Grande ritmo carioca. Lia Olia, vem nos embalar no compasso da vida. Sam é o ar. Amor e alegria vamos exaltar. Ritmo caio é hora de sambar. Olia vem nosalar no compasso da vida do samba é o ar. Amor e alegria vamos exaltar. Vivo carioca é hora de sambar. Sintonia, a sintonia que vem do coração. Dia e os guerreiros são pura emoção. A intendente é o nosso lar. Com muito samba vamos festejar. E aí? No café da manhã, o samba vai euar. Vem comigo. Venham guerreiros. É hora de brilhar. diz diz. Oh oh. Vítimo que corre
no sangue da gente. Sou carioca. Vamosarra e raça. Carnaval de verdade na indente. Meia vem nos embalar no compasso da vida. Samra é o ar. Amor e alegria vamos exaltar. V no cora. Violinha vem nos embalar. No compasso da vida do samba é o ar. Amor e alegria, vamos exaltar. Vítimo carioca, é hora de sambar. A sintonia, a sintonia que vem do coração. E os guerreiros são pura emoção. A intendente, a intendente é o nosso lar. Com muito samba festejar. Vem comigo agora. No café da manhã, o samba vai euar. Venham guerreiros, é hora de
brilhar. Só dizer no sangue da gente sou carioca. Vamos pro carro e raça. Carnaval de verdade na tendência. Vem nos embalar no compasso da vida do samba é o ar. Amor e alegria vamos exaltar. que é hora de sambar. E a olhinha vem nos embalar no da vida samba é o ar. Amor e alegria vamos cantar que é hora de samba. Boa noite meus amores. Alô família Ritmo Carioca. Boa noite, sejam super bem-vindos para esse nosso, mais um episódio aí do nosso café no barracão da segunda edição, né? Eh, a gente começa sempre de manhã
cedinho, mas agora temos Esse espaço aqui também na parte da tarde, né? Não só pedidos não, mas eu acho que eu não consigo mais ficar longe de vocês. Essa é a grande verdade. Tô sempre querendo estar aqui com vocês, falar a gente bater papo, trocar ideias e isso é bom demais. E eu falei assim: "Não, vou botar". O pessoal pediu à tarde, vou botar à tarde também. Então, cheguei aqui na parte da tarde, nós já vamos pro, eu acho que já estamos no terceiro ou quarto episódio, se eu não me engano. E é sempre bem-vinda,
né? Sempre. É sempre um prazer, sempre bem-vindo para mim e para vocês. Eu espero também da gente se encontrar aqui nesse finalzinho de tarde, né? Hoje, dia 8 de abril, são 18:17. Eu entrei aí 15 minutinhos. 15, não entrei bem com uma meia hora de atraso, porque é tanta informação, é tanto troço na cabeça da gente que eu tive que, né, catar umas informações, tava vendo umas notícias, algumas coisas e aí eu atrasei um pouquinho para chegar aqui com vocês. 29º agora no Rio de Janeiro, um calor danado, na verdade 29 assim por baixo, né,
que porque para mim tá lá pros 30 e lá vai alguma coisa, porque eu tô morrendo de calor. Mas nós vamos juntinhos aí nesse final de tarde. A Turma que tá chegando do trabalho, quem tá chegando agora, vai chegando, chega com calma, pega sua geladinha ou suquinho, uma aguinha gelada, aquela, né, aquele lanchinho ou jantar, janta e tal, senta aí na frente da Smart porque vocês são chiques. Vocês sentam aí na frente da Smart TV, joga na telona ou então no celular mesmo e vem bater papo. Isso que é bom, falar daquilo que a gente
ama, dessa nossa conversa aí sobre carnaval, que é o que a gente gosta muito, né? Muito. Deixa eu ver quem tá chegando aqui. Já tá chegando por aqui. Só um minutinho. Deixa eu ver quem tá chegando por aqui nessa noite de hoje. Pegar aqui o meu, minha turma aqui. Deixa eu ver quem é que tá chegando aqui nessa área. Não vai o p o pessoal falou assim: "Ai, chuta como é chuta que é pênalti, não sei quê". Deixa eu ver quem tá chegando aqui. Vamos lá. Vamos ver aqui. Nosso amigo Eita ferro pagodeiro. Tô na
live. O tiroteio comendo aqui na comunidade. Meu Deus do céu. Tô deitado no chão. Muito, muito, muito tiro. Meu Deus do céu. Gente, cuidado, amigo. Pelo amor de Deus. Cuidado, tá? Cuidado. Você é o quê? Jacaré Paguá. O que você falou, você tinha falado outro outro dia. Vaz lobo. Não, onde é que é o que você tinha falado comigo? É bom colocar aí. Coloca Onde é porque pra galera ficar ligadinha aí, né? Eita, meu Deus do céu. É esse. Mas é o nosso Rio de Janeiro. Na verdade, a violência tá em todo lugar, né? Mas
nossa cidade, infelizmente, ela não dá bons exemplos nesse nesse quesito, né? Infelizmente. Deixa eu ver quem tá chegando aqui agora. Nosso querido Venícius, meu querido. Beijão para você, Venícius. Aluísio, boa noite, Alísio. Daniel, querido Daniel. MRB, quem seria MRB? Apresente-se, por favor, porque eu não lembro. Vocês quando entram com siglas, gente, vocês me pegam porque eu não lembro, tá? Edson, boa noite, Edson. Pagodeiro é imperiano. Aí tá na área. Se derrubar é pênalti. Império na elite 2027. Luiz Cláudio. Eduardo Pires. O Eduardo falando aí, lamentava. Uma vergonha. O Edson. Eduardo. Pensei que o Gabriel tinha
mais personalidade. Vinícius, vamos chegando e deixando o like. Boa noite galera sambista raiz. Vamos chegando. É isso aí. Vamos acompanhando aí o Venícius já vai chegando e deixando o like, gente. Já vai deixando esse like aí bacana pra gente aumentar o alcance do vídeo, pra gente ajudar o canal também, mas também dar visibilidade, né, pro nosso carnaval, para esse nosso papo cultural, papo de sambista raiz, porque aqui nesse canal a galera é sambista raiz. Aqui não tem papo de firulinha não, nem de Sambeiro, nem nada disso. Aqui é a galera raiz mesmo, raizona. Valeu, Humberto.
Boa noite. Oh, meu Deus, o Eduardo botou aqui mesmo com essa história. Tem que cair só uma e olhe lá e tal. Madureira, pô. Madureira é complicado, né? Aliás, onde não tá complicado no Rio de Janeiro. Me diz aonde, né? Meu Deus do céu. Rosa branca na área. Agora melhorou. Fica mais fácil, né? Agora fica mais fácil. Rosa branca na área fica mais fácil. É isso aí, pessoal. Pagodeiro, força aí, meu amigo. Força aí. Cuidado, por favor. Cuidado. Fica aí no chão. Fica no chão. É melhor, tá? Por favor. Meu Deus do céu. Ai. Bom,
gente, quero dizer para vocês que hoje eh, nós tivemos assim uma uma live assim bastante forte de manhã, tá? com a participação de vocês e tudo. Eu tô, eu tô meio amarela no vídeo, né? Meu Deus do céu. Acho que eu vou diminuir esse brilho aí. Mas não, acho que não dá para diminuir agora. Não vai ficar assim mesmo. Vou ficar amarelo assim mesmo. Vocês estão me vendo bem, gente? Ou eu tô com essa cara amarelada mesmo? Ou é só no Ah, não, acho que é no meu celular, mas enfim. Ah, vai amarelo assim mesmo.
Bom, A gente, nós de manhã aí no nosso café do barracão, nós trouxemos esses dias, né, lives bastante fortte e eu diria até que eu brinquei com o pessoal, falei: "Gente, eu tô meio ácida porque eu confesso a vocês que todos esses todos esses assuntos, todas essas coisas que estão rolando no nosso carnaval, isso tem me deixado num num desgaste tão grande, porque desgaste Ante, eu acho que é desgastante. É desgastante, é chato, é maçante, é repetitivo. Eh, eu não tô falando na questão, aquela velha questão de quem sobe, quem desce, quantas são, quantas não
são. Isso é o menor, isso é o menor problema. Eh, mas é o todo, sabe? o todo, tudo isso que a gente tem visto acontecer, tanta coisa, eh, que a gente não consegue nem eh chega a um ponto que a gente que fica difícil até da gente digerir isso, sabe? da gente olhar e querer eh falar alguma coisa assim realmente positiva, fica complicado, porque tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo para beneficiar alguns, mas o povo do samba mesmo não é beneficiado. Ao longo da live vocês vão entender todo o meu ponto, meu ponto de vista.
Eu já, eu tenho falado isso inúmeras vezes. Quem vem para cá, pro canal achando que vai chegar aqui, eu vou falar: "Ah, gente, legal, ó, tô torcendo pela escola X, YZ. Vai lá, maravilha, palmas, aproveitem". Ou então fica, ah, tem que descer fulano, tem que subir ciclano, tem que Esquece aqui. Não é isso, tá? Eu não sou assim. Eu não consigo ver o carnaval de uma forma tão superficial. Eu não consigo. Bacana. Eu não tô recriminando quem faz ou quem torce ou quem olha dessa forma. Eu tô dizendo é que eu não enxergo dessa forma,
até porque eh tendo a profissão que eu tenho, tendo o tipo de trabalho que eu tenho, que a grande maioria que já me conhece de anos, sabe que eu não trato carnaval de uma forma superficial, eu trato o carnaval de uma forma com muita análise, com muito debate, buscando trazer coisas eh bastante an relevantes paraa existência do nosso carnaval. Não é só a existência dele como um entretenimento, como uma festa, mas também a existência dele como arte, como cultura, como um ativo paraa educação, um ativo para a eh a sociedade. Eu vejo dessa forma. Então,
eu peço a vocês a Gentileza. Quem acha que ah, é só superficial, vai falar, por favor. Eh, tem outros tantos canais aí que falam só isso, né? Que falam isso e quem sobe, quem desce e tá e beleza, vai lá, show de bola, sem problema nenhum. Mas se você quer assunto sério sobre o carnaval, papo sério, debate, eh trocas, né, de eh opiniões, a minha não é a verdade absoluta, em hipótese nenhuma. Aqui eu coloco a minha opinião, o meu ponto de vista e a galera que acompanha coloca, cada um coloca a sua. Por exemplo,
o pessoal deixou nos comentários da live de hoje e das outras também dessa semana, o pessoal tá lá deixando a opinião, inclusive opiniões. Eu quero, como eu sempre falo, eu quero tirar o chapéu para vocês, porque a os comentários de vocês são sensacionais, tá? eh comentários. Alguns que discordam do que eu falei, outros discordam em parte, outros eh colocam a opinião deles, mas é isso que é saudável, é isso que faz a gente evoluir, é isso que faz o nosso carnaval evoluir. A gente tá aqui para ajudar, a gente não tá aqui para julgar ou
só para ficar como entretenimento, gente, porque sinceramente para ficar olhando só como Como é entretenimento, eh, só como o a diversão, beleza, mas tem outros lugares que você pode ver isso. Então, eu peço a vocês essa gentileza. Quem quer ficar aqui porque quer conhecer mais sobre o carnaval, quer conhecer as suas seus pormenores, né, suas entranhas, ver o carnaval realmente como ele é a realidade e não tapar o sol com a peneira. Fica aqui, fica aqui, vem, se joga aí, se joga aí no sofá de casa, encosta e vem pro debate, tá? vem pro debate,
vamos falar, vamos trocar ideia, vamos conversar, combinados? Então é isso aí. Para quem não me conhece, eu sou Li Morelli, sou jornalista, sou sambista, publicitária, sou desenhista industrial, mas sou sambista. Sou sambista de alma, de coração, no sangue. E tudo que eu coloco aqui para vocês e que eu vou colocar hoje é porque eu amo demais essa essa essa nossa arte. Eu amo demais. Se eu não amasse, eu não tava nem aí. Tava nem aí. Chegava aqui, falava meia dúzia de de abobrinha para vocês. Agradava quem supostamente eh teríamos que agradar e tudo bem. Não
esquentava minha cabeça, pegava um texto, né, copia e cola, botava ali pa pá aqui para vocês, mas não é isso, tá? Eh, deixa eu ver aqui que eu acho que a internet Ah, voltou, ó. De vez em quando pode ser que a internet dê uma oscilada aí para vocês, tá? deê umas quedas, porque esse horário a internet é terrível, ela dá umas caídas, mas vocês fiquem tranquilos, se travar ou se cair, vocês fiquem aí que eu recupero, tá? Eh, se qualquer coisa, se demorar mais do que o limite aceitável, eu troco de rede e a
gente continua, tá? Então fica aí, fica quietinho, tá tudo certo. Tá bom. Pegou a geladinha? Tem gente aí que já pegou a gelada. Alguém falou que pegou a gelada aqui. Acho que foi o pagodeiro. Pagodeiro acho que já pegou a gelada, né? É, acho que pagodeiro, acho que foi pagodeiro que pegou a gelada, né? Não. Eh, o Eduardo botou aqui uma virada de mesa bizarra. Até a Estácio que ficou em sexto vai subir. Aluísio. Ah, parece que eu tô bronzeada, então tá bom. Então tá bom. Você tá parecendo que eu tô que eu tô bronzeada.
