[Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Salve salve amigos da ciência em todo o mundo. Muito boa noite, muito bem-vindos a mais um Ciência Sem Fim. Hoje é uma quinta-feira, dia 7 de dezembro de 2023. O ano vai avançando aí, ó, está avançando para o seu fim. Estamos aqui Hoje ao vivo, ao vivo com o grande Fernando. Tudo bom, Fernando? Tudo bom, Serjão. Prazer tá aqui de novo. Obrigado aí para por me receber. Valeu, Fernando, que vem lá do aéo, por trás da aviação, canal que ele tem, programa em TV, tem tudo aí. O cara é produtor
de ter de de programa, manja demais. Então vai ser aquele papo sobre aviação que é legal para caramba. Mas antes, recadinhos da paróquia. Temos emblema, Cris? Temosão. Então solta na tela aí o emblema. Tá na Tela um gif hoje, ó. Olha aí. Olha, hoje é um gif, ó, cara. Olha, é um gif hoje, ó. Que maneiro. Legal demais. Bonito, hein? É. Gostei desse aí. Gostei do aviãozinho ali, ó. Isso aí. Então já sabe, galera, para para resgatar o emblema nv99.com.br/ciencient fim fica valendo até 24 horas após o programa. Quem tá aqui com a gente hoje
de novo, grande Insider Store. Insider aí que está, acabou a Black Friday, né? Acabou semana passada. Black Friday, Black Week, Black November, Black Year, né? Daqui a pouco, daqui a pouco a gente vai ampliando. O brasileiro é bom, né, cara? Que ele pega o negocinho e daqui a pouco transforma numa coisa. É isso mesmo. E agora é o seguinte, a Insider tá preparando você para o Natal, porque ela sabe que no Natal você tem aquele amigo secreto ou amigo oculto em algumas regiões que o pessoal chama. E tem gente que faz amigo oculto e em
empresa e tem gente que gosta tanto que acaba fazendo Até na família. E aí a Inside teve uma ideia sensacional. Você compra um negócio da Insider para você e compra outro pro seu amigo secreto e aí você presenteia ele com os produtos da Inside que não vai ter como a pessoa não gostar, não vai ser um presente que ela não vai gostar. Então você vai lá agora na Insider Ciência 12, que é aquele nosso cupom antigo que tá valendo agora de novo depois da Black Friday. O o link vai tá aqui na descrição. Você usa
esse Link nosso aqui, vai para lá, usa o Ciência 12 e aí você compra presente, presente pro seu amigo secreto, Tech T-shirt, Performance T-shirt, tem meia, tem cueca, tem boné, tem camiseta de manga comprido, tem camiseta de outras cores também. Eu uso a preta, mas ela tem de várias cores já, todos os produtos altamente tecnológicos da Insider. E ela trouxe aqui, ó, o presente pro Fernando. Mas aí é o seguinte, ó. Você tem que prometer que Você vai fazer desse jeito. Esse é o seu. Beleza. E esse é precisar de amigo secreto. Se tiver amigo
secreto aí onde você for, em algum lugar e tal, sei se vocês fazem lá. Bom, meu do meu amigo secreto, então eu vou deixar ele fechadinho, que a embalagem aqui tá bonita, ó. Mas eu vou abrir o meu para ver. Isso. Você sabe que a Insider também é parceira nossa, então eu uso. É bom. Insider é bom demais. E eu eu viajo aí de Insider e tudo e o pessoal, Opa, Bonezinho bacana. Pessoal acha que a gente só faz propaganda não, mas a gente usa mesmo, né? É, o produto é bom, cara. Aqui, ó, a
cueca que normalmente nos meus vídeos eu não mostro, né? Porque não dá. É bom demais. Camiseta, ó. Legal demais. Valeu aí mais uma vez a Insider. Estamos juntos. Insider. Insider store sempre com a gente aí. Valeu, Insider. Então, Ciência 12, link está aí que R code na tela, link na descrição e você sabe que Você pode fazer parte aqui do Ciência Secreta, que é o nosso grupo de membro, clube de membros aqui do Ciência sem Fim. Então, vá lá agora, se inscreva que ano que vem nós estaremos aí conteúdo esse ano. O ano está finalizando,
não vamos fazer, mas o ano que vem eu vou fazer, tá? Tô sendo sincero com você. Mas você gosta de s sem fim, ajude a gente. Eu tô aqui no Insta, ó, fazendo live aqui no pessoal do Space to Day, no Insta. E galera que tá aqui no Space Day, ó, corre lá para o YouTube, tá? Para o YouTube do Ciências sem fim. Então vai aí, ó, YouTube do Ciência sem fim, a live aqui no Insta, daqui a pouco eu encerro ela. É só para trazer vocês aqui para acompanhar o nosso papo que é sempre
bom. Então vá lá pro Ciência sem fim agora, galera. Aqui até é isso de recado, Cris. Eh, ah, fala só o código do emblema. Código do emblema, qual é? Aerociência. Aerociência. Muito bom. Então, clique aí é Aerociência e você resgata o seu emblema. É isso, né? Legal demais, Fernando. Muito bom, cara, ter você aqui de novo. Sempre gosto de trazer você. O Lito já teve aqui outra vez também. Sempre um prazer, é bom demais esse papo de todo mundo gosta, né, cara, de avião, né? Todo mundo precisa, né? Exatamente. Eu falo que todo mundo usa
e precisa da aviação, mesmo nunca tendo entrado num avião na vida. Então, pior que é verdade mesmo. A aviação movimenta o mundo, né? Então, precisa. E eu acho que falar mais sobre aviação, atrair as pessoas, né, desmistificar, faz as pessoas respeitarem mais, né, a aviação e e usarem, mas sem sem receios, né, entender tudo que acontece por trás da aviação. Na sua visão aí tem tido uma melhor, como que eu vou dizer assim, eh porque você, o Lito, essa galera aí, o Mauro também, né, que é o piloto, que ele tá ativo bastante e tudo.
Tem a o pessoal lá dos dos helicópteros também, Né? Você acha que que esse que esse esse movimento aí que vocês fazem aí tem ajudado a desmistificar algumas coisas, a melhorar? Porque eu sei que vocês vivem do mesmo problema que a gente vive no caso da ciência mesmo, que é os meios de comunicação às vezes pegam uma coisinha, vão lá e, né, dão aquela aumentada? É, exatamente. Só que o que eu falo é o seguinte, no meu caso, cara, se o cara falar que foi uma estrela, foi uma super estrela, isso não vai mudar Nada.
Agora a naviação muda para caramba, né? Porque isso traz um medo pra galera. É, sim. Exatamente. E assim, é uma coisa que eu sempre eh tentei lutar contra, né? O que se fala na grande mídia, desde a ideia do aero por trás da aviação. O a hoje, esse ano, fez 10 anos, né? A gente começou na TV, o projeto vem de 2013, em 2014 a gente estreou na TV e o objetivo sempre foi desmistificar a aviação, porque eu sempre acreditei que você explicando Como funciona, a pessoa passa a perder o medo, passa a respeitar, entender
como que, né, por que precisa daquilo. Mas infelizmente o que chama a atenção mesmo da do grande público é tragédia, acidente aéreo. Então, fala de acidente aéreo, aí todo mundo vai atrás, todo mundo quer saber, já vem um monte de especialista de internet querendo dar opinião e falar coisa que não deve. E aí isso começa a ganhar uma repercussão muito negativa. Então eu sempre tentei Explicar o lado bom da aviação, como é que ela funciona, quais são as áreas, né, que você fala aviação. É um negócio muito genérico, né? Mas tem milhares de áreas da
aviação que até o pessoal dentro da aviação de áreas diferentes não entendem outras áreas, né? Então no aero por trás da aviação o objetivo sempre foi explicar um pouco de tudo justamente para abrir esse caminho, né? Para as pessoas terem mais interesse e ir atrás. E acho que sim, acho que a Gente tem uma grande responsabilidade aí de fundir, né, esse esse assunto e criar mais apaixonados. Para mim é muito gratificante quando eu vou num evento, encontro pessoas e tal e as pessoas falam: "Nossa, eu comecei a gostar de aviação por sua causa, eu penso
em virar piloto por sua causa". Eu falo: "Cara, a missão então tá sendo cumprida porque o objetivo é justamente esse, é colocar a aviação como algo acessível e não ficar um negócio distante, ah, aviação, aquela Coisa ali, né, que cara, inacessível, coisa de milionário." E não é nada disso. Já foi, né? Já foi, é, no, bem no passado, mas atualmente já tem várias formas de você ter acesso a isso. E eu costumo dizer, né, a frase que eu usei, todo mundo usa aviação mesmo nunca tendo entrado num avião na vida. Porque atualmente, se nós temos
energia elétrica aqui funcionando, é porque tem uma empresa com helicópteros fazendo inspeção de linhas de transmissão de Energia e tendo certeza que não vai cair nenhum cabo no caminho. E isso é um dos exemplos, né? Vários outros, é aeromédico, coisas desse tipo. Então é muito necessário. É. E o público tem esse lado aí do público ter e a imprensa também ela tem procurado, porque no nosso caso aí tem acontecido um negócio muito legal que a imprensa, a gente que faz aí esse negócio de transmissão de lançamento de foguete que a gente inventou e tal, eh
eu entendo, eu Entendo o lado da da imprensa, porque imagina o cara tá lá sentado na redação de um jornal, aí de repente chega o o diretor de redação lá e fala assim: "Cara, lançou o foguete do Elon Musk, aí eu fulano, escreve aí qualquer coisa". O cara, cara, que que é isso, cara? né? Ele não sabe nem do que que tá, tem que pesquisar em algum lugar, tem que falar com alguém que entende. Exatamente. Então, o que tem, o que a gente tem visto é que o pessoal aí da, da, da Imprensa aí tradicional,
vamos chamar assim, eles começaram a procurar a gente, entendeu? Então, quando tem alguma dúvida, eles eles ligam, eh, às vezes eles: "Ah, tô pensando colocar isso aqui numa pauta". Eu falo: "Cara, isso aí não é nada, cara. Relaxa que isso aí não vai acontecer". Aí mesmo assim eles colocam, né? Não, aí os car os caras estão respeitando. Aí eles, Ah, é. Eu falei: "É, cara, nem perde tempo que senão tem coisa mais importante". Aí Os cara vão lá. É assim, no caso de vocês, a imprensa tem também? Sim, acontece muito assim, principalmente quando acontece o
acidente, aí vem em peso, né? Eu me posicionei de uma forma que eu não vou falar de acidente aéreo, principalmente em veículo de de massa, porque quando acontece um acidente aéreo, principalmente quando tem mortes, né? É muito complicado para falar. Primeiro porque gera muita especulação. O que a imprensa vem com a gente muitas Vezes é até com uma pauta pronta, ó, é isso aqui e e tenta dar uma direcionada e aí eu saio, né? Mas uma coisa errada que você acaba falando ou alguma coisa que você acha e coloca na mídia pode gerar uma repercussão
muito grande. Na aviação isso é muito negativo. A gente tem uma frase, né, os aviadores que quando um sai da rota todos sentem, né? Entendi. Então, por questão de respeito, a gente fala: "Cara, vamos esperar, vamos esperar pelo menos sair um Preliminar de relatório, alguma coisa assim, porque cai um avião, o que a imprensa quer? O que aconteceu ou o que você acha que aconteceu? Não dá para saber, né, cara? Você não dá saber. Só o cara, nenhum piloto acorda de manhã e fala: "Eu vou cair com o meu avião hoje e vou me matar".
Ninguém faz isso, né? Então, se acontecer um acidente, algo assim muito complicado aconteceu ali. Eu fiz recentemente uma live com um amigo meu que ele é aberto de falar sobre o Assunto, tá lá no no canal Aero por Tras Aviação essa live. Ele caiu por panca, acabou o combustível do avião e caiu. Caramba. E ele conta, felizmente não aconteceu, né? Ele não quebrou uma unha, o avião quebrou inteiro, precisou refazer o avião, tal, mas ele conta todos os passos que aconteceram, como que chegou até lá, como que chegou até lá, né? E ele mesmo falando,
ou seja, o próprio cara que passou pelo acidente aéreo Falando ele assim, eu depois fiz um voo passando pelo mesmo lugar e falei: "Nossa, eu poderia ter feito isso, eu poderia ter pousado ali, eu poderia ter tomado essa decisão." Só que na hora, cara, quando você tá com o negócio e ele falou assim: "Eu só percebi que eu ia cair um minuto depois que eu caí. Até lá eu fui tentando fazer o que eu podia. Isso. Eu tô falando de um cara que sobreviveu, que é aberto a falar. Eu tô eh eh parafraseando ele, né?
E agora Imagina um cara que morreu na situação. É complicado. Então, como é que eu vou chegar sentado numa sala com ar condicionado, assistindo um vídeo do acidente, olhar e falar: "Hum, esse cara poderia ter feito isso porque ele não fez isso por causa". É, não rola. É, então isso na aviação soa como um tremendo e um desrespeito aos aviadores. Por isso que eu me posicionei sempre quando a imprensa entra em contato comigo, eu falo: "Cara, eu não vou, se Eu for falar, eu vou falar isso". Aí o jornalista fala: "Ah, tá bom, eu já
vou te ligar e some, porque eu eu não vou falar o que ele pediu, não é que interessa, né?" E então é é muito complicado, mas eu tento da da melhor forma ir na pra imprensa eh ir para programas, para podcasts para falar da parte boa da aviação que pouca gente explora. Vou dar um exemplo. Eh, a Imraer, a Boing, a Airbus, tudo indústrias aeronáuticas que estão Envolvidas em desenvolvimento tecnológico da aviação, avançadíssimos, que você não vê uma notinha no rodapé em veículo nenhum. né? Agora se cair um avião da Imbraer, meu amigo, aí você
vai ver aquele, né, aquela explosão de notícias. Então eu acho que eu tenho que falar e outros colegas, né, da que falam sobre o assunto, temos que falar sobre a parte boa da aviação, que nós entendemos, nós sabemos e, infelizmente a os veículos de massa vão se apegar em Uma coisa que dá clique, que é tragédia. É isso, né? Eu costumo dizer assim, você eh o que que dá mais audiência, o programa de desgraça de uma TV aberta ou o Discovery Channel? É verdade, né? Não. E aí esses canais aí do Cabo, por exemplo, começaram,
né? Aquele Mayday, aquele desastres e é o programa de aviação mais assistido, May Desastres Aéreos. É porque é o que fala de da tragédia, é o que a galera quer ver, entendeu? A galera não quer ver o a Construção de um Airbus A380 lá lá em Tulusa, né? Eles querem ver a tragédia, é isso, do Airbus a 380, entendeu? Infelizmente é o ser humano. O ser humano é assim, tem jeito. É, então, então aí tem a galera normal, tem a imprensa e no caso de vocês tem os profissionais ainda, né? Sim. Como que é com
os profissionais aí da aviação? Vocês tm a relação legal? Como? A gente tem uma relação muito boa com o pessoal da aviação e é uma credibilidade que a Gente construiu ao longo desses 10 anos, né? Na internet a gente tá firme, vai fazer 7 anos no início do ano que vem, mas acho que isso é o mais importante, é manter essa credibilidade, ter essa boa relação com o pessoal da área mesmo, né? Então, a gente sempre é muito bem recebido, a gente é chamado em todos os eventos de aviação. Hoje, boa parte dos nossos patrocinadores
é da aviação. Então, fabricantes de aeronaves, eh, outros, né, da da da do meio Aeronáutico. Então, a gente tem uma relação muito boa e a gente sabe que o nosso material entrega o que eles querem. Por isso que a gente tem muito, muito patrocinador da aviação, porque a aviação é pequena, né? E a gente consegue atingir uma boa parte da galera que é o entusiasta ou trabalha, tal. E a gente sempre tá pensando em entregar da melhor forma possível, né? Entregar a informação de forma correta e isso dá muito certo, né? Então, eh, a gente
Sempre tá tá tá no meio ali para falar do do produto de todo mundo. É legal de ter esse apoio deles também. Com certeza. Com certeza. Isso aí é muito é muito interessante, né? Porque tem algumas áreas aí que você tem um, eu chamo de fogo amigo, às vezes os caras não entendem o que você faz e criticam e tal, né? Mas é, não é bom, né? É, infelizmente na aviação acontece com toda a área, evidentemente, mas é é uma é uma área muito técnica, Né? E um dos meus desafios, logo que a gente começou
o programa, a gente apresentou o programa para algumas emissoras antes de de fato começar na no canal Mais Globo SAT na época, né, do do grupo Globo, eh eu ouvi a gente diretor diretores de de emissora falar assim: "Nossa, você vai falar de aviação? Quem que vai assistir isso aí? Ninguém assiste isso aí. Isso aí é muito técnico, isso aí não vai dar certo não. Aí um um deles falou assim: "Eh, como é Que ele tinha falado?" Ah, eh, você nunca vai conseguir falar com o público leigo e o público técnico ao mesmo tempo. Olha
aí. Aí eu falei, eh, então deixa eu te explicar. O público técnico eu sei conversar porque eu sou um aviador louco. Então, o que que é o aviador louco? Que é a galera como? Você põe uma foto de avião, o cara fica lá, ah, olhando, né? aviador que que gosta mesmo, gosta de ver avião. Então eu sei como me Comunicar com essa galera. Agora o desafio não é comunicar com pessoas como eu, claro. É de se comunicar com pessoas que não entendem nada do assunto. Isso aí. Então eu misturei essa parte técnica visual, eu sou
produtor audiovisual, então eu misturei isso com a informação. É. E é impressionante que isso deu tão certo que toda vez que nas mídias, nas redes sociais, Instagram, TikTok, eu posto informação, eu falando sobre um assunto, o vídeo bomba de visualização. Se eu coloco só a imagem de avião voando, só os aviadores assistem. Lógico. Então não tem muita visualização. É só os convertido que a gente fala, né? Exatamente. É só os convertido. É isso mesmo. Muito legal, cara. Mas tem um um de um acidente, acho que você pode nem que nem é acidente, né? É porque
eu vi que vai estrear aí no cinema o filme. Ah, isso é bom. É que é um o 11 de setembro brasileiro. É isso. Exatamente. Pode chamar de 11 de setembro brasileiro. Olha, pode, tem tem até uma discussão. Eu vou até eu não sei nem se eu devo falar isso, se se é spoiler, na verdade, mas é spoiler, mas é uma coisa real, né? é uma coisa real que que tá escrito no filme, não é uma cena do filme, mas tá escrito em um determinado ponto do filme que e assim é bem é bem controverso
isso e muito discutido isso, mas se quando mataram Osama Bin Lada em 2011 acharam no bunker Dele eh informações sobre esse caso brasileiro. Caramba, levando a entender que eles estudaram o caso brasileiro para fazer o 11 de setembro. Vamos contar pra galera do que que a gente tá falando. Então, para quem não sabe ainda, tá tá para estrear. Não, estreou hoje. Olha aí que demais. Estamos no dia da estreia. Estamos no dia da estreia. É o voo 375, né? Sequestro do voo 375. Esse é o nome do filme. É isso. Vamos tentar resumir pra Turma
aí o que que aconteceu naquele dia lá, cara. Vamos lá. Bom, eh, eu assisti o filme já, eu fui na pré-estreia, né? Fui convidado. Cara, é muito legal o filme, muito bacana. É uma super produção brasileira. Então assim, obviamente a gente não tem como comparar o orçamento Brasil com orçamento Hollywood, com o lago Hudson lá do do capitão do do Sally. É ou Topigan. Então, galera, vamos pegar leve. Calma, né? Mas é uma super produção brasileira. Eu achei bem legal. Eu fui numa cabine de imprensa umas três semanas atrás, assisti pela primeira vez. E aí
dia 5, dois dias atrás, eu fui na pré-estreia, que inclusive tava o elenco do filme, o diretor. Eu entrevistei o diretor, a produtora, todo mundo foi bem legal. Já no canal. com isso, né? Não entendi. Ah, vou vou soltar amanhã. Amanhã? Amanhã tem vídeo no canal sobre com essas entrevistas. Legal. Então, o que que aconteceu? O que a gente tá falando aqui Em 1988, dia 29 de setembro de 88, um cara descontente com a a situação do do governo no Brasil, tinha passado lá pelas diretas já e tal, né? O aí o Tancredo, o Tancredo,
né? Tanque tinha ganho, né? Só que ele morreu. É, ele morreu. Aí o Sarnei assumiu isso. E aí já tava mexendo na economia, tava um caos, tinha virado a moeda, né? A moeda tinha cortado 3 também tinha uma, acho que tinha cortado ainda, já tinha cortado os 3 e aí, bom, enfim, aí esse Cara descontente ele resolveu matar o presidente. Só isso, né, cara? Só isso. E a forma que ele resolveu fazer isso muito simples. Sequestra um avião e joga no Palácio do Planal. Essa foi a ideia do cara que é o é o nome
dele f o Raimundo Nono, né, que chama Raimundato. Raimundo Non o maranhense, o o da terra do Sarn. Então, acho que ele já devia conhecer o histórico, né? E, e aí ele resolveu fazer isso aí. Só que naquela época o que que acontecia? Não tinha Raio X, detector de metal nas nos aeroportos. A gente tá falando de 88. Mas não tinha mesmo, cara. Era um negócio como que você podia entrar qualquer coisa mesmo. Não, em todos os aeroportos. Alguns aeroportos tinham, outros não. No aeroporto de Confins, em BH não tinha. Então porque aí fazer umas
perguntas para você. Dizem que ele fez um estudo, né? A a história que eu que eu li que foi a seguinte, ele ele sofreu com com os planos e tal e ele resolveu Matar o Sarnei jogando o avião lá. Aí o que que ele fez? Ele pegou toda a grana que ele tinha e falou e começou a estudar a a o alguns aeroportos. Então ele pegava a grana e fazia assim, ele voava de um lugar pro outro. É tipo são eh Confins, né? BH, Rio de Janeiro, depois voltava Brasília, não sei aonde voltava para ele
ver como que ia ser, qual que ele ia fazer. É isso aí que confere mesmo? É, eu eu não sei exatamente a fundo essa parte do estudo Porque não tem muita informação. Eu até conversando com o próprio ator que interpretou, ele interpretou o Nonato e conversando com o roteirista do filme, eles não tinham muita informação sobre esse cara. Ah, tá, né? Então eu não sei a fundo como é que ele ele fez isso daí, mas o fato é que não são todos a não eram todos os aeroportos que tinha o detector de metal. Ele tinha
um revólver calibre 38, um saquinho ali com 100 munições dentro. Então o cara tava bem Municiado. Car e era assim, entra no aeroporto e chega no avião com é mochila, a o revólver dentro da mochila, decolaram de Confins o voo. Mas Confins não tinha, mas por exemplo Congonhas tinha alguns aeroportos tinham raio X, alguns aeroportos tinham. Não vou, não vou saber te dizer quais, mas fala assim, nem é raio X, né? A questão era um detector de metal já ia ajudar, né? Sim, exatamente. Já ia parar o cara ali. Mas, cara, nessa época não tinha
nem Acontecido aquele aquele aquele atentado de 1993 contra o World Trade Center, que eles explodiram uma bomba embaixo, né? Que já deu uma mudada na aviação por conta daquilo, porque terroristas entraram no Brasil, no nos Estados Unidos, tal. Então não tinha nem acontecido aquilo ainda, né? Era muito diferente a aviação. Uma coisa, cara, vai lá que não vai tá tranquilo. Na época já ainda já existia a ponte aérea Rio São Paulo com os Electras. Então era Muito simples. Você pegava um ticket que não era nem nominal, entrava no avião, sentava em qualquer lugar, né? Podia,
você pegava um ticket da TransBrasil e voava na em avião da Varg, que só avião da Varg podia voar. Então era muito mais simples o negócio. E o voo dele era tal. O voo dele começou em Porto Velho, lá em Rond. Uma loucura também, né? Era Porto Velho, aí Cuiabá, depois Brasília, Goiânia, que é do lado ali, mas tinha essa essa ponte, depois Confins, depois O Galeão no Rio de Janeiro. Essa era esse era o voo. A tripulação começou o voo lá em Rondônia, foi indo. Quando chegou em Confins, esse cara embarcou. Aí o avião
decolou. 20 minutos depois da decolagem, ele pegou a arma e já começou a fazer o terrorismo lá e e tentou invadir a cabine, não foi? Ah, outro detalhe, as portas da do cockpit dos aviões naquela época não eram blindadas como era como são hoje. Então ele começou a dar tiro na porta e varava a Porta e começou a pegar na cabine do no nos instrumentos do avião, pegou na perna de um tripulante que tava de extra na cabine extra. Isso mesmo. E esse voo aí? O voo era o que era? Era qual era a empresa?
