o Olá seja bem-vinda seja bem vindo a mais um episódio do na escola uma tela especial em podcast para diretoras e diretores eu sou a Ângela Luiz e no episódio de hoje nós vamos discutir um assunto que se tornou muito presente na educação depois da pandemia os novos espaços e tempos da escola que surgiram a partir do momento em que as aulas passaram a ser remotas com fechamento das escolas durante quase dois anos a sala de aula virou a sala virtual onde cada um tinha sua janelinha muitas vezes com a câmera fechada e isso claro
para aqueles que tinham acesso à internet mas e agora que as aulas presenciais voltaram de que forma experiência forçada pela pandemia transformou a relação da escola com a tecnologia como pensar a educação a partir dos aprendizados desse período é sobre isso que vamos conversar com a Patrícia Dias diretora na comunidade educativa cedac e a é uma das autoras do livro direção para novos espaços e tempos da escola a obra foi desenvolvida pela comunidade educativa cedac está sendo lançada pela Editora moderna e Fundação Santillana e este podcast aliás nasceu com o objetivo de ampliar os debates
trazidos pelo livro sempre com conversas inspiradoras com diferentes especialistas Vamos então conversar com Patrícia dias e Camila fature [Música] Olá Patricia Olá Camila tudo bem com vocês olá Ângela tudo bem olá um prazer estar aqui Angela queria começar a nossa conversa pedindo para vocês falarem de um termo que tá muito em uso quando se fala em Educação e Tecnologia que é ensino híbrido que que Afinal é ensino híbrido É só colocar a tecnologia dentro do que a gente já fazia antes e a gente pode dizer que é ensino híbrido é realmente Ângela é super importante
pensar sobre esse conceito híbrido na verdade quer dizer mistura mescla então a educação no meu ponto de vista sempre teve misturas sempre foi híbrida se formos pensar nesse sentido a educação combina várias metodologias vários tempos vários espaços atividades públicos só que na pandemia esse termo ganhou como você falou esse significado mais relacionado à atividade presencial atividade não presencial né e acredito que precisamos gastar mais tempo discutindo duas questões principais o uso do recurso tecnológico EA concepção de ensino também esse primeiro ponto do recurso tecnológico a escola precisa pensar Qual o espaço e tempo que esse
recurso vai utilizar na sua rotina né e é importante lembrar que a escola é por si uma instituição muito conservadora né não é fácil que novas tecnologias ganhem espaço no seu interior já existem tecnologias lá desde a sua criação a los o juizo lápis do caderno e Essas tecnologias aí originárias vão tentar assim elas ocupam um lugar muito Central O que acaba dificultando que novas tecnologias por exemplo a digitais e entrem na rotina da Escola Emília Ferreiro uma importante pesquisadora no livro O ingresso na escrita e nas culturas do escrito um livro de 2013 fala
sobre a grande resistência da escola para entrada de tecnologia como por exemplo a caneta esferográfica porque a caneta ela a calculadora também a máquina escrever também elas representavam uma interferência naquilo que o professor costuma controlar que é o erro do aluno Uma e são mais direta entre o que ela ensine o que o aluno responde então toda tecnologia aqui que implica numa ruptura dessas práticas mas controladoras da escola acabam assustando dificultando o que a escola pense mais tranquilamente sobre a sua o seu uso agora a gente teve a oportunidade na pandemia dessas tecnologias mergulharem na
escola de alguma forma né os computadores tablets celulares a própria internet quando isso acontece né a gente tem um problema de acesso que não pode ser esquecido mas a entrada de todas essas tecnologias digitais fazem com que a escola precise combinar muitos conhecimentos em diversas áreas E aí eu entro no segundo ponto que a concepção de ensino-aprendizagem como fazer essa entrada da tecnologia acontecer de forma que os alunos possam assumir uma postura ativa e aí sim a gente estaria utilizando os conceitos né E aí brilhar com mais força e seria essa essa postura em que