Vinícius falou que eu tô linda, então tá bom. Aí Se vocês estão achando linda, então tá ótimo. Até a independente Cordovil vai ressuscitar. Sim. Legal. Tá bom, gente. É isso aí. Papo 10. Eu sou imperiano nato, mas eu não gostei da história do império subir desse jeito. Eu queria que subisse disputando o carnaval. O PM em cima da hora. Tem que entrar na justiça. Está subir uma uma vergonha descarada. Eduardo já chegou quente, né, Eduardo? O Eduardo já chegou aqui, chegou aqui, chegou. Mas eu gosto assim, tá? Eu gosto assim. Eu gosto que de gente
que chega, dá o nome, dá o nome e o sobrenome, escreve o que tá entalado na garganta, o que tá atravessando e vamos que vamos, né? É assim que tá. Enfim, eh, vamos lá. Cadu, Cadu tá aqui. Oi, Cadu, beijo, meu amigo. Cadu, Cadu, que é o nosso querido carnavalesco aí da São Clemente aqui com a gente, querido amigo. Seja bem-vindo, Cadu. Carla, Carlinha, Guerreiro, Floripa, boa noite. A galera de Floripa aqui com a gente também. Valeu, Floripa. Um beijo, galera aí de Floripa. Muito bom vocês aqui. Alides pagodeiro. Fui eu. Não, Lia. Gelado tá
aqui no chão. Onde eu tô deitado por causa dos tiros. Meu Deus do céu. Fica deitado, pelo amor de Deus. Eh, isso aí. Vamos lá, gente. Rosa branca. Vou dar uma de Noel. que tá pegando, meu irmão. Tá pegando é tudo. Tá pegando é tudo e mais um pouco. Bom, gente, vou tomar minha aguinha aqui agora porque agora vamos falar aqui o papo sério, né? O nosso papo de carnaval que a gente eh traz aqui sempre de uma maneira séria para tratar o nosso carnaval como se deve, né? Lembrando mais uma vez, você é torcedor,
você eh Alia, poxa, mas eu gostei das 15 escolas. Eu quero as 15 escolas porque eu quero pular carnaval, eu quero ficar ali. Maravilha, sem problema nenhum. Eu também gosto. Eu não sou contra 15 escolas, não sou. Nunca fui. Eu não sou a favor nem de três dias. Para mim tinha que ser dois. E outra coisa, eu, meus amores, sou do tempo que carnaval a gente saí meio-dia e 1 hora da tarde da avenida. Então, meu amor, o que que são quatro escolas e cinco escolas? Nada, nada. Eu que passo 12 horas em pé ali
fazendo transmissão, fazendo coisa, o que que são? Quatro escolas, cinco Escolas, gente, nada. Então, assim, para nós sabistas a nível de entretenimento, pô, é bom, é bom demais. A gente quer mais, a gente quer mais botar 5, 10, 15, 20 no mesmo dia. A gente tá lá, estamos lá caindo os pedaços, mas estamos lá, né? Com a nossa geladinha, com os amigos. Estamos lá. Quando a gente olha o carnaval, por esse ângulo de visão, por esse ângulo é fantástico, é extraordinário, é maravilhoso, a gente não quer outra coisa. Só que a gente não pode olhar
o carnaval só dessa forma. Aqueles que olham só dessa forma, beleza, sem problema nenhum, tá? Mas eu lia, eu e algumas outras pessoas que olham o carnaval de uma uma de uma forma eh para analítica, uma forma mais pra gente analisar, pra gente entender o contexto da festa, pra gente poder ver aonde o nosso carnaval tá indo, aonde que isso tudo tá levando a gente, porque isso tudo tá levando a gente para um caminho, tá? e que muitas coisas as pessoas não estão percebendo. Então, vamos trazer isso à tona, tá? Eu vou começar aqui, eh,
vou falar aqui e aí vocês vão colocando aí no chat. Depois, de um tópico para outro, eu pego os comentários de vocês, combinados? Então vamos lá, gente. Esse tópico primeiro, o tópico número um que eu coloquei aqui, que eu selecionei nas minhas anotações aqui as minhas pesquisas, porque eu jornalista e publicitária, gente, é só textão, né? Só textão. Então eu tenho aqui o meu PDF com textão imenso que das minhas pesquisas e minhas coisas que eu vou, o trabalho que eu vou fazer. Bom, esse tópico um eu trouxe aqui para vocês, até mesmo na capa
aqui do vídeo, vocês podem notar que do lado esquerdo da capa tem uma escada de vidro que eu botei até na capa do outro vídeo. Tem uma escada de vidro que sobe e tem uns eh quebrados nessa escada e na parte central tem um tabuleiro de xadrez. Eh, porque mais é é é uma analogia, mas é uma coisa que realmente é o que tá acontecendo. Nós estamos vivendo ali um verdadeiro jogo de xadrez e nós estamos subindo escada que é de vidro, que ela pode quebrar a qualquer momento, que ela pode quebrar no primeiro degrau,
como ela pode quebrar no último, ela pode quebrar no meio. Então fala: "Nossa, Lia, você é trágica, Você é pessimista". Não, por tudo que eu conheço do carnaval, eu não sou pessimista, eu sou realista. É diferente. Eu não fico tapando sol com a peneira. Essa escada de de vidro, ela me mostra o quê? A engenharia do caos. Por quê? Porque o carnaval ele é uma engenharia, gente. Ele é uma engenharia complexa, inclusive. Ele é uma engenharia que ele envolve diversas diversos fatores, diversos braços, inclusive a logística, que eu bato nisso o tempo todo, a logística,
a estrutura, que aí se você falar em estrutura, você abre outros braços que aí você tem a estrutura financeira, administrativa, física e por aí vai. Então vocês vejam que não é uma coisa tão simples. Ele é uma obra de engenharia complexa, bastante complexa, porque a partir do momento que você lida também com a sociedade, porque você pega as pessoas e você coloca dentro dessa obra e você tem ali grupos diferentes de pessoas que precisam conviver entre si e dali tirar um objetivo comum, que é o quê? é o Resultado do carnaval, é tudo aquilo que
foi construído ao longo do ano e você dá o resultado final e você, né, seja as escolas lutando por um título, seja o desfilante ali que tá desfilando pela primeira vez, seja o desfilante que é a voz da comunidade que vai lá dar o seu sangue, suar e lágrimas pela escola, pelo seu desfile, sejam os trabalhadores da avenida, sejam os trabalhadores da escola. Ou seja, quando você insere essa parte humana, essa engenharia fica ainda mais complexa e ela não pode, em hipótese nenhuma, ser colocada de lado. Em hipótese nenhuma, porém está sendo está sendo colocada
de lado na cara dura para dar lugar a outros fins, certo? Eh, o que que acontece? Eu coloquei aqui uma coisa que eu sei que algumas alguns vão discordar. Eu sei disso, não tem problema nenhum. Como eu vejo, como eu digo para vocês, eu não sou, eu não sou, já sempre falo para vocês, eu não sou mimizenta. Eh, discorda de mim, se pode discordar à vontade, não tem problema nenhum. Eu não mudo a minha opinião por causa disso. Eh, a expansão desenfreada do grupo especial e sem a base logística para isso. Uma expansão que a
gente percebe muito claramente, porque isso é cristalino, que tem uma total base política, né, eleitoreira e por aí vai. Nós vamos falar de lógica. Vamos falar de lógica. Eu, Lia, sou virginiana. Quem gosta de quem quem conhece os virginianos sabe que somos extremamente metódicos, analísticos, críticos ao extremo. E é por isso que eu, tudo para mim tem que ter um porquê. Tudo para mim tem que ter um porquê. E a resposta tem que me convencer, porque se não me convencer, nada feito. Então, quando eu falo de lógica, eu trabalho com planejamento, eu trabalho com processo,
eu trabalho com uma linha de raciocínio, não é ao Deus dará, não é ao bel prazer. O que a gente tá vendo é a construção de uma escada de vidro, por isso que eu botei na na na capa. É a construção de uma uma escada de vidro. O anúncio de 15 dessas 15 escolas no especial, ele é maravilhoso no papel. No papel ele é lindo. No papel ele é é é sensacional. Na nossa visão de entretenimento é perfeito. É perfeito. Só que é uma armadilha técnica. Por que que é uma armadilha técnica? Como é que
você sobe três escolas da prata para ouro, do ouro pro especial? Se a cidade do samba 2 ainda é um monte de estaca enfiada no chão. Porque essa historinha da cidade de Samba do começou lá atrás também com fins eleitoreiros e tá do mesmo jeito. Tá tudo do mesmo jeito. Daqui a pouco esquecem um negócio, começa outra. Esquecem o outro, começa outro. Esquece outro, começa outro. E assim vamos. E assim vamos. Esse papinho de cidade do samba dois, de desfiles. Eh, temos sim, eu vou chegar lá na questão de enxugar os grupos, né? Diga-se de
passagem tendente Magalhães. Extremamente necessário, mas qualquer movimentação que se faça de qualquer grupo, você tem que ter uma estrutura, uma lógica, uma estrutura lógica. digna para colocar essas pessoas. Quando a gente fala em colocar as escolas lá, a gente não tá falando de escolas material físico, a gente tá falando de pessoas que aí sim juntam com o material físico, Colocam ali aquele conteúdo ali, aquela, né, aquele aquele pessoal que vai trabalhar, aquilo tudo ali para criar o desfile dentro de um espaço. Mas você pega todo mundo e você joga de qualquer jeito. você coloca num
espaço curtíssimo de tempo e você quer me convencer que você vai botar as pessoas lá dentro de uma forma digna, me perdoe, mas não me convence, não me convence, tá? O que que acontece? O pessoal, tem umas pessoas aí que eu já vi na rede que estão até usando um termo que eu coloquei aqui já desde a semana passada que eu joguei um termo aqui que o pessoal tá usando na rede social. que eu vi agora, tava vendo agora no final da tarde, que é o quê? Puxadinho. É o puxadinho. Quem não conhece um puxadinho?
Então, o que que a gente acaba falando? A gente acaba trazendo é o que que é a gestão do puxadinho. É ou não é, gente? Ah, porque temos tantos barracões na cidade do samba, mas aí eles vão botar mais três, mas aí a Liesa desocupa o barracão que é que ela que ela usa. Aí o outro vai vai nos fazer não sei o quê. Gente, tudo isso é falado, é muito lindo no papel. Vai fazer isso na prática. Vai fazer isso na prática. Vai deslocar as coisas de um barracão para outro. Vai colocar. E outra
coisa, já falei isso, vou repetir de novo. Tem gente que fala assim: "Iha, meu Deus, meu Deus do céu, a gente não aguenta mais esse assunto, Mas vocês vem a galera não aguentando mais esse assunto, nada muda." Imagina se a gente não falar, né? E aí vão pegar as escolas que vão subir, elas vão ter a mesma estrutura que as outras que estão lá, igualzinha. A mesma coisa, igualzinha. Não, né? Porque nem tem tempo hábil para isso. Então, pera aí, pera aí. Ô, alô. Você você sobe com menos? Você sobe com menos porque você vai
ficar no puxadinho, porque a prefeitura quer que ela quer simplesmente é assim. Eu quero, eu faço, eu aconteço. Eu tô mexendo não só com as escolas de samba, eu tô mexendo com as comunidades, eu tô mexendo com a vida das pessoas, mas eu quero, eu quero, entendeu? Então, olha só, gente, a coisa ela é mais crítica do que a gente imagina, tá? Eh, se você não tem um barracão, se você não tem um barracão que tem um pé direito altura, um pé direito Condizente com, por exemplo, o porte de alegoria que você tem que entregar
no grupo especial, se você não tem o pé direito, se você não tem o se você pode até ter o chassi da alegoria num tamanho correspondente ali, Mas olha só como é que vai ser isso dentro do puxadinho que não é puxadinho, que é um barracão que está sendo feito com a maior, quer dizer que vai ser vai ser feito, está sendo não vai ser feito com boa vontade. Aí você tem pé direito, você tem que ter estrutura para receber os trabalhadores que vão ficar ali dentro. Ou você vai botar eles no calor de 53º,
sem um ventilador, sem um banheiro decente, sem uma área para se alimentar. Como é que é isso? Isso tudo vai ser feito em parte de mágica. Eh, estão criando um carnaval que tem duas velocidades. Tem o carnaval que são as gigantes, as potências do grupo especial, que elas estão aonde? Elas estão num angar de um jato. Elas estão num angar, né, que elas têm lá o seu, a sua potência. E aí você tá querendo colocar as outras escolas com um discurso de que elas vão ocupar esse angar cheio de potência, mas não, elas vão para
aquele hangar ali do aerlube que é menorzinho com o aviãozinho monomotor ali, tá? Elas vão aí. Não, mas nós vamos preparar tudo para vocês, tá? Nós vamos preparar. Nossa, aí você vai encher de felicidade, tu vai cheio de gás, né? Só que aí quando tu chega lá, que começa a constatar que não é bem assim, a coisa muda, né? Coisa muda de figura. E essas velocidades diferentes, elas mostram para mim, Lia, o quê? uma palavra que para mim resume tudo isso, tudo. Veja bem, eu não tô falando de estrutura física de escolas de samba. Tô
falando também da estrutura física. Mas não é só isso. Eu tô falando de pessoas. E isso tudo tudo que tá acontecendo para mim se resume numa única palavra, covardia. Isso para mim é covardia. Isso para mim é iludir as pessoas. É iludir o povo. O povo achando que é tudo lindo, maravilhoso, aplaudindo, porque vai desfilar em mais escolas e vai poder brincar à vontade. Beleza, não é esse o problema. Mas e quem vai tá lá ralando para esse desfile ir pra avenida? Quem vai tá lá queimando seus neurônios? Quem vai lá, quem vai tá lá
suando horrores? Quem vai tá lá virando noite dentro de barracão, dentro de um lugar que vai ter uma estrutura meia boca? Porque gente, nós, meu Deus do céu, se a gente não tem um monte de coisas de estrutura na cidade que é aonde eles têm que também ficar de olho, não tem. Vocês acham mesmo que eles vão se empenhar demais para entregar uma estrutura maravilhosa para quem tá subindo? Vocês acham mesmo isso? Não sou contra quem tá subindo. Acho lindo quem tá subindo. Acho ótimo. A galera tá feliz, a comunidade tá feliz. Aí tem amigos
meus que a gente trocando ideia, falaram assim: "Lia, mas eu tô super feliz que eu tô subindo, eu vou desfilar no especial. Pô, a galera lá da escola tá felizona". Eu falei: "Cara, bom para você, bom para você, maravilha. Não tiro a sua felicidade, o seu mérito. Só que eu, cabe a mim como jornalista e como uma pessoa que olha com um olhar crítico e analítico, cabe a mim olhar o outro lado da moeda, que é quem tá ralando lá e que não vai usufruir do entretenimento, porque chega na última noite, a pessoa não tá
se aguentando em pé e aí ela vai paraa casa dormir e ela não quer saber de desfile. Ela não quer nem ouvir falar em desfile, porque já sugaram tudo que podia dela. Isso é bacana, isso é legal? Não, isso é egoísta, isso é egoísmo. A gente tem que olhar pras outras, pro outro lado também. A gente tem que olhar paraas outras pessoas também. A gente tem que mostrar que as pessoas têm que ter um trabalho digno. Se quem tá lá na cidade do samba, que já trabalha lá há 300 anos, reclamaça, reclama de um monte
