[Aplausos] Vamos logo lá. E o nosso convidado é ator, é empresário. Ele é referência em estilo de vida, empreendedorismo. Ele transformou a carreira e o carisma dele em marca talento. Chama ele, Dieguinho. Felipe Tito. [Música] [Aplausos] [Aplausos] Muito bem, Felipe? Você tá bem, velho? Como tá? Seja bem-vindo. Deus, obrigado. >> Quantas novelas você já fez, hein? >> Assim na lata. Não tá nem fala que tá saudade, pô. saudade cara grosso, né, velho? Cara seco, pelo amor de Deus. Quantas novelas? Acho que foram 10 novelas entre >> Mas eu tenho saudade de você. Eu tenho. >>
Eu te amo, Diguinho. Você tá mais magro e lindo do que nunca. Tá só para te falar. Parab. E você de Grisalho, tá um Tesão. >> Gostou? >> Adorei. >> Da onde você conhece? De Carapicuíb. >> Vocês saem, vocês saem pela noite. É, >> é. Clube de [ __ ] >> há 4 anos. de surubba. O Felipe é, você é casado, >> muito bem casado com filho, não é um vagabundo igual o Diguinho, não. >> Ô, já fez 10 novelas, hein? Você tem Saudade de fazer novela? >> Eu vou te ser muito sincero, eu pergunto
bastante. Eu tenho saudade, velho, porque eu eu a vida de estúdio é muito é é legal legal. >> É legal a ideia de viver várias vidas numa vida só, né? Então, quando você entra num personagem, você tá ali, entende um um um um novo estilo de vida, uma nova uma nova personalidade, mas o tempo que você gasta ali fazer uma novela é um tempo forte também, né? Então >> é, >> ele exige a preparação da novela um tempo. >> É chato imbastível. A hora que tá filmando é legal, até chegar a filmar já é chato.
>> Exato, né? Então você sabe muito bem como funciona o nosso meio. Tem e tem um codinome, né? A tr derramaturgia tem um codinome que é arte da espera, né? Você espera muito >> Marlomb Brando, se não me engano, se não me engano, na na biografia dele, ele vai comemorar 50 anos de carreira. E aí as perguntas, as pessoas perguntam: "Cara, como foi 50 anos de carreira? Que que você fez?" Ele: "Cara, desses 50 anos, 30 eu esperei, 20 eu trabalhei." Ele conta, porque realmente é isso, é muito tempo de de espera em camarim para
gravar duas, três cenas, às vezes no dia, às vezes não grava. >> E você, e você que é fã do Marlombrano, Já viu ele chupando a pirocona negona? >> Ah, que no Eu vi, eu vi. >> Você já viu essa foto? É verdade isso? >> Você não sabia >> não, >> [ __ ] Até amanhã ele me mandou ver isso aí. É o marron zero. >> Ó, ó, você põe aqui marlom brando black dick. >> Marlombrando manja. Mamamando é o nome dele. Mamambrando. >> Aí você põe aqui. Vocês procuram em casa. Eu não vou mostrar
isso na TV que não pode. >> É o que você procura na internet de madrugada. É verdade. Essa foto dele é muito famosa. Ele fez como ele tava prot era um protesto de ator que ele tava fazendo. Cadê? >> Não é possível, mano. Meu mar brando. >> El tava protestando, viu? >> Era um protesto de ator. Protestregava pros protestos. Não, você que tá em Casa, não pesquise Marlon Brando Black Dick. Não façam isso. É o Marlon Brando. Marl Brand era doidão. >> Protestou, protestou com vontade, né? Era doidão, Marlão BR. Por que ele tava reivindicando?
Eu não faço ideia. Mas que protesto era esse >> também não. Ele tava lá. Tava lá pro >> mami a sua. Você >> não, ele tava lá no meio da da >> Deixa o direito de mamar livremente. >> Ele tava no meio da bagunça. Falou: "Tira uma foto disso". >> Ah, que loucura. A boca do Diguinho encheu que loucura. >> Diga. Vamos falar de outros atores. Diguinho salivou, Diguinho. Que loucura. >> Vamos falar do Felipe Tito, que é um outro ator que faz outros tipos de protesto. Não, isso. Vamos ver. Eu não sou protestante. Você
não protesta muito. É, você faz negócio, você não faz protesta. Vamos ver protesta com o bumbum. >> Vamos ver o o Felipe Tito atuando aí um pouquinho. Vai lá. Felipe tem. Ô, ô, ô, Felipe, você falou que tem saudade de atuar, mas você tá ganhando mais dinheiro hoje que atuando na Globo. >> Na verdade, não tô ganhando muito dinheiro porque eu não tenho nenhum bônus, né? Quem ganha dinheiro é quem não faz nada, espera aquele aquele aquele auxílio. Eu não tenho muito desse, eu tô trabalhando assim, não Ganho muito, né? É, é, na verdade é
um retorno pelo meu trabalho. Verdade. >> Você sabe que e a terminologia, a expressão usada define muito a mentalidade de um povo. Brasileiro costuma falar quanto você tá ganhando. >> Eu não tô ganhando muito, mas eu tô sendo retribuído pelo trabalho que eu existo. >> Como que americano fala? >> Como? >> Quanto dinheiro você faz? >> É, é. Aí sim. >> Como que é isso? Em inglês, Roger. É how how make do money do make? How much money do you make? É sim. >> Quando o americano vai falar de dinheiro, ele fala quanto dinheiro você
make, >> você faz. O brasileiro fala quanto você ganha. Sabe o que significa? Que é um povo que tá sempre esperando. >> É um povo que a hora que você faz, você conquista alguma coisa, eles chegam para Você e fala: "Ué, você me deve alguma coisa? Você fez sucesso, me dá aí, ó." >> Isso é um país onde você tem que pedir desculpa por ter feito mais que o outro. Infelizmente é assim que funciona. Você me deve algo porque você ganhou dinheiro quando você É isso, cara. E aquilo, e aqui calha de ser USB SBT.