os recursos vêm para que os estudantes possam pensar discutir ser desafiado a pensar respostas usando esses recursos digitais individuais e em grupo que possam de fato atender às aprendizagens que estão previstas e propostas ali em cada segmento Camila o que ouvindo a Patrícia e pensando que é bem desafiador esse cenário quando ela traz em si da questão da escola muito conservadora na manutenção das suas práticas e aí fico pensando no quanto os diretores e diretoras tem vivenciado isso essa resistência em alguns casos a inexistência de recursos em outros casos e aí eu queria perguntar para
você para gente avançar nessa conversa que é a escola brasileira ela já convivi com muitas desigualdades a gente tem desigualdade de todos os tipos principalmente desigual e socioeconômicas e consequentemente de acesso à internet de acesso a esses equipamentos da tecnologia digital o você acha cá que ao risco da gente aumentada a gente ampliar as desigualdades a educação vai essa demanda da entrada da tecnologia na escola que que você acha o quê que você diria para um diretor ou uma diretora que tá ouvindo você você quis escrever um capítulo sobre esse tempo os espaços da tecnologia
na escola O que que você daria de dica para o diretor nesse sentido da Ampliação das desigualdades então Ângela acho que é um problema sério a gente precisa ter um reconhecimento de que o abismo digital já faz parte da nossa sociedade né então isso já está lá é mais uma questão que a escola precisa enfrentar em diálogo com várias outras questões como as outras desigualdades né com e ela já convívio historicamente no nosso país tô assim supondo que a escola pudesse escolher não usar tecnologia né porque acho que por tudo que a parte falou até
agora a gente fica se perguntando se pode que tem condições de escolher né no projeto político pedagógico do tempo atual da sociedade da informação se dá para escolher que não usaram a tecnologia mas supondo que fosse possível a gente pode imaginar que a população que não tem acesso digital ela já está excluída de uma série de serviços públicos de acesso à informação né Então nesse caso a escola seria mais um espaço de exclusão ela reforçaria os demais espaços de exclusão da sociedade e por outro lado quando a escola ela pega esse problema e a gente
tá com da educação da política educacional como um todo né Se ela pega esse problema e ela se assume como um espaço de inclusão digital e isso é muito forte porque a escola é uma das instituições acesso pela qual todos nós passamos né então a gente pode usar o posto de saúde e a gente pode usar o pronto-socorro é um serviço de assistência social de Cultura os outros serviços né disponíveis na sociedade mais da escola a gente tem um tempo muito grande na escola todos temos e energeticamente todos passaremos pela escola então se ela se
assumir como um espaço de inclusão e só tem um poder transformador mesmo na vida de cada pessoa e na sociedade como um todo né agora a gente tem por outro lado que reconhecer desigualdade existe então também não dá para a gente não pensar por agora e como facilitar o acesso E aí quando fala que faça ele para festa a gente tá falando de ampliação mesmo de rede tecnológico a gente para mim que não é só equipamento que muitas vezes o aluno recebe uma ele não tem a rede em casa e isso também não ajuda o
mesmo a escola recebe um monte de computadores EA rede da internet não chega né e a gente precisa pensar nessa acessibilidade considerando as baixas taxas que a gente tem de rede mesmo nível Nacional né Então como que eu disponibilizo essa atividade de uma forma que meu aluno consiga ver o mesmo professor né Quais são as técnicas e os conhecimentos o conselho sobre isso né sabendo que muitas vezes ele vai até o lugar vai fazer download do arquivo e depois vai lá em casa porque ele não tem a internet Então como que a gente disponibiliza de
uma forma acessível e que favor esta a inclusão neste momento que a gente tem essa realidade ainda tanto a desigualdade como a gente vê lá nos dados do livro Nágela muito bacana essas falas de vocês elas nos remetem a um a uma variável fundamental que é a questão da infraestrutura eu preciso assegurar o acesso eu preciso ter esse olhar para desigualdade eu preciso identificar quem tem quem não tem preciso saber se na escola a rede ou não lá Se tem equipamento a uma série de questões ligadas à infraestrutura que é bem bacana para as diretoras