de coisas. Imagina quem tá chegando assim, ó, no vapt vupt. Carnaval acontecendo ainda mais cedo e chega um um um bonitão se achando Gostosão. A última bolacha do pacote dizendo que eu quero. Eu quero. Ah, que tu quer o escambal, querido? Então vou fazer o seguinte, pega a fantasia de baiana, 60 kg, bota nele, manda ele ficar rodopeando lá na Sapucaí, um calor de 53º, 55, naquele concreto ali, o fervo, né? Ali, mas o grupo especial não é no sol. Ué, mas o concreto pegou sol o dia inteiro. A gente fica ali no ar condicionado,
né? Ah, sei. Bota a fantasia de baiana nele. Manda ele rodar lá. Manda ele rodopear lá na avenida. Manda ele rodar, rodopeiar lá. Bota um surdão nele lá. Manda ele ficar, ó, subindo, descendo a avenida com aquele surdo pendurado lá. Bota ele lá dentro do barracão, 50 e tantos graus lá dentro com uma uma coisa de solda na mão, soldando lá as a a ferragem das alegorias, sem estrutura, sem uma água gelada para beber, sem manda, manda ele fazer isso, porque o bonitão não conhece isso, ele conhece caneta. Caneta ele conhece, entendeu? Então vocês estão
vendo o buraco é mais embaixo, gente. O buraco não é só ir lá, Ô, beleza, tô desfilando, legal, acabei. Beleza. Quem vai, repito, quem vai usufruir, quem vai para se divertir, que não trabalha com samba, que só olha o samba como entretenimento, OK, sem problema nenhum. vai lá, divirta-se, faço votos que se acabe lá de pular, que eu também gostaria. Eu preferiria, inclusive fazer isso, que eu não teria tanta dor de cabeça. E vai lá e aproveita. Agora eu não posso ficar eh de olhos fechados para o povo que tá ralando. Desculpa, mas eu não
posso fazer isso. Eh, essa covardia que eu digo para vocês é uma covardia mascarada de quê? É uma covardia mascarada de oportunidade, certo? Aí eu tô dando oportunidades. Tô dando oportunidades que eu quero. Não, gente, pelo amor de Deus. O que que eles fizeram? política trabalha com marketing. O marketing político é assim, trabalha com marketing. Eles vão lá fazer pesquisas, eles rondam as redes sociais, eles vêm o que o povo está Reclamando ali e aí eles vão na ferida certinho. Eles calculam direitinho a rota, pá, vai na ferida certinho e começa a falar o que
você quer ouvir. E começa a falar o que você quer ouvir. Eles vão certeiros ali e com isso eles vão angareando a simpatia. Eles vão angareando a simpatia, eles vão trabalhando em cima daquilo ali e aí a galera vai abraçando a causa e não olha e aquilo assim eh, como é que se diz? Eh, e se joga, né? se joga total aí na nas promessas, mas não olha, não enxerga o óbvio, o que tá na frente, não enxerga. Então, eh, o que que eles estão fazendo? Eles estão trocando a qualidade do espetáculo eh por um
eh volume de votos. Eles estão trocando a qualidade do espetáculo pelo volume de votos. Porque o discurso até agora tá muito lindo. Primeiro eu quero ver a hora que o dinheiro vai aparecer. Já começa por aí. Tá tudo lindo. Tá tudo lindo. Promessas feitas. Vamos botar o dinheirinho na conta das escolas. Vamos. Vamos botar o dinheirinho na conta das escolas para Elas começarem a trabalhar no mínimo isso, porque já que elas vão se deparar com um monte de puxadinho, então pelo menos bota o dinheiro lá pras escolas se desenrolarem, porque vem com promessa, aí o
dia tá passando, o relógio tá correndo, os dias estão passando e aí o dinheirinho vai demorando. O dinheirinho vai demorando. Sabe por que o dinheirinho vai demorando? Porque esse dinheirinho vem dos nossos impostos. E eles têm que prestar conta do dinheirinho e eles vão, como é que eles vão prestar conta de um dinheirinho que vem em 8 de abril, se o carnaval acabou quase agora, como é que eles vão botar o dinheiro na mão das escolas agora? Como eles têm que prestar conta disso, eles eles soltaram dinheiro há pouco tempo. Como é que eles vão
soltar dinheiro agora de novo? Eu sei que eles têm dinheiro sobrando, porque eles têm, só que isso traz problemas, traz problemas do do lado do setor público. Então, olha a promessa, olha a promessa, olha a promessa. E e o dia vai passando, o dia vai passando, o calendário vai andando e vamos ver quando que vai soltar isso aí. Vamos ver. Tomara que Solte logo, né? para as escolas não começarem a ficar no perrengue, porque as escolas que estão subindo, não importa se é o Império Serrano, não importa se é o PM, não importa se é
União da Ilha, não importa se é Estácia ou PM, não, não importa. Todas elas tem que ter dinheiro para trabalhar. Todas elas têm que ter dinheiro para trabalhar. Como é que vai ser isso? Como é que vai ser? Então essa qualidade, porque elas têm que elas vão ter que entregar qualidade, gente. Elas estão no grupo especial competindo com Viradouro, Grande Rio, Bejaflor, Imperatriz, não sei quê. Como é que fica isso? Elas vão ter que mostrar um nível de espetáculo lá em cima. E se faz nível de espetáculo eh lá em cima com puxadinho, com o
troço assim a bambu, a tr 4 meses, se meses, 5 meses para fazer, resolve tudo. Resolve tudo em passa de mágica. Ninguém assim, eu acho que eu diria para vocês que é uma minoria que tá vendo isso, que tá vendo esse outro lado. Eu provoco isso aqui em vocês porque não é, quero dizer novamente, não é pessimismo, não é sendo pessimista, querendo colocar impecílio, não é isso, mas é tentando fazer com que vocês enxerguem o outro lado para que não sejam pegos de surpresa e depois fica todo mundo, mas e agora? Como já vimos outras
vezes, já vimos isso acontecer outras vezes. Então fica e agora como é que vai ser a vida azar agora, meu amor? O leite tá derramado, já era, já foi. Então outra coisa que eu falei, quem garante que essas escolas vão ficar lá em cima? Quem garante? Tá tudo lindo agora, né? antes da eleição. Tá tudo lindo. Quem garante que elas vão ficar lá em cima depois que passar o carnaval 2027? Quem garante que mais uma caneta não vai chegar e vai dizer: "Não, ó, nós experimentamos, mas não achamos legal, não. Não ficou bom não. Vamos
mudar tudo de novo. Aí muda. Gente, eu já cansei de falar isso para vocês. Para fazer isso só basta uma caneta, mais nada. E aí o que que acontece? Quem garante que elas fiquem lá, que elas ficam lá? Ninguém. Ninguém garante. Ninguém garante. Então é o quê? É uma ascensão para inglês ver. E aí a pergunta que eu faço para vocês, vocês preferem um espetáculo com 15 escolas e três subindo no susto? Vamos lá. Bora. Bora, galera. Vamos lá. Um dá a mão pro outro, ninguém larga a mão de ninguém e vamos embora. Como se
fosse assim, né? Ou um carnaval com 12, com dignidade técnica para todo mundo, no especial na Ouro e na Intendente Magalhães, porque tá tudo sendo falado, né? Especial, especial, especial, especial, especial. E a ouro tá lá, né? Trancos e barrancos. Indi, ainda ali que dirá intendente. Então, o que que vocês preferem? Escreve aí no chat. Escreve aí no chat. Lembrando mais uma vez, você que tá chegando agora, que pegou de repente o bonde andando, volta um pouquinho do o vídeo. Você pode retroceder para você pegar o que que eu tô falando desde o início, tá?
e deixar a sua opinião. Repito, minha opinião não é a verdade absoluta. Esta é a minha opinião, é a minha visão, é aquilo que eu quero eh tratar com vocês e trocar a opinião nós juntos aqui, né? Isso que é válido. Esse debate é válido. Sabe por quê? Porque ninguém tem coragem de debater carnaval como a gente debate aqui. Não tem. Ninguém tem coragem. As pessoas se escondem atrás de um, sabe, de um negocinho ali que vai e fica remoendo ali. É, e não fala o que tem que ser dito. Aqui a gente fala o
que tem que ser dito, não é para agradar ninguém. Aqui é o nosso espaço, é o nosso campo de batalha, é aonde nós temos a nossa voz. Aqui é sambista raiz. Eu sou sambista raiz. Vocês são sambista raiz. Sambista raiz. Então, vocês têm aqui esse espaço para falar, para vocês terem voz. Bota aí a opinião de vocês no chat, bota opinião e não deixa, não esquece de deixar o like, tá? Que essa prosa é boa demais e a gente vai continuar. A gente tá só no primeiro tópico. A gente tá só no primeiro. Temos três
tópicos aí para falar ainda hoje, tá? Então, eh, é isso aí. É a armadilha do entretenimento. Armadilha do entretenimento, eu diria imediatista, né? Então, escreve aí e vamos lá. Vamos lá. É, a gente falando essa. Nossa, tem até que respirar, gente, porque meu sangue ferve, que é uma beleza, né? Meu, meu sangue ferve, que é uma beleza. Então, vamos lá. Vou tomar minha aguinha aqui, vou pegar os comentários de vocês. Deixa eu achar aqui os comentários de vocês. E eu brigando com o meu óculos, gente, porque olha, vou te falar, se tem uma coisa ruim
também, é quem usa óculos. Meu Deus do céu. Usar óculos, gente, é uma é uma tortura. Meu óculos tá todo ruim, que ele tá todo arranhado do carnaval. Isso é carnaval. Meu óculos leva pancada, eu deixo cair no chão ele. Ih, ó, é triste dizer para vocês. Ó lá, ó lá. Deixa eu ver aqui a galera mandando ver aí no chat. Muito bom, muito bom, muito bom. Vamos lá. O Eduardo, uma virada de mesa bizarra. Testasse que ficou em sexto vai subir. Ah, já tinha falado. Rafa, concordo. Isso é um presente de grego. Como dizia
a minha mãe, é se é é se chamado para é ser chamado para o baile, mas não ser convidado para dançar. Tá ligado? Ligadíssima, ligadíssima. Pagodeira ligadíssima. É isso aí. É ser convidado pro baile. Mas e aí? E aí, meus amores? E aí o Eduardo botou aqui assim, Eduardo Pires, ele está falando que a está vai subir pelo ranking, então a Caprichosa também tem nesse caso. Isso é uma virada de mesa sem medidas. Cadu, que eu já tinha falado. Ã, Érica. Érica aí também. Nossa querida Carla Érica, guerreiro de Floripa já tinha dado boa noite.
O Anderson Botou vai subir pelo rank. Aíos boa noite, Lia. Nessa questão de subir para mim tinha que ser merecimento. Ã, a Luíse botou aqui, sei que devem seguir critérios técnicos, porém convidados não estão nesses critérios. Luís Otávio, boa noite, Luís. Cheguei atrasado. Ufa, a minha rainha da verdade, da base, raiz e sambista. Ô Luiz, gente, isso é uma responsa, tá? Ser chamada de rainha é uma responsa, né? Galera fala: "El você é a rainha da tendente, você é a nossa rainha, você é a rainha da nossa voz". Que eu falei, gente, calma, muita calma
essa hora, né? Eu não sou, gente, eu sou uma pessoa que fala o que eu penso. É isso, entendeu? É, e eu não tenho por não falar. Gláuscio Lobão, boa noite. Glácius Barracão. Boa noite a galera do barracão aí. Aluísio me lembra muito avenida Rio Branco, era ótima. Ai, nem fala, Alísio, nem fala. Bom demais, não era? Era bom demais. O Luís botou aqui em 20 anos. Eu nunca vi isso. Acaba o carnaval, tiramos férias da cidade de Samba. Esse ano cortaram tudo, tá pegando fogo. Quero ver depois das 16. Quero nem tá aqui. Vou
para São Gonçalo. E São Gonçalo agora o negócio tá meio pegando fogo lá também, né? Eu não, eu até peguei aqui pra gente conversar, mas hoje não vou abordar São Gonçalo, não. Vou deixar para amanhã, tá? Eh, Daniel. Oi, Marquinho. Marquinho. Marquinho, não, Marcelo. Tô tá vendo que eu tô chegando, tô enxergando mal. Marcelo Matos aqui com a gente. Boa noite, Marcelo. Pessoal, eh, sejam todos muito bem-vindos, hein? A quem não tá acostumado a ficar aqui com a gente, seja bem-vindo, tá? Sempre. O Daniel botou aqui: "O aumento no número de escolas poderia acontecer, mas
ano a ano, assim como foi a redução das 16 para 12." Claro, teria que ser uma coisa gradativa para que as escolas possam se estruturar bem. para que a liga possa se Estruturar. Porque, gente, isso mexe em tudo. Isso não é eh não mexe só com as escolas que estão subindo, mexe com toda uma organização, a própria liga, o o os próprios funcionários da liga contingente. Você tem que aumentar tudo, você tem que aumentar as pessoas que vão tomar conta, você tem que aumentar a segurança, você tem que aumentar um monte de coisa. E você
tem que também eh ter um entendimento ali, uma uma, como é que eu vou dizer? um trabalho ali junto às outras agremiações. Porque isso que eu falei para vocês é uma coisa muito séria, gente. As três que estão lá, elas vão ter a mesma coisa que as outras. Se não tiver a mesma coisa com as outras, volto a falar, é covardia. É simples assim. Eh, o Luís botou aqui cidade do Saba neste momento, um paliteiro. Depois do dia 16, depois do dia 16, oparo vai ser daquele jeito na casca, Daniel. E a cidade de Samba
ficando de escanteio por mais tempo. Oi, Renan, boa noite. O Dilson Marcelino, boa noite Dilson. Os dois barracões que tem na cidade de samba são usados pelas 12 para tripéis e até carros alegóricos. A Luía, é por aí, Lia, não desmerecendo as escolas que subiram de forma nenhuma, nem tampouco as comunidades, mas o acesso de duas comunidades onde tem o maior número de eleitores, seria coincidência. Precisa falar mais alguma coisa? Você foi cirúrgico, precisa falar mais alguma coisa? O Dilson botou: "Primeiro tem que entregar a cidade de samba dois, depois construir mais um barracão na
cidade um, assim começar a subir mais escolas". Flavinho Casimiro, boa noite. Ainda assim, com três noites eu prefiro 15 no especial. Vão colocar essas escolas no avião monomotor sem diesel. Desse jeito, Rafas, desse jeito. O Dilson botou aqui, a pergunta que eu faço é e ninguém me responde. A escola que abrir o desfile de domingo, com certeza vai voltar paraa série Ouro e aí vão virar a mesa de novo. E aí eu te digo, ô, ô, Dilson, eles vão querer responder? Não precisa nem se preocupar com com essa resposta, porque o risco de depois que
passar o carnaval 2027 Voltar tudo como era ou então estagnar naquilo ali é grande. Ou vocês acham que as escolas que estão subindo vão ficar ali a vida toda, vão ficar ali eternamente, porque elas foram convidadas. Você foi, você convidou, você convidou, você fez uma festa, convidou, eh, trouxe o convidado para sua casa, no ano seguinte você vai expulsar ele. Ué, você não convidou? O convidado não subiu por merecimento, subiu por convite. Então, o ano que vem você vai fazer o quê? que se subiu por merecimento significa que ele ele estava pertencente a uma competição.
