficiente pr gente saber. >> Repercute, pô. Tu que é de bobeira. Pega a visão. Legar Marcel na Barra da Tijuca tem vários restaurantes brabos. Mexicano, italiano, arabiano, nordestano, tudo que termina com ano lá. Ele mano >> Ah, entendi. Você tá até ench boca. >> Tipo assim, todo todos os restaurantes, só naquela rua
tem, tá ligado? >> E aqui tem várias ruas. Sim, mano. Não é só uma, é todas. >> Tem, tem, tem. Só que eu falo do tempero que é diferente, mano. No tempero de vocês, a comida que é sem gosto, irmão. Lá no Rio tem gost, meu irmão. >> Pô, tô te falando >> para você tá maluco. Você tá maluco, cara. Tá falando de assunto sinistro Aqui. Vou começar a pelar, hein? Parada, você tá falando não, mano. Aqui você acha tudo que você quiser, meu parceiro. Tudo que você quiser, você acha em qualquer momento, qualquer tempero
que tiver, mano. Tem tudo aqui. Sabe por quê? Porque aqui, mano, a gente tá >> Foi, >> pô. Deixava o cara completar pelo menos >> tr do. >> Olha aí, cara. Dá um papo. >> Cachorro quente. Que que você acha? >> Para mim o cachorro quente tem que vir completão. O cachorro quente. >> Calma, pô. Aí tu tu quer o quê? Não, calma aí, cara. Calma aí, irmão. Purê. Tu vai no feijão, arroz e como é que é? Almôndega. Aí tu bota purê. Agora, tipo assim, cachorro quente. É cachorro quente. A vacilação, né? É, tem
que ter a vacilação, batata palha, tá ligado? Queijinho ralado. >> O que que gruda tudo isso? >> Calma, calma, calma, meu amigo. Aí vai Ficar o bagulho birimbolado. Eu sei que, tipo assim, no estômago tá tudo junto, mas tu vai olhar a parada assim, mané, cheio de purê em cima. Faz o seguinte, pega um isopozinho com purê separado, aí fica maneiro. Aí tu pega o cachorro quente, bonitão, fala: "Chefe, não esculacha metendo um montão de purê, não? Bota um purê separado aí para tu poder montar o cachorro quente maneiro, botar milho verde, ervilha, ovinho de
codorna. Ouvinho de codorna. Claro, claro, parceiro. É o cachorro quente de cri, irmão. O bagulho é recheadão. E detalhe, R9,99. Alguém concorda com ovo de cordon? >> 99. >> Alguém concorda com o purê aqui? >> É salubre esse ovo de cordona, né? Óbvio. O purê que gruda tudo >> e a uva passa para dar aquele toque. >> Uva passa aí. Uva passa aqui. Cachorro quente. Aí não tem como. Aí não tem Como, rapaziada. Esplêndido, tá ligado? Para sério, você também >> é por isso que é R9,99 insalubre, né? >> Não, mano, pega a visão, vocês
falam tanto do cachorro quente, mano, mas vocês comem nosso feijão, primeiro de tudo. O feijão carioca vem lá do Rio, primeiro de tudo, já voltando pro mesmo assunto, a questão de alimentação vocês não dão dentro, mano, porque as comidas aqui são tudo congelada, congelada. Vocês estão acostumados com comida Congelada, >> pô. Lá no Rio em qualquer esquina tu encontro um boteco que vende uma quentinha, que vende uma parada, pô, que restaurantezinho. Aqui é maior luta, pô. Às vezes vem pó abrir o iFood aí você acha qualquer coisa que você quiser aí, árabe e japonês, chinês,
tudo que você quiser você acha aí rapidão. Você pode abrir aí >> pedir um biscoito aí então >> não. Bolacha, >> car. O cara falou que acha tudo, o cara falou que não acha biscoito. >> Bolacha, bolacha, bolacha é é o certo é de se falar. >> Pode argumentar mais, mano, sobre a culinária aí. Fale >> agora o cachorro quente, vocês estão muito errados. Vocês acham que vocês estão certos em alguma parte da mente, >> man? Tu já ouviu falar na batata do marechal Hermes? A batata boladona do Marechal Hermes? Já ouviu falar? Rapaziada, vocês
