Olá saudações alunos da 3ª série do ensino médio do Estado do Paraná estamos começando mais uma aula de história aula essa em que nós vamos justamente abordar o fim do trabalho escravo no Brasil e como ocorreu a substituição do trabalho escravo no Brasil para o trabalho assalariado Então quais são os objetivos da nossa aula de hoje simplesmente identificar as causas que levaram ao crescimento do movimento abolicionista no Brasil também conhecer os protagonistas do processo abolicionista e as principais legislações que levaram ao fim do uso esse tipo de mão de obra no Brasil assim como compreender
as consequências do fim do trabalho escravo para a sociedade brasileira e principalmente para os seus cativos aqueles que tiver que foram submetidos a esse essa modalidade de trabalho então mão de obra escrava Oi Ana vamos pensar aqui lá africanos escravizados foram trazidos para o Brasil contra a sua vontade para trabalhar Principalmente nos engenhos de cana-de-açúcar porém e eles existem também várias outras atividades produtivas no Brasil missão um processo muito grande por muito tempo dessas do Brasil a mão de obra básica do Brasil aquela que era então é que era plantio era mão de obra de
pessoas foram trazidas contra sua vontade do continente africano para o Brasil como que esse fenômeno que ele chama de diáspora africana influenciou na história das populações que formaram o Brasil quais foram as consequências que esse movimento então é a vinda desse grande número de pessoas contra sua vontade teve a economia para a sociedade para cultura e lembrando que esse já ficam as outras não para uma região específica Eles foram diluídos em todo o território brasileiro os resultados atualmente do Brasil Você tem uma proporção maior tem outro uma proporção menor mas em todos você tem a
ainda no Brasil do trabalho análogo à escravidão O que quer dizer esse termo análogo um trabalho que se aproximam trabalho que você possa comparar trabalho escravo pois bem oficialmente a escravidão já acabou no Brasil ela não existe porém entre 1995 e 2016 foram libertados pelo Ministério do Trabalho 11.939 Trabalhadores em condição considerada análoga funciona próxima a escravidão principalmente em fazendas de cana-de-açúcar isso representa aí 22 por cento dos trabalhadores libertados você já vejo que ainda na produção açucareira Nacional contemporânea uso de mão-de-obra escrava ainda existe você nós somos analisar esse gráfico Aquele Moço a 22
processos trabalhadores libertados e a cana-de-açúcar 31 por cento trabalhava na pecuária dezoito por cento e outras lavouras diversas E aí nós temos outros ramos de trabalho que também acabaram aí sendo descobertos pelo Ministério do Trabalho e uma estatística importante aqui 32 por cento desse trabalhadores escravos eram analfabetos o feijão sabendo bem ler e escrever como é que eles saberiam então os seus direitos trabalhistas sem ter essa Kawasaki enquanto 39 por cento só chegar até a quarta série ou seja muito Possivelmente também não tinha um grande intimidade grande habilidade com a leitura e na discussão dos
seus direitos O que a lei permite a ele e vamos ver aqui o processo caneta nós cabe não foi um processo Pacífico houve grande resistência africana entre 1807 1835 ocorreram na Bahia mais de 20 voltas e conspirações como forma de resistência os rituais religiosos africanos e o desenvolvimento da capoeira também foram ações resistência numa tentativa de manutenção da sua tradição seu Zap seu cultura Além do mais fugas organização de quilombos compra de alforria seus processos na justiça procurando provar o direito à liberdade por um muito constantes e muito usado sair por parte da sociedade brasileira
Então você tinha clubes por exemplo que eles faziam vaquinha terminei o dinheiro para ocorrer o escravo Todo mês a gente consegue comprar um Ele deve estar ele e é assim que você também então você teve esse momento auxílio teve Mas você teve sempre o próprio movimento de resistência um acordo o símbolo máximo aqui que a gente conhece mas por que são os quilombos entre outras práticas e rebeldia que foram perpetuadas por ele e aí nós vamos ser o crescimento durante o segundo reinado do movimento abolicionista com o tempo foi sendo desenvolvido no Brasil o movimento
