[Música] [Música] Olá eu sou a Beatriz lotte nessa aula eu vou falar sobre gerenciamento de resíduos de serviços de saúde a elaboração do pgrss ou plano de gerenciamento de resíduos de saúde deve seguir o que está preconizado na RDC 222 da un Visa e na 358 que é da CONAMA é importante também contemplar As exigências do estado e do município onde o estabelecimento estiver é importante lembrar que qualquer unidade de um estabelecimento de saúde gera resíduos que são considerados perigosos em potencial o pgrss é um documento único para todo o estabelecimento e ele tem que
contemplar as diferentes atividades que são são realizadas dentro desse estabelecimento e não só para serviço de vacinação né para elaborar esse plano é necessário fazer um diagnóstico Inicial né entender as características do estabelecimento as atividades que são desenvolvidas a estrutura física por exemplo os resídos que são gerados a avaliação de risco dentre outras coisas é importante lembrar que o plano é um documento dinâmico então ele tem que sofrer alterações mudanças sempre ele tem que ser adaptado segundo as mudanças de tecnologia utilizadas a alteração da estrutura física das atividades desenvolvidas não é e também de alterações
que aconteçam em legislações quando uma farmácia Clínica ou laboratório introduz o serviço de vacinação esse plano vai sofrer ajustes o responsável pela elaboração implantação implementação e monitoramento do plano é o gerador mas a elaboração implantação e monitoramento podem ser terceirizados os resíduos eles podem ser classificados como o grupo a b c d e e o a é o de resíduos com possível presença de Agentes biológicos Esse grupo é dividido entre subgrupos que vão do A1 até o subgrupo A5 o grupo B tem resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao
meio ambiente o grupo C é é o grupo dos resíduos que oferecem eh risco do tipo radiológico o grupo D é o de resíduos que não apresentam risco biológico não apresenta risco químico ou radiológico e eles são equiparados aos resíduos que a gente gera nas nossas casas ou os resíduos domiciliares o grupo e ou grupo e e ele contém os materiais perfurocortantes ou os escarificantes para caso de dúvida sobre a classificação de um resíduo a gente deve considerar a periculosidade dos grupos sempre classificar o resíduo no grupo mais perigoso que ele se encontrar no serviço
de vacinação os resíduos gerados eles podem pertencer ao grupo A que é o subgrupo A1 no caso o grupo d e também a gente vai ter do grupo e os pérfuro cortantes segundo o 222 os resíduos resultantes de atividades de vacinação com microrganismos vivos atenuados ou inativados né vivos e atenuados é a mesma coisa eh incluindo as embalagens de vacinas que estiverem vencidas mas que tem o conteúdo inutilizado ou restos do produto e até mesmo as seringas quando desconectadas da agulha estes devem ser tratados antes da disposição final que é uma disposição em ambiente né
ambientalmente adequada eles fazem parte do subgrupo A1 as agulhas e o conjunto seringa e agulha utilizados na aplicação de vacinas quando não desconectadas devem atender a regra de manejo dos resíduos perfurocortantes ou seja do grupo e gerenciar os resíduos dentro e fora dos estabelecimentos desde a geração até a disposição final compreende as seguintes etapas primeira etapa é a segregação Ou seja a separação dos resíduos no momento e no local da sua geração nesse caso deve-se considerar a classificação depois vem o acondicionamento no acondicionamento é o ato de embalar os resíduos que forem que foram gerados
não é eles têm que ser e embalados ou envasados em resíduos que eh que seriam então sacos ou recipientes esses recipientes eles devem evitar vazamentos e devem resistir a punctura e ruptura dependendo da classificação do resíduo a capacidade de acondicionamento deve ser compatível com a geração diária de cada tipo de resíduo e a terceira etapa é a identificação são as medidas que vão permitir que a gente reconheça Quais são os resíduos que estão ali dentro daqueles sacos ou recipientes a cor do coletor ou do saco Amarelo ou branca por exemplo os símbolos como símbolo de
substância infectante expressões como resíduo pérfuro cortante linha pontilhada que a gente vê lá nos coletores de pérfuro cortante tudo isso isso são símbolos né são exemplos de medidas que fazem a identificação do tipo de resíduo que tá acondicionado no saco ou naquele recipiente que pode ser o coletor de pérfuro cortante por exemplo e depois da identificação a gente tem a quarta etapa que é a coleta e o transporte internos dos resíduos e isso vai acontecer desde o local da geração do resídos até o local destinado ao armazenamento temporário ou diretamente já ao armazenamento externo que
são as etapas seguintes no caso o armazenamento externo gente é a guarda dos recipientes que já contém resíduos em ambiente que vai est exclusivo com acesso facilitado pro veículo que vai fazer a coleta e o transporte externo ou seja fora do estabelecimento de saúde e essas etapas coleta e transporte externos e então é essa remoção né dos que vai sair ali do abrigo de resíduos que também é conhecido como armazenamento externo até a unidade que vai fazer o tratamento ou e ou né a disposição final tanto a coleta como esse transporte deve utilizar técnicas que
garantam a preservação das condições de acondicionamento por exemplo um coletor de pérfuro cortantes tá ali fechado você né usou ele até o limite você fechou ele e aí então nesse transporte externo ele tem que sair fechado da farmácia por exemplo até chegar ao local onde vai acontecer a disposição final tá então as condições tem que ser mantidas em todo tempo é fundamental a integridade de todos os trabalhadores envolvidos também da população e do meio ambiente Lembra daquela frase que eu citei lá no começo da aula da OMS né em alguns casos a etapa de tratamento
que é chamada de e é uma aplicação de um método técnica ou processo que modifique as características dos resíduos é chamada de tratamento então em alguns casos a gente vai precisar fazer o tratamento o tratamento ele vai ter a intenção né o objetivo de reduzir ou eliminar o risco de contaminação de acidentes ocupacionais ou de dano ao meio ambiente o tratamento pode ser aplicado no próprio estabelecimento que gera o resíduo não é ou em outro local o importante é que existam condições de segurança para o transporte entre o estab ento gerador e o local que
vai fazer o tratamento se for um local diferente né do próprio local que fez a geração do resíduo e a etapa final é a disposição final que vai acontecer em locais devidamente licenciados pro recebimento desses resíduos agora vamos aprender o que que eu faço né O que que eu devo fazer quando acontecer um derramamento de vacina caiu o frasco abriu quebrou entornou não é n primeiro ponto alertar os colegas de trabalho se o profissional entrou em contato com a vacina eh ele deve enxaguar imediatamente a área exposta né e com água e sabão se houve
contaminação de roupa ou de algum epi esse epi e a roupa deve ser retirado e descartado junto aos resíduos do grupo A calçando luvas deve-se remover os pedaços de vidro utilizando pinça ou pá e descartá-los na caixa coletora de material pérfuro cortante deve-se cobrir o material derramado com papel toalha deixar absorver por 20 minutos remover esse papel utilizado descartá-lo junto aos resíduos do grupo A então aquele resíduo papel toalha vai se tornar um resíduo classificado como grupo A né infectante por ele ter o contato com a vacina e limpar o ambiente com um desinfetante adequado
que vai então inativar os agentes presentes na vacina para encerrar um importante Alerta é obrigatório implementar Programa de Treinamento na área de resíduos e também de biossegurança Isso deve ser estendido a todos os profissionais que trabalham no serviço de vacinação até uma próxima aula Conselho Federal de farmácia