já ouviram falar? Com certeza. Isso aqui não conhece não, mano. Batata bolada com tudo que tem direito, meu parceiro. Não, c de codor no queij. Já outra culinária, nós não repete as coisas tudo lá >> não. Aí já vai sabe o quê? Baczinho, vacilação cortadinha. >> Vacilação. O que que é vacilação cortadinha? Eu não entendi. Que que é isso? Essa gha dos cara. Vacilação cortadinha. Eu não entendi esse negócio Aí. Por isso que a ruim também. Tu quer que eu fale o quê? Tu quer que eu fale? O cara quer que eu fale a mancada
a ele, né? Ele quer que eu fale em linguiça ele. Hã, tempo. >> Pô, tu vai chegar para comprar, pô. Me vê 2 kg de salsicha aí pro cara do açog. Vacilação, pô. Vê 2 kg de vacilação aí. >> Vacilação. >> Ele olhou até para baixo no vacilação. 3 2 1. >> Fala, jovem guerreiro. >> Primeiramente, biscoito. É o like que você dá na cremosa. >> Ih, caraca. Lançou. Vou lançar aí. Segundo, [risadas] ô, >> pode trocar [risadas] a >> Vai, vai, vai, vai, biscoito. >> Tá. E segundo você falou que a comida de São
Paulo é sem graça, pô. Vocês colocam ketchup na pizza, mano. >> Não, não, falar em biscoito, tua cara parece a última biscoito do pacote, [ __ ] [risadas] Toda amassada. >> Nada, mano. É, a gente tá falando de comida, mas vocês colocam ketchup na pizza. Aqui no aqui a gente tem tradição em fazer pizza. A gente coloca um azeitezinho até para harmonizar. E E >> mano, a pizza que tu tem é só embaixo do teu sovaco, todo respeito. [risadas] >> Pizza no Rio de Janeiro é sem miséria. Já foi geral? >> Tudo bem. >> Tudo
bem, mano. Satisfação. >> Chamou paulista de vegano. É, >> tem muito paulista que é vegano mesmo. >> Não, mas carioca também tem. E paulista come para caramba também. Paulista tem escondidinho de frango. Pô, você falou que só tem parmagiana que o Paulista come. Por favor, >> já comeu um strogonof do Rio de Janeiro? >> Já comi. Já comi strogonof. >> Onde que leva strogonof aqui? Já comi Lasanha. Comeu lasanha. Estrogoronof aqui. >> Lasanha. >> No estrogoronof do paulista. O que que leva? >> Pode colocar só de comida pra sobremesa. Sobremesa. Mus você já comeu? Pa
já comeu. >> Ah, só no Brasil todo. Lá você acho que nem vocês vocês não conhecem, né? >> Mano, pega a visão, mano. >> Murse para ver. Açaí. Qual? Quanto que é o açaí lá, >> meu irmão? No açaí tu não dá dentro não. Me irmão. Açaí. Bagulho vai ficar sério. No açaí tu não dá dentro, irmão. >> Irmão. Olha só. No açaí tu vai comer açaí com essa garupa aqui com esse tempo. Açaí. Rio de Janeiro, pô. 40º saldando mo aquele açaízão cheio de bagulho. Pá, calma aí, deixa eu falar o que que vem
no meu açaí. >> Fica à vontade, cara. Fica à vontade com Seu açaí aí. >> Coberturazinha daquele jeitão. >> Sucrilho. Muito açaí. Mais sucrilho. Calma. Paçoca, amendoim, coisa e tal. O açaí lá é diferenciado. Ou então tem um batido. O batido é aqueles de garrafa que já é sem nada, é só o açai puro. Aí você pode escolher de morango, o que você quiser. O normal. Tem nossa marmitinha também. Nossa quentinha de açaí. Pô, tem divisão. Açaí, sorvete. Nossa, gente, quitinha é friinha, pô. De Açaí. Cara, açaí. Uma, vocês têm lá marmitinha lá? >> Não,
a gente vive na idade das pedras lá ainda. A gente não tem essas paradas não. Você acabou de falar de quentinha. Eu tô falando de umainha. Você falou de quentinha, men. Eu como quentinha no Rio desde a época da brilhosa, pô. Não era nem a de isopor, era de papel alumínio, menor. Sou relíquia, pô. Papo reto. No açaí não dá dentro. No cachorro quente. Vocês só gostam do cachorro quente com Purê porque vocês cresceram com os pais ensinando a vocês que isso aí é bom. Mas se vocês criassem outra doutrina ali, ó, pum, vocês ia
ver que o bagulho é >> fal de cachorro quente não, porque o dogão de Osasco é excepcional. É o melhor do mundo. >> Dogão, nem doguinho. Aí, aí >> você começou num assunto que >> falei um bagulho maneirou, ninguém bateu palma. >> Caraca, falei um bagulho maneirou, Ninguém bateu palma. >> Hamburgão. Hamburgão. Você já comeu hamburgão? Hamburgão. Hamburgão artesanal grandão, enorme. >> Hamburgão. >> Hamburgão de poá. Moleque de falar no podrão. De falar no podrão? >> Podrão. Conheço outras pessoas aí que é podrão aí. >> Pô, moleque, aí tu é tão lerdão que tu não