E aí ele mereceu por pela posição que ele ficou e foi lá, OK? No outro ano ele compete novamente e tem outro resultado. OK? Agora, se você foi convidado, você convida a pessoa paraa sua casa e no ano seguinte você expulsa ela da sua casa. Ué, mas você não convidou? Élder Palhares, boa noite, Élder. Boa noite, Lia. Aqui em BH acontece a mesma coisa. Desfile tipo intendente Magalhães. Terça-feira começando meia-noite, resultado arquibancada. Eh, meia-noite, resultado. Arquibancada fazia para eh como é internet. Terça-feira começando meia-noite. Resultado. Arquibancada vazia, que você quer dizer, né? vazia. Quarto em
Minas não é feriado. Eu tenho amigos que moram em Minas e me parece que foi a mesma coisa, né, Éder? Me parece que os políticos não estavam querendo, né, o carnaval, parece. Eh, não, não era BH, era os amigos de Juiz de Fora, mas mais ou menos da mesma coisa. E parece que não tavam querendo, tava fazendo meio que corpo mole. Aí chegou perto de eleição, ah, vamos liberar o carnaval. Mas aí libera daquele jeito, né? Libera os trancos e barrancos, né? Oi, Leandro, boa noite. Pois é, Rafa. Bota eles para rodopiar na tendente dia
de chuva. Que delícia. Delícia, né? Ai, meu Deus do céu. Povo vai dizer que eu sou doida. O Leandro botou aqui: "Aumentar a estrutura da cidade de samba e pode não acontecer no primeiro ano, mas com o tempo a tendência é tudo se ajeitar. É o que a gente gostaria. Só que a gente, o problema todo, Leandro, é isso que você falou, tá perfeito. É isso que tinha que acontecer. O problema é que a gente sabe que tudo isso tá acontecendo por causa de eleição. Só que a gente sabe também por experiência que político depois
que tem eleição ele some, né? O Ricardo botou aqui politicagem imunda. O Rafa vai botar essas escolas na na lata de luxo sem bote salvavidas. Na lata de na lata. Tô ficando maluca. Vai botar essas escolas no iate de luxo sem bote salvaavidas. O único que foi contra foi o capitão, tal. Sorteio vem aí, faltam oito dias. Boa noite, Luiz. Luiz Cláudio aqui com a gente. O Luiz sempre carregando uma bela fênix aí na na coisa. O papel de parede do meu celular é uma fênix também. Alides, boa noite, Li. Só você que está estressante.
Nenhuma live comenta nada. Os próprios desfilando estão felizes. É só eu que sou doida, amigo. Só eu que sou a doida. Sou eu que me descabelo, só eu que falo para caramba. Mas é porque eu amo essa, amo essa porcaria chamada carnaval. Não sei se é porcaria, se não é. Eu só que eu amo isso, cara. É o que eu falo, ó. Tá na veia, gente. Tá na veia, tá no sangue. Eu não, eu tento, eu juro para vocês que eu tento calar minha boca e ficar quieta. Eu juro, eu juro para vocês que eu
tento. Lia, limite-se a mostrar o carnaval. Liga lá sua câmera, vai mostrar os desfiles, Bate-papo com o povo. Mas eu não consigo, não consigo. O Ricardo botou subvenção, tem que ter contrapartida. Ah, pois é, né? Pois é, né? Flavinho Casimiro, Lia, para mim é engajamento esse papo. Com isso, ele já tá ganhando algo. Alô, Brasil, acorda. É desse jeito. Luís Cláudio Muriqui, querido, a comunidade das escolas que vão subir esquece que vão descer escolas no carnaval. Ou eles estão pensando que vão subir, vão continuar, vão continuar lá porque foram convidadas. Erlon, boa noite. Erlon. Infelizmente
escola de samba virou moeda de troca. Exato. Deveria ser o contrário, pois elas são as donas da festa. Eram, né, que não são mais. Eh, o Luís Cláudio botou, é por isso que falo, se eu fosse ao PM, não aceitaria subir e esperava acontecer o próximo desfile com estrutura de especial. Será que vai ser mesmo? Será? Eles sobem, fazem o puxadinho agora. Aí chega ano que vem depois do carnaval, eles já dizem que o puxadinho vai ter que ser usado para outra coisa ou então que vai desmontar o puxadinho porque eh aí vem a Defesa
Civil, aí vem o bombeiro, aí vem o o não sei quem, aí vem o Ministério Público, aí vem não sei o que, aí vem um monte de gente dizendo Que não, olha, não pode ter esse puxadinho aí não. Tira, gente, nós nós estamos no Brasil e nós estamos numa cidade chamada Rio de Janeiro e nós estamos falando de carnaval. Tudo pode acontecer no carnaval. Tudo, absolutamente tudo. Leandro botou, né? Subtrês, não vou acabar a diferença entre as agremiações, pois dentro dos próprios grupos já existem as diferenças entre as escolas que disputam o título e as
que ficam no meio da tabela. Elon, o que me deixa mais irritado são sites e especialistas em carnaval ficarem em silêncio para garantir as suas credenciais. Olha, ô Erlon, eu não posso falar pelos outros, mas eu digo por mim, amigo. Eu não vivo de credencial, então, hum, se der, me der, ok, beleza, eu vou lá fazer meu trabalho. Se não me der, eu faço meu trabalho do mesmo jeito. Então, assim, eu não vivo de credencial. E eu falo, cara, é gente, pensa comigo, pensem comigo. Eu tô falando alguma coisa demais, eu tô falando alguma mentira,
eu tô falando alguma coisa absurda. Eh, que absurda é, né? Mas assim, Uma coisa fantasiosa que eu inventei da minha cabeça, não. Ué, então qual é o problema de falar? Ó, Rosa Branca botou 15 escolas. Aí não, pô, enganar as comunidades com ilusão, com ilusões, aí não. Ricardo botou melhor ter 12 dignas e ir subindo gradativamente. Eles não fizeram isso na hora de descer as escolas. Por que que não fazem na hora de subir também? As escolas de todos os grupos estão cobrando melhorias. Não, muitas delas ficam caladas. Claro que a gente sabe porquê, mas
muitas delas ficam caladas. Mas veja bem, pensem comigo, as escolas ficam ficam caladas, tá? E a gente sabe porquê. Mas eh quer dizer, nem todas, porque algumas botam a boca no trombone, elas estão começando até a a se movimentar nesse sentido. Mas o povo do samba, pô, você que você, gente, você que chega lá e não tem uma água para você beber, você que chega lá, pega banheiros péssimos, pega uma estrutura e horrível, eh, arcaica, não tem transporte, segurança falha, não sei O quê, você é o desfilante, cara. Você não precisa ser de nenhuma escola
para você reivindicar melhorias pro carnaval. Você não precisa ser. Será que tudo isso que a gente tá falando aqui não basta? Não dá para você ver que é o óbvio, né? Você que eu tô falando, né? Tô generalizando, não dá pra pessoa ver isso? Dá, claro que dá. E ela pode reivindicar. Não precisa ser necessariamente a escola. Pode ser feito isso que nós estamos falando aqui. Nós estamos debatendo, né, levantando situações para que a gente cobre melhorias. O Erlon botou aqui: "O carnaval carioca virou uma indústria cultural de consumo." Nossa, Erlon, quem dera que fosse
isso? Indústria cultural não, mais virou a indústria só do consumo. Do consumo cultural já tá lá no fim da fila. cultural já foi pro fim da fila faz tempo. O cultural, artístico, o educativo, social já tá lá no fim da fila faz tempo. É, é consumo, comércio o tempo todo, tá? Eh, Renan, prefiro as 15. Respeito e concordo com a maioria das divergências, mas ainda acredito que esse fator novo possa dar uma revigorada nesse grupo. Falando em termos de grupo, Renato, pode até ser, mas aí é uma coisa focada no carnaval em si. É isso
que a gente, a, é esse, a, né, na minha, no meu ponto de vista, é justamente essa divisão, é o carnaval entretenimento e é o carnaval real, o carnaval cultura, o carnaval pé no chão, o carnaval construção, o carnaval com entretenimento, 15, beleza, beleza, só que eu prefiro dois dias, eu não gosto de três dias, mas eh eu preferia seis dias ah seis dias, dois dias com seis escolas ou até sete que fossem. Ah, é cansativo para caramba. Ué, e três dias não é cansativo. Eh, Glácio botou, Lia, aqui estamos pensando, mas como será que
os dirigentes das supostas escolas a subirem estão pensando? Eles gostam? É, claro que eles gostam. Eles eles gostam ou se não gostam, finge que gostam. Tem aquele que gosta, tem aquele que não gosta, tem aquele que tá p da vida, tem aquele que tá não sei quê, mas das que vão subir, não sei, elas gostam. Eles gostam porque eu vi a a comemoração quando eles souberam que ia que iam subir. Mas será que eles estão pensando no que espera eles lá na frente? Não sei. Eu tô falando por mim, não posso falar por eles. Boa
noite, Dijalma. Leandro, em 84 ocorreu o aumento de um para dois dias de desfile. Com aumento das escolas e deu certo. Diferença de estrutura entre escolas sempre vão existir. A diferença da estrutura das escolas sempre vai existir. Sempre. A minha preocupação maior não é com a estrutura em si das escolas, a estrutura que elas vão fazer o desfile, porque a estrutura elas arranjam patrocínio, arranjam dinheiro, recebe subvenção, constrói. A minha preocupação maior não é isso. A minha preocupação maior é com as pessoas que fazem a festa acontecer, porque ninguém, absolutamente ninguém pensa nelas. Ninguém pensa
nelas. pensam nelas quando acontece uma tragédia e aí todo mundo quer pousar de bom moço e de solidário. Aí pensam agora quando elas estão lá ralando igual os condenados lá dentro do barracão e muitas vezes sem, ó, ver a cor disso aqui, ninguém pensa. Essa é a minha luta, gente. Eu quero que vocês entendam isso. Como a escola vai fazer o carnaval dela? Se ela vai ter uma alegoria, duas, 3, 4, 5, 10, não me interessa. Ela vai cumprir o regulamento que tá lá, que já tá com todo tudo que todos os critérios, com tudo
aquilo que ela tem que fazer, tudo aquilo que ela tem que entregar, certo? Só que pra escola entregar o trabalho, ela precisa de gente, ela precisa de pessoas. Ela precisa de pessoas para construírem aquele carnaval que ela vai entregar na pista. Ela precisa de contingente. Ela precisa que a comunidade dela esteja ali. E aí, como é que vai ser isso? Se não existe a valorização do componente nem do trabalhador, então é como é? Eh, vem a nós o vosso reino nada. Boa noite, Danilo. Thago, cheguei. Thiago Cabral. Aí, pela lógica, eh, pela lógica, estágio tem
que abrir. Foi a estágio não, estáo tem que abrir. Foi a sexta colocada e tá chegando, furando fila. O Leandro botou rebaixamento, não pode mudar. Tudo devido ao termo de ajustamento de conduta com o Ministério Público em 2019. Sim, ainda tem isso. Ainda tem isso. Só que é o seguinte, né, Leandro, eu vou ser um pouquinho ácida também, tá? De novo, né? Mais uma vez, Tudo nesse país pode mudar, amigo. É só querer. É só eles quererem. É só eles quererem. Eles dão sempre um jeito. Eles sempre dão um jeito. Pergunta: "A emissora que transmite
o desfile concorda com isso?" Ah, é uma boa pergunta, porque até agora ela tá preocupada com guerra e eleições. Ela não vai se preocupar com carnaval agora. Ela vai se preocupar depois que passar o meio do ano. Aí começa a a briga de foice. Arlindo, boa noite. Arlindo. Lia, você me representa. Você fala a verdade, sou seu fã. Ah, obrigada, Arlindo. Muito obrigada. Obrigada mesmo. Fabiano, vão subir três e quantas cairão em 2027? Uns dizem que é duas, outros dizem que é uma, outros dizem que são três, outros dizem que cada um diz uma coisa.