Era VASP VASP famosa VASP antiga, né? O pessoal que é nuv aí não vai lembrar. Vas afinada VASP. Afinada Vasp. Isso mesmo. E E eu e eu sei, eu li, eu acho que eu li, é um livro que acho que tem disso aí, cara. Tem um livro, eu lembro, tem inclusive do cara Que ajudou na em toda a parte do do desenvolvimento do filme. Esse filme eu conversando com o filho do comandante Murilo, né? Comandante Munilo já é falecido, chegar no comandante comandante. Eu eu falei com o filho dele lá no dia do evento e
ele falou que são foram 15 anos de pesquisa e desenvolvimento de produção para chegar no filme. Então ele tá envolvido com o negócio há bastante tempo já. Que legal. El colocaram só a parte técnica do filme Aí, até porque você é dessa área. Eles colocaram um filtrinho para mostrar tipo década de 80 assim. É meio é meio amarelinho, é meio quentinho. É bacana. A fotografia tá bem legal. Acho que tá bacana. O, é assim, tem algumas licenças poéticas no filme, algo que pessoal da aviação pegou muito no pé, que foi o avião. O avião na
época foi um Boeing 737 300 e eles usaram no filme 737 200 e tem uma grande diferença de de formato de motor desses dois aviões, né? Saquei Quem é nerge da sa, né? Mas tem, conversei com a produtora sobre isso, a Joana, e tem a questão de disponibilidade, onde que você vai arrumar um 737 300 para fazer a o filme e tal. E eles fizeram uma parceria com a Força Ara Brasileira, gravaram boa parte do filme lá no Musal Moseacial no Rio de Janeiro, no Campo dos Afonsos. Sei. E lá eles usaram o avião, o
avião que que eles usam para pro pessoal embarcar. A parte externa é o antigo avião Presidencial brasileiro, o Sucatinha. Que coisa legal, cara. E ele, inclusive, eu já fiz o vídeo no a mostrando o sucatinha. Eles reesivaram o avião, o sucatinha com as cores da VASP, por isso que é um 737200, que o Sucatinha era um 737200. E eles usaram e todos os aeroportos, tanto o Confins quanto Santa Genoveva em Goiânia, são lá no Campo dos Afonsos, os dois. É questão de produção, né? Aí, então por isso que eu falo pessoal da aviação pegar leve,
que é uma Questão de produção. Eu como produtor eu entendo, cara, não dá para você brotar um Boeing 737300 ou com a verba disponível você construir um ocupo de um 737 só porque o motor é diferente, né? Então você dá aquela adaptada e segue o jogo. A história tá sendo contada. É isso que é importante. É. É o que eu ia falar do voo é que no voo tinha pessoas importantes ali, né? O voo ele tava levando, não tava muito cheio, né? Parece, né? Tinha 98 Passageiros. 98, né? Isso. E ele tava levando uma galera
da Vale do Rio Doce. Era uma galera muito [ __ ] tipo diretores, uma coisa assim. É, mas no filme eles não iram, não foram para esse caminho. Ah, tá. Não chegaram nem a mostrar esses caras? Não, não chegaram nem a mostrar esses caras. Assim, eles mostram assim um grupo de empresários japoneses que estão lá. É, mas não fala quem é nada, só aparecem. Mas não tem uma explicação, porque a história do Filme é o sequestro e o como que o comandante Murilo conseguiu salvar a galera. Isso aí. Não, porque eu ia falar é porque
também é muito [ __ ] né? Aquele aquele negócio da o especialista aí da do nada falando, né? Porque se a gente pegar ali no o 11 de setembro, teve aquele o voo lá que num que não da Pensilvânia ali da Pensilvânia que a galera se rebelou ali dentro e foi para cima dos caras porque eles, cara, os caras podem estar Armados, mas nós aqui somos 100, eles são três. E aquela história, se você sabe que o objetivo é tacar o avião em algum lugar e matar todo mundo, então vamos para cima, porque morrer nós
já vamos, né? Morrer, nós já vamos. Então vamos pelo menos, né? Tentar salvar alguma coisa. Porque quando os caras ali no nesse caso aí ouviram os tiros, se os caras tivessem meio que se organizado, eles não tinham pego esse cara aí fácil. É, é difícil entender o que aconteceu lá Dentro, mas quando você vê um cara armado, quando você não é treinado para, né, porque no filme mostra até o grupo dos japoneses lá, tentaram, né, aí um deles tomou um tiro e aí eles recuaram. O cara tava completamente fora de si, né, o o sequestrador.
E o sequestrador matou o copiloto, né? Então, vamos chegar aí nessa parte aí, porque aí ele consegue, eles fecham a porta e ele atira na porta porque não tinha essa blindagem, né? Não tinha essa blindagem. Então, eh, os tiros foram pegando até que os dos pilotos olharam, falam: "Cara, a gente vai ter que abrir a porta porque senão eu não sei quantas balas o cara tem lá. Vai dar tiro até, né, abrir a porta". Aí rendeu os pilotos. Ah, no filme não mostra o o extra, né? O o o piloto não não tem, só tem
os pilotos na cabine. Entendi. E aí, beleza, rendeu o o comandante, falou: "Ó, agora esse avião vai paraa Brasília". Nisso, o comandante Murilo já coloca no Transponder o código 7500. Aí é que começa a sacada desse comandante, né? Exatamente. E eu achei bem legal, até comentei isso com os o protagonista, né, o o Danilo, que interpretou o o comandante Murilo. Eu primeira coisa que eu perguntei pro Danilo, você tem alguma ligação com a aviação? El falou: "Nada, comecei nesse filme." Caramba, que legal. Falei: "Pô, então teve uma preparação bacana porque você começa vendo o filme,
eles têm um linguajar bem Aeronáutico, sabe? Bem de piloto conversando mesmo. O diretor também, conversei com ele, não tem nenhuma ligação com a aviação, ninguém. Claro que eles têm tinham um respaldo, uma equipe técnica ajudando, né, para dando um apoio ali técnico. Claro, apoio o próprio diretor falou para mim, não tinha o pessoal técnico que quando mexia no flap falava, não, não, não mexe no flap aí, não, mexe na para dar justamente para nós aviadores falarem, Tem um momento no filme que eu vejo que uma das manetes tá bem recuada, então deve ter passado batido,
mas tudo bem, passa, passa, né, que você é legal, mas vai ter uma galera que vai detonar, cara. Vai ter uma galera que vai detonar o meu vídeo, porque eu não falo dessas coisas, né? Não fico, né? Tudo bem, eu entendo. Mas ele coloca lá os códigos. É um código quê? Internacional. Cim, ele é um código internacional. Existem três códigos muito importantes na aviação, Que é o 7500 no transponder, né? O transponder é onde você coloca quatro dígitos que vai de zero a sete para você ser identificado na tela do radar do controlador, né? E
tem três códigos muito importantes que é o 7500, 7500, que é de interferência ilícita. Então em sequestro, né, interferência ilícita, você põe lá 700, tem o 7600, que é de fala de comunicação, e o 7700 que é de emergência. Então, por exemplo, Fala de comunicação, você tá tentando falar no rádio, tal, ninguém ninguém tá te ouvindo, você tá lá, põe põe no transponder 7600 e aí você sabe que o controle vai ver 7600. Opa, estão com fala de comunicação. Entendi. E 7700 é emergência. Então você dê um mayday lá, qualquer coisa tal, já põe 7700
que na tela dos radares o pessoal sabe que você tá emergência. Então, quando ele põe o 7500, já pisca na tela do controlador, pô, 7500 tem, ô, tem alguma coisa Errada, vamos entrar em contato. E aí o o centro Brasília tenta entrar em contato com os pilotos, só que com você com uma arma na cabeça, você não vai falar: "Então, centro Brasília tem um cara com uma arma na minha cabeça que ele vai mandar jogar o avião." Não vai fazer isso. Aham. Então eles tentam uma comunicação pro controle entender que tem realmente uma coisa errada,
porque às vezes pode ser uma falha. Aconteceu recentemente com o avião da Azul em Congonhas. O avião pousou, acho que vinha de Recife, se eu não me engano, e deu uma falha de transponder e na tela do radar apareceu 7500. Caramba, como se tivesse uma interferência ilícita. Que doideira, cara. E aí o avião ficou parado na cabeceira lá de Congonhas 40 e poucos minutos porque interferencial lista é assim, cara. Para tudo, né? No fim foi uma falha, né? Olha só. Então vamos ter assim uma uma segunda comunicação para ver se Realmente tem uma interferência, para
dar uma checada e foi isso que aconteceu. Só que quando o centro Brasília entrou em contato com eles, o copiloto evangelista falou: "Eu preciso responder" e foi responder. E aí o cara já loucão pegou e deu um tiro. E os caras eram amigos, né? Os dois, né, cara? Pô, isso aí, cara, esse piloto, o Murilo, né, cara? Ele foi de uma frieza espetacular, né, cara? Você imagina, você vê o seu amigo do lado nessa Situação, o cara com a arma na sua cabeça, ele teve que parece que tirar ele de cima dos inst, né? Porque
ele É, sim. Porque o avião deu uma É, é. Então, imagina a situação, um negócio terrível. E aí foi passando aquele caos dentro do avião. Mas o o cara no começo ele não falou de jogar o avião, né? Ou ele fal, ele falou ele não no começo não, ele falou vai pra Brasília. É, eu quero ir pra Brasília. Tá aí o cara Brasília, a gente tá indo pro Rio de Janeiro, Sentido oposto, né? Não vira e vai pra Brasília, porque tinha um problema de combustível também, né? Também imagina o avião, ele tinha claro chegar em
em no Galeão de Confins, Galeão, voo curto. Então, eh, tem o cálculo de combustível. Agora, ir pra Brasília e fazer tudo que ele fez, começou a ter problema de combustível. Então, chegou um momento que o piloto falou assim: "Ou a gente posa, a gente vai cair, tem o que fazer. Combustível, filho. Não tem, não tem. Não sou eu, não é nada, né? É. E aí o sequestrador concordou em ir com avião paraa Goiânia, porque o piloto entrou nas nuvens, simulou que o tempo em Brasília tava fechado, que não ia dar para ver nada, não ia
dar para atingir a a a o palácio do Planalto, tal. Então, foram pra Goiana. Nisso já tinha um Mirage 3 da Força Era Brasileira escoltando. Isso. E e as manobras que o piloto fez, ele fez aquilo lá mesmo? Fez. É mesmo, cara. Ele Fez. Explica porque ele fez duas manobras, né? Duas manobras. Explica aí pra galera que são coisa de maluco aquilo também que ele fez, né? No avião comercial com passageiros. É a primeira vez que alguém fez o negócio daquele passageir maluquíe. O que que ele tentou fazer? Primeiro ele virou num tunô. Tunô é
virar o avião assim no próprio eixo longe do Dinal, né? Então ele fez isso com o avião, só que é um Boeing 737, não é um não é um pits, né? Porque a ideia Até falar pro pessoal, eu tô falando aqui porque eu li o livro, tá galera? Então assim, é, ah, você tá dando spoiler do filme, pô, a história real isso aí, não tem como. Ele ele a ideia do piloto num certo momento foi o seguinte, cara, não tem o que fazer. Esse cara tá transtornado, eu preciso derrubar ele de algum jeito aqui para
ver se eu vou em cima dele, alguém vai em cima e pega ele, né? É, essa foi a ideia. E aí ele dá esse tunô aí que é Essa virada. E só que o cara se agarrou na curva. Ele se agarrou porque ele só virou. Aí o cara se agarrou. Quando ele estabilizou de novo, aí o cara ficou mais louco ainda. Ficou mais louco ainda. E mandou o cara ir eh fazer o que tinha que fazer nisso. Bom, fim caça o Mirj 3 da For Séries voltando. No filme inclusive é um F5, outra coisa que
eles mudaram. Mas também não tem mais nenhum Mirage 3 voando no Brasil. Eles fizeram pegar um, né? como é que você ia fazer Algumas algumas cenas do avião decolando, enfim. Então, é mais viável fazer com o F5 e e lá eles já tinham ordem para bater o avião. Se chegasse a um raio de, eu não lembro quantos quilômetros ali, 30 km de abate o avião, tinha a ordem de bater o avião. Bate avião. E aí rolou até tiro de advertência, né? Porque quando você tem uma interceptação, você tem protocolos, né? A força vai seguindo protocolos,
então manda entrar em contato, manda Fazer alguma manobra, manda pousar. Se o cara ignorar, ignorar, aí vai seguindo até dar tiros de advertência, depois dar tiro para forçar o cara a pousar. Se o cara não responder a nada, o cara vai abater. Só que é um avião comercial com 107 pessoas a bordo. 105 106 105 pessoas abordam. Então, porque aí eu acho que é aí que no livro os caras abordam isso aí e aí eles falam do que teve to porque enquanto isso tava acontecendo no avião, lá em Brasília já tava acontecendo Várias coisas, né?
Sim. Sim. Elas estavam. E aí o pessoal foi ver a lista de passageiros e falou: "Caramba, cara, é esses caras aqui da Vale, é esses caras aqui, acho que da Mitsubishi que tava no avião, eu junto com o pessoal da Cavazak, se aí eu lembro direitinho que era os japoneses ali e tudo." Falou: "Cara, pô, vai bater, cara, vai dar um xabu gigante aqui, cara". É, essa é uma tragédia muito maior, né? muito maior no fim, eh, não, não abateu e e aí o piloto Ele resolveu, como o Tun não resolveu, não tirou o cara
da cabine, aí o piloto foi no mergulho, né? Ele basicamente fez isso aqui, foi descendo assim meio que em parafuso para desestabilizar e o cara bateu a cabeça. Aí realmente ele ficou totalmente fora e aí conseguiram pousar o avião. No solo foram negociações até que o o Non ele exigiu um avião para ele fugir. É um avião que o piloto tinha que tá sem camisa, né, de de bermuda, sem nada, né, nada para não ter nada. E aí Conseguiram balear o nonato na saída do avião, foi preso, foi para é foi pro hospital e morreu
dias depois. É, mas aí até tem uma polêmica na época, tem tem uma teoria da conspiração aí por trás, né? Dizem que foi a própria polícia que, né, que acabou com o cara, mas no atestado de óbito sai lá que ele tem uma anemia, um tipo de anemia e morreu por conta de uma anemia hereditária ali e morreu por conta disso. Mas foi uma jogada legal da polícia também, porque Ele ele saiu de um avião e no outro eles não colocaram escada, né? Aham. É. E aí é no filme eles malteram um pouco isso, até
para ter uma ação, né? pro cara já não ser baleado. Mas eu já quando eu li no livro, porque pelo que eu li foi o seguinte, o a a os caras acho que não sei, era polícia ou era do exército mesmo, era a polícia federal, tinha exército tal, né? Eles colocaram um plástico dentro do avião preto, um negócio assim, e eles ficaram escondidos Aqui. Então isso eles representam no filme. Representam no filme. Mas o eles tem a escada, o Nonato consegue até subir. E na realidade ele foi tinha escada, né? É. E na realidade ele
foi baleado descendo já do avião do do 737. Então, para ter um pouco mais ali de, né, de ação ali no meio do caminho. Mas eh depois o o comandante Murilo, ele foi ele ganhou, né, uma uma um reconhecimento da força era brasileira, né? E qual que foi o momento que ele Falou de jogar? Porque ele ele não fala depois tem no meio do no meio do caminho fala: "Eu vou jogar esse avião em Brasília". Aí o comandante até fala: "Como assim, né? Eu quero matar o do do do do do Sn. É isso mesmo
que ele fala. E aí, você quer matar o presidente? Como assim, né? Então deu aquele aí que o Murilo ele percebeu que, cara, ou ele fazia alguma coisa ou ele ia tomar um tiro, ou ele ia jogar o avião lá, né, forçado. Então ele fez essas manobras. E Muita gente pergunta: "Ah, mas o avião faz essas manobras?" É, né? Porque aí fica aquela dúvida, né? É, ele aguenta a força G e tudo de um tunô que é virar assim? O qu? É o tunô, ele praticamente não não sofre força G, né? Não, porque você vai
fazer um giro no próprio eixo, né? Mas você gira completo, né? Você gira completo. É completo. Então, e assim, tanto que o avião aguentou que ele foi utilizado depois. Eles não aposentaram o avião. O avião voou até 2013. Tem o o código dele, vocês lembram qual que é? Ele foi, ele é o Papa Papa Papa Serra November, Tango, se eu não me engano. Ah, Maria. E, e aí ele saiu da VASP em 94, foi para uma empresa aérea lá em nos Estados Unidos, a Morris Airlines, depois ele foi pra Southwest e aí aposentou na Southwest.
Então ele voou muito depois, voou muito voou porque assim, o Boeing, principalmente esses mais antigos, ele não tem trava de comando para você fazer esse tipo de Manobra, a estrutura, claro, força a estrutura. Com certeza esse avião passou por uma manutenção bem minuciosa depois para ver se não destruiu, né? O como o Top Gun destruiu Sim o Maverick destruiu um F18 lá no filme na na força que ele pega. Mas o o Boing ele não tem trava de comando. Eu até já simulei isso em simulador de voo profissional virando um boing no dorso. Voando é
voando no dorso, virando tô. Ele faz o Airbus. Não. Ah, porque o Airbus, como ele é um Sistema todo flyby wire, já é computador, você não tá comandando a superfície de comando direto, porque o Boing é cabo. Então você mexe o mancho aqui, os esses mais antigos, né? Você mexe o mancho, o cabo ligado lá como um avião de pequeno porte. É, os mais novos não, isso aí já virou tudo. Fly by wire, hoje já é diferente, mas esses dessa época era tudo cabo. Então você vira o negócio, o avião vai fazer o que você
tá comandando. No caso do Airbus, você não Comanda direto a superfície de comando e e os Boings mais novos também e outros aviões, mas você comanda ali o Sid stick, no caso Airbus, esse sidest stick envia um sinal pro computador e o computador envia um sinal eletrônico pra superfície de comando. Interpreta se aquilo ali é uma loucura e continua. Você pode, eu fiz no vídeo também, você pode virar o que você quiser. O Airbus ele vai parar numa situação, ele não vai mais. Tem como desligar essa trava, mas É mais difícil, né? Então o Airbus
é a prova desse tipo de de manobra. Agora um Boeing 737 300 aí dava para fazer. E das duas aí, então a do Tunô não dá tanto tanto problema como você não. Do Tô não dá tanto G. Aí no parafuso da da Gío parafuso, né? Aí eu já não sei detalhes da execução da manobra. Eu sei que ele desceu muito, foi coisa aí de 9000 m de descida, o cara despencou o avião mesmo e foi girando. Então é, foi girando, vi um parafuso. Piloto era muito, mas ele Era ele ele era piloto da Força Aérea,
né, antes, né? Por isso que ele soube fazer essas coisas, eu acho, né? Sim, sim. Tinha um pouquinho mais de experiência, né? Tinha uma bagagem ali, porque não é qualquer corta motor, [ __ ] o manche e vai. Caramba, cara. E a galera atrás, né? Então, e tem um um detalhe interessante que eles eh colocaram no filme, que ele acende o sinal luminoso do cinto de segurança, né? Então, galera, ó, aprende o cinto aí Que vai que vai dar ruim aqui. E uma outra coisa que eu lembro que eu li é que ele uma uma
coisa que o pessoal fala que ele foi muito que teve umas sacadas, teve ele teve várias sacadas, né, durante todo esse trajeto, né, uma foi colocar o código, sim. E ele começou a fazer uma comunicação mais, tipo, mais técnica que o cara não entendia, mas o pessoal do da torre começou a entender o que que tava acontecendo, né? É. E no filme mostra Também que no começo ele começou a dar uma assim com com o PTT aberto, que é o botãozinho para você se comunicar, né? Justamente pra torre e falar: "Tá emitindo ruídos aí, alguma
coisa tá errada, ele não pode falar, né?" Entendi. Aí eles já entenderam. Aí ele ficou com o botão apertado e começou a se comunicar com o sequestrador. F que que você quer isso? Que né? Você tá armado, tem mais alguém com você? Tal Justamente para pro controle falar: "Opa, realmente tem alguma coisa ali." Esse cara foi de um sangue frio. Então ele foi num sangue frio absurdo. Total, cara. Total. E ele nunca recebeu um agradecimento do presidente da República. Sério? Nunca recebeu uma ligação ou recebeu lá? Nunca. Mas pelo lance do combustível, você acha que
ia conseguir chegar lá e jogar em cima do do palácio? Dava, daria o combustível? Eu acho, eu Acho que sim, porque Goiânia e Brasília é muito próximo, né? Então, levando em consideração essa distância de Confin Brasília e Confins pro Rio de Janeiro, você tava no caminho oposto, né? Então, até daria, mas aí tiveram desvios, tiveram, né, coisas acontecendo ali que chegou o ponto de realmente o combustível chegar no fim. Ou pousa, ou o avião vai pousar por você. Entendi. Mas o o Sarnea ficou sabendo que tinha essa messa ficou, né? Ficou, né? Ah, Sim, sim,
sim, sim, sim. No filme eles até falam que na na conversa interna ali da da do governo que tinha lá o ministro, tinha o o comandante da Força Aérea, tal, tinha um irmão de um ministro que tava no voo, não é isso? Isso daí eu não sei, sei. Acho um irmão do ministro que tava no voo e aí fala que o a Força Aérea tinha a ordem de abater com aval do presidente da República. Então assim, cara, tava Tava sabendo, acho que não tinha como não saber, né? tava sabendo que ia acontecer, mas é uma
história que se perdeu, né? Ela tá sendo trazida de volta com esse filme, mas de 1988 é uma história que pouca gente sabe que aconteceu. É, a galera mais nova não vai saber, né? É, exatamente. Eu eu era novo quando aconteceu. Eu lembro assim uns flashzinho e tal, não sei o que, mas eu era novo. Mas aí depois eu fui ler ler o livro e tudo da história dele, que é é Bem interessante a história. E você vê a fragilidade, né? a fragilidade do sistema que é isso de entrar com revólver, né, no no avião.
