O filme é [Música] o porto de Santos São Paulo ano de 1928 trabalhadores que preparam a partida de um navio para França fazem uma descoberta chocante uma das malas que está sendo embarcada uma espécie de baú tem o corpo de uma mulher para caber no compartimento ela teve as pernas cortadas e o pescoço quebrado a cena na cidade portuária foi o desfecho da história de amor de dois jovens imigrantes italianos que se conheceram em um navio com destino a Argentina José pistone 31 anos era um homem ambicioso que buscava a sociedade com um primo no
Brasil Maria fé 21 anos era uma mulher bonita que enfrentou toda a família para ficar com José depois de oito meses do casamento no dia quatro de outubro de 1928 casal tem uma briga descontrolado José estrangula Maria feia no apartamento alugado Onde viviam no centro de São Paulo e sem saber o que fazer depois de um dia ele resolve comprar uma mala para colocar o corpo e despachar para França por um incidente o plano foi descoberto e o caso que chocou o Brasil ficou conhecido como o crime da mala e e esse é o podcast
casos forenses do Tribunal de Justiça de São Paulo o programa é um registro da história do Judiciário e por que não da história da própria sociedade brasileira contada pelas páginas de processos emblemáticos crimes que mexeram com país julgados que marcaram a jurisprudência casos midiáticos e de repercussão Nacional eu sou Marcos Germano e esse podcast é uma produção do museu e da Diretoria de comunicação social do Tribunal de Justiça [Música] e eu te convido ouvinte a se lembrar de algum crime de comoção Nacional ou até mesmo Mundial que você tem acompanhado pelos jornais matérias diárias fotos
das evidências do crime especulações na imprensa entrevistas com os envolvidos assim você terá a exata noção do que foi o crime da mala que ocorreu há quase cem anos um assassinato que chocou o país pela brutalidade e foi Manchete nos jornais no dia sete de outubro de 1928 trabalhadores embarcavam a carga dos passageiros no vapor uma ciliar Ia para a França quando um pequeno acidente danificou um dos baús o cheiro forte um líquido escuro que saíram da mala chamaram a atenção da tripulação se não fosse um acidente muito provavelmente esse seria um caso sem solução
o chamado crime perfeito mais uma caçada policial localizou o assassino em 24 horas e nós conversamos com a pesquisadora escritora e roteirista Ilana Casoy famosa por seus livros sobre serial killers e ela explica a importância de uma investigação bem conduzida para que seja possível a responsabilização dos assassinos vão primeiro falar de crime perfeito todos os crimes plântulas planejados serem perfeitos todos 100% todo mundo que planeja um crime planejar com perfeição e esquece que na hora do que do crime entre a emoção e quando entra emoção é aí que o crime não é mais perfeito e
os erros acontecem e a gente conta com isso como sociedade e quando a polícia sabe se aproveitar em me buscar Porque sempre tenha Então os maiores e os menores vários errinhos a e assim você consegue uma brecha para entrar com a sua investigação as suas perguntas ele mata a esposa é E pelo que eu já li ele fica alguns dias alguns dias com ela no quarto da pensão e ele tem um envolvimento com aquela mulher e pensando que fazer então Claro que não sai perfeito e aí que a polícia vai encontrar a brecha para entrar
com toda sua inteligência está falando de uma época perícia é muito importante sempre foi sempre será mas a gente está falando de uma época de zero recurso tecnológico para uma investigação hoje quando você investiga em mesmo assim ainda é pouco utilizado na minha opinião você tem programa de reconhecimento facial você tem estações de celular antenas de celular vai entender onde uma pessoa tava sem câmeras para a cidade inteira Então você tem recurso que nessa época nada a não contava com nada então é muito importante entender que essa investigação do crime da mala e o que