social liderado por pessoas de diferentes etnias e condições sociais no combate à escravidão e na divulgação de ideias abolicionista e era um movimento bastante dispersa na sociedade menos não pegava um setor essas dar nós temos aqui por exemplo Joaquim Nabuco por um grande abolicionista e ele era uma pessoa branca de uma elite cultural era um intelectual que inclusive foi embaixador do Império Brasileiro no estrangeiro nós temos Luiz Gama Luiz Gama ele foi vendido como escravo quando era criança ele conseguiu provar judicialmente que a escravidão dele era ilegal e depois a gente passou a atuar como
advogado Oi e eu conseguir libertar mais de 400 escravos nos some com processo na justiça e nós temos André Rebouças que nunca foi um escravo mas é um dos grandes líderes abençoe e ele era um engenheiro de origem africana uma pessoa então de Cultura de três vezes tudo e ela Amigo pessoal de Dom Pedro Segundo Então como que isso vai acontecer você vai ter a pressão aconteceu dentro do Brasil por Camus a Suzane você também passa a ter uma pressão internacional contra o Brasil o que acaba criando no Brasil o isolamento político de certa forma
a escravidão ela passou paulatinamente a ser vista como uma vergonha para todo mundo Hinário muito desses pensamentos vem através do movimento filosófico Iluminista que já pregava e deve todos somos iguais perante a lei Então vamos garantir a igualdade de todo em 1865 com o fim da escravidão nos Estados Unidos que passou por sua guerra civil o Brasil passou por cada nós fazermos o último país ocidental a manter o trabalho escravo então fazia o Brasil parecer aí uma exceção entre os países Essa dai com os cristãos ocidentais posso iluministas e após os carros azul estarem e
morrerem com bravura na guerra do Paraguai vamos lembrar aqueles ingressaram grande parte do corpo dos Voluntários da Pátria o exército também passa a defender o abolicionismo então o exército Passa então também defender essa nova 10 você não porque porque eles Lutaram também defesa da Pátria eles sangraram se sacrificaram depois apaga o que que seriam tão diferente dos demais dos demais membros aí do exército Então você tem todo esse crescimento para correndo durante o segundo reinado Mas vamos para a primeira atividade da aula de hoje em que eu pergunto para você quais os motivos que levaram
o aumento do movimento abolicionista no Brasil eu não tenho um tem e eu já retorno à [Música] E aí E aí E aí [Música] tá [Música] falando com quem [Música] E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí E aí E aí E aí E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí E aí eu falo consegui responder perguntei para vocês quais os motivos que levaram o aumento do movimento abolicionista no Brasil é sugestão de resposta aqui pela pressão internacional que
o isolamento do Brasil depois que os Estados Unidos aboliram a sua escravidão a guerra do Paraguai após os escravizadas lutarem e morrerem com bravura reconhecida pelo exército brasileiro então isso levou o crescimento interno também é justamente é da questão abolicionista mas nós temos todo uma questão sobre a mão de obra tá vão pensar nas reações da política com essas pressões diplomáticas e econômicas pela modernização do sistema de trabalho brasileiro as elites econômicas estou usando uma uma abolição lenta e gradual do trabalho escravo no Brasil o que que eles objetivavam com isso com essa com essa
Abolição lenta e gradual justamente o objetivo dele a PM em você justamente fazer um lento processo de substituição pênis não acreditavam e era um pensamento meu racista da época senão totalmente eles acreditavam que o escravo ele não trabalharia depois e vamos levar que é extensa celular no Brasil por muitos séculos foi o trabalho escravo então o que que eles queriam então já que a gente vai libertar espera um pouco e quanto eu vou trazendo outra fonte de trabalho para mim no caso disso aí você vai acabar pelo grande força a imigração europeia para o Brasil
