a qualidade do solo sempre foi baseado em três pilares a química a física ea biologia então a gente sempre teve aí a química do solo como o primo rico da história né e que existem metodologias bem estabelecidas forma de coleta análises bem estabelecidas né e é fácil de interpretar usar todo mundo usa é uma coisa que faz tempo que já é de novo está praticamente resolvido essa questão existem métodos para o jeans existem métodos para interpretar né então é uma coisa fácil de usar os outros dois pilares acabaram ficando para trás existem metodologias pesquisa usa
muito mas dificilmente e elas foram transferidas para prática a física de solo com dificuldade de coleta com amostra indeformada né e a biologia pela inconstância dos microrganismos o fato de eles serem muito oi fê bom então seca é uma coisa o sexo só é uma coisa que me deste o solo é outra né então acaba ficando uma coisa difícil de medir difícil de interpretar então o que a tecnologia bio.as da embrapa veio fazer acrescentar esse processo e em parte resolver esse problema a gente está quase que fechando esse esse círculo desses três pilares bora tem
a física que a gente está trabalhando e métodos aí para abrir essa caixa-preta né e mas no sentido biológico a hidrata fez um belíssimo trabalho com essa tecnologia de uma essa em que parametrizando as medidas antes de mais nada nesse elegeram as os indicadores biológicos que se correlacionam melhor e são mais estáveis que são mais fáceis de analisar o que pode o que pode ser mais prático mais barato para aqui para que possa ser usado no dia a dia então eles escolheram a elegerão dentre todos os atributos aí dentre a carbono da biomassa microbiana nitrogênio
da biomassa microbiana respiração basal e as diversas enzimas que se tinham é metrologia para analisar eles elegeram aí aberta glicosidase e aí eu sou a tarde como enzimas que possuem alta sensibilidade a mudanças de manejo então o grande o grande x da questão dessa desse trabalho da embrapa da tecnologia bio.as esse é o nome né viu a essa porque bio.as de análise de solo então viu é o grande o grande trunfo da embrapa foi a fazer a interpretação o método de interpretação parametrizando com a produtividade das culturas anuais bom e tudo isso de uma forma
prática tanto para quem coleta o que a coleta acabou que é permitido a fazer na mesma na mesma época em que se faz a coleta de solo então essa missão fazer duas coletas né então em qualquer época basicamente pode ser no primeiro semestre no segundo na seca nas águas geralmente depois da colheita então independente da colheita seja da cultura de verão seja da cultura de inverno e para o laboratório é possível fazer essa análise quase com as mesmas rotinas que a gente trabalha na área de química então é a mesma a terra finas e tal
a terra fina seca em estufa né moída as metodologias em colorimetria leitura né então os métodos são parecidos não sai muito da rotina do laboratório então ficou uma coisa prática para coletar prática para analisar e prática para ir oi e aí você pode tá perguntando tá ok querida aí que que eu ganho com isso né é o que o que se ganha com essa análise é que muitas vezes quem é observador quem é do dia a dia da produção sabe disso que muitas vezes é tem várias situações aí em que você não coloca um fertilizante
no ano ou por algum motivo e produz mais né ou o solo tá perfeitinho tá com a química no lugar todos os paramos tudo bem e não vai para frente e por que isso né muitas vezes tem a ver com a parte biológica o que que esses micro-organismos fazem eles eles fazem a ciclagem do nutriente então se não tiver esses microrganismos é toda o que chamam de cadeia alimentar do solo né se essa cadeia alimentar do solo não tiver robusta com populações com elevadas como diversidade bom então eu não tenho ciclagem nutriente eu posso até
ter os nutrientes lá e muitas vezes uma forma pouco disponível e ea planta não acessa eu tenho os microrganismos são fundamentais para a porosidade do solo para estruturação do solo fungos bactérias né então se você a gente não tem essa parte biológica é bem estabelecida no solo a gente tem problema então problema de ciclagem de suprimento de nutrientes de estrutura e solo de dinâmica hídrica então é eu preciso saber também como que tá esse pilar biológico para fechar meu diagnóstico muitas vezes o químico só não é suficiente né então e aí aí tá essas duas
