[Música] Olá pessoal sejam bem-vindos ao curso de especialização em neurociências da Unifesp Campus Baixada Santista eu sou o professor Cristiano Mendes da Silva e o tema da nossa aula hoje será medula espinal e meninges Nesta aula nós iremos estudar os aspectos morfofcionais das meninges e da estrutura macroscópica externa e interna da medula espinal bom nós iremos fazer o inverso iremos falar da medula espinal para depois chegar nas meninges tá medula espinal limites forma divisão entorpescência né então a medula espinal que está dentro né alocada o alojado dentro da coluna vertebral os seus limites irão do
bulbo que é o final do tronco com encefálico até o cóccix que é o final da coluna vertebral tá a medula espinal ela tem um formato ou a forma que é cilíndrica que vai se afunilar no final formando que nós chamamos de cone medular no início da vida a medula espinal ela meio que acompanha o tamanho da nossa coluna vertebral só que com o desenvolvimento a coluna vertebral ela vai crescer mais do que a medula espinal de maneira que a medula espinal ela vai terminar na altura da segunda vértebra lombar da L2 como vocês estão
vendo aqui nesse corte ou nessa visão esse corte sagital nessa visão lateralizada da medula dentro da coluna vertebral Então se a gente contar aqui as vértebras o corpo da medula espinal vai terminar na altura de L2 ou seja da segunda vértebra lombar então a divisão da medula espinal ela vai se apresentar seguindo o mesmo esquema da Divisão das vértebras então nós teremos nervos espinais cervicais torácicos em azul representado esquematicamente né os nervos lombares aqui em roxo e os nervos sacrais e coxílios em vermelho no total são 31 pares de nervos espinais nervos que são mistos
Ou seja no mesmo nervo está recebendo tá passando informação aferente sensorial chegando e através desse mesmo nervo está saindo informação eferente ou seja resposta motora né para nos movimentarmos né e interagimos com o meio a nossa volta então a sua divisão é nervos cervicais torácicos lombares sacrais e coxígenos que no total nós temos 31 pares de livros espinais tá e repito que são mistos motores e sensitivos um dado importante dimensionarmos em relação aos negros espinais se vocês observarem com atenção essa imagem vocês irão ver que nós temos é sete vértebras cervicais mas oito nervos cervicais
Essa é a única diferença em relação ao contraponto de medula espinal e a coluna vertebral porque o primeiro nervo espinal que é o nervo C1 nervo cervical 1 ele sai um pouquinho acima da vértebra C1 tá que é Atlas e na sequência nós teremos oito nervos cervicais porque o último vai sair abaixo de 17 e nas demais os demais segmentos medulares e nervos nós temos aí a quantidade exatamente equivalente ao número de vértebras que nós temos a única diferença é na cervical lembre-se que dá para não esquecer são oito nervos cervicais mas nós temos apenas
sete verbas para cervicais tá só temos essa diferença aí outro aspecto muito importante que a gente já observa também nessa imagem é que como eu falei ao longo do desenvolvimento a coluna vertebral ela cresce mais do tamanho do que a medula a medula espinal ela termina no geral na altura da segunda vértebra lombar e cada segmento de espinal da medula o seu níveis correspondente lembro são 31 pares que estão saindo um do lado do outro nível espinal C1 vai sair níveis final do lado direito do lado esquerdo e assim vai até o nervo coxílio que
é o último tá Porém isso saindo rente à sua vértebra correspondente mas uma vez que a medula termina na altura de L2 e vejam que é quem L2 ó nós já temos o final da medula espinal logo o correspondente dos níveis lombares está mais aqui embaixo dos livros sacrários e também mais aqui embaixo isso faz com que os últimos livros espinais entrando abaixo das vértebras correspondentes no final aqui ó de L3 até o osso até o cóccix né o osso oxigênio nós teremos os finais quais são eles os nervos lombares sacrais e coxílios isso dá
uma aparência de uma cauda de um cavalo por isso que esse termo no finalzinho da medula espinal é chamado de caldequina o que seria cauda equina o final dos níveis espinais repito nervos lombares que ao entrar em baixo da verba correspondente tá nesse espaço aqui lembram o aspecto visual da cauda de uma égua de um cavalo por isso que esse finalzinho aqui é chamado de cauda Equino esse finalzinho aqui da medula espinal Tá além disso outro aspecto desse mesmo slide há um tempo chamado de Inocência o que seria isso embora medula tem um aspecto tubular