Será que antes várias pessoas tentaram entrar com já tinham entrado com revólver, mas tipo, sei lá, se arrependeram na hora, deu alguma coisa? Não dá para saber, né? Vai saber, né? Vai saber. Eu acho que entrado armado, com certeza, né? Ou até para transportar, sei lá. Ninguém vê, ninguém sabe, não tem nenhum tipo de Controle, então era muito mais aberto o negócio. É engraçado que você vê alguns filmes, agora a época de Natal volta, né? esqueceram de mim, todo mundo assiste. E tem a cena clássica deles correndo no aeroporto, desesperados, porque perderam a hora, acho
que é no dois, eles do jeito que ent saem do da da van na porta do aeroporto, eles vão parar no portão de embarque direto, né? Aí quando eles chegam em em eles estão indo de Chicago para acho que é Miami, é, eles são ind Chicago para Miami e o Kevin foi para Nova York, né? Aí quando eles chegam em Miami, os pais, o segurança fala: "Tá, e vocês não pararam em nenhum ponto de segurança no meio da da do do aeroporto?" Aí ele aí, "Não, não, dessa vez a gente não parou em nenhum". Era
meio que opcional o negócio, né? O filme é de 91 ou 92, se eu não me engano. Então era bem diferente. Que loucura. Aí o 11 de setembro mudou pr Então, mas aí O o nosso 11 de setembro depois que aconteceu isso, mudou alguma coisa já ou não? Como que é? Não teve uma mudança radical, uma mudança drága. Não, não teve uma coisa assim, não. Foram já colocando detector de metal em todos os aeroportos no Brasil. Então, foi um caso isolado, aconteceu e vida que segue. E de tudo que aconteceu até o 11 de setembro
foram poucas mudanças, coisas pontuais, né? E o 11 de setembro realmente que assim, a aviação Comercial, ela teve uma evolução, né, lá do da da aviação comercial a jato, vamos dizer, dos anos 50 até 11 de setembro de 2001. Então, foram 50 anos aí de evoluçõezinhas pontuais, né, nesse sentido de segurança e tudo mais. E 11 de setembro aí foi radical. Aí realmente ninguém mais entrava num avião sem passar por uma revista minuciosa. Você deve lembrar na época que nem mochila, nada, né? A gente podia entrar com o máximo um saquinho transparente com Alguns pertences
ali, sei lá, documento, um remédio, mas não podia entrar nem com mochila. né? Primeira vez que eu fui paraos Estados Unidos foi em 2003, pertíssimo do de 2001. Eu lembro direitinho, cara, que eu fui para aquela salinha lá que tirar a roupa toda lá e fazer tudo. Os caras pegaram minha roupa, viraram de cabeça para baixo, tal. E na época eu lembro que uma vez eu viajei com um cara que só pelo fato dele ter uma barbona assim, mandaram voltar Para cá. Aham. Não, não tinha nem papo. Bem no começo ali. Foi bem pesado. Foim.
Pesadíssimo. Eu voei. Eu fiz uma viagem pra Europa com os meus pais em agosto de 2001. Caramba, eu voltei da Europa no dia do meu aniversário, 28 de agosto de 2001, 15 dias antes. Nossa, 13 dias antes. E eu já queria ser piloto na época. Eu tinha 16 anos, tava fazendo 17 anos. E meu pai falou pro comissário ali: "Ah, ele quer ser piloto, tal, deixa na cabine". Comissara me chamou no Meio do voo, eu entrei na cabine do avião. Isso era uma coisa meio tradicional, né? É, não era muito legal. Eu vi lá tal
meio do voo, foi bacana demais. Meu pai tinha comprado uma espada de na Espanha desse tamanho, levou na bagagem de mão, car, no dia 28 de agosto, ninguém sabia que 15 dias depois o mundo ia mudar. 15 dias depois o mundo mudou completamente, caramba. Então assim, foi para mim essa experiência, cara, imagina se eu tivesse Feito, se a gente tivesse feito essa, essa viagem 15 dias depois, talvez a gente não teria saído da Europa naquele momento. Com certeza. Teria ficado lá mais uns dias, né? Com certeza. Então foi foi uma mudança completamente radical. Dos Estados
Unidos foi criado criado o TSA, né, que é o sistema ali de segurança do transporte. Então não, todos os aeroportos passaram a ter a controle. De 93 até 2001 já tinha mudado muito, já tinha aumentado bastante a Segurança nos Estados Unidos, mas a partir de 2001 aí realmente você não pisava mais num portão de embarque sem ter revistado tudo de você. E até hoje no Brasil é bem mais brando o negócio. Você passa por um detector de metal, põe sua mala no raio X ali e beleza, no máximo tira o computador. É, né, para ir
separado. Nos Estados Unidos não precisa tirar o computador, não. Depende do lugar. Em muitos lugares eles ainda mandam tirar, tira sapato, tira o Computador, vai no scanner, levanta a mão, o troço gira em volta de você. Eu às vezes eu uso para viajar a calça molinha assim, né, para ser mais confortável. E o zíper é de metal. Hum. Aí pega o zíper, o cara vai lá revista por causa do zíper de metal que pega. Então pega tudo, não tem jeito. Meu medo são os cachorros, cara. Filho da mãe dos cachorros. Esse eu tenho medo. Esse
esse eu tenho medo, cara. Eu já já contei. Eu já passei uma cara com um negócio de Cachorro, cara, que eu trabalhava numa empresa lá nos Estados Unidos. Aham. E aí aquele negócio, né, de brasileiro, né? Vou levar café pro meu chefe. Hum. Cara, cheguei em Houston 5 horas da manhã, o cachorro invocou comigo, cara. Sério? Invocou o cachorro, cara, ficou do meu lado, tal. Aí o cara me levou lá pra sala tal, aí ele abriu um monte de café, acho que era quatro. Ah, o que que é? Não é café, cara, que a gente
tem essa tradição, blá blá blá. O cara Rasgou meus café inteiros, viu que não tinha nada, rasgou minha mala inteira. Rasgou a mala inteira, cara. Aí depois ela só joga tudo dentro, põe você de lado, fala: "Arruma aí, próximo". Não, jogou tudo dentro de um saco e tudo. Na hora que eu saí, o cachorro veio atrás de mim, cara. Eu falei: "Cara, não é possível o negócio. O cachorro tá, cara, aquele dia o cachorro tava muito louco, cara. Eu passei por uma situação com um cachorro também, mas foi bem leve. Minha Mulher morava nos Estados
Unidos e eu fui lá visitar ela e era em Nova York. Eu tinha que ir de Nova York para New Jersey. Meu voo foi para pro JFK. Eu fiz depois muito esse essa essa rota de trem entre o JFK e o norte de New Jersey, onde ela morava, onde eu fui morar depois. Entendi. E tem uma estação central lá. chamada Sicocos. E ali é uma estação de New Jersey que conecta tudo. É um negócio gigantesco. Quando eu cheguei lá pela primeira vez Aqui, eu falei: "Cara, aonde eu tô e para onde que eu vou?" Caos
total. Aí tinha uma dupla de policial americano, daquele bem estilo americano com o cachorro. Eu fui perguntar, né? Cheguei perto deles assim em passos largos, né? Cheguei perto deles, o cachorro já. Aí o policial só stop. Aí eu, opa, eu só quero fazer uma pergunta. Ele não, o que que você quer? Só não chega perto. Aí eu fiz a Pergunta. Então, cachorro tem medo? Aquela filhinha ali que você fica e aquele cara fica andando no meio da sila com cachorro para lá e para cá. Cara, eu ó, vou te falar, eu que eu tenho medo
daquele cachorro invocar, cara. É, então eu passei por isso quando eu fiquei embarcado no navio da Marinha. A gente ficou quatro dias no navio da Marinha com mala de equipamento, tal. tava eu, a Gisela e dois cinegrafistas. E aí, beleza? Na hora de sair, todo Mundo que sai do navio empilha as malas e o cachorro vai. E o cachorro não invocou com a mala do cinegrafista. Falei: "Meu". Aí eu virei para ele, cara, que que você tá carregando? Ele: "Não tô carregando nada". Falei: "Cara, se você tiver carregando alguma coisa, eu não te conheço". Não,
não tô carregando nada, eu juro. Beleza. O cachorro ficou lá tal e vi que não tinha nada realmente, mas o cachorro Ficou invocado ali. Cachorro, eu tenho medo do cachorro, porque quando ele invocar, cara, cara, mas é impressionante. É isso. É até uma coisa, né, pra galera entender, né, que quem for ver o filme aí vai ver, né, porque é muito legal de ver essa história, entender, né, essa história, né? Eu acho que é legal, tem que ver para conhecer a história, né, que pouca gente conhece, prestigiar o cinema brasileiro, que é importante, ver uma
super produção Nacional, um filme de ação. E é uma super produção, mesmo. É uma super produção mesmo. É bem legal. É um filme de ação. De novo, não vamos comparar com Top Gun. Top Gun teve um orçamento de 200 milhões de dólares, né? Então esse filme acho que teve um orçamento de R milhões de reais. É, então não, né? Então vamos levar isso em consideração. Mas é um filme muito bom. Eu achei bastante de aviação brasileira. É tipo que não tem tantos, né, filmes de Aviação brasileira. É. Ou ou envolvendo assim acidentes e tal. Ah,
não vou conseguir puxar na memória aqui algo, mas não me lembro não de não. Então, porque esse aí pode ser um pioneiro porque tem muita história interessante na aviação brasileira, né? Tem, tem bastante história, tem muita, né? Tem muita coisa legal, tanto na aviação militar, na aviação comercial. Eu até penso, pô, por que que não fazem um dia uma série tipo suits ou IR pro meio Médico, su pro meio de direito? Por que que não fazem um desse de aviação, né? Uma série do dia a dia dos tripulantes, tal. Ia ser legal, né? Eu até
poderia fazer, mas eu não tenho dinheiro para isso. Ia ser interessante mesmo. É legal mostrar o dia a dia, como é que é o tripulante, como é que é, né, o piloto, comissário, o pessoal de de solo, mecânico, despachante, tem um todo um universo, né, um ecossistema em volta Disso. Bem legal, isso que que gira em torno, não? E uma coisa que eu i falar pro pessoal, então alerta para dar é esse aí, né, cara? Não não vai estranhar porque não tinha essas coisas, porque não tinha mesmo, entendeu? Então o cara entrava, cara, ele ia
chegando. Isso é uma coisa que ele falou, que o Fernando falou que era interessante, que não tinha poltrona, né? Você comprava a passagem, comprava passagem, entrava, sentava onde você quisesse, né, cara? É, É isso aí. Tanto que os caras era era comum o pessoal trocar, né? Ah, ah, cara, eu vou sentar ali com aquele outro cara depois e tal e era uma zona, né, cara? E isso daí é complicado porque num voo não lotado compromete o peso balanceamento da aeronave. Então, todo mundo vai para um lado só. É, ou todo mundo pra frente ou todo
mundo para não dá, né? Então aí os comissários têm que começar a remanejar, né? O o despachante operacional de voo tem que fazer um Cálculo ali e falar: "Cara, não dá para est todo mundo lá atrás, tem que trazer para cá". Então um um dos motivos de ser assento marcado também é isso, né? Você ter um controle maior de peso balanceamento. Mas hoje a aviação é completamente diferente do que era naquela época. Completamente, né, cara? E você vê assim que não é tanto tempo, né, cara? Não, tô falando de 35 anos desse acontecimento, né? Foi
uma mudança gigantesca quando teve esse esse Acontecimento aí no no âmbito de mundial da aviação, ele é ele é como que ele é? Você tem ideia? Assim, ele não é muito falado nem no Brasil, ele acabou sendo assim ganhando uma repercussão muito grande, né? Não, porque aí depois você falou que lá quando entraram lá na no no cafo do do Osama do Osama encontraram lá o referências a esse plano aí desse cara. Aham. É. Então é isso, é como eu falei, tem muita controvérsia nisso, até falado no filme, mas não existe nenhuma Prova concreta, né?
Parece que essa informação veio de um cara que falou que sabe assim, pode ser, faz sentido que seja, né? Porque é um caso que não ganhou uma repercussão mundial como deveria, mas quem tá com vontade de jogar um avião num prédio, acho que vai pesquisar e vai achar. E vale lembrar que nessa época não tinha internet, que nós temos hoje. Bom, em 88 na internet tinha, né? E mas em 2000 também, em 2001 era bem mais precário do que a internet Que a gente tem hoje, né? Com certeza. Então a o tipo de comunicação na
época era bem diferente, né? Eu até perguntei pro filho do do comandante Murilo, que chama Fernando também, eh, como é que ele ficou sabendo da história? Eu falou: "Ah, fiquei sabendo quando saiu na mídia, quando saiu na TV". Aí eu fiquei sabendo, aí eu liguei, pô, vou saindo de Porto Velho, é o meu pai, vou 375 é o meu pai que tá lá. Aí ele conectou as coisas, falou: "Cara, mas ele eles até Tentaram esconder o governo brasileiro não queria que a mídia soubesse o motivo do do negócio enquanto o avião tava voando. Eles foram
divulgar isso depois que o avião já tinha pousado. Que imagina o caos que ia gerar gerar caos, né? Ia gerar caos. Então, então a informação era hoje em dia você pega ali no aplicativo de rastreio, você aparece avião. Cara, tem um acontecimento interessante porque aplicativo de rastreio de avião, eu acho que tem gente Que não tem o que fazer porque fica o dia inteiro lá procurando coisa. O que eu recebo de mensagem, olha esse avião aqui, tá uma coisa estranha. Ol, que que tá acontecendo? Como é que eu vou saber o que tá acontecendo? Isso
que é melhor, né? O que que tá acontecendo? Você tem que responder, cara. É. E aí teve um acontecimento de um Boeing 747 Dream Liifter, que é um avião modificado para carregar peças do 787. Ele decolou de um aeroporto lá da Europa E logo na decolagem caiu uma das rodas do trem de polo. Só que 747 tem um pack de rodas ali gigantesco. São acho que 32 rodas engança. Uma mais, uma menos. O piloto nem viu o trem de pouso. Se a roda caiu, o trem de pouso fechou, não dá nem sinal no no painel,
né? você não tem um sensor por roda. Com certeza o controle deve ter falado: "Ô, amigo, seguinte, cara, ficou um negócio aí no caminho, né?" Mas o avião pousaria de forma segura. Antes do avião pousar, Enquanto o avião ainda tava fazendo o voo, já tinha viralizado esse vídeo na internet que um cara gravou a decolagem do avião e gravou a roda e gravou a roda caindo. Cara, esse eu já vi esse esse vídeo ganhou o mundo inteiro. Eu acho que a hora que o comandante pousou e viu, caramba, porque não deu tempo do cara pousar
antes de, né, da de viralizar. Então hoje é muito rápido, hoje pega tudo. Até o pessoal fala: "Nossa, tá acontecendo muito mais Incidentes, acidentes". Estatisticamente falando, não, tá até acho que até tá tendo menos, tendo menos. O problema é que gravam muito mais. Tudo que acontece o pessoal repercute. Tudo não. E hoje tem aquelas câmeras no aeroporto, né? Que a galera aqui aqui aqui em São Paulo tem os car do meu amigo do Eduardo Goro ali. É do Eduardo Góo. Eu até fico zoando. Ele falou: "Você é o dedo duro da aviação". E aí? Aí
eu vejo ele postar a gente quando avião que saiu da pista Aqui, derrapou. É, então eles pegam tudo. Aí você junta isso com um monte de spotter, que é o cara que gosta de tirar foto e gravar avião espalhado em tudo quanto é canto no mundo, com os aplicativos de rastreio, com todo mundo com o celular na mão, escuta um barulho a mais, já vai gravar. Então a informação você não deixa passar nada. É um avião que faz um pouso mais duro ali já vira notícia, né? Então em 88 era diferente, né? Era diferente, cara.
Era Diferente. Que maneiro. Então, vamos assistir. Como que chama o filme? O o o sequestro do voo 375. Ah, o sequestro Vou hoje e é distribuído pela Star Productions, né, que é da da Disney. E, enfim, já tá nos cinemas aí. Que legal. Vamos lá, cara. Vamos. Vai, vai, vai sempre assistir filme com a mente aberta, cara. Você aí, principalmente fã da aviação, não vai ficar pegando nos detalhes. Ah, esse mancha é para cá, essa manete é para lá, essa Vamos ir Ver, né? Tá louco, se divirta um pouco, galera, né? É exatamente. Que nem
o pessoal do audiovisual, né? Que eu conheço os dois, né? Você conhece os dois? Vai, os dois. Eu conheço. É o Aero né, que é o cara que pega em tudo. Ah, é bom. Gostei. E o e o vídeo é chato, né? Então eu sou do audiovisual também e cara é de você assiste, você vai pegando os detalhes, né? Então assim, gente, vamos assistir um filme, vamos ser entretenimento. Tem eh muita, Principalmente na hora que o avião pousa, é tudo feito em 3D, então tem um uns detalhes ali que pecou, ficou um pouquinho, né, ruinzinho
ali o 3D, mas cara, eu acho que isso daí não deixa o filme ruim, sabe? É um mero detalhe. É, e além disso, vá para conhecer a história também, né? Examente. O filme é bom, o filme é legal. Ele é bem produzido, é um filme bem bacana. Que maneiro. Então, tá aí, ó. Ah, vou 375. Que legal, cara. Isso aí é demais mesmo. É sensacional. Você tava falando de aplicativos aí, né? Que que aplicativos que você Eu vou eu vou recomendar um aplicativo aqui que eu mais uso ultimamente. Turble. Turble. Conhece? Não. É um aplicativo
sensacional, cara, que você bate ali o voo que você vai para onde? Guarulhos. Por exemplo, eu fui agora Guarulhos Miami, eu coloquei ali e ele dá uma previsão de como vai ser a turbulência. Ah, É sensacional. E aí eu já já entrei com medo dentro do avião. Tá vendo? Adianta, você já entra com medo. Mesmo de você deixar acontecer, você já entra. Prefiro saber. Eu prefiro saber. Eu tive lá com o Lito um dia, eu fiquei falando assim, cara, falei: "Pô, cara, os caras podiam pôr um mapinha, cara, pôr alguma coisa, cara. Porque nesse voo,
tava falando aqui pro Fernando que eu fui agora lá ver o Starship, né, o foguete do Elon Musk, Meu voo parou em Miami e tava tudo indo relativamente bem, chacoalhando lá como que tem que ser mesmo, porque não tem vai fazer o qu, né? Não tem outro jeito. Você tá lá dentro enlatado, tem que você tá lá dentro latado. Mas aí de repente a comandante fala lá, ó, não vamos servir café da manhã porque o negócio tá feio aqui, pessoal. Vá, vá. Turb. Ela falou severa, severa. Aí eu falo, pô, turbulência severa, eu sei como
que é, cara. É aquela que começa a cair mala de Um lado que eu falei p Eu não acredito, cara. Acabou que não foi severa, não foi da foi da moderada. Foi da moderada, mas não teve café da manhã. Mas ela deixou para avisar em cima, cara. Filha da mãe. Já tem avisado um pouquinho antes, cara. Não tem. Mas eu tava falando para você, cara, que para mim o negó e eu vejo tanto vocês falar, né? A turbulência não, o o problema meu com a turbulência não ia pensar que ela vai derrubar o avião. Não,
cara. É porque eu tenho um Um negócio ruim com aquilo, cara. Sei lá o que que é. Desconfortável para muita gente. É, é, é desconfortável. Assim, eu já peguei vários voos com turbulência e voos longos que você tá dormindo, aí começa a tremer o negócio lá, aí você acorda, fal, tem gente que dorme com a, né? Então, tem gente que gosta, né, que é que é o balanço, né? Então, eu durmo, mas quando começa a tremer eu acordo, porque fica me chacoalhando eu acordo. Então, é, não é uma coisa que você fala: "Nossa, que delícia,
vamos ficar chacoalhando no avião", né? É, é desconfortável, mas não tem perigo, não tem assim, claro, quando tem uma coisa muito pesada que vai passar do nível do severo, aí os pilotos vão desviar daquela daquela tempestade, né? É, isso é a minha conf, eu confio sempre nisso. O, você conhece o Estevan, né? Sim, sim. Aham. Ele fez um vídeo outro dia, não sei se chegou a ver, uma figura, cara. Ele ele ficou assim, começou o avião a Chacoalhar para caramba e ele falou assim: "Turbulência não derruba avião. Turbulência não derruba avião". Aí ele falou assim:
"Não derruba, mas dá um medão". Eu ri demais. Eu ri demais com isso. Mas esse esse turbo daí é um aplicativo muito legal, cara. Ele mostra para você onde que vai ter e tal. E aí, lógico, eu é porque aí também você eu sei que quando você passa ali, cruza ali o o Equador, sempre tem Problema, não tem problem. Jog zona de convergência intertropical ali. Então, é, é. Aí o negócio tudo acaba ali, né? Começa nos polos porque, né, você sabe, então começa nos polos e chega no Equador. É, tem uma lógica para isso, né?