E eu uso, eu sempre uso esse termo também quando as pessoas falam: "Pá, e essa empresa sua dá dinheiro?" Eu falou: "Cara, quem dá dinheiro é o Silvio Santos, >> né? Quem dava dinheiro é o Silvio Santos". Eu não dá muito dinheiro, mas se você trabalhar, ela talvez te dê um retorno. >> Ou seja, você não está ganhando, você está fazendo dinheiro. Se você não, >> se você não for atrás e fizer o dinheiro, ninguém vai te dar. Você não tem Bolsa Família, não é verdade? Mas essa é a frase de alguém que vive de
Bolsa Família. E, e, e, e, e você hoje Faz mais dinheiro com a internet do que como ator? muito mais. É que ali tinha um teto, né, Danilo? Você sabe muito bem, obviamente. Você Danilo, eu sempre é a segunda vez que eu venho aqui e toda vez que te trom eu falo isso. Sou muito fã da tua história, sou muito fã do que você construiu de verdade. Eu sei que você é muito, você luta muito para receber elogio. >> Ele fica assim, ah, não sou. E a gente tem que reconhecer. Você realmente um Cara ímpar
no que você fez. Eu acompanho você desde a época de standup de pau. Você sabe muito bem. >> Agradeço. Agradeço. >> E o nosso o nosso meio, tanto é que você transcendeu, viu pra televisão e fez as outras coisas, empreende também, que eu tô ligado, a gente tem um teto lá, né? Então eu olhava aquilo pra situação que eu vivia e via os caras que estavam no ápice do que dava para fazer ali. Então, qual era o ápice? Pô, eu já tava na Novela das ve, que é o ápice de audiência da televisão brasileira ali
em teledramaturgia. Eu era um cotivante, era um antagonista, tinha feito um vilão ali. Então, cara, não tinha muito mais para subir. E ali eram contratos que talvez iam progredir e financeiramente até um X. Então eu lá o quem era o cara que tá ali há 200 anos? Não, o Fagundão. Fagundão tava lá, tinha feito três novelas com Fagundes, já tava lá ganhando o X ali. Eu falei: "Cara, esse Cara que chegou no no pico do negócio ainda não ganha o que eu queria ganhar, porque eu sempre fui, Sabe o que é PP, Danilo? Que que
é pobre prêmi? Pequeno, pinto pequeno? >> Eu também. >> Só pensa em pinto, mas é pobre. Você tem que tirar o pinto da boca, de um pouco. Então, tudo ele é pinto. Tira o pinto da boca. >> É o pobre prêmium. Pobre, que que é o pobre pr >> pobre com bom gosto. É pobre que ele acredita que, entendeu? Era isso. E eu sempre fui um pobre com um gosto premium assim. Então >> eu era o cara, tipo assim, que eu ia pra internet com R$ 300 no bolso, ficava vendo casa de 10 milhão, falava
assim: "Hum, essa aqui não tá tão cara, se parar, eu era esse cara". Era o pobre premium e aí eu olhava aquilo, falava: "Caralho, se para chegar onde eu quero chegar, aqui ainda não é o suficiente, Então vou ter que achar novas cestas para colocar novos ovos". Foi basicamente isso, entendeu? E daí que eu comecei a >> Você ia nas inaugurações de prédio para nossa, eu ia para comer f. >> Diguinho, vou te contar uma parada, mano. Sabe que meu hobby de fim de semana duro, tá? Eu tinha assim cinco conto para botar de gasolina
contado, era marcar visita com corretor em mansão dos bairros. Falou, eu queria dar uma Olhada e tal, não sei o quê. Aí o cara mostrava a casa inteira, eu via a casa, falava [ __ ] e eu eu só profetizando. Fala isso aqui vai ser meio dia. Fiz muito disso. É engraçado isso que o Felipe é a terceira vez, eu acho. Você tá falando de casa nessa entrevista. E eu também sempre fui um pobre prêmio. Eu também sempre fui pobre. Eu sempre morava de aluguel num quarto e sala. E eu sempre que eu andava pelo
bairro para ir pra escola, para ir para os lugar, eu Admirava, falava: "Nossa, pessoa deve est, deve ser tão feliz e aliviada que mora nessa casa bonita e tal". E casa é uma coisa que eu adoro e admiro. Eu adoro olhar casa. >> Eu também. >> Quando eu viajo >> foi de arquitetura sempre muito, né? >> Sim, eu adoro olhar casa. Eu adoro entender o preço de casa, de imóvel. Quando eu viajo, eu falo: "Quanto será que custa morar aqui?" >> Vamos pesquisar. Eu vou paraos Estados Unidos, paraa Itália, para qualquer lugar. Quanto que é?
Ah, pô, ó, se eu quisesse vender tudo e vir para cá, pô, eu sempre adorei casa. >> Adoro seu lado curioso. >> Cala a boca aí. E e você não fui, isso, cara. Sempre fui isso também. >> É porque você morava de aluguel, será? E e nós somos da geração que o grande sonho era a casa própria. Porque >> agora tem agora tem os gurus na internet Que vão cantar queó não compra seu imóvel, bota dinheiro. E aí outro dia viralizou um corte meu que fui num podcast, falou: "O que que você acha disso?" Eu
falo, eu acho uma [ __ ] de uma besteira. Mano, eu eu era pobre, meu irmão. A primeira coisa que eu fiz quando eu ganhei dinheiro é comprar minha casa. Tipo, é minha casa. Se eu vou eu vou ter essa, eu dei o cheque ali, falei: "A minha casa, vou ter >> todo esses guru de internet que fala Para não comprar casa para alugar, >> tem 600 imóveis, né?" É lógico. Ele mesmo tem casa própria e aluga um monte. É por isso que ele fala: "Não compre casa, alugue, porque ele aluga a casa. Ele tem
o imóvel dele >> e aluga a casa para tonto igual você". >> É isso, >> né? Deixa eu te ensinar a receita aqui. >> É porque eu eu acho que você também passou por isso. Quando eu era moleque, Criança, adolescente, eu sempre via meu pai e minha mãe preocupado se o dinheiro do mês ia dar, porque a o aluguel talvez era a maior parcela das despesas mensais. E se a casa e se eu morasse, meu pai tivesse a casa própria, já daria um grande alívio para em vez de pagar o aluguel, poupar aquele dinheiro e
fazer outras coisas. Então a gente cresceu, entendendo >> uma ideia de que o aluguel sempre foi um problema. Ah, tá. >> Não, toda vez que a gente queria fazer uma coisa mais em casa, ah, mãe, queria fazer tal, não sei o qu, minha mãe que fortaleceu. Minha mãe foi braba assim, né? >> E ah, mãe, fazer, ai filho, olha pelo amor de Deus, hein? Você falou que até dois dias você vou tirar do aluguel. Era, lembro exatamente isso, ó. Tô tirando do do aluguel, tô tirando. E aí eu falei: "Cara, essa parada eu não vou
dar não, esse cheque botei minha casa." >> Total, total. Sua mãe falava quando você estava tomando banho, eu não sou sócia da light, hein? >> Ah, velho, isso aí é um texto padrão. Logo não sou, na época era light. É. Ô, >> ô, Felipe, e hoje, mas você é da, talvez você foi a primeira geração que realmente levou a internet ver pobres conversando. >> Acho que você é da primeira geração que entendeu que tem de quemar dinheiro na internet sério. Não de não de vou fazer Dancinhas aqui para ganhar de cência, não vou ganhar dinheiro
com internet. Não tem curso para isso. Como é que você aprendeu que ganharia mais dinheiro com internet do que como ator? Eu acho que eu não tive esse momento de falar, cara, eu aprendi, eu fui tipo na raça, eu fui indo assim, >> é, foi, foi acontecendo, Danilo, tipo, eu tava assim, ó, uma história breve, né? Eh, o inter a internet tava tava nascendo, né? O Instagram tava nascendo, Eu tava voltando de Los Angeles, tinha morado lá dois anos, eh, fui fazer um curso de de acting, trabalhando como garçom, como pizzaiolo, ganhei uma bolsa lá,