Mistério, mistério. Gente, vamos esperar o dia 16 acontecer, né? Porque os mistérios serão desvendados. Eh, deixa eu pegar aqui. Vamos lá. Cada hora um diz uma coisa. Um diz que é oficial, outro diz que não é aquilo, o outro diz diz, o outro vai e Assim vamos. E assim caminha a humanidade. Eh, o Dilson sem falar que os partidos de direita irão cair matando em cima do Dudu e do Cavaliere. Também tem isso também. Tica, querida, Tica Belumini aí com a gente, maravilhosa. Nossa, que falta de organização, né? Ai, minha amiga, nem me falho. Eu
nem eu nem ouso a falar essa palavra porque eles desconhecem. A cidade de samba é patrimônio tombado e não pode alterar suas características sem seguir as diretrizes do tombamento. É, mas ele já de Ô, Ricardo, Ricardo, eles já destombaram um monte de coisa aqui na nossa cidade. Já destombaram um monte de coisa, já construíram um monte de de e de troço que já era tombado, já não é mais tombado. E aí o negócio ficou desse jeito, gente. Meu Deus. É, a bagunça é generalizada, gente. A bagunça é generalizada, não é? É, é, é triste de
a gente falar isso, viu? Aqui mesmo, Ricardo, aqui mesmo, próximo da minha casa, tem uma casa que foi de um uma família de tipo eh fundação do Rio de Janeiro, sabe? tipo assim, muito antiga. Era de uma família que foi família da foi que era amiga de de meus avós, lá da minha geração lá de trás. Essa casa ela foi tombada como patrimônio histórico, por uma série de coisasã. Meu amor, a casa já foi demolida, já tem um baita de um prédio sendo construído no lugar dela. Você acha que a especulação imobiliária não derruba qualquer
tombamento? Ah, derruba, amigo. Estamos no Rio de Janeiro. Aquilo que eu falei, não vou falar pelas outras, pelos outros estados e as outras cidades que eu não moro lá. Tô falando pela minha, né? Rio de Janeiro, meu amigo. Caneta tem muito poder aqui no Rio de Janeiro. Caneta tem poder. Eh, alguém que sentou à mesa dessa negociação, possivelmente deve ter perguntado o que ganho com isso, tá ligado? Ali a Rafael, vão ter que sentar com a emissora para definir as cotas, mas não creio que será problema, pois com 15 será mais tempo de transmissão. Será
que não vai ser problema? Eles vão aumentar o tempo da transmissão, eles vão tirar a novela do ar, eles vão tirar o BBB do ar, eles vão Tirar as a outra programação do ar, eles vão ou eles vão fazer o que eles fazem sempre. deixar de transmitir algumas, fazer coisa, daquela jogada toda. Rasgaram o regulamento. Ixe, mas já rasgaram o regulamento e ó, regula, o regulamento já virou patrimônio histórico, já tá, ó, tá tombado, mas tipo assim, sabe aquele tombamento que ninguém lembra que ele existe, é desse jeito. O Ricardo botou Juiz de Fora. Exatamente.
Juiz de Fora. Bom, vamos lá pro tópico dois. Gente, hoje a resenha tá grande, hein? Hoje a resenha tá grande. Hoje eu vou ficar com vocês aqui o papinho. Gente, olha só, antes da gente continuar aqui, primeiro deixa o like, tá? Deixa o like. Se não deixar o like, eu fecho as portas e vou embora. Mas deixa o like aí. Deixa o like, comenta. Lembrando a vocês, vocês podem ajudar o canal com eh super chat, com stickers, com Valeu Demais. Vocês podem dar um hype no vídeo aí na hora que for dar o like. Se
aparecer o hype para vocês, dá um hype. Clica ali, clica ali para vocês jogar o vídeo lá pro alto, tá? Clica aí para jogar pra gente, porque gente, a nossa voz tem que expandir, tá? A nossa voz tem que expandir. Somos sambistas, somos o povo do samba. Somos aqueles que botamos o pé no chão. Pezinho no chão, meu amor. Somos de barracão, somos de rua, somos pezinho ali no chão. Então, bora aí dar esse like e subir, jogar nossa voz lá para pro universo. Vamos embora. Então, é isso. Podem também eh investir, ajudar no canal,
por exemplo, com Pix. Você pode, quem tá aí na TV, pega o celular e pá, QR code aí na tela. Vai no QRcode, segue as instruções, faz um Pix aí, um Pix, se quisesse ficar à vontade, ou então o Pix também por e-mail que é
[email protected]. Então não tem erro, vocês podem ajudar o canal, que eu digo sempre que não é uma ajuda, né, do tipo pires na mão, não, é um investimento, porque a ajuda de vocês, eu sempre eh joguei muito limpo com vocês, a ajuda de vocês ajuda sim a gente, tá? nos ajuda
a melhorar a qualidade do nosso trabalho, melhorar a qualidade das transmissões, a melhorar tudo que a gente traz para vocês, a buscar outras coisas, né, para vocês. Então, se vocês puderem aí colaborar, a gente agradece. Se não puder também não tem problema nenhum, que a gente tá aqui do mesmo jeito e com maior prazer aí falando com vocês. Próximo tópico, o ativo financeiro e a uberização do sambista. Lia, o que que é uberização? Vocês já vão saber já já. Deixa eu tomar minha aguinha, senão daqui a pouco eu já tô sem voz. Vamos lá. A
transformação da nossa cultura ancestral, né, que é uma cultura ancestral, uma cultura de raiz, de origem, Ela transformada em o quê? Em produto de consumo, em comércio, em produto de aposta. em balanço contábel, mas esquecem num detalhezinho que tudo isso tem o que a gente chama da circularidade econômica. Digamos que o carnaval andasse todinho nos trilhos ali. Perfeito, perfeito, tudo certinho. Trabalhadores sendo pagos, todo mundo com sorriso de orelha a orelha, escolas bombando na avenida, lindas, maravilhosas, brilhando toda a vida, o dinheiro sobrando para todo mundo. Digamos que você, essa maravilha, esse paraíso. Existe uma
circularidade econômica, tem que existir, porque nós fazemos a festa, construímos a festa, mas o dinheiro vai para eles e é distribuído. O dinheiro não vai para não vem paraa gêner, não vem pro meu bolso. Pelo contrário, ele sai do meu bolso, ele não vai para você, ele sai do teu bolso, mas vai pros cofres da cidade. que não é pouco, Certo? E aí tem o quê? Essa circularização da economia. Tem toda a a economia da cidade que vai ali acontecendo, que deveria acontecer. Esse dinheiro deveria ser revertido para várias coisas. Tem a parte da liga,
tem a parte das escolas. Então, existe essa circularidade, certo? Eh, existe, não deveria existir de uma forma coerente. Coerente. Deveria existir de uma forma coerente. E é o seguinte, eh, o bolso ele é fundo. bolso, quando tu mete a mão assim, ele vai lá no fundão, vai lá no fundo, né, para pegar aquele dinheiro mesmo ali que você pega com gosto, né, aquela coisa assim que você pega com gosto. E eu vi um vídeo hoje, tava vendo o vídeo hoje, né, de uma autoridade e ah que dizia o seguinte, que o carnaval ele é um
grande investimento e ele realmente é, mas ah ele é uma indústria que gira aí esses bilhões e bilhões. Mas aí eu pergunto a vocês, o carnaval é investimento, gira bilhões, Precisaria ter essa circularidade econômica, mas esse dinheiro o que que acontece? Ele estanca. Eleoso por onde é que esse dinheiro estanca? Faz assim, né? Tomou dorilho e sumiu. É, meu carnaval ele tá sofrendo o processo que é que eu que eu falei para vocês que eu dei um apelido para esse processo. Eu chamei esse processo de uberização. Que que é? O sistema lucra, o camarote lucra,
né? Tem lá os camarotes de luxo, aí o camarote repassa, porque isso é falado pela própria liga, inclusive, né, que um dos maiores eh, como é que se diz? O maior peso financeiro deles, eh, maior faturamento vem dos camarotes, né? Então, ali todo mundo fatura, né? Todo mundo lucrando ali. O sistema lucra, o camarote de luxo vende um ingresso a um precisor habitante, né? Aí tem o open barro lá cheio de champanhe, oca, aquela parada toda. As betes entram com patrocínios milionários, certo? Mas esse lucro todo, esse lucro depois que foi, depois que foi para
onde Deveria ir e tem o a outra parte do lucro, para onde vai isso que não retorna pra base? Não retorna pra base. Então ele fica onde? Ele fica retido lá em cima, certo? No topo do carnaval. Ele fica retido lá em cima no topo da pirâmide, porque o carnaval ele é ele tem um formato de uma pirâmide. O topo tá lá em cima, isso aí tá retido lá em cima. E o o sambista, o que que o o sambista virou nessa história? O sambista virou o motorista de aplicativo. O motorista de aplicativo da cultura.
Ele entra, né? Ele entra no carro com o corpo dele. Ele tá lá dentro do carro, né? Ele tem o combustível que é o quê? Que é o suor dele. É o suor. Ele vai lá, sua pr caramba, né? E ele tem lá, ele tá lá com o combustível dele, que é o suor dele. Tá lá todo o vapor e com o risco. Qual é o risco? perrengue. Ele tem um perrengue, mas a plataforma, que que acontece com a plataforma? Ela fica com a fatia do leão, a fatia maior desse leão que tá bocanhando tudo.
Não é o leão só do impôo de renda, não. É o outro leão que tem irmãos gêmeos. O leão tem gêmeos, é irmão, entendeu? Então o que acontece? Isso é a uberização do carnaval. O sambista é, você pega, faz uma analogia com motorista de aplicativo. Ele tem o carro, ele entra, ele vai lá dirigir, ele vai ralar para caramba. Ele vai dar o suor dele ali, né? O sambista vai, ó, vão arrancar o couro dele, vão arrancar o couro dele dentro do barracão, depois vão arrancar o couro dele lá na pista, vão arrancar o couro
dele dentro da quadra, vão arrancar o couro dele no ensaio técnico. Mas ele tá lá vibrando, vibrando, suando, suando. Tô lá, tô feliz para caramba. Tô aqui na avenida. Tô tomando todas, curtindo meu carnaval. Beleza. Passando perrengue, passando o pão que o diabo amassou. Mas tá lá. Mas a plataforma, que é o sistema, né, que é o sistema, que que faz? Ela fica com essa fatia toda. Isso é a uberização do sambista. E eu falei hoje de manhã, eu dei, eu dei uma uma sugestão que eu falei para vocês, a gente debate, a gente fala,
a gente eh cita pontos, mas a gente traz também sugestões, Né? Porque é como dizem, né? Ah, apontar o dedo é fácil, julgar é fácil, falar as coisas erradas é fácil, mas então a gente fala, mas a gente traz ideias que podem ser utopias. Podem serhos, pode, por que não? Mas foi o que eu falei de manhã, né? Minha mocidade já fala: "Sonhar não custa nada". Então, a gente sonha, mas pelo menos a gente faz alguma coisa, pelo menos a gente fala alguma coisa, pelo menos a gente mexe alguma coisa, a gente usa a cabeça
para pelo menos tentar ajudar em algum de alguma forma. Então, hoje de manhã eu dei uma eu falei uma uma situação que eu dei uma ideia que era o quê? Um hub, por exemplo, um hub de economia que eu falei, um hub de economia criativa. O que que é isso? É um sonho, talvez, mas eu não acho que seja. Eh, é como eu falei para vocês, o carnaval tem ele tem um contexto de engenharia, ele é uma engenharia eh bastante complexa. E por que que a gente não pega e a gente não cria, por exemplo,
um banco, um banco que eu digo o banco eh vou vou chamar de banco, tá? Um banco de materiais, um galpão de materiais. Isso já tá olhando lá pra base, tá lá para trás um banco de materiais. Hoje você termina ali o desfile da do grupo especial, você pega aquilo ali, aquilo muita coisa ali vai pro lixo. Tem uma galera que vai lá pega, tem outras que as escolas do especial mandam devolver, tem outras que Mas tem muita coisa que vai pro lixo. Tem muita coisa que vai pro lixo. Então, Pega aquilo ali. Própria Liga
podia fazer isso. A Liga, eh, obviamente, né? ali. Eh, isso, gente, eu tô falando se a coisa fosse um andamento favorável ao que a gente imagina. A liga e a as escolas fariam ali esse esse esse banco de de materiais, que é o quê? A escola terminou, aquilo que vai ser descartado, a liga recolhe e leva para esse espaço. E nesse espaço faz o quê? Recicla todo esse material. e coloca ali. É como imaginem um grande almoxarifado, só que um almoxarifado comum a todos. Bota ali esse banco de materiais reciclável. E esse material todas as
escolas podem usar, principalmente as menores que não tão ficam nadando em dinheiro, principalmente as menores. Então você vai ali, o que que você tá fazendo? Além de você tá mexendo com sustentabilidade, você tá ajudando o meio ambiente, você tá ajudando na redução de custos dessas agremiações, você tá porque você pode reciclar e você, ah, ah, mas a liga de repente não vai, ela não vai dar no zero a zero. Sabe, ninguém dá nada de graça hoje em dia, mas você pega, você pode fazer um preço razoável, que obviamente não é o mesmo valor do que
você comprar um Material importado ou você comprar um material na época do carnaval que tá com os preços nas alturas. Você faz um custo menor paraas escolas, para essas escolas, elas vão lá, retiram ali o material, você tem uma redução de custos, você tem ali uma uma um material já que as escolas já podem começar a se mexer. Eh, e você eh tem também um super ativo ali, que é o quê? você gera emprego, você abre uma porta e você gera ali um grande balcão de emprego, porque você vai ter que vai ter que ter