enzimas que a gente vai começar analisar então beta-glicosidase e arilsulfatase e nós vamos interpretar e nós vamos dizer tá baixo e aí como é que a gente resolve diferente da química em que a gente tem se você identifique algum elemento ou baixo nível baixo você tem uma dose daquele elemento né agora não tem como você aplicar a 300 kg de beta-glicosidase conectar aí então isso vai fazer com que a gente ter que exercitar o nosso conhecimento a nossa mente para que a gente promova atividade biológica do solo então no fundo o que essas enzimas medem
é atividade biológica e não os microrganismos e se elas medem o potência porque assim ó a os microrganismos excretam essas enzimas certo e aí essas enzimas vão fazer uma série de atividades elas vão quebrar beta-glicosidase é do ciclo do carbono então ela ela participa da quebra da celulose então tudo que a gente pro um copo de resíduos das culturas acaba indo para o solo ficando na superfície esse negócio tem que ser degradado e aquele é praticamente celulose então é os microrganismos para fazer esse trabalho eles precisam excretar essas enzimas diferentes da gente que a gente
tem que comer o alimento e a gente digere ele dentro da do organismo os microrganismos é diferente eles discretas enzimas para fora digere aquele negócio todo e aí eles absorvem compostos mais simples né então aberta glicosidase faz parte do ciclo do carbono e arilsulfatase do ciclo do enxofre então quando a gente está medindo essas enzimas no solo a gente tá medindo aí tudo que esses vivo organismo secretaram e para fazer esse trabalho então por isso que se fala muito aqui a fazer análise abrir o aécio é você ver a memória do solo então o que
a gente vai estar medindo é resultado do que o produtor fez na última safra na penúltima nos últimos três anos né porque esse negócio é cumulativo ele vai se acumulando no solo então quanto mais enzima a gente tem o solo mas atividade biológica a gente tem então se o seu identifica um nível muito baixo das enzimas no solo o fatalmente isso me leva a pensar que o meu manejo não tem sido bom de alguma forma então eu vou ter que repensar esse manejo e que eu vou incluir nesse o que que eu tô fazendo de
errado biologicamente né que tá afetando organismos que tá impedindo que essas a fase mas o link nos mostra que eu só não tá não tá no nível legal né é então isso vai me fazer repensar todo meu sistema de manejo vou ter que de repente e lá e incluir culturas de cobertura eu mix de culturas de cobertura vou precisar incluir adubação orgânica propriedade eu vou verificar como é que tá a cobertura do solo palha com depois eu colho então tentei inúmeras numerar atividades que eu posso números medidas eu posso pensar em tomar é tendo um
diagnóstico conheço então ele faz até então o que que a gente sempre percebia a iva a gente pode ver pelos resultados aí do sesc o concurso de produtividade reparar a maioria dos casos principalmente recentemente a maioria dos casos passou aí no ano anterior uma cultura de cobertura 10 então dá um tempo do solo se recompor né sem aplicar defensivo por exemplo nesse período e tentar chegar muito com a cara e acaba que dá tempo da microbiota do solo e recompor e quando chega a cultura principal que a soja ela se aproveita de todas ambiente mas
a gente nunca soube muito bem porque fazer porque a gente sabe mas é quanto essas culturas de cobertura mexe em solo o que que elas mexe exatamente como é que eu vou avaliar quando eu quando eu tô fazendo uma trabalho se eu vou testar por exemplo duas culturas de cobertura odores mix de plantas como é que eu vou avaliar qual está sendo melhor só pelo resultado da produtividade depois é meio perigoso fazer isso porque a gente pode ter n fatores que vão interferir nessa produtividade que não tem nada a ver porque as plantas de cobertura
fizeram antes então eu posso a pó a cultura de cobertura coleta o sol e ver o que a atividade enzimática que elas estão vendo a o que a própria doutora e meia da embrapa que a principal mentor aí coordenadora do projeto da bios comenta que inclusive a gente vai poder avaliar melhor até os produtos que a gente ia pretendo falar eu quero testar um produto fazer um lado a lado testar um ácido úrico alguma coisa assim a gente quer ver até que ponto aqui no promove a biologia de fora então agora a gente tem um
parâmetro para ele agora a gente tem a medida como a gente sabe que só se só se melhora o que se mede o que dizes é tudo que nem tudo que se mete pode ser melhor e eu tenho certeza que de todo mundo vai gostar dessa tecnologia vai aproveitar fazer muito bom proveito dela e vai se tornar um padrão aí inclusive futuramente para o projeto de financiamento em cinco rodrigo a