um aspecto cilíndrico tem alguns pontos particularmente aqui na porção cervical e aqui na porção lombo sacral onde a medula espinal ela tem um aumento de diâmetro tá Esse aumento de diâmetro que nós chamamos de entumescência então nós temos uma essência cervical e uma entumescência em uma essência longo sacral e é um significado novo funcional que justifica Esse aumento de diâmetro na região cervical e lombo sacral da medula porque isso acontece dessa região aqui vai dar origem a toda a toda inervação dos nossos membros superiores então toda a elevação tá sensorial e motor dos nossos membros
superiores Elas têm origem a partir daí então Messias cervical desse ponto anatômico aqui onde a medula espinal na região cervical tem um aumento de diâmetro essa porção mais aqui abaixo tá também nós temos Esse aumento de diâmetro da medula porque daqui da origem a toda a inervação dos nossos membros inferiores né então a intolerância cervical da origem inovação sensorial e modelo dos nossos membros superiores e a intolercência lombo sacral da origem a toda inovação dos nossos membros inferiores tá no final da medula espinal essa estrutura em formato de cone nós chamamos de com unimedular que
como eu disse repetição é muito importante do ponto de vista anátomo Clínico né que o cone medula da medula espinal que é o finalzinho dela está na altura de L2 vocês irão ver porque eu vou voltar para essa questão mais ao final da aula Tá bom quem mais nós podemos mencionar aqui vejam que no finalzinho da medula além da calda equina nós temos um filamento tá que é um revestimento de pia marca são três ministros mencionar ao longo da aula que a dura mata aracnóide pimenta é uma membraninha né que tá grudada literalmente no seu
nervoso central inteiro e no final essa membraninha ou essa meninge ela emite prolongamento que nós chamaremos de filamento terminal tá que sai do cone medular e vai prender a medula espinal lá no cóccix então a medula espinal está presa em cima ao bulbo tronco encefálico tá a primeira parte do bulbo e tá presa presa lá embaixo no cóccix por uma dependência da piamater chamada de filamento terminal que sai do cone medular e vai prender a medula lá no cóccix fixando ela em cima no bulbo em baixo no cóccix bom aqui novamente essa mesma imagem lateralizada
da medula espinal no interior tá no interior da coluna vertebral com as suas subdivisões que eu já mencionei e eu vou detalhar aqui mais alguns aspectos morfológicos correspondentes à medula Aqui nós temos a dura mata que a membrana mais externa que reveste o sistema nervoso central inteiro no caso aqui as menininhas espinais aracnóide que lembra uma parece uma teiazinha de areia por isso o termo araquenoide e grudado grudado na medula nós temos a piamata então dura mata aracnoide e pia-mata do ladinho aqui da medula espinal e aqui são os nervos espinais ao saindo dela tá
os 31 pares saindo lateralmente bilateralmente né ao longo de cada segmento medular dos 31 segmentos medulares tem os ligamentos aqui que são dependência da aracnoide esses ligamentos que prendem a medula na lateral nós chamamos de ligamentos denticulados são dependências o subdivisões da meninge aracnóide que prende o fixa a medula espinal lateralmente o que nós podemos ver aqui a duramata foi seccionada tá que tá fechadinho que são os negros espinais saindo e encapsulados pela dura mata os negros que se formam aqui e aqui revestidos o corpo dele final e também os nervos espinais então aqui do
começo indo para o meio da medula e aqui o final da medula espinal com a duramata também seccionada e aberta caso contrário nós não conseguimos visualizar a medula espinal e nesse final nós temos o cone medular que tá aqui ó que esse daqui com elemento lá com n medular dura a Mater seccionada ou aberta e o Conor saindo dele o filamento de piamata que tá grudadinho nela aqui que vai sair do cone medular vai atravessar a dura mata ao atravessar ele é envolvido por uma camada de duramata formando um ligamento chamado de ligamento coxílio e