eu falei: "Ah, preciso me virar, preciso aprender a língua". Eu fiquei dois anos, voltei. Aí quando eu voltei para cá, onde Instagram nascendo, eu já com um monte de referência da gringa, tava dois anos lá seguindo um monte de ator da NBA, ator da de Hollywood, atleta NBA, atleta de de NFL, como Seguindo uma galera ali. E eu vi que esses caras começaram a fazer uma movimentação de ganhar coisas na internet. >> Hum. >> Eu falei: "Que loucura." Os caras ganhando um monte de coisa. E eu com personagens, eh, quando eu voltei pro Brasil, até
então só fazia personagem cômico, né? Que eu era magrelinho, o cabelão, talentão. Então, não tinha o perfil de que ia comer ninguém na vida. Então, eles, eu só fazia os personagens cômico, era acontecia. Aí quando eu voltei, voltei maior, cabelo menorzinho, tal, me mudaram para galã. Ah, vai começar a pegar um pessoal na novela. E aí comecei >> dá mais dinheiro ser galã, >> muito mais, né? Você sabe muito bem disso. Hoje a comédia, a comédia dá dinheiro por conta da internet hoje, porque no analógico, o cara que era o cômico da novela, ele não
fazia festa de 15 anos, campanha de marca de roupa, quem ganha dinheiro é galã e vilão. >> Então isso eu não sei sobre comédia porque eu sempre ganhei dinheiro sendo galã, né? >> Ah, imagina. Tá evoluindo para galão. Ó o seu tamanho. >> Cala a boca aí, ô leitão. E aí >> respeita, pô. >> Aí você falou: "Opa, aqui tem coisa. Tô na Globo, popular". Falei aí, pô, tô Fazendo os personagens ali. Cada cena sem camisa, cena de amor que eu fazia ali, eu ganhava 150, 200. miles, porque os blogueiros de fofoca tudo me repostava,
ah, Boy Magia da novela parar e o algoritmo entregava muita audiência também. Seria. Você já pensou em fazer um curso como ser boy magia? Eu me expô, vender. Arrasta para cima aí, galera. Tem um curso online, um ebook meu aí de ser boy magia. >> Boy magia. momento. E aí, cara, ganhando Seguidores, um dia eu acordei, tinha 1 milhão e meio de seguidores. Eu falei: "Caralho, muita gente, né? 1 milhão e meio de pessoas". E eu via os caras na gringa com tipo: "O Brasil é reviews da plataforma para [ __ ] né? Então, tipo,
ah, o Brasil absolveu muito rápido o Instagram." Então, >> passou os caras que você seguia na gringa, >> muitos caras, tipo, atletas, atores lá, que eu falei, [ __ ] tenho mais Seguidor que esse cara e o cara tá ganhando um monte de coisa. Aí eu fiz uma estratégia ali >> que parece que foi no no susto, mas ela foi. Eu me me arrependo muito de não ter documentado isso para não porque hoje parece que foi uma parada de sorte, tal, mas eu realmente fiz uma estratégia. Falei: "Pode dar uma merda, mas se der bom,
vai dar bom". E aí? É, mas você foi inteligente para diversificar, >> para não, eu não sou só o cara disso, Você se você diversifica bastante hoje. Seus negócios são imóveis, que mais >> a gente tem tudo. A gente tem uma rede de hotéis que é o Cabana Home, que é um conceito glamping, assim, a gente tem algumas unidades, né, em alguns lugares diferentes. A gente tem o original ginger, que é hoje, >> eu bebi uma vez, nós fizemos um evento juntos e você me levou o seu refrigerante de Tem aí. Cadê? Eu gostei dele.
Traz aqui para mim. Cadê ele? É, é Refrigerante, é o ginger, não é isso. Esse aqui não tem no Brasil. Só você tem que ir paraos Estados Unidos para beber ginger. >> Agora tem no Brasil. Daqui Melissa. Obrigado, Melissa. Agora sai daqui, senão eu vou te trancar no banheiro. Mel, olha só aqui, ó. Muito obrigado pelo pelo bilhete, hein. Ó quanta. O que que é isso aqui? >> Isso aí é uma caneca térmica para você. >> Muito bem. Esse aqui é o é o Refrigerante. >> Tem o zero. Tem o normal. O zero é o
azulzinho. Normal. Esse >> eu imagino que o Roger não vai querer experimentar. Por quê? >> Porque o Roger não é muito de Ó, qual que é esse? O normal é tipo Gingeril. Isso aí >> é literalmente um dinger Roger. >> Pô, pô, legal. >> Então, Roger, eu lembro que eu uma vez eu fui paraos Estados Unidos, ele falou: "Se eu encontrasse lá para trazer". Tá aqui, Roger. >> Ô, falou. Obrigado. >> Ó, alguém leva lá pro Roger lá pro traj de bebê lá. >> Tá gelado isso aí? >> Tá. >> A gente deixou na geladeira.
>> Tá, tá, tá geladinho. Eu vou beber, viu? Que eu gostei, viu? >> Me dá um, irmão. >> Não, porque você não pode, tá? Dá o zero Prog. >> Que o que eu pedi para você era também Rot Bear. Felipe, fica fica a dica aí. >> Qual o nome? >> O o que que é R? Mas o que que é o Rot Beer? É uma raiz lá, né? É, é várias raízes. É, mas era aquele quando nos filmes de cowboy falava salsa parrilha, >> salsa parilha. >> Mas é alcoólico, Roger. >> Não, não é alcoólico,
não. É um refrigerante. >> Chama, chama cerveja, né? >> Qualquer lugar lá daquelas máquinas. Tem Pepsi, Sprite, Root Beer. >> Ah, já vi be >> já viu que é cinza com um barrilzinho vermelho. >> Ah, é isso que ele tá falando. >> E é bom, eu gosto. Ó, gordão, >> se o Tito quiser lançar, >> [ __ ] velho. >> Tem luz aqui. Eu não sinceramente, Sinceramente, velho. >> Diguinho do céu, velho. Sinceramente, >> mas tem uma luz aqui. Não deu luz. Você botou a mão no 180 graverso do lugar. Como não é possível? Tem
uma luz aqui, parece até que é um OVN que tá descendo e cegou o cara, velho. E >> por que que você quis fazer um um refrigerante de gengibre? >> Ué, velho, assim, eu morei lá, né, na gringa e todas as temporadas de gelo que eu faço, tipo, hoje o snowboard talvez Seja meu esporte mais praticado, eu tomo isso descaralhadamente assim. E aí eu procurei no Brasil não tinha nada e eu estava sendo assediado por várias marcas de bebida, gin, vodi e eu nunca provei bebida alcoólica. Eu falei: "Cara, não vou lançar uma bebida alcoólica
que eu não vou poder divulgar e a hipocrisia infinita. Eu fazer um negócio desse". Eu falei: "Cara, aí tive a ideia de fazer um aí fui procurar no mercado, vi que não tinha ninguém fazendo com força de Branding mesmo, tipo investindo nisso." Falei: "Ah, vou fazer". E aí >> andou. Agora a gente tá num projeto de expansão dos pontos de venda e tá acontecendo. >> E onde tá onde a gente encontra? >> Eu posso falar os nomes do dos mercados é ruim, né? Mas tem, a gente tem o o site, dá se der para colocar
aqui no no na tela, mas é >> qual que é qual que é o site? >> www.originaldgingerail.com. É isso, né, gente? P br também, >> só com acho que é pcom, mas tá aqui embaixo na tela, a produção vai fazer. E tem nos mercados aí, tem uma um monte de mercado, a gente acabou de fechar com uma rede bem grande assim, bem relevante. Se bobear, acho que >> qualquer pode falar ainda não. >> Não, ainda não. >> Ainda não, né? Mas tá acontecendo. Tá acontecendo. É uma rede bem grande. É maior que o Diguinho. >>