pessoas para reciclar esse material, você vai ter que ter pessoas para separar, você tem que ter pessoas eh que entendam de reciclagem, que deem treinamento, que organizem esse almoxarifado, que treinem essas pessoas, que tem a parte do RH, que tem, ou seja, Você poderia poderia se construir ali um grande polo de geração de empregos, gerando material, gerando uma série de coisas boas. Isso foi uma sugestão. Passou na minha cabeça, isso passou, veio assim na minha mente. Falei: "Gente, por que que não faz isso, né?" Não. Aí fica aquela aquele catacata ali no final do desfile
as escolas. Aí as escolas às vezes tem umas que doam, outras não doam, outras vendem também caro, que não é barato. Então assim, por que, né? Por que não? Porque sim, mas por que não? Entende? Então assim, isso foi uma coisa que passou na minha mente. Isso foi uma coisa que passou na minha mente, né? Essa proposta pode ser louca, não sei se é louca, veio na minha cabeça, eu rascunhei, escrevi e tô aqui trazendo para vocês. Podem pegar minha ideia, não tem problema não. Pode pegar minha ideia. Não tô cobrando consultoria aqui, não. Podem,
podem pegar minha ideia. Se quiser usar, fica à vontade. Contanto que botem o nosso carnaval do jeito que a gente quer, do jeito que a gente gosta, do jeito que a gente merece como sambista, eu fico feliz à vida, tá? Eh, eu canso de ver, né? Eh, assim, eu canso de ver esse essa sobra, né, desse desse luxo que a gente tem no grupo especial virar lixo. Eu isso isso me desgastam quando eu vejo, sabe? Isso me desgasta bastante. Eu eu me sinto mal vendo isso. Eu não não acho legal, sabe? Eu acho que eh
a gente vê ali uma coisa que custou tão caro paraas escolas que podia tá beneficiando pessoas e outras agremiações, né? Em aí a gente tem isso enquanto as escolas da Intendente estão lá, né? Tão lá pires, né? Piris na mão, eh, telhado Caindo na cabeça, quase que pedindo uma esmolinha ali. Pelo amor de Deus, gente, me perdoe, mas eu vou usar um termo aqui muito talvez chulo, mas para mim isso é burrice. Essa é a grande verdade. Para mim se chama-se burrice. Então, mas quem sou eu, né? Sou um grãozinho de areia no meio do
todo. Sou uma uma doida que venho aqui falar com vocês. E aí eu falo o que eu penso e é isso, né? Eh, eu sempre vou defender a dignidade das pessoas, a dignidade das nossas agremiações com o peso e a história que elas têm. Só que a dignidade a gente não dá elas só botando elas para subir de grupo. Isso não é dignidade. A dignidade é você dar condições. Você dar você dar condições chama-se aí sim você chama-se dignidade. Então se você lucra com o camarote, o percentual você pega esse é uma outra coisa. Você
lucra, lucra com camarote. Eu falei isso também. Eu falei isso de manhã também. Você lucra com camarote, certo? Camarote vai lá, é, é dele, é pago, não sei o quê, paga ali a X, paga paga os funcionários deles, beleza? lucram aça, lucram muito. Por que que eles não esse percentual pequeno não precisa nem ser um percentual gigante. A liga podia cobrar deles um percentual, que é o percentual que vai para financiar as oficinas das escolas, que vai para financiar os ofícios que tem ali dentro do barracão, que vai para financiar os projetos sociais da escola,
porque aí quando entra o dinheiro da subvenção, entra esse esse dinheiro coisa, é o dinheiro para fazer o carnaval. É isso. O dinheiro da subvenção é para fazer o carnaval. Agora, o dinheiro do faturamento que veio dos dias de desfile, cobra uma taxa ali desses camarotes e reverte essa taxa paraas escolas. Mas não é reverter, ó, tô dando dinheiro para você, vai, leva, toma. Não, não é isso. Tem que dizer para que que é aquele dinheiro. Olha, esse dinheiro, a finalidade dele é colocar nas oficinas, Colocar nos projetos de melhoria para os trabalhadores no treinamento
da mão de obra qualificada dentro dos barracões. É para isso que esse percentual serve. Quando a gente faz um projeto e coloca nas leis, a gente tem que dizer para que que a gente quer o dinheiro. Cada item é a mesma coisa. Então eu acho que não eh nenhum absurdo um camarote eh de dirigir um percentual para pras escolas. Eles estão ali para não ver desfile mesmo. Eles estão ali para, né, para jogar futebol, para tomar drink, para fazer tudo menos desfile. Então faz isso, faz isso. Já seria uma grande ajuda, né? Eh, pagar o
salário digno do pessoal, né? Acho que isso não é pedir demais, né? Eu acho que não é pedir demais. Eh, os cursos, né, que acontecerem lá dentro. Então assim, só que o o o sistema em si, ele prefere o quê? Ele prefere que o sambista peça favor. Ele, o sistema prefere que o sambista peça favor. Por quê? Porque quem pede favor não vai questionar nota. Quem pede favor não questiona nada. Tem que ficar, ó, caladinho. Quem pede favor não reivindica nada. Então, eh, É igual aquela questão, né, que o pessoal fala assim: "Pô, o o
povo quanto mais eh quanto menos cultura tiver, né, a gente ouve muita gente falando assim, melhor, porque não pode questionar". Então, é a mesma coisa. O sambista, eh, ele, ele fica perdido dentro desse sistema. Ele fica ali perdido totalmente. Ele fica ali sendo levado. Vai na onda, vai na onda, vai na onda, vai, vai empurrando com a barriga até ele não aguentar mais. Quando ele encher o saco, ele pega e vai embora e larga o carnaval. E o carnaval, ó, a mesma coisa. A engrenagem roda do mesmo jeito e a gente fica nem enxugando gelo
até eternamente. Na eternidade nós estamos ainda chugando o gelo do carnaval, né, gente? O samba é a gente fala, né? O samba, todo mundo gosta de falar. O discurso é bonito, cara. falar samba é ancestralidade, samba é a origem, o samba é a resistência, mas ele é realmente, ele é a resistência de séculos. Só que ele não é bet. O samba não é bet, não é? O samba não é bet. O samba não aceita ser apenas esse, Como é que eu vou dizer? o samba, a essência dele, o nosso coração, a nossa alma de sambista,
a gente não aceita ser só um um numerozinho numa planilha, num balanço. A gente não aceita isso e a gente não pode aceitar isso. Senão, gente, sinceramente, senão nós estamos aqui gastando o nosso latim à toa. Eu podia não estar aqui, vocês podiam estar aqui. Tá um calor do inferno hoje. Eu podia estar tomando uma gelada agora, vocês também, né? Curtindo aí legal em algum lugar, né? Pô, beleza. Não, a gente tá aqui debatendo o futuro do carnaval. Por quê? Porque a gente ama. A gente ama de verdade. Se não ama de verdade, aceita qualquer
coisa. Eh, bom, e agora vem o quarto e último tópico. O quarto e último tópico, o terceiro e último tópico que eu já vou falar para vocês já já, mas bota aí os comentários e deixa o like. Não esquece não. Se você tá gostando da prosa, deixa seu like. Vamos falando, vamos caminhando, vamos trabalhando, que isso aqui é um trabalho. É um trabalho para mim, é um trabalho para vocês. Vamos trabalhando juntos. Né? E fluindo aí, vamos fluindo, vamos deixar a coisa fluir, as nossas ideias fluírem. Vou beber água e já vou ler os comentários
de vocês. Se você chegou agora, quer saber do que se trata, quer saber do que estamos discutindo, no bom sentido, não discutindo, mas eh falando aqui dos nossos nossos perrengues sambísticos, né? E pera aí que eu acho que eu fechei aqui o meu arquivo. É isso mesmo, Lia? Você fechou o seu arquivo? Eu acho que eu fechei o meu arquivo. Ah, não, tá aqui. Achei. Eh, nós vamos aqui, você que tá chegando agora, que não sabe aí o que estamos resenhando, pode retornar o vídeo, tá? Que fica, tá aí desde o começo. Você pode retornar,
acompanhar aí desde o início, não tem problema, fica gravado também. Eh, sejam todos muito bem-vindos, tá? Nessa noite de hoje. Hoje eu falei que a resenha assim um pouquinho mais longa. A gente tá aqui desde eh 18:15, já são daqui a pouco 20:15, já vamos dar a pouco 20 20 eh eh 2 horas de resenha e nós vamos finalizar o último tópico agora, tá? que essa resenha de hoje ela é uma resenha de tempo considerável, porque são Assuntos quentes do momento, mas que a partir de amanhã a gente já vai mudar o rumo da prosa,
tá? Depois aí a gente vai falar de outras coisas, de outros negócios. Claro que a gente sempre dá o pitaco aqui porque a galera pergunta e eu vou responder, mas a gente eh vai em frente que tem muitas outras coisas acontecendo no carnaval, tá bom? Deixa eu pegar aqui os comentários de vocês. Vamos lá. Hum. Eh, o Dilson só vai transmitir da terceira em diante. O Carlos, o Carlos Antônio. Boa noite, Li. Antigamente as escolas de samba do grupo dois ganhavam, desfilavam no grupo um. Você lembra? Até isso mudou. Isso era bom, né? A gente,
na verdade, sabe o que que eu tinha muita vontade que acontecesse? que eu acho que ia ser incrível, tipo assim, a campeã de cada grupo, claro, menos avaliação, mas até a série bronze, eu acho que seria legal, entendeu? Eh, botava ali, eh, que fosse ah, aí eu lembro que que um amigo falou assim para mim: "Ah, mas se fizesse isso, essas escolas não tm tamanho para cobrir uma sapuca inteira". Mas não, não tem problema. Seria só pro desfile das campeãs. F podia fazer o quê? As escolas que são menores, por exemplo, série bronze, Eh, talvez
a série prata. Série prata não, porque a gente tem escola ali que já teve na Sapucaí, que tem estrutura, consegue botar uma estrutura na Sapucaí. E mas pegaria, por exemplo, a série bronze, ela podia meio que abrir, sabe quando vem aquelas escolas às vezes que já tivemos, né, no em outros momentos, escolas eh de fora que vem convidadas, aí passa ali com aquele contingente pequeno, tem problema que é pequeno, mas é para mostrar que elas existem, sabe? Para que as pessoas entendam e olhem e enxerguem que elas existem. Então eu, por mim, eu botava a
campeã de cada grupo eh desfilando no desfile das campeãs. Pô, o nome já não diz desfile das campeãs. Então, desfile das campeãs tem que ser as campeãs. É isso, né? Ah, Ricardo, like. Likeou. Leandro, diminuir o intervalo entre uma escola e outra que vai caber na transmissão da TV. Mas, ô Leandro, muitas vezes o tempo é eh o tempo é Ai, meu Deus, fugiu a palavra agora. É o tempo. Ele é dito, ele é a ele é determinado pela emissora. O tempo muitas vezes é determinado pela emissora porque ela ajusta a grade dela. Ela ajusta
a grade dela e ela tem horários em outros locais, em outros países com outro fuso horário. Então ela faz uma ela faz um uma um arranjo na grade dela que tem que dar conta de todos os fusos horários para o para os os quais ela transmite. E aí ela determina como é que vai movimentar essa grade. Compreende? Eh, Dilson, de toda essa história, quem se deu bem foi a Maricá, que vai pro sorteio e crava a permanência no especial. Ah, lindo, Li. O carnaval precisa de pessoas como você. Eu te acompanho faz tempo. Um dia
te vi na Academia da Rocinha, mas não consegui te parabenizar pelo belo trabalho que você faz. Ah, lindo, obrigada. Obrigada, tá? Obrigada mesmo. Obrigada pelo carinho. Obrigada pelas palavras que são palavras de incentivo. Tenho certeza disso. É o que dá força pra gente continuar. É o que me dá força, né? você eh eu vou dizer para vocês, falar o que pensa eh dá trabalho, Tem que ter coragem, tem que ter equilíbrio, tem que ter jogo de cintura, tem que ter tudo isso. É um desgaste mental gigantesco. Quando eu termino uma resenha dessa com vocês, gente,
eu eh eh parece que eu corri uma maratona. É um desgaste mental absurdo, mas necessário. Na minha opinião, é necessário. A gente aqui, a gente não tá, a gente não quer, eu não quero. A gente não quer afrontar ninguém, a gente não quer apontar dedo para ninguém, a gente não quer ditar regras, normas, nada disso. Não é nada disso. A única coisa que a gente tá fazendo e que a gente faz aqui, que isso eu não abro mão de fazer, isso na minha vida eu sou assim, é me posicionar diante das coisas que eu não
concordo. Como é que a gente não vai se posicionar se é uma coisa que é eh lida, interfere, na verdade, interfere diretamente na nossa vida. Então, tão bagunçando a sua vida e tu tá deixando. É assim que funciona? Não, não sei vocês, mas para mim não funciona assim não. Eh, Rayane, boa noite, Rayane. Gente, quando eu falo assim devagar o nome, é porque eu uso, eu não enxergo. Eu tenho que ficar eh fixando a vista para poder enxergar. Eh, Alexandre, alô, galera. Deixa o like aí para fortalecer a turma aí. Custa nada. Isso aí, gente.