esse ligamento que vai aprender o cone da medula espinal lá no cóccix esse ligamento aqui então o que seria o ligamento com oxigênio é o filamento terminal que vai sair que é Mata que se projeta do cone medular vai se prolongando ao longo da cauda Equino que já mencionei já expliquei para vocês o que é a Travessa duramata quando esse filamento terminal atravessa que é piamata ele atravessa dura mata ele é revestido pela Mata e recebe o nome de ligamento coxílio que vai fixar literalmente a medula espinal no cóccix mantendo ela prezinha e ali fixada
aspectos da morfologia externa da medula espinal novamente sinto minha essências cervical e lombo sacral que como eu falei ainda Minha Essência cervical da origem é o quê a inervação motora sensorial dos nossos membros superiores e aí tu Messias que vai dar origem a inervação motores sensorial dos nossos membros inferiores olha aqui como ela realmente ela sofre dilatação e essa entumescências quando dá origem a essa elevação tanto dos membros superiores quanto dos membros inferiores essa inovação é chamada de plexo braquial complexo braquial tem origem né cervical e vai nevar os nossos membros superiores o plexo lombo
sacral tem origem da medula espinal e vai dar origem a inervação dos nossos membros inferiores tá então Minha Essência cervical vai de C4 até tt1 dos segmentos medulares de T11 até L1 vejam aí a representação por imagem do que eu acabei de mencionar para vocês dá origem ao plexo braquial que neva todos os nossos membros superiores da origem ao plexo longo sacral que neva os nossos membros inferiores novamente aqui a cauda equina que é o que o final dos nervos espinais Quem são eles espinais lombares sacrais e coxílios porque ela é formada porque a medula
espinal na altura de L2 então esses últimos livros entram para entrar abaixo da Meta correspondente de forma Esse aspecto de cauda de cavalo ou caudaquina então final do nervos espinais muita atenção também nesse espaço aqui onde vai estar pegando líquido do século muito importante para um aspecto clínico que eu irei comentar o final da aula bom que mais e aí nós temos os níveis espinais que estão saindo lateralmente de cada segmento medular desse que são 31 esse nível de finais o que eu vou falar aqui serve para os 31 é a mesma coisa então nós
temos aqui os nervos espinais sendo representados a medula o famoso H medular e a formação do nível espinal isso aqui é o nível espinal níveis final de segmento medular acho que vai de C1 P12 T13 até o sacrários e oxigênio a mesma coisa então porque eu falo que esses níveis de sinais eles são nervos mistos porque o nervoso tá formado aqui ele é formado por uma raiz dorsal ou posterior Onde está o gânglio da rede do sal ou glândula sensorial e por uma raiz ventral ou anterior tá essa raízes se subdividem filamentos nossais e vem
traz e por aqui chega a informação sensorial na medula passando chegando por trás da medula e saindo pela frente pela poção anterior da medula sai a resposta motora que vai para cima do vosso periférico para a gente se movimentar por exemplo então a mesma informação sensorial passa pelo nível de final e entra posteriormente pela medula e a resposta motora a um determinado estímulo né dor Tato sai pela medula espinal anteriormente passa pela os filamentos anteriores passa pela raiz ventral anterior e vai para o mesmo nível final Então veja que o mesmo nervo a mesma estrutura
ele é formado por uma raiz posterior ou dorsal e uma raiz anterior ou ventral e nessas raízes é só nessas Raízes que a informação que chega e sai da medula que ela se divide Então até então por aqui chegando informação sensorial e saindo resposta motora mas quando chega a informação sensorial entra por trás ou posteriormente e a resposta motora ou descendente sai anteriormente pela medula ridículas ou raízes raiz ventral nervo espinal via aferentes sensitivos chegada de informação posteriormente resposta via eferente motora saindo anteriormente pela medula espinal Olha aí secção transversa aquele corte transverso da medula
espinal substância isenta né que é interna substância branca que é periférica o nível espinal em cápsulado pela dura mata tá quando nós já vimos em slides anteriores e aqui o gânglio da raiz dorsal Olha o neurônio pseudonipolar sensorial que recebe essa informação sensorial receptor na pele Então pensa em qualquer estímulo aí tá tudo variação de temperatura estimulando receptores da pele essa informação vê se periférico vem nervos espinais entra na medula raiz dossal posterior faz sinapse dors onde tem o neurônio e essa informação ainda posteriormente no hm medular da medula faz sinapse com neurônios de associação
