[Música] Aê, ficou bonito demais o vitral. Quem é Jesus? Ah, eu já sei quem é Jesus.
Será? Será que a gente crê no Jesus que é Jesus ou no Jesus que a gente acredita que seja Jesus? ou no Jesus que nós gostaríamos que fosse o Jesus, ou Jesus que nós ouvimos nas histórias, ou o Jesus que fragmentos da fé espalhados pelas religiões nos contaram.
Tava dando aula essa semana passada numa uma igreja amiga de um pastor amigo, tem um curso de teologia, eu tava lá dando uma aula e eu sempre gosto de usar uma aquele diagrama de pizza, sabe? O diagrama de pizza das fatias. E eu pergunto assim: "O quanto da sua espiritualidade é formado?
" Quantos por cento fatia pelo podcast que você assiste? O quanto é formado? da sua espiritualidade, pelo testemunho que você viu na internet, pelo que um amigo seu disse, "Sabe o que eu acho?
" E ele falou: "Ou a pregação que você ouviu do pastor A ou do pastor B, o quanto da sua espiritualidade é formada e edificada pela música do louvor que você gosta de ouvir, o quanto acontece da sua formação de fé pelas coisas que você sente, as experiências que você teve, tá lá? " E qual é a fatia das coisas que os outros acham? Eu já falei do que você acha.
Sabe o que eu acho? Eu acho. São muitas fatias.
Mas a pergunta que não quer calar é quanto da tua espiritualidade de verdade se desenvolve? Porque você diligente e responsavelmente se dedica à leitura do evangelho e a um estudo organizado para que você tenha formação e conhecimento de quem é o Senhor a quem você diz que serve. Você vai ficar espantado que mais de 90% do que você crê não partiu de uma observação da Escritura, opiniões, achismos, experiências, testemunhos, o que eu acho é o que mais tem em podcast, fora pregações que a gente nem para para perceber, que às vezes estamos assistindo o a linha teológica A, a outra que eu assisto é uma linha teológica B, nem discernimento.
a gente tem para diferenciar uma coisa da outra. E a nossa espiritualidade é formada por uma colxa de retalhos. E eu não estou dizendo que você não possa ser edificado num podcast.
Você pode ser edificado por uma canção, claro que você pode. Nem que você não possa ser edificado por um testemunho. Claro que você pode.
Nem que você não possa ser edificado por diferentes pregações que você já viu. Claro que você pode, inclusive pelos maledetos cortes que fazem por aí, você pode também. Olha só, até num corte a pessoa pode ser edificada.
Eu não gosto. Já coloquei na pregação para você que faz corte da pregação que eu faço, saiba que eu não gosto disso. Vou falar até morrer, irmão.
Se você não gosta, torça para eu morrer cedo. E você vai ficar espantado. Você pode ser edificado por tudo isso, mas o problema é que quem é que diz para você que o que você tá ouvindo de todo mundo realmente é a palavra.
A estaca que te firma para discernir se tudo que você ouve é de verdade evangelho, é a tua diligência e responsabilidade e observação da Escritura. Isso é muito importante. Por isso que que eu dou tanta importância às nossas séries de mensagens que tem cabeça, corpo e membros, começo, meio e fim, argumento, texto, pensamento, reflexão, para que a gente possa, o melhor que a gente possa, no máximo que nós pudermos, nos aproximarmos de uma interpretação a mais próxima possível, que seja aquilo que Jesus quis dizer.
Mesmo assim a gente corre risco de tropeçar. Eu não sou perfeito, tô longe disso. E nem sou dos melhores teólogos.
Tô bem longe disso. Eu mais aprendo do que ensino. O evangelho de João tem um objetivo.
Tô dizendo tudo isso porque esse nosso tema, quem é Jesus? É talvez a pergunta mais importante que João no seu evangelho tente responder. Foi o último a ser escrito depois dos quatro primeiros.
Já próximo ao ano 80, alguns acham até que um pouquinho mais. Não havia data no rolo de João. Não, aliás, esses textos não tm data.
Sabemos só que é no primeiro século e que provavelmente João tem escrito já mais próximo da sua morte. Mateus é um publicano paradoxo, um publicano que escreve um evangelho para os judeus, para os judeus, demonstrando que Jesus é o Messias, contendo genealogia e a citação de inúmeros textos dos profetas do Antigo Testamento, demonstrando que Jesus é o Messias para os judeus. Marcos tem um evangelho que é o eco da voz de Pedro, porque Marcos caminhou muito próximo de Pedro e então ele tem as memórias de Pedro na sua caneta, na sua pena.
Um evangelho rápido que mostra Jesus em ação, demonstrando toda a sua manifestação humana e todos os sinais do reino que aqui estavam. Já vimos sobre Lucas. Lucas que escreveu para Teófilo um amigo grego que queria entender o rei e o reino.