É do tamanho do Diguinho. >> Nossa, é enorme então, hein? Porque ele é muito gordo mesmo depois da variado. >> Você tá, você tá ligado que você não tá gordo. Isso aí é tipo é é saudosismo da parte do Danilo. Diz meu coração que é gordo para caber essa plateia aqui grande. Muito obrigado. >> Essa daí, essa é uma das maiores trapaças dos apresentadores brasileiros. Puxou muito. >> Qualquer coisa fala é a plateia do Brasil, é a plateia fraude. Qualquer coisa. Essa aqui é a plateia mais cheirada do Brasil. [Aplausos] >> Muito bom. A plateia,
eu amo essa plateia que dá o cu noite. Você fala qualquer coisa que você falar levando o tom de voz no final, eles aplaudem, cara. Você não vai ao ar certeza. Não é possível. >> Vai pro ar, vai pro ar. >> Tá bom, vamos embora. Ô, vem cá. Você na na Shark Tank, eu acompanhava. >> Que maravilha. Isso é bom, não é, Diguinho? >> Bem bom. >> Gostou mesmo? De verdade? >> De verdade. >> Vou mandar a caixa pr você. >> Isso aqui eu vou cortar o Diguinho elogiando porque aí queima o filme do seu
produto. >> De gosto duvidoso. Não, não, não. Diguinho tem bom gosto. Para com isso. Você vai, você não discute com gordo de comida, de nada. Se gordo elogia porque é bom. Aí você tem que lembrar. Os cara tem, os cara tem, não que você seja gordo, Diguinho, não é isso que eu tô dizendo, mas o ex gordo. >> Eu tô quase com o peso dele. Tô a 9 kg. >> Quantos, quanto você pesa, Diguinho? >> 99. >> Você tem o meu peso, cara. >> É, mas eu tenho 1,92 m. >> Quanto você méd, Diguinho? >>
1,80. >> É, então eu tenho. Ô, >> ô, Felipe, eu via lá no Shark Tank ia um monte de negócio. Eu ficava imaginando a dificuldade que é fechar negócio no Brasil, né? Porque aqui você tem >> Não, fechar negócio no Brasil é muito fácil, difícil é manter ele aqui, né? Abrir e fechar é muito fácil. O problema é manter, né? >> Como é que você você eu via que você fechava ali, você fechava umas parcerias com ia apresentar. Algumas foram pra frente. >> Algumas foram pra frente, tiveram alguns cases que foram legais assim, mas >>
como é que eu vou falar isso aqui? Assim, mas é que muita coisa, muita é muito burocrático o processo, né? Tipo, parece que a gente chega lá, bota o dinheiro na empresa e ela vai acontecer, mas não é. A gente tem toda a parte Tributária por trás, tem um processo de do diligência gigantesco que você tem que fazer para ver se o cara tem algum retroativo, um trabalhista, uma dívida. >> E é isso aí, meu irmão. Inflama. >> Quem tem negócio no Brasil vai entender o que nós estamos falando aqui. Parece que você tá cometendo
um crime. >> É, >> todo mês você descobre que tem alguma regrinha nova que inventaram agora que você não cumpriu e aí aumenta o imposto E aumenta o negócio. Parece que você só quer fazer um negócio ger você tá fazendo mal. Porque se você pensar, falar assim, cara, uma sociedade baseada no assistencialismo, que é o que a gente vive, >> não tá procurando emprego, né? Ah, os que estão procurando emprego, tá tudo bem e aí? Então, tá, então se estão procurando emprego, então eu vou gerar emprego. E aí você pensa, bom, ô estado, tô aqui,
tô gerando emprego, tô suprindo Necessidade para que tenham menos pessoas desempregadas, eu não quero nem bonificação, só não me [ __ ] pelo amor de Deus, essa é a parada, só esse não ajuda, tá tudo bem atrapalío, eu só não quero que você interrompa. Mas eles vêm e atrapalham e levam tudo, cara. É horrível. >> E com refrigerante, Danilo, foi uma parada porque assim, a gente tem a holding, hoje são 11 negócios que a gente tem dentro da do guarda-chuva. Falei: "Ah, já sei fazer algumas coisas, já fiz alguns dias grandes, já vendi empresa, já
fiz, beleza, eu sei fazer, vou abrir e vai ser". Irmão, hora que virou a página dois, eu falei: "Cara, que que eu tô fazendo? Eu não faço ideia como funciona." Que aí entendi que se eu envazasse em Curitiba e passasse pro Floripa, abaixava 2%, mas se fosse direto para não sei onde era mais 8%. Eu falei que eu tenho que ser um malabarista para empreender no segmento Assim. Então e aí cara hoje mais importante do que meu produto, minha invase e meu estoque é minha parte tributária, senão não paro de pé de jeito. >> Cara,
se se o Brasil não fizer uma reforma tributária urgente, isso aqui vai parar. >> Já isso aqui já parou, velho. É merda. É >> é bom. Vamos ver aí o o Felipe Tito no no Shark Tank. Ô Felipe, foi você que esse último esse Último pit que passou, inclusive queria pedir juntamente com a platea de palmas, é o Gabriel Farrel, faleceu faz um mês num acidente de para-quedas, ele era o fundador do bordeline. Tipo, >> esse essa esse foi um é muito triste, cara. Um moleque jovem de um dos melhores corações que eu já conheci
na minha vida. Os cara nunca falou, sabe? Aquele cara que nunca vai sentar para falar mal de ninguém assim, o papo do cara era sobre coisas, ele nunca falava De gente, assim, era um cara muito do bem e a energia lá em cima, 10.000 vezes mais hiperativo que eu. E a gente entrou no eu e o Semenzato entramos no bord lenha, tinham duas lojas, acho que fechando a segunda e a gente saiu da operação porque eu tava entrando numa outra coisa que ia dar conflito de interesse. Entregamos com acho que 53 lojas. Então realmente foi
um case que funcionou. Ele tava super empenhado em fazer acontecer e sofreu um acidente, Acho que faz um mês >> de para-queda no Rio de Janeiro e deu uma merda. É, >> mas você deu uma bolada para uma senhora só porque ela lembrava sua mãe. Foi no Shark Tank. >> Foi, foi no Shark Tank, mas não é, não é só porque ela lembrava minha mãe, ela ela lembrava minha mãe. A história dela lembrava a história da minha mãe. E aí ela começou a contar e eu sou o coração de sopa, né? Começou a falar já
dois Segundos já começa a lacrimejar. Eu falei: "Puta merda, velho." Começou a falar, eu já olhei para todo mundo e os cara lá parecendo uns tijolo na armadura. Falei: "Por que que só eu que fico derretido?" Acho que o ex-pobre sofre mais, né? essa coisa de seidar ali. Eu falei: >> "Puta merda, que que eu vou falar?" Ela: "E que que você acha?" Eu falei: "Não acho mais nada, já leva, manda o Pix aqui." Vai fazer >> ela vendia a tapioca. >> Ó, aí deu certo, deu uma boa, >> deu certo. E aí eu só
falei, cara, a gente só tem um adendo que é o seguinte: a operação vai parar de pé, a gente vai conseguir e eh abrir mais lojas, vamos fazer uma coisa meio num contêiner assim, a gente faz pequenininho e tal e tudo mais, vamos conseguir franquear. Mas eh eu só quero sugerir um rebranding, porque esse logo era um indiozinho desenhado assim meio pain Meio paint brush assim, sabe? Falei: "Cara, esse logo é muito ruim, a gente tem que Aí ela, aí ela veio e falou assim: "Então é que esse logo, Tito, meu pai faleceu faz uns
três meses, foi o último desenho que ele fez." >> Ah, >> aí eu fiz assim, olha, não é ruim também você pensar, não é que é ruim você você mexer e tal, a gente pode manter o índio, né? Mas você só pôr uma pena mais ele faz aí f >> Mas reformou, conseguiu reformar o logo? >> Ah, mexeu em tudo lá e enfim. Mas o pós é aí entra de novo. O pós é muito problema. O que a gente o que a gente faz no palco lá do do Shark Tank é uma intenção de compra.