que faz ela ser um Marco ela é uma investigação ela Sherlock Holmes como como antigamente a eles vão buscar na inteligência policial um caminho para chegar no suspeito que combinasse com o perfil do indivíduo que cometeria aquele creme os primeiros passos da investigação foram conduzidas pelo delegado Armando Ferreira da Rosa uma etiqueta indicou que o baú teria sido despachado de trem em São Paulo a polícia conseguiu localizar o motorista do caminhão que levou a bagagem da estação até o porto ele escreveu o suspeito da mesma forma que o carregador de malas na estação de trem
em Santos o potencial criminoso era um homem de cabelos e Olhos Claros com sotaque italiano o próprio carregador tinha indicado uma pensão para o suspeito passar a noite porque uma ciliar só zarpar e no dia seguinte o hóspede havia se registrado com o nome de José Russo e a polícia esperou na estação sabiam que o suspeito tinha uma passagem para retornar para São Paulo mas ele não embarcou enquanto isso foram identificados no navio três passageiros romenos que teriam ajudado o homem a embarcar o baú em troca de dinheiro eles foram interrogados e descreveram o dono
da mala da mesma forma que as outras testemunhas as investigações passaram então para polícia de São Paulo sob comando do Delegado Francisco de Assis Carvalho Franco É nesse ponto que a divulgação na imprensa ganha um papel fundamental para a solução desse creme e na entrevista com a nossa equipe de Jornalismo e leva falou sobre a cobertura da Imprensa nos casos criminais o jogo com a imprensa polícia imprensa é uma conta de custo-benefício a imprensa tem muito mais dinheiro do que tem a polícia EA imprensa pode ter uma divulgação que a polícia sozinha jamais alcançaria tanto
naquela época como hoje ainda você tem quando você Estampa no um procurado no jornal uma repercussão como teve o crime da mala lógico a sua chances de encontrar ou nos programas de televisão no Jornal Nacional é você tem uma aumenta muito a sua chance de encontrar o que seja uma testemunha ainda que não ocular é um Informante tão atenção Além do fato de que a imprensa algumas vezes e passa longe anynha que deveria ser não é que é legal mas moral por exemplo eu tenho queremos que eu trabalhei eu não acho que nenhuma mãe deve
ser obrigada a ver tampada no jornal A falta do seu filho morto indigno muitas vezes sem roupa muitas vezes por quê que uma mãe tem que por quê que isso tem que ser divulgado Então quais seriam os limites acho que a nossa sociedade tem muito para discutir a sobre Quais são os limites entre polícia e imprensa e justiça pode ser bom mas também pode ser muito ruim vai dar responsabilidades quem tá no comando da investigação da pauta da Imprensa e do processo no tribunal Acho que essas coisas vão ter que se conversar mais hoje me
parece um pouco instante e essa tudo que eu estou me referindo é muito informal é a dinâmica estabelecida secularmente que a gente já tem quase um século do crime da mala é é assim que vai estabelecendo não sei se ela é tão consciente mas é assim que ela funciona e acho que então nesse momento 100 anos depois a gente deve começar a fazer essa reflexão até que ponto e quem vai ser responsável por isso um comerciante reconheceu a mala EA corda que estampavam as páginas dos jornais ele tinha vendido os produtos dias antes para um
homem Claro de sotaque italiano porque o a polícia e Logos investigadores foram conduzidos ao endereço de entrega do produto era uma casa de apartamentos e o casal que tomava conta do local falou sobre o homem descrito pela polícia José pistone morava ali com a esposa Maria ferra ele tinha deixado o endereço há poucos dias estava sozinho quando entregou as chaves do apartamento a mulher segundo ele teria se mudado o interior as testemunhas não a viram partir nem se despediram os policiais revistaram o imóvel e encontraram vestígios de sangue e conseguiram o endereço de um amigo
do suspeito EA esposa Desse colega indicou um outro endereço onde José poderia estar foi nesse local que a polícia conseguiu prendê-lo a Stone confessou o crime mas alegou que havia matado a esposa Porque descobriu uma traição disse que eu voltar para casa antes do horário habitual do almoço e esbarrou com homem estranho saindo do prédio e ao entrar no apartamento ter encontrado Maria fé seminua na cama e lá na Casoy conta como esse tipo de alegação era vista na época dos fatos eu vou usar aqui em uma frase que eu vi não pode quer chamado