Escreveu dois. Lucas e Atos. E temos João, que nós na teologia dizemos que é um evangelho de alta cristologia, que compreende e disseca a revelação de Deus em Cristo para nós.
Eu queria que você pudesse abrir o sua Bíblia em João, capítulo 20, verso 30. Você que está abrindo o texto aí de João, capítulo 20 verso 30, fala para mim. O editor da Bíblia, não sei qual Bíblia você usa, qual versão, mas colocou um título em cima do versículo 30 e 31.
Não colocou? Que que tá escrito aí? O objetivo desse evangelho, desse evangelho ou um objetivo do evangelho de João, depende da editora, né?
A minha é da SBB. Tá escrito o objetivo deste evangelho. Nem todos os livros, aliás, a maioria dos livros que a gente tem na Bíblia ou no Evangelho, Antigo e Novo Testamento, nós não temos o autor dizendo por que ele tá escrevendo.
Obviamente que nas cartas, nas epístolas, a gente já vê o assunto ali, já sabe qual é o tema daquela epístola. Mas o João decidiu falar porque ele escreveu o que ele escreveu do jeito que ele escreveu. E ele diz, na verdade, ele depois de contar tudo que Jesus fez, ele diz, na verdade Jesus fez diante dos seus discípulos muitos outros sinais.
Eu não escrevi tudo aqui, nem dava. Aliás, no final do livro ele diz isso outra vez. Não dá para escrever tudo.
Que não estão escritos nesse livro. Estes, porém, foram registrados para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o filho de Deus, e para que crendo tenham vida em seu nome. Esse verso, essa ideia acompanha João em tudo que ele escreveu.
Eu tô escrevendo para que vocês observem o que ele fez e creiam que ele é o Cristo, ele é o Messias, ele é o enviado de Deus. para e para que conhecendo e crendo nele vocês tenham vida em seu nome. Porque não é apenas uma coisa para você observar e matematicamente dissecar ou compreender na sua razão, mas é para que a vida dele seja a sua vida e vocês tenham vida nele a partir do entendimento de quem ele é.
Durante todo o evangelho de João, essa ideia vai nos acompanhar com alguns apêndices consequentes do conhecimento desse Jesus, mas como linha central estamos conhecendo o Senhor a quem a gente serve. E por isso o título do nosso da nossa série é Quem é Jesus? Antes de entrarmos no texto João, capítulo 1, versículo 1, hoje nós vamos ler um outro texto que também é de João e que vai falar um pouco mais sobre o que João tá dizendo nesse motivo do por ele escreve o evangelho.
Abra também em primeira João. É uma outra agora, uma epístola de João, capítulo 1, verso 1. E eu quero que você leia mastigando esses versos.
conhecendo bem bem de perto, eh lendo cada palavra e tentando compreender o máximo tudo que João tá dizendo aqui. A gente costuma ler as coisas rápido, né? Olha só.
O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos próprios olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam a respeito do verbo da vida. E a vida se manifestou e nós a vimos e dela damos testemunho e anunciamos a vocês a vida eterna que estava com o Pai e nos foi manifestada. O que vimos e ouvimos, anunciamos também a vocês, para que também vocês tenham comunhão conosco.
Ora, a nossa comunhão é com o Pai, com o seu filho Jesus Cristo e escrevemos essas coisas para que a nossa alegria seja completa. Que Deus nos abençoe no entendimento da sua palavra. João tá dizendo a aquele que era desde o princípio, aliás, antes do princípio, porque antes de tudo existir, ele já era o que ele era.
Nós passamos a existir. Ele sempre foi o que ele sempre foi, eternamente. Nós somos seres existentes.
Nós temos um cosmo existente. Deus não é existente como nós somos existentes. Ele é a razão de tudo existir.
Ele é mais do que tudo isso. Para tudo isso aqui, ele é incompreensível. Ele é infinitamente, eternamente mais amplo, maior.
Ele cria o tempo. O tempo é nada diante de Deus que é eterno. E João diz: "Aquele que era desde o princípio, é esse que vimos com os nossos próprios olhos, ouvimos, contemplamos e as nossas mãos apalparam.
" Você já parou para pensar? O tamanho da experiência que esses discípulos e as pessoas que conviveram com Jesus tiveram. Quando a gente encontra alguém famoso, é uma coisa legal demais.
Eu já encontrei gente famosa no aeroporto. Já tirei foto com Sérgio Reis. Já tirei foto com Sérgio Reis, menino da porteira.
Minha mãe ouvia. Ele é grandão, ele é alto, né? Tirei foto com quem mais?
O Zinho que jogou no Palmeiras. Teve uma vez que tava o time inteiro do Palmeiras no aeroporto viajando. Olha só, viajei com os anjos todos.
Os missionários estavam indo pro campo. Mas esse dia eu acabei não tirando, não tirando foto. Era, mas eu já encontrei o Herbert Viana, ó.