Então você você fez o seu pit, não dá para conhecer sua empresa em 10 minutos. Então você >> você monta, você mostra todos os ativos e números. Aí eu pego tudo que você me apresentou no palco e a gente faz uma rodada de do diligência ali entendendos. Entendam? De fato, esse é oíd verdadeiro, esse é o que fatura, isso aqui é o não sei o quê, não é? Vê os balanços, vê não sei o quê. Se os números não batem com que foi falado no palco, a gente pode pular fora, entendeu? >> Sim, claro. >>
Então, aí acontece muito. >> Sabe sabe que esse negócio de às vezes você ter empatia porque a pessoa lembra alguém, você faz negócio com ela, cara, Eu lembro que eu contratei o Diguinho porque ele lembra muito uma pessoa que eu gostava que era a tia da cantina da escola. Você é a cara da tia da cantina lá, viu, Diguinho? Da escola. Ah, que que é isso, velho? Por que que você não tá ali no seu lugar? Por que que você não tá ali no seu lugar? >> Nunca mais me chame de merendeira. >> Que que
é isso? Respeito que que é isso? >> Tá. Eh, primeiro eu quero dizer que é uma satisfação tá aqui >> de novo. >> Quantas pessoas eu já não vi que você absorveu o negócio e eu quero que você me absorva também. Lá ele pro Max, hein, Diguinho, pelo amor de Deus, hein? >> Quero ser também um exemplo para essa plateia pobre, desgraçada que vem aqui. Só deixa >> só para comer lanche. >> Desculpa aí, >> boca que o momento é meu. >> Deixa eu só te interromper que você quer que ele te absorva. Ele não
é papel toalha para absorver gordura. >> E ele também não é papel higiênico para absorver você. Uma >> vai logo aí. Vai logo aí. >> Bom, >> o cara não se decide. Ele fala bem da plateia e a gente chama band de pobre. Não, senhor, porque essa plateia mora no meu coração. Muito obrigado. Só que é um coração com ponte de safena, colesterol, não é no lugar bom que eles estão. É isso. Eu tô brincando, Diguinho, pelo amor de Deus. >> Tá brincando. Não é verdade? >> Não. Bom, vamos. Vou começar aqui, >> tá bom?
>> Primeiro essa informação. Espero que você goste. Queria tanto tocar em você. Três de cada brasileiros já possuem ou estão criando seu próprio negócio. Isso É claro para todo mundo. Trocando aqui. Brasileiro não tem educação financeira. É um fato. >> Você e esse estúpido estavam falando isso agora a pouco. Estado não incentiva um pequeno empresário. As pessoas são burra. Curso online são fracos. Falta uma educação mais personalizada para cada empreendedor. E é isso que eu quero trazer aqui. Você já tá esticando esse sorriso. >> Eu quero saber. Já tô empolgado com o negócio aqui que
eu >> é assim que eu gosto. Como encarar o desafio de empreender no Brasil? >> Por que que eu tô de sunga no bagulho? Que que tem a ver uma coisa com a outra? >> Essa é uma das fotos que eu tenho salvo na minha galeria do celular chamada Rola. Vem aí o método que vai revolucionar o ensino empreendedor. Agora eu vou apertar. Sobe a trilha, sobe a trilha, sobe a trilha. Opa, o método de ensino Felipe Tourando. [Aplausos] Ai, velho, >> que loucura. Que loucura. Vou explicar para você o Felipão. O nosso negócio cresce
quando você abre o seu. O método Felipe teorando. Ensino personalizado e presencial. Você só paga depois de abrir o seu Negócio e o Felipe aplicar seu toque pessoal nele. Garantimos a satisfação completa. Abdômen trincado. >> Felipe teorando do jeito que você preferir. Método mentoria online. Produto Felipe te tourando em casa. Horas mentoradas 2 horas. Intensivo. Felipe titorando noite toda. Horas mentoradas 8 horas. >> Não é possível. >> Grupo de quatro alunos. Felipe titorando De quatro. Ai é o meu preferido. Horas mentoradas 10 horas. >> Ai não aguento isso nunca. Dig >> e o ilimitado. Felipe
te torando até cansar. O mês inteiro plano mensal ou o ano inteiro plano anal? É normal. Desculpa. >> Ai, que loucura. Quanto custa e que você tá oferecendo? >> A questão é: e aí vamos colocar o Felipe Te tourando na rua? >> Hã? >> E qual é a proposta, Diginho? >> Você quer que eu fale? >> Primeiro eu quero te fazer uma massagem. >> Não, mas pera aí, velho. Você falou que era uma proposta de negócio. >> Ah, eu quero R$ 300.000. R$ 1.000. >> Quanto? >> 300.000. >> Por quanto por cento? >> 30%. >>
Tá. Mas baseado no que é esse número? Da onde você tirou R$ 300.000? >> Baseado que o Brasil é um país da sacanagem. Ele >> é bom na argumentação, sabe? Não dá para discutir. >> Pais da sacanagem, o país da baixaria, o pai de gente burra. >> Eu acho que você devia cair fora o Diguinho. >> Porque a burrice ela já vem navegando Com a estupidez. >> Concordo. >> Isso tem um que de estupidez. Não tem que não tem um abecediro. É. >> E >> e você acha que ia performar? >> Ah, eu acho que
sim. Bom, >> eu sou experiente nisso aí. >> E a gente podia fazer uma mentoria na praia que é Felipe litorando, que é no litoral, entendeu? Faç faz sentido também, né? >> Plano verão. Flip Summer litorando por horas. O Felipe não quer isso. Ele, ele tá sendo educado, ele não quer isso. >> Só um segundo, você tá fora. Eu eu tive a coragem de apresentar. de sócio nosso. >> Não, eu não quero. Eu não quero nada que o Diguinho tá no meio. Eu quero. >> A gente pode terminar essa conversa no camarim. >> Diguinha está
me seduzindo. Você tá conseguindo. Cuidado, hein? >> Obrigado. >> Não mexe com coisa que você não vai conseguir aguentar. >> Eu posso ficar te tourando por hora. Se você >> Obrigado pela oportunidade, irmão. Obrigado, queridos. Ô, ô, Felipe, você da palestra ensinando, você nas suas palestras ensina coisas que você aprendeu sozinho? Sim, a maioria delas, né? >> Quantas, ô idiota? Não é por aí que sai, velho. Ô, sinceramente, velho. >> Cara, apresenta o programa há 12 anos. Quantos anos tem o Não costuma entrar por ali esse idiota? Ele só entra ali, ó. >> Você entra
por trás, né? >> Nem de Quantas palestras você já apresentou? Tem ideia? >> Ah, não faço ideia. Faz um, a gente tá em 2020, quase se deve fazer uns 12 anos, né, que eu faço 12, 13 anos que eu faço palestra. E aí nos últimos cinco Acelerou muito, muito assim. Então a gente chegou a fazer 35 no mês assim, fazer três no dia, pula um dia, faz duas no outro dia. A gente chegou a fazer é muito. >> Então e aí rodei tudo que você imaginasse. Assim é difícil algum lugar que eu não conheço no
Brasil, que eu não conheço minimamente ou aeroporto ou o hangar, o hotel e a casa de evento, que é o que dá para conhecer, né? Mesma coisa. Aeroporto, hotel, hotel, vai pro Restaurante e vai embora. >> Exatamente. É isso que eu conheço do Brasil inteiro. Entendeu? >> Você chegou, você fez faculdade de administração, leu livros ou foi tudo na prática? Não, eu pareço na sétima série, Danilo, porque eu eu fui um aluno, na verdade, assim, hoje, né, a gente tem o diagnóstico do TDH, da hiperatividade e tudo mais, mas na época existia existiam dois diagnósticos,