e diretores que estão nos ouvindo ficarem atende mas tem uma outra questão que é fundamental E aí eu queria ouvir a Patrícia sobre a questão do papel do professor nesse novo ambiente acho que a Camila começa a trazer essa questão dos conhecimentos por quê e quem sabe né Pati que há uma grande desigualdade de aprendizagem Então eu também não tenho eu tenho os alunos com desigualdade no acesso por questões socioeconômicas e pedra e também tenho desigualdades nas aprendizagens e nesse momento elas estão muito acentuado então eu queria o seu vir parte sobre qual é o
papel do professor nessa questão e como é que o diretor ou a diretora podem contribuir com essa nova demanda de formação do professor ou da professora sim Ângela é essencial pensar políticas para além da infraestrutura na formação desses educadores precisa estar pensada e concretizada em todas as escolas não esquecendo nenhuma nenhuma modalidade aí que a gente tem nos vários cantos do nosso país queria lembrar que hoje nós temos conteúdos escolares previstos na base nacional o currículo ar que dependem da presença desses recursos digitais da conexão com a internet portanto é conteúdo de formação dos educadores
para que eles possam saber como lidar com esses conteúdos previstos no currículo e fazer com que todos aprendam mais e melhor porém esses educadores muitas vezes muitas vezes não na maioria das vezes não tiveram em sua formação Inicial e nem na sua experiência até bem pouco tempo atrás essa chance de também se inserir digitalmente usar os recursos então é muito importante que eles também sejam inseridos né tenho condições de serem inseridos e tenham condições prioritariamente nas suas próprias escolas de terem espaços formativos para usar a tecnologia profissionalmente e assim estar melhor preparados para a ver
essa cultura digital também com seus estudantes né a gente tá falando aqui de educadores que não precisam ser super especialistas em programação mas que possa ter conhecimentos básicos e conhecimentos de da sua própria experiência com os recursos tecnológicos né fazendo um paralelo com a leitura por exemplo pra ensinar alguém a ler eu preciso ser leitor minimamente lidar com os comportamentos que me exigem a leitura com estratégias de leitor porque isso são os conteúdos que eu vou ensinar meus alunos né a tecnologia é semelhante eu preciso ser usuário desses recursos tecnológicos Eu preciso da intencionalidade Clara
quando eu vou escolher um recurso outro e aí nesse sentido as ações da formação precisam incorporar essa tecnologia para o professor ao mesmo tempo que aprendi melhora o como ensinar os eu acho que é isso Camila da sua experiência recente com essa questão da formação que que você complementary essa fala da Patrícia sobre o papel do professor e do diretor né nessa parceria para formação continuada é a Patrícia vai falando eu fico lembrando Ângela de como a gente tem feito nos nossos processos de formação né então como quando o profissional da educação seja ele da
secretaria municipal seja ele diretor seja ele professor ele tem a experiência de uso da tecnologia como ele consegue a partir desse experiência compreender colar funcione Aí sim ele consegue vislumbrar usos né então me lembrei alguns exemplos aqui né então é muito comum que por exemplo se espera um ambiente virtual quando a gente fala de fazer um ambiente virtual seja a transformação seja Cruz alunos né um ambiente mais duro a tecnologia não é humanizado de repente ele entra no ambiente de Formação que tem ali uma imagem que tem ali eu alguém falando com ele a fazer
um formador que tem uma proposta de construção coletiva no fórum e ele a partir daquela experiência consegue vislumbrar Olha tem um potencial aqui talvez se eu fizer dessa forma com os meus alunos também funcione as instrumentos que a gente usa para sistematização da Internacional e nós usamos muito murais virtuais mapas mentais colaborativo na ferramenta que eles podem usar em diferentes lugares mesmo quando eles não estão juntos outras que mesmo estando juntos eles podem usar então começa-se a observar potenciais seja potenciais para melhorar o trabalho coletivo da escola que já é algo super importante né que
já ajuda e seja para usar como estratégia de ensino mesmo e o que eu queria lembrar é que eu fico por mais que nós saibamos quando a gente vai procurar isso acontece muito com a gente né a gente sempre encontra alguém ali naquela equipe que é já um aliado na questão da tecnologia que eu acho muito interessante a gente identificar quem é essa pessoa e fortalecer esse trabalho coletivo e eles podem trocar porque muitas vezes uma pessoa que pó e a tecnologia vai precisar amanhã desse professor que talvez seja até um professor mais experiência em