Tiramos foto com ele. É legal quando você encontra alguém famoso. Mas pode, Zé, quando tira foto com quem não é crente, nem aparece a pessoa, né?
Não, não disso. Aqui o povo bonito da casa tira foto com gente famosa, sem problema nenhum. Eu só não fico divulgando que eu sou amigo, porque não sou, sou tiete, então, né?
É como Tiet mesmo. Teve uma outra pessoa, quem foi que a gente encontrou? Mas vira e mexe em aeroporto, a gente encontra, né?
Outro dia, outro dia encontrei o Galvão Bueno, mas eu não tirei foto. Ele passou rápido assim. Que isso, amigo?
Ele passou. Eu nem não tirei, mas eu já vi ele lá. É interessante.
Agora você imagina muito mais do que uma pessoa importante. É você encontrar Deus em carne. O que João escreveu aqui é uma loucura.
Ele diz: "Vocês não sabem. Eu vi com esse zóio que a terra há de comer. Em outras com a linguagem lá do M velho, tradução, revista e atualizada lá na feira onde eu moro com esses olhos que a terra de comer eu ouvi.
Não, não só ouvi, eu ouvi. Eu sentei no monte, eu sentei na praia e ele falava: "Eu comi do pão que as mãos dele partiram. Nós o apalpamos, ele disse, a gente abraçou ele.
A princípio, eles conhecem Jesus e ele é um mestre. E vamos segui-lo. Ele diz que é o Messias.
Que legal. Vai ser o novo rei de Israel. Inclusive a mãe de Tiago e João fala: "Jesus, não pode sentar os meus filhos, um à sua direita, outro à sua esquerda?
Um pode ser primeiro ministro, outro chefe do seu gabinete, da casa civil. E Jesus falou: "Você, você não entendeu nada. Meu reino não é desse mundo.
Vocês estão prontos para beber do cálice que eu vou beber? Estamos, estamos". Vocês nem sabem.
Um à direita e outro à esquerda. Na cruz vai ter um à direita e a esquerda mesmo. Vocês não estão prontos para isso.
Ele se manifestou nesse momento. Acho que eles não entendiam, mas de repente ele morre. João é o único que tá no pé da cruz quando Jesus morre.
Aliás, ele é o último, ele é o único que estava ao pé da cruz. E quando Maria viu a ressurreição, falamos disso alguns domingos, dois domingos atrás na Páscoa, ela vai e vê o túmulo vazio, avisa os discípulos e João e Pedro saem correndo e é João que entra primeiro. Ele foi o que entrou e falou: "Ele não tá aqui a cabeça dele bugou".
As coisas começam a se ligar, mas ele roubaram o corpo. O que que aconteceu? Aí Jesus aparece e eles vem aquele Jesus ressurreto.
Deus do céu. Irmão, isso aqui é um negócio que não dá pra gente dizer o tamanho dessa experiência e dessa experiência viva, palpável. Nós vimos, ouvimos, tocamos, abraçamos, sentamos na mesa, ele partiu o pão.
A gente andou junto pelas estradas, nós chutamos as latinhas junto, nós trocamos ideia na mesa, dava risada, eu reclinava a minha cabeça no ombro dele. Deus estava em carne no meio da gente. Isso é muito louco.
Nós, eu e você, saímos da nossa casa, tá tudo lotado, viemos para cá, pegamos o trânsito, tivemos dificuldade para estacionar, porque nós temos uma experiência com o Senhor e aqui somos igreja, comungamos, adoramos e é maravilhoso estar aqui, mas a gente não viu ele assim como os apóstolos viram. Foi uma experiência, algo muito, mas muito além do que a nossa cabeça pode imaginar. Mas o mais importante é que Jesus não foi para eles uma teoria.
Jesus não foi para eles uma experiência mística. Eles não creram em Jesus porque um profeta disse uma palavra ou ainda que uma experiência divina como Moisés que viu a sarça ardendo. Não foi uma experiência.
Jesus não foi uma revelação exclusiva para uma pessoa só. Tipo Jesus apareceu só pro Genésio. Aí os discípulos todos, como é que era Jesus?
E o Genésio diria: "Ah, senta aí que eu vou falar. " Ele falou só para mim: "Que que você falou, papai? " "Ah, sim, vou falar para ele.
Eles querem que vocês me deem um dinheiro. " Não, a revelação todo mundo viu. Não, não foi uma coisa translocada.
Foram muitas testemunhas e que não só viram, mas ouviram e tocaram. Porque Jesus não é uma emoção que a gente sente, mas é um Deus que viveu entre nós. Não é uma noite de adoração que eu senti.