muito marcante também na nossa história tem um processos também de substituição da mão de obra trocando a mão-de-obra Escrava africana pela mão de obra assalariada europeia e também pessoal essa Elite Econômica procurava o poder assim uma lenda substituição da força e ele se uma outra questão vamos lembrar que os escravos eles eram com bom então todo o fazer que era de escravo ele gastou o dinheiro com essa compra é uma propriedade que ele tinha e ele pretendia o que ser indenizado quando era permitido eu comprei agora você quer que eu Liberty e eu não vou
ganhar nada em troca Então peça numa questão que para eles Era bastante urgente a indenização 12 Berry então esses elementos aconteceu na discussão que vai procurar e justamente retardar e fazer a nossa Abolição ocorrer de uma maneira mais lenta e gradual e não de uma maneira radical a primeira grande lei que nós vamos ter aqui que vai proporcionar essa Abolição letra gradual é chamada Lei do Ventre Livre ela foi para o lugar de 1871 ela foi para cruzar por Visconde do Rio Branco estabelecer que qualquer filho de escravo nascido a partir da data desta lei
seria considerado livre a O porém ela estabelecia que para ser libertado o senhor recebia ou uma indenização de 600 mil réis do estado ou a criança teria que prestar serviço até os 21 anos então ela não era libertada de imediato ela ainda tem que fazer como o estado não tinha protegendo-se a pagar pela libertação de tanta é descendentes africanos no Brasil basicamente é quem se submeteu a lei acabou tendo que prestar esse serviço até os 21 anos não houve grandes pessoas foram libertados aqui não sei o que essa lei aí é outras leis vão interferir
no processo de Abolição brasileira Então essa primeiro a lei o filho seria libertar o pai ano aí não e a outra grande lei que nós temos desse período é justamente a lei do sexagenário ela foi promulgado em 1885 e declarava a liberdade dos Casados acima de 60 anos desde que eles ainda pagar sem três anos indenização trabalhando ou seja na prática ele só seriam Folheados aos 63 anos de idade Isso aí é um grande problema se você for pensar para aquela época e 1.885 a média de vida dos brasileiros é muito mais baixo imagine então
a média de vida de uma escravizado isso ele não vê problema basicamente quase ninguém conseguiria alcançar essa idade para justamente conseguiu o benefício da lei do sexagenário Só que essa lei diz que vai trazer um outra uma ligação para declarar uma multa de 500 a 1.000 réis a quem acolhesse escravizados fugidos ou seja ver se pro lado ela dá uma condição de libertação o outro lado ela pune qualquer pessoa que ajudasse na fuga de escravos e era uma coisa eu tava conversando bastante na época de Tinha alguns setores do movimento abolicionista que pregavam a fuga
de escravos que incentivavam e auxiliavam Então essa aí são os dois lados da lei dos sexagenários Mas vamos então para mais uma atividade da nossa aula de hoje em que eu pergunto vocês o que Elite escravocrata brasileira pretendia com as leis do Ventre Livre EA lei do sexagenário vocês vão ter um tempinho aí para pensar e eu já retorno E aí E aí E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí E aí E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí E aí E aí [Música] E aí E aí
E aí me fala se conseguiu responder que eu chorei o que a elite escravocrata brasileira pretendia com as leis do Ventre Livre do Sexagenário resposta bastante simples aí ele disse locrata pretende atrasar o processo de Abolição Iniciando um processo de substituição pela mão de obra de imigrantes europeus Então é isso que eles pretendiam demora um pouquinho até a gente se organizar Aqui com uma nova mão de obra que nós temos a série de lei áurea talvez a lei mais famosa da história brasileira pressionados no dia oito de maio de 1868 o Parlamento do Brasil aprova
