fala pessoal tudo bem Como é que vocês estão imagino Espero que sejam muito bem e bem-vindos a mais um vídeo e hoje a gente vai conversar sobre cada caminho que a gente escolhe é um caminho que a gente perdeu um caminho que a gente deixou para trás essa vai ser uma reflexão bem importante então senta aí fica tranquilo pega uma água vamos conversar e antes de qualquer coisa dá um like nesse vídeo se inscreve no canal ativa o sininho que é muito importante e se você quiser conhecer os meus livros pô Fred você é escritor
nunca li um livro seu pô Fred eu quero entrar no clube despertar que é a minha comunidade de autoconhecimento a gente já tem centenas e centenas de pessoas onde tem encontros mensais a gente tem conteúdo toda semana Enfim tudo que você precisa para ter uma comunidade de autoconhecimento primeiro link na descrição você vai ter acesso a tudo mas vamos à nossa conversa de hoje e vamos nos aprofundar um pouquinho sobre o que eu quero dizer com essa coisa de escolher um caminho e a gente tá deixando outro para trás parece Óbvio Mas vamos aprofundar um
pouquinho tem uma frase que é muito conhecida minha e eu falo muito para vocês que é o seguinte não Viva o desafeto das escolhas que você não fez e essa frase viralizou essa semana e eu fiquei pensando um pouquinho sobre isso alguém compartilhou aí nas redes sociais da vida e viralizou de novo e eu fiquei pensando sobre fazer um vídeo disso por quê Porque o que acontece toda vez que a gente escolhe um caminho a gente perde as outras possibilidades certo então cada escolha sempre vai ser uma renúncia a gente sempre vai perder alguma coisa
e e perder no sentido de Deixar de Viver e se toda hora que eu escolher algo eu viver os desafetos as tristezas ou até as alegrias imaginárias do caminho que eu não escolhi a minha vida vai ser muito sofrida então se eu me relacionar com essa pessoa pensando mas essa era mais legal ou se eu i morar num lugar pensando mas eu queria estar morando na praia mas se eu morar na praia eu podia estar morando no Campo Mas será que aqui eu vou ter mais oportunidade e sempre est coabitando com essas dúvidas de maneira
não saudável mas em maneira comparativa eu vou sofrer muito porque se a gente escolhe um caminho quanto mais presente a gente tiver nesse caminho mais leve vai ser nossa vida quanto mais a gente tiver num caminho que a gente vive o desafeto das escolhas que a gente não fez então eu fico vivendo aqui usando uma metáfora simples que eu falo para vocês que é a seguinte que eu já usei várias vezes e ela é muito sucinta ela é muito simples e metfor explicam muito bem melhores do que às vezes livros inteiros então eu sempre falo
para vocês isso e é uma comparação que eu quero que vocês guardem porque ela é muito simples de entender uma analogia muito simples se eu escolho um sabor de sorvete e eu quero tomar o sorvete de maracujá e eu pego eu posso ter direito a duas duas opções de sorvete né então eu quero maracujá e quero creme enfim e eu comer esses sabores olhando pros sabores dos outros pensando pô mas o de chocolate deve estar melhor será que eu peguei errado Será que eu peguei certo eu não vou curtir o próprio sabor de sorvete que
eu peguei certo e aí eu vou ficar sempre coabitando com esses caminhos e criando os cenários hipotéticos pô seria bem melhor né você não sabe seria melhor mas você cria essa Fan fica na sua cabeça e isso te faz ficar triste com a escolha que você fez sem saber se a escolha que você não fez realmente poderia ter sido pior então o caminho que a gente não fez É muito mais fácil florir ele na nossa cabeça Então se a gente escolhe o caminho daqui e fica pensando no caminho daqui é difícil a gente olhar para
esse caminho e falar nossa seria muito pior a não ser que tenha algo muito claro que diga isso senão a gente tem muita chance de florear Nossa mas se eu tivesse ido por esse caminho talvez seria do melhor talvez essa pessoa era mais interessante Talvez hoje eu estaria muito bem a gente não sabe sabe por se a gente vive um caminho Imaginário da Escolha que a gente não fez a gente se frustra com o atual caminho que a gente teve então uma coisa que eu sempre penso é quando eu escolho alguma decisão minha de vida
cara eu vou viver esse caminho é aqui que eu tô é isso que eu escolhi eu quero mudar eu mudo mas eu não fico nessa dualidade porque senão vai ser um sofrimento muito grande e aí que entra grande parte das tristezas das pessoas hoje em dia você pensa pô se a gente tem muito mais né a gente deveria estar mais feliz mais livre só que a gente lida com muito mais dúvida e aí a gente começa a ter e a síndromes de de de que eles chamam em inglês de Fear of Missing out que é