E tudo bem, você pode ter a noite de adoração e pode sentir o que você quiser, mas é 24 horas por dia no chão da vida. Quando fecham o meu carro, quando alguém que eu amo parte, quando eu fico sem dinheiro, é Jesus comigo, não produzido por nenhuma emoção que pode acontecer. Não tô dizendo que não que não exista, mas ele não é uma manifestação de sensações.
Ele viveu como um ser humano no meio dos homens. E João tá dizendo isso. A gente viu, a gente ouviu, a gente tocou.
Em João capítulo 1, já no evangelho verso 18, João diz assim: "Ninguém jamais viu a Deus". João 1:18. Ninguém jamais viu a Deus.
O Deus unigênito, ou seja, o próprio Jesus que está junto do Pai, é quem o revelou. O Filho revelou. O pai aqui o verbo exelai significa, a gente usa, traduz ele como traduziu, interpretou.
Quando a gente vai estudar a Bíblia, a gente faz a exegese do texto, vem desse mesmo termo, a extração do sentido. É como se Jesus interpretasse o Pai diante dos homens. É bonito isso.
Tudo que ele fez, tudo que ele pensou, tudo que ele falou, cada lugar em quem ele tocou, tudo que ele vivia, em cada respiro, manhã, tarde e noite, 24 horas por dia, era a manifestação do Deus que a gente não podia ver diante de nós de maneira palpável, vivível, visível e vivível, audível. Isso é isso é muito incrível, até porque a fé que nós proclamamos, professamos e vivemos não é uma fé de experiências sensoriais, ainda que tenhamos nossas emoções dentro dela, mas ela fundamentalmente é uma vida a ser vivida, que é o que João disse, o objetivo do seu evangelho. Eu relatei esses sinais para que vocês entendam que ele é o filho de Deus e crendo nele tenham uma vida.
Você não veio aqui para sentir nada. Uma vez uma pessoa me disse isso. Então eu vim aqui na sua igreja, mas eu não senti nada.
Eu falei: "Mas você vem aqui para sentir? Você podia ir numa montanha russa do rop sentir muita coisa". Inclusive medo sabendo que você tá no Brasil.
medo. Ainda que pode possa ser que nós vamos ter a ceia hoje, você vá se derramar diante de Deus e que você vá eh chorar e acontece. Nós não dá para separar a nossa emoção de tudo que a gente aprende, da caminhada com o Senhor.
Ele é espírito e habita em nós. Mas fundamentalmente a minha relação com Deus não é para a reprodução de sensações. Porque tem dias em que alguém bate no seu carro e Deus tá lá com você.
Você tá nervoso, preocupado, ligando pro seguro e não tá sentindo nada, mas Deus tá lá com você, independente do que você sente. Porque não é apenas uma coisa que eu sinto, apesar de que eu posso senti-lo, mas é uma consciência de uma nova vida. Por isso que ele veio de forma palpável para dizer para nós como é que se vive a vida, para que a nossa vida fosse palpável em fé.
Jesus não foi uma emoção sentida, mas foi um Deus em carne diante daqueles homens. O versículo dois do texto que nós acabamos de ler diz assim: "E a vida se manifestou e nós a vimos e dela damos testemunho e anunciamos a vocês a vida eterna que estava com o Pai e foi manifestada. Esse verso dois também é muito bonito.
A maneira como João escreve e constrói. Diz que há vida essa que ele diz que a gente deve conhecê-lo. E o evangelho foi escrito para que a gente o conheça e tenha a vida.
Essa vida não é a vida que eu acho. Aliás, nós somos assim: "Senhor, abençoa a minha vida". E ele fala: "Qual vida?
" É que você não ouve a resposta de Deus quando você ora. Você olha e sai correndo. Abençoa a minha vida.
Amém. Ele tá falando. Pera, pera, espera.
Que vida, ó minha que sua. Não existe mais sua. Eu sou a vida.
Não tô entendendo qual a sua oração. A gente fala as coisas sem pensar. A gente fala, a gente reproduz às vezes as frases sem imaginar.
Abençoa todas as áreas da minha vida como se eu fosse um armário cheio de gaveta. Eu sei que você tem um papel de pai, de esposo, um papel de cidadão, funcionário, patrão, ministro de Deus. A gente cumpre diferentes papéis na nossa vida, mas tudo é a gente.
Mesma cabeça e mesmo coração. É a mesma vida, é o mesmo ser humano. É a mesma vida vivida diante de Deus.
Porque você é pai, marido, patrão, funcionário, ministro, cantor, ou que seja, sendo a mesma pessoa que você é. Não tem duas. Só tem uma vida, só tem uma cabeça e um coração.
Uma única ideia de devoção e de sujeição à vontade de Deus. Em qualquer lugar que eu esteja cumprindo qualquer papel que eu cumpra. Nós é que pensamos assim: "Ô, Senhor, eu orei pelo O senhor me abençoou e eu consegui esse trabalho, aquele negócio eu deu certo".