lei que declara extinta a escravidão no Brasil sem indenização nem aos fazendeiros e centralização dentes aos escravizadas ou seja não indenizou ninguém o que então o que deixou os fazendeiros bastante graves que também houve Que certas questões discutir Como assim o cara trabalhou como escravos até porque agora ele não recebe nada a princesa e são seu nome aí no dia treze de maio de 1888 por isso que isso celebra-se essa data até hoje e o resultado bom a lei Áurea extinguiu o trabalho escravo no Brasil porém grande parte dos fazendeiros escravistas inconformados e não serem
indenizados questionaram a monarquia e passaram a aderir a república então aí a monarquia brasileira passa perder um pilar importante que sustentava a ela que era justamente esses fazendeiro como eles não foram eliminados eles passaram então a divulgar também e deve ser pública Ana não é à toa que a abolição da escravidão no Brasil aconteceu em 1838 e a proclamação da república um ano depois O que é a vida do crescer liberto como que ficaram esses cativos bom tem muitas águas florais parte dos libertos permaneceram nas fazendas e negociaram com os seus antigos donos salários parcerias
e ou o direito a ter uma própria roça outra parte migrou para as cidades quando era muito difícil conseguir um emprego estável para eles e sendo que ele vem deixa eu competir com a mão de obra dos imigrantes europeus que chegava aí no Brasil eles passaram então a ser marginalizados e os dez morando geralmente em regiões periféricas das cidades brasileiras e daí vem a questão que muita gente pergunta ou não racismo no Brasil bom tem algo a gente fala que o racismo à brasileira tem um racismo disfarçado implícito e silencioso e tornava a vida dos
escravos muito difícil algumas pessoas vão alegar que não há racismo no Brasil e por que que eu o motivo bastante simples ele faz uma comparação do Brasil com os Estados Unidos e os dois tiveram desenvolvendo e práticas racistas diferentes que tá aqui isso se deve ao fábrica no Brasil não foram aprovadas leis de segregação não é que nem nos Estados Unidos em que foram a provável que fazer nos Estados Unidos você vai ter as chamadas leis Jim crow você vai ter a lei do ano sem dó drops que são leis que estabeleceram o espaço para
Os descendentes africanos e o espaço para os planos estabelecidos no Brasil nunca houve uma lei disse Mas no entanto socialmente os negros escravizados recebiam tratamento discriminar discriminatório e racionalizado l de acordo com a cor de pele era mais ou menos definido Então o que acontece Apesar de o que acontece você vai ter justamente um racismo mais cultural mas velado em que as pessoas se incomodavam as pessoas vão deixar no contratar vão e não havia uma lei que proíbisse mais uma vez uma prática não havia uma cultura que permitisse apesar disso eles procuravam sobrevivência se organizando
em grupos e lazer clubes sociais e irmandades religiosas são o qual seis procurava o céu te ajudar e manter a sua cultura sua família aí por diante Então vamos a última atividade da aula de hoje Quais as diferenças sociais e raciais em que os libertos foram submetidos após a abolição no Brasil e nos Estados Unidos 60 para pensar eu já retorno e E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí E
aí E aí E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí E aí [Música] E aí E aí E aí E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí E aí E aí E aí [Música] os alunos responderam eu perguntei aí quais as diferenças sociais raciais em que os libertos estão submetidos após a abolição do Brasil e nos Estados Unidos a sugestão de resposta aqui nos Estados Unidos houveram leis segregacionistas e raciais as famosas leis Jim crow são várias vezes um conjunto enquanto do Brasil não houveram leis
mas os vezes cruzados não tiveram as mesmas condições de vida e de emprego com o dizer sua cultura e sua religião após aí a abolição da escravidão no Brasil mas então pessoal que nós vemos Nesta aula Primeiro as pressões nacionais e internacionais que o Império Brasileiro tinha pela abolição da escravidão e depois os principais líderes estratégias dos abolicionismos na defesa de sua causa então eu agradeço a todos vocês por mais essa aula e até a próxima E aí [Música]