E aí chega no Equador, então ali tem bastante. E aí eu vi um vídeo seu outro dia, cara, falando de uma empresa no agora não vou lembrar da onde que é, que os caras estão desenvolvendo um negócio antiturbulência. Ah, sim. É lá da Europa, da, acho que é da Áustria. E sim, eles estão desenvolveram um algoritmo que consegue anular o efeito da turbulência. Ah, isso, cara, cadê esses caras que eu vou investir toda a grana que eu tiver no mundo nesses cara, porque eles é tipo aquele negócio de cancelamento de ruído, né, que ele emite
uma contrafrequência e acaba anulando a frequência. Então é a mesma coisa. Ele consegue porque o problema da turbulência é, ou seja, a previsão de Turbulência, ela é um negócio meio complicado. Sim, né? N quando você tem quando tem nuvem faz fal agora turbulência do céu, claro. Não, mas ele não prevê a turbulência, ele sente a turbulência. e já mandam sinal para é em tempo real, no caso do teste, dos testes que eles estão fazendo, pra superfície hipersustentadora, que são os flaps, né? Então ele baixa, porque o flap, quando você baixa o flap de um avião,
você faz a asa ganhar mais sustentação. Então Você sente o avião dá aquela inflada, ele quer subir, ele quer voar mais, né? Sei o efeito. Então eles fazem, o algoritmo faz isso. Quando ele sente a turbulência, ele manda um sinal pro flap movimentar e anular o movimento que a a turbulência causaria no avião. Entendi. Só que isso para aviões de grande porte tem um problema, porque flaps em aviões grandes demoram para estender, então não dá tempo, né? Então eles têm que evoluir Esse sistema aí para outros comandos. Mas é um início interessante, pelo menos os
testes que eles fizeram, que foi num avião de pequeno porte, eh, ele ficou bem estável assim comparando com o sistema desligado, né? Ficou, ficou é mesmo. Pois. E avião pequeno toma soco. Eu piloto, eu piloto avião pequeno e dependendo de, eu fiz uma decolagem no início dessa semana do interior com uma nuvem de tempestade do lado, eu tava saindo, né? Então a nuvem tava atrás, eu Ia, eu decolei e fui pra frente. Então eu não fui em direção à tempestade porque eu não sou maluco. Só que eu peguei o efeito dela. Então a hora que
eu decolei, tomei bastante soco até sair, mas é num avião pequeno você tá muito mais sujeito, né, a turbulências severas. Sim, porque o avião ele ele é pequeno, ele sente tudo, né? Que nem um barquinho no meio do mar e um navio, né? Mesma coisa. Aqui, ó, só para você ver. Ah, vou mandar aí para Você, querido. Você coloca aí na tela pra galera, tá? Como como que funciona o aplicativo, cara? Mas esse esse negócio eles testaram num avião pequeno, então, né? É isso. Sim, testaram num avião pequeno, mas tripulado já. Tripulado, sim. Mas ainda
tem um período de evolução para isso, né? Avançar. Mas um avião pequeno, um piloto só funcionou. Mas funciona. O sistema de de detecção e e emissão de contrafrequência, vamos chamar assim, funciona. Eu acho que o Desafio agora é fazer é a reação ser rápida, né? Entendi. Então é, num avião grande acho que vai demorar um pouco mais ainda. Caramba, pô. Mas aí, mas tem que começar de algum lugar, né? Galera que tem grana em vista nesses cara aí, cara. Porque aí, pô, se você for num voo bem tranquilo, cara, esses caras podem fazer muito sucesso,
você não acha? É sim, com certeza. Porque a turbulência é um negócio que a galera fica mal, acaba Espantando muita gente, mesmo a gente falando que turbulência não derruba avião, né? A galera, né? Fica com medo. Mas é que nem estabilizador de navio, né? É, estabilizador de navio é um negócio interessante também. Ó, peguei esse voo aqui, tá? Um da America Airlines. Aí desce aí, Turble, ó. Quer ver que legal? Desce aqui. Ele coloca a rota, tal. Mas esse aqui que é legal, ó. Aqui. Ah, você tá. Ele mostra para você tudo. Aí ele fala,
Escreve lá, ó. Episódio de turbulência moderada, mais um voo. Vai ser suave. E aí você vê em que momento que o bicho vai pegar. Ah, ele pega a moderada mais perto de Miami ali. É, chegando aqui, né? É. E no meio cruzando, provavelmente a Amazônia ali. Aqui aí desce aqui, Cris. Deixa eu ver o que que mais que tem que ele tem os Ah, tem a lance de vento, tá vendo? É, é legal pr caramba isso aqui, cara. Isso aí turble é turbo. Todo voo que eu vou, cara, antes de eu Pisar, eu já tô
sentado. Eu entro aqui, ó, turbo escondido para ninguém ver. Eu entro aqui assim, ó. Ah, tá bom, tá tranquilo. Hoje, hoje vai. Aí você pega uma turbulência do céu. Claro que o tublin não aí. Ferro. Porque sobe aqui, cara. Porque ele te dá o Quer ver? Sobe aqui, Cris. Ã, mais um, mais um pouquinho. Vem aqui, ó. Maps. É legal. É legalzinho o aplicativo, cara. Ele vai dar o mapa, ó. Quer ver que legal, ó? Ó. Ah, tá. É, ele Tem toda toda a coisinha. Você muda aqui a altitude, ó, para ver como que tá.
E isso aqui eu já gosto, cara, porque eu já olho aqui, falo, caramba, por exemplo, hoje se indo pra Europa, ó, tá ferrado, tá doido, cara. É lá a entrada para Portugal ali, ó. Tá com tá feio o negócio. Mas o Brasil hoje tá tranquilo. Hoje tá tranquilo. Tem aquela aquela formação constante no Rio Grande do Sul e Santa Catarina que não sai nunca de lá. É. Então não tem nenhum furacão Sendo formado na Forda. Já passou a a temporada de furacões. Temporada. Tá. É legalzinho isso aí, cara. Legal. Não sei. Ó, até agora funcionou,
viu? Usou que eu fui, eu bati ali. Foi tranquilo. Até este Miami aí indicava que ia ter picos. ali no final. Sim, sim. Só que eu fiquei sacanagem. O capitã não usou o turbre para desviar. Para desviar. Tem um aplicativo legal de meteorologia que a gente usa que chama Windy e ele é bem Completo. Ele é muito bom, muito bom. Dá para usar na aviação, na náutica, em mas aí ele é mais técnico. Esse ele é bem mais técnico. É, ele tem foto de imagem de e em tempo real de radar, foto de satélite. É
bem legal. E desses aí de flight, flight radar, esses de é o flight radar 24, acho que é o mais conhecido, né? Então é o que todo mundo tem, outros também, mas o flight radar 24 é o o que dominou o mercado. Mas esse aí é só rastreia ou voo, ele Não tem informações meteorológicas ou ele tem Não, não tem informações meteorológicas não. Se você paga a versão, eu tenho a versão gold, né, do do flight radar, aí você consegue ver voos que aconteceram bastante tempo, você pode reproduzir, é bem legal, mas ele não tem
as informações meteorológicas e ele funciona com o sistema do avião que se chama ADS Bravo, que não é é com a frequência do transponder do avião, então não é todo Avião que pega, o avião tem que ter esse advo em dia pego o transponder, então hoje em dia todos os aviões comerciais Tem aviões da aviação executiva, todos têm. Nos Estados Unidos é obrigatório todos os aviões terem o ADS bravo, seja o de do ultra leve até, né, todo mundo tem. Então nos Estados Unidos você vê todos os aviões que estão voando. No Brasil não. No
Brasil aviação geral dá para você comprar o sistema, né? É fácil de Colocar no avião, ele é portátil, né? Se o avião não tiver. Mas hoje os novos sistemas de transponder já vem acoplado o ADS Braba, né? Entendi. Então aqui no Brasil pega tipo os principais as empresas é ou as as aeronaves mais novas que já tem o sistema no Garmin ali na na na aviônica do avião. Se o avião não tem, dá para você comprar um aparelhinho que nem sei quanto que custa, mas não é muito caro. E aí você põe uma anteninha apontada
assim que legal. E aí dá para Pegar. Legal. Muito interessante. Dá para acomanhar. Legal mesmo. Mas é isí, você acha que esses caras da turbulência eles vão, eles vão paraa frente com esse negócio? Que que você acha? É difícil dizer. Eu acho que o sistema é interessante, mas acho tem um bom um longo caminho ainda para viabilizar em aviões maiores. É, mas é o que eu falo, é o que eu sempre fal, você tiverem uma aporte de uma Airbus Boeing da vida em cima aí para tipo trazer esses caras Para dentro. Ah, com certeza, né?
Dá ajuda bastante. Com certeza. Isso faz saiu de um projeto de uma universidade lá na Áustria, né? Foi um projeto sim, é bem basado. Mas é isso, não basta ter só o sistema, aeronave tem que ser ser capaz de fazer as os movimentos rápidos para anular o efeito da turbulência. E uma aeronave de grande porte, você não vai conseguir trocar um sistema de flap para que baixa assim como como acontece no avião real mesmo, Né? Em tempo real. E tem um delay de quanto mais ou menos nave comercial? Ah, alguns segundos aí, uns 30 segundos
para baixar o negócio todo. Ele demora demora. Ele vai baixando o flap, você vai vê o flap indo devagarinho assim, ó. Você até escuta, né? Ele vai, você tem que ficar prestando atenção para ver que ele tá movimentando. Então, para mim aquilo ali era tipo uma escop teria uma velocidade, não dá para ser mais rápido. Não, não, porque aquele troço funciona Com o sistema hidráulico. Ele tem uma rosca que ele vai, o sistema hidráulico faz essa rosca girar e essa rosca faz o negócio estender, né? Aí não tem como mesmo. Aí não tem como. É
uma rosca que tem que girar, que ela teria que girar muito mais rápido. Aí entram outros problemas, né? É. É. Eu acho que se uma Airbus da vida chama esses caras, põe eles lá para dentro. E olha, o ano passado eu fui lá na Airbus em Tulusa e em Munique. Munique tem o Centro de Pesquisa Desenvolvimento deles. Cara, eles estão muito à frente. O que a gente viu que a gente não poôde gravar, poôde falar que existe, mas não poôde gravar, não pode mostrar, já é um negócio de outro mundo. É mesmo? Imagina o segredo
industrial. Pode não. Isso aí o que a gente viu é que pode ver, né? Ele tem um sistema de de geração de energia microondas muito maluco. É um sistema que tem uma sonda no espaço. Essa sonda capta a luz solar, concentra isso num Bin, né? Num fecho de laser. E esse bin ele vai para uma estação na Terra, microondas. E através dessa transferência microondas transforma aquela luz solar em energia elétrica. E aí a ideia da Airbus é colocar esse sistema de captação de energia dessas sondas nos aviões. Caramba. Então o avião voando e aí as
sondas vão alimentando os aviões que estão voando com esse esse fecho. Então assim, essa é uma das tecnologias. Essa que mais me Surpreendeu. Eu olhei aquilo, falei: "É realmente". E é uma tecnologia próxima. Estamos falando de coisa de 2026 até 2030 já tem algo desse tipo funcionando. É completamente viável. Entendi. Entendi. Entre outras coisas, o ETOL, né, que toda a indústria tá bem. Tá bom, vamos falar dele. Vamos falar sim. Eh, aviões híbridos com motores de hidrogênio, coisas desse tipo. Então tem muita tecnologia interessante. Motor de hidrogênio mas aí, a velocidade e Eficiência, como que
é? Então, o grande problema da do motor de hidrogênio é o tamanho. Ainda o que eu vi lá na Airbus em Munique era uma sala gigantesca para fazer todo o sistema de hidrogênio funcionar, né, nas células de hidrogênio. Uhum. E eles para conseguir diminuir o tamanho disso, eles têm que trabalhar com criogenia. P porque o grande problema da energia elétrica é a perda. Sim, claro, né? Então você tem perda nas transferências de energia por Cabos. Enfim, quando você baixa para criogenia temperaturas ali próximo do zero absoluto, próximo de 200 270ºC, zero absoluto é 273 ponto
alguma coisa, mas 270 e 260 negativo você consegue ter quase perda nenhuma de transferência de elétrons livres. Sim. Então você não tem perda por calor, é muito mais eficiente. O problema é que o problema é o o aparelho que você vai ter que ter para fazer isso. Exatamente. A energia que você perde para baixar para menos 270ºC, Né? Então é é um cachorro coro atrás do rabo, mas os cientistas estão desenvolvendo muita coisa. O motor de hidrogênio, ele é um passo à frente, né, para para desenvolvimento. É um sistema muito interessante. Eu até fiz um
vídeo no canal mostrando o mocap lá na na Airbus do motor de hidrogênio, mas o mais próximo que existe hoje é o SAF, que é o Sustainable Aviation Fel, que é um o combustível sustentável de aviação, é basicamente um biodiesel, né, Traduzindo assim. Só que isso ele é, ele já está acontecendo. O biodiesel, o SAF já existe. O Brasil tem um grande potencial de se transformar. Não, isso o próprio presidente da Airbus aqui no Brasil falou com essas palavras. O Brasil pode ser o a Arábia Saudita do Saf. Caramba, né? Por conta de ser um
combustível que sai da terra, né? Da planta. E então a indústria toda já começou a trabalhar com isso. Daí eu já vou em avião com SAF Lá na Airbus. A gente tava voando no Airbus da 350 que 50% era SAF. Então, basicamente é um querosene, um bioquerosene, né? Entendi. Então isso já é o mais próximo que tem nessa questão de emissão de carbono e todas essas essas coisas. E aí, um outro passo é o híbrido, onde você tem motores gerados por combustível fóssil ou bioquerosene, mas que alimenta motor elétrico, né, que é o que acontece
dos carros já. Aí você tem o passo do motor Com hidrogênio, né, e você tem o passo do avião elétrico. O avião elétrico eu acho que ainda tá muito longe por conta de eficiência energética. Sim, né? Questões que a gente vê nos carros. Se é difícil você ter uma boa eficiência energética num carro, imagina num avião. Entendi. Porque o avião tem outro agravante que é o peso. E aí você tem uma outra questão. Os projetos de avião atuais, eh, ele já é calculado, aviões comerciais Principalmente, ele já é calculado um peso máximo de decolagem maior
do que um peso máximo de pouso. O avião sempre vai pousar mais leve do que decolou, porque você tem o combustível, então você queima o combustível, fica mais leve e tal. Aí quando você coloca baterias no lugar do combustível, você acabou de mudar essa equação. Aí você tem que mudar o projeto do avião inteiro, né? Então, mas já existe, já tem aviões elétricos voando em testes, aviões Pequenos. Então, um avião elétrico pequeno para carregar até 10 passageiros já é uma realidade muito mais próxima. Agora, aviões elétricos para carregar 300 passageiros, aí já é o negócio
mais difícil. E acredito que o o híbrido viria primeiro. O hidrogênio é muito lindo na teoria, né? Todo mundo fala, mas tem muitos problemas. Como o armazenamento do hidrogênio, ele é armazenado em estado líquido. Sim. Então Você tem que ter alta, é, é. E e você tem que armazenar ele em alta pressão, baixa temperatura, baixa temperatura, altamente explosivo. Altamente explosivo. E se ele vaza, ele é mais nocivo do que aí é o problema o carbono. Então, exatamente, não é nem tudo são flores. Então, a gente fala: "Ah, porque é tudo, né, fácil? Eh, vamos abastecer
o nosso carro elétrico, cara. Não adianta nada, por exemplo, na Europa que estão queimando muito carvão, muito carvão, Não, muito óleo, eh, nas usinas, não adianta nada você ficar abastecendo avião na, eh, carro na tomada com usina termoelétrica funcionando ali, né? Você troca meio que seis por meia dúzia. Então, acho que tem todo um sistema, mas a aviação, toda a indústria aeronáutica tá comprometida em zerar as emissões até 2050. Entendi. Então eles estão construindo toda uma cadeia para que isso funcione. Para que isso funcione. Porque um outro agravante do do do Hidrogênio, você vai abastecerte
o avião aonde? Não adianta você ter um avião movido por hidrogênio hoje? Um cara tem uns tanques. Então só, né? Vai fazer fila ali, ó. É, é isso mesmo. Hidrogênio líquido é tem esse problema aí seríssimo, né? É bem, mas até no caso da de da astronáutica, o pessoal tá mudando, tá saindo o hidrogênio. Agora é metano. Ah, é tanto o foguetão lá do Elomusk é é metalox que a gente chama, Que é metano com oxigênio líquido. Ah, tá. E aí o metano ele é mais limpo, ele é mais até mais eficiente, tudo, entendeu? É
porque o grande lance do hidrogênio é a emissão dele que acaba sendo 100% limpa. Só que todo trajeto até chegar lá, todo processo disso não é fácil. As usinas para você transformar o hidrogênio líquido, né? Imagina uma coisa é pra indústria astronáutica, que é desse tamanho, outra coisa é indústria aeronáutica do mundo inteiro, que Consome muito mais, né? Então eu não lembro os números agora, mas são bilhões e bilhões de litros de querosene, sabe? É, é, é, é um negócio astronômico assim. É loucura isso aí. Não dá mesmo, não. E nessa, e nessas andanças por
lá, viu muita coisa de inteligência artificial que os caras estão usando? Como que é? Ou não? Foi no ano passado, né, que eu fui, foi em novembro. Então, a inteligência artificial, claro que já devia ter muita coisa ali acontecendo, Mas não tava nessa febre tão absurda que a gente tá no ano de 2023 de inteligência artificial, porque nessa tecnologia o negócio muda de um mês pro outro, né? É muito rápido. Eu vi inclusive um vídeo do Felipe Heim, né? E no no começo, acho que foi no começo do ano, ele falando de um negócio espetacular,
de um algoritmo que ele, cara, ele programa o cara, o Felipe Rim é, né? E aí ele reprogramou um negócio pra inteligência artificial Pegar a voz dele e utilizar a própria voz dele dublando ele em inglês. É, cara, se eu não me engano foi, sei lá, março. E quando eu vi isso e ele falando, meu Deus, olha, cara, três meses depois já tinha isso em qualquer lugar. Então é muito rápido, né? Mas sim, tem muita coisa de inteligência artificial, no caso da aviação, muita questão da big data, né? Para você poder eh eh processar essa
quantidade de informação, Né? Então é que eu até quando antes de eu ver eu vi lá o título do seu vídeo, fui assistido o negócio da turbulência, né? Eu pensei que os caras iam fazer algo com inteligência artificial, cara. Sei lá, você mapeia ali. É, esse algoritmo deve funcionar, não deve ter alguma coisa, com certeza. Mas se pensar, daria para fazer e ir preparando, porque eu entendi o lance que eles fazem, eles emitem volta e aí em tempo real vai ajustando ali o slap Para tentar. Mas sei lá, você daria. Vou pensar. É, o o
termo inteligência artificial, ele ficou muito popular agora, né? Mas se você for pensar até o próprio, a própria forma que o algoritmo do YouTube funciona, é uma inteligência artificial, inteligência artificial. É estatística ali por trás rolando a 1000. É, muitos zer zeros e uns ali atrás. É, tem pergunta aí na plataforma, Cris? Tem. Manda aí, deixa eu ver. O Black Magic. Boa noite, pessoal. Já Foi dito e redito várias vezes por Serjão a preocupação sobre um novo apoca. Ah, boa evento de Kington. Conseguimos pensar em vários possíveis desobramentos, mas e no caso dos aviões, eu
vou contar aqui uma história muito interessante, não sei se o Fernando sabe dela, o que poderia acontecer a um avião no ar num caso desse. Então vamos lá. Para quem não sabe o que é evento de Carrington, em 1859, Teve uma grande explosão no sol. Essa explosão solar, as partículas carregadas chegaram aqui na Terra e a Terra era toda se comunicava por telégrafo, queimou a rede de telégrafo da Terra. O evento de KTO é de 1859, não teve só esse, teve um 1872, 1921 e foi tendo vários e com certeza nós vamos ter algum. Teve
um, inclusive, não que chegou nesse nível, mas recente, né, que teve uma emissão de massa coronal do sol que deu uma estragadinha aqui, né? Foi Recente, inclusive. Foi recente. Então, aí eu não sei se você vai saber, mas o que aconteceu recentemente foi o seguinte, teve uma explosão solar Uhum. E alguns aviões da Azul, os ATRs, tiveram problema. Por quê? É, eu fiquei sabendo disso daí. Você ficou sabendo disso? Ah, então eu conversei com o pessoal da Azul. Ah, é, eles vieram conversar comigo e tal. O que aconteceu foi o seguinte, o essa explosão solar