Praia dos Ossos e a Branca Viana fala uma coisa muito importante nem toda a morte vira símbolo e nem todos símbolo encontra eco na Sociedade existe o efeito cumulativo e eu concordo com ela E se a gente vê voltar para a década de 30 hoje eu vou falar melhor até o crime do Doca Street que vai inaugurar aqui no Brasil uma um novo entendimento sobre o que se chama legítima defesa da honra né que é esse tipo de defesa a gente vai entender que desde o das Ordenações Filipinas 600 podiam matar a mulher sem ser
punido era permitido pelo código penal português aqui é uma tradição que a gente carrega então é lá no Doca Street já na década de 80 a gente vai ter uma diferença porque quando tem a Lei da Anistia no Brasil todas as feministas que estão exilados voltam e a gente vai começar ali um uma mudança de fato no questionamento da legítima defesa da honra que não tá no código mas existe no caso mesmo nos casos Depois dessa década de 80 é muito importante perfil da vítima por isso que o próprio movimento feminista não vai usar Ângela
Diniz como seu símbolo porque ela era uma mulher "não tão bem o comportamento dela era muito moderno para a sociedade que ela vivia E no caso o crime da mala a gente tem um universo ou seja os tornava inteligente porque amar é feia que ele não foi muito inteligente que ela era feia ela é uma santa tanto hoje olha santificado se sabe ela faz milagre Então essa essa certificação da vítima já acontece Norma geral desde que o mundo é muito todo mundo que assassinado vira uma ótima pessoa ninguém mais vai falar mal dessa vez certo
nos casos de legítima defesa não onde você tem tá abaixar a vítima para levantar o assassino a isso não cola mais como uma tese de defesa Mas ainda é um discurso ele tenta uma coisa que é comum na época eu podia matar minha mulher se ela me traiu aí é a tentativa aquele faz porque cola naquela época mais do que nunca a remessa é normal é cotidiano uma matança de mulheres de esposas de qualquer e ela entende a Maria fez o quê que acontece ali na minha opinião ela entende quem é ele porque ela é
como todas as mulheres até hoje vou me arriscar a dizer muitas ainda esperam e acreditam nesse príncipe que vem resgatá-las para uma vida quero que ele se apresenta um homem bonito é um amigo italiano da cidade dela constroem um sonho em cima disso e naqueles dias na pensão o sonho dela vem abaixo ele é um malandro e não estelionatário ele engana Oi e aí pode ter acontecido duas coisas eu quê que são a ou ela falou vou te denunciar eu vou dizer que você tá mentindo ou ela falou quero voltar para minha casa onde você
parar de você Oi e ele não suporta isso e cala a mulher e a saída pela legítima defesa da honra naquela época era para lá de aceita é que a investigação vai descobrir que ele não é quem dizia ser tá então aí você vai demoli essa ligação dele de legítima defesa da honra o trabalho da perícia concluiu que Maria foi morta por esganadura e Pior estava grávida de seis meses mais uma vez o trabalho de investigação foi crucial para conclusão do crime os testemunhos colhidos especialmente o da mulher responsável pelos apartamentos comprovaram que a vítima
não esteve com nenhum homem na manhã do crime Maria fé na verdade havia descoberto que pistone pretende aplicar um golpe no primo dono de uma loja de Secos e Molhados ele trabalhava no local buscava a sociedade mas não tinha dinheiro para fechar o negócio a Maria tinha escrito uma carta para a sogra Contando os planos do marido ao saber dessa carta ele se descontrolou e matou a esposa durante uma discussão sem saber o que fazer depois do crime Manteve sua rotina naquele dia e durante a noite e perambulou pela cidade pensando em um plano para
ocultar o cadáver decidiu comprar uma mala para colocar o corpo a ideia era jogá-lo ao mar Mas resolveu embarcar lá no navio entrevistamos Bruno Bertini que trabalha no museu do tribunal a 12 anos é formado em história direito está concluindo seu mestrado em museologia na USP ele falou sobre o interrogatório de pistoneio é primeiramente não teria sido um crime é um crime premeditado então inicialmente ele não sabe o que fazer realmente com o corpo e depois que ele decidiu depois de algumas horas que ele decidiu Comprar a mala e colocar o corpo da esposa na