criança boa e criança do demônio. Eu era do demônio assim, ah, Criança encapetada. É, é. Então, não consegui me acostumar muito bem com o sistema educacional convencional, não por motivos específicos, mas a hiperatividade me era bem problemática assim. Então eu sempre tive muito que, eu sempre gaguejava porque minha cabeça pensava muito rápido e e minha língua não acompanhava o raciocínio. Então fiz fono por muito tempo para conseguir dar uma diminuída. E aí as coisas que eu tinha gosto, eu tinha um hiperfoco para Então história e português sempre gostei muito, muito, mas as outras coisas aconteciam
quando eu via, eu tava pendurado no ventilador, cortando o cabelo de gente na sa [ __ ] Eu fui expulso no Monte de escola e na sétima série eu falei: "Cara, não deu para mim mais assim". Aí eu fui, eu, aí quando eu digo que eu parei de estudar, eu quero deixar isso muito claro, porque par escola, >> eu parei, não confundam um estudo com Escolaridade, eu parei com a escola, mas eu nunca parei de estudar estudo até hoje, as línguas que eu falo, as coisas que eu aprendi, as coisas de gestão, todas que eu
falo, tudo na linha autodidata. Mas porque a gente tem muito acesso à informação hoje, né? >> Você fala, você fala inglês, fala outras línguas, >> fal inglês, espanhão é português hoje, né? >> Legal, legal. Você é, >> eu falo inglês, aprendi em filmes, sabia? >> Você fala inglês? >> É, oh my god. Ah. Ah, não. Sai fora. [ __ ] Sinceramente, cara, sabe o que é [ __ ] Um gordo desse, >> um gordo desse dessa idade com filha, sua filha tá assistindo. Você é um depravado que tá tá cada dia mais depravado. >> Você
tá quantos anos, diguinho? Oh, man. Ah, >> ô ô ô ô ô, Tito, você já quebrou algum negócio? Chegou a quebrar alguma vez? >> Quebrei quebrei. Foram sete negócios sequenciais. >> Que que qual que foi seu? >> Cara, tive um restaurante mexicano, quebrou. Eu tive uma loja de roupa, quebrou, tive uma barraca de fruta, uma banca de fruta, sucos naturais, quebrou, eu tive tive vários negócios, um atrás do outro e todos foram quebrando. Mas acho que botaram isso na pauta Justamente pelo insight da coisa ter dado certo no oitavo negócio, porque cada um deles quebrou
por um motivo específico. Então, vamos lá. Meu meu primeiro negócio quebrou por má administração de estoque, bum. E aí o segundo quebrou por má administração de time. >> Essa foi sua faculdade. >> E aí eu fui me blindando de não cometer novamente os erros. Eu falei, vou errar, mas vou errar novo. E aí, pô, chegou um Momento que eu tinha quase um 360 de blindagem de coisas que eu tinha cometido. E aí no oitavo o negócio deu certo. >> Essa foi sua faculdade, né? >> Foi, foi erro, foi cabeçada. Minha faculdade cabeçada do povo. Fo
em vez de fazer 4 anos de faculdade, você pegou o dinheiro da faculdade e fez 4 anos de negócios, entendeu tudo. E qual foi o oitavo que deu certo? a minha agência, agência >> que hoje virou a holding, que inclusive tem meus sócios estão aí na plateia, na parte de performance eles trabalham mais do que eu. Inclusive a ideia é justamente essa. >> Como chama agência? >> Eu sou titânium. >> Titânium. >> É, eu sou um, parando para pensar, né? Eu sou um semianalfabeto funcional, mas eu sou um bom gestor de pessoas, assim, eu consigo
dizer isso claramente, porque Todos eles sabem muito mais do que eu, eh, nas áreas que eles operam, entendeu? Então eu sou um cara de conhecimento limitado e nas zonas de deficitárias eu contratei e fiz negócio com pessoas que sabem muito mais do que eu. >> Como funcionou? >> Mas esses quebrou, quebrou, mas ficou devendo, ficou ou só quebrou? >> Serasa Roger. Serasa infinito. Fiquei devendo, mas paguei. Hoje, graças a Deus, não devo absolutamente nada para Ninguém, né? Só graças a Deus, mas já tive o nome sujo tanto no Serasa quanto na praça. Fiz um negócio
com a Jota bom, aquele que só bate, mas não mata, sabe? Ajota bom. F assim, esse aqui é do bom, ele só bate, mas ele não mata. apanhar >> o qu >> chegou a apanhar. Se vale contar isso aqui. Não mexe com essas coisas, hein, gente. Hoje é factory, o nome não é, mas tem de tudo, velho. Aí foi acontecendo. Só que nesse Meio tempo a internet entrou no caminho, entendeu? Por isso que também quando a gente fala de quebrei sete vezes, muita gente vai assistir, fala: "Caralho, eu sou um merda, quebrei uma e acabei
de voltar pro CLT. Não mede o seu sucesso com a minha régua, porque eu tive a licença poética financeira da internet me bancando por trás. Eu comecei a fazer publicidade ali, festa de 15 anos e isso me dava grana para tentar de novo. Tentar de novo, tentar na Globo, teve Papéis na Globo, né? Cada um tem sua história. Mas como que quando você fala minha agência, a agência é um termo muito amplo, o que como funciona a sua agência? O que que ela agencia de fato? >> Vamos lá. A gente nasce sendo uma agência de
gerenciamento artístico. Eu cuidava da carreira de outras pessoas >> junto da mim. Então >> isso vou te vou resumir para você. >> Gerenciava o artista para eventos. >> Exato. Eu fazia uma, eu tava no ar numa Novela em 2013. Era Amor à vida o nome dessa novela. E cara, eu sempre gostei do do game corporativo, de ir nas reuniões, assim, mas você sabe muito bem como funciona o nosso meio. Eh, os artistas pouco se envolvem, eles recebem o briefing ali e vai e entrega o que tem que fazer. E os empresários que vão nas reuniões,
na parte do lobby, do cafezinho, da mão e tal. E eu sempre gostei dessa história. E cara, eu fui criando uma teia de conexões porque eu Tava em todas as reuniões e aí conhece o head de marketing da empresa tal, co da empresa tal e um telefone e foto pra filha e vídeo. Isso foi criando um uma rede de conexões e tal. E aí, vou te dar um exemplo, fui contratado por uma montadora de carros. Ah, Tito, contrato de se meses. Aí passa um mês, me liga outra montadora concorrente 10. Falou: "Tito, tô lançando uma
caminhonete, cara. Sua cara queria fazer, [ __ ] acabei de assinar com a outra, cara, vai Dar conflito de interesse, mas eu tô fazendo uma novela aqui e tem um ator que tá comigo que é muito perfil está procurando e comecei a indicar pessoas para trabalho. Só que essas indicações eram trabalhos de 2, 4 milhões, campanha de um ano e tal, e nego não ligava para falar obrigado, entendeu?" Eu falei: "Opá, tô fazendo de graça." >> É, tô fazendo de graça. E de trouxa só tem a cara e o jeito de andar, né? Pera aí.