ela passou pelo satélite de GPS E aí não é que estragou o satélite, mas deu um um bugzinho ali, um glitch que a gente chama no satélite. Só que o problema que esse glitch até ele todo esse problema se propagar e se resolver, isso aí levou uns 40 minutos. E 40 minutos, cara, na aviação, você já é um caos que virou. Então, e o ATR ele tem um um problema que ele não tem o como que é aquele sistema de backup dele depende do GPS também. Então, se dá um problema no GPS, O caso do
ATR em si, ele não consegue nem decolar. Alguns outros aviões, o sistema de backup dele é aquele diferencial, né, que a gente fala, é o inercial. Inercial, isso aí. E aí ele consegue, não tem problema nenhum. Mas nesse dia teve um avião da Emirates que deu problema, ele tava voando, só que aí ele tinha um sistema, não aconteceu nada e ele conseguiu chegar e tudo mesmo, porque meia hora ali no voo que o cara Tava fazendo, cara. Tipo, o cara tava em cima do oceano ali, cara, segue aqui, vamos embora. Mas teve um ali, cara,
um ATR que o piloto tava indo decolar e puf, travou tudo. Ele voltou o avião de assim para saindo ali, cara. Ele já tinha saído do portão. Aham. já tava taxeando para já tava taxeando para quando parou tudo. E isso, cara, assim, os caras fizeram a conta lá, tipo, acho que foram umas 400 pessoas que acabaram se prejudicando com essa história toda. ATR também cabe quantos? 72. 72, né? Isso aí. Então, mas o que que acontece? Esse é esse é que é o problema, cara. Esse é que é o problema, entendeu? Porque e deu fila
no aeroporto, aí não, aí começa, né? atrasa aquele voo, cancela aquele voo. Ah, sim. É um efeito cascata atrapalha tudo, né? Pô, e os caras vieram me contar a querendo aí você quer, aí o cara quer bater no cara que vende o ticket ali, como se resolvesse alguma coisa, né? O cara nem Sabe o que tá acontecendo. Ele tá tendo que segurar o bo ali e não sabe nem que o sol resolveu explodir hoje, né? E é cara pulando em cima do pescoço e vira e vira uma confusão, né, cara? É uma confusão, né? E
vira uma confusão. Então, mas você chegou a ouvir falar disso aí? Eu ouvi falar disso daí e é interessante você até falar do do negócio do sistema inercial, né? Até voltando um pouco quando o GPS começou a ser realmente o o novo caminho do Sistema de navegação mundial, a grande preocupação era um sistema americano. Isso estoura uma guerra, Estados Unidos lá vai lá e muda a configuração dos satélites, todo o mundo se perde, né? Então essa era a grande eh discussão até o início dos anos 2000, né? Eh, o sistema de navegação aérea até então
era só por rádivegação, antenas no solo, que emiti um sinal e aí você consegue se balizar para as antenas. São sistemas mais complexos, mas é Basicamente isso. E sistema inercial, o que que que é o sistema inercial? O sistema inercial é um sistema de giroscópio dentro do avião, isso que ele consegue calcular a velocidade de rotação da Terra. Então, dependendo da onde, como a Terra é redonda, dependendo da latitude que você tá, se você tá mais próximo do Equador, você tem uma circunferência maior, a velocidade da de rotação é maior. Quando Você vai mais pros
polos, você tem uma circunferência menor. Isso aí, a velocidade de de de rotação é menor. O inercial, ele consegue justamente calcular em qual latitude você tá de acordo com a velocidade de rotação. Ele junta essa informação com a sua última posição de longitude e te dá um sistema de de geolocalização, né? Um sistema muito eficiente, sempre funcionou, os aviões sempre voaram porque a terra é redonda e gira, né? Isso mesmo. E além disso tem os sistemas de rádi navegação e aí começou o sistema de GPS que é por satélite, junta triangulação de satélite ali e
faz o negócio. Só que na mão dos americanos demorou para isso ser homologado nos países, no Brasil, por exemplo. Então, mas e quando você voa, por exemplo, pra Europa, tem um sistema galileu, que é um outro sistema. Uhum. O avião que voa, sabe? Brasil, sei lá, Paris, quando chega ali na Europa, ele assume o Sistema galino. Aí eu já não sei essa parte técnica de o que assumir o quê, mas ele tem ele tem todos os sistemas, deve assumir, tem os sistemas todos integrados, né? O computador do voo já faz isso automático, né? É, então,
porque um problema que deu nisso aí, na aviação, não sei se você ficou sabendo, foi na guerra da Rússia, porque lá na Rússia tem um sistema Glonas, é, o outro não é o o Global Position System, né? É o sistema deles lá. E tava tendo Problema com aviões ali por conta que na hora que entrava ali e assumia sistema Glonas, só que o sistema tava todo ferrado porque tava cheio vírus e gemings e coisa indo para lá e para cá e os caras tiveram muito que apelar pro sistema inercial, entendeu? Sim. Aham. É porque é
um sistema que não depende de nada externo, é um sistema da aeronave, né? O inercial. E os sistemas de rádivegação não depende de nada no espaço, mas assim a a emissão de sinal Dos da do das antenas que estão em solo dentro do determinado país. Isso. O sistema GPS não é muito mais fácil hoje você navegar com GPS na aviação. Muito mais fácil hoje você fazer um voo por instrumento com o sistema atual, eh, cara, é plotar ponto no GPS ali e seguir a linha, né? Não tem erro, né? Não tem erro. Agora com o
rádi navegação, pegar radial, você tem uma antena chamada VOR que ela tem radiais. Então ela tem várias antenas que emitem sinal em Radiais. E aí você vai passando por ela e o e o instrumento do avião consegue identificar qual radial ele tá pegando. Né? Para você saber qual posição você tá em relação a ele. Não é só uma antena que aponta, né? Então, e aí por esse sistema de radial, você sabe se você tá chegando na antena, se você tá saindo da antena, você sabe se a antena tá aqui, você tá passando aqui, você sabe
que você tá nessa radial, você fala pro controle assim: "Ah, eu tô a tantas Milhas da antena na radial tal, o controle sabe que você tá aqui ou se você tá aqui, né?" Só que é muito mais complexo, né? Então, claro que hoje ainda os pilotos aprendem isso na na no curso de de voo por instrumento, tem isso, mas atualmente na prática GPS, GPS, né, cara? Não tem jeito. E esse negócio que o que o Fernando falou do giroscópio, se você vê o documentário da Terra Plana, é o giroscópio que o cara entra com ele
para sensacional. E ele Prova que ele prova que é redonda, porque ele prova que o negócio funciona. Ele prova três vezes que é redonda, porque o negócio funciona, que qual que foi a solução, já que ele provou que ele tava errado, ah, esse negócio aqui não funciona. Deixa eu pôr de lado aqui. Não tá funcionando. Então, mas o legal é que ele compra um baratinho, depois ele chega a comprar um carísimo. Acho que é 20.000 o cara paga no negócio, né? Bom, o cara que tem 20.000 para investir num Troço desse ainda, acredita que a
terra é plana. É difícil, né? É difícil demais, cara. Mas é muito interessante. Então, o que que tá acontecendo? até para já que o pessoal aqui falou do sol, né? Eu falei outro dia, eh, o sol, galera, tá entrando no seu máximo de atividade. Então, essas explosões e tudo. E o problema é o seguinte, hoje o nosso mundo ele tá muito mais tecnológico. Então, assim, acabou o mundo, não, porque a gente tem a Previsão. O Noa, que é um serviço lá dos Estados Unidos, é a NASA de atmosfera e oceano, chama Noa eles têm o
monitoramento do clima espacial, que a gente chama, e eles tem os eletras que vão no furacão, no furacão, que aquilo lá, aquilo lá é loucura isso aí. O cara que faz isso. É, mas de jeito nenhum, cara. Que que é isso? E os caras vão de boa dando risada ainda, cara. Que loucura que é uma loucuria é o Electra, né, cara? É o Electra. Tem outros aviões também, mas eles têm o Electra. [ __ ] inclusive, sabe que a força aérea brasileira tem o eletra versão eh militar, né? É, olha só que legal. Famosão o
P3. É, então o Sol tem esse problema aí. Problema não, cara. A cada 11 anos acontece isso. O problema é que há 11 anos atrás o mundo era outro e hoje o mundo é mais tecnológico e tal. Existem textos aí que dizem que a sexta extinção em massa vai ser uma extinção em massa tecnológica Por conta disso aí, dessas explosões solares e tudo. Porque se passa pelos satélites, é isso que acontece. A gente teve um aperitivo com esse negócio aí e não tem muito controle, né? Não tem, não tem. Você tem que monitorar e, por
exemplo, ah, agora tá tendo aquele buracão lá no sol. A gente sabe que agora esse final de semana aí vai ser lindo, cara. Se hoje eu vou repetir, se você tem grana e tem tempo, vai paraa Noruega, ainda dá tempo de você pegar as Auroras lá, porque vai vai continuar tendo e tudo, mas o lance hoje que o sol ele é muito monitorado. Sim. Então o que que o pessoal faz? manobra satélites para fugir da maior, mas a onda chega, você desviar dela. Onde a onda chega, é você desviar, é você proteger o satélite e
se preparar também, entendeu? Então vão ter satélites que não vai conseguir, mas aí você pelos satélites ali você consegue transferir algumas coisas e o impacto é menor. O problema é que esse Glitch que dá na hora que ele se propaga para cá dá problema certo. É, cara. Você imagina quando dá um pau no WhatsApp, o Brasil já para, que o Brasil usa muito WhatsApp, o pessoal já fica maluco, já entra em pânico, imagina se para tudo. É, né? E nesse dia aí do do problema da Azul, eu cheguei a receber relato de a gente tava
no mar e no mar dá problema de comunicação seríssimo, porque dá blackout de comunicação. Ah, sim. E aí fica uma e você entra no mapa lá, tem Uma bolona assim que é a zona de blackout. E aí o pessoal falou: "Ó, cara, o que que tá acontecendo?" Eu falei: "Cara, é uma explosão solar e esse blackout dura também. É uma meia hora, 40 minutos. Você tá no mar ali todo cara, vai lá, dorme". É, não tá voando, né? Não tá voando ou não tá no aeroporto lá que você não sabe o que aconteceu, né? Então
tem essas coisas aí. É, são, vamos dizer assim, é o mundo que a gente vive hoje. É esse cara, não fazer o quê? Mas é isso aí. Tem outra lá, Cris? É contar não, senor. Não, não. Beleza, então, cara. E vamos falar então dos do dos caros. Nós encontramos lá na Campus Pari, né? Foi. Aham. Você deu uma palestra sobre os famosos que é o que a gente chama de carro voador. Na minha época de criança. Nós vamos chegar no ano 2000, vai ser tudos carros voador. Estamos aqui em 2023, tá aí o trânsito caótico
do mesmo jeito. Exato. Ficando cada vez pior, inclusive. Exato. Cara, como que é isso aí? explica pra galera como que é, em que pé que anda, que como que você acha, porque você explicando ficou legal para caramba lá na Campus porque tem não é aquilo que a gente imaginava, né? Não, não. Bom, eu eu não gosto do termo carro voador, né? Não, não, não é só o seu. Muita gente fala da imprensa, todo mundo fala da, né? É o popularzão. Mas por que que eu não gosto, nem eu e muita gente da Indústria também que
eu já conversei? Porque a gente não pode chamar bem aquilo de um carro, né? que é é vai é um sistema completamente diferente, um sistema completamente um sistema completamente novo, assim, e acho que é interessante a gente até falar um pouco das evoluções da aviação, né, até chegar aqui. Isso aí, porque eu vi um TED Talks do Birtutan. Bertan é um engenheiro aeronáutico americano, inclusive quem desenhou a Spaceship One, Spaceship Two, a Stratolunch, né, que é da empresa dele que é a me fugiu o nome agora, o Composits, esqueci o primeiro nome. A bom, enfim,
a pouco eu lembro. E ele tem uma empresa de tinha, agora tá aposentado, claro, de desenvolvimento de projetos de aeronaves e as mais esquisitas que você imagina saiu da cabeça desse cara. Bom, enfim, ele deu um T, uma palestra, um TED Talks em 2006. Então, tô falando aí já há um Tempinho atrás, dizendo o seguinte: desde a Guerra Fria, do início da Guerra Fria, vai 1950, 60 até aquele momento que ele estava, 2006, não tinha acontecido nenhuma grande revolução aeronáutica. Tudo bem, GPS, eh, aviônicas modernas, telas, tal, mas ele disse no sentido de aerodinâmica e
e forma de voar. Entendi. E eu vou até além. Até hoje ainda não tem uma grande, agora com o ETOL, mas uma grande revolução aerodinâmica, Porque se você comparar o que é um Boeing 70, que foi o primeiro avião comercial a jato que funcionou, né? Teve o Comet antes, mas o que realmente entrou em operação e comparar com o Boeing 787, Airbus da 350, que são os jatos comerciais mais modernos do mundo hoje, para quem não conhece de aviação, olha os dois e fala que é avião, né? Aí no meio teve um Concordia, né? Que
tentou ser um assim, tentou tentou, se quiser a gente pode falar do Concórcio Também, mas assim tentou mudar mais o Concordia vem dos anos 60, sim. Então a revolução veio dali daquela época, tá? Eh, o que eu quero dizer com isso? O avião que voa, que voava nos anos 50 e que voa até hoje, é um xuto com duas asas e diminuiu de quatro motores para dois. Mas basicamente, ah, teve mudança aerodinâmica na ASA? Sim, claro. A asa, a eficiência da ASA de um A350, de um 787 é muito superior a de um Boeing 707,
apesar de, para quem não conhece, Parecer a mesma coisa, mas não é uma grande revolução, um negócio assim que mudou tudo. Agora a gente tá numa nova fase de transição com essas aeronaves de decolagem, pous na vertical, só que se a gente voltar mais no tempo, a ideia de decolar e pousar na vertical, ela vem já de um certo tempo, né? Desde a época de D, você vê o projeto dele do do, né, daquele parece um helicóptero que nunca foi feito, mas depois outros eh engenheiros recriaram aquela forma de E voou, né? Helicópteros, aeronaves que
decolam em pó na vertical já vem desde o início do século XX. No Brasil teve um projeto que saiu lá do ITA nos anos 50, se eu não me engano, 51, que ele parece muito as aeronaves Evetol que a gente conhece hoje. Olha só. Por que que não deu certo naquela época? Porque eram motores radiais, ou seja, pesados, ineficientes para aquele tipo de aeronave. Negócio ou feito de madeira ou de alumínio pesado. Então não Tinha tecnologia. Hoje nós chegamos num momento que temos a tecnologia para executar ideias que já foram tidas há muito tempo atrás.
Sim, né? Então, motores elétricos mais eficientes, baterias mais eficientes, materiais mais leves, materiais compósos, resistentes, né? Porque no final do dia o que a gente quer na aviação é pesar pouco e ter potência, né? E segurança, né? e segurança, claro, Segurança em primeiro lugar, mas essa relação peso potência na aviação sempre foi muito importante. Claro. Então hoje nós chegamos no momento que o ETOL é possível uma aeronave decolar e pousar na vertical elétrica. O EVL já existe, você tem o drone caseiro que você paga ali, sei lá, R$ 1.000, você tem um droninho que funciona.
Então a tecnologia já é possível. Já existem várias empresas na indústria que estão produzindo protótipos, fazendo testes, Até com pessoas pilotos de teste dentro. Então o sistema funciona. Agora entram outros agravantes nessa nessa equação. Primeira delas, certificação. Você não pode pôr um negócio desse comercial, encher pessoas dentro e pôr para voar sem ter uma certificação e garantir que aquilo é seguro e não vai cair. Segundo ponto, opinião pública. As pessoas não vão entrar num negócio desse. É verdade. Esse é o ponto, Entendeu? As pessoas não entrando num negócio desse porque não confiam, impacta o mercado,
o troço inviabiliza. Então, para você escalar a quantidade de aeronaves de decolagem pousa vertical, o ser humano já não é mais capaz de pilotar para você escalar, quer dizer, para você ter muitas aeronaves como essa, como acontece num trânsito. Não é humanamente possível a pilotagem disso sem sistemas integrados. Então, ah, mas eu posso pilotar porque Vai estar conectado numa rede porque tem uma um sistema de automação. Então, não é o ser humano que tá pilotando. Assim como não é o ser humano que pilota um mini drone, porque se você desligar o sistemas de de você
não faz nada, você bate ou você é um excelente piloto de aeromodelo, ou você nem decola aquilo lá, né? O droninho da DJI lá é facinho. Você põe, para, ele para no ar, você vê, ele fica paradinho porque tem um sistema funcionando ali que tira o negócio da Tua mão, né? E nessa aviação é a mesma coisa, só que você tem que ter um sistema de controle de de de espaço aéreo todo integrado com inteligência artificial, processamento de big data para fazer essas aeronaves voarem juntas. Por isso que eu falo que não é um carro
voador. Você não vai pegar um troço desse da sua garagem. É esse que é o ponto, né? Livre, como era no de volta para o futuro. Todo mundo pensa isso, né? Cara, eu vou sair aqui e tô andando. Pô, ficou trânsito. Ligo. É aquela, é aquele doc bron rose where we go. We don't need roads, né? Então não vai rolar. Então você não vai dar ré da sua garagem, decolar isso aí voando, vai ter um sistema integrado. Então o que as o que a indústria tá desenvolvendo hoje é mais para um táxi aéreo, né, um
táxi voador com essas aeronaves mais eficientes, mais baratas do que um carro próprio. Mesmo porque hoje essas aeronaves custam 3 milhões de Dólares, 2 milhões de dólares. Não são aeronav as da Imbraer, por exemplo, da Ive, né, que é uma subsidiária da Imbraer. O custo estimado é por aí, 2 milhões de dólares, 3 milhões de dólares. Então assim, não é um negócio que qualquer um vai comprar. Ah, mas tem os menorzinhos, tal, mas vai ver o custo. 300.000 500.000 não é ainda acessível. É 300.000 é um carrão de luxo aí que a galera compra. Belo
de um carro, né? 300.000. Pera aí. 300.000 Fora do Brasil, né? Vamos lembrar essa parte. 300.000 é um preço de um Rolls-Royce, um preço de um Bentley nos Estados Unidos, né? Sim. Então, 300, 400, 500.000. Então, eh, é mais, mas em algum momento da história chegou a imaginar essa essa coisa de sair de casa e tal? Chegou mesmo? Ah, sim. A ideia, o Santos do Mon teve essa ideia. O Santos Dumon quando ele construiu o segundo projeto dele de, né, de aeronave mais pesada que o ar, Que é o Demoazel, que é aquele não é
o não é o 14 bis, já é o próximo que ele fez em 1907, a ideia dele era ser um avião pessoal para ele decolar de qualquer lugar e pousar em qualquer lugar. Então, a ideia da aviação desde dos primórdios era cada um ter o seu próprio avião e se e se deslocar de forma aérea. Entendi. Só que você não consegue saturar um espaço aéreo com aeronaves com pilotos, porque do jeito que tá hoje O espaço aéreo numa cidade como São Paulo, por exemplo, eu sou piloto, voo em São Paulo, eu decolo direto do Campo
de Marte, é muito saturado. Ah, é. Tem muita aeronave. Ah, é porque tem muito helicóptero aqui. Tem muito helicóptero, tem muito avião comercial. de pequeno porte e você olha para cima, você não vê as aeronaves o tempo inteiro. Você vê uma passando aqui, outra passando ali, só que lá dentro, para quem tá pilotando e pro controle de espaço aéreo, tem Aeronave para caramba. Imagina você multiplicar isso por 100, é humanamente impossível pilotar. Então você tem que ter um sistema integrado de inteligência artificial. Então é mais viável essas aeronaves, elas serem meios de transporte de passageiros.