Vamos, vamos fortalecer aí. Vamos dar o like, aquele like bacana. Vou dar aquele hype bacana. Vamos dar o hype bacana. Eh, Francisca, Francisca prepara. Enredo da Beijlor vai encantar o carnaval 2027. Eu já vi eh, eu já vi assim rapidamente, né? O pessoal me mandou tem o pessoal me manda tanta coisa que eu não consigo ver tudo, gente. Eu não consigo, né? Vilmar, você fera demais. Obrigada, Vilmar. Cal, oi, Cal, boa noite. Boa noite, L povo do samba. É isso aí, gente. Então, bora pro último tópico agora. Vocês estão vendo a resenha hoje? Tá, resenha
hoje tá pesada, né? Tá longa. Já estamos batendo aí. Deixa eu ver. Já batemos. Vamos bater daqui a pouco 2 horas de resenha e vamos para mais uma meia hora com tranquilamente, porque eh vamos pro Último tópico agora, né? O último tópico que eu ses meio que é o quarto tópico, não é terceiro. Vamos pro último tópico agora que é igualmente importante, tá? Que é o seguinte, pera aí, deixa eu tomar aqui a minha aguinha aguardando o like, hein, de vocês, hein? Não aceito menos do que isso. Quero o like de vocês. Não aceito menos
do que isso, minha gente. O like de vocês. Se você ainda não tá inscrito, se inscreva agora, tá? Próximo tópico é o seguinte. O humano, nós, nós lindos sambistas, por trás do LED, eh, foi isso que eu escrevi, que eu construí esse texto por trás do LED, que é o quê? Essa o nosso chão, né? O nosso terreiro, o nosso chão e o valor da vida. É, gente, o valor da vida. Sabe por quê? Sabe por que eu escrevi o valor da vida? Pelo seguinte, porque esse valor da vida que eu chamo, ele é o
que, Como é que eu vou dizer? Ele é o que é o pilar. é o pilar que sustenta o luxo. Eh, ele é o pilar que sustenta o luxo, que sustenta a negligência do sistema. Essa negligência do sistema é com quem? Essa negligência é com quem faz a festa acontecer. E a dignidade, a nossa dignidade é o que sustenta isso tudo. Por isso que eu digo a vocês, não tem que ficar com cara de paisagem. Eh, ai que legal, gente. Eu vou desfilar. Ganhei uma camisa de diretor. Tô linda de bonita. Vou desfilar. Tô me
sentindo na pista. a diretora e vou para lá e vou achar tudo lindo e maravilhoso e vou ficar batendo palminha para maluco dançar. Vou ficar batendo palminha para todo mundo embolsar a grana. Mas na hora que eu terminar o desfile, meu amor, eu tenho que ralar para conseguir um transporte para ir embora para casa. Complicado, né? Bem complicado. Para encerrar o que eu tenho para falar para vocês, meus amorinhos? É o seguinte, eu quero que eh que a gente fala: "Eu quero". Para parecendo até o prefeito, né? Eu quero, eu quero que a gente saia
um pouco dessa planilha, dessas planilhas, né, do de quantas sobe, quantas descem, quantas vão para cá, quantas vão para lá. Eu quero que a gente saia um pouco disso e que a gente venha mais pro chão, que a gente olhe para baixo para ver o chão que a gente tá pisando, para ver o terreiro que a gente tá pisando. A gente gastar horas, dias, daqui a pouco mês, discutindo se vão ter 15, se vão ter 17, se vão ter 10, se vão ter 20, se vão ser 30. A gente gasta dias, meses, horas e horas
e horas. A gente se deslumbra, né? A gente se deslumbra com a iluminação cênica que bota na apocaí, fica tudo maravilhoso. A gente se deslumbra com isso. A gente se deslumbra com o drone fazendo desenho no céu. A gente olha e fala: "Uau, que tudo, que tudo". Pois é. Mas a gente não se deslumbra, a gente não discute a insalubridade, a gente não discute o abandono, a gente não discute essa negligência com quem faz a coisa acontecer. A gente não discute isso. Eh, eu vou contar uma coisa para vocês que eu contei, eu acho que
foi na, hoje é quarta, né? Eu acho que foi na segunda-feira que eu contei, não lembro se foi de manhã ou à noite que eu contei o episódio do eh do menino que eu adoro, menino que eu adoro, que foi uma experiência assim que me deu meio que um soco na boca do estômago, que esse menino ele fez com que eu me lembrasse de quem eu sou, que me lembrasse da luta que me lembrasse da onde eu venho, que me lembrasse do suor que eu deixo pingar ali na avenida das lágrimas que eu já deixei
cair na avenida, tanto de alegria quanto de tristeza, da minha mão machucada, do arame que entrou no meu ombro, porque a fantasia entrou, o arame da fantasia entrou aqui no meu ombro. Eu, esse menino me fez lembrar disso tudo. Ele me fez mergulhar nisso, sabe? Me fez olhar para baixo e e lembrar o chão que eu tô pisando. E esse menino, ele trabalha nos barracões, mas ele não trabalha, ele não é fixo, ele fica todo ano pedindo aqui, pedindo Alice, tem um trabalhinho para ele, porque ele é de uma família mega pobre. Ele é de
uma família, mas é uma família pobre de recursos, mas é uma família rica, rica, de inteligência, de eh caráter. É uma família que você vai na casa deles, eles têm pouco para comer, mas eles te oferecem. Eles têm a roupinha ali surradinha, rasgadinha. Mas eles saem dali todo dia catando um uma latinha no chão, né? Fazendo um trabalhinho aqui, um trabalhinho ali. E eles vão construindo ali a vida deles, uma família que são muitos irmãos. Mas esse menino é um menino que eu adoro. Ele é um menino de uma humildade assim, fora do normal, sabe?
e ele conversou comigo e ele é um desse tipo do dos guerreiros invisíveis da nossa festa, sabe? Esse guerreiro invisível que a a cúpula só vê como a mão de obra e mais nada. É a mão de obra e mais nada. E mais nada. Não vê como mais nada. Cobra, né? é cobrado, é exigido quando ele aceita ali o trabalhinho. Claro, tem que ser cobrado, tá? Foi trabalhar. Mas pera aí, não é essa cobrança, ela tem um, ela tem uma fronteira, né? Ela tem um limite ali. E ele encontrou comigo, gente, e começou a chorar.
Ele chorou e eu tava chorando junto com ele porque quando eu eu eh eh eu sabia, eu olhava, bati o olho no no pé dele, eu via que ele andava sempre com o mesmo tênis, o tênis furado, rasgado e não sei quê. Todo, caramba, todo lá. Eu não conversei, peguei os sapatos do meu filho, peguei tênis, peguei um monte de troço que não cabia mais no meu filho. Joguei tudo dentro de uma bolsa e levei para ele. Encontrei com ele na rua, pedi para ele ficar me me esperando, porque ele tava botando compra da da
das pessoas do mercado, né? Ele tava botando a as comprinhas ali dentro do carrinho, aquele negócio, ganhando uns trocadinho ali. Aí eu falei, quando ele acabou, eu falei assim: "Você me espera aqui na porta do mercado, não sai daqui". E eu fui dei maior sacolão cheio de sapato para ele, Cheio de tênis e tudo. Cara, ele começou a chorar, gente. Ele chorava, ele chorava. Ele me abraçou. Foi um abraço tão cheio de vida, tão que aquilo, sabe? E ao mesmo tempo que eu fiquei assim, meu Deus, aquilo me destruiu ali na hora. E aí eu
fiz isso, sabe? Eu entendi o olhar o chão aonde eu piso. E ninguém vai dizer para mim que eu não posso lutar por aquilo que eu acredito, porque eu tenho que ir ali linda e bela, cheia de fantasia, trabalhada no LED, batendo palma para maluco dançar, entendeu? Todo mundo enfiando dinheiro no bolso e eu tendo que me lascar toda na hora de ir embora para casa, tendo que tendo que ficar ali quase pedindo pelo amor de Deus para um o Uber eh o Uber ou aplicativo ou táxi ou qualquer coisa que seja baixar o preço
porque não tem dinheiro para ir para casa. Não tem R$ 200, R$ 300 a pessoa ali para ir para casa. Para quem mora lá para Santa Cruz, quem mora para Itaguaí, quem mora para São Gonçalo, quem mora. Então, pera aí. Então, pera aí. Eu não posso, eu não posso falar daquilo que eu luto. Eu não posso falar daquilo que, que interfere na minha vida pessoal, Porque nós sambistas deixamos a nossa família em casa para ir lá ralar pelas escolas. E muitas vezes a gente não tem nenhum obrigado, nenhuma palavra que é tão fácil, tão fácil
de falar, a gente não tem nenhuma palavra. Então, como a gente não vai se posicionar? Então, como a gente não vai chegar aqui e colocar para fora e desabafar e falar o que tem que ser dito? Como eu não sou assim? Me desculpem, mas eu não sou assim. Eu não sou eh de me calar quando eu vejo as coisas erradas, quando eu não gosto de injustiça, eu não gosto de mentira, eu não gosto de nada disso. Então, eh isso me incomoda demais, demais, né? Aquele choro do menino lá na rua. Nossa, aquilo acabou comigo, gente.
Aquilo acabou comigo. Não podia um um alguém de um barracão puxar o menino e botar o menino para trabalhar, botar até a família dele para trabalhar. O carnaval, o carnaval, a verdade, o carnaval de verdade, ele não é o que as autoridades querem que a gente veja. Ele não é o que eles querem, a imagem que eles querem vender, a imagem que eles querem passar. Nós, vocês estão falando com quem é sambista. Eu sou sambista e vocês também. E nós sambistas sabemos que não é que o carnaval não é a imagem que eles querem passar.
Eles querem postar no Instagram a taça de champanhe, o pró o pró seco, o whisk, postar no Instagram dentro do camarote falando: "O carnaval é lindo, olhem que maravilha, olhem que beleza, mostrando aquela alegoria magnífica passando ali na avenida". Mas eles estão dentro do camarote, tomando isque, tomando para seco, né? vão embora de carro blindado, estão ali. Carnaval é isso. Mas eles postam lá no Instagram, postam os convidados, né? Postam as autoridades, eles fazem aquela aquele teatro ali, eles fazem na cara de pau, eles fazem. É o famoso filtro, né? É o famoso filtro. É
o filtro do Instagram. Mas o carnaval real, carnaval real, ele é o carnaval que acontece aonde? Na mão queimada de cola, né? Na mão queimada de cola. Quem já queimou a mão com cola quente sabe como é que é. Sabe como é que é o aderecista que não tem um ventilador sequer ali em cima dele para ele minimizar um pouquinho o calor do Rio de Janeiro. É o pulmão daquela galera que trabalha ali, né? Que pega ali a fuligem, que pega a serragem, não é? que pega isso tudo ali. Eles estão focados em maquiar o
entorno da Sapucaí paraa foto política ficar bonita, né? Paraa segurança, eh, para dizer que a segurança foi show de bola na hora que a gente bota o relatório, o relatório que tem o relatório da prefeitura, né? tem o relatório ali eh, dizendo que tudo foi maravilhoso. Eles fazem questão de qual é o primeiro, logo o primeiro parágrafo, o primeiro conjunto de parágrafos que tem, vem dizendo logo o seguinte: Carnaval batemos o recorde, tá de tantos bilhões, sei quem entrar tantos milhões de turistas, isso é o é o que vem primeiro. E o e o relatório
vai do início ao fim só dizendo coisa bonita. Só dizendo coisa bonita. Mas e a segurança de quem vai embora de madrugada? Como é que fica? Para ir para ir durante o dia já é ruim. E eles vão continuar permitindo os arrastões lá, os assaltos que tem ali na área da central do Brasil, na área do Balança, na área ali em torno do Sambódromo de uma forma geral, mas central do Brasil é milhões de vezes pior. Eles vão continuar permitindo isso. E detalhe, né? Permitir eh que isso aconteça com o povo que acabou de sair
dali dando a vida o suor ali dentro da avenida. É esse povo que vai aturar isso depois. Então, vão continuar o quê? Tratando sambista como um número. Só isso? Sambista é um número, né? É o número. É o número. É o votinho que vai lá para, né? Que vai lá. Que só serve o quê? para preencher, para bater palma em reunião na quadra, né? Vai lá para bater palma pro político catar voto, aquela reuniãozinha básica que o presidente obriga a gente ir a ir. Sambista serve para isso. É duro dizer, né? Dói, mas é sambista
serve para isso. A minha briga aqui, gente, a minha briga aqui, meus amores, é pelos recursos humanos. A minha briga aqui não é pela alegoria. Alegoria é engenharia física. Alegoria depende do dinheiro. Alegoria depende da criatividade do carnaval e da equipe dele. Só que a alegoria depende também dos recursos humanos. Então, os recursos humanos para mim são a prioridade. Os recursos humanos para mim são a prioridade. Se a gente não constrói a base, se a gente não constrói a base como um pilar que sustente isso tudo, um pilar de respeito, aquele pilar responsa, aquele pilar
responsa, que que acontece? O topo do grupo especial, ó, começa a tremer. Vai tremer o sol. vai tremer e começa. E começa a tremer. Uma hora não vai ter LED que segure. Uma hora não vai ter drone que segure porque o tombo vai ser grande. Eu, Lia, eu tô com quem suja o pé ali na terra, no terreiro, porque é ali que mora a nossa alma. É ali que mora a alma do samba. E o carnaval ele é o quê? Ele é uma obra de engenharia complexa, que eu já falei para vocês, sim, mas é
uma obra feita por gente, até então ainda não é feita por robô. E sem o humano, o carnaval é o quê? É somente um desfile de bonecos de plástico vazio e fibra e mais nada. Então, como não somos bonecos, acho melhor a gente acordar pra vida e ver o que tá se passando na nossa cara, na nossa frente e se posicionar. Não é para bater boca, não é para brigar, não é para não, não é nada disso, mas é se posicionar, gente. É falar só isso. É simples. Não é para agredir ninguém, não é para
ofender ninguém, não é para afrontar ninguém, não é nada disso. É somente se posicionar, é entender o seu papel. nisso tudo. O seu papel nesse contexto, nesse sistema, é entender o seu papel. É isso. Ai, e tenho dito, você sente, vocês sentem aí que vocês são tratados como uma família do samba, que a sua escola trata você desse jeito? Você é torcedor. Você é torcedor. Você torce pela sua escola. Eu torço pela minha. Você sente que a sua escola trata você assim? Não tô nem falando do sistema, hein? Tô falando da escola. Você sente que