Maria feia na mala a mente também a ideia segundo ele era a lançar essa mala ao mar e posteriormente que ele teve a ideia de embarcar mala mesmo então ele estava em Santos acabou acompanhando todo esse esse movimento é da mala Inclusive a Registro fotográfico de que ele estaria acompanhando-o a mala é no momento do acidente de quando a polícia chegou Inclusive tem também registro no próprio interrogatório é que os funcionários eles haviam sentido sim o cheiro da mala estranharam o líquido que saía da mala mas como era muito comum a época as pessoas levarem
produtos perecíveis enfim nessas viagens longas acabou passando um pouco batido assim para os funcionários da Alfândega é interessante essa passagem do em diante das evidências José pistone foi denunciado pelo promotor Vicente de Azevedo por homicídio e profanação de cadáver ele foi julgado três vezes no primeiro júri em 1931 presidido pelo juiz Herculano Cristina de Carvalho apenas foi de 31 anos de reclusão no tribunal ao julgar apelação anulou esse júri em 1932 aconteceu o segundo julgamento presidido pelo juiz Paulo Américo Passalacqua com pena de 26 anos de prisão que posteriormente foi cancelado pela corte Suprema o
último júri ocorreu em 1937 presidido pelo juiz José Soares de Mello e o réu foi condenado a cumprir pena de 31 anos de reclusão decisão confirmada pelo tribunal o Bruno contou para nossa reportagem Como eram os julgamentos na época e o julgamento nessa época do Júri especificamente eles eram realizados a partir do final da década de 20 inicial da crede 30 localizadas no palácio da Justiça então era uma sala é que aconteceu esse julgamento inclusive uma sala histórica aqui do do Palácio da Justiça é muito julgamentos enfim hoje recebe alunos de diversas instituições em visita
monitorada que vem para conhecer o palácio da Justiça mas a época realmente esses casos de repercussão é traziam as pessoas para ver o júri para saber do resultado enfim o crime da mala Foi assim ficou conhecido como crime da mala posteriormente o crime do restaurante chinês também o próprio advogado Paulo Lauro é conta com detalhes também esse clamor Popular que que teve aqui enfim nham uma sala e fala histórica não prédio histórico que merece ser visitado e conhecido José pistone ficou preso por 16 anos primeiro na penitenciária do estado e depois no presídio Agrícola de
Taubaté ele ganhou a liberdade no ano de 1944 beneficiado por um decreto presidencial os casou-se em 1949 com uma faxineira que conheceu na prisão morreu em junho de 56 vítima de um enfarto de acordo com programa Linha Direta aqui ensinou o caso em 2005 depois de sua morte foi encontrada embaixo do seu travesseiro uma foto do casamento com Maria fé o processo do crime na mala está exposto no museu do Tribunal de Justiça de São Paulo que fica na Rua Conde de Sarzedas sem as visitas são presenciais ou virtuais para agendamento acesse tjsp.jus.br/visitas monitoradas e
esse caso é um dos que mais despertam a curiosidade dos visitantes do museu como conta Bruno Bertini e esse processo na verdade ele tem uma no museu especificamente ele tem uma uma causa muito datada que ele foi um dos primeiros de grande repercussão que ocorreram no júri do Palácio da Justiça então nós temos o primeiro nós temos o último Enfim então ele veio para o museu por uma causa mais datada mas também é por conta da repercussão na época e também eu trabalho histórico que foi feito com esse processo então programas de televisão matérias de
jornais é o próprio livro acadêmico que fala sobre o processo a mala original ela ainda está no Museu da Polícia Civil chamado o museu do crime Enfim então ela teve um trabalho histórico em cima desse desse documento desse documento desse processo então ele acabou está disponível para as pessoas Então eu acho que é por isso que hoje ele ainda persiste continuar saindo eu peço de referência porque esse creme teve tanta repercussão porque ainda hoje depois de quase um século é tema de matérias na imprensa em 2008 por exemplo a revista Época publicou a reportagem a