Mas o senhor acabou esquecendo de uma outra área. O senhor não abriu essa gaveta porque eu pedi a menina em namoro, ela não aceitou e a minha área sentimental está machucada. E Deus fala: "Caramba, é muita área porque eu não admito passar por dificuldade, passar por batalhas.
Eu separo numa para eu não ficar em colapso, eu separo como se fosse uma outra gaveta e jogo aquilo pra vontade de Deus". Irmão, é muita loucura. Deus te deu uma vida, vai ter coisa boa e vai ter coisa ruim nela, porque você tá num mundo cheio de dificuldade.
Mas a vida se manifestou e ela tem a ver basicamente com quem nós somos. Não é se eu vou ter carro ou se eu não vou ter carro. É para saber como é que vai ser o meu coração com e sem.
Não é para determinar se eu vou ter mais dinheiro ou menos dinheiro, mas que novo ser humano é esse que vive com Deus, com ou sem dinheiro? Não é para dizer se você vai morar no Brasil ou fora do Brasil, mas é para dizer quem é que você vai ser como uma nova criatura morando no Brasil ou na Alemanha. Não é sobre ter muito sucesso ou pouco sucesso.
É para é sobre quem é você quando tiver muito ou pouca projeção. Você tá entendendo? A vida de Deus se manifestou para nós em Cristo.
Ele apareceu de forma palpável. Colossenses capítulo 1 13 a 15 diz assim: "Ele nos libertou do poder das trevas, nos transportou para o reino do seu filho amado, em quem temos a redenção, a remissão dos pecados. " E o verso 15 é lindo.
Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito, o primeiro de toda a criação. Ele é a figura visível, audível e palpável do Deus que a gente não sabia como era. Ele é a expressão mais explícita, da maneira mais clara possível para que a gente se percebesse o que é a vida.
Absolutamente. Grande parte das preocupações que nós temos sobre a nossa vida, que às vezes não é a dele, não se encaixam em Cristo. Jesus não teria a preocupação que eu tenho.
Ele tava tão submisso e certo de que o Deus era seu pai. que algumas das neuroses que eu carrego não caberiam na cabeça de Cristo. Ele teve muitas dores e sofreu muitas coisas e teve e suou como lágrimas de sangue e eh como gotas de sangue e teve angústias como um ser humano tem.
Mas tudo isso por causa da vida de Deus para ele. Não porque ele tinha uma outra separada e tinha uma guerra entre a dele e a de Deus. Minha comida e minha bebida, ele diz em João 4, é fazer a vontade do Pai e realizar a sua obra.
Essa é a minha vida. Eu tô aqui para viver essa vida. Você tá aqui.
Eu estou aqui para viver essa vida. Eu tô aqui para dizer: "Senhor, a cada dia eu estou jogando fora a minha vida para entender qual é a tua. " A cada dia eu estou desprezando meus conceitos.
Eu estou abandonando as minhas paixões. Eu tô deixando de lado as minhas vontades para dizer: "Pai nosso que tá no céu, vem a nós o teu reino. Eu não quero mais reinar e vem a mim a tua vontade.
Eu não vou te pedir a minha". Nós estamos prontos para isso. Não estamos.
Eu te ajudo a responder. Eu não tô e você não está. Nós ainda temos muita resistência para deixar de lado nossos planos, projetos, vontades, conceitos e paixões.
E nós queremos que ele ajude a nossa, mas a gente não quer abandonar a nossa para dizer: "O que que o Senhor quer que eu viva? O que o Senhor quer que eu faça? Onde o Senhor quer que eu esteja?
" Basicamente, porque nós não compreendemos, talvez o que signifique ser uma testemunha. Em Hebreus 1 de 1 a 4, olha o tá que tá escrito. Antigamente Deus falou muitas vezes e de muitas maneiras aos pais pelos profetas, mas nesses últimos dias, não foi pelos profetas que ele falou conosco.
Nesses últimos dias nos falou pelo filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. É ele que criou tudo. Nós conhecemos o criador no filho.
filho que é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata, exata do seu ser. Que louco! Sustentando todas as coisas pela sua poderosa palavra, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da majestade nas alturas, tendo se tornado tão superior aos anjos quanto herdou excelente nome, mais excelente nome do que eles.
Isso é muito poderoso para nós, porque Jesus disse: "Vou fazer a vontade do Pai. Também tá no livro de João, capítulo 10. A gente vai chegar nele.
É por isso que o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para reavê-la. Ninguém a tira de mim, porque espontaneamente eu a dou. Eu tenho poder para dar e para reaver.
Esse mandato eu recebi do meu pai. Também no capítulo 12, ele diz: "O grão de trigo, se cair, fica ele só. Mas se ele descer a terra e morrer, ele vai gerar muito fruto.