e a resposta sinapses músculo contração muscular bom Aqui nós temos um mapeamento da Inovação sensorial do corpo né mas precisamente do pescoço para baixo então percebo que pescoço e menos superiores são inervados pelos segmentos cervicais o tronco retórax e abdômen pelos segmentos torácicos região pélvica e membros inferiores pelo segmentos lombares sacrarais e coxílios nesse segmentos medulares aí essas partes correspondentes do nosso corpo essa outra imagem nós temos a morfologia interna da medula espinal através desses cortes transverso da medula podemos perceber que o agame do lá que é substância cinzenta ele se comporta de uma maneira
um tanto quanto diferente a depender do segmento meio do lado em particular na região cervical e lombo sacral a gente percebe claramente com H medular ele é mais robusto ele é mais robusto por conta da cervical nós precisamos de uma agrupamento maior de neurônios motores para Inovar os membros superiores inferiores entre uma essência lombo sacral plexo lombo sacral bom aqui a medula espinal não imagem real destacando o h medular o centro substância branca na periferia e agora nós iremos destacar a os componentes do agame do Lar e da substância Branca ao redor colunas posteriores correspondem
a Inovação sensitiva somática a informação sensorial entra por aqui que vem da Periferia sistema nervoso periférico colunas anteriores a resposta motora veio descendentes elas passam por aqui periférico músculos de movimento e intermediando essas duas colunas anterior anterior motora e posterior sensitiva nós temos a substância isenta intermediária com neurônio de associação que irão conectar a informação sensorial com informação motora ainda nesse slide nós temos as colunas laterais por onde passam informação do sistema nervoso autônomo que é o componente eferente do sistema nervoso visceral e nós já falamos sobre isso na substância Branca ainda na morfologia interna
da medula nós iremos dividir essa substância Branca em três porções um funículo anterior lateral e posterior no funículo posterior essa porção mais centralizada nós temos o fascículo gracil e nessa porção mais lateral nós temos o fascículo cuneiforme em azul nessa substância Branca nós temos as vias sensoriais que estão chegando a substância branca da medula e em vermelho nós temos as vias descendentes e motores que estão passando pela substância branca da medula como exemplo de substância assim é de substância Branca né via sensoriais ouvir ascendentes nós temos graça nós temos a informação passando de Top discriminativo
né dos membros inferiores e não faz assim com uniforme o toque discriminativo dos membros superiores como exemplo devia ser sensoriais que estão passando pela substância branca da medula como exemplo de vírus motores que são aquelas vermelhas que estão passando ali pela substância branca da medula nós temos o trato o fascículo cósmico espinal e o Rubens final por exemplo o corte final controla a atividade muscular através dos neurônios motores e o Rubens final também controla né mais precisamente os músculos digitais dos membros superiores então o ato de escrever por exemplo de pintar nós estaremos utilizando o
trato chamado de rubro espinal via motora que tá passando lá pela substância branca da medula espinal bom E aqui nós temos os meios de fixação e proteção na medula espinal mesmo de fixação a medula tá presa acima com o bulbo né do tronco encefálico abaixo o ligamento coxílio aqui que é o filamento terminal mais dura mata lateralmente pelos próprios nervos espinais que fixamente e os ligamentos de proteção pare de dar as vértebras coxinha de pouso que fica entre a vértebra e a medula as meninge né e o líquido serve para raquidiano ou líquido ou lcr
também é um meio de proteção da nossa medula espinal E aqui as menininhas dura mata aracnoide e pelada bom reforçando as três meninges né dura-mata aracnoide que lembra uma teiazinha de aranha e piamata que está grudadinho na medula espinal aqui nessa outra imagem piamata e perdão dura mata aracnoides tem uns espaços que nós chamamos de espaços menígenos os espaços entre as meninges epidural subidural e subir espaço que eu vou dissecar um pouquinho mais com vocês então temos aí novamente o espaço é chamado de epidural acima da dura mata e tá abaixo do osso entre um