alfabetização por exemplo para ver se ele esteja iniciando na tecnologia mas é um sabido e alfabetização e no meio dessa troca de um novato que sabe de Tecnologia de uma experiente que sabe de alfabetização pode sair uma atividade muito interessante que agrega as duas coisas queria aproveitar o comentário da Camila para falar para você diretora diretor que está nos ouvindo que o livro tem uma sessão de análise do contexto da sua escola com perguntas para te ajudar a identificar e analisar que condições estão presentes ou não nas umidade e com a sua equipe planejar intervenções
melhorias nas práticas pedagógicas visando ampliar as experiências dos professores estão bem na seção mão na massa a um roteiro uma pauta para uma reunião com professores que foi elaborado com todo zelo pela Camila fatores que tá aqui com a gente hoje e que é pode ser um primeiro passo para você começar Oi Roberta passou a equipe de professor meninas nós estamos indo para nossa última questão e não é porque é o último aqui é menos importante porque ela traz uma preocupação que nós temos ouvido em diferentes setores da sociedade que na escola isso também tem
reverberado que é o uso excessivo da tecnologia Qual é o tempo qual é o melhor tempo para uma criança um jovem e um adolescente dedicar ao uso da tecnologia E isso tem sido discutido fora da escola quando a gente traz a escola como este lugar também da tecnologia isso passa a fazer parte das nossas preocupações que que vocês diriam aí para encerrar nossa conversa com as diretoras e diretores hoje sobre essa questão do uso saudável da tecnologia esse isso também é uma questão para diretoras e diretores que estão nos ouvindo aqui olha Ângela eu acho
que a diretora seus diretores que nos ouvem devem pensar muito sobre essa questão que você e o que realmente há uma tendência principalmente dos jovens das Crianças mas também os adultos de ultrapassar esse uso da tecnologia é algo que encanta que traz muitas possibilidades e aí a gente mesmo acaba se perdendo e ficando muito tempo no uso do celular e dos outros equipamentos né Eu acredito que dentro da escola é mais fácil de certa forma controlar esse uso porque você vai ter ali e acessos em determinados momentos para determinadas atividades e isso vai estar planejado
vai estar cuidado pela equipe com as famílias é importante a escola também orienta porque a aplicativos por exemplo interessantes para serem usados no celular e compartilhado né de uso compartilhar dentro das famílias brincadeiras inclusive que usam a linguagem os matemáticos que são muito interessantes divertidos né livros digitais que as famílias podem ver juntos e aproveitar dessa tecnologia mas é importante que isso não sobre e ponha outros momentos de convivência e de troca e de uso do livro físico de exploração do espaço da natureza que são todos importantes atividades para se fazer em família e no
tempo que essas crianças têm fora da escola também e eu quero deixar um alerta com as crianças Muito pequenas essas sim devem evitar o uso das Telas né a pesquisas EA orientações médicas que nos Dizem que o uso excessivo de telas com os muito pequenos pode prejudicar o desenvolvimento da linguagem Então isso é importante que o diretor da diretora assuma como uma orientação bastante expressiva na relação com a família uma secar tem pensado o quê sobre isso é só agregando ao que a parte já trouxe queria comentar sobre a possibilidade a importância na verdade de
esses combinados em relação aos da tecnologia não só do uso da tecnologia pra educação deve estar concepção nessa estratégia mas também esses combinados em relação ao pode o que não pode na escola fazerem parte do projeto político pedagógico a gente sabe que o projeto político-pedagógico que tem que ser vivo né não é aquele documento aqui que ela guardada na gaveta é o projeto político que negócio que eu de verdade é o que acontece na escola e esse documento deve refletir isso só a possibilidade de conversar sobre isso com os estudantes com o conselho escolar com