Entendi. Do que você ter uma em casa e sair voando a qualquer momento. Só que aí teria que ser maior também, né? Para levar uma galera, né? Tem maior. Depende. Pode funcionar como um táxi. Levar quatro Pessoas, é, quatro, seis pessoas, né? Então, tem toda uma evolução, começa eh com esse desenvolvimento tecnológico que já é possível. Quando isso entrar em operação, vai ter um piloto ali monitorando o sistema. Também por uma questão de passageiro, você entraria numa aeronave autônoma? Então, não dá. E eu acho que tem um negócio de sair no Brasil com negócio de
drone, me corrige se tiver errado, cara, que embora o drone voe de forma autônoma, tem que ter Um cara, tem pil pilotando, entre aspas, né? E você tem que ter autorização do controle de espaço aéreo, você tem que fazer uma um plano de voo, não é? Hoje em dia você não pode decolar qualquer drone em qualquer lugar, não é assim não. E eu tô falando aqueles porque até falar pro pessoal, né, que tem uns drones assim que você compra e tal, mas quem acompanha a gente no SpaceBR que eu tava te falando, cara, você vai
pro mundo da do agro. Ah, sim. Não, tem que Ter um cara monitorando. Ele faz todo o planejamento, o drone faz tudo sozinho. Vou te falar que os drone ali, cara, são gigantescos, cara. É porque eles tm que carregar peso, né? Tem que carregar carga. Muito peso, cara. E eu até o cara falou lá onde, cara, esse aqui dá para você sentar em cima e sair com ele, cara. Sim. dependendo por isso que eu falo, a tecnologia para carregar uma pessoa nessa aeronave, ela já existe. Sim. O problema não é a tecnologia de Máquina, mas
todo o o em volta. Então eles estão criando. A indústria hoje ela cria não só a máquina, ela cria o ecossistema inteiro de mobilidade aéraurbana, por exemplo. Eu fiz um teste dois anos atrás com a Imraer lá no Rio de Janeiro, porque eles estavam demonstrando como é que é o sistema de mobilidade aérea urbana. Esse é o nome. Esse é o nome, né? Então, eh, a gente pegou um helicóptero do Galeão e foi direto pra Barra da Tijuca. O voo Demorou 11 minutos. Quem faz esse trajeto de carro no Rio de Janeiro sabe que ali
é uma hora para cima, se você tiver sorte, né? Então, aí eu fiz o vídeo, tem o vídeo lá e a gente usou um Bell 505, mas esse tá de helicóptero. Helicóptero, um Bell 505. Tá. E muita gente me perguntou, tá, você vou de helicóptero. Mas aí que tá a aeronave é só mais um detalhe, tá? Eles criaram todo um sistema junto com o Deeia, né, que é quem controla o espaço aéreo Brasileiro para sair do ponto A, ir pro ponto B em linha reta por onde vai passar, qual que é essa estrutura dos pontos
de decolagem, como é que o passageiro acessa isso. Então, a hora que tudo isso tiver definido e a tecnologia, vocês simularam tudo simulent helicóptero, porque o helicóptero já faz isso, ele decola e pousa na vertical. É, basicamente você tá trocando de asas rotativas por um sistema elétrico com Hélices, mas com asa rotativa também, né? Por isso tem um monte. É diferente. É por isso tem um monte redundância. Você poderia colocar simplesmente duas hélices ali ou quatro e se para uma. É, então eles t várias várias empresas desenvolvendo. Tem umas que tem 18 hélices, caramba, justamente
para distribuição de peso e que se parar um, dois, três motores, o troço continua voando, né? Então, porque esse sistema, Por exemplo, pega São Paulo, eu morei ali no Jaguaré há muito tempo e ali no Jaguaré, não sei se você sabe, tem um um lugar de helicóptero, muito famoso. A o no Jaguaré ali no HBR, do lado do SBT ali. É, sem o HBR. É, é um negócio gigante. E ali, cara, helicóptero decolando a cada, sei lá, 10 minutos decolando. O SBT já tentou fechar algumas vezes lá porque atrapalha, atrapalha para caramba. E aí então
os caras decolam dali e vão, né? Aí pousa Num prédio aqui, pousa num prédio da Paulista e tal. O cara tá voando em cima da Paulista já. Exatamente. Então assim, você só vai trocar um tipo de máquina que já é homologada, já é certificada, já é segura por outra que tá em desenvolvimento. A máquina já existe, tem que ter todo o processo de homologação. E eu costumo dizer o seguinte: enquanto a tecnologia é o futuro, enquanto é os Jetsons, enquanto é o de volta para o futuro, que a gente Falou da imprensa lá no começo,
a imprensa trata isso como o futuro. Basta acontecer o primeiro acidente. Aí que eu aí meu amigo terra. Entendi. Entendeu? Então assim, a indústria não quer, eles não querem correr esse risco primeiro, claro, para não ter um acidente com vítimas, né? Óbvio, mas a indústria é isso aí, cara. A hora que der o primeiro problema, vão esquecer toda essa Essa questão futurística e já vão direto no problema e o troço vai passar a ser um problema. Então assim, o o aparelho em si seria um dronezão. Sim, basicamente um dronezão. Aí alguns põe quatro, outros põe
oito e vai você vai colocando a quantidade de hélice que você quiser para deixar ali. Vai, cada cada empresa faz o seu projeto e aí ele iria, sei lá, estação da Sé, vamos supor, teria ali um lugar, é, eles estão chamando de vertiporto, Vertiporto, maneiro, que é uma área eh para integrar modais de transporte. Boa. Então você vai ter vertoo no metrô, em aeroportos, em shoppings, né? Justamente para você, para fazer sentido. Por exemplo, hoje eh eu moro na zona sul de São Paulo, é longe do aeroporto de Guarulhos. Ontem eu fui lá fazer um
trabalho com a Emirates, demorei quase 2 horas por causa do trânsito. Car, sim. De helicóptero, eu já fiz esse trajeto de Helicóptero. Dá 15, nem 15 minutos, 10. 10, 15 minutos. Entendi. Então assim, é muito diferente. Então se eu tenho do lado da minha casa um shopping, uma estação de metrô com vertiporto, eu eu vou lá andando ou de bicicleta ou de Uber, qualquer coisa, ali, paro ali, demoro, apesar de que hoje em dia se precisa andar 1 km em São Paulo já demora 40 minutos, mas enfim, vou a pé, paro ali, pego o Eetol
e vou voando até o aeroporto de Guarulhos. Então esse Transporte urbano passa a ser muito mais eficiente. Só que tem um outro agravante, um outro problema nessa história. O espaço aéreo no mundo, ele já tá definido. Em São Paulo, por exemplo, o mais baixo helicóptero, já quase na altura dos prédios, você tem o a uma altitude, uma altura mínima do helicóptero, eu não lembro, não sou piloto de helicóptero, mas acho que é 250 pés, 300 pés. Pessoal de helicóptero aí pode me corrigir, mas é bem próximo Do solo. 100 m prédio. Sim, pousando no prédio,
né? Em cima dos helicópteros. Aí em cima eu sei porque é onde eu começo, né? Os helicópteros eles vão até 3200, 3400 pés de altitude, que em São Paulo vai dar mais ou menos uns 1000 pés de altitude, uns 300 m, né, de altura. Em cima já começa os aviões pequenos em São Paulo que operam no Campo de Marte. Eu seu, né? E em cima já tem os aviões grandes que operam Campinas, Guarulhos, Congonhas. Você vai colocar o eventual aonde nesse sanduíche? Vai ter que ser abaixo, não vai? Você vai ter que reestruturar o espaço
aéreo inteiro. Mas se colocar abaixo do helicóptero, você bate nos prédios. É verdade. O helicóptero já tá bem baixo. Eu já voei de helicóptero em em São Paulo, praticamente na altura do prédio lá do antigo prédio do Banespa ali. O Sim, sei. Ali no centro. É no centro, na altura dele já. Caramba, porque ele é um Prédio alto. Então, mas o helicóptero é o quê? Ele tem esses pontos aqui. Vamos pegar São Paulo, né? Ele tem esses pontos aí, igual eu falei lá no Jaguaré tem esse Campo de Marte, tem esses, mas são muito poucos,
né? São muito poucos porque o helicóptero você não pode enfiar ele no meio de uma tipo praça da Cela, tem uma só se for órgão público por alguma razão, tipo a polícia, né? Mas uma pessoa com um helicóptero particular jamais. Se ele fizer isso, só Se for emergência, né? Mas São Paulo é o lugar no mundo com mais concentração de lipontos. Aqui onde fica até a final do aeroporto de Congonhas lá na na Faria Lima, tá? Quando você sobrevoa ali, é tudo azul, né? Os helipontos dos prédios. Tem muito, mas muitos helipontos ali. Então os
helicópteros eles operam nesses prédios, só que aí é um local como se fosse um vertiporto, né? Mas vou explicar a diferença do vertiporto de um eliponto, tá? Até Eliporto e Eliponto também tem diferença, né? O Eliporto é onde você tem uma infraestrutura, você tem abastecimento, tem barque de passageiro, né? Tem é uma como se fosse um aeroporto. O eliponto é só o ponto ali pro cara tocar isso aí. É. Então os prédios tem os helipontos, ele toca, sai, não corta, ele não desliga o motor do helicóptero. Dificilmente você vai ver um heliponto que o cara
parou lá, desligou e largou o helicóptero lá. Não, Talvez só em hospital, né? na talvez em hospital, mas mesmo assim eu já pousei em hospital com helicóptero e ele ficou ligado com helicóptero da polícia. Tô com transporte de órgãos. Tava transportando coração e pulmão para uma cirurgia ali. Peguei o helicóptero em Congonhas com o pessoal da polícia. Pousamos no do Hospital das Clínicas. Tocou os médicos saíram. O médico até me convidou. Você não quer acompanhar a cirurgia? Falou: "Não, tô de boa, fico Por aqui. Prefiro voar aqui. Prefiro voar. Boa." E aí decolou, né? ligado.
Ligado. Não, não corta no Eliporto, não, né? Como que é o caso do HBR, é o caso do elicidade, que são locais onde eh angara, helicópteros, é um aeroporto para helicópteros, basicamente, né? Agora, a ideia do vertiporto é ter vários desses espalhados, muito mais do que tem eliportos, eh, só que com toda a estrutura de Abastec, de carregar, né, o negócio, manutenção, estrutura de para para embarque e desembarque de passageiros. Então, é replicar isso muito mais. Vamos supor, eh, num shopping, num shopping que nem, sei lá, shopping Morumbi, que tem o estacionamento lá em cima,
né, aberto, parte daquilo lá pode ser vários lugares para pousar os os evetóis com todo o sistema integrado que lá pode virar um vertiporto. Então essa é a ideia, né, replicar isso daí para ter Esses acessos. E o e o Evetol aí, no caso do, vamos falar assim, né, o Evetol ele seria exclusivamente elétrico, né? É, o e já é elétric. Betol é uma sigla, né? Betol. É, né? É. Quer dizer vertical takeof and landing, que é decolagem, pousa na vertical. Então o helicóptero é um vetol, ele é, né? Ele é, ele decola e pousa
na vertical. O e vetol, o e vem de electric, né? Então é é aeronave elétrica de decolagem post vertical. Então e esse novo sistema que estão Pensando seria para coisas elétricas mesmo. Elétricas. Eléri. Exatamente. Eh, assim, você já voou em algum? Não, não, desse tipo não. Não, da Embraer ainda não. Não, não, porque não não dá, né? Porque é só piloto de teste hoje. Atualmente não não tem como uma pessoa qualquer ir lá e voar em uma aeronave não certificada. Eu vou, eu vou em muita coisa, mas tudo aeronave certificada e tal. Então, tem tem
todo esse esse essa preocupação, né? E lá fora tá como essa essa tendência? Tem evoluído bem. Eu fui para Dubai no início desse ano, em janeiro, e muita gente falava que não, Dubai já tão fazendo os testes. Então, eu cheguei em Dubai, cadê? Não, não, são testes em áreas específicas. Então, assim, tá evoluindo, mas ainda vai um tempo, né? A previsão é assim, 2025, 2026, de fato, os primeiros comecem a operar. Ah, é? P Mas é perto para caramba. É perto, mas acho que ainda de fase em fase Experimental, né? É, o negócio tem que
amadurecer bastante e eu bato muito na tecla opinião pública. Eu vou te dar um exemplo muito bom. O Cesna Caravan da Azul Connecta, um avião excelente. Já voei algumas vezes esse avião, já até pilotei esse avião. Um avião fácil de voar, tal. Cara, é um excelente avião, carrega 10 pessoas, tem uma um motor turbo hélice na frente, então tem uma hélice. Um motor super confiável, que é o que não dá problema. Azul Conecta tá voando rotas bem curtas, né, próximas ali para com esse avião, porque ele é eficiente para isso. Ele é um avião mais
lento, carrega pouca gente, então para determinadas rotas funciona. Eu não vou ir nelá, mas já eu já vi gente que então aeroportos que não não suportam um ATR, por exemplo, ou muito menos um avião a jato grande. O pessoal da Azul já me falou que várias vezes as pessoas não vai, né? A pessoa ela desiste no portão de embarque, eu Sei. Ela chega ali com o ticket porque quando você compra o ticket não tá escrito, se você não prestar atenção, não for atrás, você não vê que que equipamento que é. Ou vai aparecer lá um
C208. Que que é um C208, né? Deve ser um [ __ ] jato, não sei se é um CES na cara. Aí o cara, o cara chega no portão de embarque, ele vou embarcar. Só tem o cara v no pátio ali. É isso, é isso mesmo. Não vou. E o cara não vai. E o cara desiste. Então, Levando isso em consideração, imagina a hora que tiver o Evetol, a quantidade de gente que não vai usar por medo. Eu acho que não vai usar. Muita gente não vai usar. Eu acho que pela pela novidade tem uma
galera que iria, cara. Então, mas eu acho que assim, o que tá sendo colocado pela indústria hoje é justamente isso, colocar na cabeça das pessoas para as pessoas entenderem que isso é normal. Eu dou um exemplo legal que é assim: você lembra quando você deixou de fazer assim Para falar e passou a fazer assim? Não, eu você lembra do dia que virou essa chave? Porque o negócio foi acontecendo, né? Naturalmente. Então, esse tipo de voo é a mesma coisa. Quando o Elan Musk falou que em 2024 ele levaria as pessoas paraa Marte, eu acho que
na cabeça dele ele já tinha certeza que não ia acontecer. Só que você tem que ficar martelando para quando acontecer você falar: "Ah, legal, os caras foram paraa Marte". Você já tá Ouvindo isso há 20 anos, então quando acontecer, fala: "Nossa, é que enfim, né? É que nem a galera na lua, né? Pô, até que enfim voltaram. Isso mesmo. Mas então é, tem que fazer, tem que tem que ter esse trabalho, né? É, é trabalho de conscientização. Conscientizar. Mas é o que você falou também, tem um lance do AC, o dia que aconteceu o primeiro
acidente. Vai ser [ __ ] né, cara? Infelizmente. E assim, é triste falar um negócio desse, mas vai acontecer Porque o qualquer sistema passa por falhas em algum momento. É ônibus, né? acidente vai acontecer porque ah não, mas tirou a mão humana do negócio, mas foi o humano que construiu e o humano falha. Em algum momento o algoritmo vai falhar, a inteligência artificial vai dar um pau ali, vai dar um pau do satélite, do Isso é isso que é o negócio, entendeu? Então, cara, eh, a gente tem que entender que vai acontecer e quando acontecer
o troço já tem que tá Todo colocado de uma forma que a gente fala: "Não, segue o jogo porque senão vão enterrar o projeto". Como aconteceu já no na aviação em vários momentos em aviões que foram enterrados o projeto por conta de acidente. O Comet é um, né? O próprio Electra. O Electra é um avião que no Brasil, o Electra não vou para caramba. Então, o Electra é um avião que no Brasil ele foi, ele criou todo esse, né, esse, essa magia em cima do avião e tal, mas ele é um avião que passou por
Um início muito conturbado. Caíram alguns por um problema de vibração no motor quebrava e o avião se despedaçava em voo. foi arrumado, precisaram mudar o nome do avião, passou a ser Electra do Super Electra 2. Caramba, era o mesmo avião, só mudaram, puseram uns, uns reforços estruturais na ASA, mas era o mesmo avião. E aí o Brasil acabou sobrando com os Electras na mão, porque a VARG adquiriu a Real Aerovias. A Real Aerovias tinha tinha adquirido os elétric os elétricas os electras da American Airlines. Quando a Varg adquiriu a Real, sobrou aquele trambolho na mão,
os caras falaram: "A gente não quer esse avião". Mas aí fazia parte do negócio, vocês têm que ficar com o avião, então v fazer algum negócio com isso aqui. Aí a Varg começou a entender que o avião era legal, o avião era bom, era funcional, mas no resto do mundo o avião não tinha uma boa imagem. Entendi. Até que o Elra foi por conta de dois acidentes aéreos que aconteceram na Ponte Aérea Rio São Paulo com aviões da VASP, aviões bimotor, um avião de fabricação japonesa. O DAC, departamento de departamento de aviação civil, a ANAC
da época, determinou que para fazer a pontea Rio São Paulo, só aviões quadrimotor podiam fazer. Avião bimotor não poderia mais. Entendi. Por causa desses acidentes aí. Por causa desses acidentes, a VASP tinham dois, tinham os Aviões, o Vickers V Counts, que já era um avião bem antigo, e eles estavam se aposentando o avião. O único avião quadrimotor que sobrou para fazer isso pela determinação do DAC foi o Electra. Caramba, que só tinha caramba. Entendi. Então, de 73, se eu não me engano, até até 92, por quase 30 anos, só o Electra era permitido voar na
Ponte Aérea Rio São Paulo. Então você, ah, mas eu comprava um ticket da Transbrasil, você voava na Electra da Varg. Saquei que era aquele momento ali que nem tava explicando aquele momento. Então isso, esses 30 anos, tornou o Electra no Brasil um avião assim incrível, porque de fato não aconteceu nenhum acidente. O avião cumpriu com o seu papel, né? Mas lá fora já não era. Então assim, foi um avião que passou por problemas, o Comet, primeiro avião a jato comercial, passou por problemas que enterrou realmente o projeto e vários outros acontecimentos Ao longo da aviação
que acabaram eh acabaram, né, com com o negócio na época. Então, a indústria não quer que isso aconteça com o Eetol. Entendi. Então, tem que ter, porque vai ter muito interesse também em cima e tudo, né, cara? Exatamente. Então tem que fazer direito, tem que fazer bem feito. Um outro avião que quase foi também foi o 737, né? O Boing 737 Max. Ah, agora, né? Por causa desses problemas aí recentes. Examente. É, então conseguiram reverter. Teve uma polêmica absurda. Inclusive Jé saiu eh eh documentar no Netflix sobre a negligência da Boing de fato, né? Foi
um problemaço, mas é aquela história, se não fosse a Bong, questão de software, né, que o avião acabava entendendo que o avião tava subindo, na verdade o avião tava nivelado, o sistema tentava nivelar um avião que já tava nivelado e aí ele jogava o nariz para baixo e não havia quem não tinha como Puxar tirasse ele. Caramba, cara. E eu digo o seguinte, se fosse uma empresa como a Embraer, por exemplo, que é uma empresa sólida, a terceira maior fabricante de aviões do mundo, tal, só que se ara passa por um uma crise dessa, ara
não teria aguentado, né? Então, porque foi uma crise muito grande. A Boing passou e tá passando até hoje por problemas muito sérios por conta disso. E a B, o pessoal diz que é aqueleidinho do governo americano, né? Então tem tem todo um tem um certo tem um certo apoio ali, né? É agora outra empresa que acontecesse isso nesse nível nos dias de hoje, quebra a empresa. Ah, sim. Com certeza. E essas grandes, elas estão envolvidas em ETOL também ou Sim. A Embraer tem, a IV, né? A Bong também tem, a Airbus tem também, todas elas.
Então, no mundo hoje tem as a indústria grande mesmo, como essas empresas, né? Outras empresas aí de grande porte e muitas startups. Hum. Mas eu acho que ainda vai demorar um pouco para de fato virar uma coisa normal. Só o seu palpite é para quantos anos? Ah, é difícil prever o futuro assim, né? Nem o de volta para o futuro prever o futuro. Exatamente. Estamos aí falando desde sempre 2000, depois mudaram ano 2010. É, é 2015, né? É. Aí nós vamos est voando já. que esse carro para qu não vai? Pois é, eu tô esperando
aquele tênis da Nike até hoje que você pisa, Ele fecha. É, o hoverboard era meu sonho. Queria muito daquele. Já passou quase 10 anos da previsão e nada, né? É da previsão lá porque ele bate, né? No no relógio. É isso mesmo. É. Ah, cara, eu chutaria no mínimo uns 15 anos aí para ter alguma coisa mais. É, mas tô chutando. Isso aí é palpite meu sem embasamento, né? Uns 15 anos para ter alguma coisa assim funcionando já. É, e aí tem um um negócio vai ser o seguinte também, né? Isso aí igual helicóptero é,
né? Essa transporte por helicóptero é, você acha que o eventual ele vai ficar só preso nas grandes cidades ou ele tem chance daí de dar uma espalhada maiorca? Eu acho que tem chance de espalhar, mas eu acredito que seja um transporte urbano, talvez conectando cidades próximas, tipo São Paulo, Campinas, por exemplo. E por exemplo, dentro, porque dentro de Campinas como que é negócio de helicóptero? Não é muito, não é muito, Né? Não, não tem uma frota como São Paulo. Claro. Não, não é. Mas aí esses event aí poderia ter sim. O problema do helicóptero é
que ele é uma aeronave de operação cara. Ele é uma aeronave de aquisição cara e operação cara. A manutenção dele não é barata. Então o helicóptero mais barato do mercado hoje, você vai falar em torno aí de 1 milhão, 2 milhões de dólares. Então o event é bem mais barato. Então o Evetol ele é é tá tá tá no na entrada do helicóptero. Existem helicópteros que passam de 15 20 milhões de dólares, né? Mas então ele ele é uma aeronave de eh custo alto de de aquisição e manutenção também consome bastante combustível, né? É muito
complicar um sistema de a não dá, né? Agora não dá para se colocar uma inteligência artificial ali pilotando. É, hoje já existe sistema de piloto automático que o helicóptero faz pairado e praticamente pousa sozinho. Eu voei num helicóptero da Airbus recentemente Num H14 que o que tava integrado naquele helicóptero que a gente voou só fazia o só, né? Só fazia o pairado a 1 m do solo. Ele ficava paradinho a 1 m do solo, né? E o mais difícil no helicóptero é você fazer o pairado perto do solo, porque você tem o efeito solo, né?