Nesse aspecto, eu gostaria de falar com você sobre a palavra testemunho, porque esse versículo dois diz isso. Ele se manifestou e dele nós damos testemunho. Aliás, a manifestação dele já é uma coisa maravilhosa.
A palavra manifestar e o verbo faneru, da onde vem faneros, que é o adjetivo manifesto ou manifestação, o substantivo, faneroses, vem tudo do feino. E o feino que significa trazer a luz e brilhar, vem do fós. Foz significa luz.
Tudo vem do fós. Você sabe? Fósforo.
Tem mais grego na nossa língua portuguesa que possa imaginar a nossa van literatura gramática. Tem muita coisa do grego. Tudo vem da luz.
Ele trouxe a luz, ele manifestou. É como se Deus descortinasse Jesus diante dos homens. Como um Deus homem, como um homem em forma de Deus ou Deus em forma de homem.
Ele revela quem é esse Cristo. E os apóstolos dão testemunho dele. E é isso que ele nos chama.
Nós somos testemunhas dele. Só que a palavra testemunha é a palavra martes. O verbo é o marturel, dar testemunho.
E testemunhas no plural, né? Uns mártires. Não, você mártir não é a pessoa que morre.
É isso. Você acha que testemunha é falar? Isso não é testemunha.
Qualquer um fala, até papagaio fala. Você acha que para ter um ministério de evangelismo eu tenho que ter um grande canal do YouTube para muita gente ouvir? Legal, você pode ter, faz parte.
Muita gente se preocupa com o marketing e não com o mártir. Eu acho que as pessoas vão acreditar porque elas estão ouvindo alguma coisa. Mas a proposta do testemunho vivo é de ser a imagem de Cristo que revelou fisicamente de forma audível, visível e e palpável quem era Deus.
Eu vou dar um exemplo para você. Você conhece uma moça, começa a namorar com ela e você fala um monte de coisas maravilhosas para ela. Eu amo você.
Minha vida é você. Sabe, se você me deixar, eu vou morrer. Se você for embora, eu não sou ninguém.
Aí você canta para ela. Eu fico pensando em nós dois, cada um na sua. Ai, que lindo isso.
Você, né? I love you. Time standing still because I love you.
E ela chora porque é namoro. Casou com você, ela vai te conhecer. E tudo que você profetizou não é visível, nem audível e nem palpável.
Esse é o pior tipo de testemunho que a gente pode dar, o do blá blá blá. Achando que testemunhar é pregar também faz parte. Mas Jesus não veio falar.
Ele não era uma profecia. Ele não era uma emoção. Ele era uma pessoa capaz de ser visto, ouvido e tocado, que viveu Deus diante de nós.
E nós somos o quê? testemunhas dele, mártires, prontos a sacrificar a nossa vida, a nossa vontade, o nosso desejo. Rogo-vos, pois, irmãos, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.
Você acha que você vai pregar bastante pro seu vizinho, pro seu chefe, pro seu amigo de trabalho e ele vai crer porque você pregou? Pode ser, mas o dia que a mãe dele ou o pai dele partirem no meio de um feriado que você ia praia e você falar: "Eu não vou viajar porque eu vou dar um abraço no meu amigo", ele vai entender que o que você fala pode ser visto, ouvido e palpável em quem você é. Quando você perdoar aquele que te fez mal, vão entender que o perdão e a graça que você prega, você pratica.
É você tá encarnado em você. O que você crê não é uma conversa da religião, não é um debate sobre quem vai ser salvo, quem vai pro inferno, se tem milênio, se não tem milênio. Todas essas coisas são importantes ser discutidas na academia, mas nós temos essa preocupação.
Eu quero saber o que é certo, mas você não é certo. Quem tá pregando a verdade, você é uma mentira. Qual a melhor igreja para eu frequentar?
como se fosse um clube. Eu vou no melhor. Tem piscina aquecida, o campo é de grama natural.
Na igreja o louvor é bonito, só que não é clube, é morte, é Marte, é testemunha. É gente que ia pras arenas do império romano e continuava adorando enquanto eram devorados pelos leões. Era gente que debaixo da espada de César continuavam dizer que Cristo era o rei.
Não era o marketing das coisas que eu ganhei para ver se você se converte. É o mártir de quem eu deixei de ser para viver o que eu prego. O a testemunha de Cristo é alguém que é morta, mas vive a vida de Deus.
Vive, fala e é ouvido, mas pratica e age. A fé tá aqui, ó. O Éber falou uma coisa importante que a gente sempre diz aqui na igreja no no momento de oração.
Essa é uma semana difícil. Temos esses pedidos de oração. O pai da nossa irmã Lilian, que era pastor, faleceu repentinamente na sexta-feira pela manhã.
Ela é uma das professoras do infantil e a gente costuma dizer: "Eu gostaria de ter o poder de fazer oração e acabar com todos os problemas de todo mundo. Eu não tenho esse poder. E esse poder não existe, é uma falácia.