os professores estabelecer esses combinados que eles estejam registrados o que eles possam fazer parte do dia a dia e acho que se a gente entende a escola como uma mini e sociedade em que se aprende a conviver né ele tá aprende a construir regra se aprende o que acontece quando essas regras também não não são cumpridas tá me problema que existe em torno desses combinados e da tecnologia Pode ser motivo de conversa isso Oi tá muito aprendizagem e nós estamos falando de desenvolver habilidades na competência de Cultura digital que tá aqui na base Nacional comum
curricular que paga nos currículos então usar com as oportunidades de esses até esses conflitos que possam existir para essa aprendizagem para além das atividades da pedagógicas intencionais planejadas para isso e já que a gente tá falando em tecnologia educação Ipanema ia como é que o WhatsApp entra nessa história ele pode ser útil como ferramenta pedagógica Pode sim e esse é o tema do direto da escola de hoje direto da escola e quem vai compartilhar uma boa experiência com a gente Dessa vez é a Karina Rossi as me Nakamura diretora da Escola Municipal de Ensino Fundamental
Professora Francisca Simões que fica na cidade de Ibitinga no interior de São Paulo durante o período mais pesado da pandemia a escola passou a usar o WhatsApp como meio de interação com as famílias e isso permitiu não só manter o contato com uma te ajudou a estreitar o vínculo com a família e os estudantes Vamos ouvir E aí o Olá meu nome é Karina Nakamura sou diretora da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Francisca Simões de Ibitinga do interior de São Paulo eu gostaria de compartilhar com vocês a minha experiência com o uso do WhatsApp
durante a pandemia durante o período do ensino remoto nós se vemos problemas com uso de tecnologia para auxiliar na aprendizagem porque embora os alunos tivessem acesso à internet e celulares Ou eles eram insuficientes para todos da casa usar ou os próprios aparelhos não suportavam as demandas das aulas remediar essa situação e não deixar os alunos sem o conteúdo nós decidimos imprimir Todo o material toda a rotina e uma vez por semana era entregue para os pais na escola foi nesse momento que o uso do WhatsApp se tornou a ferramenta de maior auxílio para o professor
tanto na aprendizagem quanto no acompanhamento dela porque era por meio dele que todo o recado chegava a família embora o professor não tivesse o contato é um aluno era por meio dele que o pai recebia a orientação para auxiliares de tão desta forma não houve a quebra do vínculo com a escola e essa foi a nossa maior benefício com o uso dessa ferramenta porque os pais estavam constantemente em contato com o professor ou com a escola eu fato de estar em contato constantemente e foi um Outro fator importante na busca ativa dos alunos que eventualmente
não iam buscar essa rotina E com isso a própria evasão escolar foi mínima na escola e com recurso do ensino presencial esse recurso continua sendo utilizado reforçando assim o vínculo entre a escola EA comunidade e quando o assunto é tecnologia aprendizagem não é só a escola que participa né as famílias também cumpre um papel muito importante nesse processo por isso a dica de hoje do podcast é o livro diálogo escola a parceria para aprendizagem o desenvolvimento integral de crianças adolescentes e jovens lançada em parceria pela comunidade educativa cedac a moderna EA Fundação Santillana o livro
foi organizado pela Teresa Perez ele tem um capítulo que discute como conciliar os usos pedagógicos e pessoal dos equipamentos de tecnologia Esse é um dos Desafios enfrentados no dia a dia por alunos e educadores muitas escolas proibiam uso do celular nas aulas mas com a planejar Mia e o ensino remoto esse aparelhinho se tornou essencial em várias situações de aprendizagem no livro você pode ver sugestões práticas de Como orientar os educadores em relação ao uso de aparelhos e aplicativos e também uma boa análise sobre o papel das famílias Neste contexto você pode baixá-lo gratuitamente no
site da comunidade educativa cedac na descrição do Episódio vamos deixar o link para baixar Oi e esse foi o terceiro episódio do na escola um podcast para diretoras e diretores Esse é um projeto da comunidade educativa cedac em parceria com a fundação Santillana e Editora Moderna com discussões trazidas do livro direção para os novos espaços e tempos da escola ficou interessado em saber mais ou baixar o livro é só acessar o site moderna.com.br/moderna amigos ou comunidade educativa. Org.br na área de publicações e fica a sugestão aqui diga o nosso canal no Spotify para receber o
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