conhece o podrão, pô. >> Quem é o podrão? >> Podrão é o famoso Xudo. [risadas] >> É o famoso X tudo. Vou explicar para ele, rapaziada. Eu sei que como >> esse aqui soltava pipa com a luz do ventilador. Vou ensinar para você. Pega visão. Cuidado com o meu microfone aqui, amigo. >> O podrão, tá ligado? É aquele x tudo bolado, só que leva um monte de parada, pô. Aquele x tudo recheado com muito bacon, com muita coisa. Vascilação tem que levar também no podrão de cria. Tipo Como calma irmão, calma. É comida, >> chamou
um alimento de podrão, cara. Que negócio é esse, cara? >> Pô, mas a parada é absurdamente boa, pô. Você não tá, a cara quer botar o cachorro quente, >> todo melecado de purê. O bagulho tu vai comer a parada, meu irmão. Com todo respeito, tem nem como segurar, irmão. O bagulho vai purê para todo lado e tu suja a mãos. Bagulho vem como? Na moral, tu come bagulho maneiro, sem se Esculachar. Pegou um guaravita pr beber tranquilão. Um chamate, >> eu não vou falar nem no macarrão. Vocês comem macarrão, macarronada? Macarronada aqui de São Paulo,
cara. >> Macarronada. Come macarrones. Macarrones com molho a campanha, menor. Você não sa comparar carioca com São Paulo da macarrão, cara. >> Pô, meu vou te falar. >> Macarrão, um molhinho assim de tomate. >> Nosso macarrão é melhor que as massa lá Dos italianos, irmão. Bagulho é aí. Você pegou pesado. Itália é criador da macarronada. Nós nós conseguiu superar a massa dos italianos de tanto que nós é bravo, pô. Você foi para um outro lado pô que tá forçando, falando que o bagulho aí é muito melhor muito bom, cara. Macarrão, a saladinha, tomate, uma misturinha,
carne de panela. Acho que você nem sabe o que é isso, né? >> Claro que eu sei, vou falar franguinho. Você falou que a gente só come parmegiana, cara. >> Não, não tá mentindo. >> Mentindo. Eu cheguei aqui, ó, para pedir no cardápio, ó. Parmediana de frango, coxa sobre coxa, eh franga a passarinho, filé de frango, só tinha frango no cardápio. São Paulo, possível. Ó, até até o cara tá batendo a cabeça ali. Ele é verdade, isso é verdade. >> O que não falta é opção, >> meu irmão. Cinco opção de frango e uma de
carne. É frango com isso, é frango com aquilo. >> Pessoa >> é nós. Estamos junto. >> Pô, você falou de comida com nome de cidade. É lá no Rio, quando eu fui num restaurante. Primeiro projeto que me ofereceram foi Virada Paulista. dessa, mano. Vou falar. >> E eu queria, eu queria saber também se você já foi no mercadão com o lanche de Mortadela. >> Lanche de mortadela? >> É, >> pô. Mortadela é a tua cara, mano. Maior mortadela. Eu falo da parada do paulista porque você pediu, né, mano? O cara olhou para tu, maior jeitão
de paulista, falou: "Iso aqui não é daqui não vou oferecer uma comida dos paulistas para ele." O cara chegou para tu e quanto que tu pagou nessa comida aí? >> Sabe qual que é o pior? >> Fala o valor que tu pagou na parada do paulista lá. >> Foi 28 conto >> aí. Sabe o que era pior? Não. Pior que era no restaurante era a única opção que tinha. >> Ah, para de fofar. >> Era a única opção. É sério, pô. Não, tô >> tava onde tu >> papo reto >> em Parati. Não é Rio
de Janeiro, não tá >> nesse segredo, rapaziadinha. Esse foi um Carioca contra vários paulistas. A chapa ficou quente, o bagulho ficou sério. E não deixa de se inscrever no canal, não deixa de ativar o sininho e seguir a rapaziada aqui, ó. Valeu. Rede social tá aí embaixo. E já sabe, se for brotar no Rio de Janeiro, brota na atividade para não virar saudade.