>> Aí liguei pro meu empresário da época, falei: "Velho, quanto custa o escritório hoje? Aí, quanto valeria? Qual o valation disso hoje?" Ele falou: "X". Eu falei: "Então eu quero comprar 51%". Aí eu entrei de sócio dele no escritório e comecei a gerenciar a carreira dessa galera. >> E na métrica do nosso mercado funciona 80% por artista, 20% por empresário. Então, de um trabalho de 1 milhão eu enfiava 200 pão no bolso. Então, falei: "Pô, faz sentido". Comecei a gerenciar muita gente no elenco, aí trouxe atletas, músicos e a gente começou a cuidar de um
monte de gente. Só que eu vivia na sazonalidade financeira dessas campanhas. Então não tinha e assim, não existia uma recorrência. Tinha meses que eu vendia 30 campanhas e tinha meses que duas. Então eu tinha que ter uma organização financeira muito muito estável, sabe? A gente me migrou, virou a chave. Eu trouxe mais três sócios Estratégicos que estão ali na plateia, inclusive, que migramos para cuidar de CNPJ, não só CPF. E aí eu comecei a ter contratos mais sólidos, mais longevos com empresas. E aí eu tinha essa recorrência e eu tinha como me organizar financeiramente porque
eu sabia que aqui tinha um ano garantido entrando X por mês. Mês aí >> deixa fal falar. Tanto eu quanto o Danilo temos uma certa, né, refração aí do mercado. Então se você quiser vender A gente aí. >> Mas ô Roger, o que que você acha que justifica a refração do mercado? >> O quê? >> Por que que você acha que o mercado tem essa ressalva com vocês? Ah, porque a gente é de direita, não sei, talvez isso, >> pode ser. Ou a gente é polêmico, né? Nem >> eu tive. Ô Roger, você acha que
vai, pode falar abertamente de esquerda e direita e aí [ __ ] Eu não tô falando De posicionamento, eu te falando a minha posição em relação ao mercado, como ele funciona. >> Quem te contrata, Roger, predominantemente é a esquerda, porque é a galera de publicidade, a galera que tá ligo de vibes na agência da Vila Madalena, que tem agência de publicidade, mas quem assina teu cheque é o cara de direito, que é o dono da empresa. Então, por isso que eu falo muito e sempre falei claramente, não faz Sentido você posicionar a partir da premissa
que o voto é secreto. Eu não tenho que falar absolutamente mais nada para ninguém de quem eu voto. Eu tô fazendo a minha garantia no meu pé de meio, porque político nenhum, independente de esquerda, direita, tá olhando para você. Se ou você faz teu correo ou você vai se [ __ ] Essa é a grande verdade. Então eu não vou dar palco para maluco de jeito nenhum. O que eu faço é manter a minha cabeça aqui, Correr pelo certo, mas eu acho que você tá certo quando diz que o mercado tem uma ressalva X, mas
existe um grande nicho, ô ô Roger, que precisa de gente com o teu posicionamento e tem marcas específicas querendo comunicar com gente com a tua posicionamento. Então é só >> mandar o cartãozinho para nós aqui que a gente vai vender você com maior prazer. >> Falou >> boa. >> Agora é hora que a plateia bate palma, Seus filh da [ __ ] >> Aê, [ __ ] Tá vendo? Ô, ô, ô, >> [ __ ] vocês estão devagar para [ __ ] hein? Fal. >> Ô, Tito, você não acreditava em Deus ou não nunca tinha
parado para pensar no assunto e alguma coisa mudou sua vida? >> Tinha parado. Eu era, aí eu era militante. Eu era teu militante. Não, quem fez meu corre fui eu. Deus é o [ __ ] Mas isso acabou cedo, né? Não durou tanto. Eu tenho 39, então, graças a Deus, mais da minha, um pouco mais da metade da minha vida, foi com Deus no meu coração e hoje seguirei esse da minha vida. Mas >> que fez você mudar de ideia? Meu filho com 2 anos de idade, eu tinha, eu fui pai com 16, né? Quando
a gente engravidou, eu tinha 16, quando ele nasceu tinha 17. Então eu com 18 para 19, eu tava fazendo Malhação no Rio de Janeiro, era 2005, até eu nasci em 2003. >> Eh, me ligaram no no camarim. Ah, Felipe, falei: "Opa, era a gerente da escola que ele estudava. Eu escutei minha avó, minha mãe chorando no fundo. Falei: "Oi". Ela falou: "O Té sofreu um acidente". Eu falei: "Como assim? O Té sofreu um acidente?" Ela falou: "Não, ele caiu da janela do quarto de vocês, na casa da mãe dele, né? Morava na casa da mãe
dele. Caiu da janela do quarto de vocês. Mas tá tudo bem, tá? Tô ligando Só para te avisar, tá tudo certo, tal. Você c agora eu quase desmaiei assim, eu lembro da pressão, caiu, eu falei: "Caralho, que loucura". E desliguei o telefone do jeito que eu tava vestido de personagem, tava gravando, saí do camarim, fui pra portaria do Proj, tem um carro, fui pro aeroporto. E nisso a TV Globo foi cara absurdamente solista. Eu chegue lá, tinha um avião parado há 12 minutos assim me esperando. Entrei o avião cheio, entrei bum, >> peguei o avião,
fui para São Paulo. >> Esse voo que era para durar 45 minutos, Rio São Paulo, durou 6 horas, né? Na minha cabeça não acabava nunca aquilo. Falei: "Meu Deus do céu, que desgraça, não passo tempo". E aí eu tive uma história de que eu acho que ninguém deve fazer, não sei qual, independente da religião de cada um de vocês. Eu tô falando, tô falando de Deus, espiritualidade, não de religião, especificamente. Colocar Deus à prova, Né? a gente não deve fazer isso, mas eu fui e falei: "Ó, cara, então o seguinte, você existe mesmo, como todo