espaço subdural abaixo da dura mata e o espaço Subirá quinoide entre aracnoide e a piamata e veja que esse esqueminha que eu acabei tentando representar para vocês ele condiz com a realidade o espaço entre o osso ele é um pouquinho maior que o app durar o espaço dura mata ele é um pouquinho mais apertado e o espaço entre aracnoide é o espaço maior tá esse espaço tem que significa novamente agora mostrando a imagem o espaço app dural que é esse daqui ó entre o osso da vértebra E a dura mata que está aqui em vermelho
o espaço subdural entre duramata e aracnoide ou soberacnídeo entre aracnoide e piamarta veja que está realmente mais espaçado aqui é a mesma coisa piamata entre duramata e o osso que é o espaço rapidural tem até que o coxinha de pose que ajuda na produção na medula Olha a proteção óssea aqui com a vértebra os espaços superar aqui não mas que é o mais passado e o espaço epidural sendo preenchido por ter sido adiposo e agora o significado anatomo Clínico desses espaços entre as três meninges e a gente pode aplicar esse essa importância Clínica as famosa
anestesias e a famosa raquidiana que vai para o espaço vejam aqui nessa imagem é o anestesista ele ressalta os processos espinhosos das vestes a gente tocar no doce a gente vai perceber essa carências ósseas então o anestes também ele reconhece vejam os espaços espiosos de L1 L2 L3 L4 ele lembre-se que o corpo da medula o cone medular Ele termina normalmente entra em L2 termina aqui logo a anestesia tem que ser aplicada bem abaixo desse espaço para não correr o risco de qual agulha da anestesia você o anestes atingiu o corpo da medula então verifica
os processos espinhos vê quais são eles e identificando ele vai entre ele três ele quatro ou um pouquinho abaixo como vocês estão vendo aqui então a agulha de anestesia seja para uma anestesia pele dural ou raquidiana ela tem que ser entre L3 L4 ou mais embaixo no caso aqui olha L2 aqui a imagem aqui aumenta L2 entre L2 L3 entre L3 L4 tá entrando essa agonia aqui que está representando anestesia raquidiana essa necessidade de janela perfura a dura mata né E vai lá para aquele espaço subiráquinoides tá jogando anestesia aqui que paralisa literalmente da cintura
para baixo tá e anestesia peridural ela sendo aplicada aqui entre L4 L5 um espaço um pouquinho mais abaixo e fica sobre a dura mais você joga perfura entra aquele espaço epidural entre o osso e a duramado mas não perfuradora matastesia peridural o anestésica jogada em cima da dura mata consequentemente você tem um analgesia mas não paralisa com a raquidiana da cintura para baixo que situação Clínica é utilizado por exemplo a pele dural né um parto sem dor é necessário a contração uterino para você não parto normal né que é um parto normal mas que sejam
parte sendo você dá uma pele durar onde não perfuradora mata você precisa da contração uterina mas quer provo Car uma sensação lá de analgesia para minimizar aí a dor do parto e a raquidiana num parto do tipo cesariana ou numa cirurgia por exemplo de membros inferiores se aplica porque literalmente você quer paralisar da cintura para baixo no caso cesariana inclusive as contrações uterinas por isso que o útero é aberto e obstetra que retira o bebê faz a força que a mãe normalmente Faria num parto normal Resumindo né porque que nós vimos que a substância isenta
na medula espinal ela está lá no agame do Lar e a substância Branca está na periferia nessa substância cinzenta do agame do Lar as colunas posteriores é o ponto de recebe informação sensorial e as colunas anteriores é o ponto de saída de informação motora nós vimos que a medula espinal tem é revestida por três meninges a dura mata aracnoide e a piamata e entre essas meninge nós temos espaços anatômicos que são utilizados clinicamente para aplicações das anestesias peridural que é mais superficial entre o osso da vértebra E a dura mata e a anestesia raquidiana que
há anestesia é mais profunda que perfura dura mata e vai naquele espaço entre aracnoide e a Mata e serve para anestesiar da cintura para baixo bom Essas são as referências vocês podem Observar se aprofundar no estudo dessa aula a referências listadas e as referências em imagem obrigado [Música]