Eu não posso impedir que você sofra. Tá muito além da nossa entendimento de de tudo da vida. Mas eu consigo impedir que você sofra sozinho.
Isso a gente consegue. Consegue. O evangelho tá lá, visível, audível e palpável.
A guerra das narrativas é enorme na internet, mas gente que tá vivendo, encarnando e morrendo para sua vontade, paraas suas paixões, seus desejos, sonhos e planos para viver o evangelho diante dos homens, pouco. Bom, eu e você também não conseguimos. Essa é a nossa guerra.
Esse é o evangelho que nós anunciamos. É o mesmo que Cristo nos anunciou. João vai em todo o seu evangelho fazer aquilo que ele disse em João 20:30.
Há, porém, muitos sinais que Cristo fez. Nem todos foram relatados neste livro, mas estes foram escritos para que vocês saibam que ele é o Cristo de Deus e crendo nele, tenham vida em vocês mesmos. Deus nos abençoe nessa jornada que eu espero seja muito abençoadora e ele construa em nós novas pessoas.
Porque não é uma série teológica pra gente descobrir entre o Cristo histórico e o Cristo espiritual e o Messias, qual deles é o nosso Jesus. Podemos até passear por esses temas, mas o mais importante é se eu e você estamos mortos para que esse evangelho encarnado em nós nos faça pessoas palpáveis, escrituras palpáveis, que pessoas possam ouvir e ver e tocar e dizer: "Agora eu entendo o que é Deus". Não só porque alguém falou proclamou, mas porque alguém vive de verdade essa nova vida.
Esse é o grande desafio para nós cristãos. É a morte das nossas paixões, do nosso pecado, do nosso próprio ser. Nós vamos participar da ceia de forma simbólica, mais palpável.
Nós vamos celebrar a vitória do cordeiro, aquele que morreu por nós, mas que viveu por nós, que encarnou por nós, que mostrou pra gente como é que se vive, para que nós possamos glorificá-lo e dizer: "Senhor, eu tô aqui para morrer também. cada dia um pouco mais de mim para que eu possa viver o teu evangelho e seja eu também audível, visível e palpável em tudo que eu fizer paraa glória do teu nome e para que esse mundo te conheça. Vamos orar.
Senhor, obrigado por esta manhã. Obrigado pela tua palavra. Somos mensageiros, [Música] Senhor, do teu reino.
É difícil viver essa vida, Senhor. O Senhor viveu aqui, o Senhor sabe. A nossa cabeça, nosso coração apontam para tantas direções.
Para dizer a verdade, eu nem sei se a gente sabe o que de verdade é viver para Deus. Nós diferenciamos a nossa vida da tua. Nós ainda temos muito para morrer.
Tem muito para matar dentro de nós, do nosso velho homem, do nosso velho desejo, das nossas velhas paixões. E assim como o Senhor se manifestou e veio à luz de maneira tão incrível, palpável, innegável, não dá para negar quem foi o Senhor. São centenas e milhares de testemunhas que te viram, ouviram e apalparam, te abraçaram, comeram do pão que o Senhor partiu entre nós.
Não permita, Senhor, que a nossa fé seja só uma teoria que a gente quer usar para lacrar quem é diferente de nós, mas seja uma vida de verdade, justiça, retidão, santidade, misericórdia e graça vivida, encarnada em nós, para que quem nos cerca não ouça só o que a gente diz, mas de forma palpável possa sentir o que que o teu evangelho é capaz de fazer. nos ajuda a sermos mártires, não a termos marketing, Senhor, a sermos mártires que entregaram as suas vidas para que o Senhor brilhe através de nós. Agora, Senhor, nós vamos nos sentar na mesa, comer do pão que representa o teu corpo, beber do cálice que representa o teu sangue, celebrarmos a tua morte para que da mesma forma estejamos contigo crucificados.
Fal, faremos isso em memória de ti, glorificando o teu nome, em nome de Jesus. Amém. Amém.
Faça o seu grupo. Você que tá pela primeira vez, só segue o povo. Não faça um grupo muito grande, quatro, cinco.
A gente sempre diz isso, para você poder conversar com o seu irmão, conhecê-lo e nós vamos participar juntos. Você que trouxe o pão, forme o grupo e já vai distribuindo o pão. Veja se tem algum grupo perto de você que não o tem e reparta o seu pão com ele enquanto a gente adora e louva.
[Música] [Música] [Música] memor. Glória de ti partiremos o pão e do cálice a glória iremos beber, pois por meio da cruz nos tornaste luz, nos compraste da morte para um novo viver. Aleluia!
Te louvo de todo coração. A teus pés deposito meu fardo e meu querer. E na tua presença levanto minhas mãos, pois a teu santo espírito inunda meu [Música] ser.
