olá que bom estarmos juntos mais uma vez espero que esteja tudo bem com você enquanto muitos de nós olhamos para as estrelas em busca de novos horizontes o fundo do oceano pode conter as respostas para perguntas decisivas sobre a nossa própria existência e evolução como espécie recentes descobertas submarinas estão desafiando tudo que pensávamos sobre saber a linha do tempo da civilização humana talvez uma das mais impressionantes delas ocorreu no Mar Arábico localizado entre a Península Arábica e a Índia e é considerado um corpo de água crucial para no Oceano Índico lá cientistas do Instituto Nacional de Tecnologia do Oceano da Índia encontraram vestígios de uma metrópole submersa e o mais intrigante é que essa pode ser a cidade lendária de Darka mencionada em textos hinduístas antigos essa descoberta chamou a atenção não só da comunidade científica mas também de entusiastas da história e mitologia a cidade que é tida como um centro de proteção e peregrinação hindu foi também um importante centro de civilização durante a era de Krishna a principal divindade hindu a sua descrição nos textos sagrados remete a uma cidade magnífica com palácios adornados avenidas movimentadas e um porto próspero na tradição acredita-se que a cidade original teria sido construída por Krishna e após a sua morte foi submersa no mar além da existência desse lugar magnífico o que deixa essa descoberta ainda mais revolucionária é a idade estimada aproximadamente 95. 500 anos isso a torna duas vezes mais antiga que a Mesopotâmia considerada o berço da civilização imagine só uma cidade com ruas planejadas sistemas de drenagem e arquitetura complexa existindo quando segundo os nossos livros de história os humanos mal haviam desenvolvido a agricultura pois é com seus impressionantes 5. 000 m de comprimento e 3.
000 de largura essa nova cidade descoberta desafia todas as revelações anteriores relacionadas ao desenvolvimento humano ferramentas utensílios e estruturas encontradas lá provam uma sociedade avançada próspera no mesmo momento em que o resto da humanidade ainda vivia em condições muito primitivas alguns pesquisadores sugerem que essa é a descoberta de uma civilização tecnologicamente avançada que existiu antes do último período glacial também conhecido como a última idade do gelo que aconteceu aproximadamente entre 115. 000 e 11. 700 anos atrás nesse período grandes partes do hemisfério norte estiveram cobertas por extensas camadas de gelo que podiam alcançar vários quilômetros de espessura o que resultava em mudanças no clima e devido ao acúmulo de água também havia redução significativa no nível do mar expondo essas áreas que até hoje estão submersas isso também tem grande impacto nos habitates humanos e migração de grupos enquanto isso outros cientistas mais cautelosos preferem aguardar maiores evidências antes de afirmar qualquer informação final se confirmada essa teoria exigiria uma completa reavaliação da nossa linha de tempo relacionada ao desenvolvimento humano o que poderia desafiar muitas das suposições atuais sobre a capacidade das sociedades antigas e a evolução cultural e tecnológica ao longo da pré-história a descoberta poderia trazer por exemplo novas evidências sobre a organização social os conhecimentos arquitetônicos e as habilidades de navegação de culturas que acreditávamos serem mais primitivas o que torna essa história ainda mais intrigante é a possível conexão com o mito de Atlântida em que Platão descreve a Atlântida como um país ou uma nação composta principalmente por uma ou mais ilhas tecnologicamente poderosa engolida pelo mar no único dia seria possível que Varca e Atlântida fossem a mesma civilização ou talvez civilizações contemporâneas com tecnologias semelhantes as similaridades são muitas embora ainda insuficientes para conclusões definitivas e olha só o que torna a nossa época presente particularmente especial para a arqueologia subaquática é o impressionante arsenal tecnológico que temos à nossa disposição e que vem melhorando cada vez mais por exemplo em 2023 o uso de sonares de varredura lateral de alta resolução proporcionou um mapeamento detalhado da antiga cidade portuária de Pavelopetri na Grécia considerada a cidade submersa mais antiga do Mediterrâneo com aproximadamente 5000 anos ela tinha um sistema urbano surpreendentemente bem estruturado com ruas edifícios e até mesmo um complexo sistema de esgoto o que antes era só uma mancha indefinida no fundo do mar agora é uma cidade virtualmente reconstruída onde podemos caminhar por assim dizer usando realidade virtual o que antes levaria décadas para mapear hoje conseguimos em semanas e ainda com uma precisão milimétrica bendita tecnologia um aspecto fascinante que ainda é pouco explorado das cidades submersas são os restos humanos encontrados o sítio de Porto Royal na Jamaica era uma próspera cidade pirata que a fundou em 1692 após um devastador terremoto lá os pesquisadores da Universidade do Texas estão usando técnicas avançadas de análise de DNA antigo para estudar os esqueletos preservados no fundo do mar e os resultados são surpreendentes a população de Porto Royal era inesperadamente diversa com DNA de quatro continentes diferentes contrariando as teorias sobre a composição das sociedades coloniais caribenhas mais impressionante ainda são as evidências de tratamentos médicos avançados encontrados em alguns esqueletos incluindo sinais de cirurgias cranianas bem-sucedidas olha só isso prova que o ambiente marinho quando em condições específicas pode preservar material genético de maneiras impossíveis em Terra estamos literalmente sequenciando o DNA de piratas do século X7 e isso é quase inacreditável e enquanto alguns trabalham para descobrir cidades submersas uma corrida paralela está em andamento para preservá-las digitalmente a acidificação dos oceanos que é o resultado do aumento do CO2 atmosférico está acelerando a deterioração de artefatos que sobreviveram séculos ou até milênios debaixo d'água na Baia de Alexandria no Egito restos do lendário farol e do palácio de Cleópatra estão afundados na água mas um projeto ambicioso chamado Alexandria Digital está criando uma versão virtual e invegável da cidade usando fotogrametria submarina de alta precisão a tecnologia que é usada para medir e documentar objetos ou ambientes através de análise de fotografias no contexto da arqueologia subaquática se refere à aplicação dessa técnica em ambientes submersos para criar representações digitais precisas de locais e objetos históricos com esses avanços alguns especulam que o próximo capítulo na exploração de cidades submersas não envolverá necessariamente mergulhadores humanos isso porque incríveis veículos submersíveis e autônomos equipados claro com inteligência artificial já estão sendo desenvolvidos especificamente para arqueologia marinha o projeto Poseiden é uma colaboração entre o Instituto Oceanográfico de Woods Hall e o MIT o Instituto de Tecnologia de Massachusetts nos Estados Unidos para desenvolver enchames de micros robôs que vão navegar coletivamente por estruturas submersas bem desenhadas criando um mapa em detalhes sem mexer em sedimentos ou artefatos frágeis imaginem dezenas de pequenos arqueólogos robóticos trabalhando em coordenação perfeita chega a ser bizarro né difícil imaginar o Drrichard Shane engenheiro de robótica do projeto explica que eles podem permanecer no fundo por semanas pensando como arqueólogos identificando e catalogando artefatos enquanto constrói um mapa tridimensional completo que coisa espetacular especialistas também provam que as inundações frequentemente contém informações geográficas bem precisas um exemplo são as comunidades aborígenas australianas que durante 10.