a sua escola trata você como parte da família, pertencente à aquilo ali? A tua a sua escola te acolhe? Ela te protege? Ou você se sente apenas um figurante? Escreve aí nos comentários, Escreve aí que agora para finalizar eu vou ler os comentários de vocês. Escreve aí que eu quero saber, tá? E tenho dito, vou beber a minha água. E é isso aí. Hoje eu não, hoje eu Hoje eu tô calma, viu? Hoje eu tô calma. Hoje não acordei ácida, não. Tô bem calminha hoje, acreditem. Deixa eu ver aí. O Francisco, eu falei o foi
Francisco, né, que ele falou do enredo da Beij. Vilmar Cal, eu falei, Glausinha, tô rindo aqui para não chorar, mas é bem assim que acontece. Ar lindo, deixa seu like, galera. Lia merece, ela é simplesmente sensacional. Obrigado, Arlindo. Mauriceia, minha amiga. Mauriceia, queridona, maravilhosa. Venícius, eu conheci a Lia no carnaval deste ano. Eu estava procurando quem estava transmitindo da Sapucaí. Encontrei um que assim que a escola passava, ele postava. Aí apareceu o ao vivo da Lia e me apaixonei. Ai, Vinícius. Ai, gente, fala assim não que eu me emociono. Eu sou, olha só, eu sou
brigona, eu sou brigona. Eu sou assim de chegar e pá e sai au no rolo compressor. Sou brigora. Já falei para vocês, eu vou pra avenida, eu sou de guerra, né? Sou de trincheira ali, de pá, aquele negócio. Eu sou é meu jeito. Sou assim, gente. Nasci assim, não sou Gabriela, mas você sempre assim. Porém, eu também sou manteiga derretida. Eu tenho meu lado de manteiga derretido. Tenho, confesso que eu tenho meu lado de manteiga derretida. Sou super emotiva. Tem coisas assim que eu sou mega assim brigona mesmo. Mas tem coisa que eu só de
olhar já começo a chorar. Vení, obrigada, Vinícius. Assim, tu me emociona, cara. Tu me emociona de verdade. Eu amo vocês demais, gente, demais mesmo. Vocês são incríveis. Lia, você sabe se vai ter a festa do samanete esse ano? Não sei, Cau. Acredito que Não sei. Acredito que sim. O Chico deve saber. Chico Frota, acha que ele ele faz parte? Ele deve sa vou perguntar a ele, mas eu acredito que sim. Não sei, né? Porque as coisas estão tão caras, gente. Tá tudo tão caro, tão coisa. Eu acho que se eu ou eu vi alguma coisa,
eu não me lembro agora, porque se eu não me engano Sambanete ano passado foi no Baródromo, não foi isso? Eh, me lembra isso. Ou eu ou eu tô confundindo. Não, acho que o sambanete foi no Baródromo, não foi? Eh, não sei como é que vai ser. Eu vou perguntar ele. Acredito que sim. Acredito que tenha, porque tá tudo muito caro, né, gente? Então assim, para o pessoal fazer evento grande é complicado. É muito complicado. Eh, Venícius, não me arrependo de ter me inscrito no canal desta guerreira. Não é à toa que ela carrega esse São
Jorge no pescoço. A luta é grande. Verdade. Verdade. Meus amores, eu quero desejar vocês uma uma noite assim maravilhosa. Não peço que vocês briguem com ninguém, por favor, não façam isso, mas que vocês se posicionem ou pelo menos parem para pensar. Não deixa os outros fazerem vocês de gato sapato. Não façam isso. Não façam isso. Sabe? Vocês têm uma vida, vocês têm pessoas que, acredito eu, que vocês tenham família, que vocês têm pessoas que vocês devem, no bom sentido, eh, um cuidado, um carinho. Então, se você é uma pessoa que se dedica ao carnaval, se
dedica ao samba, não deixa os outros pisarem em você, Sabe? Não deixa, se posiciona. Você não tá fazendo nada demais, sabe? Não entra nessa de ah, tenho medo. Não tem que ter medo. Não tem medo de nada. Você não tá fazendo nada. Você não tá ofendendo ninguém, você não tá afrontando ninguém. Você só está se posicionando. Você só está dando a sua opinião. Então, eh, não briguem com ninguém. Eu quero vocês eh sempre pensantes, mentes pensantes, porque é isso que faz a gente evoluir. Faz a gente evoluir no mundo, faz a gente evoluir na nossa
vida, a gente evoluir espiritualmente, a gente evoluir em todas, todos os campos que a gente pode. Então, é nós pensarmos, nós termos uma mente pensante, nós pararmos para refletir faz parte e é necessário. E o carnaval não é diferente. Não é porque ele é um entretenimento que a gente não tem que fazer isso. A gente tem que fazer sim, tá? Eh, eu quero que vocês tenham uma noite ótima, quero que vocês tenham uma noite esplêndida. Amanhã de manhã temos o nosso café no barracão, né? 8 horas da manhã. Meus amigos, gente, meus amigos falam assim:
"Lia, você é muito louca". Eles falam assim para mim, meus amigos, fala assim: "Lia, você é muito louca". Eu falei: "Que isso, gente?" Mas por que que eu sou louca? Eu falou assim: "Não, Cara, tu é muito louca, tu não dorme, tu não sei lá, tu não come, tu não dorme, tu parece um robô". Falei: "Gente". Falei: "Gente, como assim, cara? Que robô?" Eu falou assim: "Não, eu como, eu como muito, eu bo, eu tudo normal, que nem vocês". Não, não é não. Você não é normal não. Você não é normal não. Eu falei gente
para claro que eu sou. Não é não. Você não é normal não, cara. Você acaba de fazer uma live gigante, você fala para caramba, você não sei o quê. Daqui a pouco de manhã tu tá lá de novo, daqui a pouco de noite tu tá lá de novo. Se bobear, tu tá lá de novo no meio do dia. Eu falei: "Gente, mas isso é o meu trabalho. Isso é o meu trabalho e o que me move é o trabalho que eu amo. Sou apaixonada pela pelas minhas profissões, né? E eu amo vocês, cara, como pessoas.
Amo vocês como sambistas. Eu quero ver vocês felizes. Eu quero ver vocês bem. Eu quero passar na avenida e ver vocês lá e vocês me dão tchau. E vocês, Lia, eu tô aqui, Lia, vão tirar foto, vamos não sei o quê. Aí eu vou e filmo vocês. A gente faz aquela bagunça. Eu adoro, eu adoro, eu amo vocês. Sou apaixonada por vocês. Então eu só quero bem, né? E Vocês eh vocês assim, falar o que de vocês? Vocês são incríveis, você caramba. Vou falar o que de vocês, gente? Vocês são incríveis. Vocês são maravilhosos, sabe?
E eu estar com vocês aqui todo dia é zero, zero arrependimento. Eh, eu saio daqui de alma lavada. Digo para vocês, cada resenha que eu faço, cada bate-papo que eu faço com vocês, eu saio de alma lavada. Não me interessa se tem uma pessoa assistindo, duas, 10.000. Não interessa, eu saio de alma lavada, porque a nossa troca de energia é muito forte, é muito forte, muito grande, tá? E eu só tenho agradecer a vocês. Muito obrigado, de verdade, tá? De coração mesmo. Vocês me emocionam de verdade. Eh, Eduardo, Lia, você não acha que o Gabriel
está encurralado pelos políticos? Pensei que ele tinha mais personalidade. Talvez. Eu não diria encurralado. Encurralado não, porque ele sabe o terreno que ele tá pisando. Ele conhece melhor do que nós o terreno que ele pisa. Ele é um, ele é uma pessoa de marketing, ele estuda marketing, ele lida com grandes empresários, ele ele sabe eh quando ele está no meio dos lobos, ele sabe. Ele não é ele não é bobo. Eu não acho que ele esteja encurralado, não. Eh, porque existe uma coisa, gente, no marketing, né, que eu vou falar para vocês. Eu sou publicitária,
estudei marketing também. Eh, muitas vezes no marketing a gente eh trabalha, a gente tá dentro de uma situação como ele, por exemplo, que tem ali em volta dele, ele tem a liga, ele é o presidente da liga, ele tem as escolas filiadas à liga que estão ali no entorno, certo? Elas são os braços da liga. Além da liga, ele tem o quê? Ele tem um braço que é uma emissora de TV, ele tem um braço que são patrocinadores, ele tem braços que são políticos. Ele por eh ele não ele não tá encurralado. Ele tem que
saber fazer o jogo. Por quê? Porque um depende do outro. Ele depende do Sambódromo, que depende do fulano, que depende do Beltrano, que do outro depende do não sei quem, que depende da emissora. É tudo, na verdade, é uma grande teia. Você tem que saber jogar. Por isso que a capa desse vídeo aqui tá um tabuleiro de xadrez. Ganha quem jogar melhor. Ganha quem jogar melhor, quem utilizar melhor estratégia. É um tabuleiro de xadrez, aonde você tem ali as peças e você movimenta com estratégias. Você tem que ser um estrategista maravilhoso para você não ser
engolido, para você pro pra tua peça não ser eh eh engolida. Então você tem que saber jogar, você tem que jogar na estratégia. Eu não acho que eles estejam encorralado. Eu acho que ele tá ele tá eh vendo o terreno. Ele tá dando tempo ao tempo. Ele tá dando tempo ao tempo. Ele tá ali. Talvez o as pessoas que estejam em torno dele, que orientam ele, porque ele não é uma cabeça pensante sozinha, ele tem pessoas que orientam ele. Talvez as pessoas que orientem ele falam, faz façam o seguinte: "Olha, não vai por esse caminho
aqui, não. Vai por esse aqui. Calma, segura agora. Não, solta não, ó. Segura pau. Não, ó, toma essa atitude aqui, gente. Ele, ele também não é sozinho nessa história. Ele tem pessoas que orientam, entendem? Então, eh, eu não, eu não vejo ele como encurralado, não. Não vejo. Eu acho que ele sabe muito bem o terreno que ele tá pisando. Ó, o Santana Santana botou aqui, você tá correta. Eh, desfila no Salgueiro. Sou muito bem tratado pelo pela escola. Que bom, que bom, que bom. Eh, ótimo. Tomara que continue assim. Eu já sou, eu já sou
contrário. Eu já fui do Salgueiro e hoje em dia eu dificilmente vou lá. Só vou lá a trabalho e mesmo assim, tipo, final de samba, que nem sempre eu vou ou em uma disputa, porque eu já tive muitos aborrecimentos lá, muitos, na época que eu era de lá, inclusive. Eh, então eu me desencantei da escola, até porque eu sou de um tempo de salgueiro que é um salgueiro completamente diferente do salgueiro de hoje. Salgueiro de hoje não me agrada. Eu me agradava do Salgueiro de antigamente, que era uma escola raiz de comunidade, onde o morro
descia, você entrava na quadra, você via a comunidade do morro do Salgueiro inteira lá. Hoje você olha, você não vê ninguém. Então assim, eu eu esse salgueiro de hoje não faz a minha cabeça, entendeu? Não tô recriminando quem quem gosta, quem vai lá, que é uma grande escola. É uma grande escola. É uma potência de escola. É uma escola que tem uma história maravilhosa, fantástica, mas o a forma como ela tá lidando com o carnaval não me agrada mais. Não, não me Dá. Vou falar o português claro, papo reto. Não me dá tesão de ir
na quadra. Não me dá. Não dá tesão de chegar lá. Ai, vou pro Salgueiro. Não dá tesão de ir na quadra. Quando meus amigos que vem de fora que fala assim: "Ai, Lia, leva a gente no Salgueiro". E e gente, na minha casa no Salgueiro dá para ir a pé. Aí eu falo assim, aí eu faço aí eu falo assim para eles: "O Salgueiro" aí, "Ah, porque o pessoal vem de fora naquele, né? Quero ver o Salgueiro." Falei: "Então vamos lá pro Salgueiro, aí levo eles pro Salgueiro." Conheço um monte de gente, conheço um mundo
de gente lá dentro do Salgueiro, mas não, não tenho tesão, cara. Eu vou lá e fico assim, ó, de braço cruzado aí cantando. Se eu tô trabalhando eu, é outra coisa. Eu tô lá fazendo o meu trabalho agora para ir para curtir, muito difícil eu ir lá. Muito difícil. Vení, boa noite, Li. Amanhã vou só te ouvir. Tem uma noite abençoada para vocês também, gente. Para vocês. Já falei para caramba aqui, como eu falei para para vocês. Acho que tá batendo aqui 2 horas meia. Eu nem sei, eu nem sei quanto tempo tá batendo, mas
para todos vocês aí, Venícios, todos vocês que estão com a gente essa noite, né, que estiveram ou estão aqui ainda, muito obrigada, tá, pela audiência, muito obrigada pela permanência, pela participação de vocês aqui. E a gente se encontra amanhã de manhã, eh, às 8 horas da manhã para tocar esse bonde. Aí, Segue o baile, né? segue o baile tocar esse bonde. Eu posso dizer para vocês: estou leve. Estou leve. Falei tudo que eu queria. Tô super leve. E bora aí, bora que nós gostamos de carnaval e não adianta que a gente tenta sair dele, mas
ele não sai da gente. É isso que eu tenho para falar para vocês, tá? E a gente a gente vai se falando. E gente, fiquem à vontade. Se vocês quiserem comentar embaixo do vídeo mesmo depois do encerramento a da live, assistirem outros vídeos, fica à vontade, comenta que eu inclusive agora vou sentar calmamente responder comentário por comentário dos outros vídeos. Respondo todo mundo. Respondo todo mundo. Às vezes demora um pouquinho porque é muita coisa acontecendo, né, gente? Vamos combinar. Tem um monte de coisa acontecendo ao mesmo tempo. Aí demora um pouquinho, mas eh isso mas
eu faço isso, tá bom? Eh, deixa eu pegar aqui, ó. E é isso aí. E a gente vai, a gente vai se encontrando amanhã, tá bom? E os guerreiros são pura emoção. A indente é o nosso lar. Com muito samba vamos festejar. E aí? Oh, no café da manhã o samba vaiar. Vem comigo. Venham guerreiros. É hora de brilhar. Vítimo que boa noite sou carioca. Vamos com carra e raça. Carnaval de verdade naendenteia. Vem nos embalar no compasso da vida. Samba é o ar. Amor e alegria vamos exaltar. V no calho que é hora de
sambar. Olha. Vem nos embalar no compasso da vida do samba é o ar. Amor e alegria. Vamos exaltar carioca. É hora de sambar. A sintonia, a sintonia que vem do coração. E os guerreiros são pura emoção. A intendente, a intendente é o nosso lar. Com muito samba festejar. Vem comigo agora. No café da manhã. O samba vai eccoar. Oh, venham guerreiros. É hora de brilhar.