verdade da mala o texto aponta pesquisa D Milton bednaski um estudioso de crimes famosos que constatou que a vítima uma mulher fina e honrada ficou marcada pela suspeita de adultério esse detalhe incomodava bednarski que resolveu investigar uma pesquisa simples na internet e traz como resultado vários links de sites e blogs um vasto material disponível e inclusive com fotos da própria mala com corpo de Maria fé Ilana Casoy e responder essas perguntas para gente ela acho que ele é uma referência principalmente porque a gente está nos anos que a imprensa também está crescendo é um Marco
de imprensa é um Marco de processo de mesmo na polícia uma investigação muito bem feita como mãe bom né passa por quando você pega a investigação passo a passo ela certinho assim olha ela vai bonita ela corre muito limpa muito então eu acho que sempre ir porque é um crime diz corte aqui envolve esquartejamento isso sempre vai ser como Jack O Estripador gente é uma arco continuava sendo na é porque ele é muito chocante não é todo mundo que vai chegar símbolo mas esse creme da mala assim vira um start na nossa na nossa tentativa
de registro histórico dos assassinatos e suas investigações em seus processos Eu acho que isso é a fica bem claro então a minha família veio da Ucrânia e em 1928 Oi e a minha tia mais velha veio pequenininha para cá e ela nasceu lá e meu avô eles são namorados Campos Elíseos e o júri do crime da mala foi escrito 31931 eu já tava até três anos e meu avô já tinha uma padaria nos Campos Elíseos padaria Casoy que era conhecida i i o chefe dos padeiros da padaria um dia de sua filhinha dele da mesma
idade da minha tia seis anos para ir e brincar na casa na do meu avô enquanto eles vão pra padaria me passa o dia lá e nas brincadeiras de esconde-esconde pega-pega corre-corre boneca se fosse andando pela casa inteira essas duas menininhas Em algum momento chegaram no lugar vai ficar um porão que estava guardada a mala que veio nas Eu quero uma mala bem parecida com esta mala do crime da mala olha por que saiu no Jornal e todo mundo tinha isso jogada na mesa da cozinha da sala então todo mundo falava nesse clima repercussão foi
muito forte mas ainda no júri porque vinham todas as fotos da mala de novo daquele Barbosa um baú E aí à tarde pai veio buscar menininha levar ela para casa e viu ela muito a moeda em chorosa e o pai pressionar ele falou filha que que aconteceu lá e a menininha muito assustada contou que na casa que ela foi Tinha uma mala com morto dentro o mar igual que ela viu aí se chefe dos padeiros Que adorava meu avô ou trabalhamos nos com o drama de consciência é terrível e esse né então o que que
ele fez depois de muito pensar ele foi na polícia e contou essa história e a polícia foi bater lá na casa do meu avô para verificar a mala se existe um crime ou não então é interessante como como é você conecta tudo né e tudo pode acontecer você ver como é importante e se tivesse como é que era mas se vê nada na imaginária até das crianças da época o crime da mala teve essa importância Maria fé a virou uma espécie de mártir foi enterrada no cemitério da filosofia no bairro Saboó em Santos até hoje
pessoas visitam seu túmulo muitos para pedir graças porque é considerada Santa e o programa Linha Direta de 2005 apresentou essa curiosidade entrevistou o antropólogo Roberto da Matta e o escritor Antônio Olinto sobre a crença da população é uma santa Popular alta canonizada no tá canonizada pela cultura brasileira ela tá canonizada pelo pelos sentimentos brasileiros eu vi gente no cemitério em rezando eu perguntei a moça eu disse Teresa ela aí quando ela faz isso aqui eu estou rezando para ela foi o WhatsApp eu não tô pedindo nada Tô rezando que ela merece uma [Música] dúvida esse
foi o primeiro episódio do podcast casos forenses e contou a história do crime da mala a denúncia foi oferecida em três de novembro de 1928 na Justiça de São Paulo e o caso acabou com a condenação de José pistone a 31 anos de prisão pela mor o café e esse conteúdo contou com produção e reportagem de Cecília bate pesquisas de Bruno Bertini Ana Paula Castro e Guilherme Amorim edição de Valéria Vieira e Naira dias e apoio técnico de Mateus da Mata até o próximo episódio de casos forenses [Música] e as opiniões expressas pelos entrevistados nesse
podcast e não refletem necessariamente a opinião do Tribunal de Justiça de São Paulo II [Música]