Claro. Agora o piloto tava me contando, até eu tava com o pessoal da Airbus, que já tem o sistema dele pousar sozinho. Caramba, né? Então o sistema Existe de piloto automático, mas assim não é autônomo. O piloto tem que tá lá, o piloto tem que imputar os comandos, né? Não é um negócio que larga e vai. Lar. É diferente do do dronezão aí que a gente tá falando. É diferente porque aí a ideia é que ele se conecte a uma rede, né? Tipo um mete saber por onde que ele tá andando e aí ele tem
todo, né? É tipo um met. O cara tá ali só se der algum negócio para assumir e virar, né? Exatamente. Para fazer as pessoas Entrarem. Exatamente. Porque se não tiver ninguém, o cara fala: "Cadê o piloto?" Não tem não. Não tô tô tô tranquilo. E, e a China nisso aí? Porque a China ela tem uns umas coisas evoluída, tal. Como que ela tá nessa parte aí? Eu não sei exatamente. Não, não, não, não pesquisei ainda sobre a China. Tem algumas coisas em andamento, mas a China tem a indústria aeronáutica também em desenvolvimento. Só que a
aviação na China ela é muito restrita. Você sabia que na China você não pode, você pode ser um bilionário e você não pode ter um jato executivo do jeito que você quer, a hora que você quer? É, tem muita gente que tem, né? O o mercado chinês tem jatos executivos, mas é muito restrito e complicado. Caramba. Isso até eu conversando com pessoas da indústria de fabricantes de aviões executivos, eles falam: "Cara, o mercado mais complicado pra gente com potencial é o chinês". É Porque o potencial é gigantesco. É, mas não tem como eles entrarem. É
difícil. É bem difícil. Que coisa, hein, cara? Então lá é um ecossistema meio diferente assim. Até para você chegar de jato executivo na China, você não pode, como no Brasil, o Elan Musk quando veio pro Brasil, ele pousou aqui no Catarina, perto de São Paulo, ali, é, ali no interior. Então ele cruzou o Brasil inteiro com o avião dele, de boa, pousou ali, é um aeroporto internacional, fez a Entrada e tá tudo certo. Na China não. Se o Brasil fosse a China, o Ilan Musk teria que parar no primeiro aeroporto lá em Hororaima. Então, na
divisa da do país tem que parar e fazer. Você não pode sobrevoar a China. Entendi, cara. Tem todo é lá é bem complicado. É, não é bem não, porque nessa parte de elétricos e tudo, eles são bem desenvolvidos. Sim. Não, com certeza tem bastante coisa. Inclusive os drones mais conhecidos aí do mercado Consumer são chineses, né? Então, com certeza tem muita coisa em desenvolvimento lá. Caramba. É para vender pro mundo, né? Para vender pro mundo, né? lá eles não não usam, mas já é verdade. E o é e aqui no Brasil em Braé que tá
indo bem. Aqui tem muito startup também mexendo isso. Tem algumas startups mexendo nisso também. Inclusive eu vou num evento semana que vem de uma outra que na verdade é uma representante que tá trazendo o equipamento de fora e Vai ter um evento de apresentação semana que vem. Vou me interar um pouco mais ainda. Não, não é estático não, não pode. É estático. Ah, tá. É, é porque não pode voar em todo mundo for certificado, né? É, ainda não pode. Não pode voar em aeronave não certificado. Mas quando você olha assim, dá uma vontade Ah, com
certeza. Dá mais uns vídeos que eu vejo daqueles bem pequenininhos cabe um cara só e o cara fica brincando no quintal de casa, aí dá Bastante vontade. Brincando quintal de casa é bom, porque você voa o famoso Petrell, né? Super Petrel. Sim, Super Petrel. Petrel já te contei, né, cara? Tem uma história com esse nome aí que é muito [ __ ] O Petrell é o nome de um software que a gente usa no petróleo. Ah, é? É. Ele chama Petrell porque Petrell é uma ave. É uma ave. É lá da Noruega, entendeu? E o
cara que desenvolveu esse software era de lá. Então, cara, toda vez que eu vi seu Vídeo, você fala: "Petrel, cara, você não faz ideia do do do da coisa que vem". E eu trabalhava numa outra empresa que a gente era rival do Petrel. Ah, tá. Então a gente chegava na Petrobras para vender o software. Não, não. Aqui a gente só usa Petrel, cara. E era e era tal do Petrell o dia inteiro. Não, mas ah, o Petrell faz. Ah, porque o Petrell faz. O Petrel já dá até, cara. É, dá até uns negócios. Mas o
porque o o seu é para quanto? É dois, né? Dois. É dois. Vai dois. Dois. É, eu tô com outro avião agora que fica no campo de Marte também para duas pessoas, mas não pousa na água. O Petrel é um anfíbio, né? É. Pausa na terra, na água. E, pô, ele já é um negócio. Já pensou, cara? É, mas aí que ele voa, que que altura que ele voa? O teto máximo operacional dele é 10.000 pés, que dá aí mais ou menos uns 3.000 e poucos metros. Mínimo. O mínimo não, aí o mínimo você tem
o mínimo de regra, né? Você pode voar até 500 pés de altura, Que é 150 m mais ou menos. A altura é do solo até o avião, a altitude é do nível do mar até o avião, né? Então, de altura 150 m em áreas eh sem nada, né? Área despovoada. em área por uma fazenda você pode virando em cima da fazenda a 150 m. 150 m. É, a não ser em procedimento de pouso decolagem, óbvio, né? Você baixa mais, mas em área povoada é 1000 pés, que aí dá mais ou menos uns 300 m. Então
tem essa diferença, você dobra a altura para, então em São Paulo, por exemplo, Você tem uma altura mínima para voar de 1000 de 1000 pés acima do terreno. Só que em São Paulo tem outro agravante que são os helicópteros. Então você tem que voar um pouco mais alto. Entendi. Por causa dessaturação do espaço aéreo, né? É, exatamente. Aí dá. Mas você poderia pousar o seu num rio Pinheiros da vida? Cara, sabe que eu sabe que eu tenho um sonho hã de o dia que esse rio for despoluído, se você pousar ele hoje, ele derrete o
avião. Não, não derrete o Avião. O dia que esse rio for despoluído, por que não, né? fazer alguma coisa lá, quem sabe fazer um negócio integrado, né, com as autoridades, tal, e inaugurar o rio pousando nele. Aí ele pousa no rio, ele fácil, pousa. Não, pousa. Eu já vi até uma área que que ele cabe ali. É, obviamente eu não posso fazer isso porque é um espaço aéreo controlado, tem helicóptero, tem congonhas, então não posso nem chegar perto, né? Mas tem uma Área bem grande ali que daria para para pousar. Precisa de quanto para para
pousar o adequado? Ah, o petré, uma faixa assim de 200, 300 m, você já consegue operar. É bem pouquinho. Olha aí, é bem tranquilo. Então você tem uma uma linha de 1 km, 2 km, ixe, dá vai, né? Vai sossegado. É muito gostoso pousar com ele em represa, principalmente quando tá aquela água bem calminha. As represas do interior de São Paulo agora estão cheias, então tá tá Bacana. Um ano atrás tava feio. Entendi. Você via aquela camada de terra, né? A água lá embaixo. Era feio de ver. Agora as represas estão bem cheias. Pousar em
mar já é mais complicado porque tem uma marola um pouco maior, o avião é pequenininho. Já já algumas vezes já, já caramba. Tanto em Ubatuba quanto em Parati. Parati no litoral sul do Rio de Janeiro é o melhor lugar para pousar de anfíbio, porque ele tem uma um braço, que eu sempre esqueço o nome daquele Braço lá de Parati, que ele forma praticamente uma represa de água salgada ali. Ali é fica muito calminho. Ali é uma delícia de pousar. Calho. Olha aí, cara. Em rio, rio já é mais complicado, porque se for um rio não
nem tanto pela correnteza assim, você parar sim, né? Se você só tocar é mais tranquilo, mas quando você pega, eu já pousei no rio Amazonas, por exemplo, então se você pousar no rio Amazonas, tá num mar, né? É. Agora você pousar num Num riozinho, aí né? Você saber se não tem curva no rio, se você não vai bater nas laterais. O avião ele tem 9 m de de envergadura. Então, um rio com 30 m de largura, dá tranquilo, né? Então, ele tem 9 m de envergadura. O, esses Evetol aí teriam quanto mais ou menos? Ah,
eu não vou saber dizer os a a especificação técnica porque muda muito, né? Mas não fica muito maior do que isso. 15 m, 10 m. É, eles são grandes. Eles são grandes, né? Tem porque você tem a Hélice, né? São várias. O diâmetro de hélice. Você vai multiplicando mais a casca do, né? fuzelagem, aí acaba virando um negócio negócio grande. Entendi. E no e nas represas aqui de São Paulo já pousou também. Já pousei. A única que eu não pousei ainda, a Guarapiranga não pousei nem a Billings, porque é porque elas ficam muito em São
Paulo, né? Então, a Billings, inclusive, é da minha cidade lá de São Bernardo. Conheço bem a represa, já naveguei lá, Já nadei lá, mas e ela é uma represa muito boa. Problema da Bilinks, já sobrevoei ela várias vezes. Tem muita linha de alta tensão ali, muitas, porque tem usinas e tal, né? Tem muito. Não vai ser um problema não pro eventual, cara. Ah, essas coisas aí é mais um agravante, né? Porque a cidade, tipo assim, a cidade não foi nem um pouco planejada, mas ela não foi, ela não foi planejada. Nem um pouco, mas nem
para isso, né? Ela foi, né? Não. Então, você pega a represa Lá, eh, é muita linha de alta tensão. A represa é ótima para pousar, mas ali é complicado. Na Guarapiranga dá para pousar, inclusive já teve operação de aeronave Fíbia lá na Guarapiranga. Em volta de São Paulo, Salesópolis eu já pousei, Garatá já pousei, Atibainha, tudo que tem em volta do sistema cantareira, cantareira já pousei em todas. Legal, ó. Que legal. Então, a água que vem para São Paulo tem um pouquinho do casco do Petrell ali. Do Petrelli, grande Petrell. E o Então, cara, porque
esse lance aí você fica pensando, né, a cidade em si, porque o helicóptero é porque também esses a ideia é fazer ele voar abaixo do helicóptero, você acha? Eu acho que ele vai ficar ali meio que brigando com o helicóptero. Talvez ele voe mais baixo, mas vai ficar ali. Eu não sei se vai voar muito mais cedinho também. É, eu não sei se ele voaria acima do helicóptero. Acho que a ideia é fazer Meio que integrar na cidade, né? Sim. E linha de alta tensão, ela é sinalizada nas cartas aéreas, né? Você vê ali que
a linha tá passando nas cartas visuais, né? Então aí tem é, mas aí você jogar tudo na inteligência artificial, né? E mapear tudo mapear tudo e desviando, né? Porque encher de sinalização daquelas esferas laranjas aí, isso aí não adianta muita coisa, não é? Caramba. E quem tem medo de voar, como que ficaria no ETOL? É, é Aí que eu falo quem que vai entrar. Essa é sempre a minha pergunta. Você voaria? Esse é o ponto, né? Então eu eu não sei não. É, então, mas eu já voei no nesse aí muitas vezes. Qual? No helicóptero.
Não, no helicóptero várias, mas no Césna Ah, sim, no caravan. Ah, caravan. Po, cara. Avião caramba, cara. É, não, avião é medo para caramba. Porque aí aí chaalha, hein? É, é porque é um avião menor, então ele recebe mais a pancada ali da atmosfera e voa numa Altitude, ele não é pressurizado, então ele voa numa altitude que tem a formação acontecendo ali, né? Tem, não tem como desviar, cara. Não tem como desviar e não tem rádio. O piloto vira para trás e fala com a galera. Pelo menos o que eu voei era assim. É porque
é muito, não tem sistema, porque o avião é barulhento, né? Então muito barulhento, cara. É, então rádio não, não tem, não tem. O ideal é todo mundo usar fone, mas a aeronave de linha aérea não, não tem Inviável. É, não inviável, não tem como. Ia ser engraçado, mas tá servindo bem para azul, né? assim, muito para ela fazer essas rotinhas, porque a azul ela tá pegando o range inteiro da aviação do pequenininho que vai em rota campo de Marte, Ubatuba ou sei lá, eh, Congonhas, Ubatuba, no verão, não sei se esse ano eles vão pôr
a rota, mas já aconteceu, eh, Congonhas Ubatuba e até o Internacional, né, até o a 330, a 350 que tá saindo São Paulo Campinas, Esse esse Ceslinho aí também não, ele tem uma autonomia longa, ele tem Ah, não, ele não, eu sei que ele tem autonomia Ah, mas na linha você diz, não sei quais são as rotas da Azul Conecta aqui na região. Eu sei que é que ele faz umas rotas bem pequena mesmo, né? Faz lá pro Ele faz a rota, a rota das emoções lá no Nordeste, né? Faz faz alguns alguns lugares assim
próximos, né? É, foi uma boa sacada da Z. Não podemos negar, né, cara? Aham. Porque ela pegou Um mercado que tipo você sabe que a sacada na verdade ela aconteceu. Eles miraram um negócio, acertaram outro, melhor ainda. Eles compraram a, como é que era o nome da empresa que era dona desses caravans, me fugiu o nome agora. Passaro. Não, não, não, não, não. Era uma, era, era inclusive azul a empresa. Não, não o nome azul, era, o logo era azul. E eu sempre me foge o nome, mas enfim. Eles compraram essa empresa porque essa empresa
operava em Congonhas. E em Congonhas tem um negócio chamado slot, que é um um período que você compra para operar o avião, para pousar e decolar. A Azul comprou essa empresa mirando os slotes, porque ela compra a empresa e vem os slots e aí sobrou um monte de caravan na mão da azul, falou: "Vamos usar isso aqui". Eles começaram a pôr nessas rotas menores. Deu muito certo, muito mais certo do que os próprios slots em congênis eles negociaram de outras Formas também, né? Então miraram um negócio, acertaram outro melhor ainda. É porque você pega uma
viagem aí eh para algumas cidades que demora 3 4 horas de esse avião vai muito mais rápido, meia hora, 40 minutos. Assim, quando você começa a usar a aviação, essa esse no caso azul conecta, ela não é aviação geral, ela é aviação regular, né? Ela é aviação de linha aérea, você tem voos regulares. Sim. Mas quando você começa a usar a aviação de pequeno porte, aviação Geral, e começa a entender que aeroportos pequenos você consegue se deslocar muito mais rapidamente, é outro mundo. Porque de fato viagens que você demora 5 horas fazer em uma, eu
fiz um um um voo com uma empresa que é parceira nossa chamada Mine, fica lá no campo de Marte e tá abrindo bases no Brasil. Legal. E você pode, por aplicativo pegar um voo, tal. Olha que legal. E aí eu peguei um avião deles. Eh, eu fui, fui voando o avião junto com o dono da Empresa, tal. Você foi pilotando? Eu fui pilotando, que é uma categoria de avião que eu voo, né? Era um piperm no ano, um monomotor para seis pessoas. Eu saí do campo de Marte, fui para Paratinho, uma hora de voo. Caramba.
Então o você sair de São Paulo, hora só para sair de São Paulo numa viagem dessa. Ontem você não saía de São Paulo, irmão. Ontem não, né? É. Então você ter essa experiência de sair de São Paulo em uma hora você tá em Parati e faz o que você tem que fazer lá E volta e sobra tempo. Por exemplo, aeronave de asa rotativa, helicóptero. Eu fiz um vídeo uma vez com um grande empresário aqui da região de São Paulo. Ele tem um Bell 407, que é um helicóptero para seis pessoas. É, seis ou sete pessoas.
E a gente fez a experiência saindo lá do ABC. Tem um desses elicentros ali no ABC, tem e em São Caetano. E a minha experiência que eu queria mostrar é eu vou sair do elicentro do ABC e em vários pontos da Grande São Paulo. Não vamos pousar, mas vou fazer um leve pairado só para mostrar o tempo de deslocamento. Nós saímos de lá, fomos para Guarulhos, fomos pra zona norte, zona oeste, São Bernardo do Campo, voltamos para São Caetano, ou seja, a gente deu a volta na na na grande São Paulo, né? 38 minutos de
voo. Caramba, em 38 minutos eu não teria chegado nem nem Guarulhos de casa. Nossa, não teria de de São Caetano, né? Então assim, a Eficiência é é indiscutível, tem um custo para isso, evidentemente, mas para essa galera aí que Mas pra galera que tempo é dinheiro, né? Para todo mundo tempo é dinheiro, mas quando o tempo é muito dinheiro, é verdade. Aí faz muito sentido isso aí. Mas então, mas é, você acha que vai ser o futuro? Sim, a gente, eu eu acho, assim, tem muita gente que acha que é bolha. Ah, é? Já conversei
com algumas pessoas da indústria, fala: "Cara, só é bolha, isso aí não vai Longe." Eita. Mas eu acho que assim, é um movimento tão grande, tão intenso, com toda a indústria visando isso, que eu não sei, eu acho que tem futuro, sim. Eu acho que não, não é bolha. Se pode ser uma bolha esse negócio da maneira que estão pensando, mas eu acho que vai evoluir porque é uma nova fase da aviação, né? É um novo tipo de aeronave que tá precisando, né? Tá precisando. Entendi. Que seria essa virada aí que você explicou. É exato.
Agora esse de Sair de casa esquece. Não. Ah, não. Isso esquece. Isso aí. Isso aí não vai acontecer. Isso aí eu posso falar. Não vou falar com toda a certeza, né? Porque ninguém sabe. Vai que a Skynet domina o, né, o mundo e aí, os T800 começam, né? Então, ou a gente vira tudo matrix, sei lá, né? Mas eu acho muito difícil. Eu acho muito difícil. Você tem um negócio em casa, na sua garagem que você sai e da hora que você quiser, que nem eu de volta para o futuro, recolhe as rodinhas Lá e
sai voando. Isso aí não não vai difícil. É mesmo, cara. Pô, infelizmente eu gostaria muito, mas seria interessante. É uma questão de espaço aéreo, certificação, eh, licença de piloto. Não é todo mundo que que conseguiria pilotar uma aeronave, né? Você tem muita gente que não consegue nem dirigir carro e tá dirigindo. Sim, mas aí seria autônomo, né? Então aí você autônomo, sim. Então você vem ali com o seu carro, aí pô, i trânsito tá ruim. Aí Você apertaria um botão, pô, assumiria um sistema autônomo que Então é, mas aí a gente volta na questão de
ter uma inteligência integrada, não é? Sim. Que é essa que é a tecnologia que você acha que tá faltando aí? É, é, é, acho que é isso aí. Mas livre, como é? É. E a e a certificação, mas livre do jeito que é o carro, de você pegar do jeito que você quiser e fazer o que você quiser. Aí eu acho bem difícil. Como é um avião hoje. Eu pego o meu avião hoje, eh, eu já Preciso, claro, fazer plano de voo, eu já tenho um controle. O meu avião não é, não tem inteligência artificial.
Eu piloto ele, eu mando ele ir para um lugar ou pro outro, mas para eu decolar, para eu tirar ele do chão aqui do campo de Marte, por exemplo, é plano de voo, é autorização do controle de tráfego aéreo. Não pode simplesmente ir lá, dar a partida, decola da onde for e vamos ser feliz. Não tem, não tem jeito, né? Um cara comentou aqui, ó. Será que daí Ia ter ladrões que ieriam chegar no 10o andar para roubar? Ia ter, cara. Bom, por incrível que pareça, tem cara que rouba aeronave, né? Pouco, pouco, mas acontece,
tem histórico. Eduardo Ribas mandou dezão aqui. Nós já falamos da do SAF aí, né? Do SA, ele perguntou se tem futuro e como pode descarbonizar a reação no médio e longo prazo. O futuro da descarbonização mais descarboniz é assim que fala, né? É, é o SAF, o futuro mais próximo. Vou dizer o Futuro que não é nem futuro, já tá aí, já tá sendo usado, já tá acontecendo. É o SAF de fato. Legal, legal demais. estão perguntando que o que aconteceu com o Uber Copter. Existiu? É, o Uber, o Uber teve uma tentativa, acho que
se eu não me engano, com Airbus, com um event da Airbus de fazer, na época, óbvio, não tinha Evetol, eles fizeram com o helicóptero e de fazer transporte pagando pouco para, né, aéreo. Aí você pegava um voo da zona sul de São Paulo Pro ero pro para Guarulhos, demorava lá 10, 15 minutos, pagava, sei lá, R$ 300. Se você for levar em consideração que de Uber, [ __ ] pr caramba, né? Isso eu tô falando um tempo atrás, né? Mas sim, que seja três vezes mais caro que um Uber, mas você tá indo 10 vezes
mais rápido. É, mas acabou não sustentando. Mesmo sendo R$ 300 por 10 minutos de voo, a conta não fecha. Entendi. Então eles acabaram abandonando a ideia, pelo menos até o momento, né? O André Guimarães pediu perguntar para você sobre se os projetos dos aviões supersônicos evoluíram, né, que era que é o famoso Concord nosso queridíssimo, né, Concord que ele parou porque a gente já falou, né, que tem aquele problema do Sonic Boom e tal, né, a NASA entrou, né, desenvolvendo alguns e não sei o quê. E como que tá isso hoje do Super Sonic? Você
acha que vai voltar? Tá, tá em desenvolvimento. Eu acho que vai voltar Mais pra aviação executiva do que pra aviação comercial, né? por conta de custo. Ah, porque eles vão ser menores. Então é, a ideia por enquanto é ser menor, não do tamanho do Concord. O Sonic Boom, eh, né, o Strondo lá, ele é um problema aerodinâmico que muitos cientistas, a NASA inclusive tá envolvida nisso, tá conseguindo resolver para ter uma dissipação dessas ondas mais rapidamente, né? Então, eh, o Sonic Boom ele atingia assim dezenas de Quilômetros, né? Porque muita gente acha que dá o
boom quando o a aeronave passa e aí não dá mais. Mas não, aeronave passou enquanto ela estiver voando o supersônico, por onde ela passar, ela leva o bum junto. Vai caminhando junto, tem destruindo, quebrando janela, fazendo estrago. Exatamente. Então não é só na transição, né? E aí é porque se você tá parado num lugar, você só ouve naquele ponto, né? É sim que ele passou por você, né? Ele vai seguindo. É isso mesmo. Então, eh, a a NASA, ela tá com esse projeto, tá conseguindo dissipar isso a 5 km de distância do da origem. Então,
se aeronave voar a 10 km, aqui embaixo ninguém escuta, né? Então, já é uma solução de problema. Mas ainda tem questão de aceleração, né, para consumo de combustível para chegar nisso, mas tá evoluindo. É uma outra aviação que tem evoluído bem e acho que tem um futuro aí, principalmente na aviação executiva. Na executiva, é, na executiva, na comercial, quem sabe mais futuramente não tem aí uma uma evolução também para voltar a um Concord, né? Que o Concord foi um negócio que meio que foi empurrado, né? Sabe, eu já te contei a história do Concord, do
Não, como que é? É interessante. Tem muito saudosista do Concórdio que me xinga quando eu conto essa história. Tem um fandom, né, do Concórdia aí que a galera é Eu acho o Concordio maravilhoso. O Concordia é uma Aeronave incrível, mudou, né, revolucionou, mas ela quase não aconteceu porque ela era uma aeronave inviável desde o início. Então quem fez o Concordio foram indústrias de construção da de avião do Reino Unido e da França. juntaram os dois países e fizeram, né, o o desenvolvimento do Concord. Só que quando ele começou a a fazer os testes e entrar
em operação lá ainda nos anos 70, já se mostrou logo no início que ele era inviável, era muito Caro. Consumo de combustível absurdo, um barulho ensurdecedor, quatro turbojatos ali funcionando. Eh, então não era qualquer o porto mais que podia operar aquele avião. Então começou a restringir car. E aí nos Estados Unidos e foi restrito o voo de avião supersônico em cima de território terrestre americano, só em cima da água. Ou seja, você vai voar avião aonde? A Europa já seguiu a mesma tendência. Dentro da Europa não dá para voar supersônico por conta do boom Sônico.