a sensação de sempre estar perdendo alguma coisa ou aquela sensação de eu sempre poderia estar num caminho melhor eu sempre poderia estar e a gente não sabe então eu já falei isso para vocês e é uma frase minha que eu que eu que eu gosto que é a a a a falta de liberdade ela aprisiona a gente mas o excesso de liberdade também aprisiona porque a gente começa a ter tantas opções que você fala não sei o que eu vou fazer então eu vou viver essas opções na minha cabeça isso vai me consumir uma energia
Vital muito grande e eu não vou fazer nada então escolha o caminho viva as alegrias e as tristezas do caminho escolhido e não fique imaginando que o outro caminho que você não escolheu poderia ser melhor porque você tá floreando muito muitas vezes muitas vezes pode ser muito pior do que você imaginou e a gente não vai saber porque a vida são acasos seguidos que a gente não vai ter controle então a gente escolhe um caminho e vive ele para poder viver em paz qu a gente escolheu Ah mas eu quero mudar de caminho tá bom
pega vira a rota e muda o caminho e aí viva este caminho escolhido mas não fique indo para cá pensando que aqui ser é melhor ou vai para cá pensando que aqui poderia ser pior a gente não sabe a gente não sabe e se a gente quer fazer isso a gente tá tentando controlar a vida tentando controlar as possibilidades e a gente não tem esse poder de controlar a gente cria cenários que são mais confortáveis pra gente ou muitas vezes mais catastróficos pra gente então importante é lembra do que eu falei se a gente for
escolher a cada caminho escolhido que a gente tiver a gente tá deixando outro para trás a cada caminho lembra disso a cada caminho que a gente escolher a gente tá deixando outro para trás e se a gente focar sempre no que a gente Possivelmente perdeu a gente nunca vai abraçar o que foi escolhido E aí a vida vai ficar sempre um e e si e aí você não vai viver essa felicidade Então por mais que antigamente a gente tivesse menos opções era isso que a gente tinha eu tava vendo um vídeo eh não sei se
era de uma psiquiatra uma psicóloga falou alguma coisa muito interessante que é de se questionar né e não é de de toda não que eu concordo de 100% mas ela falava o seguinte antigamente Ó você vai fazer medicina você vai fazer direito você vai fazer isso era ruim você ficava limitado ao que a sua família mandou você fazer mas de certa forma você não precisava pensar tanto hoje a gente pensa eu quero que você seja feliz e a felicidade é algo muito grande n feliz o que é isso e a gente começa a lidar com
esse vazio existencial de pô eu nem sei se eu vou amar a pessoa na alguém na minha vida e ter uma família como eu gostaria pô eu nem sei o que eu gosto que profissão eu gosto você começa a sentir perdido na na isso a gente vai fazer um vídeo sobre isso um dia sobre esse sentimento do eu preciso ser feliz mas isso é algo muito grande então quando a gente limita um pouco as nossas opções a gente acaba não coabitando tanto com as possibilidades e fica nessa dualidade que eu falei ao mesmo tempo que
o excesso de liberdade é é é bom ele nos aprisiona como a falta de liberdade é ruim mas também nos aprisiona então lidar com esse equilíbrio entre vamos dizer como se a gente tivesse comendo num restaurante tivesse um cardápio que não seja um cardápio pequeno demais que eu seja obrigado a comer coisas que eu não gosto mas que não seja um cardápio com 200 opções que eu não consigo escolher como é que eu faço a vida ser um cardápio de escolhas mais maduras que a gente não fique sempre vivendo a tristeza de um prato metaforicamente
que a gente não escolheu mas sim viver alegria e abraçar aquilo que foi escolhido porque senão sempre os caminhos que a gente não escolheu podem ser mais floridos e mais imaginários e a gente vai dar continuidade a uma ilusão que não é real então viver a realidade é talvez a grande parte e necessária da maturidade viver o que é viver o que foi e não felicidade sempre ser um pré-requisito para algo uma mera possibilidade sen não a vida fica muito triste e cansativa sacou espero que vocês tenham gostado da conversa de hoje e tenha aberto
a cabeça de vocês nesse sentido primeiro link na descrição entra no clube despertar se você quer estar na minha comunidade de autoconhecimento se você quer conhecer meus livros primeiro link na descrição você tem acesso a tudo fechou um beijo se cuida a gente se vê logo se fala logo tudo de bom e até logo