mundo fala, deixa eu chegar lá e ver meu filho respirando. É a única coisa que eu quero que aconteça depois disso. Eu nunca mais desacredito da sua existência. E toda vez que for cabível dar meu testemunho sobre como a gente se conheceu, eu não vou evitar, eu não vou economizar a palavra para falar." E eu mentalizei uma cena. Isso nem foi, não foi externado. Eu eu mentalizei uma cena. E aí cheguei lá, um amigo meu me buscou de moto no aeroporto, lá fui pro hospital e cheguei no hospital aí familiada, tudo. Eu, cadê, cadê? Tava
cego. Porque eu tinha, quando me falaram da onde ele caiu, eu tinha certeza que ele tinha morrido >> da terceiro andar da casa de cabeça no chão. Quantos anos ele tinha? >> Dois anos. >> Você tá brincando. >> Aí eu eu falei a hora que me contaram da Onde caiu e como foi falle morreu e não querem me contar porque eu tô aqui. Então vou já eu tinha certeza que eu ia chegar lá na notícia. E tinha toda uma um histórico. Meu filho chama Té porque Té era o nome do irmão meu que eu tenho
tatuado aqui. Um irmão meu que faleceu com 4 anos afogado. Té deus. Exato. E eu era até, né? O cara quando é ateu, ele não acredita em Deus, principalmente. Então >> é grego. >> É. E aí eu falei: "Caralho, que loucura. Cadê? Cadê? Cadê? Familiado e tal". Aí ó, ele tá aqui. Eu falei: "Então sai não. O médico você não pode entrar". Falei: "Mano, eu vou derrubar você e a porta. Sai da frente, pelo amor de Deus. Confusão". E eu abri a porta. E a hora que eu abri a porta, e não tô falando isso
para converter ninguém, até porque eu sou zero o cara da religião, minha parada é alinhada com Deus especificamente, eu abri exatamente a Cenda que eu mentalizei no avião, que era ele entrando com a barriga mexendo, porque eu eu vi a barriga dele mexendo de respirando, ele tava vivo, entrando na ressonância, no tubo da ressonância magnética assim, aí eu desmaiei, bum, fui acordar duas horas depois, bati cabeça, ponto, [ __ ] acordei duas horas depois no quarto, despera, cadê >> não, eu entrando, né? E aí, cadê? Cadê? Não, tá bem, tá bem, tá no UI. Ele
ficou 10 dias na UTI e saiu zero, sem sequela Nenhuma. >> O a moleira, né? Você sabe que a gente quando nasce tinha essa moleirinha aqui, ela não tinha >> fechado completamente. Foi o que salvou a vida dele. Porque quando ele teve o impacto, ele rachou o crânio em dois lugares, ele expandiu o impacto para lá. Se tivesse sólido já tinha dado um traumatismo mais forte, ele tinha perdido o líquido craniano, mas não aconteceu nada. Graças a Deus. >> Legal. Graças a Deus. Isso é muito bom. Ô, ô, vira e mexa o Felipe Tito vira
meme na internet. Põ uns memes aí, filho. Filha da [ __ ] Dios, de eu nunca ter experimentado álcool. Primeiro porque eu nunca vi ninguém beber álcool e fazer alguma coisa muito [ __ ] >> Primeiro que eu nunca vi ninguém beber álcool e fazer alguma coisa muito [ __ ] [Música] Primeiro porque eu nunca vi ninguém beber álcool e fazer alguma coisa muito [ __ ] [Aplausos] [Música] >> Primeiro que eu nunca vi ninguém beber álcool e fazer alguma coisa muito [ __ ] [Aplausos] [Música] Grande. >> Posso justificar? Não, coisa, coisa rápida. Só
assim, ó. >> Você fica puto quando o pessoal faz isso, >> mano. Não dero, velho. Não, eu não, não pego, esse, eu não pego esse ar, entendeu? Danilo, eu tô na internet há muito tempo. Já tentaram me apavorar, me cansar de tudo que é fome e não não canta, esquece. Mas o que aconteceu aí foi o seguinte, >> o Facundo Guerra, mano, que era um empresário da noite paulistã, foi fazer uma participação lá no Shark Tank. No dia da participação, ele convidou todo mundo para ir no programa dele, que ele Tinha um podcast. Então, nesse
dia tava eu, Caío, João Polinar, tava maior galera na sala de espera, foi um por vez. E o papo tava aprofundadaço em business, não sei o quê. entrou num papo de falar de vida. Aí eu tava contando a história, meu pai tinha sido alcólata por mais de 20 anos, por isso que eu nunca tinha experimentado bebida alcoólica. Lá lá, lá, >> mano, tava um papo baixo astral para [ __ ] assim. Aí de repente eu falei: "Por isso, cara, que eu nunca bebi bebida alcoólica". E outra, nunca vi ninguém beber e fazer uma coisa. Aí
tiraram do contexto, parece que eu tô ali aleatoriamente falando: "Ah, nunca vi ninguém, já vi nego fazer coisa muito mais impressionante que isso, bêbado, né? Mas >> não, mas mas per óbvio que você tá falando de algo [ __ ] pra humanidade, não ser beber e dançar igual um idiota." Mas essa se você assiste o resto, eu falo Assim, eu nunca vi ninguém fazer uma coisa [ __ ] salvar uma vida, inventar a cura de um câncer, bêbado. Aí mas pegaram só na parte. Mas ô, mas engraçado isso. Você viu seu pai alcólatra não quis
beber álcool. Eu cresci numa família que a droga destruiu minha família. Min >> e é por isso que eu nunca experimentei droga nenhuma. Nunca quis nem fo, com primo, com pai, com [ __ ] tudo. E aí eu falei: "Cara, pai, não, mas com Primo, com tio, com prima destruíram minha família." >> E por isso que eu não quis nem experimentar maconha. Eu também fi. Nunca fumei maconha. Nunca. Pois é. Vivo no meio artístico. >> E dizem que no meio artístico ou fusa a droga ou dá a bunda. Você nunca usou droga? >> Nenhum dos
dois. Eu >> também não usei droga. Me comprei [Aplausos] >> quero agradecer o Felipe Tito por ter vindo. Sempre um prazer. A casa é sua, viu? Sempre tiver qualquer coisa para divulgar com original. Obrigado por tudo. E você tá no débito comigo, tá? Você me chamou para cá, falou que ia me dar o chauto. >> Eu esqueci o charuto, mas vou mandar. Manda lá. Vou mandar pra tua casa, Felipe. Obrigado. Agora, Diguinho. >> Bom, muito obrigado, plateia. Obrigado Por estar aqui com a gente. Obrigado você de casa também. E fiquem com a programação do SBT.