Então era só podia ligar cidades, cidades oceano né? Então limitou muito a operação do Concord. por essa limitação da da operação do Concórdio, o valor exorbitante de de operação, as companhias aéreas, a francesa Air France e a a eh britânica British Airways falaram: "Não rola, não dá para operar isso aqui porque a conta não fecha". Só que o governo, principalmente britânico, não queria lidar com mais um fracasso de Desenvolvimento aeronáutico, porque eles já vinham com vários fracassos. Indria aeronáutica britânica falhou muito, caramba, entre os anos 50 e 60, então eles quiseram sustentar, não dá para
ter mais um, vamos, vamos engolir esse cara. Então começaram a subsidiar a a operação do Concórdio, tanto a França quanto a British eh quanto o Reino Unido, e empurraram guela baixo. Falou, as duas empresas eram estatais, empurraram guela baixo, falava: "Vocês vão operar isso aí E vamos fazer o negócio acontecer". Tanto é que só a British e Air France tiveram o Concórde, né? 14 aeronaves no total, sete para cada um. Caramba, teve muito. Tinha bem menos. Não, a ideia era escalar, mas por que que não foi mais? Porque não deu certo. Ah, é, né? Porque
travou ali. Aí no início dos anos 80 as companhias aéreas começaram a entender que as pessoas procuravam aquilo pela experiência. Pô, voar supersônico não é qualquer um. fazer um voo entre Londres E Nova York em 3 horas meia para muitos empresários executivos valia a pena. Tem até a história do cantor lá, o Phil Collins, no Live Aid, que ele fez no mesmo dia em no Reino no na Europa, não lembro se foi no Reino Unido, acho que foi no Reino Unido. E aí ele decolou, é, no Reino Unido, né? Ele foi, aí ele foi do
Reino Unido para Nova York, no mesmo dia ele fez live de Nova York. Isso só o Concord aquele festival, isso, aquele festival. Isso só o Concó Permitia, né? Então isso começou a levantar, falou: "Pô, o negócio é caro, mas a experiência vale". Ou para quem tinha grana, vale? Aí as empresas falaram: "Hum, acho que dá pra gente dar uma pimentada nesse negócio aqui, servir um champanhe, um caveiar, elevar o nível, tal e celebridades e milionários fechar num soda". E foi isso que aconteceu a partir dos anos 80. Ah, então eles nicharam esse negócio. Quem não
podia pagar para um voo comum Juntava grana para poder ir lá e um dia voar no Concórdio. Eu gostaria muito de ter voado no Concórdio. Eu não voei. Um amigo meu voou. O Panda voou. Panda voou. O panda voou, mas ele não fez o voo longo, ele fez um local, mas ele voou. Não concordo. Mas ele chegou a chegou a passar a barreira do som, tudo, né? Aí você pergunta para ele como é que é para ser a barreira do som. Ele não muda nada. Você só vê o número ali, ah, passou a barreira do
som, mas para quem Tá dentro não muda nada. É. E aí o Concord foi nesse caminho. Só que aí ele começou a ficar obsoleto demais, porque ele era um avião projeto dos anos 60, né? Então quando chegou lá perto dos anos 2000, né? final dos anos 90 já era obsoleto, era gastão. A conta começou a não fechar mais, até que no ano 2000 deu o acidente, né? Aí caiu o Concódio, foi aquela tragédia que é aquele acidente famoso que é na decolagem que o motor dele pega fogo, não é isso? Decag, ele Pegou uma peça
de de um outro avião que tinha decolado de do do Charli de Gold em Paris. A peça ela era de um DC10 que ficou na pista. O Concord passou em cima, o pneu bateu, estourou o pneu e a borracha do pneu bateu no tanque e gerou uma vibração que deu uma ignição e pegou fogo. É isso na decolagem. E então foi isso que aconteceu. Bom, ali os concordes pararam de voar, entrou em todo um sistema de reforço de tanque e tal, mexeram em um monte de coisa e o Dia de retorno do voo do Concord
foi no dia 11 de setembro de 2001. Ou seja, não deu certo. Não deu certo. Um dia antes, talvez. Ninguém nem lembra, né, do que que isso aconteceu. Ficou de julho de 2000 a setembro de 2001 parado e quando voltou parado, aí voltou, né? Fizeram mais alguns voos, tal e conseguiram sustentar até 2003 a quando as companhias eléas falaram: "É, realmente tá obsoleto demais, não tem mais condição de voar". Aí, infelizmente, 20 anos fez esse ano. 20 anos da parada. Esse ano da parada. 20 anos que não temos não temos avião comercial supersonic ano. Caramba,
que [ __ ] É triste, né? Vamos ver se Mas você entre o ETOL e o Supersonic, você acha supersonic chega antes? E olha, eu eu eu diria que tem duas é três vertentes ali na indústria. O ETOL, o Supersônico e o híbrido, né? Ah, esse aí que a gente tava falando antes, híbrido considero também e eh o hidrogênio, Todos esses novos combustíveis, né? É, então acho que cada um tá indo para uma tem a indústria tá focando em todos. Acho que vem meio que em paralelo aí a coisa acontecendo. Ah, é, é uma nova
revolução aí da da indústria aeronáutica. Caramba, ser legal ter os person aqueles executivos lá que que vão alto para caramba, aqueles jatinhos lá, eles chegam aqui eles não são supersônicos, né? Não, não são supersônicos. Tem aviões atuais jatos Executivos que tem estão bem próximos da da velocidade transônica, né? Que chega ali na perto de MAC1, MAC pon95, né? Entendi. Então é bem próximo, mas ainda não é supersônico. E voam em altitudes aí de 51.000 pés. Então é bem alto. Só que apesar dele ter esse teto operacional, eles não voam normalmente lá em cima, né? Porque
aí também existe uma questão de segurança, expressorização, coisas desse tipo. Claro, mas eles são bem mais rápidos que Os aviões comerciais, né? É, eles são um pouco mais rápidos, né, do que os aviões comerciais. Uma viagem assim que demora 10 horas nele demoraria o quê? Ah, eu eu já fiz um voo de Nova York para Foz Iguaçu com Falco 8x, que é um trijato da Aviação Executiva, cruzando a IMAC pon91, né? Coisa desse tipo. 91. É, chegou por aí. E ah, fizemos o voo em menos de 10 horas, né? 9 horas e pouco. Até Foz
Iguaçu. Até Foz Iguaçu. E o voo é hiper confortável, é outra coisa, só Que o custo também é é alto. Mas esse não balança não, né? Dependendo da Eu eu já peguei com com Falcon 8x em um outro voo que eu fiz, nós pegamos, nós fizemos um voo entre São Paulo e Curitiba, sem pousar em Curitiba. Nós fomos e já demos uma volta e voltamos. 41.000 P no topo da camada, balançando muito. Caramba, 41.000 pés. 41.000 pés, cara. Já é mais alto do que os voos comerciais. Os comerciais ficam lá em 39.000 mais ou Menos
essa pegada. O mais alto que eu já fui foi quase 48.000 pés com o Falcon 8X também. Caramba. Então é é você consegue nessa nessa altitude fazer um voo mais em linha reta, né? Porque você não vai interferir no tráfego abaixo e você consegue passar em cima de boa parte das camadas, mas tem nuvem de tempestade que passa de 50.000 pés o topo dela. É, dependendo do nível ali, vai alto. Caramba. E esse voo São Paulo Curitiba, foi em quanto tempo? Ah, eu não lembro Porque a gente foi e voltou, mas foi coisa de não
deu não deu 1 hora e meia entre entre aid e volta assim edição. Foi bem rapidinho. É bem rapidinho. Que loucura. Mas e nesse voo aqui pertinho conseguiu chegar alto assim? Sim, na volta, né? Na volta a gente foi subindo quando eu fui, interessante, quando eu fui a quase 48.000, a gente foi pro Rio de Janeiro, de São Paulo pro Rio de Janeiro. Caramba, mas que que ele fez? Subiu. Nós terminamos De subir e a gente já tava em cima da resting da Marambaia. Cara, na hora de descer, aliás, já tinha passado, né? Aí desceu
já praticamente passado um pouco de descida ali. Mas eu pedi, né? É porque eu tava fazendo um voo de demonstração, tem o vídeo no aéreo mostrando e tal e eu pedi pra tripulação eh se dava para fazer. Aí falou: "Não dá para fazer. Eu queria chegar em 51.000". Falou: "Cara, 51.000 não vai rolar por causa do peso. A gente tem mais gente, o Pessoal da da fabricante, né, os meus parceiros lá, tavam a bordo, então não tinha como." Falou: "Se tivesse só nós dois aqui, dava para subir para 51.000". Mas cara, foi muito engraçado chegar
na restinga da Marambaia no Rio de Janeiro. Já vem do Rio de Janeiro. Chegou no topo ali. Aí começou descer assim, né? Aham. Ah, sim. Quase na vertical, né? E a subida foi como? Foi uma subidona assim, foi rápida ou não? subindo, então não, o para para chegar lá em cima ele não Subiu tão rápido, mas sempre quando eu faço esses voos de demonstração com fabricante, principalmente com a Daçô, que é a fabricante desse avião, a gente faz uma decolagenzinha de alta performance, que é aquela decola e puxa para mostrar a potência que o bicho
sobe que nem uma flecha. Legal. Caramba, é bem legal. É bom que você gosta, né, cara? Bem que você gosta. Eu não acho legal. Com a força Gzinha ali. Não dá, dá, dá, Dá. Mas não passa de muito de 2 G não na decolagem assim não bate por volta de 2 Gas. Entendi. É tranquilo. Dois dias você é tranquilo. Depende do seu. Depende quanto você pesa. É tranquilo para você. Imagina eu que pesava 185 kg do dias. É. Vai para 360 kg. Então aí aí é que é complicado. 370. É. Não, fica difícil. Aí é
complicado. Tem mais ali, Cris? Tem. Põe aí. Camila Time Pink, fala Sérgio Fernando, Amo os vídeos de vocês e queria chamar o povo de Curitiba e região para as últimas sessões do ano no planetário do Colégio Estadual do Paraná dia 9 10 de dezembro com ida ao observatório no dia 9. Se tiver tempo bom, lógico. Tá aí, ó, galera aí de Curitiba e região, ó, vá lá no cep.br. Eh, PR primeiro, depois BR, tá? se inscreva lá e vá no planetário e aproveite, aliás, todos os planetários aí, porque ela foi até bom ela ter Falado,
dia 10 eu acho que o do Rio também entra em recesso, acho que o de São Paulo também. Você que não foi um planetário, vá, que é uma experiência muito legal. Tá aí dado o recado, Camila, do planetário. Ah, o planetário é bem legal, cara. Já eu fui naquele de Chicago, sabe? famoso lá que tem na Ah, sim. Eu não esqueci o nome, mas lá é bacana demais. Ah, é. Não, ali não, ali nos Estados Unidos é uns planetários muito [ __ ] De Nova York É legal para caramba. É, de Nova York eu fui
também. É bem legal. Ele é impressionante. Fernando, cara, sensacional. Aí, ah, eu queria te mostrar um negócio. Eu não sei se você sabe, eu não sei quanto você é ligado nessas maluquícias aqui, mas tem um voo que é um mistério até hoje, né? O MH370. Ah, sim. Uhum. que a gente não sabe o que aconteceu com ele, né? Sim. Eu não sei se você já viu isso aqui, ó, que eu vou te mostrar. Você já deve ter visto. Abre aí, ó, Cris. É do Twitter, mas acho que você vai conseguir abrir. Os caras tem uma
uma apareceu aí um tempo para cá uma filmagem que é essa maluquícia aqui. Quer ver só? Põe aí pra gente que é o Vou. Ih, vai pedir para você entrar. Ih, vai ter que entrar. Ah, pera aí que eu vou achar de um outro jeito aqui. É um vídeo que que é? É um videozinho, cara. Eu acho engraçado o nome novo do Twitter, né, que o pessoal fala no X ou no X, sei lá, o antigo Twitter. O antigo Twitter. Então chama de Twitter. É, eu só chamo de twit, tô nem aí para esse negócio.
Eu tenho que explicar, né? Você falar, vou entrar no ex. É, sou estranho. É que é um videozinho, cara que Deixa eu ver aqui se eu se eu acho esse aqui vai abrir. Esse ano foi 150 anos Santos do Mon, né? Santos do Mon de aniversário. Esse ano foi, né? Foi 150 anos. Qual? Por isso na camiseta aí, né? Por isso t caráter já, ó. É aí, abre aí esse Videozinho aí que vai dar para dar para ver. Não vai dar para ver muito bem não, mas vai dar para ver o que que eu quero
mostrar para ele. Esse voo aí tem documentário dele agora, né, no Netflix, né? Tem. Aham. Com algumas teorias, né? Acho que são três teorias no documentário. Cada episódio é uma teoria. Eu vi o primeiro, eu não assisti os outros ainda. Os outros episódios. É o voo da Malásia, Malaysian Airlines. Malaysian. É, é que saiu ali De que ele sumiu. E aí, cara, não sei se já viu isso aí, ó, que tem uma fil uma determinada film. Já viu isso? Já vi isso aí já. Dos, dos ufo. Aham. Dos ufo perseguindo e de repente o avião
desaparece do nada. É bizarro, né, cara? Ó, ó lá. O avião vindo. Ah, de repente vai desaparecer. Ó, desapareceu, cara. Você que é do audiovisual. Vamos lá. Então, eu queria, eu sempre quis Perguntar isso para você, que você sei que você é do audiovisual, não, porque na verdade tem várias pessoas aí que já provaram que isso é meio que uma montagem e tal, logicamente, entendeu? Mas tem muita gente que fala que não é, porque isso aí falando fácil fazer uma montagem dessa. É, é fácil. É, não, não é. Porque você já percebeu que toda a
imagem de OVN é é tudo assim, torta, tremida, pixelada. Éar um exato. Mas ali claramente também dá Para fazer uma uma análise mais minuciosa ali, cara. Mas tem gente que acredita e briga que foram esses três OVN aí que ficaram circulando ele até que ele desapareceu e nós nunca vamos achar essa pessoa. Qual que é, qual que é a sua teoria? Ah, eu acho que é fake você fazer uma imagem dessa. Ah, não, isso aqui sim. Mas qual que sua teoria? do do desaparecimento? Olha, eh, eu acho que ele caiu no mar e lá ficou.
Eu acho que eu acho assim um achismo do Mais achismo possível que pode ter tido uma despressurização e quando despressuiza, posso até te contar uma uma experiência que eu tive hum proposital nesse sentido de falta de oxigênio, mas despressurizou, acabou. Você se se despressurizou, acabou no sentido no seguinte sentido, se despressurizou e ninguém soube, não teve nenhum alarme, nenhum sinal, alguma pan de despressorização e sinal nem saber, morre sem nem saber. Você apaga, você tá Lá, de repente você até o piloto, se não tem um alarme, como já aconteceu em alguns atos executivos nos Estados
Unidos. Sério? Caramba, despressurizou, vai vazando o ar ali. O cara não tem um alarme de despressurização, ele não percebe quando ele percebe, não é um um rombo que avião, não, rombo vai vazando e quando fica sem oxigênio, você simplesmente apaga. Então isso, isso eu tô viajando aqui, não se não dá para saber o que aconteceu. E inclusive é uma Das teorias, né, que se tem por aí. Sim. Mas ah, tem gente que fala que o comandante matou o copiloto e aí pegou o avião e jogou no mar. Tem de tudo, né, cara? Mas entendi. O
mais estranho é não ter achado nada. Nenhum vestígio, né? Isso que é o mais estranho. Mas esse daí fazer fazer um avião ficar verde parecendo câmera térmica é a coisa mais fácil do mundo. É tão fake, tem como colocar de novo ali? Tem. É tão fake o negócio que eles Quiseram simular uma câmera térmica que nessa incrível câmera térmica não tem o gás de de do motor quente. É, é verdade. É tudo frio. É tudo frio. Então, o motor tá morto ali. É. Exatamente. Então, que doideira, cara. Mas o que que você ia falar aí
do teste que você fez? Então, eu fiz um teste num avião não pressurizado, num cirros e usando oxigênio. Aquele avião, aquele modelo de cosos que eu voei, dá para ir numa altitude maior, 25.000 pés, onde já O ar muito raro é feito, o ser humano não consegue sobreviver ali. A partir de 12, 14.000 1000 pés de altura, eh, você já começa a sentir os efeitos da falta de oxigênio. Assim, claro, uma pessoa não treinada, ela vai sentir isso antes até, né? Pessoal que vai pra Bolívia, por exemplo, lá para La Paz, né, que é bem
alto, acho que é 10.000 pés, já sente falta de ar, coisa do tipo, né? Certeza. Agora, quando você passa de 14.000 pés, aí os efeitos já Começam a ficar mais evidentes. 25.000 1 pés, você já não respira mais. Caramba, né? E eu tava 25.000 pés com oxigênio do avião. O avião não é pressurizado, então tava usando, né, a máscara, no caso. E eu tava lá para fazer o voo de demonstração, como é que ia voar oxigênio e tal. E eu, um dos objetivos do voo era mostrar os efeitos da falta de oxigênio. Você tirou a
máscara? E eu tirei a máscara. E aí eu tava no comando do avião, tinha o outro piloto, o Copini, que é um piloto de demonstração da Cirros. Passei o comando para ele, evidentemente falei seu comando, coloquei um oxímetro no dedo, gravei a imagem do oxímetro e baixei a máscara. A máscara ficou aqui, eu fiquei assim, ó, né? Porque eu sabia que que ia sentir, cara, 25 segundos, caramba. Em 25 segundos, o oxímetro caiu a saturação para 68, que já é muito baixo, e a minha visão começou a ficar preta. Já comecei a ter aquela visão
de túnel. Aí eu pus a Máscara imediatamente, dei aquela puxada de ar e na hora voltou. Se eu não ponho a máscara em 5 segundos, acho que não ia dar 5 segundos, eu apagaria, caramba. E aí aquela história, eh, em três, em 3 minutos você tem danos cerebrais, em 5 minutos você tá morto. Então é muito rápido, né? É muito rápido. Eu quis fazer isso justamente porque mesmo quem voa em avião pressurizado, quem nunca passou por uma despressurização ou quem voa em um avião com máscara, Eh, não sabe qual que é a reação, o efeito
quando fica sem oxigênio. Porque o que mais me chamou atenção foi, eu baixei a máscara, eu fiz assim, ó, e o ar veio. Tem ar, o avião tá voando, motor tá funcionando, a asa tá gerando sustentação, o ar tá lá, você não tá no espaço. Sim. Porque a impressão que dá é que você vai ter falta de ar e você não tem falta de ar. Entendi. Só que você não tem oxigênio suficiente. Então você começa a respirar, você tá respirando Nada, você tá respirando outros gases e não oxigênio. Você tá respirando normal, mas não tá
vindo oxigênio também. Vind oxigênio. Aí o teu corpo vai ter falta de oxigênio e aí você vai pagar. Exato. Por falta de oxigênio. Só que o mais interessante é que é totalmente imperceptível. Então, se você tá num avião ou em qualquer situação e faltou oxigênio, você tá num avião, despressurizou, vai dando aquele vazamento, não, os os sinais de alerta Não funcionaram por algum motivo, porque quando tem uma despressurização no avião, você tem alerta. Mas é quando é uma coisa muito Não, quando você tem um vazamento, você já tem um sinal, né? É, mas tem pode
par, sei lá, é muito difícil, mas vamos supor que dê uma pan. você tá lá voando normal, tal, de repente você começa a ficar meio e aí apaga. E aí se você tá numa situação dessa, o avião inteiro, se você tá sozinho ou com mais gente e o Oxigênio inteiro no avião apagou, cara, infelizmente não tem como, né? É o caça da força aérea do país escoltando o avião até ele cair, porque não tem o que fazer. Isso aconteceu nos Estados Unidos, se eu não me engano, duas vezes já. Sério? E uma foi recente. Eh,
uma o avião acabou caindo no mar, foi na Califórnia, e uma foi recente em cima do estádio, em cima do Washington DC. Caramba. E aí o avião ficou indo Para pro centro de Washington. Aí os caças da Force Aira americana foram escoltar porque que que tá acontecendo? E aí, né, eh, viu que E como que eles descobriu? Tentaram comunicar, não comunicou. Tenta comunicar, não comunicou. Aí uma uma das das eh dos sinais visuais mais evidentes é a a janela do avião embaçada. Ela embaça. Entendi. E aí quando vira a janela, aí foi só mesmo para
ver onde que ia cair e não tem o que fazer. É aí Veio que onde que ia cair. Se o avião ameaçasse cair, que vai até acabar o combustível, ameaçar e cair numa cidade, abate antes. Abate, né? E não tem essa de filme do Tom Cruise que o cara vai com o caça em cima, pula do caça no avião, rasga a porta. Não, não, não vai acontecer isso. Que coisa, infelizmente. É, e já aconteceu, mas é muito difícil, é muito difícil acontecer algo assim, porque tem redundâncias no sistema de pressurização, tem alertas. Então, Aquela história,
no caso despressurização, máscaras de oxigênio caem e tal, porque já tem todo um sistema, né? Inclusive, esse negócio da máscara é interessante porque quando você tá no voo e tem o speit de de segurança, né, que muita gente não presta atenção que tá sendo falado ali, os comissários falam: "Em caso de expressorização, você coloca a máscara em você primeiro e depois ajuda o outro". Por isso, porque Se você tá mais, eu, eu tava 25.000 pés, então eu demorei 25 segundos. Se tá 39.000 meu pé. Esse tempo aí cai, eu não sei nem para quanto, mas
eu vou chutar ali uns 5, 10 segundos, se não for menos. Então, despressurizou de uma vez, vamos eh supor que deu uma despressurização rápida e você se preocupa em pôr a máscara em alguém e ajudar, vai desmaiar você e a pessoa. Então, garante a sua ali, respira, depois ajuda a outra pessoa. É isso Mesmo, porque senão você não vai fazer nem um nem outro. É isso mesmo. Mas é complicado isso aí. complicado demais mesmo. Tá doido. É isso aí, Fernando, cara, sensacional, cara. Cara, obrigado. Valeu demais aí uma vez aí. Não, foi muito bom a
gente ter falado do filme. Eu lembrei do filme, falei: "Caramba, estreia hoje. Estreia hoje, galera". Então, aproveite aí o final de semana, vá assistir aí, vamos trazer essa história aí, porque Pra gente não esquecer, né? Históri faz parte da história do Brasil, cara. É, exatamente. Ia jogar um negócio cima do do Sarnei. Imagina estrago que ia fazer. Já pensou, cara? Ainda bem que não deu certo, né? Ainda bem. Tá, tá aí. Então, vamos lá assistir. Fica essa dica aí. Deixa aí, cara, suas redes, onde que o pessoal te encontra, como que é, como que tá
esse final de ano, tem que que vocês estão plos aí, explica pro pessoal, os vídeos pro pessoal dos Filme, tudo. Sim, sim, sim. Amanhã a gente vai postar, atualmente a gente tem postado dois vídeos por semana também, mas a live tá em recesso agora. Então, dois vídeos por semana e amanhã a gente vai postar um vídeo extra que é do filme, que é do lançamento do filme. Então, eu contando essa história do do acontecimento mesmo. E eu entrevistei o diretor do filme, o Marcos Baldini, entrevistei a produtora do filme, o roteirista, os dois atores principais,
o Que interpreta o comandante Murilo e que interpreta o sequestrador e o filho do comandante Murilo, né, Fernando. Então, vai sair tudo amanhã aí nesse vídeo, né? Eles pondo bastante eh vários pontos de vista interessante, contando um pouco a história do filme. E minhas redes tem YouTube, Facebook, Instagram, né? Todos. Bom, YouTube, YouTube, Facebook, TikTok, quais? Você coloca lá aero por trás da aviação, vai aparecer em tudo quanto é lugar. Legal. no Instagram é @programaero, mas colocar aero por trás da aviação também vai achar. E a gente tá em todas as mídias, a gente tá
também na TV, a gente tá no ar hoje pelo canal Travel Box Brasil e tá vindo temporada nova na TV também. Que legal. A gente tá postando alguns materiais diariamente também na nas redes sociais em geral, Facebook, Instagram. A gente tá no streaming, a gente tá na Pluto TV também, o programa tá na Pluto. Então a gente tá em todos os lugares. Legal. E o Vídeo amanhã sai que horas? Tem horário? O vídeo amanhã deve sair 11:30 da manhã. É, é. Aí galera, tá para almoçar vendo aí o vídeo aí, ó. Anota aí, ó, para
assistir. Que legal. Então, sigam lá o Fernando e todo o trabalho dele que é sensacional, cara. Valeu. Obrigado. Muito obrigado mesmo aí por ter vindo de novo. Eu que agradeço, cara. Pode me chamar que a gente gosta de falar de avião. É, não, aviação é é essa esse mundo, né, cara? É muito dinâmico, né, Cara? É muito dinâmico. Embora passou todo esse tempo aí sem sem evoluir, igual falou. É, é, em termos, né? Sim. Aham. Mas de agora pra frente aí pode ser que tem uma uma coisa bastante coisa para acontecer, né? Bastante coisa. Sim,
com certeza tem bastante mudança para acontecer aí. Tem bastante mudança aí. Vai ser legal demais. Valeu demais, galera. Valeu aí também todos que acompanharam. Amanhã fechando a semana Pena lá do CCast vai est aqui com a Gente falando mais um pouco de inteligência artificial. Mas amanhã o foco é na singularidade. Pena vai explicar tudo direitinho o que que é, como que é e tudo mais. Amanhã aqui no Ciência Sem fim. E é isso. Deu aí, Crisão. Então tá bom. Galera, Fernandão, obrigadão de novo, cara. Valeu, galera. Um grande abraço a todos que acompanharam a gente
aí. Boa noite. Até amanhã. Fomos. Amen.