[Música] Você já tá distribuindo pão para quem quem não tem pão, vá repartindo. você que trouxe, enquanto você conhece, conversa com o seu irmão e verifique se o grupo do lado tá sem pão e reparta com ele. E você que tá no grupo, uma pessoa de cada grupo, por favor, pode vir e pegar o cálice para conta quantos tem aí e venha buscar, tá bom?
Lá atrás também peço que o pessoal do apoio veja se os irmãos que estão lá atrás t pão e se o cálice tá chegando para eles lá. Obrigado. Aleluia.
[Música] de todo coração teus para e tua presença [Música] Se faltar pão, se faltar pão, você reparte o pão, tá? E se faltar cálice, você toma um pouquinho e a tua esposa toma outro pouquinho. Tá bom?
Nós temos uns preparado para bastante gente no domingo de ceia, mas às vezes vem mais do que a gente espera, né? [Música] Se não der, reparte o cálice aí, [Música] irmão. Aqui não teve multiplicação de cálice.
Cada um vai tomar um [Música] pouquinho. Tem mais um pouco ali, ó. Se você tem um grupo do seu lado que tem pouco cálice, fala: "Vamos dar um pouquinho do nosso aí, fica um pouquinho aqui e a gente reparte".
O importante é a gente repartir. Na ceia a gente sempre reparte. [Música] Algum casal pode repartir o seu cálice com quem não tem?
Ó, pessoal tá de mão levantada ali, ó. Rose, tem casais que podem repartir um, eles tomam juntos e a gente dá para quem? Isso.
Obrigado, gente. Obrigado. Quem tá sem cálice ainda?
Agora a gente vai levar para quem tá sem aí. Que bom. Tô gostando disso, irmão.
Tô emocionado com isso. Eu sempre esperei o dia que não desce assim. Mas tem o dia que não vai dar.
É porque o dia que não dá, a gente tem que repartir. É. Ah, que pena.
Vamos ter que repartir essa. Que bom, que bom, que bom, que [Música] bom. O pão também vai repartindo o pão aí.
Que [Música] bom. Vamos orar. Vamos orar.
movimentou bastante. Ficou emocionante a nossa ceia hoje. Quem não tinha cálice já tem alguma coisa?
Já, né? Parece que agora até sobrou alguns aqui. Os casais estão repartindo o cálice.
Se tiver mais alguém que vai ter que repartir com quem você não conhece e você quiser, a gente tem cálice agora. Sobrou um pouquinho. Tá tudo certo?
Então, nós vamos orar. Vou pedir para que uma pessoa em cada grupo ore. Faça uma oração agradecendo a Deus pela comunhão, pela vida e por esse momento da gente poder juntos partirmos o pão.
Uma pessoa em cada grupo ore pelo grupo e nós daqui a pouco vamos orar juntos. direto. [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] Amém.
Continue com seus olhos fechados. Nós vamos orar juntos agora e gostaria que você acompanhasse os nossos irmãos do louvor. vão orar por nós conosco.
E essas palavras são a nossa oração. [Música] Memória de ti, partiremos o pão e do cá agora iremos beber, pois por meio da cruz nos tornaste luz, nos compraste A morte para o novo viver. Aleluia.
Te louvo de todo coração. A teus pés deposito meu fardo e meu querer. E na tua presença levanto minhas mãos, pois o teu santo espírito inunda meu ser.
[Música] Como o trigo do pão deixouse moer e a uva do vinho deixouse esmagar. pelos nossos pecados quiseste morrer e teu sangue por nós uma cruz derrama. Aleluia!
Te louvo de todo coração a teus pés. Deposito meu fardo e meu querer. E na tua presença levanto minhas mãos, pois a tua alegria inunda meu ser.
E na tua presença levanto minhas mãos, pois o teu santo espírito inunda meu ser. Todas as vezes que vocês comerem esse pão, façam isso em memória de mim, porque esse pão é meu corpo que é dado por vocês. Em memória de Cristo, comamos todos do [Música] pão.
E depois de haverem comido pão, Jesus disse: "Esse cálice aqui é o meu sangue que é derramado por vocês. Façam isso também em memória de mim. Em memória dele bebamos todos.
[Música] Obrigado, Jesus pela tua vida que expressou de forma palpável a vida de Deus e pela tua morte que mostrou de forma palpável o tamanho do teu amor e da tua misericórdia. E obrigado pela tua ressurreição que mostrou de forma palpável o tamanho do teu poder. Somos teus, Senhor.
Queremos andar em comunhão contigo o melhor que a gente puder para de forma palpável conseguirmos viver o teu evangelho diante daqueles que não te conhecem. Leva a gente em paz paraos nossos lares, nos traz de volta no próximo domingo para celebrarmos juntos contigo. É a nossa oração em nome de Jesus.
Amém. Amém. Deus te abençoe.
Um domingo maravilhoso a todos. Até domingo que vem.